PLANO ESTRATÉGICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO ESTRATÉGICO 2011-2015"

Transcrição

1 PLANO ESTR ATÉGICO

2

3

4

5 ÍNDICE Nota de Abertura Razão de Ser Enquadramento A nossa Missão Os nossos Valores A nossa Visão Análise de Contexto Formulação Estratégica As nossas Linhas de Orientação Estratégica Pilares de Missão Investigação Ensino Transferência de Conhecimento Pilares de Recursos Pessoas Económico-Financeiros Infraestruturas Organizacionais

6

7 nota de abertura É com o maior gosto que venho partilhar algumas reflexões sobre o Plano Estratégico ( ) recentemente aprovado pelo Conselho Geral, num momento em que o nosso País enfrenta o quadro económico e social mais adverso e complexo que se seguiu à normalização democrática proporcionada pela Revolução de Abril. Ora, um dos principais méritos do Plano Estratégico embora reconheça esse contexto particularmente exigente é o de afirmar a ambição de projetar a Universidade de Coimbra num rumo de excelência com o qual naturalmente me congratulo. Fá-lo mantendo a nossa matriz identitária, apresentando novas ideias e soluções, assumindo compromissos sérios de avaliação dos progressos conseguidos. Devo, também, assinalar a forma como o Plano foi elaborado, com o envolvimento da Comunidade Universitária em múltiplas sessões e debates. Alguns poderão criticar este documento pela sua extensão, pelos detalhes num exercício estratégico ou pela multiplicidade de instrumentos de acompanhamento e controlo propostos. Prefiro saudar a profundidade do exercício e a seriedade com que a Equipa Reitoral parte para a sua execução. A ambição que o Plano afirma só poderá ser alcançada aumentando o empenho de todos (docentes, investigadores, outros colaboradores e alunos), exigindo mais qualidade na formação e investigação, comunicando melhor interna e externamente, promovendo a visibilidade da Universidade de Coimbra no país e no estrangeiro, atraindo professores e estudantes de múltiplas nacionalidades que queiram participar num ensino de qualidade, assumindo-se a nossa Instituição como um sério interlocutor junto do Governo e um parceiro credível para outras entidades de ensino superior e de investigação. Para além de objetivos concretos, vislumbro nas propostas, na atitude e no caminho contidos no Plano Estratégico um desígnio para a Universidade de Coimbra em que me revejo pessoalmente. Para a concretização desta estratégia será decisivo o contributo de todos. É, pois, fundamental apostar na coesão da Comunidade Universitária. Há que identificar e aproximar sinergias, explorar a possibilidade de se trabalhar mais e melhor como um todo, promovendo um espírito de verdadeira e real cooperação. Isto é tão válido para o trabalho académico de formação e investigação, como para o funcionamento e a gestão da Universidade. Acredito que este relevante documento constitui o arranque para um novo ciclo na vida da Universidade de Coimbra. Porém, a tarefa mais árdua só agora começa. Executar e cumprir o conjunto de iniciativas que dá corpo a esta estratégia será, sem dúvida, o teste mais exigente. O Conselho Geral acompanhará com o maior interesse a concretização do Plano Estratégico e procurará contribuir para que sejam proporcionados todos os meios necessários para que a Universidade de Coimbra cumpra a sua tão nobre missão. O Presidente do Conselho Geral (Artur Santos Silva)

8

9 Razão de ser Este plano foi elaborado porque é essencial para o desenvolvimento da Universidade de Coimbra. A enorme capacidade de realização que temos levará a que sejamos reconhecidos como a melhor universidade portuguesa (e portanto como uma Universidade internacionalmente relevante) apenas se os nossos esforços forem concertados, o que exige planeamento. A escassez de recursos de que Portugal vai padecer nos próximos anos também exige uma utilização muito eficiente dos poucos meios que teremos disponíveis e uma procura organizada de mais financiamento fora do Orçamento do Estado, esforços esses que só serão eficazes se coordenados. As Universidades que conseguirem, com enorme esforço, não parar o seu desenvolvimento durante o período de dificuldade que o país está a atravessar serão as Universidades de referência no futuro. A Universidade de Coimbra tem de estar nesse grupo restrito. O longo processo de auscultação de todos os setores da Universidade que resultou neste documento teve uma dupla função. Por um lado, recolher as melhores ideias, que nos coloquem na direção mais promissora. Por outro lado, garantir que todos sintam este plano como seu, e se empenhem pessoalmente na sua concretização. As tarefas coletivas só são viáveis com empenhamento coletivo. Ao definir a sua estratégia, a Universidade de Coimbra tem de estar à altura da sua história e do papel central que desempenhou ao longo dos séculos. Apesar de neste século XXI haver tantas universidades de língua portuguesa, nós temos obrigação de ser uma Universidade de referência em todo o mundo lusófono, e de sermos reconhecidos como a Universidade berço e líder da Língua Portuguesa. O melhor ensino, a melhor investigação, a mais profícua interação com a sociedade em todas as áreas do conhecimento, têm de ser apanágio da Universidade de Coimbra. A nossa história exige-o e permite-o. Por último, em Portugal, a UC tem de, mais uma vez, ajudar decisivamente o país a encontrar um caminho de viabilidade e criação de riqueza. À Universidade de Coimbra cabe contribuir decisivamente para desenhar esse caminho. Jamais ficaríamos meramente à espera que a situação se resolvesse e que o país nos entregasse de mão beijada os recursos que merecemos. A Universidade de Coimbra é semente do futuro de Portugal! O Reitor João Gabriel Silva

10 Enquadramento O processo de planeamento estratégico agenda e estabelece as principais linhas de orientação em que assentaremos a nossa estratégia, bem como as ações e critérios de avaliação que facilitem o alinhamento dos nossos recursos, de modo a satisfazer as necessidades e corresponder às expectativas de todos aqueles a quem pretendemos servir e que serão afetados pelas nossas escolhas. Acreditamos que os benefícios do planeamento estratégico serão efetivos, pois o processo exige que se preste uma especial atenção às tendências externas, levando a Universidade a ficar mais defendida de poder vir a ser surpreendida, permitindo-lhe ser proativa perante o seu futuro. O processo de planeamento estratégico, dinamizado pelo Reitor e pela Equipa Reitoral, e acompanhado pelo Conselho Geral e pelo Senado, resulta de um forte compromisso com os Diretores das Faculdades e outras Unidades e com os Administradores (da Universidade e dos Serviços de Ação Social), beneficiando do envolvimento de todos: - são envolvidas todas as Faculdades e Unidades, os estudantes e antigos estudantes, os docentes e investigadores e o pessoal não docente, garantindo que cada grupo possa contribuir com uma perspetiva única para o processo; - o envolvimento de partes interessadas externas promoverá o apoio contínuo e a participação na construção do futuro da Universidade. A Universidade recebe assim, durante o processo de planeamento, preciosas indicações quanto às áreas onde se tem obtido resultados positivos e sobre aquelas em que são necessárias melhorias. 10

11 Este envolvimento permite que todos aqueles que têm maiores responsabilidades na sua implementação conheçam o plano e as razões que lhe estão subjacentes, facilitando a partilha nos objetivos da Universidade e o aumento do sentimento de pertença. Envolver todos os níveis de gestão da Universidade permite ainda que se mantenha o seu propósito estratégico, mesmo em períodos de mudança de liderança, contribuindo para uma maior estabilidade governativa. O processo de planeamento desenvolve- -se a três níveis: o da estratégia da Universidade, o das Faculdades e outras Unidades e, finalmente, o da estratégia funcional da organização das Subunidades Orgânicas. Trata-se de um processo aberto, transparente e participativo, orientado pela ideia de conseguir a máxima qualidade do nosso ensino, investigação, valorização e transferência de conhecimento. Neste contexto, foi desenvolvido um conjunto de iniciativas que visaram sensibilizar toda a comunidade universitária para o contexto da mudança, promover uma profunda reflexão e um amplo debate sobre os desafios com que nos defrontamos no presente e no futuro, e implicar todas a partes interessadas na procura de ideias e caminhos a trilhar nos próximos anos. As iniciativas desencadeadas nos últimos meses e, em particular, as diversas sessões Um dia pelo futuro da UC, permitiram uma participação ativa dos docentes, dos trabalhadores (através dos seus dirigentes e representantes), dos estudantes (estudantes membros de órgãos da UC e das Unidades 11

12 Orgânicas, de núcleos de estudantes e de dirigentes da Associação Académica de Coimbra), dos investigadores (Centros e Unidades de Investigação, Laboratórios Associados e Associações Privadas Sem Fins Lucrativos). Tendo em conta o importante papel que a Universidade de Coimbra lhes reconhece e o contributo que podem dar num processo deste tipo, considerou-se fundamental envolver também os antigos estudantes da UC no programa de auscultação, com a colaboração da Rede UC. Foram ainda auscultados os empregadores ou potenciais empregadores dos graduados e outros parceiros externos, como a tutela (Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) ou a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). Pretende-se, desta forma, iniciar um ciclo que deverá estar permanentemente aberto à incorporação de fatores emergentes. Após a discussão das suas bases o Plano Estratégico é resultado do processo de planeamento e, designadamente, das diversas iniciativas desencadeadas nos últimos meses. São apresentados a missão e os valores da Universidade de Coimbra explicitados nos Estatutos e, claro, a visão: onde queremos estar em 2015! De seguida, são identificadas as linhas de orientação a seguir no quadriénio O quadro de definição estratégica a que chegámos contempla pilares de missão e pilares de recursos. Os primeiros estão diretamente relacionados com os fins da UC, estatutariamente definidos: a investigação, o ensino e a transferência de conhecimento. Os segundos, considerados os 12

13 meios necessários para atingir aqueles fins, estão também associados a linhas estratégicas: pessoas, recursos económico- -financeiros, infraestruturas e recursos organizacionais. Para cada um dos pilares estratégicos é definido um objetivo geral e assumido o compromisso de desenvolver um conjunto de iniciativas estratégicas que o permitirão alcançar. A definição de objetivos requer naturalmente a determinação de metas de referência e de indicadores de desempenho que permitam o seu acompanhamento e monitorização e, também, a avaliação do cumprimento do plano. Atingir as metas a que nos propomos não dependerá apenas das ações a desencadear pela Equipa Reitoral para o cumprimento do plano, mas também do sucesso do alinhamento das ações a propor pelas Faculdades e outras Unidades e Subunidades da UC. O Plano Estratégico da Universidade de Coimbra deverá ser considerado o enquadramento orientador para a definição dos Planos Estratégicos e de Ação que estas unidades deverão elaborar de seguida, concretizando os três níveis de definição estratégica. O envolvimento de todos os membros da comunidade académica neste processo foi, e continuará a ser, fundamental. Este será o Plano Estratégico de e para toda a Universidade! A todos aqueles cuja contribuição neste processo foi e será fator decisivo do enriquecimento da Universidade de Coimbra, o nosso muito obrigado! 13

14

15 A nossa MISSÃO A Universidade de Coimbra é uma instituição de criação, análise crítica, transmissão e difusão de cultura, de ciência e de tecnologia que, através da investigação, do ensino e da prestação de serviços à comunidade, contribui para o desenvolvimento económico e social, para a defesa do ambiente, para a promoção da justiça social e da cidadania esclarecida e responsável e para a consolidação da soberania assente no conhecimento. A Universidade tem o dever de contribuir para: - a compreensão pública das humanidades, das artes, da ciência e da tecnologia, promovendo e organizando ações de apoio à difusão da cultura humanística, artística, científica e tecnológica, disponibilizando os recursos necessários a esses fins; - o desenvolvimento de atividades de ligação à sociedade, designadamente de difusão e transferência de conhecimento, assim como de valorização económica do conhecimento científico; - a promoção da mobilidade efetiva de docentes e investigadores, estudantes e diplomados, tanto a nível nacional como internacional, designadamente no espaço europeu de ensino superior e no espaço da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Estatutos da Universidade de Coimbra, Artigo 2.º

16 16 Depositária de um legado histórico multissecular e matriz cultural do espaço da lusofonia, a Universidade de Coimbra é, na linha da tradição do humanismo europeu, uma instituição desde sempre aberta ao mundo, à cooperação entre os povos e à interação das culturas, no respeito pelos valores da independência, da tolerância e do diálogo, proclamados na Magna Carta das Universidades Europeias. A Universidade de Coimbra afirma-se pela conjugação da tradição, da contemporaneidade e da inovação. A Universidade valoriza o trabalho dos seus professores, investigadores, estudantes e trabalhadores não docentes e não investigadores, empenhando-se em oferecer a todos um ambiente que combine o rigor intelectual e a ética universitária com a liberdade de opinião, o espírito de tole- rância e de humildade científica, o estímulo à criatividade e à inovação, bem como o reconhecimento e a promoção do mérito a todos os níveis. A Universidade de Coimbra considera que os seus antigos estudantes não são apenas parte da sua história mas constituem um suporte fundamental da sua afirmação no presente e no futuro e da sua ligação à sociedade e empenha-se em reforçar os

17 Os nossos VALORES Abertura ao Mundo Contemporaneidade Cooperação Diálogo Estímulo à Criatividade Ética Humildade Científica Independência Inovação Interação das Culturas Liberdade de Opinião Reconhecimento e Promoção do Mérito Rigor Intelectual Tolerância Tradição Valorização das Pessoas 17 laços entre a Universidade e os Antigos Estudantes de Coimbra, nomeadamente através da Rede de Antigos Estudantes da Universidade de Coimbra (Rede UC), em estreita cooperação com as várias Associações de Antigos Estudantes de Coimbra espalhadas pelo País e pelo estrangeiro. A Universidade de Coimbra reconhece e valoriza a ação da Associação Académica de Coimbra (AAC) como elemento da sua identidade, empenhada em proporcionar a todos os membros da comunidade universitária, em especial aos seus estudantes, formação cultural, artística, desportiva e cívica complementar da formação escolar, no respeito pelos valores da liberdade e da democracia, estimulando e apoiando as atividades da AAC, das Secções e dos Organismos Autónomos da Academia. As repúblicas e os solares de estudantes de Coimbra, bem como as cooperativas de habitação de estudantes, são reconhecidos como pólos autónomos dinamizadores de cultura e de vivência comunitária e académica e são apoiados pela Universidade. Estatutos da Universidade de Coimbra [artigos 3.º e 4.º]

18

19 A nossa VISÃO A afirmação da Universidade de Coimbra como instituição europeia de referência, sendo reconhecida como a universidade portuguesa de maior qualidade. Consciente do serviço público que presta e do papel de extrema relevância que desempenha no progresso económico, social e cultural de Portugal a Qualidade é o mote com o qual a Universidade de Coimbra pretende reforçar a sua presença no Espaço Europeu do Ensino Superior e de Investigação. Da universidade de maior qualidade exige-se os melhores estudantes, os melhores docentes e investigadores, os melhores trabalhadores, as melhores infraestruturas e suportes organizacionais, e ainda elevados níveis de eficácia e eficiência na vertente administrativa para que toda a comunidade se sinta identificada como pertença da universidade de maior qualidade no panorama nacional. A excelência deve, cada vez mais, surgir como princípio condutor, pretendendo a Universidade aumentar os níveis de competências e atrair os talentos de topo. E para alcançar a sua visão, a Universidade de Coimbra conta com o valioso contributo de toda a comunidade para que consiga, no final do quadriénio , ser a universidade portuguesa de maior qualidade!

20 Análise de contexto 20 Análise das partes interessadas Um processo de planeamento estratégico dinamizado de forma fechada na organização perderia a riqueza proveniente das diversas perspetivas e contributos que um processo mais aberto assegura. Assim, considerou-se de extrema relevância utilizar o modelo de stakeholders, identificando e avaliando o posicionamento das partes interessadas, por forma a garantir o seu envolvimento através de um programa de iniciativas de auscultação. Num contexto de reorganização institucional, baseado no novo modelo de gestão, esta análise revelou-se fundamental de modo a sustentar a tomada de decisões aos diversos níveis. Após identificação e classificação das partes interessadas, foi desenvolvida a análise poder/interesse, estimando- -se o nível de interesse que cada uma tem na instituição [interesse] e a capacidade que tem para a influenciar, diretamente ou indiretamente [poder]. Determinou-se as- -sim, através deste binómio, as que têm mais influência nos seus objetivos e na sua estratégia, e foram sistematizados os seguintes grupos: Poder e interesse elevados. Poder elevado e interesse reduzido. Poder reduzido e interesse elevado. Poder e interesse reduzidos. Processo de auscultação no planeamento estratégico Das partes interessadas, 24 foram classificadas com poder e interesse elevados, devendo ser geridas ativamente. Destas, 16 foram identificadas como tendo um papel relevante no processo de planeamento estratégico , tendo sido envolvidas nas iniciativas de auscultação, sob forma de inquérito, sessão de trabalho e/ou reunião. As iniciativas desencadeadas nos últimos meses e, em particular, as diversas sessões Um dia pelo futuro da UC, permitiram uma participação ativa dos docentes, dos trabalhadores, dos estudantes e dos investigadores. Tendo em conta o importante papel que a Universidade de Coimbra lhes reconhece e o contributo que podem dar num processo deste tipo, considerou-se fundamental envolver também os antigos estudantes da UC no programa de auscultação, com a colaboração da Rede UC. Foram ainda auscultados os empregadores ou potenciais empregadores dos graduados e outros parceiros externos, como a tutela (Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) ou a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). Realça-se, ainda, que o processo de planeamento, dinamizado pelo Reitor e pela Equipa Reitoral, e acompanhado

21 pelo Conselho Geral e pelo Senado, resulta de um forte compromisso com os Diretores das Faculdades e outras Unidades Orgânicas e ainda com os Administradores (da Universidade e dos Serviços de Ação Social). O processo foi permanentemente acompanhado por todos, quer através de reuniões regulares, quer através de contributos formais, incorporando também o contributo ativo dos Diretores das Unidades de Extensão Cultural e de Apoio à Formação. Todas as partes interessadas foram chamadas a intervir através da ampla divulgação de iniciativas a partir do sítio da UC e da televisão web da UC (UCV) e da consulta do sítio desenvolvido no âmbito do processo de planeamento (www.uc.pt/planeamento), através do qual foram recolhidos contributos e sugestões, de uma forma permanente durante todo o processo e mais intensivamente no período de discussão do documento Bases para a Discussão do Plano Estratégico Análise SWOT Com base nos muitos contributos recebidos ao longo do processo de auscultação, foi efetuada a análise SWOT, instrumento de gestão estratégica utilizado no planeamento e que conjuga a análise do ambiente interno da organização, destacando os seus pontos fortes e fracos, e da sua envolvente externa, identificando as principais tendências atuais, classificadas como oportunidades ou ameaças. No que diz respeito à vertente interna, foram tidos em conta aspetos relacionados com tecnologia, pes- -soas, processos, estratégia e meios (financeiros, humanos e materiais). Para o elenco de pontos fortes, foram consideradas as vantagens internas da organização e, para os pontos fracos, as respetivas desvantagens. Presumiu- -se que, pelo seu caráter in- terno, seriam influenciáveis pela organização. Ao nível do ambiente externo, foram evidenciadas as vantagens a retirar das oportunidades presentes e preocupações de mitigação das consequências das ameaças. Nesta vertente, foram considerados: conjuntura socio-económica, enquadramento sociogeográfico, estrutura demográfica, condicionalismos legais e concorrência. Na análise de oportunidades foram evidenciados os aspetos positivos da envolvente, com impacto significativo na organização. Pelo contrário, para a sistematização das ameaças procurou-se inventariar as condições externas negativas que se encontram fora do controlo da organização. A análise SWOT permite as- -sim percecionar as dinâmicas interna e externa, sendo uma valiosa ferramenta de apoio à análise do ambiente e do meio envolvente. 21

22 Formulação estratégica 22 Tendo por base a avaliação e ponderação do contexto externo e interno em que a Universidade de Coimbra pensa desenvolver a sua missão, é feita uma opção clara e partilhada por uma estratégia de diferenciação pela qualidade como a melhor forma de procurar proativamente atingir o futuro que todos desejam, e que a visão espelha em toda a sua plenitude: - a Universidade de Coimbra deseja afirmar-se como uma instituição europeia de referência, sendo reconhecida como a universidade portuguesa de maior qualidade. Através de uma sólida cultura de qualidade, responsabilidade e serviço é possível afirmar a UC como instituição de referência, não só a nível nacional, mas europeu, capaz de dar um forte contributo para o progresso do país. A opção por uma estratégia de diferenciação pela qualidade exige desde logo que a visão da Universidade seja partilhada por toda a comunidade universitária e que todos Reitor, Vice-Reitores, Diretores das Faculdades e outras Unidades, docentes, investigadores, trabalhadores e estudantes se sintam responsáveis pelo desenvolvimento dos valores, convicções e expectativas necessários ao aprofundamento desta atitude estratégica, da mudança de comportamentos e da assunção de compromissos. Exige ainda que a visão seja comunicada aos parceiros externos, que verão na Universidade de Coimbra um parceiro obrigatório, no desenvolvimento de projetos de referência. Implementadas as ações identificadas que permitirão à Universidade de Coimbra caminhar em direção à visão definida, comunicada e partilhada, a avaliação deve ser um eixo fundamental, que permita aferir os resultados obtidos, e que, antes de mais, se constitua como elemento central do processo dinâmico de aumento da qualidade. Os resultados das opções estratégicas tomadas serão função das capacidades individuais, da forma como estas sejam integradas no trabalho coletivo e da qualidade da coordenação dos esforços de todos. O caminho da qualidade é um caminho longo, no qual é essencial manter o rumo, mesmo perante reveses pontuais. As linhas de orientação estratégica que se apresentam em seguida refletem a adoção desta estratégia e o trabalho partilhado e participado por todos os principais grupos de interesse na Universidade de Coimbra.

23 As nossas LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA O quadro de definição estratégica contempla um conjunto de pilares estratégicos, subdivididos em dois grupos: pilares de missão e pilares de recursos. No que se refere ao primeiro, este relaciona-se de forma direta com as missões essenciais da Universidade, estando subdividido em três pilares: a investigação, o ensino e a transferência de conhecimento, esta considerada na perspetiva da cultura e das artes, da prestação de serviços à comunidade e da inovação e criação de empresas. No que concerne ao segundo grupo, este encontra-se dividido em quatro tipo de recursos, a saber: pessoas, económico- -financeiros, infraestruturas e organizacionais, funcionando como o meio a partir do qual a Universidade irá desenvolver a sua estratégia para atingir os objetivos que almeja. E num mundo cada vez mais globalizado, a interação com o meio envolvente em que a Universidade de Coimbra se insere e com que interage permanentemente assume uma importância crucial. É, desde logo, o meio envolvente que gera oportunidades e ameaças, influenciando e determinando as decisões estratégicas da instituição. E é também esta ligação da UC a todos os interlocutores exteriores, a todos os níveis do local ao internacional que tem um papel determinante no sucesso da estratégia que for definida. Assim, a intensificação desta ligação ao meio envolvente, explorando e aproveitando novas oportunidades, incrementando o papel interventivo da UC e aumentando o seu prestígio e projeção, a nível nacional e internacional, é assumida como uma preocupação transversal a todo o Plano Estratégico. 23

24

25 PILARES DE MISSÃO INVESTIGAÇÃO ENSINO TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO

26 INVESTIGAÇÃO 26 Objetivo Reforçar a presença da Universidade de Coimbra no Espaço Europeu de Investigação, desenvolvendo uma política de investigação centrada na promoção da excelência. Para alcançar o objetivo, será necessário criar condições para que a Universidade de Coimbra seja reconhecida como uma universidade de investigação, incentivando a sua centralidade e promovendo, desde logo, a criação de linhas de orientação estratégicas capazes de otimizar os recursos em torno de objetivos comuns, centrados na produção de conhecimento, que permitem incentivar, melhorar e aumentar a investigação da UC. Iniciativas estratégicas 1. reforçar estruturas de suporte e mecanismos de coordenação da investigação, eficazes e eficientes, permitindo a focalização dos investigadores na componente científica dos programas e projetos em que se encontrem envolvidos. O reforço das estruturas de suporte complementadas com mecanismos de coordenação da investigação, eficazes e eficientes, que promovam a identificação, a divulgação e o aconselhamento na seleção de projetos, contribuirá para uma maior focalização dos investigadores na componente científica desses projetos. Revela-se também fundamental a existência de um sistema integrado de informação que auxilie a comunidade investigadora com o conhecimento que é gerado na UC, criando igualmente condições para a sua disseminação de forma estruturada, incrementando a visibilidade da produção científica da Universidade. 2. fortalecer a captação de financiamento competitivo em investigação, nomeadamente a nível europeu / internacional. O reforço da estrutura de identificação, divulgação, seleção e aconselhamento de projetos de dimensão internacional permitirá o fortalecimento da captação de financiamento competitivo em investigação. O financiamento de projetos a custos totais deve ser incrementado, permitindo uma referência adequada para a fixação do preço e aumentando significativamente o financiamento de um projeto e permitindo recuperar, pelo menos em parte, os custos salariais do envolvimento dos docentes/ investigadores na atividade de investigação. Para além deste benefício numa perspetiva exclusivamente financeira, e uma vez que estes fundos têm maioritariamente origem internacional, a UC consegue também ganhar maior visibilidade no panorama da investigação internacional. 3. reforçar a capacidade dos Centros e Unidades de Investigação da Universidade de Coimbra, nomeadamente através do fomento e reforço da interdisciplinaridade e da transversalidade, incentivando as redes de investigação dentro da comunidade científica da UC. O reforço da capacidade dos Centros e Unidades de Inves-

27 tigação da Universidade, seja através da criação de centros virtuais, seja pela criação de mecanismos eficazes de articulação entre a UC, as suas Unidades de I&D e as as- -sociações privadas (APSFL) que com ela se relacionam, contribuirá indubitavelmente para o incentivo das redes de investigação, dentro da sua comunidade científica, permitindo ganhos de escala. A promoção da produção científica da Universidade de Coimbra, bem como o incremento da sua visibilidade, encurtando a distância em relação a algumas das mais reputadas universidades europeias, é outro dos vetores de atuação desta iniciativa. 4. aumentar a participação em redes de investigação, a nível nacional e a nível internacional, que permitam o reforço da sua capacidade científica, fortalecendo simultaneamente a participação em centros de decisão. O aumento da participação da UC em redes de investigação nacionais e transnacionais permite o reforço da sua capacidade científica e de produção de conhecimento, facilitando simultaneamente a sua participação em centros de decisão. Para tal, será essencial criar mecanismos de fomento da participação em redes internacionais consideradas relevantes. 5. estar presente em todas as grandes áreas do conhecimento. Promover a organização da capacidade existente, nomeadamente nas áreas das ciências jurídicas, das ciências da saúde na vertente de medicina clínica e das ciências alimentares e agronómicas. Pretendendo reforçar a sua presença internacional na área da investigação, a Universidade de Coimbra terá de estar presente em todas as grandes áreas do conhecimento. As ciências jurídicas, as ciências da saúde na vertente de medicina clínica e as ciências alimentares e agronómicas são áreas com um relevo internacional cada vez maior e consideradas nas avaliações externas a que as universidades e a UC em particular estão sujeitas. Como tal, a Universidade estará atenta e envidará todos os esforços no sentido de juntar as componentes e os recursos existentes para lhes dar um sistema organizativo que potencie os resultados de investigação nestes domínios, acompanhando as- -sim o movimento internacional neste setor. Meta 2/3 dos Centros e Unidades de Investigação e Laboratórios Associados com avaliação externa de excelente e muito bom (para avaliação efetuada após 2012) Indicadores de desempenho indicadores de produção científica - n.º de publicações por docente doutorado ETI na Web of Science - n.º de citações por docente doutorado ETI na Web of Science n.º de projetos europeus ou internacionais em que a UC participa posicionamento da UC na área de investigação em rankings internacionais (QS, SCImago, HEEACT) taxa de crescimento do financiamento competitivo da investigação 27

PLANO ESTRATÉGICO 2016-2019 INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

PLANO ESTRATÉGICO 2016-2019 INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA PLANO ESTRATÉGICO 2016-2019 INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA FICHA TÉCNICA Publicação editada ao abrigo do novo Acordo Ortográfico, exceto a transposição de conteúdos de documentos elaborados

Leia mais

Plano Estratégico da Universidade Aberta 2011-2015

Plano Estratégico da Universidade Aberta 2011-2015 Plano Estratégico da Universidade Aberta 2011-2015 Paulo Maria Bastos da Silva Dias Índice 1. Nota de Abertura... 1 2. Áreas de Intervenção e Desenvolvimento... 4 2.1 Formação e Aprendizagem ao Longo da

Leia mais

Plano de Atividades 2014

Plano de Atividades 2014 Plano de Atividades 2014 Escola de Ciências Universidade do Minho 1. Missão A Escola de Ciências tem como missão gerar, difundir e aplicar conhecimento no âmbito das Ciências Exatas e da Natureza e domínios

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2013

PLANO DE ACTIVIDADES 2013 PLANO DE ACTIVIDADES 2013 Documento elaborado por: Teresa Paiva Diretora da UDI Índice I. INTRODUÇÃO 1 1.1.Enquadramento, Missão e Estratégia 1 1.2.Breve caracterização do ambiente interno e externo 1

Leia mais

Linhas de Reforma do Ensino Superior Contributos e Comentários da Universidade de Coimbra dezembro 2013

Linhas de Reforma do Ensino Superior Contributos e Comentários da Universidade de Coimbra dezembro 2013 Linhas de Reforma do Ensino Superior Contributos e Comentários da Universidade de Coimbra dezembro 2013 Contributos conjuntos do Conselho Geral e do Reitor em resposta à solicitação de 22 de outubro de

Leia mais

Plano de Atividades 2015

Plano de Atividades 2015 Plano de Atividades 2015 Instituto de Ciências Sociais Universidade do Minho 1. Missão Gerar, difundir e aplicar conhecimento no âmbito das Ciências Sociais e áreas afins, assente na liberdade de pensamento,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS

ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS ENCONTRO DA COMISSÃO SECTORIAL PARA A EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO CS/11 ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS OPORTUNIDADES, DESAFIOS E ESTRATÉGIAS DE QUALIDADE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO GT2 - Ensino Superior

Leia mais

O Fórum Económico de Marvila

O Fórum Económico de Marvila Agenda O Fórum Económico de Marvila A iniciativa Cidadania e voluntariado: um desafio para Marvila A Sair da Casca O voluntariado empresarial e as políticas de envolvimento com a comunidade Tipos de voluntariado

Leia mais

Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017

Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017 Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017 um fruto não se colhe às pressas. Leva seu tempo, de verde-amargo até maduro-doce Mia Couto

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 A aposta no apoio à internacionalização tem sido um dos propósitos da AIDA que, ao longo dos anos, tem vindo a realizar diversas acções direccionadas para

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013

PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013 PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013 É pela vivência diária que cada um de nós aprende a conhecer-se e a respeitar-se, conhecendo e respeitando os outros, intervindo, transformando e tentando melhorar

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR +

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + Ponta Delgada, 28 de Abril de 2014 Intervenção do Presidente do Governo Regional

Leia mais

Pós-Graduação em Administração e Gestão de Escolas

Pós-Graduação em Administração e Gestão de Escolas Pós-Graduação em Administração e Gestão de Escolas ENQUADRAMENTO DO CURSO As escolas são estabelecimentos aos quais está confiada uma missão de serviço público, que consiste em dotar todos e cada um dos

Leia mais

Uma faculdade centrada nas pessoas, na investigação e no ensino

Uma faculdade centrada nas pessoas, na investigação e no ensino Magnífico Reitor, Senhoras Vice-Reitoras, Senhores Vice-Reitores Caras/os Colegas, Amigos, Estudantes e Funcionários Minhas Senhoras e Meus Senhores Regresso, hoje, a este espaço da Reitoria da Universidade

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa

Leia mais

2016-2018 SÍNTESE Dezembro 2015

2016-2018 SÍNTESE Dezembro 2015 2016-2018 SÍNTESE Dezembro 2015 INTRODUÇÃO O Plano Estratégico de Desenvolvimento do IPS que se apresenta para os próximos três anos, está ancorado no diagnóstico realizado, quer no que respeita à análise

Leia mais

Programa de Acção da Candidatura a Presidente

Programa de Acção da Candidatura a Presidente Programa de Acção da Candidatura a Presidente do Instituto Politécnico de Beja de Manuel Alberto Ramos Maçães 1 Índice I. O Porquê da Candidatura II. III. IV. Intenção Estratégica: Visão, Envolvimento

Leia mais

DEBATE DO PG SRETC 21/05/2015

DEBATE DO PG SRETC 21/05/2015 DEBATE DO PG SRETC 21/05/2015 Senhor Presidente da Assembleia Legislativa Regional, Excelência Senhor Presidente do Governo Regional da Madeira, Excelência Senhoras e Senhores Secretários Regionais Senhoras

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO

PROJETO DE INTERVENÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES CANDIDATURA A DIRETOR PROJETO DE INTERVENÇÃO (2013-2017) Pedro Paulo da Costa Cerqueira Amares, maio de 2013 As organizações, tal como os organismos vivos, têm os seus

Leia mais

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO PLANO DE MELHORIA DO 2015-2017 Conservatório de Música do Porto, 30 de outubro de 2015 1. Introdução... 3 2. Relatório de Avaliação Externa... 5 Pontos Fortes... 5 Áreas de Melhoria... 6 3. Áreas Prioritárias...

Leia mais

Reforma do Ensino Superior

Reforma do Ensino Superior Reforma do Ensino Superior O assunto da Reforma do Ensino Superior e suas implicações na Universidade da Madeira (UMa) exige o envolvimento não só do Conselho Geral, mas também de toda a comunidade académica,

Leia mais

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 23 10 2014 Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020 Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 Victor Francisco Gestão e Promoção da Inovação 21 de outubro

Leia mais

Nota Introdutória Erro! Marcador não definido.

Nota Introdutória Erro! Marcador não definido. GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2015 ÍNDICE Nota Introdutória Erro! Marcador não definido. Ações Educação e Formação 2 Ação Social 3 Gestão Participada e Finanças 4 Saúde 5 Desporto 5 Juventude 6 Cultura 6 Turismo

Leia mais

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores,

Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores, Boa tarde Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores, Deixem-me dizer-vos que é para mim uma honra participar, na

Leia mais

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço Política de Produto e Serviço Publicado em julho 2012 1 Fundada em 1876, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) é o maior grupo financeiro nacional, atuando em diferentes áreas, designadamente na banca comercial,

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL 2012-2013. IPAM Aveiro

RELATÓRIO ANUAL 2012-2013. IPAM Aveiro RELATÓRIO ANUAL 2012-2013 IPAM Aveiro Índice Nota Introdutória... 3 1. Do grau de cumprimento do plano estratégico e do plano anual... 4 2. Da realização dos objetivos estabelecidos;... 4 3. Da eficiência

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO. Princípios orientadores

PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO. Princípios orientadores PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO Princípios orientadores O Ensino Secundário no Colégio Pedro Arrupe orienta-se de forma coerente para o desenvolvimento integral do aluno, promovendo um crescimento

Leia mais

2015/2016. Página 1 de 11 I. NOTA INTRODUTÓRIA 2. EIXOS ESTRATÉGICOS 2.1. OFERTA EDUCATIVA, NOVOS PÚBLICOS, ATRATIVIDADE. Código IMP.EM.EI.

2015/2016. Página 1 de 11 I. NOTA INTRODUTÓRIA 2. EIXOS ESTRATÉGICOS 2.1. OFERTA EDUCATIVA, NOVOS PÚBLICOS, ATRATIVIDADE. Código IMP.EM.EI. 2015/2016 I. NOTA INTRODUTÓRIA A missão, os princípios e os valores de uma instituição são fulcrais para a sua definição estratégica, conforme expresso nos seus estatutos. O Instituto Superior de Ciências

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE MELHORIA. Anos letivos 2014/2015 e 2015/2016. 00PDG Página 1 de 13. Mod.

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE MELHORIA. Anos letivos 2014/2015 e 2015/2016. 00PDG Página 1 de 13. Mod. Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE MELHORIA Anos letivos 2014/2015 e 2015/ Página 1 de 13 ÍNDICE Títulos Pág. 1. INTRODUÇÃO 3. 2. ESTRUTURA DO PLANO DE MELHORIA 4. 3. DESCRIÇÃO

Leia mais

Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Programa de Acção. Luis Filipe Baptista

Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Programa de Acção. Luis Filipe Baptista Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique Programa de Acção Luis Filipe Baptista ENIDH, Setembro de 2013 Motivações para esta candidatura A sociedade actual está a mudar muito

Leia mais

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

Sindicato Nacional do Ensino Superior - Associação Sindical de Docentes e Investigadores

Sindicato Nacional do Ensino Superior - Associação Sindical de Docentes e Investigadores PROGRAMA DA DIREÇÃO DO SNESup Lista A Mandato 2012-2014 Vivemos uma crise, um período em que as respostas às dificuldades sentidas já não são conseguidas no quadro em que nos situamos. Apesar dos naturais

Leia mais

AGENDA PARA A COMPETITIVIDADE DO COMÉRCIO, SERVIÇOS E RESTAURAÇÃO 2014-2020

AGENDA PARA A COMPETITIVIDADE DO COMÉRCIO, SERVIÇOS E RESTAURAÇÃO 2014-2020 AGENDA PARA A COMPETITIVIDADE DO COMÉRCIO, SERVIÇOS E RESTAURAÇÃO 2014-2020 18 dezembro 2014 Colocar os setores do Comércio, Serviços e Restauração virado para o exterior e a liderar a retoma económica

Leia mais

Portugal Brasil Moçambique Polónia

Portugal Brasil Moçambique Polónia www.promover.pt www.greatteam.pt Portugal Brasil Moçambique Polónia QUEM SOMOS - Prestamos serviços técnicos de consultoria de gestão e formação nos diversos setores da economia. - Presentes em Lisboa,

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org 1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org CONCEITO Realização do 1º Fórum União de Exportadores CPLP (UE-CPLP) que integra:

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL MISSÃO A Associação para a Economia Cívica Portugal é uma Associação privada, sem fins lucrativos cuja missão é: Promover um novo modelo de desenvolvimento económico

Leia mais

LÍDERES DA CPLP ENCONTRO DE JOVENS. Este desafio é nosso! Iº ENCONTRO DE JOVENS LÍDERES COMUNIDADE DE PAÍSES DA CPLP NA DIÁSPORA PORTUGUESA

LÍDERES DA CPLP ENCONTRO DE JOVENS. Este desafio é nosso! Iº ENCONTRO DE JOVENS LÍDERES COMUNIDADE DE PAÍSES DA CPLP NA DIÁSPORA PORTUGUESA ENCONTRO DE JOVENS Iº ENCONTRO DE JOVENS LÍDERES COMUNIDADE DE PAÍSES DA CPLP NA DIÁSPORA PORTUGUESA Aveiro, 22 a 24 de Junho de UNIVERSIDADE DE AVEIRO Entidades Promotoras Parceiros Apoios O que é o Festival

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ AFONSO SEIXAL CÓDIGO 401481 Av. José Afonso Cavaquinhas Arrentela 2840 268 Seixal -- Tel. 212276600 Fax. 212224355 PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ABRIL DE 2014 Índice 1. Introdução

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO Norma de serviço n.º 2012/10 CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE GABINETES E GRUPOS A ESEP tem, estatutariamente, como missão nuclear, a oferta formativa no domínio da Enfermagem

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO Preâmbulo O Associativismo constitui um esteio importante e singular de intervenção da sociedade civil na realização e prática de atividades de índole cultural,

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2014-2015

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2014-2015 AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2014-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO JOÃO DA TALHA LOURES RESPOSTA AO CONTRADITÓRIO ANÁLISE DO CONTRADITÓRIO A equipa de avaliação externa apreciou o contraditório apresentado

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados,

Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados, Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados, Encontro-me hoje aqui para, em nome do Governo Regional da Madeira, apresentar a Vossas

Leia mais

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de Pessoas) na Gestão Empresarial Marketing Interno Licenciatura de Comunicação Empresarial 3º Ano Docente: Dr. Jorge Remondes / Discente: Ana Teresa Cardoso

Leia mais

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016. - 30 de dezembro de 2015 -

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016. - 30 de dezembro de 2015 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016-30 de dezembro de 2015 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016 Em cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 7.º da Lei n.º

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª Recomenda ao Governo a definição de uma estratégia para o aprofundamento da cidadania e da participação democrática e política dos jovens A cidadania é, além de um

Leia mais

VISEU TERCEIRO. Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade. Normas de Acesso e Apoio. Enquadramento

VISEU TERCEIRO. Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade. Normas de Acesso e Apoio. Enquadramento VISEU TERCEIRO Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade 2015 Normas de Acesso e Apoio Enquadramento A atividade de criação e programação exercida por entidades, grupos e pessoas singulares no

Leia mais

Projeto de acordo do consórcio entre a Universidade de Coimbra e a Universidade Aberta

Projeto de acordo do consórcio entre a Universidade de Coimbra e a Universidade Aberta Projeto de acordo do consórcio entre a Universidade de Coimbra e a Universidade Aberta Anexo à deliberação n.º 31-CG/2015 Documento n.º 32-/2015 Entre: A UNIVERSIDADE DE COIMBRA, pessoa coletiva número

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2014

PLANO DE ACTIVIDADES 2014 PLANO DE ACTIVIDADES 2014 A - INTRODUÇÃO O ano de 2013 que agora termina, foi decisivo para a continuidade da Fundação do Desporto. O Governo, através do Sr. Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares,

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Acordo de Parceria Consagra a política de desenvolvimento económico, social, ambiental e territorial Define

Leia mais

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Paulo Gabriel Soledade Nacif, Murilo Silva de Camargo Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR Carta de princípios de orientação para a Fundação para a Ciência e a Tecnologia I.P., FCT Fevereiro 2016 Súmula A aposta no conhecimento representa um desígnio central no programa do Governo e da ação

Leia mais

Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020. Ana Abrunhosa Presidente da Comissão Diretiva do CENTRO 2020

Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020. Ana Abrunhosa Presidente da Comissão Diretiva do CENTRO 2020 Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 Ana Abrunhosa Presidente da Comissão Diretiva do CENTRO 2020 PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO CENTRO 2014-2020 Dotação financeira: 2.155 M FEDER: 1.751

Leia mais

Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015

Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015 REDE INTERMUNICIPAL DE PARCERIAS DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E ÀS EMPRESAS, COM IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL DA REGIÃO DO ALGARVE Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015 1 1 CONTEÚDOS

Leia mais

Orientações para a reforma do sistema de ensino superior em Portugal

Orientações para a reforma do sistema de ensino superior em Portugal Orientações para a reforma do sistema de ensino superior em Portugal Intervenção do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago, no Conselho Nacional de Educação 13 de Fevereiro

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO A Lei nº 31/2012, de 20 de Dezembro, veio aprovar o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações para a autoavaliação

Leia mais

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL O URBACT permite que as cidades europeias trabalhem em conjunto e desenvolvam

Leia mais

SOBRE POLÍTICAS AUTÁRQUICAS DE JUVENTUDE

SOBRE POLÍTICAS AUTÁRQUICAS DE JUVENTUDE Rua do Almada, N.º 679 1º - Salas 101 / 2 /3 4050-039 Porto - Portugal T: 222 007 767 / F: 222 007 868 / T: 919 191 106 fnaj@mail.telepac.pt SOBRE POLÍTICAS AUTÁRQUICAS DE JUVENTUDE SOBRE POLÍTICAS AUTÁRQUICAS

Leia mais

AGÊNCIA DE AVALIAÇÃO E ACREDITAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR A3ES PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDANTES NAS COMISSÕES DE AVALIAÇÃO EXTERNA - EXERCÍCIO EXPERIMENTAL -

AGÊNCIA DE AVALIAÇÃO E ACREDITAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR A3ES PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDANTES NAS COMISSÕES DE AVALIAÇÃO EXTERNA - EXERCÍCIO EXPERIMENTAL - AGÊNCIA DE AVALIAÇÃO E ACREDITAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR A3ES PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDANTES NAS COMISSÕES DE AVALIAÇÃO EXTERNA - EXERCÍCIO EXPERIMENTAL - Sónia Cardoso e Sérgio Machado dos Santos Gabinete de

Leia mais

Alimentamos Resultados

Alimentamos Resultados Alimentamos Resultados www..pt Somos uma equipa que defende que cada empresa é única, tem as suas características e necessidades e por isso cada projeto é elaborado especificamente para cada cliente. Feed

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

Índice. Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente. Índice 01. Introdução 02. Pressupostos 02. Dimensões da Avaliação 03

Índice. Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente. Índice 01. Introdução 02. Pressupostos 02. Dimensões da Avaliação 03 Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente Índice Página Índice 01 Introdução 02 Pressupostos 02 Dimensões da Avaliação 03 Domínios e Indicadores da Avaliação 03 Níveis de Desempenho da Avaliação

Leia mais

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS I Os cinco domínios 1. Resultados 2. Prestação do serviço educativo 3. Organização e gestão escolar 4. Liderança 5. Capacidade de auto-regulação

Leia mais

IDENTIDADE DA CPLP NO DOMÍNIO DA DEFESA

IDENTIDADE DA CPLP NO DOMÍNIO DA DEFESA 1 IDENTIDADE DA CPLP NO DOMÍNIO DA DEFESA 1. INTRODUÇÃO As identidades coletivas, em qualquer domínio considerado, assumem uma importância central; a sua afirmação dá sentido aos projetos comuns, promove

Leia mais

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda.

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa, com sede em Castelo Branco, é uma empresa criada em 2007 que atua nos domínios da engenharia civil e da arquitetura. Atualmente, é uma empresa

Leia mais

Maio 2013 PE2020. O papel da Engenharia como fator de competitividade. Iniciativa

Maio 2013 PE2020. O papel da Engenharia como fator de competitividade. Iniciativa Maio 2013 PE2020 O papel da Engenharia como fator de competitividade Iniciativa Agenda 1. Apresentação da Proforum e do PE2020 como plataforma colaborativa relevante e integradora 2. Contributo do PE2020

Leia mais

Análise SWOT. julho 2014. Pontos fortes vs Pontos fracos AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FRONTEIRA. Diretor: João Pedro de Moura Carita Polido

Análise SWOT. julho 2014. Pontos fortes vs Pontos fracos AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FRONTEIRA. Diretor: João Pedro de Moura Carita Polido julho 2014 Análise SWOT Pontos fortes vs Pontos fracos Diretor: João Pedro de Moura Carita Polido AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FRONTEIRA Escola Básica Frei manuel Cardoso Escola Básica de Cabeço devide Visão:

Leia mais

Minhas senhoras e meus senhores.

Minhas senhoras e meus senhores. Minhas senhoras e meus senhores. Em primeiro lugar, gostaria de transmitir a todos, em nome do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a satisfação pelo convite que

Leia mais

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental 1 Melhoria do desempenho ambiental implementação do Sistema de Gestão Ambiental A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem implementado

Leia mais

Registamos, com afeto, a presença de Vossa Excelência, nesta cerimónia uma honra ímpar para este Instituto.

Registamos, com afeto, a presença de Vossa Excelência, nesta cerimónia uma honra ímpar para este Instituto. Senhor Ministro da Administração Interna. Excelência. Registamos, com afeto, a presença de Vossa Excelência, nesta cerimónia uma honra ímpar para este Instituto. Excelentíssimo Senhor Vice-Procurador Geral

Leia mais

1. Apresentação. 2. Características Principais do Colégio Heliântia

1. Apresentação. 2. Características Principais do Colégio Heliântia I. O COLÉGIO HELIÂNTIA 1. Apresentação O Colégio Heliântia é um projeto de ensino privado que desenvolve a estratégia de Escola Total. Este conceito pretende a construção de um projeto educativo coeso

Leia mais

Política de Responsabilidade Social

Política de Responsabilidade Social Política de Responsabilidade Social e Programa 2015 I. ENQUADRAMENTO A criação da Fábrica do Chocolate materializa por si só o sentido de responsabilidade social da empresa e das pessoas envolvidas na

Leia mais

VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES 1 Preâmbulo O VIII Congresso da EUROSAI realizado em Lisboa entre 30 de Maio e 2 de Junho de 2011 concentrou-se

Leia mais

CEF/0910/25616 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/25616 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/25616 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Ensinus-Estudos

Leia mais

ACEF/1112/25172 Relatório final da CAE

ACEF/1112/25172 Relatório final da CAE ACEF/1112/25172 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fedrave - Fundação Para O Estudo E Desenvolvimento

Leia mais

Presidente do Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões. Diretor-Presidente do Sebrae Luiz Barretto

Presidente do Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões. Diretor-Presidente do Sebrae Luiz Barretto 2012 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae TODOS OS DIREITOS RESERVADOS A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei n.º

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Alteração ao Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior Num momento em que termina o ciclo preliminar de avaliação aos ciclos de estudo em funcionamento por parte da Agência de Avaliação e Acreditação

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE PINHEIRO E ROSA

ESCOLA SECUNDÁRIA DE PINHEIRO E ROSA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA a Luisa Maria Ferreira Garcia e Costa Madeira Diretora O Plano de Ação Estratégica foi aprovado pelo Conselho Pedagógico, em 11 de outubro de 2012, e recebeu parecer favorável

Leia mais

O COMPROMISSO DE UMA INSTITUIÇÃO

O COMPROMISSO DE UMA INSTITUIÇÃO O COMPROMISSO DE UMA INSTITUIÇÃO Bem-vindo aos Programas Executivos do ISAG. A experiência adquirida ao longo dos anos e a atualização de conceitos, permitiu ao ISAG European Business School desenvolver

Leia mais

O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006

O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O relatório de avaliação do sistema de ensino superior em Portugal preparado pela equipa internacional

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL U E L DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL (PEI) DA UEL

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL U E L DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL (PEI) DA UEL PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL U E L DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL (PEI) DA UEL LONDRINA 2002 2 DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL

Leia mais

Compromissos na educação

Compromissos na educação Compromissos na educação Comentário Paulo Santiago Direcção da Educação e das Competências, OCDE Ciclo de Seminários Sextas da Reforma Lisboa, 23 de Maio de 2014 Organização do Banco de Portugal, do Conselho

Leia mais

Portugal 2020: Investigação e Inovação no domínio da Competitividade e Internacionalização

Portugal 2020: Investigação e Inovação no domínio da Competitividade e Internacionalização Portugal 2020: Investigação e Inovação no domínio da Competitividade e Internacionalização Duarte Rodrigues Vogal da Agência para o Desenvolvimento e Coesão Lisboa, 17 de dezembro de 2014 Tópicos: 1. Portugal

Leia mais