O Continuum fala, escrita e VOIP: elementos que se interpenetram na função social de se comunicar

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Continuum fala, escrita e VOIP: elementos que se interpenetram na função social de se comunicar"

Transcrição

1 O Continuum fala, escrita e VOIP: elementos que se interpenetram na função social de se comunicar Resumo Emanuela Francisca Ferreira SILVA 1 Flávio da SILVA 2 Conceituo texto oral e texto escrito como variações de mesma língua que têm por função social a comunicação. Afirmo ser a língua, nesta medida, lugar de interação entre locutor e interlocutor, que produzem sentido e se comunicam. A elaboração de textos orais ou escritos é histórico e social, posto que é na relação de alteridade que se é possível construir sentidos, com base em elementos lingüísticos presentes na superfície textual e na sua forma de organização, e que requer a mobilização de saberes enciclopédicos e a reconstrução dos mesmos no interior do evento comunicativo. Nesta produção de sentido tanto o texto oral como o texto escrito são importantes, não havendo primazia entre um e outro. Na comunicação virtual ocorre o hibridismo entre o texto oral e o texto escrito posto que ambos estão no continuum fala-escrita e tem o VOIP como lugar em que se interpenetram na função social de se comunicar. Palavras-chave: VOIP, texto oral, texto escrito, comunicação e continuun fala-escrita. 1 Mestranda em Letras, bolsista da Capes - UNINCOR MG 2 Bacharel em Sistemas de Informação - FACECA MG

2 Abstract Worthy text oral and written text as variations of the same language as their social role in communication. I say be the language, to that extent, place of interaction between speaker and interlocutor, producing sense and communicate. The development of texts written or oral and social history is, as is the relation of otherness that is possible to construct meanings, based on language in the text area and its form of organization, and requires the mobilization of encyclopedic knowledge and reconstruction of the same in the communicative event. In this sense both the production of oral texts such as the written text are important and there is no precedence between one and another. In the virtual communication occurs between the text hybridism oral and written text since both are in the continuum and speech-writing has VOIP as a place where interpenetrate the social function to communicate. Palavras-chave: VOIP, texto oral, texto escrito, comunicação e continuun fala-escrita. Introdução É consenso entre lingüistas renomados que o texto escrito e o texto oral são variações da língua, cada qual com suas características. Ambas, a oralidade e a escrita, permitem a elaboração de raciocínios abstratos, exposições formais e informações, variações estilísticas e sociais. Se ocorrer alguma primazia entre uma e outra, isto se deve, segundo Marcuschi (2005, p.26) somente quanto à cronologia. É importante observar que as práticas sociais que determinam o lugar, o papel e o grau de relevância da oralidade ou das práticas de letramento devem colocar ambas no eixo do contínuum sócio-histórico de práticas. No VOIP, como falarei mais adiante, é exemplo desse contínuum sócio - histórico, sendo, outra forma de se relacionar com a oralidade. O oral toma dimensões no espaçotempo, que até o século passado eram impensáveis. Esta comunicação que ocorre através do oral não possui mais, fronteiras visíveis, tudo é híbrido e inconstante. A língua é vista como lugar de interação, em que locutor e interlocutor possuem papéis essenciais no processo de comunicação. Este processo que ocorre através da elaboração de textos orais ou escritos é histórico e social, posto que é na relação de alteridade que se é possível construir sentidos, com base em elementos lingüísticos presentes na superfície textual e na sua forma de organização, e que requer a mobilização de saberes enciclopédicos e a reconstrução dos mesmos no interior do evento comunicativo. Neste início da pós-modernidade o hibridismo torna-se característica que marca a língua, como lugar de interação. Mas, como ocorre esse processo e qual a relação entre as culturas pósmodernas e o continuum na língua? Segundo Canclini (2005, p. 13) a modernização diminui o papel do culto e do popular, mas não os reprime. Há redimensão entre a arte e o folclore, o saber acadêmico e a cultura industrializada. A lógica do mercado é que dita a ordem simbólica da pós-modernidade. Não é somente a estética ou a essência que definem o que é arte ou que é popular. A cultura de massa é que determina as tendências, de acordo com o olhar de jornalistas, críticos, historiadores que levam a cultura para mídia. Não há lugar específico para a cultura, neste período. Há carência de coesão social, as elites cultivam a poesia e a arte de vanguarda enquanto as maiorias são analfabetas. A função de comunicar também sofre com esse hibridismo, em que não se pode definir as fronteiras no tempo e no espaço. A pós-modernidade é vista não como etapa ou tendência que substitui o mundo moderno, mas, maneira de problematizar os vínculos e equívocos que alarmam as

3 tradições. Comunicar continua sendo ação humana, estando na sua cultura, que sofre interferências da cultura de massa. Nos séculos anteriores, a cultura era privilegio da igreja e da nobreza. Na pós-modernidade é o consumo, a margem de lucros que indicam a quem pertence à cultura. Na modernidade os mundos da arte são múltiplos, não se separam taxativamente entre si, nem do restante da vida social, cada um compartilha com outros o fornecimento de pessoal, de recursos econômicos e intelectuais mecanismos de distribuição dos bens e os públicos. As disputas entre artistas e pessoal de apoio, são resolvidas facilmente mediante a cooperação e o desejo de culminar o trabalho artístico na obra. A oferta cultural é, pois, muito heterogênea. Coexistem vários estilos de recepção e compreensão que formam relações híbridas de bens procedentes de tradições populares e massivas. Assim como a oralidade e a escrita, a arte é mensagem com espaços em branco; que exigem a cooperação do leitor para completá-los. Neste processo de comunicação, a colaboração do leitorouvinte é indispensável. A alteridade dita a compreensão da mensagem que é passada. A cultura pós-moderna é, pois, híbrida e definida pela cultura de massa. O processo comunicativo, por estar no eixo do continuum sócio-histórico, está se tornando híbrido, tendo as novas tecnologias como suportes para que não haja a progressão desse contínuo.segundo Koch (2002, p.20), A definição de texto (...) trata se necessariamente, de um evento dialógico (Bakthin), de interação entre sujeitos sociais contemporâneos ou não, copresentes ou não, do mesmo grupo social ou não, mas em diálogo constante. A comunicação é interação, seja através de textos orais ou escritos. Não se podem analisar as relações entre estes textos orais e escritos sem colocá-los como prática social e não apenas como artefato lingüístico. Enquanto prática social é sabido que o texto escrito é derivado e o texto oral é primário. Como afirma Marcuschi (2005, p.17) o que se pode afirmar é que a oralidade tem uma primazia cronológica em relação à escrita. Porém há um contínuo sócio -histórico entre a oralidade e a escrita quanto ao letramento (vejo letramento como um processo de aprendizagem social e histórica de leitura e escrita em contextos informais e para usos utilitários). Recapitulando até aqui, chega-se a conclusão que a comunicação ocorre através da interação entre locutor e interlocutor no contínuo sócio -histórico, em que a única primazia que há do texto oral para o escrito é quanto à cronologia. Esse processo de comunicação está hibridizado, tendo as novas tecnologias como suporte para essa hibridização. Mas qual seria a função social do texto escrito e do texto oral, ou seja, em que contexto se usa a oralidade e a escrita? Texto oral e texto escrito: função social de comunicação em contextos distintos. Não há segundo Marcuschi pesquisas suficientes para responder a este questionamento. Nas sociedades em que a escrita adentrou, ela se tornou tecnologia imprescindível, sendo tratada como fato histórico e não como bem natural. Segundo Marcuschi (1995, p.7), A fala seria uma forma de produção textual-discursiva oral, sem a necessidade de uma tecnologia além do aparato disponível pelo próprio ser humano. A escrita seria além de uma tecnologia de representação abstrata da própria fala um modo de produção textual-discursiva com suas próprias especificidades.

4 Há autores na lingüística que acreditam ser a escrita um avanço na capacidade cognitiva dos indivíduos. Esta supervalorização da escrita acaba por afirmar que ela seria responsável pelo surgimento do raciocínio silogístico, posto que a escrita contribua para o pensamento abstrato. Mas estudos como os de Scribner e Cole citados em Mattêncio (1994, p. 31) afirmam que mesmo sujeitos não letrados tem capacidade de raciocínio, eles utilizam de meios empíricos para atingir este grau de abstração. A escrita também é supervalorizada por servir para documentação e fazer surgir a descentralização do pensamento que passaria do concreto para o abstrato. O texto escrito é, portanto utilizado nas sociedades letradas como meio de organizarem sua política e sua economia, sendo do ponto de vista do prestígio social muito mais importante que a fala. Tanto o texto oral como o escrito são formas complexas de organização através das representações mentais. O texto oral indica a que sociedade, região, cultura ou grupo em que o sujeito está inserido, ele é a porta de entrada para se conhecer aspectos essenciais desse sujeito. Analisando os contextos em que o texto oral e o escrito são utilizados, percebo como eles estão no continuum das práticas sociais. Segundo Marcuschi (1995, p.14), As diferenças entre fala e escrita se dão dentro do continuum tipológico das práticas sociais de produção textual e não na relação dicotômica de dois pólos opostos.[...] O contínuo tipológico distingue e correlaciona os textos de cada modalidade quanto às estratégias de formulação textual que determinam o contínuo das características que distinguem as variações das estruturas, seleções lexicais, etc. Tanto a fala como a escrita se dão num contínuo de variações, surgindo daí semelhanças e diferenças ao longo de dois contínuos sobrepostos. Tanto o texto oral como o escrito variam conforme o contexto em que estão inseridos. É preciso conhecer o contexto e o Gênero Discursivo em que o discurso acontece para identificá-lo. Não há predominância entre um e outro, é no uso do código que se determinará qual é o melhor texto a ser utilizado o oral ou o escrito. O texto oral é caracterizado pela sua forma de sons sistematicamente articulados e significativos. É forma de produção textual-discursiva para fins comunicativos. O texto escrito é modo de produção textual-discursiva para fins comunicativos com certas especifidades materiais. Ao longo da história a relação entre o texto oral e o texto escrito varia na história, no espaço e nas línguas. A cultura é marcada pelas duas modalidades, principalmente na pós-modernidade em que o continuum oralidade-escrita é hibridizado. As relações entre fala e escrita não são óbvias nem lineares, pois elas refletem um constante dinamismo fundo no continuum que se manifesta entre as duas modalidades da língua. Se a cultura é dado que distingue o ser humano no contexto dos seres vivos, é o uso da língua em suas modalidades, oral e escrita, que o tornam especial. Sabe-se que enquanto prática social, a oralidade é inerente e não é substituída por nenhuma outra tecnologia. A oralidade tem caráter identificador, ao contrário da escrita que é padrão e por isso não é estigmatizadora. As diferenças entre oralidade e escrita devem ser analisadas na perspectiva do uso. A relação entre elas é determinada pelo uso do código como função de comunicação. Esta relação se estreita na pós-modernidade devido ao hibridismos que as mescla no continuum sócio - histórico. Verifico até aqui que não há supremacia entre o texto oral sobre o escrito ou entre o texto escrito sobre o oral, eles possuem funções comunicativas distintas dentro de um continuum que chega a hibridizar ambos em determinados gêneros discursivos como tentarei demonstrar neste trabalho.

5 Comunicação virtual: o hibridismo entre as variações oral e escrita da linguagem. Neste início da pós-modernidade o hibridismo que ocorre entre o oral e o escrito é percebido principalmente na comunicação virtual em que os s mesclam na escrita traços da oralidade. O mesmo ocorre no VOIP (Voice Over Protocol Internet) onde traços da escrita se tornam pertinentes na oralidade. Porém se o contínuo era oralidade escrita; no contexto da comunicação digital com o VOIP este contínuo se estendeu para oralidade, escrita, VOIP. O que é o VOIP? É o uso da telefonia pela internet, através de programas como o Skype, que tem a missão de usar a internet como meio de transmissão de voz. Segundo Tronco (2006, p. 22) A tecnologia VOIP veio trazer diminuição nos preços das ligações telefônicas seja elas de longa distância (DDD), regional local (dentro do da mesma região), o que está levando a queda dos preços é principalmente a concorrência estabelecida pelas operadoras telefônicas e também o surgimento de tecnologias alternativas e com preços acessíveis ao consumidor em relação às operadoras de telefonia tradicional, alternativas essas como, por exemplo: o Skype, Internet via cabo entre outras. A ideia do VOIP é possibilitar a comunicação a longa distância com tarifas reduzidas, como por exemplo, uma empresa situada no Brasil com sua matriz na China, possa realizar ligações com tarifas muito menores que as cobradas pelas operadoras tradicionais. Para se usar essa tecnologia é necessário ter Internet de banda larga, uma operadora que preste serviços VOIP, essa fornece um aparelho que se chama ATA (Adaptador para aparelho telefônico), pois ele converte a fala em pacotes que irão trafegar pela rede de internet, quando esses pacotes chegarem ao destino, eles são novamente convertidos para voz. Os primeiros telefones eram conectados a uma central manual, operada por uma telefonista. O usuário tinha que girar uma manivela para gerar a corrente de toque e chamar a telefonista que atendia e, através da solicitação do usuário, comutava os pontos manualmente através das pegas (plugs). Essa tecnologia prevaleceu até o final da década de 1960 quando começaram a surgir os telefones com teclado eletrônico, que tornavam mais rápida a discagem. A VOIP surge no final do século XX como uso da linguagem oral com maior rapidez e economia, além de outras vantagens como o sigilo posto que não podem se grampear as conversações. Essa nova tecnologia que utiliza da oralidade como meio de comunicação vem em conseqüência de uma das principais características da pós-modernidade que é a informação rápida. O seu custo é muito baixo, o que levou empresas a adotarem o VOIP para comunicação entre suas filiais e entre seus fornecedores e compradores. Segundo Sérgio Colcher (2005, p.25), Se uma empresa já possui banda larga na sua unidade ela poderá obter uma grande economia utilizando essa mesma rede para o tráfego de voz, aproveitando o link de dados que geralmente é subutilizado na maioria do tempo. O VOIP é fruto da informação rápida e barata que visa o crescimento e o lucro dentro do sistema capitalista. Ele é utilizado dentro de práticas sociais ou eventos comunicativos, de maneira a tornar a comunicação mais rápida e eficiente. Pensando a comunicação virtual como um gênero discursivo, tenho o VOIP como um dos locais em que ocorre a hibridização entre as variações oral e escrito da linguagem. Como garantir uma qualidade de serviços com a tecnologia VOIP? Com todas aplicações que são utilizadas em uma infra-estrutura de dados, como garantir que aplicações com características e requisitos distintos possam compartilhar toda essa estrutura, que possuem conjunto de voz, videos e dados. Como pode garantir desempenho e funcionamento?

6 Surge entao a necessidade de uma rede dedicada ao trafego de dados. A rede pública faz um serviço de comutação para a comunicação telefônica e circuitos de videosconferência. O custo de tudo isto é muito alto, então, tornou-se necessário a integração dos serviços de telecomunicações em uma única rede. Atualmente com a convergência, o grande desafio das redes integradas é garantir que aplicações com características e requisitos sistintos possam compartilhar a mesma infra-estrutura sem prejuízos ao seu funcionamento e seu desempenho. WALLINGFORD, THEODORE, (RTI 03/2007 p. 88). Os gêneros são formas textuais estabilizadas, Histórica e socialmente situadas. (MARCUSCHI, 2005, p.43). Eles servem de guias para a produção textual e acontecem em contextos concretos. A comunicação virtual é um contexto em os eventos comunicativos se hibridizam constantemente. No exemplo que dei no início deste trabalho sobre o ocorre esta hibridização quando se percebe traços do texto oral no texto escrito. Pois bem, no VOIP a comunicação ocorre por texto oral de empresa para emp resa ou de Matriz para filial. Só é possível ter acesso a esta tecnologia se o usuário tiver internet banda larga e contratar uma operadora especializada. Com estas informações se conclui que o VOIP só utilizado com fins sociais que gerem lucro e rapidez. A comunicação por ser estritamente profissional é toda mediada pelo texto escrito. Enquanto o é um veículo escrito que possui traços do texto oral, o VOIP é um veículo para o texto oral que utiliza o texto escrito. A escrita foi durante muito tempo vista pelos pesquisadores como instrumento de dominação. Os povos que detinham o texto escrito eram detentores de poder. Enquanto a escrita é produto cultural que durante séculos foi tida como forma de mudar as feições do mundo, a oralidade é a forma mais elaborada de mediação entre o indivíduo e o real. O oral sobrevive sem a escrita, mas a escrita não existe sem a oralidade. A necessidade se comunicar fez surgir o texto oral. No momento em que a escrita passa a fazer parte do aparato cultural de determinada sociedade, ela se torna imprescindível. Essas características, tanto do texto oral quanto do escrito, se hibridizam na pós-modernidade através da tecnologia, que é representada aqui pelo VOIP. O VOIP é o ponto de intersecção para demonstrar essa mistura no continnum oralidadeescrita que ocorre na pós-modernidade. Se a mídia influencia a cultura neste início pós-moderno, tendo os jornalistas, os críticos e os historiadores como intérpretes dessa nova cultura, a tecnologia trabalha para que o hibridismo conflua em si arte e artesanato, antigo e novo, oral e escrita. Não há como definir a fronteira tênue no espaço-tempo no continuum oral-escrita-voip. O processo comunicativo torna-se circular, não existe primazia entre as duas modalidades da língua na pós-modernidade. Na medida em que se tem necessidade de realizar novas atividades com a língua, ocorre a constituição de novos gêneros, que neste caso é híbrido. O gênero Virtual sob o ponto de vistas das práticas sociais ou dos fenômenos lingüísticos produzidos por ele é um exemplo prático da hibridização que ocorre entre o texto escrito e o oral, demonstrando que ambos são práticas da mesma língua em situações diferentes, em que não há supremacia entre um e outro, há sim um hibridismo em que oral e escrito se caracterizam como elementos que se interpenetram na função social de comunicação na pós-modernidade.

7 Bibliografia CANCLINI, Nestor García. Culturas Hibridas. Ed. Edusp. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, COLCHER, Sérgio, GOMES, Antônio Tadeu. OLIVEIRA, Anderson. Lê Guido. O seu Guia definitivo sobre VOIP. Editora Campus. São Paulo:2005 KLEIMAN, Ângela B. (org). Os Significados do letramento: Uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas SP: Mercado de Letras, 1995 KOCH, Ingedore. Desvendando os Segredos do Texto. São Paulo: MARCUSCHI, Luiz Antônio. Oralidade e Escrita. Conferência apresentada no II COLÓQUIO FRANCO-BRASILEIROS SOBRE LINGUAGEM E EDUCAÇÃO, na Universidade federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal, de Junho de MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da Fala para a Escrita. Atividades de retextualização. São Paulo: Editora Cortez, MATTÊNCIO, Maria de Lourdes Meirelles. Leitura Produção de Textos e a Escola. Mercado Letras. Campinas: 1994 MUSSALIN, Fernanda, BENTES, Anna Cristina (orgs) Introdução a Lingüística: domínios e fronteiras, 5 ed. São Paulo: Cortez, 2006 TRONCO, Tânia Regina. Redes de Nova Geração. A arquitetura de convergência do IP, Telefonia e Redes Ópticas. Editora Érica. São Paulo:2006 SIGNORINI, Inês.(Org) Investigando a relação Oral/Escrito, e as teorias do Letramento. Mercado das Letras. São Paulo: 2005

O CONTINUUM FALA, ESCRITA E VOIP: ELEMENTOS QUE SE INTERPENETRAM NA FUNÇÃO SOCIAL DE SE COMUNICAR

O CONTINUUM FALA, ESCRITA E VOIP: ELEMENTOS QUE SE INTERPENETRAM NA FUNÇÃO SOCIAL DE SE COMUNICAR O CONTINUUM FALA, ESCRITA E VOIP: ELEMENTOS QUE SE INTERPENETRAM NA FUNÇÃO SOCIAL DE SE COMUNICAR Emanuela Francisca Ferreira Silva* assismusic@bol.com.br http://lattes.cnpq.br/27080044645269 Flávio da

Leia mais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Módulo 3: VoIP INATEL Competence Center treinamento@inatel.br Tel: (35) 3471-9330 As telecomunicações vêm passando por uma grande revolução, resultante do

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO SEM LIMITES.

LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO SEM LIMITES. v8.art.br LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO SEM LIMITES. www.liguetelecom.com.br 0800 888 6700 VOIP FIXO INTERNET LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO

Leia mais

:: Telefonia pela Internet

:: Telefonia pela Internet :: Telefonia pela Internet http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_telefonia_pela_internet.php José Mauricio Santos Pinheiro em 13/03/2005 O uso da internet para comunicações de voz vem crescendo

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REDES E SEGURANÇA DE SISTEMAS TELEFONIA IP E VOIP RESUMO

INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REDES E SEGURANÇA DE SISTEMAS TELEFONIA IP E VOIP RESUMO INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REDES E SEGURANÇA DE SISTEMAS TELEFONIA IP E VOIP RESUMO Artigo Científico Curso de Pós-Graduação em Redes e Segurança de Sistemas Instituto

Leia mais

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007)

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) Disciplina: Seminário de Leituras Orientadas em Linguística Aplicada Professoras: Graciela Hendges e Désirée Motta-Roth

Leia mais

VOIP A REVOLUÇÃO NA TELEFONIA

VOIP A REVOLUÇÃO NA TELEFONIA VOIP A REVOLUÇÃO NA TELEFONIA Introdução Saiba como muitas empresas em todo mundo estão conseguindo economizar nas tarifas de ligações interurbanas e internacionais. A História do telefone Banda Larga

Leia mais

INTERNET, HIPERTEXTO E GÊNEROS DIGITAIS: NOVAS POSSIBILIDADES DE INTERAÇÃO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo (UNIGRANRIO) elainevasquez@ig.com.

INTERNET, HIPERTEXTO E GÊNEROS DIGITAIS: NOVAS POSSIBILIDADES DE INTERAÇÃO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo (UNIGRANRIO) elainevasquez@ig.com. INTERNET, HIPERTEXTO E GÊNEROS DIGITAIS: NOVAS POSSIBILIDADES DE INTERAÇÃO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo (UNIGRANRIO) elainevasquez@ig.com.br 1. Introdução A rede mundial tem permitido novas práticas

Leia mais

SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens

SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens Callix PABX Virtual SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens Por Que Callix Foco no seu negócio, enquanto cuidamos da tecnologia do seu Call Center Pioneirismo no mercado de Cloud

Leia mais

O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS. Palavras-chave: texto, e-mail, linguagem, oralidade, escrita.

O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS. Palavras-chave: texto, e-mail, linguagem, oralidade, escrita. Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 191 195 O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS MARQUES, Fernanda Vieira ANDRADE, Antonio Carlos Siqueira de Palavras-chave: texto,

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

Se eu tenho o serviço de Voz sobre Internet, para quem posso ligar?

Se eu tenho o serviço de Voz sobre Internet, para quem posso ligar? 1 Conheça o sistema de Voz sobre IP (ou VOIP) O que é Voz sobre IP / Voz sobre Internet Protocolo? R. Voz sobre IP permite que você faça ligações telefônicas utilizando uma rede de computadores, como a

Leia mais

INTERAÇÕES VIRTUAIS: O REFLEXO DA ORALIDADE NA ESCRITA E A SUA TRANSPOSIÇÃO

INTERAÇÕES VIRTUAIS: O REFLEXO DA ORALIDADE NA ESCRITA E A SUA TRANSPOSIÇÃO Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Pedagogia - N.7, JUL/DEZ 2009 INTERAÇÕES VIRTUAIS: O REFLEXO DA ORALIDADE NA ESCRITA E A SUA TRANSPOSIÇÃO

Leia mais

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES RESUMO Cleuma Regina Ribeiro da Rocha Lins (UEPB) cleumaribeiro@yahoo.com.br Orientador: Prof. Dr. Juarez Nogueira

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013.

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013. 122 Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos LER, ESCREVER E REESCREVER NO ENSINO MÉDIO POR MEIO DOS CLÁSSICOS DA LITERATURA BRASILEIRA José Enildo Elias Bezerra (IFAP) enildoelias@yahoo.com.br

Leia mais

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação.

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação. Karen Alves de Andrade 1 RESUMO A inserção dos gêneros textuais no ensino vem mudando a dinâmica da educação em língua portuguesa em nosso país. A importância de se trabalhar a língua em uso, através de

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO. Por Leonardo Mussi da Silva

CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO. Por Leonardo Mussi da Silva CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO Por Leonardo Mussi da Silva Evolução do sistema telefônico como tudo começou 1875 Alexander Graham Bell e Thomas Watson, em projeto dedicado a telegrafia, se depararam com

Leia mais

Reflexões sobre a Língua Portuguesa. Kátia França

Reflexões sobre a Língua Portuguesa. Kátia França Reflexões sobre a Língua Portuguesa Kátia França Níveis de aprendizagem dos alunos Abaixo do básico: os alunos demonstram que não desenvolveram as habilidades básicas requeridas para o nível de escolaridade

Leia mais

Validório, Valéria Cristiane 1

Validório, Valéria Cristiane 1 A INTERAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM: uma perspectiva sociocultural Validório, Valéria Cristiane 1 RESUMO As relações sociais entre o indivíduo e o mundo exterior desenvolvem-se por meio de um processo

Leia mais

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM Daniela Fidelis Bezerra Túlio Cordeiro de Souza Maria Elizabete

Leia mais

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE SOLUÇÃO TELEFONIA IP E CORDLESS EM UMA CONCESSIONÁRIA DE VEÍCULOS

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE SOLUÇÃO TELEFONIA IP E CORDLESS EM UMA CONCESSIONÁRIA DE VEÍCULOS PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE SOLUÇÃO TELEFONIA IP E CORDLESS EM UMA CONCESSIONÁRIA DE VEÍCULOS Felipe Tozetto Costa¹; Luis Miguel Schiebelbein², Rafael Scoczynski Ribeiro³ ¹ Faculdades Ponta Grossa Ponta Grossa

Leia mais

Aprenda a Trabalhar com Telemensagens

Aprenda a Trabalhar com Telemensagens Aprenda a Trabalhar com Telemensagens 5 Incluindo dicas de Cestas, Flores, Presentes e Internet Do Iniciante ao Profissional www.as2.com.br 1 Aprenda a Trabalhar com Telemensagens FASCÍCULO 5 Adquira o

Leia mais

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é VOIP Se você nunca ouviu falar do VoIP, prepare-se para mudar sua maneira de pensar sobre ligações de longa distância. VoIP, ou Voz sobre Protocolo de Internet, é um método para pegar sinais de áudio analógico,

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Slides produzidos a partir do caderno: Currículo no ciclo de

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS. Plano de Curso 2012

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS. Plano de Curso 2012 1. EMENTA Origem e desenvolvimento dos conceitos e concepções de Letramento. Usos e funções sociais da escrita. Letramento e oralidade. Letramento, alfabetização e alfabetismo: conceitos, indicadores e

Leia mais

A Utilização de Softwares Livres no Desenvolvimento de Cursos de Educação a Distância (EAD) nas Universidades e a Inclusão Digital² RESUMO

A Utilização de Softwares Livres no Desenvolvimento de Cursos de Educação a Distância (EAD) nas Universidades e a Inclusão Digital² RESUMO 1 A Utilização de Softwares Livres no Desenvolvimento de Cursos de Educação a Distância (EAD) nas Universidades e a Inclusão Digital² Bruna Barçante¹ Aylla Barbosa Ribeiro¹ Fernanda Teixeira Ferreira Leite¹

Leia mais

Convergência óptica de redes

Convergência óptica de redes Convergência óptica de redes Motivação: Em 1837 Samuel Morse inventou o telégrafo. No ano de 1844 transmitiu a primeira mensagem telegráfica pública e demonstrou como ele seria capaz de enviar sinais rapidamente

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico.

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico. 7.00.00.00-0 - CIÊNCIAS HUMANAS 7.08.00.00-6 Educação A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA: A LINGUAGEM ORAL DOMINADA E SUA CORRELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM DA ESCRITA GIOVANNA GAGGINI RODON Curso de Pedagogia

Leia mais

Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil

Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil Bases Fundamentais Convenção para a proteção e promoção da diversidade das expressões culturais Consolida princípios

Leia mais

Palavras chaves: Oralidade. Ensino e aprendizagem. Língua materna

Palavras chaves: Oralidade. Ensino e aprendizagem. Língua materna A ORALIDADE NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DE LÍNGUA PORTUGUESA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES 1 Maria Betânia Dantas de Souza - UFRN Márcia Rejane Brilhante Campêlo - UFRN Departamento do Programa de

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio ETEC: PROFª NAIR LUCCAS RIBEIRO Código: 156 Município: TEODORO SAMPAIO Área de conhecimento: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Componente

Leia mais

Palavras Chave: Libras; Braille; Língua Portuguesa; Linguística; Estudos de Tradução; Interpretação; surdo; cego.

Palavras Chave: Libras; Braille; Língua Portuguesa; Linguística; Estudos de Tradução; Interpretação; surdo; cego. REFLEXÕES SOBRE AS COMPETÊNCIAS LINGUÍSTICAS NA FORMAÇÃO DO INTÉRPRETE DE LIBRAS E DO BRAILLISTA NO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM COMUNICAÇÃO ASSISTIVA: LIBRAS E BRAILLE/PUCMINAS/BH. Profa. Dra. Denise

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos UMA ANÁLISE DOS GÊNEROS DIGITAIS PRESENTES NOS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO MÉDIO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo elainevasquez@ig.com.br RESUMO Este artigo discute os gêneros digitais que são abordados

Leia mais

Revista Inteligência Competitiva José Fonseca de Medeiros ABRAIC E A PROFISSÃO DE ANALISTA DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO BRASIL

Revista Inteligência Competitiva José Fonseca de Medeiros ABRAIC E A PROFISSÃO DE ANALISTA DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO BRASIL 244 ABRAIC E A PROFISSÃO DE ANALISTA DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO BRASIL 1 Entrevista com Francisco Diretor de Articulação Nacional da ABRAIC, sobre a profissão de analista de inteligência competitiva

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04 INFLUÊNCIAS MÚTUAS DE UMA MODALIDADE SOBRE A OUTRA NO INCONSCIENTE DE UM INDIVÍDUO COM UM ALTO GRAU DE LETRAMENTO José Mario Botelho (UERJ e ABRAFIL) botelho_mario@hotmail.com Marcela Cockell (UERJ) marcelacockell@hotmail.com

Leia mais

A EMPRESA SOLUÇÕES CORPORATIVAS SOLUÇÕES PARA OPERADORAS. Wholesale. Servidores SIP. Flat Fixo Brasil em CLI. IPBX Segurança e economia

A EMPRESA SOLUÇÕES CORPORATIVAS SOLUÇÕES PARA OPERADORAS. Wholesale. Servidores SIP. Flat Fixo Brasil em CLI. IPBX Segurança e economia A EMPRESA A ROTA BRASIL atua no mercado de Tecnologia nos setores de TI e Telecom, buscando sempre proporcionar às melhores e mais adequadas soluções aos seus Clientes. A nossa missão é ser a melhor aliada

Leia mais

Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas

Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas outubro/novembro de 2012 A leitura mediada na formação do leitor. Professora Marta Maria Pinto Ferraz martampf@uol.com.br A leitura deve

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

O HÁBITO DE LEITURA DOS UNIVERSITÁRIOS

O HÁBITO DE LEITURA DOS UNIVERSITÁRIOS 1 O HÁBITO DE LEITURA DOS UNIVERSITÁRIOS Introdução Raema Almeida Borges (UEPB) Visando observar como está sendo a leitura dos professores em formação, que auxiliarão os novos leitores, a turma de Português

Leia mais

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita II. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A assessoria pedagógica não consiste em transmitir certezas, mas em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS Ana Letícia Vaz Pereira 1 Natália Canuto do Nascimento 2 Orientador Prof. Ms. Artarxerxes Modesto RESUMO: Este trabalho tem como objetivo analisar

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA NOVEMBRO/96 N 4

INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA NOVEMBRO/96 N 4 INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA NOVEMBRO/96 N 4 As Redes do Futuro Começaram Ontem O acesso a grandes quantidades de informação, de modo rápido, preciso e seguro, vem se constituindo

Leia mais

Introdução. Introdução. Introdução. Organização Estruturada de Computadores. Introdução. Máquinas Multiníveis

Introdução. Introdução. Introdução. Organização Estruturada de Computadores. Introdução. Máquinas Multiníveis Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Máquinas Multiníveis Prof. Sergio Ribeiro Computador digital máquina que resolve problemas executando uma série de instruções. Programa conjunto de instruções

Leia mais

O DESAFIO DE AVALIAR UM CURSO SUPERIOR A DISTÂNCIA INSTITUÍDO A PARTIR DE PARCERIAS ENTRE PAÍSES. 1

O DESAFIO DE AVALIAR UM CURSO SUPERIOR A DISTÂNCIA INSTITUÍDO A PARTIR DE PARCERIAS ENTRE PAÍSES. 1 O DESAFIO DE AVALIAR UM CURSO SUPERIOR A DISTÂNCIA INSTITUÍDO A PARTIR DE PARCERIAS ENTRE PAÍSES. 1 Jane aparecida Gonçalves de Souza 2 Universidade Católica de Petrópolis cidijane@gmail.com RESUMO Pensar

Leia mais

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FLÁVIO GONÇALVES PÓVOA DE VARZIM Critérios Específicos de Avaliação DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ANO LETIVO 2014/15 Critérios de avaliação específicos da disciplina de

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

OS MECANISMOS DE COESÃO EM CAMPANHAS DE SAÚDE

OS MECANISMOS DE COESÃO EM CAMPANHAS DE SAÚDE OS MECANISMOS DE COESÃO EM CAMPANHAS DE SAÚDE Kleiton Cassemiro do Nascimento¹ DLLEM / UFRN Kleitoncass@gmail.com RESUMO Este trabalho tem como objetivo fazer uma análise dos mecanismos de coesão adotados

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ITAPETININGA CURSO CBMAE ARTIGO DE NEGOCIAÇÃO. A importância da comunicação na negociação. Aluna: Bruna Graziela Alves Cleto

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ITAPETININGA CURSO CBMAE ARTIGO DE NEGOCIAÇÃO. A importância da comunicação na negociação. Aluna: Bruna Graziela Alves Cleto ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ITAPETININGA CURSO CBMAE ARTIGO DE NEGOCIAÇÃO A importância da comunicação na negociação Aluna: Bruna Graziela Alves Cleto TUTOR: EDUARDO VIEIRA 13/05/2013 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO...

Leia mais

DESAFIOS DO SKYPE NA COLETA DE DADOS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO ONLINE

DESAFIOS DO SKYPE NA COLETA DE DADOS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO ONLINE DESAFIOS DO SKYPE NA COLETA DE DADOS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO ONLINE Mayara Teles Viveiros de Lira (UFAL) Maria Helena de Melo Aragão (UFAL) Luis Paulo Leopoldo Mercado (UFAL) Resumo Este estudo analisa

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

Tecnologias Atuais de Redes

Tecnologias Atuais de Redes Tecnologias Atuais de Redes Aula 5 VoIP Tecnologias Atuais de Redes - VoIP 1 Conteúdo Conceitos e Terminologias Estrutura Softswitch Funcionamento Cenários Simplificados de Comunicação em VoIP Telefonia

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Adriana M. das Virgens Chagas (adrianachagas3@hotmail.com) Aluna de graduação do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Aracruz Luciana C.

Leia mais

PLANOS DE INTERNET 3G SOB A ÓTICA DA MODELAGEM MATEMÁTICA

PLANOS DE INTERNET 3G SOB A ÓTICA DA MODELAGEM MATEMÁTICA PLANOS DE INTERNET 3G SOB A ÓTICA DA MODELAGEM MATEMÁTICA Carine Girardi Manfio Universidade Federal de Santa Maria carinemanfio@hotmail.com Cristiane Hahn Universidade Federal de Santa Maria crisfgh@yahoo.com.br

Leia mais

Universidade Ubíqua: a UFPB Virtual ao seu alcance

Universidade Ubíqua: a UFPB Virtual ao seu alcance Universidade Ubíqua: a UFPB Virtual ao seu alcance SEVERO¹, Ana Beatrice Santana SILVA², Danielle Rousy Dias da ANJOS 3, Eudisley Gomes dos PRESTES 4, Mateus Augusto Santos FERNANDES 5, Raul Felipe de

Leia mais

Semiótica Funcionalista

Semiótica Funcionalista Semiótica Funcionalista Função objetivo, finalidade Funcionalismo oposto a formalismo entretanto, não há estruturas sem função e nem funções sem estrutura 2 Abordagens Básicas Signo função estrutural função

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

TELECOM SERVIÇO DE INTERNET E TELEFONIA GUIA PRÁTICO

TELECOM SERVIÇO DE INTERNET E TELEFONIA GUIA PRÁTICO TELECOM SERVIÇO DE INTERNET E TELEFONIA GUIA PRÁTICO TELECOM Os serviços de Internet e Telefonia são oferecidos com exclusividade pelo Anhembi! São destinados a organizadores e expositores dos diversos

Leia mais

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercício 1: Leia o texto abaixo e identifique o seguinte: 2 frases com ações estratégicas (dê o nome de cada ação) 2 frases com características

Leia mais

Considerações iniciais

Considerações iniciais A produção do gênero textual relatório pelo aluno pesquisador no âmbito do Projeto Bolsa Alfabetização Ana Paula P. R. Germanos Fátima Aparecida de Souza Este trabalho é resultado de pesquisa acerca da

Leia mais

O ser humano é comunicação

O ser humano é comunicação O ser humano é comunicação Sem. Andrey Nicioli anicioli@hotmail.com Catequese Arqudiocesana Pouso Alegre 14/11/2015 Primeira certeza O termo comunicação é abrangente e não se restringe aos meios midiáticos.

Leia mais

Aula 8 Conversação e rede social na web

Aula 8 Conversação e rede social na web Aula 8 Conversação e rede social na web Aula 8 Conversação e rede social na web Meta Apresentar um programa de voz sobre IP (VoIP), o Skype, e fazer uma breve introdução ao mundo das redes sociais online,

Leia mais

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo 5 Conclusão Para melhor organizar a conclusão desse estudo, esse capítulo foi dividido em quatro partes. A primeira delas aborda as significações do vinho e como elas se relacionam com o aumento de consumo

Leia mais

BRITO, Jéssika Pereira Universidade Estadual da Paraíba (jessikagba@hotmail.com)

BRITO, Jéssika Pereira Universidade Estadual da Paraíba (jessikagba@hotmail.com) ATUAÇÃO PIBID: REFLEXÕES SOBRE A APLICAÇÃO DO PROJETO LEITURA E PRODUÇÃO DO TEXTO OPINATIVO: DIALOGANDO COM A TIPOLOGIA TEXTUAL DISSERTATIVA/ARGUMENTATIVA BRITO, Jéssika Pereira (jessikagba@hotmail.com)

Leia mais

CURSO DE EXTENSÃO A DISTÂNCIA SECADI/UFC AULA 02: EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA TÓPICO 03: CARACTERÍSTICAS DO ENSINO A DISTÂNCIA VERSÃO TEXTUAL Antes de iniciar este curso, você deve ter refletido bastante sobre

Leia mais

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Adriana Cristina Lázaro e-mail: adrianaclazaro@gmail.com Milena Aparecida Vendramini Sato e-mail:

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL JOSÉ ROBERTO PACHECO

ESCOLA ESTADUAL JOSÉ ROBERTO PACHECO Planejamento Anual 2014 ESCOLA ESTADUAL JOSÉ ROBERTO PACHECO Identificação da turma: 9 Anos A e B 1 Semestre de 2014 Identificação do professor: Tiago Silva de Oliveira Área do conhecimento: Língua Portuguesa

Leia mais

Práticas de Linguagem e Design: algumas questões de usabilidade no contexto da web social

Práticas de Linguagem e Design: algumas questões de usabilidade no contexto da web social Práticas de Linguagem e Design: algumas questões de usabilidade no contexto da web social Fernanda Maria Pereira Freire ffreire@unicamp.br Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED) André Constantino

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Área de conhecimento: Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias Componente Curricular: Inglês Série:

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades.

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades. ANEXO I - PROGRAMA DAS PROVAS DE CONHECIMENTOS GERAIS E DE REDAÇÃO Prova (Todos os Cursos) Trabalhando em consonância com as diretrizes curriculares nacionais, o UNIFEMM entende que as avaliações do processo

Leia mais

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO 1 POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO SOUSA, Grazielle de Jesus Leal de 1 RESUMO O ensino de língua portuguesa ainda é visto por muitas pessoas como um ensino mecânico, cheio de regras e

Leia mais

ESTUDOS DE LETRAMENTO ACADÊMICO

ESTUDOS DE LETRAMENTO ACADÊMICO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ESTUDOS DE

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: : Gestão e Negócios MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Curso Superior em Administração/Bacharelado FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( x

Leia mais

MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO, NOVOS PERFIS E PAPÉIS PROFISSIONAIS

MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO, NOVOS PERFIS E PAPÉIS PROFISSIONAIS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO, NOVOS PERFIS E PAPÉIS PROFISSIONAIS DA CHAMINÉ AO CHIP GRANDES FATORES DE MUDANÇA A (R) EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO AS TECNOLOGIAS DE BASE CIENTÍFICA AS NOVAS TECNOLOGIAS ORGANIZACIONAIS

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO MÁRCIA MARIA PALHARES (márcia.palhares@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br)

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Unidade curricular INICIAÇÃO AOS ESTUDOS LINGUISTICOS. Carga Horária Prática -

PLANO DE ENSINO. Unidade curricular INICIAÇÃO AOS ESTUDOS LINGUISTICOS. Carga Horária Prática - PLANO DE ENSINO LETRAS (PORTUGUÊS-INGLÊS) Turno: Noturno Currículo: 2003 INFORMAÇÕES BÁSICAS Período 2013/1 Natureza: Unidade curricular INICIAÇÃO AOS ESTUDOS LINGUISTICOS Teórica 60 Carga Horária Prática

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

V PROGRAMA DA DISCIPLINA

V PROGRAMA DA DISCIPLINA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CEAD PLANO DE ENSINO I IDENTIFICAÇÃO Curso: Pedagogia a Distância Departamento: Departamento de Pedagogia a Distância Disciplina:

Leia mais

Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço.

Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço. O que se deve considerar no planejamento de uma rede multi-serviço? Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço. Jorge Moreira de Souza Doutor em Informática

Leia mais

Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky

Conceitos de Identidade Relação eu e outro Para Vygotsky FAMOSP - FACULDADE MOZARTEUM DE SÃO PAULO PEDAGOGIA - 1 o SEMESTRE PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky Deyse Maria Souza Almeida Eliete Pereira Nunes

Leia mais

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente A internet como atividade integrante de uma prática docente Flávio Chame Barreto Instituto Educacional Vivenciando RJ flaviocbarreto@yahoo.com.br Resumo Um consenso entre os docentes do Ensino Fundamental

Leia mais

Serviço fone@rnp: descrição geral

Serviço fone@rnp: descrição geral Serviço fone@rnp: descrição geral Este documento descreve o serviço de Voz sobre IP da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. RNP/REF/0347 Versão Final Sumário 1. Apresentação... 3 2. Definições... 3 3. Benefícios

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL CRUVINEL,Fabiana Rodrigues Docente do curso de pedagogia da faculdade de ciências humana- FAHU/ACEG Garça/SP e-mail:fabianarde@ig.com.br ROCHA,

Leia mais

Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa

Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa Silvio Profirio da Silva¹ Durante décadas, o ensino de Língua Portuguesa desenvolvido em nossas escolas limitou - se à análise e à classificação

Leia mais

Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR

Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação do CEFOR como parte das exigências do curso de Especialização em

Leia mais

A TECNOLOGIA DO HIPERTEXTO NA APRENDIZAGEM DE UM CURSO A DISTÂNCIA ON-LINE 1

A TECNOLOGIA DO HIPERTEXTO NA APRENDIZAGEM DE UM CURSO A DISTÂNCIA ON-LINE 1 A TECNOLOGIA DO HIPERTEXTO NA APRENDIZAGEM DE UM CURSO A DISTÂNCIA ON-LINE 1 Naziozênio A. LACERDA (UFPI/UFMG) 2 RESUMO: O objetivo deste trabalho é relatar uma experiência de uso da tecnologia do hipertexto

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04 E-MAIL: UM GÊNERO TEXTUAL A SER APRESENTADO NA ESCOLA Cassia Teixeira (UERJ) kassiarteixeira@hotmail.com INTRODUÇÃO Sabemos que a comunicação faz parte das necessidades do homem. E desde as civilizações

Leia mais