PONTO 1: Nacionalidade PONTO 2: Nacionalidade Brasileira PONTO 3: Deportação e Expulsão PONTO 4: Deportação PONTO 5: Asilo Político. 1.

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1 1 DIREITO INTERNACIONAL PONTO 1: Nacionalidade PONTO 2: Nacionalidade Brasileira PONTO 3: Deportação e Expulsão PONTO 4: Deportação PONTO 5: Asilo Político 1. Nacionalidade: Vinculo político entre o Estado soberano e o individuo, que faz deste um membro da comunidade constitutiva da dimensão pessoal do Estado (REZEK). - Estado Soberano: único outorgante possível da nacionalidade: - obrigatoriedade de distinção entre nacionais e estrangeiros. - vedação a privação arbitrária de nacionalidade ou do direito de mudar de nacionalidade (DUDH, art. 15) TODO individuo tem direito a uma nacionalidade. - efetividade do vínculo: laços sociais entre individuo e o Estado. Existem duas formas de nacionalidade: - Nacionalidade Originária (atribuída no nascimento): - manifestação de vontade pode operar como elemento acessório necessidade de vinculo individuo Estado. - Ius soli lugar do nascimento. Adotado no Brasil. - Ius sanguinis nacionalidade do pais. - Nacionalidade derivada (naturalização): - mediante naturalização; - necessidade de preenchimento de requisitos; - pode implicar ruptura com o vínculo anterior.

2 2 - Normas Costumeiras. - Exclusão da atribuição de nacionalidade jure soli os filhos de agentes dos Estados estrangeiros. - Diplomatas, cônsules, membros de missões especiais. - Proibição do banimento: nenhum Estado pode expulsar nacional seu com destino a território estrangeiro. - Tratados Multilaterais: - redução da apatria e da polipatria - Convenção de Haia de 1930: - Liberdade do Estado para determinar quem são seus nacionais efetividade. - Condenação da repercussão de pleno direito sobre a mulher, na Constancia do casamento, da mudança de nacionalidade do marido. - Convenção de NY de 1957: imuniza a nacionalidade da mulher contra todo efeito automático do casamento, do divórcio ou da alteração de nacionalidade do marido. - Pacto de San José (1969): toda pessoa tem direito à nacionalidade do Estado em cujo território tiver nascido, se não tiver direito a outra. 2. Nacionalidade Brasileira: - Matéria constitucional. - Art. 12. São brasileiros NATOS: a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes estejam a serviço de seu país. É BRASILEIRO se estiver a serviço de país diferente do seu,.

3 3 b) os nascidos no estrangeiros, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer um dedes esteja a serviço da República Federativa do Brasil. Serviço lato sensu OIs das quais Brasil seja parte. c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira, desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo, depois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira. II naturalizados: a) os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade brasileira, exigidas aos originários de países de língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral; b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira. Essa concessão não é automática, deve ser requerida pelo estrangeiro. Estatuto do Estrangeiro: - Art São condições para a concessão da naturalização: I - capacidade civil, segundo a lei brasileira; II - ser registrado como permanente no Brasil; III - residência contínua no território nacional, pelo prazo mínimo de quatro anos, imediatamente anteriores ao pedido de naturalização; IV - ler e escrever a língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; V - exercício de profissão ou posse de bens suficientes à manutenção própria e da família; VI - bom procedimento; VII - inexistência de denúncia, pronúncia ou condenação no Brasil ou no exterior por crime doloso a que seja cominada pena mínima de prisão, abstratamente considerada, superior a 1 (um) ano; e (Crime culposo não) VIII - boa saúde.

4 4 Redução do Prazo: - Art O prazo de residência fixado no artigo 112, item III, poderá ser reduzido se o naturalizando preencher quaisquer das seguintes condições: I - ter filho ou cônjuge brasileiro; II - ser filho de brasileiro; III - haver prestado ou poder prestar serviços relevantes ao Brasil, a juízo do Ministro da Justiça; IV - recomendar-se por sua capacidade profissional, científica ou artística; ou V - ser proprietário, no Brasil, de bem imóvel, cujo valor seja igual, pelo menos, a mil vezes o Maior Valor de Referência; ou ser industrial que disponha de fundos de igual valor; ou possuir cota ou ações integralizadas de montante, no mínimo, idêntico, em sociedade comercial ou civil, destinada, principal e permanentemente, à exploração de atividade industrial ou agrícola. Parágrafo único. A residência será, no mínimo, de um ano, nos casos dos itens I a III; de dois anos, no do item IV; e de três anos, no do item V. Nacionalidade Brasileira: - A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos na CF. - São privativos de brasileiro nato os cargos: I Presidente e Vice-Presidente da República; II Presidente da Câmara dos Deputados; III de Presidente do Senado Federal; IV de Ministro do Supremo Tribunal Federal; V da carreira diplomática; VI de oficial das Forças Armadas; VII de Ministro de Estado da Defesa. Perda da Nacionalidade: 4º - Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que: I - tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial, em virtude de atividade nociva ao interesse nacional;

5 5 II - adquirir outra nacionalidade, salvo no casos: a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira; b) de imposição de naturalização, pela norma estrangeira, ao brasileiro residente em estado estrangeiro, como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis; - A única condição de perder a nacionalidade brasileira é a demonstração do desejo expresso e inequívoco de perdê-la e de mudar de nacionalidade. Estatuto de Igualdade 3927/01: - Individuo conserva sua nacionalidade, mas exerce prerrogativas de cidadão em outro país. - Igualdade de direitos e obrigações civis: - prova da nacionalidade; - capacidade; - admissão em caráter permanente. - Obtenção de Direito Políticos: - + prova do gozo de direitos políticos em Portugal; - + residência no Brasil por 3 anos. Condição jurídica do Estrangeiro: - Admissão discricionária. - Variedade de Vistos. - Permanente imigrantes. - Diplomático. - Temporário: I - em viagem cultural ou em missão de estudos;

6 6 II - em viagem de negócios; III - na condição de artista ou desportista; IV - na condição de estudante; V - na condição de cientista, professor, técnico ou profissional de outra categoria, sob regime de contrato ou a serviço do Governo brasileiro; VI - na condição de correspondente de jornal, revista, rádio, televisão ou agência noticiosa estrangeira. VII - na condição de ministro de confissão religiosa ou membro de instituto de vida consagrada e de congregação ou ordem religiosa. - De trânsito passagem do BR para outro país. - De Cortesia personalidade e autoridades. - Oficial missão oficial; funcionários de organismos estrangeiros. - Turísticos caráter recreativo ou visita, sem finalidade migratória ou exercício de atividade remunerada. Condição Jurídica do Estrangeiro: - Diversidade de Direitos: - Maioria dos países: gozo de direitos civis. - exceção: atividade remunerada só para o residente. - Ausência de direitos políticos - Exceção tratado Estatuto da Igualdade. - Não pode votar, ser votado ou propor ação popular. 3. Deportação e Expulsão: Tratam-se de Exclusão por iniciativa Local. Deportação:

7 7 - DIFERE do impedimento à entrada não passa da barreira policial da fronteira falta de justo título. - Ocorre APÓS a entrada irregular oi - Estada se tornou irregular: - excesso de prazo; - turista que exerce atividade remunerada. - Competência da Política Federal - Não deixa seqüela - Deportado por voltar para o Brasil depois se regulamentar a documentação. Entretanto, a volta regular se submete ao pagamento de taxas pelo deportado, relativas a sua devolução. Expulsão: - atentar contra segurança nacional, a ordem política ou social, a tranquilidade ou moralidade pública e a economia popular, ou cujo procedimento o torne noviço à conveniência e aos interesses nacionais; - praticar fraude a fim de obter a sua entrada ou permanência no Brasil; - entregar-se à vadiagem ou à mendicância. - Inquérito no Min. De Justiça Presidente da República resolve sobre a conveniência e a oportunidade da expulsão ou de sua revogação Decreto. - Não se procederá à expulsão (Não obsta deportação ou extradição): - I se implicar extradição inadmitida pela lei brasileira, ou; - II quando o estrangeiro tiver: a) Cônjuge brasileiro do qual não esteja divorciado ou separado, de fato ou de direito, e decide que o casamento tenha sido celebrado há mais de 5 anos; ou

8 8 b) filho brasileiro que, comprovadamente, esteja sob sua guarda e dele dependa economicamente. - Adoção e reconhecimento de filho supervenientes Não obstam a expulsão. - Divórcio ou abandono de filho pode expulsar. - Lei nunca obriga a deportar ou expulsar. 4. Extradição: Trata-se de exclusão por Iniciativa de um outro País: - Ato mediante o qual um Estado entrega a outro Estado individuo acusado de haver cometido crime de certa gravidade ou que já se ache condenado por aquele. - Não ocorre ex officio pedido do Estado que possua jurisdição para julgar o acusado. - Via Diplomática MRE encaminha ao STF; - Caráter INCIDENTAL no curso de Processo Penal. - Condições da Extradição: - Reciprocidade. - Tratado: pedido não importa recusa governo DEVE submeter ao STF. - STF pode indeferir o pedido. - Governo pode na efetivar a entrega se o outro Estado não cumprir certos compromissos. Congresso. - Promessa: não significa compromisso internacional a referendo do - Competência do Estado requerente.

9 9 - Processo Penal. - Dupla incriminação. - Punibilidade de fato prescrição e ne bis in idem. - Especialidade julgamento pelo delito considerado, tão somente. - Extradição de nacionais Art. 5º, LI - nenhum brasileiro será extraditado, salvo o naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei. - Crime comum, não é crime político. - Controle jurisdicional: - Estado requerente NÃO é parte. - Extraditando não pode renunciar ao beneficio da lei. - Legalidade da Extradição: - Judiciário apura a presença das condições/ pressupostos. - IMPEDE a extradição submissão a tribunal ou juízo de exceção. - Efetivação da entrega do extraditando: - Negada liberdade. - Deferida compromissos de outro Estado. - especialidade. - Detração. - Comutação em caso de pena de morte.

10 10 - Não-entrega a outro Estado sem autorização do Brasil. - Não agravamento da pena por motivação política. Obs: TPI traz um instituto chamado Entrega ( surrender ) trata-se da entrega de um nacional, com mesmo efeito da extradição, porém não julgada pelo mesmo País, mas por um Tribunal Internacional. 5. Asilo Político: - Acolhimento pelo Estado de estrangeiro perseguido em outro lugar dissidência política, delitos de opinião, etc. Não são crimes comum, mas POLÍTICOS. - TERRITORIAL: forma perfeita e acabada. - concedido ao estrangeiro que cruzou a fronteira. - Concessão é FACULDADE do Estado. - DIPLOMÁTICO: provisório, prática regular somente na América Latina (caráter excepcional). urgência. - Requisitos: natureza política dos delitos, atualidade de persecução, estado de no litoral. - Missão DIPLOMÁTICA (embaixadas), e não consular, e navios de guerra acostados - Convenção de Caracas instituição humanitária que não exige reciprocidade.

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