Seção 20 Da Gravação de Audiências

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Seção 20 Da Gravação de Audiências"

Transcrição

1 Seção 20 Da Gravação de Audiências Nas audiências criminais, salvo impossibilidade material momentânea, devidamente anotada em ata, o registro dos depoimentos do investigado, do indiciado, do ofendido e das testemunhas será feito pelos meios ou recursos de gravação magnética (mídia eletrônica digital) ou técnica similar, inclusive audiovisual.* Conforme expressamente autorizado pelo art. 405, 2º do CPP, na redação que lhe deu a Lei Federal n /2008, havendo registro audiovisual das audiências, será encaminhado às partes cópia do registro original, sem necessidade de transcrição. ** Também nas audiências cíveis, o uso dos equipamentos de gravação audiovisual deve ser adotado como regra, aplicando-se a mesma medida do juízo criminal com relação a desobrigação de transcrição dos atos gravados. * O registro fonográfico ou audiovisual das audiências aplica-se à prova oral, às alegações das partes e às decisões nelas proferidas, inclusive sentença, observando-se, neste último caso, o disposto no art. 2.º, VII desta Seção A utilização da gravação das audiências por meio eletrônico dependerá da existência de equipamento adequado que permita reprodução de razoável qualidade, fornecido pelo Tribunal de Justiça ou pelo Juiz Havendo dificuldade de expressão da parte ou testemunha, ou outra circunstância, o Juiz poderá utilizar o método tradicional de colheita de prova, fazendo constar as razões no termo de audiência. (Item revogado pelo Prov. nº 71/08-CGJ) O registro eletrônico de audiências não deverá ser empregado para o cumprimento de cartas precatórias, rogatórias ou de ordem quando o Juízo de origem não empregar semelhante tecnologia ou requerer a sua transcrição, devendo, nessa hipótese, ser destacado no termo de assentada a não utilização da gravação por meio eletrônico. (Item revogado pelo Prov. nº 71/08-CGJ) Os depoimentos serão colhidos pelo sistema de datilografia ou digitação, quando ocorrer qualquer causa impeditiva do registro audiovisual da audiência, bem como poderá o juiz dispensar a gravação digital nos casos em que a adoção do sistema não resultar em proveito da celeridade processual. (Item alterado pelo Provimento n. 12/11-CGJ) No cumprimento de carta precatória, rogatória ou de ordem, é de livre a adoção do sistema de gravação digital, não havendo necessidade de degravação no juízo deprecado. (item Na carta precatória não se fará menção à adoção ou não do sistema no juízo deprecante, ao qual competirá dispensar a degravação ou determiná-la, ao crivo do respectivo juiz, providenciando-a por meio de recursos humanos e técnicos que estão à sua disposição. (item O juízo deprecado devolverá os autos de carta precatória acompanhados do CD- ROM, contendo os atos registrados, competindo ao juízo deprecante providenciar cópia do disco (CD-segurança ou DVD-segurança). (item acrescido pelo

2 No juízo deprecado será mantido pelo prazo de seis meses, contados da baixa da precatória, arquivo digital dos atos realizados, em CD ou DVD, no qual poderão ser coligidos atos de diferentes cartas precatórias, dispensada a duplicação a que se refere o item (item Em situações excepcionais, para a preservação da honra, da imagem e da intimidade do depoente, ou na hipótese do art. 217, do Código de Processo Penal, o magistrado poderá, fundamentadamente, autorizar que o registro seja feito apenas em áudio, ou, em último caso, na forma tradicional. (item acrescido pelo É vedado o registro fonográfico ou audiovisual de depoimento quando for necessária a preservação da identidade do depoente (Lei 9.807/1999). (item Autoriza-se a gravação em áudio, se utilizado efeito de distorção de voz. (item O registro das manifestações de advogados, promotores e juízes, tais como alegações finais, pareceres, contraditas, requerimentos, decisões e sentenças, deverá ser feito apenas em áudio, ou, em último caso, na forma tradicional. (item A utilização do registro fonográfico ou audiovisual será documentada por termo de audiência, devidamente assinado pelo Juiz e pelos presentes à audiência, a ser juntado aos autos, onde constarão os seguintes dados: I II III IV V - data da audiência; - nome do Juiz que a preside; - local do ato; - identificação das partes e seus representantes, e a presença ou ausência para o ato; - se for o caso, a presença dos representantes do Ministério Público ou da Defensoria Pública; VI - ciência prévia das partes quanto à segurança e à confiabilidade do sistema adotado e sobre a utilização do registro fonográfico ou audiovisual, com a advertência acerca da vedação de divulgação não autorizada dos registros audiovisuais a pessoas estranhas ao processo e de que os registros possuem o fim único e exclusivo de documentação processual (art. 20, da Lei n /2002 Código Civil). (Item alterado pelo Provimento n. 12/11-CGJ) ; VII - breve resumo dos fatos ocorridos na audiência, com suas principais ocorrências, a ordem de produção da prova oral colhida e as decisões proferidas, inclusive a sentença, devendo, neste último caso, constar, necessariamente, do termo de audiência o dispositivo do julgado As testemunhas assinarão termo de comparecimento, onde constará a tomada de compromisso Ao serem mostrados ao depoente ou interrogando documentos constantes do processo, é necessária a referência ao número da folha em que se encontram juntados. (item Durante a audiência, os microfones precisam estar próximos às pessoas que os utilizam, visando evitar omissões na captação. (item acrescido pelo Provimento n. 12/2011-CGJ) O juiz, ao passar a palavra para o promotor ou para as partes, deverá fazê-lo em voz alta. Sendo mais de um réu, deverá nominar qual deles a defesa representa,

3 visando a uma correta identificação dos interlocutores. (item acrescido pelo As declarações colhidas mediante utilização do sistema de gravação audiovisual ou fonográfica devem ser registradas, de forma padronizada e seqüencial, em CD- ROM não-regravável ou em DVD-ROM não regravável, que acompanhará os respectivos autos, devendo ser organizados da seguinte forma: * a) para cada depoimento corresponderá um arquivo distinto, identificado pelo nome da pessoa ouvida e data da audiência, devendo os depoimentos ser gravados em ordem seqüenciada, no mesmo disco, até o limite de sua capacidade de armazenamento; b) o CD-ROM ou o DVD-ROM será identificado pela numeração dos autos, escrita com caneta apropriada, facultando-se ao Juiz e às partes assiná-lo; c) o CD-ROM ou o DVD-ROM gravado será juntado aos autos, na seqüência imediatamente seguinte ao termo de audiência, armazenado em invólucro apropriado. d) havendo necessidade de gravação dos depoimentos em mais de um disco, este será identificado da mesma forma que a descrita no item b, acrescentando o numeral romano a que corresponde (ex: II, III etc) Para segurança dos dados, a unidade judiciária promoverá, até o primeiro dia útil de cada mês, cópia de todas as gravações do mês anterior, em CD-ROM ou DVD-ROM (CD-segurança ou DVD-segurança), que deverá ser mantida separada dos autos, em local seguro. (Item alterado pelo Provimento n. 12/11-CGJ) Não será permitida a retirada do CD-segurança ou DVD-segurança da serventia, quando da carga dos autos aos procuradores das partes. (item acrescido pelo No CD-segurança ou DVD-segurança, a critério do juízo, poderão ser gravados depoimentos de feitos distintos, unificando os arquivos armazenados na secretaria do juízo. Os depoimentos de um mesmo processo deverão ser reunidos em uma única pasta, gravada na mídia, identificada pelo tipo de feito, número do registro e, sendo carta precatória, rogatória ou de ordem, juízo deprecante. (item A critério do juiz, o uso das mídias de segurança poderá ser separado por tipo de feito, para facilitar as buscas (ex.: processos, cartas precatórias etc). (item Saturada a capacidade de armazenamento, a mídia de segurança será encerrada, lançando-se na etiqueta e na capa, a data e assinatura do juiz. (item acrescido pelo Optando pelo armazenamento conjunto de atos de diferentes processos em uma mesma mídia, a secretaria do juízo deverá duplicar a cópia de segurança (com o mesmo número de série), diante da possibilidade de falha ou deterioração da mídia. (item É facultado às partes, a terceiros intervenientes, ao Ministério Público e ao assistente de acusação, conforme o caso, requerer, a qualquer momento, que a secretaria do Juízo faça cópia dos registros fonográficos ou audiovisuais de audiências, apresentando o indispensável CD-ROM, DVD-ROM ou Pen Drive junto com o requerimento, respeitada a vedação de divulgação constante do item , VI, desta Seção. (Item alterado pelo Provimento n. 12/11-CGJ)

4 A parte, ou seu advogado, assinará Termo de Recebimento da cópia gravada, em que se responsabilizará pelo material e seu uso exclusivo para fins processuais. (item Em sendo possível, a requerimento das partes, pode o Juiz determinar que seja remetida a gravação da audiência no endereço eletrônico credenciado no Poder Judiciário Não haverá transcrição total ou parcial de declarações registradas na gravação eletrônica da audiência, salvo nas hipóteses dos artigos 417, 1º do CPC e 475, parágrafo único do CPP. * O termo de transcrição, a ser juntado nos autos, será elaborado por servidor da secretaria do Juízo, que certificará corresponder a reprodução aos termos das declarações registradas no sistema de gravação, intimando-se as partes para apresentarem impugnação no prazo de 48 horas Se, decorrido o prazo de conferência, não tiverem sido apontados erros na transcrição, o Gestor Judicial certificará nos autos a inexistência de impugnações. (Item alterado pelo Provimento nº 12/11-CGJ) Não havendo impugnação, o Gestor Judicial certificará a ocorrência; havendo, designará dia e hora para que os registros sejam exibidos, intimando-se as partes para o respectivo ato. (Item alterado pelo Provimento nº 12/11-CGJ) O impugnante deverá detalhar o objeto de seu inconformismo, indicando a expressão escrita que entenda não corresponder ao conteúdo gravado, bem como o que deveria estar transcrito, sob pena de indeferimento Depois da reprodução da gravação em áudio ou vídeo, será lavrado termo onde se registrará o seu conteúdo, e será resolvida a impugnação oposta, saindo as partes cientes da decisão, restabelecendo, se for o caso, a contagem dos prazos processuais A oferta de impugnação não suspenderá o curso dos prazos processuais, exceto os de eventuais recursos, ou quando a transcrição for, a critério do Juiz, condicionante à realização de outro ato processual O juiz poderá indeferir o pedido de transcrição, se ela for evidentemente desnecessária para a compreensão dos fatos registrados. (item acrescido pelo As despesas com a transcrição serão suportadas por aquele que a requerer. (item Constatada eventual falha na gravação ou deficiência quanto à percepção do registro, em sendo necessária, poderá ser designada audiência de reinquirição, total ou parcial Sempre que possível, deverá o Juiz sentenciar os autos na própria audiência em que for realizada a gravação eletrônica, observando, nesse caso, o item , VII desta Seção Nos Juizados Especiais, havendo recurso, as partes poderão requerer a transcrição da gravação, sob as expensas do juízo até que seja editada lei alterando a tabela de custas dos atos judiciais. * Nas Varas Cíveis e Criminais, havendo recurso, a decisão recorrida e/ou os depoimentos gravados serão remetidos à Central de Degravação dos atos

5 praticados na 1ª e na 2ª Instância, conforme Provimento nº 08/2010-CM, se houver necessidade. (Item alterado pelo Provimento nº 12/11-CGJ) O juiz poderá adotar outras providências que entender convenientes, em razão do rito processual aplicável, não só para preservar a segurança do sistema, como também garantir a aplicação dos princípios da celeridade, do contraditório e da ampla defesa. (item Os arquivos de gravação serão mantidos até o trânsito em julgado da sentença ou até o final do prazo para propositura de ação rescisória ou revisão criminal As sentenças gravadas não serão eliminadas, equiparando-se este registro, para todos os fins, ao do Livro de Registro de Sentença.

6

PROVIMENTO Nº 12/2011 CGJ

PROVIMENTO Nº 12/2011 CGJ PROVIMENTO Nº 12/2011 CGJ Modifica o Provimento nº 71/2008, estabelecendo novas regras para a gravação audiovisual de audiências. atribuições legais, O Corregedor-Geral da Justiça, no uso de suas Considerando

Leia mais

CORREGEDORIA-GERAL PROVIMENTO Nº 09 DE 12 DE ABRIL DE 2004. O Corregedor-Geral da Justiça Federal da 2 a Região, no uso de suas atribuições legais, e

CORREGEDORIA-GERAL PROVIMENTO Nº 09 DE 12 DE ABRIL DE 2004. O Corregedor-Geral da Justiça Federal da 2 a Região, no uso de suas atribuições legais, e CORREGEDORIA-GERAL PROVIMENTO Nº 09 DE 12 DE ABRIL DE 2004 Disciplina os procedimentos a serem adotados durante e após as audiências para o registro audiovisual de depoimentos e interrogatórios. O Corregedor-Geral

Leia mais

Ministério Público do Estado de Mato Grosso Turma de Procuradores de Justiça Criminal para Uniformização de Entendimentos

Ministério Público do Estado de Mato Grosso Turma de Procuradores de Justiça Criminal para Uniformização de Entendimentos ASSENTO nº 010/2009 Ministério Público do Estado de Mato Grosso I) A gravação audiovisual da audiência nos processos criminais não é obrigatória. A regra do art. 405, 2º do CPP é norma de natureza permissiva,

Leia mais

PROVIMENTO N.º CGJ- 03/2010

PROVIMENTO N.º CGJ- 03/2010 PROVIMENTO N.º CGJ- 03/2010 Disciplina a implantação e estabelece normas para o funcionamento do processo judicial eletrônico nas unidades jurisdicionais do Poder Judiciário do Estado do Bahia. A DESEMBARGADORA

Leia mais

ROTEIRO DA LEI DO PROCESSO ELETRÔNICO Ana Amelia Menna Barreto

ROTEIRO DA LEI DO PROCESSO ELETRÔNICO Ana Amelia Menna Barreto ROTEIRO DA LEI DO PROCESSO ELETRÔNICO Ana Amelia Menna Barreto A Lei que instituiu o processo judicial informatizado, em vigor desde março de 2007, aplica-se indistintamente aos processos civil, penal,

Leia mais

AVISO CGJ Nº 126 de 30 de Janeiro de 2013.

AVISO CGJ Nº 126 de 30 de Janeiro de 2013. AVISO CGJ Nº 26 de 30 de Janeiro de 203. O Desembargador ANTONIO JOSÉ AZEVEDO PINTO, Corregedor Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, no exercício das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 149/2010. O Tribunal de Justiça do Estado do Acre, no uso das atribuições legais,

RESOLUÇÃO Nº 149/2010. O Tribunal de Justiça do Estado do Acre, no uso das atribuições legais, RESOLUÇÃO Nº 149/2010 Autoriza a implantação do Processo Eletrônico no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado do Acre e dá outras providências. O Tribunal de Justiça do Estado do Acre, no uso das atribuições

Leia mais

Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.419, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2006. Mensagem de veto Dispõe sobre a informatização do processo judicial; altera a Lei n o 5.869, de 11 de janeiro de 1973

Leia mais

RESOLUCAO TJ/OE Nº 16, de 30/11/2009 (ESTADUAL) DJERJ, ADM 60 (8) - 01/12/2009

RESOLUCAO TJ/OE Nº 16, de 30/11/2009 (ESTADUAL) DJERJ, ADM 60 (8) - 01/12/2009 RESOLUCAO TJ/OE Nº 16, de 30/11/2009 (ESTADUAL) DJERJ, ADM 60 (8) - 01/12/2009 RESOLUÇÃO Nº. 16/2009 Autoriza a implantação do Processo Eletrônico no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

PROVIMENTO CONJUNTO Nº 13, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2014.

PROVIMENTO CONJUNTO Nº 13, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2014. PROVIMENTO CONJUNTO Nº 13, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2014. Regulamenta os procedimentos a serem adotados no âmbito da Justiça do Trabalho da 4ª Região em virtude da implantação do PJe- JT, revoga o Provimento

Leia mais

Número: 0020259-07.2013.5.04.0751

Número: 0020259-07.2013.5.04.0751 Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região - 2º Grau PJe - Processo Judicial Eletrônico Consulta Processual Número: 0020259-07.2013.5.04.0751 Classe: RECURSO ORDINÁRIO - Relator: JURACI GALVAO JUNIOR 09/07/2014

Leia mais

autoridade consular brasileira competente, quando homologação de sentença estrangeira: (...) IV - estar autenticada pelo cônsul brasileiro e

autoridade consular brasileira competente, quando homologação de sentença estrangeira: (...) IV - estar autenticada pelo cônsul brasileiro e COMPARATIVO ENTRE A RESOLUÇÃO N. 9 E A EMENDA REGIMENTAL N. 18 DO STJ EMENDA REGIMENTAL N. 18 (2014) RESOLUÇÃO N. 9 (2005) Art. 1º O Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça passa a vigorar acrescido

Leia mais

Processo Eletrônico. Produto das revoluções tecnológicas; Consequência direta da EC 45/04; Princípios norteadores:

Processo Eletrônico. Produto das revoluções tecnológicas; Consequência direta da EC 45/04; Princípios norteadores: Processo Eletrônico Produto das revoluções tecnológicas; Consequência direta da EC 45/04; Princípios norteadores: Princípio da Universalidade; Princípio da Uniquidade; Princípio da Publicidade; Princípio

Leia mais

Nova regulamentação do PJe na Justiça Trabalhista. O quê mudou?

Nova regulamentação do PJe na Justiça Trabalhista. O quê mudou? Nova regulamentação do PJe na Justiça Trabalhista. O quê mudou? O Conselho Superior da Justiça do Trabalho editou a nova Resolução 136/2014, revogando a Resolução 94/2012 que regulamenta o sistema PJe-JT

Leia mais

GRAVAÇÃO AUDIOVISUAL DA AUDIÊNCIA TRABALHISTA. Otavio Pinto e Silva

GRAVAÇÃO AUDIOVISUAL DA AUDIÊNCIA TRABALHISTA. Otavio Pinto e Silva GRAVAÇÃO AUDIOVISUAL DA AUDIÊNCIA TRABALHISTA Otavio Pinto e Silva Audiência A palavra audiência está ligada à ideia de audição Direito Processual do Trabalho: a audiência possui grande relevância, sua

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO RESOLUÇÃO nº483/2009 Data da Norma: 04/03/2009 Órgão expedidor: ÓRGÃO ESPECIAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Fonte: DJE de 22/06/2009, p. 1-77 Ementa: Cria o Programa de Gestão de Documentos Arquivísticos do

Leia mais

PEDIDO DE VISTA NA INDICAÇÃO Nº 022/2012, RELATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 2963/11, DE RELATORIA DO DR. IVAN NUNES FERREIRA.

PEDIDO DE VISTA NA INDICAÇÃO Nº 022/2012, RELATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 2963/11, DE RELATORIA DO DR. IVAN NUNES FERREIRA. PEDIDO DE VISTA NA INDICAÇÃO Nº 022/2012, RELATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 2963/11, DE RELATORIA DO DR. IVAN NUNES FERREIRA. VOTO DE VISTA: FAUZI AMIM SALMEM PELA APROVAÇÃO DO RELATÓRIO, COM AS SEGUINTES

Leia mais

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL 1 PROCESSO PENAL PROCESSO PENAL PONTO 1: Princípios dos Juizados Especiais Criminais PONTO 2: Objetivos PONTO 3: Competência PONTO 4: Fase Policial PONTO 5: Fase Judicial PONTO 6: Recursos PONTO 7: Atos

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 8ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 8ª REGIÃO RESOLUÇÃO Nº 221/2011 Regulamenta as atividades da Central de Atendimento, a forma de assinatura eletrônica e a utilização do meio eletrônico para a prática de atos processuais e dá outras providências.

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV AULA DIA 25/05/2015 Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA E-mail: tiago_csouza@hotmail.com DIREITO PROCESSUAL PENAL IV Procedimento Sumaríssimo (Lei 9.099/95) - Estabelece a possibilidade de conciliação civil,

Leia mais

Tribunal de Justiça do Estado de Goiás

Tribunal de Justiça do Estado de Goiás Dispõe sobre a implantação e estabelece normas para o funcionamento do processo eletrônico no Poder Judiciário do Estado de Goiás. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS, por seu Órgão Especial, no exercício

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 R E S O L V E:

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 R E S O L V E: ESTADO DO PARANÁ INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 O Desembargador Fernando Wolff Bodziak, 2º Vice-Presidente e Supervisor-Geral dos Juizados Especiais, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO o

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.419, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2006. Mensagem de veto Dispõe sobre a informatização do processo judicial; altera a Lei no 5.869,

Leia mais

A INTIMAÇÃO DO ADVOGADO CONSTITUÍDO PELO RÉU DAS DECISÕES

A INTIMAÇÃO DO ADVOGADO CONSTITUÍDO PELO RÉU DAS DECISÕES A INTIMAÇÃO DO ADVOGADO CONSTITUÍDO PELO RÉU DAS DECISÕES NO PROCESSO PENAL ROGÉRIO TADEU ROMANO Procurador Regional da República aposentado e advogado I A INTIMAÇÃO DA SENTENÇA AO RÉU DISSONÂNCIA DA DOUTRINA

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para digitação de documentos.

Estabelecer critérios e procedimentos para digitação de documentos. Proposto por: Equipe de Vara Cível Analisado por: Chefe de Serventia Judicial Aprovado por: Juiz de Direito 1 OBJETIVO Estabelecer critérios e procedimentos para digitação de documentos. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para a autuação de processos judiciais e incidentais.

Estabelecer critérios e procedimentos para a autuação de processos judiciais e incidentais. RAD- Proposto por: Equipe da Vara Empresarial AUTUAR PROCESSOS JUDICIAIS Analisado por: RAS da Vara Empresarial Aprovado por: Juiz de Direito da Vara Empresarial 1 OBJETIVO Estabelecer critérios e procedimentos

Leia mais

Dispõe sobre a recepção, pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais, de indicações

Dispõe sobre a recepção, pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais, de indicações PROVIMENTO N.º 16 Dispõe sobre a recepção, pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais, de indicações de supostos pais de pessoas que já se acharem registradas sem paternidade estabelecida, bem

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Virtualização do processo judicial André Luiz Junqueira 1. INTRODUÇÃO A Associação dos Juizes Federais do Brasil (AJUFE) encaminhou um projeto de lei sobre a informatização do processo

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010.

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. Dispõe sobre a divulgação de dados processuais eletrônicos na rede mundial de computadores, expedição de certidões judiciais e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE PORTARIA N 001/2011

DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE PORTARIA N 001/2011 DJe de 29/09/2011 (cópia sem assinatura digital) DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE PORTARIA N 001/2011 Esclarece quanto ao procedimento de ajuizamento da ação de adoção, diretamente pelos requerentes

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2016. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso das suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2016. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso das suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO Nº 11, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2016. DISPÕE SOBRE A UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE VIDEOCONFERÊNCIA PARA REALIZAÇÃO DE AUDIÊNCIAS NO ÂMBITO DO PODER JUDICIÁRIO DE ALAGOAS. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR NOVO CPC: PERSPECTIVAS PARA A JUSTIÇA BRASILEIRA DO SÉCULO XXI

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR NOVO CPC: PERSPECTIVAS PARA A JUSTIÇA BRASILEIRA DO SÉCULO XXI » Pedro Henrique Meira Figueiredo NOVO CPC: PERSPECTIVAS PARA A JUSTIÇA BRASILEIRA DO SÉCULO XXI O ano de 2010 marcou a comunidade jurídica com a divulgação dos tão esperados anteprojetos do novo Código

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ RESOLUÇÃO Nº 005/2008-GP.

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ RESOLUÇÃO Nº 005/2008-GP. PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ RESOLUÇÃO Nº 005/2008-GP. Dispõe sobre a Implantação e estabelece normas para o funcionamento do processo judicial eletrônico no Poder Judiciário

Leia mais

DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE VARA CÍVEL DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE PORTARIA N 001/2010

DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE VARA CÍVEL DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE PORTARIA N 001/2010 DJe de 17/06/2010 (cópia sem assinatura digital) DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE VARA CÍVEL DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE PORTARIA N 001/2010 Dispõe quanto ao procedimento de habilitação de pretendentes

Leia mais

PROVIMENTO Nº 09/2012/CGJUS/TO. A CORREGEDORA-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PROVIMENTO Nº 09/2012/CGJUS/TO. A CORREGEDORA-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PROVIMENTO Nº 09/2012/CGJUS/TO Dispõe sobre a recepção, pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais, de indicações de supostos pais de pessoas registradas sem paternidade estabelecida, bem como

Leia mais

sem necessidade de transcrição. quando for de sua preferência pessoal

sem necessidade de transcrição. quando for de sua preferência pessoal Solicito informações a respeito do posicionamento jurisprudencial atualizado a respeito da necessidade de degravação dos depoimentos prestados nas audiências gravadas por meio audiovisual. Explico: a Defesa

Leia mais

CORREGEDORIA-GERAL PROVIMENTO Nº 001 DE 13 DE MARÇO DE 2002. CONSIDERANDO as conclusões apresentadas pelo Fórum de Juízes Distribuidores da 2ª Região;

CORREGEDORIA-GERAL PROVIMENTO Nº 001 DE 13 DE MARÇO DE 2002. CONSIDERANDO as conclusões apresentadas pelo Fórum de Juízes Distribuidores da 2ª Região; CORREGEDORIA-GERAL PROVIMENTO Nº 001 DE 13 DE MARÇO DE 2002 A Excelentíssima Doutora MARIA HELENA CISNE CID, Corregedora- Geral da Justiça Federal da 2ª Região, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

Leia mais

Direito Processual Penal - Inquérito Policial

Direito Processual Penal - Inquérito Policial Direito Processual Penal - Inquérito Policial O inquérito policial é um procedimento administrativo préprocessual, de caráter facultativo, destinado a apurar infrações penais e sua respectiva autoria.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº RJ-PGD-2010/00037 de 13 de abril de 2010

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº RJ-PGD-2010/00037 de 13 de abril de 2010 PORTARIA Nº RJ-PGD-2010/00037 de 13 de abril de 2010 O JUIZ FEDERAL - DIRETOR DO FORO E CORREGEDOR PERMANENTE DOS SERVIÇOS AUXILIARES DA - SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições

Leia mais

Crimes praticados por militares estaduais contra civis Procedimentos a serem adotados, CPP ou CPPM?

Crimes praticados por militares estaduais contra civis Procedimentos a serem adotados, CPP ou CPPM? Crimes praticados por militares estaduais contra civis Procedimentos a serem adotados, CPP ou CPPM? A Justiça Militar Estadual por força de expressa vedação contida no art. 125, 4º, da CF/88, não tem competência

Leia mais

PORTARIA DIREF Nº 068 DE 27 DE ABRIL DE 2015

PORTARIA DIREF Nº 068 DE 27 DE ABRIL DE 2015 1 de 6 29/4/2015 13:10 SEÇÃO JUDICIÁRIA DE MINAS GERAIS PORTARIA DIREF Nº 068 DE 27 DE ABRIL DE 2015 Cria a Central Eletrônica de Videoconferências - CELEVI na sede da Seção Judiciária de Minas Gerais

Leia mais

2 - Qualquer pessoa pode reclamar seu direito nos Juizados Especiais Cíveis?

2 - Qualquer pessoa pode reclamar seu direito nos Juizados Especiais Cíveis? Tribunal de Justiça do Estado de Goiás Juizados Especias Perguntas mais freqüentes e suas respostas 1 - O que são os Juizados Especiais Cíveis? Os Juizados Especiais Cíveis são órgãos da Justiça (Poder

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 23/2015-CM

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 23/2015-CM PROVIMENTO N. 23/2015-CM Dispõe sobre o envio, por meio digital, pelo Portal Eletrônico do Advogado PEA, das petições iniciais e intermediárias de processos físicos que tramitam na Primeira e Segunda Instância

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUIZADO ESPECIAL FEDERAL CÍVEL DESANTOS Praça Barão do Rio Branco nº 30 - Centro Santos (SP) Fone (13) 3228-1000 PORTARIA N.

PODER JUDICIÁRIO JUIZADO ESPECIAL FEDERAL CÍVEL DESANTOS Praça Barão do Rio Branco nº 30 - Centro Santos (SP) Fone (13) 3228-1000 PORTARIA N. PODER JUDICIÁRIO JUIZADO ESPECIAL FEDERAL CÍVEL DESANTOS Praça Barão do Rio Branco nº 30 - Centro Santos (SP) Fone (13) 3228-1000 PORTARIA N. 49/2008 A Doutora Luciana de Souza Sanchez, Juíza Federal Titular,

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 23, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008.

RESOLUÇÃO N. 23, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008. Anexo II Consolidação Normativa da Gestão Documental RESOLUÇÃO N. 23, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008. Estabelece a Consolidação Normativa do Programa de Gestão Documental da Justiça Federal de 1º e 2º Graus.

Leia mais

Seção 20 Depósito e Guarda de Objetos Apreendidos

Seção 20 Depósito e Guarda de Objetos Apreendidos Seção 20 Depósito e Guarda de Objetos Apreendidos 7.20.1 As armas, instrumentos e objetos integrantes dos procedimentos inquisitoriais acompanharão os autos ao Juízo competente, com descritivo claro e

Leia mais

PROVIMENTO CONJUNTO Nº 14 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003

PROVIMENTO CONJUNTO Nº 14 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 PROVIMENTO CONJUNTO Nº 14 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 Dispõe sobre a auto-intimação eletrônica de advogados no âmbito dos Juizados Especiais Federais na 2 a Região. O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA FEDERAL

Leia mais

ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS, contra o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS em possível descumprimento de norma federal.

ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS, contra o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS em possível descumprimento de norma federal. Autos: PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS 0001505 65.2014.2.00.0000 Requerente: ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS e outros Requerido: CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS RELATÓRIO

Leia mais

Conselho Nacional de Justiça Corregedoria PROVIMENTO Nº 12

Conselho Nacional de Justiça Corregedoria PROVIMENTO Nº 12 Conselho Nacional de Justiça Corregedoria PROVIMENTO Nº 12 O Corregedor Nacional de Justiça, Ministro Gilson Dipp, no uso de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que durante as inspeções

Leia mais

Conselho da Justiça Federal

Conselho da Justiça Federal RESOLUÇÃO Nº 058, DE 25 DE MAIO DE 2009 Estabelece diretrizes para membros do Poder Judiciário e integrantes da Polícia Federal no que concerne ao tratamento de processos e procedimentos de investigação

Leia mais

Conselho Nacional de Justiça II Encontro Nacional do PJe (Brasília, 5 de agosto de 2015) O novo CPC: o papel do Conselho Nacional de Justiça nas disposições sobre o processo eletrônico Luciano Athayde

Leia mais

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 11

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 11 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 11 Capítulo I PROVAS... 13 1. Introdução... 13 2. Das provas aspectos gerais (arts. 155 a 157 do CPP)... 13 3. Ônus da prova, provas antecipadas e provas de ofício... 14 4. Prova

Leia mais

Conselho Nacional de Justiça

Conselho Nacional de Justiça Poder Judiciário Conselho Nacional de Justiça PROVIMENTO Nº 37 Dispõe sobre o registro de união estável, no Livro "E", por Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais. O CORREGEDOR NACIONAL DE JUSTIÇA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 07 DE 30/05/2014 (DJE 04/06/2014)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 07 DE 30/05/2014 (DJE 04/06/2014) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 07 DE 30/05/2014 (DJE 04/06/2014) EMENTA: Implanta o Sistema Processo Judicial Eletrônico-PJe nas Varas Cíveis da Capital e dá outras providências. O Presidente do Tribunal de Justiça

Leia mais

CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 13/2009.

CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 13/2009. CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 13/2009. DISPÕE SOBRE ATOS DO JUIZ E ATOS ORDINATÓRIOS QUE DEVEM SER PRATICADOS PELO ESCRIVÃO, CHEFE DE SECRETARIA OU SERVIDOR DEVIDAMENTE AUTORIZADO, INDEPENDENTE

Leia mais

Relacionar recomendações para a gestão da prestação jurisdicional em Vara Empresarial.

Relacionar recomendações para a gestão da prestação jurisdicional em Vara Empresarial. Proposto por: GERIR A ENTREGA DA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL Equipe da Vara Empresarial Analisado por: RAS da Vara Empresarial Aprovado por: Juiz de Direito da Vara Empresarial 1 OBJETIVO Relacionar recomendações

Leia mais

ATO Nº 303/2015. O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 303/2015. O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 303/2015 Disciplina a implantação do Processo Administrativo Eletrônico (Proad) no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO

Leia mais

CONTROLE ADMINISTRATIVO

CONTROLE ADMINISTRATIVO PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINISTRATIVO Nº 0003981-13.2013.2.00.0000 RELATOR : CONSELHEIRO GUILHERME CALMON NOGUEIRA DA GAMA REQUERENTE : EDUARDO BINKS DOS SANTOS PINHEIRO REQUERIDO : TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Leia mais

ATO TRT 17ª PRESI N.º 093/2010*

ATO TRT 17ª PRESI N.º 093/2010* ATO TRT 17ª PRESI N.º 093/2010* A DESEMBARGADORA-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 17.ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a necessidade de se implementar

Leia mais

6 AGRAVO DE INSTRUMENTO E SUA ADEQUAÇÃO AO PROCESSO ELETRÔNICO Maria Clara de Almeida Coêlho e Aryoswaldo José Brito Espínola

6 AGRAVO DE INSTRUMENTO E SUA ADEQUAÇÃO AO PROCESSO ELETRÔNICO Maria Clara de Almeida Coêlho e Aryoswaldo José Brito Espínola 96 6 AGRAVO DE INSTRUMENTO E SUA ADEQUAÇÃO AO PROCESSO ELETRÔNICO Maria Clara de Almeida Coêlho e Aryoswaldo José Brito Espínola Maria Clara de Almeida Coêlho 1 Aryoswaldo José Brito Espínola 2 1 INTRODUÇÃO

Leia mais

Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações

Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações DGAJ/DSAJ/DF - 2013 Direção-Geral da Administração da Justiça CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações LEI N.º 20/2013, DE 21 DE FEVEREIRO Entram em

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ANALISTAS E PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTO DO MERCADO DE CAPITAIS - APIMEC SÃO PAULO CÓDIGO DE ÉTICA

ASSOCIAÇÃO DOS ANALISTAS E PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTO DO MERCADO DE CAPITAIS - APIMEC SÃO PAULO CÓDIGO DE ÉTICA ASSOCIAÇÃO DOS ANALISTAS E PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTO DO MERCADO DE CAPITAIS - APIMEC SÃO PAULO CÓDIGO DE ÉTICA Anexo I. Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional dos Profissionais de Investimento

Leia mais

Revogado pela Instrução Normativa STJ/GDG n. 8 de 4 de maio de 2015

Revogado pela Instrução Normativa STJ/GDG n. 8 de 4 de maio de 2015 Revogado pela Instrução Normativa STJ/GDG n. 8 de 4 de maio de 2015 SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA ANEXO I ROTINAS E PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA DE GESTÃO DOCUMENTAL CRIAÇÃO, CAPTURA E DIGITALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS

Leia mais

1. RECURSO DE APELAÇÃO

1. RECURSO DE APELAÇÃO 1. RECURSO DE APELAÇÃO 1. 1 HIPÓTESES DE CABIMENTO - Sentença condenatória. - Sentença absolutória. - Sentença de absolvição sumária no âmbito do Tribunal do Júri, nos termos do art. 415 do CPP. - Decisão

Leia mais

SISTEMAS Á DISPOSIÇÃO DA PRIMEIRA INSTÂNCIA

SISTEMAS Á DISPOSIÇÃO DA PRIMEIRA INSTÂNCIA 0 SISTEMAS Á DISPOSIÇÃO DA PRIMEIRA INSTÂNCIA 1. APOLO Descrição: Sistema de acompanhamento processual. Usuários: Juízes, servidores, advogados e partes de processos distribuídos nas Comarcas. Objetivo:

Leia mais

PORTARIANº 032/2015-DF

PORTARIANº 032/2015-DF PORTARIANº 032/2015-DF O Doutor ARISTEU DIAS BATISTA VILELLA, Juiz de Direito e Diretor do Foro da, no uso de suas atribuições legais, com fundamento nos artigos 52, inciso XV, da Lei nº 4.964, de 26 de

Leia mais

Portaria nº 151, de 6 de fevereiro de 2014.

Portaria nº 151, de 6 de fevereiro de 2014. PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 14ª REGIÃO Portaria nº 151, de 6 de fevereiro de 2014. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 14ª REGIÃO, no uso de suas

Leia mais

2ª AULA INQUÉRITO POLICIAL

2ª AULA INQUÉRITO POLICIAL 2ª AULA INQUÉRITO POLICIAL O inquérito policial é um procedimento (não é processo) que tem por escopo a produção de provas, tudo para abalizar a denúncia (se for o caso) do membro do Ministério Público.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 740 /2013 (Revogada pela Resolução nº 780/2014)

RESOLUÇÃO Nº 740 /2013 (Revogada pela Resolução nº 780/2014) (*) Republicação: 15/10/13 DJE: 14/10/13 Publicação: 14/10/13 DJE: 11/10/13 RESOLUÇÃO Nº 740 /2013 (Revogada pela Resolução nº 780/2014) Regulamenta, no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado de Minas

Leia mais

ELIMINAR DOCUMENTOS NAS UNIDADES ORGANIZACIONAIS

ELIMINAR DOCUMENTOS NAS UNIDADES ORGANIZACIONAIS Proposto por: Divisão de Gestão de Documentos - DIGED Analisado por: Diretor do Departamento de Gestão de Acervos Arquivísticos (DEGEA) Aprovado por: Diretor-Geral de Apoio aos Órgãos Jurisdicionais (DGJUR)

Leia mais

ACESSO AO SISTEMA Por certificado digital Exceção - Ato urgente

ACESSO AO SISTEMA Por certificado digital Exceção - Ato urgente ACESSO AO SISTEMA Por certificado digital Art. 5º Para acesso ao PJe-JT é obrigatória a utilização de assinatura digital a que se refere o inciso II, alínea a, do artigo 3º desta resolução, nas seguintes

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA Processo CG nº 681/2006. Procedimentos

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA Processo CG nº 681/2006. Procedimentos Projeto Paternidade Responsável. Procedimentos genitoras Primeira Etapa Convocação das 1) Seleção de escolas Verificar no material fornecido o nome do Dirigente Regional, com o qual será feito contato

Leia mais

ARTIGO: AUDIÊNCIA TRABALHISTA

ARTIGO: AUDIÊNCIA TRABALHISTA ARTIGO: AUDIÊNCIA TRABALHISTA Carlos Roberto Pegoretti Júnior 1 RESUMO: Audiência. Ato solene conduzido por magistrado. Princípios aplicáveis: irredutibilidade dos direitos do empregado, verdade real,

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO PROVIMENTO Nº 1.743/2010 Estabelece normas e procedimentos para aplicação do Programa de Gestão de Documentos Arquivísticos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA,

Leia mais

TESTE CONHECIMENTO ESPECÍFICOS

TESTE CONHECIMENTO ESPECÍFICOS Página 1 de 6 NOME: TESTE CONHECIMENTO ESPECÍFICOS LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO 1 - Verifique se este teste de conhecimento específico contém 10 (dez) questões objetivas. 2 - Para o presente teste

Leia mais

RESOLUÇÃO N 427, DE 20 DE ABRIL DE 2010

RESOLUÇÃO N 427, DE 20 DE ABRIL DE 2010 Publicada no DJE/STF, n. 72, p. 1-2 em 26/4/2010 RESOLUÇÃO N 427, DE 20 DE ABRIL DE 2010 Regulamenta o processo eletrônico no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras providências. O PRESIDENTE DO

Leia mais

CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:

CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: COMENTÁRIOS DA PROVA Questões da prova de Oficial de Justiça PJ-H/2014 Questão 48 (art. 325) Questão 47 (art. 312 parágrafo segundo) QUESTÃO 48 - GABARITO: D QUESTÃO 47 - GABARITO: C CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

A propositura da ação vincula apenas o autor e o juiz, pois somente com a citação é que o réu passa a integrar a relação jurídica processual.

A propositura da ação vincula apenas o autor e o juiz, pois somente com a citação é que o réu passa a integrar a relação jurídica processual. PROCESSO FORMAÇÃO, SUSPENSÃO E EXTINÇÃO DO FORMAÇÃO DO PROCESSO- ocorre com a propositura da ação. Se houver uma só vara, considera-se proposta a ação quando o juiz despacha a petição inicial; se houver

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 26/2014/CM

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 26/2014/CM PROVIMENTO N. 26/2014/CM Dispõe sobre o envio, por meio digital, pelo Portal Eletrônico do Advogado - PEA, das petições iniciais e intermediárias de processos físicos que tramitam na Primeira e Segunda

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Breves anotações sobre a lei do processo eletrônico Antonio Carlos Parreira * Aguardada por muitos, como mais uma forma de agilizar o serviço judiciário, acaba de ser sancionada

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição A 3ª edição do livro CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO foi atualizada com o texto do PL de novo CPC enviado pelo Congresso Nacional à sanção presidencial em 24.02.2015. Em razão da renumeração dos artigos

Leia mais

PROVIMENTO Nº 148, DE 16 DE ABRIL DE 2008. (Ver Provimento n. 70, de 9.1.2012 DJMS, de 17.1.2012.)

PROVIMENTO Nº 148, DE 16 DE ABRIL DE 2008. (Ver Provimento n. 70, de 9.1.2012 DJMS, de 17.1.2012.) PROVIMENTO Nº 148, DE 16 DE ABRIL DE 2008. (Ver Provimento n. 70, de 9.1.2012 DJMS, de 17.1.2012.) Institui, no âmbito da Justiça de Primeiro Grau do Estado de Mato Grosso do Sul, o sistema eletrônico

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 342/SEJUD.GP, DE 27 DE JULHO DE 2010

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 342/SEJUD.GP, DE 27 DE JULHO DE 2010 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 342/SEJUD.GP, DE 27 DE JULHO DE 2010 Regulamenta o processo judicial eletrônico no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR

Leia mais

PROVIMENTO CONJUNTO N.º 007/2014 CGJ/CCI

PROVIMENTO CONJUNTO N.º 007/2014 CGJ/CCI PROVIMENTO CONJUNTO N.º 007/2014 CGJ/CCI Uniformiza os procedimentos adotados pelas Secretarias e Serviços Judiciários, relativos à entrega de autos a advogados, estagiários e prepostos. O DESEMBARGADOR

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN N.º 178/96

RESOLUÇÃO CFN N.º 178/96 RESOLUÇÃO CFN N.º 178/96 INSTITUI O CÓDIGO DE PROCESSAMENTO DISCIPLINAR PARA O NUTRICIONISTA HABILITADO (INSCRITO NO CONSELHO) O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) no uso das atribuições que lhe

Leia mais

CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 03, DE 19 FEVEREIRO DE 2013.

CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 03, DE 19 FEVEREIRO DE 2013. PROVIMENTO Nº 03, DE 19 FEVEREIRO DE 2013. Dispõe sobre o procedimento das hastas públicas unificadas no âmbito do Poder Judiciário do Estado de Alagoas. O Desembargador ALCIDES GUSMÃO DA SILVA, Corregedor

Leia mais

Considerando o disposto na Lei N º 11.419, de 19.12.2006, que versa sobre a informatização do processo judicial, em especial em seu artigo 11;

Considerando o disposto na Lei N º 11.419, de 19.12.2006, que versa sobre a informatização do processo judicial, em especial em seu artigo 11; PORTARIA N º JFES-POR-2013/00067, de 02 de setembro de 2013. Dispõe sobre o Regulamento para a Tramitação dos Autos Eletrônicos no âmbito da Seção Judiciária do Espírito Santo. O J U I Z F E D E R A L

Leia mais

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo REGULAMENTO DO CENTRO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA CÂMARA PORTUGUESA DE COMÉRCIO NO BRASIL SÃO PAULO Artigo 1º O Centro de Arbitragem 1.1. O Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara Portuguesa de Comércio

Leia mais

Sequência de Atividades:

Sequência de Atividades: Passo a passo para demonstração da forma de inserção do inteiro teor das sentenças no sistema SIDAP-PRODESP. Sequência de Atividades: I) Acessar o Menu Acompanhamento / Sentenças / Cadastro de Sentenças,

Leia mais

GABINETE DA CORREGEDORIA SETOR DE CORREIÇÃO/2014

GABINETE DA CORREGEDORIA SETOR DE CORREIÇÃO/2014 GABINETE DA CORREGEDORIA SETOR DE CORREIÇÃO/2014 23ª VARA FEDERAL DO RIO DE JANEIRO JUÍZA FEDERAL TITULAR DRA. MARIA AMELIA ALMEIDA SENOS DE CARVALHO JUÍZA FEDERAL SUBSTITUTA DRA. LUCIANA DA CUNHA VILLAR

Leia mais

PRÁTICA PROCESSUAL CIVIL

PRÁTICA PROCESSUAL CIVIL PRÁTICA PROCESSUAL CIVIL 17ª Sessão DOS PRINCÍPIOS DA PROVA EM PROCESSO CIVIL Carla de Sousa Advogada 1º Curso de Estágio 2011 1 PROVA? FUNÇÃO DA PROVA: Demonstrar a realidade dos factos (artigo 341.º

Leia mais

ATO CONJUNTO TRT GP-CRT N.º 8/2015

ATO CONJUNTO TRT GP-CRT N.º 8/2015 ATO CONJUNTO TRT GP-CRT N.º 8/2015 Estabelece os parâmetros gerais para inclusão dos processos físicos no Cadastramento de Liquidação e Execução (CLE) do PJe-JT no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho

Leia mais

ATO CONJUNTO PGJ-CGMP N. 02/2014

ATO CONJUNTO PGJ-CGMP N. 02/2014 ATO CONJUNTO PGJ-CGMP N. 02/2014 Dispõe sobre a regulamentação e a metodologia da inteligência de sinais a ser utilizada no âmbito do Ministério Público do Estado de Goiás. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 165/2014/TCE-RO

RESOLUÇÃO N. 165/2014/TCE-RO RESOLUÇÃO N. 165/2014/TCE-RO Regulamenta o Processo de Contas Eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA, no uso das atribuições

Leia mais

JUIZADOS ESPECIAIS Enunciados do PJERJ

JUIZADOS ESPECIAIS Enunciados do PJERJ JUIZADOS ESPECIAIS Enunciados do PJERJ Banco do Conhecimento/ Jurisprudência/ Enunciados/ Enunciados Por assunto Clique aqui e acesse à íntegra dos Enunciados abaixo EVENTO/ENUNCIADO PUBLICAÇÃO ATO XI

Leia mais

O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, no uso de suas atribuições constitucionais e regimentais;

O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, no uso de suas atribuições constitucionais e regimentais; Recomendação nº 37, de 15 de agosto de 2011 Texto Original Recomendação nº 46/2013 Recomenda aos Tribunais a observância das normas de funcionamento do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória

Leia mais

RESOLUÇÃO CNJ N /2012 O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA,

RESOLUÇÃO CNJ N /2012 O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, RESOLUÇÃO CNJ N /2012 Institui o Sistema Processo Judicial Eletrônico PJe como sistema de processamento de informações e prática de atos processuais e estabelece os parâmetros para sua implementação e

Leia mais

PROVA DE DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL PERÍODO VESPERTINO CADERNO DE QUESTÕES ORIENTAÇÕES GERAIS

PROVA DE DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL PERÍODO VESPERTINO CADERNO DE QUESTÕES ORIENTAÇÕES GERAIS XXXIX CONCURSO DE INGRESSO NA CARREIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO PROVA DE DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL PERÍODO VESPERTINO CADERNO DE QUESTÕES ORIENTAÇÕES GERAIS 1 Mantenha seu documento de identificação

Leia mais

RESOLUÇÃO 001/2015/CE/SINJOR-PA

RESOLUÇÃO 001/2015/CE/SINJOR-PA RESOLUÇÃO 001/2015/CE/SINJOR-PA O Presidente da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará, no uso das atribuições que lhes são conferidas, etc CONSIDERANDO a decisão da Assembleia

Leia mais