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1 REGIME CAMBIAL EM CABO VERDE IMPLICAÇÕES PARA A POLÍTICA ECONÓMICA Banco de Cabo Verde OSVALDO LIMA Administrador

2 I. CARACTERÍSTICAS DO REGIME CAMBIAL II. ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL COM PORTUGAL III. EVOLUÇÃO DA ECONOMIA IV. IMPLICAÇÕES PARA A POLÍTICA ECONÓMICA V. PERSPECTIVAS E DESAFIOS

3 I. CARACTERISTICAS DO REGIME CAMBIAL REGIME DE PARIDADE FIXA ENTRE O ESCUDO E O EURO TRADICIONALMENTE CABO VERDE ENVEREDOU PELA ESTABILIDADE CAMBIAL COMO OPÇÃO ESTRATÉGICA DA POLÍTICA MACROECONÓMICA ELEVADO GRAU DE ABERTURA AO EXTERIOR E ENORME DEPENDÊNCIA DO EXTERIOR COM DESTAQUE REMESSAS EMIGRANTES NECESSIDADE DE UM QUADRO DE ESTABILIDADE

4 II. ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL COM PORTUGAL EM 1998 CABO VERDE ASSINOU UM ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL COM PORTUGAL PROMOVER INVESTIMENTO E CRESCIMENTO ECONÓMICO REFORÇO DAS RELAÇÕES ECONÓMICAS BILATERAIS COM PORTUGAL

5 II. ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL COM PORTUGAL PARIDADE FIXA ENTRE ESCUDO DE CABO VERDE E ESCUDO PORTUGUÊS POSTERIORMENTE SUBSTITUÍDO PELO EURO PARIDADE MANTEVE-SE INALTERADA ATÉ A DATA

6 II. ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL COM PORTUGAL O ACORDO ESTABELECE UM CONJUNTO DE COMPROMISSOS / CRITÉRIOS QUE DEVEM SER RESPEITADOS COM VISTA À GARANTIA DA SUA SUSTENTABILIDADE NECESSIDADE DE UM NIVEL DE RESERVAS CAMBIAIS COMPATÍVEL COM A SALVAGUARDA / CREDIBILIDADE DO REGIME

7 II. ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL COM PORTUGAL PORTUGAL COMPROMETE-SE A DISPONIBILIZAR UMA FACILIDADE DE CRÉDITO CONCESSIONAL E DE CURTO PRAZO PARA FAZER FACE A DIFICULDADES DE TESOURARIA, ANTECIPANDO RECEITAS EXTERNAS PREVISTAS E SUPORTANDO O NÍVEL DE RESERVAS CAMBIAIS

8 III. EVOLUÇÃO DA ECONOMIA AO LONGO DESTE PERÍODO DE VIGÊNCIA DO ACC A EVOLUÇÃO ECONÓMICA E FINANCEIRA TEM-SE CARACTERIZADO GLOBALMENTE POR RELATIVA ESTABILIDADE NOMINAL E CRESCIMENTO ECONÓMICO

9 IV. IMPLICAÇÕES PARA A POLÍTICA ECONÓMICA COORDENAÇÃO DA POLITICA MACROECONÓMICA É FUNDAMENTAL POLÍTICA MONETÁRIA BANCO CENTRAL TEM COMO OBJECTIVO PRINCIPAL A MANUTENÇÃO DA ESTABILIDADE DE PREÇOS NA PRÁTICA OBJECTIVO OPERACIONAL É A MANUTENÇÃO DE UM NÍVEL DE RESERVAS CAMBIAIS COMPATÍVEL COM A SALVAGUARDA E CREDIBILIDADE DO REGIME POLÍTICA ORÇAMENTAL DEVE ESTAR COMPROMETIDA COM A PRESERVAÇÃO DA ESTABILIDADE E COM A SUSTENTABILIDADE DAS FINANÇAS PÚBLICAS COM DESTAQUE PARA A DÍVIDA PÚBLICA

10 IV. IMPLICAÇÕES PARA A POLÍTICA ECONÓMICA AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL INTERDIÇÃO DE FINANCIAMENTO MONETÁRIO DO DÉFICE ORÇAMENTAL A POLÍTICA ORÇAMENTAL TEM APOIADO A POLÍTICA MONETÁRIA NO ESFORÇO DE PRESERVAÇÃO DE UM NÍVEL ADEQUADO DE RESERVAS CAMBIAIS EXISTE UMA COMISSÃO TÉCNICA ACOMPANHAMENTO MACROECONÓMICO NO QUADRO DA COORDENAÇÃO DA POLÍTICA MACROECONÓMICA ENTRE O MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E O BANCO CENTRAL

11 IV. IMPLICAÇÕES PARA A POLÍTICA ECONÓMICA NO ÂMBITO DO ACC EXISTE A COMACC / UAM QUE REALIZA UM TRABALHO IMPORTANTE DE ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO DA EVOLUÇÃO MACROECONÓMICA DE CABO VERDE O ACC EXERCE UMA PRESSÃO BENIGNA EM PROL DE POLÍTICAS MACROECONÓMICAS SUSTENTÁVEIS EM CABO VERDE PODE-SE FALAR GLOBALMENTE DE CONSENSO POLÍTICO E SOCIAL RELATIVAMENTE À AVALIAÇÃO POSITIVA DO ACC

12 IV. IMPLICAÇÕES PARA A POLÍTICA ECONÓMICA SEM UMA COMPONENTE SECTORIAL E MICROECONÓMICA FORTE, UMA ECONOMIA REAL E UM SECTOR PRIVADO SÓLIDOS OS AVANÇOS NA ESFERA MACROECONÓMICA NÃO SÃO SUSTENTÁVEIS NECESSIDADE DE MELHORIA SIGNIFICATIVA DA COMPETITIVIDADE DA ECONOMIA E DA EMERGÊNCIA DE UM SECTOR PRIVADO COM CAPACIDADE DE GERAR VALOR ACRESCENTADO

13 V. PERSPECTIVAS E DESAFIOS NECESSIDADE DE ASSEGURAR COM SUCESSO O PROCESSO DE TRANSIÇÃO PARA PAÍS DE RENDIMENTO MÉDIO / MITIGAR O RISCO DO MIDDLE INCOME TRAP GRANDE SINCRONIZAÇÃO COM A ZONA EURO PRINCIPAL PARCEIRO EXTERNO / ORIGEM DE FLUXOS DE FINANCIAMENTO DE CABO VERDE DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA E DE PARCEIROS EXTERNOS ELEVADA CONCENTRAÇÃO NO TURISMO TENDÊNCIA DE REDUÇÃO DO POTENCIAL DE CRESCIMENTO DA ECONOMIA

14 MUITO OBRIGADO Banco de Cabo Verde

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