FACULDADE CÂNDIDO MENDES PÓS GRADIUAÇÃO EM GESTÃO DE VAREJO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE CÂNDIDO MENDES PÓS GRADIUAÇÃO EM GESTÃO DE VAREJO"

Transcrição

1 1 FACULDADE CÂNDIDO MENDES PÓS GRADIUAÇÃO EM GESTÃO DE VAREJO GERENCIAMENTO DE ESPAÇO NA LOJAS AMERICANAS ATRAVÉS DO SOFTWARE SPACEMAN DOUGLAS GOMES DIAMANTE AGLIO FACULDADE CÂNDIDO MENDES RIO DE JANEIRO (abril/2012)

2 2 GERENCIAMENTO DE ESPAÇO NAS LOJAS AMERICANAS ATRAVÉS DO SOFTWARE SPACEMAN DOUGLAS GOMES DIAMANTE AGLIO Trabalho de Conclusão de Curso de Gestão de Varejo para obtenção do título de Pós Graduação Faculdade Candido Mendes A Vez do Mestre Professor orientador: CÂNDIDO MENDES RIO DE JANEIRO (ABRIL/2012)

3 3 DEDICATÓRIA Aos meus pais, pelo carinho, apoio e credibilidade e a minha esposa e queridos filhos pela inspiração.

4 4 AGRADECIMENTOS A Deus pela vida feliz e saudável que me concede, aos professores desta instituição que contribuíram definitivamente para o meu crescimento profissional e pessoal. Agradeço muito aos grandes parceiros da Lojas Americanas, pela gentileza, paciência e confiança ao repassar conceitos e informações tão confidenciais que foram fundamentais para conclusão desse estudo.

5 5 EPÍGRAFE Quando desejar uma coisa, concentre-se apenas nela. Ninguém jamais será capaz de atingir um alvo que não consegue ver. ( Paulo Coelho )

6 6 RESUMO Este estudo é resultado de análises com dados teóricos e práticos sobre o importante conceito do gerenciamento de espaço, através de ferramentas tecnológicas que garantem resultados provenientes de coletas de dados ao melhor posicionamento e quantidade armazenada de produtos, bem como o sortimento oferecido, tanto na área de venda, quanto no estoque, a fim de adequar e otimizar o custo e operação, sempre priorizando a satisfação dos clientes.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO I GERENCIAMENTO DO ESPAÇO Origem do Conceito Gerenciamento de Espaço no Brasil Gerenciamento de Categoria Passos para fazer o Gerenciamento de Categoria Processo do Gerenciamento de Categoria Parceria entre fornecedor e varejista A exposição de produtos Merchandising Abastecimento de Gôndola Controle de Estoque Desempenho dos Produtos Ações Utilizadas Variáveis Direct Prroduct Profit DPP O Software de Gerenciamento de espaço (Spaceman) Metodologia da utilização II A UTILIZAÇÃO NAS LOJAS AMERICANAS Exposição Merchandising...39

8 8 2.3 Abastecimento Controle de Estoque Análise Custo X Benefícios IV CONCLUSÃO V REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 46

9 9 INTRODUÇÃO O gerenciamento de espaço nas redes varejistas, é um tema fascinante, que permite um estudo sob diversas diretrizes. A quantidade de itens que surgem a cada dia com diferentes tamanhos, cores, preços... são opções para todo gosto, gerando mais um benefício aos consumidores, que dispõem de sortimentos do tamanho de suas necessidades. Administrar estas variedades tem sido fator primordial para sobrevivência ou destaque de muitas redes varejistas, afinal, não há espaço físico que comporte o crescimento da oferta, muito menos, recursos para investir em tudo que é oferecido. No decorrer do trabalho, estaremos demonstrando a importância do gerenciamento de espaço, condicionado através de ferramentas tecnológicas eficazes e primordiais para que as redes atinjam suas metas e resultados. Este quadro, coloca a Loja Americana (nosso objeto de estudo), muitos passos a frente dos seus concorrentes, sendo destacada como uma empresa benchmarking nesta área.

10 10 I GERENCIAMENTO DO ESPAÇO 1.1 ORIGEM DO CONCEITO A técnica de gerenciamento de espaços no varejo surgiu nos Estados Unidos no final da década de 50. A necessidade de se fazer um gerenciamento eficiente de espaços foi motivada pelo aumento inusitado, entre 1955 e 1960, do número de itens expostos nas prateleiras dos supermercados americanos. Durante esse período, o número de itens triplicou e não houve um aumento físico proporcional de área de vendas dos supermercados. 1 Tal fato provocou uma verdadeira guerra entre fornecedores em busca de espaços. Eles queriam ter seus produtos expostos nos melhores lugares, e com uma área maior em relação aos outros. Os compradores, por sua vez, passaram a procurar formas de utilizar esses espaços como poder de barganha durante o processo de negociação. Surgiu, então, o planograma de negócios, que nada mais é do que o esquema de exposição dos produtos na gôndola. Ele funcionava como uma referência para o comprador e para o gerente de loja. Nos EUA, havia setores especializados em desenhos de gôndolas e produtos, com uso de pranchetas e outros materiais típicos de arquitetura. Várias pessoas trabalharam na confecção do planograma, pois tudo era feito manualmente, baseando-se em critérios qualitativos para a distribuição dos produtos. Entre esses critérios, podem ser destacados a estética de arrumação, sinergia com outros produtos (ex: talheres perto de pratos) e facilidade de manuseio pelo cliente (produtos maiores nas prateleiras inferiores e os menores nas superiores). O trabalho não envolvia variáveis quantitativas, como: preço, custo, lucro ou giro dos produtos. A participação nas vendas era utilizada tanto em valor quanto em número físico de unidades comercializadas. Criou-se, portanto, outro critério de exposição: o número de frentes expostas deveria ser proporcional às vendas de cada produto. Em meados da década de 70 começaram a ser utilizados recursos de informática para desenvolvimento da análise quantitativa. Mas o desenho da gôndola continuava a ser feito manualmente nas pranchetas. 1 Fonte: Manual de Gerenciamento de Espaço

11 11 Já no início da década de 80 surgiram programas de microcomputadores voltados especificamente para análise de gerenciamento de espaços. Estes sistemas reuniam a análise qualitativa, ao permitirem a visualização da gôndola, e a análise quantitativa, criando cenários e verificando a sensibilidade das variáveis econômicas. 1.2 GERENCIAMENTO DE ESPAÇO NO BRASIL O gerenciamento de espaços passou a ser percebido como uma importante ferramenta para o varejo brasileiro em meados da década de 80. Essa mudança de cultura pode ser atribuída principalmente à ação de redes varejistas multinacionais, que trouxeram novas técnicas de administração para o setor, ainda na década de 70. Mas os efeitos dessa nova cultura gerencial passaram a ser sentidos somente na década seguinte. Poucas empresas no Brasil possuem critérios bem definidos para a exposição de produtos, tendo como base a expectativa de venda. Uma rede em especial, o Wall Mart, trabalha com espaços modulares, ou seja, destina um espaço padrão a cada categoria de produto tendo como referência a expectativa de vendas. O número de empresas que gerencia estoques tende a crescer com a acirrada competição do mercado, e também pela queda da inflação, pois até algum tempo as redes varejistas investiam no mercado financeiro antes de pagar os fornecedores, e tinham um ganho financeiro elevado. Atualmente esta prática vem diminuindo significativamente com forte tendência a acabar, por uma tendência quase natural, vinda da necessidade dos fornecedores em receber e a perda da força das redes pela falta de recurso financeiro para estocagem de mercadorias (que era sua principal força na negociação). A técnica de gerenciamento de espaços deverá ser facilitada e ampliada com o uso das informações geradas pela introdução da informática no setor comercial: é crescente o número de empresas que está operando com caixas informatizados, dotados de terminais de ponto-devenda (PDVs) e scanners (leitores ópticos de código de barras). Em 1991, a rede de supermercados Sonae (atual Sonae), a maior do Paraná, foi uma das primeiras a implantar a leitura de código de barras nos check-outs, e a adotar o software Spaceman, para gerenciamento de espaço nas gôndolas. As Lojas Americanas, automatizou-as na vanguarda (PDVs) e na retaguarda (recebimento de mercadorias/pedidos) para entre outras coisas, obter um controle eficiente

12 12 sobre seu estoque, comprar de acordo com os planos de gerenciamento de espaço, por terem sus espaços muito reduzidos que revistos e supervisionados trimestralmente. O software Spaceman é um programa desenvolvido pela Nielsen Marketing Research. Este software distribui os produtos nas gôndolas em função do desempenho de vendas dos produtos, fazendo com que os itens de baixa venda e baixa rentabilidade percam espaço na gôndola. Com mais de cópias vendidas em diversos países, o software Spaceman é usado por grandes organizações varejistas e fabricantes, como a Wal- Mart Stores, Kmart Corporation, Colgate Palmolive, Lojas Americanas, Gessy Lever, Procter & Gamble, Sonae. Fazendo mais com menos: Os atacadistas têm investido pesadamente em tecnologia, incluindo a leitura de código de barras, depósitos totalmente automatizados, troca eletrônica de dados e tecnologia de informação avançada (Kotler, 2000) Ao comprar esse programa, o mais utilizado dos programas de gerenciamento de espaço, está incluso todo o serviço de consultoria sobre a estrutura de funcionamento. Isto abrange o pessoal necessário, rotinas e a realização dos primeiros resultados, que em média surgem em 4 meses. Entre as vantagens a principal seria aumento do retorno sobre investimento, uma vez que se pode definir corretamente o mix de produtos, evitando os dias fora de estoque dos produtos que mais vendem, diminuindo ou até interrompendo a compra dos que dão prejuízo. É possível também diminuir os investimentos em estoque, encontrando o nível ideal entre os estoques e as vendas. O instituto de Pesquisa Nielsen estima que existem no país estabelecimentos comerciais, dos quais apenas a minoria (430 estabelecimento) 2 dispõe de tecnologia de automação comercial. O que deixa uma grande margem de oportunidade de negócios nesta área. 2 Fonte: Revista Exame O Comércio está pondo a mão no bolso

13 13 Existem dois critérios importantes no gerenciamento de espaço: o qualitativo e o quantitativo. O critério qualitativo se refere ao gerenciamento de espaço por tipo de exposição, merchandising e garantias de abastecimentos. Já o quantitativo está pautado nas variáveis econômicas, tais como: lucro e custo de estoque. Os varejistas do Brasil utilizam, em sua maioria, critérios qualitativos de gerenciamento de espaços: desenham planogramas com base apenas em aspectos subjetivos de exposição de produtos. Isto se deve à falta generalizada de informações no setor. É comum o profissional do varejo avaliar seu desempenho pelo lucro que obteve, porém esta é uma medida de eficiência, e não eficácia. Mesmo existindo lucro na operação comercial, o custo do estoque pode tornar o negócio pouco atrativo. E este risco é real, e muito maior em economias como a brasileira. A queda da inflação reduziu a pós o ganho financeiro e tornou óbvia a necessidade de administrar melhor o próprio negócio. É importante ressaltar que a atividade de gerenciamento de espaços está integrada a três funções principais do varejo: Compra; Exposição; Venda. Infelizmente, o gerenciamento de espaço ainda é uma ferramenta pouco difundida no Brasil. Não se tem ainda a exata noção do valor que ele pode agregar às empresas de um modo geral. No Brasil, atualmente, os fornecedores que se utilizam de técnicas de gerenciamento de espaço são 3 : PROCTER & GAMBLE CERAS JOHNSON COLGATE PALMOLIVE ALCAN LEVER NABISCO COCA COLA listadas abaixo 4 : No setor varejista, as empresas que implementaram estas técnicas são as WALLMART PÃO DE AÇÚCAR

14 14 SONAE LOJAS EMPÓRIO MARTINS DROGASIL DEMETERCO Nas Lojas Americanas, estes conceitos foram implementados através do projeto piloto do software Spaceman, envolvendo inicialmente um número restrito de departamentos da companhia e duas lojas como laboratório (filiais; Barra Shopping e Ipanema). 1.3 GERENCIAMENTO DE CATEGORIA O gerenciamento de espaço se apresenta como ferramenta básica para outros estudos que vêm tomando força no varejo internacional: o gerenciamento de categoria se caracteriza como processo de categorias como unidades de negócio entre distribuidores, varejo, fornecedor, indústria, gerando incremento nos resultados do negócio, tendo como foco principal agregar valor ao consumidor com foco no sistema de parceria e troca de conhecimentos. No relacionamento tradicional: Relacionamento Tradicional Varejista Foco na compra e venda Negociação através da compra menos os descontos Fornecedor Figura 1.1: Relacionamento fornecedor/varejista sem o gerenciamento de categoria. 3 Fonte fornecida pela Nielsen Brasil 4 Fonte fornecida pela Nielsen Brasil

15 15 No gerenciamento de categorias: Gerenciamento de Categorias Varejista Foco no consumidor Fornecedor Parceria Figura 1.2: Relacionamento fornecedor/varejista sem o gerenciamento de categoria. O varejo internacional trabalha com o gerenciamento de categorias há algum tempo. Este conceito já faz parte desse mercado desde o início da década de 90. No Brasil, o gerenciamento de categorias começa a tomar fôlego, principalmente através de projetos de parcerias entre fornecedores e varejista, e espera-se que até o final da década ele já seja uma realidade brasileira. Esta nova forma de pensar se caracteriza por uma ruptura completa com a antiga forma de pensar do varejo: A gerência de uma empresa deve levar em conta a categoria de um produto e no que ele tem participação do mercado. A posição dos concorrentes é fundamental às suas decisões; Todos os processos de melhoria desenvolvidos devem ter como alvo atender às expectativas do consumidor; As decisões mais importantes da empresa passam a ter dados como base, diferente do que ocorria anteriormente onde o feeling era o fator dominante; O varejista passa a encarar seu fornecedor como seu parceiro, e não mais adere ao princípio de que em qualquer negociação onde um setor obtenha vantagens, obrigatoriamente o outro está perdendo. Atualmente, o varejo e os fabricantes vislumbram relações em que os dois setores obtenham vantagens em negociações; Como o foco principal passou a ser o consumidor, é natural que a venda se torne o processo mais valorizado.

16 16 Em geral, uma categoria é um sortimento de itens que o cliente visualiza como substitutos aceitáveis um dos outros (Levy/Weitz, 2000) Outros benefícios gerados pelo gerenciamento de categoria: Maior retorno sobre investimento, na medida em que as compras das mercadorias sofrem uma análise muito mais criteriosa, com base em vários dados (ex.: participação de mercado); Melhora das margens, determinando de forma mais eficiente decisões de variedade, preço, promoção e de merchandising; Efetivamente defender-se do aumento da concorrência, de outras classes do varejo. Estabelecer vantagem competitiva; Acrescentar categorias que realmente proporcionem maior variedade e aumento de vendas; Integrar os esforços de marketing do fornecedor ao do varejista para obter melhores indicadores de desempenho. O gerenciamento de espaço se converte em ferramenta importante do gerenciamento de categorias, quando ele atua de forma a equilibrar o mix de produtos na gôndola, fazendo com que a exposição de mercadorias seja coerente com fatores que, porventura, sejam importantes estrategicamente para a empresa. Esses fatores vão de histórico de vendas do item a rentabilidade dos itens e previsão de vendas PASSOS PARA FAZER O GERENCIAMENTO DE CATEGORIA É necessário adotar algumas estratégias para que se possa fazer o gerenciamento de categoria. Vejamos a seguir o modelo: Consumidor / Cliente Quais são os clientes-alvo? (Ex: sócio demográfico, perfil de estilo de vida) Quais são os mercados-alvo? (Ex: área geográfica)

17 17 Atacadista: Quais são meus clientes-alvo? (Ex: pequeno varejo, restaurantes) Produto / Serviço Quais os produtos/serviços que serão oferecidos? Ex: ( n o de categorias, profundidade de produtos/categorias) Quais os níveis de qualidade? (Ex: frescor, marcas líderes, produtos premium) Atividades Principais ( core ) Estratégia de abastecimento? (Ex: busca de fornecedores, procedimento de compra) Qual a estratégia de distribuição? (Ex: armazenagem, transporte) Qual a estratégia de marketing? (Ex: promoção, preço, variedade, departamentalização) Qual a estratégia de serviço a clientes? (Ex: auto-serviço, serviço) Atividades de apoio Qual a estratégia de sistemas de informação? (Ex: EDI, scanning) Qual a estratégia contábil financeira? (Ex: investimentos) Recursos Humanos Qual a estratégia de sistemas de informação? (Ex: recrutamento, treinamento, remuneração) Relações de parceria fornecedor/varejista? Qual a estratégia do relacionamento (Ex: abrangência da parceria entre fornecedor/varejista)

18 PROCESSO DO GERENCIAMENTO DE CATEGORIA Vejamos abaixo: O processo de gerenciamento de categoria acontece através de várias etapas. 1) DEFINIÇÃO DA CATEGORIA 2) PAPEL DA CATEGORIA 3) AVALIAÇÃO DA CATEGORIA 4) OBJETIVOS DA CATEGORIA Mensurar; 5) ESTRATÉGIAS DA CATEGORIA Monitorar; 6) TÁTICAS DA CATEGORIA Modificar 7) IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO 8) REVISÃO DA CATEGORIA Figura 1.3: Processo de gerenciamento de categoria. Quais são os propósitos de cada etapa: Etapa 1 Esclarecemos quais itens pertencem à categoria, isto é, determinamos o agrupamento de produtos que os consumidores percebem como sendo inter relacionados, e/ou substitutos em atender certa necessidade do consumidor. Nesta etapa o fornecedor tem fundamental importância, pois ele é o expert na categoria, faz pesquisas de mercado e comparação

19 19 com concorrentes. Exemplos de categorias: café, sorvetes, vegetais em lata, sabonetes, iogurtes e vinhos. Etapa 2 Estabelecemos as diretrizes para que as estratégias e táticas sejam desenvolvidas, com base nos clientes e varejistas. Etapa 3 Conduzimos uma análise detalhada para identificar os pontos fortes e fracos, oportunidades e fraquezas. Etapa 4 Identificamos medidas específicas para monitorar desempenho das categorias. Se você não mede, não conhece, se você não conhece, não controla, se você não controla, não melhora. Etapa 5 Determinamos as estratégias mais adequadas com base nos pontos fortes e fracos. Etapa 6 Decidimos sobre: preço, promoção, variedade e departamentalização com base na estratégia. Etapa 7 Definimos um cronograma e responsáveis pela implementação. Etapa 8 Revemos o progresso da categoria contra os objetivos e fazemos os ajustes PARCERIA ENTRE FORNECEDOR E VAREJISTA Para que se atinja o gerenciamento de categoria, é de fundamental importância a parceria entre fornecedor e varejista. Para isso é preciso existir alguns princípios básicos nessa relação, que são os dez mandamentos: O consumidor é foco comum; Desenvolvimento de estratégias, táticas e indicadores de desempenho em comum acordo;

20 20 As relações de confiança devem ser conquistadas; O compartilhamento de informações é essencial; Nenhum dos parceiros tem todo o conhecimento para o sucesso do gerenciamento de categoria; Varejista / Fornecedor / Cliente Ganha / Ganha / Ganha; Disposição para mudar paradigmas; Recompensas e premiações apoiadas em objetivos comuns; Liderança, liderança, liderança; Relação de parceria / cooperação: Evolução e não revolução. Os especialistas de moda acreditam que os ciclos de moda percorrem dezoito meses, há vários anos. Prever onde uma categoria está no ciclo é essencial para prever as vendas com precisão (Levy/Weitz, 2000) 1.4. EXPOSIÇÃO DE PRODUTOS A exposição de produtos nas gôndolas tem sido alvo de vários estudos. O consumidor pode sentir-se atraído pelo produto através de uma bela ou eficaz exposição. São três as técnicas de exposição de produtos mais utilizadas: vertical, horizontal e em blocos: Faixas Verticais; Os produtos são expostos abrangendo todas as prateleiras da gôndola. Esta técnica baseia-se na tese de que é mais fácil/usual mover os olhos da esquerda para a direita (horizontalmente, como o processo de leitura) do que de cima para baixo (verticalmente). Assim, o consumidor pode observar todos os produtos da gôndola a procura de um produto em situação estática. Daí surgiram outras variações, por exemplo, expor o mesmo produto, dando preferência às menores embalagens nas prateleiras superiores, bem como os maiores volumes abaixo, uma vez isso facilita o manuseio dos consumidores. Essa técnica é usada, preferencialmente em lojas maiores, onde a área de venda tenha espaço suficiente para o arranjo harmônico de cada segmento de produtos.

21 21 Faixas Horizontais; Esta exposição ocupa com todas as suas variantes de tamanho e sabor/fragrância, uma única prateleira da gôndola. É de difícil aplicação, sendo mais indicada para segmentos de produtos com muita variação de tamanho e sabor. É comum que se conciliem às técnicas de exposição vertical e horizontal. Faixas em Blocos. Esta exposição se caracteriza pela aproximação de itens similares, expostos lado a lado, independente de fabricantes, não obedecendo a exigência de ocupar todas as prateleiras das gôndolas como as exposições verticais. Estudo de análise de comportamento de consumidores, apontam um crescimento de vendas pela mudança de altura, simples troca de prateleira, de determinado produto na gôndola. Esses estudos objetivam mostrar que um produto exposto na terceira prateleira a partir do solo tende a vender mais, em outras palavras, o produto exposto na gôndola à altura dos olhos do consumidor impulsiona as vendas. Mesmo diante dos fatos e dados, ainda é comum encontrarmos produtos expostos em alturas inalcançáveis para a média de estatura do brasileiro. Tais produtos provavelmente apresentam baixo desempenho e refletem nos custos do estoque, mas, nem sempre são produtos problemáticos por fatores como preço ou qualidade, há uma alta incidência de gestão equivocada de acompanhamento de produtos. Mesmo os líderes de categoria são dependentes de exposições para que não comprometam sua venda. 1.5 MERCHANDISING O comitê de Definições da associação Americana de Marketing define merchandising como sendo o planejamento envolvido em comercializar o produto ou serviço certo, na quantidade certa e preço certo e do modo correto. 5 5 Fonte: Manual de Gerenciamento de Espaço

22 22 No varejo de modo geral não são permitidos o uso de material de merchandising, o que gera uma ruptura no conceito básico, isto significa dizer que merchandising inclui decisões relativas, ao tamanho, a forma do produto, a marca e a embalagem do produto além da influência do valor, isto é, da utilidade do produto medida em termos financeiros, ou seja, o preço de venda, o espaço ocupado e o estoque mantido para determinado período de venda. A orientação de vendas parte do princípio de que os consumidores e as empresas, por vontade própria, normalmente não compram os produtos da organização em quantidades suficientes. A organização deve, portanto, empreender um esforço agressivo de vendas e promoção (Kotler, 2000) No varejo, este conceito é bastante difundido, sendo utilizado no cotidiano de uma loja para aumentar as vendas de um determinado produto através de exposição ou promoção. Assim, pode-se classificar: Produto certo é aquele que o consumidor almeja: no lugar, no tempo, na quantidade desejada. Esta é a principal, se não a única razão para a imensa apresentação da imensa variedade de marcas existentes hoje no varejo. O lugar certo está ligado a exposição no departamento adequado, utilizando muitas vezes a sinergia de vendas entre categorias distintas. Exemplo: exposição de salgadinhos próximos ä área de bebidas e exposição de sabão em pó próximo á área de amaciante. O tempo certo significa observar a sazonalidade do produto, horários de pico de vendas, período de veiculação de mensagens publicitárias, modismo e outras variáveis. O varejo é muito dependente destas ocasiões. Colocar o produto na hora em que as pessoas ainda não começaram a pensar em comprar, e na hora em que vêem o produto exposto, lembram que vão precisar. O Natal começa a ser exposto em Outubro e a Páscoa assim que termina o Carnaval. É importante sair na frente dos concorrentes, pois assim se conquista mais volume de venda, principalmente se

23 23 houver uma boa parceria entre os fornecedores de produtos sazonais, que trabalham efetivamente p/ o aumento de seu consumo, atrelando estratégias de consumo antecipado p/ atender suas expectativas de venda (ex. empresas de panettones). Cito duas observações de uma executiva de mkt em uma palestra, destacando a atenção para oportunidades: Ao visitar o Rio de janeiro e observar ambulantes vendendo sombrinhas num dia de chuva repentina, após uma seqüência de dias de sol... 6 Uma ocasião de enchentes numa determinada cidade que gerou problemas no abastecimento de água potável, previamente anunciada, O pedido extra de água mineral ao fornecedor, alavancou as vendadas de uma loja que vinha apresentando baixo desempenho com relação a outras da rede 7 A velocidade e atenção nestes casos, geram ganhos para todas as partes, principalmente ao consumidor. Quantidade certa É a que abastece as gôndolas para o atendimento da demanda. Preço certo É aquele que esteja abaixo ou no mesmo patamar que o dos concorrentes locais, procurando a melhor relação custo/benefício. No modo correto se diz respeito ao número de frentes mínimo de duas ou três em linha com a demanda, posicionamento segundo o fluxo de consumidores, estoque na prateleira facilmente e exposição adequada da embalagem. O gerenciamento de espaço está diretamente ligado à política de merchandising. Aumentar a rotatividade de um produto é o grande objetivo de merchandising, gerando maior receita, ganho de lucratividade por metro quadrado, o que torna possível: 6,7 Fontes: Marketing de Vendas Bauducco, Analícia Monteiro,

24 24 Expor os produtos em pontos estratégicos, com clareza de informação, aumentando assim o volume de vendas por impulso; Destacar as vantagens do produto sobre os demais concorrentes, conquistando novos consumidores. Um caso prático de merchandising ocorreu quando chegou a notícia dos primeiros casos de cólera no Brasil. Muitos supermercados dispunham de um produto para higienização de verduras, mas estava escondido nas lojas. Poucas empresas preocuparam-se em trazer o produto para as proximidades da área de verduras, revelando ao público sua existência. Os supermercados que mantiveram o produto escondido perderam oportunidades de prestar um serviço à comunidade, de melhorar a imagem junto aos consumidores e de vender mais. Um gerente atento aos aspectos do merchadising poderia ter providenciado uma exposição eficaz, obtendo sinergia entre duas categorias. Um erro muito comum é aceitar que somente os produtos de alta rotação devem ser trabalhados com merchandising. Estes produtos, na verdade, são de grande concorrência e baixa rentabilidade. A melhor política é descobrir os itens que o consumidor compra pelo impacto de que vê e sente. Para atingir os objetivos propostos, o merchandising deve buscar o grande público, o produto deve estar comunicativo, atrativo e limpo. Uma técnica muito utilizada é destinar pequenos espaços dentro da loja para ponto adicional de venda; os chamados pontos extras, que são todos os espaços adicionais que um determinado produto ocupa, diferente de sua localização primária. Devem estar impactantes (dentro dos padrões aceitáveis) e localizados nos locais de maior fluxo de clientes (áreas quentes) na loja, possibilitando uma maior visualização aos consumidores tendo como seus maiores objetivos promover e gerar venda por impulso. Normalmente são: ponta de gôndola, cestões, check-outs, pilhas, displays e corners. A ponta de gôndola é um local de grande impacto na loja, uma vez que está direcionada para o corredor onde ocorre o maior fluxo de clientes. Este ponto consegue grande impacto visual expondo apenas um produto. É importante destacar também o produto através de sinalização eficiente (cartaz, porta preço) reforçando o impacto visual da promoção. Outro tipo de exposição, recomendada apenas para determinados tipos de produtos, são os cestões. Eles ficam localizados no centro do corredor, causando muitas vezes congestionamento de clientes. A sinalização também é fundamental para este tipo de

25 25 exposição. Os check-outs são a última chance de causar impacto ao cliente. Normalmente ali são expostos produtos menores, de alto valor agregado e fácil de ser roubados. Pela localização a probabilidade de furto é bem menor, pois o operador de caixa está sempre do lado dos produtos. Geralmente são produtos que o cliente esquece de incluir na sua lista de compras. Assim como os cestões, as pilhas ou ilhas, ficam localizadas no centro do corredor, onde normalmente existe o maior fluxo de clientes. Destacam-se pela grande quantidade de produtos expostos, o que causa um grande impacto visual. Os displays são em geral concedidos pelos fornecedores. Neles se expõe com exclusividade produtos deste fornecedor. São bem sinalizados e destacam-se pelo design e formas diferentes de padronização apresentada em toda a loja. Os corners são pontos utilizados para agrupar itens de um mesmo tema. Por exemplo, simultaneamente ao lançamento do filme Nemo, da Disney, temos diversos produtos lançados com o mesmo apelo: camisas, bonés, brinquedos, fitas, toalhas, etc, criando assim um ambiente propício para a venda desses produtos. A PepsiCo do Brasil (Elma Chips), é um ótimo exemplo de empresa que faz uso de merchandising para incrementar suas vendas. Não com tanta força no grande varejo, mas com grande destaque no médio e pequeno varejo, não só por disponibilizarem seus espaços gratuitamente (o que não ocorre nos grandes), mas pela grande força de vendas, equipe de merchandising e a força do produto, contudo, grande presença destacada nos mais variados pontos de venda. Diferente da tendência do mercado e objetivos de visualização junto ao consumidor, algumas poucas empresas trabalham na contra-mão da exposição, por terem presença clara no dia-dia do consumidor o que é mais difícil e dispendioso (coca cola, Elma Chips, Ambev,etc.), por possuir força de venda no pequeno varejo, desfrutam de uma menor necessidade de esforços para obterem espaços de destaque nas grandes redes, que destacam seus produtos por uma necessidade própria. Devido a procura dos produtos pelos clientes. Os pontos extras servem como alavancador de vendas. Pesquisas realizadas pelas Lojas Americanas em 15 das suas 110 lojas chegaram ao seguinte resultado: Aumento da área da seção (depto) em 12% => 15% crescimento de vendas. Trata-se de números expressivos que devem ser considerados sempre que se fala em gerenciamento de

Guia prático de como montar um planograma eficiente. www.pdvativo.com.br

Guia prático de como montar um planograma eficiente. www.pdvativo.com.br Guia prático de como montar um planograma eficiente www.pdvativo.com.br 1. INTRODUÇÃO 2. Por que preciso de um planograma? 3. COMO FAZER A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS NA LOJA 4. EXPOSIÇÃO DOS PRODUTOS (LOCALIZAÇÃO

Leia mais

Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna

Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna Maurício Pimenta Lima Introdução Uma das principais características da logística moderna é sua crescente complexidade operacional. Aumento da variedade de

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Trade Marketing é confundido por algumas empresas como um conjunto de ferramentas voltadas para a promoção e a comunicação dos produtos. O

Leia mais

Marketing e Merchandising. Facilitador: Bruno Carnevali- Consultor, BOSS Consultoria

Marketing e Merchandising. Facilitador: Bruno Carnevali- Consultor, BOSS Consultoria Marketing e Merchandising no PDV 1 Quais são as definições de Marketing Marketing 1-Todas as atividades direcionadas a fazer uma troca para satisfazer necessidades ou desejos do homem 2-Processo pelo qual

Leia mais

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade II MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Preço em varejo Preço Uma das variáveis mais impactantes em: Competitividade; Volume de vendas; Margens e Lucro; Muitas vezes é o mote

Leia mais

Estratégias para aumentar a rentabilidade. Indicadores importantes. Controle a produção. Reduza filas. Trabalhe com promoções.

Estratégias para aumentar a rentabilidade. Indicadores importantes. Controle a produção. Reduza filas. Trabalhe com promoções. Uma publicação: Estratégias para aumentar a rentabilidade 04 Indicadores importantes 06 Controle a produção 08 Reduza filas 09 Trabalhe com promoções 10 Conclusões 11 Introdução Dinheiro em caixa. Em qualquer

Leia mais

Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados

Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados Fabiano Akiyoshi Nagamatsu Everton Lansoni Astolfi Eduardo Eufrasio De

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e Fascículo 2 Gestão de estoques Segundo Nigel Slack, estoque é definido como a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação. O termo estoque também pode ser usado para descrever

Leia mais

EMPREENDEDORISMO Marketing

EMPREENDEDORISMO Marketing Gerenciando o Marketing EMPREENDEDORISMO Marketing De nada adianta fabricar um bom produto ou prestar um bom serviço. É preciso saber colocálo no mercado e conseguir convencer as pessoas a comprá-lo. O

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS Faça você mesmo

PLANO DE NEGÓCIOS Faça você mesmo PLANO DE NEGÓCIOS Faça você mesmo INTRODUÇÃO É um instrumento que visa estruturar as principais concepções e alternativas para uma análise correta de viabilidade do negócio pretendido, proporcionando uma

Leia mais

INTRODUÇÃO AO TRADE MARKETING Fazendo a diferença no Ponto de Venda. www.pdvativo.com.br

INTRODUÇÃO AO TRADE MARKETING Fazendo a diferença no Ponto de Venda. www.pdvativo.com.br Fazendo a diferença no Ponto de Venda EBOOK Sumário Revisão O que é Trade Marketing? Entenda o Comportamento de Compra do Consumidor O que é Merchandising? Revisão Para entender sobre Trade Marketing devemos

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

Módulo 15. Novos modelos de distribuição

Módulo 15. Novos modelos de distribuição Módulo 15. Novos modelos de distribuição No mercado existem as chamadas destinações de compra, assim denominadas por conter uma determinada aglomeração de estabelecimentos comerciais que se tornam áreas

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU EMENTA MBA GESTÃO DE VAREJO

PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU EMENTA MBA GESTÃO DE VAREJO MBA GESTÃO DE VAREJO 1 - FORMAÇÃO DE PREÇO E ANÁLISE DE MARGEM NO VAREJO: Ementa: Conhecer o conceito de lucro na visão da precificação baseada no custo; demonstrar termos utilizados na formação de preço

Leia mais

Modelo para elaboração do Plano de Negócios

Modelo para elaboração do Plano de Negócios Modelo para elaboração do Plano de Negócios 1- SUMÁRIO EXECUTIVO -Apesar de este tópico aparecer em primeiro lugar no Plano de Negócio, deverá ser escrito por último, pois constitui um resumo geral do

Leia mais

ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO

ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO CATEGORIAS TÉCNICO TECNÓLOGO TEMAS LIVRE INCLUSÃO SOCIAL COOPERATIVISMO 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO 1.1 Nome da Instituição 1.2 Nome do Reitor(a)/Diretor(a)-Geral/Diretor(a) 1.3

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO SIMONSEN PLANO DE NEGÓCIO

PÓS-GRADUAÇÃO SIMONSEN PLANO DE NEGÓCIO PÓS-GRADUAÇÃO SIMONSEN PLANO DE NEGÓCIO RESUMO DO EMPREENDIMENTO 01 EMPREENDIMENTO 02 NEGÓCIO E MERCADO: DESCRIÇÃO 2.1 ANÁLISE MERCADOLÓGICA 2.2 MISSÃO DA EMPRESA 03 CONCORRÊNCIA 04 FORNECEDORES 05 PLANO

Leia mais

Alinhamento estratégico com o cliente

Alinhamento estratégico com o cliente Alinhamento estratégico com o cliente No esforço para reduzir os custos da cadeia de suprimento e melhorar sua eficiência, muitas empresas têm adotado uma estratégica única, padrão, para os serviços de

Leia mais

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

julho 2011 www.sm.com.br

julho 2011 www.sm.com.br www.sm.com.br Uma publicação do Grupo Lund ano 42 nº 7 julho 2011 DOIS (BONS) PROGRAMAS DE FIDELIDADE COMO DECIDIR O MELHOR NÍVEL DE ESTOQUE MÍDIA DIGITAL A TV QUE FAZ DINHEIRO UNILEVER DEFINE MIX DE 80

Leia mais

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS 1. Sumário Executivo Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso 2. Sumário da Empresa 2.1 Composição da Sociedade Perfil Individual dos sócios, experiência, formação, responsabilidades

Leia mais

Os brindes promocionais no período de Páscoa

Os brindes promocionais no período de Páscoa Os brindes promocionais no período de Páscoa Pamela Ramos de Mello LOPES 1 Introdução A comunicação no ponto-de-venda tem se desenvolvido e criado meios e caminhos que hoje podem ser estudados e discutidos,

Leia mais

17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados.

17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados. 17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo 1 A Missão da R-Dias Colaborar para que o varejo obtenha melhores resultados. 2 Conheça nossas Unidades de Negócios 3 17 Anos Gerando Soluções

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

OS TRÊS PILARES DO LUCRO EMPRESAS GRANDES

OS TRÊS PILARES DO LUCRO EMPRESAS GRANDES BOLETIM TÉCNICO MAIO/2011 OS TRÊS PILARES DO LUCRO EMPRESAS GRANDES Um empresário da indústria se assustou com os aumentos de custo e de impostos e reajustou proporcionalmente seus preços. No mês seguinte,

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response )

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Objetivo da Aula Aprofundar os conhecimentos de ECR, suas vantagens e implicações. Introdução Na aula anterior, estudamos

Leia mais

OS TRÊS PILARES DO LUCRO PEQUENA E MÉDIA EMPRESA

OS TRÊS PILARES DO LUCRO PEQUENA E MÉDIA EMPRESA BOLETIM TÉCNICO MAIO/2011 OS TRÊS PILARES DO LUCRO PEQUENA E MÉDIA EMPRESA Um empresário da indústria se assustou com os aumentos de custo e de impostos e reajustou proporcionalmente seus preços. No mês

Leia mais

1- O que é um Plano de Marketing?

1- O que é um Plano de Marketing? 1- O que é um Plano de Marketing? 2.1-1ª etapa: Planejamento Um Plano de Marketing é um documento que detalha as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing, adaptando-se a mudanças

Leia mais

MIZUNO, TOPPER, RAINHA, HAVAIANAS, TIMBERLAND, DUPÉ E SETE LÉGUAS.

MIZUNO, TOPPER, RAINHA, HAVAIANAS, TIMBERLAND, DUPÉ E SETE LÉGUAS. SOBRE A ALPARGATAS Quem nunca usou um Bamba? Ou uma calça US Top, um tênis Rainha, uma sandália Havaianas, ou jogou com uma bola Topper? A Alpargatas e suas marcas estiveram e estarão sempre presentes

Leia mais

http://www.publicare.com.br/site/5,1,26,5480.asp

http://www.publicare.com.br/site/5,1,26,5480.asp Página 1 de 7 Terça-feira, 26 de Agosto de 2008 ok Home Direto da redação Última edição Edições anteriores Vitrine Cross-Docking Assine a Tecnologística Anuncie Cadastre-se Agenda Cursos de logística Dicionário

Leia mais

Diagnóstico da Gestão de Estoques no Mini Mercado Bombom de Piracicaba - SP

Diagnóstico da Gestão de Estoques no Mini Mercado Bombom de Piracicaba - SP Diagnóstico da Gestão de Estoques no Mini Mercado Bombom de Piracicaba - SP Autores Adriana Gimenes Patreze Jose Roberto Soares Ribeiro 1. Introdução Esta pesquisa diagnosticou a gestão de estoques no

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque Módulo Suprimentos Controle de Estoque Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Suprimentos Controle de Estoque. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

Anhembi Morumbi MBA em Gestão de Marcas Matéria: Gestão da marca no Varejo Alunos: Márcia Vital e Rogério Weikersheimer

Anhembi Morumbi MBA em Gestão de Marcas Matéria: Gestão da marca no Varejo Alunos: Márcia Vital e Rogério Weikersheimer Anhembi Morumbi MBA em Gestão de Marcas Matéria: Gestão da marca no Varejo Alunos: Márcia Vital e Rogério Weikersheimer Nissin Foods Co. Fundação 1948 Sr. Momofuku Ando Lámen instantâneo 25/08/1958 Significado

Leia mais

PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO. Unidade II

PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO. Unidade II PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO Unidade II 2 PLANEJAMENTO E CONTROLE DE CAPITAL Morgado (01) afirma que a importância do planejamento e do controle financeiro em uma empresa está intimamente

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO

PLANO DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO PLANO DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO É um instrumento que visa estruturar as principais concepções e alternativas para uma análise correta de viabilidade do negócio pretendido, proporcionando uma avaliação antes

Leia mais

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011 Resumo Executivo Modelo de Planejamento O Resumo Executivo é comumente apontada como a principal seção do planejamento, pois através dele é que se perceberá o conteúdo a seguir o que interessa ou não e,

Leia mais

PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE

PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE Muitas vezes o desconhecimento sobre políticas de estoque, finanças e parcerias comerciais é a principal explicação das dificuldades que muitas empresas têm em progredir ou

Leia mais

Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade III MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Compras, abastecimento e distribuição de mercadorias Os varejistas: Precisam garantir o abastecimento de acordo com as decisões relacionadas

Leia mais

Tecnologias e Sistemas de Informação

Tecnologias e Sistemas de Informação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 02 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO

PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO O que são perdas no varejo? São consideradas perdas no varejo, toda e qualquer interferência negativa no resultado da empresa, gerando como consequência final a redução do

Leia mais

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE Marketing Empresarial Capítulo 1 Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca,

Leia mais

whitepaper PRECIFICAÇÃO DINÂMICA

whitepaper PRECIFICAÇÃO DINÂMICA whitepaper PRECIFICAÇÃO DINÂMICA INTRODUÇÃO Quando se fala em precificar um produto, a primeira coisa que vem em mente é que essa é uma tarefa muito óbvia - são somados ao preço da mercadoria: os custos,

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

Processo de Controle das Reposições da loja

Processo de Controle das Reposições da loja Processo de Controle das Reposições da loja Getway 2015 Processo de Reposição de Mercadorias Manual Processo de Reposição de Mercadorias. O processo de reposição de mercadorias para o Profit foi definido

Leia mais

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Ana Flávia Brito Rodrigues (Anafla94@hotmail.com / UEPA) Larissa Pinto Marques Queiroz (Larissa_qz@yahoo.com.br / UEPA) Luna Paranhos Ferreira

Leia mais

Determinação do Capital de Giro

Determinação do Capital de Giro Determinação do Capital de Giro Foco da Palestra Orientar e esclarecer os conceitos básicos para determinação e gerenciamento do Capital de Giro da empresa. Classificar e analisar as fontes e aplicações

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO E-COMMERCE - FLORICULTURA VIRTUAL

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO E-COMMERCE - FLORICULTURA VIRTUAL OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO E-COMMERCE - FLORICULTURA VIRTUAL 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert

SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert Vamos abordar os tópicos para a implantação da contabilidade moderna nas empresas. A contabilidade é legalmente utilizada nas empresas para atender aos enfoques legal

Leia mais

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO E SUSTENTABILIDADE Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações

Leia mais

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO Rosenclever Lopes Gazoni Data MACROPROCESSO [1] AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO/COMERCIAL: Correio eletrônico; vídeo texto; vídeo conferência; teleconferência;

Leia mais

Modulo 01 Exercícios Gestão de Materiais

Modulo 01 Exercícios Gestão de Materiais QUESTÕES DE CONCURSOS Acerca de planejamento e controle da produção, e gestão da cadeia de suprimentos, julgue os seguintes itens. 01. A importância do planejamento da produção decorre principalmente da

Leia mais

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta.

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta. ESPE/Un SERE plicação: 2014 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento

Leia mais

MIX DE TREINAMENTOS A ÚNICA QUE TEM O DNA DO SUPERMERCADO

MIX DE TREINAMENTOS A ÚNICA QUE TEM O DNA DO SUPERMERCADO MIX DE TREINAMENTOS A ÚNICA QUE TEM O DNA DO SUPERMERCADO OPERAÇÃO DE LOJA Açougue Prático e Teórico Açougue Prático e Verticalizado Atendimento - amenizando filas em supermercados Cartazista Cartazista

Leia mais

CMV Custo de Mercadoria Vendida

CMV Custo de Mercadoria Vendida CMV Custo de Mercadoria Vendida Guia para Food Service Restaurante & Pizzarias Apresentação Para manter sempre os parceiros alinhados com as informações do mercado, a PMG criou este guia falando um pouco

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESTOQUE NA FARMÁCIA

GERENCIAMENTO DE ESTOQUE NA FARMÁCIA GERENCIAMENTO DE ESTOQUE NA FARMÁCIA Em qualquer empresa que atua na comercialização de produtos, o estoque apresenta-se como elemento fundamental. No ramo farmacêutico, não é diferente, sendo o controle

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

Tecnologia melhora o ABC

Tecnologia melhora o ABC Tecnologia melhora o ABC As inovações da informática estão contribuindo para tornar realidade a determinação de custos com base em atividade Por Mary Lee Geishecker FINANÇAS 18 Mais do que nunca, trabalhar

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

Artigos de PN Como fazer Produtos e Serviços

Artigos de PN Como fazer Produtos e Serviços Artigos de PN Como fazer Produtos e Serviços Para fazer uma descrição adequada dos preços e serviços em seu plano de negócio, diga quais são os serviços da sua empresa, porque ela é capaz de fornecê-los,

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com.

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado Análise de Mercado A análise de mercado é um dos componentes do plano de negócios que está relacionado ao marketing da organização. Ela apresenta o entendimento

Leia mais

A ESCOLHA DO SOFTWARE PARA INFORMATIZAÇÃO DA SUA EMPRESA

A ESCOLHA DO SOFTWARE PARA INFORMATIZAÇÃO DA SUA EMPRESA A ESCOLHA DO SOFTWARE PARA INFORMATIZAÇÃO DA SUA EMPRESA Necessidade de informatizar a empresa Uma senhora muito simpática, Dona Maria das Coxinhas, feliz proprietária de um comércio de salgadinhos, está,

Leia mais

LUCRO DO SUBMARINO SOBE 316% NO TERCEIRO TRIMESTRE 2005

LUCRO DO SUBMARINO SOBE 316% NO TERCEIRO TRIMESTRE 2005 LUCRO DO SUBMARINO SOBE 316% NO TERCEIRO TRIMESTRE 2005 São Paulo, 07 de Novembro de 2005 - O Submarino S.A. (Bovespa: SUBA3), empresa líder dentre aquelas que operam exclusivamente no varejo eletrônico

Leia mais

Unidade I MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade I MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade I MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino O que é varejo Setor do comércio que vende diretamente para os consumidores finais. Fabricantes e atacadistas quando vendem para o consumidor

Leia mais

COMO PREPARAR A EMPRESA PARA A IMPLANTAÇÃO DO ORÇAMENTO PARTE II

COMO PREPARAR A EMPRESA PARA A IMPLANTAÇÃO DO ORÇAMENTO PARTE II COMO PREPARAR A EMPRESA PARA A Como estruturar o orçamento? A importância dos centros de custos. O plano de contas orçamentário. Qual a função da árvore de produtos? Autores: Carlos Alexandre Sá(carlosalex@openlink.com.br)

Leia mais

DESPESAS FIXAS. O que são Despesas Fixas?

DESPESAS FIXAS. O que são Despesas Fixas? Conceitos de Gestão O intuito desse treinamento, é apresentar aos usuários do software Profit, conceitos de gestão que possam ser utilizados em conjunto com as informações disponibilizadas pelo sistema.

Leia mais

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO Nos dias atuais, uma das áreas que mais se desenvolvem dentro das organizações sem dúvida é a Gestão dos Estoques,

Leia mais

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid Recebimento de NF-e e CT-e Emissão de NF-e, CT-e, MDF-e e NFS-e Integração nativa com o seu ERP Exija a solução que é o melhor investimento para a gestão

Leia mais

A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO

A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO Luiz Carlos Bresser-Pereira Revista Marketing n. 7, vol. II, 1968: 24-32. Um programa mercadológico é um instrumento para se pensar com antecedência, para se estabelecer

Leia mais

Como identificar e cadastrar produtos em sua empresa

Como identificar e cadastrar produtos em sua empresa CAMPANHA PARA REDUZIR RUPTURAS EM R$ 1 Bi 2 2 F A S C Í C U L O Como identificar e cadastrar produtos em sua empresa REALIZAÇÃO COORDENAÇÃO E PRODUÇÃO PATROCÍNIO APOIO C A D A S T R O D E P R O D U T O

Leia mais

Andrés Eduardo von Simson Graduação e v r iç i os D s i ney Background Hopi Hari Hilton Brasilton Maksoud Plaza

Andrés Eduardo von Simson Graduação e v r iç i os D s i ney Background Hopi Hari Hilton Brasilton Maksoud Plaza ENGENHARIA DE NEGÓCIOS I GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES AULA I Prof. Andrés E. von Simson 2009 PROFESSOR Andrés Eduardo von Simson Graduação Adm. Hoteleira Adm. de Empresas Docência pela FGV Especialização

Leia mais

COMO TER UMA LOJA DE SUCESSO EM 30 DIAS

COMO TER UMA LOJA DE SUCESSO EM 30 DIAS COMO TER UMA LOJA DE SUCESSO EM 30 DIAS INTRODUÇÃO Quem está montando o próprio negócio no varejo, de vendas diretas aos consumidores, sonha evidentemente em conquistar um acelerado sucesso. O mesmo vale

Leia mais

Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center

Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center O GrupoM8 utiliza o formato Norte-americano na administração e comercialização de sua

Leia mais

Logística para Supermercados. Elaborado por Rlima Consultoria

Logística para Supermercados. Elaborado por Rlima Consultoria Logística para Supermercados Facilitador Consultor empresarial e palestrante Renato Lima, Administrador de Empresas Habilitado em Marketing e Vendas, Pós Graduado em Gestão Empresarial, Gestão Estratégicas

Leia mais

Módulo 12. Estratégias para formação de preços

Módulo 12. Estratégias para formação de preços Módulo 12. Estratégias para formação de preços As decisões de preços estão sujeitas a um conjunto inacreditavelmente complexo de forças ambientais e competitivas. Não existe como uma empresa, simplesmente,

Leia mais

Sistemas de Informações Transacionais SIT Sistemas de Informações Gerenciais SIG. Ana Clara Araújo Gomes da Silva araujo.anaclara@gmail.

Sistemas de Informações Transacionais SIT Sistemas de Informações Gerenciais SIG. Ana Clara Araújo Gomes da Silva araujo.anaclara@gmail. Sistemas de Informações Transacionais SIT Sistemas de Informações Gerenciais SIG Ana Clara Araújo Gomes da Silva araujo.anaclara@gmail.com Papéis fundamentais dos SI Os SI desempenham 3 papéis vitais em

Leia mais

Tecnologia no Varejo: Oportunidades e Desafios

Tecnologia no Varejo: Oportunidades e Desafios Seminário GVcev Tecnologia no Varejo: Oportunidades e Desafios Tema: Tecnologia para Entender e Atender o consumidor Palestrante: Paulo Nassar HISTÓRICO Cobasi uma empresa brasileira Iniciou suas atividades

Leia mais

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS BUSINESS GAME UGB VERSÃO 2 Luís Cláudio Duarte Graduação em Administração de Empresas APRESENTAÇÃO (DADOS DE IDENTIFICAÇÃO) O Business Game do Centro Universitário Geraldo Di Biase (BG_UGB) é um jogo virtual

Leia mais

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CIÊNCIAS CONTÁBEIS e ADMINISTRAÇÃO Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT maio/2014 APRESENTAÇÃO Em um ambiente onde a mudança é a única certeza e o número de informações geradas é desmedido,

Leia mais

Módulo 6. O Produto. 6.1. Conceito de produto

Módulo 6. O Produto. 6.1. Conceito de produto Módulo 6. O Produto Para os consumidores a existência de uma multiplicidade de produtos expostos no mercado, cheio de características e adicionais, é de encher os olhos. A livre concorrência possibilita

Leia mais

Técnicas de Exposição de Produtos CONCEITO DE EXPOSIÇÃO DE PRODUTOS A idéia básica: Mostrar ou destacar alguma coisa. Mostrar também significa: Comunicar O produto deve atrair, seduzir, mexer com os sentidos

Leia mais

Introdução. Marca Líder. Evento Líderes de Vendas:

Introdução. Marca Líder. Evento Líderes de Vendas: 1 Introdução O objetivo desta cartilha 1, elaborada pela Escola Nacional de Supermercados (ENS), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), é passar orientações e dicas para os supermercadistas

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade I GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Planejamento e controle de estoques. 2. A importância dos estoques. 3. Demanda na formação dos estoques.

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

Gestão e Marketing Análise SWOT - FFOA

Gestão e Marketing Análise SWOT - FFOA Gestão e Marketing Análise SWOT - FFOA SWOT Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças) Forças Oportunidades Fraquezas Ameaças Interno Externo Ajudam Atrapalham

Leia mais

COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO

COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO No Modelo de Plano de Negócio, disponível no seu ambiente do Concurso você terá um passo a passo para elaborar o seu Plano, bem como todo o conteúdo necessário

Leia mais

TEORIA GERAL DE SISTEMAS

TEORIA GERAL DE SISTEMAS TEORIA GERAL DE SISTEMAS Questão 1 A figura ao lado apresenta uma proposta de classificação de sistemas de informação, organizada tanto no que se refere ao nível hierárquico, no qual atuam os sistemas

Leia mais