Coordenação: Prof. F.A. Branco, Prof. Jorge de Brito, Eng.º Pedro Vaz Paulo e Eng.º João Pedro Correia

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1 I. CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS Coordenação: Prof. F.A. Branco, Prof. Jorge de Brito, Eng.º Pedro Vaz Paulo e Eng.º João Pedro Correia 1/70

2 5. FASES CONSTRUTIVAS estrutura pórtico sapatas vigas de fundação pilares vigas e laje ciclo - pilares, vigas e laje estrutura finalizada ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU 2/70

3 4.1. Escavação geral FUNDAÇÕES DIRECTAS CORRENTES 3/70

4 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.1. Fundações vigas de fundação construção de estaca cabouco para fundação directa ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU construção de piso enterrado 4/70

5 2. TIPOS E FUNÇÕES 2.2. Fundações directas - superficiais sapatas isoladas; sapatas contínuas; sapatas agrupadas por vigas de fundação; ensoleiramentos gerais (com capitéis, nervurados ou não); grelhas de fundação. Sapatas agrupadas por vigas de fundação Sapata contínua FUNDAÇÕES DIRECTAS CORRENTES 5/70

6 2. TIPOS E FUNÇÕES 2.2. Fundações directas - superficiais Sapata contínua FUNDAÇÕES DIRECTAS CORRENTES 6/70

7 2. TIPOS E FUNÇÕES 2.3. Fundações indirectas - estacas Início da furação Sacudir as terras Retirar da terras CORTINAS DE ESTACAS MOLDADAS 7/70

8 4. PROCESSOS EXECUTIVOS CORRENTES Verificação da verticalidade Introdução do tubo moldador Introdução do tubo moldador Verificação da profundidade CORTINAS DE ESTACAS MOLDADAS 8/70

9 4. PROCESSOS EXECUTIVOS CORRENTES Pormenor do espaçador utilizado Posicionamento para empalme Erguer armadura Preparação do empalme CORTINAS DE ESTACAS MOLDADAS Empalme da armadura 9/70

10 4. PROCESSOS EXECUTIVOS CORRENTES Final da betonagem Colocação da trémie CORTINAS DE ESTACAS MOLDADAS Betonagem da estaca 10/70

11 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.2. Superstrutura estruturas pórtico e mista ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU 11/70

12 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.2. Superstrutura estruturas pórtico e mista ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU 12/70

13 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.2. Superstrutura estruturas pórtico e mista ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU 13/70

14 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.2. Superstrutura estruturas pórtico e mista ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU 14/70

15 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.3. Pós-estrutura 15/70

16 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.3. Pós-estrutura isolamento térmico construção das alvenarias de baixo para cima ou de cima para baixo utilização de prumos metálicos ou prumadas para alinhamento das alvenarias ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU tijolo de recobrimento incluído na cofragem 16/70

17 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.3. Pós-estrutura. construção da cobertura - necessidade de proteger os interiores da chuva; após a colocação da impermeabilização, enche-se a cobertura com água e espera-se para ver se há perda de água para se detectarem possíveis erros de selagem das telas ou fissuras das mesmas; impermeabilização da estrutura cobertura em carga hidráulica ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU cobertura acabada com gravilha 17/70

18 instalações. marcação do trajecto das tubagens, com tinta de diferentes cores, cada uma correspondente a uma instalação;. abertura de roços para instalações e colocação de tubagens;. colocação das tubagens;. teste à carga de todas as tubagens com água ou ar no caso da instalação de gás, para detectar fugas;. fecham-se os roços; 5. FASES CONSTRUTIVAS esgotos gás 5.3. Pós-estrutura água electricidade esgotos roço com marcação ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU roço 18/70

19 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.3. Pós-estrutura medição da pressão das tubagens tubagens pelo pavimento instalação de ar condicionado courette com quadro de electricidade tubagens pelo tecto ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU negativo na laje 19/70

20 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.3. Pós-estrutura. betonilhas - cobrir a betonilha de areia antes de estucar as paredes; também podem ser executadas depois dos rebocos;. rebocos interiores / estuques;. marcação nos rebocos do posicionamento dos vários acabamentos; ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU 20/70

21 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.3. Pós-estrutura. pinturas interiores;. revestimentos interiores - colocação de pavimentos e revestimentos de parede (ex: azulejos); ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU 21/70

22 5. FASES CONSTRUTIVAS 5.3. Pós-estrutura. colocação de aros e caixilharias dos vãos interiores;. colocação de tomadas e fichas eléctricas;. colocação de equipamentos sanitários e de cozinha e mobiliário fixo; ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU 22/70

23 II. CONSTRUÇÃO DE PONTES 23/70

24 SUPORTE AO SOLO E AÉREO CIMBRE AO SOLO (ESCORAMENTO) CIMBRE AÉREO ESCORAMENTOS E COFRAGENS 24/70

25 1.CIMBRE AO SOLO ESTACAS MOLDADAS 25/70

26 Sistema K-Lock A2 - Viaduto do Barranco do Vale 26/70

27 27/70

28 Sistema K-Lock Viadutos do PUAZN 28/70

29 29/70

30 30/70

31 2.CIMBRE DESLIZANTE AUTOPORTANTE ESTACAS MOLDADAS 31/70

32 2. SISTEMAS DE COFRAGEM 2.7. Cofragens recuperáveis especiais TIPOS Dentro deste grupo de cofragens, destacam-se os seguintes subgrupos: VIGAS DE LANÇAMENTO COFRAGENS PNEUMÁTICAS ESCORAMENTOS E COFRAGENS 32/70

33 2. SISTEMAS DE COFRAGEM 2.7. Cofragens recuperáveis especiais VIGAS DE LANÇAMENTO TIPOS As vigas de lançamento podem funcionar de duas formas diferentes : 1 - COM COLOCAÇÃO INFERIOR funcionando sob o tabuleiro de betão e suportando em suspensão as cofragens; ESCORAMENTOS E COFRAGENS 33/70

34 34/70

35 Cimbre aéreo A2 Viaduto do Barranco do Vale 35/70

36 Lançadeiras para betonagem in situ 36/70

37 37/70

38 38/70

39 39/70

40 40/70

41 41/70

42 42/70

43 3. CONSOLAS COM CARROS DE AVANÇO 43/70

44 44/70

45 45/70

46 2. SISTEMAS DE COFRAGEM COMPONENTES DE UM CARRO DE AVANÇO 2.7. Cofragens recuperáveis especiais CARROS DE AVANÇO ESCORAMENTOS E COFRAGENS 46/70

47 47/70

48 FIXAÇÃO PROVISÓRIA PARA EQUILIBRIO CARROS DE AVANÇO COFRAGENS PNEUMÁTICAS ESCORAMENTOS E COFRAGENS 48/70

49 GARANTIR O PERFIL EM CONSOLAS 49/70

50 50/70

51 51/70

52 3.4 EXEMPLOS PONTES DE TIRANTES 52/70

53 53/70

54 54/70

55 55/70

56 56/70

57 57/70

58 58/70

59 59/70

60 60/70

61 III. NOVAS TECNOLOGIAS NA GESTÃO DE EMPREENDIMENTOS FERNANDO BRANCO 61/70

62 PROJECTO SEGURANÇA E DURABILIDADE CONSTRUÇÃO QUALIDADE, TEMPO, ECONOMIA VIDA ÚTIL GESTÃO DA MANUTENÇÃO DEMOLIÇÃO 62/70

63 BUILDING INFORMATION MODELLING MODELOS 3D AS BUILT 63/70

64 1. PROJECTO O PROJECTO DE TODAS AS ESPECIALIDADES É FEITO NO MESMO MODELO 3D OS DESENHOS SÃO APENAS UM DOS OUTPUTS 64/70

65 65/70

66 66/70

67 67/70

68 68/70

69 2. CONSTRUÇÃO a) VISUALIZAÇÃO DE TODOS OS PORMENORES EM 3D b) USO DE IPAD EM OBRA c) VISUALIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO d) VISUALIZAÇÃO DE FASEAMENTOS, ATRASOS, INTERLIGAÇÕES, ETC. 69/70

70 70/70

71 71/70

72 3. GESTÃO/MANUTENÇÃO a) MODELO AS BUILT DISPONÍVEL PARA MANUTENÇÃO b) FÁCIL ANÁLISE DE ALTERAÇÕES 72/70

73 73/70

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