MATEUS ESTEVAM MEDEIROS COSTA

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1 1 UNIVERSIDADE POTIGUAR UNP PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO MATEUS ESTEVAM MEDEIROS COSTA AS DETERIORAÇÕES MENORES EM SAÚDE MENTAL E A SÍNDROME DE BURNOUT ENTRE AGENTES PENITENCIÁRIOS DE UNIDADES PRISIONAIS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Natal-RN 2013

2 2 MATEUS ESTEVAM MEDEIROS COSTA AS DETERIORAÇÕES MENORES EM SAÚDE MENTAL E A SÍNDROME DE BURNOUT ENTRE AGENTES PENITENCIÁRIOS DE UNIDADES PRISIONAIS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Dissertação submetida para apreciação do Programa de Pós-Graduação em Administração-PPGA, da Universidade Potiguar, como requisito obrigatório para a obtenção do título de Mestre em Administração, na área de concentração Gestão Estratégica de Pessoas. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Fernanda Fernandes Gurgel Natal-RN 2013

3 3 Medeiros-Costa, Mateus Estevam. AS DETERIORAÇÕES MENORES EM SAÚDE MENTAL E A SÍNDROME DE BURNOUT ENTRE AGENTES PENITENCIÁRIOS DE UNIDADES PRISIONAIS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE / Mateus Estevam Medeiros Costa. Natal, )f. Orientador: Fernanda Fernandes Gurgel AS DETERIORAÇÕES MENORES EM SAÚDE MENTAL E A SÍNDROME DE BURNOUT ENTRE AGENTES PENITENCIÁRIOS DE UNIDADES PRISIONAIS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE (Mestrado Profissional em Administração). Universidade Potiguar. Pró-Reitoria Acadêmica Núcleo de Pós-Graduação. Bibliografia: (Qtd. de Folhas da referência )f. 1. Saúde Mental 2. Síndrome de Burnout. 3. Agente Penitenciário.

4 4 MATEUS ESTEVAM MEDEIROS COSTA AS DETERIORAÇÕES MENORES EM SAÚDE MENTAL E A SÍNDROME DE BURNOUT ENTRE AGENTES PENITENCIÁRIOS DE UNIDADES PRISIONAIS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Dissertação submetida para apreciação do Programa de Pós-Graduação em Administração-PPGA, da Universidade Potiguar, como requisito obrigatório para a obtenção do título de Mestre em Administração, na área de concentração Gestão Estratégica de Pessoas. Data de aprovação: / / BANCA EXAMINADORA Prof.ª Dr.ª Fernanda Fernandes Gurgel Universidade Potiguar UnP Presidente (Orientador) Prof. Dr. Walid Abbas El-Aouar Universidade Potiguar UnP Examinador Interno Prof. Dr.ª Denise Pereira do Rêgo Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN Examinador Externo

5 5 AGRADECIMENTOS Ao Divino por toda força concebida, por toda misericórdia alcançada. Aos seres de luz que rodeiam e me trazem força diária. A Dona Izabel, minha mãe, uma preta usar, guerreira, que me ensinou os verdadeiros ensinamentos da vida para bem viver. Ao Seu Joel, meu pai, homem de índole impar. Obrigado por todas as palavras de força e carinho. As minhas irmãs, Jeanine e Jeane, por todo amor e carinho dedicado a mim. Ao Tchêsco, meu companheiro de jornada, sem o seu amparo este trabalho não seria concluído. Obrigado por todo amor e paciência tida para comigo. A minha orientadora Fernanda Fernandes Gurgel por toda paciência e delicadeza nestes dois anos. Obrigado por acreditar de início no meu trabalho. Aos meus amigos e professores do PPGA por todo o conhecimento adquirido em sala. Em especial as amigas Aurineide e Samara pelas ligações, recados e carinho devotado. Vocês estão no meu coração! A Glícia, secretária do PPGA por toda delicadeza e profissionalismo presentes no seu trabalho. Muito obrigado pelo sorriso sempre presente ao nos receber. Aos amigos do GEST, por todo conhecimento proporcionado. Em especial quero agradecer as amigas Juliana, Alda e Sâmid. A professora Denise Pereira Rêgo, por toda contribuição adquirida nestes últimos anos juntamente com a linha gbet.

6 6 Eu sou apenas um rapaz Latino-Americano Sem dinheiro no banco Sem parentes importantes E vindo do interior (Belchior)...Um homem se humilha Se castram seu sonho Seu sonho é sua vida E vida é trabalho E sem o seu trabalho Um homem não tem honra E sem a sua honra Se morre, se mata Não dá pra ser feliz Não dá pra ser feliz. (Gonzaguinha) Nós explicamos a natureza, mas compreendemos a vida mental. (Dilthey) I heard somebody say: "The older the grape, Sweeter the wine, sweeter the wine. Oh, my love is like a seed [ ] It's growing stronger day by day, yeah, That's the price you've got to pay. (Janis Joplin)

7 7 MEDEIROS-COSTA, M. E. AS DETERIORAÇÕES MENORES EM SAÚDE MENTAL E A SÍNDROME DE BURNOUT ENTRE AGENTES PENITENCIÁRIOS DE UNIDADES PRISIONAIS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE. Dissertação (Mestrado em Administração) Universidade Potiguar. Natal, RESUMO Os efeitos do trabalho na saúde mental e o crescimento do número de adoecimento psíquico oriundo do trabalho estão sendo alvo de debate e reflexões por diversos pesquisadores. Dentre estas altercações, a literatura aponta a possível relação existente entre as Deteriorações Menores em Saúde Mental e a Síndrome de Burnout. De tal modo, este estudo tem como objetivo investigar a relação existente entre estes dois constructos Deteriorações Menores em Saúde Mental e a Síndrome de Burnout elegendo como participantes os Agentes de Segurança Penitenciária de três Unidades Penais do Estado do Rio Grande do Norte. Para tanto, fez-se necessário à realização da discussão acerca dos conceitos, aportes técnicos e teóricos que norteiam a saúde mental e a Síndrome Burnout. A presente investigação se caracteriza como um estudo de cunho transversal, descritivo e quantitativo. Os instrumentos utilizados neste estudo foram um Questionário Sociodemográfico, o Questionário de Saúde Geral desenvolvido por Goldberg (1972), versão de 12 itens e a Escala de Caracterização do Burnout de Tamayo e Tróccoli (2009). A análise estatística, presente no estudo se caracteriza como descritiva, no entanto, para a inferência dos dois constructos investigados aplicou-se percentis, frequência por intervalo e análise de cluster, já para relacionar as deteriorações em saúde mental e o burnout, aplicou-se o r de Pearson. A amostra do estudo corresponde a 61 sujeitos, no universo de 83 agentes. Os resultados indicam a predominância do sexo masculino, em sua maioria casados, com a idade entre 24 a 53 anos, trabalhando cerca 48 horas semanais. Os principais resultados revelam que mais da metade da amostra se encontra tensa, contudo a saúde mental está preservada para a maioria. Os resultados apurados também apontam que, ainda não existindo um número significativo de sujeitos acometidos pela Síndrome de Burnout, metade da amostra encontra-se no nível baixo-moderado da síndrome. Salienta-se que um terço da população investigada já apresenta falência em pelo menos uma das três dimensões. Conclui-se que o ambiente de trabalho pode ter um impacto na saúde mental do agente, suscitando sintomas depressivos e o surgimento da Síndrome de Burnout. Aconselha-se assim a introdução de programas sólidos de gestão, que visem o bem-estar do trabalhador, utilizando uma abordagem intervencionista. Palavras-chave: Saúde Mental. Síndrome de Burnout. Agente de Segurança Penitenciária.

8 8 MEDEIROS-COSTA, M. E. DETERIORATION MINORS IN MENTAL HEALTH AND BURNOUT SYNDROME AMONG CORRECTIONAL OFFICERS DETENTION UNIT OF THE STATE OF RIO GRANDE DO NORTE. Dissertation (Master in Management) - Universidade Potiguar. Natal, ABSTRACT The assignment of the effects of work on mental health and growth of psychic illnesses arising from work are under discussion and reflections by several researchers, among these altercations, the literature indicates a possible relation between Deteriorations Minor Mental Health and Burnout Syndrome. So, this study aims to investigate the relationship between these two constructs - Deteriorations Minor Mental Health and Burnout Syndrome - chosen as the subjects participating Agents Security Penitentiary three Units Criminal State of Rio Grande do Norte. Therefore, it was necessary to carry out the discussion of concepts, technical and theoretical contributions of the topic in question. This research is characterized as a study of cross stamp, descriptive and quantitative. The instruments undertaken in this study was a Sociodemographic Questionnaire, the General Health Questionnaire developed by Goldberg (1972) version of 12 items and Scale Characterization of Burnout and Tróccoli Tamayo (2009). Answers were entered in the form of database SPSS (Statistical Package for Social Science for Windows), through which he acted with the statistical analyzes. The sample corresponds to 61 agents, 83 agents in the universe. The results of this study emerges a predominantly male, mostly married, aged between years, working about 48 hours a week. The main results show that more than half of the sample is strained, but mental health is preserved for most. The results obtained also show that, even in the absence of a significant number of subjects affected by burnout, half of the sample is in the low - moderate syndrome. It is noted that one third of the population has already investigated failure in at least one of the three dimensions. Is finalized, the work environment can have an impact on the mental health of the agent, posing depressive symptoms and the onset of burnout syndrome. Advises thus introducing solids management programs, aimed at the welfare of the worker, using an interventionist approach. Keywords: Mental Health. Burnout Syndrome. Agent Security Penitentiary.

9 9 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Fatores individuais (características de personalidade) associados a índices mais baixos da Síndrome de Burnout Tabela 2 Fatores individuais (características de personalidade) associados a índices elevados da Síndrome de Burnout Tabela 3 Distribuição amostral dos agentes penitenciários Tabela 4 Descrição da Escala de Caracterização do Burnout (ECB) Tabela 5 Confiabilidade das escalas para amostra Tabela 6 Idade média e tempo de serviço da amostra (dados intervalares) Tabela 7 Dados sociodemográficos e características da profissão (Dados nominais) Tabela 8 Escore mínimos e máximos, média da distribuição e desvio-padrão nos fatores das Deteriorações Menores em Saúde Mental (QSG-12) Tabela 9 Comparação entre escores dos fatores do QSG-12 de acordo com o sexo Tabela 10 Comparação entre escores dos fatores do QSG-12 de acordo com o estado civil Tabela 11 Comparação entre escores dos fatores do QSG-12 de acordo com o tipo de atividade desenvolvida Tabela 12 Comparação entre escores dos fatores do QSG-12 e as Unidades Penais Tabela 13 Percentis na distribuição dos participantes da amostra segundo os escores nos fatores do QSG Tabela 14 Frequência por intervalo dos participantes da amostra segundo os escores nos fatores do QSG Tabela 15 Análise de Cluster que combina níveis Baixo, Médio e Alto das Deteriorações Menores em Saúde Mental Tabela 16 Escore mínimos e máximos, média da distribuição e desvio-padrão das dimensões do burnout (ECB) Tabela 17 Comparação entre escores das dimensões da ECB de acordo com o sexo Tabela 18 Comparação entre escores das dimensões da ECB de acordo com o estado civil Tabela 19 Comparação entre escores das dimensões da ECB de acordo com o tipo de atividade desenvolvida... 79

10 10 Tabela 20 Comparação entre escores das dimensões da ECB e as Unidades Penais Tabela 21 Percentis na distribuição dos participantes da amostra segundo os escores das dimensões da ECB Tabela 22 Frequência por intervalo dos participantes da amostra segundo os escores das dimensões da ECB Tabela 23 Análise de Cluster que combina níveis Baixo, Médio da Síndrome de Burnout Tabela 24 Análise de Cluster que combina níveis Baixo, Médio e Alto da Síndrome de Burnout Tabela 25 Análise de Cluster que combina níveis Médio e Alto da Síndrome de Burnout Tabela 26 Correlações entre as Deteriorações Menores em Saúde Mental e a Síndrome de Burnout... 84

11 11 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Publicações que tiveram maior repercussão em Saúde Mental e Trabalho a partir de Quadro 2 Instrumentos de pesquisa versus objetivos - geral e específicos - sua relação com as variáveis analíticas e o tipo de análise estatística... 63

12 12 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Dispositivo dinâmico de três polos Figura 2 Modelo de Freudenberger (1974) Figura 3 Modelo de Leiter (1993) Figura 4 Modelo estrutural do burnout - Maslach e Jackson (1994) Figura 5 Modelo de Gil-Monte (2005)... 52

13 13 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ASP Agentes de Segurança Penitenciária ECB Escala de Caracterização do Burnout QSG-12 Questionário de Saúde Geral SM&T Saúde Mental e Trabalho

14 14 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO E PROBLEMA Questões de pesquisa OBJETIVOS JUSTIFICATIVA ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO DA SAÚDE MENTAL A SÍNDROME DE BURNOUT: UM BREVE PASSEIO PELA LITERATURA ACERCA DOS CONCEITOS, DOS ABORTES TÉCNICOS E TEÓRICOS DOS DOIS CONSTRUCTOS SAÚDE MENTAL E TRABALHO CLÍNICAS DO TRABALHO Psicodinâmina do trabalho Clínica da Atividade Ergologia Psicologia Social Clínica TEORIAS DO ESTRESSE ABORDAGEM EPIDEMIOLÓGICA PSICOSSOCIOLOGIA SÍNDROME DE BURNOUT CARACTERIZAÇÃO DOS APORTES TEÓRICOS DO ESTUDO PROCEDIMENTO METODOLÓGICO TIPO DE PESQUISA UNIVERSO E AMOSTRA PROCESSO DE COLETA E INSTRUMENTOS VARIÁVEIS DO ESTUDO TRATAMENTO DOS DADOS CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE DA PESQUISA RESULTADOS E DISCUSSÃO ANÁLISES DESCRITIVAS... 68

15 Análises Sociodemográficas e características do trabalho Indícios das Deteriorações Menores em Saúde Mental ASP Indícios das Síndrome de Burnout nos ASP Relações entre as Deteriorações Menores em Saúde Mental e a Síndrome de Burnout CONCLUSÀO REFERÊNCIAS ANEXOS

16 16 1. INTRODUÇÃO Na contemporaneidade, o trabalho ocupa um lugar de grande relevância na vida dos indivíduos, tornando-se mediador na concretização das relações sociais, além de cumprir com seu papel na manutenção da subsistência. O trabalho vem se configurando como atividade fundamental na construção da subjetividade. Esta afirmação é visível na obra elaborada por Freud (1930), o trabalho é exposto como uma atividade tão importante quanto o amor, já que amar e trabalhar estão inclusos na construção da saúde e bem-estar psíquico do indivíduo. Pelo amor temos a capacidade de reproduzir é pelo trabalho que produzimos dando continuidade a nossa existência. Mendes e Marrone (2002, p. 27), pontuam que o ato de produzir permite um reconhecimento de si próprio como alguém que existe e tem importância para a existência do outro, transformando o trabalho em um meio para a estruturação psíquica do homem. Brito (2005) fundamentada no pensamento marxista, caracteriza o trabalho como: a afinidade do indivíduo com o produto do seu trabalho como objeto alheio ao trabalhador e tendo poder sobre ele; para a autora a relação do trabalho com o ato de produção dentro do trabalho, como exercício voltado contra o trabalhador, tornando o trabalho alheio ao trabalhador, transformando o prazer em sofrimento, à força em fraqueza, a procriação em emasculação e a energia vital do homem num exercício voltado contra si próprio. A concepção do trabalho passou por muitas mudanças em seu contexto histórico social. Algumas civilizações passadas, como a grega, por exemplo, destinavam o trabalho braçal à classe inferior composta de escravos e mulheres. Eram destinadas a estes, atividades de manutenção das cidades salientando que naquela época não ter um escravo transmitia pobreza. Apenas quatro em cada dez cidadãos de pleno direito, que se dedicavam à política, à filosofia, à ginástica e a poesia, materialmente, vivam à custa dos outros a quem eram relegadas todas as atividades de natureza e de serviço. (DE MAIS, 2000). A palavra trabalho, por sua vez, se origina do latim tripalium, o qual era um instrumento de tortura constituído por três pontas afiadas. Com esta ideia, o judaísmo-cristão acreditava que o trabalho era uma forma que Deus encontrou para punir o homem: do suor do seu rosto comerás o teu pão. Para as seitas romanas do século XI ao XIV, o trabalho era tido como atividade penosa. Mas foi na reforma protestante que o trabalho foi exaltado, sendo o caminho para a salvação. Mais tarde Max Weber chamou a ética protestante de espírito do capitalismo. (ALBORNOZ, 1992).

17 17 Borges (1998), embasada nas contribuições trazidas por alguns autores como Albornoz (1992), Brief e Nord (1990), além da Equipe MOW (1987), enfatiza que o termo trabalho exerce uma plurivariedade, comportando inúmeras concepções enquanto categoria das ciências humanas e sociais. Um marco notório foi a passagem de uma economia baseada na comercialização de produtos manufaturados à industrialização, em que exigiu um grande crescimento econômico e tecnológico. Por outro lado, estavam as condições precárias de trabalho que os operários eram submetidos. Não se pode, diante de tal quadro, falar em saúde em relação à classe operária do século XIX. É preciso antes assegurar a subsistência, independentemente da doença, a luta pela saúde nessa época identificou-se como a luta pela sobrevivência: onde viver para o operário é não morrer (DEJOURS, 1992). É correto mencionar em meio a esta discussão que um trabalho sem suporte, minado de condições precárias, é incapaz de elucidar uma qualidade de vida satisfatória para seus trabalhadores. Entretanto, numerosas investigações epidemiológicas apresentam que não só o trabalho é imprescindível, no entanto as condições em que este se configura, como um aspecto decisivo no que concerne a maneira como se processa o agir, bem como na qualidade do que é produzido, afetando, ainda, à saúde (física, psíquica e social) dos trabalhadores (RÊGO, 2008). O trabalho que não se tem um suporte organizacional e nem boas condições propicia o surgimento de doenças associadas ao contexto laboral, trazendo, consequentemente, um custo financeiro e social ao sistema de saúde. Em dezembro de 2006 foi promulgada a recente da Lei , que estabelece o nexo epidemiológico causal entre certas doenças classificadas sendo endêmicas para determinadas ocupações, só vem esclarecer a inevitável preocupação com aos aspectos jurídicos e trabalhistas abarcados nessa questão. Para Rêgo (2008) uma das discussões mais abordadas na contemporaneidade são os reflexos originados pelo trabalho e, suas consequências à saúde e bem-estar do trabalhador. Para esta autora o bem-estar é o resultado da interação das características do empregado com o ambiente de trabalho, sendo que as exigências do trabalho excedem as habilidades do empregado para enfrentá-las, prejudicando a sua qualidade de vida dentro e fora do trabalho. Uma das respostas a estas manifestações são os transtornos de deteriorações menores em saúde mental e a Síndrome de Burnout ocasionados pela natureza destes trabalhos. Diante do que foi exposto, acredita-se que os Agentes de Segurança Penitenciária (ASP) se expõem a

18 18 fatores estressantes constantemente que, se persistirem, pode levar ao surgimento de deteriorações menores em saúde mental ou até mesmo a Síndrome de Burnout. 1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO E PROBLEMA Ao longo da história, o mundo do trabalho atravessou profundas mudanças que influenciaram na maneira de se ver e fazer o trabalho. Um marco notório foi à passagem de uma economia baseada na comercialização de produtos manufaturados à industrialização, onde existiu um grande crescimento econômico e tecnológico. Por outro lado estavam as condições precárias de trabalho em que os operários eram colocados. Durante muito tempo, a saúde do trabalhador foi negligenciada. A partir da promulgação da Constituição Federal, em 1988, essa realidade começa a sofrer mudanças, pois a mesma estabelece a ampliação do atendimento do SUS e a intervenção nas causas do adoecimento, inclusive, nos ambientes de trabalho (MUROFUSE, 2004). As transformações complexas do trabalho surgem como fonte causadora de tensão e sobrecarga física e psíquica, prejudicando relações profissionais e interpessoais, com deterioração crescente da qualidade de vida nos diversos âmbitos do trabalho humano (DEJOURS, 1992). Portanto, a saúde e a doença são processos dinâmicos, estreitamente entrelaçados com os modos de desenvolvimento produtivo da humanidade em determinado momento histórico. Assim, a forma de inserção dos homens, mulheres e crianças nos espaços de trabalho contribui para formas específicas de adoecer e morrer (BRASIL, 2002). As ações implicadas no ato de trabalhar podem atingir o corpo dos trabalhadores, produzindo disfunções e lesões biológicas, mas também reações psíquicas, desencadeando processos psicopatológicos. Foi durante a década de 1960 que fatores não biológicos, como meio ambiente, fatores sócio demográficos, condições de vida e fatores de experiência passam a ser considerados para entender os processos de saúde e doença mental. A partir desta nova análise, para além do paradigma biomédico, concentram-se os avanços sobre as questões que envolvem o fenômeno saúde mental (BARBOSA, 2001). Seguindo este pensamento, é necessário lembrar que até meados de 1970, a expressão condições de trabalho era usada para se referir objetivamente aos aspectos físicos e ambientais do local de trabalho (gases tóxicos, ruídos, luminosidade, poluentes, temperatura,

19 19 esforço físico). Após esse período, apesar de existir consentimento, são apresentadas definições mais amplas incluindo dimensões psicossociais (emprego, salários, relações interpessoais e proatividade) e, frequentemente, se incluem nas pesquisas fatores físicos de trabalho, tempo, controle e sistema de incentivos, dentre outros, como determinantes centrais do bem-estar psicológico (ÁLVARO; GARRIDO, 2006). Segundo Barbosa (2008, p. 114) todas essas alterações produzidas no mercado laboral têm surgido como resultado da flexibilização do trabalho e começam a atingir objetivamente e subjetivamente os trabalhadores. Altera-se então o enfoque dos estudos, pelo fato de não mais ser viável estudar as condições de trabalho exclusivamente em termos de objetividade, e sim pela interação entre a objetividade e a subjetividade. Cabe esclarecer que a questão da Saúde Mental e Trabalho (SM&T) classifica-se, ultimamente, como um campo relativamente novo e a abordagem teórica, aqui empreendida, compõe um dos caminhos possíveis para a articulação e desenvolvimento da temática aqui estudada. Qualifica-se como uma abordagem que abarca o trabalho como um fenômeno sócio histórico, com maneiras de realização distintas e uma multiplicidade de significados que variam ao longo da vida, segundo os conhecimentos, as influências dos modos de organização social e as relações de produção. Sendo assim, o trabalho constitui um elemento primário no processo de construção do sujeito e funciona como uma unidade estruturadora do psiquismo humano (GIL-MONTE; PEIRÓ, 1997; BORGES, 1998; BORGES et. al.; 2002; ARGOLO; BORGES, 2002; PAIVA, 2005; BORGES; ARGOLO; BAKER, 2006; BORGES; BARBOSA, 2007; BARBOSA, 2008). De maneira objetiva, o que a abordagem psicossociológica acredita é que, para se compreender o bem-estar psicológico dos indivíduos é preciso que se compreenda a relação do homem com o seu trabalho (CODO; SORATTO; VASQUEZ-MENEZES, 2004). Neste sentido, Barbosa (2008, p. 42), coloca que o movimento em que o homem estabelece relações com o seu trabalho, o sentido originário do trabalho como elemento estruturante do psiquismo é, ao mesmo tempo, fonte de prazer e sofrimento dependendo das condições e formas em que o trabalho é executado. Portanto, quando o homem não encontra sentido naquilo que produz e avalia suas condições de trabalho desfavoráveis, ele atribui significado negativo ao trabalho. O trabalho, desta maneira, passa a ser visto como uma permanente fonte causadora de tensões que pode levá-lo ao padecimento psíquico, caso não sejam encontrados meios de eliminar as tensões acumuladas. Tal perspectiva de análise encontra-se presente em várias publicações como as de Maslach e Leiter (1999), Maslach, Schaufeli e Leiter (2001), Maslach (2005), Gianise (2004)

20 20 e Tamayo, Argolo e Borges (2005) onde estes pesquisadores debatem a Síndrome de Buronut, fenômeno também estudado nesta dissertação. Tamayo e Tróccoli (2002) indicam que o estado atual das pesquisas sobre o assunto aponta para uma necessidade de maior investimento em estudos que examinam a potencialidade de variáveis que influenciam no vínculo que o profissional tem com a organização, bem como sua satisfação com as tarefas exercidas. Já na visão de Benevides- Pereira (2003), é possível identificar inúmeras comunicações científicas e alguns artigos publicados sobre Burnout no Brasil, mas a produção nacional ainda é incipiente comparada com a internacional. Por outro lado, a grande maioria das pesquisas brasileiras que tomam o Burnout como fenômeno tem se restringindo as ocupações ligadas à área da saúde e educação, esquecendo-se das ocupações ligadas à manutenção e prestação da segurança pública como os policiais e agentes penitenciários (MEDEIROS-COSTA et. al. 2012). Maslach e Leiter (1999) nos anos 90, alertaram que a Síndrome de Buronut não se restringi a profissões ligadas à saúde e à educação. A partir de então a síndrome, passa a ser considerado um fenômeno que afeta praticamente todas as profissões, tendo em vista que quase todas possuem algum tipo de contato interpessoal. Maslach e Jackson (1977, apud Benevides-Pereira, 2002), encontraram em seus estudos variáveis socioambientais como coadjuvantes no processo de burnout, se acenando a alguns comportamentos específicos do profissional em relação ao seu trabalho. As evidências de estudos já realizados apontam que o burnout está associado a profissões de serviço, que exijam cuidados e atenção de terceiros. Nesta perspectiva, toma-se como referência o conceito adotado por Maslach & Jackson (1986), segundo os quais é um problema que atinge profissionais de serviço, principalmente àqueles voltados para atividades de cuidado com outros, no qual a oferta do cuidado ou serviço frequentemente ocorre em situações de mudanças emocionais. Ajudar outras pessoas sempre foi reconhecido como objetivo nobre, mas apenas recentemente tem sido dada atenção para os custos emocionais da realização do objetivo. O exercício destas profissões implica uma relação com o cliente permeada de ambiguidades, como conviver com a tênue distinção entre envolver-se profissional e não pessoalmente na ajuda ao outro (CODO, 2002). Sendo assim, a presente pesquisa elegeu os agentes penitenciários como objeto de estudo, ressaltando que estes profissionais, hipoteticamente, são inseridos em um ambiente de trabalho estressante que poderá levar ao surgimento da Síndrome de Burnout ou até mesmo dos transtornos mentais comuns e como bem coloca Aluja (1997), depressão, ansiedade e os

21 21 transtornos somatoformes são considerados os principais rebates psicológicos à síndrome de burnout. Já o cárcere é um local onde coabitam dezenas, centenas e milhares de pessoas, desprovidas de assistência, sem nenhuma separação, em absurda ociosidade. Normalmente, é um local úmido, infecto, onde inúmeras pessoas vivem compartilhando de um mesmo espaço, em celas coletivas, por onde transitam livremente ratos e baratas e a falta de água e luz é rotineira (LEAL, 2001). De acordo com Silva (2008) o mundo penitenciário é feito de coerências e incoerências; circunspeto por junções e conflitos. É um mundo visivelmente rígido, mas que necessita ser reafirmado, reconstruído a cada novo instante. É um mundo relacional em constante construção. Já o trabalho dos ASP exige destes profissionais uma relação direta com os detentos. Como bem advoga Thompson (2002), os ASP e presos convivem em uma área adstrita, admitindo com naturalidade às intimidades de ambas as partes. Tal visibilidade promove, uma relação de amizade e cuidado entre os agentes e presos. Na instituição do Projeto de Lei nº 405 do Programa de Saúde Mental dos ASP, Pereira (2001), relata que os agentes penitenciários convivem com uma situação ambivalente, fruto de suas atribuições e do fato de serem os trabalhadores que têm o contato mais próximo com os presos, o que não deixa de gerar alguma intimidade. Esta situação conflituosa pode determinar o aparecimento de doenças e transtornos mentais e emocionais. Estima-se que 10% de todo o efetivo da Secretaria da Administração Penitenciária, afastou-se de suas funções no ano de 1998, em decorrência de distúrbios dessa natureza. A condição de trabalho em que os ASP estão inseridos os tornam desabonáveis em alguns contextos extra-muros, estes profissionais são propensos a outro tipo de estigma decorrente de psicopatologias do trabalho, tais como: insônia, nervosismo, depressão, estresse, paranoia, dependências químicas. Além disso, passam a ser exprobrados pelos próprios colegas de profissão, pelos quais passam a ser chamados, pejorativamente, de xaropes, beberrões ou gardenal (SILVEIRA, 2009). Não diferente, Vasconcelos (2000) destaca o medo, anseio, insegurança, agressividade como fatores presentes nas relações que esses trabalhadores mantêm no âmbito doméstico, indicando uma falta de repouso do papel de agente, que invade a casa e o mundo, o dentro e o fora, o antes e o depois do trabalho. Para Silveira (2009), os ASP estão coibidos ao penoso exercício de (con)vivência na sociedade dos cativos, necessitando entender e apreender muito rapidamente a dinâmica da prisão para fins de manutenção da ordem. Precisam aprender a pensar como o preso,

22 22 trabalhando preso com o preso, o que não se faz sem um enorme custo psíquico e identitário. A procura da compreensão acerca do trabalho do agente penitenciário e das condições que estes profissionais são submetidos, o seguinte problema de pesquisa a ser solucionado: qual a relação existente entre as Deteriorações Menores em Saúde Mental e a Síndrome de Burnout nos agentes penitenciários do Estado do Rio Grande do Norte? Questões de pesquisa A condução da pesquisa esta galgada em algumas questões que servem de subsídio quanto aos resultados alcançados. Estas questões são apresentadas a seguir: - Qual é o perfil sociodemográfico dos agentes penitenciários? - Qual a prevalência das Deteriorações Menores em Saúde Mental (deterioração de autoeficácia e tensão emocional e depressão) nos agentes penitenciários? - Existem diferenças no que se refere ao perfil sociodemográfico (gênero, estado civil e a tipologia de atividade desenvolvida) e as Deteriorações Menores em Saúde Mental nos agentes penitenciários? - Qual a prevalência da Síndrome de Burnout (exaustão, desumanização ou decepção no trabalho) nos agentes penitenciários? - Existem diferenças no que se refere ao perfil sociodemográfico (gênero, estado civil e a tipologia de atividade desenvolvida) e a Síndrome de Burnout nos agentes penitenciários? 1.2 OBJETIVOS - Geral Investigar a relação existente entre as Deteriorações Menores em Saúde Mental e a Síndrome de Burnout nos agentes penitenciários do Estado do Rio Grande do Norte.

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