Estratégia nacional Inserção internacional Mudanças sócio-demográficas Fernando Nogueira da Costa Professor do IE-UNICAMP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estratégia nacional Inserção internacional Mudanças sócio-demográficas Fernando Nogueira da Costa Professor do IE-UNICAMP"

Transcrição

1 Estratégia nacional Inserção internacional Mudanças sócio-demográficas Fernando Nogueira da Costa Professor do IE-UNICAMP

2 Inserção Internacional

3 Islândia Inglaterra Oceano Atlântico França Espanha Itália ÁFRICA

4 Essa região azul mais clara é a plataforma continental brasileira. Oceano Atlântico Belo Horizonte Salvador Rio de Janeiro Grande São Paulo

5 Brasília Goiânia Campinas Belo Horizonte Fortaleza Aracajú Salvador Rio de Janeiro Grande São Paulo Florianópolis Porto Alegre Recife A mesma região geográfica, anoitecendo mais, realça outras cidades. Por exemplo, o ponto luminoso acima da região da Grande São Paulo é a região de Campinas. As capitais dos Estados se destacam um pouco mais que as outras cidades.

6 Na Califórnia, ainda está claro. Chicago O centro econômico-financeiro é o mais iluminado! O uso de energia expressa as desigualdades de desenvolvimento. Essa concentração de grandes luzes é, de cima para baixo, Boston, Nova York, Filadélfia e Washington. Dallas Houston Miami

7 cruzamento de rankings Área População PIB Consumo Exportação

8 ranking dos paises por área Ranking País Área (Km mil) % 1 Rússia ,3% 2 Canadá ,0% 3 Estados Unidos ,9% 4 China ,9% 5 Brasil ,7% 6 Austrália ,5% 7 Índia ,6% 8 Argentina ,5% 9 Cazaquistão ,5% 10 Sudão ,5% Outros Países ,5% Mundo % Fonte: Central Intelligence Agency (CIA). The World Factbook 2005

9 Fonte: Central Intelligence Agency (CIA). The World Factbook 20013

10 distribuição populacional 10

11

12 Ranking dos países por PIB PPC 2012 Fonte: Central Intelligence Agency (CIA). The World Factbook 2013 Observação: porque a União Europeia está no ranking dos países, o Brasil está em oitavo lugar. 12

13 comparação das rendas das seis maiores populações latino-americanas Brasil: pelo Censo 2010, a população era de pessoas; em 2013, já ultrapassou 194 milhões. PIB nominal: US$ 2.09 trillion (2010 est.) México: 113,724,226 (July 2011 est.) US$ trillion (2010 est.) Colômbia: 44,725,543 (July 2011 est.) US$ billion (2010 est.) Argentina: 41,769,726 (July 2011 est.) US$ billion (2010 est.) Venezuela: 27,635,743 (July 2011 est.) US$ billion (2010 est.) Chile: 16,888,760 (July 2011 est.) US$ billion (2010 est.) Verifica-se que o PIB nominal do Brasil equivale quase à soma dos cinco outros países. Sua população é 70% maior do que a mexicana (renda mais que o dobro), mais de quatro vezes maior do que a colombiana (renda mais de sete vezes maior), quase cinco vezes a da Argentina (renda quase seis vezes), quase sete vezes a da Venezuela (renda mais de sete vezes), mais de onze vezes a chilena (renda mais de dez vezes). 13

14 14

15 ranking dos países por exportação em

16 ranking dos países por importação em

17 ranking dos países por mercado consumidor em 2004 Ranking País População da Classe Consumidora Participação na População (milhões) Nacional Mundial 1 Estados Unidos 242,5 84% 14% 2 China 239,8 19% 14% 3 Índia 121,9 12% 7% 4 Japão 120,7 95% 7% 5 Alemanha 76,3 92% 4% 6 Rússia 61,3 43% 4% 7 Brasil 57,8 33% 3% 8 França 53,1 89% 3% 9 Itália 52,8 91% 3% 10 Reino Unido 50,4 86% 3% Outros Países 651,4 22,5% 38% Mundo 1.728,0 28% 100% Fonte: WorldWatch Institute 2004

18 potencial de expansão de mercado interno Mercado Consumidor Mundial Quantidade de Consumidores (milhões) % 242,5 239,8 19% 95% 121,9 120,7 12% 92% 76,3 43% 33% 61,3 57,8 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Mercado de Consumo (% População) Estados Unidos China Índia Japão Alemanha Rússia Brasil Fonte: WorldWatch Institute 2004

19 crescimento do mercado interno 19

20 crescimento do mercado interno 20

21 21

22 22

23 23

24 24

25 25

26 aumento médio em pontos percentuais do PIB global por década 26

27 exportação da China 27

28 28

29 em 2030, na maioria dos países, predominará a classe média 29

30 expansão rápida do grau de urbanização mundial 30

31 31

32 aceleração do ritmo da mudança tecnológica 32

33 xisto betuminoso (LTO) nas estimativas de produção:

34 34

35 balanço comercial do petróleo 35

36 36

37 37

38 poder agregado dos países emergentes ultrapassará Estados Unidos em 2030 Quatro componentes do Índice do Poder Global tradicional: PIB, tamanho da população, gasto militar e tecnologia. Novo Índice do Poder Global para o Século XXI: inclui saúde, educação e governança. 38

39 em 2030, não importa em qual índice, países em desenvolvimento ultrapassarão os desenvolvidos 39

40 40

41 41

42 42

43 43

44 Brasil será a quinta economia em 2032 Fonte: Goldman Sachs dez

45 ranking de PIB per capita Fonte: Goldman Sachs dez

46 economia brasileira poderá ser 4ª maior do mundo em 2050 PIB em Paridade de Poder de Compra, considerando o PIB dos EUA = Estados Unidos China China 76 2 Estados Unidos Japão 32 3 Índia Índia 30 4 Brasil 25 5 Alemanha 20 5 Japão 23 6 Reino Unido 16 6 Indonésia 19 7 França 15 7 México 17 8 Itália 14 8 Alemanha 15 9 Brasil 13 9 Reino Unido Rússia Rússia Espanha 9 11 França Canadá 9 12 Itália Coréia do Sul 9 13 Turquia México 9 14 Canadá 9 15 Indonésia 7 15 Espanha 8 16 Austrália 5 16 Coréia do Sul 8 17 Turquia 5 17 Austrália 6 Fonte: Price Water House Coopers 46

47 Mudanças Sócio-Demográficas

48 48

49 processo de transição demográfica no Brasil de 1950 a 2030 O Brasil está no meio de um processo da transição demográfica. Nos primeiros 30 anos do Século XXI, as taxas brutas de mortalidade vão ficar praticamente estáveis, enquanto as taxas brutas de natalidade vão continuar caindo, o que vai reduzir o ritmo de crescimento vegetativo da população. Estimativa da taxa de crescimento demográfico brasileiro: média anual de 0,8% no período (0,4% em 2030). As taxas de fecundidade (número de filhos por mulher) continuam caindo (abaixo do nível de reposição após 2003). A desaceleração do ritmo de crescimento populacional com o aumento do ritmo de crescimento econômico significará elevação da renda per capita.

50 indicadores sócio-demográficos de dois períodos selecionados Médias dos períodos Indicadores sócio-demográficos Taxa de dependência demográfica População de anos (em %) Idade mediana (em anos) Taxa de urbanização (em %) Taxa de alfabetização (em %, ambos os sexos) Anos médios de estudo das mulheres 2,1 8,5 Taxa de atividade feminina (em %) Taxa de fecundidade total (filhos por mulher) 5,5 1,9 Mortalidade infantil (por mil) Esperança de vida ao nascer (em anos) Taxa de crescimento demográfico 2,8 0,8 Fonte: ONU - The 2004 Revision and World Urbanization Prospects

51 janela de oportunidade demográfica 51

52 bônus demográfico 52

53 53

54 participação relativa dos grupos de idade na população total: Em 2010, eram 190,7 milhões de brasileiros; em 2030, haverá 216,4 milhões. Em 2038, o número de mortos será igual ao de nascimentos; a partir de então, queda da população fará com que, em 2050, ela diminua a 215,2 milhões. 54

55 mudanças na estrutura etária da população brasileira 55

56 mudança no gasto público social 56

57 bônus demográfico no período O Brasil, no início do século XXI, passa por combinação entre estrutura demográfica e estrutura social que realçam maior proporção da população em idade onde o retorno social e econômico das pessoas é maior. Este fato favorece à melhoria da renda per capita, tanto das famílias quanto da sociedade. A população passa a ser fator impulsionador do take off do desenvolvimento. Se o PIB crescer em média de 5% ao ano, entre 2000 e 2030, o país terá o mesmo crescimento da renda per capita do período de ouro de 1950 a Após o ano de 2030, as condições demográficas vão ficar menos favoráveis, devido ao crescimento das taxas de dependência e ao envelhecimento populacional.

58 crescimento médio anual do PIB nominal brasileiro Crescimento Médio Anual do PIB (%) 6,90% 7,80% 5,10% 1,60% 2,70% O Brasil fechou o século XX com a terceira maior taxa anual de crescimento do mundo, 4,5%, atrás de Taiwan e Coréia do Sul. No período de 1900 a 1973, com 4,9%, ficou em 1º lugar no ranking mundial. Na década de 90, caiu para 93º lugar, com taxa de 2,4% de crescimento anual Fonte: IBGE 58

59 crescimento decenal 59

60 componentes da demanda agregada 60

61 produção setorial 61

62 estratégia nacional Se mantiver, continuamente, política de crescimento com distribuição de renda, o Brasil terá a possibilidade ser um dos maiores mercados consumidores do mundo, atraindo com sua escala mais investimentos diretos estrangeiros, que podem multiplicar renda e empregos. Essa economia de escala deve ser a meta de todos os empresários no Brasil, seja do setor produtivo, seja do setor financeiro. Com a estabilização da inflação, os primeiros sentiram antes a necessidade de serem competitivos, segurando preços e ampliando quantidade vendida. Com ampliação da escala do mercado de crédito, os próprios bancos já começam a sentir que a política de repasse automático do aumento de custo de captação para seus preços, isto é, para as taxas de juros do crédito, não é a melhor conduta para o sistema financeiro. 62

63

Inserção internacional. Mudanças sócio-demográficas

Inserção internacional. Mudanças sócio-demográficas Inserção internacional Mudanças sócio-demográficas Islândia Inglaterra Oceano Atlântico França Espanha Itália ÁFRICA Essa região azul mais clara é a plataforma continental brasileira. Oceano Atlântico

Leia mais

Transição Demográfica: o perfil demográfico da futura sociedade brasileira. José Eustáquio Diniz Alves ENCE/IBGE

Transição Demográfica: o perfil demográfico da futura sociedade brasileira. José Eustáquio Diniz Alves ENCE/IBGE Transição Demográfica: o perfil demográfico da futura sociedade brasileira José Eustáquio Diniz Alves ENCE/IBGE 8 de junho de 2011 Sumário Panorama econômico e demográfico mundial; Transição Demográfica;

Leia mais

Perspectivas para 2012

Perspectivas para 2012 Abiplast Perspectivas para 2012 Antonio Delfim Netto 2 de Dezembro de 2011 São Paulo, SP 1 I.Mundo: Década de 80 e 2010 (% do PIB) 30% 23% 31% 24% 37% 22% 3,7% 3,3% 8% 7% 4,2% 4,0% 1,5% 1,2% Fonte: FMI,

Leia mais

O BÔNUS DEMOGRÁFICO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL

O BÔNUS DEMOGRÁFICO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL O BÔNUS DEMOGRÁFICO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL 1. Introdução José Eustáquio Diniz Alves 1 Muito se discute sobre o crescimento sustentado da economia brasileira nesse início do século XXI. Para

Leia mais

CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS

CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS INDICADORES DEMOGRÁFICOS AMÉRICA LATINA E CARIBE José Eustáquio Diniz Alves e Débora Thomé Rio de Janeiro, 17 de julho de 2013 Indicadores Demográficos para América

Leia mais

A Política Fiscal Brasileira em Tempos de Crise

A Política Fiscal Brasileira em Tempos de Crise Ministério da A Política Fiscal Brasileira em Tempos de Crise Encontro de Política Fiscal - FGV Ministro Guido Mantega Brasília, 7 de novembro de 2014 Antes de 2008, Brasil tinha Situação Fiscal Confortável

Leia mais

PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL

PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL Março/2014 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. População Mundial 05. População

Leia mais

Brasil está quase na lanterna do ranking mundial de crescimento do PIB País ocupa a 31ª posição da lista de 34 nações, que é liderada pela China

Brasil está quase na lanterna do ranking mundial de crescimento do PIB País ocupa a 31ª posição da lista de 34 nações, que é liderada pela China Brasil está quase na lanterna do ranking mundial de crescimento do PIB País ocupa a 31ª posição da lista de 34 nações, que é liderada pela China Matéria publicada em 29 de Novembro de 2014 SÃO PAULO -

Leia mais

REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO JOÃO CRUZ REIS FILHO SECRETÁRIO DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Brasília/DF JULHO DE 2015 22 CENÁRIO POPULACIONAL

Leia mais

O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios.

O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios. O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios. Características demográficas do envelhecimento Vera Andrade, 2014 Pirâmide Etária Pirâmide

Leia mais

Envelhecimento Populacional e seus impactos sobre Previdência: A necessidade de reforma

Envelhecimento Populacional e seus impactos sobre Previdência: A necessidade de reforma Envelhecimento Populacional e seus impactos sobre Previdência: A necessidade de reforma Paulo Tafner CÂMARA FEDERAL Brasília Novembro de 2016. Previdência Social Os fatos COMECEMOS POR UMA EXCELENTE NOTÍCIA

Leia mais

AULA 2 - Assíncrona Conteúdo:

AULA 2 - Assíncrona Conteúdo: 2 - Assíncrona Conteúdo: Crescimento da População Mundial Distribuição Geográfica 1.1 Habilidades: Compreender a estrutura atual da população mundial por faixa etária e por sexo, utilizando as pirâmides

Leia mais

Fatores de Produção. Terra Trabalho Capital Tecnologia Empreendedorismo. Curva de Possib. de Produção Cap.3. Prof. Carlos Nemer

Fatores de Produção. Terra Trabalho Capital Tecnologia Empreendedorismo. Curva de Possib. de Produção Cap.3. Prof. Carlos Nemer Economia Carlos Nemer 3ª Ed. Capítulo 3: Poli-UFRJ Copyright 25. Direitos Autorais reservados ao Prof.Carlos NEMER 3-1 36/1-5 -Mostra as alternativas de produção da sociedade a partir do pleno emprego

Leia mais

A REGIONALIZAÇÃO DO ESPAÇO MUNDIAL Parte III. Referências ( Livros): BibliEx e PNLD

A REGIONALIZAÇÃO DO ESPAÇO MUNDIAL Parte III. Referências ( Livros): BibliEx e PNLD A REGIONALIZAÇÃO DO ESPAÇO MUNDIAL Parte III Referências ( Livros): BibliEx e PNLD DIFERENTES MODOS DE VER O MUNDO Regionalização do Mundo (outro critério) Critério utilizado Econômico A regionalização

Leia mais

Brasil perde fatia da riqueza mundial

Brasil perde fatia da riqueza mundial Boletim Econômico Edição nº 32 junho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Brasil perde fatia da riqueza mundial 1 Peso econômico menor no mundo Levantamento feito com base

Leia mais

Desenvolvimento Produtivo Além da Indústria - O Papel dos Serviços

Desenvolvimento Produtivo Além da Indústria - O Papel dos Serviços Desenvolvimento Produtivo Além da Indústria - O Papel dos Serviços Jorge Arbache UnB e BNDES FGV-SP 27/5/2014 As opiniões são do autor e não necessariamente refletem as visões do BNDES 1 Vivemos uma nova

Leia mais

2.1 Leste Asiático, China e Índia China Índia Rússia Brasil China e os outros BRICs...

2.1 Leste Asiático, China e Índia China Índia Rússia Brasil China e os outros BRICs... Sumário Apresentação...17 Introdução...19 Parte I Os BRICs e a economia mundial Capítulo 1 BRICs na economia mundial...24 1.1 Aspectos gerais sobre os BRICs...24 1.2 Outras sopas de letras...25 1.3 A visão

Leia mais

Comparações Internacionais em Finanças Públicas e Desempenhos em áreas de atuação Governamental

Comparações Internacionais em Finanças Públicas e Desempenhos em áreas de atuação Governamental PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CONTABILIDADE E ECONOMIA SINDICATO DAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTÁBEIS DO RS Convênio FACE/PUCRS e SESCON-RS Relatório 4 Comparações Internacionais

Leia mais

Instituição: Colégio Mauá Professor: Marcelo Tatsch Disciplina: Geografia

Instituição: Colégio Mauá Professor: Marcelo Tatsch Disciplina: Geografia Otawa - Canadá Washington D.C Cidade do México - México Instituição: Colégio Mauá Professor: Marcelo Tatsch Disciplina: Geografia ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA URBANIZAÇÃO E POPULAÇÃO - formação das metrópoles

Leia mais

Dinâmica Recente da Produtividade no Brasil

Dinâmica Recente da Produtividade no Brasil Dinâmica Recente da Produtividade no Brasil Fernando A. Veloso IBRE/FGV Conferência do Desenvolvimento 2013 21 de Março de 2013 Estrutura da Apresentação Evolução da produtividade no Brasil nas últimas

Leia mais

Brasil: Conjuntura e Perspectivas. Prof. Dr. Fernando Sarti

Brasil: Conjuntura e Perspectivas. Prof. Dr. Fernando Sarti Brasil: Conjuntura e Perspectivas Prof. Dr. Fernando Sarti Centro Altos Estudos Brasil Século XXI - UNICAMP Fundação Desenvolvimento da Unicamp-FUNCAMP Brasília, Se da Andifes, 25 fevereiro 2016 Estrutura

Leia mais

O indicador do clima econômico melhora na América Latina, mas piora no Brasil

O indicador do clima econômico melhora na América Latina, mas piora no Brasil jan/03 jul/03 jan/04 jul/04 jan/05 jul/05 jan/06 jul/06 jan/07 jul/07 jan/08 jul/08 jan/09 jul/09 jan/10 jul/10 jan/11 jul/11 jan/12 jul/12 jan/13 jul/13 jan/14 13 de Fevereiro de 14 Indicador IFO/FGV

Leia mais

Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira

Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira 39º Prêmio Exportação Rio Grande do Sul - 2011 Alexandre Tombini Presidente do Banco Central do Brasil 20 de Junho de 2011 Conquistas da Sociedade Brasileira

Leia mais

Medindo o tamanho de uma economia

Medindo o tamanho de uma economia Medindo o tamanho de uma economia Roberto Guena de Oliveira 31 de julho de 2016 USP Sumário 1 Renda e despesa na economia 2 O cálculo do produto interno bruto 3 Os componentes do PIB 4 PIB real e PIB nominal

Leia mais

3º Trimestre de 2011

3º Trimestre de 2011 Contas Nacionais Trimestrais Indicadores de Volume e Valores Correntes 3º Trimestre de 2011 Coordenação de Contas Nacionais 06 de dezembro de 2011 Revisões nas Contas Nacionais Trimestrais No 3º trimestre

Leia mais

Reunião do Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social. Brasília, 17 de Fevereiro de 2016

Reunião do Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social. Brasília, 17 de Fevereiro de 2016 Reunião do Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social Brasília, 17 de Fevereiro de 2016 1 A taxa de fecundidade caiu 57,7% entre 1980 e 2015, passando de 4,1

Leia mais

Resultados de Junho de 2014

Resultados de Junho de 2014 Junho / 2014 Resultados de Junho de 2014 - Exportação: US$ 20,5 bi, em valor, e média diária de US$ 1,023 bilhão; sobre mai-14, aumento de 3,6%, pela média diária; sobre jun-13, redução de 3,5%, pela média

Leia mais

Dinâmica das Potencias Climáticas, Governança Global e Transição para o Baixo Carbono Rio,CINDES,10/6/2011

Dinâmica das Potencias Climáticas, Governança Global e Transição para o Baixo Carbono Rio,CINDES,10/6/2011 Dinâmica das Potencias Climáticas, Governança Global e Transição para o Baixo Carbono Rio,CINDES,10/6/2011 Eduardo Viola Professor Titular Instituto de Relações Internacionais Universidade de Brasília

Leia mais

Relatório dos Investimentos Estrangeiros no Brasil Fluxos de IED e sua contribuição para o comércio exterior brasileiro

Relatório dos Investimentos Estrangeiros no Brasil Fluxos de IED e sua contribuição para o comércio exterior brasileiro Relatório dos Investimentos Estrangeiros no Brasil - 2013 Fluxos de IED e sua contribuição para o comércio exterior brasileiro Unidade de Negociações Internacionais Confederação Nacional da Indústria -

Leia mais

Ambiente econômico nacional e internacional

Ambiente econômico nacional e internacional Ambiente econômico nacional e internacional Apresentação para elaboração do documento referencial 2015-19 no Ministério do Turismo Manoel Pires - MF Cenário internacional O mundo se recupera da crise,

Leia mais

EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias

EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias Bijuterias Principais Países 2010 2011 2012 2013 2014 US$ mil 2014/ 2013 Estados Unidos 5.667 3.828 2.668 3.491 5.006 43 Colômbia 407 800 748 1.112 993-11 França 1.085 931 910 998 969-3 Argentina 2.112

Leia mais

Melhora nas expectativas lideram a melhora do clima econômico na América Latina e no Brasil

Melhora nas expectativas lideram a melhora do clima econômico na América Latina e no Brasil jul/1 jul/2 jul/3 jul/4 jul/5 jul/6 jul/7 jul/8 jul/9 jul/1 jul/11 jul/12 jul/13 jul/14 jul/15 jul/16 Indicador IFO/FGV de Clima Econômico da América Latina ABRIL/216 JULHO/216 74 79 Situação Atual 58

Leia mais

Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias Miriam Belchior Ministra de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão Abril de 2014

Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias Miriam Belchior Ministra de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão Abril de 2014 Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias 2015 Miriam Belchior Ministra de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão Abril de 2014 1 Cenário Econômico para 2015 Fim da crise financeira internacional

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO

CENÁRIO MACROECONÔMICO CENÁRIO MACROECONÔMICO SEGUE PAUTADO PELAS MUDANÇAS NO CENÁRIO GLOBAL, AFETANDO DIRETAMENTE O CÂMBIO, E PELO CRESCIMENTO MAIS MODERADO DA ECONOMIA DOMÉSTICA Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Leia mais

INTERNA. Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, a Ocepar.

INTERNA. Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, a Ocepar. INTERNA Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, a Ocepar. 1 DESAFIOS E INCERTEZAS DO CENÁRIO MACROECONÔMICO BRASILEIRO E GLOBAL 2 2 Fabiana

Leia mais

ESTADOS UNIDOS. Comércio Exterior

ESTADOS UNIDOS. Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC ESTADOS UNIDOS Comércio Exterior Março de 2016 Principais Indicadores

Leia mais

A ECONOMIA MUNDIAL E NA AMÉRICA DO SUL E O AGRONEGÓCIO 3 FORO DE AGRICULTURA DA AMÉRICA DO SUL. Eugenio Stefanelo

A ECONOMIA MUNDIAL E NA AMÉRICA DO SUL E O AGRONEGÓCIO 3 FORO DE AGRICULTURA DA AMÉRICA DO SUL. Eugenio Stefanelo A ECONOMIA MUNDIAL E NA AMÉRICA DO SUL E O AGRONEGÓCIO 3 FORO DE AGRICULTURA DA AMÉRICA DO SUL Eugenio Stefanelo ECONOMIA MUNDIAL PIB em % ao ano: Média de 50 anos: 3,5% 2004 a 2007: 5% 2008 e 2009: 3,1%

Leia mais

Unidade IV. Aula 22.1 Conteúdo Os quatro tigres. Natureza-sociedade: Questões ambientais FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA

Unidade IV. Aula 22.1 Conteúdo Os quatro tigres. Natureza-sociedade: Questões ambientais FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade IV Natureza-sociedade: Questões ambientais Aula 22.1 Conteúdo Os quatro tigres. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO

Leia mais

MADEIRA 2016 O Brasil e as negociações internacionais de comércio. Camila Sande Especialista em Negociações CNA

MADEIRA 2016 O Brasil e as negociações internacionais de comércio. Camila Sande Especialista em Negociações CNA MADEIRA 2016 O Brasil e as negociações internacionais de comércio Camila Sande Especialista em Negociações CNA 16 de junho de 2016 Agronegócio consumo doméstico e exportação Exportação Consumo Doméstico

Leia mais

ARGENTINA. Comércio Exterior

ARGENTINA. Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC ARGENTINA Comércio Exterior Janeiro de 2016 Principais Indicadores

Leia mais

Uma visão geral do processo de reforma da previdência. Manoel Pires SPE/MF

Uma visão geral do processo de reforma da previdência. Manoel Pires SPE/MF Uma visão geral do processo de reforma da previdência Manoel Pires SPE/MF 1 Estrutura Temas em debate no Fórum da Previdência Impactos Econômicos do realinhamento da política previdenciária 2 Temas do

Leia mais

DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS I R A Q U E

DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS I R A Q U E Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS I R

Leia mais

Base: INE (2008) Peso das Exportações do Vinho no total das Exportações da Economia Portuguesa (em Valor)

Base: INE (2008) Peso das Exportações do Vinho no total das Exportações da Economia Portuguesa (em Valor) OBSERVATÓRIO DO VINHO Análise de Mercados de Exportação EUA Canadá Brasil - Angola Mercados Internacionais de Vinho 1. Balança do Vinho Português 2. Exportações Terceiros de Vinho Português para Países

Leia mais

PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2015

PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2015 PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2015 PROF. MÁRCIO NOME N o 6 º ANO A prova deve ser feita com caneta azul ou preta. É terminantemente proibido o uso de corretor. Respostas com corretor serão anuladas.

Leia mais

Recursos e oferta de energia - petróleo e gás natural. Ano base 2004 (Resources and energy supplies - oil and natural gas.

Recursos e oferta de energia - petróleo e gás natural. Ano base 2004 (Resources and energy supplies - oil and natural gas. Recursos e Ofertas de Energia Recursos e oferta de energia - petróleo e gás natural. Ano base 2004 (Resources and energy supplies - oil and natural gas. Base year 2004) Eng. Doutoranda Vanessa Meloni Massara

Leia mais

Competitividade na indústria brasileira e momento econômico. Ricardo L. C. Amorim Especialista em Análise Econômica da ABDI

Competitividade na indústria brasileira e momento econômico. Ricardo L. C. Amorim Especialista em Análise Econômica da ABDI Competitividade na indústria brasileira e momento econômico Ricardo L. C. Amorim Especialista em Análise Econômica da ABDI Julho/2016 Evolução do PIB a preços de mercado (em US$ correntes) Fonte: World

Leia mais

III Fórum Nacional de Produtos para a Saúde no Brasil 1º

III Fórum Nacional de Produtos para a Saúde no Brasil 1º III Fórum Nacional de Produtos para a Saúde no Brasil 1º.9.2016 Um pouco da nossa história Foi fundada e esse ano completou 83 anos de existência Laboratórios farmacêuticos nacionais e internacionais e

Leia mais

O cenário econômico internacional e o. comércio exterior dos produtos. transformados de plástico

O cenário econômico internacional e o. comércio exterior dos produtos. transformados de plástico O cenário econômico internacional e o comércio exterior dos produtos transformados de plástico Agosto/2009 Associação Brasileira da Indústria do Plástico A CRISE MUNDIAL O ano de 2008 foi marcado pelo

Leia mais

Workshop CINDES Agenda econômica externa do Brasil: Desafios e cenários para o próximo governo. 29 de Novembro de Ricardo Markwald / FUNCEX

Workshop CINDES Agenda econômica externa do Brasil: Desafios e cenários para o próximo governo. 29 de Novembro de Ricardo Markwald / FUNCEX Workshop CINDES Agenda econômica externa do Brasil: Desafios e cenários para o próximo governo 29 de Novembro de 2013 Ricardo Markwald / FUNCEX 2/12/2013 Introdução Comparação segundo quatro dimensões

Leia mais

Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (PIB)

Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (PIB) Federal University of Roraima, Brazil From the SelectedWorks of Elói Martins Senhoras Winter January 1, 2008 Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (PIB) Eloi Martins Senhoras Available at:

Leia mais

PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade

PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Aulas 10, 11 e 12 Energia e Desenvolvimento Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi slide 1 / 35 Tópicos a serem discutidos: 1. Impacto no desenvolvimento

Leia mais

"As disparidades não são pequenas, as mudanças foram grandes, e o mundo já não é mais o mesmo."

As disparidades não são pequenas, as mudanças foram grandes, e o mundo já não é mais o mesmo. "As disparidades não são pequenas, as mudanças foram grandes, e o mundo já não é mais o mesmo." Fases do crescimento mundial: 1ª fase :Crescimento Lento (primitivo) 2ª fase: Crescimento rápido 3ª fase:

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. Sede Nacional - SP

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. Sede Nacional - SP ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Sede Nacional - SP Fundação: 1937 - origem em um sindicato têxtil; Possui 1.200 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas; Sede nacional

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Palmeira dos Índios, AL 14/01/2014 - Pág 1 de 14 Report a map error Caracterização do território Área 462,76 km² IDHM 2010 0,638 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo

Leia mais

GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO - I -

GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO - I - GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO - I - DEMOGRAFIA POPULAÇÃO - conjunto de pessoas que habitam uma determinada área, classificada de vários aspectos: religião, etnia, local de moradia, atividades econômicas, faixa

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Belém, AL 13/01/2014 - Pág 1 de 14 Report a map error Caracterização do território Área 48,36 km² IDHM 2010 0,593 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo 2010) 4551 hab.

Leia mais

A População Brasileira e Mundial

A População Brasileira e Mundial A População Brasileira e Mundial A População Brasileira e Mundial 1. As pirâmides representam a estrutura etária da população mundial e são resultantes da interação de dois elementos básicos: o crescimento

Leia mais

SIDERURGIA MUNDIAL: Situação Atual e Perspectivas. Germano Mendes De Paula Novembro de 2010

SIDERURGIA MUNDIAL: Situação Atual e Perspectivas. Germano Mendes De Paula Novembro de 2010 SIDERURGIA MUNDIAL: Situação Atual e Perspectivas Germano Mendes De Paula Novembro de 2010 Agenda 1. Siderurgia mundial 2. Países selecionados EUA, Alemanha, Itália, Espanha e Coréia do Sul China, Índia,

Leia mais

Clima econômico mundial melhora, mas continua piorando na América Latina. Momento ainda é de cautela

Clima econômico mundial melhora, mas continua piorando na América Latina. Momento ainda é de cautela jan/99 jan/00 jan/01 jan/02 jan/03 jan/04 jan/05 jan/06 jan/07 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 jan/13 jan/14 jan/15 Fevereiro 15 Versão em português Indicador IFO/FGV de Clima Econômico da América Latina

Leia mais

Infraestrutura e Logística Reflexos na Competitividade

Infraestrutura e Logística Reflexos na Competitividade Infraestrutura e Logística Reflexos na Competitividade Enaex Agosto, 2013 Luciano Coutinho Presidente 1 Brasil apresenta fundamentos compatíveis com o crescimento sustentável de Longo Prazo País possui

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guarujá, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 143,71 km² IDHM 2010 0,751 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 290752 hab. Densidade

Leia mais

Perspectivas para o Brasil no Cenário Internacional da Borracha Natural - Parte I

Perspectivas para o Brasil no Cenário Internacional da Borracha Natural - Parte I Perspectivas para o Brasil no Cenário Internacional da Borracha Natural - Parte I Augusto Hauber Gameiro e Mariana Bombo Perozzi Sistema de Informações Agroindustriais da Borracha Natural Brasileira Esta

Leia mais

O Papel da Indústria de Fundos Brasileira na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentado. São Paulo, 06 de julho de 2006

O Papel da Indústria de Fundos Brasileira na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentado. São Paulo, 06 de julho de 2006 O Papel da Indústria de Fundos Brasileira na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentado São Paulo, 06 de julho de 2006 Relação Moedas x Ouro - 01/1999=100 Cotação Ouro (onça-troy) - 100=12/2000 270

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Esperança, PB 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 166,54 km² IDHM 2010 0,623 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 31095 hab. Densidade

Leia mais

PNE: construindo redes, elaborando cenários. Daniel Cara Coordenador Geral Campanha Nacional pelo Direito à Educação

PNE: construindo redes, elaborando cenários. Daniel Cara Coordenador Geral Campanha Nacional pelo Direito à Educação PNE: construindo redes, elaborando cenários. Daniel Cara Coordenador Geral Campanha Nacional pelo Direito à Educação Desafio real do PNE Colaborar com o desenvolvimento social, ambiental e econômico. PNE

Leia mais

O potencial do futuro! BRICS

O potencial do futuro! BRICS O potencial do futuro! BRICS CONCEITOS E FUNDAMENTOS Em economia, BRICS é uma sigla que se refere a Brasil, Rússia, Índia, China, que se destacam no cenário mundial como países em desenvolvimento. O acrônimo

Leia mais

A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional

A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional 1 Um diagnóstico da educação pública no Brasil 2 Um diagnóstico da educação pública no Brasil Avanços inquestionáveis: 1. Ampliação da oferta de

Leia mais

PANORAMA ATUAL DA ECONOMIA GOIANA

PANORAMA ATUAL DA ECONOMIA GOIANA 8 PANORAMA ATUAL DA ECONOMIA GOIANA A crise econômico-financeira originada nos Estados Unidos, em 2008, denominada Crise dos Subprime, afetou toda a economia mundial. A atual crise da União Europeia, chamada

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Patos, PB 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 515,74 km² IDHM 2010 0,701 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 100674 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Sinop, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3204,92 km² IDHM 2010 0,754 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 113099 hab. Densidade

Leia mais

A Política, a Estratégia e o Livro Branco de Defesa Nacional como instrumentos geradores de confiança mútua na América do Sul

A Política, a Estratégia e o Livro Branco de Defesa Nacional como instrumentos geradores de confiança mútua na América do Sul A Política, a Estratégia e o Livro Branco de Defesa Nacional como instrumentos geradores de confiança mútua na América do Sul XI Congresso Acadêmico sobre Defesa Nacional AMAN, 12 de agosto de 2014 Antonio

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guarabira, PB 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 166,77 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 55326 hab. Densidade

Leia mais

DECOMTEC ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES IC-FIESP José Ricardo Roriz Coelho

DECOMTEC ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES IC-FIESP José Ricardo Roriz Coelho Departamento de Competitividade e Tecnologia ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES E OS FATORES-CHAVE PARA O BRASIL AVANÇAR EM COMPETITIVIDADE IC-FIESP 2014 José Ricardo Roriz Coelho PARTE I Novembro

Leia mais

Crise Internacional e Impactos sobre o Brasil. Prof. Dr. Fernando Sarti

Crise Internacional e Impactos sobre o Brasil. Prof. Dr. Fernando Sarti Reunião Mensal Plenária CIESP - Campinas Crise Internacional e Impactos sobre o Brasil Prof. Dr. Fernando Sarti NEIT-IE IE-UNICAMP fersarti@eco.unicamp. @eco.unicamp.br Campinas, 18 de fevereiro de 2009

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Rondonópolis, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 4181,58 km² IDHM 2010 0,755 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 195476 hab. Densidade

Leia mais

A pesquisa foi realizada em 65 países. Foram entrevistas, representando mais de 75% da população adulta global.

A pesquisa foi realizada em 65 países. Foram entrevistas, representando mais de 75% da população adulta global. A WIN é uma associação que reúne as maiores empresas independentes de Pesquisa de Mercado do mundo. É uma plataforma global para intercâmbio de negócios internacionais entre mais de 70 países, presentes

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Taperoá, PB 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 664,9 km² IDHM 2010 0,578 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo 2010) 14936 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Real do Colégio, AL 14/01/2014 - Pág 1 de 14 Report a map error Caracterização do território Área 240,46 km² IDHM 2010 0,551 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Mãe D'Água, PB 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 243,65 km² IDHM 2010 0,542 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo 2010) 4019 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Pirpirituba, PB 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 79,64 km² IDHM 2010 0,595 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo 2010) 10326 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São Félix do Araguaia, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 16915,81 km² IDHM 2010 0,668 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10625

Leia mais

processo histórico produzido dentro das regras de expansão do próprio sistema delegou

processo histórico produzido dentro das regras de expansão do próprio sistema delegou Subdesenvolvimento O subdesenvolvimento é um processo histórico autônomo, uma outra forma de capitalismo produzido dentro das regras de expansão do próprio sistema, onde as diferenças estruturais são naturais

Leia mais

AS PIRÂMIDES ETÁRIAS

AS PIRÂMIDES ETÁRIAS AS PIRÂMIDES ETÁRIAS PAÍSES POBRES PAÍSES COM EFEITO DE GUERRA PAÍS DESENVOLVIDO DE INDUSTRIALIZAÇÃO ANTIGA PAÍS DESENVOLVIDO DE INDUSTRIALIZAÇÃO RECENTE PIRÂMIDE ETÁRIA EM FASE DE TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Boca da Mata, AL 13/01/2014 - Pág 1 de 14 Report a map error Caracterização do território Área 187,11 km² IDHM 2010 0,604 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010)

Leia mais

IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé).

IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé). IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé). O termo está vinculado à situação econômica e social das nações ricas ; Para atingir este estado, um país precisa de: 1. Controle

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Casserengue, PB 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 202,67 km² IDHM 2010 0,514 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo 2010) 7058 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Xingu, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 7493,63 km² IDHM 2010 0,657 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 5240 hab. Densidade

Leia mais

JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES

JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS TAXA DE JUROS DO TÍTULO DE 10 ANOS DO TESOURO AMERICANO 2006-2013. Fonte: Bloomberg ESTADOS UNIDOS: TAXAS DE JUROS DE 10 ANOS (% a.a.) 03/04/14

Leia mais

Ethanol Summit. Conjuntura Econômica e Energia Renovável. Antonio Delfim Ne-o. 07 de julho de 2015 São Paulo, SP

Ethanol Summit. Conjuntura Econômica e Energia Renovável. Antonio Delfim Ne-o. 07 de julho de 2015 São Paulo, SP Ethanol Summit Conjuntura Econômica e Energia Renovável Antonio Delfim Ne-o 07 de julho de 2015 São Paulo, SP 1 I.1. PIB e Componentes Selecionados (1996 = 100) 180 170 Consumo das Famílias 160 150 140

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Olho D'Água das Flores, AL 14/01/2014 - Pág 1 de 14 Report a map error Caracterização do território Área 183,96 km² IDHM 2010 0,565 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo

Leia mais

ÍNDICE BRASILEIRO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

ÍNDICE BRASILEIRO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. ÍNDICE BRASILEIRO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. 1. Conceitos. Para esta análise, consideramos que o Brasil é um país em desvantagem em relação às sete maiores economias do mundo. Devemos estabelecer

Leia mais

Audiência Pública conjunta. Comissão de Minas e Energia Comissão de Defesa do Consumidor. Projeto de Lei nº 1917 Portabilidade da conta de luz

Audiência Pública conjunta. Comissão de Minas e Energia Comissão de Defesa do Consumidor. Projeto de Lei nº 1917 Portabilidade da conta de luz Audiência Pública conjunta Comissão de Minas e Energia Comissão de Defesa do Consumidor Projeto de Lei nº 1917 Portabilidade da conta de luz 1 Estabelece um cronograma para a portabilidade da conta de

Leia mais

DMI-VivaReal. Dados do Mercado Imobiliário 2013

DMI-VivaReal. Dados do Mercado Imobiliário 2013 DMI-VivaReal Dados do Mercado Imobiliário 2013 Dados do Mercado Imobiliário 2013 Metodologia Este é o primeiro relatório sobre o mercado imobiliário produzido pelo VivaReal. O objetivo deste relatório

Leia mais

Brasil, conjuntura e perspectiva

Brasil, conjuntura e perspectiva Brasil, conjuntura e perspectiva Julho 2015 Rodolfo Margato Estrutura da Apresentação: 1) Conjuntura Macroeconômica; 2) Principais Oportunidades e Desafios para a Economia Brasileira. Cenário Internacional

Leia mais

PERIGOS DA PERCEPÇÃO 2015 ESTUDO REALIZADO EM 33 PAÍSES

PERIGOS DA PERCEPÇÃO 2015 ESTUDO REALIZADO EM 33 PAÍSES PERIGOS DA PERCEPÇÃO 2015 ESTUDO REALIZADO EM 33 PAÍSES 1 Estas são as recentes descobertas da Ipsos com a pesquisa Perigos da Percepção. Os resultados destacam o quão equivocado o público de 33 países

Leia mais

GEOGRAFIA 9 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE

GEOGRAFIA 9 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE GEOGRAFIA 9 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade II Comunicação e tecnologia. 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 7.2 Conteúdos A presença da economia

Leia mais

Perfil País. Moçambique

Perfil País. Moçambique Perfil País Moçambique Elaborado pela: Unidade de - ic@apexbrasil.com.br Apex-Brasil Tel: +55 613426.0202 Fax: +55 613426.0332 www.apexbrasil.com.br 1 Moçambique Indicadores Econômicos Crescimento do PIB

Leia mais

CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS. A Geografia Levada a Sério

CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS.  A Geografia Levada a Sério CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS A qualidade de vida nas metrópoles brasileiras melhorou, no séc. XXI, entre os anos de 2000 a 2010, com base no Censo; É o que

Leia mais

2005: Prêmio de Risco; Cenário Externo e Convergência. Dany Rappaport Corecon, 27 de janeiro de 2005

2005: Prêmio de Risco; Cenário Externo e Convergência. Dany Rappaport Corecon, 27 de janeiro de 2005 2005: Prêmio de Risco; Cenário Externo e Convergência Dany Rappaport Corecon, 27 de janeiro de 2005 Cenário Externo Maior crescimento global em 30 anos. Crescimento do PIB em 2004 - Expectativa Área do

Leia mais

Quanto custa financiar um PNE pra valer?

Quanto custa financiar um PNE pra valer? Quanto custa financiar um PNE pra valer? José Marcelino de Rezende Pinto USP ANPED Campanha Nacional pelo Direito à Educação CEDES Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação - Fineduca

Leia mais