Sumário. FONTE FGTS PREVIDÊNCIA SOCIAL TRABALHO PIS/PASEP OUTROS ASSUNTOS FEDERAIS

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1 ÚLTIMO DIÁRIO PESQUISADO 21/05/2009 Fascículo Semanal nº 21 Ano XLIII 2009 FECHAMENTO: 21/05/2009 EXPEDIÇÃO: 24/05/2009 PÁGINAS: 260/245 Sumário FONTE RECOLHIMENTO EM ATRASO Junho/2009 Tabela Prática PREVIDÊNCIA SOCIAL CONTRIBUIÇÃO Arrecadação Instrução Normativa 938 RFB Preenchimento do SEFIP Ato Declaratório Executivo 34 CODAC FILIAÇÃO Estrangeiro Consultoria RECOLHIMENTO EM ATRASO Junho/2009 Tabela Prática TRABALHO CDTT CERTIDÃO DECLARATÓRIA DE TRANSPORTE DE TRABALHADORES Instituição Instrução Normativa 76 SIT CERTE CADASTRO ELETRÔNICO DE ENTIDADES REQUERENTES DE AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHO DE ESTRANGEIROS Criação Portaria 802 MTE CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL Obrigatoriedade Ordem de Serviço 1 MTE ESTRANGEIROS Autorização de Trabalho Portaria 802 MTE FISCALIZAÇÃO DO TRABALHO Trabalho na Área Rural Instrução Normativa 76 SIT OUTROS ASSUNTOS FEDERAIS CADIN CADASTRO INFORMATIVO Normas Portaria 810 PGFN DÉBITO FISCAL Dispensa de Crédito Portaria 810 PGFN FGTS ALTERAÇÃO DE DADOS CADASTRAIS COMUNICADO DE MOVIMENTAÇÃO AO FGTS DEVOLUÇÃO DE VALORES PTC PEDIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CONTAS RDE RETIFICAÇÃO DE DADOS DO EMPREGADOR RDT RETIFICAÇÃO DE DADOS DO TRABALHADOR RETIFICAÇÃO COM DEVOLUÇÕES DO FGTS RETIFICAÇÃO DE DADOS CADASTRAIS RETIFICAÇÃO DE INFORMAÇÕES RETIFICAÇÃO DO RECOLHIMENTO RESCISÓRIO PIS/PASEP DACON Aprovação do Programa Gerador Instrução Normativa 939 RFB RECOLHIMENTO EM ATRASO Junho/2009 Tabela Prática INFORMATIVO DINÂMICO 260

2 COAD FASCÍCULO 21/2009 IR-FONTE IR-FONTE TABELA PRÁTICA RECOLHIMENTO EM ATRASO Junho/2009 Calcule os débitos do IR/Fonte no mês de junho/2009 TABELA PRÁTICA IR/FONTE E PIS Anos MESES DE VENCIMENTO DO DÉBITO Acréscimos Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Juros 74,12 73,04 71,66 70,48 69,25 68,02 66,73 65,44 64,19 62,98 61,73 60,25 Multa Juros 58,87 57,65 56,12 54,71 53,21 51,62 50,11 48,45 46,95 45,54 44,16 42,69 Multa Juros 41,26 40,11 38,69 37,61 36,33 35,15 33,98 32,72 31,66 30,57 29,55 28,56 Multa Juros 27,48 26,61 25,56 24,62 23,59 22,68 21,71 20,72 19,92 18,99 18,15 17,31 Multa Juros 16,38 15,58 14,74 13,84 12,96 12,00 10,93 9,91 8,81 7,63 6,61 5,49 Multa Juros 4,44 3,58 2,61 1,77 1,00 Multa (*) (*) (*) (*) MULTA DIAS DE ATRASO MULTA (%) DIAS DE ATRASO MULTA (%) DIAS DE ATRASO NOTA COAD: os critérios utilizados na elaboração da tabela encontram-se examinados na Orientação divulgada no Fascículo 14/2009. INFORMATIVO DINÂMICO 259 MULTA (%) DIAS DE ATRASO MULTA (%) 01 0, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,85 A partir de , , , , , , , , ,84

3 COAD FASCÍCULO 21/2009 PREVIDÊNCIA SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL TABELA PRÁTICA RECOLHIMENTO EM ATRASO Junho/2009 Calcule sua contribuição previdenciária em atraso no mês de junho/2009 TABELA PRÁTICA Anos MESES DE COMPETÊNCIA Acréscimos Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. 13º Sal. Juros 74,57 73,19 72,01 70,78 69,55 68,26 66,97 65,72 64,51 63,26 61,78 60,40 61,78 Multa 10 ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou 20 Juros 59,18 57,65 56,24 54,74 53,15 51,64 49,98 48,48 47,07 45,69 44,22 42,79 44,22 Multa 10 ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou 20 Juros 41,64 40,22 39,14 37,86 36,68 35,51 34,25 33,19 32,10 31,08 30,08 29,00 30,08 Multa 10 ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou 20 Juros 28,00 26,95 25,95 24,92 23,92 22,92 21,92 20,92 19,99 19,15 18,31 17,38 18,31 Multa 10 ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou 20 Juros 16,58 15,74 14,84 13,96 13,00 11,93 10,91 9,81 8,63 7,61 6,49 4,44 6,49 Multa 10 ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou 20 Juros 3,58 2,61 1,77 1,00 Multa (*) (*) (*) (*) MULTA DIAS DE ATRASO MULTA (%) DIAS DE ATRASO MULTA (%) DIAS DE ATRASO NOTA COAD: os critérios utilizados na elaboração da tabela encontram-se examinados na Orientação divulgada no Fascículo 14/2009. INFORMATIVO DINÂMICO 258 MULTA (%) DIAS DE ATRASO MULTA (%) 01 0, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,85 A partir de , , , , , , , , ,84

4 COAD FASCÍCULO 21/2009 PREVIDÊNCIA SOCIAL INSTRUÇÃO NORMATIVA 938 RFB, DE (DO-U DE ) CONTRIBUIÇÃO Arrecadação Atualizadas as normas de tributação e retenção de contribuições previdenciárias Este Ato atualiza, dentre outros, os dispositivos relativos à retenção da contribuição previdenciária na cessão de mão-de-obra ou empreitada, prestados pelas empresas optantes pelo Simples Nacional, e às contribuições previdenciárias devidas pelo MEI Microempreendedor Individual. Ficam alterados, a partir de , os artigos 274-A, 274-C, 274-E, 274-G, 274-J e 274-K e acrescidos os artigos 274-L a 274-N e, a partir de , o item 3 da Tabela 1 do Anexo II, todos da Instrução Normativa 3 SRP, de (Portal COAD). O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUBSTITUTO, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do artigo 261 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 125, de 4 de março de 2009, e tendo em vista o disposto na Lei nº , de 16 de março de 2007, no inciso VI do artigo 13, no 5º-C do artigo 18, no artigo 18-B, no artigo 18-C no 1º do artigo 77 da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, e nos incisos I e II do artigo 9º da Resolução CGSN nº 51, de 22 de dezembro de 2008, RESOLVE: Art. 1º Os artigos 274-A, 274-C, 274-E, 274-G, 274-J e 274-K da Instrução Normativa MPS/SRP nº 3, de 14 de julho de 2005, passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 274-A... Remissão COAD: Instrução Normativa 3 SRP/2005 (Portal COAD) Art. 274-A A Microempresa (ME) e a Empresa de Pequeno Porte (EPP) optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) contribuem na forma estabelecida nos artigos 13 e 18 da Lei Complementar nº 123, de 2006, em substituição às contribuições de que trata o artigo 22 da Lei nº 8.212, de º A substituição referida no caput não se aplica às seguintes hipóteses: I para fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2008, às pessoas jurídicas que se dediquem às atividades de prestação de serviços previstas nos incisos I a VI do 5º-C e nos incisos I a XIV do 5º-D do artigo 18 da Lei Complementar nº 123, de 2006; Esclarecimento COAD: Para os fatos geradores até , estiveram sujeitas ao recolhimento em separado da CPP Contribuição Previdenciária Patronal, as atividades de prestação de serviços a seguir, tributadas na forma dos Anexos IV e V da Lei Complementar 123/2006: construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada; empresas montadoras de estandes para feiras; escolas livres, de línguas estrangeiras, artes, cursos técnicos e gerenciais; produção cultural e artística; produção cinematográfica e de artes cênicas; cumulativamente administração e locação de imóveis de terceiros; academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais; academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes; elaboração de programas de computadores, inclusive jogos eletrônicos, desde que desenvolvidos em estabelecimento do optante; licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas, desde que realizados em estabelecimento do optante; escritórios de serviços contábeis; e serviços de vigilância, limpeza e conservação. II para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2009, às pessoas jurídicas que se dediquem às atividades de prestação de serviços previstas nos incisos I a VI do 5º-C do artigo 18 da Lei Complementar nº 123, de 2006;... Esclarecimento COAD: Para os fatos geradores a partir de , estão sujeitas ao recolhimento em separado da CPP apenas as atividades de construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores e de serviços de vigilância, limpeza ou conservação, tributadas na forma do Anexo IV da Lei Complementar 123/ º Nos casos dos incisos I e II do 1º, as contribuições referidas no artigo 22 da Lei nº 8.212, de 1991, serão recolhidas segundo a legislação aplicável aos demais contribuintes ou responsáveis." (NR) Esclarecimento COAD: O artigo 22 da Lei 8.212, de (Portal COAD), dispõe que a contribuição a cargo da empresa, destinada à Seguridade Social corresponde ao recolhimento de: 20% sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços; 1, 2 ou 3% para o financiamento do benefício da aposentadoria especial e daqueles concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho (RAT), sobre o total das remunerações pagas ou creditadas, no decorrer do mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos; 20% sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços; e 15% sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, relativamente a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho. Art. 274-C As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional que prestarem serviços mediante cessão de mão de obra ou INFORMATIVO DINÂMICO 257

5 COAD FASCÍCULO 21/2009 PREVIDÊNCIA SOCIAL empreitada não estão sujeitas à retenção referida no artigo 31 da Lei nº 8.212, de 1991, sobre o valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços emitidos, excetuada: Esclarecimento COAD: O artigo 31 da Lei 8.212/91 determina que a empresa contratante de serviços executados mediante cessão de mão-de-obra, inclusive em regime de trabalho temporário, deverá reter 11% do valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços e recolher, em nome da empresa cedente da mão-de-obra, a importância retida até o dia 20 do mês subsequente ao da emissão da respectiva nota fiscal ou fatura, ou até o dia útil imediatamente anterior se não houver expediente bancário naquele dia. I a ME ou a EPP tributada na forma dos Anexos IV e V da Lei Complementar nº 123, de 2006, para os fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2008; e Esclarecimento COAD: As atividades tributadas na forma dos Anexos IV e V da Lei Complementar 123/2006 estão relacionadas no esclarecimento do inciso I do 1º do artigo 274-A, alterado por este Ato. II ameouaepptributada na forma do Anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de Esclarecimento COAD: As atividades tributadas na forma dos Anexos IV e V da Lei Complementar 123/2006 estão relacionadas no esclarecimento do inciso II do 1º do artigo 274-A, alterado por este Ato. 1º A aplicação dos incisos I e II do caput se restringe às atividades elencadas nos 2º e 3º do artigo 219 do RPS, e, no que couberem, às disposições do Capítulo IX do Título II desta Instrução Normativa. Esclarecimento COAD: O 2º do artigo 219 do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto 3.048, de (Portal COAD), estabelece que se enquadram na situação de retenção de 11% sobre o valor bruto da nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços os seguintes serviços realizados mediante cessão de mão-de-obra: limpeza, conservação e zeladoria; vigilância e segurança; construção civil; serviços rurais; digitação e preparação de dados para processamento; acabamento, embalagem e acondicionamento de produtos; cobrança; coleta e reciclagem de lixo e resíduos; copa e hotelaria; corte e ligação de serviços públicos; distribuição; treinamento e ensino; entrega de contas e documentos; ligação e leitura de medidores; manutenção de instalações, de máquinas e de equipamentos; montagem; operação de máquinas, equipamentos e veículos; operação de pedágio e de terminais de transporte; operação de transporte de passageiros, inclusive nos casos de concessão ou sub-concessão; portaria, recepção e ascensorista; recepção, triagem e movimentação de materiais; promoção de vendas e eventos; secretaria e expediente; saúde; e telefonia, inclusive telemarketing. Já o 3º do artigo 219 do RPS relaciona os seguintes serviços que também estão sujeitos à retenção de 11% quando contratados mediante empreitada de mão-deobra: limpeza, conservação e zeladoria; vigilância e segurança; construção civil; serviços rurais; digitação e preparação de dados para processamento. 2º AMEouaEPPqueexerça atividades tributadas na forma do anexo III, até 31 de dezembro de 2008, e tributadas na forma dos anexos III e V, a partir de 1º de janeiro de 2009, todos da Lei Complementar nº 123, de 2006, estará sujeita à exclusão do Simples Nacional na hipótese de prestação de serviços mediante cessão ou locação de mão-de-obra, em face do disposto no inciso XII do artigo 17 e no 5º-H do artigo 18 da referida Lei Complementar." (NR) Esclarecimentos COAD: Até , as atividades tributadas na forma do Anexo III da LC 123/2006 eram as seguintes: creche, pré-escola e estabelecimento de ensino fundamental; agência terceirizada de correios; agência de viagem e turismo; centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga; agência lotérica; serviços de manutenção e reparação de automóveis, caminhões, ônibus, outros veículos pesados, tratores, máquinas e equipamentos agrícolas; serviços de instalação, manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores; serviços de manutenção e reparação de motocicletas, motonetas e bicicletas; serviços de instalação, manutenção e reparação de máquinas de escritório e de informática; serviços de reparos hidráulicos, elétricos, pintura e carpintaria em residências ou estabelecimentos civis ou empresariais, bem como manutenção e reparação de aparelhos eletrodomésticos; serviços de instalação e manutenção de aparelhos e sistemas de ar condicionado, refrigeração, ventilação, aquecimento e tratamento de ar em ambientes controlados; veículos de comunicação, de radiodifusão sonora e de sons e imagens, e mídia externa; e transporte municipal de passageiros. A partir de , as atividades tributadas na forma do Anexo III da LC 123/2006 são as seguintes: locação de bens móveis; creche, pré-escola e estabelecimento de ensino fundamental, escolas técnicas, profissionais e de ensino médio, de línguas estrangeiras, de artes, cursos técnicos de pilotagem, preparatórios para concursos, gerenciais e escolas livres; agência terceirizada de correios; agência de viagem e turismo; centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga; agência lotérica; serviços de instalação, de reparos e de manutenção em geral, bem como de usinagem, solda, tratamento e revestimento em metais; transporte municipal de passageiros; escritórios de serviços contábeis; transporte interestadual e intermunicipal de cargas; serviços de comunicação; outros serviços não relacionados na tributação do Anexo IV. As atividades tributadas na forma do Anexo V, a partir de , são: cumulativamente administração e locação de imóveis de terceiros; academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais; academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes; elaboração de programas de computadores, inclusive jogos eletrônicos, desde que desenvolvidos em estabelecimento do optante; licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas, desde que realizados em estabelecimento do optante; empresas montadoras de estandes para feiras; produção cultural e artística; produção cinematográfica e de artes cênicas; laboratórios de análises clínicas ou de patologia clínica; serviços de tomografia, diagnósticos médicos por imagem, registros gráficos e métodos óticos, bem como ressonância magnética; e serviços de prótese em geral. INFORMATIVO DINÂMICO 256

6 COAD FASCÍCULO 21/2009 PREVIDÊNCIA SOCIAL O 5º-H do artigo 18 da Lei Complementar 123/2006 prevê que não se aplica a vedação de inclusão no Simples Nacional, às ME e EPP que exerçam as atividades de construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada; empresas montadoras de estandes para feiras; escolas livres, de línguas estrangeiras, artes, cursos técnicos e gerenciais; produção cultural e artística; produção cinematográfica e de artes cênicas, mediante cessão ou locação de mão-de-obra. Art. 274-E... Remissão COAD: Instrução Normativa 3 SRP/2005 Art. 274-E Para fins desta seção entende-se por: I exercício exclusivo de atividade, aquele realizado por trabalhador cuja mão de obra é empregada somente em atividades que se enquadrem nos anexos I a III e V ou, somente em atividades que se enquadrem no anexo IV, da Lei Complementar nº 123, de 2006; e Esclarecimento COAD: As empresas com atividades enquadradas nos Anexos I ao III e V da Lei Complementar 123/2006 recolhem o imposto único por meio do DAS, onde a CPP já está incluída. As empresas cujas atividades estão enquadradas no Anexo IV da LC 123/2006 recolhem a CPP, em separado, através da GPS Guia da Previdência Social. II exercício concomitante de atividades, aquele realizado por trabalhador cuja mão de obra é empregada de forma simultânea em atividade enquadrada no anexo IV em conjunto com outra atividade enquadrada em um dos anexos de I a III e V, da Lei Complementar nº 123, de 2006." (NR) Art. 274-G... Remissão COAD: Instrução Normativa 3 SRP/2005 Art. 274-G As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional deverão elaborar folha de pagamento mensal, nos termos do inciso III do artigo 60, destacando a remuneração dos trabalhadores que se dediquem. I exclusivamente a atividade enquadrada nos anexos I a IIIeVdaLeiComplementar nº 123, de 2006; II exclusivamente a atividade enquadrada no anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006; e...(nr) Art. 274-J Remissão COAD: Instrução Normativa 3 SRP/2005 Art. 274-J As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional, no que se refere às contribuições sociais previstas no artigo 22 da Lei nº 8.212, de 1991, serão tributadas da seguinte forma: I as contribuições incidentes sobre a remuneração dos trabalhadores referidos no inciso I do artigo 274-G serão substituídas pelo regime do Simples Nacional; II as contribuições incidentes sobre a remuneração dos trabalhadores referidos no inciso II do artigo 274-G serão recolhidas segundo a legislação aplicável aos demais contribuintes e responsáveis; e III as contribuições incidentes sobre a remuneração dos trabalhadores referidos no inciso III do artigo 274-G desta Instrução Normativa serão proporcionais à parcela da receita bruta auferida nas atividades enquadradas no anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006, em relação à receita bruta total auferida pela empresa. Esclarecimento COAD: Os trabalhadores a que se refere o inciso III do artigo 274-G da Instrução Normativa 3 SRP/2005 são aqueles que se dedicam ao exercício concomitante de atividades enquadradas em um dos Anexos I ao III evenoanexo IV. 1º A contribuição a ser recolhida na forma do inciso III do caput deste artigo corresponderá ao resultado da multiplicação do valor da contribuição calculada conforme o disposto no artigo 22 da Lei nº 8.212, de 1991, pela fração, cujo numerador é a receita bruta auferida nas atividades enquadradas no anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006, e o denominador é a receita bruta total auferida pela empresa. 2º A contribuição devida na forma do inciso III do caput deste artigo incidente sobre o décimo-terceiro salário corresponderá ao resultado da multiplicação do valor da contribuição calculada conforme o disposto no artigo 22 da Lei nº 8.212, de 1991, pela fração, cujo numerador é o valor anual acumulado, nas competências de janeiro a dezembro, da receita bruta auferida nas atividades enquadradas no anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006, e o denominador é o valor anual acumulado, nas competências de janeiro a dezembro, relativo à receita bruta total auferida pela empresa, observando-se o seguinte: I para o pagamento da contribuição em 20 de dezembro ou dia útil imediatamente anterior se não houver expediente bancário naquele dia, o cálculo do valor acumulado das receitas brutas abrangerá as competências janeiro a novembro; II para o pagamento da contribuição quando da rescisão de contrato de trabalho, o cálculo do valor acumulado das receitas brutas abrangerá os meses de janeiro até o mês da rescisão; e III na competência janeiro, uma vez apurada a receita bruta referente à competência dezembro do ano anterior, a ME ou a EPP deverá efetuar o cálculo do valor devido da contribuição na forma do caput deste parágrafo, comparando-o com o recolhimento efetuado na forma do inciso I, descontado o valor relativo aos acréscimos legais, e recolher o valor encontrado das possíveis diferenças da contribuição devida ou compensá-las." (NR) Art. 274-K... 1º... Remissão COAD: Instrução Normativa 3 SRP/2005 Art. 274-K O disposto nesta Seção se aplica, inclusive, à contribuição prevista no inciso IV do artigo 22 da Lei nº 8.212, de 1991, relativa aos trabalhadores que prestam serviços por intermédio de cooperativa de trabalho à ME ou à EPP, levando-se em consideração o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviço. 1º Para os fins do disposto no caput, as ME e as EPP deverão ratear o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviço em: I montante correspondente à prestação de serviços em atividades enquadradas exclusivamente nos anexos deiaiiiev da Lei Complementar nº 123, de 2006; INFORMATIVO DINÂMICO 255

7 COAD FASCÍCULO 21/2009 PREVIDÊNCIA SOCIAL II montante correspondente à prestação de serviços em atividades enquadradas exclusivamente no anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006; e III montante correspondente à prestação concomitante de serviços em atividades enquadradas no anexo IV, em conjunto com outra que se enquadre em um dos anexos deiaiiiev,dalei Complementar nº 123, de º Remissão COAD: Instrução Normativa 3 SRP/2005 Art. 274-K... 2º A contribuição devida, em relação aos serviços prestados em conformidade com cada um dos incisos do 1º, será: III no caso do inciso III, calculada à alíquota de quinze por cento, multiplicando-se o resultado pela fração a que se refere o 1º do artigo 274-J." (NR) Art. 2º A Instrução Normativa MPS/SRP nº 3, de 14 de julho de 2005, passa a vigorar acrescida dos artigos 274-L a 274-N: Art. 274-L O Microempreendedor Individual (MEI) de que tratao 1ºdoartigo 18-A da Lei Complementar nº 123, de 2006, contribuirá à Previdência Social na forma do inciso IV e da alínea a" do inciso V, ambos do 3º do referido artigo 18-A, observando-se a regulamentação do CGSN. Esclarecimento COAD: A contribuição previdenciária do MEI Microempreendedor Individual, na forma do inciso IV e da alínea a do inciso V, ambos do 3º do referido artigo 18-A, corresponde à alíquota de 11% sobre o valor do salário mínimo. Parágrafo único O MEI poderá efetuar complementação do recolhimento previsto no 3º do artigo 21 da Lei nº 8.212, de 1991, diretamente em Guia da Previdência Social (GPS)." Esclarecimento COAD: O 3º do artigo 21 da Lei 8.212/91 prevê o recolhimento complementar de 9% sobre o valor do salário mínimo. Art. 274-M A empresa contratante de serviços executados por intermédio do MEI mantém, em relação a esta contratação, a obrigatoriedade de recolhimento da contribuição a que se refere o inciso IIIeo 5ºdoartigo 86, bem como o cumprimento das obrigações acessórias relativas à contratação de contribuinte individual. Esclarecimento COAD: Os recolhimentos previstos neste artigo referem-se à CPP de 20% sobre a remuneração paga ou creditada; e ao desconto da contribuição do MEI na qualidade de segurado contribuinte individual, conforme inciso II do 6º do artigo 6º da Resolução 58 CGSN/2009 (Fascículo 18/2009). Acreditamos que houve um equívoco na citação do 5º do artigo 86 da Instrução Normativa 3 SRP/2005. Parágrafo único Aplica-se o disposto neste artigo exclusivamente em relação ao MEI que for contratado para prestar serviços de hidráulica, eletricidade, pintura, alvenaria, carpintaria e de manutenção ou reparo de veículos." Art. 274-N O MEI que contratar um único empregado que receba exclusivamente 1 (um) salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional, na forma do artigo 18-C da Lei Complementar nº 123, de 2006: I está sujeito ao recolhimento da contribuição previdenciária patronal calculada à alíquota de 3% (três por cento) sobre a remuneração do empregado; II deverá reter e recolher a contribuição previdenciária devida pelo segurado empregado a seu serviço, na forma da lei; e III fica obrigado a prestar informações relativas ao segurado empregado a seu serviço, na forma estabelecida pelo CGSN." Art. 3º No item 3 da Tabela 1 (INDÚSTRIA, COMÉRCIO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS) do Anexo II da Instrução Normativa MPS/SRP nº 3, de 14 de julho de 2005, a linha correspondente ao código /00 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) passa a vigorar conforme segue: CNAE RAT FPAS Descrição da atividade /00 2,00% 515 Planos de saúde Art. 4º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos com relação às alterações dos artigos 274-A, 274-C, 274-E, 274-G, 274-J e 274-K, a partir de 1º de janeiro de 2009, e com relação aos artigos 274-L a 274-N, a partir de 1º de julho de (Otacílio Dantas Cartaxo) CONSULTORIA FILIAÇÃO Estrangeiro O estrangeiro não domiciliado no Brasil que presta serviços eventuais é segurado obrigatório da Previdência Social? Não é considerado contribuinte obrigatório do RGPS Regime Geral da Previdência Social, salvo se existir acordo internacional com o seu país de origem, o estrangeiro não domiciliado no Brasil e contratado para prestar serviços eventuais. (Instrução Normativa 3 SRP, de artigo 14 Portal COAD). INFORMATIVO DINÂMICO 254

8 COAD FASCÍCULO 21/2009 PREVIDÊNCIA SOCIAL/TRABALHO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 34 CODAC, DE (DO-U DE ) CONTRIBUIÇÃO Preenchimento do SEFIP Disciplinadas as informações a serem declaradas no SEFIP quando da prestação de serviços pela empresa ACS Alcântara Cyclone Space No preenchimento do SEFIP, o campo Alíquota RAT deverá ser preenchido com 0,0" e os valores da Contribuição Patronal Previdenciária deverão ser informados no campo Compensação". O COORDENADOR-GERAL DE ARRECADAÇÃO E CO- BRANÇA, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do artigo 290 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 125, de 4 de março de 2009, e tendo em vista o disposto no artigo 4º do Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 29, de 1º de abril de 2009, DECLARA: Art. 1º Para fins de preenchimento da Declaração de Informações em Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP), a Alcântara Cyclone Space (ACS) deverá observar, quando da prestação de informações no Sistema Empresa de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (SEFIP), o disposto neste artigo. 1º O campo Alíquota RAT deverá ser preenchido com 0,0". 2º Os valores da Contribuição Patronal Previdenciária alcançados pela isenção prevista no artigo 4º do Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 29, de 1º de abril de 2009, calculados pelo SEFIP, deverão ser informados no campo Compensação, para efeitos da geração correta de valores devidos em Guia de Previdência Social (GPS). Esclarecimento COAD: O artigo 4º do Ato Declaratório Interpretativo 29 RFB, de (Fascículo 14/2009) determina que a empresa ACS Alcântara Cyclone Space está isenta da CPP Contribuição Patronal Previdenciária que corresponde ao recolhimento de: 20% sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços; 1, 2 ou 3% para o financiamento do benefício da aposentadoria especial e daqueles concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos RAT Riscos Ambientais do Trabalho, sobre o total das remunerações pagas ou creditadas, no decorrer do mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos; 20% sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços; e 15% sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, relativamente a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho. 3º Os campos Período Início e Período Fim devem ser preenchidos com a mesma competência da GFIP/SEFIP. 4º Caso o valor de compensação de que trata o 2º exceda o limite de trinta por cento demonstrado pelo SEFIP, esse valor deve ser confirmado utilizando-se a opção SIM. Art. 2º Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. (Marcelo de Albuquerque Lins) TRABALHO ORDEM DE SERVIÇO 1 MTE, DE Não Publicada em Diário Oficial CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL Obrigatoriedade MTE disciplina a conduta dos fiscais do trabalho sobre a cobrança da contribuição assistencial pelos sindicatos Neste Ato destacamos: É possível a cobrança de todos os trabalhadores, filiados ou não ao sindicato, desde que tal contribuição: seja instituída em assembleia geral, esteja prevista em acordo ou convenção coletiva, bem como seja garantido o exercício do direito de oposição, no prazo de 10 dias do recebimento da informação, por parte do empregado não sindicalizado; A legalidade da cobrança dependerá da informação do sindicato ao empregador e aos empregados do valor ou da forma de seu cálculo; Para evitar o desconto da contribuição, o empregado não sindicalizado deve apresentar ao empregador carta de oposição recebida pelo sindicato. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPRE- GO, no uso de suas atribuições e em face da necessidade de baixar interpretação, a ser seguida pelos órgãos singulares do Ministério do Trabalho e Emprego, no que concerne à cobrança da contribuição assistencial pelas entidades sindicais, RESOLVE: Art. 1º É possível a cobrança da contribuição assistencial de todos os trabalhadores, quando: INFORMATIVO DINÂMICO 253

9 COAD FASCÍCULO 21/2009 TRABALHO I for instituída em assembleia geral, com ampla participação dos trabalhadores da categoria; II estiver prevista em convenção ou acordo coletivo de trabalho; e III for garantido ao empregado não sindicalizado o direito de oposição ao desconto no salário. Art. 2º Para a legalidade da cobrança, o sindicato deverá informar ao empregador e aos empregados o valor ou a forma de cálculo da contribuição assistencial. 1º O direito de oposição do empregado não sindicalizado deve ser exercido por meio de apresentação de carta ao sindicato, no prazo de dez dias do recebimento da informação prevista no caput. 2º Havendo recusa do sindicato em receber a carta de oposição, o empregado poderá enviá-la via postal, com aviso de recebimento. 3º Deverá o empregado não sindicalizado apresentar ao empregador, para que ele se abstenha de efetuar o desconto, comprovante de recebimento, pelo sindicato, da carta de oposição, ou o aviso de recebimento da empresa de correios. Art. 3º No cumprimento dos pressupostos desta Ordem de Serviço, não deverá ser considerada ilegal, pelos órgãos do Ministério do Trabalho e Emprego, a cláusula de instrumento normativo que institua a contribuição assistencial. Art. 4º Publique-se no Boletim Administrativo do Ministério do Trabalho e Emprego. (Carlos Luppi) INSTRUÇÃO NORMATIVA 76 SIT, DE (DO-U DE ) FISCALIZAÇÃO DO TRABALHO Trabalho na Área Rural Disciplinados os procedimentos que devem ser adotados na fiscalização do trabalho rural Neste Ato podemos destacar: A ação fiscal do trabalho rural será iniciada com a verificação do cumprimento dos preceitos básicos da legislação trabalhista, destacando-se aqueles relativos às condições de segurança e saúde no trabalho, ao registro, à jornada, ao salário e ao FGTS; Foi instituída a CDTT Certidão Declaratória de Transporte de Trabalhadores, em substituição à Certidão Liberatória, documento usado para autorizar o transporte de trabalhadores recrutados para laborar em localidade diversa da sua origem; Na CDTT deve constar, entre outras informações, o CNPJ da empresa, o endereço completo da sede do contratante, o número de trabalhadores recrutados, a data de embarque e destino; A CDTT deve ser devidamente preenchida e entregue nas unidades descentralizadas do MTE (Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego ou Gerências Regionais do Trabalho e Emprego) da circunscrição dos trabalhadores recrutados, acompanhada de vários documentos; A cópia da CDTT mais a cópia da relação nominal dos trabalhadores devem estar no veículo durante toda a viagem e também no local da prestação de serviços, estando sujeito à fiscalização do MTE e da Polícia Federal; Fica revogada a Instrução Normativa 65 SIT, de (Informativo 29/2006). A SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO, no exercício de sua competência, prevista no artigo 14, XIII do Decreto nº 5.063, de 3 de maio de 2004, RESOLVE: Editar a presente Instrução Normativa sobre procedimentos que deverão ser adotados na fiscalização do trabalho rural. DO PLANEJAMENTO DAS AÇÕES FISCAIS Art. 1º As Superintendências Regionais do Trabalho (SRTE), por intermédio de suas estruturas de fiscalização, deverão, obrigatoriamente, incluir no planejamento anual as estratégias de ação relativas às inspeções nas atividades rurais. 1º O planejamento deverá ser precedido de diagnóstico para a identificação dos focos de recrutamento de trabalhadores, das atividades econômicas rurais e sua sazonalidade, bem como das peculiaridades locais. 2º O diagnóstico, elaborado com base em dados obtidos junto a órgãos e instituições governamentais, deverá ser subsidiado também por informações oriundas do Ministério Público do Trabalho, dos sindicatos de trabalhadores rurais e outras organizações não governamentais. 3º O planejamento deverá direcionar com prioridade as ações para os focos de recrutamento de trabalhadores; para as atividades econômicas intensivas em mão-de-obra e para aquelas com maior incidência de agravos à saúde do trabalhador. Art. 2º A proposta de planejamento deverá ser encaminhada à consulta da representação dos trabalhadores rurais que integra a Comissão de Colaboração com a Inspeção do Trabalho (CCIT) e de representantes do Ministério Público do Trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, com o intuito de colher informações para a versão final do documento. Art. 3º As SRTE poderão instituir, por intermédio de portaria, grupos especiais permanentes de fiscalização para implementar as ações fiscais nas atividades rurais ou constituir equipes especiais para cada operação. INFORMATIVO DINÂMICO 252

10 COAD FASCÍCULO 21/2009 TRABALHO 1º No caso dos grupos especiais permanentes, as chefias de fiscalização e de segurança e saúde no trabalho designarão, de comum acordo, um coordenador dentre os integrantes do grupo. 2º A chefia buscará garantir que cada grupo ou equipe de fiscalização seja integrado por, no mínimo, três auditores fiscais do trabalho, preferencialmente compondo uma equipe com formação multidisciplinar. 3º Os grupos e/ou equipes de fiscalização também deverão, a cada operação, ter um coordenador indicado de comum acordo pelas chefias de fiscalização e de segurança e saúde no trabalho. Art. 4º Para a definição da estratégia a ser utilizada na ação fiscal, quando necessário, serão ouvidos previamente o Ministério Público do Trabalho, a Polícia Federal e/ou a Polícia Rodoviária Federal. Art. 5º Na fase de execução da ação fiscal, após avaliação do grupo ou equipe, deverá ser garantida a participação da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar ou da Policia Civil, por intermédio de solicitação direta da autoridade regional ou da chefia de fiscalização. Art. 6º O Superintendente Regional do Trabalho e Emprego é responsável pela manutenção da frota de veículos de uso da fiscalização rural, devendo garantir a sua pronta disponibilização para a realização das ações fiscais previstas no planejamento. Parágrafo único Os recursos necessários ao licenciamento anual e à manutenção dos veículos de uso exclusivo da fiscalização deverão ser solicitados em tempo hábil à Secretaria de Inspeção do Trabalho, com cópias dos respectivos orçamentos. Art. 7º Para subsidiar a execução das ações de fiscalização do trabalho rural, deverão ser observadas as normas previstas na Portaria nº 3.311, de 29 de novembro de 1989; no item 1.7, alínea d, da Norma Regulamentadora nº 1, aprovada pela Portaria nº 6, de 9 de março de 1983, e no item , alínea k, da Norma Regulamentadora nº 31, aprovada pela Portaria nº 86, de 3 de março de Esclarecimentos COAD: A Portaria MTb, de (Informativo 48/89), estabelece os princípios norteadores do programa de desenvolvimento do Sistema Federal de Inspeção do Trabalho. A alínea d do item 1.7 da Norma Regulamentadora 1, aprovada pela Portaria MTb, de (DO-U de ), alterada pela Portaria 6 SSMT, de (Informativo 11/83), dispõe que cabe ao empregador permitir que representantes dos trabalhadores acompanhem a fiscalização dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. A alínea k do item da Norma Regulamentadora 31, aprovada pela Portaria 86 MTE, de (Informativo 09/2005), determina que cabe ao empregador rural ou equiparado permitir que representantes dos trabalhadores, legalmente constituídos, acompanhem a fiscalização dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho. Art. 8º A ação fiscal será iniciada com a verificação do cumprimento dos preceitos básicos da legislação trabalhista, destacando-se aqueles relativos às condições de segurança e saúde no trabalho, ao registro, à jornada, ao salário e ao FGTS. Art. 9º No caso de constatação de risco grave e iminente para o trabalhador, o auditor fiscal do trabalho deverá adotar os procedimentos legais para interdição do estabelecimento, setor de serviço, máquina ou equipamento, conforme dispõe o artigo 161 da CLT e a Norma Regulamentadora nº 3, aprovada pela Portaria Ministerial MTb nº 6, de 9 de março de Esclarecimentos COAD: O artigo 161 da CLT Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei 5.452, de (Portal COAD), determina que o auditor fiscal do trabalho, à vista do laudo técnico do serviço competente que demonstre grave e iminente risco para o trabalhador, poderá interditar estabelecimento, setor de serviço, máquina ou equipamento, ou embargar obra, indicando na decisão, tomada com a brevidade que a ocorrência exigir, as providências que deverão ser adotadas para prevenção de infortúnios de trabalho. Da decisão do auditor fiscal do trabalho poderão os interessados recorrer, no prazo de 10 dias, para o órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e medicina do trabalho, ao qual será facultado dar efeito suspensivo ao recurso. Responderá por desobediência, além das medidas penais cabíveis, quem, depois de determinada a interdição ou embargo, ordenar ou permitir o funcionamento do estabelecimento ou de um dos seus setores, a utilização de máquina ou equipamento, ou o prosseguimento de obra, se, em consequência, resultarem danos a terceiros. A Norma Regulamentadora 3, aprovada pela Portaria MTb, de (DO-U de ), alterada pela Portaria 6 SSMT/83, trata das normas sobre interdição de estabelecimento, setor de serviço, máquina ou equipamento, e embargo de obra. Art. 10 Ao identificar a ocorrência de aliciamento, terceirização ilegal ou qualquer forma irregular de intermediação de mão-de-obra, o auditor fiscal do trabalho procederá às autuações pertinentes e informará os fatos e circunstâncias em seu relatório para adoção de providências subsequentes. Art. 11 Havendo identificação de trabalho análogo ao de escravo em ação fiscal rotineira, o auditor fiscal do trabalho ou grupo/equipe especial de fiscalização comunicará imediatamente o fato à chefia da fiscalização, por qualquer meio, e adotará os procedimentos previstos nos artigos 19 a 22 desta Instrução. Art. 12 Quando constatar trabalho de crianças e adolescentes menores de 16 anos ou adolescentes entre 16 e 18 anos em atividades noturnas, insalubres, perigosas ou naquelas listadas no Decreto nº 6.481, de 12 de junho de 2008, o auditor fiscal do trabalho deverá observar o disposto na Instrução Normativa própria, bem como fazer constar do histórico do auto de infração a situação encontrada. Esclarecimento COAD: O Decreto 6.481, de (Fascículos 25 e 43/2008), que aprovou a lista com as piores formas de trabalho infantil, relacionou as seguintes atividades prejudiciais à saúde e à segurança, proibidas aos menores de 18 anos: agricultura, pecuária, silvicultura e exploração florestal, pesca, indústria extrativa, indústria de transformação, produção e distribuição de eletricidade, gás e água, construção, comércio (reparação de veículos automotores, objetos pessoais e domésticos), transporte e armazenagem, saúde e serviços sociais, serviços coletivos, sociais, pessoais e outros, e serviço doméstico. INFORMATIVO DINÂMICO 251

11 COAD FASCÍCULO 21/2009 TRABALHO Art. 13 Concluída a ação fiscal, o coordenador do grupo/ equipe especial de fiscalização encaminhará à chefia imediata, no prazo de cinco (5) dias úteis, contado do término da ação fiscal, relatório padrão contendo a identificação das empresas inspecionadas, descrição das situações encontradas, as providências adotadas, os resultados obtidos, cópias dos autos de infração lavrados, notificações emitidas e outros documentos e provas coletadas. Art. 14 As autoridades regionais, as chefias e os auditores fiscais do trabalho em sua atividade de inspeção rural orientarão os empregadores e trabalhadores e suas respectivas representações sindicais sobre a importância da utilização dos serviços públicos de intermediação de mão-de-obra no âmbito do Sistema Nacional de Emprego (SINE). DAS AÇÕES FISCAIS EM REFLORESTAMENTOS E CARVOARIAS Art. 15 No caso de ações fiscais em exploração de madeira e produção de carvão vegetal, o grupo ou equipe de fiscalização deverá estar atento para a ocorrência de possíveis fraudes que visem a encobrir a natureza da relação laboral. Parágrafo único Havendo informações da existência de ilícitos relacionados à posse de terra ou a crimes ambientais, a fiscalização consultará previamente representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e/ou Fundação Nacional do Índio (FUNAI) sobre a regularidade da propriedade dos fiscalizados. Art. 16 A responsabilidade decorrente da relação de emprego poderá ser estabelecida diretamente com o proprietário da terra, com o posseiro ou arrendatário ou com o comprador do produto da atividade de reflorestamento e/ou carvoejamento, dependendo da situação fática encontrada e da objetiva identificação dos pressupostos configuradores dessa relação, a partir da verificação do contrato realidade. Parágrafo único O procedimento acima deverá ser observado inclusive quando das ações nos assentamentos rurais, com comunicação dos resultados ao INCRA, ao IBAMA, ao Ministério Público do Trabalho e ao Ministério Público Federal. Art. 17 Havendo, no curso da fiscalização, a constatação da inexistência de Licença Ambiental (LA) e do Documento de Origem Florestal (DOF) ou irregularidade nesses documentos, o coordenador do grupo e/ou equipe deverá comunicar o fato imediatamente aos órgãos competentes na matéria. Art. 18 Nos casos em que ocorrer a identificação de trabalhadores submetidos à condição de trabalho análoga à de escravo, deverão ser obedecidos os procedimentos previstos nos artigos 19 a 22. DAS AÇÕES FISCAIS PARA O COMBATE AO TRABALHO ANÁLOGO AO DE ESCRAVO Art. 19 As ações fiscais para erradicação do trabalho análogo ao de escravo serão coordenadas pela Secretaria de Inspeção do Trabalho, que poderá realizá-las diretamente, por intermédio das equipes do grupo especial de fiscalização móvel ou por intermédio de grupos/equipes especiais de fiscalização rural, organizados no âmbito das SRTE. Art. 20 Sempre que a SRTE receber denúncia que relate a existência de trabalhadores reduzidos à condição análoga à de escravo e decidir pela realização de ação fiscal local para a apuração dos fatos, esta deverá ser precedida da devida comunicação à Secretaria de Inspeção do Trabalho. Art. 21 As ações fiscais deverão contar com a participação de representante da Polícia Federal, ou da Policia Rodoviária Federal, ou da Policia Militar ou da Policia Civil. 1º O Superintendente Regional do Trabalho e Emprego ou a chefia de fiscalização deverá providenciar a participação de membros de um dos órgãos mencionados no caput, bem como enviar ao Ministério Público do Trabalho e à Advocacia Geral da União (AGU) comunicação sobre a operação, para que estas instituições avaliem a conveniência de integrá-la. 2º A constatação inequívoca de trabalho análogo ao de escravo ensejará a adoção dos procedimentos previstos no artigo 2º-C, 1º e 2º, da Lei nº 7.998, de 11 de janeiro de 1990, dando causa à rescisão indireta dos contratos de trabalho. Esclarecimento COAD: O artigo 2º-C da Lei 7.998, de (Portal COAD), estabelece que o trabalhador que vier a ser identificado como submetido a regime de trabalho forçado ou reduzido à condição análoga à de escravo, em decorrência de ação de fiscalização do MTE Ministério do Trabalho e Emprego, será resgatado dessa situação e terá direito à percepção de 3 parcelas de seguro-desemprego no valor de 1 salário mínimo cada. O 1º do artigo 2º-C da Lei 7.998/90 determina que o trabalhador resgatado nos termos mencionados anteriormente será encaminhado, pelo MTE, para qualificação profissional e recolocação no mercado de trabalho, por meio do SINE Sistema Nacional de Emprego, na forma estabelecida pelo CODEFAT Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador. Já o 2º do artigo 2º-C da Lei 7.998/90 prevê que caberá ao CODEFAT, por proposta do MTE, estabelecer os procedimentos necessários ao recebimento do seguro-desemprego, observados os respectivos limites de comprometimento dos recursos do FAT, ficando vedado ao mesmo trabalhador o recebimento do benefício, em circunstâncias similares, nos 12 meses seguintes à percepção da última parcela. 3º O coordenador do grupo/equipe especial notificará o empregador para que providencie a imediata paralisação das atividades; a regularização dos contratos; a anotação nas Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS); as rescisões contratuais; o pagamento dos créditos trabalhistas; o recolhimento do FGTS; bem como para que tome as providências para o retorno dos trabalhadores aos locais de origem. 4º Caberá ao coordenador, devidamente credenciado, o correto preenchimento, sob pena de responsabilidade, dos Requerimentos do Seguro-Desemprego do Trabalhador Resgatado, entregando a via própria ao interessado e outra à chefia imediata juntamente com o relatório a ser encaminhado à SIT. Art. 22 No prazo de cinco (5) dias úteis após o encerramento da ação fiscal, o coordenador de grupo e/ou equipe deverá elaborar relatório na forma dos manuais e orientações da SIT e encaminhá-lo à chefia da fiscalização, que o encaminhará à SIT no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis a contar da data de seu recebimento. INFORMATIVO DINÂMICO 250

12 COAD FASCÍCULO 21/2009 TRABALHO DO RECRUTAMENTO DE TRABALHADORES Art. 23 Para o transporte de trabalhadores recrutados para trabalhar em localidade diversa da sua origem é necessária a comunicação do fato às SRTE por intermédio da Certidão Declaratória de Transporte de Trabalhadores (CDTT). Parágrafo único O aliciamento e transporte de trabalhadores para localidade diversa de sua origem constitui, em tese, crime previsto no artigo 207 do Código Penal. Remissão COAD: Decreto-Lei 2.848/40 Código Penal (Portal COAD) Art. 207 Aliciar trabalhadores, com o fim de levá-los de uma para outra localidade do território nacional: Pena detenção de um a três anos, e multa. 1º Incorre na mesma pena quem recrutar trabalhadores fora da localidade de execução do trabalho, dentro do território nacional, mediante fraude ou cobrança de qualquer quantia do trabalhador, ou, ainda, não assegurar condições do seu retorno ao local de origem. 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço se a vítima é menor de dezoito anos, idosa, gestante, indígena ou portadora de deficiência física ou mental. Art. 24 A CDTT será preenchida em modelo próprio, conforme Anexo I, nela constando: I A identificação da razão social e o CNPJ da empresa contratante ou nome do empregador e seu CEI e CPF; II O endereço completo da sede do contratante e a indicação precisa do local de prestação dos serviços; III Os fins e a razão do transporte dos trabalhadores; IV O número total de trabalhadores recrutados; V As condições pactuadas de alojamento, alimentação e retorno à localidade de origem do trabalhador; VI O salário contratado; VII A data de embarque e o destino; VIII A identificação da empresa transportadora e dos condutores dos veículos; IX A assinatura do empregador ou seu preposto. 1º O empregador poderá optar por realizar os exames médicos admissionais na localidade onde será prestado o serviço, caso não haja serviço médico adequado no local da contratação, desde que tal providência ocorra antes do início da atividade laboral. 2º Na hipótese de o trabalhador não ser considerado apto para o trabalho, o empregador será responsável pelo custeio das despesas de transporte até o local de origem, bem como pelo pagamento das verbas salariais decorrentes do encerramento antecipado do contrato de trabalho. Art. 25 A CDTT deverá ser devidamente preenchida e entregue nas unidades descentralizadas do MTE Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego ou Gerências Regionais do Trabalho e Emprego da circunscrição dos trabalhadores recrutados, acompanhada de: I Cópia da inscrição no CNPJ ou CEI e CPF do empregador; II Procuração original ou cópia autenticada, concedendo poderes ao procurador para recrutar, contratar trabalhadores e proceder ao encaminhamento da CDTT junto à SRTE; III Cópia do contrato social do empregador, quando se tratar de pessoa jurídica; IV Cópias do documento de identidade do procurador e das habilitações dos condutores dos veículos; V Cópias dos contratos individuais de trabalho, VI Cópia do certificado de registro para fretamento da empresa transportadora, emitido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT); VII Relação nominal dos trabalhadores recrutados, com os números da CTPS e do PIS. Parágrafo único A CDTT poderá, excepcionalmente, ser protocolada fora das dependências da unidade do MTE, desde que em local definido pela chefia da fiscalização e por servidor especialmente designado para esse fim. Art. 26 Estando a documentação completa, a SRTE receberá uma via da CDTT, devolvendo outra via ao empregador, devidamente protocolada. 1º A SRTE formará processo a partir do recebimento da documentação, conferindo a regularidade do CNPJ na página da Secretaria da Receita Federal, encaminhando-o à SRTE da circunscrição onde ocorrerá a prestação dos serviços para que a situação seja analisada e ocorra, quando necessário, o devido acompanhamento in loco das condições de trabalho. 2º A guarda da CDTT, documento de valor primário, deverá ser feita em arquivos intermediários por pelo menos um ano. 3º A SRTE de origem dos trabalhadores enviará cópia da CDTT ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais, acompanhada da relação nominal dos trabalhadores recrutados, e a entidade, se assim entender, dará ciência ao sindicato da localidade de destino. 4º A SRTE encaminhará trimestralmente à SIT dados estatísticos referentes ao número de CDTT recebidas, atividades econômicas dos empregadores, número de trabalhadores transportados, municípios de recrutamento e destino dos trabalhadores. Art. 27 O empregador, ou seu preposto, deverá, durante a viagem, manter no veículo de transporte dos trabalhadores a cópia da CDTT e, posteriormente, no local da prestação de serviços à disposição da fiscalização, juntamente com a cópia da relação nominal dos trabalhadores recrutados. 1º Identificado o transporte de trabalhadores sem a CDTT, o auditor fiscal do trabalho comunicará o fato imediatamente à Polícia Rodoviária Federal, diretamente ou através de sua chefia imediata, ao tempo em que adotará as medidas legais cabíveis e providenciará relatório contendo a identificação do empregador, dos trabalhadores e demais dados relativos aos fatos apurados. 2º A Chefia da fiscalização encaminhará o relatório ao Ministério Público Federal para as providências aplicáveis ao aliciamento e transporte irregular de trabalhadores. DA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS Art. 28 A SRTE deverá promover, no mínimo, uma reunião semestral com os coordenadores dos grupos e/ou equipes para avaliação dos resultados quantitativos e qualitativos das ações e eventual alteração das estratégias e processos de trabalho. Art. 29 Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogada a Instrução Normativa nº 65, de 19 de julho de 2006, publicada na Seção I do Diário Oficial da União, de 21 de julho (Ruth Beatriz Vasconcelos Vilela) INFORMATIVO DINÂMICO 249

13 COAD FASCÍCULO 21/2009 TRABALHO ANEXO I CERTIDÃO DECLARATÓRIA DE TRANSPORTE DE TRABALHADORES (CDTT) Aos dias do mês de do ano de, (identificação do empregador), com o objetivo de atender ao disposto na Instrução Normativa SIT/MTE Nº /2009, declara junto ao Superintendente/Gerente Regional do Trabalho e Emprego no Estado de as informações a seguir. A declarante, denominada (razão social), CNPJ/CEI Nº, estabelecida no endereço, cidade de, Estado de, representada por meio de procuração pelo Senhor (a), RG Nº, CPF Nº, irá transportar, no período de (data prevista para o início do transporte) a (data prevista para o término do transporte) (número dos trabalhadores a serem transportados) trabalhadores, relacionados em anexo, da cidade de, município de, Estado de, para o município de, Estado de, para prestarem serviço no local (identificação do local da prestação do serviço), na atividade de (identificação da atividade a ser desenvolvida), com a percepção de salário no valor de R$, com direito a alojamentos na forma prevista na Norma Regulamentadora nº 31, aprovada pela Portaria MTE nº 86, de O transporte dos trabalhadores será realizado por meio do(s) veículo(s) de placa(s), conduzido(s) pelo(s) motorista(s), portador(es) da CNH Nº, da empresa, CNPJ Nº, Certificado de Registro de Fretamento CRF Nº /ANTT, com vencimento em. O retorno ao local de origem após o término do contrato será garantido na forma (descrição do tipo de transporte). E, eu, declaro, sob as penas da lei, a veracidade das informações aqui prestadas. Assinatura A Certidão Liberatória deverá ser entregue em qualquer representação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego da circunscrição do recrutamento, acompanhada dos documentos relacionados no artigo 25 da Instrução Normativa acima citada. PORTARIA 802 MTE, DE (DO-U DE ) CERTE CADASTRO ELETRÔNICO DE ENTIDADES REQUERENTES DE AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHO DE ESTRANGEIROS Criação MTE cria Cadastro Eletrônico de Entidades Requerentes de Autorização para Trabalho de Estrangeiros Neste Ato podemos destacar: Cadastro Eletrônico tem a finalidade de simplificar a apresentação de documentos pelas entidades com grande demanda anual de pedidos de autorização de trabalho de estrangeiros; Entidades que, até , contabilizaram mais de 100 solicitações tramitadas na Coordenação-Geral de Imigração podem se cadastrar no CERTE; Os documentos apresentados pelas entidades requerentes para inserção no CERTE comporão processo específico que permanecerá em arquivo próprio da CGIg. O cadastramento no CERTE é opcional, podendo a entidade requerente de autorização de trabalho a estrangeiros, cadastrada ou não, continuar a valer-se do sistema normal de tramitação de autorizações de trabalho a estrangeiros no Brasil, mediante requerimento apresentado em formulário. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no 6º do artigo 1º da Resolução Normativa nº 74, de 9 de fevereiro de 2007, do Conselho Nacional de Imigração, RESOLVE: Art. 1º Estabelecer o Cadastro Eletrônico de Entidades Requerentes de Autorização para Trabalho de Estrangeiros (CERTE) no Brasil, junto à Coordenação-Geral de Imigração (CGIg), com a finalidade de criar procedimento simplificado para apresentação de documentos pelas entidades com grande demanda anual de pedidos. 1º Poderão se cadastrar no CERTE entidades que, até 31 de dezembro de 2008, contabilizem mais de cem solicitações tramitadas na CGIg. 2º A CGIg fica autorizada a permitir o cadastro no CERTE de entidades não contempladas no parágrafo anterior, mas que venham a apresentar grande demanda de pedidos. Art. 2º As entidades requerentes de autorização de trabalho a estrangeiros poderão inserir no CERTE os seguintes documentos: INFORMATIVO DINÂMICO 248

14 COAD FASCÍCULO 21/2009 TRABALHO I ato legal que rege a pessoa jurídica (contrato ou estatuto social consolidados e suas alterações) devidamente registrado em Junta Comercial ou em Cartório de Registro Civil, ou cópia, com todas as folhas devidamente autenticadas (artigo 1º, inciso I, alínea a da RN nº 74/2007); Esclarecimento COAD: A Resolução Normativa 74 CNI, de (Fascículo 07/2007 e Portal COAD), que disciplinou as normas para autorização de trabalho a estrangeiros, estabeleceu que a pessoa jurídica interessada na chamada de mão-de-obra estrangeira, em caráter permanente ou temporário, deverá solicitar autorização de trabalho junto à Coordenação-Geral de Imigração do Ministério do Trabalho e Emprego, mediante a apresentação de requerimento, denominado Formulário de Requerimento de Autorização de Trabalho, assinado e encaminhado por seu representante legal, ou procurador. II ato de eleição ou de nomeação do representante legal da entidade requerente, devidamente registrado em Junta Comercial ou em Cartório de Registro Civil, ou na Imprensa Oficial, no caso de Instituição Pública (artigo 1º, inciso I, alínea c da RN nº 74/2007); III cópia do Cartão do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) (artigo 1º, inciso I, alínea d da RN nº 74/2007); IV procuração por instrumento público ou, se particular, com firma reconhecida, quando o requerente se fizer representar por procurador, ou cópia, devidamente autenticada (artigo 1º, inciso I, alínea e da RN nº 74/2007); V cópia autenticada do contrato, acordo ou convênio, cujo objeto seja a prestação de serviços de assistência técnica (artigo 2º, inciso VIII da RN nº 61/2004); Esclarecimento COAD: A Resolução Normativa 61 CNI, de (Informativo 52/2004), dispôs sobre a concessão de autorização de trabalho e de visto a estrangeiro sob contrato de transferência de tecnologia e/ou de prestação de serviço de assistência técnica, de acordo de cooperação ou convênio, sem vínculo empregatício ou em situação de emergência. VI comprovante de competência legal do representante da empresa estrangeira que firmou o contrato, acordo ou convênio, mediante apresentação do ato que lhe conferiu este poder, segundo a legislação do país de origem (artigo 2º, 3º da RN nº 61/2004); VII cópia do contrato de afretamento celebrado com empresa brasileira ou do contrato de prestação de serviços, ou do contrato de risco, celebrado com empresa brasileira, ou da Portaria de Concessão editada pela Agência Nacional do Petróleo (artigo 4º, inciso I da RN nº 72/2006); Esclarecimento COAD: A Resolução Normativa 72 CNI, de (Informativo 42/2006), disciplinou a chamada de profissionais estrangeiros para trabalho a bordo de embarcação ou plataforma estrangeira que opere ou venha operar em águas jurisdicionais brasileiras. VIII relação com o nome de todas as embarcações e plataformas afretadas ou contratadas pela empresa requerente, informando a quantidade de brasileiros e estrangeiros em cada uma delas (artigo 4º, inciso II da RN nº 72/2006); IX convenção ou acordo coletivo de trabalho entre a empresa arrendatária ou entidade sindical da categoria econômica respectiva e a organização sindical brasileira representativa dos tripulantes (artigo 2º, 1º, inciso III da RN nº 81/2008); Esclarecimento COAD: A Resolução Normativa 81 CNI, de (Fascículo 43/2008), estabeleceu normas para a concessão de autorização de trabalho para obtenção de visto temporário a tripulante de embarcação de pesca estrangeira arrendada por empresa brasileira. X Programa de Transferência de Tecnologia e Qualificação Profissional dos brasileiros contratados (artigo 2º, 1º, inciso V da RN nº 81/2008); e XI outros documentos autorizados pela CGIg. 1º Poderão ainda ser inseridos no CERTE os seguintes documentos, desde que se refiram a compromissos anuais de responsabilidade firmados em relação a todos os estrangeiros solicitados a trabalhar no Brasil pela entidade no período: I Termo de Responsabilidade no qual a requerente assume toda despesa médica e hospitalar dos estrangeiros chamados e seus dependentes durante sua permanência (artigo 1º, inciso I, alínea f da RN nº 74/2007); e II Compromisso de Repatriação dos estrangeiros chamados, bem como de seus dependentes, ao final de sua estada (artigo 1º, inciso I, alínea g da RN nº 74/2007). 2º Os documentos inseridos no CERTE permanecerão válidos, para fins de solicitações de autorização de trabalho à CGIg, enquanto vigentes e pelo prazo máximo de seis meses da data de inserção, findo os quais será necessário renovar o cadastro. Art. 3º Para serem cadastradas no CERTE, as entidades requerentes de autorização de trabalho a estrangeiros deverão: I solicitar à CGIg a sua inserção no CERTE; II apresentar os documentos previstos nos incisos I a III do artigo 2º desta Portaria; e III caso necessário, apresentar outros documentos previstos no artigo 2º desta Portaria. Art. 4º Os documentos apresentados pelas entidades requerentes para inserção no CERTE comporão processo específico que permanecerá em arquivo próprio da CGIg. Art. 5º A CGIg providenciará o cadastramento da entidade interessada, bem como a digitalização, conforme padrão estabelecido no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), dos documentos a serem inseridos no CERTE. Art. 6º A CGIg fica autorizada a utilizar os documentos digitalizados inseridos no CERTE quando da análise de processos referentes a pedidos de autorização de trabalho a estrangeiros apresentados por entidade cadastrada, dispensando-se a juntada destes documentos em tais processos. Parágrafo único Em cada processo referente a pedido de autorização de trabalho a estrangeiro analisado, a CGIg deverá apenas registrar no mesmo o número do processo específico da entidade requerente, no qual os documentos estão fisicamente arquivados na CGIg. Art. 7º O cadastramento no CERTE é opcional, podendo a entidade requerente de autorização de trabalho a estrangeiros, cadastrada ou não, continuar a valer-se do sistema normal de tramitação de autorizações de trabalho a estrangeiros no Brasil. Art. 8º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (Carlos Lupi) INFORMATIVO DINÂMICO 247

15 COAD FASCÍCULO 21/2009 OUTROS ASSUNTOS FEDERAIS OUTROS ASSUNTOS FEDERAIS PORTARIA 810 PGFN, DE (DO-U DE ) CADIN CADASTRO INFORMATIVO Normas PGFN estabelece normas para inclusão, reativação, suspensão e exclusão de devedores no CADIN As pessoas físicas e jurídicas que sejam responsáveis por obrigações pecuniárias vencidas e não pagas, para com órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta, cujas dívidas sejam de valor consolidado superior a R$ 1.000,00, serão incluídas no CADIN Cadastro Informativo de créditos não quitados do setor público federal. Ocorrerá a suspensão do registro no referido Cadastro, dentre outros, nos casos de ajuizamento de ação objetivando discutir a exigibilidade do crédito, desde que em juízo haja garantia idônea e suficiente, na forma da lei. Na hipótese de decisão judicial favorável à Procuradoria da Fazenda Nacional, em ação que tenha motivado a suspensão do sujeito passivo no CADIN, o registro neste Cadastro será reativado. Comprovada a regularização de todos os débitos do devedor ou do co-responsável, será efetuada a exclusão no CADIN. O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto na Lei nº , de 19 de julho de 2002, RESOLVE: Art. 1º Compete às unidades locais da Procuradoria da Fazenda Nacional, responsáveis pela inscrição e cobrança dos créditos tributários e não-tributários, vencidos e não pagos, a inclusão, reativação, suspensão e exclusão dos devedores no Cadastro Informativo dos créditos não quitados de órgãos e entidades federais (CADIN). 1º Nos casos de impossibilidade de acesso ao Sistema de Informações do Banco Central do Brasil (SISBACEN) pela unidade local, a unidade estadual da Procuradoria da Fazenda Nacional correspondente poderá adotar as providências indicadas no caput deste artigo. 2º A alteração efetuada por servidor deverá ser precedida de despacho firmado por Procurador da Fazenda Nacional. Art. 2º É vedada a inscrição de pessoas físicas ou jurídicas no CADIN em razão de dívidas cujo valor consolidado seja igual ou inferior a R$ 1.000,00 (um mil reais). 1º Nos casos de retificação do débito de pessoas físicas e jurídicas para valor igual ou inferior ao mencionado no caput deste artigo, deverá ser realizada sua exclusão do CADIN. 2º O disposto no 1º deste artigo não se aplica aos casos de pagamento parcial do débito. Art. 3º Para fins de inclusão no CADIN, o devedor e o co-responsável deverão ser previamente comunicados, pela unidade local da Procuradoria da Fazenda Nacional, por via postal, no endereço constante de seu cadastro junto à Secretaria da Receita Federal do Brasil, nos termos da Lei nº , de 19 de julho de º Considera-se recebida a comunicação de que trata o caput 15 (quinze) dias após a data de sua expedição. 2º A inclusão no CADIN far-se-á 75 (setenta e cinco) dias após a comunicação ao devedor ou co-responsável acerca da existência de dívida passível de inscrição naquele cadastro, fornecendo-se todas as informações pertinentes ao débito. 3º O co-responsável somente será inscrito no CADIN nos casos em que seu nome constar da Certidão de Dívida Ativa da União. Parágrafo único Nos casos de dívidas previdenciárias, a inscrição do devedor e co-responsável, constantes na Certidão de Dívida Ativa da União, deverá ser precedida da atualização das informações registradas do Aplicativo Dívida Previdenciária. Art. 4º Será suspenso o registro no CADIN, no prazo de 5 (cinco) dias úteis, contado da comprovação: I do ajuizamento de ação objetivando discutir a exigibilidade do crédito, desde que em juízo haja garantia idônea e suficiente, na forma da lei; II da suspensão da exigibilidade do crédito por: a) moratória; b) depósito do seu montante integral; c) concessão de medida liminar em mandado de segurança; d) concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial; e) parcelamento. Parágrafo único Na impossibilidade de a suspensão ser efetuada no prazo indicado no caput, a unidade da PGFN deverá fornecer certidão de regularidade fiscal, caso não haja outros débitos pendentes de regularização. Art. 5º O registro no CADIN será reativado nos casos de: I decisão judicial favorável à Procuradoria da Fazenda Nacional, em ação que tenha motivado a suspensão do sujeito passivo no CADIN, desde que não haja regularização que motive a exclusão; II rescisão do parcelamento; III verificação da insuficiência, ainda que superveniente, da garantia do crédito. Art. 6º A unidade local da Procuradoria da Fazenda Nacional disponibilizará, às pessoas físicas e jurídicas incluídas no CADIN, o acesso às informações a elas referentes, ou autorizará sua obtenção por intermédio de qualquer outro órgão ou entidade integrante do CADIN, ficando obrigada a manter, sob sua responsabilidade, cadastro contendo informações detalhadas sobre as operações ou situações que nele tenha registrado. Art. 7º A exclusão no CADIN deverá ser efetuada pela unidade da PGFN responsável pelo registro, o prazo de cinco dias úteis, contado da comprovação da regularização de todos os débitos do devedor ou do co-responsável. Parágrafo único Na impossibilidade de a exclusão ser efetuada no prazo indicado no caput, a unidade da PGFN deverá fornecer certidão de regularidade fiscal, caso não haja outros débitos pendentes de regularização. Art. 8º A inexistência de registro no CADIN não implica o reconhecimento de regularidade de situação fiscal, nem elide a apresentação de documentos exigidos em lei, decreto ou demais atos normativos. Art. 9º Fica sujeito às penalidades cominadas pela Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, o servidor que: INFORMATIVO DINÂMICO 246

16 COAD FASCÍCULO 21/2009 OUTROS ASSUNTOS FEDERAIS/FGTS/PIS-PASEP I incluir devedor e co-responsável no CADIN em desconformidade com o disposto nos artigos 1º e 2º; II incluir devedor e co-responsável no CADIN sem a necessária expedição da comunicação prevista no artigo 3º; III deixar de suspender devedor e co-responsável no CADIN, nas condições e prazo de que trata o artigo 4º; IV deixar de excluir devedor e co-responsável no CADIN, nas condições e prazo de que trata o artigo 7º; Art. 10 O disposto no parágrafo único do artigo 740 da Instrução Normativa MPS/SRP nº 3, de 14 de julho de 2005, não se aplica aos casos disciplinados nesta Portaria. Esclarecimento COAD: O parágrafo único do artigo 740 da Instrução Normativa 3 SRP, de (Portal COAD), dispõe que a Coordenação-Geral de Matéria Tributária da PGF poderá, excepcionalmente nos casos em que entender conveniente ou diante da impossibilidade temporária das Procuradorias locais, efetuar a inclusão, suspensão e exclusão dos devedores no CADIN. Art. 11 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (Luis Inácio Lucena Adams) Nota COAD: As Leis 8.112, de e , de , citadas no Ato ora transcrito, poderão ser consultadas no Portal COAD. FGTS CIRCULAR 474 CAIXA, DE (DO-U DE ) RETIFICAÇÃO DE DADOS CADASTRAIS Preenchimento CAIXA disponibiliza no seu site Versão 1.02 do Manual de Orientações ao Empregador para retificação, transferência e devolução do FGTS O referido Manual define normas e procedimentos para Retificação de Dados, Transferência de Contas Vinculadas e Devolução de Valores Recolhidos a Maior junto ao FGTS. A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CAIXA), na qualidade de Agente Operador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 7º, inciso II, da Lei nº 8.036/90, de , e de acordo com o Regulamento Consolidado do FGTS, aprovado pelo Decreto nº /90, de alterado pelo Decreto nº 1.522/95, de , em consonância com a Lei nº 9.012/95, de , baixa a presente Circular. 1. Passa a vigorar a versão 1.02 do Manual de Orientações Retificação de Dados, Transferência de Contas Vinculadas e Devolução de Valores Recolhidos a Maior, instituído pela Circular CAIXA 462/2009. Esclarecimento COAD: A Circular 462 CAIXA, de (Fascículo 05/2009 e Portal COAD), disponibilizou no site da CAIXA a Versão 1.01 do Manual de Orientações ao Empregador para retificação, transferência e devolução do FGTS O referido Manual define normas e procedimentos relativos às operações do FGTS, servindo como instrumento normativo, cabendo ao empregador observar as disposições contidas no mesmo. 2. A versão de que trata esta Circular está disponível no sítio da CAIXA, opção download FGTS. 3. Esta Circular CAIXA entra em vigor na data de sua publicação. (W. Moreira Franco Vice-Presidente) NOTA COAD: A Circular 474 CAIXA/2009, com a Versão 1.02 do Manual de Orientações ao Empregador para retificação, transferência e devolução do FGTS, pode ser obtida no Portal COAD LEGISLAÇÃO Atos para Download FGTS. PIS/PASEP INSTRUÇÃO NORMATIVA 939 RFB, DE (DO-U DE ) DACON Aprovação do Programa Gerador Aprovada versão 2.0 do programa gerador do DACON Mensal Semestral O referido Ato aprovou o programa gerador e as instruções para preenchimento do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais Mensal-Semestral, versão 2.0 (Dacon Mensal-Semestral 2.0). O programa está disponível no site da RFB Secretaria da Receita Federal do Brasil na internet, no endereço: fazenda.gov.br. A versão 2.0 do programa gerador destina-se ao preenchimento de Dacon Mensal ou de Dacon Semestral, original ou retificador, relativo a fatos geradores ocorridos a partir de , inclusive em situações de extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial. A apresentação de Dacon Mensal ou Semestral, original ou retificador, relativo a fatos geradores ocorridos até , deverá ser efetuada com a utilização das versões anteriores do programa gerador, conforme o caso. INFORMATIVO DINÂMICO 245

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