UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI VALDIR BISPO DE OLIVEIRA FILHO LOGÍSTICA OPERACIONAL PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO DE FACHADAS DE EDIFÍCIOS EM ARGAMASSA

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1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI VALDIR BISPO DE OLIVEIRA FILHO LOGÍSTICA OPERACIONAL PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO DE FACHADAS DE EDIFÍCIOS EM ARGAMASSA SÃO PAULO 2006

2 2 VALDIR BISPO DE OLIVEIRA FILHO LOGÍSTICA OPERACIONAL PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO DE FACHADAS DE EDIFÍCIOS EM ARGAMASSA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Orientador: Professor Engenheiro Fernando José Relvas SÃO PAULO 2006

3 3 VALDIR BISPO DE OLIVEIRA FILHO LOGÍSTICA OPERACIONAL PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO DE FACHADAS DE EDIFÍCIOS EM ARGAMASSA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Trabalho em: de de Professor Engenheiro Fernando José Relvas Nome do professor da banca Comentários:

4 4 Dedico este trabalho a toda minha família, amigos, namorada e educadores, os quais contribuíram, direta ou indiretamente, desde o início ao fim, me apoiando e incentivando a aprimorar meus estudos para que eu possa vir a obter êxito na realização deste trabalho de conclusão de curso.

5 5 AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, pelo apoio e participação, durante toda realização deste trabalho, da minha namorada Juliana Fillol Ogando. A toda minha família, que acredita no meu sucesso profissional e me dá todo apoio e sustentação em todas as atividades que me dedico. Ao Professor Orientador Engenheiro Fernando José Relvas, que me deu auxílio e conselho em todos os momentos em que necessitei de sua ajuda. Ao Consultor Professor Engenheiro Ragueb Chauki Banduk, que me recepcionou em sua residência, a fim de me esclarecer eventuais dúvidas sobre determinados assuntos relacionados ao trabalho, me concedendo materiais de pesquisa e informações obtidas através de suas vivências profissionais. Aos amigos que ajudaram, direta e indiretamente, na realização deste trabalho, dando sugestões para que eu pudesse elaborá-lo da melhor maneira possível. A todos, meu sincero, muito obrigado!

6 6 RESUMO Este trabalho discute os ganhos de eficiência que podem ser obtidos dentro do canteiro de obras com a implantação de uma logística operacional durante a execução de revestimento de fachada em argamassa, sendo ela dosada em obra ou industrializada. Apresentam-se, inicialmente, os conceitos relativos à argamassa, tais como funções, propriedades e composições, e na seqüência, são analisados os diferentes processos que compõem a utilização da argamassa, desde o recebimento dos materiais envolvidos até a sua aplicação final. Palavras-chave: Logística. Fachada. Argamassa. Canteiro. Balancim.

7 7 ABSTRACT This work argues the efficiency profits that can inside be gotten of the seedbed of workmanships with the logistic implantation of operational during the covering execution of façade in mortar, being dosed in workmanship or industrialized it. They are presented, initially, the relative concepts to the mortar, such as functions, properties and compositions, and in the sequence, the different processes that compose the use of the mortar, since the act of receiving of the involved materials until its final application are analyzed. Keywords: Logistic. Façade. Mortar. Seedbed. Rocker arm.

8 8 LISTA DE FIGURAS Figura Chapisco projetado executado na fachada...28 Figura Agentes que atuam sobre o revestimento de fachada...31 Figura Silo de armazenamento (REGATTIERI; SILVA, 2006)...34 Figura Caminhão graneleiro destinado ao abastecimento do silo de argamassa (REGATTIERI; SILVA, 2006)...35 Figura Armazenamento de cimento e cal respectivamente...36 Figura Ilustração referente à dosagem de areia...37 Figura Areia e cimento dosados respectivamente...38 Figura Processos de preparo de argamassa dosada em obra (REGATTIERI; SILVA, 2006)...39 Figura Processos de preparo de argamassa industrializada (REGATTIERI; SILVA, 2006)...39 Figura Misturador de queda livre (REGATTIERI; SILVA, 2006)...40 Figura 5-11 Argamassadeira (REGATTIERI; SILVA, 2006)...41 Figura Detalhe de garfo utilizado para o içamento de paletes (REGATTIERI; SILVA, 2006)...42 Figura Transporte por grua de sacos de argamassa utilizando o garfo (REGATTIERI; SILVA, 2006)...43 Figura Detalhe compressor acoplado ao silo de argamassa (REGATTIERI; SILVA, 2006)...43 Figura Misturador automático com filtro de ar na parte superior (REGATTIERI; SILVA, 2006)...44 Figura Bomba de via úmida para argamassa (REGATTIERI; SILVA, 2006)...44 Figura Detalhe de balancim pesado...46 Figura Detalhamento de viga de balancim leve fixada em platibanda...47 Figura Detalhamento de fixação de vigas de balancim leve em platibanda...48 Figura Detalhamento de locação de gancho...48 Figura Vista superior do balancim adaptado as formas da fachada...49 Figura Central de produção de argamassa...50 Figura Detalhe ampliado de equipamento de segurança...51 Figura Especificações de guarda-corpo e rodapé de balancins...53

9 9 Figura Etapas realizadas durante a execução de fachada (SABBATINI; BARROS, 2002 apud GARCIA, 2005)...55 Figura Detalhe de locação de arames na fachada (SABBATINI; BARROS, 2002 apud GARCIA, 2005)...57 Figura Lavagem da fachada com jato d água antes da futura aplicação de chapisco...58 Figura Chapisco projetado executado na fachada...58 Figura Taliscamento executado com o auxílio do arame...59 Figura Colocação da tela durante a execução do emboço...60 Figura Detalhes da forma de abastecimento de argamassa (REGATTIERI; BARROS, 2006)...61 Figura Execução de emboço fazendo uso de projetor...62 Figura Detalhe de balancim abastecido através de dutos...62 Figura Ferramentas destinadas a execução de frisos decorativos e juntas de trabalho...63 Figura Figura ilustrativa da fachada x Fachada em execução...67 Figura Mapa da localização da obra em estudo...68 Figura Localização em planta dos trechos de difícil acesso onde estão sendo realizados os revestimentos de argamassa da fachada...69 Figura 6-4 Vista frontal da fachada...70 Figura Furo na laje destinado à descarga de areia do térreo para o subsolo...74 Figura Vista inferior do furo executado na laje para descarga de areia...74 Figura Carrinho plataforma abastecido com areia dosada...76 Figura Carrinho padiola...76 Figura Dosador de areia pré-dimensionado...76 Figura Elevador cremalheira...77 Figura Funil e dutos de abastecimento ao longo da fachada respectivamente...77 Figura Carrinho destinado ao abastecimento de argamassa nos funis...77 Figura Indicação da cota de apoio inicial de vigas de balancins...81 Figura Amarração de duas vigas em níveis diferentes aos estipulados pelo projeto...82

10 10 LISTA DE TABELAS Tabela Propriedades da argamassa...23 Tabela Tipos de chapisco e suas composições...28 Tabela Tabela contendo características de estocagem...36 Tabela Relação de equipamentos destinados a mistura de argamassa...40 Tabela Relação de equipamentos destinados ao transporte de materiais...42 Tabela Intervalo entre as etapas de execução do revestimento...56

11 11 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS NBR ABNT NR Norma Brasileira Regulamentadora Associação Brasileira de Norma Técnicas Norma Regulamentadora

12 12 LISTA DE SÍMBOLOS m metro kgf quilograma força mm milímetro m² metro quadrado m³ metro cúbico cm centímetro

13 13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVO OBJETIVO GERAL OBJETIVO ESPECÍFICO MÉTODO DE PESQUISA JUSTIFICATIVA LOGÍSTICA OPERACIONAL PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO DE FACHADAS DE EDIFÍCIOS EM ARGAMASSA CONCEITOS SOBRE REVESTIMENTOS EM ARGAMASSA FUNÇÕES DOS REVESTIMENTOS DE ARGAMASSA PROPRIEDADES DOS REVESTIMENTOS Propriedades dos revestimentos no estado endurecido Aderência Capacidade de absorver deformações Resistência mecânica Permeabilidade Durabilidade CLASSIFICAÇÃO DOS REVESTIMENTOS QUANTO AO NÚMERO DE CAMADAS CARACTERÍSTICAS DAS CAMADAS DE REVESTIMENTO Chapisco Emboço Reboco Emboço Paulista PRINCIPAIS AGENTES ATUANTES QUE PODEM AFETAR O COMPORTAMENTO DOS REVESTIMENTOS DE FACHADA IMPLANTAÇÃO DA LOGÍSTICA OPERACIONAL DENTRO DO CANTEIRO DE OBRAS...31

14 Conceito geral sobre logística operacional para execução de fachadas de edifícios em argamassa em épocas passadas FATORES QUE INFLUENCIAM NA IMPLANTAÇÃO DA LOGÍSTICA DENTRO DO CANTEIRO DE OBRAS Local de descarga de materiais Local de armazenamento de materiais Areia Materiais ensacados Dosagem dos materiais e seus equipamentos necessários Preparo da argamassa Mistura da argamassa e seus equipamentos necessários Equipamentos destinados ao transporte dos materiais SEQÜÊNCIA EXECUTIVA DE FACHADAS DE EDIFÍCIOS EM ARGAMASSA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE MONTAGEM E LOCAÇÃO DE BALANCINS Projeto estrutural Projeto arquitetônico Níveis de acessos EXIGÊNCIAS DA NORMA REFERENTES AO USO E MONTAGEM DE BALACINS PRÉ-REQUISITOS PARA INÍCIO DA EXECUÇÃO DE FACHADAS EM ARGAMASSA SEQUÊNCIA DE EXECUÇÃO COM USO DE BALANCIM Primeira subida Primeira descida Segunda subida Segunda descida COMPARAÇÕES ENTRE ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA E ARGAMASSA DOSADA EM OBRA E SUAS INFLUÊNCIAS SOBRE A LOGÍSTICA Processo de preparação da argamassa Recebimento e descarga Controle de recebimento e qualidade dos materiais Armazenamento dos materiais Local de preparo da argamassa Medição dos materiais Transporte de materiais...66

15 15 6 ESTUDO DE CASO APRESENTAÇÃO LOCALIZAÇÃO CARACTERÍSTICA DO LOCAL CARACTERÍSTICAS DA OBRA Projeto de locação de balancins DADOS GERAIS DA OBRA Materiais Dosagem de materiais Equipamentos SISTEMAS CONSTRUTIVOS Sistemas construtivos adotados INCOMPATIBILIDADES Incompatibilidades com as normas Incompatibilidades com projeto CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE O ESTUDO DE CASO CONCLUSÃO...84 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...85 ANEXO...87

16 16 1 INTRODUÇÃO Este trabalho mostra a importância da racionalização operacional que deve ser mantida dentro do canteiro de obra, durante a execução de fachadas com revestimento argamassado, abordando, de maneira geral, às diversas etapas previstas no decorrer da obra, desde o recebimento e estocagem dos materiais até o abastecimento e aplicação dos mesmos. Através da aplicação da racionalização na obra, é possível adequar o canteiro de obra de acordo com as necessidades oferecidas para a realização do empreendimento, antes mesmo do início efetivo das atividades, procurando desobstruir eventuais obstáculos. Fatores como local de descarga e estocagem de matérias, forma de transporte e abastecimento, equipamentos disponíveis, tipo de argamassa utilizada, industrializada ou dosada em obra, mão-de-obra efetiva, quantidade de andaimes suspensos mecânicos (balancins) e procedimentos executivos, devem ser analisados minuciosamente, para que haja organização e funcionamento da obra como um todo. O simples fato da escolha da argamassa que será utilizada na obra, industrializada ou dosada em obra, e sua forma de abastecimento influenciam diretamente na distribuição lógica dos diversos equipamentos dispostos pelo canteiro, pois ambas carecem de diversos fatores que vão desde seu recebimento, até sua aplicação propriamente dita. Através da análise feita sobre tais fatores podem-se levantar os benefícios oferecidos mediante a escolha da argamassa a ser utilizada. A arquitetura é também fator determinante durante a elaboração de tal logística, pois às formas geométricas apresentadas, pelos edifícios mais modernos e arrojados, obrigam uma perfeita adequação dos andaimes suspensos mecânicos (balancins) às

17 17 mesmas, fazendo com que a elaboração dos projetos de locação de balancins tenha a devida importância, necessitando de estudos prévios mais detalhados e com maiores dificuldades de execução prática.

18 18 2 OBJETIVO Este trabalho pretende abordar as diversas etapas necessárias para a execução de fachadas em edifícios. 2.1 Objetivo geral Salientar a importância de um plano de execução para evitar problemas durante a realização dos serviços de fachada, explorando a engenharia como elemento facilitador para solução de situações imprevistas, otimizando a qualidade da obra. 2.2 Objetivo específico Este trabalho tem como objetivo específico mostrar e ressaltar todo o planejamento, gerenciamento e análises para que sejam realizadas fachadas revestidas com argamassa, industrializada ou dosada na obra.

19 19 3 MÉTODO DE PESQUISA Para a execução deste trabalho serão utilizados como fonte de pesquisa alguns sites da internet, publicações, monografias, normas técnicas, consulta a especialistas ligados ao assunto em questão, revistas, e pesquisas bibliográficas em livros. No estudo de caso é apresentada a aplicação da logística operacional implantada em um canteiro de obra, onde são observados ganhos no rendimento da mão-deobra e um melhor aproveitamento dos materiais envolvidos, garantindo assim uma melhor qualidade ao produto final. Cabe salientar que as fotografias apresentadas como figuras não referenciadas nos itens 5 e 6 do presente trabalho, foram obtidas na execução da fachada em revestimento de argamassa da obra citada como estudo de caso, e compreendem o acervo pessoal de OLIVEIRA (2006). Como complementação do capítulo teórico, do presente trabalho, foi realizada entrevista técnica com o Consultor Professor Engenheiro Ragueb Chauki Banduk, compreendendo o acervo de BANDUK (2006).

20 20 4 JUSTIFICATIVA A logística operacional para a execução de revestimento de fachadas é um assunto pouco tratado em literaturas, mas de extrema importância para uma execução ordenada, funcional e eficaz. O plano logístico, auxilia na otimização da obra como um todo, resultando na diminuição de tempo gasto e ganho de qualidade no produto final.

21 21 5 LOGÍSTICA OPERACIONAL PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO DE FACHADAS DE EDIFÍCIOS EM ARGAMASSA Pode-se definir Logística Operacional como sendo todo e qualquer recurso utilizado dentro do canteiro de obra para que haja um melhor aproveitamento do tempo, materiais, e mão-de-obra, seguindo sempre uma seqüência racional de execução e procurando desobstruir eventuais obstáculos através de estudos e análises realizadas, na maioria das vezes, previamente ao empreendimento. No caso de fachadas de edifícios executadas em argamassas, devem ser analisados fatores como, qual será o tipo de argamassa utilizada, industrializada ou dosada em obra, o ponto de descarga e armazenamento de materiais dentro do canteiro da obra, os equipamentos de transporte vertical, os quais serão utilizados para distribuição do material desde o ponto de descarga até os diversos setores de serviço, a mão-de-obra efetiva, a forma de abastecimento, a qual será utilizada para o fornecimento de argamassa, as dificuldades e benfeitorias proporcionadas pelas formas arquitetônicas e estruturais do edifício e o porte da obra. 5.1 Conceitos sobre revestimentos em argamassa A Norma Brasileira Regulamentadora (NBR) 7200 associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT, 1998) define o revestimento de argamassa como sendo o Recobrimento de uma superfície lisa ou áspera com uma ou mais camadas superpostas de argamassa, em espessura usualmente uniforme, apta a receber, sem danos, uma decoração final.

22 22 Nos itens 5.2, 5.3, 5.4 e 5.5, serão tratados assuntos como funções, propriedades e classificação dos revestimentos de argamassa, além das características das suas diversas camadas. 5.2 Funções dos revestimentos de argamassa Nos edifícios onde a execução de fachadas é feita seguindo os processos convencionais, como estrutura de concreto armado e vedação em alvenaria, o revestimento de argamassa deve desempenhar sozinho ou associado ao seu suporte, funções como: Proteger a estrutura e as vedações contra a ação de agentes agressivos do meio ambiente e, por conseqüência, evitar a degradação precoce das mesmas, aumentando assim a durabilidade e reduzindo os custos de manutenções dos edifícios; Auxiliar as vedações a cumprir com as suas funções, tais como: isolamento termo acústico, estanqueidade à água e aos gases e segurança ao fogo; Além das funções estéticas e de acabamento final. É válido salientar, que os revestimentos não têm função de dissimular imperfeições grosseiras das alvenarias ou até mesmo das estruturas de concreto armado. Esta situação é uma prova evidente da ineficiência técnica, da ausência de controles e da falta de racionalização construtiva na execução das etapas precedentes. Os revestimentos em argamassa convencional, para cumprir adequadamente as suas funções, devem possuir características que sejam compatíveis com as condições à que estarão expostos, com as condições de execução, com a natureza da base, com as especificações de desempenho, com o acabamento final, e outros.

23 Propriedades dos revestimentos Para que os revestimentos de argamassa possam cumprir adequadamente as suas funções, eles precisam apresentar um conjunto de propriedades específicas, relativas à argamassa tanto no estado fresco como no estado após cura. A partir do entendimento de tais propriedades e dos fatores que influenciam a sua obtenção, pode-se prever o comportamento do revestimento nas diferentes situações de uso. Na tabela 5-1 estão apresentadas as principais propriedades da argamassa. Tabela Propriedades da argamassa ESTADO FRESCO massa específica e teor de ar trabalhabilidade retenção de água aderência inicial retração na secagem ESTADO ENDURECIDO aderência capacidade de absorver deformações resistência mecânica permeabilidade durabilidade Fonte: SABBATINI; BAÍA (2004) Propriedades dos revestimentos no estado endurecido As propriedades da argamassa no estado endurecido equivalem às propriedades do revestimento propriamente dito. Tais propriedades da argamassa estão mencionadas nos itens ao

24 Aderência A aderência é uma das principais propriedades apresentadas pelo revestimento, definida como sendo: a propriedade que o revestimento apresenta, em manter-se fixo ao substrato, através da resistência às tensões normais e tangenciais que surgem na interface base-revestimento. É resultante de aderência à tração, da resistência de aderência ao cisalhamento e da extensão de aderência da argamassa (SABBATINI; BAÍA, 2004, p. 22). A aderência do revestimento depende de fatores como: propriedades da argamassa no estado fresco; procedimentos de execução do revestimento e; natureza e características da base e da sua limpeza superficial. A resistência de aderência à tração do revestimento pode ser medida através de ensaios de arrancamento por tração. De acordo com a norma NBR (ABNT, 1996), o limite de resistência de aderência à tração (Ra) para os revestimentos de argamassa varia de acordo com o local de aplicação e tipo de acabamento (SABBATINI; BAÍA, 2004) Capacidade de absorver deformações Segundo SABBATINI; BAÍA (2004), a capacidede de absorver deformações É a propriedade do revestimento de suportar tensões sem romper, sem apresentar fissuras prejudiciais e sem perder a aderência. As deformações podem ser de grande ou de pequena amplitude. O revestimento tem a responsabilidade de absorver as deformações de pequena amplitude, que ocorrem em conseqüência da ação da umidade ou da temperatura, mas não as de grandes amplitude, provenientes de outros fatores, como recalques estruturais, por exemplo (SABBATINI; BAÍA, 2004, p. 23). A capacidade de absorver deformações depende de fatores como:

25 25 módulo de deformação da argamassa; espessura das camadas; juntas de trabalho do revestimento e; técnica de execução Resistência mecânica A resistência mecânica apresentada pelos revestimentos em argamassa pode ser definida como sendo a: Propriedade dos revestimentos de suportarem as ações mecânicas de diferentes naturezas, devidas à abrasão superficial, ao impacto e à contração termoigroscópica. Essa propriedade depende do consumo e da natureza dos agregados e aglomerantes da argamassa empregada e da técnica de execução, que busca a compactação da argamassa durante a sua aplicação e acabamento (SABBATINI; BAÍA, 2004, p. 26). Ainda segundo SABBATINI; BAÍA (2004) A resistência mecânica aumenta com a redução da proporção de agregado na argamassa e varia inversamente com a relação água/cimento da argamassa Permeabilidade A permeabilidade está relacionada à passagem da água pela camada de argamassa, que por sua vez, pelo fato de tratar-se de um material poroso, permite a percolação da água tanto no estado líquido como no de vapor. Tal propriedade está bastante relacionada ao conjunto base-revestimento. O revestimento deve ser estanque à água, impedindo a sua percolação. Mas deve ser permeável ao vapor para favorecer a secagem de umidade de infiltração, a exemplo das águas da chuva (SABBATINI; BAÍA, 2004). A permeabilidade e influenciada por fatores como:

26 26 natureza da base; composição e dosagem da argamassa; técnica de execução e; espessura da camada de revestimento e do acabamento final Durabilidade É uma propriedade relacionada ao período de uso do revestimento, resultante das propriedades do revestimento no estado endurecido e que reflete o desempenho do revestimento diante das ações do meio externo ao longo do tempo (SABBATINI; BAÍA, 2004), A durabilidade pode vir a ser prejudicada por fatores como: fissuração; espessura excessiva; cultura e proliferação de microorganismos; a qualidade da argamassa e; a falta de manutenção. 5.4 Classificação dos revestimentos quanto ao número de camadas Quanto ao número de camadas, o revestimento de argamassa pode ser de camada única, sendo denominado massa única, ou de duas camadas, denominado emboço e reboco. Nos revestimentos constituídos por duas camadas, emboço e reboco, cada uma delas cumpre com funções específicas, sendo o emboço, uma camada de regularização da base e o reboco, um acabamento. Já nos revestimentos constituídos por uma única camada, este cumpre ambas as funções, onde cada uma

27 27 das camadas do revestimento é constituída por argamassa com propriedades diferenciadas, adequadas ao cumprimento das funções específicas. 5.5 Características das camadas de revestimento Conforme já mencionado no item 5.4, os revestimentos de argamassa podem ser constituídos de uma ou duas camadas, as quais recebem diferentes denominações: emboço (massa grossa), reboco (massa fina) ou massa única (emboço paulista). Antes da aplicação do emboço e do reboco, é feito um preparo de base, denominado chapisco. As definições e modos de aplicação das diversas camadas do revestimento de argamassa (emboço e reboco) e do seu preparo de base (chapisco) estão mencionados nos itens 5.5.1, e Chapisco O chapisco é um procedimento de preparação da base (estrutura/vedação), com função de melhorar a aderência na primeira camada do revestimento de argamassa. Pode-se acrescentar ainda que o chapisco tem a importante função de uniformizar a absorção de diferentes bases justapostas, como o caso, por exemplo, da alvenaria e da estrutura.

28 28 Figura Chapisco projetado executado na fachada Ele pode ser industrializado, rolado ou projetado e sua aplicação pode ser manual (através de rolo de textura, colher de pedreiro, desempenadeira dentada) ou mecânica (através de projetores de argamassa), o que oferece a base uma maior aderência. Na tabela 5-2 estão descritas as composições dos diversos tipos de chapisco. Tabela Tipos de chapisco e suas composições CHAPISCO TRADICIONAL CHAPISCO INDUSTRIALIZADO CHAPISCO ROLADO Argamassa de cimento, areia e água, adequadamente dosada. Argamassa industrializada semelhante à argamassa colante. Mistura de cimento e areia, com adição de água e resina acrílica. Fonte: SABBATINI; BAÍA (2004) Emboço O emboço é tido como sendo: a primeira camada do revestimento. Tem função de regularização do substrato, criando uma superfície com planicidade e rugosidade adequadas para a aplicação da camada de acabamento; e a absorção de deformações

29 29 diferenciais, de forma a compartilhar as deformações entre a base e a camada de acabamento final. No conjunto, é geralmente a camada mais importante pela função complemento das vedações, principalmente em relação à estanqueidade e resistência contra o fogo, tendo também grande importância na função de proteção das vedações (SABBATINI; BARROS, 2002 apud GARCIA, 2005). Sua espessura média varia entre 1,5 cm e 2,5 cm. É aplicado sobre a base previamente preparada, com ou sem chapisco. Quando base para revestimentos cerâmicos, o emboço deve apresentar capacidade de aderência à sua base suficiente para suportar as maiores solicitações a que estará submetido Reboco O reboco é a camada de acabamento dos revestimentos de argamassa. É aplicado sobre o emboço e sua espessura é apenas suficiente para constituir uma película contínua e íntegra sobre o emboço, não devendo ultrapassar 5mm (SABBATINI, 2004). Ainda segundo SABBATINI (2004), é o reboco que confere a textura superficial final aos revestimentos de múltiplas camadas, portanto não deve apresentar fissuras e tem que apresentar elevada capacidade de acomodar deformações Emboço Paulista A massa única ou emboço paulista pode ser definido como sendo: o revestimento com acabamento em pintura executado em uma única camada. Neste caso, a argamassa utilizada e a técnica de execução deverão resultar em um revestimento capaz de cumprir as funções tanto do

30 30 emboço quanto do reboco, ou seja, regularização da base e acabamento (SABBATINI, 2004). Ainda segundo SABBATINI (2004), para utilizar-se a massa única é preciso assegurar de que há, de fato, a disponibilidade de materiais e mão-de-obra apropriados e também observar criteriosamente as condições da base e climáticas do local. Feita a opção pela execução do revestimento em uma camada, deve-se cuidar para que a argamassa apresente características compatíveis, simultaneamente, com a base e com o acabamento específico (SABBATINI, 2004). Por se destinar à aplicação posterior de massa corrida e ou pinturas, a massa única não deve apresentar fissuras que comprometam visualmente o acabamento. Principalmente em paredes externas tais defeitos podem propiciar a penetração de águas de chuva, vindo a prejudicar a aderência, a durabilidade do revestimento e a estanqueidade da vedação. 5.6 Principais agentes atuantes que podem afetar o comportamento dos revestimentos de fachada Por ser o material que recobre a superfície das paredes, o revestimento, de um modo geral, é o primeiro elemento da edificação a sofrer a ação de agentes agressivos de origem natural ou oriunda da própria utilização do edifício, conforme ilustrado na figura 5-2.

31 31 Figura Agentes que atuam sobre o revestimento de fachada Além disso, em função das variações da temperatura ambiente e da radiação solar, os revestimentos externos apresentam variações espontâneas, denominadas movimentações térmicas, cuja amplitude depende do coeficiente de dilatação térmica da argamassa, das variações de umidade relativa e da ação de forças externas restritivas ao movimento. 5.7 Implantação da logística operacional dentro do canteiro de obras Antes mesmo do início efetivo da execução de fachadas de edifícios em argamassa, é de fundamental importância a elaboração de um planejamento envolvendo diversos fatores relacionados ao canteiro de obra que influenciam de forma direta e indireta, na racionalização dos serviços a serem executados. Dentre os diversos fatores que influenciam, de forma direta, na racionalização do canteiro de obras, os primordiais são, a definição do tipo de argamassa, a qual será utilizada na execução da fachada, e qual será sua forma de abastecimento. A simples definição do tipo de argamassa (industrializada ou dosada em obra) e da forma de abastecimento da mesma são fatores determinantes durante a implantação

32 32 da logística operacional dentro do canteiro de obras, pois através de tais análises, sobre a argamassa em questão, podem-se definir com maior segurança alguns fatores. A implantação da logística na obra contribui para melhoria do canteiro sobre diversos aspectos, tais como: melhor detalhamento e locação das centrais de estoque e ensacamento de materiais; aumento na qualidade e produtividade dos revestimentos; redução de falhas, desperdícios e custos; detalhamento das baias destinadas ao recebimento da areia; detalhamento e locação das áreas para estoque de materiais nos devidos pavimentos; sugestões de trajeto para a circulação dos materiais e; atualizações do projeto inicial, caso haja necessidade Conceito geral sobre logística operacional para execução de fachadas de edifícios em argamassa em épocas passadas Entre as décadas de 70 e 80, devido às diversas limitações que o concreto apresentava, tais como, a resistência característica, a escassez de aditivos incorporados ao mesmo, os quais, atualmente, proporcionam ao concreto, melhorias em suas diversas propriedades, e ainda, a falta de equipamentos adequados, utilizados para sua aplicação, os edifícios da época, não apresentavam um nível estrutural elevado, contendo em média, cerca de 15 (quinze) pavimentos, podendo assim, serem considerados, para época atual, como empreendimentos de pequeno porte, limitando, de forma considerável, a execução da fachada, propriamente dita. Além das limitações apresentadas pelo concreto, os projetos arquitetônicos, da época, não eram tão arrojados, apresentando, de modo geral, forma mais retangulares, sem muitos detalhes construtivos e recortes, não exigindo assim, grandes estudos pré-executivos (BANDUK, 2006).

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