DENGUEDEDENGUE BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DA DENGUE. Dengue é um grave problema de saúde pública enfrentado em diversos países.

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1 Ano 2 Nº 4 16 de Junho de 2009 BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DA DENGUE Dengue é um grave problema de saúde pública enfrentado em diversos países. A transmissão da doença se dá através da picada do mosquito transmissor o Aedes aegypti que é parecisdo com o pernilongo comum, e pode ser identificado por algumas características que o diferenciam, como corpo escuro e rajado de branco. Quando pica, o mosquito injeta a saliva produzida nessas glândulas junto com o vírus na corrente sangüínea da pessoa. É importante ressaltar que dengue não é uma doença transmissível de forma direta, ou seja, não passa de um indivíduo para o outro, nem mesmo por meio de fontes de água ou alimento ou por uso de objetos pessoais do doente. Os sintomas são: Início súbito com febre intensa, dor de cabeça, dores fortes nos olhos, na musculatura e nas juntas, podendo surgir erupções na pele. As formas mais graves da doença são as formas hemorrágicas que acometem pele, tecidos subcutâneos e trato intestinal podendo levar ao choque e ao óbito. DENGUEDEDENGUE A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba registrou em 2009, até a 22ª semana epidemiológica, 642 casos suspeitos de dengue, destes, 242(37,6%), confirmados 134 (55,3%) por critério laboratorial, sendo 01 caso de dengue com complicação que evoluiu para 108 (44,6%) por critério clínico epidemiológico óbito, Observase que neste mesmo período de análise, foram notificados casos de dengue a menos que no mesmo período de 2008, com redução de 92,5 %. (Gráfico 1) O sexo mais acometido foi o feminino com 372(58,0%) casos e a faixa etária foi de 20 a 34 anos com 195 ( 30,3%) casos de acordo com os dados do Sistema Nacional de Notificação de Agravos (SINAN). Os municípios com o maior número de casos notificados no ano de 2009 foram: Patos com a participação de 72 (11,1%) casos; João Pessoa 69 (10,8%) casos; Coremas 49 (7,5%) casos; São José do Sabugi 39 (6,1%) casos; Monteiro e Riacho dos Cavalos 34 (5,3%) casos; Catolé do Rocha 28 (4,3%) casos; Teixeira 25(4,0%) casos; Campina Grande 20 (3,1%) casos; Dona Inês15 (2,3%) casos; e Cuité 12(1,8%) casos. Gráfico 1. Casos notificados de Dengue. Paraíba a 2009* Pequenas ações incorporadas no dia a dia pela população têm um valor significativo quando se tratam de Dengue, e, quando ampliadas, proporcionam melhor qualidade de vida para a coletividade como um todo. A população, assumindo a sua parcela de responsabilidade, e, mudando atitudes e práticas que possibilitam a manutenção de criadouros do mosquito no seu ambiente, será possível minimizar essa situação. Fonte: SINAN / GOVE / GEVS / SESPB. Legenda: (*) Dados gerados até a semana epidemiológica nº 22, em 15/06/2009.

2 Página 02 Na Tabela 01, observase a análise descritiva da distribuição mensal no período de Janeiro a Junho (Dados parciais) de 2009, por Gerência Regional de Saúde. Na VI Regional de Saúde está concentrado o maior número casos confirmados com 162 (25,2%) casos, seguido da I GRS 103 (16,0%) casos. No período não houve registro de nenhum caso de Febre Hemorrágica da Dengue, entretanto ocorreu 01 caso de Dengue Clássico com Complicações que evoluiu para óbito. Tabela 01 Casos Confirmados de dengue clássico, febre hemorrágica do dengue e óbitos por Gerência Regional de Saúde. Paraíba, janeiro a 15 de junho de 2009* Gerência Regional de Jan Fev Mar Abr Mai Jun Total Dengue Clássico FHD DCC Casos Óbitos Casos Óbitos Saúde I GRS II GRS III GRS IV GRS V GRS VI GRS VII GRS VIII GRS IX GRS X GRS XI GRS XII GRS Total Fonte: SINAN / GOVE / GEVS / SESPB. Legenda: (*) Dados gerados até a Semana epidemiológica nº 22; Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) ; Dengue Clássico Complicação (DCC) PARAÍBA UNIDA CONTRA A DENGUE

3 Página 03 Os municípios que apresentam o maior risco de adoecer por Dengue de acordo com o Coeficiente de 80,0 incidência 100,0 (01 município) dos casos confirmados foram: Riacho dos Cavalos 16 casos, (Coeficiente de incidência 192,8/ habitantes), seguido de Teixeira 19(Coeficiente de incidência 134,0/ habitantes) e Coremas 13(Coeficiente de incidência 82,8/ habitantes). Considerando os parâmetros de avaliação epidemiológica: Baixo Risco 0 100; Médio Risco > 100 e < 300 e Alto Risco (maior ou igual a 300). Os municípios Riacho dos Cavalos e Teixeira foram considerados de médio risco, sendo que Coremas, considerado de baixo risco junto com os demais municípios que compõem o Estado 00 Figura 1 2 Até 80,0 (220 municípios) 80,0 100,0 (01 município) 100,0 150,0 (01 município) 150,00 192,8 (01 Fonte: SINAN / GOVE / GEVS / SESPB. Coeficiente de incidência / habitantes. Legenda: (*) Dados gerados até a Semana epidemiológica nº 22, em 15/06/2009. População: IBGE estimativa para 2009/DATASUSMS Ciclo do Aedes aegypti FOTO 1(Ovo) FOTO 2 (Larva) FOTO 3(Pupa) FOTO 4(Adulto)

4 Página 04 Seguindo a análise das taxas de incidências por Gerência Regional de Saúde no mesmo período de 2008 e 2009, na Tabela 02, observamos que, todas as Regionais de Saúde apresentam municípios com baixa incidência e redução de casos no presente ano. Tabela 02 Comparativo da freqüência absoluta de casos de Dengue e coeficiente de incidência, por regional de residência. Paraíba e 2009* Gerência Regional de Saúde Casos Classificação 2008* 2009* % Coeficiente Incidência Coeficiente Classificação Incidência I GRS II GRS III GRS IV GRS V GRS VI GRS VII GRS VIII GRS IX GRS X GRS XI GRS XII GRS ,7 89,3 Baixa 3,8 Baixa 95,7 75,2 Baixa 3,3 Baixa 96,9 95,5 Baixa 2,9 Baixa 99,7 289,4 Média 0,9 Baixa 95,8 488,8 Alta 20,6 Baixa 94,0 649,1 Alta 38,8 Baixa 94,7 174,5 Média 9,2 Baixa 96,8 604,2 Alta 18,9 Baixa 99,1 314,9 Alta 2,9 Baixa 98,7 87,1 Baixa 1,2 Baixa 98,2 136,4 Média 2,4 Baixa 98,5 76,5 Baixa 1,2 Baixa Total ,2 169,4 Média 6,4 Baixa Fonte: SINAN / GOVE / GEVS / SESPB. População: IBGE estimativa para 2009/DATASUSMS Legenda: (*) Dados gerados até a Semana epidemiológica nº 22, em 15/06/2009. PARAIBA UNIDA CONTRA A DENGUE

5 Página 05 No conjunto de observações do corrente ano quando comparado aos demais, a redução acentuada do número de casos, se deve as ações executadas pelos municípios em parceria com esta Secretaria. Deve, entretanto, ressaltar a possibilidade da ocorrência de sub notificações por alguns municípios, devido a mudanças no corpo técnico. O Programa de Controle da Dengue é desenvolvido pelos municípios, que têm como competência executar em sua plenitude as ações de gestão do Programa desde a inspeção dos imóveis até o tratamento dos depósitos positivos, realizando trabalho contínuo e sistemático como o objetivo de controlar a infestação do Aedes aegypti. A Secretaria Estadual de Saúde acompanhou e complementou as ações desenvolvidas pelos municípios, nos momentos em que se fez necessária a presença do Estado para a manutenção das metas estabelecidas pelo PNCD, bem como executou ações de aplicação de inseticida a Ulltra Baixo Volume UBV, nos municípios do Estado, de acordo com a indicação epidemiológica. Verificase que quase 70% dos casos notificados de Dengue no país se concentram em municípios com mais de habitantes que, em sua grande maioria, fazem parte de regiões metropolitanas ou pólos de desenvolvimento econômico. Os grandes centros urbanos, na maioria das vezes, são responsáveis pela dispersão do vetor e da doença para municípios menores. Nesse cenário, o PNCD implantou a estratégia de controle em todos os municípios do estado, com ênfase em alguns considerados prioritários, assim definidos: 1. Capital de estado e sua região metropolitana; 2. Município com população igual ou superior a habitantes; e 3. Municípios receptivos à introdução de novos sorotipos de Dengue (Fronteiras, portuários, núcleos de turismo, etc.) Os objetivos do PNCD são: Reduzir a infestação pelo Aedes aegypti; Reduzir a incidência da Dengue; Reduzir a letalidade por Febre Hemorrágica da Dengue FHD; Reduzir a menos de 1% a infestação predial em todos os municípios; Reduzir em 50% o número de casos de 2003 em relação a 2002 e, nos anos seguintes 25% a cada ano; Reduzir a letalidade por Febre Hemorrágica de Dengue a menos de 1%. O objetivo da Vigilância Epidemiológica da Dengue é reduzir o número de casos e a ocorrência de epidemias, sendo de fundamental importância que a implementação das atividades de controle ocorra em momento oportuno. Nesse caso, oportunidade é entendida como detecção precoce da circulação viral e adoção de medidas de bloqueio adequadas para interromper a transmissão. A Vigilância da Dengue já conta com recursos necessários, como sistemas de informação (Sistema Nacional de Agravos de Notificação SINAN e o de Febre Amarela e Dengue SISFAD. Concomitamente às ações do PNCD a Secretaria Estadual de Saúde, está realizando capacitações no Diagnóstico e Manejo Clínico da Dengue para profissionais de todas a Regionais de Saúde do Estado e de municípios prioritários, no sentido de fornecer subsídios na atenção integral do paciente com Dengue, sem perder a perspectiva das características epidemiológicas regionais e a realidade local.

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