Suplementação de Glutamina e Preparo do Intestino para Terapias Intestinais e Sistêmicas

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1 Suplementação de Glutamina e Preparo do Intestino para Terapias Intestinais e Sistêmicas Primeiro Passo da Reconstituição da Saúde Intestinal Glutamina Previne e Trata a Toxicidade Intestinal Induzida por Fluorouracil

2 Saúde Intestinal Suplementação de Glutamina e Preparo do Intestino para Terapias Intestinais e Sistêmicas Primeiro Passo da Reconstituição da Saúde Intestinal A terapia dos 4Rs (remoção, recolocação, reinoculação e reparação do intestino), conhecida por auxiliar os tratamentos intestinais e sistêmicos no geral, uma vez que apresenta a capacidade de aumentar o potencial do intestino em reduzir as alergias e incrementar o processo absortivo, tem sido bastante debatida nos últimos tempos e muito utilizada por nutricionistas funcionais e médicos nutrólogos e áreas afins. Intestino: O Órgão da Absorção O intestino divide-se anatômica e funcionalmente em duas partes: intestino delgado e intestino grosso ou cólon. O intestino delgado apresenta comprimento que varia entre 3 e 9 metros e, divide-se em três partes: o duodeno, o jejuno e o íleo. Sua principal função é a digestão dos alimentos, juntamente com o estômago. Tratase do local da absorção dos nutrientes (Guyton e Hall, 1997). Legenda: Duas regiões do intestino delgado merecem destaque: as vilosidades e, suas microvilosidades, uma vez que nesses locais ocorre de fato a absorção dos nutrientes. O intestino grosso é responsável pela absorção de água (~80%) e sais. Algumas vitaminas por ação de bactérias intestinais também são produzidas neste local (Guyton e Hall, 1997). Neste fascículo, o primeiro de uma série de 5, daremos ênfase à questão da reparação intestinal, enfatizando a glutamina, um aminoácido não essencial interessante no processo de reparação da parede intestinal. Guyton AC, Hall JE. Tratado de Fisiologia Médica. 11ª ed. Rio de Janeiro, Elsevier Ed., 2006.

3 Glutamina e Intestino A glutamina é um aminoácido não essencial, utilizado em altas concentrações por células de divisão rápida (enterócitos e leucócitos). Tem sido demonstrado que este aminoácido é essencial para a síntese de glutationa, além de apresentar ação trófica sobre o intestino delgado. Especificamente sobre o intestino, a glutamina foi inicialmente utilizada de forma profilática em pacientes a serem submetidos à radioterapia, quando se observou uma diminuição da incidência da enterite actínica (Klimberg et al., 1990). Glutamina e Reparação Um dos grandes aspectos a serem observados sobre a glutamina é sua capacidade de reparação intestinal. Segundo estudos, a glutamina é o principal substrato para a formação de energia para os enterócitos; daí o grande interesse neste aminoácido. Segundo Klimberg et al. (1990), a glutamina restaura a saúde intestinal e permite uma melhor recolonização da microbiota intestinal. Como consequência, há um maior aproveitamento da terapia probiótica após o tratamento com glutamina. Glutamina e Inflamação Intestinal Além de reparar, a glutamina é importante anti-inflamatório local. Gianotti et al. (1995) demonstraram que a glutamina diminui os efeitos inflamatórios da enterocolite induzida por metotrexato e a translocação bacteriana em animais com sepse intestinal. Além disso, glutamina aumenta os níveis de glutationa (Briassouli e Briassoulis, 2012), reduz os níveis de radicais livres (Welbourne e Miers, 1998) e reduz expressão de mediadores inflamatórios (Matés et al., 2002) em nível intestinal. Briassouli E, Briassoulis G. Glutamine randomized studies in early life: the unsolved riddle of experimental and clinical studies. Clin Dev Immunol. 2012;2012: Epub 2012 Sep 18. Disponível em: Acessado em: 17/10/2012 Gianotti L, Alexander JW, Gennari R, Pyles T, Babcock Oral glutamine decreases bacterial translocation and improves survival in experimental gut-origin sepsis. JPEN J Parenter Enteral Nutr Jan-Feb;19(1): Klimberg VS, Souba WW, Dolson DJ, Salloum RM, Hautamaki RD, Plumley DA, Mendenhall WM, Bova FJ, Khan SR, Hackett RL, et al. Prophylactic glutamine protects the intestinal mucosa from radiation injury. Cancer Jul 1;66(1):62-8. Matés JM, Pérez-Gómez C, Núñez de Castro I, Asenjo M, Márquez J. Glutamine and its relationship with intracellular redox status, oxidative stress and cell proliferation/death. Int J Biochem Cell Biol May;34(5): Welbourne J, Miers H. Free Radicals in Gastroenterology. Gastroenterology Review, 1998.

4 Glutamina Previne e Trata a Toxicidade Intestinal Induzida por Fluorouracil O 5-fluorouracil associado ao ácido folínico é frequentemente utilizado como agente quimioterápico em câncer colorretal; entretanto, um dos seus efeitos colaterais mais comuns é a diarreia. Estudos em animais e em humanos sugerem que a glutamina estimula a restauração da mucosa intestinal. O objetivo deste trabalho conduzido por Daniele et al. (2001) foi avaliar o uso da glutamina oral na prevenção das alterações intestinais causadas pelo agente quimioterápico, principalmente na absorção e na permeabilidade intestinal. Setenta pacientes com câncer colorretal e submetidos a quimioterapia foram randomizados em dois grupos para receber: Grupo 1 Glutamina 18 g ao dia Grupo 2 Placebo Resultados: A redução na absorção intestinal foi observada de maneira mais significativa no grupo placebo quando comparada com o grupo glutamina (7,1% vs. 3,8% p=0,02); As alterações na permeabilidade intestinal foram menores no grupo glutamina (4,5%, p=0,02) que no grupo placebo (9,2%, p=0,02); A diarreia e a quantidade de fármacos utilizados no seu tratamento foram reduzidas no grupo glutamina. Frequência da Diarreia Quantidade de Fármacos Grupo Glutamina Grupo Placebo 1,9% 4,5% 0,09 0,4% 2,6% 0,002 P Conclusão: A dose de 18 g foi bem tolerada no grupo de pacientes avaliados. Foi demonstrado que a glutamina oral aumenta a função barreira do intestino devido à restauração dos enterócitos e pode ter implicações no tratamento da diarreia associadas a outras causas que afetam a mucosa intestinal. Daniele B, Perrone F, Gallo C, Pignata S, De Martino S, De Vivo R, Barletta E, Tambaro R, Abbiati R, D'Agostino L. Oral glutamine in the prevention of fluorouracil induced intestinal toxicity: a double blind, placebo controlled, randomised trial. Gut Jan;48(1):

5 Glutamina Efervescente de Glutamina * Glutamina...2 g Baseffer (base efervescente)...1 UN Mande 60 sachês. Administrar um sachê 2 vezes ao dia ou conforme orientação médica. Adicionar o conteúdo de um sachê em 1 copo d água. Tomar imediatamente após o preparo. * Terapia por 2 a 8 meses, dependendo do grau de resposta. Resposta rápida (~15 dias). Por que prescrever Glutamina? Glutamina apresenta efeito reparador da mucosa intestinal, promovendo aumento da sua capacidade reabsortiva; Glutamina apresenta efeito anti-inflamatório, atuando sobre os macrófagos, interferindo sobre a atividade fagocitária dos mesmos nos sítios inflamatórios (efeito protetor) (Welbourne e Miers, 1998); Glutamina aumenta o fluxo de glutationa, um importante antioxidante endógeno no intestino (Briassouli e Briassoulis, 2012); Observações clínicas demonstraram que pacientes que recebiam suplementação de glutamina toleravam melhor as colites secundárias à radioterapia (Matés et al., 2002); A mesma substância foi utilizada em pacientes com Doença de Crohn e retocolite ulcerativa. Nesses pacientes, observou-se uma melhora do quadro clínico com diminuição da diarreia, aumento na taxa de cicatrização de fístulas e diminuição no uso de medicações (Briassouli e Briassoulis, 2012). Proteção Intestinal Glutamina Reparação do Intestino Efeito Antiinflamatório Briassouli E, Briassoulis G. Glutamine randomized studies in early life: the unsolved riddle of experimental and clinical studies. Clin Dev Immunol. 2012;2012: Epub 2012 Sep 18. Disponível em: Acessado em: 17/10/2012. Matés JM, Pérez-Gómez C, Núñez de Castro I, Asenjo M, Márquez J. Glutamine and its relationship with intracellular redox status, oxidative stress and cell proliferation/death. Int J Biochem Cell Biol May;34(5): Welbourne J, Miers H. Free Radicals in Gastroenterology. Gastroenterology Review,

6 Associações Terapêuticas 1. Reposição de Probióticos Lactobacillus rhamnosus milhões de UFC Lactobacillus acidophilus milhões de UFC Lactobacilus bulgaricus milhões de UFC Lactobacilus casei milhões de UFC Bifidobacterium bifidum milhões de UFC Streptococcus faecium milhões de UFC Cápsula qsp...1 UN Comentários: Mande 30 cápsulas. Administrar 1 cápsula ao dia ou conforme orientação médica. * Terapia por 2 a 12 meses, dependendo do grau de resposta. Resposta rápida (~7 dias). O potencial probiótico pode diferir até mesmo para diferentes cepas de uma mesma espécie. Cepas de uma mesma espécie são incomparáveis e podem possuir áreas de aderência distintas, efeitos imunológicos específicos e seus mecanismos de ação sobre a mucosa saudável e a inflamada podem ser distintos (Saad, 2006). Por isso, sempre quando fazemos a terapia probiótica, é interessante associarmos cepas diferentes a fim de obtermos os melhores efeitos; lembrando que essa terapia pode ter efeito máximo apenas quando o intestino já se encontra reconstituído, portanto, após a terapia com glutamina (cerca de 7 a 15 dias pós-terapia com glutamina). 2. Reposição de Prebióticos Lactobacillus rhamnosus 320 milhões de UFC Lactobacillus acidophilus 320 milhões de UFC Lactobacillus bulgaricus 320 milhões de UFC Lactobacillus casei 320 milhões de UFC Bifidobacterium bifidum 320 milhões de UFC Streptococcus faecium 320 milhões de UFC FOS qsp 1 cápsula Mande 30 cápsulas. Administrar 1 cápsula ao dia ou conforme orientação médica. * Terapia por 2 a 12 meses, dependendo do grau de resposta. Iniciar após o 1º mês da probioticoterapia. Comentários: Prebióticos são bifidogênicos, apresentando, portanto, potencial de aumentar o crescimento dos probióticos, especialmente das bifidobactérias (Saad, 2006). É interessante lembrar que prebióticos podem causar flatulências e distensões abdominais. Por este motivo, pode ser mais interessante administrá-los após algum tempo de tratamento com probióticos. Saad DM. Probióticos e prebióticos: o estado da arte. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas. vol. 42, n. 1, jan./mar., 2006.

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