Normas - Sistema Gestão da Informação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Normas - Sistema Gestão da Informação"

Transcrição

1 Página 1 de 8 Normas - Sistema Gestão da Informação Visão Anotada INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1521, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2014 (Publicado(a) no DOU de 05/12/2014, seção 1, pág. 22) Institui o Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado e altera a Instrução Normativa SRF nº 248, de 25 de novembro de O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto nos arts. 578 a 579 e 595 do Decreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009, no art. 22 do Anexo da Diretriz do MERCOSUL/CCM nº 32, de 2008, internalizada pelo Decreto nº 6.870, de 4 de junho de 2009, e em observância aos princípios da Estrutura Normativa SAFE da Organização Mundial de Aduanas (OMA), resolve: Art. 1º Fica instituído o Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado, em consonância com as necessidades de segurança e controle aduaneiros do Brasil. 1º Entende-se por Operador Econômico Autorizado (OEA) o interveniente em operação de comércio exterior envolvido na movimentação internacional de mercadorias a qualquer título que, mediante o cumprimento voluntário dos critérios de segurança aplicados à cadeia logística ou das obrigações tributárias e aduaneiras, conforme a modalidade de certificação, demonstre atendimento aos níveis de conformidade e confiabilidade exigidos pelo Programa Brasileiro de OEA e seja certificado nos termos desta Instrução Normativa. 2º O Programa Brasileiro de OEA é de caráter voluntário e a não adesão por parte dos intervenientes não implica impedimento ou limitação na atuação do interveniente em operações regulares de comércio exterior. 3º Os benefícios concedidos pelo Programa Brasileiro de OEA restringem-se aos operadores certificados que atendam aos requisitos e critérios instituídos nesta Instrução Normativa. 4º A certificação ao Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado será realizada com observância do disposto nesta Instrução Normativa. 5º O Programa Brasileiro de OEA adotará um cronograma progressivo de certificação, por grupo de intervenientes e por modalidade, conforme estabelecido no Anexo I desta Instrução Normativa. CAPÍTULO I DOS ASPECTOS GERAIS Seção I Dos Princípios e Objetivos Art. 2º O Programa Brasileiro de OEA observará os seguintes princípios: I - segurança e agilização no fluxo do comércio internacional; II - adoção de padrões internacionais de segurança; III - intercâmbio eficiente de informações entre os agentes envolvidos nas cadeias logísticas e com outras administrações aduaneiras;

2 IV - métodos de trabalho direcionados à gestão de riscos; Página 2 de 8 operador; V - controles exercidos mediante análises da conformidade de procedimentos do VI - análises integradas com base em conhecimentos e experiências em áreas tais como auditoria, fiscalização, segurança da cadeia logística e gestão de risco; VII - proporcionalidade dos critérios de acordo com o tipo de certificação do operador e a área de sua atuação na cadeia logística; VIII - adesão voluntária; IX - consulta, cooperação e comunicação entre a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), outros entes públicos e os operadores certificados como OEA, sobre matérias de interesse comum ao Programa Brasileiro de OEA, respeitado o sigilo fiscal; X - desenvolvimento de atividades estratégicas de interesse do Programa Brasileiro de OEA em conjunto com a iniciativa privada e com outros órgãos; XI - desburocratização e celeridade dos processos; e XII - ênfase na comunicação por meio digital. Art. 3º São objetivos do Programa Brasileiro de OEA: I - proporcionar maior agilidade e previsibilidade no fluxo do comércio internacional; II - buscar a adesão crescente de operadores econômicos, inclusive pequenas e médias empresas; III - incrementar a gestão do risco das operações aduaneiras; Brasil; IV - firmar Acordos de Reconhecimento Mútuo (ARM) que atendam aos interesses do V - implementar processos de trabalho que visem à modernização da Aduana; VI - intensificar a harmonização dos processos de trabalho com outros órgãos regulatórios do comércio exterior; VII - elevar o nível de confiança no relacionamento entre a RFB, os operadores econômicos e a sociedade; VIII - priorizar as ações da Aduana com foco nos operadores de comércio exterior de alto risco ou de risco desconhecido; e IX - considerar a implementação de outros padrões que contribuam com a segurança da cadeia logística. Seção II Dos Benefícios Art. 4º Aos operadores certificados no Programa Brasileiro de OEA, poderão ser concedidos benefícios que proporcionem: I - a fruição de Acordos de Reconhecimento Mútuo (ARM); II - o estabelecimento de canais específicos de comunicação entre a RFB e os OEA; III a melhoria da imagem e reputação da empresa, devido ao reconhecimento formal pela RFB como operador de confiança; e IV - a adoção de medidas de simplificação e agilização de procedimentos aduaneiros com segurança e controle. 1º A utilização dos procedimentos de simplificação do despacho constitui tratamento especial que poderá ser revogado, cassado ou suspenso por conveniência administrativa ou por inobservância das regras estabelecidas pelo Programa Brasileiro de OEA ou pela legislação aduaneira.

3 2º Poderão ser concedidos benefícios específicos de acordo com a modalidade de certificação e as características do operador. Página 3 de 8 3º Com o objetivo de atender ao disposto no caput, ficam instituídos os benefícios elencados no Anexo II desta Instrução Normativa. Seção III Dos Intervenientes Art. 5º Consideram-se passíveis de certificação, os seguintes intervenientes: I - o importador ou o exportador; II - o depositário de mercadoria sob controle aduaneiro; III - o operador portuário ou aeroportuário; IV - o transportador; V - o despachante aduaneiro; e VI - o agente de carga. Parágrafo único. A Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana) poderá estender a certificação a outros intervenientes da cadeia logística no fluxo do comércio exterior. CAPÍTULO II DA CERTIFICAÇÃO Seção I Das Modalidades Art. 6º O Programa Brasileiro de OEA possibilitará a certificação do operador nas seguintes modalidades: I - OEA-Segurança (OEA-S), com base em critérios de segurança aplicados à cadeia logística no fluxo das operações de comércio exterior; II - OEA-Conformidade (OEA-C), com base em critérios de cumprimento das obrigações tributárias e aduaneiras; e III - OEA-Pleno (OEA-P), com base nos critérios referidos nos incisos I e II. 1º As modalidades de certificação previstas nos incisos I e II do caput são independentes entre si. 2º A modalidade de certificação OEA-P poderá ser alterada para OEA-S ou OEA-C nos casos em que houver critérios não atendidos ou a pedido do operador certificado. Art. 7º A certificação em uma modalidade será realizada com observância, conforme o caso, do atendimento de: I - requisitos de admissibilidade, assim entendidos aqueles que tornam o operador apto a participar do processo de certificação no Programa Brasileiro de OEA; operador; II - critérios de elegibilidade, assim entendidos aqueles que indicam a confiabilidade do III - critérios de segurança aplicados à cadeia logística; e IV - critérios de cumprimento das obrigações tributárias e aduaneiras. 1º O disposto nos incisos I e II do caput aplica-se a todas as modalidades de certificação previstas no art. 6º. 2º Serão exigidos critérios específicos de acordo com a modalidade de certificação solicitada e a atividade do operador na cadeia logística. 3º Os critérios específicos a que se refere o 2º são os constantes no Anexo III desta Instrução Normativa.

4 4º Poderão ser adotados requisitos e critérios propostos pelos OEA participantes, na forma estabelecida no art. 17. Página 4 de 8 Seção II Dos Requisitos de Admissibilidade Art. 8º Somente serão apreciados os requerimentos apresentados que atenderem aos seguintes requisitos: I - formalização da solicitação de certificação mediante dossiê digital de atendimento, na forma prescrita no art. 4º da Instrução Normativa RFB nº 1.412, de 22 de novembro de 2013; II - adesão ao Domicílio Tributário Eletrônico (DTE); III - entrega de Escrituração Contábil Digital, nos termos do disposto na Instrução Normativa RFB nº 787, de 19 de novembro de 2007; IV - regularidade fiscal, mediante aptidão para obtenção de certidão negativa de débitos ou certidão positiva de débitos com efeitos de negativa, em relação aos tributos administrados pela RFB e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN); V - inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e recolhimento de tributos federais há mais de 24 (vinte e quatro) meses; VI - atuação como interveniente passível de certificação por no mínimo de 24 (vinte e quatro) meses; VII - inexistência de indeferimento a pedido de certificação ao Programa Brasileiro de OEA nos últimos 6 (seis) meses; VIII - experiência mínima de 3 (três) anos e aprovação em exame de qualificação técnica instituído por meio da Instrução Normativa RFB nº 1.209, de 7 de novembro de 2011, para o despachante aduaneiro; e IX - adesão à emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), nos termos de legislação específica, para o transportador. 1º Constatado o não atendimento dos requisitos definidos no caput, o requerente terá o prazo de 30 (trinta) dias contado da ciência para saneamento do processo, sob pena de arquivamento do pedido. 2º O disposto nos incisos V e VI do caput não se aplica nas hipóteses de requerimentos de certificação apresentados por: I - filial, em território brasileiro, de matriz internacional que já seja certificada por algum outro país em programa de OEA equivalente ao contido nesta Instrução Normativa e nos termos preconizados pela Organização Mundial de Aduanas (OMA); II - empresas cujo quadro societário seja composto, majoritariamente, por pessoas físicas ou jurídicas já certificadas como OEA; ou III - importadores ou exportadores que tenham realizado no mínimo 100 (cem) operações de comércio exterior por mês de existência. 3º O prazo a que se refere o inciso VII do caput não se aplica nos casos em que o requerente tiver, no curso da análise de pedido anterior, justificado a impossibilidade de atendimento dos requisitos ou critérios exigidos pela RFB. Art. 9º São critérios de elegibilidade: Seção III Dos Critérios de Elegibilidade I - histórico de cumprimento da legislação aduaneira; II - sistema informatizado de gestão comercial, contábil, financeira e operacional, entre outros necessários à atuação do requerente, com registros que permitam procedimentos de auditoria em formato estabelecido pela RFB;

5 III - solvência financeira adequada para manter e aperfeiçoar as medidas que garantam a segurança de sua atividade na cadeia logística; e Página 5 de 8 IV - política de realização periódica de auditorias de controles internos, não apenas contábeis, mas também de procedimentos operacionais, de sistemas de controle e de outros aspectos relacionados às atividades de comércio exterior, com vistas a identificar e corrigir eventuais irregularidades ou deficiências. 1º Será considerado, para fins do disposto no inciso I do caput, a ocorrência de infrações, cometidas de forma reiterada ou não, à legislação aduaneira, por parte do requerente e, no caso de pessoa jurídica, pelas pessoas com poder de administração, no período de 3 (três) anos anteriores ao protocolo do requerimento. 2º Para fins do disposto no inciso I do caput, na análise do histórico, serão considerados a natureza e a gravidade das infrações cometidas, os danos que delas provierem e os antecedentes do requerente, bem como medidas corretivas tomadas em relação aos fatos. 3º O não atendimento, no prazo de 30 (trinta) dias contado da ciência, às exigências para esclarecimentos, complementação ou correção de informações apontadas pela RFB implicará o indeferimento do pedido. Seção IV Das Etapas Art. 10. A certificação compreende sequencialmente as seguintes etapas: I - autoavaliação pelo requerente, mediante preenchimento do questionário de autoavaliação constante no Anexo IV desta Instrução Normativa; II - apresentação da solicitação de certificação, conforme o disposto no inciso I do art. 8º; no art. 8º; III - exame de admissibilidade da solicitação, por meio da análise dos requisitos definidos IV - análise da conformidade do requerente com base nos critérios de elegibilidade e nos critérios específicos da modalidade de certificação requerida; e V - entrega do certificado. 1º O prazo para análise de certificação é de 90 (noventa) dias, contado de sua apresentação, prorrogável por igual período mediante justificativa. 2º Suspende-se o prazo mencionado no 1o até que o interessado atenda às exigências efetuadas pela RFB. 3º O não cumprimento de exigências efetuadas pela RFB no curso da análise de conformidade implicará o indeferimento do pedido. 4º Do indeferimento previsto no 3º, caberá, no prazo de até 30 (trinta) dias, a apresentação de recurso, em instância única, ao Chefe da Gerência de Fiscalização e Controle de Intervenientes (Gefin) da Coana. 5º A certificação de que trata o caput pode ser acompanhada de recomendações de adoção de aperfeiçoamentos procedimentais, para fins de assegurar o baixo grau de risco do operador na cadeia logística. 6º A certificação não implica homologação pela RFB das informações apresentadas na solicitação. Seção V Da Outorga Art. 11. A certificação será concedida em caráter precário, com prazo de validade indeterminado, por meio de Despacho Decisório do Chefe da Gefin, publicado no Diário Oficial da União (DOU). 1º O ato a que se refere o caput indicará a modalidade de certificação outorgada.

6 2º O Despacho Decisório referido no caput será emitido para o número do CNPJ do estabelecimento matriz, extensivo a todos os estabelecimentos do interveniente requerente e para todos os procedimentos aduaneiros realizados pela outorgada em qualquer local alfandegado do território aduaneiro. Página 6 de 8 3º A alteração da certificação, com a consequente reedição do Despacho Decisório, no caso previsto no 2º do art. 6º, poderá ser dispensada da juntada de documentos para enquadramento na nova modalidade. Art. 12. Após a publicação do Despacho Decisório que concede a certificação ao interveniente será expedido o Certificado de OEA e o operador terá sua participação no Programa Brasileiro de OEA divulgada no sítio da RFB na internet, no endereço. CAPÍTULO III DA PÓS-CERTIFICAÇÃO Seção I Do Acompanhamento Art. 13. O OEA estará submetido a acompanhamento quanto à manutenção dos requisitos e critérios necessários para a obtenção da certificação e às demais disposições constantes nesta Instrução Normativa e nos atos destinados a complementá-la. 1º O acompanhamento visa a avaliação do cumprimento do disposto no caput para fins, entre outros, de relatório circunstanciado quanto a alteração da modalidade de certificação e da permanência do operador no Programa Brasileiro de OEA. 2º O acompanhamento poderá se dar, inclusive, mediante indicação de servidores designados especificamente para tal fim, os quais atuarão na elaboração de relatórios circunstanciados, estudos, fiscalizações ou outras ações específicas, que auxiliem ou respaldem necessidades do Programa Brasileiro de OEA. 3º Para fins do disposto neste artigo, o OEA deverá manter atualizados os documentos e informações apresentados por ocasião da solicitação. 4º A atualização dos dados cadastrais do OEA: I - já realizados nos sistemas da RFB supre a obrigação prevista no 3º; e II - não dispensa a atualização de seus dados nos demais sistemas da RFB prevista em legislação específica. Art. 14. O OEA fica obrigado a informar à RFB sobre quaisquer fatos surgidos após a concessão da certificação que alterem os requisitos e critérios cumpridos no ato da certificação. Parágrafo único. Havendo dúvida quanto à relevância dos fatos, estes deverão ser comunicados, para avaliação da RFB. Art. 15. Poderá ser mantida a certificação no Programa Brasileiro de OEA, pelo prazo de 180 (cento e oitenta) dias, da pessoa jurídica sucessora de outra, resultante de processo de fusão, cisão ou incorporação, desde que permaneça sob o controle administrativo do mesmo grupo controlador. 1º A pessoa jurídica sucessora deverá comprovar o cumprimento dos requisitos de admissibilidade previstos no art. 8º à RFB, com exceção do disposto nos incisos V e VI do referido artigo. 2º A Gefin expedirá o correspondente Despacho Decisório provisório pelo prazo mencionado no caput. 3º Na hipótese e no prazo referidos no caput, o interveniente deverá apresentar um novo pedido de certificação em seu nome, nos termos desta Instrução Normativa. Seção II Da Revisão Art. 16. O OEA será periodicamente submetido a procedimento de revisão de sua certificação.

7 Página 7 de 8 Parágrafo único. O período de que trata o caput não poderá ser superior a 5 (cinco) anos. Seção III Do Fórum Consultivo Art. 17. Fica instituído o Fórum Consultivo OEA com o objetivo de constituir canal permanente de comunicação entre a RFB e os operadores certificados no âmbito do Programa Brasileiro de OEA. 1º O Fórum Consultivo OEA tem como função analisar as demandas dos operadores certificados e demais interessados e propor estratégias para o aprimoramento técnico e normativo do Programa Brasileiro de OEA. 2º O Fórum Consultivo OEA não constitui órgão integrante da administração direta ou indireta da União, possuindo funções consultiva e propositiva. 3º A composição do Fórum Consultivo OEA, a periodicidade das reuniões de trabalho e o seu funcionamento estão disciplinados no Anexo V desta Instrução Normativa. CAPÍTULO IV DA SUSPENSÃO, REVOGAÇÃO OU CASSAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO Art. 18. O OEA poderá ter sua certificação no Programa Brasileiro de OEA: I - suspensa; II - revogada; ou III - cassada. 1º O OEA poderá ainda ser advertido nos casos em que deixar de cumprir requisitos, critérios e demais disposições constantes nesta Instrução Normativa ou nos demais atos destinados a complementá-la. OEA. 2º A suspensão ou revogação de que trata o caput poderá ser efetuada a pedido do Art. 19. A aplicação de advertência, suspensão ou cassação da certificação concedida aos operadores do Programa Brasileiro de OEA será realizada conforme o disposto no art. 76 da Lei nº , de 29 de dezembro de Art. 20. O Chefe da Gefin é a autoridade competente para aplicação de advertência, suspensão, revogação ou cassação da certificação de operadores do Programa Brasileiro de OEA. Parágrafo único. Nas hipóteses de advertência, suspensão de ofício ou cassação, caberá, no prazo de até 30 (trinta) dias da ciência, a apresentação de recurso, em instância única, ao Coordenador da Coordenação de Fiscalização e Repressão Aduaneira (Cofir) da Coana. Art. 21. A aplicação de sanções ao OEA nas operações de comércio exterior, por infrações à legislação aduaneira, e as representações fiscais para fins penais deverão ser comunicadas à Gefin. Parágrafo único. As sanções referidas no caput terão efeitos, no que couber, no âmbito do Programa Brasileiro de OEA. Art. 22. Todas as sanções aplicadas ao OEA serão registradas em seu processo, para fins de composição de histórico e demais providências. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 23. A implementação do Programa Brasileiro de OEA deverá atender: I - prazos razoáveis quando depender de investimentos estruturais; e II - interesses do País quanto aos Acordos de Reconhecimento Mútuo (ARM). Art. 24. Ficam incorporados ao Programa Brasileiro de OEA os atos do projeto piloto do Programa Brasileiro de OEA, praticados antes da publicação desta Instrução Normativa, que representem auditoria e fiscalização baseadas em normas da RFB.

8 Página 8 de 8 Art. 25. Em casos devidamente justificados, a adesão ao DTE, prevista no inciso II do art. 8º poderá ser realizada até o dia 30 de junho de Art. 26. A Coana poderá prorrogar a data de que trata o art. 25 e alterar os Anexos desta Instrução Normativa. Parágrafo único. As alterações referidas no caput serão previamente submetidas à consulta no âmbito do Fórum Consultivo de que trata o art.17. Art. 27. O despachante aduaneiro interessado em ser certificado como OEA, cuja inscrição no Registro de Despachantes Aduaneiros mantido pela RFB prescindiu de avaliação da capacidade profissional, poderá participar do exame de qualificação técnica previsto na Instrução Normativa RFB nº 1.209, de Art. 28. O art. 22 da Instrução Normativa SRF nº 248, de 25 de novembro de 2002, passa a vigorar com a seguinte redação: Art º e) cujo transportador seja certificado como Operador Econômico Autorizado (OEA).... (NR) Art. 29. Ficam aprovados os Anexos I a V a esta Instrução Normativa, disponíveis no sítio da RFB na internet, no endereço Art. 30. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. Anexo I.pdf Anexo II.pdf Anexo III.pdf CARLOS ALBERTO FREITAS BARRETO ANEXO I - CRONOGRAMA DE CERTIFICAÇÃO OEA ANEXO II - BENEFÍCIOS ANEXO III - CRITÉRIOS ESPECÍFICOS POR MODALIDADE ANEXO IV - QUESTIONÁRIO DE AUTOAVALIAÇÃO E NOTAS EXPLICATIVAS Anexo IV.xls Anexo V.pdf ANEXO V - FÓRUM CONSULTIVO *Este texto não substitui o publicado oficialmente.

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS CONSULTA PÚBLICA RFB Nº 005/2015. Brasília, 16 de novembro de 2015. Assunto: Operador Econômico Autorizado Subsecretaria Responsável: Suari Período para a contribuição: de 17/11/2015 a 27/11/2015 ATENÇÃO:

Leia mais

Normas Sistema Gestão da Informação

Normas Sistema Gestão da Informação Normas Sistema Gestão da Informação Visão Anotada INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1598, DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015 (Publicado(a) no DOU de 11/12/2015, seção 1, pág. 33) Dispõe sobre o Programa Brasileiro de

Leia mais

Operador Econômico Autorizado - OEA

Operador Econômico Autorizado - OEA Operador Econômico Autorizado - OEA 26.08.15 Operador Econômico Autorizado - OEA Agenda 00:00 Quem Somos O que é OEA? Benefícios Fases de Implementação Requisitos Projeto Piloto - Fase 1 01:30 Fase 2 OEA

Leia mais

Certificado de Origem

Certificado de Origem Mercadores Certificado de Origem Coletânea (Versão Histórica) Versão 2.00 - Maio de 2010 Atualizada até: Instrução Normativa RFB nº 777, de 19 de outubro de 2007 Paulo Werneck mercadores.blogspot.com www.mercadores.com.br

Leia mais

Despacho Aduaneiro Expresso (Linha Azul) Base Legal

Despacho Aduaneiro Expresso (Linha Azul) Base Legal Despacho Aduaneiro Expresso (Linha Azul) Base Legal (...) DECRETO Nº 4.543, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2002. Regulamenta a administração das atividades aduaneiras, e a fiscalização, o controle e a tributação

Leia mais

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PORTARIA N.º 3 DE 22 /11 /2005 Dispõe sobre a prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA

Leia mais

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO Orientador Empresarial Despachante Aduaneiro e Ajudante de Despachante Aduaneiro-Exercício das Profissões INSTRUÇÃO NORMATIVA

Leia mais

Operador Estrangeiro Certificado

Operador Estrangeiro Certificado Mercadores Coletânea (Normas Vigentes) Versão 1.01 - Junho de 2013 Atualizada até: nstrução Normativa RFB nº 1.278, de 2 de julho de 2012 Paulo Werneck mercadores.blogspot.com www.mercadores.com.br EXPLCAÇÃO

Leia mais

OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO NO MUNDO... 7

OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO NO MUNDO... 7 Sumário OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO NO MUNDO... 7 O que é um Operador Econômico Autorizado (OEA)?...7 Por que o Programa de OEA foi criado?...7 Quantos países no mundo já possuem Programas de OEA?...8

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 1.257, DE 8 DE MARÇO DE 2012. (Publicada no D.O.U.

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 1.257, DE 8 DE MARÇO DE 2012. (Publicada no D.O.U. SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 1.257, DE 8 DE MARÇO DE 2012 (Publicada no D.O.U. de 09/03/2012) Dispõe sobre o número de inscrição que representará os Estados,

Leia mais

D E C R E T A CAPÍTULO I DO RESPONSÁVEL E DA ABRANGÊNCIA

D E C R E T A CAPÍTULO I DO RESPONSÁVEL E DA ABRANGÊNCIA Imprimir "Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Estado." DECRETO Nº 13.869 DE 02 DE ABRIL DE 2012 Estabelece procedimentos a serem adotados pelos órgãos e entidades da Administração

Leia mais

Sistema Normas - Receita Federal

Sistema Normas - Receita Federal Página 1 de 9 BRASIL Acesso à informação - Barra GovBr Página Principal imprimir documento INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1603, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2015 Multivigente Vigente Original (Publicado(a) no DOU

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

Sumário PARTE 1: Programa Brasileiro de OEA PARTE 2: Fase 2 OEA Conformidade Benefícios Critérios Projeto Piloto Próximos Passos

Sumário PARTE 1: Programa Brasileiro de OEA PARTE 2: Fase 2 OEA Conformidade Benefícios Critérios Projeto Piloto Próximos Passos Sumário PARTE 1: Programa Brasileiro de OEA PARTE 2: Fase 2 OEA Conformidade Benefícios Critérios Projeto Piloto Próximos Passos Vídeo Institucional do Programa OEA Modelo do Programa Brasileiro de OEA

Leia mais

ANO XXII - 2011-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2011 TRIBUTOS FEDERAIS SIMPLES NACIONAL

ANO XXII - 2011-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2011 TRIBUTOS FEDERAIS SIMPLES NACIONAL ANO XXII - 2011-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2011 TRIBUTOS FEDERAIS REGIME DE TRIBUTAÇÃO UNIFICADA (RTU) - HABILITAÇÃO E CREDENCIAMENTO DE INTERVENIENTES - NORMAS GERAIS Introdução

Leia mais

Instrução Normativa n 1.288 de 31 de agosto de 2012 Estabelece procedimentos de habilitação de importadores, exportadores e internadore da Zona

Instrução Normativa n 1.288 de 31 de agosto de 2012 Estabelece procedimentos de habilitação de importadores, exportadores e internadore da Zona Instrução Normativa n 1.288 de 31 de agosto de 2012 Estabelece procedimentos de habilitação de importadores, exportadores e internadore da Zona Franca de Manaus para operação no Sistema Integrado de Comércio

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 7, DE 13 DE ABRIL DE 2012

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 7, DE 13 DE ABRIL DE 2012 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 7, DE 13 DE ABRIL DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

OEA OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO PROGRAMA BRASILEIRO

OEA OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO PROGRAMA BRASILEIRO OEA OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO PROGRAMA BRASILEIRO A Receita Federal do Brasil publicou na sexta-feira, dia 5/12, a IN nº 1521 instituindo o Programa Brasileiro de OEA Operador Econômico Autorizado.

Leia mais

LIVRO ÚNICO DO REGULAMENTO DO IMPOSTO ÚLTIMA ALTERAÇÃO DECRETO 26.278 DE 17 DE JULHO DE 2009.

LIVRO ÚNICO DO REGULAMENTO DO IMPOSTO ÚLTIMA ALTERAÇÃO DECRETO 26.278 DE 17 DE JULHO DE 2009. LIVRO ÚNICO DO REGULAMENTO DO IMPOSTO ÚLTIMA ALTERAÇÃO DECRETO 26.278 DE 17 DE JULHO DE 2009. ÍNDICE SISTEMÁTICO DO REGULAMENTO DO ICMS DECRETO Nº 21.400, DE 10/12/2002 - QUE APROVOU O NOVO REGULAMENTO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.032, DE 30 DE MARÇO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 1.032, DE 30 DE MARÇO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 1.032, DE 30 DE MARÇO DE 2011 Dispõe sobre a celebração de convênios entre os Creas e as entidades de classe e as instituições de ensino e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.598, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2007. Estabelece diretrizes e procedimentos para a simplificação e integração do processo de registro

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas

Leia mais

Art. 1º Os arts. 37, 41 e 52 da Instrução Normativa SRF nº 28, de 27 de abril de 1994, passam a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º Os arts. 37, 41 e 52 da Instrução Normativa SRF nº 28, de 27 de abril de 1994, passam a vigorar com a seguinte redação: Instrução Normativa RFB nº 1.096, de 13 de dezembro de 2010 DOU de 14.12.2010 Altera a Instrução Normativa SRF nº 28, de 27 de abril de 1994, que disciplina o despacho aduaneiro de mercadorias destinadas

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS CONSULTA PÚBLICA RFB Nº 01 /2015. Brasília, 03 de março de 2015. Assunto: Melhoria no ambiente de negócios com a alteração da Instrução Normativa SRF nº 1.291, de 19 de setembro de 2012, que dispõe sobre

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 777 de 19/10/07 DOU 30/11/07

Instrução Normativa RFB nº 777 de 19/10/07 DOU 30/11/07 Instrução Normativa RFB nº 777 de 19/10/07 DOU 30/11/07 Estabelece procedimentos de credenciamento de funcionários de entidades autorizadas a emitir certificados de origem, para fins de acesso ao sistema

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09) Regulamenta o Regime Tributário de Transição (RTT), institui o Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) e dá outras providências.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2011 Publicada no DOE em 01/12/2011 Dispõe sobre a solicitação eletrônica de baixa de inscrição no Cadastro Geral da Fazenda (CGF), e dá outras providências.

Leia mais

I Compatibilização e integração de procedimentos; III Garantir a linearidade do processo, sob a perspectiva do usuário;

I Compatibilização e integração de procedimentos; III Garantir a linearidade do processo, sob a perspectiva do usuário; RESOLUÇÃO Nº 25, DE 18 OUTUBRO DE 2011. Dispõe sobre parâmetros e padrões para desenvolvimento do modelo de integração da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios

Leia mais

CONSIDERANDO o disposto no 2º do artigo 10, do Código Tributário do Município de Caucaia,

CONSIDERANDO o disposto no 2º do artigo 10, do Código Tributário do Município de Caucaia, DECRETO Nº 319, DE 04 DE OUTUBRO DE 2011 Institui a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, dispõe sobre a escrituração eletrônica de serviços, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CAUCAIA, no

Leia mais

IN RFB 882/08 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 882 de 22.10.2008

IN RFB 882/08 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 882 de 22.10.2008 IN RFB 882/08 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 882 de 22.10.2008 D.O.U.: 23.10.2008 Dispõe sobre a suspensão da exigência da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição

Leia mais

Modalidades de Habilitação

Modalidades de Habilitação Instrução Normativa SRF nº 650, de 12 de maio de 2006 DOU de 19.5.2006 Estabelece procedimentos de habilitação de importadores, exportadores e internadores da Zona Franca de Manaus para operação no Sistema

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 040, de 09 de abril de 1999. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso de suas atribuições, resolve:

Instrução Normativa SRF nº 040, de 09 de abril de 1999. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso de suas atribuições, resolve: DOU de 13/04/1999, pág. 5 Instrução Normativa SRF nº 040, de 09 de abril de 1999 Dispõe sobre o despacho aduaneiro de bens de caráter cultural. Alterada pela IN SRF nº 63/99, de 8 de junho de 1999. Alterada

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.293, de 21 de setembro de 2012

Instrução Normativa RFB nº 1.293, de 21 de setembro de 2012 Instrução Normativa RFB nº 1.293, de 21 de setembro de 2012 DOU de 24.9.2012 Dispõe sobre o despacho aduaneiro de bens procedentes do exterior destinados à utilização na Copa das Confederações Fifa 2013

Leia mais

Despachante Aduaneiro

Despachante Aduaneiro Mercadores Despachante Aduaneiro Coletânea (Normas Vigentes) Versão 2.01 - Fevereiro de 2012 Atualizada até: Instrução Normativa RFB nº 1.209, de 7 de novembro de 2011 Paulo Werneck mercadores.blogspot.com

Leia mais

ATUALIZAÇOES: http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?visao=anotado&idato=38550 #1236595

ATUALIZAÇOES: http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?visao=anotado&idato=38550 #1236595 ATUALIZAÇOES: http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?visao=anotado&idato=38550 #1236595 INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1288, DE 31 DE AGOSTO DE 2012 Multivigente Vigente Original (Publicado(a)

Leia mais

HABILITAÇÃO E CREDENCIAMENTO ELETRÔNICO SISCOMEX ALTERAÇÕES

HABILITAÇÃO E CREDENCIAMENTO ELETRÔNICO SISCOMEX ALTERAÇÕES HABILITAÇÃO E CREDENCIAMENTO ELETRÔNICO SISCOMEX ALTERAÇÕES Fonte: Circular DA/55-2004 do SINDASPCG (SINDICATO DOS DESPACHANTES ADUANEIROS DE SÃO PAULO, CAMPINAS E GUARULHOS) http://www.sindaspcg.com.br

Leia mais

Dispõe sobre a aplicação do regime aduaneiro especial de exportação temporária.

Dispõe sobre a aplicação do regime aduaneiro especial de exportação temporária. BRASIL Instrução Normativa SRF nº 319, de 4 de abril de 2003 DOU de 7.4.2003 Dispõe sobre a aplicação do regime aduaneiro especial de exportação temporária. Alterada pela IN SRF nº 522, de 10 de março

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 DOU de 17.9.2013 Dispõe sobre o Regime Tributário de Transição (RTT) instituído pelo art. 15 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. O SECRETÁRIO

Leia mais

I - no Sistema de Controle da Arrecadação do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (Sistema Mercante); e

I - no Sistema de Controle da Arrecadação do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (Sistema Mercante); e Instrução Normativa RFB nº 1.473, de 2 de junho de 2014 DOU de 4.6.2014 Altera a Instrução Normativa RFB nº 800, de 27 de dezembro de 2007, que dispõe sobre o controle aduaneiro informatizado da movimentação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO MATEUS ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO MATEUS ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO PREFEITO 1 LEI Nº. 949/2010 INSTITUI A NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS E DISPÕE SOBRE A DECLARAÇÃO MENSAL DO IMPOSTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA - ISSQN. O Prefeito Municipal de São Mateus,

Leia mais

Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2, de 3 de fevereiro de 2011

Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2, de 3 de fevereiro de 2011 Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2, de 3 de fevereiro de 2011 DOU de 4.2.2011 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelo sujeito passivo para a consolidação dos débitos nas modalidades de pagamento

Leia mais

I quando o prestador de serviços estabelecido no Município do Rio de Janeiro executar serviço;

I quando o prestador de serviços estabelecido no Município do Rio de Janeiro executar serviço; DECRETO N.º 32.250 DE 11 DE MAIO DE 2010. [Publicado no D.O. Rio de 12.05.2010.] [Alterado pelo Decreto nº 32.549, de 20.07.2010, publicado no D.O. Rio de 21.07.2010.] [Alterado pelo Decreto nº 32.601,

Leia mais

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Regulamenta o oferecimento e a aceitação do seguro garantia judicial para execução fiscal e seguro garantia parcelamento administrativo fiscal para

Leia mais

DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001

DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001 DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001 Dispõe sobre a organização do ensino superior, a avaliação de cursos e instituições, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições

Leia mais

IN RFB 1.015/10 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 1.015 de 05.03.2010

IN RFB 1.015/10 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 1.015 de 05.03.2010 IN RFB 1.015/10 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 1.015 de 05.03.2010 O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUBSTITUTO, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Inspetoria da Receita Federal do Brasil em São Paulo

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Inspetoria da Receita Federal do Brasil em São Paulo MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Inspetoria da Receita Federal do Brasil em São Paulo ORDEM DE SERVIÇO IRF/SPO Nº 12, DE 24 DE MAIO DE 2011 Dispõe, provisoriamente, sobre a

Leia mais

*Lei Complementar 374/2009: CAPÍTULO I DA INSCRIÇÃO, LEGALIZAÇÃO E BAIXA

*Lei Complementar 374/2009: CAPÍTULO I DA INSCRIÇÃO, LEGALIZAÇÃO E BAIXA *Lei Complementar 374/2009: LEI COMPLEMENTAR Nº 374, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. REGULAMENTA O TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS, ÀS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE E AOS MICROEMPRESÁRIOS

Leia mais

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta:

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N o, DE 2005 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Dispõe sobre a desburocratização dos processos de constituição, funcionamento e baixa das microempresas e empresas de pequeno porte, nos

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

MINISTÉRIO DA FAZENDA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL MINISTÉRIO DA FAZENDA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL PORTARIA CONJUNTA PGFN/RFB Nº 15, DE 22 DE AGOSTO DE 2014. Regulamenta o art. 33 da Medida Provisória

Leia mais

Capítulo II. Da Adesão. Capítulo III

Capítulo II. Da Adesão. Capítulo III Decreto do Estado do Amazonas nº 33.405 de 16.04.2013 DOE-AM: 16.04.2013 Disciplina a emissão da Nota Fiscal Eletrônica a Consumidor Final, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS,

Leia mais

Edição Número 220 de 14/11/2012 Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 22, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012

Edição Número 220 de 14/11/2012 Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 22, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012 Edição Número 220 de 14/11/2012 Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 22, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012 Dispõe sobre os procedimentos para a adesão de mantenedoras de instituições

Leia mais

Portaria CAT - 54, de 15-7-2002

Portaria CAT - 54, de 15-7-2002 Portaria CAT - 54, de 15-7-2002 Altera dispositivos das Portarias CAT-55/98, de 14/07/98, e CAT-86/01, de 13/11/01, que dispõem sobre o uso, credenciamento e demais procedimentos relativos a equipamento

Leia mais

Prefeitura Municipal de Ibirataia Estado da Bahia

Prefeitura Municipal de Ibirataia Estado da Bahia DECRETO Nº 3857, de 29 de setembro de 2015. "Institui e Regulamenta a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS e) no Município de Ibirataia e dá outras providências." O Prefeito do Município de Ibirataia,,

Leia mais

DECRETO N.º 3.952, DE 02 DE OUTUBRO DE 2013.

DECRETO N.º 3.952, DE 02 DE OUTUBRO DE 2013. DECRETO N.º 3.952, DE 02 DE OUTUBRO DE 2013. Disciplina a liberação, o cancelamento e a baixa de Alvará de Localização e Funcionamento no município de Erechim. O Prefeito Municipal de Erechim, Estado do

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 001/2010

RESOLUÇÃO Nº 001/2010 RESOLUÇÃO Nº 001/2010 ALTERA O REGIMENTO INTERNO DA OUVIDORIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS. O COLÉGIO DE PROCURADORES DE JUSTIÇA, no uso das atribuições conferidas pelo artigo 18, inciso XVII,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL R E S O L V E M:

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL R E S O L V E M: RESOLUÇÃO CONJUNTA Nº 007/SEFIN/CRE/2014 Institui Regime Especial de Tributação de Loja Franca de que trata o Decreto n. 18.897, de 04 de junho de 2014, e dá outras providências. O SECRETÁRIO DE ESTADO

Leia mais

- GUIA DO EMPRESÁRIO -

- GUIA DO EMPRESÁRIO - - GUIA DO EMPRESÁRIO - COMÉRCIO EXTERIOR LEGISLAÇÃO Planeta Contábil 2008 Todos os Direitos Reservados (www.planetacontabil.com.br) 1/81 Nota: Para todos os efeitos este guia foi elaborado em Julho/2008.

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.218, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011 Altera a Instrução Normativa RFB nº1.052, de 5 de julho de 2010, que institui a Escrituração Fiscal Digital

Leia mais

2015 INFORMATIVO. PROTOCOLO ICMS 2, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2014 Publicado no DOU de 13.03.14, pelo Despacho 41/14.

2015 INFORMATIVO. PROTOCOLO ICMS 2, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2014 Publicado no DOU de 13.03.14, pelo Despacho 41/14. PROTOCOLO ICMS 2, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2014 Publicado no DOU de 13.03.14, pelo Despacho 41/14. Concede tratamento diferenciado na prestação de serviço de transporte e na armazenagem de Etanol Hidratado

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA imprimir Norma: RESOLUÇÃO Órgão: Conselho Federal de Medicina Número: 1980 Data Emissão: 07-12-2011 Ementa: Fixa regras para cadastro, registro, responsabilidade técnica e cancelamento para as pessoas

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015.

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. Dispõe sobre o registro de corretor de seguros, de capitalização e de previdência, pessoa física e pessoa jurídica,

Leia mais

PORTARIA Nº 615, DE 28 DE AGOSTO DE 2012 - DOU de 30/08/2012

PORTARIA Nº 615, DE 28 DE AGOSTO DE 2012 - DOU de 30/08/2012 PORTARIA Nº 615, DE 28 DE AGOSTO DE 2012 - DOU de 30/08/2012 MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS 7ª REGIÃO FISCAL A SUPERINTENDENTE REGIONAL DA RECEITA

Leia mais

INGRESSO DE DESPACHANTES ADUANEIROS EM LOCAIS ALFANDEGADOS. PRERROGATIVA QUE EMANA DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL E DAS LEIS

INGRESSO DE DESPACHANTES ADUANEIROS EM LOCAIS ALFANDEGADOS. PRERROGATIVA QUE EMANA DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL E DAS LEIS INGRESSO DE DESPACHANTES ADUANEIROS EM LOCAIS ALFANDEGADOS. PRERROGATIVA QUE EMANA DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL E DAS LEIS Domingos de Torre 17/01/2013. COMÉRCIO EXTERIOR. DIREITO ADUANEIRO BRASILEIRO. DO EXERCÍCIO

Leia mais

Resolução nº 194 RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004.

Resolução nº 194 RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004. RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004. APROVA A NORMA PARA A HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO OPERACIONAL ENTRE EMPRESAS BRASILEIRAS E ESTRANGEIRAS DE NAVEGAÇÃO PARA TROCA DE ESPAÇOS NO TRANSPORTE MARÍTIMO

Leia mais

PREFEITURA DO RECIFE GABINETE DO PREFEITO Controladoria Geral do Município

PREFEITURA DO RECIFE GABINETE DO PREFEITO Controladoria Geral do Município GABINETE DO PREFEITO INFORMATIVO Nº 001/2013 Orientações acerca do registro de pêndencias no Serviço Auxiliar de Informações para transferências Voluntárias (CAUC) do Governo Federal, Fator impeditivo

Leia mais

NORMA DE PRÉ-QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU

NORMA DE PRÉ-QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU NORMA DE PRÉ-QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU SALVADOR BA APROVADA NA REUNIÃO DE 16/02/2006 S U M Á R I O 1 - Objetivo 2 - Âmbito de aplicação 3 - Competências 4 - Definições

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011 ALTERADA PELA IN MPA Nº 16/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011 Dispõe sobre o Registro e a Licença de Aquicultor, para o Registro Geral da Atividade Pesqueira - RGP. A MINISTRA DE

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Publicada no DJE/STF, n.10, p. 1-3 em 16/01/2015 RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre as prerrogativas, as responsabilidades, a competência e a atuação da Secretaria de Controle Interno

Leia mais

LEI MUNICIPAL N 4.884 de 13 de dezembro de 2013

LEI MUNICIPAL N 4.884 de 13 de dezembro de 2013 LEI MUNICIPAL N 4.884 de 13 de dezembro de 2013 Institui a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica NFS-e no Município de Três Passos. JOSÉ CARLOS ANZILIERO AMARAL, Prefeito em exercício de Três Passos, Estado

Leia mais

Habilitação no SISCOMEX

Habilitação no SISCOMEX Habilitação no SISCOMEX Por JOSÉ ELIAS ASBEG Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil Belém - Pará Em regra, o despacho aduaneiro é processado no SISCOMEX. Para que seja efetuada uma importação ou exportação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 18, DE 6 DE NOVEMBRO DE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 18, DE 6 DE NOVEMBRO DE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 18, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2014 Dispõe sobre os procedimentos para a adesão de mantenedoras de Instituições de Educação Superior e a emissão

Leia mais

Regulamenta os incentivos e benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014.

Regulamenta os incentivos e benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014. DECRETO Nº 39680 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2014 Regulamenta os incentivos e benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

NORMA DE PRÉ - QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NO PORTO DE ILHÉUS

NORMA DE PRÉ - QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NO PORTO DE ILHÉUS NORMA DE PRÉ - QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NO PORTO DE ILHÉUS APROVADA NA REUNIÃO REALIZADA EM 18/02/2011, DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS. SUMÁRIO 1. Objetivo... 3 2. Âmbito

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*)

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) DOU de 24.5.2005 Dispõe sobre o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos no ano-calendário

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012 Altera a Resolução Normativa - RN nº 48, de 19 de setembro de 2003, que dispõe sobre o

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3681 - ANTAQ, DE 6 DE OUTUBRO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 3681 - ANTAQ, DE 6 DE OUTUBRO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 3681 - ANTAQ, DE 6 DE OUTUBRO DE 2014. APROVA A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E OS PROCEDIMENTOS DE ASSESSORAMENTO E CONSULTORIA JURÍDICA DA PROCURADORIA FEDERAL JUNTO À AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES

Leia mais

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL DO PIS/PASEP E DA COFINS - EFD-PIS/COFINS - NORMAS GERAIS Introdução - Pessoas Jurídicas

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0020, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0020, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0020, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005 Publicada no DOE(Pa) de 29.11.05. Alterada pela IN 05/13. Dispõe sobre a apresentação da Declaração de Informações Econômico-Fiscais - DIEF relativa

Leia mais

DECRETO Nº 7.921, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013

DECRETO Nº 7.921, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 DECRETO Nº 7.921, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 Fonte: Diário Oficial da União Seção I Pág. 2 e 3 18.02.2013 Regulamenta a aplicação do Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga para

Leia mais

RESOLUÇÃO CONCEA NORMATIVA Nº 21, DE 20 DE MARÇO DE 2015

RESOLUÇÃO CONCEA NORMATIVA Nº 21, DE 20 DE MARÇO DE 2015 RESOLUÇÃO CONCEA NORMATIVA Nº 21, DE 20 DE MARÇO DE 2015 Altera os critérios e procedimentos para requerimento, emissão, revisão, extensão, suspensão e cancelamento do Credenciamento Institucional para

Leia mais

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL E TRIBUTOS

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL E TRIBUTOS VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL E TRIBUTOS Orientador Empresarial Crimes contra a Ordem Tributária Representações pela RFB - Procedimentos a

Leia mais

Art. 1º O regime especial de entreposto aduaneiro será aplicado de conformidade com o estabelecido nesta Instrução Normativa.

Art. 1º O regime especial de entreposto aduaneiro será aplicado de conformidade com o estabelecido nesta Instrução Normativa. Instrução Normativa SRF nº 241, de 6 de Novembro de 2002 DOU de 8.11.2002 Dispõe sobre o regime especial de entreposto aduaneiro na importação e na exportação. Alterada pela IN SRF nº 289, de 27 de janeiro

Leia mais

Instrução Normativa RFB Nº 1590 DE 05/11/2015

Instrução Normativa RFB Nº 1590 DE 05/11/2015 Instrução Normativa RFB Nº 1590 DE 05/11/2015 Publicado no DO em 6 nov 2015 Dispõe sobre a aplicação do art. 9º-A da Lei nº 10.925, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o crédito presumido da Contribuição

Leia mais

CONVÊNIO ICMS 113/96 CONVÊNIO

CONVÊNIO ICMS 113/96 CONVÊNIO Publicado no DOU de 18 e 20.12.96. CONVÊNIO ICMS 113/96 Ratificação Nacional DOU de 08.01.97 pelo Ato COTEPE-ICMS../1997/CV001_97.htm01/97. Alterado pelos Convs. ICMS 54/97, 34/98,107/01, 32/03, 61/03.

Leia mais

DECRETO Nº 22.567, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2012. (IMPORT-RN). CAPÍTULO I DISPOSIÇÃO GERAL E OBJETIVOS

DECRETO Nº 22.567, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2012. (IMPORT-RN). CAPÍTULO I DISPOSIÇÃO GERAL E OBJETIVOS DOE Nº 12.651 Data: 24/02/2012 DECRETO Nº 22.567, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2012. Regulamenta a Lei Estadual n.º 9.592, de 13 de dezembro de 2011, que dispõe sobre o Plano de Apoio às Importações do Exterior

Leia mais

Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul Sistema LEGIS - Texto da Norma DEC: 34.258

Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul Sistema LEGIS - Texto da Norma DEC: 34.258 Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul Sistema LEGIS - Texto da Norma DEC: 34.258 DECRETO Nº 34.258, DE 03 DE ABRIL DE 1992. Dispõe sobre descontos em folha de pagamento dos servidores estaduais.

Leia mais

Habilitação e Representação

Habilitação e Representação Mercadores Habilitação e Representação Coletânea (Versão Histórica) Versão 2.04 - Agosto de 2015 Atualizada até: nstrução Normativa RFB nº 1570, de 25 de junho de 2015 Paulo Werneck mercadores.blogspot.com

Leia mais

PORTARIA No- 186, DE 10 DE ABRIL DE 2008

PORTARIA No- 186, DE 10 DE ABRIL DE 2008 PORTARIA No- 186, DE 10 DE ABRIL DE 2008 O MINISTRO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, no Título

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.390/12 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 678, DE 1º DE SETEMBRO DE 2015.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 678, DE 1º DE SETEMBRO DE 2015. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 678, DE 1º DE SETEMBRO DE 2015. Estabelece os requisitos e os procedimentos atinentes à obtenção e à manutenção de autorização para comercializar

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005)

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004 (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições que lhe confere a

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

NOTA TÉCNICA 48 2013. Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços

NOTA TÉCNICA 48 2013. Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços NOTA TÉCNICA 48 2013 Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços Brasília, 29 de outubro de 2013 INTRODUÇÃO A Lei 12.873 de 24/10/13 trata de vários assuntos, altera algumas leis e entre os

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 25 DE MARÇO DE 2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 25 DE MARÇO DE 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 25 DE MARÇO DE 2015 Disciplina os procedimentos relativos ao reconhecimento de não-incidência, de isenção e de dispensa de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA Nº 10, DE 27 DE MAIO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA Nº 10, DE 27 DE MAIO DE 2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA Nº 10, DE 27 DE MAIO DE 2013 O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, no uso das atribuições que lhe conferem o artigo

Leia mais

REGULAMENTO PARA EMISSÃO, REGISTRO E EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA DE CURSO DE GRADUAÇÃO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO PARA EMISSÃO, REGISTRO E EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA DE CURSO DE GRADUAÇÃO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO PARA EMISSÃO, REGISTRO E EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA DE CURSO DE GRADUAÇÃO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul

Leia mais

Construção Civil - DISO- ART ARO - Regularização de Obras - Alterações na IN RFB 971 09

Construção Civil - DISO- ART ARO - Regularização de Obras - Alterações na IN RFB 971 09 Construção Civil - DISO- ART ARO - Regularização de Obras - Alterações na IN RFB 971 09 Instrução Normativa RFB nº 1.477/2014 - DOU: 04.07.2014 Altera a Instrução Normativa RFB nº 971, de 13 de novembro

Leia mais