Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download ""

Transcrição

1

2

3

4

5

6 ÍNDICE I. Nota de Abertura II. Sumário / Summary III. Sistemas de Armas 1. Introdução Enquadramento Aspetos contabilísticos Estrutura organizacional Análise da Atividade Desenvolvida Recursos Humanos Logística Operacional Instrução Análise ao Orçamento da Receita e da Despesa Estrutura da Receita e da Despesa Execução Orçamental por Fonte de Financiamento Execução das Missões com Forças Nacionais Destacadas Execução do Plano Plurianual de Investimentos LPM e LPIM PIDDAC Evolução da Receita e da Despesa Análise ao Balanço e à Demonstração de Resultados Análise da Situação Patrimonial - Balanço Análise das Contas de Exploração Demonstração de Resultados Evolução das Dívidas de Terceiros de Curto Prazo Perspetiva futura Objetivos de Gestão Pessoal Sistemas de Informação Operação Capacidades Militares...31 IV. Lista de Abreviaturas V. Definições... 34

7 1. Introdução 1.1. Enquadramento O Relatório de Gestão, sendo um requisito legal da prestação de contas, a remeter ao Tribunal de Contas, constitui um documento que, de uma forma clara e transparente, pretende evidenciar as práticas de gestão desenvolvidas pela Força Aérea no cumprimento da Missão que lhe está atribuída. Assim, deve materializar-se como uma reflexão útil sobre a qualidade dessas práticas de gestão, que orientaram a utilização dos recursos disponíveis tendo em vista a consecução dos objetivos estabelecidos. Dirigido a todos os potenciais utilizadores da informação, independentemente do seu grau de conhecimento do meio militar ou aeronáutico, este Relatório foi concebido utilizando uma linguagem que se pretende clara e assumidamente virada para o exterior, com um conteúdo relevante para a generalidade da comunidade. Adicionalmente, este documento constitui, também, uma oportunidade para a prestação de contas internas, ou seja, informar todos os militares e civis que servem na Força Aérea acerca do desempenho do Ramo elemento essencial para promover e cimentar o sentido de responsabilidade e de pertença, a coesão, e o Espírito de Missão do Ramo. Em última instância, pretende-se dar uma visão do nível de esforço realizado pela Força Aérea, para cumprimento da missão que lhe está investida. No desenvolvimento do presente relatório procurou-se manter a estrutura, do último exercício económico, assegurando a continuidade da informação financeira e, concomitantemente, integrar o conhecimento organizacional nas diversas áreas de responsabilidade de gestão. Outro requisito considerado, foi o de manter a dimensão deste documento a um nível que permitisse a sua leitura fluida, relacionando e sintetizando os abundantes artefactos informacionais que a organização produziu durante o ano. No primeiro capítulo, é efetuada uma introdução aos objetivos do relatório de gestão, aos aspetos contabilísticos que o enquadram e uma apresentação sumária da estrutura da Força Aérea. No segundo capítulo, é abordada a atividade da Força Aérea, nas suas componentes mais relevantes apresentando, sempre que adequado, indicadores ilustrativos do desempenho alcançado. O terceiro tema abordado, é o da execução orçamental, sendo analisadas as componentes do orçamento de receita e de despesa, por fonte de financiamento, bem como dos programas de investimento. 1

8 A perspetiva patrimonial é analisada no quarto capítulo, onde são comentados os aspetos materialmente mais relevantes do balanço, demonstração de resultados e evolução das dívidas de terceiros de curto prazo. No último capítulo é efetuada uma reflexão sobre as perspetivas futuras, sendo apresentados os elementos que podem vir a condicionar o desempenho de gestão na Força Aérea Aspetos contabilísticos A elaboração do relatório de gestão teve em consideração as normas estabelecidas no n.º 1, parte III Documentação a remeter ao Tribunal de Contas, das Instruções n.º 1/2004 2ª Secção, do Tribunal de Contas Instruções para a organização e documentação das contas abrangidas pelo Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 232/97, de 3 de Setembro. O sistema de contabilidade e prestação de contas utilizado pela Força Aérea é suportado pelo Sistema Integrado de Gestão da Defesa Nacional (SIGDN), partilhado pelos vários organismos do Ministério da Defesa Nacional (MDN), e na dependência da Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional (SG-MDN). O SIGDN é um projeto de grande dimensão, sendo que alguns dos seus principais objetivos consistem na aplicação do POCP, na adesão ao Regime de Administração Financeira do Estado (RAFE) e na padronização de procedimentos, através da integração das áreas financeira, logística e de pessoal sob uma plataforma tecnológica comum, que permitirá produzir informação agregada para a gestão aos diversos níveis da Defesa Nacional (DN). Releva-se o elevado grau de implementação dos vários módulos financeiros e logísticos por oposição à componente de pessoal, em desenvolvimento, e manutenção dos sistemas de armas que continua a aguardar por decisão futura. Este atraso, tem obstado a uma integração plena dos SI, com as decorrentes perdas de eficiência no processo de gestão da informação Estrutura organizacional No culminar do processo de reorganização da estrutura superior da Defesa Nacional e das Forças Armadas, a 7 de Julho de 2009, foi publicada a Lei n.º 31-A/2009, que aprova a Lei de Defesa Nacional (LDN), que após a Declaração de Retificação n.º 52/2009, de 20 de Julho, passou a denominar-se Lei Orgânica n.º 1-B/2009, de 07 de Julho, e a Lei Orgânica 1-A/2009, que aprova a Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas (LOBOFA). 2

9 A LDN reflete os princípios basilares da Defesa Nacional, da política de Defesa Nacional, da defesa da Pátria e do estado de guerra, definindo ainda as responsabilidades dos órgãos do Estado, as atribuições e estrutura do MDN, o papel das Forças Armadas na Defesa Nacional, a sua missão e os direitos associados à condição militar. A LOBOFA estabelece os princípios fundamentais em que assentam as Forças Armadas no que respeita à organização, funcionamento e missão das mesmas, não deixando de realçar o seu papel primordial na Defesa Nacional quando em estado de guerra. A reforma dos diplomas legais referidos impôs a reorganização da estrutura orgânica da Força Aérea, dando continuidade à reformulação da estrutura superior da Defesa Nacional e das Forças Armadas. Deste modo, e no desenvolvimento do regime jurídico da LOBOFA, é publicado o Decreto-Lei n.º 232/2009, de 15 de Setembro, que aprova a Lei Orgânica da Força Aérea (LOFA). Das alterações na estrutura orgânica da Força Aérea destacam-se a reformulação do Comando Operacional da Força Aérea em Comando Aéreo, a criação do Comando de Instrução e Formação da Força Aérea, a reconfiguração da Direção de Finanças da Força Aérea como órgão integrante dos órgãos centrais de administração e direção da Força Aérea e a reestruturação do Comando Logístico da Força Aérea. O atual organigrama da macroestrutura da Força Aérea é o seguinte: Fig.1 Organigrama da Força Aérea Fonte: 3

10 2. Análise da Atividade Desenvolvida A atividade que a Força Aérea desenvolve encontra-se em consonância com as orientações estratégicas definidas nos documentos matriciais da Política de Defesa Nacional, tendo sido definidos os seguintes objetivos estratégicos pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea: a. Administrar os recursos humanos, materiais e financeiros com eficiência, a fim de alcançar elevados níveis de desempenho; b. Operar com eficácia a fim de cumprir a missão preceituada na LOFA e nas missões específicas decorrentes do Conceito Estratégico Militar; c. Executar as atividades conducentes à concretização/aquisição das capacidades aprovadas em sede da Lei de Programação Militar (LPM) e Lei de Programação Militar de Infraestruturas Militares (LPIM), a fim de minimizar as vulnerabilidades do Sistema de Forças Nacional e elevar os níveis de desempenho Recursos Humanos Os recursos humanos são fator decisivo para que a Força Aérea possa cumprir a missão que lhe está atribuída. Em 2011, a Força Aérea contou com um total de efetivos no ativo, verificando-se uma redução de 6,90%, relativamente ao ano transato, esta redução foi verificada em todas as categorias, mas essencialmente registada na categoria de praças por aplicação do Despacho n.º 4151/2011 do MDN. 4

11 Em termos de distribuição por género, verifica-se uma situação semelhante à do ano transato, com um menor peso relativo entre os militares do sexo feminino do quadro permanente (QP) quando comparados com os militares em regime de contrato (RC). Não obstante o peso de militares do sexo feminino ser ainda reduzido, esta tendência tem vindo a ser atenuada pelas entradas anuais para os quadros permanentes da Força Aérea representando, em 2011, um acréscimo de 1%, face a Relativamente ao grau das habilitações literárias, fator crítico de sucesso para qualquer organização, tem vindo a ser efetuado um esforço de melhoria contínua, quer através da formação que é ministrada na Instituição, nos seus polos académicos da Academia da Força Aérea e Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea, quer através do aumento do grau habilitacional na admissão ao Ramo. Releva-se o fato de cerca de 25 % do efetivo global da Força Aérea ter, em 2011, formação superior. 5

12 O Hospital da Força Aérea tem vindo a desenvolver a sua atividade no sentido de dar uma resposta multifacetada e garantir os melhores cuidados de saúde. O gráfico seguinte resume a atividade do Hospital comparativamente ao ano anterior. Da análise efetuada destaca-se um aumento generalizado da atividade do HFA, essencialmente devido à sua abertura a outras entidades, assim comparativamente com o ano transato houve mais dias de internamento, consultas, 849 cirurgias e meios complementares de diagnóstico e terapêutica. 6

13 Indicadores de Atividade Um dos princípios fundamentais da presente análise resulta na possibilidade de, através de indicadores, se sintetizar informação, identificando oportunidades de melhoria contínua. Estes indicadores, constituem-se como instrumentos de acompanhamento e avaliação da forma como os recursos humanos têm evoluído, verificando-se que: a. Ocorreu uma redução dos efetivos em 6,1%, tendência que se vem verificando em anos anteriores, sendo que no ano de 2011 essa redução ocorreu em todas as categorias sendo que a mais afetada foi a de Praças que sofreu uma redução de 16,01%. Em termos globais os efetivos de 2011 representaram menos 531 pessoas; b. Dos efetivos globais constata-se que 65% têm vínculo efetivo à Força Aérea, um aumento de 3% relativamente a 2010; 22% são do sexo feminino, permaneceu inalterado, e 25% possuem formação superior, um acréscimo de 1%. Quadro 1 - Indicadores de Atividade Recursos Humanos Variação de Efetivos (Efetivos n -Efetivos (n-1)) /Efetivos (n-1)) -0,7% -6,1% Vínculo (Efetivos do QP/Efetivos Globais) 62% 65% Feminização (Efetivos Femininos/Efetivos Globais) 22% 22% Formação Superior (Total Efetivos com Formação Superior/ Efetivos Globais) 24% 25% Fonte: Direção de Pessoal 2.2. Logística A componente logística, através da realização de atividades de manutenção e de apoio logístico, direta e indiretamente associadas com os sistemas de armas e órgãos de comando e controlo, é determinante para o aumento da eficácia no cumprimento da missão. As ações de manutenção realizadas em 2011, por frota, são as que se apresentam no gráfico subsequente: 7

14 Relativamente às ações de manutenção, em média, constata-se que das aeronaves atribuídas (total da frota) apenas uma parte está disponível (em condições de operar) e dessas só algumas estão prontas para a atividade aérea, de referir que as frotas P-3P, SA-330S Puma, C e C Aviocar cessaram as suas funções em Contribui ainda, paralelamente às atividades de manutenção e sustentação das aeronaves, o esforço efetuado nas múltiplas vertentes logísticas que abrangem: a conservação de bens, os combustíveis, a alimentação, o vestuário e, por último, a aquisição de material diverso para funcionamento dos serviços. Quadro n.º 2 - Despesa efetuada nas Múltiplas Vertentes Logísticas (Fonte Financiamento) U.M.: Euro Rúbrica R. Gerais RCCTS FND'S LPM LPM LPIM FF111 FF123 FF111 FF111 FF123 FF123 Total Conservação de Bens Combustíveis e Lubrificantes Alimentação Vestuário Material Diverso Total Fonte: Direção de Finanças da FORÇA AÉREA Indicadores de Atividade A partir dos indicadores de performance logística é possível avaliar a eficiência desta atividade, o modo como a manutenção e as restantes vertentes da logística têm contribuído para prover recursos, para a execução de todas as atividades da Força Aérea. Da análise de alguns indicadores pode observar-se que: a. As ações de manutenção de aeronaves surgem 39,4% das vezes por motivos inopinados, representando as ações programadas 60,6% do total da manutenção. Relativamente a 2010, verifica-se um ligeiro aumento das ações programadas 5,5%; 8

15 b. O nível de prontidão das aeronaves, relativamente a anos transatos, registou um acréscimo de 6,1%; c. As ações relativas a conservação de bens e aquisição de combustíveis representam, em 2011, 68,5% do total da despesa efetuada pela componente logística, mais 5,6% que em 2010, sendo que o aumento substancial se verifica na componente do combustível que continuou a sofrer um incremento de preço significativo. Quadro n.º 3 - Indicadores de Atividade Logística Ações de Manutenção Programadas (Ações Manutenção Programadas/Total Ações manutenção) 55,1% 60,6% Ações de Manutenção Inopinadas (Ações Manutenção Inopinadas/Total Ações manutenção) 44,9% 39,4% Prontidão das Aeronaves (Nº Aeronaves Prontas / Nº Aeronaves Disponíveis) 56,3% 62,4% Combustíveis e Conservação Bens (Despesa Combustíveis e Conservação Bens/Despesa Total) 62,9% 68,5% Fonte: Direção de Finanças da FORÇA AÉREA 2.3. Operacional Os resultados operacionais obtidos, face aos objetivos traçados, refletem o grau de eficácia do emprego dos meios e capacidades operacionais da Força Aérea e assentam na conjugação das aeronaves prontas e tripulações qualificadas para a realização das missões nas horas de voo atribuídas. Considerando estes fatores, foi possível realizar, no ano de 2011, HV, das HV atribuídas, num total de saídas. Esta atividade é equivalente a uma média de 55 horas/dia, 352 dias/ano. Em média, descolaram, por dia, 36 aeronaves. 9

16 A atividade planeada em 2011 resultou de ajustes pontuais em função da missão realizada e da dotação atribuída para a sustentação da atividade aérea. Os fortes cortes orçamentais têm condicionado esta atividade, ficando horas abaixo das planeadas. Agregando as HV realizadas, em função das principais áreas de atividade, verifica-se que, em 2011, 33,17% das missões contribuíram para a atividade operacional, 44,79% para o treino operacional e 22,04% para a instrução. Comparativamente com o ano transato, verifica-se uma redução de 17,36% na atividade aérea, sendo que ao acréscimo de 12,46% do treino corresponde a uma quebra na componente operacional de 37,07%. Relativamente ao empenhamento operacional, relevam-se os seguintes dados: a. Prontidão de alerta, com caças de interceção para policiamento aéreo e com helicópteros e aviões especializados em busca e salvamento aéreo, durante 24 horas/dia em 100% dos dias; b. Movimentação de quilogramas de carga; c. Transporte de passageiros; d. Evacuação de 446 doentes; e. Repatriamento de cidadãos nacionais e estrangeiros do Egipto e Líbia. 10

17 Noutro plano constata-se que a atividade aérea realizada em regime de Destacamento, fora das Unidades Base de origem, aumentou comparativamente a 2010, representando 10,11% do total da atividade aérea realizada. Salientam-se, entre outros elementos importantes, no quadro de apoio a entidades externas, as 749 HV efetuadas no transporte de doentes e sinistrados, as 35 HV no transporte de órgãos humanos para transplantes e as missões de busca e salvamento, que ascenderam a 391 HV, no Continente, Açores e Madeira. O número de HV realizadas em Operações Internacionais cresceu 42,7% em relação ao ano transato. Quadro 4 - HV por Tipo de Missão 2011 Tipo Modalidade Horas de Voo Apoio Externo Operações Internacionais 1701 EMGFA 15 Exército 272 Apoio Aéreo Marinha 0 GNR 0 Apoio Aéreo - Total 287 Busca e Salvamento 391 Controlo da Poluição 4 Fiscalização das Pescas 196 Interesse Público Evacuações Sanitárias 749 Transporte de Órgãos Humanos 35 Organismos de Estado 739 Entidades Privadas 197 Interesse Público - Total 2311 Nacionais 69 Exercícios Conjuntos e Combinados 796 Exercícios - Total 865 Fonte: Relatório de Atividades - FORÇA AÉREA No cômputo geral, as missões de apoio a entidades externas representam 26,7 % da atividade aérea da Força Aérea, num total de HV. 11

18 Indicadores de Atividade Os indicadores de atividade operacional são fatores críticos de sucesso, na medida que se prendem com a eficácia da utilização dos meios aéreos no cumprimento da missão. Através do seu conhecimento e acompanhamento, será possível proceder à sua avaliação, rever metas e objetivos. Da análise de alguns indicadores, pode constatar-se que: a. O rácio entre a atividade operacional e a atividade global foi de 31,95%; b. O rácio de eficiência relativamente ao número de horas atribuídas foi de 100,22%; c. Relativamente ao número de HV verifica-se um aumento nas missões internacionais e assim como nas missões de interesse público, dependentes das solicitações efetuadas pelas diversas entidades. Quadro n.º 5 - Indicadores de Atividade Operacional Atividade Operacional (Atividade Operacional/Atividade Total) 41,97% 31,95% Horas de Voo Efetuadas (Nº Horas Efetuadas/Nº Horas Atribuídas) 97,92% 100,22% Horas de Voo Missões Internacionais (Nº Horas missões internacionais/nº Horas efetuadas) 5,12% 8,78% Horas de Voo Interesse Publico (Nº Horas interesse publico/nº Horas efetuadas) 11,43% 11,94% Fonte: Direção de Finanças da FORÇA AÉREA 2.4. Instrução As atividades de instrução, ao conferirem competências, são indispensáveis à preparação dos militares para o desempenho de funções. Por outro lado, a formação contínua mostra-se imprescindível, para manter os quadros atualizados, numa realidade atual caraterizada por uma contínua e rápida mutação tecnológica e científica, onde o domínio da informação e a aplicação do conhecimento são requisitos de competitividade. Dessa forma, importa realçar o contributo da Academia da Força Aérea (AFA) e do Centro de Formação Militar e Técnico da Força Aérea (CFMTFA), nesta área. A atividade escolar dos cursos de Mestrado em Ciências Militares Aeronáuticas e de Licenciatura em Tecnologias Militares Aeronáuticas, compreende vários aspetos programáticos que integram a filosofia e organização do ensino na AFA, desenvolvendo-se através da formação académica, formação militar e educação física. No que concerne à formação académica, destaca-se, no quadro seguinte, o número de alunos nacionais inscritos em 2011/2012 e de reprovações ocorridas em 2010/2011: 12

19 Atividade letiva Quadro n.º 6 - Inscrições e Reprovações AFA Academia da Força Aérea - Inscrições 2011/2012 1º 2º 3º 4º Ano Ano Ano Ano Mestrado em Ciências Militares e Aeronáuticas Licenciatura em Tecnologias Militares e Aeronáuticas Total Atividade letiva Academia da Força Aérea - Reprovações 2010/2011 1º 2º 3º 4º Ano Ano Ano Ano Mestrado em Ciências Militares e Aeronáuticas Licenciatura em Tecnologias Militares e Aeronáuticas Total Fonte: AFA 5º Ano 5º Ano 6º Ano 6º Ano Total Total A atividade do CFMTFA traduziu-se numa redução significativa, quer no total de horas de formação, quer no total de alunos. Este facto está associado à suspensão das incorporações para o regime de contrato. Indicadores de Atividade Os indicadores relativos à Instrução constituem-se como instrumentos de avaliação do desempenho desta atividade, em termos de taxas de sucesso dos alunos/instruendos. Da análise desses indicadores, verifica-se que o número de reprovações e desistências na AFA e no CFMTFA é residual, face ao número de alunos inscritos. 13

20 Numa perspetiva global, em 2011, estiveram em curso em estabelecimentos de ensino da Força Aérea, formandos, nacionais e estrangeiros, repartidos por cursos militares e tecnológicos, licenciaturas e mestrados. Quadro n.º 7 - Indicadores de Atividade Instrução 2011 Reprovação AFA (Nº Reprovações AFA / Nº Alunos Inscritos AFA) 2,42% Reprovação e Desistências CFMTFA (Nº Reprovações e Desistências CFMTFA / Nº Alunos Inscritos CFMTFA) 1,59% Fonte: AFA e CFMTFA 3. Análise ao Orçamento da Receita e da Despesa 3.1. Estrutura da Receita e da Despesa No ano de 2011, foram recebidas dotações orçamentais, no montante de ,37, e cobradas receitas próprias no montante de ,18. Correntes: Quadro n.º 8 - Receitas de Fundos Próprios Dotações Orçamentais Capital: Classificação Valor % Classificação Valor % Transferências do Tesouro ,00 88% Transferências do Tesouro ,37 12% Total das dotações Orçamentais = ,37 Correntes: Receitas Próprias Capital: Classificação Valor % Classificação Valor % 0600 Transferências Correntes ,93 0% 15 Reposições Não Abatidas nos Pagamentos ,14 52% 0700 Venda Bens e Serviços Correntes ,19 78% 16 Saldos da Gerência Anterior Posse do Tesouro ,45 7% 0800 Outras Receitas Correntes ,31 22% 16 Saldos da Gerência Anterior Posse do Serviço ,16 40% U.M.: Euro U.M.: Euro 100% 100% Total Receitas Correntes ,43 98% Total Receitas Capital ,75 2% Total das Receitas Próprias = ,18 Total das Receitas de Fundos Próprios = ,55 Fonte: Mapa de Fluxos de Caixa Relativamente à estrutura da receita, são de salientar os seguintes aspetos: a. A venda de bens e serviços representa 78% do total das receitas correntes, sendo que os restantes 22% são na generalidade provenientes do reembolso do IVA, relativos à aquisição de material militar; b. Acresce ao total da receita corrente ,75 relativos à transição de saldos da gerência anterior, LPM e receitas próprias, incorporados através de Guias de Reposição não Abatidas e Guias de Receita de Estado. 14

21 No que concerne à estrutura da despesa pode observar-se, no quadro seguinte, que o valor global da despesa de 2011, com recurso às receitas de fundos próprios, ascendeu aos ,18. Correntes: Quadro n.º 9 - Estrutura da Despesa Despesas Orçamentais Capital: Classificação Valor % Classificação Valor % U.M.: Euro 0101 Remunerações Certas e Permanentes ,82 50,16% 07 Aquisição de Bens de Capital ,72 100,00% 0102 Abonos Variáveis ou Eventuais ,08 2,85% 0103 Segurança Social ,52 18,59% 0201 Aquisição de Bens ,66 10,95% 0202 Aquisição de Serviços ,45 17,44% 0400 Transferências Correntes ,69 0,01% 0602 Outras Despesas Correntes ,50 0,00% 100,00% 100,00% Total Despesas Correntes ,72 90,34% Total Despesas Capital ,72 9,66% Despesas com Compensação em Receita Própria com Transição de Saldos U.M.: Euro Correntes: Capital: Classificação Valor % Classificação Valor % 0101 Remunerações Certas e Permanentes ,34 1,81% 07 Aquisição de Bens de Capital ,55 100,00% 0102 Abonos Variáveis ou Eventuais ,47 6,67% 0103 Segurança Social ,20 13,14% 0201 Aquisição de Bens ,36 54,91% 0202 Aquisição de Serviços ,68 22,92% 0400 Transferências Correntes ,38 0,12% 0602 Outras Despesas Correntes ,76 0,43% 100,00% 100,00% Total Despesas Correntes ,19 96,18% Total Despesas Capital ,55 3,82% Total da Despesa de Fundos Próprios = ,18 Fonte: Mapa de Fluxos de Caixa Destacam-se os seguintes aspetos: a. Os encargos com pessoal na sua globalidade corresponderam a ,43, enquanto as aquisições de bens e serviços representaram apenas ,15 ; b. As aquisições de bens de capital no montante de ,27 resultam, em grande medida, da execução da LPM Execução Orçamental por Fonte de Financiamento Relativamente à execução orçamental continua a verificar-se a tendência de anos anteriores: a. No Orçamento de Funcionamento, a componente de despesas com pessoal penaliza fortemente a componente de operação e manutenção, apresentando, no cômputo geral 15

22 dos encargos, uma percentagem preocupante, conforme se pode observar no gráfico 12 (valores a preços constantes). b. Acresce a esta situação, um orçamento inicial fortemente limitado, face às reais necessidades da Força Aérea, pela imposição de uma rubrica de reserva e de cativos legais, o que determina uma execução orçamental irregular, com as insuficiências a serem resolvidas no final do exercício económico, condicionando o planeamento inicial e protelando para anos vindouros decisões com reflexo direto na atividade da Força Aérea. 16

23 A dotação disponível, no final de 2011, resulta do trabalho desenvolvido pela Força Aérea junto do Ministério da Defesa e do Ministério das Finanças, no sentido de fundamentar a necessidade de ver reforçada a sua dotação inicial, através de processos de descativações e de reforços, essencialmente para despesas com o pessoal, combustíveis e manutenção de aeronaves. Este esforço comum, foi complementado por iniciativas de racionalização e cobrança de receitas e permitiu, em última análise, a Atividade ilustrada no capítulo dois. Fontes de Financiamento Quadro 10 - Grau de Execução por Fonte de Financiamento Reforços Orçamento / Orçamento Cativações Descativações Inicial Créditos Corrigido / Reserva Especiais Orçamento Disponível Montante Executado UM: Euro Grau de Execução Receitas Gerais ,96% Receitas Consignadas ,22% F.N.D. - Receitas Gerais ,91% L.P.M. - Receitas Gerais ,90% L.P.M. - Receitas Consignadas ,49% L.P.I.M. - Receitas Consignadas ,00% P.I.D.DA.C ,98% QREN-POPH ,00% QREN-PRODER ,00% TOTAL ,39% Fonte: Direção de Finanças da Força Aérea 3.3. Execução das Missões com Forças Nacionais Destacadas A participação da Força Aérea nas Missões Humanitárias e de Paz (MHP) é um relevante contributo para a afirmação da política externa de Portugal. Não obstante, envolve elevados recursos, cujo financiamento importa assegurar junto do Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), a fim de cumprir com os requisitos inerentes a cada missão e Força Nacional Destacada (FND). 17

24 A projeção dessas forças, representou em 2011, uma despesa de , repartida pelas missões que se apresentam no gráfico Execução do Plano Plurianual de Investimentos LPM e LPIM As verbas atribuídas à Força Aérea para a edificação de capacidades e aquisição e modernização de equipamentos e infraestruturas, tiveram origem na LPM (Lei Orgânica n.º 4/2006, de 29 de Agosto) e na LPIM (Lei Orgânica n.º 3/2008, de 8 de Setembro). Medida/Projeto Capacidade de Comando, Controlo e Vigilância Capacidade de Defesa Aérea e Operações Aéreas Anti superfície em ambiente Marítimo e Terreste Capacidade de Stocks de Armamento Capacidade de Operações Aéreas ASW/ASUW, EW, C2 e ISTAR Capacidade de Transporte de Teatro, Vigilância e Fiscalização, Fotografia Aérea e Geofísica Capacidade de Projeção e Proteção de Forças Saldo de 2010 Quadro nº 11 - Execução da LPM por Medida Inicial Orçamento para 2011 Alteração Cativação orçamental Dotação Corrigida Execução Montante % , ,00 0, , , ,83 96,89% 0,00 0,00 0, , , ,28 97,69% 0, ,00 0,00 0, , ,57 97,39% , ,00 0, , , ,71 70,56% , ,00 0, , , ,74 99,32% 8.667, ,00 0, , , ,66 98,63% Total , ,00 0, , , ,79 86,86% Fonte: Relatório de Atividades 2010 No âmbito da LPIM não foram executadas obras de beneficiação de infraestruturas, uma vez que não foi atribuída em 2011 qualquer verba. Fontes de Financiamento Quadro n.º 12 - Execução da LPIM Orçamento Inicial Transição de Saldos Orçamento Corrigido Orçamento Disponível Montante Executado L.P.I.M. - Receitas Consignadas UM: Euro Grau de Execução Fonte: Direção de Finanças da Força Aérea 18

25 3.4.2 PIDDAC O programa de modernização do Hospital da Força Aérea, no âmbito do PIDDAC, teve o seu início em 2002 e foi concluído em No ano de 2011 foi iniciado a modernização do CFMTFA com uma verba programada de , contudo, por determinação governamental só foi possível executar o valor Quadro n.º 13 - Execução do Orçamento PIDDAC Período Total Orçamento Inicial Cativações Orçamento Disponível Despesa Total Fonte: Direção de Finanças da Força Aérea UM: Euro 3.5. Evolução da Receita e da Despesa Analisando a evolução da receita nos últimos três anos, verifica-se que: a. As Receitas Correntes tiveram uma redução, sustentado essencialmente pela Lei do Orçamento 2011 e na consequente diminuição das verbas com pessoal; b. Relativamente às Receitas de Capital, a variação depende, em grande medida, das verbas atribuídas à LPM que, como se pode observar no gráfico 15, aumentou ,11 ; c. Em termos globais, quer a Receitas Próprias, quer as transferências do tesouro diminuíram, num valor total de ,15, o que corresponde a uma redução de 2,61% das receitas de

ÍNDICE. 1. Introdução... 1 1.1. Enquadramento... 1 1.2. Aspetos contabilísticos... 2 1.3. Estrutura organizacional... 2

ÍNDICE. 1. Introdução... 1 1.1. Enquadramento... 1 1.2. Aspetos contabilísticos... 2 1.3. Estrutura organizacional... 2 ÍNDICE I. Nota de Abertura II. Sumário III. Sistemas de Armas 1. Introdução... 1 1.1. Enquadramento... 1 1.2. Aspetos contabilísticos... 2 1.3. Estrutura organizacional... 2 2. Análise da Atividade Desenvolvida...

Leia mais

DE 1 DE JANEIRO DE 2014 A 31 DE DEZEMBRO DE

DE 1 DE JANEIRO DE 2014 A 31 DE DEZEMBRO DE CONTA DE GERÊNCIA DE 1 DE JANEIRO DE 2014 A 31 DE DEZEMBRO DE 2014 UNIVERSIDADE DOS AÇORES Relatório de contas Ponta Delgada, Abril de 2015 I INTRODUÇÃO O presente capítulo incide sobre a análise da execução

Leia mais

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2010 2011 RECEITA Crescimento da Receita Total 19,8 3,7 Receitas Correntes / Receita Total 61 67,2 Crescimento das

Leia mais

Município de Mesão Frio

Município de Mesão Frio Relatório Anual 2014 Execução do Plano de Saneamento Financeiro (n.º7, do artigo 40.º, da Lei das Finanças Locais) ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 3 2 EMPRÉSTIMO A MÉDIO E LONGO PRAZO 4 3 ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2009 RECEITA Crescimento da Receita Total -18,8 19,8 Receitas Correntes / Receitas Totais 76,1 61 Crescimento das Receitas Correntes

Leia mais

Relatório de execução orçamental Anual. Índice Página: 1 - O grau de execução orçamental 2

Relatório de execução orçamental Anual. Índice Página: 1 - O grau de execução orçamental 2 Índice Página: 1 - O grau de execução orçamental 2 2 - Análise detalhada 2 2.1-Despesa total efetuada, em 2014, através das fontes de financiamento 2 2.2 - Despesa total efetuada, em 2014, pela fonte de

Leia mais

Existências. Provisões para cobrança duvidosa

Existências. Provisões para cobrança duvidosa 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA As demonstrações financeiras anexas foram preparadas com base nos livros e registos contabilísticos da ESHTE mantidos em conformidade com

Leia mais

1. Do Plano Plurianual de Investimentos. 1.1.- Introdução

1. Do Plano Plurianual de Investimentos. 1.1.- Introdução Página 1 de 16 1. Do Plano Plurianual de Investimentos 1.1.- Introdução Pretende-se com o presente relatório complementar os documentos que constituem a Conta de Gerência relativa ao ano de 2006, elaborada

Leia mais

Síntese Execução Orçamental

Síntese Execução Orçamental 2013 janeiro Síntese Execução Orçamental Glossário Ministério das Finanças Glossário A Ativos financeiros (receita) Receitas provenientes da venda e amortização de títulos de crédito, designadamente obrigações

Leia mais

8. Gestão dos fundos autónomos. Centro de documentação. Fundo de Garantia Automóvel. Abertura de processos

8. Gestão dos fundos autónomos. Centro de documentação. Fundo de Garantia Automóvel. Abertura de processos Centro de documentação No decurso de 2012, desenvolveram-se várias ações que visaram, mais uma vez, incrementar a qualidade e quantidade dos recursos documentais, atualizar, diversificar e melhorar os

Leia mais

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição:

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição: 8.2 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados As demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2012, foram preparadas de acordo com os princípios contabilístico fundamentais previstos no POCAL

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

6428 Diário da República, 1.ª série N.º 179 15 de Setembro de 2009

6428 Diário da República, 1.ª série N.º 179 15 de Setembro de 2009 6428 Diário da República, 1.ª série N.º 179 15 de Setembro de 2009 ceiros e materiais, são definidas por portaria do Ministro da Defesa Nacional. CAPÍTULO III Disposições finais Artigo 30.º Símbolos e

Leia mais

DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS

DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Conheça os significados dos principais termos técnicos utilizados na IGNIOS no âmbito dos: DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Criação de Valor Valor criado pela empresa num período temporal (fonte: Demonstração

Leia mais

Relatório de evolução da atividade seguradora

Relatório de evolução da atividade seguradora Relatório de evolução da atividade seguradora 1.º Semestre 214 I. Produção e custos com sinistros 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

I - Considerações Gerais

I - Considerações Gerais I - Considerações Gerais Os documentos de prestação de contas relativos ao ano de 2013 foram elaborados de harmonia com o preceituado na Lei, sujeitos a processos de certificação por parte do Revisor Oficial

Leia mais

REGULAMENTO ORGÂNICO DOS SERVIÇOS DO ISA

REGULAMENTO ORGÂNICO DOS SERVIÇOS DO ISA Deliberação nº /2011 Considerando que, nos termos do nº 3 do artigo 12º dos Estatutos do Instituto Superior de Agronomia, compete ao Conselho de Gestão do Instituto Superior de Agronomia (ISA), aprovar,

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014

Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014 Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014 As entidades de supervisão do sistema financeiro internacional procederam ao longo dos últimos anos a profundas adaptações, por via legislativa e organizacional,

Leia mais

DECRETO N.º 40/IX ALTERA A LEI DE PROGRAMAÇÃO MILITAR. Artigo 1.º Finalidade

DECRETO N.º 40/IX ALTERA A LEI DE PROGRAMAÇÃO MILITAR. Artigo 1.º Finalidade DECRETO N.º 40/IX ALTERA A LEI DE PROGRAMAÇÃO MILITAR A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, para valer como lei geral da República, a lei orgânica

Leia mais

RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015

RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015 Relatório de gestão do ano de 2015 1 RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015 Relatório Fim de Atividade e Contas 2015 ÍNDICE Pág. 1. Introdução 3 2. Recursos Humanos 5 3. Análise Económica e Financeira

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 - Princípios Contabilísticos Na contabilidade autarca é necessário cumprir um conjunto de princípios contabilísticos, de modo a obter uma imagem

Leia mais

2. Enquadramento Orçamental para o Exercício de 2015

2. Enquadramento Orçamental para o Exercício de 2015 G R A N D E S O P Ç Õ E S D O P L A N O E O R Ç A M E N T O 2 9 2. Enquadramento Orçamental para o Exercício de 2015 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2015 3 0 G R A N D E S O P Ç Õ E S D O P L A N O

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros Danos d. Automóvel II PROVISÕES TÉCNICAS E ATIVOS REPRESENTATIVOS

Leia mais

SPMS, E.P.E 1º Trimestre 2012

SPMS, E.P.E 1º Trimestre 2012 1º Trimestre 2012 Indicadores de Gestão Interna 0 Indicadores de Gestão 1º Trimestre 2012 Enquadramento No presente documento apresentam-se os Indicadores de Gestão Interna da SPMS, EPE, relativos ao primeiro

Leia mais

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A.

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. Nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 2.º, n.º 1, da Lei n.º 28/2009, de 19

Leia mais

Identificação da empresa. Missão

Identificação da empresa. Missão Identificação da empresa SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, pessoa coletiva de direito público de natureza empresarial, titular do número único de matrícula e de pessoa coletiva 509

Leia mais

NORMAS E PRINCÍPIOS DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 2015

NORMAS E PRINCÍPIOS DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 2015 NORMAS E PRINCÍPIOS DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 2015 CAPÍTULO I 1 Artigo 1º (Objeto) O presente documento estabelece, sem prejuízo do disposto na legislação em vigor, os princípios, regras e procedimentos aplicáveis

Leia mais

C O N T A B I L I D A D E

C O N T A B I L I D A D E Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos ISCSP (UTL), Lisboa C O N T A B I L I D A D E Pedro V Matos ISEG-UTL 1 Análise Financeira e Contabilidade 2 1 Função Financeira O que é a Função Financeira? Consiste

Leia mais

Auditoria Tribunal de Contas

Auditoria Tribunal de Contas Auditoria Tribunal de Contas Situação económico Financeira do SNS 2006 www.acss.min-saude.pt Lisboa, 26 de Novembro de 2007 Auditoria Tribunal de contas nota prévia O Relatório do Tribunal de Contas (RTC)

Leia mais

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministérios das Finanças, da Administração Interna e da Economia. Ministério da Economia

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministérios das Finanças, da Administração Interna e da Economia. Ministério da Economia I SÉRIE Terça-feira, 1 de abril de 2014 Número 64 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministérios das Finanças, da Administração Interna e da Economia Portaria n.º 77-B/2014: Fixa o valor das taxas de segurança a cobrar

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Cashflows 2008 2007 Variação Var. %

GESTÃO FINANCEIRA. Cashflows 2008 2007 Variação Var. % 7 GESTÃO FINANCEIRA 7.1 Introdução No exercício de 2008 foram atingidos os dois mil milhões de euros de Capital Próprio negativo, reflectindo um aumento de quase 11% em relação ao ano anterior, deixando

Leia mais

ANÁLISE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTAL

ANÁLISE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTAL Considerações prévias O documento que aqui se apresenta tem o objectivo de apresentar uma análise das contas do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados, numa óptica de tesouraria, não estando,

Leia mais

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros SUMÁRIO Produção de seguro directo No terceiro trimestre de, seguindo a tendência evidenciada ao longo do ano, assistiu-se a uma contracção na produção de seguro directo das empresas de seguros sob a supervisão

Leia mais

5.4 Balanço Patrimonial

5.4 Balanço Patrimonial IV - Quociente Financeiro de Execução Os números demonstram, nos três períodos, superávit orçamentário e financeiro, considerando-se também para as despesas em regime de caixa. V - Saldos Financeiros Os

Leia mais

Fluxos de Caixa Instituto de Higiene e Medicina Tropical - Universidade Nova de Lisboa Gerência de 01-01-2012 a 31-12-2012 Class. Económica Recebimentos Saldo da gerência anterior Execução orçamental -

Leia mais

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º CAPÍTULO III Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º Missão e atribuições 1. O Estado -Maior Conjunto (EMC) tem por missão assegurar o planeamento e o apoio necessários à decisão do CEMGFA. 2. O EMC prossegue,

Leia mais

Logística Uma nova fórmula para o Exército CONCEITOS ESTRUTURANTES DA CIÊNCIA LOGÍSTICA

Logística Uma nova fórmula para o Exército CONCEITOS ESTRUTURANTES DA CIÊNCIA LOGÍSTICA Logística Uma nova fórmula para o Exército CONCEITOS ESTRUTURANTES DA CIÊNCIA LOGÍSTICA A Logística, ciência de origem militar que despontou das necessidades de preparação, movimentação e colocação de

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR. Mapas da Prestação de Contas (Anexo I)

CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR. Mapas da Prestação de Contas (Anexo I) CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR Mapas da Prestação de Contas (Anexo I) Ano de 2007 CC ÂÂMM AARR AA MM UU NN I IICC IIPP I AALL DD EE GG OONN DD OOMM AARR R EE LL AA TT ÓÓ RR II IOO EE C OO NN TT AA SS / 22

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.)

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2008 2007 Passivo e patrimônio líquido 2008 2007 Circulante Circulante Bancos 3 14 Rendimentos a distribuir 3.599 2.190 Aplicações financeiras de renda fixa

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES PARA 2015 CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL

PLANO DE ATIVIDADES PARA 2015 CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL PLANO DE ATIVIDADES PARA 2015 CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL O Plano de Atividades do Conselho Económico e Social para o ano de 2015 foi preparado para cumprimento do que se encontra determinado pela Lei

Leia mais

Objectivos Estratégicos (OE) Meta 2008 Taxa de Realização

Objectivos Estratégicos (OE) Meta 2008 Taxa de Realização Ministério: Organismo: MISSÃO: Ministério das Finanças e da Administração Pública Direcção-Geral do Orçamento A Direcção-Geral do Orçamento (DGO) tem por missão superintender na elaboração e execução do

Leia mais

Contabilidade Financeira I

Contabilidade Financeira I Contabilidade Financeira I e principais demonstrações financeiras A Contabilidade Noção e objecto Relembremos a noção de contabilidade anteriormente apresentada: Reconhecimento ou Expressão Mensuração

Leia mais

DOCUMENTOS Prestação de Contas 2014

DOCUMENTOS Prestação de Contas 2014 DOCUMENTOS Prestação de Contas 2014 VIZELA Câmara Municipal VIZELA INDÍCE MENSAGEM DO PRESIDENTE 1 BALANÇO (PONTO 5 DO POCAL) - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Leia mais

Notícias da Formação PRIMEIROS CURSOS DO PLANO DE FORMAÇÃO ANUAL CERTIFICADOS. Maj AdMil Paulo Duarte

Notícias da Formação PRIMEIROS CURSOS DO PLANO DE FORMAÇÃO ANUAL CERTIFICADOS. Maj AdMil Paulo Duarte PRIMEIROS CURSOS DO PLANO DE FORMAÇÃO ANUAL CERTIFICADOS Maj AdMil Paulo Duarte Nos últimos anos, fruto da globalização a que as sociedades modernas estão expostas, e por forma a atenuar o atraso latente

Leia mais

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas 1- INTRODUÇÃO A lei das Finanças Locais (Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiros) veio determinar a obrigatoriedade da consolidação de contas para os Municípios que detenham serviços municipalizados e/ou a totalidade

Leia mais

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Abril de 2011

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Abril de 2011 Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Abril de 211 Banco de Portugal divulga Contas Nacionais Financeiras para 21 O Banco de Portugal divulga hoje no Boletim Estatístico e no BPstat Estatísticas

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (EM EUROS) Relatório Anual 2012 2 Relatório Anual 2012 3 Relatório Anual 2012 4 Relatório Anual 2012 5 Relatório

Leia mais

INTRODUÇÃO. Análise Financeira. Gestão Financeira

INTRODUÇÃO. Análise Financeira. Gestão Financeira INTRODUÇÃO 1 Análise Financeira Dar a conhecer a situação económico-financeira e monetária A partir de documentos de informação contabilística Situação financeira Equilíbrio Financeiro, Solvabilidade,

Leia mais

Gabinete de Apoio ao Consumidor. Relatório Anual do Fundo de Garantia Automóvel Ano de 2014. Banco de Cabo Verde

Gabinete de Apoio ao Consumidor. Relatório Anual do Fundo de Garantia Automóvel Ano de 2014. Banco de Cabo Verde Gabinete de Apoio ao Consumidor Relatório Anual do Fundo de Garantia Automóvel Ano de 2014 Banco de Cabo Verde ÍNDICE pág. 1. Âmbito e atribuições do FGA...3 2. Actividades desenvolvidas pelo FGA em 2014...4

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

A SECRETARIA-GERAL DO ME

A SECRETARIA-GERAL DO ME Conferência Anual de Serviços Partilhados e Compras Públicas NOVOS DESAFIOS PARA AS COMPRAS PÚBLICAS A DO ME Mª Ermelinda Carrachás 26 de novembro de 2014 MINISTÉRIO DA ECONOMIA O Ministério da Economia

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

7776 Diário da República, 1.ª série N.º 178 11 de setembro de 2015

7776 Diário da República, 1.ª série N.º 178 11 de setembro de 2015 7776 Diário da República, 1.ª série N.º 178 11 de setembro de 2015 NCP 27 Contabilidade de Gestão 1 Objetivo 1 O objetivo desta Norma é estabelecer a base para o desenvolvimento de um sistema de contabilidade

Leia mais

IAPMEI. (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação)

IAPMEI. (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação) IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação) 1 - Enquadramento: As funções do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação foram redefinidas por intermédio do

Leia mais

Universidade da Beira Interior Contas Consolidadas Convento de Santo António 6201-001 Covilhã

Universidade da Beira Interior Contas Consolidadas Convento de Santo António 6201-001 Covilhã Universidade da Beira Interior Contas Consolidadas Convento de Santo António 601-001 Covilhã RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO EM 1 DE DEZEMBRO DE 006 Covilhã, Abril de 007 I - NOTA INTRODUTÓRIA Para cumprimento

Leia mais

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas

Leia mais

Novas medidas e benefícios fiscais para 2014. Abílio Sousa

Novas medidas e benefícios fiscais para 2014. Abílio Sousa Novas medidas e benefícios fiscais para 2014 Abílio Sousa Programa Vetores essenciais das medidas de natureza fiscal constantes da lei do OE 2014 DLRR um novo benefício fiscal para PME A reforma do IRC

Leia mais

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19.1. INFORMAÇÕES RELATIVAS ÀS ENTIDADES INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO a) O perímetro de consolidação do Município de Pombal integra as seguintes entidades:

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Designação da Entidade: CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS Gerência de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006 8.2.1 Não se aplica. 8.2.2 Os conteúdos das contas

Leia mais

Freguesia de Tabuadelo e São Faustino. Concelho de Guimarães

Freguesia de Tabuadelo e São Faustino. Concelho de Guimarães Freguesia de Tabuadelo e São Faustino Concelho de Guimarães Relatório de Gerência de Contas e Relatório de Actividades Ano de 2013 Índice: Introdução:... 3 Analise Económica e Financeira... 5 Execução

Leia mais

Programa Operacional Competitividade e Internacionalização

Programa Operacional Competitividade e Internacionalização Programa Operacional Competitividade e Internacionalização Qualificação e Internacionalização das PME PSZ CONSULTING Julho 2015 Índice 1 O que é?... 2 1.1 Enquadramento... 2 1.2 Objetivos Específicos...

Leia mais

1.2- Breves Considerações sobre a Implementação do SISTAFE

1.2- Breves Considerações sobre a Implementação do SISTAFE I INTRODUÇÃO 1.1 Enquadramento Legal A Constituição da República de Moçambique estabelece, na alínea l) do n.º 2 do artigo 179, que é da exclusiva competência da Assembleia da República deliberar sobre

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014 Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027 Portaria n.º 151/2014 de 30 de julho O Governo tem vindo a desenvolver uma estratégia nacional de combate ao desemprego jovem assente numa

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

PROTEKTO ACTFAST. Soluções para Segurança Pública. Porque todos os segundos contam

PROTEKTO ACTFAST. Soluções para Segurança Pública. Porque todos os segundos contam PROTEKTO Porque todos os segundos contam Soluções para Segurança Pública A resposta às ocorrências no âmbito da segurança pública, têm de ser imediatas, eficientes e eficazes. Cada resposta operacional,

Leia mais

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.063 NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO

Leia mais

Evolução do n.º de efectivos dos Serviços de Apoio. Sede 547 525 497. Secção Regional dos Açores 44 44 38

Evolução do n.º de efectivos dos Serviços de Apoio. Sede 547 525 497. Secção Regional dos Açores 44 44 38 3. RECURSOS DISPONÍVEIS 3.1. RECURSOS HUMANOS À data de 31 de Dezembro de 2001, o Tribunal dispunha de 18 Magistrados, incluindo o Presidente (13 com formação base em Direito e 5 em Economia/ Finanças),

Leia mais

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes de Segurança Social Trabalhadores Independentes Ficha Técnica Autor: (DGSS) - Divisão dos Instrumentos Informativos - Direção de Serviços da Definição de Regimes Editor: DGSS Conceção Gráfica: DGSS / Direção

Leia mais

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014 Exercício 2014 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais em...7

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

Valores estimados PAF. Justificação em PAF (acumulado) 2011 2012 total 2013 2014

Valores estimados PAF. Justificação em PAF (acumulado) 2011 2012 total 2013 2014 QUADRO I: SÍNTESE DA SITUAÇÃO FINANCEIRA ATUAL E PREVISÕES DE EVOLUÇÃO Município: Miranda do Douro 31-12-214 estimados estimados / Apurados / Apurados 213 212 (acumulado) 211 212 total 213 214 Apurados

Leia mais

Baltic Air Policing Estado-Maior General das Forças Armadas Força Aérea Portuguesa

Baltic Air Policing Estado-Maior General das Forças Armadas Força Aérea Portuguesa Baltic Air Policing Estado-Maior General das Forças Armadas Força Aérea Portuguesa Bloco 36: 01 de setembro 31 de dezembro de 2014 Šiauliai, Lituânia Press Kit Este Press Kit é elaborado de acordo com

Leia mais

BALANÇO SOCIAL 2013 AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, IP

BALANÇO SOCIAL 2013 AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, IP BALANÇO SOCIAL 2013 AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, IP Título: Agência para a Modernização Administrativa, I.P.: Balanço Social 2013 Autoria: Equipa de Recursos Humanos Aprovação: Conselho

Leia mais

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A.

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A. Balanço Em 31 de Dezembro de 2006 ACTIVO Notas Caixa e disponibilidades no Banco Central 5 204 460 2 547 Disponibilidades sobre instituições de crédito 6 2 847 256 35 474 Créditos sobre clientes 7 75 154

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 1 ANÁLISE DO BALANÇO O Balanço e o Sistema Contabilístico adequam-se ao previsto no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), espelhando a situação

Leia mais

BALANÇO SOCIAL RELATIVO AO ANO DE 2001

BALANÇO SOCIAL RELATIVO AO ANO DE 2001 S. R. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DO ORÇAMENTO GABINETE DO DIRECTOR-GERAL BALANÇO SOCIAL RELATIVO AO ANO DE 2001 INTRODUÇÃO O Decreto-Lei nº 190/96, de 9 de Outubro, consagrou, como medida de

Leia mais

Quadro 1. Execução do Plano

Quadro 1. Execução do Plano Município de Condeixa-a-Nova - Relatório de Gestão 2008 1. Do Plano Plurianual de Investimentos 1.1. Introdução Pretende-se com o presente relatório complementar os documentos que constituem a Conta de

Leia mais

6 RELATÓRIO E CONTAS 2012 7 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Nº Mulheres 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 N = 53 Masculino Feminino 29 A SITUAÇÃO ECONÓMICA E FINANCEIRA ANOS PROCURA INTERNA 1 EXPORTAÇÕES (FOB)

Leia mais

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 ÍNDICE Relatório de Gestão 2 Balanço 5 Demonstração de Resultados por Naturezas 7 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 20 Certificação Legal das Contas

Leia mais

REGULAMENTO FINANCEIRO CAPÍTULO I

REGULAMENTO FINANCEIRO CAPÍTULO I REGULAMENTO FINANCEIRO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto e Âmbito de Aplicação 1. O presente regulamento define as normas relativas à obtenção de rendimentos e realização de gastos, as regras

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL 2012-2013. IPAM Aveiro

RELATÓRIO ANUAL 2012-2013. IPAM Aveiro RELATÓRIO ANUAL 2012-2013 IPAM Aveiro Índice Nota Introdutória... 3 1. Do grau de cumprimento do plano estratégico e do plano anual... 4 2. Da realização dos objetivos estabelecidos;... 4 3. Da eficiência

Leia mais

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 ÍNDICE Relatório de Gestão 2 Balanço 5 Demonstração de Resultados por Naturezas 7 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 20 Certificação Legal das Contas

Leia mais

Informação Financeira

Informação Financeira Informação Financeira Balanço Código das contas POCMS Imobilizado ACTIVO Exercícios AB AP AL AL Bens de domínio público: 451 Terrenos e Recursos naturais 452 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS EXERCÍCIO 2011

RELATÓRIO E CONTAS EXERCÍCIO 2011 RELATÓRIO E CONTAS EXERCÍCIO 2011 1 ÍNDICE 1. MENSAGEM DO PRESIDENTE DA DIRECÇÃO... 3 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS... 4 2.1. BALANÇO (em 31 Dezembro de 2011)... 4 2.2. BALANCETE de 31 Dezembro de 2011...

Leia mais

MUNICÍPIO DE MATOSINHOS

MUNICÍPIO DE MATOSINHOS 1. INTRODUÇÃO Nos últimos anos tem-se assistido, em Portugal, a uma alteração de paradigma ao nível do desenvolvimento das atribuições e competências dos municípios, que, numa lógica de grupo municipal,

Leia mais

Documento Trabalho. 2006 Deloitte. Todos os direitos reservados. 0

Documento Trabalho. 2006 Deloitte. Todos os direitos reservados. 0 2006 Deloitte. Todos os direitos reservados. 0 Setembro, 2006 Índice: 1. Posição relativa dos Municípios face às Administrações Públicas; 3 2. Enquadramento da Proposta de Lei das Finanças Locais com o

Leia mais

REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDOS DE MANEIO

REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDOS DE MANEIO REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDOS DE MANEIO Em conformidade com a Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro e Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21 de junho Aprovado na reunião ordinária da Câmara

Leia mais

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA 31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A demonstração de fluxos de caixa é um mapa de fluxos que releva a entradas e as saídas de caixa, durante um exercício. A Demonstração de fluxos de caixa é estruturada

Leia mais

Folha de cálculo para Plano de Negócios. 7 de Novembro 2009

Folha de cálculo para Plano de Negócios. 7 de Novembro 2009 Folha de cálculo para Plano de Negócios 7 de Novembro 2009 9 de Novembro de 2009 Modelo 9 de Novembro de 2009 2 Objectivos ferramenta Disponibilizar uma ferramenta que possibilite a um empreendedor efectuar

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Controlo Orçamental 06.02.2012 2011/223 (DEC) PROJETO DE RELATÓRIO sobre a quitação pela execução do orçamento da Agência Comunitária de Controlo das Pescas para

Leia mais

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS NOTA INTRODUTÓRIA A Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais), dispõe no seu Artigo 46.º o seguinte: «1 - Sem prejuízo dos documentos

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÓMICOS, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL PARECER

COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÓMICOS, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL PARECER COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÓMICOS, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL PARECER PROPOSTA DE LEI N.º 162/X/3ª ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2008 PARTE I - CONSIDERANDOS 1. Nota Introdutória O Governo apresentou

Leia mais

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 1. Indicação e justificação das disposições do POC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e dos respectivos efeitos nas demonstrações financeiras,

Leia mais

ORA newsletter. Nº 62 MARÇO/2012 (circulação limitada) Assuntos LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL FEVEREIRO DE 2012

ORA newsletter. Nº 62 MARÇO/2012 (circulação limitada) Assuntos LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL FEVEREIRO DE 2012 Assuntos Resumo Fiscal/Legal Fevereiro de 2012 1 As Instituições Particulares de Solidariedade Social: Regime Contabilístico e Novo Quadro Normativo (Parte II) 2 Revisores e Auditores 6 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL

Leia mais

I B 1:) CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS. Introdução

I B 1:) CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS. Introdução Relatório e Contas do Exercício de 2013 10, I B 1:) Te[: +351 217 990 420 Av. da República, 50-1Q Fax: +351 217990439 1069-211 Lisboa www. bdo. pt CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS Introdução 1. Examinámos

Leia mais

Transportes Públicos Interurbanos Rodoviários de Passageiros. Actividade Empresarial

Transportes Públicos Interurbanos Rodoviários de Passageiros. Actividade Empresarial Transportes Públicos Interurbanos Rodoviários de Passageiros Actividade Empresarial 2006 ÍNDICE GERAL 1. NOTA INTRODUTÓRIA... 4 2. ASPECTOS METODOLÓGICOS... 6 3. CARACTERIZAÇÃO DA ACTIVIDADE... 9 3.1.

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

Manual Regulamentar GESTÃO ORÇAMENTAL Capítulo 15 Gestão Orçamental

Manual Regulamentar GESTÃO ORÇAMENTAL Capítulo 15 Gestão Orçamental Capítulo 15 Gestão Orçamental Mod. 2014.01.01 Página 1 de 55 Conteúdo 1. Disposições gerais... 5 Artigo 1.º Objeto... 5 Artigo 2.º Âmbito... 6 Artigo 3.º Competências gerais... 6 Artigo 4.º Controlo interno

Leia mais

IDENTIDADE DA CPLP NO DOMÍNIO DA DEFESA

IDENTIDADE DA CPLP NO DOMÍNIO DA DEFESA 1 IDENTIDADE DA CPLP NO DOMÍNIO DA DEFESA 1. INTRODUÇÃO As identidades coletivas, em qualquer domínio considerado, assumem uma importância central; a sua afirmação dá sentido aos projetos comuns, promove

Leia mais