RELATÓRIO DE AUDITORIA AMBIENTAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO DE AUDITORIA AMBIENTAL"

Transcrição

1 RELATÓRIO DE AUDITORIA AMBIENTAL (DE CONTROLE) CAMORIM SERVIÇOS MARÍTIMOS LTDA Rua Mario Trilha, nº 136 Ilha da Conceição Niterói RJ ELABORADO EM 17/12/2012 ML Corte - Assessoria Empresarial Página 1 de 54

2 RELATÓRIO DE AUDITORIA AMBIENTAL (DE CONTROLE) CAMORIM SERVIÇOS MARÍTIMOS LTDA. Rua Mario Trilha, nº 136 Ilha da Conceição Niterói RJ ELABORADO EM 17/12/2012 ML Corte - Assessoria Empresarial Página 2 de 54

3 APRESENTAÇÃO Como instalação portuária a contratante CAMORIM SERVIÇOS MARÍTIMOS LTDA tem o dever de realizar auditorias ambientais periódicas. A auditoria ambiental realizada é de Controle, significando que a mesma é parte de um processo de requerimento ou renovação de licença ambiental, com a finalidade de verificar em detalhes o desempenho ambiental da organização em operação, com base em conformidade legal e em suas políticas e práticas de controle, conforme exposto na DZ-56-R3, em seu item Concordemente, o órgão ambiental poderá, a qualquer momento, mediante justificativa, exigir a realização de auditoria ambiental de organizações das demais Classes do Decreto Estadual nº /2009. A auditoria ambiental ocorreu conforme o planejado pelas partes envolvidas. Todas as verificações pertinentes foram realizadas sem adversidades e sem reservas por parte da contratante. A mesma baseou-se nas premissas da Lei nº 1.898, de 25/11/91, tendo como requisito a DZ-56 -R3, aprovada pela Resolução Conema nº 21, de 07/05/10. Na ocasião da realização da auditoria, foram coletadas evidencias objetivas baseadas em amostragens visuais no site (visitação), analise documental e entrevistas. O resultado desse trabalho foi formalmente colocado nesse relatório, tomando-se o extremo cuidado para não macular ou alterar qualquer informação, em nenhum nível de sigilo. Assim, espera-se que esse relatório cumpra o seu objetivo de tornar publica as informações ambientais pertinentes, levantadas junto a contratante. Nota: A realização dessa auditoria ambiental e a conseqüente apresentação de seus resultados, não exime a Camorim Serviços Marítimos Ltda de qualquer ação fiscalizadora ou do atendimento a outras exigências da legislação em vigor. ML Corte - Assessoria Empresarial Página 3 de 54

4 Imagem aérea do Camorim Serviços Marítimos Ltda. LO Nº FE PROCESSO: E-07/506363/2009 ML Corte - Assessoria Empresarial Página 4 de 54

5 1 - SUMÁRIO Item Índice Página Apresentação Imagem Aérea Sumário Introdução 01 Dados da Organização 8 02 Dados do Responsável Técnico pela Gestão Ambiental 8 03 Dados da Auditoria Representantes do Auditado Objetivos da Auditoria Metodologia Aplicada Unidades Auditadas Critérios de Seleção Datas e Períodos de Cobertura da Auditoria Equipe Auditora 10 4 Referencias Legais e Normativas Legislação Federal Legislação do Estado do Rio de Janeiro Normas 14 5 Definições 14 6 Princípios da Auditoria 17 7 Obrigações da Contratada 19 8 Obrigações da Contratante 19 9 Instruções Gerais Características da Unidade Auditada Descrição das Atividades Desenvolvidas Fluxograma de Processo (Macro) Constatações Política Ambiental e Sistema de Gestão Ambiental Estrutura Geral e Treinamento Conformidade Legal 24 ML Corte - Assessoria Empresarial Página 5 de 54

6 11.4 Processos de Produção e Operação Gestão de Energia e Água Gestão de Materiais (matérias primas, insumos, embalagens e produtos) Gestão de Efluentes Gestão de Emissão Atmosférica Gestão de Ruídos Gestão de Resíduos Gestão de Uso de Agrotóxicos para Controle de Vetores e Pragas Urbanas Gestão de Limpeza e Higienização de Reservatórios de Água Gestão de Riscos Ambientais Gestão de Passivos Ambientais Analise de Indicadores Ambientais Compilação das Evidencias Ações Corretivas e Preventivas da Auditoria Anterior Não Conformidades Detectadas Observações Detectadas Conclusões Assinaturas Anexos Plano (de Atividade) da Auditoria Orientação Para Seleção e Utilização de Indicadores de Desempenho Ambiental (f Plano de Ação Currículos 45 ML Corte - Assessoria Empresarial Página 6 de 54

7 INTRODUÇÃO Apresenta-se os resultados da AUDITORIA AMBIENTAL DE CONTROLE, realizada nas instalações da empresa Camorim Serviços Marítimos Ltda, em cumprimento à Notificação nº GELINNOT/ , de 08/10/2012, e ao disposto na Legislação Estadual do Rio de Janeiro, a saber, a Lei nº 1.898, de 25/11/91, que dispõe sobre a realização de auditorias ambientais, o Decreto nº A, de 05/06/95, que regulamenta a Lei nº 1.898, de 25/11/91, e a DZ-56 R.3 Diretriz para realização de Auditoria Ambiental, aprovada pela Resolução Conema nº 21, de 07/05/10. Reitera-se que a realização da auditoria e a confecção deste relatório tiveram como base o disposto na DZ-56 -R3. Considerando a intenção de manter a simplicidade, a facilitação do acesso as informações e a localização rápida dos dados para quem o analisa, esse relatório foi montado em formato de tabela. Ressalta-se que a empresa auditada deverá publicar em periódico de grande circulação no município onde desenvolve suas ações e no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, aviso de que realizou a Auditoria Ambiental, sob o título AUDITORIA AMBIENTAL. Esta publicação deve conter informações sobre o local, o período e o horário em que o presente Relatório de Auditoria Ambiental estará à disposição para consulta pública. Este relatório deverá ser apresentado ao órgão ambiental competente, em meio digital e impresso. Nota 1: Esta auditoria ambiental foi baseada em observações visuais, dados e informações existentes, não incluindo a geração de dados adicionais por meio de coleta e análise de amostras. É importante reconhecer a existência de limitações inerentes ao processo de auditoria. A detecção de contingências, não conformidades e passivos ambientais estão sujeitas às limitações impostas pela sua evidência e materialidade. Nota 2: Não foram permitidos inserir fotos do local neste relatório, devido às condições de confidencialidade acordadas com o cliente. ML Corte - Assessoria Empresarial Página 7 de 54

8 1 - DADOS DA ORGANIZAÇÃO Razão Social Endereço Atividades desenvolvidas Camorim Serviços Marítimos Ltda. Rua Mario Trilha, nº Ilha da Conceição - Niterói - RJ Serviços de reboque e reparos navais de embarcações CNPJ / I.E CNAE Certificado de Aprovação (Corpo de Bombeiros) Não possui; encontra-se em trâmite processo de aprovação junto ao Corpo de Bombeiros. 2 - DADOS DO RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA GESTÃO AMBIENTAL Foi apresentado como Gerente de SMS o Srº Fancelino Fernandes de Oliveira, porem a empresa não formalizou o Termo de Responsabilidade Técnica de Gestão Ambiental. 3 - DADOS DA AUDITORIA Representantes do auditado Nome Francelino Fernandes de Oliveira Gerente de SMS Função / Cargo ML Corte - Assessoria Empresarial Página 8 de 54

9 3.2 - Objetivos da auditoria Verificar o atendimento aos dispositivos legais de proteção e controle ambiental e outros requisitos aplicáveis à organização; as condições de operação e manutenção dos sistemas de controle de poluição e de prevenção de acidentes; as operações potencialmente poluidoras, bem como a destinação de subprodutos e resíduos; os procedimentos de identificação e tratamento de não-conformidades, ações corretivas e preventivas; o uso de práticas, tecnologias e matérias primas menos agressivas ao meio ambiente, a utilização racional de recursos naturais, a gestão de resíduos e emissões potencialmente poluidoras; as práticas de proteção e conservação ambiental relacionadas às espécies nativas; a capacitação dos responsáveis pela operação e manutenção dos sistemas com interação e risco ambiental; e a existência de programas de comunicação e educação ambiental da organização Metodologia aplicada Visita de reconhecimento prévio do local, das instalações, dos processos, dos aspectos ambientais e levantamento dos documentos ambientais existentes; identificação e análise da legislação ambiental aplicável aos aspectos ambientais, levantamento das obrigações legais e elaboração de check list; planejamento e elaboração de Plano de Auditoria (anexo 1); investigação in site, contemplando atividades de entrevista, análise de documentos, análise visual das instalações e processos e verificação do cumprimento das obrigações legais e outras, com vistas à obtenção de evidências das práticas de gestão e do desempenho ambiental; compilação dos dados e elaboração do Relatório de Auditoria; análise, discussão e aprovação do Plano de Ação às não conformidades detectadas. ML Corte - Assessoria Empresarial Página 9 de 54

10 3.4 - Unidades auditadas Critérios de seleção Todas as atividades industriais de recebimento, armazenamento, produção, manuseio e transporte interno e atividades administrativas. O fato da unidade Ilha da Conceição não contemplar uma Auditoria Ambiental foi utilizado como critério de seleção. Assim, a mesma foi selecionada Datas e período de cobertura da auditoria 27/11/2012 de 14:30 às 17:00 hs. 26/11/2012 de 08:30 às 17:00 hs. 06/12/2012 de 08:30 às 16:30 hs. 07/12/2012 de 08:30 às 16:30 hs Equipe auditora equipe independente e multidisciplinar ou auditor(es) autônomo(s), tecnicamente habilitado(s) no objeto da auditagem. Os dados quantitativos deverão ser relatados, compilados, analisados e divulgados, de maneira que agentes externos de verificação possam confirmar sua confiabilidade. Nome / Função Daniel B. Haubrick / Auditor Líder Evelyze Patrício/ Auditor Qualificação / Registro profissional Biólogo / CRBio nº ª Região Sanitarista Ambiental / CRQ ª Região Auditor Junior Fábio M. Velloso / Auditor CREA RJ Ricardo B. Rio / Auditor CONPEJ: (Conselho Nacional dos Peritos Judiciais, sessão RJ) ML Corte - Assessoria Empresarial Página 10 de 54

11 4 - REFERENCIAS LEGAIS E NORMATIVAS Legislação Federal Constituição Federal de 1988 Artigo 225; LEI nº 9.966, DE 28 DE ABRIL DE Dispõe sobre a prevenção, o controle e a fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências; Lei Federal nº , de 27/12/00, altera a lei nº de 31/08/81, dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismo de formulação e aplicação, e dá outras providências; Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providencias; Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981 Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências; Lei Federal nº 9.795, de 27/04/99, dispõe sobre educação ambiental / Atribui às empresas, o dever de promover programas destinados à capacitação dos trabalhadores; Decreto-Lei nº 1.413, de 14/08/75, dispõe sobre o controle da poluição do meio ambiente por atividades industriais; Decreto nº , de 03/10/75, dispõe sobre as medidas de prevenção e controle de poluição industrial, de que trata o Decreto-Lei nº 1.413, de 14/08/75, e dá outras providências. Texto atualizado até o Decreto nº de 25/09/80; Decreto Federal nº 3.179, de 21/10/99, dispõe sobre infrações e crimes ambientais, consolida e define as penalidades; Decreto nº , de 6 de junho de 1990 Regulamenta a Lei nº 6.092/81 e a Lei nº 6.938/81; Resolução CONAMA nº 381, de 14 de dezembro de 2006 Altera dispositivos da ML Corte - Assessoria Empresarial Página 11 de 54

12 Resolução nº 306, de 5 de julho de 2002 e o Anexo II, que dispõe sobre os requisitos mínimos para a realização de Auditoria Ambiental; Resolução CONAMA nº 306, de 5 de julho de 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais; Resolução CONAMA nº 237, de 19 de dezembro de 1997 Dispõe sobre a revisão e complementação dos procedimentos e critérios utilizados para o licenciamento ambiental; Resolução CONAMA nº 1 e 2, de 08/03/90, estabelece normas a serem obedecidas no tocante a ruídos em decorrências de qualquer atividade; Resolução CONAMA nº 275, de 25/04/01, estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos; Resolução CONAMA nº 306, de 05/07/02, estabelece os requisitos mínimos e os termos de referência para realização de auditorias ambientais; Resolução CONAMA nº 313, de 29/10/02, que dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais e Revoga a Resolução CONAMA nº 006, de 15/06/88; Instrução Normativa n 31 de 3 de dezembro de Nova IN do Cadastro Técnico Federal, (Revoga Instrução Normativa n.º 96/2006) Legislação do Estado do Rio de Janeiro Constituição Estadual de 1989 Artigo 261, parágrafo 1º, inciso IX; Lei Estadual nº 3.471, de 4 de outubro de 2000 Altera o artigo 5º da Lei Estadual nº 1.898, de 26 de novembro de 1991, que dispõe sobre a realização de auditorias ambientais; Lei Estadual n 3.467, de 14 de setembro de 2000 Dispõe sobre as sanções administrativas derivadas de condutas lesivas ao meio ambiente no Estado do Rio de Janeiro, e dá outras providências; Lei nº 2.001, de 29/04/02, dispõe sobre a obrigatoriedade do controle de vetores nos estabelecimentos indicados como forma de garantir a saúde da população; ML Corte - Assessoria Empresarial Página 12 de 54

13 Lei Estadual nº 2.011, de 10 de julho de 1992 Dispõe sobre a obrigatoriedade da implementação de Programa de Redução de Resíduos; Lei nº 3.029, de 27/08/98, dispõe sobre a elaboração do mapeamento de risco e de medidas preventivas para a população, proíbe o despejo de lixo em locais públicos e dá outras providências; Lei nº 3.239, de 02/08/99, dispõe sobre a Política Estadual de Recursos Hídricos/ Condiciona o uso de recursos hídricos à autorização do órgão competente; Lei Estadual nº 1.898, de 26 de novembro de 1991 Dispõe sobre a realização de auditorias ambientais; Lei nº 2.661, de 27/12/96, regulamenta o disposto no art. 274 da constituição do Estado do Rio de Janeiro no que se refere à exigência de níveis mínimos de tratamento de esgotos sanitários, antes de seu lançamento em corpos d água e dá outras providências; Lei nº 3.325, de 17/12/99, dispõe sobre educação ambiental, institui a política estadual da educação ambiental; Lei nº 2.702, de 25/03/97, estabelece a política estadual de qualidade ambiental ocupacional e de proteção de saúde do trabalhador; Lei nº 519, de 16/04/84, dispõe sobre proibição de depósitos de lixo a céu aberto; Decreto nº 8.974, de 15/05/86, regulamenta a aplicação das penalidades previstas no Decreto-Lei nº 134/75, que dispõe sobre a prevenção e controle da poluição; Lei nº 1.893, de 20/11/91, estabelece a obrigatoriedade de limpeza e higienização dos reservatórios de água para fins de manutenção dos padrões de potabilidade; Decreto nº , de 17/08/94, regulamenta a Lei nº 1.893, de 20/11/91, que estabelece a obrigatoriedade de limpeza e higienização dos reservatórios de água para fins de manutenção dos padrões de potabilidade; Lei nº 4.191, de 30/09/03, dispõe sobre a Política Estadual de Resíduos Sólidos e dá outras providências; Decreto nº 480, de 25/11/75, regulamenta o Decreto-Lei nº 230, de 18/07/75, que estabelece o controle de insetos e roedores nocivos no estado do Rio de Janeiro, e dá ML Corte - Assessoria Empresarial Página 13 de 54

14 outras providências; Decreto Lei nº 112, de 12/08/69, fixa normas de proteção contra ruído; Decreto-Lei Estadual nº 134, de 16 de junho de 1975 Dispõe sobre a prevenção e o controle da poluição do meio ambiente no Estado do Rio de Janeiro; Decreto Estadual nº , de 2 de dezembro de 2009 Dispõe sobre o Sistema de Licenciamento Ambiental SLAM e dá outras providências Normas NBR ISO 14001:2004 Sistema de Gestão Ambiental Requisitos com orientações para uso; ABNT NBR ISO 14005:2012 Sistemas de gestão ambienta Diretrizes para a implementação em fases de um sistema de gestão ambiental, incluindo o uso de avaliação de desempenho ambiental; ABNT NBR ISO 14050:2012 Gestão ambiental Vocabulário; ABNT NBR ISO 14031:2004 Gestão ambiental Avaliação de desempenho ambiental Diretrizes; ABNT NBR ISO 19011:2002 Diretrizes para auditorias de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental. 5 - DEFINIÇÕES Para os efeitos deste relatório consideram-se as definições a seguir: AÇÃO CORRETIVA ação que busca identificar e eliminar a(s) causa(s) de uma nãoconformidade evidenciada, de modo a evitar sua repetição; AÇÃO PREVENTIVA ação que busca identificar e eliminar as causas de uma nãoconformidade potencial, de modo a evitar sua ocorrência; ASPECTO AMBIENTAL elemento das atividades, produtos ou serviços de uma organização que possa interagir com o meio ambiente; AUDITOR AMBIENTAL profissional qualificado para executar auditorias ambientais, ML Corte - Assessoria Empresarial Página 14 de 54

15 registrado e regular em seu respectivo Conselho de Classe, técnica e legalmente responsável pelo relatório da auditoria ambiental; AUDITORIA AMBIENTAL processo sistemático de verificação, documentado e independente, nas modalidades Auditoria Ambiental de Controle e Auditoria Ambiental de Acompanhamento, executado para obter evidências e avaliá-las objetivamente, para determinar a extensão na qual os critérios de auditoria estabelecidos nesta Diretriz são atendidos e os resultados comunicados; AUDITORIA AMBIENTAL DE ACOMPANHAMENTO realizada a cada ano, com ênfase no acompanhamento do Plano de Ação da última auditoria ambiental, complementando-o com novas medidas advindas de eventuais exigências do órgão ambiental, alterações significativas nos aspectos e impactos ambientais e mudanças em processo, entre outros; AUDITORIA AMBIENTAL DE CONTROLE realizada normalmente a cada requerimento ou renovação de licença ambiental, para verificação detalhada do desempenho ambiental da organização em operação, com base em conformidade legal e em suas políticas e práticas de controle; AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AMBIENTAL meio para mensurar a eficácia dos procedimentos ambientais da organização; CONFORMIDADE atendimento a requisitos legais ambientais e aos critérios estabelecidos nesta Diretriz; EQUIPE DE AUDITORIA Um ou mais auditores que realizam uma auditoria, apoiados, se necessário, por especialistas. Um auditor na equipe de auditoria é indicado como líder da equipe de auditoria; ESPECIALISTA TÉCNICO profissional que provê habilidade ou conhecimentos específicos à equipe de auditoria, mas que não participa como um auditor; EVIDÊNCIA DE AUDITORIA informações verificáveis, registros, constatações ou declarações que comprovam conformidades e não-conformidades identificadas no processo de auditoria; IMPACTO AMBIENTAL qualquer alteração causada ao meio ambiente, proveniente ML Corte - Assessoria Empresarial Página 15 de 54

16 de atividades, produtos e serviços de uma organização; IMPLANTAR Introduzir, estabelecer, inserir. IMPLEMENTAR Dar execução a um plano, programa ou projeto. Levar à prática por meio de providências concretas. INDICADOR DE DESEMPENHO AMBIENTAL dado mensurável de um aspecto ambiental, que pode ser usado para acompanhar e demonstrar desempenho; MELHORIA CONTÍNUA processo recorrente de aprimoramento das práticas de gestão ambiental, com a finalidade de atingir melhorias no desempenho ambiental global consistentes com a política ambiental da organização; NÃO-CONFORMIDADE não atendimento a requisitos legais ambientais e aos critérios estabelecidos nesta Diretriz; OPORTUNIDADE DE MELHORIA possibilidade de melhoria dos processos internos da organização e de melhor gerenciamento de seus aspectos ambientais. As oportunidades de melhoria identificadas não se caracterizam como não-conformidade e devem ser apreciadas pelo auditado, que definirá pela execução ou não de ações preventivas; ORGANIZAÇÃO empresa, corporação, firma, empreendimento, autoridade ou instituição, ou parte ou combinação destes, incorporada ou não, pública ou privada, que tenha funções e administração próprias; PARTE INTERESSADA indivíduo ou grupo interessado ou afetado pelo desempenho ambiental de uma organização; PLANO DE AÇÃO parte integrante do Relatório de Auditoria Ambiental que contempla as ações corretivas e preventivas associadas às não-conformidades, com respectivo cronograma de execução e identificação dos responsáveis, assim como as oportunidades de melhoria verificadas na auditoria. O Plano de Ação é de responsabilidade da organização auditada e sua adequação técnica deve ser atestada pela equipe de auditoria; Política Ambiental: intenções e princípios gerais de uma organização em relação ao seu desempenho ambiental, conforme formalmente expresso pela Alta Administração; PREVENÇÃO DE POLUIÇÃO uso de processos, práticas, técnicas, materiais, ML Corte - Assessoria Empresarial Página 16 de 54

17 produtos, serviços ou energia para evitar, reduzir ou controlar a geração, emissão ou descarte de qualquer tipo de poluente ou resíduo, a fim de reduzir impactos ambientais adversos; RECURSOS PREVISTOS Recursos já disponibilizados para a execução de uma determinada ação corretiva do plano de ação; RELATÓRIO DE AUDITORIA AMBIENTAL documento destinado ao órgão ambiental, elaborado pela equipe de auditoria, que consolida os resultados da Auditoria Ambiental de Controle ou de Acompanhamento; RESPONSABILIDADE Cargo ou unidade organizacional responsável pela execução de uma determinada ação corretiva do plano de ação; SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL parte do sistema de gestão global usada para desenvolver e implementar a política ambiental da organização e gerenciar seus aspectos ambientais; SMS: (Abreviação de) Segurança, Meio Ambiente e Saúde 6 - PRINCÍPIOS DA AUDITORIA AMBIENTAL As auditorias, além de serem objetos de fiel diagnostico e monitoramento ambiental, também são instrumentos geradores de oportunidades de ajustes e melhorias. Assim, observam-se os seguintes co-objetivos: Incentivar a implantação de política ambiental e sistema de gestão ambiental em organizações públicas e privadas; Apoiar o órgão ambiental, fornecendo um diagnóstico técnico da conformidade legal e do desempenho ambiental ao longo dos últimos anos, identificando os aspectos ambientais e seus potenciais poluidor e de risco; Verificar o cumprimento dos dispositivos legais de proteção e controle ambiental, bem como condicionantes e restrições de licenças ambientais e compromissos de recuperação, compensação e mitigação; Verificar as condições de operação, de manutenção dos sistemas de controle de ML Corte - Assessoria Empresarial Página 17 de 54

18 poluição e de prevenção de acidentes; Verificar as condições de recebimento, manipulação, estocagem e transporte de matérias primas, substâncias, materiais secundários e auxiliares e produtos, assim como a destinação de subprodutos e resíduos; Verificar os procedimentos de identificação e tratamento de não-conformidades quanto a sua eficácia na identificação das causas e na implantação de ações corretivas e preventivas; Comunicar às partes interessadas a atual situação ambiental da organização e a evolução do seu desempenho ambiental ao longo dos últimos anos; Estimular o uso de tecnologias limpas e de matérias-primas menos agressivas ao meio ambiente, a utilização racional de recursos, a conservação de energia e de água, a não geração e a redução na geração de resíduos, efluentes líquidos e emissões atmosféricas; Estimular a criação, a proteção e a recuperação de áreas com espécies nativas na organização, sempre que possível em consonância com políticas públicas de conservação ambiental; Verificar a capacitação dos responsáveis pela operação e manutenção dos sistemas, rotinas, instalações e equipamentos com interação e risco ambiental, de forma a prevenir, proteger e recuperar o meio ambiente; Estimular a criação de programas permanentes de comunicação e educação ambiental nas organizações. ML Corte - Assessoria Empresarial Página 18 de 54

19 7 - OBRIGAÇÕES DA CONTRATADA Manter possíveis sigilos industriais, verificados durante a Auditoria Ambiental. Narrar todos os fatos em sua íntegra. Não inferir, nem omitir. Ser imparcial. 8 - OBRIGAÇÕES DA CONTRATANTE Colocar à disposição da equipe de auditoria toda a documentação por ela requerida; Prover à equipe de auditoria os recursos necessários para assegurar um processo de auditoria eficiente e eficaz; Franquear à equipe de auditoria o acesso a todas as instalações de processo e controle ambiental, incluindo as áreas de estocagem de materiais de produção (matérias-primas, outros insumos e produtos), de subprodutos e de resíduos; Apresentar registros de entrada de matérias-primas e outros insumos; de saída de produtos, resíduos, efluentes, subprodutos e emissões; do consumo de energia e água; da utilização de mão-de-obra própria ou de terceiros; e de medições relativas ao controle e monitoramento ambiental; Permitir a realização de entrevistas e reuniões com seu quadro funcional, para obtenção e confirmação das informações e evidências necessárias; Fornecer informações sobre auditorias ambientais já realizadas e sobre infrações e processos de responsabilização administrativa, cível ou criminal por danos causados ao meio ambiente a que esteve sujeita desde a última auditoria ambiental. ML Corte - Assessoria Empresarial Página 19 de 54

20 9 - INSTRUÇÕES GERAIS Não tendo ocorrido dano efetivo ao meio ambiente, poderá ser aplicada ao auditado a penalidade de advertência, desde que suas não-conformidades, ações corretivas ou preventivas e prazos para adequação da atividade estejam voluntariamente especificados no Plano de Ação, tendo em vista os artigos 2º e 9º, da Lei nº 3.467/2000. A realização de auditorias ambientais periódicas ou ocasionais não isentará a organização da aplicação de penalidades administrativas. A omissão, a sonegação ou a falsificação das informações prestadas no Relatório de Auditoria implicará: I recusa do órgão ambiental em receber Relatórios de Auditoria realizados pelos auditores, no período mínimo de dois anos; II comunicação do ocorrido ao órgão de registro profissional correspondente e à Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro; III aplicação de penalidade à organização de acordo com a Lei nº 3.467, Art. 81, e será concedido um novo prazo para a apresentação do relatório IV divulgação para consulta pública na pagina da internet do órgão ambiental, do nome e período de suspensão dos auditores ambientais, auditores-líderes e empresas de auditoria que incorrerem no disposto acima. As organizações que constam do item 4.1 desta Diretriz que deixarem de apresentar seus respectivos relatórios de auditoria ambiental estarão sujeitas às penalidades previstas no artigo 10 da Lei Estadual nº 1.898/1991, conforme alteração pela Lei Estadual nº 3.341/1999. ML Corte - Assessoria Empresarial Página 20 de 54

21 10 - CARACTERÍSTICAS DAS UNIDADES AUDITADAS Área total do terreno Área total construída Áreas verdes ou protegidas m m 2 Não há. Porte da empresa Número de empregados Regime de operação Médio turno, de 07:00 às 16:00 hs Tempo de funcionamento Grau de risco do MTE Zoneamento 16 anos 3 Não encontrado Descrição das atividades desenvolvidas As atividades desenvolvidas na Camorim Serviços podem ser divididas da seguinte maneira: Processo Produtivo o Reparo e manutenção de embarcações: consistem na realização docagem e reparos / manutenção de cascos, estruturas, motores e equipamentos de embarcações. Processos Auxiliares o Oficina mecânica: reparação, substituição de peças, revisões de motores e caixas de reversão. o Oficina elétrica: efetua reparos em sistema elétrico e / ou eletrônico dos equipamentos de bordo, bem como dos equipamentos essenciais para o conforto da tripulação. o Tornearia: efetua retífica e fabrica peças de pequeno porte. o Calderaria: efetua reparos em chapas de aço e fabrica pequenas peças que necessitam de solda. o Carpintaria: executa reparos em estruturas de madeira que compõem as instalações internas das instalações. o Armazenamento de matérias primas (almoxarifado): efetua a guarda e providencia a entrega de materiais e/ou peças adquiridas para suprir as necessidades das atividades de reparo e manutenção das embarcações. ML Corte - Assessoria Empresarial Página 21 de 54

22 Fluxograma de processo (macro) Docagem Desmontagem - eixos - hélices - caixa do mar - casco - motor - etc. Inspeção Reparo Montagem 11 - CONSTATAÇÕES DA AUDITORIA Política Ambiental e Sistema de Gestão Ambiental A Camorim possui um Sistema de Gestão Ambiental documentado, dotado de estrutura organizacional, para que todas as suas atividades operem de forma planejada e sistematizada, buscando a prevenção da poluição, o cumprimento de dispositivos legais e a melhoraria do desempenho ambiental, através de sua Política de Segurança e Proteção ao Meio Ambiente, implementada, difundida e devidamente desdobrada em procedimentos, tais como Plano de Contingência PC.N-001 e suas 9 Instruções de Contingência; Plano de Contingência de Terra PC-SD-002; Plano de Emergência Individual; Gestão de Resíduos PPCN-026; Gestão de Efluentes P.TC-N-039; Aspectos e Impactos e Perigos e Riscos AIPR-001, Gestão de Fornecedores P-AD-SD-015 e metas de redução de 5% de energia elétrica e 20% de resíduos. ML Corte - Assessoria Empresarial Página 22 de 54

23 Estrutura Gerencial e Treinamento A Camorim dispõe de um corpo técnico qualificado destinado a gerenciar os aspectos ambientais e promover a melhoria contínua, composta de 2 Técnicos de Segurança do Trabalho, 1 Engenheiro de Segurança do Trabalho, 1 Engenheiro de Meio Ambiente, 2 Técnicos de Meio Ambiente e 1 Gerente de SMS, o qual possui a responsabilidade do gerenciamento ambiental da empresa. O corpo técnico acima também foi apresentado, juntamente com um Engenheiro de Manutenção, como responsáveis pela operação e manutenção dos sistemas, rotinas, instalações e equipamentos de proteção ambiental ou dos que possuem potencial de causar danos ao meio ambiente. A Camorim não formalizou, junto ao INEA, o Termo de Responsabilidade Técnica pela Gestão Ambiental, em desacordo com o Decreto nº , de 02/12/2009. (NC-01) O procedimento Treinamento de Pessoal de Terra P-AD-SD-011, abrangendo todas as funções relevantes ao Sistema de Gestão ambiental é estabelecido para identificar as necessidades de treinamento e realizar treinamentos nos principais assuntos do SGA, tais como Política e Proteção do Meio Ambiente, Objetivos e Metas, Missão, Estrutura Organizacional, Autoridades e Responsabilidades. Foi evidenciado um Programa Anual de Treinamento, compatível com os aspectos e funções relevantes, com o objetivo de promover a capacitação / conscientização dos colaboradores diretos e indiretos que desenvolvem atividades com potencial de causar impactos ambientais. A sistemática para comunicação interna e externa dos seus aspectos e critérios de controle é definida através do procedimento de comunicação P-AD-SD-018, de Permissão de Trabalho e de Relatórios de Avaliação de Aspecto e Impactos, Perigos e Riscos inseridos nos procedimentos operacionais. ML Corte - Assessoria Empresarial Página 23 de 54

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 Página 1 feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 DZ 056 - Diretriz para Realização de Auditoria Ambiental capa

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS 1. JUSTIFICATIVA O presente Termo de Referência tem por fim orientar a elaboração do PGRS conforme previsto no

Leia mais

Gestão Ambiental. para Empresas de Pequeno Porte

Gestão Ambiental. para Empresas de Pequeno Porte Gestão Ambiental para Empresas de Pequeno Porte Setor de Alimentos Junho de 2014 Izabela Simões Analista em Gestão Ambiental A Evolução da Gestão Ambiental 1960 2009 Controle da poluição Poluidor pagador

Leia mais

PORTARIA FEPAM N.º 127/2014.

PORTARIA FEPAM N.º 127/2014. PORTARIA FEPAM N.º 127/2014. Estabelece os critérios e as diretrizes que deverão ser considerados para execução das auditorias ambientais, no Estado do Rio Grande do Sul. O DIRETOR PRESIDENTE da FUNDAÇÃO

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DA PRESIDENTE

SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DA PRESIDENTE SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DA PRESIDENTE RESOLUÇÃO CONEMA Nº 021, DE 07 DE MAIO DE 2010 APROVA A DZ-056-R.3 DIRETRIZ PARA REALIZAÇÃO DE AUDITORIA

Leia mais

Rótulo Ecológico para o processo de tratamento de solução eletrolítica de baterias automotivas

Rótulo Ecológico para o processo de tratamento de solução eletrolítica de baterias automotivas Pág. Nº 2/10 0 Introdução O programa de Rotulagem Ambiental da ABNT foi desenvolvido para apoiar um esforço contínuo para melhorar e/ou manter a qualidade ambiental por meio da redução do consumo de energia

Leia mais

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 109, de 13 de junho de 2005. O PRESIDENTE DO

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE

SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE RESOLUÇÃO CONEMA Nº 56 DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013. ESTABELECE CRITÉRIOS PARA A INEXIGIBILIDADE DE

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

E-07/204.019/05 FEEMA - FUNDAÇÃO ESTADUAL DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE

E-07/204.019/05 FEEMA - FUNDAÇÃO ESTADUAL DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE RAZÃO SOCIAL: HOSPITAL DE CLINICAS DE NITEROI LTDA UNIDADE: HOSPITAL ENDEREÇO: RUA LA SALLE, 12 BAIRRO: CENTRO MUNICÍPIO: NITEROI PROCESSO: E-07/204.019/05 1. CARACTERIZAÇÃO DA ATIVIDADE 2. CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

PROJETO DE IMPLANTAÇÃO INDÚSTRIA MADEIREIRA Desdobro Primário da Madeira

PROJETO DE IMPLANTAÇÃO INDÚSTRIA MADEIREIRA Desdobro Primário da Madeira PROJETO DE IMPLANTAÇÃO INDÚSTRIA MADEIREIRA Desdobro Primário da Madeira 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1. Tipo e Características do solo: 1.2. Topografia: 1.3. Cobertura Vegetal: 1.4. Descrição do acesso: 1.5.

Leia mais

III CBIO - Congresso de Biólogos dos Estados do RJ/ES

III CBIO - Congresso de Biólogos dos Estados do RJ/ES Eng. ZULMAR TEIXEIRA Rio, 19/10/2010 PRINCÍPIOS DA GESTÃO MODERNA III CBIO - Congresso de Biólogos dos Estados do RJ/ES SUCESSO DO EMPREENDIMENTO ABORDAGEM DE PROCESSO SÉCULO XXI O SÉCULO DO DESAFIO O

Leia mais

Associação Brasileira de Materiais Compósitos MANUAL DE RECUPERAÇÃO DE TAMBORES METÁLICOS

Associação Brasileira de Materiais Compósitos MANUAL DE RECUPERAÇÃO DE TAMBORES METÁLICOS MANUAL DE RECUPERAÇÃO DE TAMBORES METÁLICOS Introdução Este documento é um guia orientativo aos associados da Abmaco que desejem efetuar a disposição adequada de tambores e embalagens de resina poliéster

Leia mais

Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS

Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS LICENÇA PRÉVIA - Documentação necessária 1. Requerimento Padrão definido pelo IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Cadastro do empreendimento, definido

Leia mais

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE DEDETIZADORAS, LIMPA FOSSA E EMPRESAS QUE PRESTA SERVIÇO DE LIMPEZA. Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL

Leia mais

Adequação Ambiental na Indústria Naval. Estaleiro Mauá. Daniel Meniuk Raphael Goffeto Schulz

Adequação Ambiental na Indústria Naval. Estaleiro Mauá. Daniel Meniuk Raphael Goffeto Schulz Adequação Ambiental na Indústria Naval Estaleiro Mauá Daniel Meniuk Raphael Goffeto Schulz Objetivos Descrever o ambiente para o surgimento e permanência da gestão ambiental no Estaleiro Mauá Apresentar

Leia mais

RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111

RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111 RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111 Correlação: Revoga a Resolução CONAMA nº 334/2003 Dispõe sobre os requisitos

Leia mais

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA 1 PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA SALVADOR BA FEVEREIRO - 2012 1. INTRODUÇÃO 2 O presente Programa de Coleta Seletiva trata dos resíduos gerados pela Companhia, tendo sua elaboração e implementação

Leia mais

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

CAU/SP. Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo

CAU/SP. Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo CAU/SP Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo Estudo para implantação do SGA, PE e A3P Sistema de Gestão Ambiental do CAU/SP Programa de Ecoeficiência do CAU/SP Agenda Ambiental na Administração

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente Superintendência Estadual do Meio Ambiente SEMACE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente Superintendência Estadual do Meio Ambiente SEMACE 1. OBJETIVO: Este Termo de Referência têm como objetivo estabelecer diretrizes para elaboração do Plano de Emergência para Transporte de Produtos Perigosos. O plano deverá garantir de imediato, no ato

Leia mais

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009. 4.2.5 Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009. 4.2.5 Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - PBA Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151 4.2.5 Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Elaborado por: SEOBRAS Data: 18/11/2009 Revisão Emissão Inicial INDÍCE 4.2 Plano Ambiental de Construção

Leia mais

Legislação Ambiental Brasileira Aplicada ao Transporte

Legislação Ambiental Brasileira Aplicada ao Transporte Legislação Ambiental Brasileira Aplicada ao Transporte III ENCONTRO ANUAL DA EQUIPE TÉCNICA DO DESPOLUIR Eduardo Vieira Gerente de Projetos da CNT Rio de Janeiro, novembro de 2010. CONSTITUIÇÃO FEDERAL/88

Leia mais

Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos e Impactos Ambientais PÁGINA: 1/18 1 OBJETIVO Estabelecer e garantir uma sistemática para identificar, avaliar e gerenciar os aspectos e impactos ambientais das atividades, produtos ou serviços, da empresa x que possam ser

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL (PCA) AVICULTURA

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL (PCA) AVICULTURA INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL (PCA) AVICULTURA O Plano de Controle Ambiental (PCA), será apresentado pelo requerente da licença e constituir-se-á de propostas com vistas

Leia mais

II.7.7 PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE SMS DO TRABALHADOR

II.7.7 PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE SMS DO TRABALHADOR II.7.7 PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE SMS DO TRABALHADOR 1. Introdução e justificativa Este programa justifica-se pela importância em se desenvolver e implementar ações que visem garantir

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre a criação e estruturação do Setor de Gestão Ambiental e de Segurança e Saúde no Trabalho

Leia mais

PASSO A PASSO: COMO ELABORAR E IMPLEMENTAR O PGRSS

PASSO A PASSO: COMO ELABORAR E IMPLEMENTAR O PGRSS PASSO A PASSO: COMO ELABORAR E IMPLEMENTAR O PGRSS PASSO 1 IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA: Abrange o reconhecimento do problema e a sinalização positiva da administração para início do processo. Definir, um

Leia mais

Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos de referência

Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos de referência Página 1 de 9 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 01 20/05/2009 30/09/2009 16/12/09 Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA Março/2012 Gerência ESTRUTURA GELSAR 1 Gerente SERURB SERVIÇO DE RESÍDUOS URBANOS 1 Chefe de Serviço, 5 analistas

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA

Ministério do Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Ministério do Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: IBAMA Data: 8 de agosto de 2002 Versão Limpa 2 a Reunião do GRUPO DE TRABALHO 06/12/05 Processos n 02001.001037/02-98

Leia mais

TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR

TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR 1 o SIMPÓSIO SINDIREPA-RS TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR Felipe Saviczki - cntl.att@senairs.org.br Engenheiro Ambiental Técnico de Desenvolvimento - Área de Consultoria

Leia mais

SAÚDE. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP:

SAÚDE. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: SAÚDE 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: E-mail: Atividade: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: Contato: Cargo/Função: 2.Informações

Leia mais

1) Considerando os organismos de certificação acreditados pelo INMETRO defina:

1) Considerando os organismos de certificação acreditados pelo INMETRO defina: 1) Considerando os organismos de certificação acreditados pelo INMETRO defina: OCA OCS OCF 2- Considerando a sistemática de uma certificação de sistemas enumere de 1 à 6 a seqüência correta das etapas

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO MÍNIMA PARA AS INSTALAÇÕES DA GARAGEM

ESPECIFICAÇÃO MÍNIMA PARA AS INSTALAÇÕES DA GARAGEM PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA CONCORRÊNCIA CONCESSÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE COLETIVO URBANO DE PASSAGEIROS DO MUNICÍPIO EDITAL DE CONCORRÊNCIA

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

NORMA OPERACIONAL PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DA ATIVIDADE DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS NO ÂMBITO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

NORMA OPERACIONAL PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DA ATIVIDADE DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS NO ÂMBITO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para o licenciamento ambiental das atividades de transporte rodoviário de produtos perigosos (exceto os das classes 1 e 7 da Resolução ANTT 42) que circulam apenas no

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE - SEA INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE - SEA INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE - SEA INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE RESOLUÇÃO INEA Nº 25 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2010 ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA REQUERIMENTO DAS LICENÇAS

Leia mais

RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010

RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010 RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010 Dispõe sobre a coleta, armazenamento e destinação de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo no Estado do Paraná. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS

Leia mais

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente Histórico de Alterações Nº de Revisão Data de Revisão Alteração Efetuada 1-Foi alterado o texto do item 2, onde foram suprimidas as referências anteriores e referenciada a PGR 4.3.2 e PGR-4.3.1 e IGR-4.4.6-12.

Leia mais

Relatório de Avaliação de Fornecedores

Relatório de Avaliação de Fornecedores Relatório de Avaliação de Fornecedores 1. Dados da organização Razão Social: Techfive Comércio e Gestão de Equipamentos de Telec LTDA CNPJ nº 09203925/0001 04 Endereço Rua Wilton Reis Costa, 165 - Condomínio

Leia mais

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 O Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto

Leia mais

Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio

Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio s 1.0 Portaria 1.1 Limpeza da área 1.2 Destinação dos resíduos 1.3 Efluentes 2.0 Brigada de incêndio 2.1 Limpeza da área s 2.2 Destinação dos resíduos 3.0 Estação de tratamento de esgoto - ETE Tratamento

Leia mais

Opersan Resíduos Industriais Sociedade Ltda. 3º Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água

Opersan Resíduos Industriais Sociedade Ltda. 3º Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água Opersan Resíduos Industriais Sociedade Ltda. 3º Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água Projeto de Reuso de Água Eng. Juliano Saltorato Fevereiro 2008 1) Identificação da Empresa: Endereço completo

Leia mais

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004 Sistemas de Gestão O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 Material especialmente preparado para os Associados ao QSP. QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004

Leia mais

Auditoria do sistema de gestão ambiental de resíduos sólidos urbanos

Auditoria do sistema de gestão ambiental de resíduos sólidos urbanos 1 Auditoria do sistema de gestão ambiental de resíduos sólidos urbanos Marconi Canuto Brasil (marconic@tce.rj.gov.br) Técnico de Controle Externo (arquiteto) do e auditor ambiental. Ana Lucia Costa Bittencourt

Leia mais

7.7. PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS DO TRABALHADOR

7.7. PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS DO TRABALHADOR 7.7. PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS DO TRABALHADOR 7.7.1. Justificativa Este programa justifica-se pela importância em se desenvolver e implementar ações que visem garantir a manutenção

Leia mais

CONCESSÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE COLETIVO URBANO DE PASSAGEIROS DO MUNICÍPIO DE CURITIBANOS-SC

CONCESSÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE COLETIVO URBANO DE PASSAGEIROS DO MUNICÍPIO DE CURITIBANOS-SC CONCESSÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE COLETIVO URBANO DE PASSAGEIROS DO MUNICÍPIO DE CURITIBANOS-SC PLANO DE OUTORGA ANEXO V CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES E APARELHAMENTO Abril/2014 Sumário

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS 1 SUMÁRIO RESUMO......2 1 INTRODUÇÃO......3 1.1 OBJETIVO......3 1.2 APLICABILIDADE...3 1.3 TERMOS E DEFINIÇÕES...3 2 LICENCIAMENTO AMBIENTAL......3

Leia mais

2013 A. De Martini Ambiental Curso Auditoria Ambiental DZ 56 Revisão 3. Rio de Janeiro, 2013 61 p. 1. Auditoria Ambiental. 2. Legislação Ambiental

2013 A. De Martini Ambiental Curso Auditoria Ambiental DZ 56 Revisão 3. Rio de Janeiro, 2013 61 p. 1. Auditoria Ambiental. 2. Legislação Ambiental CURSO AUDITORIA AMBIENTAL DZ 56 Revisão 3 2013 A De Martini Ambiental Curso Auditoria Ambiental DZ 56 Revisão 3. Rio de Janeiro, 2013 61 p. 1. Auditoria Ambiental. 2. Legislação Ambiental Reproduções para

Leia mais

Indústrias. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP:

Indústrias. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: Indústrias 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: E-mail: Atividade: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: Contato: Cargo/Função:

Leia mais

Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos

Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos (Unidade de Tratamento e Processamento de Gás Monteiro Lobato UTGCA) 3º Relatório Semestral Programa de gerenciamento

Leia mais

A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná

A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná LEI Nº 12493-22/01/1999 Publicado no Diário Oficial Nº 5430 de 05/02/1999. Estabelece princípios, procedimentos, normas e critérios referentes a geração, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte,

Leia mais

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada Página 1 de 8 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 05/11/29 Elaboração Emissão Aprovada OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE ELABORAÇÃO ANÁLISE

Leia mais

SMAMA LICENÇA DE OPERAÇÃO DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LO N : 0019/2013.

SMAMA LICENÇA DE OPERAÇÃO DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LO N : 0019/2013. LO N : 0019/2013. A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, criada pela Lei Municipal n 368 de 20/05/77, no uso das atribuições que lhe confere a Lei n 6.938, de 31/08/81, que dispõe sobre

Leia mais

Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio

Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio 1.0 Portaria 1.1 Limpeza da área 1.2 Destinação dos resíduos 1.3 Efluente 2.0 Paiol 2.1 Limpeza da área 2.2 Destinação dos resíduos 3.0 Aterro sanitário 3.1 Organização da área 3.2 Pátio de estoque Acúmulo

Leia mais

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PCH Dores de Guanhães PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.3 Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras CAPA PCH Dores de Guanhães ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 1 1.1.1. Efluentes Líquidos

Leia mais

Documento Assinado Digitalmente

Documento Assinado Digitalmente LICENÇA DE OPERAÇÃO LO N.º 5103 / 2014-DL Identificador de Documento 647141 Folha 1/4 LO N.º 5103 / 2014-DL A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual n.º 9.077, de 04/06/90, e

Leia mais

Associação Brasileira dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos

Associação Brasileira dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos Associação Brasileira dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos Outubro/2007 PRODIR GESTÃO DA QUALIDADE NO PROCESSO DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS Engº. Fernandes J. dos Santos outubro/07

Leia mais

AUDITORIA AMBIENTAL PARA DESENVOLVIMENTO DE FORNECEDORES

AUDITORIA AMBIENTAL PARA DESENVOLVIMENTO DE FORNECEDORES Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 AUDITORIA AMBIENTAL PARA DESENVOLVIMENTO DE FORNECEDORES M. H. M. Nunes(*), L. M. Castro * Mineração de Alumínio da Votorantim Metais, maura.nunes@vmetais.com.br. RESUMO

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD)

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD) 1/22 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 Vendas Gestão de Contratos Service Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR Prezado Fornecedor, A Innova S/A, empresa certificada nas normas ISO 9001:2000, ISO 14001:1996, OHSAS 18001, avalia seus fornecedores no atendimento de requisitos relativos a Qualidade, Meio Ambiente,

Leia mais

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Revisão 02 Manual MN-01.00.00 Requisito Norma ISO 14.001 / OHSAS 18001 / ISO 9001 4.4.4 Página 1 de 14 Índice 1. Objetivo e Abrangência 2. Documentos Referenciados

Leia mais

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) CÓDIGO 09.00 GRUPO/ATIVIDADES 09.07 Postos de Revenda de Combustíveis e Derivados de Petróleo com ou sem lavagem e ou lubrificação de veículos PPD M AGRUPAMENTO NORMATIVO

Leia mais

Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS

Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS Documento que aponta e descreve ações a relativas ao manejo dos resíduos sólidos, s observadas suas características, no âmbito dos estabelecimentos, contemplando os

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PEA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL 1

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PEA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL 1 1 1. APRESENTAÇÃO O presente Termo de Referência visa orientar e fornecer subsídios para a elaboração e conseqüente implantação do Programa de Educação Ambiental (PEA) a ser apresentado à Coordenadoria

Leia mais

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resolução CONAMA Nº 009/1993 - "Estabelece definições e torna obrigatório o recolhimento e destinação adequada de todo o óleo lubrificante usado ou contaminado".

Leia mais

Plano de Gestão Ambiental das Instalações Outubro 2014. RIO 2016 Plano de Gestão Ambiental das Instalações Outubro Rio de Janeiro 1

Plano de Gestão Ambiental das Instalações Outubro 2014. RIO 2016 Plano de Gestão Ambiental das Instalações Outubro Rio de Janeiro 1 Plano de Gestão Ambiental das Instalações Outubro 2014 RIO 2016 Plano de Gestão Ambiental das Instalações Outubro Rio de Janeiro 1 SUMÁRIO 1 Introdução... 3 1.2 Documentação... 3 2 Gestão ambiental das

Leia mais

PARECER TECNICO LICENÇA AMBIENTAL ATIVIDADE INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES REC. BENEF. SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS E CEREAIS

PARECER TECNICO LICENÇA AMBIENTAL ATIVIDADE INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES REC. BENEF. SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS E CEREAIS PARECER TECNICO LICENÇA AMBIENTAL ATIVIDADE INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES REC. BENEF. SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS E CEREAIS Em análise técnica do requerimento, e da documentação apresentado pela

Leia mais

FORMULÁRIO 06 CHAPEAÇÃO, OFICINA MECÂNICA, PINTURA AUTOMOTIVA, CENTRO DE DESMANCHE DE VEÍCULOS (CDV)

FORMULÁRIO 06 CHAPEAÇÃO, OFICINA MECÂNICA, PINTURA AUTOMOTIVA, CENTRO DE DESMANCHE DE VEÍCULOS (CDV) FORMULÁRIO 06 CHAPEAÇÃO, OFICINA MECÂNICA, PINTURA AUTOMOTIVA, CENTRO DE DESMANCHE DE VEÍCULOS (CDV) FORMULÁRIO DE REQUERIMENTO PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL A pessoa jurídica de direito privado, abaixo

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01 Sumário 1 Objetivo 2 Últimas Alterações 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão de qualidade 5 Responsabilidade da direção 6 Gestão de recursos 7 Realização do produto 8 Medição, análise e melhoria.

Leia mais

Avaliação do Impacto sobre o Meio Ambiente. Abrangência. Frequência ou Probab. Incidência. Serviços Internos. 2 Regional. Baixa. Local. Baixa.

Avaliação do Impacto sobre o Meio Ambiente. Abrangência. Frequência ou Probab. Incidência. Serviços Internos. 2 Regional. Baixa. Local. Baixa. fl. de 5 Endereço Aprovado Data Rev. UNIOP-SP Av. Paulista, 0 São Paulo SP 9º, 5º, 7º e 8º andares JMn (SESMS) 0/08/4 C Atividade Aspecto Ambiental Impacto Todas Emissão Atmosférica (Incêndio) Geração

Leia mais

Documento Assinado Digitalmente

Documento Assinado Digitalmente LICENÇA DE OPERAÇÃO LO N.º Processo n.º 1944 / 2013-DL A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual n.º 9.077, de 04/06/90, e com seus Estatutos aprovados pelo Decreto n.º 33.765,

Leia mais

DZ-351.R-2 - DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA EMPRESAS DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA.

DZ-351.R-2 - DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA EMPRESAS DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA. DZ-351.R-2 - DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA EMPRESAS DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA. Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 3.618, de 24 de abril

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001 Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Conceitos Gerais A gestão ambiental abrange uma vasta gama de questões, inclusive aquelas com implicações estratégicas

Leia mais

1 OBJETIVO DA POLÍTICA... 1 2 DESCRIÇÃO DA POLÍTICA... 1

1 OBJETIVO DA POLÍTICA... 1 2 DESCRIÇÃO DA POLÍTICA... 1 Política de Resposta a Emergência Ambiental Versão 1 Data 09/2014 SUMÁRIO 1 OBJETIVO DA POLÍTICA... 1 2 DESCRIÇÃO DA POLÍTICA... 1 2.1 O QUE É UM DERRAMAMENTO?... 1 2.2 QUE TIPOS DE DERRAMAMENTOS EXISTEM?...

Leia mais

ENCONTRO TÉCNICO SOBRE LOGÍSTICA REVERSA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES Lei Federal 12.305/2010 PNRS e Resolução Conama 362/2005 DIRETRIZES PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DAS ATIVIDADES LIGADAS AOS OLUCs 13 de

Leia mais

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente. Histórico de Alterações

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente. Histórico de Alterações Histórico de Alterações Nº de Revisão Data de Revisão Alteração Efetuada 1-Foi alterado o texto do item 2, onde foram suprimidas as referências anteriores e referenciada a PGR-4.3.2 e várias PGR s. 2-No

Leia mais

Instituto de Meio Ambiente de Alagoas IMA Diretoria da Presidência DIPRE Diretoria Técnica DIT Diretoria de Licenciamento DILIC POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Instituto de Meio Ambiente de Alagoas IMA Diretoria da Presidência DIPRE Diretoria Técnica DIT Diretoria de Licenciamento DILIC POSTOS DE COMBUSTÍVEIS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS LICENÇA PRÉVIA 1. Formulário de requerimento padrão dirigido à Presidência do IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Comprovante de pagamento da Taxa de Concessão da Licença

Leia mais

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente Histórico de Alterações Nº de Revisão Data de Revisão Alteração Efetuada 1-Foi alterado o texto do item 2, onde foram suprimidas as referências anteriores e referenciada a PGR-4.3.2. 2-No Item 4.: Foi

Leia mais

Responsabilidade Socioambiental

Responsabilidade Socioambiental Fernando Tabet Responsabilidade Socioambiental Resíduos Sólidos Classificação (NBR 10.004:2004) Classe I - Perigosos Resíduos Classe II Não Perigosos Classe II-A - Não Inertes Classe II-B - Inertes Gerenciamento

Leia mais

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 MÓDULO C REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001 ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001/04 Sumário A.) A Organização ISO...3 B.) Considerações sobre a elaboração

Leia mais

Documento Assinado Digitalmente

Documento Assinado Digitalmente LICENÇA DE OPERAÇÃO LO N.º 5415 / 2011-DL Processo n.º A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual n.º 9.077, de 04/06/90, e com seus Estatutos aprovados pelo Decreto n.º 33.765,

Leia mais

DZ-1004. R-7 DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA FIRMAS DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS

DZ-1004. R-7 DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA FIRMAS DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS DZ-1004. R-7 DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA FIRMAS DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS 1. OBJETIVO Estabelecer, com base no disposto no parágrafo único do Artigo

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.3 Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 1 1.1.1. Efluentes Líquidos Domésticos... 1 1.1.1.1. Fossa

Leia mais

Rótulo ecológico para pneus reformados PE-145. Itens Revisados: - 5-6.2.1-9

Rótulo ecológico para pneus reformados PE-145. Itens Revisados: - 5-6.2.1-9 Rótulo ecológico para pneus reformados PE-145 Itens Revisados: - 5-6.2.1-9 0 Introdução O programa de Rotulagem Ambiental da ABNT foi desenvolvido para apoiar um esforço contínuo para melhorar e/ou manter

Leia mais

Segurança com Pr P odutos o Q u Q ími m cos

Segurança com Pr P odutos o Q u Q ími m cos Segurança com Produtos Químicos Assuntos a serem Abordados 1. Conceitos e Definições; 2. Pré Avaliação do Produto Químico (Compra); 3. Armazenamento de Produto Químico; 4. Resíduo / Licença Ambiental;

Leia mais

PARECER ÚNICO nº 160/2008 PROTOCOLO Nº 2008 Indexado ao(s) Processo(s) Licenciamento Ambiental Nº: 0103/1999/0002/2008 Licença de Operação

PARECER ÚNICO nº 160/2008 PROTOCOLO Nº 2008 Indexado ao(s) Processo(s) Licenciamento Ambiental Nº: 0103/1999/0002/2008 Licença de Operação PARECER ÚNICO nº 160/2008 PROTOCOLO Nº 2008 Indexado ao(s) Processo(s) Licenciamento Ambiental Nº: 0103/1999/0002/2008 Licença de Operação Deferimento Validade 4 anos Corretiva Outorga Nº : Não se Aplica

Leia mais

PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997

PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997 PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação DOU de 21/01/1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da

Leia mais

INSTRUÇOES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS -

INSTRUÇOES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS - INSTRUÇOES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS - I. APRESENTAÇÃO O presente Termo de Referência visa subsidiar os diversos empreendimentos quanto à elaboração e apresentação

Leia mais

Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 4.497, de 03 de setembro de 2004. Publicada no DOERJ de 21 de setembro de 2004.

Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 4.497, de 03 de setembro de 2004. Publicada no DOERJ de 21 de setembro de 2004. DZ-1310.R-7 - SISTEMA DE MANIFESTO DE RESÍDUOS Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 4.497, de 03 de setembro de 2004. Publicada no DOERJ de 21 de setembro de 2004. 1 OBJETIVO Estabelecer a metodologia

Leia mais

Sistema Gestão Ambiental

Sistema Gestão Ambiental Sistema Gestão Ambiental Sistema Gestão Ambiental - ISO 14001 Agora você vai conhecer o Sistema de Gestão Ambiental da MJRE CONSTRUTORA que está integrado ao SGI, entender os principais problemas ambientais

Leia mais

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) CÓDIGO 03.00 GRUPO/ATIVIDADES RESÍDUOS SÓLIDOS E PPD Armazenamento Temporário de Resíduos A 03.01 das Classes I Perigoso ou A Serviço de Saúde 03.02 Armazenamento Temporário

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PCA SUINOCULTURA

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PCA SUINOCULTURA INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PCA SUINOCULTURA DIRETRIZES GERAIS: O Plano de Controle Ambiental (PCA), será apresentado pelo requerente da licença e constituir-se-á de

Leia mais

ANEXO 1 CHECKLIST PARA AVALIAÇÃO DOS RECEPTORES FINAIS E TRANSPORTADORES TERRESTRES

ANEXO 1 CHECKLIST PARA AVALIAÇÃO DOS RECEPTORES FINAIS E TRANSPORTADORES TERRESTRES EAP - Estudo Ambiental de Perfuração Blocos PAMA-M-265 e PAMA-M-337 - Bacia do Pará-Maranhão ANEXO 1 CHECKLIST PARA AVALIAÇÃO DOS RECEPTORES FINAIS E TRANSPORTADORES TERRESTRES Outubro/2015 Revisão 00

Leia mais

Documento Assinado Digitalmente

Documento Assinado Digitalmente LICENÇA DE OPERAÇÃO LO N.º 2329 / 2014-DL Identificador de Documento 623205 Folha 1/4 LO N.º A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual n.º 9.077, de 04/06/90, e com seus Estatutos

Leia mais