EDITAL N. 11 /2013. Este edital entrará em vigor a partir desta data, revogando os dispositivos anteriores. Curitiba, 15 de abril de 2013

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1 GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ Reconhecida pelo Decreto Governamental n.º de 01/08/72 e Portaria n.º de 13/11/90, Ministério da Educação CURITIBA - PARANÁ EDITAL N. 11 /2013 Regulamenta as atividades e funções relativas aos Estágios dos cursos de licenciatura e os previstos nos cursos de bacharelado a partir da resolução 010/2009. A Coordenação do Curso de Cinema e Vídeo no uso de suas atribuições, RESOLVE tornar público o anexo I a resolução 010/2009 CD/FAP, de que regulamenta as atividades e funções relativas aos Estágios dos cursos de licenciatura e os previstos nos cursos de bacharelado. Este edital entrará em vigor a partir desta data, revogando os dispositivos anteriores Curitiba, 15 de abril de 2013 Prof. Dr. Acir Dias da Silva Coordenador do Curso de Cinema e Vídeo Portaria nº43/2012 FAP

2 ANEXO I RESOLUÇÃO N 010/2009 CD/FAP, de Regulamenta as atividades e funções relativas aos Estágios dos cursos de licenciatura e os previstos nos cursos de bacharelado. CAPÍTULO I CONCEPÇÃO E OBJETIVOS Art. 1º - Os estágios realizados na Faculdade de Artes do Paraná - FAP serão de prática profissional e/ou prática de ensino na área para os cursos de bacharelado e de prática de ensino para os cursos de licenciatura. Art. 2º - O estágio é um ato educativo e um processo interdisciplinar que visa proporcionar ao aluno espaços de experiência e de criação de alternativas à sua formação profissional. Art. 3º - Os estágios têm como objetivos: I proporcionar ao aluno a observação e o estudo de campos de atuação potenciais, além da atuação supervisionada pelo professor da disciplina responsável pelo estágio; II oportunizar experiência acadêmico-profissional; III possibilitar que alunos e professores articulem conhecimentos teóricos com experiências práticas; IV propiciar a alunos e professores a possibilidade de validar e/ou revisar as teorias estudadas; V possibilitar aos professores avaliar a adequação do currículo vigente às necessidades sociais e às demandas do mercado de trabalho; VI Oportunizar à comunidade o retorno social investido na instituição de ensino superior IES, através de novos conhecimentos e práticas específicas aplicadas pelos alunos nos estágios, de acordo com as linguagens de seus cursos. CAPÍTULO II DA CLASSIFICAÇÃO E RELAÇÕES DE ESTÁGIO Art. 4º - O estágio, no âmbito da FAP, poderá ser obrigatório ou não obrigatório, obedecendo as seguintes características: I Estágio Obrigatório: é o estágio previsto no currículo dos cursos, de caráter obrigatório, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma, podendo para o curso de bacharelado em Cinema e Vídeo ser cumprido já a partir do primeiro período; II Estágio não-obrigatório: é o estágio desenvolvido como atividade opcional, realizado por iniciativa e local de interesse do aluno, com

3 aprovação e supervisão da IES, sem limite de carga horária ou ementas específicas, não podendo coincidir com horários de aula. 1º - Os estágios obrigatórios serão regidos por esta Resolução e determinados por regulamento próprio. 2º - Os alunos que exerçam atividade docente regular na educação básica poderão ter redução da carga horária do estágio obrigatório dos cursos de licenciatura até no máximo de 200 (duzentas) horas conforme a resolução CNE/CP 2002, desde que a sua experiência seja validada pelo professor responsável e deferida pelo Departamento ao qual está vinculado. 3º - O estágio não-obrigatório poderá ser validado como Atividade Complementar (AC) desde que seja protocolado nas datas previstas no calendário acadêmico e validado pelo Colegiado do Curso. Art. 5º - Os estágios de que trata esta Resolução não criam vínculo empregatício de qualquer natureza, observados os seguintes requisitos: I matrícula e freqüência regular do estudante no curso; II celebração de termo de compromisso entre o estudante, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino; III compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de compromisso. 1º - O estágio deverá ter acompanhamento efetivo da IES e por supervisor da parte concedente, comprovada com vistos no registro de freqüência do estágio do estudante e no relatório de final de estágio. CAPÍTULO III DOS CAMPOS DE ESTÁGIO Art. 6º - A FAP considera como campo de estágio qualquer instituição pública, privada ou comunitária que desenvolva atividades relacionadas às habilitações específicas de cada curso. Art. 7º - O campo de estágio será indicado pelo professor orientador de estágio dentre as instituições cadastradas junto à COORDENAÇÃO GERAL DE ESTÁGIO da FAP ou o mesmo indicará o cadastro de novas instituições. 1º - É facultado a FAP celebrar Termo de Convênio com as instituições concedentes de estágio, no qual se explicite o processo educativo compreendido nas atividades abrangidas pelo estágio. 2º - A FAP e a instituição concedente de estágio podem, a seu critério, recorrer a serviços de agentes de integração públicos e privados, mediante condições acordadas em instrumento jurídico apropriado. CAPÍTULO IV DA ORIENTAÇÃO DOS ESTÁGIOS

4 Art. 8º - A orientação dos estágios obrigatórios será feita pelo professor da disciplina que abriga o estágio dos cursos de bacharelado e licenciatura. Parágrafo único o acompanhamento dos estágios não obrigatórios será de competência da Coordenação Central de Estágios da FAP. Art. 9º - A carga horária para orientação dos estágios curriculares obrigatórios será determinada por regulamento de estágio de cada curso. Art. 10º - Cada orientador de estágio poderá ter sob sua responsabilidade um máximo de 15 (quinze) alunos-estagiários, salvo exceções aprovadas no departamento ao qual o professor orientador está vinculado. Art. 11º - compete ao professor orientador de estágio obrigatório: I Orientar os alunos quanto aos campos de estágios; II Orientar os alunos sobre a estrutura, funcionamento, organização e as normas de estágio; III Apresentar e acompanhar os alunos durante o estágio e orientá-los em todas as fases do mesmo (observação, planejamento, execução e avaliação); IV Orientar o aluno quanto à elaboração do relatório final de cada estágio; V Encaminhar à Coordenação Geral de Estágio o anexo II - Registro de Freqüência de Estágio do aluno devidamente preenchido, bem como seu relatório final de estágio. CAPÍTULO V DA COORDENAÇÃO GERAL DE ESTÁGIO Art. 12º - A Coordenação Geral de Estágio está vinculada à Coordenadoria de Ensino da FAP e será administrada pelo coordenador de estágio da FAP. Art. 13º - A coordenação de estágio é considerada atividade de ensino constante no Regimento da FAP. Art. 14º - Compete à administração da Coordenação Geral de Estágio: I estabelecer contato com os campos de estágio em articulação com os professores orientadores de estágio; II Providenciar o Termo de Convênio com entidades-campo de estágio e os respectivos termos de compromisso assinados pelas partes envolvidas; III Encaminhar oficialmente aos professores orientadores os campos de estágio conveniados; IV Manter bancos de estágio atualizados;

5 V Arquivar a documentação referente aos convênios e aos estágios; VI - Acompanhar a execução das atividades de estágio junto aos coordenadores de cursos; VII Apresentar relatório anual dos estágios curriculares realizados nos diversos cursos da FAP. Parágrafo único O supervisor da parte concedente do estágio acompanhará a realização de estágio assinando o relatório final de estágio do estudante e vistando na alínea correspondente do registro de freqüência do estudante. CAPÍTULO VI DO ACOMPANHAMENTO E DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO Art. 15º - O processo de acompanhamento e avaliação será de responsabilidade direta do professor orientador de estágio, levando em consideração o registro de freqüência de estágio. Art. 16º - o estágio será acompanhado através de encontros e reuniões dos professores orientadores com seus respectivos alunos. Art. 17º - Na avaliação do estágio serão considerados todos os itens definidos pelo (regulamento de estágio de cada curso) envolvendo necessariamente: I A atuação do aluno no local do estágio; II A elaboração de Relatório Final do Estágio ou documento comprobatório similar. Art. 18º - Será considerado aprovado no Estágio Obrigatório o aluno que cumprir a carga horária exigida para cada estágio e obtiver média e freqüência na disciplina de acordo com a legislação em vigor. CAPÍTULO VII SUPERVISOR DE ESTÁGIO DA PARTE CONCEDENTE Art. 19º - O supervisor da parte concedente do estágio acompanhará a sua realização vistando o anexo II - Registro de Freqüência de Estágio, bem como o Relatório Final de Estágio. CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 20º - A FAP providenciará seguro contra acidentes pessoais em favor do aluno no caso dos estágios curriculares obrigatórios. Parágrafo único Nos estágios não-obrigatórios a parte concedente contratará em favor do estagiário o seguro contra acidentes pessoais cuja

6 apólice seja compatível com valores de mercado, conforme o estabelecido no termo de compromisso. Art. 21º - Os casos omissos desta Resolução serão resolvidos em primeira instância pela Coordenadoria de Ensino, ouvido o coordenador da Coordenação Geral de Estágio e professores orientadores, e em segunda instância o Conselho Departamental.

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