FORMULÁRIO U1 AVALIAÇÃO INTERNA RELATÓRIO QUINQÜENAL PARA AS UNIDADES DE ENSINO E PESQUISAS E DO CESET

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FORMULÁRIO U1 AVALIAÇÃO INTERNA RELATÓRIO QUINQÜENAL PARA AS UNIDADES DE ENSINO E PESQUISAS E DO CESET"

Transcrição

1 FORMULÁRIO U1 AVALIAÇÃO INTERNA RELATÓRIO QUINQÜENAL PARA AS UNIDADES DE ENSINO E PESQUISAS E DO CESET Período a que se refere a Avaliação 01/1999 a 12/2003 Unidade INSTITUTO DE COMPUTACAO Nome do(a) Diretor(a) RICARDO DE OLIVEIRA ANIDO Nome do(a) Diretor(a) Associado(a) ARNALDO VIEIRA MOURA Comissão Interna de Avaliação Anamaria Gomide Ariadne Maria Brito Rizzoni Carvalho Cid Carvalho de Souza Guido Costa Souza de Araújo Islene Calciolari Garcia Maria Cecília Calani Baranauskas (presidente) Data de encaminhamento 10/2/2005

2 Quebra de página 1. INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A UNIDADE DE ENSINO E PESQUISA 1.1. HISTÓRICO 1.1 Histórico A história do IC teve início em 1969, quando foi criado o Departamento de Ciência da Computação, coincidindo com o início do curso de Bacharelado em Ciência da Computação o mais antigo do País. Até 1996, o Departamento esteve ligado ao Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação da UNICAMP. Naquele ano, reconhecendo as amplas atividades de pesquisa, ensino e desenvolvimento, o Conselho Universitário aprovou a emancipação do Departamento que adquiriu então o status de um Instituto separado. Atualmente o IC possui um corpo docente com 42 professores, 39 dos quais doutores e oferece os seguintes cursos: Graduação Ciência da Computação; Engenharia de Computação (em parceria com a Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação - FEEC) Pós-graduação Mestrado e Doutorado em Ciência da Computação; Especialização (vários cursos oferecidos regularmente) O IC desfruta de uma situação privilegiada. A UNICAMP está localizada numa região de alta concentração tecnológica, especialmente na área de informática. Algumas das grandes empresas da região são Motorola, Nortel, IBM, Samsung, Ericsson, Lucent Technologies, além de algumas centenas de pequenas e médias empresas que atuam na área de serviços de informática e de desenvolvimento de software Ensino de Graduação O IC oferece dois cursos de graduação: Ciência da Computação; Engenharia de Computação (em parceria com a Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação - FEEC) Os cursos de graduação do IC têm uma longa história de excelência. A primeira turma terminou o curso em 1971 e desde então formaram-se mais de 1500 alunos. O curso tem sido constantemente adaptado às mudanças tecnológicas e científicas da área. Em 1981, prevendo-se novas necessidades no campo profissional com a política de reserva de mercado, o bacharelado de quatro anos de duração foi estendido para cinco anos, com currículo compatível com um programa de engenharia. Em 1991, este bacharelado foi transformado na modalidade Sistemas de Computação do curso de Engenharia de Computação (a outra modalidade, Sistemas e Processos, é oferecida pela Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação FEEC. O perfil da modalidade Sistemas de Computação do curso de Engenharia de Computação também passou por modificações impostas pela nova realidade com o término da política de reserva e maior ênfase em desenvolvimento de software. Em 1992, o IC criou um nova versão do seu Bacharelado em Ciência da Computação, desta vez no período noturno, atendendo a uma grande demanda social. Este curso tornou-se, juntamente com o curso diurno de Engenharia de Computação, um dos mais procurados no vestibular. A qualidade dos cursos de graduação do IC tem sido reconhecida nacionalmente e os seus currículos têm servido como modelo para várias outras instituições. A seção 3.1 apresenta uma descrição das atividades de ensino de graduação no IC.

3 1.1.2 Pós-graduação e Pesquisa No período o IC ofereceu os seguintes cursos de pós-graduação 1 : Mestrado e Doutorado em Ciência da Computação; Mestrado Profissional em Computação (início em 1999, interrompido em 2004); As atividades do programa de Mestrado em Ciência da Computação tiveram início em Atualmente, o Instituto oferece 40 vagas anuais neste programa que tem conceito Muito Bom da CAPES. O programa de Doutorado é mais recente, tendo sido iniciado em Em 2001 o IC iniciou o Mestrado Profissional, que teve uma procura muito grande; no entanto, uma resolução do Conselho Nacional de Educação impediu que a Universidade fosse ressarcida dos custos pelos alunos, o que inviabilizou a entrada de novos alunos a partir de As atividades de pós-graduação estão descritas na seção 3.2. Estas atividades estão intimamente associadas com as atividades de pesquisa, que cobrem um largo espectro da Computação, e são descritas na seção Erro! A origem da referência não foi encontrada Cursos de extensão Os cursos de especialização são cursos pagos, oferecidos na modalidade extensão, com pelo menos 360 horas de aulas, dando direito a certificado de especialização da Escola de Extensão da Unicamp. Os seguintes cursos foram oferecidos pelo IC no período deste relatório: Especialização em Engenharia de Software; Especialização em Redes de Computadores; Especialização em Programação Orientada a Objetos; Especialização em Geoprocessamento; Especialização em Gestão Estratégica de Sistemas de Informação. Os cursos de extensão são apresentados na seção Erro! A origem da referência não foi encontrada Corpo Docente No período de o corpo docente variou entre 40 e 43 doutores (a variação deveu-se a aposentadorias e contratações). A Unicamp atualmente só contrata docentes doutores. Os últimos três docentes do IC contratados como mestres no passado, em regime de tempo integral, completaram seu doutorado no período de O IC conta atualmente (início de 2005) com 42 docentes, dos quais 39 possuem o título de doutor (outros dois docentes doutores estão em processo de contratação para início de 2005). Completam o quadro docente dois Docentes Colaboradores (docentes aposentados que continuam em atividade). A política de qualificação dos docentes do IC procurou sempre diversificar a sua formação a fim de evitar o fenômeno de endogenia. Nos últimos anos tem havido um número maior de docentes formados pelo próprio IC, apesar de um grande esforço do IC em tentar atrair candidatos do exterior e de outras boas escolas do país. A tabela a seguir indica a origem dos doutorados dos docentes do IC, por país: País Número Instituição e ano EUA 13 Case Western 73; Berkeley 73 e 80; Cornell 86; Northwestern 87; Stanford 87 e 88; Pennsylvania State 91; Washington 92; Wisconsin 92; Southern California 94; Princeton 97 e Pennsylvania 02 Brasil 13 UFRJ 92; FEEC-Unicamp 91 (2), 92 e 97; 1 Os cursos de especialização (pós-graduação latu senso) são apresentados na seção Erro! A origem da referência não foi encontrada..

4 IC-Unicamp 99 (02), 00 (1) e 02 (3); USP 97 e 99 Grã-Bretanha 8 Manchester 81 e 90; Newcastle 85 e 94 (2); Imperial College 89; Reading 89; Lancaster 92. Canadá 4 Waterloo 76, 85 e 93; Toronto 81. França 2 ENSAE 92; Paris VI 93. Bélgica 1 Louvain 93. Docentes Doutores em Tempo Integral 1. Alexandre Xavier Falcão Doutor, FEEC-UNICAMP, Brasil, Anamaria Gomide Doutora, FEEC-UNICAMP, Brasil, Ariadne Maria Brito Rizzoni Carvalho Ph. D., Reading University, GB, Arnaldo Vieira Moura Ph. D., University of California at Berkeley, EUA, Cecília Mary Fischer Rubira Ph. D., University of Newcastle upon Tyne, GB, Célia Picinin de Mello Doutora, UFRJ, Brasil, Célio Cardoso Guimarães Ph. D., Case Western Reserve University, EUA, Cid Carvalho de Souza Ph. D, Univ. Catholique de Louvain, Bélgica, Claudia Maria Bauzer Medeiros Ph. D., University of Waterloo, Canadá, Edmundo Roberto Mauro Madeira Doutor, FEEC-UNICAMP, Brasil, Eliane Martins Docteur, École Nationale Supérieure de l Aéronautique et de l Espace, França, Flávio Keidi Miyazawa Doutor, IME-USP, Brasil, Guido Costa Souza de Araújo Ph. D., Princeton University, EUA, Hans Kurt Edmund Liesenberg Ph. D., University of Newcastle upon Tyne, GB, Heloisa Vieira da Rocha Doutora, FEEC-UNICAMP, Brasil, Islene Calciolari Garcia Doutora, IC-UNICAMP, Brasil, Jacques Wainer Ph. D., Pennsylvania State University, EUA, João Carlos Setubal Ph. D., University of Washington, EUA, Jorge Stolfi Ph. D., Stanford University, EUA, 1988

5 19. Julio César Lopez y Hernándes Doutor, IC-UNICAMP, Brasil, Luiz Eduardo Buzato Ph. D., University of Newcastle upon Tyne, GB, Maria Beatriz Felgar de Toledo Ph. D., Lancaster University, GB, Maria Cecília Calani Baranauskas Doutora, FEEC-UNICAMP, Brasil, Nelson Luis Saldanha da Fonseca Ph. D., University of Southern California, EUA, Neucimar Jerônimo Leite Docteur, Université Pierre et Marie Curie (Paris VI), França, Orlando Lee Doutor, IME-USP, Brasil, Paulo Lício de Geus Ph. D., Manchester University, GB, Pedro Jussieu de Rezende Ph. D., Northwestern University, EUA, Paulo César Centoducatte Doutor, IC-UNICAMP, Brasil, Ricardo Dahab Ph. D., University of Waterloo, Canadá, Ricardo de Oliveira Anido Ph. D., Imperial College, GB, Rodolfo Jardim de Azevedo Doutor, IC-UNICAMP, Brasil, Siome Klein Goldenstein Ph. D., University of Pennsylvania, EUA, 2002 Docentes Doutores em Tempo Parcial 1. Arthur João Catto Ph. D., Manchester University, GB, Geovane Cayres Magalhães Ph. D., University of Toronto, Canadá, João Meidanis Ph. D., University of Wisconsin, EUA, Mário Lúcio Côrtes Ph. D., Stanford University, EUA, Ricardo Pannain Doutor, IC-UNICAMP, Brasil, Rogério Drummond Burnier Pessôa de Mello Filho Ph. D., Cornell University, EUA, Zanoni Dias Doutor, IC-UNICAMP, Brasil, 2002 Docentes Mestres em Tempo Parcial 1. Fernando Antônio Vanini Mestre, DCC-UNICAMP, Brasil, Sindo Vasquez Dias Mestre

6 DCC-UNICAMP, Brasil, Thelma Cecília Chiossi Mestre, DCC-UNICAMP, Brasil, 1975 Professores Colaboradores 1. Cláudio Leonardo Lucchesi Ph. D., University of Waterloo, Canadá, Tomasz Kowaltowski Ph. D., University of California at Berkeley, EUA, 1973 Quebra de página 1.2. FORMA DE ORGANIZAÇÃO DESCRIÇÃO 1.2 Forma de Organização O Instituto é dividido em três departamentos: Sistemas de Computação, Sistemas de Informação e Teoria da Computação. Apesar dessa divisão, apenas recentemente os departamentos têm procurado efetivar sua implantação, com instalação dos conselhos de departamentos e reuniões periódicas. A demora na instalação dos departamentos é histórica: quando da transformação do DCC em Instituto muito se debateu sobre a adequação de haver vários departamentos, pois as decisões no antigo DCC sempre foram na forma de assembléia de docentes. Com a criação do Instituto, as discussões e decisões centraram-se no órgão colegiado maior, no caso a Congregação do Instituto. Por algum tempo considerou-se a não existência de departamentos (o regimento da Unicamp permite outras formas de organização). O Departamento de Teoria foi o primeiro a formalizar sua instalação, mas os outros departamentos não seguiram essa prática. Mais recentemente (final de 2004), a Congregação aprovou um novo regimento interno do IC, mantendo a divisão em departamentos, de forma que a efetivação dos departamentos deverá ser completada. Os docentes estão distribuídos entre os Departamentos como se segue: Departamento de Sistemas de Informação 1. Alexandre Xavier Falcão 2. Ariadne Maria Brito Rizzoni Carvalho 3. Claudia Maria Bauzer Medeiros 4. Cecília Mary Fischer Rubira 5. Eliane Martins 6. Hans Kurt Edmund Liesenberg 7. Heloisa Vieira da Rocha 8. Jacques Wainer 9. Luiz Eduardo Buzato 10. Maria Cecília Calani Baranauskas 11. Neucimar Jerônimo Leite 12. Geovane Cayres Magalhães 13. Sindo Vasquez Dias 14. Thelma Cecília Chiossi 15. Tomasz Kowaltowski Departamento de Sistemas de Computação 1. Arthur João Catto 2. Célio Cardoso Guimarães

7 3. Edmundo Roberto Mauro Madeira 4. Guido Costa Souza de Araújo 5. Islene Calciolari Garcia 6. Maria Beatriz Felgar de Toledo 7. Nelson Luis Saldanha da Fonseca 8. Paulo Lício de Geus 9. Paulo César Centoducatte 10. Rodolfo Jardim de Azevedo 11. Mário Lúcio Côrtes 12. Ricardo de Oliveira Anido 13. Ricardo Pannain 14. Rogério Drummond Burnier Pessôa de Mello Filho 15. Fernando Antônio Vanini Departamento de Teoria da Computação 1. Anamaria Gomide 2. Arnaldo Vieira Moura 3. Célia Picinin de Mello 4. Cid Carvalho de Souza 5. Cláudio Leonardo Lucchesi 6. Flávio Keidi Miyazawa 7. João Carlos Setubal 8. Jorge Stolfi 9. Julio César Lopez y Hernándes 10. Orlando Lee 11. Pedro Jussieu de Rezende 12. Ricardo Dahab 13. Siome Klein Goldenstein 14. João Meidanis 15. Zanoni Dias Os órgãos admistrativos do Instituto de Computação são: a Congregação; o Conselho Interdepartamental; a Diretoria. A Congregação do IC é a mais alta instância da unidade. Ela é composta pelos seguintes membros: Diretor, seu Presidente nato; Diretor Associado; Presidente da Comissão de Graduação; Presidente da Comissão de Pós-Graduação; os três chefes de Departamento; representantes do Corpo Docente (dois por nível: titular, professor associado e professor doutor) representantes complementários do Corpo Docente (dois, qualquer nível); representantes do Corpo Discente (dois da graduação e dois da pós-graduação); um representante do Corpo de Servidores Técnico-Administrativos do Instituto. Todos os representantes do corpo docente, discente e de servidores são eleitos por seus pares para mandatos de tempo fixo (um ou dois anos, dependendo da categoria). A congregação reúne-se mensalmente; algumas das suas atribuições são: Legislação e Normas

8 1. constituir, por ocasião de cada consulta para diretor, uma Comissão para os consulta à comunidade, elaborar e encaminhar a lista tríplice para a escolha do Diretor; 2. deliberar sobre os Regimentos Internos dos Departamentos e do Conselho Interdepartamental; 3. deliberar em grau de recurso, nos casos previstos na legislação, sobre penalidades e sanções disciplinares; 4. emitir parecer sobre a criação, extinção ou fusão de Departamentos, centros ou quaisquer outras alterações na estrutura administrativa, de ensino, de pesquisa e de prestação de serviços do Instituto; 5. apreciar, em grau de recurso, as decisões dos Conselhos dos Departamentos e do Conselho Interdepartamental; 6. definir normas para distribuição de carga didática dos cursos de graduação e de pós-graduação; 7. manifestar-se, quando julgar oportuno, sobre quaisquer assuntos de interesse do Instituto, ou quando solicitado pela Universidade. Corpo Docente 1. propor abertura de concursos para a carreira docente; 2. aprovar procedimentos internos de admissão, contratação, promoção, afastamento, licença, demissão ou alteração de regime de trabalho de docentes, em consonância com o ordenamento superior da Universidade; 3. aprovar propostas de admissão, contratação, promoção, afastamento, licença, demissão ou alteração de regime de trabalho de docentes, em consonância com o ordenamento superior da Universidade; 4. aprovar o relatório anual do Instituto de Computação, bem como os relatórios individuais de cada docente do Instituto. Orçamento 1. definir critérios para a elaboração e execução do orçamento ordinário do Instituto de Computação; 2. deliberar: (a) sobre o parecer do Conselho Interdepartamental, emitido a respeito da proposta orçamentária ordinária do Instituto a ser encaminhada às instâncias superiores da Universidade; (b) sobre o relatório anual de execução do orçamento ordinário do Instituto apresentado pela Diretoria. Ensino, Pesquisa e Prestação de Serviços 1. aprovar as normas gerais e deliberar sobre as propostas dos Departamentos, das Comissões de Pós-Graduação e Graduação e dos alunos, através dos seus representantes na Congregação, relativas a currículos, programas, número de créditos e pré-requisitos de todas as disciplinas oferecidas pelos cursos ministrados pelo Instituto de Computação; 2. opinar sobre as linhas de pesquisa estabelecidas no Instituto; 3. definir critérios para o estabelecimento e execução de convênios e contratos no âmbito do Instituto de Computação; 4. definir critérios e estabelecer normas para a participação de docentes em atividades multidisciplinares que ultrapassem o âmbito do Instituto de Computação; 5. normatizar a prestação de serviços à comunidade em consonância com o ordenamento superior da Universidade. Conselho Interdepartamental O Conselho Interdepartamental é um órgão consultivo e deliberativo, que reúne-se quinzenalmente, sendo composto: pelo Diretor, seu Presidente nato; pelos Chefes de Departamento; pelo Presidente da Comissão de Pós-graduação; pelo Presidente da Comissão de Graduação; pela representação discente (um aluno).

9 Diretoria A Diretoria é ocupada por um docente doutor em tempo integral, escolhido(a) pela comunidade para um mandato de quatro anos. A consulta à comunidade é organizada por uma comissão formada pela Congregação; a consulta utiliza a mesma sistemática que a consulta para reitor, com pesos distintos para as três categorias (respectivamente pesos 3/5, 1/5 e 1/5 para docentes, servidores e estudantes). Com base na consulta, a Congregação deve elaborar uma lista tríplice; o reitor escolhe o diretor entre os nomes indicados. Apesar de formalmente a consulta ser apenas uma consulta, e não uma eleição, tradicionalmente as congregações na Unicamp obedecem a ordem de preferência da consulta, e o reitor escolhe o primeiro nome da lista. Comissões Permanentes As comissões permanentes são órgãos destinados a assessorar a Congregação na elaboração de diretrizes e no acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa, extensão e serviços à comunidade. As comissões permanentes do Instituto de Computação são: A Comissão de Avaliação Acadêmica A Comissão de Graduação A Comissão de Pós-Graduação A Comissão Diretora de Informática Uma comissão importante da Congregação é a Comissão de Avaliação Acadêmica (CAA), composta por três docentes sêniores. A CAA é responsável por analisar e emitir pareceres nos seguintes assuntos: relatórios de atividades de docentes do Instituto; propostas de contratações e promoções de docentes do Instituto; abertura de concursos para a admissão e progressão de docentes na carreira; outros assuntos pertinentes à docência, pesquisa e extensão, por solicitação da Congregação. A Comissão de Graduação é formada pelos dois coordenadores de curso (Ciência e Engenharia), um membro docente de outro instituto e um representante discente, sendo presidida por um dos coordenadores. Compete à Comissão de Graduação: assessorar e apoiar os Coordenadores e Co-coordenadores dos Curso de Graduação sob a responsabilidade parcial ou total do Instituto; assumir a responsabilidade pelas disciplinas de graduação ministradas pelo Instituto. propor à Diretoria do Instituto a distribuição da carga didática das disciplinas de graduação ministradas pelo Instituto. A Comissão de Pós-Graduação (CPG) do Instituto de Computação é constituída pelo Coordenador de Pós-Graduação, dois membros docentes e por um representante dos alunos dos Cursos de Pós-Graduação do Instituto, indicado por seus pares. Todos os coordenadores de curso são eleitos por seus pares, para mandatos de dois anos Estrutura Administrativa Administrativamente o IC está organizado conforme a figura 1.2. A estrutura mostrada nessa figura é a aprovada pelo Conselho Universitário em 2003, com um total de 43 servidores, mas não está ainda implantada totalmente. No momento, o total de servidores é 27, de forma que a estrutura administrativa descrita abaixo é a existente, e não a aprovada pelo Conselho Universitário. Segundo o planejamento da Administração da Universidade, o quadro de funcionários deverá ser completado dentro de cerca de cinco anos. Uma Assessora Técnico-Administrativa (ATU) é responsável pela gerência administrativa da unidade, assessorando a diretoria em todos os assuntos administrativos. A Secretaria de Cursos é responsável pelo atendimento aos alunos, bem como secretariar as Comissões de Graduação e de Pós-graduação. Uma secretária para a pós-graduação e um secretário para a graduação, além de dois técnicos administrativos trabalham na secretaria.

10 A Secretaria de Departamentos, com duas funcionárias, trata dos assuntos administrativos dos departamentos; as secretárias elaboram minutas das atas de reuniões, quando necessário, mantêm a base de dados da Unicamp, auxiliam na preparação de relatórios de atividades trianuais dos docentes, distribuem correspondência para os docentes, etc. A Seção de Apoio Financeiro (SAF) é uma das mais movimentadas, sendo responsável pela aquisição de todo material de consumo e equipamentos realizada com verba orçamentária (toda a verba não administrada pela FUNCAMP). A seção oferece também apoio para gerência financeira e preparação de prestação de contas de projetos de pesquisa de professores. A SAF é ainda responsável pela manutenção do patrimônio dos bens e equipamentos do IC. A Seção de Apoio Administrativo é responsável pelo protocolo de documentos, correio, almoxarifado, controle de roteiros de recursos humanos e auxílio na reprodução de documentos em geral (provas, apostilas, etc). A Diretoria de Informática é é responsável por todo o parque computacional do IC, executando as diretrizes traçadas pela Comissão Diretora de Informática (órgão assessor da Congregação do IC). A Diretoria de Informática tem quatro células sob sua direção: Sistemas Corporativos, responsável pelo parque computacional administrativo e servidores centrais do IC; Laboratórios de Ensino, responsável por todos os laboratórios de ensino (salas de aula computadorizadas, no prédio IC3); Laboratórios de Pesquisa, responsável pelos equipamentos de pesquisa do IC; Seção de Conectividade e Manutenção, responsável pela rede física interna do IC e manutenção de equipamentos. A Secretaria de Cursos de Extensão é composta por duas estagiárias, contratadas com recursos dos cursos de extensão do IC, e é responsável por todo o atendimento aos alunos e professores na Unidade (alguns dos procedimentos, como matrículas, são feitos diretamente na Escola de Extensão, um órgão da Universidade). Finalmente, a Seção de Apoio Operacional é responsável pela manutenção das instalações físicas (elétricas, hidráulicas, ar condicionado, etc.), contando com um engenheiro civil e um técnico em manutenção. Como o corpo administrativo do IC é enxuto, sempre que possível procurou-se implantar uma política de compartilhamento de atribuições. Assim, embora haja uma divisão explícita de algumas tarefas dentro de cada seção (por exemplo entre pós-graduação e graduação na Secretaria de Cursos), na medida do possível o trabalho é compartilhado, o que minimiza um pouco o problema de atendimento no caso de férias de funcionários Infra-estrutura física O IC é a mais nova unidade acadêmica da Universidade, e ainda não tem instalações permanentes. Atualmente o IC ocupa dois barracões (prédios IC1 e IC2) e um prédio de laboratórios de ensino (prédio IC3). O prédio IC1 abriga salas de professores; o prédio IC-2 abriga a administração, laboratórios de pesquisa, salas de alunos de doutorado e duas salas de aula para a pós-graduação. O prédio IC3 abriga os laboratórios de ensino, o laboratório INTEL, o laboratório Microsoft, e duas salas de aula. Apesar de bem conservados e mantidos, os prédios IC1 e IC2 não oferecem o espaço adequado, e o IC tem trabalhado para conseguir condições melhores. Em 2002 uma reserva de R$ 3 milhões foi feita pela Administração da Universidade para construção de um prédio definitivo. Após um longo processo de discussão na comunidade do instituto, o projeto arquitetônico (desenvolvido por um órgão interno da Universidade) foi finalmente aprovado na Congregação do IC, contando com cerca de 9.000m 2 de área. Uma companhia estatal foi contratada para efetuar os projetos estrutural, elétrico e hidráulico. A previsão é que a licitação para início da construção seja efetuada no primeiro semestre de Enquanto o projeto de novo prédio se desenvolvia, o IC conseguiu recursos adicionais da ordem de R$ 1 milhão para construção de um anexo ao prédio de laboratórios de ensino, com cerca de 900m 2. A construção foi iniciada em fevereiro de 2004, com previsão de término em novembro do mesmo ano, mas a empresa construtora parou a obra no meio. A previsão é que a construção seja retomada no primeiro semestre de Apesar de ter conseguido uma grande expansão (considerando o espaço físico existente na sua criação, que consistia apenas do prédio IC-1 e metade do prédio IC-2), o IC tem sido muito afetado pela falta de espaço para expansão de suas atividades de ensino e pesquisa Recursos de Informática O IC possui uma rede computacional fast-ethernet de aproximadamente 450 pontos, distribuídos entre laboratórios de ensino, laboratórios de pesquisa, infra-estrutura de serviços de rede e computadores de docentes e de funcionários técnicos-administrativos. Essa rede computacional é composta principalmente por PCs com diversas configurações de hardware e software, que são utilizados pela comunidade do Instituto. Para manter sua estrutura o IC conta com um conjunto de aproximadamente 30 servidoras gerais, que fornecem, dentre outros, os seguintes serviços: Acesso a rede (contas para login), firewall, , DNS, NEWS, FTP, WWW, impressão, espaço em disco, backup e acesso remoto.

11 Essas servidoras possuem uma configuração de hardware bastante heterogênea, abrangendo processadores Intel Xeon, Pentium 4, AMD Duron e Sun Sparc e estão instaladas com os sistemas operacionais Solaris, Redhat Linux, Fedora e Windows NT 4 Server. O IC possui ainda em seus laboratórios servidoras de alto desempenho e clusters que são utilizados em suas atividades de ensino e pesquisa. A rede computacional do IC se conecta à UniNet (backbone da Unicamp) através de uma fibra ótica que liga nosso instituto ao nó básico do backbone. Esse backbone utiliza a tecnologia fast-ethernet de 100Mbps e é formado por 6 nós onde todas as unidades da universidade se interligam. Esses nós são interligados por fibra ótica ao Centro de Computação, que por sua vez faz toda a conexão da UniNet à ANSP, rede acadêmica do estado de São Paulo. Laboratórios O IC possui em suas instalações laboratórios de ensino e laboratórios de pesquisa. Os laboratórios de ensino estão situados no prédio IC-3, sendo compostos por 5 salas de 30 computadores cada, onde cada computador está instalado em dual-boot com Linux (RedHat ou Fedora) e Windows 2000 Professional. Dessas 5 salas, 2 salas estão equipadas com 30 computadores Dual Xeon 2.2 GHz e 1GB de memória RAM, que além de servir como estação de trabalho aos alunos, também podem trabalhar em cluster. Para complementar a infra-estrutura disponível a todos os alunos, o IC possui um Cluster de 80 nós Dual Xeon 2.2 GHz e 1 GB de RAM cada. Esse cluster é formado por 20 servidoras dedicadas a essa finalidade e por 60 workstations que equipam dois laboratórios de ensino e que podem ser utilizadas individualmente ou como membro do cluster. Para os alunos de doutorado o IC oferece ainda 4 salas com 8 PCs cada, que estão instalados em baias individuais e configurados com os sistemas operacionais Linux (Redhat ou Fedora) e Windows Para pesquisa, o IC possui os seguintes laboratórios: LAD - Laboratório de Alto Desempenho, que é um laboratório implementado através de um projeto institucional para a FAPESP, compartilhado entre todos os docentes LBI - Laboratório de Bio-Informática, coordenado pelo prof. João Setubal (até 2001 em conjunto com o prof. João Meidanis); LSD - Laboratório de Sistemas Distribuídos, coordenado pelo prof. Ricardo Anido; LIS - Laboratório de Sistemas de Informação, coordenado pela profa. Cláudia Bauzer; LAS - Laboratório de Administração e Segurança de Sistemas, coordenado pelo prof. Paulo Lício de Geus; LSC - Laboratório de Sistemas Computacionais, coordenado pelo prof. Guido Araújo; Laboratório A-HAND, coordenado pelo prof. Rogério Drummond. Além desses laboratórios, o IC conta também com laboratórios montados a partir de parcerias com a iniciativa privada para o desenvolvimento de projetos, como o Laboratório Microsoft, o Laboratório Intel e o Laboratório IBM Biblioteca Desde a criação do IC ficou decidido que o acervo bibliográfico do Instituto continuaria alojado na Biblioteca do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC). Nos últimos anos foram adquiridos livros em quantidade suficiente para a realização de cursos e de pesquisas na Pós-graduação. Em foram adquiridas mais de uma centena de obras com verbas oriundas principalmente da UNICAMP e FAPESP. A situação de periódicos, que há alguns anos era precária, vem sendo melhorada. O principal problema é a falta de verba para assinatura de revistas novas, sendo que em anos críticos há falta de verbas também para renovações; mas temos contornado o problema com recursos da UNICAMP e com sobras dos convênios PROAP. É importante ressaltar a grande contribuição da CAPES através do seu Portal de Periódicos, que tem se tornado a principal fonte bibliográfica. No novo organograma aprovado há a previsão de uma pequena biblioteca de pesquisa, mantida por uma bibliotecária, mas esta bilbioteca provavelmente somente será implantada quando o novo prédio estiver pronto. Quebra de página 2. AVALIAÇÃO INTERNA DAS ATIVIDADES DE PESQUISAS CONSOLIDAÇÃO DAS AVALIAÇÕES INTERNAS DOS DEPARTAMENTOS

12 Avaliação interna das atividades de pesquisa A atividade de pesquisa no IC é baseada nas principais áreas de concentração do Programa de pós-graduação e suas linhas de pesquisa, que são divididas em: Aplicações; Engenharia de Computação; Engenharia de Software; Gerência de Sistemas de Informação; Redes de Computadores; Sistemas de Computação; Sistemas de Informação Sistemas de Programação e Teoria da Computação. Dentro dessas linhas de pesquisa, situam-se as disciplinas de pós-graduação e as principais áreas cobertas nos projetos de pesquisa dos docentes do IC. 2.1 Áreas de Pesquisa Os professores do IC desenvolvem atividades de pesquisa e orientação que cobrem diversas áreas da ciência e tecnologia da computação, incluindo desde áreas básicas e fundamentais da Ciência da Computação até áreas de fronteira com outras disciplinas como por exemplo Bioinformática/Biologia Computacional. A seguir apresentamos uma breve descrição das principais áreas de pesquisa no IC: Arquitetura de Computadores: Especialização de arquiteturas. Exploração de paralelismo em arquiteturas VLIW. Projeto de sistemas digitais. Compressão de código executável. Otimização de memória para sistemas embutidos. Bancos de Dados: Projeto e implementação de aplicações científicas em bancos de dados. Gerenciamento de dados geográficos. Bancos de dados de imagens. Sistemas de informação para planejamento ambiental e urbano. Sistemas de informação geográfica, para apoio a aplicações de geoprocessamento. Bancos de dados de workflows e workflows científicos. Sistemas de apoio a decisão baseados em bancos de dados. Bases de dados: integração de XML com BD relacionais. Análise de desempenho em bancos de dados - estruturas de indexação e benchmarks. Biologia Computacional/Bioinformática: Rearranjos de genomas. Montagem de fragmentos de DNA. Mapeamento físico de DNA. Desenvolvimento de técnicas e programas para apoio a projetos em genômica. Bancos de dados para a bioinformática. Computação Gráfica: Métodos intervalares para traçados de raios. Modelagem geométrica. Visualização automática de grafos e variedades. Animação dinâmica. Reconstrução de objetos fragmentados. Computação Numérica: Aproximação de funções na esfera. Elementos finitos. Simulação de reservatórios petrolíferos. Malhas adaptativas. Métodos numéricos multi-escala. Aritmética intervalar e aritmética afim. Programação dinâmica multi-escala. Criptografia Computacional: Implementação eficiente de criptossistemas baseados em curvas elípticas. Segurança em sistemas móveis. Protocolos otimistas para trocas justas. Segurança da Informação: Segurança em sistemas móveis. Infra-estruturas de chaves públicas. Problemas de segurança em grids. Gerenciamento de direitos autorais e bens digitais. Engenharia de Software: Frameworks orientados a objetos e padrões de projeto. Arquitetura de software e seus atributos de qualidade. Desenvolvimento baseado em componentes. Reflexão computacional e arquiteturas de meta-níveis. Frameworks orientados a objetos, padrões de projeto e componentes para aplicações de bioinformática.processos de

13 desenvolvimento de software orientado a objetos. Testes de software. Testes baseados em modelos formais do comportamento. Construção de ferramentas de teste. Geometria Computacional: Projeto e análise de algoritmos para problemas geométricos discretos. Questões de convexidade, proximidade, caminhos mínimos, busca geométrica, etc. Estudo de técnicas para solução de problemas em geometria combinatória e estabelecimento de cotas inferiores. Estruturas de dados para representação de topologia de variedades. Representação exata de mapas esféricos. Geometria projetiva orientada. Groupware: Desenvolvimento de linguagens e sistemas de workflow (automação deprocessos). Mecanismos de controle de acesso e segurança para workflows. Inteligência artificial aplicada a aplicações colaborativas. Informática na Educação: Design e avaliação de ambientes educacionais mediados pela Tecnologia da Informação e Comunicação, fundamentados em teorias educacionais. Pesquisa e desenvolvimento de ambientes computacionais para subsidiar o uso de computadores na educação. Geração de tecnologia inovadora e conseqüentes metodologias de uso para educação formal, não formal e especial, considerando-se tanto a modalidade presencial como a distância. Inteligência Artificial: Sistemas de diagnóstico - diagnóstico médico, diagnóstico de redes, diagnóstico de sistemas complexos. Planejamento e robótica - aplicações de planejamento em robótica. Aplicações em medicina - sistemas de apoio a decisão médica quanto a diagnóstico, tratamento, prescrição medicamentosa, etc. Interfaces Humano-Computador: Metodologias de projeto, especificação de diálogos. Fundamentos de fatores humanos em sistemas computacionais, modelos de interação. Princípios básicos e principais teorias, modelos e métodos de design e avaliação de interfaces humano-computador. Linguagens de Programação e Compiladores: Geração e otimização de código. Máquinas virtuais e compilação dinâmica. Linguagens Formais e Autômatos: Autômatos com relógios ("timed automata") e autômatos híbridos. Ferramentas para análise de sistemas usando técnicas formais envolvendo autômatos com relógios e autômatos híbridos. Complexidade dos formalismos. Otimização Combinatória: Modelagem de problemas. Estudo de problemas de otimização de natureza combinatória. Heurísticas e metaheurísticas. Programação por restrições. Técnicas híbridas. Desenvolvimento de algoritmos exatos, aproximados e heurísticos. Complexidade computacional. Pesquisa Operacional: Desenvolvimento de modelos matemáticos e algoritmos para resolução de problemas de otimização com aplicações no setor industrial e de serviços. Técnicas e heurísticas para busca de soluções. Tratamento de problemas operacionais e estratégicos, de escalonamento e de localização de recursos. Implementação e avaliação de desempenho de algoritmos. Processamento de Imagens: Processamento, visualização e análise de imagens multidimensionais e multiespectrais (e.g. imagens médicas, vídeo digital, sensoriamento remoto). Morfologia matemática. Recuperação de imagens por conteúdo. Visão Computacional. Reconstrução estereoscópica e fotométrica para objetos irregulares. Digitalização e processamento de documentos antigos. Processamento de Línguas Naturais: Análise sintática do Português, geração e tradução de textos. Tratamento de fenômenos lingüísticos. Representação eficiente de vocabulário e dados léxicos. Projeto e Teste de Sistemas VLSI: Linguagens de descrição de hardware. Simulação de arquiteturas. Ferramentas de síntese. Projetos de sistemas VLSI. Redes de Computadores: Qualidade de serviço para a Internet, Gerenciamento de redes Comunicação móvel e redes sem fio, Redes Ópticas, Sistemas Multimídia em redes Protocolos TCP/IP para sistemas embarcados. Segurança em redes de computadores, Gerência de serviços e aplicações. Comércio eletrônico. Administração de redes de computadores, Segurança de redes e de Sistemas, TCP/IP, Modelagem e controle de tráfego, Avaliação de desempenho. Sistemas Distribuídos: Especificação, análise e implementação de algoritmos distribuídos: tolerância a falhas, complexidade temporal e de mensagens. Estudo de propriedades de estados globais consistentes, transações atômicas e checkpointing. Cooperação, recuperação de falhas e mobilidade em sistemas de gerenciamento de workflow. Modelos de transações para o ambiente de computação móvel. Desenvolvimento de plataformas distribuídas baseadas em CORBA. Componentes em CORBA.

14 Avaliação de desempenho de aplicações distribuídas em arquitetura de clusters de computadores. Desenvolvimento de ferramentas para monitoramento e análise de desempenho. Testes de conformidade de protocolos de comunicação: Técnicas para geração automática de testes, análise de cobertura de conjuntos de testes, arquitetura distribuída e técnicas de análise de resultados. Testes de componentes (testes em contexto). Tolerância a Falhas: Injeção de falhas por software. Construção de injetores de falhas. Estratégias para injeção de falhas. Representatividade das falhas injetadas. Estudo de modelos computacionais para tolerância a falhas (alta disponibilidade). Técnicas de tolerância a falhas de hardware, software e de ambiente. Cluster computing. Algoritmos adaptativos para detecção de falhas. Consenso Distribuído. Tolerância a falhas de software. Diversidade de projeto em software. Estruturação de sistemas orientados a objetos robustos. Mecanismos de tratamento de exceções. Ações atômicas coordenadas. Frameworks orientados a objetos e padrões de projeto para tolerância a falhas. Métodos e ferramentas para a construção de sistemas confiáveis. Arquiteturas de software tolerantes a falhas. Teoria dos Grafos: Emparelhamentos em grafos. Grafos cobertos por emparelhamentos. Decomposição em orelhas. Igualdades minimax. Coloração de grafos. Grafos de intervalo e suas generalizações.operador clique. Fluxos inteiros e caminhos mínimos em grafos. Equações de Birkhoff-Lewis. Algoritmos. Grafos cobertos por emparelhamentos. Grafos Pfaffianos. Conexidade em grafos. Cobertura por circuitos. Árvores geradoras independentes. Caminhos disjuntos. Tecnologias de informação e comunicação (TIC) para o desenvolvimento social: Busca por soluções abertas, baseadas em tecnologias de informação e comunicação, de baixo custo e próprias para o desenvolvimento da sociedade de informação em países em desenvolvimento. Impactos das tecnologias de informação e comunicação na educação, saúde, empresas e organizações: processos de decisão sobre investimentos TIC, impactos na produtividade, impactos na qualidade. (Pesquisa realizada em conjunto com cientistas sociais.) Projeto Integrado de Hardware e Software: Projeto de sistemas dedicados. System-On-a-Chip (SoC). Especialização de processadores. Linguagens de descrição de arquiteturas. Projeto e geração automática de simuladores, montadores e back-end de compiladores. Integração de componentes de hardware. A relevância e principais avanços nas áreas de pesquisa em questão estão refletidos nas publicações de seus docentes nos principais periódicos indexados, além de em Anais de conferências internacionais e nacionais. 2.2 Laboratórios de Pesquisa O IC possui os seguintes laboratórios: LAD - Laboratório de Alto Desempenho, que é um laboratório implementado através de um projeto institucional para a FAPESP, compartilhado entre todos os docentes LBI - Laboratório de Bio-Informática, coordenado pelo prof. João Setubal; LSD - Laboratório de Sistemas Distribuídos, coordenado pelos profs. Ricardo Anido e Luiz Eduardo Buzato; LIS - Laboratório de Sistemas de Informação, coordenado pela profa. Claudia Bauzer; LAS - Laboratório de Administração e Segurança de Sistemas, coordenado pelo prof. Paulo Lício de Geus; LSC - Laboratório de Sistemas Computacionais, coordenado pelo prof. Guido Araújo. A-HAND, coordenado pelo prof. Rogério Drummond. O IC possui também três laboratórios em parceria com empresas: Laboratório de Desenvolvimento de Software, com a Microsoft, coordenado pelo prof. Tomasz Kowaltowski até 2003, atualmente coordenado pelo prof. Rodolfo Azevedo; Laboratório de Tecnologia Sem Fio, com a INTEL, coordenado pelos profs. Ricardo Dahab e Guido Araújo; Laboratório de Tecnologia Linux, com a IBM, coordenado pelo prof. Paulo Lício de Geus. 2.3 Projetos de cooperação com centros de pesquisa no exterior e no Brasil Os docentes do IC têm colaborado regularmente com pesquisadores e profissionais de diversas instituições do país e do Exterior, destacando-se os seguintes intercâmbios internacionais: Canadá: University of Waterloo, Université de Montréal, University of Toronto, University of Alberta.

15 EUA: U.C. Berkeley, Stanford, M.I.T., IBM Research Center, DEC Palo Alto, University of Pensylvania, University of Maine, University of Princeton, Red Hat, Microsoft Corporation, Conexant Systems Inc., Mindspeed Technologies, University of Washington, Aachen University of Technology. França: Université Paris-Dauphine, École Supérieure d Ingénieurs en Electrotechnique et Electronique, École Nationale Supérieure de L Électronique et de ses Applications, Institut National dés Télécommunications. Inglaterra: Imperial College, University of Newcastle upon Tyne, University of Reading, University of Sussex. Alemanha: Freie Universitat Berlin. Portugal: Universidade de Coimbra. Itália: Università di Roma "La Sapienza", IASI. Alguns desses projetos têm recebido apoio financeiro do exterior, como é o caso do laboratório de sistemas de computacão, coordenado pelo Prof. Dr. Guido Araújo, que recebeu apoio das empresas Conexant Systems Inc. e Mindspeed Technologies. No Brasil, os docentes do IC também são bastante ativos em projetos temáticos, patrocinados pelo CNPq, pela CAPES e Fapesp, tais como PROTEM CNPq/NSF, CNPq/CNRS, PRONEX CNPq, PROCAD CAPES, CAPES/COFECUB e os programas PIPE, PITE, individuais e temáticos da FAPESP. Entre esses, destacam-se os seguintes projetos: Projetos Genomas da FAPESP: vários dos projetos genoma que a FAPESP vem financiando desde 1997 têm a sua parte de bioinformatica realizada no Laboratório de Bioinformática (LBI) do Instituto, atualmente coordenado pelo professor João Carlos Setubal (Joao Paulo Kitajima e João Meidanis são ex-co-coordenadores). O LBI foi o responsavel pela bioinformatica dos seguintes projetos: Xylella fastidiosa da laranja, Xylella fastidiosa da uva, SUCEST (cana-de-açucar), Xanthomonas citri, e Xanthomonas campestris. Adicionalmente o LBI foi o responsável pela bioinformática do projeto Agrobacterium tumefaciens, em parceria com a University of Washington (EUA), com financiamento da National Science Foundation. Atualmente o LBI participa dos projetos Schistosoma mansoni, Leptospira interrogans, e Leifsonia xyli. Para o apoio a esses projetos várias ferramentas de bioinformática foram desenvolvidas: scaffold para montagem de DNA; ambiente para anotação de genomas, incluindo ferramentas de anotação automática; bancos de dados integrados de genes de bactérias patógenas de plantas; ferramentas de comparação genômica; e outras. Cooperação bilaterial CNPq-CNRS entre o IC e a Universite Paris IX - Dauphine, coordenada pela Profa. Dra. Cláudia M. Bauzer Medeiros. Cooperação CAPES/COFECUB entre a UFMG, IC/UNICAMP (coordenação local) e centros franceses de pesquisa na área de processamento de imagens, pelo Prof. Neucimar Jerônimo Leite. 2.4 Produção Científica A produção em pesquisa do IC no período deste relatório cresceu significativamente. A tabela 2.1 mostra a evolução da produção científica ao londo dos últimos anos, mostrando um crescimento significativo. A tabela considera a produção total da pesquisa (periódicos, conferências, livros, capítulos de livros) Table 2.1: Evolução das Publicações O IC sempre incentivou que a produção seja publicada em veículos de boa qualidade. Isso pode ser constatado observando os dados relativos à produção qualificada segundo o padrão QUALIS da Capes (contada a partir de 2001, quando o padrão foi utilizado pela primeira vez), mostrados nas Tabelas 2.2 a Erro! A origem da referência não foi encontrada., a seguir. Ano Per.Int.A Per.Int.B Per.Int.C Total PIQ

16 Table 2.2: Produção Qualis no Triênio - Periódicos Internacionais Ano Conf.Int.A Conf.Int.B Conf.Int.C Total CIQ Table : Produção Qualis no Triênio - Conferências Internacionais Ano Per.Nac.A Per.Nac.B Per.Nac.C Total PNQ Table : Produção Qualis no Triênio - Periódicos Nacionais Ano Conf.N.A Conf.N.B Conf.N.C Total CNQ Table : Produção Qualis no Triênio - Conferências Nacionais Livro Capítulo Table : Produção Qualis no Triênio - Livros e Capítulos no Triênio

17 Quebra de página 2.5 Prêmios Alguns prêmios recebidos por docentes e alunos do IC merecem destaque, por evidenciar a qualidade do ensino e pesquisa realizada: Prêmio Santista de Informática Prof. Claudio Leonardo Lucchesi, Pela contribuição científica; um dos mais prestigiosos prêmios acadêmicos nacionais. Prêmio Newton Faller da SBC Profa. Claudia Bauzer Medeiros, Por serviços prestados à SBC, principalmente como editora do Journal of the Brazilian Computer Society. Prêmio do Mérito Científico e Tecnológico do Estado de São Paulo Prof. João Meidanis, Pela contribuição no projeto Genoma/Fapesp. Prêmio do Mérito Científico e Tecnológico do Estado de São Paulo Prof. João Setubal, Pela contribuição no projeto Genoma/Fapesp. Comenda da Ordem do Mérito Científico Prof. Tomasz Kowaltowski, Pela contribuição científica. Prêmio Editor of the Year, Elsevier Science Prof. Nelson Fonseca, Prêmio Excelência em EaD Profa. Heloisa V. Rocha, Primeiro lugar na categoria pesquisa, Professor Emérito da Unicamp Prof. Claudio Leonardo Lucchesi, Pela contribuição acadêmica. Teses, dissertações e artigos: Primeiro lugar no Concurso de Teses e Dissertações da SBC, categoria Doutorado, Aluno: Marcelo Henriques de Carvalho; orientador: Cláudio L. Lucchesi. Primeiro lugar no Concurso de Teses e Dissertações da SBC, categoria Mestrado, Aluno: Alexandre de Melo Rezende; orientador: Jacques Wainer. Terceiro lugar no Concurso de Teses e Dissertações da SBC, categoria Mestrado, Aluno: Roberto A. Façanha; orientador: Nelson Fonseca. Segundo lugar no Concurso de Teses de Mestrado CLEI/UNESCO, Aluno: César Augusto Viana Neto; orientador: Nelson Fonseca. Terceiro lugar no Concurso de Teses e Dissertações da SBC, categoria Mestrado, Aluno: Cândida Nunes da Silva; orientador: Ricardo Dahab. Primeiro lugar no Concurso de Teses e Dissertações da SBC, categoria Mestrado, Aluno: Alessandro S. Garcia; orientador: Cecília Rubira. Primeiro lugar no Concurso de Teses de Mestrado CLAIO/UNESCO, Aluno: Tallys Yunes; orientador: Cid C. Souza. Segundo lugar no Concurso de Teses de Mestrado CLEI/UNESCO, Aluno: Roberto Silveira Silva Filho; orientador: Edmundo Madeira. Melhor artigo, IHC2001 (), Profa. Cecília Baranauskas; Primeiro lugar no Concurso de Teses e Dissertações da SBC, categoria Doutorado, Aluno: Zanoni Dias; orientador: João Meidanis. Segundo lugar no Concurso de Teses e Dissertações da SBC, categoria Mestrado, Aluno: Guilherme Ottoni; orientador: Guido Araújo. Melhor artigo, SCOPES 03 (7th International Workshop on Software and Compilers for Embedded Systems), Prof. Guido Araújo; Segundo lugar no Concurso de Teses e Dissertações do SBIE, categoria Mestrado, Aluno: Ricardo L. Lachi; orientadora: Heloisa V. Rocha. 2.6 Organização de Eventos Os docentes do IC também têm participado na organização de congressos e workshops. Os seguintes eventos foram organizados no período : IHC99 (coordenação geral: M. Cecília Baranauskas; coordenação do comitê de programa: Heloísa V. Rocha); SCTF99, Simpósio Brasileiro de Computação Tolerante a Falhas (coordenadoras: Cecília Rubira e Eliane Martins) co-organização do SIBGRAPI99, Simpósio Brasileiro de Computação Gráfica e Processamento de Imagens (coordenação geral: Léo Pini Magalhães, FEEC-Unicamp; coordenação do comitê de programa: Jorge Stolfi); IFIP Workshop on Dependability Benchmarking, 2001 (coordenadoras: Cecília Rubira e Eliane Martins).

18 Congresso da Sociedade Brasileira de Computação de 2003, coordenação geral Ricardo Anido. Vários de seus eventos foram coordenados por professores do IC: COMPUTEC (Ricardo Pannain), CTD (Cecília Rubira e Eliane Martins), CTIC (Célia P. Mello e Islene C. Garcia), SEMISH (Paulo Cesar Centoducatte, em conjunto com Edson S. Moreira, ICMC-USP), SECOMU (Tomasz Kowltowski, em conjunto com José Carlos Maldonado), WIE (Cecília Baranauskas) e WPerformance (Nelson Fonseca); Professores do IC participam também ativamente na organização de eventos da SBC para estudantes: Olimpíada Brasileira de Computação, coordenada pelo prof. Ricardo Anido desde 1999, que inclui a realização, anualmente, de um curso de programação para os 50 a 60 melhores colocados na prova nacional; o curso é realizado na Unicamp, com a duração de uma semana, no mês de julho; Maratona de Programação, cujo diretor da Regional Sul-Americana do concurso da ACM (do qual a Maratona é parte) é o prof. Ricardo Dahab. O IC tem sediado a Maratona regularmente (em 2003, foi a maior das sedes, com mais de 70 times, coordenação do prof. Rodolfo J. Azevedo). 2.7 Comentários Finais A Comissão de Avaliação da Capes, em sua análise da produção em pesquisa do último triênio, considerou muito boa a adequação dos tipos de produção à Proposta do Programa de Pós-graduação, vínculo com áreas de concentração, linhas e Projetos de Pesquisa, bem como com teses e dissertações e recomendou que seja mantido esse ritmo de crescimento. Vários docentes do IC têm envolvimento com pesquisa interdisciplinar, havendo boa interação com grupos de pesquisa de outras unidades da Unicamp (em particular a Faculdade de Engenharia Agrícola, Faculdade de Ciências Médicas, Instituto de Biologia, Faculdade de Educação e Faculdade de Educação Física). Na área de Informática na Educação, por exemplo, há o desenvolvimento (em conjunto com o Nied - Núcleo de Informática Aplicada a Educação) do ambiente para ensino a distancia TelEduc e na investigação sobre ambientes virtuais acessíveis a pessoas com deficiências (Projeto PROESP/CAPES em cooperação com a Faculdade de Educação), que atualmente é disponibilizado para todos os cursos da Universidade. Vale lembrar também pesquisa e desenvolvimento na área de Processamento de Imagens Médicas (projeto temático apoiado pela Fapesp, desenvolvido em conjunto com a Faculdade de Ciências Médicas), além dos resultados trazidos pelos projetos em genômica, amplamente divulgados no meio acadêmico (revista Nature) bem como na mídia em geral (TV e jornais). O IC tem incentivado a participação do corpo discente nas atividades de pesquisa; em particular parte dos recursos PROAP (CAPES/PRPG) tem sido utilizado para apoiar a participação de alunos da pós-graduação em Conferências nacionais e internacionais classificadas no Qualis. Discentes das várias categorias (Mestrado Acadêmico, Mestrado Profissional e Doutorado) têm participado em autoria e co-autoria de trabalhos e têm constituído Equipes de Projetos, indicando envolvimento além de seus trabalhos de conclusão. Comparado a outros 31 Programas de pós-graduação em Computação, o Programa de Pós-graduação do IC está entre os cinco com as maiores médias em publicações de pesquisa em periódicos internacionais nível A no Qualis (dados do Fórum de Coordenadores de PG em Computação). As principais fontes de financiamento da Pesquisa no IC têm sido os Projetos temáticos dos docentes e seus grupos, patrocinados pelo CNPq, Capes e Fapesp, além de recursos oriundos de Projetos de Cooperação com outros centros de pesquisa internacionais e nacionais. Vale observar que o IC tem disponibilizado diversos incentivos para promoção da pesquisa, a saber: o FAPIC, Fundo de Apoio à Pesquisa no IC, recurso oriundo do Mestrado Profissional, distribuído na forma de cotas entre os membros do corpo docente para utilização em pesquisa, conforme descrito no capítulo Erro! A origem da referência não foi encontrada.. Além disso foi implantado o apoio operacional do setor financeiro para gerência financeira dos projetos de pesquisa dos docentes do Instituto, poupando-lhes tempo para dedicação à pesquisa propriamente dita. Quebra de página 3. AVALIAÇÃO INTERNA DAS ATIVIDADES DE ENSINO CONSOLIDAÇÃO DAS AVALIAÇÕES INTERNAS DOS DEPARTAMENTOS

19 Avaliação interna das atividades de ensino 3.1 Ensino de Graduação O Instituto de Computação é responsável pelo oferecimento do curso de bacharelado em Ciência da Computação Modalidade Sistema de Informação. Este curso é ministrado no período noturno, com duração nominal de 4 anos. O curso oferece 50 vagas por ano, preenchidas através de opção específica no vestibular geral da Unicamp. Em 2003, a relação candidato/vaga no vestibular foi de 30,5. A Ciência da Computação abrange uma área de amplo espectro, envolvendo tanto a construção de equipamentos e dispositivos (hardware) quanto o desenvolvimento de programas (software) que viabilizam a utilização dos equipamentos. É a este segundo domínio que o bacharelado em Ciência da Computação confere maior ênfase. Neste sentido, o curso oferece uma formação básica capaz de permitir o acompanhamento da evolução da informática na área de sistema de informação, tanto do ponto de vista acadêmico quanto prático. O curso busca acentuar a formação em desenvolvimento de software, especialmente comerciais e aplicativos, com ênfase em metodologias de análise, projeto e desenvolvimento de sistemas e ferramentas para ambientes computacionais. O bacharel em Ciência da Computação poderá atuar em análise e projeto de sistemas administrativos e financeiros, automação de escritórios, gerência de recursos e serviços de empresas e projetos científicos. Incluí-se aí o desenvolvimento de modelos matemáticos direcionados para as questões computacionais, o planejamento e a operacionalização de sistemas integrados de informação, o desenvolvimento de sistemas de programação e a própria análise de sistemas. Os campos de atuação mais evidentes na estrutura atual do mercado de trabalho são as empresas usuárias de sistemas informatizados, as empresas produtoras de software, os grupos financeiros, as empresas de consultoria e os centros de processamento de dados de empresas públicas e privadas. Este curso tem o seu reconhecimento feito por Decreto Federal número , de 23/09/76, ratificado pela Portaria MEC número , de 22/12/ Grade Curricular Para graduar-se neste curso, o aluno deverá cumprir um total de 160 créditos, equivalente a 2400 horas. O curso poderá ser integralizado em 08 semestres e o prazo máximo de integralização é de 12 semestres. O tempo médio é de 8,8 semestres. A sugestão da unidade para o cumprimento do currículo pleno é a seguinte: 1o. semestre: 22 créditos F 128 Física Geral I 04 créditos F 129 Física Experimental I 02 créditos MA111 Cálculo I 06 créditos MA141 Geometria Analítica e Vetores 04 créditos MC102 Algoritmos e Programação de Computadores 06 créditos 2o. semestre: 20 créditos MA211 Cálculo II 06 créditos MA327 Álgebra Linear 04 créditos MC202 Estrutura de Dados 06 créditos MC542 Organização de Computadores: Teoria e Prática 06 créditos 3o. semestre: 18 créditos F 328 Física Geral III 04 créditos F 329 Física Experimental III 02 créditos MC326 Estrutura de Arquivos 04 créditos MC348 Fundamentos Matemáticos da Computação 04 créditos MC404 Organ. Básica de Comp. e Ling. de Montagem 04 créditos 4o. semestre: 20 créditos MC336 Paradigmas de Programação 04 créditos MC448 Projeto e Análise de Algoritmos I 04 créditos MC514 Sistemas Operacionais: Teoria e Prática 06 créditos MC536 Banco de Dados: Teoria e Prática 06 créditos

20 5o. semestre: 22 créditos MC436 Introdução à Engenharia de Software 06 créditos MC548 Projeto e Análise de Algoritmos II 04 créditos MC822 Teleprocessamento e Redes 04 créditos ME203 Estatística Elementar 04 créditos MS211 Cálculo Numérico 04 créditos 6o. semestre: 22 créditos CE839 Intr. à Administração para Computação 04 créditos EA954 Introdução à Otimização de Sistemas 04 créditos MC636 Verificação e Validação de Software 06 créditos MC750 Const. de Interfaces Homem-Computador 04 créditos MC823 Laboratório de Teleprocessamento e Redes 02 créditos MC906 Introdução à Inteligência Artificial 04 créditos 7o. semestre: 20 créditos CE738 Economia para Engenharia 04 créditos MC727 Projeto de Engenharia de Software 04 créditos Eletivas 12 créditos 8o. semestre: 14 créditos CE304 Direito 02 créditos Eletivas 12 créditos Disciplinas Eletivas 24 créditos dentre qualquer disciplina oferecida pela UNICAMP Avaliação das atividades didáticas dos docentes Os docentes são avaliados em cada disciplina pelos alunos e pela Comissão de Graduação no Relatório Trienal do docente. Estes procedimentos têm constantemente refletido melhorias substanciais das disciplinas, uma vez que os professores consideram estas avaliações essenciais para garantir a qualidade do curso Reflexos dos programas de capacitação de alunos (graduação e pós-graduação) no ensino de graduação O Instituto tem por volta de 7 bolsas de auxiliar didático, por semestre. Os candidatos a estas bolsas são alunos de graduação cuja tarefa é auxiliar os professores principalmente nas atividades de laboratório das disciplinas básicas e na elaboração de listas de exercícios. O Instituto conta também com bolsas de estágio docente para alunos de pósgraduação. O número destas bolsas varia de 25 a 30 por semestre. As atividades atribuídas e estes alunos vão desde atendimento em laboratório, elaboração de exercícios até responsabilidade direta pelas disciplinas de graduação. A implantação desta medida trouxe excelentes resultados para a melhoria das disciplinas, principalmente aquelas com laboratórios, aonde a presença destes auxiliares tem sido de extrema importância Formas de integração entre graduação e pós-graduação O Instituto de Computação permite que os alunos cursem disciplinas de pós-graduação valendo como eletivas da graduação e como créditos da pós-graduação. Esta medida permite que os alunos iniciem a pós-graduação com alguns créditos em disciplinas já cumpridos podendo portanto dedicar mais tempo para a dissertação.

Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC

Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação Comissão de Curso e NDE do BCC Fevereiro de 2015 Situação Legal do Curso Criação: Resolução CONSU no. 43, de 04/07/2007. Autorização: Portaria

Leia mais

PROCESSO Nº 1863/12 PROTOCOLO Nº 11.579.438-8 PARECER CEE/CES Nº 74/12 APROVADO EM 03/12/12

PROCESSO Nº 1863/12 PROTOCOLO Nº 11.579.438-8 PARECER CEE/CES Nº 74/12 APROVADO EM 03/12/12 PROTOCOLO Nº 11.579.438-8 PARECER CEE/CES Nº 74/12 APROVADO EM 03/12/12 CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR INTERESSADA: FACULDADE ESTADUAL DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DE APUCARANA - FECEA MUNICÍPIO: APUCARANA ASSUNTO:

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Edital nº 1, de 1 de março de

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná.

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. RESOLUÇÃO CONSEPE 14/2006 Referenda a aprovação do Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL PERFIL 3001 - Válido para os alunos ingressos a partir de 2002.1 Disciplinas Obrigatórias Ciclo Geral Prát IF668 Introdução à Computação 1 2 2 45 MA530 Cálculo para Computação 5 0 5 75 MA531 Álgebra Vetorial

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE MATEMÁTICA, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES, UFPA.

Leia mais

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 CONSUC Parecer 12/2008 Aprovado em 02/12/2008 RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno O DIRETOR GERAL DA FACULDADE DAS AMÉRICAS,

Leia mais

COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS O documento que serviu de base para a análise a seguir é o denominado "Diretrizes Curriculares

Leia mais

CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO

CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO Art. 1º O Laboratório de Línguas é um órgão complementar de fomento ao ensino, pesquisa, extensão, e prestação de serviços vinculado ao Centro de Letras e Ciências Humanas sob

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO Art. 1º As atividades de Pesquisa da Universidade de Santo Amaro UNISA buscam fomentar o conhecimento por meio da inovação técnica, científica, humana, social e artística,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 21/2007

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 21/2007 RESOLUÇÃO Nº 21/2007 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, CONSIDERANDO o que consta do Processo nº 25.154/2007-18 CENTRO DE EDUCAÇÃO (CE); CONSIDERANDO

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD A política de Educação a Distância EAD está claramente expressa em diversos documentos e regulamentos internos da instituição Regulamento do NEAD Os

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE TECNOLOGIA PDI 2015-2019. Agosto-2014

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE TECNOLOGIA PDI 2015-2019. Agosto-2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE TECNOLOGIA PDI 2015-2019 Agosto-2014 2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

Aprovado pelo CONSUNI - UFRJ - 25 de agosto de 2011

Aprovado pelo CONSUNI - UFRJ - 25 de agosto de 2011 REGIMENTO DO INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DE ENGENHARIA (COPPE) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Aprovado por unanimidade pelo Conselho Deliberativo da COPPE em

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 72/2009 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação, modalidade

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011)

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO 02/2015 Aprovar a criação do Núcleo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia

Leia mais

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF)

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) Maio de 2007 Maria Rachel Barbosa Fundação Trompovsky (Apoio ao NEAD CENTRAN) rachel@centran.eb.br Vanessa Maria

Leia mais

MBA em Engenharia de Computação Avançada (MBCA)

MBA em Engenharia de Computação Avançada (MBCA) MBA em Engenharia de Computação Avançada (MBCA) : CATEGORIA: Curso de Pós-Graduação Latu-Senso - MBA ÁREA BÁSICA: Engenharia de Computação Avançada UNIDADE: CENTRO: Centro de Tecnologia (CT) COORDENADOR:

Leia mais

Pós-graduação Lato Sensu em Informática Aplicada na Educação

Pós-graduação Lato Sensu em Informática Aplicada na Educação Pós-graduação Lato Sensu em Informática Aplicada na Educação 1. Público Alvo Este curso de Pós-Graduação Lato Sensu é destinado principalmente a alunos graduados em cursos da área de Educação (Pedagogia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO UNIVERSITÁRIO INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA REGIMENTO TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO E SEUS FINS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO UNIVERSITÁRIO INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA REGIMENTO TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO E SEUS FINS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO UNIVERSITÁRIO Aprova o Regimento do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da UFRJ. INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA REGIMENTO TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008.

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. Título: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Turno: Noturno

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

2006 ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. 1. Justificativa. 2. Objetivos. 3. Formato do Curso. 4. Corpo Docente

2006 ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. 1. Justificativa. 2. Objetivos. 3. Formato do Curso. 4. Corpo Docente 2006 ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1. Justificativa A evolução tecnológica e a conseqüente diminuição do custo dos equipamentos possibilitaram a expansão dos sistemas computacionais. Atualmente,

Leia mais

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização 2.1 - GRADUAÇÃO 2.1.1. Descrição do Ensino de Graduação na UESC Cursos: 26 cursos regulares

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO

Leia mais

Projeto Pedagógico do Curso

Projeto Pedagógico do Curso Projeto Pedagógico do Curso Fundamentação Diretrizes curriculares do MEC Diretrizes curriculares da SBC Carta de Princípios da UNICAP Projeto Pedagógico Institucional da UNICAP Diretrizes Curriculares

Leia mais

Grade Curricular - Engenharia de Computação

Grade Curricular - Engenharia de Computação Grade Curricular - Engenharia de Computação SEMESTRE 1 - Obrigatórias FCM0101 Física I 6 0 6 FFI0180 Laboratório de Física Geral I 2 0 2 SAP0678 Desenho 2 0 2 SAP0679 Humanidades e Ciências Sociais 2 0

Leia mais

REGIMENTO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM MODELAGEM MATEMÁTICA CAPÍTULO I DA CONCEPÇÃO E OBJETIVOS

REGIMENTO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM MODELAGEM MATEMÁTICA CAPÍTULO I DA CONCEPÇÃO E OBJETIVOS REGIMENTO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM MODELAGEM MATEMÁTICA CAPÍTULO I DA CONCEPÇÃO E OBJETIVOS Art. 1º. O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Modelagem Matemática da UNIJUÍ Universidade

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho Universitário da UNIFAL-MG, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias,

Leia mais

REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Sumário TÍTULO I - DA ESCOLA DE ENGENHARIA E SEUS FINS TÍTULO II - DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA DE ENGENHARIA CAPÍTULO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA CRECHE DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

REGIMENTO INTERNO DA CRECHE DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Conforme texto publicado no Boletim de Serviço nº 047 de 18/04/2005 páginas 05 a 11 REGIMENTO INTERNO DA CRECHE DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares Seção I Da criação

Leia mais

INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO 1.1. Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral - TI

INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO 1.1. Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral - TI INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO Atualmente a FIBRA encontra-se em novas instalações contando com 33 salas de aula climatizadas, com instalações de equipamentos de multimídia, auditório climatizado com

Leia mais

Diretoria de Informática

Diretoria de Informática Diretoria de Informática Estratégia Geral de Tecnologias de Informação para 2013-2015 EGTI 2013-2015 Introdução: Este documento indica quais são os objetivos estratégicos da área de TI do IBGE que subsidiam

Leia mais

ROTEIRO PARA SUPERVISÃO I INTRODUÇÃO

ROTEIRO PARA SUPERVISÃO I INTRODUÇÃO ROTEIRO PARA SUPERVISÃO I INTRODUÇÃO Este documento tem a finalidade de estabelecer um referencial para o exercício da função de supervisão dos Cursos das Instituições do Ensino Superior, do Sistema Estadual

Leia mais

Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais.

Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais. X Encontro Nacional- PROIFES-Federação Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais. Apresentação PROIFES-Federação A Constituição Brasileira de 1988 determinou, em seu artigo

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC Institui o Plano de Desenvolvimento de Recursos Humanos criando o Quadro

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 75/2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de do Centro

Leia mais

DECISÃO Nº 085/2015 D E C I D E. aprovar o Regimento Interno da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, como segue:

DECISÃO Nº 085/2015 D E C I D E. aprovar o Regimento Interno da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, como segue: CONSUN Conselho Universitário DECISÃO Nº 085/2015 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, em sessão de 27/02/2015, tendo em vista o constante no processo nº 23078.034121/2014-61, de acordo com o Parecer nº 006/2015

Leia mais

O Desafio da Pós-Graduação e Pesquisa:

O Desafio da Pós-Graduação e Pesquisa: O Desafio da Pós-Graduação e Pesquisa: A Parábola do Coelho e do Leão Anderson Rocha Instituto de Computação - Unicamp www.ic.unicamp.br/~rocha 1 Sumário! Experiência pessoal! Onde trabalhar! Planejamento

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DELIBERAÇÃO nº 026 / 94 Aprova o Regulamento Específico do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis em Nível de Mestrado, com área de Concentração em Contabilidade Financeira, Contabilidade Gerencial

Leia mais

CoNaIISI 2014 2º Congresso Nacional de Engenharia Informática / Sistemas de Informação

CoNaIISI 2014 2º Congresso Nacional de Engenharia Informática / Sistemas de Informação CoNaIISI 2014 2º Congresso Nacional de Engenharia Informática / Sistemas de Informação San Luis, 13 y 14 de Novembro de 2014 CHAMADA PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS O CoNaIISI é organizado pela rede de

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES CREDENCIAMENTO DE PÓLO DE APOIO PRESENCIAL PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES CREDENCIAMENTO DE PÓLO DE APOIO PRESENCIAL PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância - Dresead Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Leia mais

Diretrizes Curriculares Nacionais e com a Legislação Interna, tendo como princípio a compreensão da informática em suas bases epistemológicas de

Diretrizes Curriculares Nacionais e com a Legislação Interna, tendo como princípio a compreensão da informática em suas bases epistemológicas de RESOLUÇÃO Nº 014/2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Informática, da Escola Superior de Tecnologia, da Universidade do Estado do Amazonas. O REITOR, EM EXERCÍCIO, DA UNIVERSIDADE

Leia mais

Ciências Humanas. Relatoria. Grupo de Trabalho (GT1) I Seminário de Avaliação da Pós- Graduação da Universidade Brasília

Ciências Humanas. Relatoria. Grupo de Trabalho (GT1) I Seminário de Avaliação da Pós- Graduação da Universidade Brasília I Seminário de Avaliação da Pós- Graduação da Universidade Brasília Relatoria Grupo de Trabalho (GT1) Realização Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação (DPP) da Universidade de Brasília Brasília DF, 6 a

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - CED REGIMENTO INTERNO TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES E DOS OBJETIVOS

CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - CED REGIMENTO INTERNO TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES E DOS OBJETIVOS RESOLUÇÃO CONSU Nº. 06/2015, DE 24 DE MARÇO DE 2015 O Vice-Reitor, no exercício da Presidência do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Dados de Identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. fgv.br/vestibular

GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. fgv.br/vestibular GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados em Administração

Leia mais

ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO SOBRE O CURSO A revolução tecnológica das últimas décadas, especialmente na área de informática, tem alterado nossa sociedade. O Engenheiro de Computação é um profissional que

Leia mais

3Uy5HLWRULDSDUD$VVXQWRVGH 3HVTXLVDH3yV*UDGXDomRGD8)3( 5HODWyULRGH$WLYLGDGHV. 0DUoR

3Uy5HLWRULDSDUD$VVXQWRVGH 3HVTXLVDH3yV*UDGXDomRGD8)3( 5HODWyULRGH$WLYLGDGHV. 0DUoR 3Uy5HLWRULDSDUD$VVXQWRVGH 3HVTXLVDH3yV*UDGXDomRGD8)3( 5HODWyULRGH$WLYLGDGHV 0DUoR $'0,1,675$d 2 Aprovação junto a CPPG da Resolução nº 01/2001 que dispõe sobre as atribuições da Comissão de Pós-Graduação

Leia mais

PROFLETRAS R E G I M E N T O

PROFLETRAS R E G I M E N T O PROFLETRAS R E G I M E N T O CAPÍTULO I - CAPITULO II - CAPÍTULO III - CAPÍTULO IV - CAPÍTULO V - CAPÍTULO VI - CAPÍTULO VII - CAPÍTULO VIII - Das Finalidades Das Instituições Associadas Da Organização

Leia mais

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Profa. Dra. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos

Leia mais

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e PDTI - Definição Instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade

Leia mais

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são:

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são: 1) Formas de participação do Corpo Discente: O Colegiado do Curso é um órgão consultivo, deliberativo e normativo, onde é possível a participação do corpo discente nas decisões que competem a exposição

Leia mais

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO TÍTULO I - APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA... 1 TÍTULO II - DOS OBJETIVOS...

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) CAPÍTULO I - DO NEPEC E SEUS OBJETIVOS Artigo 1º - O presente Regulamento disciplina as atribuições,

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 Aprova o Regimento Interno do Núcleo de Educação Técnica e Tecnológica Aberta e a Distância NETTAD - CAVG. O Presidente em exercício do Conselho Coordenador do

Leia mais

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Faculdade de Ciências, Universidade do Porto Faculdade de Ciências da Universidade do Porto 2006-2008 http://www.dcc.fc.up.pt/mi

Leia mais

Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação

Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA Capítulo I - DA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 31, DE 30 DE JUNHO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 31, DE 30 DE JUNHO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 31, DE 30 DE JUNHO DE 2011 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sessão de 30 de junho de 2011, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 16 e pelo

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA EM PROJETO DE ARQUITETURA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA EM PROJETO DE ARQUITETURA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE Preâmbulo Os representantes do CONFAUeD, reunidos em assembléia, no dia 30 de junho de 2011, para instituição dos regimentos dos seus laboratórios e núcleos, após deliberação aprovou o REGIMENTO INTERNO

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AQUICULTURA DO CENTRO DE AQÜICULTURA DA UNESP - CAUNESP DOS OBJETIVOS DO CORPO DOCENTE

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AQUICULTURA DO CENTRO DE AQÜICULTURA DA UNESP - CAUNESP DOS OBJETIVOS DO CORPO DOCENTE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AQUICULTURA DO CENTRO DE AQÜICULTURA DA UNESP - CAUNESP DOS OBJETIVOS Artigo 1º - O Programa de Pós-graduação em Aqüicultura do Centro de Aqüicultura da Unesp

Leia mais

SIC 56/07. Belo Horizonte, 8 de novembro de 2007.

SIC 56/07. Belo Horizonte, 8 de novembro de 2007. SIC 56/07 Belo Horizonte, 8 de novembro de 2007. 1. DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO, PELO INEP, DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA O CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR E SEUS PÓLOS DE APOIO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR (Currículo 2006.2) Agosto de 2010 Hodiernamente não mais se concebe que a formação do futuro profissional

Leia mais

REGIMENTO DO CENTRO DE PESQUISA - CEPESq PROF. PASQUALE CASCINO

REGIMENTO DO CENTRO DE PESQUISA - CEPESq PROF. PASQUALE CASCINO REGIMENTO DO CENTRO DE PESQUISA - CEPESq CAPÍTULO I DA SEDE E FORO Artigo 1º - O CENTRO DE ENSINO E PESQUISA CEPESq PROF. PASQUALE CASCINO com sede e foro na cidade de São Paulo, à Avenida João Dias, 2046

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 122, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 122, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 122, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sua 69ª Reunião Ordinária, realizada no dia 26 de novembro de 2015, no uso das atribuições que

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. 2013 a 2020

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. 2013 a 2020 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA 2013 a 2020 Comissão: Élice Fernando de Melo Erivelton Geraldo Nepomuceno Lane Maria Rabelo Baccarini Leonidas Chaves Resende Márcio Falcão

Leia mais

REGIMENTO DA EDITORA UFJF. TÍTULO I Da Instituição e seus fins

REGIMENTO DA EDITORA UFJF. TÍTULO I Da Instituição e seus fins REGIMENTO DA EDITORA UFJF TÍTULO I Da Instituição e seus fins Art. 1º - A Editora da Universidade Federal de Juiz de Fora (Editora UFJF), órgão suplementar vinculado à Reitoria da UFJF, tem por finalidade

Leia mais

GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA APLICADA. fgv.br/vestibular

GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA APLICADA. fgv.br/vestibular GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA APLICADA fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados

Leia mais

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006.

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. DEFINE a Política de Informática do Estado do Amazonas. O PRESIDENTE DO COMITÊ ESTADUAL DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE TÍTULO I

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE TÍTULO I 1 REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE TÍTULO I DO OBJETIVO E DA ORGANIZAÇÃO GERAL Art. 1.º - Este regimento estabelece as normas

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior. ASSUNTO: Diretrizes para a elaboração, pelo INEP,

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UBERABA MG INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR

Leia mais

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 60 h 1º Evolução histórica dos computadores. Aspectos de hardware: conceitos básicos de CPU, memórias,

Leia mais

UFCG Universidade Federal de Campina Grande. A cooperação entre Universidades e Empresas estimulada pela Lei de Informática: Resultados

UFCG Universidade Federal de Campina Grande. A cooperação entre Universidades e Empresas estimulada pela Lei de Informática: Resultados UFCG Universidade Federal de Campina Grande A cooperação entre Universidades e Empresas estimulada pela Lei de Informática: Resultados Brasília, 03 de dezembro de 2003 Sumário Apresentação Estrutura Parceiros

Leia mais

Universidade Federal de São Paulo Campus São José dos Campos LISTA DE DISCIPLINAS DA GRADUAÇÃO

Universidade Federal de São Paulo Campus São José dos Campos LISTA DE DISCIPLINAS DA GRADUAÇÃO A B C Álgebra Linear Álgebra Linear Computacional Álgebra Linear II Algoritmos e Estrutura de Dados I Algoritmos e Estrutura de Dados II Algoritmos em Bioinformática Alteridade e Diversidade no Brasil

Leia mais

Experiência da UFSC com Projetos Apoiados pela Lei 8248

Experiência da UFSC com Projetos Apoiados pela Lei 8248 Experiência da UFSC com Projetos Apoiados pela Lei 8248 Prof. Raul Sidnei Wazlawick Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Uso Institucional de Recursos da Lei 8248 Cooperação

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4011 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: Iphan Central 28 - Republicação 3. Qualificação educacional: Profissional com nível superior em Direito preferencialmente

Leia mais

Pesquisa e Formação de Recursos Humanos em Segurança da Informação PROF. DR. RAUL CERETTA NUNES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA

Pesquisa e Formação de Recursos Humanos em Segurança da Informação PROF. DR. RAUL CERETTA NUNES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA Pesquisa e Formação de Recursos Humanos em Segurança da Informação PROF. DR. RAUL CERETTA NUNES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA Sumário Formação em Nível Superior e sua Regulação Denominações de Cursos

Leia mais

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de maio de 2012

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de maio de 2012 COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Ensino PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO DE PUBLICAÇÃO DESTE DOCUMENTO:

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 009/2015 CONSUP DE 01 DE JUNHO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 009/2015 CONSUP DE 01 DE JUNHO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 009/2015 CONSUP DE 01 DE JUNHO DE 2015 APROVA O PROGRAMA DE APOIO À PESQUISA E INOVAÇÃO DA FACULDADE TERRA NORDESTE - FATENE O DIRETOR GERAL DA FACULDADE TERRA NORDESTE - FATENE, no uso de

Leia mais

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 Altera o Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação (CPA) das Faculdades Ponta Grossa. A Presidente do Conselho Superior de Administração das Faculdades

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 101/2008

RESOLUÇÃO N.º 101/2008 MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 101/2008 EMENTA: Aprovação do Regimento Interno do Curso de Pós-graduação, nível Especialização, em SMS em Obras de Engenharia

Leia mais

N de cursos ofertados; % de vagas ocupadas/ formas de ingresso.

N de cursos ofertados; % de vagas ocupadas/ formas de ingresso. Anexo II Dimensões Elementos Indicadores quantitativos Indicadores qualitativos % de cursos com projeto pedagógico/ adequados ao Projeto Condições de implementação dos Projetos Projeto Pedagógico dos Institucional

Leia mais

I Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa. Nome do Grupo: GPSEM Grupo de Projeto de Sistemas Embarcados e

I Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa. Nome do Grupo: GPSEM Grupo de Projeto de Sistemas Embarcados e I Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa Nome do Grupo: GPSEM Grupo de Projeto de Sistemas Embarcados e Microeletrônica Área: Sistemas de Computação Nome do Líder:

Leia mais

PDI GERAL DO CEFET/RJ

PDI GERAL DO CEFET/RJ PDI GERAL DO CEFET/RJ Princípios que devem nortear o estabelecimento de políticas e ações no CEFET/RJ e que devem constar do PDI: Institucionalidade/identidade de UT (estabelecimento de um modelo diferenciado

Leia mais

Aprovado no CONGRAD: 10.08.10 Vigência: ingressos a partir de 2011/1

Aprovado no CONGRAD: 10.08.10 Vigência: ingressos a partir de 2011/1 Aprovado no CONGRAD: 10.08.10 Vigência: ingressos a partir de 2011/1 CÓD. 207 - CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Noite - Currículo nº 06 CÓD. 2509 - CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Manhã e Noite - Currículo

Leia mais

MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DIREÇÃO-GERAL - CAMPUS JOÃO PESSOA EDITAL N 09/2015

MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DIREÇÃO-GERAL - CAMPUS JOÃO PESSOA EDITAL N 09/2015 MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DIREÇÃO-GERAL - CAMPUS JOÃO PESSOA EDITAL N 09/2015 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DO IFPB CAMPUS JOÃO PESSOA EDITAL

Leia mais

COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012

COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Letras e Linguística PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais