Uso do AAS na Prevenção Primária de Eventos Cardiovasculares

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1 Uso do AAS na Prevenção Primária de Eventos Cardiovasculares Camila Belonci Internato em Cirurgia Cardíaca Prof. Mário Augusto Cray da Costa Medicina UEPG

2 Uso do AAS na Prevenção Primária de Eventos Cardiovasculares Prevenção Secundária IAM Angina estável Angina instável AVCi, AIT DAOP Redução significativa de eventos vasculares Prevenção Primária Controverso Prevenção de eventos vasculares X Risco de sangramento

3 Meta-análise: 9 trials AAS X placebo ou controle Pacientes sem DCV clínica N= ,9 anos IAM AVC Mortalidade cardiovascular Todas as causas de morte Sangramento TGI Hemorragia cerebral

4

5 Eventos cardiovasculares maiores: AAS: 3,86% Controle: 4,16% Redução absoluta de risco: 0,39% Número necessário para tratar: 253 Redução significativa de IAM, AVC, AIT, morte Maior incidência de AVC hemorrágico Sangramento maior: AAS: 0,88% Placebo: 0,55% Número necessário para causar dano: 261

6 Eventos cardiovasculares maiores: AAS: 3,86% Controle: 4,16% Redução de risco: 0,39% Número necessário para tratar: 253 A cada 100 pacientes tratados com AAS em > 5 anos: Prevenção de 2,9 eventos cardiovasculares Redução Causa significativa de 2,8 sangramentos de IAM, AVC, maiores AIT, morte Maior incidência de AVC hemorrágico Sangramento maior: AAS: 0,88% Placebo: 0,55% Número necessário para causar dano: 261

7 Meta-análise: 9 ensaios clínicos randomizados : aspirina : placebo ou controle Benefícios da aspirina na prevenção primária de DCV Desfechos: DAC total IAM não fatal Eventos cardiovasculares totais AVC Mortalidade cardiovascular Mortalidade por qualquer outra causa The American Journal of Cardiology. 2011

8 Diminuição significativa do risco de IAM não fatal e eventos cardiovasculares totais Não houve diferença significativa na incidência de AVC, mortalidade CV, mortalidade por qualquer causa e DAC total Heterogeneidade estatística e clínica: dificulta a interpretação dos resultados e a estimativa da relação risco/benefício da prevenção primária The American Journal of Cardiology. 2011

9 The American Journal of Cardiology. 2011

10 The American Journal of Cardiology. 2011

11 Uso do AAS na Prevenção Primária de Eventos Cardiovasculares AAS: antiplaquetário mais utilizado na prevenção primária de eventos cardiovasculares Diversas diretrizes: Moderado risco de doença cardíaca coronariana Idosos Controvérsias na eficácia e segurança

12 Uso do AAS na Prevenção Primária de Eventos Cardiovasculares

13 Uso do AAS na Prevenção Primária de Eventos Cardiovasculares Feminino Redução de: 12% de eventos CV 17% de AVE (principalmente isquêmico) Sem diferenças significativas: IAM Mortalidade por DCV Masculino Redução de: 14% de eventos CV 32% de IAM Sem diferenças significativas: AVE Mortalidade por DCV

14 Aspirina na Prevenção Primária de IAM e AVC Diretrizes do U.S. Preventive Services Task Force (USPSTF) Uso da aspirina para: Homens entre 45 e 79 Redução no risco de IAM > risco de sangramento GI Recomendação A Mulheres entre 55 e 79 Redução de AVCi > risco de sangramento GI Recomendação A

15 Aspirina na Prevenção Primária de IAM e AVC Diretrizes do U.S. Preventive Services Task Force (USPSTF) As evidências científicas atuais são insuficientes para quantificar os benefícios e malefícios da aspirina para prevenção de doença cardiovascular em homens e mulheres acima de 80 anos (recomendação I) Contra o uso de aspirina para a prevenção de AVC isquêmico em mulheres com menos de 55 anos e contra o uso de aspirina para prevenção de infarto do miocárdio em homens com menos de 45 anos (recomendação D)

16 Aspirina na Prevenção Primária de IAM e AVC Nível de risco no qual os eventos cardiovasculares prevenidos (benefício) são maiores do que os malefícios gastrointestinais Idade Risco de IAM em 10 anos Homens anos > 4% anos > 9% anos > 12% Idade Risco de AVCi em 10 anos Mulheres anos > 3% anos > 8% anos > 11%

17 Uso do AAS na Prevenção Primária de Eventos Cardiovasculares Abordagem individualizada na indicação de aspirina para prevenção primária de doença cardiovascular Outras intervenções que podem diminuir em muito o risco cardiovascular Suspensão do tabagismo Controle do peso Atividade física Alimentação saudável

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