Fundo Monetário Internacional (FMI) Orçamento 2011? SYDONIA++

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1 Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou o progresso do país para atingir o ponto de conclusão da iniciativa para os Países Pobres Altamente Endividados (HIPC) Orçamento 2011? um dos objectivos da política orçamento preconizado pelo Governo para 2011 é adoptar medidas enérgicas que serão compatíveis com o financiamento disponível SYDONIA++ gestão de armazenagem, registo, liquidação, modificação e anulação da contra-escritura e pagamento de uma declaração

2 editorial índice 4. notícias 6. execução orçamental 8. orçamento actualidade & tecnologia equipa Nobas de Finanças director geral Watna Almeida coordenador Edgar Correia redacção Anete Barbosa Dam Sambú Jamilo Mendes colaboradores Anatácio Gomes Isaias Carvalho Edição, design e paginação Edgar Correia Publiccidade e Marketing tel: website O ao assumir a Reforma Institucional como um desafio, uma resposta e uma solução na melhoria de eficiência da prestação de serviços público do Estado pretendeu ao mesmo tempo contribuir de uma forma significativa para uma mudança organizacional na produção e valorização de uma nova filosofia de trabalho baseada na produção de valores associada a gestão por objectivo e por competência. Por um lado, o desafio assumido pelo Governo com o Fundo Monetário Internacional - FMI no âmbito do programa de Facilidade de Crédito Ampliado (ECF) constitui para o actual executivo do Ministério das Finanças mais do que uma obrigação para com a comunidade internacional mas sim um imperativo de mudança capaz de permitir um alavancar de esperança e credibilidade na nossa Administração pública e maior transparência e rigor na gestão das Finanças Pública O lançamento da edição Nobas de Finanças do Ministério das Finanças pretende assim introduzir um novo conceito de gestão e aproximação para com a sociedade, introduzindo a vertente comunicação numa perspectiva pedagógica, de acompanhamento de todo o processo de Reforma em curso no mas fundamentalmente numa perspectiva de proporcionar a todo o público-alvo do MF e em particular aos seus funcionários, colaboradores e parceiros uma nova dinâmica e transformação associadas aos valores da motivação e visão do futuro das Finanças Públicas da Guiné-Bissau. O Plano Estratégico da Direcção de Coordenação dos Serviços de Informática do Ministério das Finanças 2008/2010 constitui um documento orientador do processo de estruturação e de desenvolvimento da Direcção Coordenadora dos Serviços de Informática do Ministério das Finanças criada em Janeiro de 2008, com o objectivo de corresponder as exigências decorrentes do Ministério, encarada como um dos grandes desafios tendo em conta o seu papel decisivo no processo de desenvolvimento e da O Plano Estratégico DCSI - Direcção de Coordenação dos Serviços de Informática criação de um Sistema Integrado de Gestão das Finanças Pública. O Diagnostico feito durante a primeira fase do projecto, ao evidenciar os pontos fortes e pontos fracos, assim como as ameaças e oportunidades que se apresentam no domínio das novas tecnologias de informação e da informática no, constitui a base de apoio para a elaboração deste Plano estratégico que deve ser entendida numa perspectiva dinâmica que, num horizonte temporal de dois anos, que devera ser implementado através de planos operacionais anuais, que facilitem a sua execução de forma sustentável. O presente Plano encontra-se estruturado em três partes: 1) Uma primeira parte faz uma breve caracterização do contexto inicial dos Serviços de Informática no Ministério das Finanças da Guiné-Bissau. 2) A segunda que representa a Estratégia de Desenvolvimento da Direcção de Coordenação de Serviços de Informática do Ministério das Finanças; 3) A terceira parte representa os pressupostos e Mecanismos de Implementação e Avaliação do plano e o Quadro lógico de implementação. Sala de Formação do Ministério das Finanças. Servidores do Ministério das Finanças. Watna Almeida - Director Coordenador dos Serviços de Informática do Ministério das Finanças tel: Fax: Nobas de Finanças 2010 Nobas de Finanças

3 notícias José Mário Vaz Ministro das Finanças Comunicado ao Final da Missão do FMI Paulo Drummond FMI de Avaliação Ao concluir a vista, o Sr. Drummond emitiu o seguinte comunicado: No primeiro semestre de 2010, a Guiné-Bissau ajustou-se a uma situação de apoio orçamental insuficiente e em circunstâncias políticas delicadas. A subida de preço de castanha de caju, o principal produto de exportação, e a estabilidade das remessas de emigrantes ajudaram a suportar os rendimentos e aliviaram as pressões físicas e na balança de pagamentos. O sector da construção demonstra dinamismo, apesar do atraso no programa de investimento de governo. Em termos gerais, a missão do FMI prevê um crescimento de 3,5 por cento do PIB real em A continuada recuperação da economia mundial e a retomas da produção da castanha de caju devem contribuir par uma aceleração moderada do crescimento em 2011, para cerca de 4,3 por cento. A manutenção da estabilidade política e a melhoria das condições de segurança continuarão a ser fundamentais para as perspectivas económicas. O desempenho no âmbito do programa para 2010 apoiado pela ECF foi satisfatória até Junho. Foram cumpridos todos os critérios de desempenho e observados todos os indicadores de referência estruturais para a primeira avaliação do programa. Com a excepção da meta indicativa relativa aos gastos sociais e prioritários, também foram cumpridas todas as metas quantitativas para o final de Junho. O desempenho fiscal é um reflexo da actividade económica favorável e dos vigorosos esforços de arrecadação de receitas, enquanto a despesa interna foi mantida abaixo das metas do programa devido a insuficiência do apoio orçamental e das incertezas relacionadas com este apoio. A missão chegou a entendimento sobre as politicas para o remanescente de 2010 e para 2011, que são coerentes com os objectivos económicos das autoridades no âmbito do programa apoiado pela ECF. Os planos fiscais para 2010 foram ajustados em função de uma possível insuficiência da assistência orçamental. O orçamento de 2011 manterá as despesas do ano em curso dentro dos limites dos recursos disponíveis; aumentará as receitas fiscais através de esforços na administração da receita e da elevação do preço de referência alfandegária de determinados produtos; e continuará a reduzir os atrasados internos. O desempenho satisfatório no âmbito do programa e progressos no quadro da iniciativa HIPC ajudarão a assentar as bases para que a Guiné -Bissau atinja o ponto de conclusão da referida iniciativa no final do ano. O alivio da devida no âmbito da Iniciativa HIPC e da Iniciativa de Alivio da Divida Multilateral (MDRI), em combinação com o alivio da divida adicional dos credores bilaterais, para além da HIPC, atenuará o peso do endividamento e ajudará a restaurar a sustentabilidade externa e fiscal. A discussão da primeira avaliação do programa económico da Guiné-Bissau no âmbito da ECF pelo conselho da administração do FMI esta marcada para o inicio do Dezembro de 2010, data em que poderá ser disponibilizado o próximo desembolso de DES 2,414 milhões (aproximadamente USD 3,658 milhões) Uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI), liderada pelo Sr. Paulo Drummond, efectuou uma visita à Guiné-Bissau no período de 16 a 29 de Setembro de A missão avaliou o desempenho do país no primeiro semestre no âmbito da Facilidade de Crédito Prolongado (ECF Extend Credit Facility) aprovada em Maio de 2010 (ver comunicado da imprensa Nº.10/185); analisou os planos fiscais das autoridades para 2011 no contexto do programa económico do Governo; e avaliou o progresso do país para atingir o ponto de conclusão da iniciativa para os Países Pobres Altamente Endividados (HIPC). A missão reuniu-se com o Presidente da República, Malam Bacai Sanhá; o Primeiro-ministro, Carlos Domingos Gomes Júnior; o Ministro das Finanças, José Mário Vaz; a Ministra da Economia, Helena Embaló, o Director Nacional do Banque Centrale dês Etats de l Afrique de l Ouest (BCEAO), João Fadía, e outros altos funcionários do Governo. A missão também manteve encontros com representantes do sector privado, da sociedade civil e da comunidade de doadores, e bem como outros parceiros de desenvolvimento. 4 Nobas de Finanças 2010 Nobas de Finanças

4 execução orçamental (Janeiro à Setembro 2010) Execução Orçamental do Estado O objectivo deste boletim é fornecer informações sobre o estado das Finanças Públicas até Setembro de 2010, que permite ter uma visão global da execução orçamental, dando mais transparência à execução do Orçamento Geral do Estado (OGE) de acordo com o código de transparência Nº 1/2009/CM/UEMOA (União Económica e Monetário da África Ocidental). Com efeito, de acordo com o código de transferência constitui uma recomendação dos Estados membros da UEMOA de tornarem público as informações sobre a execução orçamental. Esta apresentação visa fornecer informações que permitam a tomada de decisões necessárias à consecução dos objectivos do Governo em matéria das Finanças Públicas, consubstanciadas no seu Programa e no OGE Visando dar informações úteis ao público sobre a execução orçamental, o Boletim apresenta, inicialmente, o resultado da execução orçamental do OGE até Setembro do ano em curso, seguido pela apresentação da situação da dívida pública. Posteriormente, apresentar-se-á o estado da convergência a nível da UEMOA à luz de Pacto de Convergência, Estabilidade e Crescimento, e ponto de situação da implementação do programa ECF, e por último as conclusões e perspectivas. Assim sendo, o (MF), no âmbito do código de transparência acima referido leva junto ao público, o relatório sobre a situação das Finanças Públicas relativa a execução de Janeiro a Setembro Até Setembro de 2010, o défice global do Estado, excluindo donativos, foi de 2.027,8 milhões de FCFA, tendo-se registado um acréscimo na receita total de 29,6% e um aumento na despesa corrente primária de 15,7% face ao mesmo período do ano transacto. O défice primário situou-se em 631,4 milhões de FCFA contra 4.216,4 milhões de FCFA no mesmo período de De acordo com o Quadro das Operações Financeiras do Estado (TOFE), até Setembro 2010: O saldo global excluindo os donativos registou um défice de 2.027,8 milhões de FCFA contra 4.998,8 milhões de FCFA no mesmo período de 2009; O saldo primário acusou um déficit de 631,4 milhões de FCFA contra 4.216,4 milhões de FCFA no mesmo período do ano transacto. A receita total cresceu 29,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. As receitas tributárias registaram um aumento de 24,6%, como resultado do aumento dos impostos directos em 31,5% e dos impostos indirectos em 21,8%. As receitas não tributárias também registaram um aumento de 43,4%, devido ao crescimento registado nas rubricas taxas, multas e penalidades e nas transferências, de 52,1% e 47,7%, respectivamente. A evolução dos impostos directos deve-se ao crescimento da receita de: Outros impostos directos, que cresceram em 143,0%, influenciado pelo aumento significativo do imposto de capitais em 173,5%, em relação ao mesmo período do ano anterior; Imposto sobre rendimento (ISR) em 30,3%, originado pelo aumento da contribuição industrial e da contribuição predial em 42,7% e 17,4% respectivamente, face ao mesmo período do ano anterior. A maioria das rubricas dos impostos indirectos registaram uma evolução favorável, entre os quais se destacam: um aumento das receitas de outros impostos indirectos, em 194,6%, as receitas do imposto geral sobre vendas (IGV) em 42,3%, as receitas de imposto sobre transacções internacionais em 4,1%. As despesas primárias diminuiram em 20,2%, como resultado da diminuição da despesa de capital em 97,4%. Esta diminuição se explica pela falta dos investimentos externo no mesmo período homólogo de Em relação as despesas correntes primárias, verificou-se aumento de 15,7%, impulsionado pelo aumento nos agregados das despesas correntes, com destaque: Juros correntes (78,5%); Outras despesas correntes (58,8%); Aquisição de bens e serviços (35,5%); Transferências (25,5%); e Despesas com pessoal, que registou um aumento de 1,5%, destacando-se um ligeiro aumento nas remunerações certas (salários) em 1,9%. Não obstante a conjuntura nacional e internacional difícil, constata-se até Setembro de 2010 uma melhoria na gestão das Finanças Públicas, facto que é reflectido através do comportamento favorável dos principais indicadores fiscais. Houve acréscimo na receita total de 29,6%, com maior destaque para as receitas tributárias que registou um aumento de 24,6%, não tributárias de 43,4% e uma diminuição nas despesas totais em 18,6%, face ao mesmo período do ano transacto. O objectivo principal fixado pelo Governo para este ano, é levar o País ao ponto de conclusão e consequentemente permitir a obtenção do alívio da divida externa, ao abrigo da Iniciativa HIPIC (Países Pobres Altamente Endividados. Para atingir o referido desiderato os esforços deverão continuar a ser feitos em três áreas, a saber: Aumento na arrecadação das receitas; Rigor no controlo das despesas correntes e, Controlo das Despesas Não Tituladas (DNT s) e atrasados de pagamento (rest-á-payer). Em termos prospectivos, esperase a continuação de um bom desempenho fiscal e a recuperação da economia global, aumento das transacções comerciais e a melhoria da estabilidade política e institucional, que venham a contribuir para uma retoma moderada do crescimento para cerca de 3,5 por cento em De realçar que, neste momento o FMI está a concluir o dossier relativamente à Guiné-Bissau e que posteriormente submeterá ao conselho de administração para a sua apreciação e aprovação. Provavelmente no final do ano ou nos meados de Janeiro de 2011 o País poderá atingir o ponto de conclusão. 6 Nobas de Finanças 2010 Nobas de Finanças

5 orçamento 2011 Dr. Romão Lopes Varela Director Geral do Orçamento Para 2011, o Governo tem ainda como objectivo a sustentabilidade fiscal e externa, a recuperação do crescimento económico e a realização de progressos na redução da pobreza e no cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). Em termos genéricos os diversos eixos do DENARP procuram, designadamente: (i) Consolidar a boa governação; (ii) Modernizar a administração pública; (iii) Assegurar a estabilidade social, política e económica; (iv) Promover o crescimento económico e a criação do emprego; (v) Aumentar o acesso aos serviços sociais e às infra estruturas de base; (vi) Melhorar as condições de vida dos grupos mais vulneráveis. As orientações da política económica para o ano 2011, continuarão a centrar se no reforço das finanças públicas, na modernização da administração pública, na capacitação técnica para a implementação das políticas, no acesso alargado a serviços sociais, nas infra estruturas básicas e no desenvolvimento do sector privado. As principais medidas inscritas na Proposta do Orçamento Geral do Estado, para 2011 centram se, nomeadamente: (i) Na contenção das despesas correntes e na melhoria da gestão das finanças públicas; (ii) Na melhoria do ambiente de negócios; (iii) Na criação de condições indispensáveis para a dinamização do sector privado; (iv) No prosseguimento das reformas estruturais em curso; (v) Na nova iniciativa para o alívio da divida; (vi) No estabelecimento e consolidação de parcerias externas e; (vii) Na qualificação e reforço do capital humano, necessário para a dinamização do sector Privado. PERSPECTIVAS MACRO- ECONÓMICAS E POLITICAS PARA 2011 Os objectivos macroeconómicos do Governo para o médio prazo permanecem inalterados no âmbito do programa apoiado pela ECF, nomeadamente: i. Aumentar o crescimento real para 4,5% até à conclusão do programa; ii. Conter a inflação anual abaixo de 3 por cento, de acordo com a norma de convergência da UEMOA; iii. Conseguir uma diminuição progressiva do défice da conta corrente externa (excluindo as transferências oficiais); iv. Manter o défice orçamental primário abaixo dos 4% do PIB anual até As perspectivas macroeconómicas para 2011 são positivas. Esperase que o crescimento económico acelere para 4,3 por cento, impulsionado pela retoma da produção de caju, o aumento da actividade nos sectores de transformação da castanha de caju e a reconstrução das infra estruturas públicas, nomeadamente dos sistemas rodoviário, portuário, eléctrico e de água. A estabilidade dos preços da castanha de caju e das remessas, graças às melhorias no ambiente global, ajudará a fortalecer a procura interna e uma nova diminuição do défice em conta corrente externa. A inflação deverá permanecer abaixo da norma de convergência da UEMOA, apoiada pela ancoragem do franco CFA ao Euro. A política monetária e cambial continuará a ser aplicada no quadro da UEMOA. RELATÓRIO DE APRESEN- TAÇÃO DO OGE Prevê se que o preço da castanha de caju permaneça próximo aos níveis relativamente elevados registados ao longo do ano passado, visto que a forte procura da Índia compensa uma retoma prevista da oferta global. O aumento das receitas de exportação deve elevar os rendimentos disponíveis e gerar o crescimento das importações. O programa fiscal de médio prazo continuará a ter por objectivo reforçar a política fiscal e alcançar a sustentabilidade da dívida. A estratégia procura reforçar a arrecadação de receitas (baixa quando comparada com os padrões regionais) e criar uma maior margem para gastos prioritários. O governo continuará a regularizar os atrasados internos de acordo com os recursos disponíveis. O programa fiscal reduz o défice primário interno progressivamente, o que, juntamente com o perdão da dívida HIPC/MDRI, permitirá melhorar a sustentabilidade fiscal e da dívida, ao mesmo tempo que reduz a dependência do apoio orçamental externo. AS PRINCIPAIS ORIEN- TAÇÕES, OBJECTIVOS E MEDI- DAS DO ORÇAMENTO PARA 2011 Um dos objectivos da política orçamento preconizado pelo Governo para 2011 é adoptar medidas enérgicas que serão compatíveis com o financiamento disponível. A meta será alcançada um défice orçamental primário de 1,6% do PIB, que é coerente com os gastos primários internos de 54,6 mil milhões CFA, um apoio orçamental de cerca de 7,5 mil milhões FCFA e não agravar o problema da dívida do país, medida necessária para consolidar a credibilidade alcançada no domínio das finanças públicas. O Governo continuará a regularizar os atrasados internos, em consonância com a estratégia de médio prazo no âmbito da ECF para Nesta perspectiva, manterá um controlo rigoroso da execução orçamental e dos recursos disponíveis, antes de prosseguir com o seu plano de pagar um total de 1,860 mil milhão FCFA. O programa do Governo continuará a centrar se, nomeadamente: I. No reforço da arrecadação de receitas; II. Na melhoria da gestão das finanças públicas; III. Na modernização da administração pública, criando, deste modo, maior margem para as despesas prioritárias; IV. Na eliminação dos entraves ao desenvolvimento do sector privado; V. Na melhoria do acesso aos serviços sociais e; VI. No reforço da gestão da dívida. RELATÓRIO DE APRESEN- TAÇÃO DO OGE Para atingir os seus objectivos de arrecadação de receitas, o governo decidiu tomar um conjunto de medidas visando aumentar a arrecadação e ampliação da base de tributação. Por esta razão o governo planeia: a. Elevar progressivamente os preços de referência, para fins alfandegários, de certas Importações visando atingir valores de mercado no orçamento de 2011; b. Aumentar o preço de referência para as exportações de castanha de caju; c. Aumentar ACI sobre o pagamento antecipado de imposto sobre os lucros recolhidos nas alfândegas (antecipação da contribuição industrial); d. Iniciar os preparativos para uma transição do imposto geral de vendas para o IVA, semelhante a outros países da UEMOA. e. Implementar o SYSCOA a nível nacional. O governo solicitará a assistência técnica dos seus parceiros do desenvolvimento no domínio da política fiscal, possivelmente por meio de um consultor residente e continuará a executar o seu plano de acção de Gestão das Finanças Públicas (GFP). As medidas continuarão a centrar se na melhoria do planeamento fiscal, melhoria da previsibilidade e controlo da execução orçamental, reforço dos procedimentos de reporte e reforço dos controlos internos e externos. O governo irá rever o quadro jurídico que implementa os acordos de partilha de receitas ( restituições ) para aumentar a parcela de 8 Nobas de Finanças 2010 Nobas de Finanças

6 orçamento 2011 receitas não afectadas no orçamento, e irá apresentar uma proposta ao Conselho de Ministros. A revisão incluirá todas as restituições entre os ministérios (incluindo as receitas das pescas, minerais, florestais e receitas administrativas, por exemplo, da emissão de passaportes) e o Tesouro. O Governo irá igualmente proceder a revisão das isenções, visando a sua melhor regulamentação e controlo assim como redução das perdas das receitas fiscais. Assim mesmo, o Governo tenciona reforçar o sistema de concurso público, com a implementação da autoridade de regulação dos concursos públicos e a unidade central de compras, facto que ira permitir uma maior eficiência na utilização dos recursos públicos. Prioridades Para além das principais reformas estruturais e medidas levadas a cabo em 2010 e que serão prosseguidas em 2011, o governo estabeleceu as suas prioridades para 2011 e está determinada a afectar grande parte da receita orçamental aos sectores seguintes: Agricultura; Educação; Saúde; Infra estruturas. As prioridades aqui definidas baseiam se, pois, no PA/2011 e nas orientações e estratégias definidas nos Programas do Governo e de Boa Governação, no DENARP e nas Políticas Sectoriais, nomeadamente: Geração de Riquezas e Desenvolvimento de Infra estruturas; RELATÓRIO DE APRESENTAÇÃO DO OGE Aumento das Possibilidades de Acesso aos Bens Sociais Fundamentais; Alívio da Pobreza; Promoção da Boa Governação; Promoção do Sector Privado. Medidas a nível das receitas Implantação do Sistema Automático Moderno ( sydonia ++ ), até fim do primeiro trimestre de 011; Actualização periódica de valores da tributação dos produtos petrolíferos, quando se justificar alterações de preços no mercado internacional; Reforço do controlo do valor aduaneiro na importação, com a ajuda do sistema automático sydonia++ ; Reforço no acompanhamento no destino de mercadorias desembaraçadas com isenções de imposições aduaneiras; Aperfeiçoamento na aplicação da Regulamentação Aduaneira, com ajuda da OMD (Organização Mundial das Alfândegas), a que o nosso País aderiu em Agosto/2011; Reforço no acompanhamento da circulação de mercadorias no País, mediante conferências físicas das chegadas das mesmas e conferências periódicas de armazéns onde são depositadas sob a fiscalização aduaneira; Formação e reciclagem periódica dos agentes aduaneiros, com eventual ajuda de assistência técnica expatriada e visitas de estudo no estrangeiro; Uma gestão proactiva do apoio orçamental; Recenseamento das pessoas singulares e colectivas com obrigações tributárias relativas a imposto predial, pequenas e médias empresas e trabalhadores independentes e do sector informal; Intensificação do trabalho de campo (trabalho de analise de balanço, cruzamento de dados, intensificação do controlo pontual e verificação geral em relação as empresas); Alargamento da base tributária do IGV no sector do turismo, cuja incidência recairá sobre os aparthotéis que até então eram isentos; Aprofundamento de análise das declarações mensais; A inclusão dos funcionários que trabalham nos projectos (nacionais e estrangeiros) e os que trabalham nos organismos internacionais sem estatuto diplomático na lista do pagamento do imposto profissional; Reintrodução dos selos nos actos de matrícula, propinas e certificados. Medidas a nível das despesas Reforço da disciplina na preparação, execução do orçamento, prosseguindo a sua execução por duodécimos, e demais regras para uma eficiente realização das despesas do estado; A atempada apresentação da Conta Geral do Estado, conforme a metodologia da UEMOA; A generalização do SIGFIP a toda a administração e sua interface com a DGT; O controlo mensal da execução orçamental com base na despesa efectiva; Estratégia coerente a médio prazo (MT) para a limpeza dos atrasados (atrasados domésticos, títulos de Tesouro e dividas com bancos comerciais). PREVISÃO DAS DESPESAS No Orçamento Geral do Estado para 2011, a despesa dos diferentes organismos do Estado traduz as políticas e prioridades sectoriais, com relevo para as funções sociais e produtivas: O esforço orçamental com maior peso verifica se nos Ministérios da Educação, Saúde, Agricultura e Infraestruturas; bem como, nas funções de soberania, com relevo para as áreas da Defesa e Segurança. A análise da evolução das despesas permite ver uma diminuição de cerca de 17,34% das despesas em relação ao ano 2010, devido sobretudo a diminuição do valor inscrito no Programa de Investimento Público (PIP), financiamento externo para o ano Para o ano 2011, o Governo foi obrigado definir medidas de contingências para colmatar uma eventual insuficiência de financiamento, tendo em conta a redução prevista no apoio orçamental. 10 Nobas de Finanças 2010 Nobas de Finanças

7 Novidades Tecnológicas no actualidade & tecnologia Eng.º Watna Almeida Director Coordenador dos Serviços de Informática mudanças constantes que caracterizam o As mundo de hoje, resultado dos impactos das tecnologias nos processos produtivos e na organização de trabalho, obrigam a que no domínio da gestão de Finanças Publicas todos os sistemas sejam orientados numa estratégia ligada a gestão por objectivo e gestão por competências associados a uma visão estratégica ligada ao desenvolvimento e estruturação de um sistema integrado de informação e de gestão utilizando as novas ferramentas inovadoras oferecidas pela utilização das TIC e na valorização do capital humano existente influenciando positivamente o desenvolvimento da economia e da competitividade do país. Ciente desta realidade e determinado em alavancar o país para patamares cada vez mais elevados de desenvolvimento socioeconómico o governo da Guiné-Bissau decidiu pela aposta continua na melhoria de serviços e em especial no domínio da gestão das finanças publicas como um dos principais factores críticos de sucesso da sua agenda de transformação o que significa pela via das finanças publicas DCSI proporcionar uma verdadeira mudança qualitativa e responsável com conhecimentos e competências gerais, técnicas, tecnológicas e operacionais, mas também com competências transversais, desenvolvendo igualmente qualidades como: iniciativa, atitude e adaptabilidade responsabilidade e autonomia. Importantes medidas vem sendo concebidas e implementadas com vista a concretização desta visão. Inscreve-se nesta lógica a implementação do programa de Saneamento das Finanças Públicas e desta sob recomendação do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial em matéria de gestão e informatização dos serviços a criação de uma Direcção de Coordenação dos Serviços de Informática do já criada resultando desta a elaboração de um Plano Estratégico da Direcção Coordenadora dos Serviços Informáticos das Finanças da Guiné-Bissau articulado com as necessidades do desenvolvimento nacional e promotor da realização das reformas da administração pública em curso. Após a elaboração do plano estratégico - Indicadores de Resultados: 1. Sistema de Formação de Formadores Implementados; 2. Serviços de HelpDesk instalados e a funcionar; 3. O nível de valorização e motivação dos técnicos é melhorado; 4. Criação de Um projecto-piloto de um sistema integrado para a Direcção Geral dos Impostos e da Direcção geral de Concursos Públicos é consolidado; 5. SYDONIA ++ Sistema Automático Aduaneiro (SYDONIA) na direcção Geral das Alfandegas expansível a todos as estruturas das alfandegas no centro e Interior do país (Gabú e Bafata Inclusive) é implementado; 6. Capacitação em matéria de aplicações WORD, EXCEL, Banco de Dados, INTERNET é implementada; 7. Programa Integrado para a Direcção Geral de Contribuição e Impostos (unificando a base de dados da sede, bairros fiscais e regiões) é criado e implementado; 8. Apoio técnico ao SIGFIP é consolidado; 9. Site do é implementado. O Governo da República da Guiné-Bissau chegou recentemente a um acordo preliminar com o FMI para a implementação de um Programa de Médio Prazo ( ) ao abrigo de Facilidade Alargada de Crédito(EFC) que será suportado por esta organização internacional assim como por outros parceiros de desenvolvimento. Este Programa visa atingir três objectivos fundamentais, a saber: (i) criação das condições para o relance económico e para a redução da pobreza, (ii) Alcance do ponto de conclusão da Iniciativa HIPC e (iii) Implementação de importantes reformas económicas, com destaque as reformas no sector da defesa e segurança e na Função Pública. Nesta perspectiva foram fixados no Programa os seguintes objectivos específicos (i) alcançar uma taxa de crescimento anual de 4,5 % ; (ii) uma taxa de inflação compatível com os países da UEMOA (inferior a 5 %) e (iii) défice da conta corrente de 4 % do PIB. O encontra-se num momento importante da sua reforma. O grande desafio imposto tanto a nível do domínio interno como externo tem merecido um grande empenho por parte de todas as estruturas com vista a promoção e valorização do capital humano, e na criação de condições e mecanismos de melhoria de serviços aos utentes do Estado. Importante mudança de ordem estrutural, técnica e legal tem sido desenvolvidas e implementadas nos últimos anos. Inscreve-se nesta lógica a implementação do Programa de Saneamento das Finanças Públicas e desta sob recomendação do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial em matéria de gestão e informatização dos serviços a criação de uma Direcção de Coordenadora de Serviços de Informática do Ministério das Finanças DCSI, criada a cerca de dois ano, resultando desta, a criação de um Sistema Integrado de Gestão das Finanças Publicas SIGFIP-GB, SYGADE Sistema Integrado de Gestão da Divida do Estado, SIGUER- Sistema Integrado de Receitas do Estado, CPU- Sistema de Gestão da Contribuição Urbana para a Direcção Geral dos Impostos, a implementação do SY- DONIA ++ para a Direcção Geral das Alfandegas, em curso a preparação de condições para a criação de Fusão de Base de Dados entre a Função Pública e o Ministério das Finanças Recenseamento Biométrico, articulando com as necessidades do desenvolvimento nacional na criação de E-Governance, promotor da realização das Reformas da Administração Pública em curso através do projecto PARAP - Programa de Apoio a Reforma da Administração Pública financiado pela União Europeia. Assim, com a implementação destes importantes medidas estruturais contidas no programa, prevê-se como objectivo a criação do primeiro embrião da Rede do Governo baseada na infra-estrutura de comunicação tipo correio electrónico tendo como grande suporte o SIGRHFP e o SIGFiP-GB considerando a relação directa com os DAF de todos os Ministérios em geral com as Finanças. Não obstante a criação de importantes instrumentos de modernização baseada na introdução das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação cujo impacto apenas tem se verificado a nível interno sem que a maioria dos outros Ministérios, entidade privada e civil, parceiros internacionais em geral e demais interessados que lidam directa ou indirectamente com as Finanças Públicas tenham sentido o seu impacto na melhoria e modernização das Finanças Públicas. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) constituem uma linguagem e um instrumento de trabalho essencial do mundo de hoje, razão pela qual desempenham um papel cada vez mais importante na educação e na formação de cada indivíduo. Na verdade, estas tecnologias constituem um meio privilegiado de acesso à informação, um instrumento fundamental para pensar, criar, comunicar e intervir sobre numerosas situações, constituem uma ferramenta de grande utilidade para o trabalho colaborativo e representam um suporte do desenvolvimento humano nas dimensões pessoal, social, cultural, lúdica, cívica e profissional. O Governo da Guiné-Bissau, imbuído num espírito de mudança organizacional e na adopção de uma nova filosofia de trabalho baseada fundamentalmente na produção de valores associadas aos padrões de eficácia e da eficiência na nova era de comunicação organizacional consubstanciada no âmbito da execução das Políticas Públicas da Guiné-Bissau no quadro da Reforma da Administração Pública em curso, pretende Desenvolver e Implementar um Sistema Integrado de Informação e da Comunicação do Governo GOVERNO ELEC- TRÓNICO, constituído por um conjunto de ferramentas electrónicas e aplicações informáticas com acesso a uma base de dados centralizada que, para além de responder aos desafios da promoção 12 Nobas de Finanças 2010 Nobas de Finanças

8 actualidade & tecnologia Novidades Tecnológicas no de aumento da qualidade de serviços prestados na Administração Pública em geral, se apresenta como um factor de aproveitamento das potencialidades que as novas tecnologias oferecem. Objectivos atingidos em 2010 A componentes do projecto consiste em ligar, em rede informática toda a Administração Pública da Guiné-Bissau através de uma estrutura Base Central GOVERNO ELECTRÓNICO, Presidência da República, Assembleia Nacional Popular, Prematura, Ministérios, Secretarias de Estados e outros organismos, Públicos e Privados, que intervêm no processo de concepção e execução das Políticas activas do Governo, objectivando a implementação de um Observatório de Gestão Electrónica do Estado, tento a primeira fase o e o Ministério da Função Pública Trabalho e Modernização do Estado, que posteriormente irá ligar a todos as outras estruturas do governo. 14 Nobas de Finanças 2010 Nobas de Finanças

9 actualidade & tecnologia SYDONIA ++ Implementação do SYDONIA ++ (Sistema Automático Aduaneiro) na direcção Geral das Alfandegas está em curso. Site do 16 Nobas de Finanças Demba Buaró IMPLEMENTAÇÃO DO PROJEC- c) Elaboração de um novo modelo de TO SYDONIA++ PARA A GUINÉ- declaração aduaneira, denominado Dr. José Demba Buaró BISSAU DAU Documento Aduaneiro Único Director Nacional do Projecto d) Apresentação do Sydonia ++ aos implementação do projecto Despachantes, Agentes de Navegação de migração do sistema Sy- e outros potenciais utilizadores donia 2.7 para SYDONIA++ e) Preparação do protótipo nacional continua a merecer a atenção do Gov- do Sydonia++ erno e da CNUCED (Conferência A 3ª missão de consultoria informátidas Nações Unidas para o Comércio ca de três semanas, realizada em See Desenvolvimento). No quadro da tembro, pelo Sr. Parmeshwar Dyal sua implementação, já estiveram no Chundunsing, vulgo SANJIV. Foi País três missões de CNUCED para feita, entre outras, a formação técniconsultoria informática e aduaneira, ca e funcional sobre Sydonia++ que durante este ano de 2010, a saber: permitiu aos técnicos da Alfândega A 1ª Missão de consultoria in- da Guiné-Bissau terem conhecimenformática de duas semanas, realizada tos de instalação, implementação, em Fevereiro e Março, pelo Sr. Arou- gestão e manutenção do sistema SYna LENGANI, tendo feito o seguinte: DONIA++. a) Diagnóstico do sistema existente A missão realizou ainda as seguintes b) Formação técnica no domínio da actividades: instalação de LINUX Redhat, Oracle a) Reinstalação de LINUX, ORACLE e sydonia++ e o Sistema SYDONIA++ a pedido c) Instalação do sistema de sydo- da equipa nacional de Sydonia Local nia++ tomando os dados de Cabo b) Formação técnica em vários Verde como ilustração. domínios concernentes ao Sistema d) Formação funcional sobre os SYDONIA++ módulos de gestão de declarações, c) Instalação de múltiplos Clientes manifestos e caixa. SYDONIA++ num PC com WinA 2ª Missão de consultoria aduaneira dows de três semanas, realizada em Maio e d) Instalação de impressora LASER Junho, pelo Sr.Olívio Borges que re- no Sistema SYDONIA++ Sala de Reunião - Alfandegas alizou as seguintes actividades: e) Configuração dos dados do NIF a) Análise de procedimentos do de- no Sistema SYDONIA++ sembaraço aduaneiro e de controlo b) Apresentação de propostas de revisão de procedimentos aduaneiros A Nobas de Finanças

10 actualidade & tecnologia f) Procedimentos completos de salvaguarda (BACK- UP) e restauração (RESTORE) de um Sistema SYDO- NIA++ g) Explicação sobre a estrutura de base de dados e de segurança de acesso ao SYDONIA++ h) Explicação sobre a gestão de armazenagem, registo, liquidação, modificação e anulação da contra-escritura e pagamento de uma declaração no Sistema SY- DONIA++ i) Explicação sobre a lógica de REPLICAÇÂO e de desenvolvimento de procedimentos de taxação no Sistema SYDONIA** j) Adaptação de filtros de DAU de Comores para o Sistema SYDONIA++ da Guiné-Bissau k) Desenvolvimento de regras (programas) de tributação geral e de isenção l) Extracção estatística do SYDONIA++ para EURO- TRACE. A 4ª Missão de consultoria informática de, aproximadamente, sete (7) semanas, de 11 de Outubro a 26 de Novembro de 2010, pelo Sr. Parmeshwar Dyal Chundunsing, vulgo SANJIV, realizou as seguintes actividades: a) Verificação de todas as tabelas de controlo do sistema, feitas anteriormente b) Verificação do funcionamento de todas as regras (programas) de taxação feitas no decurso da missão anterior c) Estudo do Módulo de selectividade d) Criação do ficheiro de valor no sistema e) Estabelecimento de interface de Sydonia++ com o f) Verificação de estado dos filtros de impressão e configuração dos mesmos de forma que os dados do sistema possam ser imprimidos nas impressoras de laser g) Estudo do MODSYSCF configuração dos grupos de trabalho no sistema. h) Solução de diversos problemas técnicos que, eventualmente, surgem durante a missão. ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS Quando esta missão chegou, encontrou o plano de trabalho deixado pela 2ª missão quase cumprido pela equipa nacional de Sydonia, faltando apenas alguns requisitos técnicos, nomeadamente, a programação de regras para isenção, cuja execução exigia a presença de um consultor. Os trabalhos feitos pela equipa nacional de Sydonia mereceram boas considerações por parte do consultor, não obstante serem sujeitos a uma pequena correcção. A equipa nacional de Sydonia disponibilizou-se a tempo inteiro para acompanhar os trabalhos do consultor durante toda a sua estada no País, onde a entrega e o desempenho dos técnicos foram elogiados. Contudo, no decorrer dos trabalhos foram encontradas dificuldades de vária ordem: a insuficiência de comunicação da rede, derivada de fraco sinal da Internet instalada na DGA, interrupção da corrente eléctrica, deficiência de climatização, etc.. No que concerne ao estado das instalações, curiosamente, os consultores das três missões da CNUCED coincidiram em criticas ao mau aspecto das infraestruturas existentes, instalações dos equipamentos, climatização, fiabilidade da comunicação, cablagem, etc. tendo esta última (a cablagem) recebido severa contestação de todos. FORMAÇÃO Os técnicos da equipa nacional de Sydonia têm recebido formações técnicas pontuais dos consultores das missões da CNUCED que estiveram no País. Mas, dada a limitação do tempo por parte dos formadores, torna-se difícil a assimilação integral do conteúdo da formação. Por isso, a garantia da eficiência da administração do sistema Sydonia++ depende, sobremaneira, da formação sólida e de longa duração em LINUX e ORACLE (SQL e PL/SQL) dos informáticos da Direcção Geral das Alfândegas. Sabe-se, a Direcção Geral das Alfândegas é a instituição responsável pela reforma do sistema Sydonia, pois, conhece melhor as suas necessidades em termos de formação. Esta Direcção deveria assumir o maior protagonismo na selecção dos seus formandos, na determinação do tipo, duração e qualidade de matéria da formação, por forma a evitar influência negativa que disto possa advir tanto para a reforma assim como para o prazo estipulado para a conclusão dos trabalhos. Por outro lado, a formação dos técnicos não deve limitar-se apenas em matérias puramente técnicas porque a integração regional do nosso País exige domínio razoável não só de aspectos técnicos indispensáveis para o cumprimento de normas da União, mas também de conhecimentos linguísticos - inglês e francês, fundamentalmente este último como sendo a sua língua de trabalho. O francês passa a ter uma grande importância na administração do nosso País tendo em conta a sua situação geográfica e a comunidade francófona sub-regional em que é membro. As sucessivas missões da CNUCED à DGA revelaram a necessidade de conhecimento da língua francesa, na medida em que a comunicação tem sido feita exclusivamente em francês. O seu fraco domínio constituiu um dos obstáculos de assimilação da matéria de várias formações levadas a cabo pelos consultores. Por isso e para o sucesso dos técnicos informáticos da DGA, é extremamente importante a formação nas línguas. CONCLUSÃO A implementação eficaz e eficientemente do projecto de Sydonia++ depende, em grande medida, do desempenho e capacidade da equipa nacional. Para tal, o apoio da Administração Aduaneira e do Governo, como tem referido as diversas missões de consultoria da CNUCED para a DGA, é fundamental. Por outro lado, não é menos importante a formação contínua, participação nos seminários, reciclagens, visitas de estudo e sobretudo a actualização permanente dos técnicos informáticos da DGA. É nisto que reside o sucesso do projecto. Sr. António Vaz - Membro do Projecto SYDONIA Nobas de Finanças 2010 Nobas de Finanças

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