LEI COMPLEMENTAR Nº 478, de 26 de setembro de 2002.

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1 LEI COMPLEMENTAR Nº 478, de 26 de setembro de Dispõe sobre o Departamento Municipal de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Porto Alegre, disciplina o Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores do Município de Porto Alegre e dá outras providências. Complementar: O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei TÍTULO I DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Departamento Municipal de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Porto Alegre PREVIMPA, entidade autárquica, com sede e foro na Cidade de Porto Alegre, dotado de personalidade jurídica de direito público, é o ente responsável pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Porto Alegre RPPS. Art. 2º O PREVIMPA terá autonomia administrativa, financeira e contábil, personalidade jurídica própria e funcionará de acordo com a legislação específica. Art. 3º O PREVIMPA terá quadro de pessoal próprio, regido pelo Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Porto Alegre, com Plano de Carreira a ser definido em lei, utilizando como referência a Lei nº 6.309, de 28 de dezembro de 1988, e suas alterações.

2 CAPÍTULO II DO PATRIMÔNIO E DA RECEITA Art. 4º Constituem o patrimônio do PREVIMPA os bens e direitos de sua propriedade e os que lhe forem conferidos ou os que venha a adquirir ou incorporar, inclusive bens imóveis que venha a adquirir por doação vinculada à execução dos serviços de previdência social. Art. 5º Constituem receitas do PREVIMPA: I contribuição previdenciária do servidor ativo; II contribuição previdenciária do Município; III doações, subvenções e legados; IV receitas decorrentes de aplicações financeiras e investimentos patrimoniais; V valores recebidos a título de compensação financeira de regimes previdenciários, em razão do 9º do art. 201 da Constituição Federal; VI recursos orçamentários destinados pelo Município provenientes da Administração Centralizada, Autárquica, Fundacional e da Câmara Municipal, inclusive os recursos para cobertura de eventuais diferenças para o custeio das atuais aposentadorias e pensões, bem como os recursos destinados ao custeio das aposentadorias e pensões dos servidores ativos, e seus dependentes, que ingressaram anteriormente a 10 de setembro de 2001; VII outros recursos. 1º Constituem receitas do PREVIMPA as contribuições previdenciárias previstas nos incisos I e II, incidentes sobre os valores pagos ao segurado pelo seu vínculo funcional com o Município, em razão de decisão judicial ou administrativa. 2º Os recursos de que trata este artigo somente poderão ser utilizados para pagamento de benefícios previdenciários do RPPS e da taxa de administração destinada à manutenção deste regime e para aplicações financeiras, observado o disposto no 4º deste artigo.

3 3º O valor total anual da taxa de administração será de 2% (dois por cento) do valor da remuneração, proventos e subsídios pagos aos servidores no ano anterior, a ser repassada em parcelas mensais ao PREVIMPA. 3º A taxa de administração prevista no 2 dest e artigo será de 2% (dois por cento) do valor total da remuneração, subsídios, proventos e pensões dos segurados vinculados ao RPPS, relativamente ao exercício financeiro anterior, a ser deduzida, por seu duodécimo, da receita mensal oriunda das contribuições previdenciárias. (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de ). 4º As aplicações financeiras dos recursos mencionados neste artigo atenderão às resoluções do Conselho Monetário Nacional, sendo vedada a aplicação em títulos públicos, exceto em títulos públicos federais, bem como a utilização de recursos, bens, direitos e ativos para empréstimos de qualquer natureza, inclusive à União, aos Estados, ao Distrito Federal e Municípios, a entidades da Administração Indireta e aos respectivos beneficiários do RPPS. 5º Os valores referidos no inciso V deste artigo constituem reserva técnica garantidora do pagamento de benefícios previdenciários aos beneficiários do RPPS sob regime financeiro de repartição simples. 6 O valor mensal da taxa de administração, apura do em relação aos segurados e beneficiários vinculados ao regime financeiro de repartição simples, que exceda o custeio das despesas de manutenção do RPPS poderá ser utilizado para pagamento dos benefícios vinculados àquele regime financeiro, a partir do mês seguinte a que se refere. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/ 2 009). 7º Os recursos do sistema de capitalização não poderão ser utilizados para cobertura de déficit, de qualquer natureza, do sistema de repartição simples. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/20 09).

4 CAPÍTULO III DA ESTRUTURA BÁSICA Art. 6º A estrutura básica do PREVIMPA é constituída por: I Conselho de Administração; II Conselho Fiscal; III Diretoria Executiva. Art. 7º O Conselho de Administração, órgão superior de deliberação colegiada da entidade, constituir-se-á de 20 (vinte) membros titulares e respectivos suplentes, todos detentores de cargos de provimento efetivo e estáveis, ou neles aposentados, com a seguinte composição: I 10 (dez) membros, representantes do Poder Público Municipal, sendo 03 (três) indicados pelo Poder Legislativo e 07 (sete) indicados por titulares de órgãos do Poder Executivo, todos designados pelo Prefeito Municipal; I 10 (dez) membros representantes do Poder Público Municipal, sendo 01 (um) indicado pelo Poder Legislativo e 09 (nove) indicados por titulares de órgãos do Poder Executivo, todos designados pelo Prefeito Municipal; (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). II 10 (dez) membros, representantes dos servidores municipais, integrantes de chapa eleita em sufrágio universal pelos servidores municipais detentores de cargo de provimento efetivo ou neles aposentados, sendo 09 (nove) membros oriundos do Poder Executivo e 01 (um) membro oriundo do Poder Legislativo. II 09 (nove) membros representantes dos servidores municipais pertencentes ao Poder Executivo, integrantes de chapa eleita pelos servidores da Prefeitura e detentores de cargos de provimento efetivo ou nele aposentados; e (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/10/ 2009). III 1 (um) membro representante dos servidores municipais pertencentes ao Poder Legislativo, integrante de chapa eleita pelos servidores da Câmara Municipal de Porto Alegre e detentor de cargo de provimento efetivo ou nele aposentado. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/ 2009). Parágrafo único. Os membros do Conselho de Administração aposentados representam o Poder ao qual o seu cargo de provimento efetivo estava vinculado.

5 Art. 8º. Compete ao Conselho de Administração: I normatizar diretrizes gerais do RPPS; II apreciar e aprovar a proposta orçamentária do PREVIMPA; III apreciar e aprovar a política de investimentos; IV acompanhar e avaliar a gestão operacional, econômica e financeira dos recursos do PREVIMPA; V examinar e emitir parecer sobre propostas de alteração da política previdenciária do Município; VI autorizar a alienação de bens imóveis ou o gravame daqueles integrantes do patrimônio do PREVIMPA; VII aprovar a contratação de agentes financeiros, bem como a celebração de contratos, convênios e ajustes pelo PREVIMPA; VIII deliberar sobre a aceitação de doações, cessão de direitos e legados, quando onerados por encargos; IX adotar as providências cabíveis para a correção de atos e fatos decorrentes de gestão que prejudiquem o desempenho e o cumprimento das finalidades do PREVIMPA; X acompanhar e fiscalizar a aplicação da legislação pertinente ao RPPS; XI apreciar a prestação de contas anual a ser remetida ao Tribunal de Contas do Estado; XII apreciar o Demonstrativo de Resultado da Avaliação Atuarial DRAA, a ser enviado, anualmente, ao Ministério de Previdência e Assistência Social; XIII solicitar a elaboração de estudos e pareceres técnicos relativos a aspectos atuariais, jurídicos, financeiros e organizacionais pertinentes ao PREVIMPA; XIV deliberar sobre os casos omissos no âmbito das regras aplicáveis ao RPPS; XV elaborar e aprovar seu regimento interno; XVI escolher, dentre os servidores detentores de cargo de provimento efetivo estáveis ou inativos do Município, os Diretores Administrativo-Financeiro e Previdenciário do PREVIMPA, respeitada a formação profissional compatível. (Revogado pela Lei Complementar n 631, de 01/10/ 2009). 1 O Conselho de Administração poderá sugerir a exoneração dos detentores dos cargos de Diretor Administrativo-Financeiro e de Diretor Previdenciário,

6 desde que devidamente motivada e que a deliberação se dê por, no mínimo, ¾ (três quartos) do total de membros desse Conselho. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/ 2009). 2 Os ocupantes do Cargo de Diretor Administrati vo-financeiro e de Diretor Previdenciário poderão ser exonerados a qualquer tempo, a pedido do Prefeito Municipal, devendo ser enviadas ao Conselho de Administração as motivações do Executivo Municipal. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/20 09). Art. 9º O Conselho Fiscal constituir-se-á de 08 (oito) membros titulares e respectivos suplentes, todos detentores de cargos de provimento efetivo e estáveis, ou neles aposentados, composto da seguinte forma: I 04 (quatro) membros, indicados pelos titulares de órgãos ou Poder, e designados pelo Prefeito, sendo: a) 01 (um) representante da Secretaria Municipal da Fazenda; b) 01 (um) representante do Gabinete de Planejamento; c) 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Administração; d) 01 (um) representante da Câmara Municipal de Porto Alegre. II 04 (quatro) membros integrantes de chapa eleita em sufrágio universal pelos servidores municipais detentores de cargo efetivo e pelos aposentados, sendo 03 (três) membros oriundos do Poder Executivo e 01 (um) membro oriundo do Poder Legislativo. II 03 (três) membros, representantes dos servidores municipais pertencentes ao Poder Executivo, integrantes de chapa eleita pelos servidores da Prefeitura e detentores de cargo de provimento efetivo ou nele aposentados; e (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/10/ 2009). III 1 (um) membro representante dos servidores municipais pertencentes ao Poder Legislativo, integrante de chapa eleita pelos servidores da Câmara Municipal de Porto Alegre e detentor de cargo de provimento efetivo ou nele aposentado. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). Parágrafo único. Os membros do Conselho Fiscal aposentados representam o Poder ao qual o seu cargo de provimento efetivo estava vinculado.

7 Art. 10. Ao Conselho Fiscal compete: I emitir pareceres sobre demonstrações contábeis e financeiras; II comunicar ao Conselho de Administração os fatos relevantes apurados; III emitir parecer sobre repercussão orçamentária advinda de convênios, acordos, contratos, operações de crédito e demais assuntos solicitados; IV elaborar e aprovar seu regimento interno. Art. 11. Apenas será admitida a candidatura de chapas à eleição dos Conselhos de Administração e Fiscal que comprovem, em relação a cada um de seus integrantes, a satisfação dos seguintes requisitos: I experiência no exercício de atividades nas áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização ou de auditoria; II inexistência de condenação judicial transitada em julgado pela prática de crimes contra o patrimônio, contra a paz pública, contra a fé pública, contra a Administração Pública e contra a ordem tributária; III inexistência de pena disciplinar de suspensão nos últimos 05 (cinco) anos anteriores à data do encerramento das inscrições das respectivas chapas. Parágrafo único. Os requisitos estabelecidos neste artigo deverão ser satisfeitos também pelos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal indicados pelo Prefeito. Art. 12. O mandato dos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal será de 02 (dois) anos, sendo vedado mais de 02 (dois) mandatos consecutivos. Parágrafo único. Perderão o mandato os membros dos Conselhos de Administração e Fiscal que sofrerem condenação judicial transitada em julgado pela prática de crime arrolado no inciso II do artigo anterior e, pelas mesmas razões, perderão os respectivos cargos o Diretor-Geral e os Diretores Administrativo-Financeiro e Previdenciário. 1 Independentemente do prazo de duração fixado n o caput deste artigo, o mandato dos membros representantes do Poder Público Municipal extinguir-se-á por ocasião da indicação de novos representantes, que poderá ocorrer no prazo de até 60

8 (sessenta) dias, contatos do término do mandato, respectivamente, do Chefe do Executivo Municipal ou da Mesa da Câmara Municipal de Porto Alegre. (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/10/ 2009). 2 Na hipótese de que trata o 1 deste artigo, o s novos indicados pelo Poder Público serão designados para mandato de 2 (dois) anos, observada a vedação contida no caput deste artigo. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/20 09). 3 Perderão o mandato os membros dos Conselhos de Administração e Fiscal que sofrerem condenação judicial transitada em julgado pela prática de crime arrolado no inc. II do art. 11 desta Lei Complementar, e, pelas mesmas razões, perderão os respectivos cargos o Diretor-Geral e os Diretores Administrativo-Fincanceiro e Previdenciário. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/20 09). Art. 13. Aos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal será assegurado, a título de representação, o pagamento de jeton, na forma da legislação vigente. Art. 14. A Diretoria Executiva será constituída de: I Diretor-Geral; II Diretoria Administrativo-Financeira; III Diretoria Previdenciária. Art. 15. Compete ao PREVIMPA a organização das eleições dos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal, devendo ser constituída uma comissão eleitoral com a seguinte composição: Art. 15. Compete ao PREVIMPA a organização das eleições dos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal, devendo ser designada comissão eleitoral integrada por servidores efetivos estáveis do Município de Porto Alegre, sendo: (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). I 1 (um) representante do Conselho de Administração do PREVIMPA; II 1 (um) representante do Conselho Fiscal do PREVIMPA; III 02 (dois) representantes da Secretaria Municipal de Administração;

9 III 1 (um) representante da Secretaria Municipal de Administração - SMA; (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/1 0/2009). IV 1 (um) representante da Câmara Municipal de Porto Alegre. V 1 (um) representante do Departamento Municipal de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Porto Alegre PREVIMPA -; (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). VI 1 (um) representante da Câmara Municipal de Porto Alegre, indicado pelo Sindicâmara; e (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/20 09). VII 1 (um) representante do SIMPA. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). Parágrafo único. Na primeira eleição, a ser realizada no prazo de 90 (noventa) dias, contados da vigência desta Lei Complementar, competirá à Secretaria Municipal de Administração a respectiva organização, sendo assegurada a participação de 02 (dois) representantes das associações de funcionários legalmente constituídas e de 01 (um) representante da Câmara Municipal de Porto Alegre na comissão eleitoral. Parágrafo único. A posse dos conselheiros eleitos dar-se-á em até 15 (quinze) dias, a partir da publicação dos resultados do pleito, respeitando-se os prazos recursais, independentemente das indicações dos conselheiros por parte do Executivo e do Legislativo Municipal. (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/1 0/2009). Art. 15-A. As eleições de que trata o art. 15 desta Lei Complementar serão convocadas por edital, a ser publicado em, pelo menos, 2 (dois) jornais locais de grande circulação e no Diário Oficial de Porto Alegre, com antecedência mínima de 90 (noventa) dias da data fixada para o pleito. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/20 09). 1 As eleições de que trata o caput deste artig o somente serão validadas com a participação de, no mínimo, 30% (trinta por cento) dos segurados. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/20 09). 2 Em não sendo atingido o percentual de particip ação de que trata o 1 deste artigo,será repetido o processo eleitoral em, no máximo, 30 (trinta) dias, contados da data da divulgação dos resultados, onde será observado um percentual de

10 participação mínimo de 20% (vinte por cento) dos segurados. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). Art. 15-B. A eleição para os representantes dos servidores municipais pertencentes ao Poder Legislativo, de que tratam o inc. III do art. 7 e o inc. III do art. 9 desta Lei Complementar, será realizada no mesmo período da eleição dos representantes dos servidores do Poder Executivo e coordenada pela Comissão Eleitoral prevista no caput do art. 15 desta Lei Complementar. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). Art. 16. A Direção-Geral é o órgão executivo da Autarquia, exercido por um Diretor-Geral, de livre nomeação e exoneração pelo Prefeito Municipal. Parágrafo único. A escolha do Diretor-Geral dar-se-á dentre os servidores detentores de cargo de provimento efetivo estáveis ou inativos do Município. Art. 17. À Direção-Geral compete: I administrar o PREVIMPA; II praticar os atos referentes aos servidores do PREVIMPA e aos que estejam a sua disposição; III elaborar os planos de realizações, proposta orçamentária, prestação de contas e relatório anual, submetendo-os à apreciação dos Conselhos Fiscal e de Administração; IV representar, por seu titular, a Autarquia, judicial e extrajudicialmente; V executar as deliberações do Conselho de Administração; VI assinar contratos e convênios e ordenar despesas; VII praticar os atos pertinentes às atribuições que lhe forem delegadas; VIII praticar os atos pertinentes à averbação e expedição de certidão de tempo de contribuição relativamente aos servidores do Município; IX praticar os atos relativos à concessão, alteração e cessação dos benefícios previdenciários. Art. 18. A Diretoria Administrativo-Financeira é o órgão encarregado das atividades relativas ao registro e processamento do pagamento aos servidores do

11 PREVIMPA e aos aposentados e pensionistas do Município, contabilidade, lançamento, arrecadação, gerência e acompanhamento da aplicação dos recursos financeiros e administração dos bens patrimoniais da Autarquia. Art. 19. A Diretoria Previdenciária é o órgão responsável pela análise, concessão, alteração, cessação e manutenção dos benefícios previdenciários, averbação e expedição de certidão de tempo de contribuição, compensação financeira entre regimes previdenciários e manutenção do cadastro de dependentes dos servidores ativos e aposentados do Município. TÍTULO II DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 20. Os servidores escolhidos para o cargo de Diretor-Geral e para os cargos em comissão de Diretor Administrativo-Financeiro e Previdenciário serão previamente aprovados, após argüição pública, pela Câmara Municipal de Porto Alegre, através da Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e do MERCOSUL. Art. 21. O Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Porto Alegre tem por objetivo assegurar aos seus beneficiários meios de subsistência nos eventos de incapacidade, maternidade, idade avançada, tempo de serviço, encargos familiares, e prisão ou morte daqueles de quem dependiam economicamente. CAPÍTULO II DOS BENEFICIÁRIOS

12 Art. 22. São beneficiários do RPPS os segurados e seus dependentes. Seção I Dos Segurados Art. 23. São segurados do RPPS, inscritos automática e compulsoriamente: I os servidores ativos detentores de cargo de provimento efetivo da Administração Centralizada, Autárquica, Fundacional e da Câmara Municipal; II os servidores aposentados em cargos citados no inciso anterior. Parágrafo único. Na hipótese de acumulação remunerada, o servidor mencionado neste artigo será segurado obrigatório em relação a cada um dos cargos ocupados. hipóteses: Art. 24. A perda da condição de segurado do RPPS ocorrerá nas seguintes I falecimento; II exoneração; III demissão; IV cassação de aposentadoria; V cassação de disponibilidade. Seção II Dos Dependentes Art. 25. São dependentes dos segurados do RPPS: I - o cônjuge, a companheira, o companheiro e o filho não-emancipado de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido; II - os pais; III - o irmão não-emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido; IV VETADO.

13 1º VETADO. 2º A existência de dependentes indicados em qualquer dos incisos deste artigo exclui do direito às prestações os arrolados nos incisos subseqüentes. 3º O enteado e o menor tutelado equiparam-se aos filhos mediante declaração escrita do servidor e desde que comprovada a dependência econômica. 4º O menor sob tutela somente poderá ser equiparado aos filhos do segurado mediante apresentação do termo de tutela, desde que não possua bens suficientes para o próprio sustento e educação. 5º Considera-se companheira ou companheiro a pessoa que mantenha união estável com o segurado ou segurada. 6º Considera-se união estável aquela verificada entre o homem e a mulher como entidade familiar, quando forem solteiros, separados judicialmente ou de fato, divorciados ou viúvos, ou tenham prole em comum, enquanto não se separarem. 7º Considera-se também companheiro ou companheira, para fins de benefícios previdenciários, a pessoa do mesmo sexo do segurado que com ele mantém relacionamento estável, cujo vínculo será comprovado na forma disciplinada em regulamento. 8º A dependência econômica das pessoas indicadas no inciso I é presumida e a das demais deve ser comprovada. 9º A criança e o adolescente sob guarda judicial, na forma do art. 33 da Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990, equiparam-se aos filhos enquanto perdurar a guarda. 9 A criança e o adolescente sob guarda judicial equiparam-se aos filhos, enquanto perdurar a guarda. (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009).

14 Art. 25-A. Excetuam-se do disposto no 8º do art. 25 o filho ou equiparado inválido, com idade superior a 21 (vinte e um) anos na data do óbito do segurado, hipótese em que a qualificação como dependente, para fins de benefício previdenciário, dar-se-á tão-somente se comprovada a dependência econômica em relação ao segurado, observado, ainda, o contido no art. 65 desta Lei Complementar. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). Parágrafo único. Para efeitos deste artigo, considera-se inválida a pessoa impossibilitada, em razão de sua condição física ou mental, de prover o próprio sustento. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/20 09). Art. 26. A perda da qualidade de dependente decorre: I - para cônjuge, pela separação judicial ou de fato ou pelo divórcio, enquanto não lhe for assegurada a prestação de alimentos, pela anulação do casamento, pelo óbito ou por sentença judicial transitada em julgado; II - para a companheira ou companheiro, pela cessação do relacionamento ou da união estável com o segurado ou segurada, enquanto não lhe for garantida a prestação de alimentos; III - para o filho e o irmão, de qualquer condição, ao completarem 21 (vinte e um) anos de idade ou pela emancipação, salvo se inválidos; IV - para os dependentes em geral: a) pela cessação da invalidez; b) pelo falecimento. Parágrafo único. A emancipação de filho ou irmão inválidos ou menores de vinte e um anos, decorrente de colação de grau em ensino superior, não elimina a condição de dependente para fins previdenciários. Art. 27. Incumbe ao segurado a inscrição de seus dependentes junto ao PREVIMPA, qualificando-os para fins de benefícios previdenciários, na forma disciplinada em regulamento. 1º O fato superveniente que importe inclusão ou exclusão de dependente deve ser comunicado ao PREVIMPA com as provas cabíveis, se for o caso.

15 2º O servidor casado, exceto se separado de fato, não poderá qualificar a companheira ou o companheiro como dependente. 3º No caso de dependente inválido, para fins de registro e de concessão de benefício, a invalidez será comprovada mediante exame médico-pericial a cargo do órgão de perícia médica do Município. 4º Somente será exigida certidão judicial de adoção quando esta for anterior a 14 de outubro de 1990, data da vigência da Lei Federal nº 8.069, que estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente. Art. 28. Ocorrendo o falecimento do servidor, sem que tenha sido feito o registro do dependente, cabe a este promovê-lo, na forma do regulamento. Art. 29. A perda da condição de segurado implica o automático cancelamento da inscrição de seus dependentes. CAPÍTULO III DOS BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS Art. 30. O RPPS compreende os seguintes benefícios: I quanto ao segurado: a) aposentadoria; b) auxílio-doença; c) salário-maternidade; d) salário-família. II quanto ao dependente: a) pensão por morte; b) auxílio-reclusão. Seção I Do Acidente em Serviço, da Moléstia Profissional e da Doença Grave

16 Art. 31. Acidente em serviço é aquele ocorrido no exercício do cargo, que se relacione, direta ou indiretamente, com as atribuições deste, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou a redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. 1º Equiparam-se a acidente em serviço, para os efeitos desta Lei Complementar: I o acidente ligado ao serviço que, embora não tenha sido a única causa, haja contribuído diretamente para a morte do segurado, para a redução ou perda da capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para sua recuperação; II o acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho em conseqüência de: a) ato de agressão, sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou por colega de trabalho; b) ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por motivo de disputa relacionada ao serviço; c) ato de imprudência, de negligência ou de imperícia de terceiro ou de colega de trabalho; d) ato de pessoa privado do uso da razão; e) desabamento, inundação, incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior. III a doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade; IV o acidente sofrido pelo segurado, ainda que fora do local e horário de trabalho: a) na execução de ordem ou realização de serviço relacionado ao cargo; b) na prestação espontânea de qualquer serviço ao Município para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito; c) em viagem a serviço, inclusive para estudo quando financiada pelo Município, independentemente do meio de locomoção utilizado, inclusive em veículo de propriedade do segurado;

17 d) no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive em veículo de propriedade do segurado. 2º Para efeitos deste artigo, o servidor é considerado no exercício do cargo durante os períodos destinados a refeição ou descanso. Art. 32 Moléstia profissional é aquela produzida ou desencadeada pelo exercício de trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério da Previdência e Assistência Social. Art. 33. Consideram-se doenças graves, contagiosas ou incuráveis, para efeitos do 3º do art. 34, a alienação mental especificada como psicose; neoplasia maligna; pênfego foliáceo; cegueira; neuropatias; pneumopatias; doenças traumatoortopédicas; cardiopatias; vasculopatias; gastroenteropatias; nefropatia; síndrome de imunodeficiência; diabete; e hanseníase, desde que manifestadas nas suas formas graves e incapacitantes para o exercício da função pública e outras moléstias que a Lei venha a indicar, com base em conclusões da medicina especializada. Art. 33. São consideradas doenças graves, contagiosas ou incuráveis, para efeitos do art. 34 desta Lei Complementar: (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). I alienação mental especificada como psicose; II neoplasia maligna; III pênfego foliáceo; IV cegueira; V neuropatias; VI pneumopatias; VII doenças traumato-ortopédicas; VIII cardiopatias; IX vasculopatias; X gastroenteropatias; XI nefropatia; XII Síndrome de Imonodeficiência Adquirida;

18 XIII diabete; e XIV Hanseníase. 1º Para os fins deste artigo, a classificação como doença grave, contagiosa ou incurável está condicionada à manifestação em suas formas incapacitantes para o exercício da função pública. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). 2º Além das doenças elencadas nos incisos do caput deste artigo, serão também consideradas como graves, contagiosas ou incuráveis outras que a lei venha a indicar, com base em conclusões da medicina especializada. (Incluído pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). Seção II Dos Benefícios Relativos ao Segurado Subseção I Da Aposentadoria por Invalidez Art. 34. A aposentadoria por invalidez permanente será devida ao segurado que for considerado incapaz para o serviço público municipal por junta médica do órgão de perícia médica do Município. Art. 34. A aposentadoria por invalidez permanente será devida, a partir da data do respectivo laudo, ao segurado que, por junta médica do órgão de perícia médica do Município de Porto Alegre, for considerado incapaz para o serviço público municipal, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, na forma da Seção I deste Capítulo. (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). 1º A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde e somente será concedida após verificada a impossibilidade de readaptação do segurado.

19 2º A aposentadoria por invalidez terá proventos proporcionais a 50% (cinqüenta por cento) da retribuição pecuniária computável ao provento na data da aposentadoria, acrescido de 1/35 (um trinta e cinco avos) ou 1/30 (um trinta avos) dos restantes 50% (cinqüenta por cento), por ano de serviço, conforme se tratar, respectivamente, de funcionário do sexo masculino ou feminino. (Revogado pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). 3º Excetua-se do disposto no parágrafo anterior, a aposentadoria por invalidez se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, cujos proventos serão integrais e corresponderão à totalidade da remuneração percebida por ocasião da aposentadoria, passível de incorporação aos vencimentos ou proventos, independentemente do implemento dos requisitos temporais estabelecidos para fins de incorporação de vantagens. (Revogado pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). 4º Em caso de doença que impuser afastamento compulsório, com base em laudo conclusivo da medicina especializada, ratificado pela junta médica referida no caput deste artigo, a aposentadoria por invalidez independerá de licença para tratamento de saúde e será devida a partir do laudo. 4º Em caso de doença que impuser afastamento compulsório, com base em laudo conclusivo da medicina especializada, ratificado pela junta médica referida no caput deste artigo, a aposentadoria por invalidez independerá de licença para tratamento de saúde. (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/1 0/2009). Subseção II Da Aposentadoria Compulsória por Limite de Idade Art. 35. O segurado será aposentado automática e compulsoriamente aos 70 (setenta) anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição.

20 Parágrafo único. A aposentadoria será declarada por ato, com vigência a partir do dia imediato àquele em que o servidor atingir a idade limite de permanência no serviço. Subseção III Da Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Art. 36. O segurado fará jus à aposentadoria voluntária por tempo de contribuição, com proventos integrais, desde que preencha, cumulativamente, os seguintes requisitos: I tempo mínimo de 10 (dez) anos de efetivo exercício no serviço público; II tempo mínimo de 05 (cinco) anos de efetivo exercício no cargo em que se dará a aposentadoria; III 60 (sessenta) anos de idade e 35 (trinta e cinco) anos de contribuição, se homem, e 55 (cinqüenta e cinco) anos de idade e 30 (trinta) anos de contribuição, se mulher. 1º Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em 05 (cinco) anos, para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. 2º Para fins do disposto no parágrafo anterior, considera-se função de magistério a atividade docente do professor exercida exclusivamente em sala de aula. 2º Para efeitos do disposto no 1º deste artigo, são consideradas funções de magistério as exercidas por professores no desempenho de atividades educativas, quando exercidas em estabelecimento de educação básica, em seus diversos níveis e modalidades, incluídas, além do exercício de docência, as funções de direção de unidade escolar e as funções de coordenação e assessoramento pedagógico. (Redação dada pela Lei Complementar n 631, de 01/10/2009). Subseção IV Da Aposentadoria Voluntária por Limite de Idade

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