ALFANEWS. Inseminação Intrauterina. Fatores determinantes de sucesso em PASSO A PASSO

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1 ALFANEWS Informativo do Projeto ALFA Fertilização Assistida Volume 1 Número 2 Ano 2012 PASSO A PASSO Fatores determinantes de sucesso em Inseminação Intrauterina

2 PÓS-GRADUAÇÃO 2013 Em Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida (lato sensu) PÚBLICO ALVO Médicos ginecologistas e urologistas CARGA HORÁRIA Aulas teóricas horas Estágio prático horas HORÁRIO Três dias por mês período integral (quinta à sábado) DURAÇÃO Dez meses (incluindo entrega da monografia) INÍCIO DO CURSO Março de 2013 INSCRIÇÕES Até dezembro de 2012 ou completarem as vagas Vagas limitadas! (11)

3 Newton Eduardo Busso EDITORIAL No Brasil, desde 1965, os cursos de pós-graduação dividem-se em stricto sensu e lato sensu. O stricto sensu são cursos voltados à formação científica e acadêmica e também ligados à pesquisa. Existem nos níveis do mestrado e doutorado. O curso de mestrado tem a duração recomendada de dois a dois anos e meio, durante os quais o aluno desenvolve uma dissertação e cursa as disciplinas relativas à sua pesquisa. Os doutorados têm duração média de quatro anos, para o cumprimento das disciplinas, realização da pesquisa e para a elaboração da tese. Já o lato sensu são considerados como cursos de especialização e são mais direcionados à atuação profissional e atualização dos graduados no nível superior. Têm carga horária mínima de 360 horas e se encontram nesta categoria os cursos de especialização, os cursos de aperfeiçoamento, bem como os cursos designados como MBA (Master in Business Administration). Na medicina, a pós-graduação stricto sensu destina-se principalmente ao médico que está envolvido com o mundo acadêmico e a lato senso, ao profissional que, apesar de distante das faculdades de medicina, quer manter-se sempre atualizado dentra da sua área de atuação. Foi pensando neste último que o Grupo ALFA em parceria com a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo criou o curso de Pós-graduação em Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida. Reconhecido pelo MEC, o curso apresenta 240 horas de aulas teóricas, 120 horas de estágio prático e tem duração de 10 meses. As inscrições para 2013 já estão abertas (www.spmr.com.br) e as vagas são limitadas. É expressamente proibido reproduzir quaisquer matérias ou imagens desta revista, total ou parcialmente, sem a autorização por escrito de seu editor. A responsabilidade sobre os conceitos e opiniões emitidos nos artigos e nas propagandas é exclusiva de seus autores e anunciantes. Capa Ingimage Fotos e ilustrações Ingimage Torne o tempo seu aliado, atualize-se! Grupo ALFA PROJETO ALFA FERTILIZAÇÃO ASSISTIDA S/A. Av. Cincinato Braga, 37, 12 o andar CEP São Paulo-SP Tel. (11) COMITÊ EXECUTIVO Elvio Tognotti Jonathas Borges Soares Nelson Antunes Júnior Newton Eduardo Busso Sidney Glina CALABORADORES Cristiano Eduardo Busso Leopoldo Oliveira Tso Luciana Leis Márcia Wirth Oscar Barbosa Duarte Filho Rodrigo Romano ALFANEWS É ÓRGÃO INFORMATIVO DO PROJETO ALFA FERTILIZAÇÃO ASSISTIDA S/A. Editor Newton Eduardo Busso PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO Josimar Silvestre Tanaka JORNALISTA RESPONSÁVEL Josimar Silvestre Tanaka GRÁFICA Prol Gráfica TIRAGEM exemplares alfanews volume 1 número 21 ano

4 Índice 3 EDITORIAL Opinião Avaliação crítica da baixa complexidade no tratamento da infertilidade Passo a Passo Fatores determinantes de sucesso em Inseminação Intrauterina IIU Notícias do Grupo ALFA Projeto ALFA lança novo portal sobre Reprodução Humana Assistida Grupo Alfa vai a San Diego (ASRM) Artigos ALFA Experiência com aspiração percutânea de epidídimo (PESA) e injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI) para homens com vasectomia: análise dos fatores prognósticos de gravidez e nascido vivo Artigos ALFA Interferências da infertilidade na sexualidade de mulheres brasileira Artigo Comentado Birth defects in children conceived by in vitro fertilization and intracytoplasmic sperm injection: a meta-analysis Agenda de eventos ago 2012 XVI Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida Guarujá - SP 30 ago 2012 XVIII Congresso Paulista de Obstetrícia e Ginecologia ( SOGESP) São Paulo - SP 06 set 2012 Canadian Fertility and Andrology Society Otawa - Canadá 07 out 2012 XX FIGO Word Congress fo Gynecology and Obstetrics Roma - Itália 20 out th Annual Meeting of the ASRM San Diego - EUA 15 nov o Congresso Brasileiro de Reprodução Humana São Paulo - SP 07 dez 2012 XVII Simpósio Paulista de Infertilidade Conjugal São Paulo - SP 13 mar th World Congress on Human Reproduction Veneza - Itália 4 alfanews volume 1 número 2 ano 2012

5 Nelson Antunes Jr. OPINIÃO Avaliação crítica da baixa complexidade no tratamento da infertilidade Nos últimos trinta anos, a terapêutica da infertilidade sofreu mudanças espetaculares. Com o avanço tecnológico, pode-se oferecer aos casais inférteis opções de tratamento com melhores resultados. Porém essas melhorias geraram importantes questões socioculturais e éticas. As políticas de saúde dos vários países permitiram relativas facilidades na busca da gestação com auxílio tecnológico, mas visando interesses econômicos diferentes aos dos pacientes. Além da revolução da tecnologia, surge também a diversidade de tratamento, cuja solução desejada pode se dar por vários caminhos. Tudo isso tornou-se dilema difícil de ser decidido somente pelo paciente. Nessa hora, cabe ao profissional assistente emprestar seu conhecimento tecnológico e experiência clínica, no sentido de informar a melhor escolha terapêutica para o casal. Parece tarefa fácil, mas não é, nem para o paciente, nem para o médico. Os avanços tecnológicos ocorridos nessas três últimas décadas geraram também mudanças nos resultados dos tratamentos. Dosagens hormonais, ultrassonografias, exames de imagens sofisticados como ressonância magnética e tomografia, endoscopia, genético e principalmente o laboratório de fertilização in vitro, tanto do aspecto tecnológico quanto do de recursos humanos, mudaram muito o arsenal possível no tratamento da infertilidade conjugal. Nota-se claramente que a FIV, cresceu sobremaneira nas indicações bem como nos resultados, quando comparadas com as de baixa complexidade Inseminação Artificial (AI), que continua estável nos mesmos patamares. Além do que vários requisitos são necessários para a realização da IA, tais como, tuba(s) pérvia(s) e quantidade de espermatozoide mínima (acima de 5 milhões por preparo). Fica a pergunta: qual o lugar da Inseminação Artificial na terapêutica da infertilidade após os 30 anos? Após revisão literária, nota-se que algumas correções deveriam ser feitas pelos avanços do conhecimento e dos altos motivos. A maior delas é a ICSI, em 1992, por Palermo, que revolucionou a terapia fator masculino severo. A perda do espaço de cirurgias pélvicas reconstrutoras para a FIV é também clara e hoje opera-se muito menos endometriose do que há 20 anos. Isso tudo abriu mais espaço para a fertilização in vitro. Depois desses reflexos e dessas mudanças da experiência na literatura, Década FIV AI cremos que a inseminação artificial tem sua população ''Gold'', e pacientes abaixo de 35 anos, com menos de 3 anos de infertilidade, com boa reserva ovariana tuba(s) pérvia(s) e espermograma normal. Grupo esse que tem pequeno volume nos atendimentos das clínicas especializadas, em que a idade média da mulher é de 37 anos, 40% dos casos tem fator masculino, e frequentemente a endometriose acompanha esses diagnósticos. Evidentemente, num País do tamanho do nosso, em que há diferenças culturais, econômicas, sociais e tecnológicas, cabe adequar a terapêutica a cada realidade, porém sempre deixando ao casal a clareza de todas as suas possibilidades, para que eles possam também optar, segundo as suas condições sociais. O papel do médico é de informar e manter-se isento, deixando que a melhor escolha seja feita pelo casal. Importante sempre lembrar que a idade feminina é o maior adversário da terapêutica em infertilidade % 20% 35% 45% 10-14% 10-18% 10-18% 10-18% alfanews volume 1 número 2 ano

6 PASSO A PASSO Newton Eduardo Busso Fatores determinantes de sucesso em Inseminação Intrauterina IIU DESTAQUES DA INSEMINAÇÃO INTRAUTERINA Realizar até três ciclos Indução da ovulação < quatro folículos maduros Gonadotrofina é superior ao citrato de clomifeno Número de espermatozóides móveis > 5 milhões Morfologia espermática normal > 4% Infertilidade > três anos Idade < 37 anos TESTES PARA AVALIAR A QUALIDADE DA RESERVA OVARIANA Critérios Favorável Desfavorável Idade (anos) < 35 > 35 FSH (mui/ml) < 10 > 10 E² (3ºd) (pg/ml) < 75 > 75 AMH (ng/ml) > 1,0 < 0,99 Inibina (3ºd) (pg/ml) > 45 < 45 Folículos antrais > 5 < 5 Doppler ovariano IP baixo IP alto Volume ovariano (cm³) > 3 < 3 CRITÉRIOS PARA INDICAÇÃO DE TRATAMENTO < 37 anos Idade > 37 anos Citrato de clomifeno (3 ciclos) Reserva ovariana normal Não engravidou Gonadotrofinas (3 ciclos) Reserva ovariana pobre Não engravidou FIV 6 alfanews volume 1 número 2 ano 2012

7 NOTÍCIAS DO GRUPO ALFA Projeto ALFA lança novo portal sobre Reprodução Humana Assistida Ao acessar a nova homepage do Projeto ALFA, o internauta vai deparar-se com um grande portal de informações sobre reprodução humana assistida, onde poderá ter acesso a informações de qualidade sobre infertilidade e os tratamentos disponíveis para a doença. Com seções voltadas para pacientes internautas e para médicos e profissionais que trabalham com reprodução humana assistida, o espaço pretende ser um grande fórum virtual sobre infertilidade, ajudando a desmistificar o grande segredo de família e ampliando o conhecimento sobre a doença. Com o propósito de tornar o website um espaço para interação e troca de experiências, a seção Especialistas traz uma página pessoal para cada uma dos 50 profissionais, entre sócios e médicos parceiros, que integram o Projeto ALFA. Em Educação Continuada, o Projeto ALFA confirma a sua vocação de incentivar o aperfeiçoamento profissional dos que trabalham no campo da reprodução humana assistida e lista cursos, eventos, palestras e simpósios que movimentam este campo do conhecimento. Visando uma maior interação com os pacientes internautas foram criados os campos Canal da Fertilidade e Blogs. No primeiro, vídeos esclarecem dúvidas comuns dos pacientes sobre infertilidade e no segundo há uma relação de blogs que abordam o tema, escritos por leigos e médicos. Para navegar pelo novo portal é só acessar: Grupo Alfa vai a San Diego (ASRM) O Grupo ALFA participará do 68 th Annual Meeting of the American Society for Reproductive Medicine em San Diego. Além da apresentação oral de trabalho científico, o Grupo ALFA, num espaço exclusivo, reserva uma gradável surpresa para receber seus sócios e amigos. Não perca, passe por lá! O Grupo ALFA tem os melhores profissionais em reprodução humana, equipamentos de última geração e o mais alto padrão de segurança biológica na manipulação de gametas e embriões humanos. Se você ainda não é nosso associado, venha nos conhecer! Novo Portal do Grupo ALFA Rua Cincinato Braga, o andar CEP: São Paulo-SP Tel (11) Fax (11) Tratamentos oferecidos: Inseminação intrauterina FIV FIV com ICSI FIV com coleta alternativa de espermatozóides (PESA,TESA,TESE,MESA) FIV com assisted hatching FIV com recepção de oócitos ou embriões doados FIV com cessão temporária do útero FIV com diagnóstico genético pré-implantacional FIV com screening genético pré-implantacional Criopreservação da fertilidade feminina e masculina Colocação ou remoção de DIU sob anestesia Punção de cistos ovarianos ou endometriomas Vasectomia Reversão de vasectomia (Microscópio Cirúrgico) Histeroscopia

8 ARTIGOS ALFA Marcelo Vieira Experiência com aspiração percutânea de epidídimo (PESA) e injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI) para homens com vasectomia: análise dos fatores prognósticos de gravidez e nascido vivo Marcelo Vieira; Sidney Glina; Paulo Perin; Elvio Tognotti; Gabriel Bastidas; Christie Andraus, Felipe Glina. Pôster apresentado no 37 o Encontro Anual da Associação Americana de Andrologia (ASA), Tucson Introdução As causas mais frequentes de azoospermia obstrutiva são a vasectomia e a falha na reversão e nestes casos o ICSI com PESA é uma opção de tratamento. Fatores relacionados a parceira (idade), ao laboratório (número de oócitos manipulados, taxa de fertilização e número de bons embriões) e ao tempo decorrido da vasectomia são apresentados na literatura como prognósticos para gravidez e nascido vivo. O objetivo do estudo é avaliar esses parâmetros como prognósticos para gestação e nascido vivo. Casuística e Método Estudo retrospectivo de dados de 333 pacientes submetidos a PESA e ciclo de ICSI para tratamento de azoospermia obstrutiva causada por vasectomia ou falha de reversão em três diferentes tida em um período de onze anos. O banco de dados foi composto das variáveis: Idade do homem e da mulher; intervalo de tempo entre a vasectomia e o tratamento; número de oócitos manipulados no laboratório; taxa de fertilização; número de bons embriões obtidos; taxa de gestação e taxa de nascidos vivos. Para análise do intervalo de vasectomia os pacientes foram divididos em quatro grupos: I- menos de 3 anos; II- 3 a 8 anos; III-9 a 14 anos; IV- 15 ou mais. Usamos para análise estatística a versão 19.0 do programa SPSS (Statistical Package for Social Sciences) adotando 5% como nível de significância (p< 0,05). Resultados A media de tempo de vasectomia para os casais que não engravidaram foi de 14,29±6,00 anos e para os que engravidaram foi de 14,87±6,13 anos (p=0,427). Para nascidos vivos centros Brasileiros de reprodução assisa media de tempo foi de 14,04±6,00 e 15,16±6,12 (p=0,219). O Grupo I foi excluído da análise por ter apenas três pacientes. A comparação da taxa de gravidez e nascidos vivos entre os gupos II, III e IV não mostrou diferença estatisticamente significativa. Idade da mulher, taxa de fertilização e número de bons embriões atingiram significância estatística como fatores prognósticos de gravidez e nascidos vivos. Conclusão Intervalo de tempo entre a vasectomia e o tratamento não foi um fator prognóstico de gestação e nascidos vivos. Idade da mulher, taxa de fertilização e número de bons embriões foram fatores prognósticos de gravidez e nascidos vivos no tratamento da azoospermia obstrutiva por vasectomia ou falha de reversão. 8 alfanews volume 1 número 2 ano 2012

9 Luciana Leis ARTIGOS ALFA Interferências da infertilidade na sexualidade de mulheres brasileiras Luciana Leis Busso NE, Tso LO, Soares JB, Duarte Filho OB, Tognotti E Será apresentado no 68 th Annual Meeting of the American Society for Reproductive Medicine, San Diego-CA Objetivo Investigar possíveis interferências da infertilidade na sexualidade de mulheres brasileiras, assim como, a presença de depressão nestas pacientes e a influência desta última na vida sexual desta população. Materiais e métodos Participaram desta pesquisa 140 mulheres brasileiras que buscavam por tratamentos de reprodução assistida, sem ainda terem iniciado nenhum tipo de tratamento até o momento (com idades entre 24 a 47 anos) e 45 mulheres sem desejo reprodutivo e que faziam uso de algum método contraceptivo (grupo controle) com idades entre 20 a 45 anos. Foram utilizados o Inventário do Quociente Sexual (versão feminina)- o qual trata-se de um instrumento composto de 10 questões que investigam cada fase do ciclo de resposta sexual, o Inventário Beck de Depressão e um questionário investigando aspectos do relacionamento conjugal e sexual, elaborado especialmente para esse estudo. Resultados Notou-se relacionado às mulheres inférteis que 13.5% delas apresentaram falta de libido, 12.1% dificuldade de excitação sexual, 10.8% dispareunia e 20% problemas para atingir o orgasmo; já relacionado ao grupo controle encontramos que: 20% das mulheres apresentaram falta de libido, 0% dificuldade de excitação sexual, 6.6% dispareunia e 13.3% dificuldade para atingir o orgasmo, portanto, nota-se que a dificuldade de gravidez interferiu de forma negativa, principalmente, na excitação sexual destas mulheres (p=0.014) quando comparado ao grupo controle. Sendo que, no âmbito geral da sexualidade, as mulheres inférteis apresentaram significantemente menor satisfação sexual que o grupo controle (p=0.003). Houve piora da vida sexual quanto maior o tempo de infertilidade (p=0.016). Mulheres inférteis que já possuíam filhos apresentaram melhor satisfação sexual comparadas às que não o possuíam (p=0.052), embora esse dado não tenha sido significativo. A presença ou ausência de abortos anteriores não demonstrou interferências na sexualidade destas mulheres. Já relacionado à depressão percebeu-se que esta influenciou negativamente na sexualidade destas mulheres (p<0.001). Conclusão A vivência da infertilidade, assim como, sentimentos depressivos dela decorrentes, interferem negativamente na sexualidade das mulheres. paulista de infertilidade XVIIsimpósio conjugal SPIC 7 e 8.DEZ.2012 Hotel Maksoud Plaza São Paulo INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: CIÊNCIA E BUSINESS CIÊNCIA E BUSINESS CIÊNCIA BUSINESS Genética CIÊNCIA BUSINESS Marketing aplicado à RA Gonadotrofinas - Genética urinárias ou - Marketing Insumos aplicado à laboratoriais: RA custos recombinantes: - Gonadotrofinas a urinárias dúvida permanece ou - Insumos laboratoriais: Administração custos Receptividade recombinantes: endometrial a dúvida permanece - Administração Recursos Humanos Suporte - Receptividade na fase endometrial lútea: como, quanto e por que? - Recursos Legislação Humanos Endometriose: - Suporte na fase prevenção lútea: como, da quanto infertilidade e - Legislação Blogs e Redes Sociais por que? - Blogs e Redes Sociais - Endometriose: prevenção da infertilidade CONVIDADOS INTERNACIONAIS PAUL DEVROEY Bélgica Diretor PÚBLICO do Centro ALVO de Medicina Reprodutiva do Hospital Universitário Ginecologistas, da Urologistas, Vrije Universiteit Biólogos, Brussel Biomédicos, Psicólogos, Enfermeiros. BASIL TARLATZIS Grécia Diretor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Aristotle ATIVIDADE University ESPECIAL of Thessaloniki Ex Presidente da International Federation of Fertility Societies Fórum de Debates: "Reprodução Assistida: como ampliar o acesso?" ATIVIDADE ESPECIAL Fórum Aberto de ao Debates público. Reprodução Assistida: como ampliar o acesso?

10 ARTIGO COMENTADO Newton Eduardo Busso Birth defects in children conceived by in vitro fertilization and intracytoplasmic sperm injection: a meta-analysis Juan Wen, B.S., Jie Jiang,B.S., Chenyue Ding,B.S., Juncheng Dai,M.D., Yao Liu, B.S., Yankai Xia,M.D.,Ph.D., Jiayin Liu,M.D.,Ph.D. and Zhibin Hu,M.D.,Ph.D. Fertility and Sterility, Junho;2012 A metanálise tem o intuito de averiguar os resultados dos diversos trabalhos da literatura que mostram o impacto das técnicas de Fertilização in vitro (FIV) e de Injeção Intracitoplasmática de espermatozóides (ICSI) sobre as malformações fetais e se há diferenças de resultados, quando as técnicas são comparadas entre si. De 925 estudos encontrados, 56 foram selecionados e publicados até setembro de Dos estudos selecionados, 46 comparavam a taxa de malformação fetal de crianças nascidas de FIV/ICSI com crianças nascidas de gestação espontânea. Nessa metanálise demonstrou-se aumento significativo na taxa de malformação nos grupos de Reprodução Assistida (RA), com risco relativo de 1,37. Os 24 estudos comparando as malformaçãoes em gestações de FIVxICSI concluiram não haver diferença significativa entre os resultados. Os defeitos mais comumente encontrados nas crianças nascidas por FIV/ ICSI relacionam-se ao Sistema Nervoso Central, embora esse aumento não seja significante quando comparado aos demais sistemas. Os diversos autores atribuem esse aumento das taxas de malformações à subfertilidade dos casais que procuram tratamento (por exemplo, alterações cromossômicas/genéticas que levem à baixa produção de espermatozóides) e fatores associados a RA (uso de gonadotrofinas). A literatura ainda traz poucas informações e dados definitivos sobre esse tema. Os casos avaliados nos diversos trabalhos não levam em consideração fatores externos e internos que podem aumentar as taxas de malfomações fetais como tabagismo, idade materna, número de tratamentos de RA, uso de álcool etc. Além disso, teoricamente, crianças concebidas por gestação natural têm pais sem os fatores de infertilidade que afetam casais que procuram a RA e estes podem, por si só, aumentar as taxas de malformações fetais. Pacote Completo Inclui: Passagem aérea ida e volta em classe econômica, saindo 18 de Outubro e retornando 24 de Outubro cia aérea conforme disponibilidade nas classes de tarifa operadora; Transfer de chegada em San Diego Aeroporto/Hotel; 05 noites de hospedagem com taxas inclusas; Seguro viagem Intermac Plano Gold. RAMADA GASLAMP / CONVENTION CENTER Endereço: 830 6th AVENUE Descrição: HOTEL LOCALIZADO EM GASLAMP, A 5 MINUTOS DE CARRO DO CONVENTION CENTER, E A 10 MINUTOS DO ZOOLOGICO E DO BALBOA PARK. POSSUI RESTAURANTE QUE FICA ABERTO 24HRS. Preço por Pessoa em Apto Duplo USD 1.866,00 + USD 105,00 taxa de embarque Preço por Pessoa em Apto Single USD 2.442,00 + USD 105,00 taxa de embarque Forma de pagamento: Entrada de 30% atraves de boleto a vista e saldo no cartão de crédito até 5x sem juros. Politicas: - Não temos bloqueio. Sujeito a disponibilidades de lugares e reajustes de tarifas. - Configuração das camas em apartamento duplo sujeito a disponibilidade. - Tarifas promocionais não reembolsaveis em caso de cancelamento. A Levitatur iniciou dia 09/08/2012 uma campanha de incentivo para ajudar as crianças da Ong CACAU (Centro de Apoio a Criança com Anomalia Urológica). Acesse o nosso site e deixe sua opinião e comentário sobre o nosso atendimento, você ajudará a aprimorar nossos serviços e irá contribuir com as crianças da ONG CACAU. A cada comentário, será repassado R$ 10,00 (dez reais) à Organização. LEVITATUR VIAGENS E TURISMO LTDA. Rua Itapura, 843, Tatuapé - São Paulo - SP - CEP Tel.: Fax: ONG CACAU CENTRO DE APOIO A CRIANÇA COM ANOMALIA UROLÓGICA Rua Primeiro de Março nº 79 - Vila Clementino, São Paulo - SP - CEP Tel/Fax: (011) /

11 ADV UTRO 01/2012 viva a vida todos os dias Progesterona micronizada, por via vaginal: Primeira escolha para o suporte à fase lútea.1 Preparo endometrial adequado, independentemente dos níveis séricos.2 Elevados índices de gestação e baixos índices de aborto.2,3 UTROGESTAN progesterona natural micronizada. Registro MS: Indicações: Via oral: Distúrbios da ovulação relacionados à deficiência de progesterona, como dor e outras alterações do ciclo menstrual, amenorréia secundária e alterações benignas da mama; insuficiência lútea; estados de deficiência de progesterona, na pré-menopausa e na reposição hormonal da menopausa como complemento à terapia com estrogênio. Via vaginal: Suporte de progesterona durante a insuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana (doação de oócitos); Suplementação da fase lútea durante ciclos de fertilização in vitro ou ICSI; Suplementação da fase lútea durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de subfertilidade ou infertilidade primária ou secundária particularmente devido à anovulação; Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto devido à insuficiência lútea (durante os primeiros três meses de gravidez). Contraindicações: Câncer de mama ou dos órgãos genitais; sangramento genital não diagnosticado; acidente vascular cerebral; doenças do fígado; aborto incompleto; câncer do fígado; doenças tromboembólicas; tromboflebite; porfiria; hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula. Cuidados e advertências: Este medicamento não trata todas as causas de aborto espontâneo precoce e não tem ação sobre abortos provenientes de transtornos genéticos. O tratamento não é contraceptivo. Monitorizar pacientes que apresentem alguma condição que possa ser agravada pela retenção de líquidos, epilepsia, depressão, diabetes, cisto ovariano, disfunção hepática, asma brônquica, intolerância a glicose ou enxaqueca. Não é recomendável dirigir ou operar máquinas após a administração deste medicamento. A ingestão concomitante com alimentos pode aumentar a biodisponibilidade da progesterona. Utrogestan não deve ser administrado com alimentos. O efeito da progesterona pode ser diminuído pelo uso concomitante de barbitúricos, carbamazepina, hidantoína ou rifampicina. Utrogestan pode aumentar os efeitos dos betabloqueadores, teofilina ou ciclosporina. Reações advsersas: fadiga, edema, dor de cabeça, alterações no peso, alterações no apetite (diminuição ou perda), metrorragia, inchaço abdominal e período menstrual irregular, sonolência, irritabilidade, tontura, náuseas, hepatite, insônia, depressão, cistite, galactorreia não associada ao parto, dor nas mamas, acne, aumento ou diminuição dos pelos corporais, cloasma, dor nas costas, dor torácica, alterações visuais, dor nas pernas, e tromboflebite. Reações alérgicas podem ocorrer devido à presença de óleo de amendoim e lecitina de soja (ex.: urticária, reação alérgica generalizada). Posologia: Via oral: Na insuficiência de progesterona, 200 a 300 mg por dia. Na insuficiência lútea, o regime de tratamento usual é de 10 dias por ciclo, habitualmente do 16º dia ao 25º dia, devendo ser usados 200 a 300 mg por dia, do seguinte modo: 200 mg em dose única, antes de dormir; 300 mg divididos em duas doses, 100 mg duas horas após o desjejum e 200 mg à noite, ao deitar. Em terapia de reposição hormonal para menopausa, a terapia estrogênica isolada não é recomendada pelo maior risco de hiperplasia endometrial. Consequentemente, a progesterona é combinada em dose de 100 a 200 mg por dia, da seguinte forma: dose única de 100 mg à noite antes de dormir, de 25 a 30 dias por mês (neste caso, a maioria das pacientes pode não apresentar sangramento) ou divididos em duas doses de 100 mg 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada sequência do tratamento ou dose única de 200 mg à noite antes de dormir, de 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada sequência do tratamento. Na dose de 200 mg é comum observar-se um sangramento de privação após o uso da progesterona. Via vaginal: Cada cápsula gelatinosa deve ser introduzida profundamente na vagina. Suporte de progesterona durante a insuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana (doação de oócitos):o regime de tratamento (como complemento para a terapia adequada de estrogênio) é o seguinte: 200 mg de progesterona micronizada do 15º ao 25º dia do ciclo, em uma dose ou divididos em duas doses de 100 mg e, em seguida; a partir do 26º dia do ciclo ou no caso de gravidez, esta dose pode ser elevada para o máximo de 600 mg por dia, divididos em três doses. Esta posologia deverá ser continuada até o 60º dia e, portanto, não deve ser administrada após a 12ª semana de gravidez. Suplementação da fase lútea durante ciclos de fertilização in vitro ou ICSI: A dose recomendada é de 600 a 800 mg por dia, divididos em três ou quatro doses (a cada 6h ou 8h), iniciados no dia da captação ou no dia da transferência, até a 12ª semana de gravidez. Suplementação da fase lútea durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de subfertilidade, ou infertilidade primária ou secundária, particularmente devido à anovulação: A dose recomendada é de 200 a 300 mg/dia, divididos em duas doses, a partir do 16º dia do ciclo, durante 10 dias. Reiniciar tratamento se a menstruação não ocorrer novamente e, sendo diagnosticada uma gravidez, até a 12ª semana desta. Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto devido à insuficiência lútea: A dose recomendada é de 200 a 400 mg por dia, divididos em duas doses, até a 12ª semana de gravidez. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Maiores informações: vide bula. SAC: Material destinado esclusivamente à profissionais de saúde habilitados a prescrever e ou dispensar medicamentos. Referência bibliográficas: 1. Fatemi et al. An update of luteal phase support in stimulated IVF cycles. Hum Reprod Update Nov-Dec;13(6): Epub 2007 Jul Tavaniotou et al. Comparison between different routes of progesterone administration as luteal phase support in infertility treatments. Hum Reprod Update Mar-Apr; 6(2): Smitz et al. A prospective randomized comparison of intramuscular or intravaginal natural progesterone as a luteal phase and early pregnancy supplement. Hum Reprod Feb;7(2): Besins. Excelência para cuidar da saúde das mulheres.

12 São Bernardo do Campo Rua Municipal, Sala 11 Centro - SP- CEP Fone: (11) São Paulo Praça Amadeu Amaral, 47 - Conj. 134 Bela Vista - SP - CEP Fone: (11) Belo Horizonte Rua dos Otoni, Conj. 202 Sta Efigênica - MG - CEP Fone: (31) Curitiba Avenida Pres. Affonso Camargo, Sala 11 Cristo Rei - PR - CEP Fone: (41) Fortaleza Avenida Santos Dumont, Sala 711 Aldeota - CE - CEP Fone: (85) Porto Alegre Av. Carlos Gomes, 281 Auxiliadora - RS - CEP , Fone: (51) Recife Rua Frei Matias Teves, Sala 306 Ilha do Leite - PE - CEP Fone: (81) Cuiabá Avenida Miguel Sutil, 8.000, sala 1001 Jardim Mariana - MT - CEP Fone: (65) São José do Rio Preto Rua Coronel Spinola de Castro, Sala 306 Centro - SP - CEP Fone: (17) SAC:

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