Product. (Produto) De e com Mark Ravenhill

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1 Product (Produto) De e com Mark Ravenhill

2 teatro 27, 28 e 29 de abril de h30 Pequeno Auditório Duração 60 minutos Texto Mark Ravenhill Encenação Lucy Morrison Interpretação Mark Ravenhill Figuração Sofia Correia Desenho de Som e Luz Mat Ort Uma produção Paines Plough com Mark Ravenhill Apoio The British Council Product estreou a 17 de Agosto de 2005 no Traverse Theatre, incluído na programação do Fringe Festival de Edimburgo. Simon Annand

3 Introdução Em 1996, Mark Ravenhill, um dramaturgo relativamente desconhecido, tornou-se a cause célèbre da cena teatral londrina. Shopping and Fucking, com a sua representação determinada da juventude disfuncional dos anos 90, humor negro e a metralha de sexo e violência crus, tornou-se a peça arquetípica do teatro in-yer-face 1. Mas é sempre perigoso colar este tipo de etiquetas aos dramaturgos e às suas obras. As produções seguintes de Ravenhill Faust is Dead (1997), Handbag (1998), Some Explicit Polaroids (1999) e Mother Clap s Molly House (2001) revelaram um dramaturgo empenhado numa exploração determinada e inquisitiva das possibilidades do teatro ao vivo numa era mediatizada. Estas peças desenvolvem um leque de temas que já se podiam encontrar em Shopping and Fucking, incluindo a paternidade, a sexualidade e a sua mercadorização, o fosso entre a noção privada do eu e a sua construção social. No seu conjunto, as peças revelam também um filão distintivo no trabalho de Ravenhill: o modo como a História, seja recente ou longínqua, real ou inventada, é algo que nos condiciona tanto nas nossas vidas privadas como públicas. Product representa uma inflexão significativa para Ravenhill e, não menos importante, é um magnífico conceito. O dramaturgo não se limitou a compor um monólogo para ele próprio interpretar. Nem foi sem ironia que Ravenhill escolheu esta forma para examinar o assunto mais desafiante dos nossos tempos. Mas Product também não é teatro confessional, no sentido de ser sobre as reacções pessoais do dramaturgo ao terrorismo global no novo milénio. Com Product, Ravenhill pega nas convenções dramáticas aceites e oferece-nos uma narrativa veloz com uma intriga engenhosa de âmbito épico. Mas a peça não nos permite apenas concordar ou discordar. Convida-nos antes, com um humor espirituoso e uma análise incisiva, a perguntar como podemos compreender melhor as nossas próprias respostas aos tempos que actualmente atravessamos. Product não aparece apenas como uma das reacções mais eloquentes do teatro à nova (des)ordem mundial, contribui para estabelecer Ravenhill como uma das vozes mais originais e articuladas que surgiu no teatro britânico nos últimos vinte anos. John Deeney (Encenador e Professor de Drama e Teatro na Manchester Metropolitan University. Está a escrever um livro sobre Mark Ravenhill que será publicado pela Routledge em 2007.) 1 Designação aplicada a alguns textos e autores do teatro britânico dos anos 90 referindo-se a um tipo de trabalho que provoca o público com uma linguagem e imagens chocantes ou perturbadoras. Os dramaturgos mais referidos, para além de Ravenhill, são Sarah Kane e Anthony Neilson (N.T.).

4 Reportagem antes da estreia de Product no Festival de Edimburgo em Agosto de 2005 Pensem nisto como: Bridget Jones junta-se à Jihad Já passou mais de uma década desde que a escaldante primeira peça de Mark Ravenhill, Shopping and Fucking, foi posta à solta no Royal Court. Mas como ele próprio diz: Bem podia ter isso no passaporte. Nome: Mark Shopping and Fucking Ravenhill. Embora tenha desde então escrito nove bem sucedidas peças (duas prestes a ser representadas), incluindo o ambicioso musical do National Theatre Mother Clap s Molly House, Mark continua a ser definido pela sua estreia. É como reflecte ele ser a Kylie [Minogue]. Fez o I Should Be So Lucky e levou 15 ou 20 anos a equilibrar isso com Can t Get You Out Of My Head, mesmo estando a ter sucesso atrás de sucesso. A comparação não é má e pensar neste homem de 39 anos num par de hot pants é agradavelmente incongruente: é um homem grande, cuja cabeça rapada e expressão naturalmente combativa lhe dão um aspecto intimidante. Até começar a falar: tem uma voz surpreendentemente suave, com uma linguagem corporal calma e quase reconfortante. Muito longe da sua reputação S and F. Estamos sentados num sofá nos escritórios no centro de Londres da Paines Plough, a companhia de nova escrita teatral que está a produzir a sua última peça, Product. A estrear no Traverse durante o Festival de Edimburgo, Product é outro texto chocante à Ravenhill: desta vez, senhorazissenhores, é só ele. Product é um monólogo e Ravenhill vai ser o actor a representá-lo. Estava a pensar em chamar-lhe Mark Ravenhill: Unplugged, brinca. É uma pequena experiência; queria ver quão simples podia ser uma peça. Porque o verdadeiro prazer do teatro é esse, é só juntarmo-nos para o fazer. Mesmo quando fiz a Mother Clap... no National, pensas Uuh, o National,

5 mas sentamo-nos na sala de ensaios e é só um grupo de pessoas com alguns figurinos e adereços a fazerem-se de parvas. Ravenhill admite que depois de Mother Clap... em 2001 que, com o seu elenco numeroso, partitura musical, cenários que saltavam de época para época e transferência para o West End, não era bem fazer-se de parvo sentiu que qualquer coisa que fizesse a seguir teria de ser grande para a superar. Mas depois, passado uns tempos, pensei: Não, posso fazer o que quiser. Por isso escreveu duas peças para adolescentes (Totally Over You, Cidadania); e agora aqui estão Product (um actor) e The Cut (quatro, incluindo Ian McKellen), sobre um torturador, a ser encenada por Michael Grandage no Donmar [Warehouse] para o ano. Em Product, Ravenhill representa um executivo responsável pelos guiões que está a apresentar o seu filme a uma jovem estrela em ascensão, tipo Sienna Miller. Conta-lhe a história como se fosse uma aventura de acção de Hollywood, mas na verdade é sobre ela apaixonando-se por um bombista suicida. Portanto há sempre uma tensão entre uma narrativa pirosa e uma narrativa bastante real, diz. Às vezes é quase uma espécie de Bridget Jones junta-se à Jihad, porque ela se apaixona por este homem, está preparada para ir numa missão suicida. A Ravenhill interessa-lhe tanto a ideia do terrorismo como assunto ( tem andado no ar há já algum tempo ) e como forma. Uma bomba da Al-Qaeda, ou aviões que vão contra uma torre, não têm história, ao contrário de uma bomba do IRA. Aí havia uma história, porque o IRA dizia Isto vai acontecer, depois havia uma bomba e a seguir uma reivindicação que dizia Sim, fomos nós, e queremos as tropas fora da Irlanda. Aí está um princípio, meio e fim. Mas com a Al-Qaeda, não há nada disto, fazem-no simplesmente. Acho que isso é uma das coisas que nos perturba, porque queremos uma história. Portanto a minha personagem tenta dar ao terrorismo suicida uma história. Para além disso nota ele se se olhar para as notícias de televisão actuais oscilam sempre entre uma emoção real e uma de Hollywood. Nós próprios fazemos isso: damos por nós a contar uma história da nossa vida que é perfeitamente verdade, e deslizamos depois para uma maneira de falar da nossa vida que aprendemos no Heat. Mark é um homem esperto: todas as suas peças fervilham de inteligência incómoda e acertam mesmo em cheio no Zeitgeist. Ao longo da última década, lidou com drogas, pornografia, violência, voyeurismo na internet, o estilo de vida gay, bebés geneticamente modificados, o papel dos homens, a celebridade; e agora acertou de novo, com a topicidade do tópico de Product: Sim, espero que a distância geográfica de Edimburgo e a distância temporal de algumas semanas desde o 7 de Julho [data dos atentados de Londres] permita que haja espaço para as pessoas pensarem sobre bombistas suicidas. Espero que seja a peça certa na altura certa, mas esse é o risco das peças pode haver acontecimentos no mundo real que a transformem na peça errada na altura errada. O que a mim me parece mais arriscado, no entanto, é saber se ele consegue manter as suas habituais emoções dramáticas sem o dinamismo de mais de uma personagem e também sem um actor como deve ser. Da última vez que representou foi na faculdade, há quase vinte anos. E não era muito bom, diz ele (ouvi o contrário). Mas acho que melhorei, com a maturidade e apanhando coisas aqui e ali. Pode ser um desastre mas eu vou gostar. Para além disso acrescenta sou soltei-

6 ro e pensei que estar em palco podia ser bom para o engate. Gostava de aproveitar esta oportunidade para dizer que, em Edimburgo, vou estar disponível depois de cada espectáculo. Max Stafford-Clark, que encenou Shopping and Fucking e Some Explicit Polaroids, disse que Ravenhill gosta de escrever com os actores presentes, portanto os seus textos tendem a estar bastante confusos quando os lemos pela primeira vez mas com Product, foi muito mais rígido consigo mesmo. Sabia que o actor que faria a personagem, ou seja eu, não tinha muita experiência, portanto não ia ser capaz de aguentar um texto que não funcionasse bem. Às vezes, antes, entregava uma coisa e sabia que actores muito bons podiam preencher o que faltava ou tornar um pedaço de escrita aborrecida um pouco mais excitante. Não há muitos escritores que confessem isto: Ravenhill é refrescantemente aberto, sobre todos os aspectos da sua vida. Deriva da sua confiança: embora não seja de todo arrogante, é o produto de um ambiente familiar seguro, e nota-se. Os meus pais disseram-me: Faz o que quiseres, mas fá-lo o melhor que puderes. Estabelece objectivos difíceis, trabalha duro, não entres em competição com mais ninguém, mas fá-lo só por ti. Ele acha que é por causa desta segurança, desta atmosfera apoiada, que pode mergulhar no lado mais sombrio do mundo moderno. Acho que algumas pessoas escreveriam uma peça como Shopping and Fucking por terem passado por coisas horrendas, mas também se pode escrever uma peça assim porque se está estupefacto com um mundo que pode ser tão terrível. Este horror atravessa a sua escrita: embora alguns críticos tenham descartado as suas peças por serem amorais ou imorais há nelas na verdade um laivo de raiva que as eleva e faz delas obras políticas. Gosta de desafiar o seu público: mesmo quando esse público é constituído por jovens. Cidadania, por exemplo, é sobre um adolescente que dorme com a melhor amiga, mas depois experimenta com um colega. Quando ele o beijou, metade dos miúdos no público fizeram aah (inspirando de repente) e a outra metade assobiou, recorda. Foi espectacular. O próprio Ravenhill sempre soube que era gay mas, quando chegou à puberdade, olhou à volta em Hayward s Heath, a sua pequena cidade suburbana, e pensou: Não há muita coisa que eu possa fazer aqui. Decidiu comprar tempo e acabou por esperar 10 anos. Não tive problemas com isso, diz. Gostava de engatar miúdas nas festas. O esquisito é que as miúdas dessa idade também te acham muito atraente, portanto engatas muitas, talvez mais do que se fosses hetero. Conta história da sua primeira marmelada a sério: Era uma rapariga chamada Sarah, e sabia a sidra e a gloss de morango; foi óptimo. E estava a tocar Tainted Love, ri-se. Que grande confusão, não é? (Recentemente, o National disse-lhe que Marc Almond queria trabalhar com ele: Foi estranho, como alguém a sair de um poster. ) Na verdade, nunca fez o seu coming out oficial: os amigos na universidade de Bristol diziam: Achas aquele tipo giro? e ele não se dava ao trabalho de negar. Antes disso, gostou dos seus anos de escola menos do desporto, onde era sempre o último a ser escolhido para a equipa. Sempre soube que queria estar ligado ao teatro, embora os seus pais Angela e Ted, uma secretária e um designer industrial, respectivamente não fossem nem de longe teatrais. Mesmo assim, o jovem Mark montava espectáculos, consigo, o seu irmão, Action Men e fantoches. Uma vez montámos um espectáculo muito impressionante dos Anjos de Charlie com um vizinho. Acho que eu era a Jaclyn Smith, a mandona. Seja como for, tinha um belo bi-

7 kini amarelo. Juntou-se ao grupo de teatro local, teve aulas particulares, representou em peças escolares, foi para Bristol estudar inglês e teatro e, quando acabou, mudou-se para Londres, esforçando-se por ser encenador. Mas ao longo dos cerca de oito anos seguintes, nada parecia resultar, e, embora tenha evitado a depressão lendo livros de auto-ajuda ( A Louise L. Hay ajudou imenso: pode parecer piroso, mas o pensamento positivo resolveu-me bastantes coisas ), foi uma época difícil. Para além disso, em 1990, Ravenhill descobriu que era seropositivo, o que foi um choque, já que tinha sempre tido cuidado com o sexo seguro. Ainda assim, a confiança interior veio em seu auxílio: ao contrário da maioria, nunca ficou obcecado com saber quem o infectou ou quando é que aconteceu ( Nunca me passou pela cabeça, nunca tive uma cena de culpa, de vingança ). Também tomou uma decisão muito rápida e firme sobre o tratamento de AZT potencialmente devastador que era oferecido na altura, escolhendo não o fazer. Nem sequer mudou o seu estilo de vida, vivendo à custa de cigarros e chocolate depois do diagnóstico. Foi só oito anos mais tarde, quando leu sobre um tratamento novo no jornal, que voltou a uma clínica ( Voltam a fazer-nos o teste para ver se estamos a mentir, ri-se). Agora está a fazer uma terapia de combinação, que consiste basicamente em tomar uma selecção de comprimidos a alturas certas do dia. É mais ou menos como ter uma doença crónica controlável, como diabetes. Gosto bastante da estrutura. Estrutura, segurança, felicidade: quem pensaria nisto para um escritor in-yerface? Pois, a minha reputação é muito mais exótica do que a verdade, confessa. Depois de Shopping and Fucking, as pessoas pensaram que eu era um prostituto drogado. O que era óptimo, nada contra, mas nunca tomei sequer um droga de classe D. Não quero fazer nada quer altere a minha consciência tenho quase uma fobia disso. Por não querer perder o controlo? Bem, nunca percebi bem porquê. Na verdade é uma parvoíce, diz. Talvez seja porque eu gosto de auto-controlo, mas pode ser porque sou controlador. Uma das razões pelas quais quis fazer este monólogo foi porque normalmente, depois de se escrever uma peça, fica-se impotente. Está-se à espera que os encenadores decidam se a querem encenar, que os actores escolham se querem entrar. Mas, se for preciso, uma peça pode ser só eu a contar uma história. Isso diz com firmeza ainda é teatro. Miranda Sawyer The Observer, 31 de Julho de 2005

8 Mark Ravenhill Shopping and Fucking, a primeira peça longa de Mark Ravenhill, foi produzida pela companhia Out of Joint e pelo Royal Court Theatre em 1996, com encenação de Max Stafford-Clark. Estreou no Ambassadors Theatre, teve uma digressão nacional, foi transferida para o West End (Queen s Theatre), fez uma tournée internacional. Foi feita em Nova Iorque em 1998 e, em tradução, em muitos outros países. Seguiram-se Faust Is Dead (Actors Touring Company, 1997), Sleeping Around (co-escrita por Stephen Greenhorn, Abi Morgan e Hilary Fannin, 1998), Handbag (ATC, 1998), Some Explicit Polaroids (Out Of Joint, 1999) e Mother Clap s Molly House (National Theatre, 2001). Para o projecto Shell Connections do National Theatre, escreveu as peças para a juventude Totally Over You (2002/2003) e Citizenship (2004/2005). Product integrou o Fringe Festival de Edimburgo de 2005, no Traverse Theatre. Este one-man show é a estreia profissional de Ravenhill como actor. A sua última peça, The Cut, estreou em Fevereiro de 2006, no Donmar Warehouse, com Ian McKellen e encenação de Michael Grandage. Em Portugal, foram já apresentadas as peças Shopping and Fucking (Teatro Plástico, 1999), Algumas Polaróides Explícitas (Companhia de Teatro de Braga, 1999) e Fausto Morreu (Metamorfose Total / Casa d Os Dias da Água, 2005). Cidadania, em tradução de Jorge Louraço Figueira, integra o projecto PANOS palcos novos palavras novas da Culturgest, será estreada em Junho de 2006 e publicada pela Cotovia. Lucy Morrison É actualmente Directora de Nova Escrita para a Clean Break, uma companhia de teatro, educação e nova escrita. A companhia encomenda a dramaturgos profissionais que pesquisem e escrevam uma peça que reflicta as experiências de mulheres cujas vidas tenham sido afectadas pelo sistema de justiça criminal. A peça resultante é produzida e faz digressões pelo país e em prisões. Anteriormente, Lucy foi Directora Literária da Paines Plough durante quatro anos. Durante esse período, a companhia trabalhou com escritores como Sarah Kane, Abi Morgan, Gary Owen, Philip Ridley e Enda Walsh. Apresentou várias muitíssimo bem sucedidas temporadas do projecto Wild Lunch e encenou várias leituras de peças. Recentemente, para a Paines Plough, desenvolveu a peça de Dennis Kelly After the End e dirigiu Future Perfect, apoiado pelo Channel Four e Film Four, um programa para jovens escritores talentosos. Foi dramaturgista do espectáculo Peepshow da Frantic Assembly em 2002.

9 Mat Ort Colaborou com a Companhia Paines Plough no projecto This Other England na Menier Chocolate Factory, em The Straits (com a Hampstead & Drum Theatre Plymouth), e Tiny Dynamite (com a Frantic Assembly/ Contact Manchester) e fez o desenho de som para The Small Things (Paines Plough). Trabalhou ainda em Underground (Dreamthinkspeak CSM), Heavenly, Underworld (Frantic Assembly - TSM), The Tale That Wags The Dog (Drum Theatre Plymouth/A&BC Theatre - CSM) e The Chair Woman (Scarlet Theatre - Direcção Técnica).

10 A Companhia Paines Plough é uma companhia de teatro itinerante reconhecida nacional e internacionalmente, tendo recebido vários prémios e especializando-se na encomenda a dramaturgos contemporâneos, desenvolvimento de peças novas e respectiva montagem. Faz digressões na Grã-Bretanha e no estrangeiro, para que o maior número possível de pessoas possa assistir. A Paines Plough trabalha tanto com escritores novos como experientes e desenvolve peças através de um programa inovador e muito respeitado de workshops e leituras. De forma a inspirar novos dramaturgos e encontrar novos públicos, têm também um programa educativo pioneiro que se concentra em encorajar pessoas a escrever. A Paines Plough foi fundada em 1974 pelo encenador John Adams e o dramaturgo David Pownall para encomendar e fazer digressões com peças novas. Na altura, era a única companhia do género em Inglaterra e tornou-se rapidamente conhecida como a Companhia dos Escritores, pelo seu empenho em colocar o escritor no centro da companhia. Embora a Paines Plough tenha mudado de direcção com a visão de cada Director Artístico, houve sempre uma consistência na encomenda aos melhores escritores de cada geração, fazendo depois digressões nacionais. Escritores como David Pownall, Stephen Jeffreys, Heathcote Williams, Terry Johnson, Tony Marchant, Pam Gems, Mark Ravenhill, Sarah Kane, Abi Morgan, Gary Owen, David Greig, Philip Ridley, Douglas Maxwell, Enda Walsh, Gregory Burke e Dennis Kelly. Muitos destes escritores receberam encomendas posteriores de teatros nacionais e regionais, produtoras de cinema e televisão, no Reino Unido e no estrangeiro. No final de 2004 Paines Plough nomeou a sua oitava Directora Artística, Roxana Silbert, e a sua primeira produção para a companhia, After the End de Dennis Kelly, estreou no Traverse Theatre em Agosto de Para mais informações visite o site: ou contacte a Companhia através do

11 Próximo espectáculo música sexta-feira, 28 de abril 21h30 Grande Auditório da Culturgest Dur. aprox. 1h30 Susana Baca Os portadores de bilhete para o espectáculo têm acesso ao Parque de Estacionamento da Caixa Geral de Depósitos. Susana Baca nasceu em Lima, no Peru, e cresceu numa pequena cidade costeira chamada Chorrillos, nos arredores da capital. O seu pai era motorista de uma família rica, a sua mãe cozinheira. O pai era cantor e guitarrista amador, tocava músicas tradicionais peruanas que escutava dos povos dos Andes que vinham junta à costa na época da colheita do algodão. A mãe ensinou aos filhos as danças afro-peruanas. Embora sempre quisesse ser cantora, estudou para professora, para satisfazer a sua mãe. Farta de bater a portas para pedir apoio porque, como explica numa entrevista, é negra e canta música negra com o seu marido, Ricardo Pereira, criou a sua própria editora para gravar o primeiro disco. Em 1995 recebeu um telefonema de David Byrne que lhe disse querer encontra-se com ela. Convidou-o para jantar em casa. Deixou o cão lá fora, com medo que pudesse incomodar o seu convidado. Foi o primeiro encontro no que se veio a revelar uma parceria artística frutuosa. Gravou três CD s para a editora de Byrne, Luaka Bop, e ganhou fama internacional, apresentando se pelos Estados Unidos e pela Europa. Embaixadora da música afro-peruana, em 2002 recebeu um Grammy. Paralelamente à sua carreira de cantora, fundou, com o marido, que além de seu agente é sociólogo e investigador, o Instituto Negro Continuo, que tem como objectivo investigar e divulgar a cultura afro-peruana, a contribuição dos descendentes dos escravos negros para a sociedade e a cultura peruanas. Biblioteca, arquivo, estúdios de gravação, estúdio de dança (onde Susana ensina as danças tradicionais) fazem parte desse Instituto. O espectáculo que vem apresentar na Culturgest baseia-se no seu último CD, Travesías.

12 Conselho de Administração Presidente Manuel José Vaz Vice-Presidente Miguel Lobo Antunes Vogal Luís dos Santos Ferro Assessores Gil Mendo (Dança) Francisco Frazão (Teatro) Miguel Wandschneider (Arte Contemporânea) Raquel Ribeiro dos Santos (Serviço Educativo) Direcção de Produção Margarida Mota Produção e Secretariado Patrícia Blazquez Mariana Cardoso de Lemos Jorge Epifânio Exposições António Sequeira Lopes (Produção e Montagem) Paula Tavares dos Santos (Produção) Fernando Teixeira (Montagem) Susana Sameiro (Culturgest Porto) Comunicação Filipe Folhadela Moreira Maria João Franco (estagiária) Publicações Marta Cardoso Rosário Sousa Machado Actividades Comerciais Catarina Carmona Serviços Administrativos e Financeiros Cristina Ribeiro Paulo Silva Direcção Técnica Eugénio Sena Direcção de Cena e Luzes Horácio Fernandes Audiovisuais Américo Firmino (Chefe de Imagem) Paulo Abrantes (Chefe de Audio) Tiago Bernardo Iluminação de Cena Fernando Ricardo (Chefe) Nuno Alves Maquinaria de Cena José Luís Pereira (Chefe) Alcino Ferreira Técnico Auxiliar Álvaro Coelho Frente de Casa Rute Moraes Bastos Bilheteira Manuela Fialho Edgar Andrade Joana Marto Recepção Teresa Figueiredo Sofia Fernandes Auxiliar Administrativo Nuno Cunha Culturgest, uma casa do mundo. Informações Edifício Sede da CGD, Rua Arco do Cego, Lisboa

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