NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NEGÓCIOS INTERNACIONAIS"

Transcrição

1 NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Aula 01 - Fundamentos teóricos, parte I. Economia internacional Vs Comércio exterior. Teorias do Comércio Internacional (liberalismo vs protecionismo)

2 COMÉRCIO INTERNACIONAL Onde tudo começa? Necessidade de consumo e produção Divisão do trabalho Trocas

3 COMÉRCIO INTERNACIONAL É o processo de trocas comerciais (compra e venda) feito para além das fronteiras nacionais. As compras são representadas pelas importações As vendas pelas exportações

4 ECONOMIA INTERNACIONAL Engloba o comércio internacional (exportações e importações), prestação de serviços, transferências unilaterais (donativos, remessas de imigrantes ou para imigrantes) e movimento de capitais.

5 ECONOMIA INTERNACIONAL As economias podem ser: Abertas (interagem livremente com outras economias do mundo) Fechadas (não interagem com outras economias do mundo)

6 IMPORTAÇÃO Processo de venda de produtos e serviços, produzidos no exterior, no mercado doméstico.

7 IMPORTAÇÃO Por que importar? Necessidades de matéria-prima Aquisição de alta tecnologia sem os custos de P&D Às vezes é mais barato comprar do que produzir

8

9

10

11 EXPORTAÇÃO Processo de vendas no exterior de produtos e serviços produzidos no mercado doméstico. É a atividade que proporciona a abertura do país para o mundo - José Lopes Vasquez

12 EXPORTAÇÃO Por que exportar? A exportação gera empregos e divisas Devemos exportar mesmo quando não abastecemos o mercado interno? Produtos destinados à exportação devem ser tributados?

13

14

15

16 EXPORTAÇÃO Drawback O exportador importa matéria-prima para confeccionar mercadorias que serão exportadas Pode ser concedido via suspensão, isenção ou restituição Drawback verde-e-amarelo: isenta matéria-prima nacional do IPI se for utilizada para exportação

17 EXPORTAÇÃO ZPE Zonas de Processamento de Exportação São áreas geográficas, com limites definidos, que são isentas de impostos internos e sua produção é considerada como se tivesse sido efetuada no exterior. São áreas de livre comércio com o exterior (foreign zones)

18 IMPORTAÇÃO Zonas francas áreas geográficas com benefícios fiscais e aduaneiros para as mercadorias estrangeiras ali ingressadas

19 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Viagens internacionais (inclui turismo) exportar turistas é importação. Importar turistas é exportação. Transportes (fretes, serviços portuários, alugueis de contêineres, fornecimentos de combustível, reparos) Seguros (garantias no comex)

20 OUTROS Rendas Transferências unilaterais (não geram contrapartida) Movimentos de capitais (investimentos, empréstimos, financiamentos, etc)

21 COMÉRCIO INTERNACIONAL Balança comercial: diferença entre exportações e importações Importações > Exportações Importações < Exportações Importações = Exportações Déficit comercial Superávit comercial Equilíbrio comercial

22

23 COMÉRCIO INTERNACIONAL Fatores que afetam a balança comercial Gostos e preferências dos consumidores Preços dos produtos e serviços no país e no exterior A taxa de câmbio através da qual as pessoas podem comprar moeda estrangeira

24 COMÉRCIO INTERNACIONAL Fatores que afetam a balança comercial A renda dos habitantes de um país Os custos logísticos para enviar um produto de um país para outro As políticas do país a respeito do comércio internacional

25 COMÉRCIO INTERNACIONAL Fatores que contribuíram para o crescimento do comércio exterior Divisão do trabalho (produção em escala, excedente) Desigualdade de distribuição das jazidas minerais no planeta Diferenças de solos e climas Diferenças dos estágios de desenvolvimento econômico

26 TEORIAS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL Qual a ideia que rege o comércio internacional? O país deve ser o mais eficiente no uso de seus ativos, acumulando riquezas

27 Teorias: TEORIAS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL Teoria de vantagem absoluta ou competitiva de Adam Smith Cada país deve concentrar seus esforços no que pode produzir a custos mais baixos e trocar o excedente desta produção por produtos que custem menos em outros países (vantagens de custos)

28 Teorias: TEORIAS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL Teoria de vantagem relativa ou comparativa de David Ricardo Diferenças de produtividade oriundas de um fator distinto de bens (vantagem de clima, terra, mão de obra, etc)

29 Exemplificando a teoria da vantagem comparativa Quantidade de homens/hora para a produção de uma unidade de mercadoria. Tecido Inglaterra Portugal 100 homens/hora 90 homens/hora Vinho Inglaterra Portugal 120 homens/hora 80 homens/hora.

30 POLÍTICAS ECONÔMICAS As principais políticas econômicas são: Liberalismo Protecionismo Liberalismo moderno

31 POLÍTICAS ECONÔMICAS Liberalismo regime contra a intervenção do Estado na economia. Prega que o equilíbrio econômico nasce por meio da livre iniciativa.

32 POLÍTICAS ECONÔMICAS Liberalismo, características Mercado livre: ausência do Estado na economia Livre concorrência: preços se formam em função do mercado Iniciativa individual: qualquer indivíduo pode exercer a função que quiser Desregulamentação: Estado deve remover obstáculos que inibem a atividade econômica Divisão internacional do trabalho: países produzindo o que for economicamente mais conveniente e trocando o excedente

33 POLÍTICAS ECONÔMICAS Protecionismo Regime em que o Estado é intervencionista, dita a política comercial interna e externa através da burocracia estatal

34 POLÍTICAS ECONÔMICAS Protecionismo, características Proteção da indústria nacional: multinacionais se utilizam de economia de escala, o que torna seus custos menores Proteção aos recursos naturais: exploração controlada pelo Estado garante o futuro do país (petróleo, ferro) Proteção de natureza estratégica: segmentos de interesse vital para a segurança do país (energia, telecomunicações)

35 POLÍTICAS ECONÔMICAS Liberalismo moderno Regime moderado, o governo assume políticas de intervenção e de não intervenção de acordo com a situação econômica e do interesse social em dado momento.

36 POLÍTICAS ECONÔMICAS Prós e contras A liberação financeira é algo como o fogo. É bom ter, mas você pode queimar toda a sua casa. Só há três saídas para o país: galeão, cumbica ou liberalismo.

37 Atividade em sala Formem grupos. Tema de discussão: Quais as desvantagens do liberalismo e do protecionismo?

38 Referências bibliográficas MAIA, Jayme de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. São Paulo: Atlas, (caps. 1 e 5)

COMÉRCIO E INVESTIMENTO INTERNACIONAIS PROF. MARTA LEMME

COMÉRCIO E INVESTIMENTO INTERNACIONAIS PROF. MARTA LEMME COMÉRCIO E INVESTIMENTO INTERNACIONAIS PROF. MARTA LEMME 1 Fonte: Elaboração Própria, com base em dados de WTO (2014) International Trade Statistics, disponível em www.wto.org 2 Fonte: Elaboração Própria,

Leia mais

3-O conceito associado à especialização de cada país na produção de alguns produtos e aquisição dos restantes ao Resto do Mundo intitula-se...

3-O conceito associado à especialização de cada país na produção de alguns produtos e aquisição dos restantes ao Resto do Mundo intitula-se... Para cada uma das questões, selecione a alternativa correta: 1-Um país detém uma vantagem absoluta na produção de um bem... (A) quando produz esse bem com um custo relativo inferior a outro país. (B) quando

Leia mais

REGIMES CAMBIAIS LEITURA OBRIGATÓRIA

REGIMES CAMBIAIS LEITURA OBRIGATÓRIA LEITURA OBRIGATÓRIA CAPÍTULO 23 ECONOMIA ABERTA: REGIMES CAMBIAIS, DETERMINAÇÃO DA RENDA E IMPACTOS DA POLÍTICA ECONÔMICA Pinho, Diva Benevides & Vasconcellos, Marco Antonio S.(Org.), Manual de Economia,

Leia mais

Economia Subdesenvolvida

Economia Subdesenvolvida Aula 5 O aluno será capaz de reunir dados, sobre as questões que afetam diretamente as economias subdesenvolvidas, como: a) Estrutura de uma economia subdesenvolvida. b) Crescimento no longo prazo. c)

Leia mais

Aula 01 Balanço de Pagamentos e Contas Nacionais

Aula 01 Balanço de Pagamentos e Contas Nacionais Aula 01 Balanço de Pagamentos e Contas Nacionais 1. (ESAF- AFRF- 2005) Considere as seguintes informações para uma economia hipotética (em unidades monetárias): Exportações de bens e serviços não fatores:

Leia mais

AULA 2 TEORIA CLÁSSICA DO COMÉRCIO INTERNACIONAL. Mercantilismo, Teoria das Vantagens Absolutas Sílvia Helena G. de Miranda. LES 596 Agosto/2015

AULA 2 TEORIA CLÁSSICA DO COMÉRCIO INTERNACIONAL. Mercantilismo, Teoria das Vantagens Absolutas Sílvia Helena G. de Miranda. LES 596 Agosto/2015 AULA 2 TEORIA CLÁSSICA DO COMÉRCIO INTERNACIONAL Mercantilismo, Teoria das Vantagens Absolutas Sílvia Helena G. de Miranda LES 596 Agosto/2015 1 BIBLIOGRAFIA: Cap. 1: CARVALHO, M.A. de & SILVA, C.R.L.

Leia mais

Apresentação do Professor e da Disciplina. Revisor Textual: Nome do Revisor Revisão Textual: Profa. Esp. Márcia Ota

Apresentação do Professor e da Disciplina. Revisor Textual: Nome do Revisor Revisão Textual: Profa. Esp. Márcia Ota Apresentação do Professor e da Disciplina Revisor Textual: Nome do Revisor Revisão Textual: Profa. Esp. Márcia Ota Informações da Equipe Professora-tutora Giovana Gavioli; Formação; Experiência Profissional;

Leia mais

Profa. Alicia Ruiz Olalde

Profa. Alicia Ruiz Olalde Profa. Alicia Ruiz Olalde Comércio Internacional O conjunto de relações comerciais estabelecidas pelos países entre si, por meio das quais buscam satisfazer suas necessidades. Por que os países comerciam

Leia mais

Comércio internacional. Reinaldo Gonçalves Prof. Titular IE-UFRJ

Comércio internacional. Reinaldo Gonçalves Prof. Titular IE-UFRJ Comércio internacional Reinaldo Gonçalves Prof. Titular IE-UFRJ 1 Sumário 1. Determinantes: tese geral 2. Vantagem comparativa 3. Enfoques 4. Novos modelos 5. Síntese 2 3 Bibliografia básica R. Baumann,

Leia mais

FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS TROCAS INTERNACIONAIS

FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS TROCAS INTERNACIONAIS FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS TROCAS INTERNACIONAIS -AUTARCIA -COMÉRCIO (LIVRE) VANTAGENS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL -MERCANTILISMO: SÉC. XVI XVIII; Bulionismo; Colbertismo; -Mercantilismo comercial e marítimo.

Leia mais

Balanço de pagamentos. Reinaldo Gonçalves

Balanço de pagamentos. Reinaldo Gonçalves Balanço de pagamentos Reinaldo Gonçalves reinaldogoncalves1@gmail.com 1 Sumário 1. BOP: Definição 2. BOP: Estrutura básica 3. BOP: Determinantes de curto prazo 4. BOP: Brasil 5. Posição do investimento

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Cascais

Agrupamento de Escolas de Cascais 1º PERÍODO -74 TEMPOS LETIVOS ENSINO SECUNDÁRIO Disciplina: Economia A 11.º Ano Planificação Apresentação mútua e da disciplina Estabelecimento de regras e de métodos de trabalho Apresentação/negociação

Leia mais

A Economia Aberta ANATOMIA DO BALANÇO DE PAGAMENTOS

A Economia Aberta ANATOMIA DO BALANÇO DE PAGAMENTOS A Economia Aberta ANATOMIA DO BALANÇO DE PAGAMENTOS 1 Enquadramento 1. A abordagem da economia aberta, permite-nos identificar no modelo keynesiano, a participação das importações e exportações de bens

Leia mais

CURSO BASICO DE EXPORTAÇÃO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDUSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR / SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR

CURSO BASICO DE EXPORTAÇÃO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDUSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR / SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDUSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR / SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR É a saída de bens, produtos e serviços além das fronteiras do pais de origem. Esta operação pode envolver

Leia mais

Setor Externo: Ajuste Forçado e Retomada da Economia Brasileira

Setor Externo: Ajuste Forçado e Retomada da Economia Brasileira 7 Setor Externo: Ajuste Forçado e Retomada da Economia Brasileira Vera Martins da Silva (*) A economia brasileira está saindo do fundo do poço, mas muito mais lentamente do que o desejado pela grande massa

Leia mais

Economias Aberta e Fechada. 29. Macroeconomia Aberta: Conceitos Básicos. Economia Aberta. O Fluxo de Bens. O Fluxo de Bens.

Economias Aberta e Fechada. 29. Macroeconomia Aberta: Conceitos Básicos. Economia Aberta. O Fluxo de Bens. O Fluxo de Bens. 29. Macroeconomia Aberta: Conceitos Básicos Economias Aberta e Fechada Economia Fechada: Não há comércio com outros países Economia Aberta: Uma economia que comercializa livremente com outros países Economia

Leia mais

Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Política Cambial)

Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Política Cambial) Federal University of Roraima, Brazil From the SelectedWorks of Elói Martins Senhoras Winter January 1, 2008 Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Política Cambial) Eloi Martins Senhoras

Leia mais

Relatório Aprendendo a Exportar

Relatório Aprendendo a Exportar Relatório Aprendendo a Exportar Encontro 1 O número de empresas exportadoras no Brasil é bastante reduzido, já que não há uma cultura de exportação em larga escala consolidada no país. Para as empresas,

Leia mais

Aula 05. LIBERALISMO ECONÔMICO e o LIBERALISMO MODERNO. Adam Smith é conhecido como o pai do Liberalismo.

Aula 05. LIBERALISMO ECONÔMICO e o LIBERALISMO MODERNO. Adam Smith é conhecido como o pai do Liberalismo. Aula 05 LIBERALISMO ECONÔMICO e o LIBERALISMO MODERNO Adam Smith é conhecido como o pai do Liberalismo. Aqui iremos focar nele. Tendo como principal foco, o livre comércio, ou seja, a não intervenção do

Leia mais

REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS E DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO

REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS E DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS E DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO www.infoescola.com Revolução da técnica Introduz Forma eficiente de padronizar a mercadoria Menor tempo Menor custo Agrupamento de trabalhadores

Leia mais

IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé).

IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé). IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé). O termo está vinculado à situação econômica e social das nações ricas ; Para atingir este estado, um país precisa de: 1. Controle

Leia mais

Introdução à Microeconomia

Introdução à Microeconomia Introdução à Microeconomia Marcelo Pessoa de Matos Aula 2 Ementa do Curso Introdução (4 aulas) O que é Economia?; O Sistema Econômico (Representação Simplificada Fluxo Circular); A Evolução do Pensamento

Leia mais

Logística Internacional

Logística Internacional PLANO DE ENSINO 2014.2 Logística Internacional Semestre: 4º Carga Horária: 47 h Ementa Introdução aos conceitos e aplicação prática do fluxo de funcionamento da Logística Internacional abrangendo as diferentes

Leia mais

Mercado incomum do sul

Mercado incomum do sul Mercado INcomum do Sul Rebeca Nepomuceno, Thiago Nascimento PET - Economia - UnB 06 de Setembro de 2013 Vantagem absoluta Marco teórico Vantagem comparativa Modelo de fatores específicos Modelo de Hecksher-Ohlin

Leia mais

Formação Analista em Comércio Exterior

Formação Analista em Comércio Exterior Formação Analista em Comércio Exterior Objetivo: Habilitar os participantes para exercer a profissão de Analista em Comércio Exterior e trabalhar com a análise das operações, planejamento, coordenação

Leia mais

Processos Aduaneiros Especiais. SEMINÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR NO PEC NORDESTE FORTALEZA julho/2017 1

Processos Aduaneiros Especiais. SEMINÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR NO PEC NORDESTE FORTALEZA julho/2017 1 Processos Aduaneiros Especiais SEMINÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR NO PEC NORDESTE FORTALEZA julho/2017 1 Regimes Aduaneiros COMUM (ou geral): em que há pagamento de direitos aduaneiros, ou que confere isenção

Leia mais

Ponto de Situação da Execução da Carta de Qualidade da DSE 2012

Ponto de Situação da Execução da Carta de Qualidade da DSE 2012 Ponto de Situação da Execução da Carta de Qualidade da DSE 2012 Serviços Prestados Indicadores de Qualidade dos Serviços Previsibilidade de Cumprimento Taxa de Cumprimento 2012 1 Extensão de Patente de

Leia mais

Unidade I SISTEMÁTICA DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO. Profa. Lérida Malagueta

Unidade I SISTEMÁTICA DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO. Profa. Lérida Malagueta Unidade I SISTEMÁTICA DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO Profa. Lérida Malagueta Sistemática de importação e exportação - conteúdo O Comércio Internacional Legislação e a estrutura brasileira Termos internacionais

Leia mais

Economia Brasileira Ciclos do Pós-Guerra

Economia Brasileira Ciclos do Pós-Guerra Economia Brasileira Ciclos do Pós-Guerra Hildo Meirelles de Souza Filho Ciclos do crescimento 1947-1980, taxas de crescimento do PIB 15,0 10,0 5,0-1948 1950 1952 1954 1956 1958 1960 1962 1964 1966 1968

Leia mais

Integração regional Fundamentos

Integração regional Fundamentos Integração regional Fundamentos Reinaldo Gonçalves Professor titular UFRJ reinaldogoncalves1@gmail.com Bibliografia básica R. Baumann, O. Canuto e R. Gonçalves Economia Internacional. Teoria e Experiência

Leia mais

TÓPICOS DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS

TÓPICOS DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS TÓPICOS DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS (EXECÍCIOS DA UNIDADE 2) (PROFª. GLAUCEMIR BARROS) (UNIFOR) Marque a alternativa correta: 1) Caracteriza o escambo: a) ( ) regime de trocas diretas b) ( ) trocas amonetárias

Leia mais

Fatores para o cálculo do preço de exportação

Fatores para o cálculo do preço de exportação Fatores para o cálculo do preço de exportação No cálculo do preço de exportação devem ser levados em conta, entre outros fatores: IPI - IMUNIDADE do Imposto sobre Produtos Industrializados, na saída de

Leia mais

O PAPEL DOS SETORES PÚBLICO E PRIVADO NO DESENVOLVIMENTO

O PAPEL DOS SETORES PÚBLICO E PRIVADO NO DESENVOLVIMENTO O PAPEL DOS SETORES PÚBLICO E PRIVADO NO DESENVOLVIMENTO Rio - Novembro de 2017 Ernesto Lozardo Professor da FGV Presidente do Ipea A história nos mostra que quando o governo cresce a liberdade diminui

Leia mais

SOLUÇÕES COMPLETAS PARA UM MUNDO DE NEGÓCIOS IMPORTAÇÃO EXPORTAÇÃO

SOLUÇÕES COMPLETAS PARA UM MUNDO DE NEGÓCIOS IMPORTAÇÃO EXPORTAÇÃO SOLUÇÕES COMPLETAS PARA UM MUNDO DE NEGÓCIOS IMPORTAÇÃO EXPORTAÇÃO A REPRETEC TRADING A Repretec Trading está localizada na cidade de Itajaí - SC, há mais de 10 anos no mercado, contamos com profissionais

Leia mais

AULA NUMERO 25 INTERNACIONAL COMERCIO INTERNACIONAL (C.I.)

AULA NUMERO 25 INTERNACIONAL COMERCIO INTERNACIONAL (C.I.) AULA NUMERO 25 INTERNACIONAL COMERCIO INTERNACIONAL (C.I.) O comércio internacional ou comércio exterior é a troca de bens e serviços através de fronteiras internacionais ou territórios. (C.I. é uma disciplina

Leia mais

Consolidação dos Trabalhos sobre componentes do Balanço de Pagamentos. Análise Macroeconômica 1º semestre de 2007

Consolidação dos Trabalhos sobre componentes do Balanço de Pagamentos. Análise Macroeconômica 1º semestre de 2007 Consolidação dos Trabalhos sobre componentes do Balanço de Pagamentos Análise Macroeconômica 1º semestre de 2007 Balanço de Pagamentos do Brasil Componentes destacados Balança Comercial; Balança de Serviços;

Leia mais

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de fevereiro de 2013

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de fevereiro de 2013 Nota de Informação Estatística Lisboa, de fevereiro de 3 Banco de Portugal divulga estatísticas da balança de pagamentos e da posição de investimento internacional referentes a O Banco de Portugal publica

Leia mais

Estágio-Docência em Economia Internacional. Carlos Henrique Machado Simão

Estágio-Docência em Economia Internacional. Carlos Henrique Machado Simão Estágio-Docência em Economia Internacional Carlos Henrique Machado Simão carloshmsimao@gmail.com Capítulo 6 Economias de escala, concorrência imperfeita e comércio internacional Economias de Escala e Vantagem

Leia mais

Comércio em Smith e Ricardo

Comércio em Smith e Ricardo Comércio em Smith e Ricardo Comércio e Riqueza Era evidente a correlação entre comércio e riqueza do país. Mas a correlação é inversa: é porque o país é rico que há comércio e não o inverso. Tese que a

Leia mais

Disciplina Economia A Módulo 4,5,6

Disciplina Economia A Módulo 4,5,6 Escola Secundária Cacilhas-Tejo MATRIZ DE EXAME (AVALIAÇÃO DO REGIME NÃO PRESENCIAL E AVALIAÇÃO DE RECURSO) Disciplina Economia A Módulo 4,5,6 ENSINO RECORRENTE MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS Duração da Prova:

Leia mais

Macroeconomia. Fundamentos 1. O Mercado e o Estado. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial

Macroeconomia. Fundamentos 1. O Mercado e o Estado. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Macroeconomia Fundamentos 1. O Mercado e o Estado Francisco Lima 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Plano As sociedades d e a actividade id d económica: produzir

Leia mais

Sistemática do Comércio Exterior Adriana Viana Ana Cristina Bidueira Hellen Assunção Emanoela Pacheco Marla Noleto Karina Rodrigues

Sistemática do Comércio Exterior Adriana Viana Ana Cristina Bidueira Hellen Assunção Emanoela Pacheco Marla Noleto Karina Rodrigues Prof. Alexandre Almeida Sistemática do Comércio Exterior Adriana Viana Ana Cristina Bidueira Hellen Assunção Emanoela Pacheco Marla Noleto Karina Rodrigues O RECOF é o regime que permite a importação de

Leia mais

Crise X Oportunidades: Quais oportunidades o Brasil está tendo com a crise? Qual a previsão para o mercado de crédito, nos próximos anos?

Crise X Oportunidades: Quais oportunidades o Brasil está tendo com a crise? Qual a previsão para o mercado de crédito, nos próximos anos? Crise X Oportunidades: Quais oportunidades o Brasil está tendo com a crise? Qual a previsão para o mercado de crédito, nos próximos anos? Andrew Frank Storfer Vice Presidente da ANEFAC out 2009 CONJUNTURA

Leia mais

ZPE CEARÁ. A primeira a operar no Brasil. Mário Lima Junior Presidente ZPE Ceará. zpeceara.ce.gov.br facebook.com/zpeceara twitter.

ZPE CEARÁ. A primeira a operar no Brasil. Mário Lima Junior Presidente ZPE Ceará. zpeceara.ce.gov.br facebook.com/zpeceara twitter. ZPE CEARÁ A primeira a operar no Brasil Mário Lima Junior Presidente ZPE Ceará zpeceara.ce.gov.br facebook.com/zpeceara twitter.com/zpeceara CONCEITO A ZPE Zona de Processamento de Exportação é uma área

Leia mais

Economia dos Recursos Naturais. Agentes e Circuito Económico

Economia dos Recursos Naturais. Agentes e Circuito Económico Economia dos Recursos Naturais Agentes e Circuito Económico Agentes Económicos numa economia simplificada Famílias Empresas Engloba as famílias enquanto unidades de consumo e de fornecimento de trabalho

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA (CÓD. ENEX60075) PERÍODO: 1º PERÍODO

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA (CÓD. ENEX60075) PERÍODO: 1º PERÍODO PLANO DE AULA DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA (CÓD. ENEX60075) PERÍODO: 1º PERÍODO TOTAL DE SEMANAS: 20 SEMANAS TOTAL DE ENCONTROS: 40 AULAS Aulas Conteúdos/ Matéria Tipo de aula Textos, filmes e outros

Leia mais

Palestrante Mateus Neto Licenciado Gestão e Tecnologia Marítimas Escola Náutica Infante D. Henriques PORTUGAL

Palestrante Mateus Neto Licenciado Gestão e Tecnologia Marítimas Escola Náutica Infante D. Henriques PORTUGAL Palestrante Mateus Neto Licenciado Gestão e Tecnologia Marítimas Escola Náutica Infante D. Henriques PORTUGAL 1 2 O mundo é rico em riquezas naturais, mas para usá-las encontra-se uma barreira, que é a

Leia mais

Exportação Passo a Passo

Exportação Passo a Passo Sumário 3 4 5 6 1. INTRODUÇÃO 7 2. IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE EXPORTADORA POR QUE EXPORTAR? 9 2.1. A internacionalização da empresa 10 2.2. Etapas da internacionalização da empresa 2.3. Considerações importantes

Leia mais

Capítulo 7 Movimentos internacionais de fatores

Capítulo 7 Movimentos internacionais de fatores Capítulo 7 Movimentos internacionais de fatores Preparado por Iordanis Petsas Material de apoio para Economia internacional: teoria e política, 6ª edição de Paul R. Krugman e Maurice Obstfeld Organização

Leia mais

1.1 Tributação nas Importações. 1.3 Tributação nas Exportações. 1.4 Regimes Aduaneiros Especiais

1.1 Tributação nas Importações. 1.3 Tributação nas Exportações. 1.4 Regimes Aduaneiros Especiais 1.1 Tributação nas Importações 1.2 Preferências Tarifárias 1.3 Tributação nas Exportações 1.4 Regimes Aduaneiros Especiais 1.1 Tributação nas Importações 1.2 Preferências Tarifárias 1.3 Tributação nas

Leia mais

A ECONOMIA PORTUGUESA NO MUNDO

A ECONOMIA PORTUGUESA NO MUNDO A ECONOMIA PORTUGUESA NO MUNDO MANUEL CALDEIRA CABRAL UNIVERSIDADE DO MINHO FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO 29 DE SETEMBRO 2010 INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA Porque é que é importante Crescimento

Leia mais

Sugestão de cronograma das aulas de Introdução à Economia

Sugestão de cronograma das aulas de Introdução à Economia Aula Data 1 29/out 1 30/out Ter 2 31/out Qua 2 1/nov Qui Sugestão de cronograma das aulas de Introdução à Economia Conteúd o Especificado Economia: análise (ec. positiva ) e política (ec. normativa ),

Leia mais

Caminhos para melhorar o acesso a mercado das exportações brasileiras

Caminhos para melhorar o acesso a mercado das exportações brasileiras Caminhos para melhorar o acesso a mercado das exportações brasileiras Fórum Estadão de Competitividade Carlos Eduardo Abijaodi Diretor de Desenvolvimento Industrial Confederação Nacional da Indústria 1

Leia mais

X. Japão: do crescimento acelerado à recessão internacionalizada

X. Japão: do crescimento acelerado à recessão internacionalizada X. Japão: do crescimento acelerado à recessão internacionalizada 1. A economia japonesa após a guerra - Esforço de guerra destruiu a indústria local pela falta de estoques de reposição e investimentos

Leia mais

Macro aberta: coceitos básicos

Macro aberta: coceitos básicos Macro aberta: coceitos básicos Chapter 29 Copyright 2001 by Harcourt, Inc. All rights reserved. Requests for permission to make copies of any part of the work should be mailed to: Permissions Department,

Leia mais

Os benefícios do câmbio desvalorizado para o saldo da Balança Comercial

Os benefícios do câmbio desvalorizado para o saldo da Balança Comercial Os benefícios do câmbio desvalorizado para o saldo da Balança Comercial O superávit na balança comercial brasileira deveu-se mais à diminuição de importações do que ao aumento das exportações Marcelo de

Leia mais

O Papel da América Latina na Divisão Internacional do Trabalho XXXIX Encontro Nacional de Estudantes de Economia (ENECO) II Congresso de Estudantes

O Papel da América Latina na Divisão Internacional do Trabalho XXXIX Encontro Nacional de Estudantes de Economia (ENECO) II Congresso de Estudantes O Papel da América Latina na Divisão Internacional do Trabalho XXXIX Encontro Nacional de Estudantes de Economia (ENECO) II Congresso de Estudantes Latino-Americanos de Economia (CELEC) Florianópolis,

Leia mais

ANO XXVII ª SEMANA DE AGOSTO DE 2016 BOLETIM INFORMARE Nº 33/2016

ANO XXVII ª SEMANA DE AGOSTO DE 2016 BOLETIM INFORMARE Nº 33/2016 ANO XXVII 2016 3ª SEMANA DE AGOSTO DE 2016 BOLETIM INFORMARE Nº 33/2016 IMPORTAÇÃO/EXPORTAÇÃO REGIME ESPECIAL DE DRAWBACK... Pág. 213 ICMS - MG DIFERIMENTO DO ICMS EM OPERAÇÕES INTERESTADUAIS COM DESPERDÍCIOS

Leia mais

v. 01 Política comercial Reinaldo Gonçalves Professor titular UFRJ

v. 01 Política comercial Reinaldo Gonçalves Professor titular UFRJ v. 01 Política comercial Reinaldo Gonçalves Professor titular UFRJ reinaldogoncalves1@gmail.com Sumário 1. Política comercial: bidimensional 2. Política comercial: Razões 3. Instrumentos 2 Bibliografia

Leia mais

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Fevereiro de 2011

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Fevereiro de 2011 Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Fevereiro de 2011 Banco de Portugal divulga as Estatísticas da Balança de Pagamentos e da Posição de Investimento Internacional referentes a 2010 O Banco de

Leia mais

RISCOS DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO

RISCOS DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA - FIESC SEMINÁRIO RISCOS DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO PALESTRA BRASIL: DESINDUSTRIALIZAÇÃO OU ESTAGNAÇÃO DA INDUSTRIALIZAÇÃO JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO Florianópolis,

Leia mais

Resumo Aula-tema 03: Receita Pública

Resumo Aula-tema 03: Receita Pública Resumo Aula-tema 03: Receita Pública A fim de fazer face às próprias necessidades de manutenção e investimentos, o Estado dispõe de recursos ou rendas que lhe são entregues pela contribuição da coletividade.

Leia mais

RECOF-SPED: Novidades e Benefícios

RECOF-SPED: Novidades e Benefícios www.pwc.com RECOF-SPED: Novidades e Benefícios São Paulo 27.Outubro.2016 Comércio exterior brasileiro Curiosidades sobre o comércio exterior brasileiro Documentos (número) Tempo (dias) Custo (US$ por contêiner)

Leia mais

RECOF-SPED: Curitiba 26.Outubro.2016

RECOF-SPED: Curitiba 26.Outubro.2016 www.pwc.com RECOF-SPED: Curitiba 26.Outubro.2016 Recof-Sped x Drawback RECOF-SPED Exterior Importação de insumos Exportação do produto industrializado Brasil Declaração de Admissão na importação ou Nota

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS. Prof. Walfredo Ferreira

GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS. Prof. Walfredo Ferreira GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Prof. Walfredo Ferreira Estrutura do estudo: (Onde estamos no programa?) Unidade 1: ESTRUTURA DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Teoria dos Negócios Internacionais. Contato inicial

Leia mais

A AMÉRICA LATINA INDUSTRIALIZADA O PROCESSO DE SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES

A AMÉRICA LATINA INDUSTRIALIZADA O PROCESSO DE SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES A AMÉRICA LATINA INDUSTRIALIZADA O PROCESSO DE SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES DURANTE O PÉRÍODO DAS GUERRAS MUNDIAIS, OS PAÍSES EUROPEUS PARARAM DE EXPORTAR ARTIGOS INDUSTRIALIZADOS

Leia mais

Vice-Presidente da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio No Brasil

Vice-Presidente da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio No Brasil APRESENTAÇÃO CBP-CE - A Câmara Brasil Portugal no Ceará - Comércio, Indústria e Turismo (CBP-CE), fundada em junho de 2001, é uma associação civil sem fins lucrativos com atuação no estado do Ceará, Portugal

Leia mais

Progresso PARP Perspectivas

Progresso PARP Perspectivas REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DIRECÇÃO NACIONAL DE ESTUDOS E ANÁLISE DE POLÍTICAS Progresso PARP 2011-2014 Perspectivas 2013-2017 Apresentação ao Seminário Conjunto:

Leia mais

Loja Franca em Fronteira Terrestre

Loja Franca em Fronteira Terrestre Loja Franca em Fronteira Terrestre 1 Condições gerais de Loja Franca (Decreto-Lei nº 1.455/76) O funcionamento poderá ser autorizado: LOJA FRANCA DE PORTO E AEROPORTO (Regime Aduaneiro Especial) Para venda

Leia mais

Visão empresarial sobre os fatores internos que interferem no desempenho das exportações brasileiras

Visão empresarial sobre os fatores internos que interferem no desempenho das exportações brasileiras Visão empresarial sobre os fatores internos que interferem no desempenho das exportações brasileiras Sandra Rios Consultora da CNI Competitividade Brasileira nas Exportações GVcelog FGV-EAESP São Paulo,

Leia mais

DEPARTAMENTO CURRICULAR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS. PLANO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE ECONOMIA MÓDULOS 1, 2, 3 e 4 10º ANO. Ano Letivo

DEPARTAMENTO CURRICULAR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS. PLANO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE ECONOMIA MÓDULOS 1, 2, 3 e 4 10º ANO. Ano Letivo DEPARTAMENTO CURRICULAR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS PLANO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE ECONOMIA MÓDULOS 1, 2, 3 e 4 10º ANO Ano Letivo 2017-2018 TEMAS/ CONTEÚDOS Módulo 1 A Economia e o Problema Económico

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO Agência para a Promoção de Investimento e Exportações MANUAL DO EXPORTADOR Procedimentos Administrativos Luanda, 10 de Julho de 2015 INDICE I. INTRODUÇÃO 2 II. PREAMBULO...2 III.

Leia mais

BALANÇA COMERCIAL DE ANGOLA 1 ANGOLA TRADE BALANCE

BALANÇA COMERCIAL DE ANGOLA 1 ANGOLA TRADE BALANCE BALANÇA COMERCIAL DE ANGOLA 1 ANGOLA TRADE BALANCE Júlio Cavalheiro Kopf 2, Vivaldo Andre Damião 3 1 Trabalho de conclusão do curso de Administração de Empresas da Faisa Faculdades 2 Aluno do programa

Leia mais

DRAWBACK COMO INSTRUMENTO ESTRATÉGICO DE COMPETITIVIDADE PARA REDUÇÃO DE CUSTOS NAS NEGOCIAÇÕES INTERNACIONAIS

DRAWBACK COMO INSTRUMENTO ESTRATÉGICO DE COMPETITIVIDADE PARA REDUÇÃO DE CUSTOS NAS NEGOCIAÇÕES INTERNACIONAIS DRAWBACK COMO INSTRUMENTO ESTRATÉGICO DE COMPETITIVIDADE PARA REDUÇÃO DE CUSTOS NAS NEGOCIAÇÕES INTERNACIONAIS Célio Corrêa Dos Santos Amilton Fernando Cardoso Jorge Ribeiro Toledo Filho Resumo: Este artigo

Leia mais

BALANÇO DE PAGAMENTOS

BALANÇO DE PAGAMENTOS BALANÇO DE PAGAMENTOS (PARTE 2) SÍLVIA HELENA G. DE MIRANDA DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA ESALQ-USP Outubro/2015 Piracicaba - SP 2 BIBLIOGRAFIA 1. Feijó, C. A. et al. Contabilidade

Leia mais

2.1 - SISTEMA ECONÔMICO

2.1 - SISTEMA ECONÔMICO Sistemas Econômicos 2.1 - SISTEMA ECONÔMICO Um sistema econômico pode ser definido como a forma na qual uma sociedade está organizada em termos políticos, econômicos e sociais para desenvolver as atividades

Leia mais

Exposição e Análise dos Motivadores à Industrialização Brasileira

Exposição e Análise dos Motivadores à Industrialização Brasileira Exposição e Análise dos Motivadores à Industrialização Brasileira PET-Economia UnB 01 de junho de 2014 Sumário 1 Introdução 2 3 Teoria Estruturalista e Teoria dos Choques Adversos Visão Neoclássica: Industrialização

Leia mais

Prof. Francisco C. E. Mariotti

Prof. Francisco C. E. Mariotti Prof. Francisco C. E. Mariotti A RECEITA PÚBLICA Receitas públicas são os recursos previstos em legislação e arrecadados pelo poder público com a finalidade de realizar gastos que atenda as necessidades

Leia mais

CFOP - Códigos fiscais de operações e prestações

CFOP - Códigos fiscais de operações e prestações CFOP - Códigos fiscais de operações e prestações A presente relação de códigos fiscais é baseada no Convênio SINIEF s/nº, de 15.12.1970, com suas respectivas alterações. A relação encontra-se devidamente

Leia mais

EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ECONÔMICO

EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ECONÔMICO EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ECONÔMICO Adam Smith: divisão do trabalho, produtividade e custos David Ricardo: vantagens comparativas Malthus: controle demográfico Marx: mais-valia e crises capitalistas Marx:

Leia mais

Impacto da Expansão dos Recursos Naturais na Competitividade da Economia e Empresarial. Martin Webber J.E. Austin Associates, Inc.

Impacto da Expansão dos Recursos Naturais na Competitividade da Economia e Empresarial. Martin Webber J.E. Austin Associates, Inc. Impacto da Expansão dos Recursos Naturais na Competitividade da Economia e Empresarial Martin Webber J.E. Austin Associates, Inc. 16 Agosto 2013 Objectivos Definir competitividade para os sectores existentes

Leia mais

Ajustando o Balanço de Pagamentos

Ajustando o Balanço de Pagamentos Alicia Ruiz Olalde Ajustando o Balanço de Pagamentos Desvalorização cambial Elevação das tarifas de importação Estabelecimento de cotas de importação Concessão de subsídios às exportações Controle de capitais

Leia mais

O PROGRAMA DAS ZPES: INSTRUMENTO DE CRIAÇÃO DE EMPREGOS E DE OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS

O PROGRAMA DAS ZPES: INSTRUMENTO DE CRIAÇÃO DE EMPREGOS E DE OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS DESE XXXX O PROGRAMA DAS ZPES: INSTRUMENTO DE CRIAÇÃO DE EMPREGOS E DE OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS Esta informação é para uso exclusivo da ABRAZPE. Nenhuma parte da mesma pode ser enviada HELSON ou copiada

Leia mais

Conceito de Comércio exterior

Conceito de Comércio exterior Conceito de Comércio exterior atividade de compra e venda internacional de produtos e serviços de um determinado país. Do comércio exterior participam empresas de pequeno, médio e grande porte, muitas

Leia mais

INVESTIR EM REPUBLICA DOMINICANA

INVESTIR EM REPUBLICA DOMINICANA Texto Quem Somos Missão A CCITPRD é uma Associação privada, sem fins lucrativos. A sua atividade centra-se, sobretudo, no estabelecimento de parcerias com empresas, organizações e profissionais especificamente

Leia mais

PROGRAMAÇÃO FISCAL E FINANCEIRA

PROGRAMAÇÃO FISCAL E FINANCEIRA Universidade de Brasília (UnB) Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação (FACE) Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais (CCA) PROGRAMAÇÃO FISCAL

Leia mais

Flutuações Econômicas no Curto Prazo OA e DA CAPÍTULO 33

Flutuações Econômicas no Curto Prazo OA e DA CAPÍTULO 33 Flutuações Econômicas no Curto Prazo OA e DA CAPÍTULO 33 Segunda Prova Dia 01 de julho (quinta-feira) - 19:00 hs. Dúvidas 01/06 à tarde. Dia 24 e 25 de junho não haverá aula. Prova para os que faltaram

Leia mais

Roménia. Condições Legais de Acesso ao Mercado

Roménia. Condições Legais de Acesso ao Mercado Roménia Condições Legais de Acesso ao Mercado Outubro 2007 Índice 1. Regime Geral de Importação 2 2. Regime de Investimento Estrangeiro 3 3. Quadro Legal 4 1 1. Regime Geral de Importação Com a entrada

Leia mais

APOSTILA DE MACROECONOMIA Cap. 1

APOSTILA DE MACROECONOMIA Cap. 1 1 APOSTILA DE MACROECONOMIA Cap. 1 PROF. Ms. Fábio José Esguícero MACROECONOMIA: Ramo da economia que estuda os grandes agregados da economia como PIB, inflação, renda, emprego, consumo, crescimento econômico,

Leia mais

REPETRO Benefícios do Estado

REPETRO Benefícios do Estado REPETRO Benefícios do Estado O que é o REPETRO? Regime aduaneiro especial que permite a importação de equipamentos para serem utilizados diretamente nas atividades de pesquisa e lavra das jazidas de petróleo

Leia mais

Aulas 10 e 11. Índia e China. Adie por um dia e dez dias se passarão (Provérbio coreano).

Aulas 10 e 11. Índia e China. Adie por um dia e dez dias se passarão (Provérbio coreano). Aulas 10 e 11. Índia e China. Adie por um dia e dez dias se passarão (Provérbio coreano). Índia aspectos humanos. Segundo país mais populoso do planeta (formigueiro humano) 1,2 bilhões de habitantes; População:

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO III: IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO

DIREITO TRIBUTÁRIO III: IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DIREITO TRIBUTÁRIO III: E EXPORTAÇÃO Prof. Thiago Gomes HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA Incidente sobre a inserção, no território nacional, de bens procedentes de outros países. (Fundamento Legal: Art. 153, I,

Leia mais

Interdependência e Ganhos de Troca

Interdependência e Ganhos de Troca 3 Interdependência e Ganhos de Troca Bens e serviços no dia a dia O despertador que toca de manhã foi feito na China. O software do celular foi desenvolvido nos Estados Unidos e montado também na China.

Leia mais

Os principais parceiros do Brasil e a agenda de acordos. Lia Valls Pereira. Pesquisadora e economista da Economia Aplicada do IBRE/FGV

Os principais parceiros do Brasil e a agenda de acordos. Lia Valls Pereira. Pesquisadora e economista da Economia Aplicada do IBRE/FGV TEXTO PARA DISCUSSÃO Os principais parceiros do Brasil e a agenda de acordos Lia Valls Pereira Pesquisadora e economista da Economia Aplicada do IBRE/FGV Outubro de 2012 Os principais parceiros do Brasil

Leia mais

PRANA SIGNIFICA ENERGIA VITAL. FOCADOS NISSO, NOS EMPENHAMOS PARA SER A ENERGIA PROPULSORA DA SUA RELAÇÃO COM O COMÉRCIO INTERNACIONAL CONECTANDO

PRANA SIGNIFICA ENERGIA VITAL. FOCADOS NISSO, NOS EMPENHAMOS PARA SER A ENERGIA PROPULSORA DA SUA RELAÇÃO COM O COMÉRCIO INTERNACIONAL CONECTANDO PRANA SIGNIFICA ENERGIA VITAL. FOCADOS NISSO, NOS EMPENHAMOS PARA SER A ENERGIA PROPULSORA DA SUA RELAÇÃO COM O COMÉRCIO INTERNACIONAL CONECTANDO SEUS NEGÓCIOS COM O MUNDO. QUEM SOMOS SOMOS UMA EMPRESA

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESPECIAL. PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 41-A, DE 2003 (do Poder Executivo)

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESPECIAL. PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 41-A, DE 2003 (do Poder Executivo) COMISSÃO ESPECIAL PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 41-A, DE 2003 (do Poder Executivo) Altera o Sistema Tributário e dá outras providências. EMENDA MODIFICATIVA (Do Sr. JULIO REDECKER e outros) Dê-se

Leia mais

Macroeconomia aberta: conceitos básicos

Macroeconomia aberta: conceitos básicos Macroeconomia aberta: conceitos básicos Roberto Guena de Oliveira USP 22 de outubro de 2012 Roberto Guena de Oliveira (USP) Macro aberta: conceitos básicos 22 de outubro de 2012 1 / 25 Sumário 1 Fluxos

Leia mais

Unidade 1.1 Teorias de Comércio Internacional Baseado Livro: Manual de Comércio Exterior (Cap. 2) Causas do Comércio Internacional Os países comerciam por que? São diferentes uns dos outros, isto é apresentam

Leia mais

ZONA DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO - ZPE

ZONA DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO - ZPE ZONA DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO - ZPE O Que é uma ZPE? Áreas delimitadas, especialmente designadas a indústrias exportadoras, nas quais estas usufruem de regimes tributário e cambial diferenciados,

Leia mais