Design Thinking: Concepts and skills of a process driven innovation strategies.

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1 Design Thinking: Conceitos e competências de um processo de estratégias direcionado a inovação. Design Thinking: Concepts and skills of a process driven innovation strategies. Balem, Francieli Regina; Pós graduanda na Especialização em Gestão de Design ; Universidade Federal de Santa Catarina UFSC. Fialho, Francisco Antonio Pereira ; Doutor. Docente do Programa de Pós-Graduação em Design e Expressão Gráfica e do Programa de Pós Graduação em Engenharia do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina. Cardoso,Helder A. T. G, UFSC. Designer Gráfico, formado pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (2009). Atualmente aluno do Mestrado em Design e Expressão Gráfica - UFSC, também cursa a Especialização em Gestão do Design na mesma instituição. Souza, Richard Perassi Luiz de, Dr. UFSC: Doutor em Comunicação e Semiótica (PUC/SP, 2001), Mestre em Educação (UFMS, 1995), Bacharel em Desenho de Propaganda e Licenciado em Artes Plásticas pelo curso de Educação Artística (UFJF, 1986). Professor do curso de graduação em Design, do mestrado em Design e Expressão Gráfica (Pós-Design EGR/UFSC), e do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (EGC/UFSC). Resumo Este artigo apresenta conceitos e contribuições do design thinking como integrador de novos processos de criatividade e inovação. Este tipo de abordagem vem ao encontro das premissas do design que, atualmente busca não somente desenvolver produtos em toda sua magnitude, mas também serviços e todas as experiências vivenciadas de forma objetiva e subjetiva no seu uso. Neste sentido os conteúdos são organizados, numa apresentando a sustentação científica. Os resultados alcançados permitem visualizar que existe uma significativa contribuição das bases teóricas do design thinking auxiliando de forma consistente nos aspectos estratégicos e conseqüentemente operacionais.

2 Palavras Chave: Design, Design thinking; inovação; Abstract This article presents concepts and contributions ofdesign thinking as an integrating new processes of creativity and innovation. This approach meets the design assumptions that currently seeks not only to develop products in all its magnitude, but also all theservices and experiences in an objective and subjective in its use. In this sense the contents are, inpresenting the scientific support. The results let you see that there is a significant contribution of the theoretical foundations of design thinking consistently assisting in strategic and hence operational. Keywords: Design; design thinking; inovation. Introdução Atualmente o tema design thinking vem sendo disseminado no meio acadêmico, e inserido de maneira gradual crescente, devido à recente presença do design e ainda ser um termo novo no Brasil. Dessa maneira a contribuição de pesquisas desse tema são de grande relevância, e servem como contribuição ao desenvolvimento de inovação, torna premente a necessidade de esclarecimentos sobre o assunto e a viabilização de instrumentos capazes de auxiliar na implementação prática de ideias acerca do Design thinking. Neste sentido, o presente artigo inicia por uma revisão de conceitos considerados fundamentais do design e avança na discussão específica da conceituação do design thinking, e avança na discussão específica das competências do design thinker 1. Após isso, revê iniciativas e considerações envolvendo contribuições significativas do design thinking. Destaca, assim, alguns pontos considerados relevantes para a reflexão a partir do conceito que, de acordo com Brown, Wally e Jocelyn (2010) sua característica de trabalhar junto das pessoas para as quais se está projetando, propondo soluções é capaz de gerar alternativas de alto impacto e que nascem de baixo para cima. 1 Indivíduos que operam com design thinking Coutinho ( apud Martin 2009)

3 2 Design O Design é um assunto que possui múltiplas formas de interpretação e significados, possui uma abordagem significativa e muita ampla, assim vem sendo examinado e debatido por diversos autores, porém, não há uma definição concreta que consiga abordar o design em toda sua totalidade pela constante modificação da atividade. Na tentativa de encontrar uma definição sobre o que é Design, buscam-se nesse momento algumas bases teóricas. O termo design (de origem inglesa) denota algo amplo e universal e está evoluindo em todas as áreas. Visa, basicamente, uma harmonização do ambiente humano, englobando desde a concepção e criação de objeto de uso cotidiano até projetos de urbanização. (RIGUEIRAL, 2002, p.4). Para Santos (2000, p. 21) O design é o responsável por satisfazer necessidades das pessoas que muitas vezes não são tangíveis. Ainda, Lobach (2000, p.16) afirma design é uma ideia, um projeto ou um plano para a solução de um problema determinado. Segundo a International Council Societies of Industrial Design (ICSID) (apud MOZOTA; 2010, p.16) oferece a seguinte definição: Objetivo: o design é uma atividade criativa cujo objetivo é estabelecer as qualidades multifacetadas de objetos, processo, serviços e seus sistemas em ciclos de vida completos. Portanto, design é o fator central da humanização inovadora de tecnologias e o fator crucial do intercâmbio cultural e econômico. Tarefas: o design procura descobrir e avaliar as relações estruturais, organizacionais, funcionais, expressivas e econômicas, com a tarefa de: promover a sustentabilidade global e a proteção ambiental (ética e global);oferecer benefícios e liberdade a toda a comunidade humana (ética social); apoiar a diversidade cultural, a despeito da globalização do mundo; fornecer produtos, serviços e sistemas em formas que sejam expressivas (semiótica) e coerentes (estética) com sua complexidade própria. Ferreira, (2010, p.13) aponta o design como algo vital para qualquer organização, e que o mesmo esta inserido no mercado na global: É inegável que o design ocupa papel central no contexto cultural contemporâneo, tornou-se forma privilegiada de os indivíduos conviverem com os diferenciais simbólicos e os valores indenitários que cultivam. É um desafio que amadurece com a contemporaneidade. Está associado à cultura de massa e a reprodução em série. Especialmente para o Brasil de hoje, e o de amanhã, o design é vital. Ele não só faz parte de um processo de inclusão, ele também é uma das maiores expressões de nossa afirmação em um mundo globalizado. Considera-se que o design trabalha muito mais do que a estética, faz uso de fatores que envolvem planejamento, produção, gerenciamento e comercialização de produtos e serviços. Muitas organizações já têm conhecimento da sua importância e apostam nele como diferencial competitivo, melhorando seu posicionamento,

4 utilizando - se de estratégias para gerar redução de custos, inovações atingindo assim o desejo do consumidor. Até surgir a competitividade, o foco das empresas era a exaustiva produtividade, considerado um aspecto quantitativo, mas com a globalização, passouse a exigir atributos qualitativos. A produtividade passa a ser substituída pela competitividade, fazendo com que o design foque em uma gestão mais completa. O Design como atividade multidisciplinar, instrumento estratégico de diferenciação e competitividade industrial, que visa o aumento do potencial de mercado e da lucratividade, é fator de integração das esferas produtiva, tecnológica, econômica, social, ambiental e cultural, como recurso que agrega valor, fortalecendo a imagem dos produtos e serviços. (SOUZA, 2002) Demarchi (2011) enfatiza, que para promover a implementação da gestão estratégica de design dentro da organização, a otimização de recursos (sustentabilidade), um melhor posicionamento da organização no mercado (competitividade) por meio dos diferenciais de valor que podem oferecer aos seus clientes (diferenciação), os quais são atributos que dizem respeito à gestão estratégica de design, o designer necessita de informação. O design é tido como um integrador, entre todas as ferramentas da empresa e trabalha próximo ao marketing, a engenharia, ate mesmo da administração, além de entrar em contato com tecnologias e os clientes, sendo capaz de propor novas estruturas de ações estratégicas do design. Essa visão estratégica do design foi por muitos anos ignorada dentro da realidade brasileira (DEMARCHI 2011). Dentro de um conceito mais atual, que foca a integração do design em ações com uma aplicação sistêmica. Schneider (2010) aponta o design como uma visualização criativa e sistemática dos processos de interação e das mensagens de diferentes atores sociais; das diferentes funções de objetos de uso e sua adequação às necessidades dos usuários ou aos efeitos sobre os receptores. Essa visão que procura entender o usuário faz parte da abordagem utilizada pelo o design thinking (Brown10a). 2.2 Design thinking definições, objetivos e princípios. O design thinking pode ser considerado um conceito que de certa forma esteve presente, consciente ou inconscientemente, desde que existe design. Pode-se, no entanto, atribuir a Papaneck, Fuller e Caplan, o crédito por ter introduzido, a partir de 1976, o conceito de design thinking atrelado a mudanças sociais e ambientais (VOGEL, 2010). Já desde essa época, é visível uma grande tentativa de ampliar o campo de atuação do design, que deixa de ter um aspecto predominantemente operacional, e parte para uma maneira mais estratégica de abordagem, neste sentido o design não é somente fazer coisas bonitas; é também fazer com que as coisas trabalhem maravilhosamente bem (MARTIN, 2009, p. 58). Para Martin (2009) O design thinking é um caminho alternativo, o do design como forma de pensar. Dessa maneira, o design se transforma então, em processo, em método de inovação centrado em aspectos humanos, utilizando métodos como: observação, co-criação, visualização e prototipagem. Gates e Melinda (2009)

5 complementam que esse é um processo que começa pelas pessoas para as quais estejamos criando a solução. O Design Thinking emergiu como um caminho mais rápido para a inovação e para a alta performance organizacional. Organizações pedem aos designers para imaginar soluções que encontrem necessidades e para construir sistemas que otimizam a experiência e a satisfação do consumidor (SERRAT, 2010). Ainda Brown (apud MARTIN, 2009, p.62) define design thinking como a disciplina que utiliza a sensibilidade e os métodos do designer para corresponder as necessidades dos consumidores, com o que é tecnologicamente factível, e o que a estratégia viável de negócio possa converter em valores para consumidores e oportunidades de mercado, essas habilidades usadas de forma criativa e colaborativa, geram casos promissores. E, no momento que o design thinking passa sido utilizado como uma abordagem eficaz para resolver problemas complicados por meio da criação de soluções inovadoras e que já nascem mais adaptadas à vida das pessoas. O Design Thinking é uma abordagem para problemas complexos focada no uso da criatividade e da empatia, e que incentiva a participação de usuários finais na criação de soluções que já nascem mais adaptadas e, por isso, possuem maiores índices de adoção e maior potencial de serem catapultadas ao patamar de inovação.a importância do Design Thinking na alavancagem de inovações pode ser explicada através do entendimento dos fatores que compõem na prática uma inovação. (PINHEIRO, 2010) Para Kiss (2010), Design Thinking é essencialmente um processo de inovação centrado em aspectos humanos, cujos métodos como observação, colaboração, conhecimento, visualização, prototipagem e análises incitam a inovação e delineiam as estratégias empresariais. Lockwood, presidente do Design Management Institute (DMI), define design thinking como: essencialmente um processo de inovação centrado no ser humano que enfatiza observação, colaboração, rápido aprendizado, visualização de idéias, rápido protótipo de conceitos e análise de negocio concorrente, a qual influencia inovação e estratégia de negócio (LOCKWOOD, 2009, p.11). Ainda, o autor define cinco (5) aspectos-chave do design thinking: O primeiro é adquirir um profundo entendimento do consumidor por meio da pesquisa de campo. Para o autor, o uso da abordagem empática pode ser tanto uma fonte de inspiração como auxilio para atingir os insights dos consumidores e descobrir necessidades desarticuladas Normalmente, isso envolve observação e métodos etnográficos, assistindo, ouvindo, discutindo e buscando a compreensão. O segundo aspecto é a colaboração com o usuário na formação de grupos multidisciplinares, os quais trabalhem de forma interdisciplinar. O terceiro aspecto é ser capaz de acelerar o aprendizado por meio da visualização, experimentação e criação de protótipos rápidos. O quarto aspecto é ligado ao último, centrado na habilidade do design thinker de gerar visualizações de conceitos. O quinto e último aspecto é a importância de integrar a análise de

6 negócio durante o processo e não no final, utilizado para limitar a criatividade. O design thinking possibilita o pensamento integrativo combinando a idéia criativa com os aspectos estratégicos tradicionais a fim de aprender um ponto de vista mais completo e diferente (LOCKWOOD, 2009). É uma ferramenta para imaginar situações futuras e trazer produtos, serviços e experiências para o mercado. Caracterizado como um processo de design multidisciplinar, passível de ser gerenciado e implementado, porém é um processo não existe a melhor forma de ser percorrido. Para Brown ( 2010, p.16) pode-se pensar nele da seguinte forma: A inspiração, o problema ou a oportunidade que motiva a busca por soluções; a idealização, o processo de gerar, desenvolver e testar ideias; e a implementação, o caminho que vai do estúdio de design ao mercado. Os projetos podem percorrer esses espaços mais de uma vez á medida que a equipe lapida suas ideias e explora novos direcionamentos. O design thinking está sendo utilizado em novas dimensões à transição de produtos e serviços distintos a sistemas complexos. Neste contexto, segundo os autores, o objetivo é envolver consumidores, designers e executivos de negócios em um processo de integração continuo. Dessa maneira, percebe-se que o design thinking produz, então, uma troca de informações entre a equipe de desenvolvimento e os consumidores finais, formando uma empatia, permitindo assim soluções coerentes e imediatas, minimizando resistências, diminuindo riscos de fracasso e ainda, eliminando custos desnecessários de implementação. Essa transição que o design passa, demonstra que no passado, o design foi um passo no processo de desenvolvimento de produto, com o objetivo de aumentar o apelo de um produto já existente. Hoje, no entanto, as organizações pedem aos designers para imaginar soluções que atendam às necessidades explícitas. Serrat (2010) faz uma comparação entre design Thinking e design Tradicional: Quadro 1. nossa). Comparação entre design thinking e design tradicional Fonte: Serrat, 2010 (tradução Estilo de Trabalho Modo de pensar Atitude dominante Foco Design Thinking Colaborativo Iterativo Dedutivo Indutivo Abdutivo Nada é impossível Limitações tornam o desafio atraente, excitante Entendimento das atividades do consumidor Design Tradicional Papéis definidos Espere até as condições estarem certas Dedutivo Indutivo Vamos até onde o orçamento permitir Limitações são inimigas Entendimento dos resultados das atividades dos consumidores

7 Fluxo de Trabalho Padrões de Trabalho: Descrição Ferramentas para comunicar a visão estratégica Validação Membros do Time Recompensa Projetos Termos definidos Projetos temporários com tarefas associadas e horas flexíveis Representações ilustrativas e experiências diretas com protótipos Protótipos Filmes Cenários O que os consumidores fazem: Observação direta Testes de usabilidade Expertise transversais (T) Responsabilidades colaborativas Empatia com os membros da equipe Reconhecimento dos pares baseados na qualidade das soluções Tarefas em andamento Atribuições permanentes Trabalhos permanentes, tarefas corriqueiras e horas fixas Palavras (frequentemente abertas a interpretações) Planilhas Power Point O que os consumidores dizem: Pesquisa quantitativa Pesquisa qualitativa Expertise vertical Responsabilidades individuais Reconhecimento da empresa baseado no resultado final Fonte de Informação Observação direta do consumidor Raciocínio abdutivo e um interesse no que pode ser Reformulação das visões como um desafio criativo Análise de mercado Comportamento da massa de consumidores A partir dessas definições, esse estudo apresenta o design thinking como uma uma ferramenta de raciocínio abdutivo, a lógica abdutiva busca explicações para o singular, para os fatos surpreendentes que não se encaixam em modelos teóricos conhecidos. Valida-se como uma abordagem colaborativa, onde todo o processo está baseado na ideia de criar oportunidades e soluções (pensamento divergente) para somente depois começar a trabalhar na escolha das melhores soluções (pensamento convergente). As formas de representações por ilustrações, filme, cenários e protótipos desenvolvidos têm como objetivo ir além dos pressupostos que bloqueiam soluções eficazes e realmente inovadoras. Para isso, as hipóteses são trabalhadas e ganham forma sob o rápido desenvolvimento de protótipos, despendendo-se somente o tempo,

8 investimento e esforços necessários para gerar informações úteis para evoluir o desenvolvimento da ideia. Na fase gerativa, pressupõem-se partilhas de ideias e percepções entre pessoas, compartilhamento de conhecimentos, e assim, considera-se de grande importância para gerar ideias, conseguir inverter o pensamento tradicional de imaginar para criar, trazendo à tona a lógica de criar para visualizar e imaginar novas alternativas e soluções. Estes comportamentos geraram diversos insights e soluções que foram prototipadas, testadas, abortadas e aprimoradas, gerando também aprendizados para o enriquecimento de outras futuras ideias. Não é uma tarefa simples essa migração para o design thinking, porém o ganho de potencial é enorme. Considerando-se as classificações acima, pode-se enquadrá-las nas definições de Lockwood (2009), onde relata que o design thinking desafia o processo de gestão tradicional e os estilos de gestão; para sua utilização ele requer sistemas adaptativos e dinâmicos. Um dos objetivos-chave de quase todas as organizações são a inovação e a criação de significativo valor para seus stakeholders e consumidores. Para isso, uma organização de sucesso inovadora do futuro deve utilizar-se dos princípios e métodos do design thinking. 3. Contribuições do design Thinking Atualmente CEOS de grandes empresas acreditam no design thinking como transformador, Cherto (2010) enfatiza que design thinking se aplica para o desenvolvimento de um negócio ou serviço, de um projeto de consultoria [...] e ao contrário das outras formas de planejando onde tentam logo focar num resultado final, o design thinking leva primeiro a divergência total. Neumeier (2009) diz que, para criarem experiências que realmente marquem, as empresas devem fazer mais que simplesmente ouvir os designers. Elas (empresas) terão de ser designers. Elas precisam pensar como designers, sentir-se como designers, trabalhar como designers. A mentalidade bitolada e estreita do passado é insuficiente para resolver os problemas graves de hoje. Nós não podemos mais tocar a música como está escrita. Temos de inventar uma dimensão totalmente nova. (NEUMEIER, 2009, p. 22). Incorporar o design thinking em uma organização, não se torna tão simples, no momento em que nossa cultura nos impõe um pensamento lógico e dedutivo. Independente desses fatores, somos treinados a receber informações, analisar e convergir e para uma única reposta. Brown (2008) dá algumas dicas de como que o design thinking faça parte do processo de inovação dentro das organizações: Comece pelo começo. Envolva o design thinker bem no início do processo de inovação, antes de qualquer direção foi definida. Design thinking vai ajudar você a explorar mais ideias mais rapidamente do que poderiam. Adopte uma abordagem centrada no ser humano. Junto com considerações de negócio e tecnologia, a inovação deve fatorar-se no comportamento humano, necessidades e preferências. Design thinking centrado no comportamento humano - especialmente quando se inclui a pesquisa com base em observação direta, - irá capturar insights inesperados e produzir inovação, que reflete com mais precisão que os consumidores querem. Tente cedo e frequentemente. Crie uma expectativa de experimentação e prototipagem rápida. Incentive as equipes

9 a criar um protótipo na primeira semana de um projeto. Avalie os progressos, com um tempo métrico, como média para o primeiro protótipo ou o número de consumidores expostos aos protótipos durante a vida de um programa. Procure ajuda externa. Expanda ecossistema de inovação, procurando oportunidades para co-criar com clientes e consumidores. Explore as redes Web 2.0 para ampliar a escala efetiva de sua equipe de inovação. Misture pequenos e grandes projetos. Gerencie um portfólio de inovação que se estende desde a ideias incrementais de curto prazo a longo prazo revolucionários. Espere unidades de negócios para impulsionar e financiar a inovação incremental, mas esteja disposto a iniciar uma inovação revolucionária a partir do topo. Orçe de acordo com o ritmo da inovação. Design thinking acontece rapidamente, mas o percurso para o mercado pode ser imprevisível. Não restringa o ritmo em que você pode inovar, baseando-se em ciclos de orçamentação pesado. Esteja preparado para repensar a sua abordagem de financiamento de acordo com o andamento dos projetos em execução e as aos aprendizados da equipe sobre as oportunidades. Encontrar o talento de qualquer maneira que puder. Olhe para contratar a partir de programas interdisciplinares, como o novo Instituto de Design na Universidade de Stanford e escolas de negócios progressistas como Rotman, em Toronto. Pessoas com um repertorio de design mais convencional pode empurrar soluções muito além de suas expectativas. Você pode até mesmo ser capaz de treinar nao-designers com os atributos certos para se destacar em papéis de design-thinking. Projete ciclos. Em algumas empresas, pessoas são dispensadas a cada 12 a 18 meses. Mas os projetos de design podem demorar mais do que isso para começar a partir do primeiro dia e chegar até à implementação. Planeje atribuições de modo a que permitem os design thinkers de irem da inspiração para a idealização até a execução. Experimentando o ciclo completo constrói melhor juízo e cria grandes benefícios a longo prazo para a organização. (tradução nossa). Desta forma cabe ao design thinker agregar valor transformando a visão das indústrias de produzir praticamente tudo, levando em consideração somente a tecnologia aplicada nos produtos, mas aprofundar os conhecimentos para entender a real necessidade dos consumidores, que estão mais exigentes e buscam além de um produto funcional, uma grande experiência. 3.2 Competências do design thinker Para se alcançar plenamente o objetivo do design thinking é importante o trabalho com equipes multifuncionais havendo troca de informações, pontos de vista diferentes e para que exista um equilíbrio entre o lado criativo e o lado analítico durante a avaliação das situações e a criação de novas soluções. Para Brown (2010, p.18) Um design thinker é capaz de colocar em harmonia a Praticabilidade (o que é funcionalmente possível num futuro próximo) Viabilidade (o que provavelmente se tornara parte de um modelo de negocio sustentável); e Desejabilidade (o que faz sentido as pessoas). Ainda, Kelley (2007) complementa como um perfil valioso, as pessoas em forma de T, ou seja, indivíduos que detêm ampla variedade de conhecimentos em muitos campos, mas que também se aprofundam em pelo menos uma área de expertise. São características de pessoas versáteis, capazes de trabalhar em ambientes interdisciplinares, são dotados de capacidades suficientes para contribuições tangíveis de resultados. Demarchi (2011) ressalta um bom design thinker observa o ordinário e grava

10 as suas observações e idéias visualmente; ele tem em sí a habilidade de expressar suas ideias visualmente. A cultura do design thinking encoraja o protótipo, que não deixa de ser uma maneira de pensar visualmente. Para um design thinker, o protótipo não é só uma maneira de validar ideias finais, mas é também um processo de criação. A única premissa é que os protótipos precisam ser testáveis, mas não necessariamente físicos. De acordo com Brown (2009, p.231), protótipos podem ser storyboards, cenários, filmes, e até um improviso teatral. O design thinker possui um distinto sistema de conhecimento. Para Martin (2009), o design thinker possui uma postura que busca o desconhecido, e adota a possibilidade de surpresa, sendo confortável perambular dentro da complexidade, sem saber o que está do outro lado. A postura do designer leva o equilíbrio entre validade 2 e confiabilidade 3, explicitamente, buscando a validade, sem eliminar a confiabilidade. De acordo com Brown 2008, aqui, como ponto de partida alguns pontos do perfil do design thinker : Empatia. Podem imaginar o mundo a partir de perspectivas múltiplas dos colegas, clientes, usuários finais e clientes [...] pensadores de design podem imaginar soluções que são intrinsecamente desejáveis e satisfazer as necessidades explícitas ou latentes. [...] Eles percebem coisas que outros não perceberiam e usam seus conhecimentos para inspirar inovação. Pensamento Integrativo. Eles não só contam com processos analíticos (aqueles que produzem ou / ou escolhas), mas também apresentam a capacidade de ver todos os salientes e às vezes contraditórios, aspectos de um problema e criar novas soluções que vão além de para melhorar as alternativas existentes. [...] Otimismo. Eles assumem que não importa o desafio das limitações de um dado problema, pelo menos uma solução potencial é melhor do que as alternativas existentes. Experimentalismo. Inovações significativas de ajustes incrementais. Pensadores de design colocam questões e exploram as restrições de maneiras criativas que procedem inteiramente em novas direções. Colaboração. A crescente complexidade de produtos, serviços e experiências substituiu o mito do gênio solitário criativo com a realidade da interdisciplinaridade do entusiástico colaborador. [...] Na IDEO, empregamos pessoas que são engenheiros e comerciantes, antropólogos e designers industriais, arquitetos e psicólogos. (tradução nossa). Isso confirma-se quando Kelley (2009, p. 181) afirma: Nós, como pensadores do design, temos essa confiança criativa em uma metodologia que, diante de um problema difícil, nos permite surgir com uma solução que ninguém teve antes. A partir destes enfoques, fica bastante evidente de modo geral que, a contribuição do design thinker esta se tornando permanente e efetiva, com um enfoque inovador. Entre as inúmeras habilidades do design thinker está a habilidade de trabalhar de forma interdisciplinar. É importante compreender a diferença entre um trabalho em grupo interdisciplinar e um em grupo multidisciplinar, segundo Brown (2009, p. 27), num grupo multidisciplinar cada individuo defende sua própria especialidade técnica. O risco neste caso é que o projeto se torna uma negociação entre as áreas envolvidas no projeto. Já em um grupo interdisciplinar existe uma propriedade de ideias coletivas e todos são responsável por elas (BROWN, 2009, p.28). É comum, 2 Produzir resultados que atinjam determinado objetivo (MARTIN, 2009, p.37). 3 Produzir resultados consistentes e previsíveis (MARTIN, 2009, p.37).

11 hoje, ver designers trabalhando com psicólogos, etnógrafos, engenheiros, cientistas, entre outros, de forma integrada, na qual todos pensam sobre o problema e tentam juntos alcançar a melhor solução. O design thinker possui um distinto sistema de conexão entre as coisas. Para Martin (2009), o design thinker possui uma postura que busca o desconhecido, e adota a possibilidade de surpresa, sendo confortável transitar dentro da complexidade, sem saber o que está do outro lado. A postura do designer leva o equilíbrio entre validade 4 e confiabilidade 5, explicitamente, buscando a validade, sem eliminar a confiabilidade. As ferramentas principais do design thinker são a observação, a imaginação e a configuração. A observação é utilizada para ver coisas que outros não veem, o que requer ver e ouvir cuidadosamente de uma maneira que é sensível ao assunto, como um etnógrafo faria (MARTIN, 2009, p.160). A observação deve ser realizada no habitat natural dos indivíduos, e insights devem ser realizados a partir do comportamento desses em seu habitat. A imaginação é aguçada e transforma-se numa poderosa ferramenta, composta de inferências e ciclos de teste. A última ferramenta do design thinker, a configuração, é responsável pela tradução da ideia em um sistema de atividade que irá produzir o resultado de negócio desejável (MARTIN, 2009, p.163). Nas ferramentas do design Brown (2009) inclui mais uma ferramenta, a empatia, que, segundo o autor, é o esforço de ver o mundo através dos olhos dos outros, compreender o mundo através de suas experiências, e sentir o mundo através de suas emoções (BROWN, 2009, P.50) O último componente do sistema pessoal do conhecimento do design thinker é a experiência, a qual deve ser utilizada para aprofundar maestria, cuja marca são organização, planejamento, foco e repetição, requer experiência repetida em determinado domínio (MARTIN, 2009, P.165); e nutrir a originalidade, a qual supõe o desejo de experimentar, resposta espontânea ao novo, flexibilidade mudar a direção como a informação dita, e responsividade a oportunidades, mesmo se essas forem inesperadas (MARTIN, 2009, p.166). A figura abaixo sintetiza esse sistema. Não são somente os designers que podem ser design thinkers, Brown (2009) acredita que, caso sejam dadas a oportunidade e o desafio, a maioria das pessoas terá a mesma experiência e será capaz de aplicar a habilidade integrativa e holística do design thinker nas organizações, nas sociedades e na própria vida. Conclusão Consolidando-se como uma nova maneira de relacionar o design e o ser humano, na passagem para um processo cada vez mais flexível, com uma evolução do modo de como se faz design para como se pensa design. O Design Thinking posiciona-se como, algo que alcança um impressionante avanço nos resultados de produtos, processos e serviços inovadores. Demonstrando um alto índice de potencial quando bem explorado. Neste sentido, o design thinking, conquista destaque como instrumento imprescindível dos objetivos estratégicos de resultados positivos. O design thinker é um inovador que vai a campo, observa, questiona e ouve o mundo que o rodeia. É impulsionados a uma divergência de metodologias, conhecimentos, experiências, e com uma visão holística, são capazes de analisar 4 Produzir resultados que atinjam determinado objetivo (MARTIN, 2009, p.37). 5 Produzir resultados consistentes e previsíveis (MARTIN, 2009, p.37).

12 inúmeras possibilidades antes de focar em apenas alguma, isso, os leva a um grande estimulo gerando soluções totalmente inovadoras e consistentes. A contribuição do design thinking esta se tornando permanente e efetiva, com um enfoque totalmente estratégico, elabora um processo com rotinas capazes de agir como uma ferramenta integradora; e assim, se torna um processo enriquecedor no intuito ser transformador, dinâmico, continuo e interativo, auxiliando na inovação, por meio de soluções mais adequadas a vida das pessoas. Referências BROWN, T. Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias. Rio de Janeiro: Elsiever, p. BROWN, T. Design thinking. Harvard business review, v. 86, n. 6, p , BROWN, T. Change by design: how design thinking transforms organizations and inspires innovation. New York: HarperCollins, BROWN, T; Wyatt, Jocelyn. Design Thinking for Social Innovation. Stanford Social Innovation Review, Stanford, CHERTO, M. HSM Expo Management. Disponível em em: 06 set COUTINHO, A. (Prefácio). In: MARTIN, R. Design de Negócios. Por que o design thinking se tornará a próxima vantagem competitiva dos negócios e como se beneficiar disso. Rio de janeiro: Elsevier, DEMARCHI, A. P. P. Gestão Estratégica de Design com a abordagem de design thinking: proposta de um Sistema de Produção do Conhecimento: 2010, 278 f. Tese (Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, FERREIRA, J. Bienal Brasileira de design. Curitiba: centro de design do paraná, GATES, Bill e Melinda. HCD: Human-centered design toolkit. Stanford: Disponível em: <http://www.ideo.com/work/human-centered-design-toolkit> Acesso em: 18 jun KELLEY, D. O pensamento de design de David Kelley. HSM Management. São Paulo: Editora Savana, n. 77, pgs. 180 a KELLEY, T. As 10 faces da inovação: estratégias para turbinar a criatividade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

13 KISS, E. Design Thinking: design como inspiração para inovação e transformação organizacional. São Paulo, mai Disponível em: Acesso em: 10 mar LÖBACH, B. Design Industrial: bases para a configuração dos produtos industriais. São Paulo: Edgar Blücher, 2000 LOCKWOOD, Thomas. Design thinking: Integrating innovation, customer experience, and brand value. New York: Allworth Press, p. MARTIN, R. The design of business: Why design thinking is the next competitive advantage. Boston: Harvard Bussiness Press, MOZOTA, Brigitte Borja de. Gestão do design: usando o design para construir valor de marca e inovação corporativa. Porto Alegre: Bookman, NEUMEIER, M. The Designful Company: How to Build a Culture of Nonstop Innovation. Berkeley: New Riders, p. PINHEIRO, T. ABCDesign: Um novo d esign. Disponível em: <http://abcdesign.com.br/noticias/um-novo-design/>. Acesso em: 10 mar RIGUEIRAL, Carlota. Design e Moda: como agregar valor e diferenciar sua confecção. São Paulo: Instituto das pesquisas Tecnológicas, p. SANTOS, F. A. dos. O Design como diferencial competitivo. Itajaí: editora da Univali, p. SCHNEIDER, B. Design Uma Introdução: O Design no contexto social, cultural e econômico. São Paulo: Blücher, SERRAT, O. Design Thinking. Knowledge Solutions, Mar n.78 Disponível em: <http://www.adb.org/documents/information/knowledge-solutions/designthinking.pdf>. Acesso em: 01 jun SOUZA, P. L. P. de. Notas para uma história do design. Rio de Janeiro. 2AB editora VOGEL, C. M; Notes on the evolution of Design thinking: A work in progress. In: LOCKWOOD, Thomas (Ed.). Design thinking: Integrating innovation, customer experience, and brand value. New York: Allworth Press, 2010.

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