CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO DE GESTÃO INTERCALAR SOBRE A ACTIVIDADE, NO 1º SEMESTRE DE 2010, DA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO DE GESTÃO INTERCALAR SOBRE A ACTIVIDADE, NO 1º SEMESTRE DE 2010, DA"

Transcrição

1 1/49

2 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar COMPTA EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA, S.A. Sociedade aberta, com sede em Algés, na Av. José Gomes Ferreira, nº 13, Miraflores, com o capital de , realizado, o capital próprio de e sendo o número de matrícula na C.R.C. de Cascais e de identificação de pessoa colectiva. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO DE GESTÃO INTERCALAR SOBRE A ACTIVIDADE, NO 1º SEMESTRE DE 2010, DA COMPTA - EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA, S. A. E ASSOCIADAS No cumprimento do normativo em vigor, o Conselho de Administração da Compta - Equipamentos e Serviços de Informática, S. A. vem prestar informações sobre a actividade desta empresa relativamente ao 1º semestre de ENQUADRAMENTO MACRO ECONÓMICO O Banco de Portugal, conforme torna público através do seu Boletim Económico de Verão, reviu recentemente em alta a previsão de crescimento da economia portuguesa para 2010 que, de 0,4% aponta agora para 0,9%. Já para 2011 a revisão altera a previsão anterior no sentido contrário: de 0,8% muda agora para 0,2%. Tal como o documento refere, existem riscos de uma nova recessão, que poderá ocorrer no horizonte da projecção, presunção que condiciona o grau de probabilidade de concretização das projecções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) adoptadas pelo Governo. Assim, depois de um dinamismo relativamente acentuado registado na primeira metade do ano, antevê-se, para a economia portuguesa, um período de desaceleração para o resto do ano e que se agravará em /49

3 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar 2. ACTIVIDADE ECONÓMICA E FINANCEIRA Em consonância com o dinamismo a que se faz referência no período imediatamente anterior, a Compta, S.A. viu crescer a sua actividade, a Gráfico 1 - Compta, S.A. qual, quando comparada com a do período % Evolução do Volume de Negócios M 0, % 40% 39% 45% 12,6 homólogo do ano anterior, mostra um volume 12 0,0 11,2 10 de negócios a crescer 0,0 8,8 cerca de 13%, ultrapassando 8 os 12,6 milhões incidência na vertente 0,0 da prestação de serviços, onde o crescimento 33% 60% 61% 55% de euros, com especial 0,0 5, rondou os 29%. 0,0 0 Nos períodos homólogos dos últimos quatro exercícios a evolução do volume de negócios foi muito favorável, como se patenteia no Gráfico 1. Também em termos económicos uma evolução positiva é de sublinhar. Assim temos: resultados operacionais a crescerem cerca de 750 mil euros, resultados antes de impostos já positivos M 1,0 0,5 0,0-0,5-1,0-1,5 0,2-1,1 Gráfico 2 - Compta, S.A. Evolução do EBITDA e do RAI 0,6-0,7 0,1 2009), como se pode observar no Gráfico 2. -0,4 0,9 1ºS/2007 1ºS/2008 1ºS/2009 1ºS/2010 EBITDA 1ºS/2007 1ºS/2008 1ºS/2009 1ºS/2010 RAI Vendas de Mercadorias Prestações de Serviços 0,2 Volumes de Negócios e o resultado líquido a aproximar-se bastante da situação de break even. O EBITDA sofreu um impulso assinalável neste semestre quando comparado com o registado no período homólogo do exercício anterior, tendo atingido um valor nove vezes superior. Este indicador tem, da mesma forma, vindo a apresentar uma evolução com tendência favorável (sendo excepção a situação atípica verificada em 3/49

4 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar Com mais algum pormenor relata-se, de seguida, o que ocorreu a nível operacional, no âmbito da Compta, S.A. na actividade neste primeiro semestre de No âmbito da área de actuação da Unidade de Negócios (UN) Network Solutions (CNS) foram desenvolvidos vários projectos de vulto, entre os quais se destacam os que a seguir resumidamente se descrevem. A instalação num importante porto de recreio (marina) de uma rede de comunicações, com o recurso ao uso da mais recente tecnologia sem fios WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access); o projecto tem como principal objectivo dotar o espaço da marina com uma rede de serviços de acesso à internet, com capacidade de cobertura e disponibilidade de serviço, em condições de assegurar a todas as embarcações ligações com qualidade. O fornecimento e instalação, para um grande cliente na área das energias renováveis: uma Rede de Telemetria e Gestão Remota e procedeu-se à instalação e manutenção da rede de comunicações para transporte da telemetria e gestão remota, com recurso a equipamentos de comunicações robustos próprios para suportarem condições adversas. A participação no projecto da Rede IMS para um cliente na área das telecomunicações, nas seguintes vertentes: LI Componente de Intercepção Legal de Chamadas Solução Stargate da Verint SBC Componente Session Board Controller - Solução da Acmepacket, tendo a função de controlar o acesso à rede, validando a origem da chamada e utilizadores, fazendo as necessárias adaptações na sinalização de forma à chamada ser entregue correctamente ao Core da Rede IMS LB Componente Balanceador de Trafego Solução Big-IP da F5, fazendo o balanceamento do tráfego pelos diferentes SBC s. O fornecimento e instalação dum Sistema de Telegestão de abastecimento de água para um município: este projecto, desenvolvido em conjunto com a CBS (Compta Business Solutions) cobre a telegestão de 51 pontos remotos através de rede 3G. A UN Compta Business Solutions (CBS) engloba a área de negócio da Compta responsável pelas consultadoria e criação de soluções de software aplicacional. Estas soluções são essencialmente focadas em mercados críticos do ponto de vista de Continuidade de Negocio (Business Continuity), e de forte teor competitivo como acontece nos mercados das telecomunicações e no financeiro. Releva-se que durante este semestre a CBS reforçou fortemente a aposta no mercado da administração pública, onde ganhou variadíssimos projectos, essencialmente na área da tramitação de processos e de medição da eficácia dos mesmos. 4/49

5 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar A Compta Business Solutions tem vindo a especializar-se na optimização de Processos e Recursos dos seus Clientes, nomeadamente com a implementação desta metodologia em grandes instituições financeiras nacionais e internacionais. A CBS continua a suportar a sua actividade nas seguintes linhas de competência: Portais Self-Service de Vídeo&Voz (CRM), Gestão de Processos & Conteúdo (BPM), Gestão de Serviços (BSM), Business integration e Intelligent Automation (Gestão de recursos Naturais e Novas Energias) A CBS tem vindo a acentuar o seu interesse no estabelecimento de parcerias de referência de mercado, tendo já este ano reforçado estas parcerias com os seguintes reconhecimentos certificados: Microsoft Gold Partner Oracle Partner Network GE- Automation & Energy IBM Advanced Business Partner IBM/Filenet ValueNet Partner BMC Partner Network & Support Provider A estratégia desta unidade de negócios passa por uma aposta continuada em nichos de mercado de forte teor competitivo como os das telecomunicações e o financeiro, assim como em mercados emergentes, v.g. Cabo Verde e Angola, os quais são já responsáveis, neste semestre, por uma parcela significante dos proveitos da CBS. Sendo a actividade de controlo de projecto essencial para o sucesso dos projectos da CBS, foi decidido iniciar um ciclo de certificação PMI. A Compta participou no IBM IOD 2010 EMEA, evento que reúne parceiros e clientes IBM, utilizadores de soluções de Gestão de Conteúdos, e profissionais IBM especializados na linha Information Management deste fabricante, reforçando assim a visão dos seus especialistas para o futuro. Tendo em conta o crescimento de projectos neste primeiro semestre, evolução que se considerou consistente, a CBS lançou um plano de reforço do seu quadro de colaboradores, cobrindo todos os níveis. 3. INVESTIMENTOS, PARTICIPAÇÕES E DESINVESTIMENTOS Neste primeiro semestre de 2010 realizaram-se investimentos num total de euros. Esta soma engloba despesas de desenvolvimento, no montante de euros e o remanescente, 5/49

6 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar euros, diz respeito a aquisições para o imobilizado corpóreo (equipamento básico e equipamento administrativo, de euros e euros, respectivamente). 4. OPERAÇÕES FINANCEIRAS No período em análise não ocorreram operações financeiras significativas, para além das que normalmente se fazem para suporte da actividade corrente. 5. PERSPECTIVAS Tendo presente o conjunto de medidas que têm vindo a ser tomadas, que passam, nomeadamente, pela acrescida presença da Compta no mercado e, ainda, considerando a evolução macro económica positiva que se tem vindo a verificar, não obstante as expectativas menos favoráveis a que se fez referência no início, é expectável que venham a estar reunidas condições de crescimento da actividade. Isso permitirá o cumprimento dos objectivos traçados quer em termos orçamentais quer no que diz respeito à consolidação da presença da Compta e o inerente acréscimo em termos de quota de mercado. 6. SOCIEDADES INCLUÍDAS NO PERÍMETRO DE CONSOLIDAÇÃO Para além do que já foi descrito sobre a actividade da casa-mãe, de seguida traça-se um resumo do que de mais significativo se passou, neste primeiro semestre do corrente ano, em cada uma das sociedades do Grupo integrantes do perímetro de consolidação de contas Sociedades sediadas em Portugal Compta B2B Tecnologias de Informação, S.A. B2B A Compta B2B continua com o enfoque da sua actividade no mercado financeiro, isto é, em áreas fortemente regulamentadas como é, v.g., o caso da banca. Realce-se que, no decurso deste semestre, reforçou a aposta na solução de AML, onde viu a sua posição no mercado - conquistada através da solução de que foi criadora assumir uma maior dimensão decorrente do estabelecimento duma parceria com a Oracle para a utilização das soluções deste parceiro na área da detecção de fraude, as quais são uma referência preponderante neste mercado. 6/49

7 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar Continua a complementar a sua actividade com a cedência ocasional de recursos, em regime de outsourcing, para o desenvolvimento de projectos em outras áreas de actividade do Grupo Compta Compta Emerging Business, S.A. CEB Esta sociedade foi formalmente constituída no decurso do semestre em análise. Muito embora de constituição recente, ela é a continuadora das actividades que vinham sendo desenvolvidas no âmbito da casa mãe, na sua Unidade de Negócios já então designada por CEB e que por esta forma se extinguiu. Assim, aprofundando a linha de orientação herdada, podemos distinguir na CEB os factos relevantes ocorridos no período sob análise que a seguir se resumem. Reforço das competências da Equipa No seguimento do crescimento operacional da equipa, foi desenhado um novo plano estratégico de formação dos seus quadros com o objectivo de garantir a actualização tecnológica nas áreas de acção. No plano de formação não só foram enquadradas acções de índole técnica mas também acções de workshops com vista à qualificação humana e de gestão de processos nas áreas de negócio emergentes da economia europeia e da América Latina. Parceria com a ORACLE A Compta - Emerging Business encetou conversações com a ORACLE tendo em vista uma possível adopção da tecnologia deste fabricante nos produtos daquela. Estão neste momento já em fase de avaliação soluções de índole técnica para a componente de mobilidade das suas soluções de forma a torná-las mais robustas e a poder incluir a facilidade de funcionamento em off-line de componentes integrantes da solução. Candidatura ao QREN Num esforço de alinhamento com os objectivos estratégicos do país, a CEB lançou o projecto de internacionalização das suas soluções de referência para as áreas de Logística Pesada, Gestão Ambiental e Gestão Operacional para Empresas de Construção. Os mercados alvo são hoje a América Latina e do Sul, Europa Central e de Leste e África. Como principais projectos desenvolvidos neste período sobressaem os que a seguir resumidamente estão descritos. Implementação do produto SIGOR Sistema Integrado de Gestão Operacional de Resíduos para um importante operador de gestão integrada de resíduos. O Cliente em questão é uma holding moderna com experiência acumulada de 30 anos na área da gestão integrada de resíduos. É a cabeça dum grupo constituído por várias empresas dotadas de meios técnicos e humanos para actuar nas mais diversas áreas ambientais desde desmantelamentos e demolições de grandes infra-estruturas, a gestão ambiental em obra, os estudos e projectos de engenharia, a valorização e gestão de resíduos, a reciclagem de re- 7/49

8 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar síduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE), de resíduos industriais (RIB), de resíduos perigosos (RIP), de veículos em fim de vida (VFV), reutilização de peças auto, biomassa e bioenergia, logística e serviços, entre muitos outros. A Compta - Emerging Business criou e instalou o sistema integrado de Gestão Operacional para todo aquele grupo, através do qual se efectua a gestão de toda a componente comercial do grupo, pedidos e planeamentos de serviços, gestão integrada dos parques de resíduos e stocks e a respectiva facturação. Sobre o mesmo produto foi implementada ainda uma componente de Mobilidade com recurso a PDAs e tecnologia RFID, o que permite um controlo total da contentorização e posicionamento dos mesmos. Implementação do produto CeB Cargo e-business num Cliente que opera na área dos terminais portuários. A Compta - Emerging Business implementou a solução CeB neste que é um dos principais portos nacionais, abrangendo toda a gestão de parque, acções de importação e exportação, posicionamento automático de contentores, gestão de máquinas, bem como a gestão da componente ferroviária do porto. A Compta implementou, ainda e pela primeira vez a nível ibérico, a gestão integrada das operações de parque sobre comunicações 3G, traduzindo-se numa maior fiabilidade e redução de custos em relação aos softwares convencionais normalmente utilizados nesta área. Implementação do produto SIG-F num operador de transportes de mercadorias. Trata-se do primeiro operador ferroviário privado português de transporte de mercadorias. Escolheu a solução SIG-F Sistema integrado de Gestão Ferroviária para gerir as suas operações a nível nacional e internacional. Sobre a solução da Compta - Emerging Business o operador gere hoje toda a componente comercial, bem como a componente operacional, cobrindo áreas tais como a da gestão de contratos e pedidos, a da gestão do planeamento de operações e posicionamentos e, ainda, a componente de facturação a clientes. Durante o mês de Junho foram iniciados os trabalhos para a integração online com a rede da REFER, o que é a primeira solução a integrar os dados com o operador, obedecendo à nova legislação europeia sobre a matéria. A CEB tem objectivos bem definidos que se propõe atingir, de entre os quais podem apontarse, como mais significativos os que se passam a indicar. Para o curto prazo, isto é, no horizonte do presente exercício Entidades Gestoras de Resíduos Na sequência da forte aposta no mercado dos resíduos a Compta - Emerging Business espera até final do ano de 2010 vir a deter nas suas plataformas a gestão de mais entidades gestoras de resíduos. A Compta tem já hoje sob a sua responsabilidade a plataforma de gestão das actividades de um Cliente a operar em todo o mercado de óleos lubrificantes usados, no Continente e Ilhas. Para os médio e longo prazos 8/49

9 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar A Internacionalização A Compta - Emerging Business, continuará a internacionalização das suas soluções, com a criação de uma rede de parceiros numa fase inicial para a América latina, com especial enfoque no Brasil e Peru. São alvos desta operação a soluções Cargo e-business e SIGOR. Gestão de Resíduos Urbanos Com vista a penetrar de uma forma concertada em todo o mercado de resíduos em Portugal, a CEB irá lançar em 2011 de uma forma massiva a sua plataforma de Gestão de Resíduos Urbanos, GRSU. A plataforma permite aos operadores de resíduos e autarquias efectuar todo o controlo das actividades de recolha e tratamento de resíduos sólidos urbanos, bem como o planeamento de rondas e operações. Com recurso às mais recentes tecnologias de geo-referenciação, RFID e mobilidade, a solução permite apurar casa a casa a quantidade de resíduos produzida e efectuar a facturação da mesma, assentes numa estratégia poluente-pagador. Gestão Aeroportuária Fruto da experiência adquirida na gestão de transportes multi-modais, a CEB está a encetar parcerias com vista à criação de uma nova plataforma para a gestão Aeroportuária na gestão do transporte de mercadorias. Tirando partido de uma integração nativa com as suas plataformas de gestão portuária e ferroviária, será possível aos operadores gerir as suas operações de forma integrada com uma comunicação online de dados entre eles Compta Infra-Estruturas e Segurança, S.A. CIS Na área da segurança a CIS centra a sua acção no desenvolvimento de projectos globais para infra estruturas UTM, quer direccionada para o mercado dos operadores quer para o financeiro. Já no que toca às infra estruturas o período em análise caracteriza-se pela concretização de importantes projectos nas áreas da consolidação e virtualização, e de projectos de help-desk e renovação tecnológica, com particular destaque para os que se inserem no mercado do Sector Público. Empenhou-se a CIS no reforço de parcerias tendo em vista a complementaridade da oferta endto-end, como aconteceu, por exemplo, na área dos Database Firewall e com a nova linha de produtos de storage XIV. De realçar, igualmente, que durante o período em análise foi obtida Certificação em fabricantes A10 Networks e Palo Alto Networks. Ainda neste primeiro semestre cabe destacar o evento Navegue em Segurança, organizado pela CIS, com a colaboração dos principais parceiros da área da Segurança, onde, durante a subida do Rio Tejo de Lisboa a Valada do Ribatejo, se fizeram apresentações tecnológicas sobre novas áreas de segurança informática. 9/49

10 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar Mantém-se a aposta no reforço de competências ao nível da engenharia e na criação de unidade de competência em consultoria, nomeadamente na adopção de práticas ITIL e ISO e Compta - Enterprise Communications, S.A. CEC Como pontos importantes da actividade desenvolvida neste primeiro semestre, podem realçarse os aspectos que a seguir se focam. Principais actividades do ano 2010 a) Recertificação do nível de Gold Partner da Cisco. b) Obtenção de Microsoft UC Voice Certified. c) Forte aposta no desenvolvimento da área de operações em resposta ao crescimento exponencial de contratos de manutenção face a Projectos Relevantes a) Design, implementação e suporte de soluções de colaboração unificada Multivendor (agregam diversas tecnologias e usam variadas plataformas em colaboração - com vista ao fornecimento duma solução unificada) num grande grupo nacional da área da comunicação social. b) Design, Implementação e Suporte do Data-Center dum importante cliente na área do comércio retalhista (grandes superfícies). c) Manutenção da rede Core de um operador nacional de telecomunicações. Para o próximo exercício apontam-se como prioritários os seguintes objectivos: a) crescimento sustentado da sua quota de mercado de parceiros Cisco em Portugal, b) conclusão da Especialização Cisco Master em Segurança e Unified Communications e c) forte aposta no crescimento da presença no mercado de soluções de colaboração. Como objectivos a médio e longo prazo a empresa definiu, por agora, os seguintes: a) aumento dos skills de Integração de soluções multivendor em ambientes heterogéneos de comunicações com recurso a tecnologias de comunicação de dados, voz e vídeo e b) ser um dos parceiros de referência da Cisco Systems em Portugal Compta - Videoconferência e Multimédia, S.A. CVM A empresa adequou o seu quadro de colaboradores e as respectivas competências funcionais à realidade do mercado onde opera, tendo em vista uma maior racionalização de processos e a melhoria da sua operacionalidade. 10/49

11 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar Paralelamente reforçou a sua relação com o parceiro Polycom e estabeleceu uma nova parceria com a Tandberg, da qual espera um importante contributo que passará pelo desenvolvimento de negócios conjuntos. A CVM tem visto reforçada a sua posição junto de clientes inseridos no sector financeiro, quer em termos de expansão do parque instalado quer em termos de alargamento deste seu mercado. Têm sido renovados contratos de manutenção, o que sempre é significado de um bom relacionamento assente, naturalmente, numa prestação de serviços de excelência. Para novos clientes tem a CVM vindo a instalar salas e sistemas de videoconferência, nomeadamente para entidades de alto prestígio dos sectores desportivo, industrial e académico. A montante, a CVM tem levado a cabo um significativo esforço de consolidação e diversificação da sua actividade, adquirindo novas competências tecnológicas na multimedia, como é, a título de exemplo, o caso dum sistema de reserva de salas e ecrãs especializados para o meio hospitalar, o qual, pela sua flexibilidade, se julga poder despertar o interesse doutros sectores, v.g. o financeiro. A CVM tem na sua programação a realização de um evento conjunto com a Polycom, em Outubro deste ano, através do qual se procurará alargar a divulgação das potencialidades desta parceria. As perspectivas para o segundo semestre são optimistas e, assim, a empresa empenhar-se-á na manutenção de um nível técnico capaz de dar resposta às exigências dos projectos em curso e outros que espera venham a ser concretizados Dez Desenvolvimento Empresarial, S.A. Prosseguindo o seu objecto de prestadora de serviços contabilísticos, financeiros, administrativos e de logística de escritórios, integrou no seu portfolio de clientes não só as entidades que se integraram no Grupo mas também outras externas a este universo. Como factos mais relevantes ocorridos na vida da empresa no decorrer deste semestre apontam-se: - a finalização da migração para a nova aplicação de gestão de recursos humanos; - o início do processo de up grade nas aplicações de gestão de recrutamento e de avaliação de desempenho que a Dez disponibiliza aos seus clientes; - a conclusão da migração dos diversos sistemas contabilísticos das empresas clientes da DEZ para a norma SNC. 11/49

12 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar Softmaker Software e Serviços Informáticos, S.A. SMK Entre os mais significativos projectos desenvolvidos no semestre pela Softmaker contam-se a implantação de SAP s e Oracle SOA Suite bem como outras aplicações na área da gestão e da gestão documental, quer no mercado nacional quer no exterior, cobrindo diversas áreas de actividade, nomeadamente as hospitalar, industrial e governamental. Na senda da linha de orientação traçada foi reforçada a parceria SAP, alargando-a para a prestação de serviços de implementação em Business Objects (suporte à decisão). Para o efeito a Softmaker intensificou a formação de colaboradores e alcançou a certificação em Business Objects. Paralelamente, a empresa procedeu ao reforço da equipa de colaboradores adstrita ao escritório de Lisboa, criando condições para com mais eficácia poder fazer face aos projectos em carteira e ao potencial de crescimento que sente existir Sociedades sediadas no estrangeiro Compta Angola Tecnologias de Informação, S.A. No período em análise a Compta Angola focou a sua dinamização de negócio em torno do sector público. Salienta-se, como resultado deste trabalho, o projecto em curso, com um Ministério, na área da gestão de recursos humanos e o início, com uma primeira escola, de uma parceria com o sector da educação, com o objectivo de dotar as escolas de Angola de melhores meios tecnológicos de apoio ao ensino. Ainda neste sector desenvolveu-se trabalho relevante com outras entidades, esperando-se para o próximo trimestre a adjudicação de, pelo menos, uma solução Compta. O reforço da equipa que foi operado no final do exercício passado permitiu alargar o espectro de oferta especializada local para abarcar as áreas de redes de comunicação corporativas, área na qual a Compta Angola recolheu já no segundo trimestre de 2010 várias adjudicações, sendo as mais significativas relacionadas com a infra-estrutura de rede de um condomínio e com a fiscalização de instalação de infra-estrutura de rede para um novo polo de uma grande empresa petrolífera. A estratégia de internacionalização do Grupo aposta essencialmente em dois vectores: a acção focada em determinados mercados, como é o caso de Angola, através da Compta Angola, e a incursão em novos mercados, na esteira dos clientes da Compta S.A. que se estão a internacionalizar. Dado o reforço da equipa da Compta, com a contratação de novos colaboradores ou a aquisição de empresas, é crescente o número de casos em que a Compta Angola funciona como o braço executante de projectos da Compta S.A. para clientes seus. Neste primeiro semestre e como projecto representativo neste capítulo podemos citar a instalação duma sala de confe- 12/49

13 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar rências, incluindo toda a tecnologia de videoconferência & multimédia, numa Universidade em Luanda. Um último aspecto relevante a referir será o facto de a Compta Angola começar já a ter uma carteira de contratos de suporte de tecnologias de informação e comunicação que lhe garante um volume de trabalho apreciável, sendo o mais representativo destes contratos o existente com um operador local Compta Cabo Verde Tecnologias de Informação, S.A. A Compta goza já duma posição do maior relevo em Cabo Verde, situando-se no topo do ranking das empresas privadas nesse país. Como prova do que se afirmou refira-se o reconhecimento por parte do governo, das organizações internacionais e das empresas financeiras, as quais têm incrementado a procura dos produtos e serviços que aquela oferece. Aproveitando esse reconhecimento e o facto de a Compta Portugal ter alterado a sua imagem corporativa, a Compta Cabo Verde apresentou também a sua nova imagem que, acredita-se, melhor reflecte o seu posicionamento no mundo dos negócios. Durante este primeiro semestre a empresa concretizou alguns negócios resultantes do investimento e enfoque na administração pública e na área da gestão documental e de processos, e aguarda-se um alargamento da utilização da tecnologia a mais serviços da administração pública. Complementarmente, prosseguiu a actividade em outras áreas de negócio, sendo de sublinhar a adjudicação de um conjunto de aplicações financeiras para a Bolsa de Valores de Cabo Verde e a obtenção de alguns contratos de suporte, em particular na área financeira. Adicionalmente à actividade de consolidação da sua posição no mercado e ao desenvolvimento de novas oportunidades de raiz, a Compta Cabo Verde tem procurado responder com assertividade aos concursos mais relevantes lançados nas suas áreas de competências. Nesta matéria, é relevante referir o projecto em curso com a ONU-DC, para fornecimento de soluções destinadas às forças de segurança, um projecto da Lux Development na área de automação e controlo e o concurso da gestão de imagem da ANCV, um dos maiores concursos de tecnologias de informação e comunicação de Cabo Verde para Na área do outsourcing de técnicos de desenvolvimento de software não se verificou, neste período, actividade com intensidade idêntica à dos períodos anteriores. No entanto, preparouse com a NOSi parceria publico-privada entre o estado de Cabo Verde, empresas locais, e os PALOPs, no sentido de replicar o caso de sucesso de Cabo Verde na área do egovernment. A Compta espera vir ser a empresa escolhida para servir de suporte a grande parte dos desenvolvimentos subjacentes. 13/49

14 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar 6.3. Resumo sobre a evolução dos resultados globais das actividades das empresas incluídas na consolidação (Grupo Compta) Analisando as contas consolidadas, observa-se que, por força duma maior animação na actividade no 1º trimes- 100% 15 14,0 tre de 2010, o volume de negócios 80% 40% 42% 11,7 45% Gráfico 3 10 registado no semestre (Gráfico 3) ul- 60% 73% 8,8 Grupo Compta trapassou em mais 40% 6,2 de 19% o que tinha 5 Evolução do 60% 58% 55% sido alcançado no Volume de Negócios 20% período homólogo 27% do ano anterior. 0% 0 1ºS/2007 1ºS/2008 1ºS/2009 1ºS/2010 Impulsionado pelo M Prestações de Serviços 73% 40% 42% 45% que se verificou na casa-mãe e que Vendas de 27% 60% 58% 55% Mercadorias atrás já se sublinhou, também é Volumes de Negócios 6,2 8,8 11,7 14,0 mais acentuado o crescimento na área de prestação de serviços, com +26%, enquanto a evolução nas vendas se quedou pelos +14%, crescimento este, não obstante, também bastante positivo. Esta distribuição é, no entanto, de certo modo contrariada no 2º trimestre, sendo, no entanto, aconselhável ter presente que se trata de períodos relativamente curtos e que, tendo ainda em conta o tipo de actividade predominante no Grupo, pode, consequentemente, apresentar variações não Seguindo a mesma inclinação, também o resultado líquido do período se viu significativas ou, pelo menos, que possam marcar tendências. desagravado, mostrando uma recuperação na ordem dos 51 mil euros, muito Gráfico 4 Grupo Compta - Evolução de Resultados 1ºS/2007 1ºS/2008 1ºS/2009 1ºS/2010 EBITDA R.Operacional R.A.I. embora se mantenha por enquanto negativo (Gráfico 4). De realçar, ainda, que o EBITDA cresceu, de um semestre para o outro, cerca de 404 mil euros. 14/49

15 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar 7. OUTROS FACTOS A Sociedade tem dívidas para com o Estado as quais, no entanto, estão abrangidas por um Procedimento Extraordinário de Conciliação (PEC), celebrado em Quer as obrigações correntes quer as decorrentes do estipulado no âmbito do PEC têm vindo a ser pontual e integralmente cumpridas. O Capital próprio da Compta Equipamentos e Serviços de Informática, S.A. registava, em 30 de Junho último, o valor de 4,515 milhões de euros o qual, embora representando uma evolução muito positiva em relação ao exibido nos finais dos períodos anteriores, mantém ainda a sociedade na situação prevista no artigo 35.º do Código das Sociedades Comerciais. 8. RISCOS E INCERTEZAS DA ACTIVIDADE Para além dos riscos que possam decorrer da desaceleração da economia, a que se fez referência no início deste relatório (ponto 1. Enquadramento Macro Económico), não são, nesta altura, previsíveis outros, quer para a casa-mãe quer para as suas associadas, que possam pôr em causa a actividade ou o atingimento dos objectivos expectáveis para cada uma delas. 15/49

16 2010 1º Semestre Relatório de Gestão Intercalar 9. DECLARAÇÃO Declaração emitida nos termos e para os efeitos do disposto na alínea c) do n.º 1 do art.º 246.º do Código dos Valores Mobiliários Em cumprimento do preceituado na legislação supra, os membros do Conselho de Administração da Compta Equipamentos e Serviços de Informática, S.A., declaram, cada um de per si, que, tanto quanto é do seu conhecimento: i. a informação prevista na alínea a) do N.º 1 do citado artigo do C.V.M. foi elaborada em conformidade com as normas contabilísticas aplicáveis, dando uma imagem verdadeira e apropriada do activo e do passivo, da situação financeira e dos resultados da emitente e das empresas incluídas no perímetro da consolidação; e que ii. o relatório de gestão intercalar expõe fielmente a evolução dos negócios, do desempenho e da posição da Compta e das empresas incluídas no perímetro da consolidação, nos primeiros seis meses do exercício, e inclui uma descrição dos principais riscos e incertezas com que elas se defrontam. Algés, 27 de Agosto de 2010 O Conselho de Administração Armindo Lourenço Monteiro Presidente José Eugénio Soares Vinagre Administrador Francisco Maria Supico Pinto Balsemão Administrador João Arnaldo Rodrigues de Sousa Administrador Jorge Manuel Martins Delgado Administrador 16/49

17 17/49

18 Balanço individual em 30 de Junho de 2010 e de 2009 (contas não auditadas) (U.m.: ) Rubricas Notas 30/Jun/10 30/Jun/09 ACTIVO Activo não corrente Activos fixos tangíveis 3,1 ; Goodwill Activos intangíveis 3.2 ; Participações financeiras - método equivalência patrimonial 3.3 ; Participações financeiras - outros métodos 3.3 ; Activos por impostos diferidos 3.4 ; Activo corrente Inventários Clientes 3.6 ; Adiantamentos a fornecedores Estado e outros entes públicos 8 ; Accionistas Outras contas a receber 3.6 ; Diferimentos Caixa e depósitos bancários 3.6 ; Total do activo CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Capital próprio Capital realizado Acções próprias (3.610) (3.610) Outros instrumentos de capital próprio Prémios de emissão (72.604) (72.604) Reservas legais Outras reservas Resultados transitados ( ) ( ) Ajustamentos em activos financeiros ( ) (74.750) Excedentes de revalorização Resultado líquido do período ( ) Total do capital próprio Passivo Passivo não corrente Passivos por impostos diferidos 3.4 ; Financiamentos obtidos Passivo corrente Fornecedores Adiantamentos de clientes Estado e outros entes públicos 8 ; Financiamentos obtidos 3.6 ; Outras contas a pagar Diferimentos Total do passivo Total do capital próprio e do passivo /49

19 Demonstração individual dos resultados por naturezas dos semestres findos em 30 de Junho de 2010 e 2009 (contas não auditadas) RENDIMENTOS E GASTOS Notas 1º semestre de (U.m.: ) Vendas e serviços prestados Ganhos/perdas imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos (49.328) Trabalhos para a prórpia entidade Custo da mercadorias vendidas e matérias consumidas ( ) ( ) Fornecimentos e serviços externos ( ) ( ) Gastos com pessoal ( ) ( ) Imparidade de investimentos não depreciáveis/amortizáveis (perdas/reversões) ( ) - Outros rendimentos e ganhos Outros gastos e perdas (84.026) ( ) Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos/reversões de depreciação e de amortização ( ) ( ) Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) (70.010) Juros e rendimentos similiares obtidos Juros e gastos similiares suportados ( ) ( ) Gastos de financiamento ( ) ( ) Resultado antes de impostos ( ) Imposto do período 3.4 ( ) 228 Resultado líquido do período ( ) Resultados por acção básico 0,00 (0,01) 19/49

20 Demonstração individual das alterações no capital próprio no período findo em 30 de Junho de 2010 (contas não auditadas) (U.m.: ) Descrição Notas Capital realizado Acções próprias Outros instrumentos de capital próprio Prémios de emissão Reservas legais Outras reservas Resultados transitados Ajustamentos em activos financeiros Excedentes de revalorização Resultado líquido do período TOTAL Posição no início do período (01/01/2010) (3.610) (72.604) , ( ) ( ) Alterações no período - - Realização do excedente de revalorização de activos fixos tangíveis (816) - - Ajustamentos por impostos diferidos Outras alterações reconhecidas em capitais próprios ( ) , (816) ( ) - Resultado Líquido do período Resultado integral 4 = (816) ( ) Posição no fim do período (30/06/2010) 6 = (3.610) (72.604) ( ) ( ) Demonstração individual das alterações no capital próprio no período findo em 30 de Junho de 2009 (U.m.: ) Descrição Notas Capital realizado Acções próprias Outros instrumentos de capital próprio Prémios de emissão Reservas legais Outras reservas Resultados transitados Ajustamentos em activos financeiros Excedentes de revalorização Resultado líquido do período TOTAL Posição no início do período (01/01/2009) (3.610) (72.604) , ( ) (74.750) Alterações no período - - Realização do excedente de revalorização de activos fixos tangíveis (633) - - Outras alterações reconhecidas em capitais próprios ( ) - - ( ) ( ) ( ) - (633) ( ) ( ) Resultado Líquido do período ( ) ( ) Resultado integral 4 = ( ) - (633) ( ) ( ) Posição no fim do período (30/06/2009) 6 = (3.610) (72.604) ( ) (74.750) ( ) /49

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014 Exercício 2014 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais em...7

Leia mais

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANO : 2010 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 2.1 Referencial

Leia mais

Fundação Casa Museu Mario Botas

Fundação Casa Museu Mario Botas DEMOSNTRAÇAO DE RESULTADOS 2012 Fundação Casa Museu Mario Botas RENDIMENTOS E GASTOS 31-Dez-2012 31-Dez-2011 Vendas 551,62 Prestação de serviços Subsídios à exploração Ganhos/perdas imputados a subsidiárias

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANO : 2011 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das

Leia mais

Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA

Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Exercício de 2011 Notas às Demonstrações Financeiras 31 De Dezembro de 2011 e 2010 1. Identificação da entidade Accendo, Lda, inscrita na conservatória

Leia mais

ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

31-Dez-2013 31-Dez-2012

31-Dez-2013 31-Dez-2012 FUNDAÇÃO CASA MUSEU MÁRIO BOTAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS CONTAS 31 DE DEZEMBRO DE 2013 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS PERÍODOS FFI INDOS EM 31 DE DEZZEMBRO DE 2013 E DE 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE

Leia mais

Scal - Mediação de Seguros, S. A.

Scal - Mediação de Seguros, S. A. Scal - Mediação de Seguros, S. A. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 1. Nota introdutória A Empresa Scal-Mediação de Seguros foi constituída

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 30 de Junho de 2005 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF. 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras

MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF. 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras Nos termos do previsto no ponto 2.1.4. das Bases para a Apresentação das Demonstrações

Leia mais

NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ASSOCIAÇÃO POPULAR DE PAÇO DE ARCOS Rua Carlos Bonvalot, Nº 4 Paço de Arcos Contribuinte nº 501 238 840 NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE:

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande

CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande NIPC :501971327 NISS :20007555241 NOTAS PERÍODOS 31-12-2014 31-12- ACTIVO Activo não corrente

Leia mais

3 NOTAS DE ENQUADRAMENTO. Na preparação do presente código de contas teve-se em atenção o seguinte:

3 NOTAS DE ENQUADRAMENTO. Na preparação do presente código de contas teve-se em atenção o seguinte: 3 NOTAS DE ENQUADRAMENTO CONSIDERAÇÕES GERAIS Na preparação do presente código de contas teve-se em atenção o seguinte: Tomar como referência o código de contas constante do POC e proceder apenas às alterações

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS A Penafiel Verde, E.M. é uma empresa municipal, com sede em Penafiel, constituída em Maio de 2006 e que tem como actividades principais a gestão e exploração

Leia mais

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Nota Introdutória A Manuel Rodrigues Gouveia, S.A. ( MRG ou Empresa ) tem sede em Seia, foi constituída em 1977 e tem como actividade principal a Construção Civil

Leia mais

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo.

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo. Classificação: 00 0. 0 1. 0 9 GABINETE DO DIRECTOR GERAL Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Activos Fixos Tangíveis Código do IRC Decreto Regulamentar n.º 25/2009,

Leia mais

Instrumentos de Gestão Previsional

Instrumentos de Gestão Previsional Instrumentos de Gestão Previsional Ano 2012 Relatório 1.Introdução Dando cumprimento ao artigo 40º da Lei 53-F/2006 de 29 de Dezembro, a Empresa Municipal, TEGEC Trancoso Eventos, EEM, vem apresentar os

Leia mais

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ ------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ Fluxos empresariais: Tipos de fluxos Perspectiva Quadros demonstrativos contabilísticos Externos: Despesas Receitas

Leia mais

Associação Boa Hora, IPSS NIPC: 503897531 Contas 2014

Associação Boa Hora, IPSS NIPC: 503897531 Contas 2014 Notas às Demonstrações Financeiras Individuais 31 De Dezembro de 2014 1. Identificação da Entidade ASSOCIAÇÃO BOA HORA, IPSS, é uma instituição particular de solidariedade social, com sede na Rua do Cemitério,

Leia mais

Análise Financeira 2º semestre

Análise Financeira 2º semestre ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios CAP II Luís Fernandes Rodrigues António Manuel F Almeida CAPITULO II 2011 2012 Página

Leia mais

PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO

PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO De acordo com as disposições legais e estatuárias venho submeter á apreciação dos senhores accionistas o Relatório de Gestão e as

Leia mais

BALANÇO INDIVIDUAL. Dezembro 2011

BALANÇO INDIVIDUAL. Dezembro 2011 BALANÇO INDIVIDUAL ACTIVO Activo não corrente: Activos fixos tangíveis... 5 52.063,72 63.250,06 Propriedades de investimento... Goodwill... Activos intangíveis. Activos biológicos.. Participações financeiras

Leia mais

Anexo às Demonstrações Financeiras - ANIPB - Associação Nacional dos Industriais de Prefabricação em Betão ANEXO

Anexo às Demonstrações Financeiras - ANIPB - Associação Nacional dos Industriais de Prefabricação em Betão ANEXO ANEXO IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE Designação ANIPB - Associação Nacional dos Industriais de Morada Rua Dona Filipa de Vilhena, Nº 9-2.º Direito Código postal 1000-134 Localidade LISBOA DADOS DA ENTIDADE

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. 31 de Dezembro de 2014

ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. 31 de Dezembro de 2014 ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 31 de Dezembro de 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Designação da entidade: Mediator Sociedade Corretora de Seguros, S.A. 1.2 - Sede: Avª Fontes Pereira

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. 31 de Dezembro de 2012

ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. 31 de Dezembro de 2012 ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 31 de Dezembro de 2012 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Designação da entidade: Mediator Sociedade Corretora de Seguros, S.A. 1.2 - Sede: Avª Fontes Pereira

Leia mais

1º Semestre Relatório e Contas 2010

1º Semestre Relatório e Contas 2010 1º Semestre Relatório e Contas 2010 Índice 02 Relatório de Gestão 02 Considerações Gerais 03 Situação Económico-Financeira 09 Demonstrações Financeiras 10 Balanço 11 Demonstração de Resultados por Natureza

Leia mais

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA 31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A demonstração de fluxos de caixa é um mapa de fluxos que releva a entradas e as saídas de caixa, durante um exercício. A Demonstração de fluxos de caixa é estruturada

Leia mais

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março, n.º 51 - Série I

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março, n.º 51 - Série I Aprova o Código de Contas para Microentidades O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as microentidades, tendo previsto a publicação, em portaria

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

ANEXO PE, EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2010

ANEXO PE, EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2010 ANEXO PE, EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2010 1 Identificação da entidade 1.1 Designação da entidade APOTEC Associação Portuguesa de Técnicos de Contabilidade 1.2 Sede Rua Rodrigues Sampaio, 50-3º-Esq. 1169-029

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 31 de Dezembro de 2006 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias

Leia mais

CÓDIGO DE CONTAS DO SNC

CÓDIGO DE CONTAS DO SNC CÓDIGO DE CONTAS DO SNC 1 MEIOS FINANCEIROS LÍQUIDOS 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Outros instrumentos financeiros 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis 1412 Potencialmente

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA Exame Época Normal 04 de Julho de 0 Duração: H 00M Deve identificar-se nesta folha de prova, indicando o nome completo, número de matrícula e turma em que se encontra inscrito(a). As opções de resposta

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007 NOTA INTRODUTÓRIA A RUMO 2020, E.M. é uma empresa pública de âmbito municipal constituída em 16 de Outubro de 2006. Tem a sua

Leia mais

Enquadramento Page 1. Objectivo. Estrutura do documento. Observações. Limitações

Enquadramento Page 1. Objectivo. Estrutura do documento. Observações. Limitações Objectivo No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições")

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. 6148 Diário da República, 1.ª série N.º 175 9 de Setembro de 2009

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. 6148 Diário da República, 1.ª série N.º 175 9 de Setembro de 2009 6148 Diário da República, 1.ª série N.º 175 9 de Setembro de 2009 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Portaria n.º 1011/2009 de 9 de Setembro O Decreto -Lei n.º 158/2009, de 13 de Julho,

Leia mais

SPMS, E.P.E. Índice. 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 5 3. Orçamento de Tesouraria... 10 4. Orçamento de Investimentos...

SPMS, E.P.E. Índice. 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 5 3. Orçamento de Tesouraria... 10 4. Orçamento de Investimentos... 2012 ORÇAMENTO Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 5 3. Orçamento de Tesouraria... 10 4. Orçamento de Investimentos... 11 1 Orçamento 2012 1. Enquadramento 1.1. Objectivos O presente

Leia mais

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as microentidades, tendo previsto a publicação, em portaria do membro

Leia mais

1.5. Sede da entidade-mãe Largo Cónego José Maria Gomes 4800-419 Guimarães Portugal.

1.5. Sede da entidade-mãe Largo Cónego José Maria Gomes 4800-419 Guimarães Portugal. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Montantes expressos em euros) 1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. Designação da Entidade Casfig Coordenação de âmbito social

Leia mais

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS NOTA INTRODUTÓRIA A Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais), dispõe no seu Artigo 46.º o seguinte: «1 - Sem prejuízo dos documentos

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANO : 2012 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das

Leia mais

MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF. 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras. 2.2. Activo. 2.

MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF. 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras. 2.2. Activo. 2. MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras Nos termos do previsto no ponto 2.1.4. das Bases para a Apresentação das Demonstrações

Leia mais

! " # $%&' (") *+)( *+)* , " # - %. " / 012 $ )"* *+)( 012+"4 "# *+)( 012 5"5 " 6! ! " '.! " 7 . % "' *+)( $%, % " ## *++* -. - ! $ ." )+#.

!  # $%&' () *+)( *+)* ,  # - %.  / 012 $ )* *+)( 012+4 # *+)( 012 55  6! !  '.!  7 . % ' *+)( $%, %  ## *++* -. - ! $ . )+#. !! " # $%&' (") *+)( *+)*, " # %. " / 012 $ )"* *+)( 3 012+"4 "# *+)( 012 5"5 " 6!! " '.! " 7. % "' *+)(!, $%, % " ## *++*. 7! $." )+#. *+)*!! 28" *+)(. "' $%981!5": *+)(*+);!)5) *++**++

Leia mais

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A.

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A. Balanço Em 31 de Dezembro de 2006 ACTIVO Notas Caixa e disponibilidades no Banco Central 5 204 460 2 547 Disponibilidades sobre instituições de crédito 6 2 847 256 35 474 Créditos sobre clientes 7 75 154

Leia mais

BOMPISO COMERCIO DE PNEUS, S.A.

BOMPISO COMERCIO DE PNEUS, S.A. Exercício 2012 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2010 Balanço Individual em 31 de Dezembro de 2010 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 31

Leia mais

Exame para Contabilista Certificado. Contabilidade Financeira Aprofundada. Duração: 2 horas

Exame para Contabilista Certificado. Contabilidade Financeira Aprofundada. Duração: 2 horas Nome: Nº do BI/ Passaporte Duração: 2 horas Leia atentamente as questões. Depois, coloque no quadradinho que fica na parte superior direito de cada questão, a alínea correspondente à melhor resposta. Se

Leia mais

CENTRO DE CARIDADE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

CENTRO DE CARIDADE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO CENTRO DE CARIDADE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2014 Índice Balanço... 3 Demonstração dos Resultados por Naturezas... 4 Demonstração dos Fluxos de Caixa...

Leia mais

Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014

Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Proveitos Operacionais de 60,8 milhões de euros (+ 8,1%) EBITDA de 5,6 milhões de euros (+ 11,1%) Margem EBITDA 9,2% (vs. 8,9%) Resultado

Leia mais

CASA DO POVO DA ALAGOA. Demonstrações Financeiras e Anexo

CASA DO POVO DA ALAGOA. Demonstrações Financeiras e Anexo CASA DO POVO DA ALAGOA Demonstrações Financeiras e Anexo em 31 de Dezembro de 2014 BALANÇO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 RUBRICAS ACTIVO Euros DATAS 31-12-2014 31-12-2013 Activo não corrente Activos fixos

Leia mais

SPMS, E.P.E. Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 3 3. Orçamento de Tesouraria... 8 4. Orçamento de Investimento...

SPMS, E.P.E. Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 3 3. Orçamento de Tesouraria... 8 4. Orçamento de Investimento... 2012 Orçamento Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 3 3. Orçamento de Tesouraria... 8 4. Orçamento de Investimento... 8 1 Plano Estratégico 2011-2013 1. Enquadramento O presente documento

Leia mais

INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL

INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL 2012 ÍNDICE 1. NOTA INTRODUTÓRIA... 3 2. PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS 2012-2014... 6 3. PLANO DE GESTÃO PREVISIONAL 2012... 7 3.1. PLANO DE TESOURARIA... 8 3.2.

Leia mais

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CONTAS ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PARAQUEDISMO RUA DA UNIDADE, 9 7000-719

Leia mais

Relatório e Contas 2012

Relatório e Contas 2012 Relatório e Contas 2012 Índice Temático Relatório de Gestão - Balanço e Contas (Balanço, Demonstração de Resultados, Demonstração de Fluxos de Caixa e Mapa de Demonstração das alterações do Capital Próprio)

Leia mais

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 1. Indicação e justificação das disposições do POC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e dos respectivos efeitos nas demonstrações financeiras,

Leia mais

Enquadramento Página 1

Enquadramento Página 1 No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições") neste processo

Leia mais

PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS

PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS Índice 1. Introdução 2. Considerações sobre as opções tomadas 3. Disposições gerais 4. Quadro de contas 5. Lista e âmbito das contas 6. Tabelas 7. Contas individuais

Leia mais

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19.1. INFORMAÇÕES RELATIVAS ÀS ENTIDADES INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO a) O perímetro de consolidação do Município de Pombal integra as seguintes entidades:

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 Demonstrações de

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 - Princípios Contabilísticos Na contabilidade autarca é necessário cumprir um conjunto de princípios contabilísticos, de modo a obter uma imagem

Leia mais

CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009

CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009 CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009 Av. Vasco da Gama, 1410 4431-956 Telefone 22-7867000 Fax 22-7867215 Registada na C.R.C. de sob o nº 500239037 Capital Social: Euro 35.000.000 Sociedade Aberta

Leia mais

Nota às demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de Junho de 2010

Nota às demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de Junho de 2010 1. Nota Introdutória Elementos identificativos: Denominação Fortis Lease Instituição Financeira de Crédito, SA NIF 507 426 460 Sede Social Objecto Social A Fortis Lease Portugal Instituição Financeira

Leia mais

Relatório e Contas. Fundação Denise Lester

Relatório e Contas. Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2011 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/16 Índice Balanço individual Demonstração dos resultados individuais Demonstração das Alterações dos fundos patrimoniais Demonstração

Leia mais

2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras

2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 1. Identificação da entidade EXERCÍCIO DE 2011 INTRODUÇÃO PLC - Corretores de Seguros, S.A é uma sociedade anonima. A Empresa foi constituida em 1999, tem sede na Av. Infante Santo nº 48 2º Esq. em Lisboa,

Leia mais

- Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 AUMENTOS DE CAPITAL. Por incorporação de Reservas. Por entrada de Dinheiro

- Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 AUMENTOS DE CAPITAL. Por incorporação de Reservas. Por entrada de Dinheiro AULA 10 Capital Próprio Aumentos de capital Demonstração de fluxos de caixa Construção da DFC - Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 AUMENTOS DE CAPITAL Por incorporação de Reservas Por

Leia mais

COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta

COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros Informação financeira do terceiro trimestre

Leia mais

Noções de Contabilidade

Noções de Contabilidade Noções de Contabilidade 1 1. Noção de Contabilidade A contabilidade é uma técnica utilizada para: registar toda a actividade de uma empresa (anotação sistemática e ordenada da qualidade e quantidade de

Leia mais

Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011

Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011 Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011 Proveitos Operacionais de 55,8 milhões EBITDA de 3,1 milhões Margem EBITDA de 5,6% EBIT de 0,54 milhões Resultado Líquido negativo

Leia mais

SONAE, SGPS, SA DEMONSTRAÇÕES DA POSIÇÃO FINANCEIRA CONSOLIDADA PARA OS EXERCÍCIO FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010

SONAE, SGPS, SA DEMONSTRAÇÕES DA POSIÇÃO FINANCEIRA CONSOLIDADA PARA OS EXERCÍCIO FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 SONAE, SGPS, SA DEMONSTRAÇÕES DA POSIÇÃO FINANCEIRA CONSOLIDADA PARA OS EXERCÍCIO FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 (Montantes expressos em euros) ATIVO Notas 31 dezembro 2011 31 dezembro 2010

Leia mais

ANEXO. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014

ANEXO. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 ANEXO Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 1 - Identificação de entidade: 1.1- Designação da entidade: GATO - Grupo de Ajuda a Toxicodependentes

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (EM EUROS) Relatório Anual 2012 2 Relatório Anual 2012 3 Relatório Anual 2012 4 Relatório Anual 2012 5 Relatório

Leia mais

Associação dos Cozinheiros Profissionais de Portugal RELATÓRIO DE GESTÃO. Aida Machado

Associação dos Cozinheiros Profissionais de Portugal RELATÓRIO DE GESTÃO. Aida Machado Associação dos Cozinheiros Profissionais de Portugal RELATÓRIO DE GESTÃO Aida Machado 1. Caracterização da Associação A ACPP, Associação dos Cozinheiros Profissionais de Portugal, com sede na Rua Sant

Leia mais

Informação Financeira

Informação Financeira Informação Financeira Balanço Código das contas POCMS Imobilizado ACTIVO Exercícios AB AP AL AL Bens de domínio público: 451 Terrenos e Recursos naturais 452 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas

Leia mais

IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS

IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS BOLETIM INFORMATIVO N.º 3/2010 IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS ASPECTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS (Esta informação contém apenas informação geral, não se destina a prestar qualquer serviço de auditoria,

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 2009.12.31

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 2009.12.31 00 - Introdução a) Objecto social e identificação da Empresa HABECE Cooperativa de Habitação e Construção de Cedofeita, Crl., tem por objecto a construção ou a sua promoção e a aquisição de fogos para

Leia mais

26 de Junho de 2015 DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO

26 de Junho de 2015 DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO Apresentação ao mercado do modelo de adopção plena das IAS/IFRS e outras matérias inerentes ao processo de adopção plena das IAS/IFRS no sector bancário nacional DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL (3T10)

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL (3T10) Capital Social: 115.000.000 Capital Próprio Individual a 30 de Junho de 2010: 7.933.916 Capital Próprio Consolidado a 30 de Junho de 2010: 7.438.971 Sede: Av. General Norton de Matos Estádio do Sport Lisboa

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Montante expressos em euros) As notas que se seguem foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas de Relato Financeiro

Leia mais

Demonstrações Financeiras 27 Março, 2014

Demonstrações Financeiras 27 Março, 2014 2013 Demonstrações Financeiras 27 Março, 2014 Índice 1. Mensagem do Presidente... 3 2. Demonstrações financeiras de 2013... 4 2.1. Situação patrimonial... 4 2.2. Demonstração de resultados... 5 2.3. Fluxos

Leia mais

O fundo patrimonial é representado por 10 465,64, encontrando-se realizado na totalidade.

O fundo patrimonial é representado por 10 465,64, encontrando-se realizado na totalidade. 01 -IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE A ASSOCIACAO ENTRE FAMILIA - BRAGANÇA é uma sociedade Anónima, constituída a 13-08-2009, com sede em RUA EMIDIO NAVARRO TRAS IGREJA, BRAGANCA, 5300-210, BRAGANCA, e tem como

Leia mais

Resultados Consolidados a 30 de Junho de 2010 Informação Privilegiada (IFRS/IAS)

Resultados Consolidados a 30 de Junho de 2010 Informação Privilegiada (IFRS/IAS) Resultados Consolidados a 30 de Junho de 2010 Informação Privilegiada (IFRS/IAS) Volume de Negócios: 122,8 M (119,9 M em 6M09) 28 de Julho de 2010 1. Indicadores Chave O volume de negócios e o EBITDA apresentados

Leia mais

ANEXO. Prestação de Contas 2011

ANEXO. Prestação de Contas 2011 1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. Designação da entidade Fluviário de Mora, E.E.M. NIPC: 507 756 754 1.2. Sede Parque Ecológico do Gameiro - Cabeção 1.3. Natureza da Actividade O Fluviário de Mora, é uma

Leia mais

Exame de 2.ª Chamada de Contabilidade Financeira Ano letivo 2013-2014

Exame de 2.ª Chamada de Contabilidade Financeira Ano letivo 2013-2014 PARTE A (13,50v) Realize as partes A e B em folhas de teste separadas devidamente identificadas I A empresa A2, SA dedica-se à compra e venda de mobiliário, adotando o sistema de inventário periódico.

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEFIR ANGOLA

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEFIR ANGOLA ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANO : 2012 1 - Actividade 1.1 Breve descrição das actividades da empresa ÍNDICE 2 - Bases de preparação das demonstrações financeiras e derrogações 2.1 Bases de apresentação

Leia mais

Centro Social Cultural Recreativo de Amoreira Anexo 13 de Março de 2015

Centro Social Cultural Recreativo de Amoreira Anexo 13 de Março de 2015 Centro Social Cultural Recreativo de Amoreira Anexo 13 de Março de 2015 1 Identificação da Entidade A Centro Social Cultural Recreativo de Amoreira é uma instituição sem fins lucrativos, constituída sob

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Capital Próprio CAPITAL PRÓPRIO Conceitos Gerais Aplicação de resultados Valor nominal, contabilístico e de mercado Demonstração das Alterações do C.P. Aumentos de

Leia mais

RELATÓRIO E INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL

RELATÓRIO E INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL 2015 RELATÓRIO E INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL EM 1 - Introdução 2 - Análise dos Documentos Previsionais 2.1 - Plano Plurianual de Investimentos 2.2 - Orçamento Anual de Exploração 2.3. Demonstração

Leia mais

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação;

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação; 14.5 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS I - Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras 1. Relativamente às empresas incluídas na consolidação a)

Leia mais

newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013

newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2013 2 Contabilização dos Subsídios do Governo e Divulgação de Apoios do Governo 3 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO

Leia mais

Página intencionalmente em branco

Página intencionalmente em branco Página intencionalmente em branco 3/72 ÍNDICE RELATÓRIO DE GESTÃO... 5 CONTAS INDIVIDUAIS... 15 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS... 17 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS... 23 CONTAS CONSOLIDAS...

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Designação da Entidade: CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS Gerência de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006 8.2.1 Não se aplica. 8.2.2 Os conteúdos das contas

Leia mais

Impostos Diferidos e o SNC

Impostos Diferidos e o SNC Impostos Diferidos e o SNC Na vigência do anterior Plano Oficial de Contabilidade (POC) a Directriz Contabilistica (DC) nº 28, da Comissão de Normalização Contabilística (CNC) veio, em tempo, estabelecer

Leia mais

CONTAS INDIVIDUAIS IFRS Dezembro de 2008

CONTAS INDIVIDUAIS IFRS Dezembro de 2008 RASO, SGPS, S.A. CONTAS INDIVIDUAIS IFRS Dezembro de 2008 RASO, SGPS, SA SEDE: Aeroporto de Lisboa, Rua C, Edifício 124, 5º Piso Matriculada na Conservatória Registo Comercial do Porto e NIF nº 508 708

Leia mais

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas 1- INTRODUÇÃO A lei das Finanças Locais (Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiros) veio determinar a obrigatoriedade da consolidação de contas para os Municípios que detenham serviços municipalizados e/ou a totalidade

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 COMUNICADO Página 1 / 9 RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 09 de Setembro de 2005 (Os valores apresentados neste comunicado reportam-se ao primeiro semestre de 2005, a não ser quando especificado

Leia mais

RELATÓRIO INSTRUMENTOS PREVISIONAIS VARZIM

RELATÓRIO INSTRUMENTOS PREVISIONAIS VARZIM 2012 RELATÓRIO INSTRUMENTOS PREVISIONAIS VARZIM LAZEREEM 1 - Introdução 2 - Análise dos Documentos Previsionais 2.1 - Plano Plurianual de Investimentos 2.2 - Orçamento Anual de Exploração 2.3 - Demonstração

Leia mais

Relatório e Contas Individuais

Relatório e Contas Individuais Relatório e Contas Individuais 2010 Portugal Telecom, SGPS, S.A. Sociedade aberta Avenida Fontes Pereira de Melo, 40 1069 300 Lisboa Capital social: 26.895.375 Euros Matrícula na Conservatória do Registo

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS 4984 Diário da República, 1.ª série N.º 143 24 de julho de 2015 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Portaria n.º 220/2015 de 24 de julho Na sequência da publicação do Decreto -Lei n.º 98/2015, de 2 de junho, que transpôs

Leia mais

ANEXO ANEXO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012

ANEXO ANEXO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 ANEXO ANEXO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 1 Nota introdutória A Empresa foi constituída em 26 de Junho de 1997, tem a sua sede na Rua São Gonçalo de Lagos, Pavilhão de Exposições em Torres

Leia mais