INTERAÇÕES ENTRE SUSTENTABILIDADE E CULTURA ORGANIZACIONAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTERAÇÕES ENTRE SUSTENTABILIDADE E CULTURA ORGANIZACIONAL"

Transcrição

1 Rafael B.Takei INTERAÇÕES ENTRE SUSTENTABILIDADE E CULTURA ORGANIZACIONAL Programa de Pós-graduação em Administração.PPGA. Mestrado em Gestão e Desenvolvimento Regional Rua Visconde do Rio Branco, 210 Centro Taubaté/SP, Brasil. Profª. Drª. Adriana L. Oliveira Programa de Pós-graduação em Administração.PPGA. Mestrado em Gestão e Desenvolvimento Regional Rua Visconde do Rio Branco, 210 Centro Taubaté/SP, Brasil. Profª. Drª. Monica F. Carniello Programa de Pós-graduação em Administração.PPGA. Mestrado em Gestão e Desenvolvimento Regional Rua Visconde do Rio Branco, 210 Centro Taubaté/SP, Brasil. Resumo. A Cultura Organizacional é o núcleo da identidade da organização e como tal exerce um papel primordial na mudança organizacional voltada para a sustentabilidade. O objetivo do presente trabalho foi compreender as interações entre esses dois conceitos (Sustentabilidade e Cultura Organizacional) por meio de uma pesquisa exploratória e bibliográfica acerca dos conceitos propostos. Como resultados do presente trabalho pode-se perceber que para se praticar a sustentabilidade de forma consistente nas organizações, fazem-se necessárias profundas considerações acerca da cultura da organização na qual se deseja realizar um projeto dessa natureza, pois esta intervenção influenciará e deverá ser influenciada pela cultura organizacional. Palavras-Chave: Sustentabilidade, Cultura organizacional, Gestão de Pessoas

2 1. INTRODUÇÃO Ao se planejar a mudança organizacional voltada para a sustentabilidade, há muito o que se considerar em relação à cultura organizacional. Carreira (2011) destaca três pontos importantes na mudança para a sustentabilidade: 1) a compreensão e compartilhamento de um novo paradigma no qual a empresa passa a fazer parte de um contexto e não mais se o centro dele; 2) o foco na inovação, no futuro e não em reconstruir o passado; e 3) mudança cultural, baseada na reestruturação de valores e crenças das pessoas. Visando aprofundar a compreensão do terceiro ponto proposto por Carreira (2011) surge a questão de pesquisa: Quais as interações existentes entre a Sustentabilidade e a Cultura Organizacional? 2. SUSTENTABILIDADE E CULTURA ORGANIZACIONAL Para permitir um aprofundamento no estudo das interações entre a Sustentabilidade e Cultura Organizacional, segue-se uma revisão de literatura acerca desses dois temas. 2.1 Sustentabilidade De acordo com a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD, 1991, p. 9), em linhas gerais, sustentabilidade envolve suprir "as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as gerações futuras atenderem também às suas". A preocupação acerca do desenvolvimento sustentável inicia-se com o aumento da consciência da relação entre a futura saúde da humanidade e problemas como a degradação ambiental e questões sócio-econômicas referentes à pobreza e desigualdades. (HOPWOOD et. al., 2005, apud MARCONATTO, 2010). Senge (2008) explica que um dos desafios envolvidos na sustentabilidade é que, a despeito do quão bom seja um modelo de negócio no campo social e ambiental, a lógica dominante é de que este só é válido se mantiver os patamares de lucratividade. Sen (2000) revela a profunda crise vivida por essa lógica, que se depara com o dilema entre o crescimento econômico, as limitações ambientais e dos recursos naturais e as desigualdades sociais. Expondo ao longo de sua vasta e aclamada obra, as falácias que sustentam o atual modelo econômico e propondo alternativas para desenvolvimento com liberdade. Uma pesquisa conduzida pelo IBOPE (2007) demonstra que a despeito desta necessidade crescente por sustentabilidade, ainda são poucas as empresas que investem em sustentabilidade de maneira estratégica: o tema é trabalhado de forma estratégica em apenas 33% das empresas, ocorrendo de maneira pontual em 30%, informal em 23% e inexiste em 11% delas. Para 20% dos executivos pesquisados suas empresas não sabem o que significa sustentabilidade, sendo que para os outros 80% o significado desse conceito varia consideravelmente: 55% compreendem como a gestão de questões ambientais; 48% definem como questões de governança (cumprir a legislação, manter práticas éticas e atender a padrões aceitos pela indústria); e 41% entendem como a gestão de questões sociais (condições de trabalho e normas trabalhistas). Carreira (2011) esclarece que a geração de lucro não deixa de ser uma das responsabilidades de uma empresa sustentável, mas que para assim se intitular a empresa deve: a) gerar empregos, remunerar corretamente e garantir condições de saúde e segurança a seus funcionários;

3 b) prover um ambiente organizacional de aprendizado e crescimento profissional, que valorize as diferenças e a inovação; c) oferecer produtos e serviços de qualidade; d) estabelecer o diálogo e ser transparente na relação com seus stakeholders; e) pagar os impostos que resultam em benefícios para a sociedade; e f) produzir sem degradar e recuperar o meio ambiente por ela impactado As transformações e inovações referentes a esses processos acompanham mudanças na própria cultura da empresa (CARREIRA, 2011). A qual, conforme Schein (2004), é um fenômeno invisível e até inconsciente, mas com impactos poderosos na organização. No capítulo seguinte será estuda a cultura organizacional e os aspectos que devem ser considerados quando a sua mudança se faz necessária. 2.2 Cultura organizacional "A palavra cultura vem do verbo latino 'colere', que significa cultivar, designando o cultivo agrícola da terra" (CHAMON, 2007, p. 2). A origem dessa palavra já trazia certos aspectos de seu significado atual, pois cultivar é fazer a natureza produzir, extraindo dela mais do que ela própria, e a cultura expressa a aptidão do homem de não estar restrito e fechado à própria natureza. Motta e Caldas (2006, p. 16) explicam que cultura é um conceito antropológico e sociológico, que para alguns significa "a forma pela qual uma comunidade satisfaz a suas necessidades materiais e psicossociais", podendo ser entendida também como "a adaptação em si, é a forma pela qual uma comunidade define seu perfil em função da necessidade de adaptação ao meio ambiente". A cultura estaria, ademais, enraizada no inconsciente humano, apresentando-se sob a forma de símbolos, os quais, moldados por condições ambientais internas e externas à comunidade, dão significado às coisas e são a chave que caracteriza uma cultura. Como ideia inicial, pode-se definir cultura a partir da inter-relação dos aspectos materiais e simbólicos contidos nos artefatos produzidos pelo homem, nos códigos e leis dos diversos grupos, nas artes, nas crenças e costumes, enfim, a partir do conjunto de símbolos, ideias e produtos materiais associados a um grupo social. A cultura seria, então, algo produzido e transmitido socialmente, e não geneticamente, compreendendo a totalidade da criação humana. (CHAMON, 2007, p. 1) Hofstede (2003, p. 19) elenca, ainda, dois significados para o termo cultura, o primeiro entende a cultura como "a 'civilização' ou 'refinamento da mente' e designa muitas vezes o resultado desse refinamento, como sejam a educação, a arte e a literatura" esta a definição expressa a cultura em seu sentido restrito. O segundo significado exposto pelo autor revela a cultura como programação mental, que se traduz em padrões de pensamentos, sentimentos e ação potencial, resultantes de uma aprendizagem contínua. Corroborando, portanto, com Chamon (2007) no entendimento de que a cultura, é um fenômeno coletivo e adquirido, não herdado, proveniente do ambiente social do indivíduo e não dos genes. A cultura organizacional, por sua vez, traduz a identidade da organização. Construída ao longo do tempo, ela se encontra presente em todas as práticas organizacionais, podendo ser percebida nas

4 representações mentais e no sistema coerente de significados, compartilhado pelos membros de uma organização. Contribuindo para a permanência e coesão da organização, por ser um ele entre passado e presente. (RODRIGUES, 2007) Scott et. Al. (2003, apud CHAMON, 2007) revelam que a expressão "cultura organizacional" tem sua primeira aparição, na literatura acadêmica, em um texto de Andrew Pettigrew de Chamon (2007) traça uma perspectiva histórica da evolução desse conceito desde a década de 60 até os tempos atuais, conforme retratado no Quadro 03: Período Década de 60 (continuação) Década de 80 até 90 Meados de 90 até hoje Evolução do conceito de Cultura Organizacional O conceito de cultura organizacional, nesse período, não guardava relação com os conceitos clássicos de cultura encontrados na antropologia e remetia muito mais a valores morais e substantivos. A cultura organizacional apareceu ligada a práticas de desenvolvimento organizacional e era vista como forma de combate à burocracia, a partir da introdução de valores "humanísticos", tais como subjetividade, confiança, cooperação e autodesenvolvimento. Podendo servir como instrumento de melhoria da organização via melhoria dos processos humanos. A reestruturação produtiva que tem início nos anos 70, aparentemente motivou o ressurgimento - com plena força - do conceito de cultura organizacional. Com a clássica definição de Schein (1992, p. 12): conjunto de pressupostos básicos compartilhados que um grupo desenvolveu ao lidar com problemas de adaptação externa e integração interna e que funcionam bem o suficiente para serem considerados válidos e, portanto, ensinados a novos membros como a forma correta de perceber, pensar e sentir com relação a esses problemas. A cultura é caracterizada nesse período como variável, sendo possível controlá-la, medi-la, usá-la e modificá-la. O conceito nesse período reúne três aspectos importantes: 1) a cultura organizacional mantém seu valor instrumental e passa a ser vista como variável estratégica, capaz de gerar diferencial competitivo 2) em consequência, a cultura organizacional passa a ser considerado como um ativo intangível da organização 3) finalmente, retoma-se a associação entre valores organizacionais e valores éticos, pela via de temas como ética nos negócios e responsabilidade social. Credita-se à cultura a possibilidade de resolução de

5 problemas de administração moderna sem apelo à coerção e ao autoritarismo. Quando 03. Evolução do conceito de Cultura Organizacional Fonte: Adaptado de Barbosa (2002, apud CHAMON, 2007, p. 17 a 19) A cultura organizacional possui diferentes níveis de visibilidade, que vão desde manifestações explícitas, até as mais inconscientes. O Quadro 04 traz os níveis da cultura organizacional propostos por Schein (1986, apud RODRIGUES, 2007). Componente Artefatos Valores Compartilhados (continuação) Pressuposições Básicas Descrição Todos os aspectos ou eventos que podem nos indicar visual ou auditivamente como é a cultura da organização. São aspectos concretos, visíveis e percebidos, quando se depara com uma organização, isto é, produtos, serviços e padrões de comportamento. Os símbolos, as histórias, os heróis, os lemas, as cerimônias anuais são exemplos de artefatos. Representam o primeiro nível da cultura organizacional. Valores relevantes que se tornam importantes para as pessoas, que definem as razões pelas quais elas fazem o que fazem. Funcionam como justificativas aceitas por todos os membros. Em muitas culturas organizacionais os valores são criados originalmente pelos fundadores da organização. Representam o segundo nível da cultura organizacional. Crenças inconscientes, percepções, sentimentos e pressuposições dominantes nas quais as pessoas acreditam. Representam o nível mais íntimo, profundo e oculto da cultura organizacional. Quando 04. Níveis da cultura organizacional Fonte: Adaptado de Schein (1986, apud RODRIGUES, 2007, p. 56, 57) Uma outra proposta de compreensão desse tema pode ser encontrada nos trabalhos de Hofstede (2003), nos quais, na realidade o autor refere-se à cultura em geral e não especificamente à organizacional, mas, ainda assim, ajudam a explicá-la. O Quadro 05 expõe uma síntese dos conceitos de símbolos, heróis, rituais e valores, propostos por Hofstede. Conceito Símbolos Descrição Palavras, gestos, figuras ou objetos que transportam um significado particular que é apenas reconhecido pelos que partilham a cultura.

6 Heróis Rituais Valores Pessoas, vivas ou falecidas, reais ou imaginárias, que possuem características altamente valorizadas numa determinada cultura e que por isso servem de modelos de comportamento Atividades coletivas, tecnicamente supérfluas, para atingir fins desejados, mas considerados como essenciais numa determinada cultura: são pois realizados para o seu próprio bem. Os Valores fazem parte das primeiras coisas que as crianças aprendem de forma muitas vezes inconsciente. E podem ser deduzidos através da forma como as pessoas atuam face a circunstâncias diversas. São sentimentos dotados de direção positiva ou negativa, que retratam tendências a preferir certos estados ou situações. Quando 05. Componentes da Cultura Fonte: Adaptado de Hofstede (2003, p. 22 a 25) Chamon (2007) atenta que, ainda que as descrições de cultura de Schein e Hofstede tenham pontos de concordância, como a semelhança entre as Pressuposições Básicas do primeiro e os Valores do segundo, uma notável divergência surge quando Hofstede defende que ao contrário das culturas nacionais, a cultura organizacional não é baseada em valores partilhados e sim impostos pelas organizações. A prática da Sustentabilidade nas organizações implica em diversas mudanças culturais, como explicam Carreira (2011) e Fenker e Ferreira (2011). O capítulo seguinte dedica-se a tecer considerações sobre as mudanças culturais nas organizações Mudanças na cultura organizacional A principal pergunta a ser respondida com esse capítulo é: A cultura pode ser mudada? A resposta segundo Pettigrew (1996) é sim, porém, com a maior dificuldade. A mudança estratégica deve ser vista agora como um processo humano complexo em que todos desempenham sua parte: a percepção diferenciada, as buscas por eficiência e poder, as habilidades de liderança visionária, a duração das mudanças e processos sutis que gradativamente preparam o momento propício de apoio para a mudança e então, a implementação vigorosa da mudança. (PETTIGREW, 1996, p. 145) Neuhauser, Bender e Stromberg (2000, p. 17) alertam ainda para outras dificuldades a serem enfrentadas no processo de mudança cultural, como a necessidade de demitir pessoas que ocupam papel de liderança, substituindo-as por pessoas com novos valores e convicções centrais, pois "para que as velhas suposições sejam destruídas, a organização tem que convencer aqueles que transmitem a cultura, ou se livrar deles". Pettigrew (1996, p. 151 e 152) elenca os seguintes fatores para facilitar a mudança na cultura organizacional:

7 1. Um contexto externo receptivo, juntamente com habilidade gerencial em mobilizar esse contexto, de modo a criar um clima para que ocorra a mudança; 2. O comportamento de liderança tanto dos indivíduos recentemente engajados na organização e vindos de fora, como dos indivíduos que por algum tempo vêm fazendo pressão por mudança e que ocupam posições de poder internamente. A maior parte dos casos de mudança revela uma clara e consistente pressão da Alta Administração; 3. A existência de visões desarticuladas e imprecisas por parte de agentes de mudança na Alta Administração; 4. A utilização de ações divergentes por parte de figuras-chave no novo esquema, a fim de elevar o nível de tensão na organização pela mudança; 5. A utilização de meios desviantes e não ortodoxos, tanto externa como internamente à organização, a fim de dizer o que não é expressável e pensar o que não é pensável. Consultores externos e internos têm sido regularmente utilizados para esse propósito; 6. A liberação de caminhos e energias para a mudança, através do deslocamento de pessoas e portfólios; 7. A criação de novas reuniões e outras arenas onde os problemas podem ser articulados e compartilhados, e as energias centradas em torno da necessidade de mudança; 8. A alteração do processo administrativo na Alta Administração. Um aspecto-chave disto parece ser a necessidade de mudar os processos administrativos da alta administração, que têm caráter altamente divisionista para uma posição coerente e coesa; 9. O reforço de quaisquer alterações culturais embrionárias através de mudanças estruturais cuidadosamente casadas, seguidas pelo fortalecimento de tais mudanças culturais e estruturais por meio da utilização pública dos sistemas de premiação da organização; 10. A busca e o uso de modelos de desempenho (role model) que podem, através de seu comportamento público, apresentar os aspectoschave da nova cultura. A identificação das pessoas que podem transmitir (walk the talk) parece ser um aspecto-chave para tornar concreto e público as mudanças culturais desejadas. Esses modelos de desempenho (role model) da nova era ajudam também o reforço continuado da mudança; 11. A introdução da mensagem o mais profundamente possível na organização através do uso de estratégias de treinamento e desenvolvimento; 12. A transmissão das novas crenças e comportamento na organização, revolucionando os mecanismos de comunicação dos empregados; e 13. Finalmente, existe uma necessidade, antiquada mas critica, de persistência e paciência. Todos os estudos de mudança estratégica que observamos enfatizam a complexidade e dificuldade em efetuar tais mudanças, até mesmo nos casos em que a mudança foi ativada devido a grandes distúrbios ambientais. Persistência e paciência são fatores críticos

8 no difícil estágio de se derrubar o núcleo de crenças da velha guarda, de se fazer com que os novos problemas sejam percebidos e articulados na organização, de se desenvolver um sentido de preocupação de que aqueles problemas valem uma análise política para, então, se articular a nova ordem, geralmente por meio de visões altamente inarticuladas e imprecisas sobre o futuro. 2. MÉTODO O método utilizado foi do tipo exploratório e bibliográfico. Cervo e Bervian (1996) classificam a pesquisa exploratória como um estudo com o objetivo de familiarizar-se com o fenômeno ou obter nova percepção do mesmo e descobrir novas idéias. Ademais, a pesquisa bibliográfica nos fornece meios para definir, resolver, não somente problemas conhecidos, como também explorar novas áreas, onde os problemas ainda não se cristalizaram suficientemente (MANZO apud MARCONI; LAKATOS, 2001, p. 44). Com base nisso é que a pesquisa bibliográfica é compreendida como o primeiro passo de toda a pesquisa científica (MARCONI; LAKATOS, 2001, p.44). 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS No inicio do presente trabalho foi apresentada a seguinte questão para pesquisa: Quais as interações existentes entre a Sustentabilidade e a Cultura Organizacional? Ao longo da pesquisa realizada para a construção deste artigo, foram encontradas diversas iniciativas organizacionais dedicadas ao desenvolvimento da sustentabilidade. Casos como: 1) As pesquisas em Porto Alegre (RS) destinadas a inovar a cadeia de produção e o consumo de garrafas PET, visando agregar maior sustentabilidade a esse processo (NASCIMENTO et. al., 2010). 2) Os esforços da confecção de roupas íntimas Beleza Tropical para transformar a fabricação de peças íntimas em um negócio ambientalmente sustentável (ALMEIDA, 2010). 3) Iniciativas públicas de se realizar processos de licitação e aquisição que incentivem a sustentabilidade (SOUZA; OLIVERO, 2010; ROSSATO; BELLEN, 2011). 4) O diagnóstico dos relatórios de sustentabilidade de supermercados, visando propor métricas e indicadores para auxilia-los na justificativa financeira de suas iniciativas sustentáveis em seus modelos de negócio e aprimorar seus sistemas de informações gerenciais. Esse artigo trouxe conhecimento de um website particularmente interessante, GoodGuide (www.goodguide.com), dedicado a expor diversas informações sobre o impacto na saúde, ambiente e sociedade de mais de sessenta mil produtos disponíveis em supermercados (ROSA; LEMME, 2011). 5) O TI Verde, estudado por Lunardi, Frio e Brum (2011) que engloba diferentes práticas que vem sendo adotadas pelas organizações de modo a reduzir o desperdício e aumentar a eficiência dos processos e fenômenos relacionados à operação dos computadores. Ademais, percebeu-se por meio deste artigo que para se praticar a sustentabilidade de forma consistente nas organizações, fazem-se necessárias profundas considerações acerca da cultura da organização na qual se deseja realizar um projeto dessa natureza, pois esta intervenção influenciará e deverá ser influenciada pela cultura organizacional (CARREIRA, 2011; FENKER; FERREIRA, 2011).

9 Reflexos dessa percepção da importância da mudança cultural, para dar suporte à sustentabilidade puderam ser percebidos tanto nos investimentos em construção de uma mentalidade favorável ao tema na formação de gestores, conforme relatado nos artigos de Brunstein, Scartezini e Rodrigues (2010) e Vasconcelos e Júnior (2010), quanto nas pesquisas realizadas com universitários por Feitosa (2010) e Dubeux e Correa (2011). Espera-se, por fim, que o presente trabalho contribua para a compreensão dessa variável fundamental do processo de implantação da Sustentabilidade nas empresas que é a Cultura Organizacional.. REFERÊNCIAS: ALMEIDA, L. N. Ser sustentável para sustentar-se? O caso da Beleza Tropical. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 34, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. BRUNSTEIN, J.; SCARTEZINI, V. N.; RODRIGUES, A. L. Competência societal: uma experiência corporativa de ação educativa voltada ao desenvolvimento de gestores para sustentabilidade. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 34, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. CARREIRA, F. C. Sustentabilidade: é possível gerir essa mudança? In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 35, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. CERVO, L. A.; BERVIAN, P. A. Metodologia Científica. 4.ed. São Paulo : Makron Books, 1996 CHAMON, E. M. Q. O. Cultura, Cultura Brasileira, Cultura Organizacional: Histórico, Definições e Modelos. In: CHAMON, E. M. Q. O. Gestão e comportamento humano nas organizações. Rio de Janeiro : Brasport, CMMAD. Nosso futuro comum. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV,1991. DUBEUX, V. J. C.; CORREA, S. B. O que Pensam e Sabem sobre Sustentabilidade os Futuros Profissionais? Os Conhecimentos sobre Meio Ambiente e as Práticas Sustentáveis de um Grupo de Universitários Cariocas. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 35, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. FEITOSA, M. Os Jovens e o Tema de Sustentabilidade: um Estudo de Caso sobre a Percepção e a Consciência de Alunos de Graduação de Administração de Empresas. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 34, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. FENKER, E. A.; FERREIRA, E. Sustentabilidade: Economia e Ecologia Sustentáveis? In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 35, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM.

10 HOFSTEDE, G. Cultura e organizações: Compreender a nossa programação mental. Tradução António Fidalgo. Sílabo : Lisboa, 2003 IBOPE. Sustentabilidade: hoje ou amanhã? II Fórum Ibope, Setembro de LUNARDI, G. L.; FRIO, R. S.; BRUM, M. M. Tecnologia da Informação e Sustentabilidade: Um estudo sobre a disseminação das práticas de TI Verde nas organizações. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 35, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. MARCONATO, D. A. B. O Desenvolvimento Sustentável e as Teorias da Firma: Dois Mundos Diferentes? In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 34, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. São Paulo : Atlas, 2001 MOTTA, F. C. P.; CALDAS, M. P. Cultura organizacional e cultura brasileira. São Paulo : Atlas, NASCIMENTO, L. F. M. et. al. Inovações na Cadeia de Produção e Consumo de Embalagens PET. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 34, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. NEUHAUSER, P. C.; BENDER, R.; STROMBERG, K. L. Cultura.com: como adaptar as empresas ao mundo.com. Tradução: Mirtes Frange de Oliveira Pinto. Manole : Barueri, 2001 PETTIGREW, A. M. A cultura nas Organizações é Administrável? In: Fleury M. T. L.; FISCHER R. M. (coord.) Cultura e poder nas organizações. 2. ed. São Paulo : Atlas, RODRIGUES, J. L. K. Gestão de talentos humanos. Rio de Janeiro: Corifeu, ROSA, G. E. P.; LEME, C. F. Diagnóstico das Justificativas Empresariais de Iniciativas de Sustentabilidade Corporativa Associadas com o Envolvimento dos Produtores de Alimentos no Setor de Supermercados. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 35, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. ROSSATO, J.; BELLEN, H. M. Licitações Sustentáveis: um Levantamento das Iniciativas Adotadas na Administração Pública. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 35, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. SCHEIN, E. Organizational culture and leadership. San Francisco: Jossey-Bass, SEN, A. K. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo : Companhia das Letras, 2000.

11 SENGE, P. M. A quinta disciplina : arte e prática da organização que aprende. 24. ed. Rio de Janeiro : Bestseller, SOUZA, M. T. S.; OLIVERO, S. M. Compras Públicas Sustentáveis: um Estudo da Incorporação de Critérios Socioambientais nas Licitações do Governo do Estado de São Paulo. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 34, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM. VASCONCELOS, K. C. A.; JUNIOR, A. S. Educar Gerentes para Sustentabilidade: Os Desafios de uma Escola de Negócios Brasileira com Atuação Internacional. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 34, Rio de Janeiro, Anais... [S.I.]: CD-ROM.

Cultura Organizacional: Compreensão básica para a Gestão de Pessoas. Glaucia Falcone Fonseca

Cultura Organizacional: Compreensão básica para a Gestão de Pessoas. Glaucia Falcone Fonseca : Compreensão básica para a Gestão de Pessoas Glaucia Falcone Fonseca É importante verificar que há diversos grupos que compõem uma cultura. As subculturas, constituídas por grupos de pessoas com um padrão

Leia mais

PESSOAS ORGANIZACIONAL

PESSOAS ORGANIZACIONAL #7 #8 CULTURA GESTÃO DE PESSOAS ORGANIZACIONAL ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição de cultura 3. A cultura organizacional 4. Níveis da cultura organizacional 5. Elementos da cultura organizacional 6. Dicas

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende Como transformar a sua empresa numa organização que aprende É muito interessante quando se fala hoje com profissionais de Recursos Humanos sobre organizações que aprendem. Todos querem trabalhar em organizações

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Índice. Grupo 7.4 - Módulo 17

Índice. Grupo 7.4 - Módulo 17 GRUPO 7.4 MÓDULO 17 Índice 1. Aspectos gerais das universidades corporativas (continuação)...3 2. Educação corporativa, gestão do conhecimento e gestão por competência: uma articulação de conceitos...3

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas tem por objetivo o fornecimento de instrumental que possibilite

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA RESUMO 1 A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA Daniel de Souza Ferreira 1 RESUMO Ferreira, Daniel de Souza. A Impostância do Feedback

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores NÚCLEO AVANÇADO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores De acordo com a Resolução n o 1 de 08/06/2007 da CES do CNE do MEC Coordenação

Leia mais

CARREIRA: PANORAMA DE ARTIGOS DA ENANPAD SOBRE O TEMA

CARREIRA: PANORAMA DE ARTIGOS DA ENANPAD SOBRE O TEMA CARREIRA: PANORAMA DE ARTIGOS DA ENANPAD SOBRE O TEMA Rafael Barreiro Takei 1, Adriana Leonidas de Oliveira 2, Nancy Julieta Inocente 3 1 Universidade de Taubaté/ Programa de Pós-graduação em Administração.PPGA.

Leia mais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais Jorge Bassalo Strategy Consulting Sócio-Diretor Resumo O artigo destaca a atuação da em um Projeto de Implementação de um sistema ERP, e o papel das diversas lideranças envolvidas no processo de transição

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

Poder, Cultura e Mudanças nas Organizações. Prof.ª Dr.ª Rosa Maria Fischer Prof.ª Titular FEA/USP

Poder, Cultura e Mudanças nas Organizações. Prof.ª Dr.ª Rosa Maria Fischer Prof.ª Titular FEA/USP Poder, Cultura e Mudanças nas Organizações Prof.ª Dr.ª Rosa Maria Fischer Prof.ª Titular FEA/USP Conceito de Cultura Conjunto de pressupostos básicos que um grupo inventou descobriu ou desenvolveu ao aprender

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE INDAIATUBA Rua Claudio Dal Canton, 89 - Cidade Nova II - Indaiatuba -SP - CEP 13334-390 (19) 3885-6700 www.portalpos.com.

FACULDADE ANHANGUERA DE INDAIATUBA Rua Claudio Dal Canton, 89 - Cidade Nova II - Indaiatuba -SP - CEP 13334-390 (19) 3885-6700 www.portalpos.com. A pós-graduação é fundamental para manter-se bem colocado no mercado de trabalho e para aperfeiçoar competências profissionais. Além de enriquecer o currículo, este tipo de especialização ajuda a melhorar

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

Práticas de Apoio à Gestão

Práticas de Apoio à Gestão Práticas de Apoio à Gestão Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Organizações de Aprendizagem Learning Organization Conceitos Organizações de Aprendizagem

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Curso de Administração de Empresas GESTÃO POR COMPETÊNCIAS MAURICIO FREITAS DANILO FREITAS Disciplina

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

Perfil e Competências do Coach

Perfil e Competências do Coach Perfil e Competências do Coach CÉLULA DE TRABALHO Adriana Levy Isabel Cristina de Aquino Folli José Pascoal Muniz - Líder da Célula Marcia Madureira Ricardino Wilson Gonzales Gambirazi 1. Formação Acadêmica

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Mario Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Leia mais

FAR - FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU CURSO GESTÃO DE PESSOAS EMENTA. Conteúdo Programático

FAR - FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU CURSO GESTÃO DE PESSOAS EMENTA. Conteúdo Programático FAR - FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU CURSO GESTÃO DE PESSOAS EMENTA Conteúdo Programático Módulo I 1) Teoria das Organizações Imagens das Organizações como Paradigmas Científicos

Leia mais

GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS

GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS Graduação PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS Prepara os estudantes para o empreendedorismo e para a gestão empresarial. Com foco nas tendências

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Apresentação O programa de MBA em Estratégia e Liderança Empresarial tem por objetivo preparar profissionais para

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS

FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS IV CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL RIAL Cláudio Boechat Fundação Dom Cabral 12 DE DEZEMBRO, 2006 F U N D A Ç Ã O

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL. Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP

CULTURA ORGANIZACIONAL. Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP CULTURA ORGANIZACIONAL Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP Cultura é uma característica única de qualquer organização Apesar de difícil definição, compreende-la pode ajudar a: Predizer como a organização

Leia mais

Criando Oportunidades

Criando Oportunidades Criando Oportunidades Clima, Energia & Recursos Naturais Agricultura & Desenvolvimento Rural Mercados de Trabalho & Sector Privado e Desenvolvimento Sistemas Financeiros Comércio & Integração Regional

Leia mais

Gestão de Pessoas. Capacidade de gerar resultados a partir das pessoas e dos processos inerentes ao negócio.

Gestão de Pessoas. Capacidade de gerar resultados a partir das pessoas e dos processos inerentes ao negócio. Gestão Corporativa Governança Corporativa é o conjunto de processos, costumes, políticas, leis que regulam a maneira como uma empresa é dirigida, administrada ou controlada. PROCESSOS PESSOAS TECNOLOGIA

Leia mais

Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos. Junho, 2013

Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos. Junho, 2013 Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos Junho, 2013 1 Contexto Concentração espacial, econômica e técnica; Indústria é de capital intensivo e business to business

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1

CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1 CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1 SILVEIRA, J.F²; BRANDT, B. O²; CORRÊA, D. M. W²; POTRICH, A. C. G³; ROHDE, C. L. C 4. 1 Trabalho de Pesquisa 2 Psicóloga,

Leia mais

Transforme. Transforme a TI. a empresa. Três imperativos da TI para a transformação da empresa realizada pelo CIO em um mundo dinâmico.

Transforme. Transforme a TI. a empresa. Três imperativos da TI para a transformação da empresa realizada pelo CIO em um mundo dinâmico. TECH DOSSIER Transforme a TI Transforme a empresa Três imperativos da TI para a transformação da empresa realizada pelo CIO em um mundo dinâmico. Consolidar para conduzir a visibilidade da empresa e a

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias 15ª Turma

MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias 15ª Turma MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias 15ª Turma Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você

Leia mais

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias Evolução da Administração e as Escolas Clássicas Anteriormente XVIII XIX 1895-1911 1916 1930 Tempo

Leia mais

Introdução. Gestão do Conhecimento GC

Introdução. Gestão do Conhecimento GC Introdução A tecnologia da informação tem um aspecto muito peculiar quanto aos seus resultados, uma vez que a simples disponibilização dos recursos computacionais (banco de dados, sistemas de ERP, CRM,

Leia mais

Como tudo começou...

Como tudo começou... Gestão Estratégica 7 Implementação da Estratégica - BSC Prof. Dr. Marco Antonio Pereira pereira@marco.eng.br Como tudo começou... 1982 In Search of Excellence (Vencendo a Crise) vendeu 1.000.000 de livros

Leia mais

Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo

Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo Avaliação desenvolvida por Mónica Galiano e Kenn Allen, publicado originalmente no livro The Big Tent: Corporate Volunteering in the Global Age. Texto

Leia mais

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade Eficácia e Liderança de Performance O Administrador na Gestão de Pessoas Grupo de Estudos em Administração de Pessoas - GEAPE 27 de novembro

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Plano de Desenvolvimento Relação Ergonomia e Moda e Educação Corporativa Ilca Maria Moya de Oliveira Segundo Dutra (2004), a preparação para o futuro exige investimentos simultâneos: um na modernização

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Projetos tem por fornecer conhecimento teórico instrumental que

Leia mais

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL São manifestações emergentes no contexto das organizações, indicando os controles, o processo decisório e os esquemas técnicoadministrativos assumidos num dado momento organizacional. Clima Organizacional

Leia mais

NOSSO OBJETIVO. GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização

NOSSO OBJETIVO. GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização NOSSO OBJETIVO GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização RHUMO CONSULTORIA EMPRESARIAL Oferecer soluções viáveis em tempo hábil e com qualidade. Essa é a receita que a

Leia mais

www.jrsantiago.com.br

www.jrsantiago.com.br www.jrsantiago.com.br Gestão do Conhecimento em Projetos José Renato Santiago Cenário Corporativo Muitas empresas gastam parte significativa de seu tempo no planejamento e desenvolvimento de atividades,

Leia mais

Pesquisa Clima Organizacional 2009. Relatório Embrapa Gado de Corte

Pesquisa Clima Organizacional 2009. Relatório Embrapa Gado de Corte Pesquisa Clima Organizacional 2009 Relatório Embrapa Gado de Corte 1. Fundamentação Teórica A Pesquisa de Cultura e Clima Organizacional é um instrumento de levantamento de informações, utilizado para

Leia mais

Empreendedorismo de Negócios com Informática

Empreendedorismo de Negócios com Informática Empreendedorismo de Negócios com Informática Aula 5 Cultura Organizacional para Inovação Empreendedorismo de Negócios com Informática - Cultura Organizacional para Inovação 1 Conteúdo Intraempreendedorismo

Leia mais

Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS. Profa. Ani Torres

Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS. Profa. Ani Torres Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Profa. Ani Torres Desenvolvendo pessoas O desenvolvimento e a manutenção de pessoas estão relacionados com a evolução das equipes de trabalho e com a

Leia mais

Competitividade e Resultados: conseqüência do alinhamento de estratégia, cultura e competências.

Competitividade e Resultados: conseqüência do alinhamento de estratégia, cultura e competências. 1 Programa Liderar O Grupo Solvi é um conglomerado de 30 empresas que atua nas áreas de saneamento, valorização energética e resíduos. Como alicerce primordial de seu crescimento encontrase o desenvolvimento

Leia mais

Porque Educação Executiva Insper

Porque Educação Executiva Insper 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo atual exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

A comunicação empresarial e a gestão da mudança

A comunicação empresarial e a gestão da mudança Renato Dias Baptista Índice 1 As mudanças organizacionais 1 1.1 Comunicação e mudança organizacional............. 2 2 Considerações Finais 4 3 Referências Bibliográficas 4 1 As mudanças organizacionais

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu PORTFÓLIO ESPECIALIZAÇÃO / MBA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Sumário ÁREA: CIÊNCIAS DA SAÚDE... 2 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO... 2 ÁREA: COMUNICAÇÃO E LETRAS...

Leia mais

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar 1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar Prof. Dr. Stavros Panagiotis Xanthopoylos stavros@fgv.br Brasília, 27 de novembro de 2009

Leia mais

Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS. COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor

Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS. COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor OBJETIVO: A Gestão de Pessoas vem passando por inúmeras transformações nestes últimos anos.

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 3 METODOLOGIA DA PESQUISA O objetivo principal deste estudo, conforme mencionado anteriormente, é identificar, por meio da percepção de consultores, os fatores críticos de sucesso para a implementação

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Acreditamos em formas criativas e inovadoras de crescimento e desenvolvimento. Elas agregam valor ao cliente

Acreditamos em formas criativas e inovadoras de crescimento e desenvolvimento. Elas agregam valor ao cliente Portfólio QUEM SOMOS Somos uma empresa de consultoria organizacional que vem desenvolvendo e implementando em diversas clientes projetos nas áreas de Gestão Recursos Humanos e Comercial/Vendas. Silmar

Leia mais

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS Marino, Reynaldo Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde - FASU/ACEG GARÇA/SP-

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais

Sistemas de Informação Gerenciais Faculdade Pitágoras de Uberlândia Pós-graduação Sistemas de Informação Gerenciais Terceira aula Prof. Me. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com Maio -2013 Governança

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

AULA 16 Marketing de Serviços

AULA 16 Marketing de Serviços AULA 16 Marketing de Serviços A cadeia de lucro de serviço Ligações da cadeia de lucro de serviço Fidelidade do cliente estimula lucratividade e crescimento. Satisfação do cliente estimula sua fidelidade.

Leia mais

Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012

Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas (FGV) deu início a

Leia mais

1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Prof. ANDRÉ BITTENCOURT DO VALLE Doutor 2. OBJETIVOS

1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Prof. ANDRÉ BITTENCOURT DO VALLE Doutor 2. OBJETIVOS SIGA: PMBAGAP*10/00 1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA Prof. ANDRÉ BITTENCOURT DO VALLE Doutor 2. OBJETIVOS O Pós-MBA em Gerenciamento Avançado de Projetos é uma iniciativa cujo propósito é aprofundar e estender

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

Neurotreinamentos Coaching Executivo, Pessoal e Equipes Consultoria Organizacional,

Neurotreinamentos Coaching Executivo, Pessoal e Equipes Consultoria Organizacional, Neurotreinamentos Coaching Executivo, Pessoal e Equipes Consultoria Organizacional, Planejamento Estratégico e Governança Corporativa Palestras Temáticas e Motivacionais v.03/15 Neurotreinamentos Neurobusiness

Leia mais

GABARITO OFICIAL(preliminar)

GABARITO OFICIAL(preliminar) QUESTÃO RESPOSTA COMENTÁRIO E(OU) REMISSÃO LEGAL 051 A 052 A 053 A RECURSO Recrutar faz parte do processo de AGREGAR OU SUPRIR PESSOAS e é o ato de atrair candidatos para uma vaga (provisão). Treinar faz

Leia mais

Curso Empreendedorismo Corporativo

Curso Empreendedorismo Corporativo Curso Empreendedorismo Corporativo Todos os fatores relevantes atuais mostram que a estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, assim as pessoas e principalmente as organizações devem descobrir maneiras

Leia mais

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs Vendas - Cursos Curso Completo de Treinamento em Vendas com - 15 DVDs O DA VENDA Esta palestra mostra de maneira simples e direta como planejar o seu trabalho e, também, os seus objetivos pessoais. Através

Leia mais

Pesquisa: Cultura de Saúde Marcos J. C. Baptista

Pesquisa: Cultura de Saúde Marcos J. C. Baptista Pesquisa: Cultura de Saúde Marcos J. C. Baptista 26/10/2011 A saúde das pessoas e o negócio Pessoa (bem-estar x doença) Produtividade (custo de oportunidade) Empresa (custo contábil) Stakeholders > 15

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

FEG - UNESP MBA GESTÃO DA PRODUÇÃO GESTÃO DE RH

FEG - UNESP MBA GESTÃO DA PRODUÇÃO GESTÃO DE RH FEG - UNESP MBA GESTÃO DA PRODUÇÃO GESTÃO DE RH Liderança Roberto Carvalho robertjc@uol.com.br Ambientes Turbulentos & Competitivos 10/30/2009 1 Passado Pensamentos mecanicistas! Você não é pago para questionar

Leia mais

Uma empresa especializada em empresas.

Uma empresa especializada em empresas. Sua equipe tem colaborado para que a empresa seja uma das mais competitivas i no mercado? Para avaliar quanto a sua equipe atual está dimensionada, preparada e motivada para os desafios do mercado, você

Leia mais

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo INTRODUÇÃO O Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia desenvolvida para traduzir, em termos operacionais, a Visão e a Estratégia das organizações

Leia mais

A Abordagem Lean na Integração da TI com o negócio, parte quatro: O Líder Lean Aprendiz

A Abordagem Lean na Integração da TI com o negócio, parte quatro: O Líder Lean Aprendiz A Abordagem Lean na Integração da TI com o negócio, parte quatro: O Líder Lean Aprendiz Steve Bell Enquanto me preparava para escrever o quarto artigo desta série, cheguei a um importante marco. Semana

Leia mais

Inteligência. Emocional

Inteligência. Emocional Inteligência Emocional Inteligência Emocional O que querem os empregadores?? Atualmente, as habilitações técnicas específicas são menos importantes do que a capacidade implícita de aprender no trabalho

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

Mário Rocha. A contribuição do Coaching no desenvolvimento das competências

Mário Rocha. A contribuição do Coaching no desenvolvimento das competências Mário Rocha A contribuição do Coaching no desenvolvimento das competências Missão Visão Objetivos estratégicos Competências Organizacionais Competências Conhecimento o que saber Habilidades - saber fazer

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 1. As Mudanças e a Gestão de Pessoas. Contextualização. Instrumentalização

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 1. As Mudanças e a Gestão de Pessoas. Contextualização. Instrumentalização Gestão de Recursos Humanos Aula 1 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Organização da Aula Contextualização da Gestão de Pessoas Principais conceitos de administração Novos modelos de Gestão de Pessoas As

Leia mais

CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS

CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS O CBA em Gestão de Negócios é um curso que proporciona aos participantes sólidos fundamentos em gestão e liderança. O programa tem o objetivo de formar

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Marketing

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Marketing Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Marketing Apresentação Em uma economia globalizada e extremamente competitiva, torna-se cada vez mais imprescindível a visão estratégica

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

Responsabilidade Social

Responsabilidade Social Responsabilidade Social Profa. Felicia Alejandrina Urbina Ponce A questão principal é debater: o que torna uma empresa socialmente responsável? É o fato de ela ser ética? Ou fi lantrópica? Ou porque ela

Leia mais

As cinco disciplinas

As cinco disciplinas As cinco disciplinas por Peter Senge HSM Management julho - agosto 1998 O especialista Peter Senge diz em entrevista exclusiva que os programas de aprendizado podem ser a única fonte sustentável de vantagem

Leia mais

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br.

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br. Marketing Ambiental Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. O que temos visto e ouvido falar das empresas ou associado a elas? Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br 2 3 Sílvia

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA

SUSTENTABILIDADE NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA SUSTENTABILIDADE NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA 1 O CONCEITO 2 - BARREIRAS E MOTIVADORES 3 AÇÕES EMPREENDEDORAS EVOLUÇÃO E TENDÊNCIAS NOS NEGÓCIOS SUSTENTABILIDADE "suprir as necessidades da geração presente

Leia mais