THAIS PUGLIANI GRACIE MALUF

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1 THAIS PUGLIANI GRACIE MALUF AVALIAÇÃO DE SINTOMAS DE DEPRESSÃO E ANSIEDADE EM UMA AMOSTRA DE FAMILIARES DE USUÁRIOS DE DROGAS QUE FREQÜENTARAM GRUPOS DE ORIENTAÇÃO FAMILIAR EM UM SERVIÇO ASSISTENCIAL PARA DEPENDENTES QUÍMICOS Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde. São Paulo 2002

2 THAIS PUGLIANI GRACIE MALUF AVALIAÇÃO DE SINTOMAS DE DEPRESSÃO E ANSIEDADE EM UMA AMOSTRA DE FAMILIARES DE USUÁRIOS DE DROGAS QUE FREQÜENTARAM GRUPOS DE ORIENTAÇÃO FAMILIAR EM UM SERVIÇO ASSISTENCIAL PARA DEPENDENTES QUÍMICOS Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde. Orientador: Prof. Dr. Dartiu Xavier da Silveira Filho São Paulo 2002

3 Maluf, Thais Pugliani Gracie Avaliação de sintomas de depressão e ansiedade em uma amostra de familiares de usuários de drogas que freqüentaram grupos de orientação familiar em um serviço assistencial para dependentes químicos / Thais Pugliani Gracie Maluf São Paulo, vii, 59 p Tese (Mestrado) Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Medicina. Programa de Pós-graduação em Psiquiatria. Título em inglês: Assessment of anxiety and depressive symptoms in a sample of relatives of drug users attending family guidance groups in an outward clinic for substance dependence. 1. Depressão; 2. Ansiedade; 3. Orientação Familiar; 4. Intervenção; 5. Escalas; 6. Farmacodependência

4 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA CHEFE DO DEPARTAMENTO: Prof. Dr. Sérgio Blay COORDENADOR DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO: Prof. Dr. Miguel Roberto Jorge iii

5 Às minhas filhas Fernanda e Luiza e em especial ao Carlos meu marido, por ser uma pessoa imensamente dedicada e compreensiva em todas as horas. iv

6 AGRADECIMENTOS Ao Dartiu Xavier da Silveira Filho, pela paciência e dedicação no caminhar deste trabalho. Ao Professor Dr. Jair de Jesus Mari, pelos seus esclarecimentos e disponibilidade. À Maria Paula Magalhães, minha amiga que me incentivou em muitos momentos importantes da minha vida profissional. À toda equipe de Jogo Patológico pelo grande incentivo e participação. Aos meus grandes amigos Cláudio Loureiro e Elias Korn onde pude em vários momentos me confortar. Às minhas sócias e amigas Eloisa Abussamra e Beatriz Borges Di Giacomo, pela dedicação e interesse por este trabalho. À Eugênia Koutsantonis Portella Pires pelo afeto. À Juliana Bizzeto por estar sempre pronta a ajudar. A toda equipe do PROAD pela cooperação e torcida para que tudo desse certo. A toda equipe da Pós Graduação em especial a Zuleika por toda sua disponibilidade e carinho. A toda equipe do Hospital Geral de Diadema pela compreensão. v

7 À Rita Diniz que por muitas vezes iluminou o meu caminho. A toda a minha família pelo grande incentivo em especial a minha irmã Sylvia Gracie Pinheiro que acreditou neste trabalho. A todos os familiares que gentilmente se submeteram a esta pesquisa. vi

8 SUMÁRIO Dedicatória iv Agradecimentos v Resumo vi 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos MÉTODO Sujeitos Configuração dos Grupos Instrumentos Inventário de Beck para depressão CES-D Inventário de ansiedade de Beck IDATE Procedimentos Análise Estatística RESULTADOS Caracterização da População Estudada Avaliação do desempenho das escalas de Depressão e Ansiedade Correlação entre as pontuações obtidas nas escalas de Depressão e Ansiedade Influência de outras variáveis no desempenho nas escalas de Depressão e Ansiedade Escalas de depressão Escalas de ansiedade DISCUSSÃO CONCLUSÃO ANEXOS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Abstract vii

9 RESUMO Introdução: A busca de orientação e tratamento por parte das famílias de usuários de drogas tem sido importante para a melhoria das relações interpessoais e para a recuperação dos pacientes. A observação clínica destes familiares demonstra que geralmente estes chegam ao atendimento mobilizados, freqüentemente deprimidos e/ou ansiosos e tem-se a impressão de que após participarem de grupos de orientação familiar os sintomas de depressão e ansiedade diminuem. Entretanto, até o momento não há nenhum estudo evidenciando o efeito deste tipo de intervenção. Objetivo: O presente estudo comparou o desempenho de uma amostra de familiares de usuários de drogas antes e após uma intervenção utilizando três escalas de ansiedade e duas escalas de depressão. Avaliamos ainda a influência de outras variáveis no desempenho em escalas de ansiedade e depressão destes familiares. Métodos: A pesquisa envolveu 40 familiares que participaram dos Grupos de Orientação Familiar do PROAD. Foram avaliados 8 grupos, no período de 27 de janeiro de 2000 a 26 de julho de Os grupos tiveram duração de dois meses com freqüência semanal e duração de duas horas cada totalizando oito encontros. Foram aplicados no primeiro encontro e no último encontro um questionário de aspectos demográficos e quatro escalas, sendo três de avaliação de sintomas ansiosos (Beck ansiedade e IDATE) e duas de avaliação de sintomas depressivos (Beck depressão e CES-D). Resultados: Após a intervenção, observou-se diminuição nas pontuações nas escalas de Beck ansiedade (Wilcoxon: Z = -2,889; p < 0,01), CES-D (Wilcoxon: Z = -2,413; p < 0,05) e Beck-depressão (Wilcoxon: Z = -2,774; p < 0,01). Entretanto, na escala IDATE- estado (Wilcoxon: Z = -3,418; p < 0,01) observou-se aumento nas pontuações após a intervenção, enquanto que na escala IDATE-traço não foram detectadas alterações significativas. Entre os participantes dos Grupos de Orientação Familiar, ser casado e não ter o familiar usuário de drogas em tratamento na mesma instituição foram características que se associaram a uma resposta mais favorável à intervenção. Conclusão: Conclui-se que as escalas de sintomas depressivos utilizadas detectaram a diminuição da sintomatologia depressiva que sucedeu a intervenção. Os resultados discrepantes das duas escalas de sintomas ansiosos sugerem que estes instrumentos possivelmente avaliem componentes distintos das manifestações de ansiedade. Distintos fatores podem influenciar a resposta de uma intervenção junto a familiares de usuários de drogas. O tamanho reduzido da amostra analisada e a inexistência de um grupo controle dificultam um exame mais aprofundado destas influências. viii

10 1 INTRODUÇÃO Muitos são os sentimentos que os familiares experimentam, quando desconfiam ou descobrem que seus filhos, irmãos ou cônjuges, estão envolvidos com algum tipo de droga. Desesperam-se, freqüentemente se culpam, não sabendo o que fazer. Na maioria das vezes tomam atitudes drásticas e precipitadas, movidos por estes sentimentos que muitas vezes são confusos e pouco conhecidos. O PROAD (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes Departamento de Psiquiatria UNIFESP) oferece dentre os seus serviços o de assistência às famílias de dependentes. Entre estes serviços estão os Grupos de Orientação Familiar, onde os familiares são atendidos em grupos fechados, semanais, com duração de dois meses e não se exige necessariamente que os participantes tenham parentes em tratamento no mesmo ambulatório. Foi através deste trabalho de Orientação Familiar que a presença freqüente de sintomas de ansiedade e depressão nesta população chamaram a atenção dos profissionais do serviço. Os familiares que buscaram ajuda e orientação através dos Grupos de Orientação Familiar referiram que ansiedade e depressão eram condições freqüentemente presentes devido aos problemas relacionados a esta situação, dificultando sobremaneira o manejo adequado dos conflitos familiares. A orientação e o tratamento dirigido às famílias de usuários de drogas têm sido importantes para melhorar as relações interpessoais e para a recuperação dos pacientes. A observação clínica destes familiares mostra que estes chegam ao atendimento mobilizados, freqüentemente deprimidos ou ansiosos e tem-se a impressão de que após participarem dos Grupos de Orientação Familiar os sintomas de depressão e ansiedade diminuem. O desenvolvimento de pesquisas com famílias de dependentes de drogas é relativamente recente (Steinglass 1976, 1979, Stanton 1977, Kaufman e Kaufman 1979) dentre outros Steinglass (1976) estudou de forma sistemática padrões de famílias ou casais tanto durante períodos de beber intenso como em momentos de

11 2 sobriedade. Jacob et al. (1981) compararam famílias de dependentes de álcool com famílias de não dependentes, observando padrões de funcionamento relacionados à capacidade de comunicação, expressão do afeto e resolução de problemas. Os autores concluíram que o alcoolismo apesar de seus efeitos debilitantes, pode ter também um importante papel adaptativo e funcional no contexto familiar e marital. Diversos trabalhos encontraram relação entre o uso de drogas de adolescentes e o uso de drogas de seus pais (Smart e Fever, 1972) (Silva, E.A.; Formigoni, M.L.O.S. 1999). De maneira geral, são vários os objetivos das avaliações do modo de funcionamento familiar dos dependentes de drogas: corroborar os dados do diagnóstico clínico; auxiliar no planejamento do tratamento apontando o tipo de intervenção mais adequada para cada família (orientação ou psicoterapia); avaliação do papel da família no processo de mudança do comportamento de usar drogas e a avaliação do resultado da intervenção comparando o funcionamento familiar antes e após o tratamento (Silva E.A.; Formigoni, M.L.O.S., 1999). Outros trabalhos na literatura atual têm abordado a dependência de drogas como um fenômeno que afeta não somente o usuário, mas também seu sistema familiar, enfatizando assim a importância de estudo envolvendo estas famílias (Stanton, 1988). Familiares que se defrontam com problemas de uso de drogas de seus parentes freqüentemente referem esta experiência como uma situação de intenso stress. Sabemos que depressão e ansiedade são estados que podem surgir em função de situações estressantes (Nardi, A.E., 1998). Estas observações mostram a importância da mensuração da magnitude destes sintomas através do uso de escalas psicométricas, as quais podem nos dar uma melhor dimensão do fenômeno e nos orientar nas propostas terapêuticas para esta população. Desta forma propiciam a melhora não somente das questões da vida familiar e pessoal destas famílias mas também, a partir do conhecimento obtido, pode fundamentar trabalhos visando a prevenção de situações de conflitos e conseqüente risco elevado para o uso de drogas, principalmente em famílias onde existam adolescentes. Entre as vantagens das escalas de auto-avaliação podem se mencionar alguns aspectos práticos e outros teóricos. Por não necessitarem de um

12 3 avaliador, eliminam-se os problemas relativos às inconsistências e variações entre os avaliadores e, do ponto de vista prático são instrumentos mais econômicos, no sentido de não tomarem tempo do pessoal especializado. Essas formas de escala seriam talvez os instrumentos mais adequados para detecção e avaliação das formas mais leves de depressão, muitas vezes minimizadas pelos avaliadores. Mais ainda, a quantificação de certos sintomas subjetivos, como sentimento de culpa, seria, segundo alguns (Rabkin & Klein, 1987), facilitada por este tipo de avaliação. Finalmente, é preciso lembrar que a auto-avaliação constitui-se em parâmetro extremamente importante para se julgar a eficácia de qualquer tratamento (Del Porto, J.A., 1989). Ressentimo-nos da inexistência de trabalhos consistentes na literatura referentes a sintomas de ansiedade e depressão em familiares de usuários de drogas. A proposta deste estudo é avaliar o desempenho de escalas de ansiedade e depressão em familiares de usuários de drogas antes e depois de uma intervenção específica.

13 4 2 OBJETIVOS 2.1 Objetivo geral Avaliar o desempenho de escalas de avaliação de sintomas depressivos e ansiosos antes e após intervenção realizada junto a familiares de usuários de drogas. 2.2 Objetivos específicos 1. Comparar o desempenho de três escalas de ansiedade em uma amostra de familiares de usuários de drogas. 2. Comparar o desempenho de duas escalas de depressão em uma amostra de familiares de usuários de drogas. 3. Avaliar a influência de variáveis demográficas no desempenho em escalas de sintomas de ansiedade e depressão em uma amostra de familiares de usuários de drogas. 4. Avaliar a influência do fato do usuário estar em tratamento no mesmo serviço no desempenho em escalas de sintomas de ansiedade e depressão em uma amostra de familiares. 5. Avaliar a evolução dos sintomas de ansiedade e depressão em uma amostra de familiares de usuários de drogas submetidos a uma intervenção específica.

14 5 3 MÉTODO 3.1 Sujeitos A amostra foi constituída pelos familiares que se inscreveram nos grupos de orientação familiar do PROAD entre 27 de janeiro de 2000 e 26 de julho de Estes familiares na sua maioria procuravam o PROAD para obter informações sobre tratamento para seus parentes com problemas relacionados ao uso ou dependência de drogas. Chegaram ao PROAD através de diversas fontes de encaminhamento tais como: médicos, pronto-socorro, amigos, televisão, revistas, etc. e foram informados por um técnico do PROAD sobre os Grupos de Orientação Familiar e suas características. Os familiares que participaram do estudo não necessariamente tinham parentes em tratamento no PROAD. Estes familiares eram na sua maioria mães, mas também participaram alguns pais, irmãos e outros parentes próximos, como tios e tias. Residiam na cidade de São Paulo ou em municípios vizinhos. No total foram avaliados 70 familiares, todavia foram incluídos no estudo apenas 40 destes já que os demais não preencheram os seguintes critérios de inclusão: Não faltar em mais de um encontro, Não participar de outros grupos de auxílio, orientação ou tratamento para uso ou dependência de drogas. Todos os familiares avaliados neste estudo consentiram com os procedimentos, através da assinatura do Termo de Consentimento e Livre Esclarecimento (Anexo 4).

15 Configuração dos grupos Os grupos apresentaram as seguintes configurações (Tabela 1): Grupo 1: Foi composto por 8 pessoas, das quais 4 foram avaliadas e 4 delas não foram incluídas no estudo por terem faltado a mais de 1 encontro. Grupo 2: Foi composto por 7 pessoas, das quais 1 foi avaliada e 6 delas não foram incluídas no estudo, 5 por terem faltado a mais de 1 encontro e 1 por estar freqüentando outro grupo de orientação familiar. Grupo 3: Foi composto por 11 pessoas, das quais 5 foram avaliadas e 6 não foram incluídas no estudo, 5 por terem faltado a mais de 1 encontro e 1 por estar freqüentando outro grupo de orientação familiar. Grupo 4: Foi composto por 5 pessoas, tendo sido todas avaliadas. Grupo 5: Foi composto por 9 pessoas, das quais 7 foram avaliadas e 2 não foram incluídas no estudo por terem faltado a mais de 1 encontro. Grupo 6: Foi composto por 7 pessoas, das quais 4 foram avaliadas e 3 não foram incluídas no estudo por terem faltado a mais de 1 encontro. Grupo 7: Foi composto por 16 pessoas, das quais 7 foram avaliadas e 9 não foram incluídas no estudo, 6 por terem faltado a mais de 1 encontro, 1 por desistência e 2 por estarem freqüentando outros grupos de orientação familiar. Grupo 8: Foi composto por 7 pessoas, das quais 6 foram avaliadas e 1 não foi incluída no estudo por ter faltado a mais de 1 encontro.

16 7 Tabela 1: Configuração dos 8 Grupos de Orientação Familiar do PROAD que constituíram a amostra estudada EXCLUSÃO Grupos Número de Pessoas Desistência Faltas Freqüência em outros grupos de orientação TOTAIS Total de participantes 70 Total de participantes excluídos 30 Total de participantes avaliados Instrumentos Para avaliação dos sintomas de depressão e ansiedade foram usados os seguintes instrumentos (Anexo 1): Beck Depression Inventory (Beck, Ward, Mendelson, Mock, & Erbaugh, 1961) Center for Epidemiologic Studies - Depression Scale (Radloff, 1977) Beck Anxiety Inventory (Beck, Epstein, Brown & Sterr, 1988)

17 8 Stait-Trait Anxiety Inventory (Spielberger, Gorsuch, & Lushene, 1970) Inventário de Beck para Depressão (Beck Depression Inventory - BDI) O BDI foi desenvolvido por Beck e colaboradores (1961) para avaliar a intensidade de depressão. Seus itens foram derivados de observações clínicas de pacientes deprimidos em psicoterapia e posteriormente foram selecionados aqueles sintomas que pareceram ser específicos da depressão e que encontravam ressonância com critérios diagnósticos do DSM III e da literatura sobre depressão. Segundo seus autores, o BDI revelou-se um instrumento com alta confiabilidade (0,86) e boa validade quando comparado com o diagnóstico realizado por profissionais. Pela análise não-paramétrica de Kruskal-Wallis, cada uma das 21 categorias tiveram relação significante com a pontuação total (p < 0,001). O BDI demonstrou estabilidade diagnóstica, pois as mudanças de sintomas ocorridas em um intervalo de quatro semanas no teste-reteste foram também observadas na entrevista clínica. Quanto à confiabilidade entre entrevistadores, houve concordância em 97% dos diagnósticos realizados. Segundo o Teste de Mann-Whitney, o poder de discriminação entre graus de depressão (ausência de depressão, depressão leve, moderada e grave) foi significante (p < 0,0004) e o coeficiente de correlação de Pearson entre os escores na BDI e as entrevistas clínicas foi de 0,65 (Beck et al. 1961). O BDI apresentou elevada correlação comparativamente aos resultados da escala de Hamilton (r = 0,75) (Beck & Beamesderfer, 1974). O BDI foi traduzido para o português em 1982 (Beck et al.) e validado por Gorenstein & Andrade (1996), tendo sido seu desempenho comparado com a State-Trait Anxiety Inventory (STAI) e com a escala de Hamilton, em amostras de 270 estudantes universitários, 117 pacientes ambulatoriais com síndrome do pânico e 30 pacientes psiquiátricos (ambulatoriais) com depressão. Segundo suas autoras, a consistência interna da versão para o português foi de 0,81 na amostra de estudantes e de 0,88 na amostra de pacientes deprimidos, sendo estes índices semelhantes aos observados em outros países (Gorenstein & Andrade, 1996).

18 9 O BDI discrimina indivíduos normais de deprimidos ou ansiosos (Gorenstein & Andrade, 1996) e vem sendo considerado referência padrão e uma das escalas auto-aplicadas mais comumente utilizadas para avaliação de depressão (Del Porto, 1989), inclusive em adolescentes (Bennett et al. 1997). O BDI é um instrumento estruturado, composto de 21 categorias de sintomas e atitudes, que descrevem manifestações comportamentais cognitivas afetivas e somáticas da depressão. São elas: humor, pessimismo, sentimentos de fracasso, insatisfação, sentimentos de culpa, sentimentos de punição, autodepreciação, auto-acusação, desejo de autopunição, crises de choro, irritabilidade, isolamento social, indecisão, inibição no trabalho, distúrbios do sono, fatigabilidade, perda de apetite, perda de peso, preocupação somática e perda da libido. Cada categoria contém quatro ou cinco alternativas que expressam níveis de gravidade dos sintomas depressivos. A pontuação para cada categoria, varia de zero a três, sendo zero a ausência dos sintomas depressivos e três a presença dos sintomas mais intensos. Na dependência da pontuação total, os escores de até 9 pontos significam ausência de depressão ou sintomas depressivos mínimos; de 10 a 18 pontos, depressão leve a moderada; de 19 a 29 pontos, depressão moderada a grave; e, de 30 a 63 pontos, depressão grave. Apesar de não haver um ponto de corte fixo para o diagnóstico de depressão, já que este deverá ser baseado nas características da amostra e do estudo em questão, Beck & Beamesderfer (1974) propõem que obtendo-se 21 pontos ou mais pode-se considerar a existência de depressão clinicamente significativa. A utilização de um ponto de corte mais alto implicará em maior especificidade do diagnóstico de depressão (Roithmann, 1989). Martinsen, Friss, Hoffart (1995) referem que diversas pesquisas demonstraram que o BDI discrimina pacientes com depressão maior daqueles que são distímicos e dos não deprimidos, propondo o escore 23 como ponto de corte para depressão maior CES-D (Center for Epidemiologic Studies - Depression Scale) A escala de rastreamento populacional para depressão do Centro de Estudos Epidemiológicos (CES-D) é um instrumento auto-aplicável de 20 itens

19 10 desenvolvido por Radloff em 1977 com a finalidade de detecção de sintomas depressivos em populações adultas. A escala compreende itens relacionados a humor, comportamento e percepção que foram considerados relevantes em estudos clínicos sobre depressão (Radloff, 1977). A caracterização de humor depressivo é determinada por respostas referentes a sintomas no período correspondente à semana que precede a aplicação. Grande parte da contribuição para o desenvolvimento deste instrumento adveio de outras escalas de sintomas depressivos, tais como a escala de depressão de Zung (Zung, 1965), o inventário de depressão desenvolvido por Beck (Beck et al. 1961), a escala auto-aplicável de Raskin (Raskin et al. 1967), a escala de depressão do Minesota Multiphasic Personality Inventory - MMPI (Dahlstrom and Welsh, 1960) e a escala de depressão de Gardner (Weissman, 1977). A CES-D vem sendo amplamente utilizada em estudos clínicos e populacionais (Radloff, 1977; Myers & Weissman, 1980; Roberts & Vernon, 1983; Wells et al., 1987). Os resultados destes estudos indicam considerável convergência com outras escalas de depressão e boa discriminação com relação a escalas não análogas como, por exemplo, a escala de afeto positivo de Bradburn (Weissman et al., 1977). As respostas a cada uma das questões são dadas segundo a freqüência com que cada sintoma esteve presente na semana precedente à aplicação do instrumento: "raramente ou nunca" corresponde a pontuação zero; "durante pouco ou algum tempo" corresponde a pontuação 1; "ocasionalmente ou durante um tempo moderado" corresponde a pontuação 2; e durante a maior parte do tempo ou todo o tempo" corresponde a pontuação 3. A pontuação total pode, portanto, variar entre zero e 60 (pontuação de zero a três em cada um dos vinte itens). lnicialmente, quando a CES-D era utilizada em levantamentos populacionais, 20% dos indivíduos que obtivessem as maiores pontuações eram designados como deprimidos. A validade deste ponto de corte é questionável na medida em que pressupõe 20% de prevalência de sintomatologia depressiva na população, o que pode ser de pouca relevância com referência ao diagnóstico de transtorno depressivo. Posteriormente, a avaliação do desempenho da CES-D em populações de pacientes revelou que o escore 16 era o que melhor diferenciava adultos clinicamente deprimidos daqueles sem depressão clinica. A validação do ponto de corte maior ou igual a 16 para a CES-D foi verificada através de estudos de

20 11 sensibilidade e especificidade na comparação com critérios diagnósticos estabelecidos (Wells et al, 1987). A validação da escala para o nosso meio foi feita por Dartiu Xavier da Silveira & Miguel R. Jorge (1997) Inventário de Ansiedade de Beck (Beck Anxiety Inventory) Foi desenvolvida para avaliar o rigor dos sintomas de ansiedade em pacientes deprimidos. Selecionaram-se 21 itens que refletissem somaticamente, afetivamente e cognitivamente os sintomas característicos de ansiedade mas não de depressão. Esta lista de verificação de ansiedade mostrou uma boa consistência interna (α = 0,92) e boa confiabilidade teste reteste com intervalo de uma semana r (58) = 0,75 (Beck et al., 1985). A escala consiste de 21 itens descrevendo sintomas comuns em quadros de ansiedade. Ao respondente foi perguntado o quanto ele ou ela foram incomodados por cada sintoma, durante a semana que passou, dentro de uma escala de 4 pontos, variando de 0 (não a todas) a 3 (severamente). Os itens somados resultam em escore total que pode variar de 0 a 63. A confiabilidade dos 21 itens do BAI foi avaliada em uma amostra de 160 indivíduos. A escala apresentou boa consistência interna (α = 0,92) e uma faixa de correlação de cada item com o total variando de 0,30 até 0,71 (Mediana = 0,60). Uma amostra de 83 pacientes completou o BAI duas vezes com intervalo de uma semana, sendo a correlação entre os escores de 0,75 (gl = 81). Em resumo o BAI constitui uma nova medida de ansiedade que foi cuidadosamente construída para que se evitasse confusão com depressão. Preliminarmente a validade de sustentação dos dados é conveniente para ser usada em populações psiquiátricas como um critério e como um resultado de medida. Assim, a escala fornece a pesquisadores e clínicos um conjunto de critérios seguros e válidos que podem ser usados para ajudar a diferenciar entre ansiedade e

21 12 depressão e para esclarecer resultados de pesquisa e investigações teóricas das duas síndromes Inventário de Ansiedade Traço Estado (Stait-Trait Anxiety Inventory - IDATE) Este inventário foi desenvolvido por Spielberg et al. (1970) e traduzido e validado por Biaggio & Natalício (1979) para a população brasileira. Trata-se de um questionário de auto-avaliação amplamente utilizado na monitorização de estados ansiosos (Fankhauser & German, 1987). Composto de duas escalas distintas elaboradas para medir dois conceitos de ansiedade, ou seja, estado ansioso (IDATE - Estado) e traço ansioso (IDATE -Traço). Cada escala consiste de 20 afirmações para as quais os voluntários indicam a intensidade naquele momento (IDATE Estado) ou a freqüência com que ocorrem (IDATE Traço) através de uma escala de 4 pontos (1 a 4). O escore total de cada escala varia de 20 a 80, sendo que os valores mais altos indicam maiores níveis de ansiedade. A fim de evitar a influência da tendência à aquiescência nas respostas, alguns itens são pontuados de maneira inversa, isto é, as respostas marcadas com 1, 2, 3 ou 4 recebem o valor de 4, 3, 2 ou 1 respectivamente. Na escala IDATE Estado temos 10 itens computados desta maneira (1, 2, 5, 8, 10, 11, 15, 16, 19 e 20) enquanto que na escala IDATE Traço temos 7 itens invertidos (1, 6, 7, 10, 13, 16 e 19). Os conceitos de estado e traço de ansiedade O estado de ansiedade (A-estado) é conceitualizado como um estado emocional transitório ou condição do organismo humano que é caracterizado por sentimentos desagradáveis de tensão e apreensão conscientemente percebidos e acompanhados de aumento na atividade do sistema nervoso autônomo. Escores em A - estado podem variar em intensidade e flutuar no tempo.

22 13 O traço de ansiedade (A-traço) refere-se a diferenças individuais relativamente estáveis com relação a propensão à ansiedade, isto é, as diferenças na tendência a reagir a situações percebidas como ameaçadoras com elevações de intensidade no estado de ansiedade. Como um conceito psicológico, traço de ansiedade tem as características de uma classe de construtos que Atkinson (1964) chama "motivos" e que Campbell (1963) se refere como "disposições comportamentais adquiridas". Motivos são definidos por Atkinson como disposições que permanecem latentes até que uma situação as ative. Disposições comportamentais adquiridas, de acordo com Campbell, envolvem resíduos de experiências passadas que predispõem um indivíduo tanto a ver o mundo de determinada forma quanto a manifestar reações objetivas e realísticas. Os conceitos de estado e traço de ansiedade podem ser considerados como análogos em certos aspectos à energia cinética e energia potencial em física. O estado de ansiedade, como a energia cinética, diz respeito a um processo ou reação empírica tendo lugar em um momento particular no tempo e a um nível dado de intensidade. O traço de ansiedade, como a energia potencial, indica diferenças na força de uma disposição latente para manifestar um certo tipo de reação. Enquanto a energia potencial denota diferenças entre objetos físicos na quantidade de energia cinética que pode ser libertada se excitada por uma força apropriada, o traço de ansiedade implica em diferenças entre pessoas na disposição para reagir a situações de tensão com quantidades variáveis de ansiedade. Em geral, seria de se esperar que aqueles que têm pontuações altas de A-traço demonstrariam elevações nos sinais de A-estado mais freqüentemente do que os indivíduos com pontuações baixas de A-traço uma vez que eles tendem a vivenciar uma ampla gama de situações como perigosas ou ameaçadoras. Pessoas com escores altos de A-traço também são mais propensas a responder com aumentos na intensidade da A-estado em situações que envolvem relações interpessoais que apresentam alguma ameaça à auto-estima. Descobriu-se, por exemplo, que circunstâncias em que se experimenta fracasso ou em que a suficiência pessoal é avaliada (por exemplo, fazer um teste de inteligência) são particularmente ameaçadoras para pessoas com elevado traço de ansiedade (Spence e Spence 1966; Spielberger, 1966b; Spielberger e Smith, 1966). As pessoas que diferem quanto a

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