Redes de Nova Geração Impacto económico e social. Oportunidades e desafios

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Redes de Nova Geração Impacto económico e social. Oportunidades e desafios"

Transcrição

1

2 Redes de Nova Geração Impacto económico e social. Oportunidades e desafios Julho 2009

3 Estrutura Estudo Resultados Desafios

4 Estrutura Estudo Resultados Desafios

5 Objectivos ambiciosos Colaborar no desenvolvimento de uma visão comum para o sector Mobilizar os agentes económicos e sociais Quantificar as expectativas de negócio

6 Estudo não endogámico Estrutura económica de Portugal Intensidade informacional dos principais sectores Macro tendências sociais, económicas e demográficas Ondas de novos serviços com diferente grau de inovação e disrupção Modelo integrado e quantificado

7 Estrutura Estudo Resultados Desafios

8 3B (1,8% do PIB) em 3 a 5 anos mil milhões de Euros 6,0 1,2% 5,0 4,0 1,8% 2,9 2,0 % PIB 0,0 Curto prazo 2,0 Investimento infraestrutura Impacto não recorrente 1,9 Impacto directo e Impacto disruptivo induzido Impacto recorrente Tempo Induzido Directo Longo prazo

9 3 sectores representam >70% M Impacto directo e induzido Saúde e assistência social Mobilidade e Logística Segurança e Justiça Outros sectores Impacto directo Impacto induzido Impacto total Fonte: OECD; Entrevistas com especialistas; Análise BCG

10 Crise económica é oportunidade Alteração de estilos de vida e da utilidade económica e social dos serviços, com passagem do mundo off-line ao mundo on-line Recomposição das cadeias de valor sectoriais e criação de novos agentes e novos modelos de negócio

11 15-20 mil empregos permanentes Empregos Desenvolvimento da infra-estrutura ~ 25 mil empregos Desenvolvimento dos serviços mil empregos Curto prazo Médio prazo Longo prazo

12 Potencial crescimento disruptivo... Posição de liderança relativa Novos modelos de negócio Vantagem relativa Atracção de IDE Exportação de serviços e produtos Oferta de serviços disruptivos e inovação social Fonte: Philipp Evans

13 ...baseado num novo paradigma Value in the long tail Empower the periphery Wisdom of crowds Visible interaction Open architecture Fonte: Philipp Evans

14 Impacto social significativo Maior riqueza nas interacções sociais independentemente da distância física Melhor possibilidade de participação cívica Maior inclusão social Maior inovação social Maior tempo livre e melhor qualidade do entretenimento disponível

15 Estrutura Estudo Resultados Desafios

16 3 factores para o sucesso Investimento em infra-estrutura Impacto directo e induzido Impacto disruptivo 1.Velocidade 2. Mobilização do ecossistema 3. Vantagem relativa. Novos modelos de negócio Operadores Governo TIC Sectores chave Policy makers Sociedade em geral

17 As TICs são o grande mobilizador Os serviços baseados em RNGs em Portugal aumentam o bem-estar e o PIB em 1,8% Saúde e assistência social Segurança e Justiça Educação Administração Pública Mobilidade e Logística Comércio e Retalho Turismo Media, Entert. e Cultura Desmaterialização, Videoconferência, Realidade Aumentada, Cloud computing, Monitorização, aplicações de pagamentos, Referenciação Geográfica, Social Networking Interoperabilidade Conectividade Dispositivos Literacia TIC Aceitação Políticas / Regulação Financiamento Modelo de negócio Perspectiva tecnológica Contexto Perspectiva de valor

18 O Estado dever criar contexto Os serviços baseados em RNGs em Portugal aumentam o bem-estar e o PIB em 1,8% Saúde e assistência social Segurança e Justiça Educação Administração Pública Mobilidade e Logística Comércio e Retalho Turismo Media, Entert. e Cultura Desmaterialização, Videoconferência, Realidade Aumentada, Cloud computing, Monitorização, aplicações de pagamentos, Referenciação Geográfica, Social Networking Interoperabilidade Conectividade Dispositivos Literacia TIC Aceitação Políticas / Regulação Financiamento Modelo de negócio Perspectiva tecnológica Contexto Perspectiva de valor

19 RNG reduz emissões Iniciativas com maior impacto das RNGs ~1,4 Mton de CO2e Potencial de envolvimento das TIC Alto TIC directo Desmaterialização Iniciativas prioritárias Pagador-emissor + Gestão de tráfego Sector da Energia Virtualização Facilitadores carro eléctrico Gestão de tráfego Pagador-emissor Médio Intermodalidade Logística Eficiência edifícios Fonte: Smart 2020 Baixo Intermodalidade Industria Treino de condução Treino de condução Industria TIC Serviços Energia Transporte urbano Transporte inter-urbano Potencial de redução de emissões (Mton CO 2 e)

20 Três reflexões finais O número dos que renunciam é sempre muito maior ao número dos que fracassam Os que pretendem inovar num contexto favorável chegam, tipicamente, atrasados Os bottlenecks estão sempre na parte de cima da garrafa

21

Prova de Conceito Segurança e Emergência

Prova de Conceito Segurança e Emergência Prova de Conceito Segurança e Emergência Impacto estrutural na economia e sociedade portuguesas Saúde e ass. social Segurança e Justiça Educação Administração Pública Mobilidade e Logística Comércio e

Leia mais

UM CINEMA COM FIBRA. Guive CHAFAI, Alcatel-Lucent

UM CINEMA COM FIBRA. Guive CHAFAI, Alcatel-Lucent UM CINEMA COM FIBRA Guive CHAFAI, Alcatel-Lucent Prova de Conceito Turismo, Cultura e Lazer Impacto estrutural na economia e sociedade portuguesas Saúde e ass. social Segurança e Justiça Educação Administração

Leia mais

Prova de Conceito Saúde

Prova de Conceito Saúde Prova de Conceito - Saúde Impacto estrutural na economia e sociedade portuguesas Saúde e ass. social Segurança e Justiça Educação Administração Pública Mobilidade e Logística Comércio e Retalho Turismo

Leia mais

Principais Desafios para a Gestão dos Cursos Superiores em. Everaldo Artur Grahl

Principais Desafios para a Gestão dos Cursos Superiores em. Everaldo Artur Grahl Principais Desafios para a Gestão dos Cursos Superiores em Computação e Informática Everaldo Artur Grahl Sumário Objetivo Estudo da FIESC Macrotendências Temas importantes Fatores Críticos Sugestões de

Leia mais

O QUE É COMPROMISSO IMPACTO

O QUE É COMPROMISSO IMPACTO 1 AGENDA DIGITAL 2015 O QUE É A Agenda Digital 2015 é um programa de acção inserido no âmbito do Plano Tecnológico que traduz uma aposta determinada na melhoria dos serviços prestados às pessoas e aos

Leia mais

Smart Cities Benchmark Portugal 2015

Smart Cities Benchmark Portugal 2015 Smart Cities Benchmark Portugal 2015 Agenda Introdução & Objetivos Metodologia Cronograma 2 Um Novo Paradigma Tecnológico 40% 25% 3 3 Introdução & Objetivos Mais de 50% da população do mundo vive hoje

Leia mais

INTELI Centro de Inovação (PT)

INTELI Centro de Inovação (PT) INTELI Centro de Inovação (PT) CLUSTERS CRIATIVOS Criatividade para a Regeneração Urbana X Fórum Internacional de Inovação e Criatividade Aracaju, 20 Novembro 2010 Estrutura da Apresentação 1. Clusters

Leia mais

Contexto. Smart Cities Benchmark Portugal 2015 13-03-2015 80% Mais de 50% da população do mundo vive hoje em zonas urbanas (34% em 1960).

Contexto. Smart Cities Benchmark Portugal 2015 13-03-2015 80% Mais de 50% da população do mundo vive hoje em zonas urbanas (34% em 1960). Smart Cities Benchmark Portugal 2015 Contexto Mais de 50% da população do mundo vive hoje em zonas urbanas (34% em 1960). 1 Mais de 80% da populção da Europa Ocidental irá viver em zonas em 2020. 2 80%

Leia mais

Serviço Cloud. Sustentabilidade

Serviço Cloud. Sustentabilidade Sustentabilidade 2013 AGENDA ENQUADRAMENTO SERVIÇO CLOUD ENQUADRAMENTO Chegou a era do Data tsunami À medida que os equipamentos suportam e integram novas funcionalidades e as redes têm uma resposta mais

Leia mais

Eficiência e Inovação no sector da energia. Jorge Cruz Morais

Eficiência e Inovação no sector da energia. Jorge Cruz Morais Eficiência e Inovação no sector da energia Jorge Cruz Morais Paradigma do século XX Energia abundante Energia barata factores da alteração Preço dos combustíveis fósseis Aumento da Procura Emissões de

Leia mais

Contributos para a Reforma do Estado. Uma visão da Sociedade de Informação. 29 Maio 2015

Contributos para a Reforma do Estado. Uma visão da Sociedade de Informação. 29 Maio 2015 Contributos para a Reforma do Estado Uma visão da Sociedade de Informação 29 Maio 2015 Os próximos minutos O que é e não é O que se espera do Estado? Ou do Serviço Público? A informação e as TIC ingredientes

Leia mais

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões:

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 7.1 Conclusões De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 1 - Descrever os instrumentos/modelos de gestão e marketing estratégicos

Leia mais

Mobilidade eléctrica. Jorge Cruz Morais. Seminário Mobilidade Eléctrica Lisboa, 2 de M arço de 2011

Mobilidade eléctrica. Jorge Cruz Morais. Seminário Mobilidade Eléctrica Lisboa, 2 de M arço de 2011 Mobilidade eléctrica Jorge Cruz Morais Seminário Mobilidade Eléctrica Lisboa, 2 de M arço de 2011 factores da alteração Aumento da Procura Emissões de CO2 O consumo mundial de energia primária Evolução

Leia mais

O Impacto Sócio-Econômico da Banda Larga

O Impacto Sócio-Econômico da Banda Larga Instituto de Inovação com TIC O Impacto Sócio-Econômico da Banda Larga [ Flávia Fernandes Julho/2010] Banda Larga Internet A Internet supera a produtividade combinada do telefone, transporte e eletricidade

Leia mais

INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO

INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO Janeiro 2004 INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO 1 - OBJECTIVOS O Conhecimento é fonte de Desenvolvimento. A criação e transmissão do Conhecimento

Leia mais

Seminário Internacional Cooperação Internacional e Inovação em Logística. Feira de Valladolid

Seminário Internacional Cooperação Internacional e Inovação em Logística. Feira de Valladolid Seminário Internacional Cooperação Internacional e Inovação em Logística Feira de Valladolid Copyright 2011 APLOG All Rights Reserved. 1 Desde 1991 20 anos de existência É uma associação de conhecimento,

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA Quem Somos Somos um grupo de empresas de prestação de serviços profissionais nas áreas das Tecnologias de Informação, Comunicação e Gestão. Estamos presente em Portugal,

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

Manuel Castelo-Branco

Manuel Castelo-Branco Manuel Castelo-Branco índice 1. Desafios e tendências da industria postal 2. Quem somos 3. Como nos posicionamos na era do digital 4. Visão sobre o e-commerce 5. Conclusões 2 A substituição tecnológica

Leia mais

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 A Estratégia de Lisboa e o Plano Tecnológico Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 1. Estratégia de Lisboa Estratégia de Lisboa : uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências

Leia mais

Análise.! Estudo Festival IN

Análise.! Estudo Festival IN Análise! Estudo Festival IN Quais os 3 pontos fulcrais onde é urgente a mudança acontecer dentro das indústrias criativas? A MAIS IMPORTANTE Inovação Acompanhamento a Clientes Simplicidade na gestão e

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES A relevância de uma Agenda Digital e Tecnológica como instrumento de mudança

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES A relevância de uma Agenda Digital e Tecnológica como instrumento de mudança REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES A relevância de uma Agenda Digital e Tecnológica como instrumento de mudança 12º Encontro de Utilizadores da Esri Portugal Maio 2014 Eng. Bruno Pacheco Bruno.MC.Pacheco@azores.gov.pt

Leia mais

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico.

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico. Síntese APRESENTAÇÃO O Relatório da Competitividade é elaborado anualmente, com o objectivo de monitorizar a evolução de um conjunto de indicadores ( Carteira de Indicadores ) em Portugal e a sua comparação

Leia mais

Castelo de Vide 16.02.2009. Mais eco. Mais futuro.

Castelo de Vide 16.02.2009. Mais eco. Mais futuro. Castelo de Vide 16.02.2009 Mais eco. Mais futuro. O mundo está nas nossas mãos... 1 O consumo energético mundial tem registado forte crescimento nos últimos anos, agravando o volume de emissões de CO 2

Leia mais

Agilidade organizacional e competitividade das empresas em Portugal. www.quidgest.com quidgest@quidgest.com

Agilidade organizacional e competitividade das empresas em Portugal. www.quidgest.com quidgest@quidgest.com Agilidade organizacional e competitividade das empresas em Portugal www.quidgest.com quidgest@quidgest.com 1. Introdução Novo contexto económico e tecnológico Metodologia 2. Agilidade Organizacional das

Leia mais

Estado da Nação das TIC em Angola

Estado da Nação das TIC em Angola Estado da Nação das TIC em Angola CIO AGENDA ANGOLA 2013 AS TI TI COMO ALAVANCA DE CRESCIMENTO DO NEGÓCIO 21 de Maio, Hotel Sana Epic, Luanda Gabriel Coimbra General Manager, IDC Angola gcoimbra@idc.com

Leia mais

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR Prioridades Estratégicas Indústria Portuguesa Agro-Alimentar Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares XI LEGISLATURA 2009-2013 XVIII

Leia mais

1. Contexto. Página 1 de 5

1. Contexto. Página 1 de 5 REFERENCIAL REDES DE NOVA GERAÇÃO OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO E DE CONHECIMENTO SI INOVAÇÃO Nº 14 / SI / 2009 SI I&DT Nº 15 / SI / 2009 1. Contexto A Resolução do Conselho de Ministros n.º 120/2008, de 30

Leia mais

Fábrica Digital - Como a Tecnologia da Informação suporta a Inovação. Daniel Bio SAP Brasil

Fábrica Digital - Como a Tecnologia da Informação suporta a Inovação. Daniel Bio SAP Brasil Fábrica Digital - Como a Tecnologia da Informação suporta a Inovação Daniel Bio SAP Brasil Atuação e presença em +120 países, 37 idiomas Cerca de 54.000 funcionários 7 Centros Globais de Suporte, oferecendo

Leia mais

ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais

ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais Patrocinado por: Microsoft Versão Preliminar - Março 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO IDC Portugal:

Leia mais

Competitividade e Inovação

Competitividade e Inovação Competitividade e Inovação Evento SIAP 8 de Outubro de 2010 Um mundo em profunda mudança Vivemos um momento de transformação global que não podemos ignorar. Nos últimos anos crise nos mercados financeiros,

Leia mais

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA 28 de Novembro de 2014 AGENDA FUNÇÕES DA BANCA E DOS SEGUROS BANCASSURANCE E ASSURBANK RACIONAL E CONDICIONANTES EVOLUÇÃO

Leia mais

1. THE GROUP TODAY INDEX 1. O GRUPO HOJE 2. VISÃO ESTRATÉGICA

1. THE GROUP TODAY INDEX 1. O GRUPO HOJE 2. VISÃO ESTRATÉGICA 1 INDEX 1. O GRUPO HOJE 2. VISÃO ESTRATÉGICA 3. PRIORIDADES ESTRATÉGICAS 3.1 Concretizar o Potencial da Biedronka 3.2 Assegurar o Crescimento de Longo Prazo 1. THE GROUP TODAY 4. EXPLORAR TODO O POTENCIAL

Leia mais

Sistema Nacional de Investigação e Inovação: Desafios, Forças e Fraquezas

Sistema Nacional de Investigação e Inovação: Desafios, Forças e Fraquezas Sistema Nacional de Investigação e Inovação: Desafios, Forças e Fraquezas Isabel Caetano 12 de Dezembro 2012 1 Sistema Nacional de Investigação e Inovação: Desafios, Forças e Fraquezas Sessão 3: A oferta

Leia mais

Inovação e Inteligência Competitiva: Desafios para as Empresas e para a Economia Portuguesa

Inovação e Inteligência Competitiva: Desafios para as Empresas e para a Economia Portuguesa QUIDGEST Q-DAY: INOVAÇÃO CONTRA A CRISE Inovação e Inteligência Competitiva: Desafios para as Empresas e para a Economia Portuguesa André Magrinho TAGUSPARK: 09 de Setembro 2009 SUMÁRIO 1. Globalização

Leia mais

SUSTENTABILIDADE URBANA

SUSTENTABILIDADE URBANA 1ª FEIRA IBÉRICA SUSTENTABILIDADE URBANA ENERGIA, SUSTENTABILIDADE, CIDADANIA Joaquim Borges Gouveia bgouveia@ua.pt DEGEI UAVEIRO 8 de Junho de 2011 ENERGIA e SUSTENTABILIDADE Utilização Racional de Energia

Leia mais

Eficiência Energética e Mercados de Carbono Sector dos Transportes

Eficiência Energética e Mercados de Carbono Sector dos Transportes Eficiência Energética e Mercados de Carbono Sector dos Transportes Lisboa, 20 de Novembro 2009 Cláudio Casimiro claudio.casimiro@ceeeta.pt tel. +351 213 103 510 fax +351 213 104 411 Rua Dr. António Cândido,

Leia mais

Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente

Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente Agenda Digital Local Formação Smart Cities 29 de Outubro de 2013 estrutura da apresentação Conceito de Smart City para além da tecnologia Smart Cities

Leia mais

Novo conceito de Data Center: um dos maiores da Europa, um dos mais sustentáveis do Mundo

Novo conceito de Data Center: um dos maiores da Europa, um dos mais sustentáveis do Mundo : um dos maiores da Europa, um dos mais sustentáveis do Mundo This document is intellectual property of PT and its use or dissemination is forbidden without explicit written consent. Enquadramento da ação

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2012 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

Seminário TIC Lisboa, 11 Outubro de 2011

Seminário TIC Lisboa, 11 Outubro de 2011 Seminário TIC Lisboa, 11 Outubro de 2011 As TIC, PILARES DO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO um evento organizado pela câmara de comércio e indústria luso-francesa EM COLABORAÇÃO COM A CÂMARA DE COMÉRCIO LUSO-SUECA

Leia mais

A 376394. PORTUGAL: As Relações Ibéricas no Âmbito da Globalização e Liberalização dos Mercados

A 376394. PORTUGAL: As Relações Ibéricas no Âmbito da Globalização e Liberalização dos Mercados A 376394 PORTUGAL: As Relações Ibéricas no Âmbito da Globalização e Liberalização dos Mercados ÍNDICE NOTA DE ENQUADRAMENTO 9 PREFÁCIO 11 INTRODUÇÃO A A escolha do tema 17 B - Objectivos e metodologia

Leia mais

Seguros em um mundo conectado. As novas gerações e as novas formas de negócio

Seguros em um mundo conectado. As novas gerações e as novas formas de negócio Seguros em um mundo conectado As novas gerações e as novas formas de negócio A IBM realiza investimentos significativos em pesquisa e desenvolvimento para trazer pensamento inovador IBM Industry Models

Leia mais

A Conceito Original é uma empresa integralmente detida pela WAY2B, SGPS, especificamente dedicada à promoção e gestão de plataformas logísticas.

A Conceito Original é uma empresa integralmente detida pela WAY2B, SGPS, especificamente dedicada à promoção e gestão de plataformas logísticas. I. O Promotor A Conceito Original é uma empresa integralmente detida pela WAY2B, SGPS, especificamente dedicada à promoção e gestão de plataformas logísticas. A Conceito Original pretende pois afirmar-se

Leia mais

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA EDP PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA O Grupo EDP Energias de Portugal centra as suas actividades na produção, distribuição e comercialização de energia eléctrica,

Leia mais

A APREN. A APREN é associada das seguintes entidades:

A APREN. A APREN é associada das seguintes entidades: 1. QUEM SOMOS 2 A APREN A APREN - Associação Portuguesa de Energias Renováveis, é uma associação sem fins lucrativos, constituída em Outubro de 1988, com a missão de coordenação, representação e defesa

Leia mais

CRER NO CENTRO DE PORTUGAL: um ambicioso desafio coletivo. 5 de março de 2013

CRER NO CENTRO DE PORTUGAL: um ambicioso desafio coletivo. 5 de março de 2013 CRER NO CENTRO DE PORTUGAL: um ambicioso desafio coletivo 5 de março de 2013 A Região Centro no Contexto Nacional Portugal Região Centro % Municípios 308 100 32,5 Área (km 2 ) 92.212 28.199 30,6 População,

Leia mais

Minhas senhoras e meus senhores.

Minhas senhoras e meus senhores. Minhas senhoras e meus senhores. Em primeiro lugar, gostaria de transmitir a todos, em nome do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a satisfação pelo convite que

Leia mais

5º Seminário. Propostas da campanha nacional. A Política Ambiental no Sector Energético Português. 3 de Julho de 2008

5º Seminário. Propostas da campanha nacional. A Política Ambiental no Sector Energético Português. 3 de Julho de 2008 5º Seminário A Política Ambiental no Sector Energético Português 3 de Julho de 2008 Propostas da campanha nacional Índice da apresentação - O que é a RFA - RFA Europeia - Exemplos e comparação com PT -

Leia mais

Tendências Dominantes na Apropriação de Tecnologias de Informação e Comunicação por Organizações Brasileiras. Raul Colcher raul.colcher@questera.

Tendências Dominantes na Apropriação de Tecnologias de Informação e Comunicação por Organizações Brasileiras. Raul Colcher raul.colcher@questera. Tendências Dominantes na Apropriação de Tecnologias de Informação e Comunicação por Organizações Brasileiras Raul Colcher raul.colcher@questera.com Fonte: ABES, 2013 Mercado Brasileiro de TI Os últimos

Leia mais

Projeto AAL4ALL. Padrão de Cuidados Primários para Serviços AAL. Projeto âncora do AAL4ALL AAL4ALL

Projeto AAL4ALL. Padrão de Cuidados Primários para Serviços AAL. Projeto âncora do AAL4ALL AAL4ALL Projeto AAL4ALL Padrão de Cuidados Primários para Serviços AAL 2 Sumário Mudança demográfica em Portugal Ambient Assisted Living (AAL) Porque é necessário? Quais as áreas de aplicação? Quais são os desafios?

Leia mais

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A.

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. Empresa especializada na concepção, instalação e manutenção de equipamentos para a indústria hoteleira, restauração e similares. Primeira empresa do sector a nível

Leia mais

O Consumo de Energia está a aumentar

O Consumo de Energia está a aumentar Schneider Electric -Eficiência Energética HAG 04/2010 1 Luis Hagatong Energy Efficiency Manager Schneider Electric Portugal 3 as Jornadas Electrotécnicas Máquinas e instalações eléctricas ISEP 29 e 30

Leia mais

GOVERNANÇA NO SETOR DE TRANSPORTES. Telecomunicações Ferroviárias. Mário Alves. 9 de Maio de 2012. Brasília, 9 de Maio de 2012.

GOVERNANÇA NO SETOR DE TRANSPORTES. Telecomunicações Ferroviárias. Mário Alves. 9 de Maio de 2012. Brasília, 9 de Maio de 2012. Bem Brasília vindos 9 de Maio de 2012 AGENDA REFER TELECOM Desafios da Modernização Interoperabilidade Operação Ferroviária Modelo de negócio Gestão de Telecomunicações Gestão do Património Engenharia

Leia mais

Estratégia Nacional para a Energia (ENE 2020) Luis Silva, ADENE Agência para a Energia

Estratégia Nacional para a Energia (ENE 2020) Luis Silva, ADENE Agência para a Energia Estratégia Nacional para a Energia (ENE 2020) Luis Silva, ADENE Agência para a Energia 6º workshop da Plataforma do Empreendedor AIP-CE, 1 Julho 2010 Índice As novas metas EU para as Renováveis Estratégia

Leia mais

Apoio à Internacionalização

Apoio à Internacionalização Apoio à Internacionalização Incentivos QREN Castelo Branco, 4 de outubro 2012 YUNIT Corporate: João Esmeraldo QREN - Sistema Incentivos Empresas I&DT - Investigação e Desenvolvimento Qualificação - Investimentos

Leia mais

O nosso desafio é o seu sucesso!

O nosso desafio é o seu sucesso! O nosso desafio é o seu sucesso! Clien tes de Refe rên cia Distribuição Construção Civil Industria Tecnologias Potenciamos o seu negócio A Empre sa. Somos uma empresa especializada na prestação de serviços

Leia mais

Referencial técnico-pedagógico da intervenção

Referencial técnico-pedagógico da intervenção Referencial técnico-pedagógico da intervenção De seguida explicitamos os referenciais técnico-pedagógicos das fases do MOVE-PME que carecem de uma sistematização constituindo factores de diferenciação

Leia mais

METODOLOGIA INTRODUÇÃO

METODOLOGIA INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO O presente documento pretende apresentar a metodologia de preparação dos temas que constituem o Modelo de Dados de Informação Geográfica de suporte à Plataforma online do Projeto Oeiras E-City.

Leia mais

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Da AP Central à AP Local

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Da AP Central à AP Local Da AP Central à AP Local PAULO NEVES PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETIVO 01 JULHO 2014 COMO OS CIDADÃOS VÊEM O SETOR PÚBLICO? 2 3 MAS SERÁ QUE PODEMOS FALAR NUMA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA? 4 DIVERSIDADE DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Open Innovation: Caso Brisa

Open Innovation: Caso Brisa 2013 Brisa Inovação e Tecnologia SA Open Innovation: Caso Brisa Lisboa, 9/10/2013 Tomé Pereira Canas Brisa Inovação e Tecnologia Inovar está na ordem do dia Inovação fechada 2 Mas muitas vezes está fechada

Leia mais

Case study. LX Sustentável BLOGUE SOBRE SUSTENTABILIDADE URBANA EMPRESA

Case study. LX Sustentável BLOGUE SOBRE SUSTENTABILIDADE URBANA EMPRESA Case study 2010 LX Sustentável BLOGUE SOBRE SUSTENTABILIDADE URBANA EMPRESA A Siemens está em Portugal há 105 anos, sendo líder nos seus sectores de Indústria, Energia e Saúde. Com cerca de 2 mil colaboradores,

Leia mais

SOBRE OS PRESSUPOSTOS SUBJACENTES AO PLANO

SOBRE OS PRESSUPOSTOS SUBJACENTES AO PLANO No âmbito do procedimento de consulta pública do Plano Estratégico de Transportes 2008-2020 (PET), vem a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza apresentar o seu parecer. SOBRE OS PRESSUPOSTOS

Leia mais

INOVAR com SUSTENTABILIDADE ENERGIA IBERO-AMERICANA 2050

INOVAR com SUSTENTABILIDADE ENERGIA IBERO-AMERICANA 2050 INOVAR com SUSTENTABILIDADE ENERGIA IBERO-AMERICANA 2050 Lisboa, 26 de Novembro 2009 1. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 2. MOBILIDADE SUSTENTÁVEL 3. EXPLORAÇÃO & PRODUÇÃO 4. DOUTORAMENTO EM MEIO EMPRESARIAL 5. OPEN

Leia mais

Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro 24 Março 2015. Small Smart Metering. Expanding the Limits

Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro 24 Março 2015. Small Smart Metering. Expanding the Limits Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro 24 Março 2015 Small Smart Metering Expanding the Limits 1 Smart Metering 2 SIGFOX 3 NarrowNet 4 Aplicações 5 Futuro 1 Smart Metering Small Smart Metering (SSM)

Leia mais

Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal

Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal 1 Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal As alterações verificadas no comportamento dos consumidores, consequência dos novos padrões

Leia mais

ÍNDICE 1. QUEM SOMOS 2. A ENERGIA EM PORTUGAL 3. CONTRIBUIÇÃO DAS RENOVÁVEIS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL

ÍNDICE 1. QUEM SOMOS 2. A ENERGIA EM PORTUGAL 3. CONTRIBUIÇÃO DAS RENOVÁVEIS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL ÍNDICE 1. QUEM SOMOS 2. A ENERGIA EM PORTUGAL 3. CONTRIBUIÇÃO DAS RENOVÁVEIS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL 4. O PAPEL DE PORTUGAL NAS ENERGIAS RENOVÁVEIS 2 1. QUEM SOMOS 3 A APREN A APREN - Associação

Leia mais

O novo sector elétrico

O novo sector elétrico O novo sector elétrico FISTA 2015 Lisboa, 11 de Março de 2015 A inovação no setor elétrico está a avançar a um ritmo acelerado Eólica offshore Solar PV escala utilities Veículos elétricos Baterias de rede

Leia mais

Estudo sobre o Desenvolvimento da Concorrência no Mercado Postal Português Maio Agosto de 2006

Estudo sobre o Desenvolvimento da Concorrência no Mercado Postal Português Maio Agosto de 2006 Estudo sobre o Desenvolvimento da Concorrência no Mercado Postal Português Maio Agosto de 2006 Lisboa, Setembro de 2007 Apresentação do estudo e dos autores Sumário do estudo 2006 Accenture Estudo sobre

Leia mais

Informar para reduzir os Riscos de Crédito Malparado - A importância da informação pública do ponto de vista do Credit Manager

Informar para reduzir os Riscos de Crédito Malparado - A importância da informação pública do ponto de vista do Credit Manager Informação do Sector Público: Acesso, reutilização e comercialização 24 de Novembro de 2004 Representação da Comissão Europeia em Portugal Informar para reduzir os Riscos de Crédito Malparado - A importância

Leia mais

Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró

Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró E S T U D O IDC Q u a i s a s P e r s p e c t i v a s p a r a a I n d ú s t r i a d a s T I C e m P o r t u g a l IDC Portugal: Centro Empresarial Torres de Lisboa - Rua Tomás da Fonseca, Torre G, Piso

Leia mais

SejaBem-vindo! 2014 Extreme Networks, Inc. All rights reserved.

SejaBem-vindo! 2014 Extreme Networks, Inc. All rights reserved. SejaBem-vindo! 0 CIO Weekend DF 2014 Segurança Digital: do risco à solução Redes criadas a partir de softwares Momemntoeconômico Hoje consumimos mais mídias socias, mobilidade e Cloud BYOD, Internet das

Leia mais

A maioria da população mundial, europeia e nacional vive hoje em cidades.

A maioria da população mundial, europeia e nacional vive hoje em cidades. 1. As cidades A maioria da população mundial, europeia e nacional vive hoje em cidades. Na União Europeia, mais de 2/3 da população vive em áreas urbanas e 67% do Produto Interno Bruto (PIB) europeu é

Leia mais

SERVIÇOS PARTILHADOS DIGITAIS CIMAC. Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central

SERVIÇOS PARTILHADOS DIGITAIS CIMAC. Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central SERVIÇOS PARTILHADOS DIGITAIS CIMAC Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central AGENDA Contexto Serviços Partilhados Agenda Digital Portugal Desafios CONTEXTO ORGANIZACIONAL A Comunidade Intermunicipal

Leia mais

Smart Cities Portugal

Smart Cities Portugal Smart Cities Portugal A rede Smart Cities Portugal tem por objetivo promover o trabalho em rede numa lógica inter-cluster, para o desenvolvimento e produção de soluções urbanas inovadoras para smart cities,

Leia mais

EXCELÊNCIA CONHECIMENTO IMPACTO. Ana Cristina Neves Lisboa 12 dezembro 2013

EXCELÊNCIA CONHECIMENTO IMPACTO. Ana Cristina Neves Lisboa 12 dezembro 2013 EXCELÊNCIA CONHECIMENTO IMPACTO Ana Cristina Neves Lisboa 12 dezembro 2013 O porquê? O que é? Metodologia de trabalho Resultados esperados O porquê? Após o Plano de Ação Ligar Portugal (2005-2010) - Espaços

Leia mais

SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS

SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS Eliminação de Barreiras à livre Prestação de Serviços Confederação do Comércio e Serviços de Portugal Esquema 1. PORTUGAL- UMA ESPECIALIZAÇÃO COM

Leia mais

MISSÃO EMPRESARIAL PARA FRANÇA Prospecção do Mercado Francês. Com o apoio de

MISSÃO EMPRESARIAL PARA FRANÇA Prospecção do Mercado Francês. Com o apoio de MISSÃO EMPRESARIAL PARA FRANÇA Prospecção do Mercado Francês 2010 Com o apoio de O CONTEXTO Com uma superfície igual a 1/5 da União Europeia e um PIB superior a 2 mil bilhões de dólares, a França é o maior

Leia mais

ESTUDO IDC/ACEPI. Economia Digital em Portugal 2009-2017

ESTUDO IDC/ACEPI. Economia Digital em Portugal 2009-2017 ESTUDO IDC/ACEPI Economia Digital em Portugal 2009-2017 ECONOMIA DIGITAL NO MUNDO (2012) 2.5 mil milhões de internautas no mundo 850 mil milhões de euros 300 mil milhões de euros Europa maior mercado de

Leia mais

INOVAÇÃO SOCIAL A importância do associativismo desportivo.

INOVAÇÃO SOCIAL A importância do associativismo desportivo. INOVAÇÃO SOCIAL A importância do associativismo desportivo. Seminário de Gestão do Desporto A redefinição do associativismo desportivo em tempo de crise Loulé, 9 de Novembro de 2012 Gastão Sousa Gastão

Leia mais

SI I&DT PROJECTOS INDIVIDUAIS

SI I&DT PROJECTOS INDIVIDUAIS SI I&DT PROJECTOS INDIVIDUAIS CRITÉRIOS DE INSERÇÃO DE PROJECTOS NAS EEC-CLUSTERS RECONHECIDAS ÁREAS TECNOLÓGICAS E DE DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS, PROCESSOS OU SISTEMAS ELEGÍVEIS 1. No âmbito do

Leia mais

Reflexões sobre Conteúdo Local & Áreas de Oportunidade Maputo - Fev 2014. Company of ENH, EP Group

Reflexões sobre Conteúdo Local & Áreas de Oportunidade Maputo - Fev 2014. Company of ENH, EP Group Reflexões sobre Conteúdo Local & Áreas de Oportunidade Maputo - Fev 2014 Company of ENH, EP Group Agenda 1 ENH Logistics 2 Áreas de Oportunidade 3 Reflexões sobre Conteúdo Local 2 ENH Logistics ENH Logistics

Leia mais

Custo do Conflito Para o Sector do Turismo Moçambicano

Custo do Conflito Para o Sector do Turismo Moçambicano Custo do Conflito Para o Sector do Turismo Moçambicano Ema Batey 27 de Maio de 2014 Custo do Conflito para o Turismo em Moçambique Introdução & Contexto Abordagem & Metodologia Panorama do Perfil do Turismo

Leia mais

Uma Estratégia de Crescimento com base no Conhecimento, Tecnologia e Inovação

Uma Estratégia de Crescimento com base no Conhecimento, Tecnologia e Inovação Uma Estratégia de Crescimento com base no Conhecimento, Tecnologia e Inovação Tópicos da Intervenção do Senhor Ministro da Economia e da Inovação 24 de Novembro de 2005 Plano Tecnológico - Inovação e Crescimento

Leia mais

RENAULT: A MARCA LÍDER DO MERCADO HÁ 16 ANOS DACIA: A MARCA COM O MELHOR DESEMPENHO DO TOP 20

RENAULT: A MARCA LÍDER DO MERCADO HÁ 16 ANOS DACIA: A MARCA COM O MELHOR DESEMPENHO DO TOP 20 COMUNICADO DE IMPRENSA 8 de Janeiro de 2014 RENAULT: A MARCA LÍDER DO MERCADO HÁ 16 ANOS DACIA: A MARCA COM O MELHOR DESEMPENHO DO TOP 20 Com uma quota de mercado de 12,9% (Veículos de Passageiros + Comerciais

Leia mais

Contributo para o quase zero de energia no edificado

Contributo para o quase zero de energia no edificado Energia nos EDIFÌCIOS: 40 % da energia primária consumida Contributo para o quase zero de energia no edificado 24% das emissões de GEE 30% do consumo de electricidade (per capita: 1,5 MWh/ano) Edifícios

Leia mais

InovaçãoemPortugalcaiparaníveisde2010

InovaçãoemPortugalcaiparaníveisde2010 14deJunhode2013 PIB Défice InovaçãoemPortugalcaiparaníveisde2010 http://www.publico.pt/economia/noticia/inovacao-em-portugal-cai-para-niveis-de-2010-1583482 http://www.freegreatpicture.com/3d-business-people/d-villain-30435

Leia mais

Exportar, Exportar, Exportar A Experiência dos Principais Clusters Regionais

Exportar, Exportar, Exportar A Experiência dos Principais Clusters Regionais Lanheses Exportar, Exportar, Exportar A Experiência dos Principais Clusters Regionais Especializações Inteligentes e Clusters Regionais: como exportar, com que apoios e para que mercados? Viana do Castelo

Leia mais

Perspectivas para o setor de TI. BM&F Bovespa. 26 de junho de 2013 BRASSCOM

Perspectivas para o setor de TI. BM&F Bovespa. 26 de junho de 2013 BRASSCOM Perspectivas para o setor de TI BM&F Bovespa 26 de junho de 2013 BRASSCOM Associados BRASSCOM 1 Mercado Mundial de TI Crescimento Mercado TI BRASIL (2012/2011) 10,8% Crescimento Mercado TI Mundo (2012/2011)

Leia mais

Indicadores de Confiança...15

Indicadores de Confiança...15 1. MACROECONOMIA 1.1. Rendimento e Despesa Despesa Nacional a Preços Correntes...5 Despesa Nacional a Preços Constantes...6 PIB a preços correntes (Produto Interno Bruto)...7 PIB a preços constantes (Produto

Leia mais

A VISÃO do ENERGYIN Motivos da sua criação & Objectivos

A VISÃO do ENERGYIN Motivos da sua criação & Objectivos Pólo da Competitividade e Tecnologia da Energia (PCTE) O papel do PCTE na energia solar em Portugal 8 e 9 de Fevereiro de 2010 António Mano - EDP Antonio.ermidamano@edp.pt A VISÃO do ENERGYIN Motivos da

Leia mais

2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006

2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 2006-2015 Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 Portugal 2015 Portugal 2015 - Metas 2005 2015 Douro Douro Oeste Oeste Serra da Estrela Serra da Estrela Alqueva Litoral Alentejano Litoral Alentejano

Leia mais

THE INTERNATIONAL TOURISM MARKET: A STRATEGIC VISION FOR MADEIRA

THE INTERNATIONAL TOURISM MARKET: A STRATEGIC VISION FOR MADEIRA THE INTERNATIONAL TOURISM MARKET: A STRATEGIC VISION FOR MADEIRA Josep-Francesc Valls, PhD Visiting professor, UMa Full professor Department of Marketing Management, ESADE Business School Funchal, 15 de

Leia mais

CIRCULAR. Publicação de Relatório sobre emprego e competências no sector do Comércio a nível Europeu (2014)

CIRCULAR. Publicação de Relatório sobre emprego e competências no sector do Comércio a nível Europeu (2014) CIRCULAR N/REFª: 04/2015 DATA: 05 de Janeiro de 2015 Assunto: Publicação de Relatório sobre emprego e competências no sector do Comércio a nível Europeu (2014) Exmos. Senhores, Pelo eventual interesse,

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem Capítulo 6 1 Telecomunicações e redes 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Identificar as principais tendências e os grandes desenvolvimentos nas empresas, nas tecnologias e nas aplicações de negócio, das telecomunicações

Leia mais

8, 9 e 10 NOVEMBRO 2011 LISBOA. Novos Mercados Encontro de Sectores INSCREVA-SE JÁ. Especial: MERCADOS INTERNACIONAIS. www.expoenergia2011.about.

8, 9 e 10 NOVEMBRO 2011 LISBOA. Novos Mercados Encontro de Sectores INSCREVA-SE JÁ. Especial: MERCADOS INTERNACIONAIS. www.expoenergia2011.about. 8, 9 e 10 NOVEMBRO 2011 LISBOA Centro de Congressos Univ. Católica Novos Mercados Encontro de Sectores Especial: MERCADOS INTERNACIONAIS ORGANIZAÇÃO PARCEIRO PATROCÍNIO INSCREVA-SE JÁ www.expoenergia2011.about.pt

Leia mais

Construção no Reino Unido. Situação Actual e Perspectivas de Futuro

Construção no Reino Unido. Situação Actual e Perspectivas de Futuro Construção no Reino Unido Situação Actual e Perspectivas de Futuro Construção no Reino Unido 100 mil milhões /ano 8% PIB 3 milhões de trabalhadores Sector público: representa 1/3 do mercado Situação Actual

Leia mais

Soluções com valor estratégico

Soluções com valor estratégico Soluções com valor estratégico Contexto O ambiente económico e empresarial transformou-se profundamente nas últimas décadas. A adesão de Portugal à U.E., a adopção do euro e o mais recente alargamento

Leia mais

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO DO CONCURSO DE IDEIAS (Aberto a todos os Cidadãos) 1. O QUE É: O concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de

Leia mais

Certificação energética e auditoria energética em edifícios a serem reabilitados; Situação actual da Certificação Energética;

Certificação energética e auditoria energética em edifícios a serem reabilitados; Situação actual da Certificação Energética; Certificação energética e auditoria energética em edifícios a serem reabilitados; Situação actual da Certificação Energética; Monitorização energética dos edifícios Isabel Santos ECOCHOICE Estoril, Abril

Leia mais