SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO SAMU NO ESTADO DE SANTA CATARINA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO SAMU NO ESTADO DE SANTA CATARINA"

Transcrição

1 Centro de Ciências da Saúde Departamento de Enfermagem GIATE Grupo de Pesquisa em Tecnologias, Informações e Informática em Saúde SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO SAMU NO ESTADO DE SANTA CATARINA Alexandre Mattje Fernanda Paese Jades Fernando Hammes Marcellus Lopes Morini Sonia Maria Machado de Souza Coord. Profa. Dra. Grace T. M. Dal Sasso

2 AGENDA INTRODUÇÃO OBJETIVOS METODOLOGIA RESULTADOS DISCUSSÃO E CONCLUSÕES

3 INTRODUÇÃO

4 INTRODUÇÃO Pesquisa do Conselho Nacional de Secretários de Saúde do Ministério da Saúde, revelou: Queixas freqüentes entre os usuários do SUS: as filas nas emergências dos hospitais; o longo tempo de espera para a realização de exames e cirurgias,e a incapacidade das unidades de saúde de acolherem os pacientes 90% da população brasileira é usuária de alguma forma do SUS (CONASS, 2003).

5 JUSTIFICATIVAS

6 JUSTIFICATIVAS QUALISUS visa estabelecer um conjunto de mudanças para: proporcionar maior conforto ao usuário, promover o atendimento de acordo com o seu grau de risco, fornecer atenção efetiva pelos profissionais de saúde e menor tempo de permanência no hospital. O Serviço de Atendimento Móvel às Urgências (SAMU/192) é parte integrante do QUALISUS.

7 JUSTIFICATIVAS O nível de resposta aos quadros críticos de vida das vítimas de acidentes, traumas, violência ainda é insuficiente Provoca e perpetua demandas espontâneas de pacientes em situação de urgência e emergência

8 JUSTIFICATIVAS Prioridade do Sistema de Saúde: sistematizar uma rede de atenção integral para atendimento às urgências, organizando o fluxo dos pacientes da atenção básica até a alta complexidade e prestando o atendimento de qualidade.

9 SAMU 192

10 SAMU 192 Permite a organização e racionalização da rede pública Na central, o médico atende a chamada de urgência e tem autonomia para fazer a triagem do atendimento Foi desenvolvido para implementar a assitência hospitalar no âmbito do SUS Assistência prestada em um primeiro nível de atenção

11 SAMU 192 O SAMU foi implantado em SC em Centrais de Regulação de Urgências 18 UTI Móveis 56 Unidades de Suporte Básico de Vida

12 SAMU 192 É fundamental o acompanhamento contínuo e sistemático das situações de urgência/emergência Desenvolvimento de um sistema informatizado de regulação e de atendimento de urgência Avaliar a adequação desse serviço no que diz respeito ao controle de indicadores de demanda e de qualidade estabelecidos pelo Ministério da Saúde

13 OBJETIVOS

14 OBJETIVOS Desenvolver e implantar um sistema informatizado de regulação de urgência do SAMU no Estado de Santa Catarina Estabelecer os dados que devem integrar o sistema de informação da regulação da urgência para avaliar a qualidade do SAMU no Estado de Santa Catarina

15 METODOLOGIA

16 METODOLOGIA Estudo: produção tecnológica e pesquisa metodológica. Amostra: seleção intencional de 06 participantes Considerações éticas: seguiu os preceitos éticos determinados pelo Decreto 196/96 que determina as Diretrizes e Normas Regulamentadoras da Pesquisa envolvendo Seres Humanos e recebeu aprovação do Comitê de ética em pesquisa da UFSC de acordo com o Protocolo n 212/2005.

17 METODOLOGIA Organização: Solicitantes (usuários, gestores e serviços) Centrais de Regulação de Urgência Assistência de Urgência Sistema informatizado de Regulação de Urgência Sistema de Avaliação da Qualidade MS (QUALISUS) Interface de comunicação Figura 1: Diagrama de Fluxo

18 METODOLOGIA Coleta e análise dos Dados: O próprio sistema informatizado de regulação e de avaliação das urgências de modo que contemplasse indicadores do Ministério da Saúde; um instrumento específico de avaliação de sistemas contemplando os critérios de conteúdo, usabilidade e ergonomia Análise: Estatística descritiva e análise qualitativa.

19 RESULTADOS

20 RESULTADOS 1. Levantamento de requisitos: relacionados a problemática do serviço de urgência e as limitações ao desenvolvimento tais como tempo, recursos físicos e econômicos; - Composto de 3 Módulos: 1. Regulação 2. Avaliação Via Web 3. Avaliação Móvel

21 RESULTADOS TARM / MR SAMU Módulo Regulação SAMU Módulo Avaliação Internet Módulo Móvel Médico Enfermeira Estrutura de Módulos do SAMU

22 RESULTADOS 2. Análise: definição da ferramenta de informática a ser utilizada e do design do sistema. 1. Módulo Regulação Médica foi desenvolvido em linguagem Object Pascal (ambiente Delphi) 2. Linguagem JAVA para o atendimento médico e de enfermagem via Web e sistema Móvel 3. Banco de dados MS-SQLSERVER. Foi escolhido Delphi no Módulo Regulação Médica pela experiência no desenvolvimento dessa linguagem, pelo suporte disponibilizado pela SES-SC e pela facilidade de comunicação de outros equipamentos (p.ex.: central telfônica). No módulo de avaliação web, optou-se por JAVA por ser uma linguagem de código aberto, pela framework disponibilizada pela SES-SC, pela sua segurança e robustez. Sistema móvel foi desenvolvido com a tecnologia Java (J2ME) devido, entre outras características, a sua portabilidade entre os diferentes tipos de dispositivos móveis existentes no mercado.

23 RESULTADOS 3. Projeto: definição, modelagem dos dados implementação na plataforma computadorizada. e 1. Padrão IDEF1X para o Banco de Dados dos Módulos Regulação e Avaliação do paciente via Web) 2. Ferramenta para modelagem dos dados em ER- WIN. 3. Abordagem da Programação Orientada o Objetos para o Sistema Móvel de Avaliação do Paciente

24 RESULTADOS 3. Implementação: 1. Desenvolvimento do sistema para a realidade das urgências 2. Teste piloto do sistema implementado e análise das funções de ergonomia e usabilidade. Nesta etapa, estruturou-se o sistema propriamente dito na plataforma computadorizada ficando assim estabelecido:

25 O SISTEMA

26 REGULAÇÃO Módulo de Regulação do SAMU Contém a identificação do chamado, localização, tipo de ocorrência, prévia da situação da vítima, situação da ambulância Sistema de avaliação relatórios

27

28

29

30 ATENDIMENTO MÉDICO (WEB) Composto por itens que identificam a situação do paciente Identificação do local, Paciente, Equipe Médica. Estado Inicial, Controle de Sinais Vitais e Exames Básicos, Avaliação respiratória, cardiovascular, neurológica, Abdominal, Ginecológica, Trauma, Queimadura, Hipóteses Diagnósticas, Estado Atual, Prescrição Médica, Escala de Glasgow, escala de queimadura e avaliação progressiva do trauma

31

32 ATENDIMENTO ENFERMAGEM (WEB) Composto por itens que avaliam a condição do paciente. Organiza-se na avaliação dos sistemas humanos, nas intervenções de Enfermagem de acordo com a CIPE 1.0.

33

34 ATENDIMENTO MÉDICO E DE ENFERMAGEM (PDA) Ambiente mínimo necessário dispositivo móvel (PDA) implementação da Máquina Virtual Java (JVM) acesso à rede GPRS através de operadora de telefonia habilitada.

35 ATENDIMENTO MÉDICO E DE ENFERMAGEM (PDA) As leituras realizadas na avaliação do paciente podem ser, quando necessário, digitadas, e em outros casos selecionadas pelo usuário. O sistema apresenta menus para envio e recebimento de dados e também para navegação entre os módulos da avaliação. Todo acesso ao sistema é obrigatoriamente autenticado através de login e senha previamente cadastrado no Sistema Web.

36 Avaliação Médica Móvel

37 Avaliação de Enfermagem Móvel

38 AVALIAÇÃO DO SISTEMA

39 Progressivas Simulado duas situações de urgência Síndrome meníngea Choque hipovolêmico por fratura exposta - Participaram 04 avaliadores da área de saúde e informática: - Avaliação Ergonomia - Avaliação Usabilidade

40 ERGONOMIA E USABILIDADE Avaliação dos critérios de: Organização Interface Conteúdo e Técnico

41 ERGONOMIA E USABILIDADE Para cada item foi estabelecido escores de 1 a 5: (5) excelente, (4) muito bom, (3) Bom, (2) regular, (1) ruim. Os dados são apresentados na forma de estatística descritiva. Nos critérios de usabilidade foram avaliados 24 itens determinados por escores de 1 a 5, sendo (5) concordo totalmente, (4) concordo, (3) não concordo, (2) discordo totalmente e (1) não aplicável de acordo com análises qualitativas.

42 AVALIAÇÃO DE ERGONOMIA

43 AVALIAÇÃO DE ERGONOMIA Sistema recebeu escore Muito Bom com uma variação média de 4,0 a 4,4. Receberam as melhores avaliações os itens conteúdo e interface dentro do critério de ergonomia com média variando de 4,3 a 5,0. O item técnico dentro do critério ergonomia recebeu a menor pontuação, variando a média de 3,3 a 4,0, especialmente porque o sistema está em construção e a conexão e comunicação entre os módulos (sincronização do ambiente móvel para o fixo) não está finalizada. O desvio médio entre as variáveis da avaliação ergonômica ficou entre 0,4 para o Módulo Regulação, e 0,3 para o Módulo avaliação do paciente ambiente fixo e móvel.

44 AVALIAÇÃO DE USABILIDADE Pontos positivos do sistema agilidade, clareza, fácil utilização permite a emissão de relatórios que contribuem para o controle e acompanhamento da qualidade do atendimento no SAMU a partir dos indicadores estabelecidos pelo Ministério da Saúde Pontos negativos do sistema ausência do item ajuda ao usuário falta de um banco de dados completo dos logradouros do Estado

45 CONSIDERAÇÕES FINAIS

46 CONSIDERAÇÕES FINAIS Os primeiros testes indicaram que o sistema possui critérios de ergonomia, conteúdo e usabilidade adequados para as situações de urgência permitindo a alimentação do sistema diretamente na cena do acidente. Sistema pioneiro no Brasil por incluir uma estrutura completa de regulação, avaliação via Web e Móvel de situações de urgência abrangendo o atendimento médico e enfermagem

47 CONSIDERAÇÕES FINAIS O desenvolvimento de um sistema informatizado de regulação de urgência e de avaliação da qualidade do atendimento, a partir do estabelecimento de indicadores de qualidade definidos que sirvam de padrão de medida comum e homogêneo, se constitui em uma estratégia permanente de melhoria de qualidade, ao mesmo tempo em que serve de instrumento para a geração de novos estudos na área.

48 CONTATOS Alexandre Mattje Jades Fernando Hammes Fernanda Paese Marcellus Lopes Morini Grace T. M. Dal Sasso Sonia Maria Machado de Souza

49 OBRIGADO! Questões?

SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO SAMU NO ESTADO DE SANTA CATARINA

SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO SAMU NO ESTADO DE SANTA CATARINA SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO SAMU NO ESTADO DE SANTA CATARINA Alexandre Matjje 1, Jades Fernando Hammes 2, Marcellus Lopes Morini 3, Grace T. M. Dal Sasso 4, Sonia Maria Machado de

Leia mais

Programa de Pós Graduação em Enfermagem

Programa de Pós Graduação em Enfermagem UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Programa de Pós Graduação em Enfermagem GIATE - Grupo de Pesquisa em Tecnologias, Informações e Informática em Saúde e Enfermagem Mestranda: Camila Rosalia Antunes

Leia mais

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS ÍNDICE Apresentação...03 Hospital Universitário Cajuru...04 Estrutura...04 Especialidades Atendidas...05 Diferenças entre atendimento de urgência, emergência e eletivo...06 Protocolo de Atendimento...07

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

GSUS Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial do SUS

GSUS Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial do SUS GSUS Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial do SUS O sistema GSUS é uma aplicação WEB para gestão operacional da assistência de saúde executada a nível hospitalar ou ambulatorial, tendo como foco

Leia mais

Simulação baseada na web: uma ferramenta ao ensino em Enfermagem em Terapia Intensiva. Sayonara de Fátima F. Barbosa Heimar de Fátima Marin

Simulação baseada na web: uma ferramenta ao ensino em Enfermagem em Terapia Intensiva. Sayonara de Fátima F. Barbosa Heimar de Fátima Marin Simulação baseada na web: uma ferramenta ao ensino em Enfermagem em Terapia Intensiva Sayonara de Fátima F. Barbosa Heimar de Fátima Marin Objetivos Desenvolver, implementar e avaliar uma simulação em

Leia mais

Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO

Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura OEI/TOR/MEC/DTI nº 003/2009 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR 1. Projeto: OEI/BRA/09/004

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

Especialização em Engenharia de Software com Ênfase em Software Livre ESL2/2008. Projeto Agenda Saúde Requisitos e Modelagem UML

Especialização em Engenharia de Software com Ênfase em Software Livre ESL2/2008. Projeto Agenda Saúde Requisitos e Modelagem UML Projeto Agenda Saúde Requisitos e Modelagem UML Histórico de Revisão Versão 0.1 Data 01/06/09 Revisor Descrição Versão inicial Sumário 1. Introdução...4 1.1 Visão geral deste documento...4 1.2 Módulos

Leia mais

Sistema Gerenciador de Clínica Médica Automatizando a Clínica Cardiomed Implantação

Sistema Gerenciador de Clínica Médica Automatizando a Clínica Cardiomed Implantação Sistema Gerenciador de Clínica Médica Automatizando a Clínica Cardiomed Implantação Acadêmico: Giuliano Márcio Stolf Orientador: Ricardo Alencar de Azambuja Apresentação Clínica médica SI na área da saúde

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA ENGENHO VELHO

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA ENGENHO VELHO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO UPA ENGENHO VELHO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 2º TRIMESTRE DO 2º ANO DO CONTRATO DE GESTÃO Período de Dezembro de 2012 à Fevereiro de 2013 2 INTRODUÇÃO O presente relatório apresenta

Leia mais

ANEXO III METAS DE PRODUÇÃO: POR SERVIÇO. AÇÕES METAS INDICADORES RESULTADOS 1. Recursos Humanos: 1.

ANEXO III METAS DE PRODUÇÃO: POR SERVIÇO. AÇÕES METAS INDICADORES RESULTADOS 1. Recursos Humanos: 1. ANEXO III METAS DE PRODUÇÃO: POR SERVIÇO AÇÕES METAS INDICADORES RESULTADOS 1. Recursos Humanos: 1. 1. 1. Prestar serviços ao CONSAVAP na Manter o sistema funcionando 100% de efetividade no Serviço operante

Leia mais

Classificação de Risco &

Classificação de Risco & Enfermagem em Trauma e Emergência Classificação de Risco & Protocolo de Manchester Tiziane Rogério UNIVERSO Objetivo: Compreender e aplicar o Acolhimento com Classificação de Risco e o Protocolo de Manchester.

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 002/2012 CT PRCI n 99.073/2012 e Ticket 280.834

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 002/2012 CT PRCI n 99.073/2012 e Ticket 280.834 PARECER COREN-SP 002/2012 CT PRCI n 99.073/2012 e Ticket 280.834 Assunto: Ações de resgate de vítimas em altura e em espaço confinado. Competência da equipe de bombeiros militares. 1. Do fato Solicitado

Leia mais

Produtos ehealth. Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais

Produtos ehealth. Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais Produtos ehealth Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais 1 Participação da Telefônica Vivo nas Instituições de Saúde TIC TIC TIC TIC Telemedicina TIC Telemedicina Desenvolvimento de

Leia mais

MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S. Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick

MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S. Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick Roteiro Introdução Objetivos do trabalho Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

Manual de instalação e configuração

Manual de instalação e configuração SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA CAMPUS SÃO BORJA Manual de instalação e configuração Autores Claiton Marques

Leia mais

Processo de informatização do Sistema de Assistência de Enfermagem de um Hospital Universitário

Processo de informatização do Sistema de Assistência de Enfermagem de um Hospital Universitário 10º Congresso Brasileiro de Informática em Saúde - CBIS Processo de informatização do Sistema de Assistência de Enfermagem de um Hospital Universitário Heloisa Helena Ciqueto Peres Antônio Fernandes Costa

Leia mais

Benchmarking Resultados de Auditoria SUS e Convênio no Setor de Faturamento da Santa Casa de Votuporanga

Benchmarking Resultados de Auditoria SUS e Convênio no Setor de Faturamento da Santa Casa de Votuporanga Benchmarking Resultados de Auditoria SUS e Convênio no Setor de Faturamento da Santa Casa de Votuporanga Daniella Vila Falchi Enfermeira, com especialização em Urgência e Emergência, em curso Auditoria

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA CARUARU RELATÓRIO DE EXECUÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA CARUARU RELATÓRIO DE EXECUÇÃO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO UPA CARUARU RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 1º TRIMESTRE DO 4º ANO DO CONTRATO DE GESTÃO Período de outubro à dezembro de 2013 fevereiro

Leia mais

CNRAC. Médico Regulador do Hospital Consultor Manual de Operação. Versão do produto: 1.0. Edição do documento: 1.0 Setembro de 2008 MS - SE - DATASUS

CNRAC. Médico Regulador do Hospital Consultor Manual de Operação. Versão do produto: 1.0. Edição do documento: 1.0 Setembro de 2008 MS - SE - DATASUS CNRAC Médico Regulador do Hospital Consultor Manual de Operação Versão do produto: 1.0 Edição do documento: 1.0 Setembro de 2008 CNRAC Médico Regulador do Hospital Consultor Manual de Operação Versão do

Leia mais

Manual Ilustrado Menu Pronto Atendimento

Manual Ilustrado Menu Pronto Atendimento Junho - 2014 Índice Título do documento 1. Objetivos... 3 2. Introdução... 3 3. Painel de Classificação de Risco... 4 3.1. Configurando a Unidade... 5 3.2. Cadastrando Agenda para Médicos Plantonistas...

Leia mais

PROTÓTIPO DE APLICATIVO PARA DISPOSITIVO MÓVEL (PDA) USANDO A TECNOLOGIA J2ME E BANCO DE DADOS

PROTÓTIPO DE APLICATIVO PARA DISPOSITIVO MÓVEL (PDA) USANDO A TECNOLOGIA J2ME E BANCO DE DADOS PROTÓTIPO DE APLICATIVO PARA DISPOSITIVO MÓVEL (PDA) USANDO A TECNOLOGIA J2ME E BANCO DE DADOS Acadêmico: Robson Luis da Silva Orientador: Alexander R. Valdameri Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede GESTÃO Educacional A P R E S E N T A Ç Ã O www.semeareducacional.com.br Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede A EXPANSÃO TECNOLOGIA Nossa MISSÃO: Transformação de Dados em Informação Transformação

Leia mais

Protocolo de atendimento inicial ao trauma. José Marques de Oliveira Neto Secretário do CREMESE

Protocolo de atendimento inicial ao trauma. José Marques de Oliveira Neto Secretário do CREMESE Protocolo de atendimento inicial ao trauma José Marques de Oliveira Neto Secretário do CREMESE TRIAGEM Significa seleção, estratificação de risco Protocolo de Classificação de Risco para priorização dos

Leia mais

Título: SERVIÇO MUNICIPAL DE AMBULÂNCIAS DE JUNDIAÍ - Relato de Experiência

Título: SERVIÇO MUNICIPAL DE AMBULÂNCIAS DE JUNDIAÍ - Relato de Experiência Título: SERVIÇO MUNICIPAL DE AMBULÂNCIAS DE JUNDIAÍ - Relato de Experiência Autor: Robson Gomes Serviço de Saúde: Serviço Municipal de Ambulâncias Palavras Chaves: Ambulância, serviço municipal de ambulâncias.

Leia mais

CEP/HCUFG Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás

CEP/HCUFG Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás CEP/HCUFG Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás Como utilizar a PB - PLATAFORMA BRASIL para se cadastrar e submeter projetos de pesquisa ao CEP/HC/UFG: Entrar

Leia mais

Emergências saem do preto e branco

Emergências saem do preto e branco Triagem Emergências saem do preto e branco Evolução dos prontos-socorros envolve a implantação da triagem, que utiliza cores para distinguir as prioridades de atendimento 26 A complicada situação dos prontos-socorros

Leia mais

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133 Capítulo 5 Conclusões 133 CAPÍTULO 5 CONCLUSÕES Neste capítulo são abordadas as conclusões traçadas no desenvolvimento e validação do SMD, e indicação de estudos futuros. Ressalta-se o atendimento aos

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS PARECER TÉCNICO Nº. 136 / 2011 REFERÊNCIA: Competência do enfermeiro para realizar a Classificação de Risco nos diversos pontos de atenção à saúde da população. HISTÓRICO Recebemos da Presidente do Coren-MG

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Especialização Profissional Técnica

Leia mais

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo FARMAINFOR Modernização da Farmácia do Hospital Mater Day Documento de Requisitos Versão 2.0 Histórico de Revisão

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1.2 Novo modelo operacional do Sistema do Cadastro Único

1 INTRODUÇÃO. 1.2 Novo modelo operacional do Sistema do Cadastro Único Instrução Operacional nº 35 SENARC/MDS Brasília, 15 de abril de 2010. Assunto: Divulga as orientações necessárias para a solicitação de cadastramento de usuários municipais no novo sistema de Cadastro

Leia mais

Regulação de Urgência e suas Implicações A experiência de Belo Horizonte

Regulação de Urgência e suas Implicações A experiência de Belo Horizonte Regulação de Urgência e suas Implicações A experiência de Belo Horizonte Capital População estimada 2013 Belo Horizonte 20.593.356 População 2010 19.597.330 Área (km²) 586.522,122 Densidade demográfica

Leia mais

Organização e Gestão de Urgências Triagem de Urgências. Brasilia, Junho 2011

Organização e Gestão de Urgências Triagem de Urgências. Brasilia, Junho 2011 Organização e Gestão de Urgências Triagem de Urgências Brasilia, Junho 2011 Urgência - Complexidade Urgência (Intensidade) Complexidade Conceito de Urgência Situação clínica com capacidade para gerar deterioração

Leia mais

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo FARMAINFOR Modernização da Farmácia do Hospital Mater Day Documento de Requisitos Versão 1.1 Histórico de Revisão

Leia mais

Projeto Arquitetural do IEmbedded

Projeto Arquitetural do IEmbedded Universidade Federal de Campina Grande Centro de Engenharia Elétrica e Informática Departamento de Sistemas e Computação Disciplina: Projeto I Professora: Francilene Garcia Equipe: Carolina Nogueira de

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 07

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 07 Nota Técnica nº 07 CRITÉRIOS PARA SELEÇÃO DE CURRÍCULOS PELO NEU/SAMU ESTADUAL Considerando a necessidade de definição, em caráter complementar à Portaria GM/MS nº 2048/2002, de novas políticas para avaliação

Leia mais

Desenvolvimento de Software Livre para a área

Desenvolvimento de Software Livre para a área Desenvolvimento de Software Livre para a área de Saúde Daniel Weingaertner Departamento de Informática UFPR Centro de Computação Científica e Software Livre C3SL Programa de Extensão Conhecendo Padrões

Leia mais

ANEXO IV TABELA DE PONTUAÇÃO PARA PROVA DE TÍTULOS

ANEXO IV TABELA DE PONTUAÇÃO PARA PROVA DE TÍTULOS CONCURSO PÚBLICO PARA SAMU CENTRO-SUL Edital nº 11/2010, de 22/07/2010 ANEXO IV TABELA DE PONTUAÇÃO PARA PROVA DE TÍTULOS CARGO: CONDUTOR-SOCORRISTA 1.01 Cursos de capacitação em pré-hospitalar ou resgate*

Leia mais

GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS

GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS Sigla do Sistema: GSUS Nome do Sistema: Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS Responsável pelo Projeto: Antonio Francisco Peixoto Baptista

Leia mais

Produtos da Fábrica de Software

Produtos da Fábrica de Software Produtos da Fábrica de Software Módulo Biométrico Computer ID - MBC O que é? O Módulo Biométrico Computer ID é um produto, constituído por componentes de software, cuja finalidade é oferecer recursos tecnológicos

Leia mais

PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS EM JAVA*

PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS EM JAVA* PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS EM JAVA* Adair Santa Catarina Curso de Ciência da Computação Unioeste Campus de Cascavel PR Fev/2014 *Adaptado de PACHECO, R C S & RIEKE, R N INE UFSC Disponível em: http://wwwstelaufscbr/~pacheco/dsoo/htm/downloadshtm

Leia mais

Experiência: COMO UM PROTOCOLO DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO PODE QUALIFICAR O ENCAMINHAMENTO DOS PACIENTES NA EMERGÊNCIA

Experiência: COMO UM PROTOCOLO DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO PODE QUALIFICAR O ENCAMINHAMENTO DOS PACIENTES NA EMERGÊNCIA Experiência: COMO UM PROTOCOLO DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO PODE QUALIFICAR O ENCAMINHAMENTO DOS PACIENTES NA EMERGÊNCIA Hospital de Clínicas de Porto Alegre Ministério da Educação Responsável: Sérgio Carlos

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DO CONTRATO DE GESTÃO

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DO CONTRATO DE GESTÃO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE DIRETORIA DE MODERNIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA ASSISTÊNCIA Á SAÚDE UPA ENGENHO VELHO RELATÓRIO

Leia mais

PROCESSO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOAL PARA O SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA SAMU EDITAL 1/2008

PROCESSO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOAL PARA O SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA SAMU EDITAL 1/2008 Condutor-Socorrista 1. Conduzir veículo terrestre de urgência destinado ao atendimento e transporte de pacientes; 2. Conhecer integralmente o veículo e realizar manutenção básica do mesmo; 3. Estabelecer

Leia mais

Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SISTEMA SAÚDE EM REDE - SISREDE

Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SISTEMA SAÚDE EM REDE - SISREDE Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SISTEMA SAÚDE EM REDE - SISREDE Belo Horizonte Pop. estimada: 2.375.151 hab. (estimativas IBGE 2010) Informatização da Rede

Leia mais

SISAB SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE E ATENÇÃO BÁSICA

SISAB SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE E ATENÇÃO BÁSICA Manual Prático Resumido de Instalação, Configuração e Uso dos Sistemas e-sus CDS (Coleta de Dados Simplificado), e-sus PEC (Prontuário Eletrônico do Cidadão) e e-sus PEC Centralizador (Centralizador de

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

Atendimento de Urgência

Atendimento de Urgência Sumário Atendimento de Pacientes Urgência/Emergências... 2 Portaria... 2 Triagem... 8 Consultório... 13 1 Atendimento de Pacientes Urgência/Emergências O menu de atendimento de urgência destina-se as unidades

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE SAÚDE E SERVIÇOS CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE SAÚDE E SERVIÇOS CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE SAÚDE E SERVIÇOS CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA CHRISTIAN GALAFASSI EDENIR HENRIQUE MARTINS GUSTAVO STANCK VILLAGE CLOUD

Leia mais

Documento de Requisitos de Sistemas. SGC Sistema Gerenciador de Clínicas

Documento de Requisitos de Sistemas. SGC Sistema Gerenciador de Clínicas Documento de Requisitos de Sistemas SGC Sistema Gerenciador de Clínicas Versão 1.0 Autores: Angelo Alexandre Pinter Estevão Danilo Abílio Luiz Guilherme Schlickmann Espíndola Leonardo Machado Fernandes

Leia mais

TÍTULO DO PROJETO. Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU. Dário Nunes dos Santos

TÍTULO DO PROJETO. Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU. Dário Nunes dos Santos CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde TÍTULO DO PROJETO Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU Dário Nunes dos Santos Guarulhos Agosto/2012

Leia mais

VISTORIA DO SISTEMA REGIN PREFEITURAS

VISTORIA DO SISTEMA REGIN PREFEITURAS Página 1 / 29 ÍNDICE ÍNDICE... 2 APRESENTAÇÃO... 3 MÓDULO DE ACESSO... 3 CONFIGURAÇÃO MÓDULO VISTORIA... 4 ANÁLISE DOS PROTOCOLOS... 5 CONTROLE DE EXPORTAÇÃO MÓDULO VISTORIA... 8 DISPOSITIVO REGIN PREFEITURA...

Leia mais

Sistema Gerenciador de Unidades de Saúde. Descritivo

Sistema Gerenciador de Unidades de Saúde. Descritivo Sistema Gerenciador de Unidades de Saúde Descritivo SIGUS Sistema Gerenciador de Unidades de Saúde Visando atender as demandas de informatização dos estabelecimentos das redes públicas de saúde, a Attiva

Leia mais

3 a Lista de Exercícios

3 a Lista de Exercícios Engenharia de Requisitos 3 a Lista de Exercícios (1) Em relação ao levantamento e análise de requisitos, faz-se a seguinte afirmação: Os requisitos de sistema devem ser capturados, documentados e acordados

Leia mais

AUTOR(ES): CARLOS ANTONIO PINHEIRO PINTO, ERMÍNIO PEDRAL SANTANA, GUILHERME CASSIANO DA SILVA

AUTOR(ES): CARLOS ANTONIO PINHEIRO PINTO, ERMÍNIO PEDRAL SANTANA, GUILHERME CASSIANO DA SILVA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SISTEMA MÓVEL DE COMPRAS POR QR CODE CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA:

Leia mais

Acadêmico: Marciane Schotten Prof. Orientador: Ricardo Alencar de Azambuja

Acadêmico: Marciane Schotten Prof. Orientador: Ricardo Alencar de Azambuja PROTÓTIPO DE UMA APLICAÇÃO MÓVEL PARA LOCAÇÃO DE VEÍCULOS UTILIZANDO J2ME Acadêmico: Marciane Schotten Prof. Orientador: Ricardo Alencar de Azambuja Roteiro da apresentação Introdução Objetivos Fundamentação

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROVIMENTO DE CARGOS PARA SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA SAMU OESTE EDITAL Nº 007, DE 15/07/2015.

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROVIMENTO DE CARGOS PARA SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA SAMU OESTE EDITAL Nº 007, DE 15/07/2015. PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROVIMENTO DE CARGOS PARA SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA SAMU OESTE EDITAL Nº 007, DE 15/07/2015. ANEXO III TABELA DE PARA PROVA DE CARGO: CONDUTOR-SOCORRISTA

Leia mais

Documento de Requisitos

Documento de Requisitos UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO Documento de Requisitos Sistema Gerenciador de Atendimento de Chamados Técnicos Grupo: Luiz Augusto Zelaquett

Leia mais

RESOLUÇÃO REITORIA Nº 016 DE 04 DE OUTUBRO DE 2012

RESOLUÇÃO REITORIA Nº 016 DE 04 DE OUTUBRO DE 2012 RESOLUÇÃO REITORIA Nº 016 DE 04 DE OUTUBRO DE 2012 Regulamenta a oferta do Curso de Pós- Graduação Lato Sensu : em URGENCIAS E EMERGENCIA E U.T.I. a ser ofertado na Universidade Alto Vale do Rio do Peixe

Leia mais

Plano de Atendimento e Remoção de Acidentados em Linhas de Transmissão PARA LT. Sylvio Ribeiro de Castro Lessa 12/08/2013

Plano de Atendimento e Remoção de Acidentados em Linhas de Transmissão PARA LT. Sylvio Ribeiro de Castro Lessa 12/08/2013 Plano de Atendimento e Remoção de Acidentados em Linhas de Transmissão PARA LT Sylvio Ribeiro de Castro Lessa 12/08/2013 Fase: Diagnóstico Eloisa Barroso de Mattos Nutricionista Raquel Leão Firmino Reis

Leia mais

Manual do AP_Conta. Manual do AP_Conta. Aplicativo para digitação e envio de contas médicas no padrão TISS

Manual do AP_Conta. Manual do AP_Conta. Aplicativo para digitação e envio de contas médicas no padrão TISS 2014 Manual do AP_Conta Aplicativo para digitação e envio de contas médicas no padrão TISS 0 Sumário 1. Sobre esse manual... 3 2. Habilitando e Configurando o AP_Conta... 4 3. Habilitação e Licenciamento...

Leia mais

ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO AGO/13

ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO AGO/13 A emergência do Hospital Cristo Redentor é referência para atendimento ao trauma e neurocirurgia, atendendo sob os preceitos de acolhimento com classificação de risco. A classificação de risco deve se

Leia mais

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 60 h 1º Evolução histórica dos computadores. Aspectos de hardware: conceitos básicos de CPU, memórias,

Leia mais

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina CTC Centro Tecnológico INE Departamento de Informática e Estatística INE5631 Projetos I Prof. Renato Cislaghi Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP

Leia mais

A REALIDADE VIRTUAL APLICADA AO CONTROLE E AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS

A REALIDADE VIRTUAL APLICADA AO CONTROLE E AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS A REALIDADE VIRTUAL APLICADA AO CONTROLE E AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS Gláucio Alves Oliveira; Ildeberto de Genova Bugatti Resumo O trabalho utilizou técnicas de integração entre tecnologia de Realidade

Leia mais

MANUAL DE SUPORTE. Controle de Suporte. Este manual descreve as funcionalidades do controle de suporte.

MANUAL DE SUPORTE. Controle de Suporte. Este manual descreve as funcionalidades do controle de suporte. MANUAL DE SUPORTE Controle de Suporte Este manual descreve as funcionalidades do controle de suporte. SUMÁRIO Considerações Iniciais... 3 Acesso... 4 Controle de Suporte... 5 1. Solicitação de Atendimento...

Leia mais

Hospitalares(HIS) com o. e Arquivamento de Imagens Médicas(PACS) Serviço de Informática - SINFO

Hospitalares(HIS) com o. e Arquivamento de Imagens Médicas(PACS) Serviço de Informática - SINFO Integração do Sistema de Informações Hospitalares(HIS) com o Sistema de Transmissão, Distribuição e Arquivamento de Imagens Médicas(PACS) Serviço de Informática - SINFO Instituto tuto do Coração de São

Leia mais

RELATÓRIO DE ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS

RELATÓRIO DE ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS RELATÓRIO DE ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS LABORATÓRIO DE GESTÃO DE PROJECTO Carlos Frias Manuel Seixas Sérgio Junior FACULDADE DE ENGENHARIA UNIVERSIDADE DO PORTO 22 Março 2013 Filipe Mota Manuel Melo Tiago

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO MÓVEL PARA AUXÍLIO NA PREVENÇÃO DE TRAGÉDIAS EM DECORRÊNCIA DE ENCHENTES

DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO MÓVEL PARA AUXÍLIO NA PREVENÇÃO DE TRAGÉDIAS EM DECORRÊNCIA DE ENCHENTES DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO MÓVEL PARA AUXÍLIO NA PREVENÇÃO DE TRAGÉDIAS EM DECORRÊNCIA DE ENCHENTES Autores: Luciano GONÇALVES JUNIOR, Natália Maria Karmierczak DA SILVA, Paulo César Rodacki GOMES,

Leia mais

1.1 Objetivo 1 1.2 Características 1

1.1 Objetivo 1 1.2 Características 1 Introdução 1. INTRODUÇÃO 1 1.1 Objetivo 1 1.2 Características 1 2. AUTORIZAÇÃO DE ACESSO A SISTEMA 2 2.1 Endereço WEB do SCPA Módulo Sistema 2 2.2 Pré-requisitos para acesso: 2 2.3 Tela inicial: 3 2.4

Leia mais

MANUAL SUPERPRO WEB PONTO DE ACESSO REMOTO (PAR)

MANUAL SUPERPRO WEB PONTO DE ACESSO REMOTO (PAR) MANUAL SUPERPRO WEB PONTO DE ACESSO REMOTO (PAR) 1 ÍNDICE O que é o SuperPro Web PAR Instalando o SuperPro Web PAR 3 Conexão 5 Configurando o SuperPro Web PAR 5 1. Autorizando ponto de acesso 5 2. Limite

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ENFERMAGEM Qualificação:

Leia mais

MANUAL DO PRESTADOR WEB

MANUAL DO PRESTADOR WEB MANUAL DO PRESTADOR WEB Sumário 1. Guia de Consulta... 3 2. Guia de Procedimentos Ambulatoriais... 6 3. Guia de Solicitação de Internação... 8 4. Prorrogação de internação... 8 5. Confirmação de pedido

Leia mais

www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Conheça o software de gestão ideal para a sua instituição

www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Conheça o software de gestão ideal para a sua instituição www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Conheça o software de gestão ideal para a sua instituição Transforme sua instituição em uma empresa altamente eficaz. Só mesmo quem administra uma instituição sabe como

Leia mais

Marcus Vinicius Cruz Xavier. Rascunho do trabalho de conclusão de curso

Marcus Vinicius Cruz Xavier. Rascunho do trabalho de conclusão de curso Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística Curso de Bacharelado em Ciências da Computação Marcus Vinicius Cruz Xavier Rascunho do trabalho de conclusão de curso Título

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 026/CT/2015/PT Assunto: Atendimento pré-hospitalar de provável óbito pelo técnico de enfermagem orientador pelo médico regulador. I - Do Fato Trata-se de expediente encaminhado ao Coren/SC,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Agenda. A Empresa História Visão Conceito dos produtos

Agenda. A Empresa História Visão Conceito dos produtos Agenda A Empresa História Visão Conceito dos produtos Produto Conceito Benefícios Vantagens: Criação Utilização Gestão Segurança Integração Mobilidade Clientes A empresa WF História Em 1998, uma ideia

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional Diário Oficial Imprensa Nacional Nº 228 29/11/11 Seção 1 - p.98 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 804, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2011 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL BRASÍLIA - DF

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

TIC Saúde 2013 Pesquisa sobre o uso das TIC em estabelecimentos de saúde no Brasil

TIC Saúde 2013 Pesquisa sobre o uso das TIC em estabelecimentos de saúde no Brasil TIC Saúde 2013 Pesquisa sobre o uso das TIC em estabelecimentos de saúde no Brasil Latam Healthcare IT Summit São Paulo, 04 de abril de 2013 CGI.br Comitê Gestor da Internet no Brasil NIC.br Núcleo de

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

PROJETO POR UM SISTEMA NACIONAL DE OUVIDORIAS PÚBLICAS: POSSIBILIDADES E OBSTÁCULOS

PROJETO POR UM SISTEMA NACIONAL DE OUVIDORIAS PÚBLICAS: POSSIBILIDADES E OBSTÁCULOS PROJETO POR UM SISTEMA NACIONAL DE OUVIDORIAS PÚBLICAS: POSSIBILIDADES E OBSTÁCULOS Natureza dos problemas ESTRUTURAL E CONJUNTURAL Estrutural 1. Ausência de efetividade em alguns modelos de ouvidorias.

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Módulo Autorizador de Procedimentos

Módulo Autorizador de Procedimentos Módulo Autorizador de Procedimentos Lucia Beatriz de A. L. Alves, César O. Polachini, Miguel L. E. Montania Atech Tecnologias Críticas, São Paulo, SP Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, São Paulo,

Leia mais

Prontuário Eletrônico do Paciente

Prontuário Eletrônico do Paciente Prontuário Eletrônico do Paciente a experiência portuguesa Paulino Sousa Unidade de Investigação e Desenvolvimento em Sistemas de Informação em Enfermagem (USINE) Porto - Portugal CBIS 2006 porque a é

Leia mais

Aplicativo para elaboração de questionários, coleta de respostas e análise de dados na área da saúde em dispositivos móveis

Aplicativo para elaboração de questionários, coleta de respostas e análise de dados na área da saúde em dispositivos móveis Aplicativo para elaboração de questionários, coleta de respostas e análise de dados na área da saúde em dispositivos móveis Visão Versão Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 24/06/12

Leia mais

PERÍODO: 1º. CURSO: TÉCNICO EM ENFERMAGEM. COORDENADORA: PROFESSORA ISABELLA CRISTINA MORAES CAMPOS.

PERÍODO: 1º. CURSO: TÉCNICO EM ENFERMAGEM. COORDENADORA: PROFESSORA ISABELLA CRISTINA MORAES CAMPOS. TÉCNICO EM ENFERMAGEM PERÍODO: 1º. CURSO: TÉCNICO EM ENFERMAGEM. COORDENADORA: PROFESSORA ISABELLA CRISTINA MORAES CAMPOS. Português Microbiologia e Parasitologia Microbiologia e Parasitologia Políticas

Leia mais

Boas Práticas de Humanização na Atenção e Gestão do Sistema Único de Saúde - SUS

Boas Práticas de Humanização na Atenção e Gestão do Sistema Único de Saúde - SUS 2006 Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Política Nacional de Humanização Permitida a reprodução, no todo ou em parte, sem alteração do conteúdo e com a citação obrigatória da fonte: Política

Leia mais

Ementário das Disciplinas

Ementário das Disciplinas Ementário das Disciplinas As ementas das disciplinas estão agrupadas em semestres para uma melhor visualização da organização da matriz curricular. As referências bibliográficas serão especificadas no

Leia mais

Tecnologias Móveis de Transmissão de Dados Aplicadas ao Tratamento do Infarto Agudo do Miocárdio

Tecnologias Móveis de Transmissão de Dados Aplicadas ao Tratamento do Infarto Agudo do Miocárdio Tecnologias Móveis de Transmissão de Dados Aplicadas ao Tratamento do Infarto Agudo do Miocárdio Antônio Tadeu A. Gomes Artur Ziviani {atagomes,ziviani}@lncc.br http://martin.lncc.br Introdução O Infarto

Leia mais

DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALENTEJO CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA REFLEXÃO 3

DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALENTEJO CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA REFLEXÃO 3 REFLEXÃO 3 Módulos 0771, 0773, 0774 e 0775 1/5 18-02-2013 Esta reflexão tem como objectivo partilhar e dar a conhecer o que aprendi nos módulos 0771 - Conexões de rede, 0773 - Rede local - instalação,

Leia mais

CONSULTA Nº 164.517/2013

CONSULTA Nº 164.517/2013 1 CONSULTA Nº 164.517/2013 Assunto: Sobre como SAMU deve proceder em certas situações na sala de Regulação Médica do 192, procedimentos em diversas situações, na sala de Regulação Médica do 192, devido

Leia mais

Passos para importar CNES no Sistema com CDS

Passos para importar CNES no Sistema com CDS e-sus AB Sistema com Coleta de Dados Simplificada - CDS Passos para importar CNES no Sistema com CDS Maio/2013 1 Por que importar o CNES? A importação do CNES deve ser o primeiro passo a ser realizado

Leia mais