DOENÇA DA CONTEMPORANEIDADE: DEPRESSÃO INFANTIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DOENÇA DA CONTEMPORANEIDADE: DEPRESSÃO INFANTIL"

Transcrição

1 DOENÇA DA CONTEMPORANEIDADE: DEPRESSÃO INFANTIL BORBA, Lucimar Alves de 1 RESUMO: Durante um peröodo a depressño infantil era uma doenéa sem muita importância, era algo negativo, tanto para a sociedade familiar e tambäm para a sociedade educacional para o desenvolvimento do ensino aprendizagem dentro do ambiente escolar, pois o professor tinha uma visño de que a crianéa nño apresentava interesse. Diante desta postura, o professor era visto pelo aluno como uma autoridade dentro da sociedade e a mesma atitude desenvolvida na sala de aula durante o ensino \aprendizagem, era a que usava diante do professor no seu meio social. Com isso nño existia nenhum diãlogo entre o professor e o aluno, assim a aprendizagem ocorria de forma automãtica e dolorosa, pois o aluno era visto como um ser sem autonomia para construir ou desenvolver atividades sociais ou educacionais. Na atualidade a relaéño professor \aluno ä vista de forma positiva para o ensino e aprendizagem, pois nño ä somente o aluno que, adquire conhecimento, mas tambäm o professor, pois o mesmo consegue ter uma formaéño continuada diante de sua profissño educacional. Diante dessa atual postura do professor o aluno tem uma liberdade de estar dialogando durante o desenvolvimento do processo de ensino \aprendizagem. Diante dessas mudanéas o professor hoje ä visto tambäm como um amigo, por isso, existe amizade, carinho, afetividade, respeito e uma melhor relaéño tanto educacional, quanto social. Poräm, distante de vãrias reflexåes de muitos teçricos que afirma que a relaéño professor\aluno contribui no processo de ensino \aprendizagem, ainda presenciamos muitos professores enfado em uma concepéño tradicional de educaéño. PALAVRAS-CHAVE: DepressÑo infantil, problemas no comportamento familiar INTRODUÇÃO Diante de vãrios desafios no ato de educar, surgiu entño, o interesse em realizar um estudo que pretende abordar o tema depressño infantil que nos dias atuais tornou-se uma realidade no cotidiano das crianéas, ocasionando uma dificuldade para executar vãrias tarefas diãrias, principalmente no ambiente educacional, desvalorizando suas habilidades educacionais, onde a crianéa se torna vötima direta ou indiretamente de vãrios tipos de problemas trazendo entño muitos transtornos entre educadores e educandos. Seja porque, perdeu entes queridos, ou a mesma, foi vötima por meio de abusos psicolçgicos, fösicos, numa grande maioria provocada por seus familiares mais prçximos. 1 GraduaÉÑo em pedagogia, pela Faculdade de CiÜncias Sociais Aplicadas do Vale do SÑo LourenÉo Eduvale, conclusño em Pçs GraduaÉÑo em Psicopedagoga ClÖnica Institucional. Professora da rede Estadual de Jaciara-MT. EndereÉo 1

2 Muitas sño as crianéas que se sentem indesejadas por nño terem sido planejadas por seus pais; e, ainda, hã o problema da ausüncia dos pais em razño de seus trabalhos que os mantäm muito tempo longe de suas casas e de seus filhos, os quais acabam sendo criados em creches, ou por avçs ou babãs, resultando em famölias totalmente desestruturadas, tendo seus filhos como principais vötimas de toda essa falta de estrutura: pais alcoçlatras, ausentes, desempregados. Nos dias atuais, as crianéas estño sofrendo muito com esse problema que na maioria das vezes a causa vem da prçpria famölia, problemas esse que faz com que as crianéas apresentem vãrios tipos de dificuldades de aprendizagem escolar e vivüncia social. DESENVOLVIMENTO Atä a däcada de 40 nño se admitia o fato de crianéas tornarem-se depressivas. Elas eram vistas como adultos em miniatura que nño passavam por problemas nem conflitos. O conhecimento da existüncia do estado depressivo em crianéas sç foi possövel ser descoberto atraväs de muitas anãlises psicanalötica que levou um tempo considerãvel de muitos estudos, isso trouxe vãrias possibilidades da existüncia de alteraéåes de comportamento no primeiro ano de vida, e outros que denominam a depressño analötica, depressño essa que ä causada nos primeiros dias de vida, ocorrendo em bebüs entre 6 e 12 meses deve-se a uma separaéño prolongada da mñe. Com o passar dos tempos, esta concepéño evoluiu e a crianéa passou a ser vista como um ser em desenvolvimento que apresenta conflitos internos e externos, bem como necessidades e anseios, tanto quanto um adulto. DepressÑo ä uma condiéño mädica comum, crénica e recorrente. Estã freqëentemente associada í incapacidade funcional e comprometimento da saáde fösica. Os pacientes depressivos apresentam limitaéño da sua atividade e bemestar aläm de uma maior utilizaéño de serviéos nos mais variados quadros clönicos, entre os quais: transtorno de estresse pçs-traumãtico, demüncia, esquizofrenia, alcoolismo, doenéas clönicas, etc. Entre as evidencias comportamentais observa-se retraimento social, crises de choro, comportamento suicida e outros. 2

3 O diagnçstico se dã pela presenéa de determinados sintomas que se manifestam numa certa intensidade, freqëüncia e duraéño. As crianéas sño as que mais sofrem, pois nño possuem vocabulãrio suficiente para expressar seus sentimentos. Em geral, fazem isso melhor atraväs de atitudes. E quem tem paciüncia hoje em dia para prestar atenéño em atitudes que perturbam? Quem nunca criou um rçtulo instantâneo e descartãvel para um filho ou sobrinho de comportamento irritante? Infelizmente, em alguns casos, a crise de pirraéa ou aquela agitaéño toda eram manifestaéåes de um quadro depressivo e que sño demonstrados atraväs de algumas atitudes: MudanÉas de humor significativas; DiminuiÉÑo da atividade e do interesse; Queda no rendimento escolar, perda da atenéño; Distárbios do sono; Aparecimento de condutas agressivas; Auto-depreciaÉÑo; Perda de energia fösica e mental; Queixas somãticas; Fobia escolar; Perda ou aumento de peso; CansaÉo matinal; Aumento da sensibilidade (irritaéño ou choro fãcil); Negativismo e Pessimismo; Sentimento de rejeiéño; Idäias mçrbidas sobre a vida; Enurese e encoprese (urina ou defeca na cama); Condutas anti-sociais e destrutivas; Ansiedade e hipocondria. Estima-se que a DepressÑo Infantil afete uma em cada 20 crianéas abaixo dos 10 anos de idade. O problema maior (e o grande risco) estã no fato de muitas de suas manifestaéåes serem absolutamente diferentes daquelas observadas em pessoas adultas. Pois ã casos de crianéas serem rotuladas como diföceis e maleducadas, quando, na verdade, estavam sofrendo de crises depressivas severas. E ninguäm parecia estar entendendo coisa alguma. 3

4 Segundo FILHO (2009, p. 13), muitas vezes em paciente deprimido houve afirmaéåes do tipo vocü nño tem nada ou o que vocü tem ä frescura, preguiéa, ditas atä por mädicos, que apçs ouvirem as queixas do paciente solicitam exames complementares doenéa ainda muito incompreendida. Quem jã enfrentou uma crise de depressño sabe que este ä um desafio respeitãvel, ä o mesmo que bater de frente com algo maciéo, cheio de tristezas e frustraéåes. Agora feche os olhos por um instante e tente passar por alguäm, ou seja, por alguns segundos imagine vãrias frustraéåes dentro de vocü mesmo e veja se ä possövel viver feliz assim com essa doenéa. ì exatamente este tipo de ameaéa que a DepressÑo Infantil representa uma doenéa. EntÑo, surge o trabalho do educador juntamente com o da famölia de observar as atitudes comportamentais e educacionais, buscando sempre cuidar, amar e educar as crianéas que vivem em seu meio e perceber o que realmente acontece na sua vida interna, e assim podendo evitar estes tipos de transtornos emocionais e atä mesmo espirituais. Nenhum processo depressivo grave inicia de uma hora para outra na sua inteireza. As coisas vño se construindo. Normalmente, devido a invigilância da pessoa que nño atende ãs suas necessidades auto-educativas desde o inöcio, de rebeldia em rebeldia, a depressño vai se instalando, atä se tornar grave.(cerqueira FILHO,2009 p.95) As CaracterÖsticas citadas no parãgrafo acima sño vistas muitas das vezes como se a crianéa fosse rebelde, e por isso, Professores e pais revelam dificuldades para identificar, de maneira precoce, quando uma crianéa apresenta sintomas de um processo de depressño infantil. Pois a mesma apresenta pouco rendimento escolar no processo de aprendizagem. Estes conflitos, necessidades e anseios, serem mal resolvidos, podem causar alguma seqëela negativa na formaéño da crianéa, como tambäm podem desencadear outros processos que levem í depressño infantil impedindo entño, a aprendizagem, tanto social e educacional da mesma. A obtenéño dos dados nño pode ser regida por regras prä fixadas: cada sujeito em exame representa um caminho prçprio, que deve ser descoberto e respeitado pelo terapeuta. Diferentes instrumentos fornecem elementos para pesquisa de passado, do presente e das expectativas do futuro. Por outro lado,ä indispensãvel que se utilize cada instrumento de pesquisa captando, ao mãximo- e de forma articulada -elementos na ãrea cognitiva, afetiva- social e pedagçgica.( WEISS, 2008, p. 32) 4

5 ì necessãrio conhecer e estar sempre atento ís pessoas ou atividades a que a crianéa se prende mais. Estas crianéas tüm necessidades de se sentirem envolvidas a qualquer coisa. Quanto mais tempo se mantiverem envolvidas com alguäm ou alguma coisa, mais motivadas estarño e, nño serã tño fãcil pensamentos caracterösticos ao quadro depressivo. Uma das caracterösticas mais determinantes da crianéa depressiva ä a baixa-estima. Sendo assim, ä de suma importância demonstrar confianéa em suas capacidades. Pois cada vez mais a crianéa poderã acreditar que pode fazer algo importante para si, aumentando entño, suas possibilidades de confianéa e alto estima, em sala de aula, pois o professor deve apresentar atividades de estimulo, aprovar, encorajar, alimentar, fazer com que a crianéa se sinta necessãria, presente e ativa. î aquele que elabora e aplica a sua foréa com inteligüncia, pois sabe se orientar no processo de mudanéa [ ] î alguäm que sabe onde estã e aonde quer chegar. Alia a boa intenéño do educador e o desejo de mudar, ãs dificuldades do caminho, com a direéño adequada. Com isso vai transformando todos os obstãculos do caminho, realizando cada aéño de forma gradativa e suave, (CERQUEIRA FILHO, 2009, p. 84) Atraväs desses fatos, percebe-se entño que a depressño ä uma doenéa, que consiste em vãrios distárbios emocionais, sendo possövel que esses distárbios esteja presentes antes mesmo da idade escolar. Desse modo, as palavras de CASS (1999, p.83) descrevem de maneira clara como ocorre o sintoma da depressño. [...] os sintomas da depressño variam de cada faixa etãria e tambäm de indivöduo para indivöduo. A tristeza talvez nem sempre seja o sentimento dominante. A depressño tambäm pode ser vivenciada como um sentimento de torpor ou de vazio, ou talvez sem nenhum sentimento, positivo ou negativo. ì importante ressaltar ainda, que nos dias atuais, ou seja, nesse novo mundo onde tudo ä problema diante do olhar moderno e depressivo, a depressño infantil tornou-se algo real no cotidiano das crianéas, ocasionando dificuldades para executar muitas atividades diãrias, no qual a mesma usa muitas palavras que demonstra inseguranéa pessoal nño sei, nño posso, nño quero, nño vou conseguir. 5

6 Reconhecer os sintomas depressivos nas crianéas tem sido uma tarefa diföcil para os pais e professores, dada a sua similaridade com outras dificuldades como, hiperatividade, distárbio de conduta, agressividade e indisciplina. A pesquisa mostra que a dificuldade em identificar os sintomas depressivos retarda e impede um tratamento, agravando o problema. [...] para contribuir na construéño do diagnçstico da crianéa, ä necessãrio que as pessoas que convivem com as mesmas (pais e professores) verifique seus comportamentos, pois sño importantes fontes informaéåes, como as relacionadas ao tempo da depressño como: inicio do quadro, quanto tempo passou, como os sintomas se apresentam na mädia semanal e quantos sintomas se passam no curso do dia. Um problema da interaéño dos pais na construéño do diagnçstico ä que esses podem negar informaéåes importantes ou ainda relatar informaéåes nño verdadeiras do caso. (PEREIRA e AMARAL 2007, p.193), Nos dias atuais, existem vãrias maneiras e estudos para os profissionais da educaéño estar buscando novos mätodos educacionais, pois sabemos que a maior responsabilidade de estarmos identificando esses transtornos emocionais ä dos educadores que acabam carregando nño sç os problemas educacionais, mas tambäm os sociais, assim poderño ajudar muitas crianéas e atä mesmas muitas famölias a vencer esta doenéa. A situaéño de observaéño deve ser considerada um verdadeiro processo dinâmico de aprendizagem e de interaéño, fornecendo ao observado o mãximo de motivaéño e suporte e adequando a situaéño ís suas necessidades especöficas, evitando situaéåes de insucesso ou de frustraéåes, o que poderia prejudicar ainda mais o seu estado depressivo. Diante desse objetivo, facilitarã para o educador uma transformaéño de comportamento entre a crianéa e o profissional, assim com a mudanéa de atitudes acontecerã uma melhor relaéño social entre ambos, onde o educador vai auxiliar-la no retorno a sua vida normal. Tambäm auxiliarño nas constantes interaéåes entre o observador e o observado, no caso professor. Atualmente, o objetivo da escola ä promover a aprendizagem de "todos" os seus alunos para que atuem como cidadños. O sujeito que nño aprende, nño realiza as funéåes sociais da educaéño. Quando o mesmo apresenta dificuldades de aprender, de absorver o conhecimento ou mesmo a falta de interesse de ir ao encontro do conhecimento, hã necessidade de apurar a ligaéño com a realidade, de 6

7 ver aspectos emocionais e sociais, de entender a valorizaéño do conhecimento na famölia. Diante disso, muitos educadores questionam-se quanto ao que fazer. Considerando os alunos como seres diferentes em vãrios aspectos, e aqui em especial, questño aprendizagem, ä necessãrio que haja um olhar voltado ao prçprio processo de ensino aprendizagem. Considera-se dificuldades de aprendizagem, uma resposta insuficiente do aluno a uma exigüncia ou demanda da escola. CrianÉas que freqëentam escolas com ambientes favorecidos apresentam condiéåes mais adequadas ao aprendizado. Sintetizando, aprendizagem ä um processo de construéño que se dã na interaéño permanente do aluno com o meio que o cerca, expresso inicialmente pela famölia, depois pelo acräscimo da escola, ambos permeados pela sociedade em que estño inseridos. Considerando-se as diversas causas que podem interferir no processo ensino aprendizagem, investigar o ambiente no qual a crianéa vive e a metodologia abordada nas escolas ä importante antes de traéar o enfoque terapüutico, uma vez que a crianéa pode nño apresentar o distárbio de aprendizagem, mas apenas nño se adaptar ou nño conseguir aprender como determina a metodologia utilizada pelo professor, como tambäm a carüncia de estömulos dentro de casa. Por outro lado, muitas crianéas podem nño apresentar nenhum fator externo a ela e mesmo assim nño conseguir desenvolver plenamente suas habilidades pedagçgicas. î o caso das crianéas com distárbios de aprendizagem, cujas limitaéåes intrönsecas se manifestam atraväs de däficits lingëösticos, alteraéño no processamento auditivo e outros vãrios fatores que podem prejudicar significamente o aprendizado da leitura e da escrita, aprendizagem estimulantes que facilitem esta construéño cognitiva. Assim esses comportamentos vño sendo usados como uma desvalorizaéño do eu podendo entño, exprimir-se habitualmente e se esconder das tristezas e incertezas da vida, Simåes (1999) considera que a depressño consiste em um problema de expressño internalizaste, jã que grande parte dos sintomas apresentados por alguäm deprimido sño sintomas internos, como tristezas, baixo auto- estima, faltam de valor e depressño, sendo, muitas vezes, de diföcil observaéño por outras pessoas. 7

8 Pelas caracterösticas da manifestaéño da depressño seu principal impacto ocorre na prçpria crianéa e nño nas pessoas que convivem com ela, o que por sua vez, dificulta o seu reconhecimento e o tratamento da problemãtica. Atraväs desses fatos percebe-se entño que a depressño ä uma doenéa apresentada por uma atribuiéño multifatorial para as causas dos problemas psiquiãtricos, chamado de aspecto bio-psico-social, ä bastante ilustrado na questño da crianéa que comeéa na escola. Ela traz consigo, invariavelmente, as caracterösticas de seu aspecto biolçgico, psicolçgico e social. Sob esses aspectos estudaremos as Dificuldades Escolares, considerando as alteraéåes e os distárbios em qualquer um destes aspectos. Em todas as situaéåes, sejam quais forem os conflitos, as patologias, As dificuldades, haverã sempre o Ser humano, e dentro dele, a EssÜncia Divina. Nçs trazemos em nossa consciüncia o dever de alcanéar essa EssÜncia, identificarmo-nos com ela (CERQUEIRA FILHO, 2009,p.85) Vivemos hoje em uma nova sociedade sem direéño espiritual e social, onde tudo ä possövel estar sempre buscando algo diferente, sem saber se vai ser, bom ou ruim e por isso, esquecemos ou deixamos de buscar algo maior, que seria o meu prçprio eu e tentar descobrir quem sou, onde estou e para estou indo, e assim viver em uma vida interna e externa mas tranqëila e feliz. METODOLOGIA Este estudo tem como objetivo pesquisar e refletir sobre as causas real da doenéa depressño infantil que atinge a maioria das crianéas dessa nova era social e educacional, ou seja, dentro das escolas e nas famölias. Para melhor entender o assunto foi necessãrio fazermos um embasamento teçrico em vãrios autores, que nos deu subsödio para realizar nossa pesquisa. Para efetivaéño dessa pesquisa, fizemos um trabalho bibliogrãfico onde fizemos estudos Via online, tambäm na biblioteca municipal da cidade de Jaciara, e nas Escolas Estaduais Artur Ramos e Milton da Costa Ferreira. A pesquisa bibliogrãfica [ ] Trata-se de levantamento de toda a bibliogrãfica Jã publicada, em forma de livros, revistas, publicaéåes avulsas e empresas escritas. Sua finalidade ä colocar o pesquisador em contato direto com tudo aquilo que foi escrito sobre determinado assunto com objeto de permitir ao cientista o esforéo paralelo a anãlise de suas pesquisas ou 8

9 manipulaéño de suas informaéåes [ ] (MARCONI, LAKATOS, 2006, p.43-44). Com o desenvolvimento do estudo bibliogrãfico, foi possövel termos um conhecimento com, mas clareza sobre o assunto interessado para o desenvolvimento desse trabalho. CONSIDERAÇÕES FINAIS Os transtornos depressivos sño altamente prevalentes, tendem a afetar adultos jovens e apresentam um curso episçdico ou crénico. SÑo geralmente mais comuns em mulheres e em pessoas com menores rendas e növeis de escolaridade, e estño associados a uma alta utilizaéño de serviéos de saáde. Os achados de estudos populacionais sugerem que maior atenéño deve ser dada a transtornos de severidade e duraéño menor, jã que essas condiéåes tambäm se associam í incapacidade e prejuözo social, aläm de constituörem-se em condiéåes de risco para o desenvolvimento de transtornos depressivos mais severos. Aläm do mais, sua freqëüncia na populaéño ä maior. O impacto social da depressño inclui tanto a incapacidade individual como o fardo familiar associado í doenéa. Sintomas depressivos e depressño maior sño problemas comuns e importantes em termos de saáde páblica. Os custos da assistüncia mädica, tempo de trabalho perdido, e a diminuiéño da qualidade de vida associam-se de forma clara e consistente com transtornos depressivos. Apesar de serem transtornos crénicos, os transtornos depressivos sño condiéåes tratãveis, e as opéåes terapüuticas tüm crescido enormemente nos áltimos 25 anos. Aläm disso, mesmo os sintomas menos severos de depressño sño relevantes, na medida em que sua presenéa ä associada ao desenvolvimento de outros transtornos psiquiãtricos mais severos. A alta taxa de utilizaéño de serviéos de saáde pelas pessoas sofrendo de depressño sugere que uma atenéño especial deve ser dispensada no planejamento da polötica de saáde para essas condiéåes. Pesquisas abordando a questño da depressño como um processo contönuo, baseadas na populaéño geral, podem esclarecer mais a respeito dos mecanismos etiolçgicos e protetores da depressño, e, conseqëentemente, orientar aéåes em saáde a fim de prevenir a morbidade e o sofrimento individual e familiar associado í depressño. 9

10 REFERÊNCIAS CASS, H. Erva de São João: o antidepressivo natural. TraduÉÑo: Renata Cordeiro. SÑo Paulo: Madras, FONSECA, V. da. Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Mädicas, CERQUEIRA FILHO, G. A questão social no Brasil: crötica do discurso polötico. Rio de Janeiro: CivilizaÉÑo Brasileira, 2009 PEREIRA, D. A. P.; AMARAL, V. L. A. R. do. Validade e Precisão da Escala de Avaliação de Depressão para Crianças. AvaliaÉÑo Psicolçgica, Porto Alegre, MARIA LñCIA LEMME WEISS Psicopedagogia Clínica uma visño diagnçstica dos problemas de aprendizagem escolar -13. Ed. RIO DE JANEIRO: Lamparina, 2008 MARCONI, Marina de Andrade & LAKATOS,. Metodologia do trabalho científico: procedimentos bãsicos, pesquisa bibliogrãfica, projeto e relatçrios,publicaéåes e trabalho DOENÇA DA CONTEMPORANEIDADE: DEPRESSÃO INFANTIL s cientöficos. 6ó ed.. SÑo Paulo: Atlas,

DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS

DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS GISLAINE HOSANA ARAÚJO FERNANDES SAPIENS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS exibidaboutique@gmail.com INTRODUÇÃO A escola é um ambiente onde acontecem

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS PARA A APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS PARA A APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS PARA A APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA CORDEIRO, Maria Josâ 1 SILVA, Valdinâia Nogueira da 2 RESUMO: O presente trabalho trata-se de uma revisño bibliogräfica sobre a importãncia dos

Leia mais

A INCLUSÃO DE PORTADORES COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA NO ENSINO REGULAR

A INCLUSÃO DE PORTADORES COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA NO ENSINO REGULAR A INCLUSÃO DE PORTADORES COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA NO ENSINO REGULAR BORBA, Lucimar Alves de 1 GOMES, Verânica Pereira 2 RESUMO: O estudo teve como objetivo promover uma sensibilizaéño dos profissionais

Leia mais

SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2

SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2 SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2 INTRODUÇÃO: Durante muitos anos acreditou-se que os adolescentes, assim como as crianças, não eram afetadas pela

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA DEPRESSÃO INFANTIL: CARACTERISTICAS E TRATAMENTO. CHAVES, Natália Azenha e-mail: natalya_azenha@hotmail.

CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA DEPRESSÃO INFANTIL: CARACTERISTICAS E TRATAMENTO. CHAVES, Natália Azenha e-mail: natalya_azenha@hotmail. CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA DEPRESSÃO INFANTIL: CARACTERISTICAS E TRATAMENTO CHAVES, Natália Azenha e-mail: natalya_azenha@hotmail.com RESUMO Este artigo teve como foco o termo depressão infantil, que é

Leia mais

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO Autora: Suellen Viviane Lemos Fernandes Co-autora: Maria Irene Miranda Bernardes Universidade Federal de Uberlândia suellenped65@hotmail.com Introdução O presente trabalho

Leia mais

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS Caro leitor: O objetivo principal deste Manual de Observação para o Educador: conhecendo melhor a prática profissional

Leia mais

RESGATE DE VALORES NA ESCOLA: IDENTIDADE, DISCIPLINA E AFETIVIDADE

RESGATE DE VALORES NA ESCOLA: IDENTIDADE, DISCIPLINA E AFETIVIDADE RESGATE DE VALORES NA ESCOLA: IDENTIDADE, DISCIPLINA E AFETIVIDADE LOPES, Fâbio Luis Heintze 1 PEREIRA, Gizeli Paulino 2 ARAUJO, Sämia Cristina Luquiari 3 KAPPEL, Neide Izabel Joahann 4 RESUMO: Este artigo

Leia mais

Estruturas das Sessões em TCC

Estruturas das Sessões em TCC Estruturas das Sessões em TCC Eliana Melcher Martins - Mestre em Ciências pelo Depto. de Psicobiologia da UNIFESP - Especialista em Medicina Comportamental pela UNIFESP - Psicóloga Clínica Cognitivo Comportamental

Leia mais

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

Manifeste Seus Sonhos

Manifeste Seus Sonhos Manifeste Seus Sonhos Índice Introdução... 2 Isso Funciona?... 3 A Força do Pensamento Positivo... 4 A Lei da Atração... 7 Elimine a Negatividade... 11 Afirmações... 13 Manifeste Seus Sonhos Pág. 1 Introdução

Leia mais

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio TERAPIA DO LUTO Profa. Dra. Angela Maria Alves e Souza Enfermeira-Docente-UFC o suicídio desencadeia o luto mais difícil de ser enfrentado e resolvido

Leia mais

CONHECENDO A PSICOTERAPIA

CONHECENDO A PSICOTERAPIA CONHECENDO A PSICOTERAPIA Psicólogo Emilson Lúcio da Silva CRP 12/11028 2015 INTRODUÇÃO Em algum momento da vida você já se sentiu incapaz de lidar com seus problemas? Se a resposta é sim, então você não

Leia mais

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F.

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. dos Santos A aids é ainda uma doença ameaçadora. Apesar de todos os avanços no

Leia mais

A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA

A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA 1 A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA Glória Maria Alves Ferreira Cristofolini RESUMO Sala de aula, lugar de construção do saber, de alegrias e sensibilidades. É assim que penso o verdadeiro sentido

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES.

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. Iasmini Nicoli Galter 1, Mayla Gava ¹, Henrique Tabelini ¹, Elias Terra Werner².

Leia mais

O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH

O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH Distúrbio Bipolar, também conhecido como mania e depressão, é uma desordem do cérebro que causa mudanças não previstas no estado mental da pessoa,

Leia mais

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO Mayrla Ferreira da Silva; Flávia Meira dos Santos. Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mayrlaf.silva2@gmail.com

Leia mais

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m CASO CLINICO Cliente : A. G - 21 anos - Empresa familiar - Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m Motivo da avaliação: Baixa auto estima, dificuldade em dormir, acorda várias vezes a noite. Relatou

Leia mais

TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID.

TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID. TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID. Resumo Alcenir Amorim de Sousa 1 1 Instituto Federal de educação

Leia mais

Papo com a Especialista

Papo com a Especialista Papo com a Especialista Silvie Cristina (Facebook) - Que expectativas posso ter com relação à inclusão da minha filha portadora da Síndrome de Down na Educação Infantil em escola pública? Quando colocamos

Leia mais

GESTÃO DEMOCRÁTICA EDUCACIONAL

GESTÃO DEMOCRÁTICA EDUCACIONAL GESTÃO DEMOCRÁTICA EDUCACIONAL Nanci Cunha Vilela Rost ; Amanda Carvalho ; Edimara Soares Gonçalves ; Juliane Rocha de Moraes BILAC, Faculdade de pedagogia Bilac, graduação em Pedagogia, nancirost@hotmail.com

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR

AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR SANDIM, Eva Braga 1 VILELA, Maria Cristiana da Silva 2 OLIVEIRA, Braz da Silva 3 RESUMO: Tendo em vista os desafios que o professor precisa enfrentar

Leia mais

Fundação Cardeal Cerejeira Depressão na Pessoa Idosa

Fundação Cardeal Cerejeira Depressão na Pessoa Idosa Fundação Cardeal Cerejeira Depressão na Pessoa Idosa Rui Grilo Tristeza VS Depressão A tristeza é a reacção que temos perante as perdas afectivas na nossa vida; A perda de alguém por morte é tristeza e

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA E A RECICLAGEM DO LIXO ORGÂNICO

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA E A RECICLAGEM DO LIXO ORGÂNICO A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA E A RECICLAGEM DO LIXO ORGÂNICO OLIVEIRA, Malvina da Silva 1 OLIVEIRA, Braz da Silva 2 VILELA, Maria Cristiana da Silva 3 CASTRO, Tânia Aparecida Almeida 4

Leia mais

INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO : PARA UMA BOA INFORMÁTICA EDUCATIVA, UM BOM PEDAGOGO

INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO : PARA UMA BOA INFORMÁTICA EDUCATIVA, UM BOM PEDAGOGO INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO : PARA UMA BOA INFORMÁTICA EDUCATIVA, UM BOM PEDAGOGO Jorge, A. M. UEM alinemjorge@hotmail.com Eixo Temático: Didática: Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: Não contou

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NO TRABALHO COM AUTISTAS

A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NO TRABALHO COM AUTISTAS XXII Semana de Educação da Universidade Estadual do Ceará 31 de agosto a 04 de setembro de 2015 A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Leia mais

BRINCAR É PRECISO. MARRAFON, Dâbora Luciana 1 SILVA, PatrÖcia Arruda da 2 INTRODUÇÃO

BRINCAR É PRECISO. MARRAFON, Dâbora Luciana 1 SILVA, PatrÖcia Arruda da 2 INTRODUÇÃO BRINCAR É PRECISO MARRAFON, Dâbora Luciana 1 SILVA, PatrÖcia Arruda da 2 RESUMO: Embora o brincar sempre tenha feito parte do cotidiano infantil, nem sempre foi dada a devida importäncia. Mesmo sabendo

Leia mais

ESPAÇO E TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALTERNATIVAS DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS.

ESPAÇO E TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALTERNATIVAS DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS. ESPAÇO E TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALTERNATIVAS DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS. Introdução: O presente artigo tem a pretensão de fazer uma sucinta exposição a respeito das noções de espaço e tempo trabalhados

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 NATAÇÃO E DESEMPENHO ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DE UMA EXTENSÃO DA UFG COM UMA ESCOLA PÚBLICA Poliana Siqueira Pedroza 1 Luís César de Souza 2 RESUMO Comunidade Aquática é um projeto de extensão do curso de

Leia mais

Prevenção em saúde mental

Prevenção em saúde mental Prevenção em saúde mental Treinar lideranças comunitárias e equipes de saúde para prevenir, identificar e encaminhar problemas relacionados à saúde mental. Essa é a característica principal do projeto

Leia mais

Regulamento do Plantão Psicopedagógico FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE VISCONDE DO RIO BRANCO

Regulamento do Plantão Psicopedagógico FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE VISCONDE DO RIO BRANCO Regulamento do Plantão Psicopedagógico FUNDAÇÃO FUPAC FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE VISCONDE DO RIO BRANCO 2011 Regulamento do Plantão Psicopedagógico da Faculdade Presidente Antônio Carlos de

Leia mais

Comorbidades que podem estar associadas a Dislexia (TDA/TDAH)

Comorbidades que podem estar associadas a Dislexia (TDA/TDAH) Comorbidades que podem estar associadas a Dislexia (TDA/TDAH) Por Ana Luiza Borba Psicóloga e Especialista em Psicopedagogia O aluno com distúrbio de aprendizagem (DA), possui, no plano educacional, um

Leia mais

A importância da família no processo de educar

A importância da família no processo de educar A importância da família no processo de educar A mim me dá pena e preocupação quando convivo com famílias que experimentam a tirania da liberdade em que as crianças podem tudo: gritam, riscam as paredes,

Leia mais

A ENERGIA MENTAL E O PROCESSO SAÚDE/DOENÇA. www.espiritizar.com.br

A ENERGIA MENTAL E O PROCESSO SAÚDE/DOENÇA. www.espiritizar.com.br A ENERGIA MENTAL E O PROCESSO SAÚDE/DOENÇA A ENERGIA MENTAL E O PROCESSO SAÚDE/DOENÇA Meditando sobre a essência e o significado de ser um Espírito imortal em evolução: Feche os olhos e entre em contato

Leia mais

A mobilização de conhecimentos matemáticos no ensino de Física

A mobilização de conhecimentos matemáticos no ensino de Física Cintia Ap. Bento dos Santos Universidade Cruzeiro do Sul Brasil cintiabento@ig.com.br Edda Curi Universidade Cruzeiro do Sul Brasil edda.curi@cruzeirodosul.edu.br Resumo Este artigo apresenta um recorte

Leia mais

Psicose pós-parto. A psicose pós-parto é um quadro de depressão pós-parto mais grave e mais acentuado, pois na psicose pós-parto existe o

Psicose pós-parto. A psicose pós-parto é um quadro de depressão pós-parto mais grave e mais acentuado, pois na psicose pós-parto existe o Psicose pós-parto Pode ir desde uma leve tristeza que desaparece com o passar dos dias até um grau mais grave de depressão onde é necessária uma rápida intervenção médica. Este estágio é chamado de psicose

Leia mais

PREVENIR PRECOCEMENTE A VIOLÊNCIA E O FRACASSO ESCOLAR. Professor Maurice BERGER (Hospital Universitário Saint Etienne, França)

PREVENIR PRECOCEMENTE A VIOLÊNCIA E O FRACASSO ESCOLAR. Professor Maurice BERGER (Hospital Universitário Saint Etienne, França) PREVENIR PRECOCEMENTE A VIOLÊNCIA E O FRACASSO ESCOLAR Professor Maurice BERGER (Hospital Universitário Saint Etienne, França) 1 Trinta anos de experiência num serviço de psiquiatria infantil especializado

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E AS DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FORTALEZA

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E AS DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FORTALEZA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E AS DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FORTALEZA Gabriela de Aguiar Carvalho, UFC Orientadora: Maria José Costa dos Santos, UFC INTRODUÇÃO

Leia mais

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo 2013 Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo Ana Fonseca, Bárbara Nazaré e Maria Cristina Canavarro Pontos de interesse especiais: Porque

Leia mais

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA RESUMO José Jorge de Sousa; Francisco Aureliano Vidal Instituto Federal de Educação,

Leia mais

Objetivos Gerais. Psicólogo. Paciente. tratamento

Objetivos Gerais. Psicólogo. Paciente. tratamento Terapia Cognitivo-Comportamental Avaliação Inicial 1ª. Sessão Eliana Melcher Martins Doutoranda em Ciências pelo depto.psiquiatria da UNIFESP Mestre em Ciências pelo depto de Psicobiologia da UNIFESP Especialista

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO

DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO E- BOOK GRATUITO Olá amigo (a), A depressão é um tema bem complexo, mas que vêm sendo melhor esclarecido à cada dia sobre seu tratamento e alívio. Quase todos os dias novas

Leia mais

PRINCIPAIS DIFICULDADES ENFRENTADAS PELOS PROFESSORES DE QUÍMICA DO CEIPEV. E CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA SUPERÁ-LAS.

PRINCIPAIS DIFICULDADES ENFRENTADAS PELOS PROFESSORES DE QUÍMICA DO CEIPEV. E CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA SUPERÁ-LAS. PRINCIPAIS DIFICULDADES ENFRENTADAS PELOS PROFESSORES DE QUÍMICA DO CEIPEV. E CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA SUPERÁ-LAS. Fernanda Gabriely Andrade 1 Lindeberg Ventura de Sousa 2 Antônio Gautier Falconiere

Leia mais

A Saúde mental é componente chave de uma vida saudável.

A Saúde mental é componente chave de uma vida saudável. Transtornos mentais: Desafiando os Preconceitos Durante séculos as pessoas com sofrimento mental foram afastadas do resto da sociedade, algumas vezes encarcerados, em condições precárias, sem direito a

Leia mais

O ENFERMEIRO NO PROCESSO DE TRANSPLANTE RENAL

O ENFERMEIRO NO PROCESSO DE TRANSPLANTE RENAL O ENFERMEIRO NO PROCESSO DE TRANSPLANTE RENAL RIBAS, Ana C. -UFPR-GEMSA anacarolinaribas@gmail.com Resumo Nos dias atuais, o papel do enfermeiro nas unidades hospitalares deixou de ser apenas assistencial.

Leia mais

Caminhos para a aprendizagem

Caminhos para a aprendizagem Page 1 of 5 Home Comunicação pessoal Educação Tecnologias na Educação Educação a distância Identidade Caminhos para a aprendizagem inovadora José Manuel Moran Especialista em projetos inovadores na educação

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM Kelly Cristina Sabadin kellysabadin@hotmail.com RESUMO A avaliação da aprendizagem escolar se faz presente em todas as instituições de ensino. É o tema mais

Leia mais

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: rosangelauepb@gmail.com ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: provalmir@mail.com Desde

Leia mais

INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM

INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM Andreza Magda da Silva Dantas Escola.E.E.M.Fc. Sá Cavalcante Paulista PB andreza_magda@hotmail.com Introdução Zelga Dantas de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA Tamara Nomura NOZAWA 1 Telma Lúcia Aglio GARCIA 2 Edmárcia Fidelis ROCHA

Leia mais

COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Reflexão sobre aspectos da rotina nas creches e pré-escolas, tomando com motivação os desenhos de Francesco Tonucci e buscando apoio em alguns trabalhos teóricos significativos

Leia mais

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO?

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO? DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO? 1. O que é Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo? Deficiência intelectual ou atraso cognitivo é um termo que se usa quando uma pessoa apresenta certas

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 Resumo Claudenici Aparecida Medeiros da Silva Universidade Federal do Pará Campus de Marabá Pólo de Canaã dos Carajás nici_medeiros@hotmail.com

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

Palavras-chaves: Formação de professores; Estágio Supervisionado; Reflexão sobre a prátida; Escrita docente; Diários de aula.

Palavras-chaves: Formação de professores; Estágio Supervisionado; Reflexão sobre a prátida; Escrita docente; Diários de aula. DIÁRIOS DE AULA ONLINE: ANÁLISE DE UM DISPOSITIVO DE FORMAÇÃO DOCENTE NA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA Jane Bittencourt 1 Alice Stephanie Tapia Sartori 2 Resumo Esse trabalho tem como foco a formação inicial

Leia mais

Tratado do Paris contra o câncer

Tratado do Paris contra o câncer Tratado do Paris contra o câncer portugais portuguese 71 72 Profundamente pertubados pelas repercussões importantes e universais do câncer sobre a vida humana, o sofrimento humano, e sobre a produtividade

Leia mais

CURA ESPIRITUAL DA DEPRESSÃO

CURA ESPIRITUAL DA DEPRESSÃO CURA ESPIRITUAL DA DEPRESSÃO DEPRESSÃO E SUICÍDIO DEPRESSÃO E SUICÍDIO Há uma conexão direta entre a depressão e o suicídio. O suicídio é o auge do estado de rebeldia que a criatura pode se entregar.

Leia mais

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Unidade I Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Introdução A disciplina Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil tem o objetivo de provocar reflexões

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

www.ree.org.br Sobre as curas espirituais IEEWFM, 7 de maio de 2013

www.ree.org.br Sobre as curas espirituais IEEWFM, 7 de maio de 2013 Sobre as curas espirituais IEEWFM, 7 de maio de 2013 O diálogo a seguir envolve dois assuntos de grande interesse geral: a proteção oferecida pelos espíritos frente às diferentes situações a que somos

Leia mais

SENTIMENTOS DE USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS LÍCITAS E ILÍCITAS: PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO

SENTIMENTOS DE USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS LÍCITAS E ILÍCITAS: PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO SENTIMENTOS DE USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS LÍCITAS E ILÍCITAS: PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO Terezinha Possa 1 Solânia Durman 2 INTRODUÇÃO: Este é um trabalho monográfico do Curso de Especialização em Saúde

Leia mais

Como planejar a sua carreira profissional

Como planejar a sua carreira profissional 1 Como planejar a sua carreira profissional Normalmente, as crises e os momentos difíceis pelos quais todos nós vivenciamos, são excelentes momentos para repensarmos as nossas decisões e ações. Talvez

Leia mais

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO.

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. PEDROZA, Poliana Siqueira 1 LUIZ, Angela Rodrigues 2 SOUZA, Luís César de 3 PALAVRAS-CHAVE: natação, atividades aquáticas,

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Acupuntura: a escuta das dores subjetivas

Acupuntura: a escuta das dores subjetivas 38 Acupuntura: a escuta das dores subjetivas Simone Spadafora A maior longevidade expõe os seres vivos por mais tempo aos fatores de risco, resultando em maior possibilidade de desencadeamento de doenças

Leia mais

Website:www.luckesi.com.br / e-mail:contato@luckesi.com.br

Website:www.luckesi.com.br / e-mail:contato@luckesi.com.br ENTREVISTA À REVISTA NOVA ESCOLA SOBRE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM (Esta entrevista subsidiou matéria que saiu na Revista Nova Escola de novembro de 2001) 1. O sr. considera as provas e exames instrumentos

Leia mais

Dislexia: Como Suspeitar e Identificar Precocemente o Transtorno na Escola

Dislexia: Como Suspeitar e Identificar Precocemente o Transtorno na Escola Dislexia: Como Suspeitar e Identificar Precocemente o Transtorno na Escola Autor: Telma Pantano Data: 30/12/2009 Releitura realizada por Lana Bianchi e Vera Lucia Mietto. A identificação precoce de um

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ALUNO COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA NO ENSINO REGULAR

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ALUNO COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA NO ENSINO REGULAR EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ALUNO COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA NO ENSINO REGULAR Autoras: Natália Aparecida DAL ZOT, Rafaela Alice HORN, Neusa MARTINI Identificação autores: Acadêmica do Curso de Matemática-Licenciatura

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA.

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. Rosângela de Fátima Cavalcante França* Universidade Federal de Mato Grosso do Sul RESUMO Este texto apresenta de forma resumida

Leia mais

Curso sobre a EFT. (a acupuntura emocional sem agulhas) e os princípios da Psicologia Energética

Curso sobre a EFT. (a acupuntura emocional sem agulhas) e os princípios da Psicologia Energética Curso sobre a EFT (a acupuntura emocional sem agulhas) e os princípios da Psicologia Energética Curso com certificado, credenciado pela AAMET (Association of Advancement of Meridian Techniques www.aamet.org)

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

Como lidar com alunos com necessidades especiais?

Como lidar com alunos com necessidades especiais? Como lidar com alunos com necessidades especiais? Ao decorrer deste e-book gratuito, você verá 26 dicas incríveis para aprimorar o seu relacionamento em sala de aula com alunos que possuem necessidades

Leia mais

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014. DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo: MACHADO, Diana dos Santos 1 Ifes - Campus Cachoeiro de Itapemirim

Leia mais

Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO

Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO 15.1 Como se Preparar para as Entrevistas É absolutamente essencial treinar-se para as entrevistas. Se você não praticar, poderá cometer todos os tipos

Leia mais

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Albertina Marília Alves Guedes¹ Elisa Angélica Alves Guedes² Maria Nizete de Menezes Gomes

Leia mais

APÊNDICE. Planejando a mudança. O kit correto

APÊNDICE. Planejando a mudança. O kit correto APÊNDICE Planejando a mudança No capítulo 11, trabalhamos o estabelecimento de um objetivo claro para a mudança. Agora, você está repleto de ideias e intenções, além de uma série de estratégias de mudança

Leia mais

Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados

Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados Desenvolva e amplie sua autoestima Por que falar de autoestima? Trabalho como terapeuta há 10 anos, período em que pude testemunhar e acompanhar muitos clientes. Qualquer que fosse o motivo pelo qual as

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DE CATAGUASES - FIC /UNIS CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL

FACULDADES INTEGRADAS DE CATAGUASES - FIC /UNIS CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL FACULDADES INTEGRADAS DE CATAGUASES - FIC /UNIS CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: INCLUIR E SER INCLUÍDO PARA TRANSFORMAR A SOCIEDADE

Leia mais

HISTÓRIA E PERSPECTIVAS DE VIDA DE ALCOOLISTAS

HISTÓRIA E PERSPECTIVAS DE VIDA DE ALCOOLISTAS HISTÓRIA E PERSPECTIVAS DE VIDA DE ALCOOLISTAS Jéssica Molina Quessada * Mariana Caroline Brancalhão Guerra* Renata Caroline Barros Garcia* Simone Taís Andrade Guizelini* Prof. Dr. João Juliani ** RESUMO:

Leia mais

Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS

Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS Graziela Silva do Nascimento Discente do curso de Enfermagem da UFPB. E-mail: graziela_nascimento_@hotmail.com

Leia mais

A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA

A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA 1 A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA José Fernando de Freitas RESUMO Os doentes têm uma relação especial com suas doenças. A mente diz que quer se curar, mas, na realidade,

Leia mais

A Música No Processo De Aprendizagem

A Música No Processo De Aprendizagem A Música No Processo De Aprendizagem Autora: Jéssica Antonia Schumann (FCSGN) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: O presente trabalho tem por objetivo investigar sobre a importância em

Leia mais

Avaliação-Pibid-Metas

Avaliação-Pibid-Metas Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda

Leia mais

A IMPORTÄNCIA DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÅÇO NA ADMINISTRAÅÇO PÉBLICA ESTUDO DE CASO NO MUNICÖPIO DE JACIARA-MT

A IMPORTÄNCIA DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÅÇO NA ADMINISTRAÅÇO PÉBLICA ESTUDO DE CASO NO MUNICÖPIO DE JACIARA-MT A IMPORTÄNCIA DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÅÇO NA ADMINISTRAÅÇO PÉBLICA ESTUDO DE CASO NO MUNICÖPIO DE JACIARA-MT JESUS, Esdras Warley Nunes de 1 SANTOS,, Herlones Wuilles dos 2 GAVILAN, Jálio Câsar

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA NO ESTÁGIO Monica Isabel

Leia mais

O PETIANO E O RETORNO AS COMUNIDADES POPULARES: COMPARTILHAMENTO ENTRE SABERES POPULARES E ACADÊMICOS NO ESPAÇO DE PRÉ-UNIVERSITÁRIOS POPULARES

O PETIANO E O RETORNO AS COMUNIDADES POPULARES: COMPARTILHAMENTO ENTRE SABERES POPULARES E ACADÊMICOS NO ESPAÇO DE PRÉ-UNIVERSITÁRIOS POPULARES O PETIANO E O RETORNO AS COMUNIDADES POPULARES: COMPARTILHAMENTO ENTRE SABERES POPULARES E ACADÊMICOS NO ESPAÇO DE PRÉ-UNIVERSITÁRIOS POPULARES TIERRE OTIZ ANCHIETA 1 MÔNICA HEITLING 2 TAINAN SILVA DO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR Introdução OBERJAN ROCHA KOZAN FABIANA LEIFELD RAFAEL TRENTIN SCREMIN FACULDADE SANT ANA, PONTA GROSSA/ PARANÁ/ BRASIL oberjan_15@hotmail.com O objeto de

Leia mais

TERAPIA OCUPACIONAL CONSTRUINDO POSSIBILIDADES PARA DIVERSÃO E SOCIALIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA EM PARQUES INFANTIS

TERAPIA OCUPACIONAL CONSTRUINDO POSSIBILIDADES PARA DIVERSÃO E SOCIALIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA EM PARQUES INFANTIS TERAPIA OCUPACIONAL CONSTRUINDO POSSIBILIDADES PARA DIVERSÃO E SOCIALIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA EM PARQUES INFANTIS Karina Félix de Vilhena Santoro¹, Cláudia Franco Monteiro² ¹Universidade

Leia mais

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Por que a criança de seis anos no ensino fundamental? Porque, pelo que entendi, em minha vida inteirinha, para umas coisas serei grande, para outras, pequenininha.

Leia mais