FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

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1 FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEIS DE DEPRESSÃO NOS IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS MARILIA ALMEIDA MAGALHÃES PORTO VELHO 2009

2 MARILIA ALMEIDA MAGALHÃES NÍVEIS DE DEPRESSÃO NOS IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS Monografia de Graduação apresentada ao Departamento de Educação Física, Núcleo de Saúde da Universidade Federal de Rondônia (RO), como requisito para obtenção do título em licenciada em Educação Física, sob a orientação da professora MS. Angeliete Garcez Militão. PORTO VELHO 2009

3 Data da Defesa: / / BANCA EXAMINADORA Profª. Ms. Angeliete Garcez Militão - Orientadora Julgamento Assinatura Prof. Julgamento Assinatura Prof. Julgamento Assinatura

4 AGRADECIMENTOS A Deus, por ter me dado forças para superar mais um obstáculo. Ao meu Pai: Francisco Oliveira e a minha mãe: Maria Chaves de Almeida Magalhães, por acreditarem em mim. Aos meus irmãos, Antônio, Antônio Valmir, Rita, Edson, Weliton e meu sobrinho Kauan Magalhães que sempre acreditaram e sempre estiveram do meu lado. Ao Leandro Brasil meu namorado que sempre acreditou em mim, me dando forças com sua paciência, carinho e amor. Aos idosos que contribuíram na realização deste trabalho. Ao SESC de Porto Velho-RO, que abriu as portas para que eu realizasse esta Pesquisa. Aos idosos do lar Recanto do Vovó e da VoVô, que me ajudaram na realização da minha pesquisa. A todos os idosos. Agradeço, em especial a minha professora e orientadora Angeliete Garcez Militão, que me ajudou na realização do meu trabalho. A todos os professores e Amigos, que contribuíram para minha formação acadêmica durante todos os anos da minha graduação. A todos que de forma direta ou indiretamente que contribuíram para a realização deste sonho.

5 SUMARIO 1 INTRODUÇÃO Problematização Justificativa Objetivos Objetivo geral Objetivos específicos FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Envelhecimento Exercício Físico e Idosos Depressão Qualidade de Vida METODOLOGIA Caracterização da Pesquisa População e Amostra Aspectos Operacionais Instrumento de Pesquisa Analise dos Resultados ANALISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXOS... 28

6 RESUMO NÍVEIS DE DEPRESSÃO NOS IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS Autor: Marilia Almeida Magalhães Orientadora: Prof. Ms. Angeliete Garcez Militão. O envelhecimento é um processo lento e inevitável que todo ser humano tem que passar, na qual diminui as capacidades máximas comprometendo a expectativa de vida do idoso. São vários os fatores que podem afetar essa expectativa, o isolamento, dependência, desvalorização, medo, insegurança entre outros. Com isso podendo levar o idoso a ter depressão, uma das doenças que mais atingem essa população. Diante disto a presente pesquisa tem como objetivo verificar a relação do índice de depressão entre idosos que praticam exercícios físicos, que participam de encontros sociais e que não fazem nenhuma destas atividades. A pesquisa tem uma abordagem qualitativa, é descritiva e tem como técnica um levantamento. A amostra foi constituída por 30 idosos de ambos os sexos que foram divididos em três grupos dentre eles: participantes de programas sociais, participantes de programas de exercícios físicos e não participantes de nenhuma dessas atividades. O instrumento de pesquisa utilizado foi a escala para avaliar depressão de Fiatarone. Os resultados mostraram que os idosos devem praticar exercícios físicos para evitar a depressão, uma vez que entre a população estudada, a que pratica exercícios físicos foi a que teve menor índice para ter depressão. Palavras-chaves: Idoso; Exercícios Físicos; Depressão e Qualidade de vida.

7 1. INTRODUÇÃO 1.1 Problematização O Processo de envelhecimento é um processo lento, progressivo e inevitável. É caracterizado pela diminuição da atividade fisiológica e de adaptação do meio externo, com o passar dos anos os processos patológicos podem aumentar, (OLIVEIRA, 2007). O impacto do envelhecimento tende a ir alterando os hábitos de vida e as rotinas diárias do idoso, dando lugar ao sedentarismo. É considerada idosa a pessoa acima de 60 anos. O Brasil como vários outros países, tem vivido nos últimos anos, uma mudança no seu perfil populacional. No Brasil atualmente tem uma população de Desta população aproximadamente 20 milhões são de pessoas idosas, maiores de 60 anos (IBGE, 2008). No Município de Porto Velho o aumento da expectativa de vida da população idosa, vem crescendo a cada dia. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2008) o município possui cerca de idosos e uma população geral de mil habitantes. A sua população idosa era de 8% passando para 15% da população total, Salomão (2007). Com a prática de atividade física, os números populacionais de idosos podem aumentar. O que se destaca como objetivo principal da atividade física na terceira idade, é o retardamento do processo inevitável do envelhecimento. Os exercícios podem contribuir para uma melhoria na saúde, retardando o processo físico e psicológico. De acordo com as pesquisas, as atividades físicas podem trazer benefícios como: bem estar-físico; auto- confiança; uma maior elasticidade; fortalecimento da musculatura; melhora da respiração ; melhora da resistência, entre outras (MEIRELES, 1997). Nos processos psicológicos, a atividade física traz benefícios como; auto-estima; bem-estar; atenuação de tensão, prevenção da depressão. A depressão é um estado de sofrimento psíquico que pode avisar desordens no comportamento de uma pessoa. Podendo afetar seu humor e a forma de se interagir com as pessoas, afetando negativamente seu estilo de vida. As características de abatimento físico, tristeza, desânimo, desestímulo e outros, são características mais acentuadas em pessoas idosas. E em conseqüência desses

8 sintomas, os indivíduos nesta faixa etária de idade se isolam, se sentem incapazes e a depressão se instala. Diante do acima exposto esta pesquisa se propõe a responder a seguinte pergunta: Idosos que praticam exercício físico têm menor índice de depressão do que idosos que participam de encontros sociais e que não fazem nenhuma destas atividades? 1.2. Justificativa A população idosa a cada dia vem aumentando junto com as expectativas, vitalidade, sonhos, e em busca de longevidade. Mas alem da longevidade é necessária uma boa qualidade de vida. O envelhecimento é um processo lento, progressivo e inevitável, sendo caracterizado pela diminuição da atividade fisiológica e de adaptação do meio externo, com o passar dos anos os processos patológicos podem aumentar (OLIVEIRA, 2007). Há muitos fatores relacionados a idade que podem afetar na saúde do idoso influenciando na sua qualidade de vida em diversas situações sociais como ( Aposentadoria, viuvez, dependência, papeis sociais, aparência, dentre outras). Assim o idoso acaba se entregando ao envelhecimento sofrendo grandes impactos do processo e se entregando a depressão que no mental é caracterizado por tristeza e desestímulos quanto a qualquer atividade. Durante o envelhecimento, os fatores como: depressão, estresse, ansiedade encurta a longevidade, comprometendo a qualidade de vida. A depressão é um estado triste que pode ser induzido por muitos fatores biológicos, sociais e psicológicos, ela pode ser considerada uma doença que mais atinge a população idosa. De acordo com Meireles (1997), as pesquisas mostram que a prática de exercícios físicos regularmente traz efeitos psicológicos positivos na vida do idoso dentre estes efeitos destacam-se: melhora do bem-estar, melhora da auto-estima, melhora e prevenção da depressão. Meu trabalho vem contribuir como mais um estudo sobre a depressão nos idosos, que de acordo com os autores a depressão vem atingindo cada vez mais esse público.

9 1.3. Objetivos Objetivo geral: Verificar a relação do índice dos nivéis de depressão entre idosos que praticam exercícios físicos, que participam de encontros sociais e que não fazem nenhuma destas atividades? Objetivos específicos: Identificar o índice de depressão dos idosos que praticam atividade física Verificar o índice de depressão nos idosos que participam de encontros sociais Identificar o índice de depressão dos idosos que não praticam nenhumas destas atividades.

10 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 Envelhecimento O termo envelhecimento é usado para se referir a um processo ou conjuntos de processos que ocorrem em organismos vivos. Com o passar do tempo se tem, uma perca de adaptabilidade, deficiência funcional. Estes Processos têm diferentes ritmos biológicos diários ou sazonais e de qualquer outra mudança temporária. O envelhecimento é um processo continuo durante o qual há um declínio nos processos fisiológicos. Mantendo um estilo de vida, ativo e saudável o idoso podendo retardar as alterações morfofuncionais que ocorrem com o passar da idade. Spirduso (2005), afirma que o envelhecimento é uma extensão lógica dos processos fisiológicos do crescimento e desenvolvimento, desde o nascimento á morte. Freire (p.149, 2006) complementa colocando: O envelhecimento é caracterizado por redução das capacidades de adaptação homeostática, diante das situações de sobrecarga funcional do organismo. Redução das capacidades funcionais como calvície, redução de trabalho, resistência na qual se associara as, perdas sociais, solidão as perdas psicológicas, motoras e afetivas. Os autores acima compartilham de opiniões sobre o envelhecimento, as alterações funcionais, as perdas, um processo progressivo. O envelhecimento é acompanhado por uma série de efeitos diferentes do organismo. De certa forma diminuem a aptidão física, a flexibilidade, a agilidade, entre outras. Meireles (1997), falam que atividade física faz bem a saúde, como: melhora da flexibilidade, fortalecimento da musculatura, melhora da respiração, autoestima, entre outras. Nessa fase a prática de exercícios físicos regularmente para o idoso torna-se fundamental. Para Salomão (2007). No Brasil são considerados idosos aqueles que têm 60 ou mais anos de idade, nos países desenvolvidos a idade sobe para 65 anos. Spirduso (2005), classifica idosos em: idosos jovens 65-74; idosos 75-84,; idosos-idosos e idosos muitos idosos acima de 100 anos de idade. Para Alves, Mota, Costa, apud Meireles (1997), as atividades físicas mais recomendadas nessa faixa etária são as atividades de consumo de oxigênio (aeróbicas) tais como: correr, nadar, caminhada. Também é fundamental incrementar

11 a força muscular, pela perca de instabilidade, ocorrência de quedas, incapacidade funcional e perca de massa óssea. Um programa de treinamento muscular adequado, bem orientado pode trazer benefícios para o idoso em níveis antropométricos, neuromuscular, metabólicos e psicológicos. Também na prevenção e tratamento das doenças próprias desta idade (Hipertensão Artéria, Enfermidade Coronária, Osteoporose, Colesterol Alto) entre outras. Além desses efeitos já conhecidos, as recentes pesquisas demonstram que as atividades físicas trazem benefícios na qualidade de vida do idoso, a conquista de mais anos de vida. Percebe-se que a população idosa vem crescendo consideravelmente, junto com as expectativas, sonhos, vitalidade e lutam para se inserir no meio social. Mas seu estado físico nem sempre permite que leve uma vida julgada normal pela sociedade. Os idosos se entregam nesta fase do envelhecimento de forma negativa, nesta há a necessidade de desenvolver o hábito da prática da atividade física. O envelhecimento esta cercado de convencionalismo que podem influenciar diretamente na vida do idoso, problemas que causam fortes impactos em suas condições de saúde, contribuindo para que se sinta cada vez sozinho, diminuindo sua auto- estima perdendo a razão de viver e por conseqüência levando a depressão Exercício físico e idosos Com o passar dos anos as capacidades máximas de realizar as atividades diminuíam. Devido a um menor consumo de oxigênio, a freqüência diminui ate mesmo quando esta em esforço físico ou em repouso. A pressão é um pouco mais alta, o idoso tende a perde massa muscular, e aumento de percentual de gordura, doenças ósteo-articular, doenças degenerativas, etc. Segundo kopiller e Freitas (2006), o centro nacional de estatística para a saúde do idoso, é que 84% desta população com mais de 65 anos não realizam suas atividades diárias. Com isso, a necessidade de adotar medidas preventivas, para prolongar a vida ativa e independente, com qualidade. Para Takahashi (2004), com a chegada do envelhecimento, as doenças, alteram os hábitos dos idosos, os levando a inatividade. Por conseqüência da inatividade os idosos têm vários problemas, a redução das habilidades motoras,

12 menos coordenação, insegurança, isolamento, solidão, ansiedade, menos força, problemas respiratórios, ação e reação mais lenta, entre outros. De acordo com Matsudo (apud TAKAHASHI, 2004), a pratica regular de exercícios físicos pode ajudar no processo de envelhecimento, auxiliando na melhora das funções orgânicas, os efeitos benéficos são vários. Os exercícios físicos podem beneficiar essa população, que a cada dia vem aumentando, dentre eles: melhora na velocidade de andar; melhor equilíbrio; aumento das atividades diárias; melhora da auto- eficácia; contribuição na manutenção e aumento da densidade óssea; controle da diabete; doenças cardíacas; doenças respiratórias; melhora da flexibilidade; melhora dos tendões e ligamentos; melhora da ingestão de alimentos; mantém o peso corporal; melhora de reflexos; melhora da mobilidade; diminuição da depressão; diminuição da ansiedade; auto- valorização; melhora do bem- estar, etc. A realização de atividades físicas regulares é uma boa alimentação podem trazer uma série de benefícios para quem os pratica, mais esses benefícios não são apenas físicos, mas também ajuda para um equilíbrio emocional e social do indivíduo, DINIZ; SCHOR, 2008 (apud LUCAS et al 2009 ). O sedentarismo é muito comum entre os idosos, um potencial colaborador no que diz respeito às graves limitações, sendo considerada uma doença entre os idosos. Os exercícios físicos podem ser considerados um importante agente na promoção do envelhecimento saudável, não apenas pelos efeitos benéficos ao sistema músculo-esquelético, mas também por colaborar para os componentes psíquicos e sociais FLÓ, 2006 (apud MACHADO et al 2008). Segundo Ciolac, Guimarães ( 2004), nos últimos anos houve um aumento de pessoas obesas, devido a um baixo gasto energético, a inatividade, a industrialização, levando a obesidade a ser um problema de saúde publica. Alguns estudos mostram que para o tratamento de pessoas obesas o gasto energético tem que ser maior que a consumo energético, e a atividade física pode auxiliar nessa perca, podendo evitar doenças. A pesquisa feita por Silva; Carneiro Júnior; Natali (2009), com objetivo de revisão para discutir os efeitos do treinamento físico sobre a cardiomiopatia diabética. A hiperglicemia crônica resultante do diabetes mellitus, tanto em humanos quanto em modelos experimentais, causa sérios danos ao organismo, dentre eles, a cardiomiopatia. Esta patologia caracteriza-se por acúmulo de colágeno na musculatura cardíaca, distúrbios nos mecanismos reguladores da homeostasia de

13 cálcio, redução da sensibilidade dos miofilamentos ao cálcio e redução da contratilidade e da distensibilidade do miocárdio. A prática de atividade física tem sido recomendada em adição ao tratamento farmacológico com insulina e hipoglicemiantes e a modificações na dieta. O treinamento físico aumenta o metabolismo de glicose e ácidos graxos no músculo cardíaco, além de promover adaptações mecânicas e morfofisiológicas em nível celular e molecular. Tais adaptações resultam em melhora da função cardíaca, assim como da tolerância ao exercício em indivíduos diabéticos. Todavia, mais estudos são necessários para desvendar os mecanismos celulares e moleculares responsáveis pelos efeitos dos diferentes tipos de exercício sobre a cardiomiopatia diabética. Franchini et al (2008), com o objetivo de : a) avaliar a capacidade funcional de idosos diabéticos tipo 2 comparando-os com idosos não diabéticos e b) comparar o nível da capacidade funcional com a prática de atividade física. A amostra foi constituída por 114 idosos, sendo 70 diabéticos, com média de idade de 67,67 ± 5,3 anos e 44 não-diabéticos, com média de idade de 72,84 ± 6,2 anos. O estudo foi baseado em informações obtidas a partir de entrevista direta nas quais os idosos foram avaliados quanto à capacidade funcional através de aplicação da escala de atividades da vida diária (AVDs) proposta por Matsudo (2000). Os dados foram analisados pelo Teste Qui-quadrado com p<0,05. Na realização das atividades da vida diária (AVDs), 45,7% (n=32) dos idosos diabéticos e 54,5% (n=24) dos idosos não diabéticos informaram realizar facilmente e sem ajuda a tarefa subir e descer escadas, na tarefa lavar e passar roupas, 62,8% (n=44) dos idosos diabéticos e 72,7% (n=32) dos não diabéticos relataram realizar facilmente e sem ajuda. Não houve diferença significativa entre o nível de capacidade funcional e a prática de atividade física dos idosos diabéticos comparados com os não diabéticos (X2=1,59). Conclui-se que os idosos diabéticos e não diabéticos eram independentes nas realizações das AVDs e AIVDs, aqueles que realizavam atividade física apresentaram um nível de capacidade funcional melhor. É fundamental a implementação de programas sociais e de atividades físicas para melhorar a qualidade de vida dessa população. Estudo realizado por Costa (2009), estudos científicos bem como epidemiológicos têm demonstrado de forma clara os benefícios da prática regular da atividade física, na prevenção primária e secundária de doenças cardiovasculares,

14 osteomusculares, neuromuscular, sócio-afetivas, determinando a melhora da capacidade funcional e laborativa do idoso e até mesmo de se evitar a instalação, progressão ou correção de possíveis disfunções que acabam por incapacitá-lo. Como objetivo investigar se a atividade física influencia beneficamente a autonomia funcional do idoso. Para alcançarmos os objetivos traçados para este trabalho, o procedimento metodológico adotado foi o da abordagem qualitativa, e valeu-se de variada revisão bibliográfica da área de fisiologia do exercício, avaliação física, treinamento e correlatas. Este estudo chegou-se à conclusão de que a prática da atividade física regular, ao contrário do sedentarismo, proporcionar ao idoso as condições de vida ideais para sua plena autonomia funcional e um envelhecimento com qualidade de vida uma vez que ela proporciona a este grupo a possibilidade da socialização, da reconquista da sua auto-estima, do fortalecimento muscular, da estabilidade postural,do equilíbrio, da flexibilidade, do aumento da força, da prevenção de doenças cardiovasculares, osteomusculares e até mesmo de reverter ou retardar o declínio da atividade motora provocado pelo envelhecimento de funções neuromusculares que acabam por comprometer sua autonomia funcional. 2.3 Depressão Para Ferreira (2003,p.210), define depressão como ato de deprimir,[...], o abatimento moral ou físico, no mental é caracterizado por tristeza e desestímulos quanto a qualquer atividade. As características do abatimento físico, tristeza, desânimo, desestímulo e outros, sendo característica mais acentuada em pessoas idosas. E em conseqüência desses sintomas, os indivíduos nesta faixa etária de idade se isolam, sentem- se incapazes e a depressão se instala. Segundo Spirduso (2005), é um estado de extrema tristeza, que provavelmente é acompanhado por letárgico e raciocínio lento e também pode ser caracterizada por agitação irrequieta. Segundo Vallillo (2007), os sinais de depressão são: insônia inicial (problemas para adormece), insônia mediana (sono intercalado), insônia tardia (acorda de madrugada), dor nas costas, cansaço, dor de cabeça, tristeza, pessimismo, desesperança, entre outras. Os autores seguem uma mesma opinião sobre as definições da depressão. Entendem que é uma doença muito perigosa, que interfere negativamente, na

15 qualidade de vida do idoso. A depressão é um estado de sofrimento psíquico que pode avisar desordens no comportamento de uma pessoa. Podendo afetar seu humor e a forma de se interagir com as pessoas, afetando negativamente seu estilo de vida. Este estado pode ser induzido por fatores biológicos, sociais e psicológicos. A depressão pode ser considerada como uma doença que mais atinge a população idosa A depressão no idoso é difícil de diagnosticar, na medida em que vai passando o tempo, da impressão que a depressão vai passar. Está dificuldade se dá porque aparece lentamente. Com a prática de atividade física pode ser um meio de favorecer, a melhora da depressão. O sentimento, a emoção de sentir-se de com capacidade de fazer algo, além de trazer benefícios a saúde. Os efeitos da inatividade física leva o idoso a uma condição degenerativa crescente de suas capacidades físicas e acarretam á uma redução no seu desempenho físico, habilidade motora, capacidade de concentração, coordenação, gerando processos de auto-desvalorização, insegurança, perda da motivação, isolamento social e a solidão. Para Spirduso (2005), pesquisadores descobriram que clubes, associações comunitárias contam com um grande publico de idosos e que esses programas contribuem para a felicidade do idoso e um ótimo ambiente para a interação social. Segundo Toledo, Santos Neto (2006), para diagnosticar a depressão é necessário analisar os sintomas psíquico, fisiológico e o comportamental. Sintomas psíquicos: Humor depressivo: tristeza, autodesvalorização e sentimentos de culpa. Não tem alegria não tem prazer à vida e julga ser um peso para a família; Fadiga ou sensação de perda de energia, sem nem ter feito nenhum esforço físico; Diminuição da capacidade para se concentrar, pensa e de ser decidido; Sintomas fisiológicos: As alterações no sono como a insônia ou hipersonolência. Destas a mais comum é a insônia terminal (precocemente acorda e não consegue retornar a dormir); Alterações no apetite (não sente fome e sede); Redução de libido. Sintomas comportamentais: Isolamento; Labilidade emocional; Retardo motor; Agitação psicomotora; Comportamentos suicidas (freqüentes e temíveis).

16 Estes são alguns sintomas importantes para o diagnostico da depressão no idoso, através destes, saber qual o melhor tratamento para essa patologia. Santos e Vieira (2007), aborda que vários autores citam que a depressão é um dos distúrbios psiquiátricos mais comuns, e que geralmente os sintomas são: humor deprimido, tristeza profunda, desmotivação e o desapego. Sendo que essa doença pode afetar negativamente na expectativa de vida do idoso, e sem falar que muita das vezes causa a morte. Cheik, Nadia et al ( 2003) realizaram um estudo com o objetivo de avaliar a influência do exercício físico (Programado e sistematizado e atividade física ( como o lazer) nos aspectos psicológicos dentre eles a depressão, com idosos acima de 60 anos. Foram selecionados 54 indivíduos de forma aleatória de ambos os sexos, divididos em 3 grupos. O resultado foi que com a pratica de exercício físico orientado pode contribuir na redução dos escores de depressão nesta população. Outro estudo feito por Morais, Helena et al (2007), desenvolvido com o objetivo revisar a literatura desde 1993 a 2006, sobre a incidência de depressão e a eficácia do exercício físico como intervenção no tratamento desta patologia. Foram revisados 155 artigos, e pode se chegar a conclusão que o papel do exercício físico a atividade física no tratamento de depressão se direciona a duas vertentes: a depressão promove a redução da pratica de atividade física e o exercício físico e um coadjuvante na prevenção e no tratamento da depressão no idoso. Foi desenvolvido um estudo por Floriando, et al ( 1999), sua população foi de 156 idosos com desordem de depressão, divididos em três grupos: grupo de medicamentoso( GM); cloridrato e sertrolina( inibidor seletivo de recaptura de serotonina): e o grupo de praticantes de exercícios (GE), com duração de 4 meses. Realizado o trabalho de 16 semanas, os três grupos apresentaram resultados semelhantes, com redução dos níveis de depressão. Sendo que os grupos de medicamentosos mostraram uma resposta mais rápida. Outro estudo foi desenvolvido por Oliveira; Freitas; Machado; (2008) para verificar a relação existente entre a prática de exercício físico e os níveis de depressão e ansiedade em idosos. A amostra é constituída por 150 idosos, 74 elementos do sexo masculino e 76 do sexo feminino, com idades superiores a 65 anos. Após a análise dos dados, verificaram-se diferenças significativas entre aqueles que atingem as recomendações e aqueles que as não atingem, sendo que

17 os primeiros obtiveram índices mais baixos de depressão e ansiedade. N as mulheres obtiveram valores mais elevados, comparativamente aos homens. Por fim conclui-se que o exercício físico influi positivamente nos níveis de ansiedade e depressão. Um estudo realizado Santos, Vieira (2007), uma revisão de bibliografias, a relação dos exercícios físicos, com o tratamento com pacientes com depressão. Após as analises, os referenciais teóricos mostraram que os exercícios físicos contribuem positivamente, tanto na depressão como nos tratamentos de doenças cardíacas e de transtornos mentais. De acordo com os estudos e com a literatura a pratica de exercícios físico podem contribuir na prevenção e o tratamento desta doença, que afetam tanto os idosos. 2.4 Qualidade de Vida A qualidade de vida baseasse em uma expectativa de vida saudável, e recebe uma variedade de definições ao longo dos anos. A qualidade de vida pode-se basear Paschooal (2006): em capacidade funcional, nível socioeconômico, satisfação, atividade intelectual, auto-proteção, entre outras. O ser humano tem um compromisso pessoal, que é a busca por uma vida saudável, bem-estar indissociável das condições do modo de viver como: Saúde, moradia, educação, lazer, transporte, liberdade, trabalho. Para Freire (2006, p.149), complementa: A qualidade de vida é a percepção de bem-estar de uma pessoa, que deriva de sua avaliação do quanto realizou a daquilo que idealiza como importante para a sua vida, e de seu grau de satisfação como o que foi possível concretizar ate aquele momento. Reflete a partir de uma avaliação da própria vida, influenciada pelos valores que o individuo agrega e pelas suas experiências pessoais e sociais. Spirduso (2005) complementa afirmando que qualidade vida é a satisfação com vida e a sensação de bem-estar, controle emocional, saúde mental e independência emocional. Mc Dowell e Newel apud Spirduso (2005), afirmam que a qualidade de vida é a adequação das circunstâncias materiais e dos sentimentos das pessoas, abrangendo muitas características como ambiente social e físico.

18 Os autores apresentados anteriormente têm a mesma opinião sobre o conceito de qualidade de vida. O conceito de qualidade de vida é individual, isto porque uma qualidade de vida ideal, pois boa ou excelente é aquela que oferece o mínimo de condições, para que os indivíduos possam desenvolver o Maximo de suas potencialidades. Aplicando ao idoso basea- se em uma vida digna, que no fim de sua vida tenha o mínimo de respeito. Ser independente, quanto aos aspectos de atividades diários, flexibilidades, mobilidades. Para Freire (2006), há muitos fatores relacionados a idade que afetam a saúde influenciando na qualidade de vida em diversas situações sociais( Aposentadoria, viuvez, dependência, papeis sociais, dentre outras) obstáculos para uma vida melhor. A atividade física trás grandes benefícios, psicológicos, aumento do tônus, proporciona maior disposição para o idoso no seu dia-dia. Segundo Meireles (1997), os principais objetivos das atividades físicas aplicadas á terceira idade tem como finalidade: Bem-Estar; Auto-Confiança; Sensação de auto-avaliação; Elasticidade; Ampliação da mobilidade das grandes e pequenas articulações; fortalecimento da musculatura; Melhora da respiração; Melhora do sistema cardiovascular; Melhora da auto-estima; Diminuição da decepção; entre outras. O exercício físico é um excelente instrumento para melhorar a saúde em qualquer faixa etária. No idoso induz varias adaptações fisiológicas e psicológicas como: O aumento do vo2 máx., benefícios circulatórios, controle de pressão arterial, melhora no perfil lipídeo, redução do peso corporal, melhora do equilíbrio e da marcha, a auto-estima, menor dependência, uma significativa melhora na qualidade de vida do idoso. A qualidade de vida na velhice tem uma relação direta com existência de condições ambientais. Assim como se da atenção ao corpo, a mente também merece uma atenção especial. Durante o envelhecimento, os fatores como: depressão, estresse, ansiedade encurta a longevidade, comprometendo a qualidade de vida. Vivendo sem mágoas, com bom humor, o idoso se sente mais feliz e enfrenta o declínio biológico com mais tranqüilidade. Segundo Nascimento (2007), o idoso que se encontra bem psicologicamente aceita a vida e realizam projetos, sempre preenchidos com muita esperança, o exercício físico pode auxiliar neste bem-estar.

19 Vários estudos vêm mostrando a importância dos exercícios físicos para melhorar a qualidade de vida dos idosos. Entre eles se destaca: Machado et al (2008), fez um estudo com idosos que realizavam exercício físico periódicos no centro de saúde de Brasília-DF, com o objetivo de verificar a qualidade de vida dessas pessoas. A amostra foi constituída de forma aleatória por 28 idosos e foi utilizado um questionário semi-estruturado, para mensurar o padrão da qualidade de vida deste grupo que pratica exercício físico de forma regular, abrangendo os diversos fatores biopsicossociais, a pesquisa concluiu que há uma melhora significativa na qualidade de vida destes; O de Mota et al (2006), que teve o objetivos de comparar o nível de qualidade de vida entre participantes de programas formais de AF,e determinar os fatores que podem predizer essa participação. A amostra compreendeu 88 sujeitos divididos por dois grupos: o grupo experimental (GE, n = 46; homens = 34,8%) que estava envolvido num programa de atividade física (AF) e o grupo de controle (GC, n = 42; homens = 47,6%) que não estava envolvido em nenhum programa regular de AF. A qualidade de vida foi avaliada pela versão curta do instrumento SF 36 (MOS SF-36-Medical Outcomes Study, Short Form - 36, Health Survey), utilizando a versão portuguesa. Os indivíduos do GC apresentaram uma pontuação significativamente inferior em todos os domínios do SF-36 considerados, comparativamente aos sujeitos do GE. Os resultados permitem concluir que a participação em programa de AF melhora a qualidade de vida relacionado com a saúde

20 3. METODOLOGIA 3.1 Caracterização da Pesquisa Esta pesquisa tem uma abordagem qualitativa e se caracteriza como descritiva, pois não interfere na realidade apenas descreve e utiliza como técnica um levantamento. 3.2 População e Amostra Para a amostra foi escolhidos de forma aleatória, 10 idosos que praticam exercícios físicos no Sesc, 10 que participam de encontros sociais semanais no recanto vovô e da vovó e 10 que não participam de programas de atividade física e nem de encontros sociais. 3.3 Aspectos Operacionais A pesquisadora entrou em contato com a administração do Sesc e com o Recanto do vovô e da vovó. Explicou o objetivo da pesquisa e entregou um oficio em ambos os locais pedindo permissão para entrevistar os idosos. Já os idosos que não participam de programas de atividades físicas e nem de encontros sociais, residem no bairro 4 de janeiro, onde aconteceram as visita domiciliares. Em seguida a pesquisadora se apresentou aos idosos, explicou o objetivo da pesquisa e indagou quem queria participar. Os voluntários assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido (anexo 2 ) e responderam ao questionário (anexo 1). 3.4 Instrumento de Pesquisa Escala de FIATARONE para avaliar o nível de depressão

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