PNAIC/2015 TERCEIRO CICLO DE FORMAÇÃO. Módulo IV

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1 PNAIC/2015 TERCEIRO CICLO DE FORMAÇÃO Módulo IV A criança no Ciclo de Alfabetização: ludicidade nos espaços/tempos escolares Kellen Cristina Costa Alves Bernardelli

2 LUDICIDADE RECURSO PEDAGÓGIC FRUIÇÃO O INFANTIL Lúdico tem sua origem no latim ludus, cujo significado é associado a brincadeira, jogo, divertimento.

3 (...) o lúdico traz benefício físico para o crescimento da criança e para o desenvolvimento das habilidades motoras e de expressão corporal. Em relação ao desenvolvimento cognitivo, o brincar estimula as ações intelectuais, desenvolve habilidades perceptuais, como a atenção e, consequentemente, a memória. As contribuições sociais são percebidas quando a criança simboliza uma realidade que ainda não pode alcançar, mesmo considerando a fruição, e aprende a interagir com outras pessoas, compartilhando, relacionando-se. (grifo nosso, p.24) Rousseau, Pestalozzi, Froebel, Dewey, Claparède, Montessori, Piaget e Vygotsky

4 Assimilação de Conceitos Facilitador da Aprendizagem Ponto de vista Didático Desenvolvimento de Atitudes Motivador da Aprendizagem p. 24

5 Formação do Professor Formação Lúdica Práticas Lúdicas (...) Andrade (2008), (...) defende que, quando o professor inicia um trabalho com propostas lúdicas, ele também deve brincar. O lúdico é o espaço de estar com: com as crianças e também com os adultos. Não seria possível pensar as brincadeiras para a criança sem considerá-las como uma oportunidade também para o professor ter tempo e espaço para o lúdico (grifo nosso, p.25).

6 Essa sala é um espaço lúdico? p. 26

7 PRAXIS DOCENTE E O BRINCAR? DIDATIZAÇÃO DO LÚDICO (...) Debortoli Em(2005) vários relata emmomentos que (...) ao observar a didatização e analisar descaracteriza as mediações professoras, a atividade percebeu lúdica, a pois dificuldade as crianças delas aemevitam promover ou mediações desistem dela, sistemáticas, quandocom é enfadonha. princípios Ademais, claros e quando intencionais, é difícil o demais, que reforça gera ansiedade. a ideia de aprendizagem natural e espontânea. p. 26

8 BRINCAR Elas incorporam as experiências sociais e culturais do brincar por meio das relações que estabelecem com os outros, sobretudo com seus pares. (...) o brincar é uma atividade humana criadora, na qual a imaginação, a fantasia e a realidade interagem na produção de novas possibilidades de interpretação, de expressão e de ação pelas crianças.. Por meio da brincadeira as crianças planejam, negociam, discutem para brincar. Assim, brincar é uma ação/atuação exercida em um tempo e espaço sociais. Ao brincar, a criança vai construindo, compreendendo e utilizando os sistemas simbólicos, bem como a capacidade de perceber, criar, manter e desenvolver laços de afeto e confiança no outro. É um momento no qual a criança se comunica com o mundo, se expressa. Griffo nosso, págs. 27, 28 e 29

9 A LUDICIDADE NOS ESPAÇOS/TEMPOS ESCOLARES Elegemos a sala de aula, o pátio e a brinquedoteca das instituições escolares como possíveis espaços/tempos lúdicos, por levar em conta o significado destes para as crianças. Pesquisadores o pátio como o franceses espaço/tempo chamam lúdico a atenção da escola, para também o fato de que visto (...) a na atuação as mesma atividades nas perspectiva brinquedotecas lúdicas da brinquedoteca nas salas é sutil de e muitas aulas espaço vezes são no utilizadas pouco qual visível, as crianças como o que recursos usuárias contribui são pedagógicos para produtoras certa insegurança e para fruidoras auxiliar quanto de o à sua cultura. importância. processo A diferença Notamos de ensino-aprendizagem. é que que, na quando maioria uma dos instituição pátios das tem instituições uma proposta não pedagógica existe um para trabalho a brinquedoteca, de mediação esta docente, lhe dá como na sala de aula e identidade. na brinquedoteca. Assim, o pátio, principalmente na hora do intervalo/recreio, é dedicado a brincadeiras livres pelas crianças. Griffo nosso, págs. 29, 30 e 31

10 Sem deixar de lado a importância do lúdico na práxis pedagógica, este texto se propõe a contribuir para a reflexão da relevância do lúdico por ele mesmo, tempo da vivência da infância, da fruição. A escola se torna também um espaço para essas experiências extracurriculares Griffo nosso, p. 32

11 GRUPO Vamos brincar? Cada grupo deverá vivenciar uma brincadeira. 1 ADOLETA 2 BATE FIGURINHA 3 PALITINHOS 4 MORTO-VIVO 5 ESCRAVOS DE JÓ 15 minutos

12 Brincar é importante, mas como planejar essa atividade? organizando rotinas; criando espaços de jogos e brincadeiras e compartilhando-os; colocando-se à disposição das crianças; observando as crianças nas brincadeiras para melhor conhecê-las; percebendo as alianças, amizades; estabelecendo pontes e centrando a ação pedagógica no diálogo. Grifo nosso, p. 28

13 PLANEJANDO O BRINCAR... Qual brincadeira vocês vivenciaram? Esta brincadeira pode fazer parte da rotina dos alunos do Ciclo da Alfabetização? Para quais anos de escolaridade ela é mais apropriada? Por quê? Em que espaço/tempo essa brincadeira pode ser desenvolvida na escola? Que habilidades e atitudes as crianças podem desenvolver a partir dessa brincadeira? Durante a realização desta brincadeira pelas crianças o que o(a) professor(a) deve observar da atuação de cada um? Durante a realização da brincadeira pelas crianças é possível o professor fazer alguma mediação?qual(is)? De que forma esta brincadeira pode ser, também, utilizada como recurso pedagógico no Ciclo de Alfabetização?

14 Dialogando com o texto: jogos e interdisciplinaridade: a questão da afetividade em foco. Considerar o esquema Do ponto de vista didático Como o relato se relaciona com os aspectos destacados no esquema: assimilação de conceitos(solidariedade, cooperação, respeito) facilitador da aprendizagem (as relações interpessoais), desenvolvimento de atitudes(colaborativas, valorização da opinião do outro, ) e motivador de aprendizagens

15 COMPARTILHANDO Projeto sobre princípios e valores - cooperação e da solidariedade Dificuldade da turma - as aulas de Educação Física pois, os alunos apresentam indisciplina, atritos e desrespeito total aos comandos dados. O jogo queimado - individualismo Reflexão pós jogo

16 O texto 2 vai apresentar a ideia que os jogos, os brinquedos e as brincadeiras colaboram para uma vida mais significativa e prazerosa para a criança e que os estudiosos da Educação defendem as atividades lúdicas como recursos para o desenvolvimento de ações pedagógicas significativas. Defendem a ludicidade como base para a aprendizagem.(pág.24)

17 Foi perceptível que as atividades desenvolvidas promoveram um maior envolvimento da turma e um maior senso de coletividade, desde a necessidade de se articular para vencer o jogo até a importância do trabalho de cada um para formar o produto final, que foi o livro das brincadeiras populares. Em todas as atividades, foi muito proveitoso o trabalho em duplas e/ou grupos que, dentro de situações mais lúdicas, favoreceu o entrosamento e a noção de trabalho em equipe, atingindo nossos objetivos iniciais de favorecer um vínculo afetivo maior, demonstrando mais companheirismo e cumplicidade. E fortaleceu a interação dos alunos, a partir de regras estabelecidas, refletindo que o sucesso da equipe vinha não só da qualidade individual de um ou outro jogador, aqueles considerados os fortes, mas sim das estratégias traçadas por todos juntos.

18 O texto 2 indica que as atividades lúdicas possibilitam que as crianças reelaborem criativamente sentimentos e conhecimentos, e edifiquem novas possibilidades de interpretação e de representação do real. Nesse sentido, o lúdico propicia ações voltadas tanto para a aprendizagem como para a vida da criança propriamente dita, caracterizando-se como elemento inclusivo na dimensão individual e coletiva desse sujeito. (pag.25)

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