FEBRASGO. Jornal da. Reflexões sobre o novo Código de Ética. MEC pune cursos de medicina de qualidade insuficiente

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FEBRASGO. Jornal da. Reflexões sobre o novo Código de Ética. MEC pune cursos de medicina de qualidade insuficiente"

Transcrição

1 Jornal da Ano 16 edição 114 Maio 2010 FEBRASGO Publicação da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia TOP TEMAS AS NOVIDADES DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA exclusivo Cuidados indispensáveis na divulgação de avanços científicos artigo Reflexões sobre o novo Código de Ética urgente MEC pune cursos de medicina de qualidade insuficiente

2 *Bula na página 19

3 Conhecimento de excelência e valorização do trabalho O tempo passa em velocidade meteórica. Ainda ontem entrávamos em 2010, e agora estamos na metade do ano. Também outro dia vislumbrávamos a possibilidade de promover um novo grande evento da FEBRASGO, para abrir mais uma frente de atualização científica para os tocoginecologistas. Hoje, o Top Temas é realidade e está estruturado para conquistar seu espaço no calendário da medicina brasileira: já definimos os temas, a programação encontra-se em fase de finalização, os palestrantes convidados e ilustres especialistas internacionais começam a se confirmar presença. Será um congresso de altíssimo nível. Dinâmico, com nomes que são referência da ginecologia e obstetrícia nacional e internacional, propiciará o melhor do conhecimento atual aos participantes. Portanto, reserve o mais breve possível um espaço em sua agenda. Lembro que as inscrições estão abertas e podem ser feitas diretamente no site da FEBRASGO. Lá, também, estão acessíveis notícias do Top Temas inseridas em primeira mão. Não deixe de visitar a página eletrônica e mantenha-se informado. Aproveito este editorial para chamar a atenção, ainda, para as grandes lutas da FEBRASGO e de suas representações regionais. Estamos apoiando integralmente oportuna campanha pela valorização do trabalho do tocoginecologista na saúde suplementar, lançada recentemente pela SOGESP. A situação no Brasil inteiro está insustentável, os honorários vis praticamente inviabilizam a prática da especialidade. Precisamos nos posicionar de forma firme em todo o país; só assim abriremos perspectivas melhores. Por fim, lembro que nossos representantes têm participado ativamente de reuniões que buscam uma saída para outros principais problemas relevantes. A Comissão de Parto Normal do CFM e o grupo de trabalho no Ministério da Saúde sobre câncer colo-uterino são dois bons exemplos que têm trazido esperança. Você terá notícias interessantes nas próximas páginas. Aliás, nesta edição há pertinentes reflexões acerca do novo Código de Ética Médica, além de importante viés da divulgação de avanços científicos, esmiuçado por um renomado pesquisador da atualidade, em entrevista exclusiva. Boa leitura e até a próxima. Nilson Roberto de Melo, presidente da FEBRASGO editorial índice Pré-natal e mortalidade materna... 4 Entrevista: Antonio Fernandes Moron...5 Curtas...7 Campanha de valorização do tocoginecologista...8 As novidades do FEBRASGO TOP TEMAS...9 Direto da fonte...10 Giro pelos Estados...14 Novo Código de Ética em GO...15 Coluna da AMB...18 Jornal da FEBRASGO Maio 2010

4 OBSTETRÍCIA Aumento de 125% nas consultas pré-natal não reduz mortalidade materna Nem mesmo os cerca de 19,4 milhões de atendimentos de gestantes pelo Sistema Único de Saúde ou a ampliação do acesso a planejamento familiar têm sido capazes de frear os óbitos de mulheres durante a gestação ou logo após o parto O Sistema Único de cém-nascido, conforme Geraldo Duarte, da Comissão Saúde (SUS) divulgou recentemente Nacional Especializada de que nos últimos seis anos Pré-Natal da FEBRASGO, ampliou de forma expressiva o acesso das gestantes drão de qualidade desses ainda é preciso rever o pa- brasileiras a atendimentos atendimentos. Aumentar de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o pré-natal. neste caso, não quer dizer o número de consultas, Segundo dados mais recentes, o número de con- qualidade, o resultado final efetividade. Não havendo Geraldo Duarte sultas de pré-natal atingiu da equação pode não sofrer 19,4 milhões em 2009, o que significa alteração. Esta é a realidade quando avaliamos os números da mortalidade ma- aumento de 125% em relação a 2003, quando foram registradas 8,6 milhões. terna e da mortalidade fetal. Com todo A cobertura de planejamento familiar, esse incremento no número de atendimentos no pré-natal, continuarmos com de acordo outro levantamento do SUS, já atinge todos os municípios brasileiros, taxas tão elevadas de morte materna e tendo alcançado 4,3 milhões de mulheres a mais no período de 2003 a A Organização Mundial da Saúde fetal é inaceitável, analisa Geraldo. Embora o aumento da assistência recomenda às gestantes a realização pré-natal contribua para a melhoria nas de, pelo menos, seis consultas pré-natal condições da gestação da mãe e do re- para identificar possíveis riscos à saúde, tais como diabetes e hipertensão arterial, possibilitando minimizar os efeitos deletérios dessas doenças no período gestacional. Segundo a Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde (PNDS-2006) mais atual, essa meta foi atingida em 74% das gestantes que passaram pelo SUS. De forma geral, o número de consultas parece adequado nas regiões brasileiras dotadas de maiores recursos e de notificação sobre o pré-natal. Ele ressalta, no entanto, não ser possível afirmar que este número de consultas seja suficiente em todo o país, pois não se sabe ao certo onde existe ou não documentação adequada. É preciso ampliar o leque da triagem das doenças e facilitar não apenas o atendimento do pré-natal, mas o reconhecimento e encaminhamento adequado na gestação de risco. Ter só pré-natal não é garantia de que a gestante de risco seja atendida como precisa, avalia Duarte, salientando que diversas maternidades não estão adequadamente aparelhadas. Além da ausência de tecnologia, falta pessoal devidamente preparado para gestantes e partos de alto risco, isso sem falar da escassez de UTI e de bons bancos de sangue, afirma ele. Outro ponto importante são os casos de gestantes que vão às consultas, mas não seguem as orientações dos médicos, deixando de realizar os exames solicitados. Também é obrigação do sistema de saúde cobrar desta paciente a realização dos exames e acompanhar o cumprimento das orientações do médico, completa Geraldo Duarte. Jornal da FEBRASGO Maio 2010

5 Os cuidados importantes na divulgação de avanços científicos Chefe da disciplina de Medicina Fetal da Escola Paulista de Medicina comenta os caminhos de uma nova descoberta até chegar ao conhecimento do grande público entrevista Todo o conhecimento médico se renova rapidamente em poucos anos. Logo após formado, aliás, o médico precisa rever diversos conceitos aprendidos na faculdade no intuito de oferecer a melhor medicina disponível a seu paciente. Isso porque pesquisadores no mundo inteiro trabalham intensamente em busca de novas evidências científicas para diagnóstico e tratamento. Em entrevista exclusiva, o pesquisador Antonio Fernandes Moron, chefe do Departamento de Obstetrícia da Unifesp/Escola Paulista de Medicina, comenta os caminhos seguidos por estes estudiosos e como os profissionais de medicina devem se portar diante de notícias sobre eventuais descobertas e avanços. Quais os principais caminhos trilhados por um pesquisador até chegar a uma importante descoberta? São dois os caminhos mais frequentes. Um é o estudo realizado por uma clínica ou hospital privado; outro vem do meio acadêmico, que é o mais comum no Brasil. Qualquer deles, seja de investigação ou um trabalho cientifico, deve ser submetido a uma Comissão de Ética e Pesquisa, que tem de seguir as regras dos conselhos de medicina. Existem normas recentes na área de gi- Antonio Fernandes Moron necologia e obstetrícia? Particularmente na medicina fetal, por exemplo, em 2006 foi criada uma câmara técnica no Cremesp, formada pela pediatria, cirurgia pediátrica, ginecologia e obstetrícia, sobre cirurgias fetais. Já no preâmbulo do documento de constituição está ressaltado que, para que as novas técnicas não gerem expectativas nas pessoas, e enquanto não estejam disponíveis a todos, certas cirurgias fetais devem ser encaradas como experimentais. Esta norma inclusive elenca os procedimentos já disponíveis ao público. Pode citar exemplos de procedimentos que foram incorporados à especialidade? Há muitos procedimentos que a literatura já consolidou em cirurgia fetal, como as chamadas derivações fetais, de pulmão ou de vias urinárias. No entanto, para as derivações cerebrais, em hidrocefalia, existe uma normativa da ANS de 2008 regulando o tratamento intrauterino, que é o reconhecimento da técnica por um órgão do governo. E esse procedimento está consolidado no país? Na Escola Paulista de Medicina já temos uma casuística grande deste tratamento, mas são casos muito selecionados os que recebem a indicação para a cirurgia. Jornal da FEBRASGO Maio 2010

6 ENTREVISTA Há procedimentos consolidados em outros países, mas não no Brasil? Sim, as cirurgias de oclusão traqueal, hérnia diafragmática ou laser para transfusão feto-feto são exemplos já realizados nos Estados Unidos e na Europa. Nós, aqui, ainda estamos em fase de consolidação da técnica. A USP, em São Paulo, a Unicamp, em Campinas, ou a Universidade Federal do Rio de Janeiro, baseadas na aprovação de seus comitês de ética e pesquisa, são algumas das pioneiras no país. Mas a curva de aprendizado e a de análise dos resultados ainda estão em estudo. É possível discernir grandes descobertas de outras que não vingarão? A medicina está cheia de casos de tratamentos que aparecem e desaparecem, pois após avaliação mais cuidadosa percebe-se que não era exatamente o que se imaginava. E todo pesquisador, todo cirurgião, é um indivíduo entusiasmado. Devemos apoiar aqueles que estão trabalhando para trazer uma nova tecnologia. Porque o objetivo são melhorias para o paciente, reduzir custo, inovar o tratamento. Claro que há os que estão atrás unicamente do ganho pessoal. Por isso, sem jamais deixar de incentivar a pesquisa, precisamos estar muito atentos aos casos de autopromoção. Isso vale para médicos, mídia, congressos ou literatura científica. Pode dar exemplos de casos de estudos e pesquisadores bem-sucedidos atualmente em evidência? São vários, mas destaco o trabalho do professor Rodrigo Ruano, do Hospital da Clinicas de São Paulo, com excelente trabalho na área de laser e cirurgia endoscópica, disponível a todos os cidadãos. Já tive casos, inclusive, encaminhados a ele. Outro nome importante nesta área é Fábio Peralta, da Unicamp. E na Escola Paulista de Medicina, além das cirurgias fetais que já realizamos rotineiramente, fazíamos também as cirurgias a céu aberto para tratamento da coluna, que foram interrompidas para aguardar um trial americano, que termina esse ano, quando poderemos retomar. É uma cirurgia inovadora, realizada na coluna e em tumores fetais. Como o médico deve se portar diante da notícia de uma descoberta aparentemente relevante? Existem geralmente dois tipos de comportamento: o do oba-oba e o daqueles que só criticam. Quando vemos a notícia de algum pesquisador ou universidade desenvolvendo uma tecnologia, temos, a princípio, de olhar com bons olhos. É o ingresso do país na tecnologia internacional, tornando factível o acesso a esses procedimentos. Por princípio, friso novamente, devemos ter uma postura positiva e acreditar nos comitês de ética e pesquisa, que têm de ser atuantes para não haver abuso, para que o marketing não atrapalhe a ética. E sempre tomar cuidado com a pressa, porque as coisas têm um prazo para desenvolvimento, para aquisição da tecnologia, para ter domínio e ver os resultados. Só a partir deles é que podemos avaliar o que de fato foi bom e o que não foi. Como agir com ética neste meio? Na medicina há alguns princípios básicos: o da beneficência, que é fazer o bem; o da não maleficência, que é não fazer algo que prejudique o paciente; o da autonomia do paciente, que está livre para querer ou não realizar aquele procedimento; e o da justiça. Este último, no âmbito da pesquisa, significa que o ganho tecnológico trazido ao país deve estar disponível a todas as pessoas que residem nele. Isso porque, se eu saio do país pesquisando por uma universidade, é o dinheiro do contribuinte que está me mandando para fora para aprender uma tecnologia. Então, quando trouxer esta tecnologia para cá, tenho de permitir que todos tenham acesso a ela, seja nos sistemas público ou privado de saúde. Qual é a forma de ação diante de um paciente que pode ser beneficiado com uma nova tecnologia ou técnica? Se considerar que o paciente tem indicação, deve primeiramente ouvir mais de uma opinião, buscar as pessoas que têm vivencia no assunto para que possuam mais embasamento para Jornal da FEBRASGO Maio 2010

7 indicar ou contraindicar a realização do procedimento. A rapidez da informação, a internet e os meios de comunicação ajudam ou atrapalham? Cada dia o paciente está mais informado, mas o autodidata também fica sujeito a fazer confusão e não entender claramente a informação que resgatou. Muitas vezes, porque está procurando no lugar errado. É necessário assegurar em primeiro lugar que a fonte seja segura, como os sites de universidades, de sociedades médicas ou o Pubmed. Depois, a pessoa deve conversar com o seu médico e discutir criticamente a informação, para entender se pode ou não ser aplicada em seu caso e por quê. Um exemplo é a cirurgia do balão na traqueia do bebê. A paciente ao ler esta notícia na imprensa pode achar que todo bebê com hérnia diafragmática deveria fazer a cirurgia, o que não é verdade. São apenas os casos de mau prognóstico, uma especificidade de algo já raro. De que maneira os profissionais da área podem beneficiar e ser beneficiados pelas pesquisas? O que se vê hoje em dia é muita informação, mas pouca conversa. Precisamos conversar mais, as coisas só evoluem quando há diálogo entre os profissionais envolvidos. Este é o caminho, entender o que é bom dentro dos princípios éticos, que são a base do exercício ético profissional. E agora, com a vigência do Novo Código de Ética Médica, ter cuidado redobrado com as diretrizes recém-promulgadas, para não errar por desconhecimento. Que conselho daria aos associados da FEBRASGO? Meu conselho é que assumam uma atitude positiva quanto ao ingresso tecnológico na prática da obstetrícia. Não podemos estar fechados a isso, mas devemos ser críticos. Comparar, por meio da literatura internacional, o que estamos fazendo aqui com o que é feito lá fora, para discernir aquilo que traz benefício daquilo que não traz benefício ao nosso paciente. Ver se os estudos estão recebendo o apoio dos comitês de pesquisa e de ética das instituições. FEBRASGO contra o câncer de colo de útero A FEBRASGO foi convidada pelo Ministério da Saúde a participar de um grupo de trabalho para prevenção de câncer de colo de útero e redução das taxas de mortalidade. O presidente da Comissão Nacional de Oncologia Genital, Etelvino de Souza Trindade, tem atuado ativamente nos encontros, Foi realizado em 27 de maio, véspera do Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, o I Seminário sobre Anencefalia, no auditório do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília, com o apoio da FEBRASGO. O evento reuniu as diversas áreas de grande representação social e lançou uma força-tarefa para a obtenção de mais de um milhão de assinaturas em abaixo-assinado pela aprovação da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) número 54 no Supremo Tribunal Federal (STF), que visa a descaracterizar o aborto em casos de fetos anencefálicos, por decisão das gestantes, como o crime tipificado no Código Penal. Para assessorando o MS sobre as ações de prevenção e melhoria de cobertura da rede pública. Na primeira reunião, em 15 de abril, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) apresentou o diagnóstico de situação. O estudo expunha as ações em andamento e evidenciava as deficiências dos programas brasileiros, afirma Etelvino. O grupo de trabalho definiu uma agenda de reuniões, começando com um programa de diretrizes, com metas programáticas, mas já é praticamente certo que um dos primeiros objetivos é a redução da mortalidade na região norte, que concentra os números mais alarmantes do país. Na sequência, serão discutidos pelo grupo a eventual necessidade da incorporação de novas tecnologias ao serviço público, captura de híbridos em rastreamento do câncer do colo do útero e vacinação contra HPV. Anencefalia: abaixo-assinado em defesa do médico isso, todas as entidades envolvidas devem se mobilizar. Também na ocasião, o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto D Avila, sugeriu um Fórum Médico-Jurídico sobre anencefalia ainda este ano, que aliás, já está sendo organizado. Estiveram presentes, apoiando o Seminário, representantes do Ministério da Saúde, Secretaria das Políticas para as Mulheres, Sociedade Brasileirapara o Progresso da Ciência, Ipas Brasil, Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA), CFM, Associação Médica Brasileira (AMB), Associação dos Juízes pela Democracia, ANIS: Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, CEPIA, Católicas pelo Direito de Decidir, Rede Feminista, entre outros. curtas Jornal da FEBRASGO Maio 2010

8 SAÚDE SUPLEMENTAR FEBRASGO E SOGESP na luta pela valorização dos tocoginecologistas Campanha lançada pelos especialistas de São Paulo denuncia honorários vis pagos por planos de saúde Da esquerda para a direita, Luiz Alberto Bacheschi (Cremesp ), Jorge Carlos Machado Curi (APM), César Eduardo Fernandes (SOGESP), Francisco Eduardo Prota (FEBRASGO) e Cid Célio Jayme Carvalhaes (Simesp) A Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo, SOGESP, com o apoio da FEBRASGO, lançou no fim de maio campanha publicitária com denúncias sobre o tratamento dispensado aos médicos especialistas por algumas empresas de saúde suplementar. Um dos focos da ação é a valorização do tocoginecologista de São Paulo; o outro, a qualificação da assistência à mulher. Os honorários vis pagos aos médicos por certos planos e operadoras de saúde são denunciados, com exemplos, assim como a falta de prioridade com que as pacientes são tratadas. Atualmente, há planos que, por exemplo, pagam R$ 200,00 (bruto) ou menos por um parto. Só para ter uma idéia, a filmagem do parto custa em regra cinco vezes mais do que os médicos recebem para colocar uma vida no mundo e cuidar de outra vida preciosa: a da mãe. De acordo com o presidente da SOGESP, César Eduardo Fernandes, atualmente existe um consenso por parte de ginecologistas e obstetras de que o exercício da especialidade no estado de São Paulo está tornando-se inviável. Aliás, na residência médica já se percebe a redução do interesse de profissionais para a especalidade. É uma especialidade de risco, e a baixa remuneração, associada às más condições de trabalho, afugentam os formandos. Em 2009, sobraram vagas nas residências, observou Francisco Eduardo Prota, secretário-executivo da FEBRASGO. Diante da gravidade do problema, a SOGESP construiu um calendário de mobilização e luta para Além da constituição de um Gabinete de Crise e da deflagração do Estado de Alerta dos Tocoginecologistas, estão previstos fóruns de debates regionais em todo o estado, o Dia do Protesto do Bem, e um Dia Estadual de Luto. O cronograma, caso não ocorra negociação e mudança do quadro, prevê também a possibilidade de paralisação do atendimento aos planos, em 18 de outubro. Jornal da FEBRASGO Maio 2010

9 Escolhidos os TOP TEMAS do Congresso Internacional de Ginecologia e Obstetrícia De 14 a 16 de outubro, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, está prevista a primeira edição do FEBRASGO TOP TEMAS, Congresso Internacional de Ginecologia e Obstetrícia. O evento tem a proposta inédita de ser baseado em Top Temas previamente definidos. São assuntos escolhidos pelos próprios especialistas, que propiciarão debates mais aprofundados. Não teremos discussões básicas, mas sempre em torno do que há de mais novo, mais recente no mundo, explica Ricardo de Oliveira e Silva, um dos coordenadores. destaques da programação Climatério e osteoporose Ginecologia endócrina e planejamento familiar Oncologia genital e mamária Patologia do trato genital inferior e infectologia Endoscopia ginecológica Reprodução humana e endometriose Uroginecologia e cirurgia vaginal Medicina fetal e pré-natal Gestação de alto risco Assistência obstétrica (urgências obstétricas, abortamento previsto em lei) e mortalidade materna Para cada um destes temas serão trazidos conceituados especialistas da atualidade. Haverá a presença de ao menos um representante internacional. O formato também deve agradar os participantes, pondera Ricardo. Para oferecer agilidade e dinamismo, estamos propondo subdivisões a cada questão. Assim, as abordagens serão mais curtas, mas mais abrangentes. Além de ser mais objetivo, evitaremos a repetição de informações entre os palestrantes. INSCRIÇÕES As inscrições para o FEBRASGO TOP TEMAS já estão abertas e podem ser realizadas on-line no site www. febrasgo.org.br. Mesmo para aqueles que não são sócios o procedimento é simples e rápido. Basta de cadastrar, emitir o boleto bancário via home banking ou diretamente em qualquer banco. No momento, comenta o coordenador, as Comissões Nacionais Especializadas trabalham na definição do programa e nos convites aos palestrantes. Em breve, no Jornal da FEBRASGO e também no site serão divulgadas novidades. O Congresso ocorrerá a cada dois anos, intercalado ao Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia, o CBGO. Fora as mesas-redondas, a programação científica contará com conferências, reuniões técnicas, simpósios satélites e uma feira para exposição dos mais recentes lançamentos e tecnologias. Efetuadas estas etapas, o sistema gera a inscrição. Tudo isso em um ambiente restrito e totalmente seguro. Mas atenção: certifique-se de que o e- mail informado na ficha esteja correto, pois todas as informações pertinentes ao evento serão enviadas para ele. Até o dia 30 de junho, as inscrições têm custo especial, aproveite! Até 30/06/2010 ASSOCIADO COM TEGO 350,00 ASSOCIADO SEM TEGO 400,00 NO SÓCIO 800,00 ASSOCIADO RESIDENTE 200,00 ESTUDANTE 150,00 ACOMPANHANTE 150,00 Arcos de Santa Tereza, Rio de Janeiro ATUALIZAÇO Jornal da FEBRASGO Maio 2010

10 direto da fonte Cartão de Vacinação da Mulher: SIMPLICIDADE E PIONEIRISMO Realizado de 5 a 8 de maio, no Rio de Janeiro, o XXXIV Congresso da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia trouxe diversas novidades para a tocoginecologia. Uma das principais foi o lançamento do pioneiro Cartão de Vacinação da Mulher. Fruto da parceria entre a Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado do Rio de Janeiro (SGORJ) e a Associação Brasileira de Imunizações (SBIm-RJ), o cartão visa a beneficiar a saúde da gestante e de seu bebê, além de facilitar o trabalho do obstetra. É muito ampla a gama de doenças que atingem a nossa população e que são totalmente preveníveis. Como várias delas fazem parte do calendário infantil, muitos acabam deixando de orientar a gestante sobre a vacinação. Mas, infelizmente, há casos em que a imunização não foi realizada na época habitual e a gestante fica suscetível a riscos evitáveis, explica Vera Fonseca, presidente da SGORJ. O ginecologista é o verdadeiro médico da mulher. Temos de incentivar a vacinação Vera pondera ainda que é também responsabilidade do obstetra se certificar das vacinas que não foram tomadas e orientar a gestante. O ginecologista é o verdadeiro médico da mulher. Temos de encaminhar e incentivar essa vacinação, pois muitas destas doenças, se acontecerem durante a gestação, trarão prejuízo em dobro, como é o caso da rubéola, hepatite B, tétano, H1N1, e até mesmo da febre amarela em viagens. MEC pune cursos de Medicina Uma determinação da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação (MEC) publicada no Diário Oficial da União em 7 de abril reduz vagas em cinco cursos de medicina e estuda punir outros 3. Com a medida, serão menos 370 médicos formados anualmente. Isso sem falar nas outras 200 vagas do curso no campus de Nova Iguaçu (RJ) da Universidade Iguaçu, que um processo aberto pelo MEC estuda encerrar. Essas medidas têm origem no resultado insatisfatório obtido pelas instituições no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de Um dos motivos encontrados pelos especialistas após supervisão dos cursos foi a infraestrutura precária. Também foram verificados descumprimento do Termo de Saneamento de Deficiências firmado com a Sesu, irregularidades em contrato de docentes que mesmo registrados como sendo de tempo integral, trabalhavam em outras faculdades, e número insuficiente de leitos destinados Além do cartão, a Sociedade prevê reunir todas as informações sobre a vacinação, consensos e orientações, para que os tocoginecologistas com dúvidas possam esclarecê-las por telefone. EVENTO SGORJ O XXXIV Congresso da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ), realizado no Hotel Sofitel, em Copacabana, Rio de Janeiro, reuniu cerca de médicos que conheceram as mais recentes novidades da especialidade e participaram de intensa programação científica. A abertura recebeu a ilustre presença da psiquiatra Carmita Abdo, fundadora do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria da USP, seguida de relevantes debates sobre o ensino em ginecologia e obstetrícia, residência médica, a assistência obstétrica na saúde suplementar. Um dos temas de boa repercussão foi o debate Parto Vaginal x Cesáreo, que contou com a participação de José Fernando Maia Vinagre, do Conselho Federal de Medicina, e Martha Regina de Oliveira, da Agência Nacional de Saúde Suplementar. ao ensino, entre outros problemas. O alerta sobre o excesso de cursos de medicina no país já vem sendo feito há anos por diversas entidades médicas. Somente entre 1996 e 2010 o número de faculdades médicas saltou de 82 para 181. Além da redução das vagas listadas abaixo, nos próximos meses o MEC avaliará a situação do Centro Universitário de Volta Redonda (RJ), Faculdade de Medicina do Planalto Central (DF) e Universidade Ribeirão Preto (SP). 10 Jornal da FEBRASGO Abril 2010

11 Pesquisa inédita ajudará a entender o alto índice de cesarianas no Brasil Conhecer a percepção de ginecologistas e obstetras sobre o parto normal e identificar as razões pelas quais o índice de partos cirúrgicos (cesarianos) é tão elevado na rede de saúde suplementar do país são os principais objetivos da Pesquisa Médica sobre Assistência Obstétrica na Saúde Suplementar, organizada pela Comissão de Parto Normal do Conselho Federal de Medicina (CFM). Mais do que avaliar as razões para os índices de partos no país, o estudo tem por objetivo melhorar a assistência obstétrica. Avaliando o que pensa e como atua o obstetra poderemos elaborar novos encaminhamentos. Melhorando a assistência, consequentemente reduziremos as cesáreas, afirma Vera Fonseca, representante da FEBRASGO na Comissão. Segundo Lucila Nagata, também representante da FEBRASGO no grupo, a coleta de dados começou em 8 de junho Incentivo à criação de salas de amamentação nas empresas Mais de 34% das mães brasileiras que voltam ao trabalho no Brasil interrompem o aleitamento O Ministério da Saúde (MS) convidou cerca de 200 empresários para sensibilizá-los sobre a importância do aleitamento materno e incentivá-los a criar Salas de Apoio à Amamentação nas empresas. Os participantes puderam conferir um protótipo de sala de apoio à amamentação, exposto do hall do auditório durante o evento. Para o ministério, a participação crescente da mulher brasileira no mercado de trabalho não deveria privá-la de entre os mais de 16 mil associados da FEBRASGO via Internet, e deve terminar em meados de agosto. A coleta de dados começou em 8 de junho entre os mais de 16 mil associados da FEBRASGO via Internet, e deve terminar em meados de agosto. Os resultados deste estudo subsidiarão a Comissão e as instituições que a compõem a estabelecer ações voltadas para a promoção do parto normal na esfera da saúde suplementar, explica José Fernando Maia Vinagre, coordenador do grupo. Entre as informações coletadas estão a posição assumida diante do alto índice de partos cesarianos, os fatores técnicos e remuneratórios que intervêm na opção por esse tipo de parto, as estratégias possíveis de estímulo ao parto normal, as justificativas apresentadas comumente pela população assistida quando da opção pessoal pelo parto cesariano, a formação e a atu- amamentar seu filho. No entanto, mais de 34% das mães brasileiras que voltam ao trabalho no Brasil deixam de fazê-lo. Um passo importante para a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno no Brasil foi a publicação da Portaria n 0 193, de 23 de fevereiro de 2010, em que o Ministério e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelecem normas para implementação de salas de apoio à amamentação em companhias públicas e privadas. Também ao oferecer mais conforto e valorizar as necessidades de suas funcionárias, os empregadores podem obter adesão maior ao trabalho, com a consequente permanência de pessoal capacitado, o que leva a uma percepção mais positiva da imagem da instituição perante os funcionários e a sociedade. ação profissional. Os dados serão consolidados e comporão um relatório que deve ser concluído até o mês de setembro. Por meio dos associados pesquisados poderemos entender melhor não apenas o que pensam estes profissionais, mas também o funcionamento de hospitais e maternidades e suas formas de trabalho, completa Vera. Para aqueles que ainda não participaram, os questionários estão disponíveis no endereço br/pesquisaparto. As respostas individuais são mantidas em sigilo, desvinculadas da identidade dos participantes. A segurança do procedimento é assegurada por um mecanismo de autenticação que exige do médico o número do CRM local, data de nascimento e identificação da unidade da federação onde está registrado. Uma vez preenchidos e remetidos, os questionários não podem ser alterados ou retificados. O término da licença-maternidade implica separação da dupla mãe/bebê por um determinado número de horas por dia, fazendo com que esse processo de volta ao trabalho se torne muitas vezes doloroso para a mulher, sobretudo as que amamentam. Nesse sentido, a sala de apoio é um incentivo à mulher trabalhadora para seguir com a amamentação, ao proporcionar um espaço em que possa esvaziar as mamas durante o horário de trabalho e armazenar o leite para que seja oferecido ao filho na sua ausência. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a amamentação por até 2 anos de idade ou mais, desde que complementada por outros alimentos adequados à nutrição do bebê a partir dos 6 meses. Fonte: Ministério da Saúde direto da fonte Jornal da FEBRASGO Maio

12

13

14 giro pelos estados Santa Casa de Misericórdia: prestígio provém de organização e bons resultados A Santa Casa de Misericórdia do Espírito Santo foi fundada entre 1545 e 1551, por Vasco Fernandes Coutinho, junto à igreja mais antiga do Estado, a de Nossa Senhora do Rosário, de Vila Velha. Além de hospital-escola, é uma instituição filantrópica que atende pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e também de planos de saúde. De acordo com o coordenador Antônio Chambô Filho, o hospital oferece assistência à saúde da mulher em ações preventivas, como mamografia no diagnóstico precoce do câncer de mama; prevenção do câncer de colo uterino; atendimento pré-natal e especializado em ginecologia e obstetrícia da infância e adolescência. Oferecemos também atendimento no climatério e assistência à paciente vítima de violência sexual, entre outros, diz Antônio Chambô. Para casos de emergência, afirma Chambô, o serviço dispõe de prontosocorro tocoginecológico que atende às urgências. Conta também com ambulatórios especializados de patologia cervical, endócrino, infertilidade, oncologia clínica, assim como ambulatório da vulva e vagina, mastologia com todas as propedêuticas, uroginecologia, cirurgia ginecológica e ambula- Ao lado da igreja de Nossa Senhora do Rosário, a construção data do século 16 Antonio Chambô Filho, ao centro, rodeado pelos membros de sua equipe Serviço reúne organização, sistema hierárquico e resolutividade tório de endoscopia (histerescópia e videolaparoscopia). Na obstetrícia, há ambulatórios de pré-natal, gestação de alto risco, puerpério e doenças trofoblásticas. O setor de internação abrange 25 leitos na obstetrícia e 30 leitos de ginecologia. A instituição registra cerca de 250 partos por mês. O corpo médico tem 12 professores da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (Emescam) e profissionais na área de GO contratados pelo hospital e coordenados pelo serviço. Semanalmente realizamos uma sessão clínica com todo o grupo de apoio e residentes para resolução das dúvidas sobre casos recentes. Há ainda co-participação dos serviços de imagem, UTI neonatal e adulto; de patologia, laboratório clínico; e de quimioterapia e radioterapia. Na residência médica, são hoje 7 colegas em R1, 5 em R2 e 5 em R3, que atuam no aprendizado prático e teórico da especialidade, relata Chambô. O serviço ainda realiza, bianualmente, uma jornada de atualização em GO aberta à sociedade científica. Visando também às melhorias para o atendimento aos pacientes, a Santa Casa está ministrando um treinamento para atualização de seus colaboradores em informática. Ainda segundo Chambô, o serviço de GO da Santa Casa destaca-se pelo tratamento cirúrgico das neoplasias ginecologia e mamárias, assim como das doenças benignas. A organização, o sistema hierárquico e a resolutividade fazem o prestígio do serviço dentro do hospital, tornando os obstáculos menores, conclui. 14 Jornal da FEBRASGO Maio 2010

15 REFLEXÕES SOBRE O NOVO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA ÚLTIMAS Prof. Hugo Miyahira* Do ponto de vista prático, o mesmo respeito e conduta ética que sempre dedicamos às nossas pacientes não sofreram alterações. Ser correto, competente, atualizado, relacionar-se com cordialidade e respeito com colegas, pacientes e seus familiares, já constava nos códigos anteriores (1953 e 1988). Talvez o que mais chame atenção no novo código é, finalmente, estar estatuído limites dos cuidados de propedêutica e tratamento de casos graves, de acordo com o paciente e seus familiares, evitando distanásia, morte com sofrimento prolongado por ação terapêutica, que em nada mudará o prognóstico da enfermidade. Câncer de colo estádio IV, com invasão parametrial com compressão extrínseca ureteral, insuficiência renal com hidronefrose e pré-coma urêmico deve ser tratado? Hemodiálise? Nefrostomia? Embora não se utilize o vocábulo ortotanásia ( morte correta ) no artigo 41 ( oferece cuidados paliativos disponíveis sem empreender ações diagnósticas ou terapêuticas inúteis ou obstinadas, considerando a vontade expressa do paciente ou de seu representante legal ), esta morte humanizada passa a ter amparo legal. Câncer de colo nestas condições deve receber de preferência apenas cuidados paliativos. Hugo Miyahira Viver é assumir contratos A partir do momento que tomamos consciência de nossa existência no mundo, passamos a realizar contratos nos colégios, na faculdade, no casamento, na separação, no divórcio, na prestação de serviços profissionais. O médico presta seu serviço profissional segundo contrato estabelecido com a paciente em sua consulta, mesmo que não escrito. Nos últimos 22 anos, a tecnologia incorporada à medicina gerou avanços que, à luz de um dos pilares da bioética (autonomia), fez com que o médico, na sua relação com a paciente, fosse além daquela atitude paternalista, decidindo o melhor para a mesma. Esta passou a optar pela terapêutica a ser instituída, devidamente informada pelo médico. O atual código enfatiza este dever de informar, como já é exigido pelo Código de Defesa do Consumidor. A FEBRASGO sempre se posicionou reconhecendo a relação médico-paciente como vínculo pessoal de confiança, que está além de uma simples relacionamento de consumo. Tal posição tem, finalmente, no novo Código de Ética Médica, sua reafirmação em seus princípios. Constitucionalmente, entretanto, todos têm o direito civil de mover ação reparadora quando se virem prejudicados por atitude de outrem. Tal direito igualmente se estende às relações de consumo explicitadas pelo Código de Defesa do Consumidor. Somos processados com base neste código. Assim, o CEM, não impedirá processos contra médicos, mas dará ao magistrado subsídios legais para novo enfoque jurídico. Algo que se percebe: negligência ou imprudência sem consequência (=complicação) não é passível de punição. A reprodução assistida e genética após o projeto Genoma Humano está igualmente contemplada no novo CEM. O respeito à dignidade da pessoa, à vida; o que não se deve fazer nos procedimentos de manipulação gênica foram contemplados com a opinião abalizada de filósofos, teólogos, neurocientistas, legisladores e especialistas em bioética. Nada que o bom senso comum não nos permita intuir como correto e ético. Presidente da Comissão de Defesa Profissional da FEBRASGO A POLÊMICA DO ESTATUTO DO NASCITURO AComissão de Seguridade Social e Família aprovou, no final de maio, o substitutivo da deputada Solange Almeida ao Projeto de Lei 478/07, dos deputados Luiz Bassuma e Miguel Martini, que cria o Estatuto do Nascituro. O projeto segue para Comissão de Finanças e Tributação, para ser avaliado quanto a adequações financeira e orçamentária, e para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, que dará parecer de constitucionalidade. Se aprovado em ambas, e também em plenário, será transformado em Lei, podendo colocar fim inclusive no direito à interrupção de gravidez para salvar a vida da mulher. Somente países muito subdesenvolvidos democrática e politicamente possuem um Legislativo capaz de tamanho retrocesso, argumenta Cristião Fernando Rosas, da FEBRASGO, que sugere mobilização e incursões na mídia para apontar claramente à Sociedade o risco deste estatuto. Jornal da FEBRASGO Maio

16

17

18 curtas Missão Haiti ganha Medalha da Vitória agenda A Associação Médica Brasileira foi agraciada com a Medalha da Vitória pelo projeto que enviou médicos voluntários ao Haiti, em solenidade realizada no Monumento Nacional dos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no dia 12 de maio, no Rio de Janeiro. Desde 2004, o Ministério da Defesa concede a honraria, como forma de reconhecer a atuação de civis e militares na defesa da liberdade e da paz mundial. A Medalha é o reconhecimento do esforço e do gesto solidário da AMB de enviar médicos para trabalhar voluntariamente após o terremoto no Haiti. Sob a liderança do presidente da Associação, José Luiz Gomes do Amaral, foi realizada uma ação que o Ministério da Defesa considerou meritório, explica Antônio Roberto Batista, médico e gerente administrativo da AMB, que representou a entidade durante a cerimônia. Outras entidades civis, como a Associação Médica de Varginha, regional da federada de Minas Gerais, a Biomecânica (empresa de produtos ortopédicos), e diversos militares foram agraciados. Jornal da FEBRASGO Febrasgo Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (11) Presidente: Nilson Roberto de Melo Secretário executivo Francisco Eduardo Prota Secretária executiva adjunta Vera Lúcia Mota da Fonseca Tesoureiro Ricardo José de Oliveira e Silva Tesoureira adjunta Mariângela Badalotti Vice-presidente da Região Norte Pedro Celeste Noleto e Silva Vice-presidente da Região Nordeste Francisco Edson de Lucena Feitosa Vice-presidente da Região Centro-Oeste Hitomi Miura Nakagava Vice-presidente da Região Sudeste Cláudia Navarro Duarte Lemos Vice-presidente da Região Sul Almir Antonio Urbanetz JUNHO 17 a a Jornada Goiana de Ginecologia e Obstetrícia Local: Centro de Convenções de Goiânia (GO) Realização: SGGO Tel: (62) a 25 II Congresso Amazonense de Ginecologia e Obstetrícia Local: Manaus (AM) Realização: ASSAGO Tel: (92) AGOSTO 4 a 7 XXV Congresso de Ginecologia e Obstetrícia de Mato Grosso do Sul Local: Centro de Convenções e Exposições Albano Franco Campo Grande (MS) Realização: SOGOMAT-SUL Tel: (67) / a 14 III Jornada SOGIMIG do Triângulo de Ginecologia - Obstetrícia Local: Belo Horizonte (MG) Realização: SOGIMIG Tel: (31) a a Jornada de G. e O. do Rio Grande do Norte e Fórum Popular Local: Hotel SERHS - Natal (RN) Realização: SOGORN Tel: (84) a 22 X Congresso Sul Mineiro de Ginecologia e Obstetrícia Local: Belo Horizonte (MG) Realização: SOGIMIG Tel: (31) Jornal da Febrasgo Editor: Nicolau D Amico Filho Jornalista responsável: Chico Damaso MTB: /SP - Redação: acontecenoticias.com.br - Impressão: Zeppelini Editorial - com.br - Tel.: (11) fórum do associado O Jornal da Febrasgo mantém um espaço para interlocução permanente com os leitores: o Fórum do Associado. Ficaremos muito honrados em tê-lo como colaborador. Ajudar a enriquecer nossa publicação é importante e simples: basta enviar suas impressões e sugestões para o com.br ou por carta para a rua Cotoxó, 303, conjunto 82, Perdizes, São Paulo, SP, CEP , aos cuidados da Comunicação. Desde já, agradecemos o seu apoio. 18 Jornal da FEBRASGO Maio 2010

19

20

DISPONIBILIDADE OBSTÉTRICA Historico da cobranca do parto a paciente da rede suplementar MARIA INES DE MIRANDA LIMA

DISPONIBILIDADE OBSTÉTRICA Historico da cobranca do parto a paciente da rede suplementar MARIA INES DE MIRANDA LIMA DISPONIBILIDADE OBSTÉTRICA Historico da cobranca do parto a paciente da rede suplementar MARIA INES DE MIRANDA LIMA INTRODUÇÃO Serviço oferecido a gestante onde o obstetra fica a disposição durante o pré-natal

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: SÃOCARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:: Sem

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLHA DO PRÉ-NATAL E DO PRÉ- NATALISTA.

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLHA DO PRÉ-NATAL E DO PRÉ- NATALISTA. A IMPORTÂNCIA DA ESCOLHA DO PRÉ-NATAL E DO PRÉ- NATALISTA. Um atendimento pré-natal de qualidade é fundamental para a saúde da gestante e de seu bebê. Logo que você constatar que está grávida, deve procurar

Leia mais

COMPREENDENDO A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER: UMA REFLEXÃO ACADÊMICA 1

COMPREENDENDO A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER: UMA REFLEXÃO ACADÊMICA 1 COMPREENDENDO A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER: UMA REFLEXÃO ACADÊMICA 1 BISOGNIN, Patrícia 2 ; SIQUEIRA, Alessandro 2 ; BÖELTER, Débora Cardoso 2 ; FONSECA, Mariana 2 ; PRUNZEL

Leia mais

POLÍTICAS SOCIAIS E A ASSISTÊNCIA À SAÚDE MATERNA

POLÍTICAS SOCIAIS E A ASSISTÊNCIA À SAÚDE MATERNA POLÍTICAS SOCIAIS E A ASSISTÊNCIA À SAÚDE MATERNA CONCEITO DE SAÚDE da OMS Saúde é o perfeito bem estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença. Portanto: Ter saúde é fenômeno complexo

Leia mais

SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais

SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais AUDIÊNCIA PÚBLICA REALIZADA NA COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS EM 28 DE JUNHO DE 2006 PARA INSTRUIR O PROJETO DE LEI DO SENADO Nº25, DE 2002, QUE DISPÕE SOBRE O

Leia mais

Rede Cegonha no RS Componente 1 Pré-natal

Rede Cegonha no RS Componente 1 Pré-natal 1 Rede Cegonha no RS Componente 1 Pré-natal Exames e Ações (pré-natal de risco habitual e alto risco) Ofertar os exames e consultas de pré-natal Fomentar a contratação de serviços laboratoriais de qualidade

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 8 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM CARDIOLOGIA PARA MÉDICOS

Leia mais

CENTRO UNIVERSITARIO SERRA DOS ÓRGÃOS UNIFESO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CCS CURSO DE MEDICINA

CENTRO UNIVERSITARIO SERRA DOS ÓRGÃOS UNIFESO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CCS CURSO DE MEDICINA CENTRO UNIVERSITARIO SERRA DOS ÓRGÃOS UNIFESO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CCS CURSO DE MEDICINA PROGRAMA DE INTERNATO EM GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA - 10º Período Corpo docente: Coordenação Obstetrícia: Glaucio

Leia mais

Clique para editar o nome do autor Clique para editar o cargo do autor. Organização da atenção ao pré-natal, parto e nascimento

Clique para editar o nome do autor Clique para editar o cargo do autor. Organização da atenção ao pré-natal, parto e nascimento Clique para editar o nome do autor Clique para editar o cargo do autor Clique para editar local e data Organização da atenção ao pré-natal, parto e nascimento Rio de Janeiro, 06 de julho de 2015 A importância

Leia mais

Os Rumos da Dermatologia no Brasil:

Os Rumos da Dermatologia no Brasil: Fóruns SBD RELATÓRIO FINAL Relator: Gabriel Gontijo, Vice-Presidente e Presidente Eleito da SBD São Paulo - 5 de abril de 2014 São Paulo - 5 de abril de 2014 Promoção Diretoria da Sociedade Brasileira

Leia mais

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal Grupo temático: Direito à vida, à saúde e a condições

Leia mais

Política Municipal de Saúde Perinatal. Secretaria Municipal de Saúde Belo Horizonte

Política Municipal de Saúde Perinatal. Secretaria Municipal de Saúde Belo Horizonte Política Municipal de Saúde Perinatal Secretaria Municipal de Saúde Belo Horizonte BH -REDE ASSISTENCIAL 9 Distritos Sanitários 147 Centros de Saúde 544 ESF 2.420 ACS CERSAM, UPA, outros 34 hospitais conveniados

Leia mais

PLANO DE CURSO 2. EMENTA:

PLANO DE CURSO 2. EMENTA: PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Enfermagem Disciplina: ENFERMAGEM OBSTÉTRICA E NEONATAL Professor: Renata Fernandes do Nascimento Código: Carga Horária: 80 H Créditos: 05 Preceptoria: 20H

Leia mais

AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II

AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II 1. Objetivos das aulas práticas 1.1 Gerais Ser capaz de, através do cadastramento, detectar problemas, pensar nas causas destes problemas e propor soluções

Leia mais

Superando o tabu da doença: controle do câncer ganha destaque na mídia com campanhas de prevenção. Ano V - nº 18 - Rio Pesquisa 30

Superando o tabu da doença: controle do câncer ganha destaque na mídia com campanhas de prevenção. Ano V - nº 18 - Rio Pesquisa 30 Superando o tabu da doença: controle do câncer ganha destaque na mídia com campanhas de prevenção Ano V - nº 18 - Rio Pesquisa 30 31 Rio Pesquisa - nº 18 - Ano V SAÚDE Conhecer o passado para cuidar do

Leia mais

*CD145101996985* Discurso proferido pelo deputado GERALDO RESENDE (PMDB/MS), em sessão no dia 11/02/2014. MAMOGRAFIA EM UMA SÓ MAMA: IGNORÂNCIA

*CD145101996985* Discurso proferido pelo deputado GERALDO RESENDE (PMDB/MS), em sessão no dia 11/02/2014. MAMOGRAFIA EM UMA SÓ MAMA: IGNORÂNCIA Discurso proferido pelo deputado GERALDO RESENDE (PMDB/MS), em sessão no dia 11/02/2014. MAMOGRAFIA EM UMA SÓ MAMA: IGNORÂNCIA OU MONSTRUOSIDADE Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, No último

Leia mais

Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria

Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria O programa de Residência em Pediatria prevê 60 horas de jornada de trabalho semanal, sendo 40 horas de atividades rotineiras e 20 horas de

Leia mais

LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007)

LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007) LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007) Médico Pesquisador do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia.Ex-Coordenador

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 PLANO DE CURSO

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 PLANO DE CURSO CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM I Código: ENF - 209 Pré-requisito:

Leia mais

Hospital de Base do Distrito Federal - HBDF Unidade de Ginecologia Oncológica / UGON Estágio médico em Ginecologia Oncológica

Hospital de Base do Distrito Federal - HBDF Unidade de Ginecologia Oncológica / UGON Estágio médico em Ginecologia Oncológica 1. Observações gerais: Estágio de capacitação em Ginecologia Oncológica da Unidade de Ginecologia Oncológica (UGON) do Hospital de Base do Distrito Federal: O estágio em Ginecologia Oncológica da Unidade

Leia mais

CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO DA RC

CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO DA RC MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE DA MULHER CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO

Leia mais

A saúde do tamanho do Brasil

A saúde do tamanho do Brasil A saúde do tamanho do Brasil BREVE HISTÓRIA DE UMA LONGA CAMINHADA A saúde é um direito de todos e um dever do Estado. Essa conquista social, incorporada à Constituição Federal de 1988 e construída a partir

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 871/2010, de 08-02-10.

LEI MUNICIPAL Nº 871/2010, de 08-02-10. LEI MUNICIPAL Nº 871/2010, de 08-02-10. DISPÕE SOBRE A CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA EMERGENCIAL DE PROFISSIONAIS PARA ÁREA MÉDICA ESPECIALIZADA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. IRANI LEONARDO CHERINI PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

O QUE É A REDE CEGONHA?

O QUE É A REDE CEGONHA? Desafios da Atenção Básica em Tempos de Rede Cegonha - O que temos e o que queremos? Portaria n 1.459, de 24/06/11 O QUE É A REDE CEGONHA? Estratégia inovadora do Ministério da Saúde que visa organizar

Leia mais

CARTA DE PORTO ALEGRE FÓRUM DE ASSISTÊNCIA OBSTÉTRICA FEBRASGO/SOGIRGS

CARTA DE PORTO ALEGRE FÓRUM DE ASSISTÊNCIA OBSTÉTRICA FEBRASGO/SOGIRGS CARTA DE PORTO ALEGRE FÓRUM DE ASSISTÊNCIA OBSTÉTRICA FEBRASGO/SOGIRGS A SOGIRGS em conjunto com a FEBRASGO realizou o Fórum de Assistência Obstétrica, em Porto Alegre, no dia 28 de março de 2015, com

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 797, DE 2011 I RELATÓRIO

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 797, DE 2011 I RELATÓRIO COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 797, DE 2011 Inclui nos programas Sociais e Financeiros do Governo programa específico de apoio à mulher e a adolescente, nos casos de gravidez

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO EPB0178 QUEBRA DO SIGILO PROFISSIONAL EM CASOS DE PEDOFILIA GABRIELE

Leia mais

II. AÇÕES ESTRATÉGICAS REDUÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA E NEONATAL

II. AÇÕES ESTRATÉGICAS REDUÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA E NEONATAL O PACTO NACIONAL PELA REDUÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA E NEONATAL * I. ESTRATÉGIAS PARA IMPLEMENTAÇÃO ARTICULAÇÃO COM A SOCIEDADE CIVIL FORTALECENDO O CONTROLE SOCIAL O envolvimento de diferentes atores

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA ADULTO Unidade Dias

Leia mais

A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5

A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5 A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5 A partir dos esforços para melhorar a saúde materno-infantil, tais como: Programa de Humanização do Parto e Nascimento

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE CARACTERÍSTICAS DO ESTABELECIMENTO

IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE CARACTERÍSTICAS DO ESTABELECIMENTO I SOLICITAÇÃO DE: INSCRIÇÃO REGISTRO CADASTRO ATUALIZAÇÃO DE DADOS: (a cargo do CRM) II 1 Razão Social IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE 2 Designação de Fantasia / Nome Usual 3 Endereço 4 Município

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula 7 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO NAS DOENÇAS CRÔNICAS

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais

ISSN 18094589 ANO VII Nº 13 - DEZEMBRO DE 2011 P. 79 86

ISSN 18094589 ANO VII Nº 13 - DEZEMBRO DE 2011 P. 79 86 ÁGORA Revista Eletrônica, objetivando a valorização do debate regional contextualizado, promotor de questionamentos e problematizações, almejando transformações sócio-econômicas, atenta às demandas populares

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: Graduação em Enfermagem Disciplina: Cuidar de Enfermagem em Saúde da Mulher Carga Horária: Teórica: 75h Pratica: 60 h Total: 135 h Semestre: 2013.1 Professor:

Leia mais

3º Fórum de Assistência Social do Ministério da Defesa Painel sobre Humanização

3º Fórum de Assistência Social do Ministério da Defesa Painel sobre Humanização 3º Fórum de Assistência Social do Ministério da Defesa Painel sobre Humanização Clínica Ampliada do HC II A experiência do Serviço Social Fernanda dos Reis Melo SSocial HCII/INCA femelo@ig.com.br Rio de

Leia mais

2ª Turma do Curso de Pós Graduação UTI Pediátrica e Neonatal de Campinas

2ª Turma do Curso de Pós Graduação UTI Pediátrica e Neonatal de Campinas Trabalho de Conclusão de Curso 2ª Turma do Curso de Pós Graduação UTI Pediátrica e Neonatal de Campinas Instituto Terzius Faculdade Redentor Análise dos Óbitos Neonatais Ocorridos na Maternidade Municipal

Leia mais

PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO:

PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO: PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO: Dra. B. F. D./SECRETARIA DE ESTADO DA SAUDE/MS ASSUNTO/PALAVRA CHAVE: Sigilo medico. Prontuário Médico. Registro de Câncer de Base Populacional.

Leia mais

Assistência. Assistência no INCA

Assistência. Assistência no INCA Assistência A qualidade do tratamento oferecido aos pacientes pelo Sistema Único de Saúde é de alta prioridade entre as ações desenvolvidas para o controle do câncer no Brasil. Por tratar-se de uma doença

Leia mais

Pesquisa Clínica. Orientações aos pacientes

Pesquisa Clínica. Orientações aos pacientes Pesquisa Clínica Orientações aos pacientes 2009 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução total ou parcial desta obra, desde que citada a fonte. Tiragem: 1000 exemplares Criação, Informação e Distribuição

Leia mais

Dr Elsa Regina Justo Giugliani Pediatra, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, Ministério da Saúde, Brasil

Dr Elsa Regina Justo Giugliani Pediatra, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, Ministério da Saúde, Brasil POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCENTIVO AO ALEITAMENTO MATERNO: A EXPERIÊNCIA DO BRASIL Carolina Belomo de Souza Nutritionniste, chargée de mission en éducation et promotion de la santé, DATER, INPES Dr Lilian

Leia mais

Conselho protesta contra prefeitura

Conselho protesta contra prefeitura Informativo Eletrônico da SE/CNS para os conselheiros nacionais Ano VI, Brasília, 08/04/2009. Prezado (a) conselheiro (a), Estamos encaminhando um clipping de notícias do CNS na mídia. A intenção é socializar

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 8. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 8. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 3 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula 7 Cronograma de Aulas Pág. 8 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM DOR Unidade Dias e Horários

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: Qualificação Técnica de Nível Médio

Leia mais

Melhorar sua vida, nosso compromisso Redução da Espera: tratar câncer em 60 dias é obrigatório

Melhorar sua vida, nosso compromisso Redução da Espera: tratar câncer em 60 dias é obrigatório Melhorar sua vida, nosso compromisso Redução da Espera: tratar câncer em 60 dias é obrigatório Maio de 2013 Magnitude do Câncer no Brasil 518 mil novos casos em 2013 Câncer de pele não melanoma deve responder

Leia mais

César Eduardo Fernandes. Declaração de conflito de interesse

César Eduardo Fernandes. Declaração de conflito de interesse César Eduardo Fernandes Declaração de conflito de interesse Não recebi qualquer forma de pagamento ou auxílio financeiro de entidade pública ou privada para pesquisa ou desenvolvimento de método diagnóstico

Leia mais

TISS. Manual de Instruções. Manual de Instruções. Troca de Informação em Saúde Suplementar 1/40 ANS 36.825-3

TISS. Manual de Instruções. Manual de Instruções. Troca de Informação em Saúde Suplementar 1/40 ANS 36.825-3 TISS Manual de Instruções Manual de Instruções Troca de Informação em Saúde Suplementar 1/40 1. INTRODUÇÃO 2. ORIENTAÇÕES GERAIS 2.1 Entrega de guias SUMÁRIO......... 2.2 Numeração de guias Pacotes...

Leia mais

Fortaleza, novembro, 2013 Marema Patrício Assessora Técnica CONASEMS

Fortaleza, novembro, 2013 Marema Patrício Assessora Técnica CONASEMS Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde COLÓQUIO Fortaleza, novembro, 2013 Marema Patrício Assessora Técnica CONASEMS PAINEL III Subtema 2: Primeira infância e gravidez na adolescência: O

Leia mais

Consulta de puericultura agora está no Rol da ANS

Consulta de puericultura agora está no Rol da ANS Consulta de puericultura agora está no Rol da ANS Colegas pediatras, A Sociedade Brasileira de Pediatria, com o apoio da Sociedade Mineira de Pediatria, convoca a todos - filiadas e pediatras que se mobilizem

Leia mais

PARTO NORMAL NA SAÚDE SUPLEMENTAR

PARTO NORMAL NA SAÚDE SUPLEMENTAR PROMOÇÃO DO PARTO NORMAL NA SAÚDE SUPLEMENTAR Ações já realizadas pela ANS desde 2004 Sensibilização do setor, promoção e participação ii em eventos para discussão com especialistas nacionais e internacionais

Leia mais

PLANOS DE SAÚDE. O que é preciso saber?

PLANOS DE SAÚDE. O que é preciso saber? PLANOS DE SAÚDE O que é preciso saber? Queridos amigos, Estamos muito felizes por concluir a nossa segunda cartilha sobre direitos atrelados à saúde. Este trabalho nasceu com o propósito de levar informações

Leia mais

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Enfermagem Obstétrica e Neonatal Professor: Renata Fernandes do Nascimento Código: SAU57 Carga Horária: 100h (Teoria:

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS O objetivo deste questionário é analisar as atividades

Leia mais

ESTUDO DE CASO MATERNIDADE DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO

ESTUDO DE CASO MATERNIDADE DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO INSTITUTO DE SAÚDE DA COMUNIDADE DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO EM SAÚDE PLANEJAMENTO E GERÊNCIA EM SAÚDE II ESTUDO DE CASO MATERNIDADE DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO Professores: Dra. Luciana Alves

Leia mais

SENADO FEDERAL SECRETARIA-GERAL DA MESA COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS RELATÓRIO

SENADO FEDERAL SECRETARIA-GERAL DA MESA COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS RELATÓRIO SENADO FEDERAL SECRETARIA-GERAL DA MESA COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS RELATÓRIO Da audiência pública (24ª Reunião Extraordinária da Comissão de Assuntos Sociais, da 1ª Sessão Legislativa Ordinária da 53ª

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 8 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA - CURITIBA Unidade

Leia mais

Experiência: Comitês Coordenadores de Auditorias por Especialidades Médicas

Experiência: Comitês Coordenadores de Auditorias por Especialidades Médicas Experiência: Comitês Coordenadores de Auditorias por Especialidades Médicas Nome da instituição: Departamento Nacional de Auditoria do SUS DENASUS Nome do responsável: Maria Aparecida Orsini Carvalho Fernandes

Leia mais

Mulheres em rede pela humanização da assistência ao parto. O trabalho da Rede Parto do Princípio

Mulheres em rede pela humanização da assistência ao parto. O trabalho da Rede Parto do Princípio Mulheres em rede pela humanização da assistência ao parto O trabalho da Rede Parto do Princípio Enfª Marisol Figueiredo Almeida Bacharel em enfermagem UCB Pós Graduanda em atenção integral à saúde materno-infantil

Leia mais

Manual de Instruções Maio 2007

Manual de Instruções Maio 2007 Manual de Instruções Maio 2007 SUMÁRIO 1. Introdução 03 2. Orientações Gerais 04 2.1 Entrega de guias 04 2.2 Numeração de guias 04 2.3 Pacotes Autorização e cobrança 04 3. Identificação do Beneficiário

Leia mais

PROGRAMA DO PÓS-GRADUAÇÃO EM SEXOLOGIA CLÍNICA

PROGRAMA DO PÓS-GRADUAÇÃO EM SEXOLOGIA CLÍNICA PROGRAMA DO PÓS-GRADUAÇÃO EM SEXOLOGIA CLÍNICA 1. Nome do curso e Área(s) do Conhecimento - Pós-Graduação/Especialização em Sexologia Clínica - Área do conhecimento: Medicina - Forma de oferta: presencial

Leia mais

Editoria: Geral Manaus Hoje

Editoria: Geral Manaus Hoje Editoria: Geral Manaus Hoje Beneficiários do Bolsa Família 12 Editoria: Notícias www.portalamazonia.com.br Campanha de vacinação contra H1N1 é prorrogada ( ) Press-release da assessoria de imprensa (X)

Leia mais

PROGRAMA MÃES DE MINAS A IMPORTÂNCIA DO ACS NA CAPTAÇÃO PRECOCE DA GESTANTE

PROGRAMA MÃES DE MINAS A IMPORTÂNCIA DO ACS NA CAPTAÇÃO PRECOCE DA GESTANTE PROGRAMA MÃES DE MINAS A IMPORTÂNCIA DO ACS NA CAPTAÇÃO PRECOCE DA GESTANTE Antônio Jorge de Souza Marques MINAS GERAIS Superfície: 586.523 Km2 População (Estimativas IBGE, 2012): 19.855.332 hab. Municípios:

Leia mais

Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05

Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05 Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05 Dezembro/2003 - A discussão sobre carga horária para

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM COLOPROCTOLOGIA Unidade Dias e Horários

Leia mais

Women and Cancer: Saving Lives and Avoiding Suffering. Ministério da Saúde Brasília, Brazil May/2012

Women and Cancer: Saving Lives and Avoiding Suffering. Ministério da Saúde Brasília, Brazil May/2012 Women and Cancer: Saving Lives and Avoiding Suffering Ministério da Saúde Brasília, Brazil May/2012 Fortalecimento da Rede de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer Conjunto de ações estratégicas

Leia mais

Programa de Estímulo à Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças da ANS Experiências Bem Sucedidas. Ana Paula Cavalcante 13 de dezembro de 2006

Programa de Estímulo à Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças da ANS Experiências Bem Sucedidas. Ana Paula Cavalcante 13 de dezembro de 2006 III Seminário de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar Programa de Estímulo à Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças da ANS Experiências Bem Sucedidas Ana Paula Cavalcante

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO LUIZA MACHADO COORDENADORA ATENÇÃO Ä SAÚDE DA PESSOA IDOSA -AÇÕES DO MINISTERIO

Leia mais

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E TRANSPLANTE DE FÍGADO

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E TRANSPLANTE DE FÍGADO TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E TRANSPLANTE DE FÍGADO FÁBIO DE BARROS CORREIA GOMES Consultor Legislativo da Área XVI Saúde Pública, Sanitarismo MAIO/2009 Fábio de Barros Correia Gomes 2 SUMÁRIO 1. Introdução...3

Leia mais

2016 Edital Fundo Fale Sem Medo. Instituto Avon ELAS Fundo de Investimento Social

2016 Edital Fundo Fale Sem Medo. Instituto Avon ELAS Fundo de Investimento Social 2016 Edital Fundo Fale Sem Medo Instituto Avon ELAS Fundo de Investimento Social Dezembro, 2015 Fundo Fale Sem Medo Resultado da parceria entre o Instituto Avon e o ELAS Fundo de Investimento Social, o

Leia mais

Prevenção em dobro. Eixo de Prevenção do Câncer ganha segunda Unidade Móvel CAPA

Prevenção em dobro. Eixo de Prevenção do Câncer ganha segunda Unidade Móvel CAPA Prevenção em dobro Eixo de Prevenção do Câncer ganha segunda Unidade Móvel O eixo de Prevenção do Câncer do Programa Cuide-se+ acaba de ganhar um importante reforço no atendimento aos trabalhadores das

Leia mais

Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu.

Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu. Campus de Botucatu PORTARIA nº 141 de 20 de setembro de 2000 Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu. O Diretor da Faculdade

Leia mais

controvérsia ju dicialização DEVE O MÉDICO SE PREOCUPAR COM EVENTUAIS IMPACTOS MILIONÁRIOS QUE SUA DECISÃO PODE GERAR?

controvérsia ju dicialização DEVE O MÉDICO SE PREOCUPAR COM EVENTUAIS IMPACTOS MILIONÁRIOS QUE SUA DECISÃO PODE GERAR? ju dicialização controvérsia DEVE O MÉDICO SE PREOCUPAR COM EVENTUAIS IMPACTOS MILIONÁRIOS QUE SUA DECISÃO PODE GERAR? QUAIS OS LIMITES DA INTERMEDIAÇÃO DO MÉDICO ENTRE O INTERESSE DO PACIENTE E O DA INDÚSTRIA?

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ Faculdade de Medicina Departamento de Cirurgia Grupo de Educação e Estudos Oncológicos

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ Faculdade de Medicina Departamento de Cirurgia Grupo de Educação e Estudos Oncológicos E D I T A L Nº 04/2007 Seleção ao II Curso de Especialização em Mastologia A Coordenação do, extensão do Departamento de Cirurgia da da Universidade Federal do Ceará FAZ SABER aos interessados que estarão

Leia mais

PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ

PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPACTO DA VIOLÊNCIA NA SAÚDE DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ VOCÊ É A PEÇA PRINCIPAL PARA ENFRENTAR ESTE PROBLEMA Brasília - DF 2008

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA ATENÇÃO AO CÂNCER: DESAFIOS PARA OS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM ESPECIALIZAÇÃO DO TÉCNICO

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 3 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 8 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM ACONSELHAMENTO GENÉTICO

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE GOIÁS

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE GOIÁS CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE GOIÁS RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA REGISTRO DE EMPRESA 1) Cópia do Contrato Social e Alterações Contratuais, devidamente registrados na JUCEG; Estatuto Social ou

Leia mais

Antes da hora. Cesarianas desnecessárias contribuem para o nascimento de bebês imaturos

Antes da hora. Cesarianas desnecessárias contribuem para o nascimento de bebês imaturos 18 fevereiro DE 2015 capa Antes da hora Cesarianas desnecessárias contribuem para o nascimento de bebês imaturos Alice Giraldi e Ricardo Zorzetto ilustração mariana zanetti No início de janeiro o Ministério

Leia mais

Panorama do Aborto Legal no Brasil

Panorama do Aborto Legal no Brasil Panorama do Aborto Legal no Brasil PESQUISA IBOPE/CDD indica que a maioria desconhece em que condições legais o aborto pode ser realizado Quase metade dos brasileiros (48%) desconhece as situações em que

Leia mais

A POLÍTICA DE PROTEÇÃO DA MATERNIDADE JULIO MAYER DE CASTRO FILHO

A POLÍTICA DE PROTEÇÃO DA MATERNIDADE JULIO MAYER DE CASTRO FILHO A POLÍTICA DE PROTEÇÃO DA MATERNIDADE JULIO MAYER DE CASTRO FILHO Ministério da Saúde Diretrizes gerais Pacto pela Saúde Estados ComissãoBi partite Municípios Plano Municipal de Saúde Objetivos Ações estratégicas

Leia mais

Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP

Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP Conteúdo DISPOSIÇÕES GERAIS 3 APOIO AO APRIMORAMENTO DE RECURSOS HUMANOS 4 Participação em congressos e eventos científicos

Leia mais

NOTA TÉCNICA 40 2013 REDE DE ATENÇÃO À SAÙDE DAS PESSOAS COM DOENÇAS CRONICAS. Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer

NOTA TÉCNICA 40 2013 REDE DE ATENÇÃO À SAÙDE DAS PESSOAS COM DOENÇAS CRONICAS. Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer NOTA TÉCNICA 40 2013 REDE DE ATENÇÃO À SAÙDE DAS PESSOAS COM DOENÇAS CRONICAS Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer Cria o Serviço de Referência para Diagnostico e Tratamento de Lesões

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia CREMEB III Fórum de Publicidade Médica 24 de agosto de 2012 Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia CREMEB Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ATIVIDADE FÍSICA PARA PREVENÇÃO, TRATAMENTO

Leia mais

Panorama da Radioterapia no Brasil

Panorama da Radioterapia no Brasil Sociedade Brasileira de Radioterapia SBRT Filiada à Associação Médica Brasileira - AMB Panorama da Radioterapia no Brasil Robson Ferrigno Presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia A radioterapia

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA

COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA Nome Completo da Instituição Complexo Hospitalar Universitário Professor Edgard Santos (HUPES) e Maternidade Climério de Oliveira Endereço Completo Rua Augusto Viana s/n, Canela CEP Município UF DDD/Telefones

Leia mais

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology RESIDÊNCIA MÉDICA Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology José Luiz Miranda Guimarães* Neste número estamos divulgando o resultado parcial do Seminário

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO A SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM II Código: ENF- 213 CH

Leia mais

Aborto, Saúde e Direitos Reprodutivos

Aborto, Saúde e Direitos Reprodutivos BEM ESTAR FAMILIAR NO BRASIL Aborto, Saúde e Direitos Reprodutivos Vera Cabral João Pessoa - PB ABORTO Situação Mundial 210 milhões de gestações ocorrem a cada ano no mundo 46 milhões (22%) terminam em

Leia mais

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Assistência de Enfermagem à Saúde da Mulher Professor: Renata Fernandes do Nascimento Pré-requisito(s): ------ Carga

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 10. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 10. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 6 Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula 9 Cronograma de Aulas Pág. 10 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM BASES DA MEDICINA INTEGRATIVA

Leia mais

PARTICIPAÇÃO SOCIAL EM SAÚDE NO BRASIL (ESTUDOS DE CASO) FLAVIO GOULART (Consultor ad-hoc - OPAS Brasil) Brasília, 12 de dezembro de 2013

PARTICIPAÇÃO SOCIAL EM SAÚDE NO BRASIL (ESTUDOS DE CASO) FLAVIO GOULART (Consultor ad-hoc - OPAS Brasil) Brasília, 12 de dezembro de 2013 PARTICIPAÇÃO SOCIAL EM SAÚDE NO BRASIL (ESTUDOS DE CASO) FLAVIO GOULART (Consultor ad-hoc - OPAS Brasil) Brasília, 12 de dezembro de 2013 15 EXPERIÊNCIAS SELECIONADAS LABORATÓRIOS DE INOVAÇÃO ORIGEM Nº

Leia mais

Relatório Mesa 4. REDUZIR A MORTALIDADE INFANTIL Reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos.

Relatório Mesa 4. REDUZIR A MORTALIDADE INFANTIL Reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos. Relatório Mesa 4 OBJETIVO 4 Meta 5 REDUZIR A MORTALIDADE INFANTIL Reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos. I. Introdução Após a apresentação dos participantes

Leia mais

Manual de Instruções

Manual de Instruções Manual de Instruções Junho/09 SUMÁRIO 1. Introdução 2. Orientações Gerais 2.1 Entrega de guias 2.2 Numeração de guias 2.3 Pacotes - Autorização e cobrança 3. Identificação do Beneficiário 3.1 Modelo do

Leia mais

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES?

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? VIII SIMPÓSIO MINEIRO DE INTERCORRÊNCIAS EM CIRURGIA PLÁSTICA OURO PRETO, 04 de abril de 2014 PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? EDUARDO SUCUPIRA Comissão de Marketing

Leia mais

(PROCURADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL) Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal,

(PROCURADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL) Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, A SRA. JANAÍNA BARBIER GONÇALVES (PROCURADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL) Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Gilmar Mendes, na pessoa de quem cumprimento as demais autoridades

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA HOSPITAIS E DEMAIS PRESTADORAS DE SERVIÇOS MÉDICOS SIMILARES

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA HOSPITAIS E DEMAIS PRESTADORAS DE SERVIÇOS MÉDICOS SIMILARES QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA HOSPITAIS E DEMAIS PRESTADORAS DE SERVIÇOS MÉDICOS ILARES O objetivo deste questionário é analisar as atividades profissionais desenvolvidas

Leia mais

ANEXO I. 1 Indicadores da dimensão da atenção à saúde

ANEXO I. 1 Indicadores da dimensão da atenção à saúde ANEXO I RELAÇÂO DOS INDICADORES, COM AS RESPECTIVAS METODOLOGIAS ESTATÍSTICAS A SEREM UTILIZADAS NO PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR - COMPONENTE OPERADORAS - REFERENTE AO ANO DE 2013 1 Indicadores

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. RELATORA: Senadora VANESSA GRAZZIOTIN

PARECER Nº, DE 2015. RELATORA: Senadora VANESSA GRAZZIOTIN PARECER Nº, DE 2015 Da COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE, sobre Aviso nº 3, de 2014 (Aviso nº 355-GP/TCU, de 29 de abril de 2014, na origem), que encaminha ao Senado

Leia mais