MINISTÉRIO DO EXÉRCITO SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS 2ª INSPETORIA DE CONTABILIDADE E FINANÇAS DO EXÉRCITO

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1 MINISTÉRIO DO EXÉRCITO SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS 2ª INSPETORIA DE CONTABILIDADE E FINANÇAS DO EXÉRCITO São Paulo, SP, 28 de fevereiro de ª PARTE - APROVAÇÕES DIVERSAS 1. Conformidade Contábil a. Gestão Tesouro Nacional - Sem Restrições: Todas as UG'S vinculadas. b. Gestão Fundo do Serviço Militar - Sem Restrições: As UG'S que movimentaram a citada Gestão. c. Gestão Fundo do Exército - Sem Restrições: Todas as UG'S vinculadas. 2ª PARTE - INFORMAÇÃO SOBRE APROVAÇÃO DE TOMADA-DE-CONTAS 1. Tomada-de-Contas Anuais - Nada há a considerar. 2. Tomada-de-Contas Especiais - Nada há a considerar. 3. Tomada-de-Contas de Convênios - Nada há a considerar. 3ª PARTE - ORIENTAÇÃO TÉCNICA

2 1. Modificação de Rotina de Trabalho a. QUADRO DE MENSAGENS COMUNICA SIAFI E SIASG, PARA ARQUIVO DA UG NR MSG SISTEMA EXPEDIDOR DATA ASSUNTO 98/ SIAFI SEF GESTOR 13 Jan 98 Crédito do Orçamento do Fundo do Exército para / SIAFI SEF GESTOR 15 Jan 98 Classificação das Contas de Despesas 98/ SIAIF SEF GESTOR 16 Jan 98 Emissão de NE (UG) e NC (GESTOR) na Gestão Tesouro (1998) b. ENQUADRAMENTO MODALIDADE DE LICITAÇÃO Ementa Trata-se da Msg /97, de 12 Mai 97, do Tribunal Regional Eleitoral/ES, a qual indaga sobre a possibilidade de aquisição de carimbo, mediante licitação na modalidade de Convite, sendo que já existem 2 (duas) licitações na modalidade de Tomada de Preço para aquisição de material de expediente naquele tribunal. Em primeiro lugar esclareço que, devido ao exposto no art. 23, 1º, da Lei (Determinando a preservação da modalidade pertinente para execução do objeto em licitação, quando em compras parceladas) deve ser observado se a soma dos valores das aquisições objeto das duas TP em andamento (caso estas se refiram a mesma aquisição de material de expediente) e da pretendida aquisição de carimbos se mantêm dentro de um valor que permita que se continuem na modalidade Tomada de Preços, ou se passa para um patamar no qual seja necessário efetuar Concorrência. Se verificada esta última hipótese, necessário é que se anule as duas TP em andamento, e sejam estabelecidos novos procedimentos, agora na modalidade de Concorrência Entretanto, caso verificado que a soma acima citada mantém-se dentro de um valor em que possa ser realizada a Tomada de Preço, há a possibilidade efetuar-se a aquisição de carimbos numa TP própria, ou seja, separada das que já se encontraram em andamento; ou, possível seria, efetuar tal aquisição fazendo um adendo no Edital de uma das duas licitações em andamento, nela incluindo a aquisição de carimbos, e publicando novos prazos para a licitação, iguais aos anteriores. (Transcrito do BINFOR nº 01/98, da 7ª ICFEx) c. ESCLARECIMENTOS SOBRE DÚVIDAS RELATIVAS A LICITAÇÕES E CONTRATOS Refiro-me à mensagem 97/258821, de , para esclarecer dúvidas com relação ao assunto em epígrafe: Face à várias alternativas de respostas que podem ser dadas à primeira questão, necessários se faz alguns comentários: A Lei 8.666/93, que institui normas para Licitações e Contratos da Administração Pública, instrui, em seu Art. 8. Art. 8. A execução das obras e dos serviços deve programar-se sempre em sua totalidade, previstos seus custos atual e final e considerados os prazos de sua execução. Continuando o Art. 23, Parágrafo 5, da mesma Lei orienta que: 2

3 Art. 23. As Modalidades de Licitação a que se referem os incisos. I a II. do artigo anterior serão determinadas em função dos seguintes limites, tendo em vista o valor estimado da contratação. Depreende-se da leitura dos artigos acima que é necessário planejar e prever prazos e custos, antes de se proceder a escolha da Modalidade mais adequada de Licitação. Desta forma, caso o planejamento não tenha sido o mais adequado pode-se, ainda, efetuar aditamento do contrato quer seja pela prorrogação do seu prazo, quer pelo aumento ou diminuição do valor. A alteração dos prazos dos contratos é definida pelo Art. 57 da Lei 8.666/93, com alterações promovidas pela MP 1.531, de Com relação a alteração do valor, deverá ser observado o Art,. 65, item B, Parágrafos 1 a 8. após a observância do contido nos Arts. 8 e 23, relativos a previsão do prazo de duração e custos dos contratos. Deve ser verificada a duração do contrato, bem como seu montante para se identificar qual o valor a ser pago mensalmente. Multiplica-se este valor pelo número de meses previstos, inclusive eventual prorrogação. Desta maneira é possível constatar se o valor total estará ou não enquadrado na Modalidade de Licitação escolhida. Procedimento semelhante deverá ser adotado relativamente ao Parágrafo 1 do Art. 65, para determinar, após a aplicação do percentuais ali citados (25% e 50%), se o valor está ou não adequado à Modalidade de Licitação escolhida. Cabe lembrar o teor do Parágrafo 5 do Art. 23, a saber: Parágrafo 5. É vedada a utilização da Modalidade Convite ou Tomada de Preços, conforme o caso, para parcela de uma mesma obra ou serviço, ou ainda para obras e serviços da mesma natureza e no mesmo local que possam ser realizadas conjunta e concomitantemente, sempre que o somatório de seus valores caracterizar o caso de tomada de preços ou concorrência, respectivamente, nos termos deste artigo, exceto para as parcelas de natureza específica que possam ser executadas por pessoas ou empresas de especialidade diversa daquele do executor da obra ou serviço. Denota-se mais uma vez, a necessidade de se efetuar o correto planejamento visando não permitir aditamento de valores ou mesmo prazos que possam vir a ultrapassar os limites de valores estipulados para cada Modalidade de Licitação, tornando-a passível de anulação. Finalmente há de se ressaltar que o Parágrafo 3 do mesmo Artigo 23 instrui que a concorrência é uma modalidade que pode ser utilizada qualquer que seja o valor do objeto da licitação. Portanto, esta modalidade deve ser preferencialmente utilizada quando torna-se difícil prever prazos e valores de determinada obra ou serviço. Portanto, se a questão nº 1 for referente a valores, informo não ser correto o procedimento da unidade que utiliza o total de valores do contrato inicial mais seus aditivos, cujo montante ultrapassa o valor da Modalidade de Licitação aplicada ao processo. (Transcrito do BINFOR nº 09/97, da 7ª ICFEx) d. REMESSA DE PROCESSOS ADMINISTRATIVOS - Considerando que estava se tornando regra a cobrança para a remessa ordinária de Processos Administrativos (Licitações, Dispensas, Inexigibilidades) das UG vinculadas, no prazo hábil; - Considerando que esta é uma obrigação da rotina de trabalho das Unidades Administrativas (OM), conforme Arts 17 e 30 das IG 12-02, e IV, art 12, da Port 009-SEF, de 09 Jun 97; - Considerando que diversas diligências vinham se originando pelo incorreto preenchimento das NE referentes ao Processo de Licitação/Dispensa/Inexigibilidade que lhe deu origem, 4º, art 12, da Port nº 009-SEF, de 09 Jun 97. 3

4 A partir de então, esta Setorial se limitará a indicar as restrições contábeis pertinentes, caso os processos não sejam remetidos nos prazos regulamentares (Transcrito do BINFOR nº 09/97, da 7ª ICFEx) e. ORIENTAÇÃO DA IN MARE Nº 05/95 Objetivando dirimir dúvidas sobre o entendimento do subitem 8.8 da IN-MARE nº 05/95, temos a orientar: a. A regra inserta no subitem em comento (consulta previa ao SICAF a cada pagamento a ser feito ao fornecedor) aplica-se, sempre, nas ocasiões em que o crédito do interessado originar-se de aquisição de bens com entrega parcelada ou de serviços continuados; b. Para o pagamento de crédito originário de aquisição de bens ou serviços cujo fornecimento é total ou imediato, configura-se como desnecessária a consulta prévia ao SICAF para se efetuar o pagamento, salvo nos casos em que, da aquisição, decorrem obrigações futuras, inclusive assistência técnica, hipótese em que prevalece o comando mencionado na alínea antecedente. HENRIQUE VOIGT FIGUEIREDO - Coordenador-Geral do SIASG (Transcrito do BINFOR nº 01/98, da 3ª ICFEx) f. NORMAS PARA INSTITUIÇÃO E DEFERIMENTO DA PENSÃO MILITAR - TRANSCRIÇÃO "ESTADO-MAIOR DAS FORÇAS ARMADAS Gabinete do Ministro Port. Nº 3.952/SC-5, DE 08 Out 97 RESOLVE: O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO ESTADO-MAIOR DAS FORÇAS ARMADAS, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no Art. 92 da Lei nº 8.237, de 30 Set 91, Art. 1º - São beneficiários de primeira ordem de preferência do benefício da Pensão Militar: I - O cônjuge; II - O companheiro ou companheira designada ou que comprove união estável, observadas as disposições das Leis Nº 8.971, de 29 Dez 94 e 9.278, de 10 Mai 96; III - A pessoa desquitada, separada judicialmente ou divorciada, com percepção de alimentos; 1º - Concorrerá em igualdade de condições com as pessoas enumeradas nos incisos deste artigo, o convivente percebendo alimentos nos termos do Art. 7º da Lei Nº 9.278, de º - O cônjuge ausente não exclui, de direito à pensão militar, o companheiro ou companheira. 3º - Havendo mais de um beneficiário de primeira ordem, a pensão será rateada entre todos, em partes iguais, observando o disposto no artigo posterior. Art. 2º Quando o contribuinte, além de beneficiário de primeira ordem, deixar filho de união anterior ou de outro leito, metade da pensão pertence ao beneficiário ou grupo de beneficiários de primeira ordem, sendo a outra metade dividida igualmente entre todos os filhos habilitados. Parágrafo único - Nos casos deste artigo, habilitando-se pais e filhos, as quotas-partes dos filhos serão adicionadas às quotas-partes dos respectivos pais. 4

5 Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º Fica revogada a Port. Min. Nº 1.444/SC-5, de 30 Mai 90, publicada no DOU Nº 104, de 31 Mai 90, e demais disposições em contrário. BENEDITO ONOFRE BEZERRA LEONEL" (DOU nº 195, de 09 Out 97 - Seção 1) (Transcrito do BINFOR nº 01/98, da 3ª ICFEx) g. CLASSIFICAÇÃO DAS RECEITAS DA GESTÃO FUNDO DO EXÉRCITO - Esta ICFEx recebeu da SEF o documento Informativo para Tesouraria da OM, abaixo transcrito: MINISTÉRIO DO EXÉRCITO SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS CLASSIFICAÇÃO DAS RECEITAS DA GESTÃO FUNDO DO EXÉRCITO CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA RECEITAS CORRENTES ESPECIFICAÇÃO DISCRIMINAÇÃO FONTES DE RECURSOS TAXA DE FISCALIZA-ÇÃO DOS PRODUTOS CONTRATADOS - Receitas provenientes da cobrança de Taxa de Fiscalização de Produtos Controlados e sua respectiva multa. - Rendas de Arsenais de Guerra. FEx: CONTRIBUIÇÃO PARA O FUNDO DE SAÚDE - Receita proveniente do desconto dos militares para o FUSEx (contribuições e indenizações) FEx: ALUGUÉIS - Receitas advindas do uso do bem imóvel e móvel cedido a terceiros ARRENDAMENTOS - Rendas oriundas do uso de bens patrimoniais cedidos a terceiros, através de contratos para o desenvolvimento de uma atividade específica. - Arrendamentos de áreas para lavouras, pastos e extrativismos. - Arrendamentos de máquinas e instalações diversas. 5

6 CLASSIFICAÇÃO DA ESPECIFICAÇÃO DISCRIMINAÇÃO FONTES DE RECURSOS RECEITA RECEITAS CORRENTES TAXA DE OCUPA-ÇÃO DE IMÓVEIS RECEITAS RENDI-MENTOS APLICA-ÇÃO DE DE - Decorrentes do percentual dos recursos de indenização de moradia, destinado a manutenção dos PNR das UG. - Indenizações de materiais aplicados e serviços executados em PNR. - Receitas provenientes de importâncias aplicadas no Mercado Financeiro. - país - exterior - rendimentos de poupança das UG - FUSEx FEx: SERVIÇOS COM, LIVROS, PERIÓDICO, MATERIAIS ESCOLARES OUTROS SERVIÇOS COMERCIAIS - Venda de livros, materiais escolares e publicações diversas pelas UG - Provenientes da atividade comercial da UG. - Vendas de resíduos de rancho, saibro, sucatas e produto de alienação de bens móveis. - Funcionamento de farmácias. UG: Indenizar peças fardamento FEx: SERVIÇOS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO - Atv Com e Assistenciais UG: Receita de serviços de transporte rodoviário de passageiro, de carga ou misto. - Sv de transporte funcional SERVIÇOS TRANSPORTE HIDROVIÁRIO DE - Receita de serviços de transporte hidroviário de passageiros ou misto. 6

7 CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA RECEITAS CORRENTES ESPECIFICAÇÃO DISCRIMINAÇÃO FONTES DE RECURSOS - Receitas de serviços hospitalares em geral SERVIÇOS HOSPITALARES - Atendimento médico, odontológico, laboratorial e farmacêutico, realizados nas enfermarias das UG. UG: SERVIÇO DE PRO-CESSAMENTO DE DADOS - Não incluir contribuição e indenização do FUSEx. - Receita decorrente da prestação de serviços de processamento de dados para terceiros. - Preparo de programas, análise de sistemas, digitação e conferência. - Serviços prestados as Entidades Consignatárias. FEx: SERVIÇOS TECNOLÓGICOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS - Receitas proporcionadas por análise química, ensaios físicos e mecânicos. - Receitas das atividades de apoio administrativo executados nas UG, tais como: - taxa de inscrição para escolas militares (a regular pelo DEP) - oficiais - praças - cópias xerográficas e heliográficas; - taxa de inscrição em concursos; (pessoal Civil) - expedição de carteiras de identidades; - telefonemas interurbanos - OUTROS UG: FEx: FEx: FEx: FEx:

8 CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA RECEITAS CORRENTES ESPECIFICAÇÃO DISCRIMINAÇÃO FONTES DE RECURSOS - Receitas proporcionadas pelas atividades do sistema educacional, cuja natureza esteja diretamente relacionada a formação do educando (matrículas, anuidades). Obs.: As receitas de atividades auxiliares, de apoio ou derivados dos serviços educacionais propriamente ditos, devem ser classificados nos títulos apropriados SERVIÇOS EDUCACIONAIS Exemplo: - Taxa de expedição de documentos e cópias xerográficas : Serviços Administrativos. UG: FEx: Venda de polígrafos : Serviços Comerciais. - Indenização de alimentação: Hospedagem e Alimentação. SERVIÇOS DE REPARAÇÃO, MANUTENÇÃO E INSTALAÇÃO SERVIÇOS RECREATIVOS E CULTURAIS SERVIÇOS DE HOS-PEDAGEM E ALI-MENTAÇÃO - Taxa de inscrição de admissão em estabelecimento de ensino: Serviços Administrativos. - Diversos serviços prestados de preparação, manutenção e instalação de máquinas, aparelhos, veículos e instalações diversas. - Receitas proporcionadas pela exploração para recreação, prática desportiva e cultural (auditório, cinema, instalações desportivas, salões para festas); promoções de espetáculos artísticos, culturais e esportivos. - Receitas proporcionadas por hospedagem com ou sem alimentação, fornecimento de alimentação; - Receitas de hospedagem de equipes desportivas em instalações das UG; UG: Rendas de HT, Casa de Hóspedes, etc. 8

9 CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA RECEITAS CORRENTES ESPECIFICAÇÃO DISCRIMINAÇÃO FONTES DE RECURSOS INDENIZAÇÕES - Recursos recebidos como ressarcimento por danos causados ao patrimônio público (carga para desconto). FEx: FEx: RECEITAS DE CAPITAL RESTITUIÇÕES SALDOS DE EXER-CÍCIOS ANTERIORES PRODUTO DA VEN-DA DE EDITAIS E COBR. TX. ADM - Devoluções de recursos em decorrência de pagamentos indevidos ou apropriações indébita. - Outras indenizações. - Sv Assistenciais (DAS). - Auxílio Financeiro Indenizável e outras - Apropriação no Exercício Financeiro do Saldo do Exercício Anterior - Venda de editais e documentação de licitação. FEx: FEx: OUTRAS ALIENAÇÕES DE BENS MÓVEIS ALIENAÇÃO DE IMÓ-VEIS - Recursos movimento provenientes de venda de veículos e outros bens (exceto sucatas) - Recursos provenientes da venda de bens imóveis tais como prédios, terrenos, etc. FEx: FEx: * A presente Tabela está atualizada até 13 Jan 98, podendo ser alterada de acordo com modificações da Administração Federal. OBSERVAÇÃO: As Receitas de PERMISSÃO DE USO deverão ser contabilizadas em conformidade com a Mensagem SIAFI nº , de 30 Out 97, da SEF. 2. Recomendação sobre prazos - Nada há a considerar. (Transcrito do BINFOR nº 01/98, da 1ª ICFEx) 9

10 3. Solução de Indagações a. LIMITES PARA CONCESSÃO DE SUPRIMENTO DE FUNDOS - CONSULTA Sobre o assunto em epígrafe a 12ª ICFEx formulou a seguinte consulta: "Mensagem SIAFI nº ª ICFEx, de 05 Ago 97 DO CHEFE DA 12ª ICFEX AO EXMO SR SUBSECRETÁRIO DA SEF ASSUNTO: PORT NR 492, DE 31 AGO 93/MF 1. VERSA O PRESENTE EXPEDIENTE SOBRE CONSULTA A V EXA ACERCA DE LIMITES PARA CONCESSÃO DE SUPRIMENTO DE FUNDOS. 2. A PORT 492, DE 31 AGO 93, DO MINISTÉRIO DA FAZENDA, FIXA OS LIMITES ESTABELECIDOS PARA A CONCESSÃO DE SUPRIMENTO DE FUNDOS (5% DOS VALORES ESTABELECIDOS NA ALÍNEA "A", INCISOS I E II DO ART 23 DA LEI NR 8.666/93), DIZENDO EM SEU PARÁGRAFO ÚNICO DO ART PRIMEIRO QUE FICA A CRITÉRIO DA AUTORIDADE DE NÍVEL MINISTERIAL A CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA ULTRAPASSAR AQUELES LIMITES. 3. JÁ O MANUAL DE ORIENTAÇÃO AOS ORDENADORES DE DESPESAS - ATUALIZADO ATÉ 30 NOV 94, EM SEU ITEM "XV - SUPRIMENTO DE FUNDOS", NÚMERO 1, LETRA "A", PERMITE QUE O LIMITE SEJA PREESTABELECIDO PELO OD. 4. CONSIDERANDO QUE A UG, EMITIU SUPRIMENTO DE FUNDOS ACIMA DO LIMITE ESTABELECIDO PELA PORTARIA 492, MAS EM CONSONÂNCIA COM O MANUAL DE ORIENTAÇÃO AOS OD, CONSULTO V EXA SOBRE A LEGALIDADE DESTA DESPESA. -MANAUS-AM, 05 DE AGOSTO DE PAULO DE TARSO ROCHA LA CAVA - CEL INT QEMA - CH 12A ICFEX". Tendo recebido a seguinte resposta: "Mensagem SIAFI nº SEF-GESTOR, de 12 Ago 97 SEGUE: 1. EM ATENÇÃO A MSG NR , DE 05 AGO 97, INFORMO A ESSA CHEFIA O QUE SE A - O LIMITE DE SUPRIMENTO DE FUNDOS, ESTABELECIDO NA PORT NR 492, DE 31 AGO 93, DO MINISTRO DA FAZENDA, ABRANGE, TÃO SOMENTE, AS CONCESSÕES PREVISTAS NO INCISO II. DO ART 45 DO DEC NR , DE 23 DEZ 86, OU SEJA, PARA ATENDER DESPESAS DE PEQUENO VULTO; B - NOS DEMAIS CASOS - ENVOLVENDO SERVIÇOS ESPECIAIS QUE EXIJAM PRONTO PAGAMENTO EM ESPÉCIE OU PARA ATENDER DESPESAS QUE DEVAM SER FEITAS EM CARÁTER SIGILOSO, PREVISTAS, RESPECTIVAMENTE, NOS INCISOS I E II DO ART 45 DO CITADO DECRETO - NÃO HÁ LIMITE DE VALOR PARA SUAS CONCESSÕES, FICANDO, NESSES CASOS, A CRITÉRIO DO OD. 2. ASSIM, CASO O SUPRIMENTO DE FUNDOS, INDICADO NA MSG REFERIDA, TRATAR DE DESPESA DE PEQUENO VULTO, A UG DEVE SER ORIENTADA POR ESSA INSPETORIA PARA OBEDECER O DISPOSTO NA PORT NR 492, DE 31 AGO

11 3. OUTROSSIM, A SEF DIFUNDE PARA TODAS AS UG, POR MEIO DO SIAFI, TODA VEZ QUE HÁ ALTERAÇÃO DOS LIMITES DE LICITAÇÃO, TAMBÉM O LIMITE PARA CONCESSÃO DE SUPRIMENTO DE FUNDOS PARA DESPESAS DE PEQUENO VULTO. - BRASÍLIA-DF, 12 DE AGOSTO DE GEN DIV AGNALDO DEL NERO AUGUSTO - SUB SEC DA SEF. (Transcrito do BINFOR nº 09/97, da 7ª ICFEx) b. Limpeza Técnica Hospitalar " Sobre o assunto em epígrafe, a 3ª ICFEx consultou a SEF, através do ofício abaixo transcrito: 'Porto Alegre, RS, 23 de dezembro de Ofício nº 115-SSL. Do Chefe da 3ª Inspetoria de Contabilidade e Finanças do Exército. Ao Sr. Subsecretário de Economia e Finanças. Assunto: Limpeza Técnica Hospitalar. Rfr.: a) Decreto 2031, de 11 Out 96; b) IN 13-MARE, de 30 Out 96; c) Port 3256-MARE, de 11 Nov Trata o presente ofício acerca de limpeza hospitalar. 2. Tendo em vista o disposto no Decreto 2031, de 11 Out 96, da IN 13-MARE, de 30 Out 96 e a Port MARE, de 11 Nov 96, em especial, o Art 2º, deste último dispositivo legal, solicito a VExa a possibilidade de mandar informar qual a rotina, os trâmites a serem observados pelas UG/UASG, ICFEx, SEF no sentido de tornar exeqüível a sistemática preconizada no supracitado artigo, particularmente quanto à limpeza de blocos cirúrgicos, áreas de laboratórios, UTI/CTI e outros, quando a "tabela de limites para contratação dos serviços" (Anexo I - Port 3256-MARE) não se apresentar compatível com os custos por metro quadrado daquelas áreas com tratamento diferenciado. 3. Outrossim, solicito a VExa a possibilidade de mandar informar a esta Setorial o disposto no nº 2), da letra f., do nº 1., da Port Min 214, de 06 Abr 96 (Pub NE 8417, de 22 Abr 92) continua em vigor. EDISON ROSA ALVES - Ten Cel Int - Resp p/expediente da 3ª ICFEx' Recebeu como resposta, o ofício transcrito: 'Brasília-DF, 13 de fevereiro de Of nº 006-A/2. Do Secretário de Economia e Finanças. Ao Sr Chefe da 3ª Inspetoria de Contabilidade e Finanças do Exército. Assunto: Variação de preços dos serviços de limpeza. Rfr.: Of nº 115-SSL, de 23 Dez 96-3ª ICFEx/SEF. Em atenção ao expediente acima referido, informo a essa Chefia o que se segue: a. O Art 2º, da Port nº 3.256, de 11 Nov 96 (DOU de 18 Nov 96), da Secretaria de Recursos Logísticos e Tecnologia da Informação, prevê, especificamente, que nos casos de limpeza e conservação de áreas dos tipos que requerem tratamento diferenciado, tais como de centros cirúrgicos e outros, poderão ter outros limites, desde que devidamente justificados e aprovados pela autoridade competente do Ministério; b. por outro lado, a SEF vai solicitar estudos junto ao Departamento-Geral de Serviços, no sentido de definir, no âmbito da Força, a autoridade competente para aprovar os limites adequados para a contratação dos citados serviços, bem como responder quanto à vigência ou não do dispositivo constante da Port Min nº 214, de 06 Abr 92. Gen Ex BENITO NINO BISO - Secretário de Economia e Finanças Interino' Após formular consulta ao DGS, recebeu, como resposta, o documento que se segue: 'Brasília-DF, 12 de junho de Ofício nº 184-A/3. Do Vice-Chefe do Departamento-Geral de Serviços. Ao Sr Subsecretário de Economia e Finanças. Assunto: Serviços de Limpeza Hospitalar. Rfr.: Of nº 007-S/2-SEF, de 13 Fev Versa o presente expediente sobre consulta formulada pela 3ª ICFEx, relacionada com os limites 11

12 máximos mensais para a contratação de serviços de limpeza e conservação. 2. Informo a VExa que, após estudo do assunto em tela, este Departamento entende que o limite estabelecido pela Port Min nº 214, de 06 Abr 92, permanece adequado (300 m 2 por pessoa contratada). 3. Quanto ao solicitado no nº 5, do ofício dessa SEF, a respeito da vigência da referida Portaria Ministerial, consultado o C Doc Ex, este informou que a mesma permanece em vigor. Gen Div LUIZ DE GÓES NOGUEIRA FILHO - Vice-Chefe do DGS' Respondendo, posteriormente, à 3ª ICFEx, conforme expediente abaixo transcrito: 'Brasília-DF, 11 de julho de Of nº 050-A/2. Do Subsecretário de Economia e Finanças. Ao Sr Chefe da 3ª Inspetoria de Contabilidade e Finanças do Exército. Assunto: Serviços de limpeza hospitalar. Rfr.: Of nº 115-SSL, de 23 Dez 96-3ª ICFEx/SEF. Anexo: cópia do Of nº 184-A/3, de 12 Jun 97-DGS/SEF. Em atenção ao expediente acima referido, informo a essa Chefia o que se segue: a. De acordo com o estudo procedido pelo Departamento-Geral de Serviços, conforme o contido no documento em anexo, o limite estabelecido pela Port Min nº 214, de 06 Abr 92, é adequado, para contratação dos serviços de limpeza hospitalar, mesmo face das regras fixadas na IN nº 13-MARE, de 30 Out 96 e Port nº MARE, de 11 Nov 96; e b. Finalmente, a citada Port Min nº 214/92, encontra-se em vigor. Gel Div AGNALDO DEL NERO AUGUSTO - Subsecretário de Economia e Finanças'." (Transcrito do BINFOR nº 12/97, da 4ª ICFEx) 4ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS 1. Aniversário de OM a. Aniversário de UG vinculada Esta Chefia e todos os integrantes da 2ª ICFEx, cumprimentam e deseja felicidades e muitos êxitos aos Ordenadores de Despesa, Oficiais, Praças e Civis, pelo transcurso do aniversário de criação das organizações militares, que transcorrerão no mês de março: Dia 10 2º RCC Dia 14 3ª/37º BIMtz Dia 23 20º GAC L 2. VOCÊ SABIA? - Nada há a considerar. 12

13 3. Outros Assuntos a. LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA UG 1) COMPENSAÇÃO PECUNIÁRIA A MILITAR TEMPORÁRIO A NI nº 257-CPEx, de 12 Set 97, orienta as UA sobre novos procedimentos a serem adotados para o pagamento da Compensação Pecuniária ao militar temporário por ocasião de seu licenciamento. (Transcrito do BINFOR nº 01/98, da 7ª ICFEx) ANTONIO CAETANO CESCHIN - Cel Int QEMA Chefe da 2ª ICFEx CONFERE COM O ORIGINAL: SAMUEL BOHLER DE OLIVEIRA Cel Int Subchefe da 2ª ICFEx Seçao de Suporte e Sistemas C:\TRABALHO\WINWORD\BINFOR\BINFOR98\Bol02_98.doc 13

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