Especificações Técnicas para execução de Serviços Não Assistenciais

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1 Especificações Técnicas para execução de Serviços Não Assistenciais

2 SUMÁRIO

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4 Especificações Técnicas para execução de Serviços Não Assistenciais 1- Introdução O processo licitatório do Hospital Infantil de Mato Grosso inclui como atribuições da Concessionária as atividades ou serviços denominados Não-Assistenciais, a saber: Serviços Administrativos Gerais Estacionamento Manutenção Predial Help Desk e Telefonia Serviço de Atendimento ao Cliente SAC Segurança, Portaria e CFTV Serviços de Informática Coleta de Resíduos Higiene Hospitalar Lavanderia Hospitalar Rouparia Hospitalar Nutrição e Dietética Lactário

5 As especificações técnicas que serão descritas a seguir estarão sub-divididas, para efeito didático em itens, como segue: Definição Competências Legislação vigente Funcionamento Detalhamento do Serviço Dimensionamento Porém, por medida de parcimônia, todas as exigências que forem comuns a todos os serviços serão descritas a priori, deixando apenas as especificidades de cada serviço em seus próprios capítulos. É importante salientar que as especificações técnicas constantes nestas especificações não substituem os Manuais de Boas Práticas, os Planos de Trabalho e nem os POPs (Procedimentos Operacionais Padrão), mas funcionam como requisitos essenciais que o Poder Concedente exige em cada serviço prestado pela Concessionária. 2- Especificações Técnicas Comuns a Todos os Serviços Não-Assistenciais A legislação trabalhista, as normas de segurança do trabalho, as regulamentações da ANVISA, e todas as demais que regem a prestação de serviço em unidades de saúde devem ser consideradas obrigatórias e devem ser citadas nos Manuais Operacionais. As atualizações anuais desses manuais devem considerar as atualizações das legislações seguindo a legislação vigente.

6 2.1. Legislação Trabalhista: Norma Regulamentadora Nº 01 - Disposições Gerais Norma Regulamentadora Nº 02 - Inspeção Prévia Norma Regulamentadora Nº 04 - Serviços Especializados em Eng. de Segurança e em Medicina do Trabalho Norma Regulamentadora Nº 05 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Norma Regulamentadora Nº 06 - Equipamentos de Proteção Individual - EPI Norma Regulamentadora Nº 07 - Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional Norma Regulamentadora Nº 07 - Edificações Norma Regulamentadora Nº 09 - Programas de Prevenção de Riscos Ambientais Norma Regulamentadora Nº 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade Norma Regulamentadora Nº 11- Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais Norma Regulamentadora Nº 12 - Máquinas e Equipamentos Norma Regulamentadora Nº 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão Norma Regulamentadora Nº 15 -Atividades e Operações Insalubres

7 Norma Regulamentadora Nº 16 - Atividades e Operações Perigosas Norma Regulamentadora Nº 17 - Ergonomia Norma Regulamentadora Nº 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Norma Regulamentadora Nº 20 - Líquidos Combustíveis e Inflamáveis Norma Regulamentadora Nº 23 - Proteção Contra Incêndios Norma Regulamentadora Nº 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho Norma Regulamentadora Nº 25 - Resíduos Industriais Norma Regulamentadora Nº 26 - Sinalização de Segurança Norma Regulamentadora Nº 27- Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB Norma Regulamentadora Nº 28 - Fiscalização e Penalidades Norma Regulamentadora Nº 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde Norma Regulamentadora Nº 33 - Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados 2.2. Direção e gestão A CONCESSIONÁRIA deverá:

8 Explicitar detalhadamente o organograma e as linhas de funcionamento interno para a gestão dos diferentes serviços sob sua responsabilidade. A responsabilidade dos cargos de gerenciamento propostos será refletida em suas funções, assim como nas linhas de comunicação e coordenação a serem instauradas entre os diferentes serviços contratados. Contará com um Gerente/Diretor como responsável final por todos os serviços, independentemente destes serem prestados diretamente ou por meio de empresas Subcontratadas. Contará com uma equipe responsável pelo gerenciamento e coordenação dos diversos serviços. Comunicar ao PODER CONCEDENTE qualquer mudança na estrutura proposta, sendo que o fluxo de informações deverá ser permanentemente atualizado. Elaborar um documento sobre a Política da Empresa, com especial referência aos objetivos e aos meios para atingi-los, assim como o tempo previsto na obtenção dos resultados propostos. Emitir todos os informes solicitados pelo PODER CONCEDENTE para que esta acompanhe o andamento dos serviços prestados. Tais informes deverão obedecer à periodicidade que for estabelecida pelo PODER CONCEDENTE, contendo todos os detalhes específicos de cada um dos serviços reunidos nas Especificações Técnicas correspondentes. Coordenar e estabelecer mecanismos adequados de coordenação com as empresas Subcontratadas assim como propor linhas de comunicação com a Direção da Unidade de Saúde. Utilizar as técnicas de trabalho, de gestão, e materiais mais atualizados e inovadores para a prestação dos diferentes serviços, permitindo aperfeiçoamento dos resultados, devendo mantêlos atualizados durante a vigência do CONTRATO. Informar imediatamente o PODER CONCEDENTE, sobre quaisquer acontecimentos detectados que possam afetar a prestação dos serviços.

9 Estabelecer linhas de comunicação visando difundir a informação de maneira adequada entre seus prepostos e os funcionários da Unidade de Saúde e os prestadores de serviços. Assegurar que as medidas de correção oportunas sejam adotadas as suas custas Recursos Humanos da Concessionária Dimensionamento do Quadro de Pessoal A CONCESSIONÁRIA, bem como as empresas por ela contratadas, deverão contar com equipe suficiente para cumprir com as obrigações estipuladas no CONTRATO e seus Anexos Qualificação e Formação do Pessoal É responsabilidade da CONCESSIONÁRIA, garantir que a equipe selecionada para a prestação dos serviços reúna os seguintes requisitos: a) Qualificação exigida para a função; b) Atendimento aos requisitos legais (licenças, certificados, autorizações legais etc.), para o desempenho da função; c) Conhecimentos suficientes para a correta prestação do serviço.

10 O PODER CONCEDENTE poderá, a qualquer momento, solicitar comprovações quanto ao atendimento desses requisitos. Todo o pessoal responsável pela prestação dos serviços deverá ter, pelo menos, o 1º Grau completo, devendo estar previamente treinado para as funções que irá desempenhar. A CONCESSIONÁRIA desenvolverá e manterá um Plano de Educação Continuada (PEC) para a equipe que dela dependa. Tal plano deverá ser apresentado a Unidade de Saúde, que poderá verificar, a todo o momento, seu cumprimento. O PEC deverá proporcionar à equipe uma reciclagem constante visando atualização dos conhecimentos da profissão e dos trabalhos que foram solicitados. Dessa forma, deverá contemplar a formação da equipe em relação a: a) Execução de ações cujo objetivo seja o maior aproveitamento dos recursos energéticos dentro das instalações. b) Deverão receber cursos determinados pelo PODER CONCEDENTE para uma melhor assistência ao usuário, visitantes, acompanhantes, etc. c) Procedimentos de prevenção contra incêndios, e treinamento nos Planos de Emergência, para possíveis evacuações do prédio. d) Prevenção dos riscos trabalhistas, para que no desempenho de seu trabalho adquiram hábitos saudáveis que evitem tais riscos, operando com segurança. e) O PODER CONCEDENTE poderá solicitar a comprovação do conhecimento da equipe para realizar o trabalho, conforme previsto nos Protocolos, Métodos e Manuais de Procedimento, objetivando alcançar maior eficácia e eficiência no trabalho Identificação

11 Todo o pessoal responsável pela prestação dos serviços deverá estar devidamente uniformizado, mantendo um alto nível de higiene pessoal. Além disso, deverá portar, em todo o momento, crachá de identificação com foto. O PODER CONCEDENTE deverá aprovar, previamente, todos os uniformes e crachás de identificação utilizados pelo pessoal responsável pela prestação dos serviços. É obrigação da CONCESSIONÁRIA o fornecimento dos uniformes, crachás e demais complementos adequados ao desenvolvimento da prestação dos serviços.

12 Freqüência A CONCESSIONÁRIA deverá manter controle de freqüência/pontualidade, do pessoal responsável pela prestação dos serviços, efetuando a reposição, de imediato, em eventual ausência, não sendo permitida a prorrogação da jornada de trabalho (dobra) Greve No caso de greve que afete a prestação dos serviços, a CONCESSIONÁRIA será obrigada, a oferecer soluções que garantam os serviços mínimos imprescindíveis determinados pelo PODER CONCEDENTE. Para todos os efeitos contemplados neste documento, a responsabilidade derivada de tais trabalhos subcontratados será do Concessionário Segurança, Saúde e Prevenção de Riscos Trabalhistas A CONCESSIONÁRIA contará com técnicos responsáveis pela Segurança do Trabalho, que estipularão as pautas necessárias para o cumprimento das normas vigentes nesta matéria. Será de total responsabilidade da CONCESSIONÁRIA a implantação de políticas de prevenção. A CONCESSIONÁRIA realizará os exames médicos, exigidos pelas normas vigentes a) Exames periódicos a cada 12 (doze) meses. Os laudos dos exames acima mencionados deverão ser apresentados pela CONCESSIONÁRIA sempre que solicitado pelo PODER CONCEDENTE.

13 b) A CONCESSIONÁRIA será responsável pelo controle sobre o estado de saúde do pessoal responsável pela prestação dos serviços, devendo providenciar a substituição imediata em caso de doença incompatível com a função desempenha. Serão estabelecidos Protocolos de funcionamento para prevenção de riscos com antecedência suficiente para o início dos serviços. Os Protocolos deverão incorporar instruções para a utilização, pelo pessoal responsável pala prestação dos serviços, dos equipamentos de proteção adequados à atividade a ser realizada. c) A CONCESSIONÁRIA será responsável pela aquisição e a utilização de tais equipamentos, sendo também responsável pelo treinamento do pessoal no que se refere à utilização de equipamentos de primeiros socorros, sistemas de evacuação, sistemas de proteção contra incêndios, etc. d) A CONCESSIONÁRIA deverá apresentar, quando solicitada, cópia dos Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional P.C.M.S.O. e de Prevenção dos Riscos Ambientais P.P.R.A., contendo, no mínimo os itens constantes das normas regulamentadoras nºs. 7 e 9, respectivamente, da Portaria nº 3.214, de 08/06/78, do Ministério do Trabalho e Previdência Social, conforme determina a Lei Federal nº 6.514, de 22/12/77. e) A CONCESSIONÁRIA será responsável por estabelecer e implantar um Plano de Emergência/ Contingência perante possíveis não conformidades no fornecimento energético, incluindo toda a Unidade de Saúde (funcionários do concessionário, de empresas Subcontratadas e equipe do PODER CONCEDENTE). O Plano de Emergência e Contingência incluirá, entre outros: i) o Plano de Evacuação de Incêndios, com a realização de simulações de evacuação, e posterior avaliação que deverá medir a adequação do grau de treinamento da equipe e o conhecimento das medidas a serem tomadas;

14 ii) esquemas alternativos de trabalho, com vistas a assegurar a correta continuidade dos serviços prestados. O Plano de Emergência e Contingência deverá ser atualizado anualmente, adequando-se às obrigações e diretrizes impostas pelas normas vigentes, às mudanças de diretrizes do PODER CONCEDENTE, às novas tecnologias etc. iii) A CONCESSIONÁRIA deverá consultar as autoridades da Prefeitura, Polícia, Bombeiros, Defesa Civil etc. para definição das suas estratégias relativas à segurança do trabalho, em especial quanto à elaboração do Plano de Emergência e Contingência Verificação da Qualidade É obrigação da CONCESSIONÁRIA, em relação aos serviços: a) desenvolver um Plano de Qualidade; b) dispor de um Responsável pela Qualidade; c) verificar a qualidade de todos os serviços em seu primeiro ano de funcionamento. A garantia da qualidade será dada pelas normas vigentes e suas posteriores atualizações. Caberá ao PODER CONCEDENTE determinar a norma a ser adotada para estes efeitos. d) uniformizar os procedimentos e protocolos necessários para a realização da avaliação; e) estabelecer os Manuais Operacionais para cada serviço. Estes deverão trazer documentados todos os métodos de produção e da realização das tarefas para a prestação dos serviços;

15 Tal documentação, assim como o Plano de Qualidade, deverá ser entregue à Administração para sua validação antes da entrada em funcionamento dos serviços na Unidade de Saúde, com a antecedência necessária para que a equipe tenha conhecimento dos mesmos.

16 2.6. Gestão Sustentável A CONCESSIONÁRIA será responsável pela elaboração de um Plano de Gestão Sustentável adequado aos critérios de Certificado de Gestão Ambiental, no seu nível básico. Tal plano dará suporte à política de meio ambiente desenvolvida pela Unidade de Saúde, estabelecendo objetivos para melhorar o impacto no meio ambiente. Tais objetivos serão revisados regularmente, realizando-se as ações corretivas que forem necessárias no caso de desvios do proposto. Ela deverá, dessa forma, estabelecer modelos de produção dos serviços que se aproximem do equilíbrio no desenvolvimento sustentável, que incluirão: o Reciclagem do material que permita sua realização. Desde que não ocasionem custos desmensurados ao processo. o Medidas para evitar a contaminação na emissão de gases, na utilização de substâncias nocivas ou perigosas. o Política restritiva na utilização de materiais (papel, descartáveis, etc.) e de energia (água, luz etc.) Eficiência Energética e Desenvolvimento Sustentável Neste sentido, é responsabilidade da CONCESSIONÁRIA assegurar que a prestação dos serviços que integram a exploração dos mesmos seja dirigida observando as boas práticas ambientais abaixo descritas, não se restringindo a elas Boas Práticas Ambientais

17 Elaborar e manter um programa interno de treinamento de seus empregados para redução de consumo de energia elétrica, de água e redução de produção de resíduos sólidos. Ter cuidado com a poluição sonora, observadas as normas ambientais vigentes. Uso Racional da Água Capacitar parte do seu pessoal quanto ao uso da água. Essa capacitação poderá ser feita por meio do CURSO VIRTUAL oferecido pela SABESP. Os conceitos deverão ser repassados para equipe por meio de multiplicadores; Manter critérios especiais e privilegiados para aquisição e uso de equipamentos e complementos que promovam a redução do consumo de água. Uso Racional de Energia Elétrica Manter critérios especiais e privilegiados para aquisição de produtos e equipamentos que apresentem eficiência energética e redução de consumo; Realizar verificações e, se for o caso, manutenções periódicas nos seus aparelhos e equipamentos elétricos; Redução de Produção de Resíduos Sólidos Promover a implantação de Programa de Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos, em recipientes para coleta seletiva, nas cores internacionalmente identificadas; Poluição Sonora

18 Para os equipamentos utilizados que gerem ruído no seu funcionamento, observar a necessidade de Selo Ruído, como forma de indicação do nível de potência sonora, medido em decibel, conforme Resolução CONAMA nº 020, de 07 de dezembro de 1994, em face de o ruído excessivo causar prejuízo à saúde física e mental, afetando particularmente a audição.

19 2.8 - Documentação necessária para a execução dos serviços. Organograma, descrição dos cargos, funções e suas responsabilidades, especificando os responsáveis para cada serviço. Plano de Educação Continuada (PEC). Plano de Emergência e Contingência. Plano de Qualidade. Plano de Gestão Sustentável. Manual Operacional por serviço que deve conter: a) Memorial descritivo do funcionamento do serviço proposto indicando, no mínimo, os sistemas de organização e planejamento do trabalho, a metodologia e os sistemas de informação. b) Recursos materiais e técnicos que serão utilizados diretamente na prestação dos serviços, assim como aqueles que se comprometam a fazer. c) Relação do mobiliário e equipamentos do serviço. A relação deverá incluir o mesmo detalhamento de informação apresentada na relação de equipamentos e inventários anexos ao presente documento. d) Recursos humanos por serviço, indicando no mínimo: Número de pessoas

20 Nível de formação e categorias Jornada anual e semanal Turno de trabalho Relação de postos de trabalho e distribuição de cargas, por categorias, em cada posto. Indicação de responsável técnico quando a legislação da atividade assim o exigir com o devido registro no conselho da categoria.

21 3. Serviços Administrativos 3.1. Definições Pessoal O setor de pessoal terá por atribuições o recrutamento, seleção, integração de novas admissões. Elaboração e homologação das jornadas de trabalho. Preparação da folha de pagamento, gerenciamento dos benefícios e das tributações. Efetuar rescisões contratuais de trabalho, responder pelo hospital nos sindicatos e na justiça do trabalho. Compras Processa e encaminha todas as atividades de aquisição de material ou serviços, buscando obter o produto certo, na quantidade certa e nos prazos e locais pré-estabelecidos, obedecendo aos limites e às normas da legislação vigente, bem como orientar as unidades acadêmicas e administrativas nos processos descentralizados de compra, obedecendo aos limites e às normas da legislação vigente, bem como orientar as unidades administrativas nos processos descentralizados de compra. Almoxarifado Compete ao Serviço de Almoxarifado, o planejamento, a coordenação, a execução e o controle das atividades relativas ao recebimento, conferência, guarda e distribuição de material de consumo, equipamentos e material permanente. Administração Planeja, organiza, coordena e dirige as atividades administrativas do hospital, a fim de que este atinja sua finalidade, com bom desempenho, implantando rotinas e providenciando os equipamentos necessários para operar de acordo com a política traçada pela alta direção.

22 Comunicação Elaborar a comunicação do Hospital, expressa com a utilização de componentes visuais, como: signos, imagens, desenhos, gráficos, ou seja, tudo que pode ser visto; com a intenção de fornecer direções aos visitantes e atualizações aos funcionários do Hospital. Brigada de Incêndio São grupos de pessoas previamente treinadas, organizadas e capacitadas dentro do Hospital, lideradas por um especialista (bombeiro) para realizar atendimento em situações de emergência. Em geral, essas pessoas são treinadas para atuar na prevenção e combate de incêndios, prestação de primeiros socorros e evacuação de ambientes. Segurança do Trabalho É uma área da engenharia e da medicina do trabalho cujo objetivo é identificar, avaliar e controlar situações de risco, proporcionando um ambiente de trabalho mais seguro e saudável para as pessoas Competências Concessionária Elaborar um Plano de Trabalho para a administração do Hospital que englobe todos estes itens.

23 Manter todos os funcionários envolvidos no setor administrativo atualizados, promovendo cursos periódicos, de acordo com a especificidade de cada área. Cuidar para que este setor promova a adequação de todos os outros setores do Hospital, no que tange à legalidade dos atos praticados, o cumprimento da ética, a cordialidade e a eficiência Poder Concedente Aprovar o Plano de Trabalho do Hospital, desde que esteja de acordo com as exigências contratuais. Fiscalizar a Concessionária no cumprimento das regras pré-estabelecidas nos planos de trabalho. Ordenar que sejam feitas modificações em atividades que estejam sendo realizadas em não conformidade com as regras pré estabelecidas Legislação Vigente CLT Consolidação das Leis do Trabalho NR do MTE todas 3.4. Funcionamento

24 De segunda-feira a sexta-feira, 8 horas por dia ou 40 horas por semana. A Brigada de Incêndio deverá estar em regime de sobreaviso 24 horas por dia, de segunda a domingo. O Almoxarifado deverá ter um plano de utilização em situações de emergência nos períodos, noturno e de recesso 3.5. Detalhamento dos Serviços Setor de Pessoal: Ficará encarregado apenas dos funcionários contratados pela Concessionária, em regime CLT, com as obrigações de: Recrutamento, seleção e admissão de novos funcionários; Controle dos exames médicos admissionais, periódicos, de mudança de cargo, de retorno ao trabalho e de demissão; Elaboração da folha mensal de pagamento, com todas as suas nuances, como descontos, bônus, férias, licenças, etc. Elaboração de relatórios mensais, anuais ou a pedido sobre a situação geral do funcionalismo, assim como da situação particular de cada funcionário; Cálculo das tributações e dos benefícios; Elaboração de contratos rescisórios e participação do processo demissional junto ao sindicato da categoria (servidores dos serviços de saúde).

25 Setor de Compras Promover as compras de materiais de consumo, de equipamentos e coordenar os diversos contratos de manutenção de máquinas e equipamentos. Elaborar relatórios mensais, anuais e a pedido sobre todas as atividades realizadas no âmbito do Hospital com seus resultados. Elaborar planejamento de compras futuras, em regime de rotina (renovação passada) ou em regime de necessidades especiais.

26 Setor de Almoxarifado Tem por função detalhada: Assessorar a Diretoria em assuntos de sua área; Instruir processos para auxiliar a Administração em suas decisões; Desenvolver estudos objetivando o aprimoramento dos serviços da área; Propor políticas e diretrizes relativas a estoques e programação de aquisição e o Fornecimento de material de consumo; Acompanhar a execução automatizada do Sistema de Material no que diz respeito à atualização de documentos pertinentes; Divulgar as informações orçamentárias relativas a material de consumo aos usuários do Sistema de Material; Receber, conferir e armazenar material de consumo, equipamentos e material permanente; Controlar o estoque físico de material de consumo; Estabelecer as necessidades de aquisição de material de consumo para fins de reposição de estoque, bem como solicitar sua aquisição; Verificar no estoque físico a existência de material de consumo em desuso, propondo à Administração Superior a criação de comissão para estudar a destinação dos mesmos; Elaborar balancete mensal da movimentação de material de consumo, equipamentos e material permanente. Setor de Administração Assiste a Direção no levantamento e distribuição dos serviços administrativos Auxilia na elaboração da política de administração do Hospital Participa da elaboração de projetos, estudos e análise para melhoria dos serviços;

27 Organiza e executa atividades administrativas nas áreas de: o Gestão de pessoas, o Administração, o Acadêmica, o Orçamento, o Finanças e patrimônio, o Logística o Secretaria; Atende usuários Trata de documentos variados, Prepara relatórios e planilhas, Utiliza recursos de informática. Executa outras tarefas de mesma natureza e nível de complexidade associadas ao ambiente organizacional. Setor de Comunicação Elabora o sistema de Comunicação Interna, que estabelece canais que possibilitem o relacionamento, ágil e transparente, da direção com o público interno (na verdade, sabese que há vários públicos internos) e entre os próprios elementos que integram este público. Promove a intercomunicação descendente, transmissão de avisos, regras, normas; e a comunicação ascendente que funciona como feedback à alta administração, através de pesquisas, SAC, reuniões. Elabora uma publicação periódica sobre as atividades e novidades do Hospital, Lacen e Hemocentro. Funciona como assessoria de imprensa do Hospital, Lacen e Hemocentro. Brigada de Incêndio Comandadas por um bombeiro expert, a brigada de incêndio é formada por um grupo estratégico de funcionários do Hospital que é treinado regularmente, uma vez por ano ou em momentos convenientes. Atua de acordo com normas pré-estabelecidas em situações de incêndio e também na observação de não conformidades que possam por em risco a integridade física de pessoas e do patrimônio. Tem caráter voluntário, sem remuneração específica para a função.

28 Segurança do Trabalho A Segurança do Trabalho poderá funcionar em caráter próprio ou em convênio com o próprio Estado ou com empresas especializadas. O Serviço de Medicina e Segurança do Trabalho SEMST tem por função a elaboração do PCMSO, do PPRA, da realização dos exames médicos ocupacionais e da inspeção dos quesitos apontados pelos planos, para sua manutenção ou para sua disponibilização quando faltante. PCMSO é o Programa de Controle Médico e da Segurança Ocupacional e deve ser elaborado anualmente e ser seguido com rigor, com a observância da utilização dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e EPC (Equipamentos de Proteção Coletiva), e cuida da saúde individual de cada funcionário. O PPRA Programa de Prevenção do Risco Ambiental cuida da emissão de ruídos e de partículas, o contato com substâncias químicas ou biológicas de efeito patológico, da prevenção dos acidentes do trabalho por motivação ambiental (avisos de: piso liso, escadas, rampas, etc) Dimensionamento

29 4. Estacionamento 4.1. Definição Estacionamento - imobilização de veículos por tempo superior ao necessário para embarque ou desembarque de passageiros Competências Concessionária Elaborar, apresentar e executar o Procedimento Operacional Padrão, previamente homologado pelo PODER CONCEDENTE. Prover sistema de acesso de maneira a segregar o estacionamento destinado ao pessoal que trabalha no HOSPITAL do estacionamento destinado a visitantes; Operar o estacionamento 24h por dia, 7 dias por semana; Elaborar relatório trimestral sobre a gestão e operação do estacionamento. O prazo para entrega do relatório é de um mês após o término do trimestre. Este relatório deverá conter as seguintes informações mínimas: o Registro de movimentação e pagamento de USUÁRIOS o Registro de ocorrências internas o Registro de ocupação do estacionamento Poder Concedente Orientar a CONCESSIONÁRIA para execução dos serviços;

30 Comunicar a CONCESSIONÁRIA das não conformidades ou problemas ocorridos na execução dos serviços, imediatamente após identificação do problema; Indicar a substituição de funcionário que estiver trabalhando em desacordo com as regras estipuladas para o cargo e função ou não estiverem cumprindo as regras gerais de conduta do HOSPITAL. Analisar e emitir parecer sobre o Procedimento Operacional Padrão elaborado pela CONCESSIONÁRIA em tempo hábil, a ser definido por acordo entre as partes, indicando os pontos de correção necessários para sua aprovação, quando for o caso; 4.3. Legislação Vigente Lei nº /1990 (Código de Defesa do Consumidor) Alterada pela Lei nº 8.656/1993, Lei nº 8.703/1993, Lei nº 8.884/1994, Lei nº 9.008/1995, Lei nº 9.298/1996 e Lei nº 9.870/1999. Recomenda-se que o dono do estacionamento faça um seguro, pois caso haja roubo ou dano do veículo, pelo Código de Defesa do Consumidor, o proprietário do estacionamento deverá ressarcir o dono do veículo. Lei Federal No estatuto do idoso, dispõe sobre a reserva de 5% das melhores vagas do estacionamento para pessoas com mais de 60 anos. Lei Federal nº , de 19 de dezembro de 2000, que dispõe sobre normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência e com dificuldade de locomoção, que, em seu art. 7, estabelece a obrigatoriedade de reservar 2 % (dois por cento) das vagas em estacionamento regulamentado de uso público para serem utilizadas exclusivamente por veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência ou com dificuldade de locomoção; Resolução Denatran No 303 de 18 de Dezembro de 2008: dispõe sobre vagas destinadas exclusivamente a idosos.

31 Resolução Denatran No 304 de 18 de Dezembro de 2008: dispõe sobre vagas destinadas a deficientes físicos. Código Civil Brasileiro o Art. 932: São também responsáveis por reparação civil: IV os donos de hotéis, hospedarias, casas ou estabelecimentos onde se albergue por dinheiro, mesmo para fins de educação, pelos seus hóspedes, moradores e educandos Funcionamento Funcionamento 24 horas. De Segunda-Feira à Domingo Detalhamento do Serviço Vagas Comuns O estacionamento deverá ser equipado com pinturas de bordas das vagas, sendo que vagas comuns não deverão ser marcadas internamente Vagas para Idosos - As vagas reservadas para idosos (5%) deverão estar marcadas de duas formas: - Placas nas paredes próximas, de acordo com o modelo proposto pelo Denatran.

32 - As próprias vagas deverão estar marcadas internamente como no exemplo abaixo: - Dentro do veículo estacionado na vaga própria para o idoso deverá constar o Registro do Idoso, conforme modelo abaixo:

33 Vagas para deficientes Físicos - As vagas reservadas para deficientes (2%) deverão estar marcadas de duas formas: - Placas nas paredes próximas, de acordo com o modelo proposto pelo Denatran. - As próprias vagas deverão estar marcadas internamente como no exemplo abaixo:

34 - Dentro do veículo estacionado na vaga própria para o deficiente deverá constar o Registro do Deficiente, conforme modelo abaixo: Vigilância - O estacionamento deverá estar em constante vigilância por câmeras e pela circulação dos orientadores móveis Emergências

35 - As emergências que porventura possam acontecer se referem a pequenas colisões, furtos, roubos, atropelamentos e afins. Para cada situação deverá ser aberto um Boletim de Ocorrência (B.O.) e este deverá estar documentado com o maior número de informações possível, pois o resultado de qualquer julgamento irá depender desta documentação Saúde Ocupacional (para eventual estacionamento confinado) - Todos os orientadores deverão ser cuidadosamente examinados antes de assumir seus cargos, principalmente quanto às suas condições respiratórias. Pessoas portadoras de bronquite, asma, enfisema ou outra condição que reduza a capacidade pulmonar abaixo de 60% não deverão ser admitidas. - Periodicamente (a cada 6 meses no primeiro ano e anualmente na sequência) todos os orientadores deverão realizar provas de capacidade respiratória. A presença de redução da capacidade pulmonar em mais de 30% deles, sem outras motivações, será motivo para uma reavaliação pormenorizada do sistema de exaustão e circulação de ar do estacionamento.

36 4.6. Dimensionamento Espaço Físico - O número de vagas destinadas ao estacionamento do Hospital, Centro Diagnóstico, Lacen e Hemocentro será 1(uma) vaga para cada 50m 2 de área construída. - Para cada veículo serão destinados 25m 2 - O espaço destinado ao estacionamento deverá ser o resultado da expressão abaixo: Área de Estacionamento = [(No de m 2 área construída) / 50] x Pessoal - O pessoal deverá estar subordinado à segurança geral do Hospital, dimensionado de acordo com o quadro abaixo. Cargo ou Função Regime Horas Semanais Número Encarregado 8 as 12h 14 as 18h 40 1 Orientador Fixo 12 x 36h Orientador Móvel 12x36h Total 49 - Orientador Fixo: o cálculo tem por parâmetros: a cada 4 pessoas, há 1 trabalhando efetivamente. Portanto, 32 pessoas equivale a 8 funcionários ativos.

37 - Orientador Móvel: idem. São 16 pessoas contratadas para haver 4 na ativa Materiais e Equipamentos - Scooters: 4 scooters de pequeno porte (até 100cc), com baixo nível de ruído e poluição. Podem ser substituídas por bicicletas elétricas. - Uniformes: orientadores fixos e móveis, uniforme cinza. Os orientadores móveis deverão estar equipados com capacete e luvas.

38 5. Manutenção Predial 5.1. Definição Conjunto de atividades que conservam ou recuperam a capacidade funcional da edificação e de seus componentes, a fim de atender às necessidades e à segurança de seus usuários. - Corretiva: manutenção que exige intervenção imediata que garanta a continuidade de funcionamento da edificação ou de seus componentes. - Preventiva: manutenção planejada que previne a ocorrência de danos potenciais. Check list da manutenção: a) Instalação elétrica b) Instalação hidráulica c) Instalação telefônica d) Ar condicionado e) Edifício f) Combate ao fogo g) Pára-raios h) Veículos i) Jardins

39 j) Estacionamento 5.2. Competências Concessionária A CONCESSIONÁRIA, além do fornecimento da mão de obra, dos materiais (tintas, fiações, canos, lâmpadas, madeirames e outros) e dos equipamentos (Escadas móveis, EPIs, andaimes, ferramentas, instrumentos e outros afins) necessários para a perfeita execução dos serviços de manutenção dos prédios e demais atividades correlatas, obrigar-se-á a: Elaborar Plano de Trabalho que permitam uma visão das atividades de rotina pelo período de um ano, salvo as emergências. Realizar treinamento dos funcionários em atualizações sempre que necessário. Manter todos os equipamentos e utensílios necessários à execução dos serviços, em perfeitas condições de uso. Cumprir, além dos postulados legais vigentes de âmbito federal, estadual ou municipal, as normas de segurança do PODER CONCEDENTE. Instruir os seus empregados, quanto à prevenção de incêndios nas áreas do Hospital. Registrar e controlar, juntamente com o preposto do PODER CONCEDENTE, diariamente, a assiduidade e a pontualidade de seu pessoal, bem como as ocorrências havidas. Fornecer material de consumo em quantidades suficientes e em tempo hábil para a execução das atividades.

40 Executar os serviços em horários que não interfiram como o bom andamento da rotina de funcionamento dos setores hospitalares. Apresentar relação dos equipamentos e materiais de proteção individual e coletiva (EPIs e EPCs) fornecidos pela concessionária aos seus funcionários para o desempenho destas atividades, tais como: botas de borracha, capa de chuva, andaimes, cintos de segurança, luvas, avental, máscara, gorro e outros Poder Concedente Orientar a CONCESSIONÁRIA para execução dos serviços. Comunicar a CONCESSIONÁRIA das não conformidades ou problemas ocorridos na execução dos serviços, imediatamente após identificação do problema. Indicar a substituição de funcionário que estiver trabalhando em desacordo com as regras estipuladas para o cargo e função ou não estiverem cumprindo as regras gerais de conduta dos Hospitais. Analisar e emitir parecer sobre o Procedimento Operacional Padrão elaborado pela CONCESSIONÁRIA em tempo hábil, a ser definido por acordo entre as partes, indicando os pontos de correção necessários para sua aprovação, quando for o caso Legislação Vigente Norma Regulamentadora Nº 08: Edificações Norma Regulamentadora Nº 10: Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade Norma Regulamentadora Nº 12 : Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos Norma Regulamentadora Nº 21: Trabalho a Céu Aberto Norma Regulamentadora Nº 23: Proteção Contra Incêndios

41 Norma Regulamentadora Nº 24 : Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho Norma Regulamentadora Nº 26 : Sinalização de Segurança Norma Regulamentadora Nº 32 : Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria GM n.º 485, de 11 de novembro de /11/05 Portaria GM n.º 939, de 18 de novembro de /11/08 Portaria GM n.º 1.748, de 30 de agosto de /09/ Funcionamento De segunda a sexta-feira, das 7 às 18hs. Técnicos em eletricidade e em hidráulica deverão manter-se em "plantão à distância" no período noturno e em finais de semana e feriados, para situações de emergência, de acordo com o Manual de Boas Práticas elaborado pelo setor Detalhamento do Serviço Características Construção Civil

42 Pintura Eletricidade Hidráulica Marcenaria Jardinagem - Organização e preparo do local de trabalho em obras de construção e reformas, internas e externas. - Colocação de pisos e pavimentos - Realização de serviços periódicos de pintura e re-pintura externa e interna quando houver dano ou por cronograma estabelecido no Plano de Trabalho do Hospital. - Revestimento de tetos e paredes com papel ou material plástico quando convier. - Instalação e manutenção eletroeletrônica. - Manutenção preventiva, preditiva e corretiva das instalações eletroeletrônicas. - Medições e testes periódicos para avaliar a qualidade das instalações e dos equipamentos. - Elaboração de manuais e seguimento das normas neles contidos com observância de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental. - Operacionalização de projetos de instalações tubulares, com definição de traçados, dimensão de tubulações, quantificação e inspeção de materiais. - Realização de testes operacionais de pressão de fluidos e de estanqueidade. - Trabalho na proteção e manutenção de equipamentos hidráulicos. - Trabalho de manutenção e conserto de bens móveis confeccionados em madeira e afins. - Construção de pequenos móveis, prateleiras, armários e afins, quando houver necessidade. - Plantação e manutenção de áreas externas e internas com plantas gramíneas e florais de paisagismo.

43 Materiais - A CONCESSIONÁRIA deverá apresentar o Plano de Trabalho da área de manutenção, separadamente para cada área de atuação, prevendo a quantificação dos materiais a serem utilizados por um período de 06 (seis) meses, em acordância com um ou mais projetos estabelecidos.

44 5.6. Dimensionamento Pessoal - O quadro mínimo de pessoal para o serviço de manutenção predial e territorial é apresentado abaixo. Materiais - A CONCESSIONÁRIA deverá apresentar o Plano de Trabalho da área de manutenção, separadamente para cada área de atuação, prevendo a quantificação dos materiais de consumo a serem utilizados por um período de 06 (seis) meses, em acordância com um ou mais projetos estabelecidos. - Para o início das atividades, o material permanente a ser adquirido será um Kit descrito no Item "Detalhamento do Serviço" para cada tipo de profissão.

45 6. Help Desk e Telefonia 6.1. Definição A execução dos serviços de Help Desk e Telefonia é definida pelo atendimento ao público interno e externo do Hospital, através de uma Central telefônica e de um serviço de autofalantes. Há uma ligação íntima entre este serviço e o SAC e poderão ocupar o mesmo espaço físico ou espaços adjuntos. Escopo para público externo: Contato com profissionais e setores do Hospital, via ramais telefônicos Solicitação de informações diversas Atendimento a pacientes e encaminhamento de demandas Transferências de ligações Escopo para público interno: Serviço de telefonia interna uso da telefonia entre ramais Solicitações diversas: segurança, limpeza, etc. Localização de pessoas via serviço de autofalantes Efetuar ligações externas locais ou à distância, mediante protocolo do Hospital

46 6.2. Competências Concessionária Elaborar, apresentar e executar um Plano de Trabalho e manual de Boas Práticas onde estarão incluídos os Procedimentos Operacionais Padrão POPs para o cargo de telefonista. Selecionar e preparar rigorosamente os empregados que irão executar os serviços Manter a disciplina nos locais de trabalho. Garantir a presença de funcionários nos locais de trabalho durane o período de 24 horas/dia, 7 dias por semana Poder Concedente Analisar e emitir parecer sobre o Plano de Trabalho e Manual de Boas Práticas elaborados pela CONCESSIONÁRIA. Comunicar a CONCESSIONÁRIA sobre eventuais não conformidades em tempo hábil de correção. Comunicar a CONCESSIONÁRIA sobre funcionários que estejam atuando de forma contrária às normas da instituição para medidas possam ser tomadas. Aplicar o DPA (Documento Parcial de Avaliação) sempre que estiver agendado Legislação Vigente Lei No de 10 de dezembro de 1997: regula a profissão de telefonista.

47 CLT - Art 227: define a jornada de trabalho de telefonista de no máximo 6 horas diárias e 36 horas semanais (Observa-se em outros hospitais a adoção do regime 12x36 horas para telefonistas, que deverá ser negociado com o sindicato da categoria antes de ser aplicado.)

48 6.4. Funcionamento - Funcionamento 24 horas. - De Segunda-Feira a Domingo O Help Desk deverá funcionar de segunda a sexta, das 7 às 19 horas, devendo este serviço ser repassado para as telefonistas de plantão, quando fora deste horário Detalhamento do Serviço Este serviço deverá fornecer ao cliente: Confiabilidade e Confidencialidade das Informações: o agente telefônico não poderá comentar com outras pessoas os eventuais diálogos que possa ouvir. As informações a serem repassadas para familiares de pacientes ou outras, deverão ser verdadeiras ou, na eventualidade desta possibilidade, omitidas com as devidas explicações. Rapidez: o congestionamento de linhas deverá ser evitado através do planejamento inicial e do uso racional das ligações. O telefone do Hospital deverá ser utilizado apenas para troca de informações relativas às atividades hospitalares. Cordialidade: os agentes telefônicos do Hospital deverão estar cientes da sua responsabilidade e de que estarão em constante contato com pessoas em estado de stress elevado pela existência de um ente querido em sofrimento. Uniformidade e Resolutividade: os agentes telefônicos deverão estar treinados para atender sempre do mesmo modo e evitar que o interlocutor tenha que repetir a mesma pergunta para mais de um agente, ou seja, deverá resolver a necessidade de comunicação do interlocutor.

49 Os agentes telefônicos deverão estar sempre munidos de uma gama variada de informações sobre o Hospital, para que possam fornecer ao interlocutor respostas sobre o máximo de possibilidades dentro da sua competência Dimensionamento Quadro de Pessoal de Telefonia e Help Desk Quadro de Funções do Pessoal

50 7. Serviço de Atendimento ao Cliente SAC 7.1. Definição A execução dos serviços de SAC caracterizase por centralizar as informações, facilitar a comunicação entre os setores do Hospital e seus clientes/pacientes, além de buscar excelência em seu atendimento. As informações geradas pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) devem ser tratadas com confidencialidade e reportadas aos gestores da organização. O SAC tem como objetivo detectar, acolher e encaminhar as queixas em relação aos serviços prestados pelo Hospital, assim como receber sugestão e critica. Outra função do serviço é informar, aos clientes/pacientes e seus acompanhantes, quando solicitado, as normas e rotinas de funcionamento dos Setores do Hospital. Além do mais, o serviço é uma forma do usuário participar ativamente no processo de administração do atendimento, sendo um serviço destinado a auxiliar os clientes/pacientes quando de sua estada no Hospital, dando subsídios para o bom relacionamento com o cliente. O SAC não se constitui só na identificação e atendimento de demandas, mas principalmente de avaliação da situação, por meio do qual os serviços prestados podem ser aperfeiçoados continuamente e modificados sempre que necessário e possível. Para o SAC, cabem as ligações referentes às solicitações, reclamações e elogios. Para telefonia cabem, a estrutura normal de atendimento telefônico ativo e receptivo (interno e externo) assim como transferências de ligações internas e busca para contatar as equipes médicas. Para aperfeiçoar as atividades, algumas tecnologias podem ser utilizadas para agilizar os serviços, como:

51 Sistema DAC (Distribuidor Automático e Circular de Chamadas): permite uma melhor distribuição das chamadas, controlando de forma eletrônica e equilibrando os serviços entre os atendentes Gravação de chamadas (voz): permite uma garantia legal das solicitações de clientes e das informações prestadas ao mesmo, registrando e servindo para respaldo técnico, monitoramento da liderança e uso em treinamentos. CCI (computer telephone integration): integra diversas mídias no contato com o cliente. URA (unidade de resposta audível): permite separar os tipos de atendimento por área, racionalizado as tarefas e reduzindo o tempo de espera, como segregar reclamações, informações, ligações externas das internas etc Competências Concessionária Elaborar um PLANO de TRABALHO e MANUAL DE BOAS PRATICA que demonstre a aplicação dos itens definidos, nesse documento. Registrar todos os contatos dos clientes / pacientes. Entrar em contato com 90% dos reclamantes em até 24 horas após o registro da queixa, indicando a solução definida. Solicitar ao gestor da área reclamante uma posição para que a resposta possa ser oferecida. Oferecer mensalmente ao PODER CONCEDENTE uma tabela das principais manifestações dos clientes por área e demandas não resolvidas. Elaborar, apresentar e executar os POPs (Procedimento Operacional Padrão), o qual deverá ser submetido à previa homologação por parte do PODER CONCEDENTE.

52 Selecionar e preparar rigorosamente os empregados que irão executar os serviços, encaminhando elementos portadores de atestados de boa conduta e demais referências, tendo funções profissionais legalmente registradas em suas carteiras de trabalho. Manter disciplina nos locais dos serviços. Manter sediado junto ao PODER CONCEDENTE, durante os turnos de trabalho, funcionários capazes de tomar decisões compatíveis com os compromissos assumidos. Nomear encarregados responsáveis pelos serviços, com a missão de garantir o bom andamento dos mesmos permanecendo no local de trabalho, em tempo integral, fiscalizando e ministrando a orientação necessária aos executantes dos serviços. Estes encarregados terão a obrigação de reportarse, quando houver necessidade, ao responsável pelo acompanhamento dos serviços do PODER CONCEDENTE e tomar as providencia pertinentes para que sejam corrigidas todas as falhas detectadas Poder Concedente Comunicar a CONCESSIONARIA das não conformidades ou problemas ocorridos na execução dos serviços, imediatamente após identificação do problema. Indicar a substituição de funcionário que estiver trabalhando em desacordo com as regras estipuladas para o cargo e função ou não estiverem cumprindo as regras gerais de conduta do cliente. Analisar e emitir parecer sobre o Procedimento Operacional Padrão elaborado pela CONCESSIONARIA em tempo hábil, a ser definido por acordo entre as partes, indicando os pontos de correção necessários para sua aprovação, quando for o caso. Acompanhar e avaliar a execução dos serviços, propondo melhorias e correção quando aplicável Legislação Vigente

53 Decreto nº 6.523, de 31 de julho de 2008: Regulamenta a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, para fixar normas gerais sobre o Serviço de Atendimento ao Consumidor Funcionamento - Funcionamento das 8h00 as 17h20, de segunda-feira a sexta-feira Detalhamento do Serviço Serviço presencial O atendente, para exercer suas funções no SAC, deve ser capacitado com habilidades técnicas e procedimentais necessárias para realizar o adequado atendimento ao paciente e acompanhante, em linguagem clara. Os atendentes do SAC devem receber pessoalmente as pessoas que os procurarem sem a necessidade de agendamento / reserva dentro do horário de atendimento do SAC (segunda a sexta-feira das 8h00 as 17h20). Os colaboradores devem diariamente, coletar os formulários do SAC preenchido por clientes e acompanhantes espalhados em urnas trancadas pelos Hospitais. Serviço telefônico O SAC deve ouvir e registrar todas as ligações recebidas, procedendo a devida transferência da informação ao gestor do setor competente. No caso de transferência de ligação direta ao setor responsável, a transferência dessa ligação deve ser efetivada em até sessenta segundos. No caso de acompanhamentos de casos, deve ser fornecido o numero de protocolo para que não seja necessário solicitar a repetição da demanda do consumidor após seu registro pelo primeiro atendente.

54 Os dados pessoais do reclamante devem ser preservados, mantidos em sigilo e utilizados exclusivamente para os fins do atendimento. O SAC deve garantir a agilidade, a segurança das informações e o respeito ao consumidor. Atribuições Confiabilidade das informações: devem oferecer informações corretas aos clientes que procuram o serviço. Para tanto, é necessário desenvolver sistemas de informação amigáveis e abrangentes ao sistema operacional (software) dos Setores do Hospital. O operador deve ser treinado para que saiba utilizar o sistema de informação de forma eficiente, para poder concentrar-semais nas necessidades dos clientes, procurando escutá-los melhor. Rapidez no atendimento evitando filas de espera longas. Cordialidade: no atendimento telefônico, a percepção positiva do cliente se dá pelo tom de voz do operador. Deverá ser capaz de discernir sobre reclamações que necessitem uma interferência imediata daquelas que permitem um tempo maior para solução. Uniformidade: o atendimento dos operadores deve ser uniforme. Não se deve cometer o erro de solicitar aos pacientes que repitam a mesma história para vários operadores diferentes. È necessário que um atendimento seja iniciado do ponto onde o ultimo operador o tenha encerrado. O líder de serviço de SAC é também líder dos serviços de Help Desk e Telefonia. Cabe ao líder acessar por amostragem as ligações através de seu ramal para acompanhar as ligações por amostragem e capacitação da equipe, tanto no SAC, como no Help Desk e na Telefonia Dimensionamento Para a realização das atividades deste serviço, a CONCESSIONARIA deverá apresentar no PLANO DE TRABALHO, quadro de pessoal conforme tabela abaixo:

55 Quadro mínimo de pessoal: *Cabe ao líder a subordinação das áreas de SAC, Telefonia e Help Desk. - A qualificação mínima exigida deverá constar no PLANO DE TRABALHO conforme quadro abaixo: 8. Segurança, Portaria e CFTV 8.1. Definição Segurança Patrimonial A política de segurança privada envolve a gestão pública e as classes patronal e laboral, obedecendo aos princípios da dignidade da pessoa humana, das relações públicas, da satisfação do usuário final, da prevenção e ostensividade para dar visibilidade ao público em geral, da proatividade para evitar ou minimizar os efeitos nefastos dos eventos danosos, do aprimoramento técnico-profissional dos seus quadros, inclusive com a criação de divisões especializadas pelas empresas para permitir um crescimento sustentado em todas as áreas do negócio, da viabilidade econômica dos empreendimentos regulados e da observância das disposições que regulam as relações de trabalho.

56 São consideradas atividades de segurança privada: I - vigilância patrimonial atividade exercida dentro dos limites dos estabelecimentos, urbanos ou rurais, públicos ou privados, com a finalidade de garantir a incolumidade física das pessoas e a integridade do patrimônio no local, ou nos eventos sociais; II - transporte de valores atividade de transporte de numerário, bens ou valores, mediante a utilização de veículos, comuns ou especiais; III - escolta armada atividade que visa garantir o transporte de qualquer tipo de carga ou de valores, incluindo o retorno da guarnição com o respectivo armamento e demais equipamentos, com os pernoites estritamente necessários; (Texto alterado pela Portaria nº408/2009-dg/dpf) IV - segurança pessoal atividade de vigilância exercida com a finalidade de garantir a incolumidade física de pessoas, incluindo o retorno do vigilante com o respectivo armamento e demais equipamentos, com os pernoites estritamente necessários; V - curso de formação atividade de formação, especialização e reciclagem dos vigilantes. (Texto alterado pela Portaria nº358/2009-dg/dpf) Portaria A portaria é o local onde se zela pela guarda do patrimônio e se exerce a vigilância do fluxo de pessoas que circulam de fora para dentro e de dentro para fora do Hospital. A portaria tem a função de controlar o fluxo de pessoas, identificando, orientando e encaminhando-as para os lugares desejados, além de auxiliar na recepção de pacientes e seus familiares CFTV - Circuito Fechado de Televisão O CFTV é composto por uma sala de monitoramento, por um sistema de visualização e armazenagem de imagens; e por um conjunto de câmeras coletoras de imagens, localizadas em pontos estratégicos do Hospital.

57 8.2. Competências Concessionária Segurança: À CONCESSIONÁRIA irá competir a contratação de um conjunto de agentes de segurança que irão efetivamente promover a proteção patrimonial predial, material e humano das dependências do Hospital. Todo e qualquer Agente de Segurança contratado pela CONCESSIONÁRIA deverá estar devidamente capacitado para exercer seu cargo, de acordo com a legislação vigente. Cada agente de Segurança deverá estar devidamente uniformizado, de acordo com a Portaria N. 387/2006 DG/DPF, de 28 de Agosto de 2006, cujos uniformes serão fornecidos pela CONCESSIONÁRIA, como descritos abaixo: o o O uniforme do vigilante é obrigatório e de uso exclusivo em serviço, devendo possuir características que garantam a sua ostensividade. A fim de garantir o caráter ostensivo, o uniforme deverá conter os seguintes elementos: I - apito com cordão; II - emblema da empresa; III - plaqueta de identificação do vigilante, autenticada pela empresa, com validade de 06 (seis) meses, constando o nome, o número da Carteira Nacional de Vigilante e fotografia colorida em tamanho 3 x 4. Promover a reciclagem dos Agentes de Segurança, anualmente, de acordo com a Portaria No 387/2006.

58 Portaria À Concessionária competirá a administração das entradas do Hospital, denominadas portarias, que poderão ser internas ou externas (guaritas). À Concessionária competirá construção de guaritas nas entradas externas do Hospital, onde veículos e transeuntes serão filmados, abordados e identificados. Sabese que hospitais infantis têm um fator extra de segurança que se refere ao rapto de menor. CFTV À Concessionária competirá a aquisição e colocação de câmeras de segurança para monitoramento externo e interno do Hospital. Também competirá à Concessionária a aquisição de software e equipamentos de visualização e armazenagem de imagens por um período mínimo de 30 dias. E igualmente competirá o monitoramento efetivo, em tempo real, a movimentação de pacientes, acompanhantes, visitantes, funcionários, veículos e outros, sendo a pessoa encarregada da monitoragem estar conectada via rádio (walk talk) com os Agentes de Segurança móveis Poder Concedente O PODER CONCEDENTE deverá avaliar periodicamente as atividades de proteção patrimonial, material e humana do Hospital.

59 Caberá ao PODER CONCEDENTE a utilização das imagens geradas pelo CFTV para monitorar o desempenho das atividades funcionais do Hospital Legislação Vigente Lei nº 7.102, de 20/06/1983: regulamenta as atividades de segurança privada, em especial a segurança dos estabelecimentos financeiros e o funcionamento das empresas prestadoras de serviços de segurança privada. Lei nº 8.863, de 20/03/1994: define as atividades de segurança privada que faculta às empresas criar o seu próprio sistema de segurança. Lei nº 9.017, de 30/03/1995: que atribuir à Polícia federal o poder de fiscalização sobre a segurança privada. Portaria No 992-DG/DPF, de 25/10/1995, responsável pelo disciplinamento de toda a atividade de segurança privada existente no país. Portaria No DG/DPF: aprova o Certificado de Segurança e Vistoria. Portaria No 891-DG/DPF: Aprova a Carteira Nacional de Vigilante. PORTARIA N. 387/ DG/DPF, de 28 de AGOSTO de 2006: regulamenta toda a atividade de Segurança Privada, cita as leis, treinamentos, vestimentas, tipos, formas e modos de atuação. É a mais completa portaria, com 130 páginas de normatizações.

60 8.4. Funcionamento - Funcionamento 24 horas. - De Segunda-Feira a Domingo 8.5. Detalhamento do Serviço Agente de Segurança ou Vigilante Patrimonial: Requisitos Profissionais Art Para o exercício da profissão, o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos, comprovados documentalmente: I - ser brasileiro, nato ou naturalizado; ll - ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos; III - ter instrução correspondente à quarta série do ensino fundamental; IV - ter sido aprovado em curso de formação de vigilante, realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada; V - ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica; VI - ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de antecedentes criminais, sem registros de indiciamento em inquérito policial, de estar sendo processado criminalmente ou ter sido condenado em processo criminal; VII - estar quite com as obrigações eleitorais e militares; VIII - possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas.

61 1º Os exames de saúde física e mental e de aptidão psicológica serão renovados por ocasião da reciclagem do vigilante, às expensas do empregador. 2 O exame psicológico será aplicado por profissionais previamente cadastrados no DPF, conforme normatização específica. 3º Os vigilantes aptos a exercer a profissão terão o registro profissional em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS, a ser executado pela DELESP ou CV, por ocasião do registro do certificado de curso de formação, com o recolhimento da taxa de registro de certificado de formação de vigilante. (Texto alterado pela Portaria nº358/2009-dg/dpf) Cursos de formação, extensão e reciclagem Art São cursos de formação, extensão e reciclagem: I curso de formação de vigilante. II curso de reciclagem da formação de vigilante. - Todos os Vigilantes contratados pelo Hospital deverão ter concluído com sucesso o Curso de Formação de Vigilante, em Estabelecimento de Ensino reconhecido pela PF.

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63 Curso de Formação de Vigilante (Texto acrescido pela Portaria nº358/2009-dg/dpf) - Todos os Vigilantes contratados pelo Hospital deverão realizar anualmente e com sucesso o Curso de Reciclagem de Vigilante, em Estabelecimento de Ensino reconhecido pela PF. Curso de Reciclagem de Vigilante Porteiro - As atividades de portaria deverão ser realizadas por Agentes de Segurança em sistema de rodízio. Monitor de CFTV - As atividades de monitoragem do CFTV deverão ser realizadas por Agentes de Segurança, em sistema de rodízio.

64 8.6. Dimensionamento Agentes de Segurança Portarias Dimensionamento preliminar das câmeras de captura de imagens (CFTV). Câmeras de CFTV No Câmeras de CFTV No Hospital Áreas Comuns - Portaria 1 (Hospital) 1 - Guarita Estacionamento 1 - Portaria 2 (Hospital) 1 - Guarita Fornecedores 1 - Entrada de Funcionários 1 - Estacionamento / Jardins 6 - Sala de Espera 1 - Parque externo 1 - Almoxarifado 1 - Depósito de Lixo 1 - Cozinha 2 - Setor de Manutenção 3 - Lactário 1 Centro Diagnóstico - Lavanderia 3 - Portaria 1 - Rouparia 1 - Sala de Espera 2 - Expurgos (1 por andar) 4 Lacen - Entrada do Centro Cirúrgico 1 - Portaria Lacen 1 - Entrada de UTI 3 - Sala de Espera 2 - Corredor de Enfermaria 4 Hemocentro - Posto de Enfermagem 4 - Portaria Hemocentro 1 - Sala de Espera 2 Número Total de Câmeras: 50

65 9. Serviços de Informática 9.1. Definição A CONCESSIONÁRIA deverá fornecer todos os equipamentos de microinformática necessários ao funcionamento do hospital, bem como os demais elementos componentes e, ainda, prover os serviços de instalação, configuração, integração e operação, por intermédio do Service Desk, aos sistemas de informações e demais facilidades da solução de tecnologia. Estes equipamentos deverão apresentar desempenho e confiabilidade compatíveis com as aplicações previstas para cada tipo de equipamento, de forma a facilitar e aumentar a qualidade do desempenho das atividades hospitalares Competências Concessionária A prestação de serviços de Manutenção e Cessão de uso de sistema de informática, envolve a alocação, pela CONCESSIONÁRIA, de empregados capacitados para: Comunicar imediatamente ao PODER CONCEDENTE, qualquer anormalidade verificada, inclusive de ordem funcional, para que sejam adotadas as providências de regularização necessárias; Desenvolver o Plano de Informática do Hospital, que irá determinar o dimensionamento dos equipamentos e suas associações técnicas;

66 Garantir os melhores resultados, cabendo à CONCESSIONÁRIA otimizar a gestão de seus recursos - humanos e materiais - com vistas ao aprimoramento e manutenção da qualidade dos serviços à satisfação do PODER CONCEDENTE; A CONCESSIONÁRIA responsabilizar-se-á integralmente pelos serviços contratados, cumprindo evidentemente, as disposições legais que interfiram em sua execução; Para a prestação dos serviços de Manutenção e cessão de uso de sistema de informática, cabe à CONCESSIONÁRIA: Ceder por licenciamento ao PODER CONCEDENTE, por prazo indeterminado, o uso do Sistema de Gestão de Informações Hospitalares; Implantar o software Sistema de Gestão de Informações Hospitalares, em todas as estações de trabalhos determinadas pelo Plano de Informática do Hospital; Responsabilizar-se integralmente pelos serviços contratados, nos termos da legislação vigente; Disponibilizar empregados em quantidade necessária que irão prestar serviços, uniformizados e portando crachá com foto recente e devidamente registrada em sua carteira de trabalho; Disponibilizar mão-de-obra previamente treinada para a função; Promover periodicamente, às suas expensas, treinamentos gerais e específicos de toda a equipe de trabalho, necessários para garantir a execução dos trabalhos dentro dos níveis de qualidades desejados. Efetuar às suas expensas, as adaptações que se façam necessárias nas dependências do PODER CONCEDENTE, mediante prévia e expressa autorização, para a execução das suas atividades;

67 Tomar as providências relativas aos treinamentos necessários para garantir a execução dos trabalhos dentro dos níveis de qualidade desejados; Efetuar a reposição da mão-de-obra, de imediato, em eventual ausência, não sendo permitida a prorrogação da jornada de trabalho (dobra); Manter controle de freqüência/pontualidade, de seus empregados, sob contrato; Fornecer uniformes e complementos adequados para o desenvolvimento das atividades, submetendo-os previamente à aprovação do PODER CONCEDENTE, sem ônus para os empregados; Disponibilizar empregados em quantidade necessária para garantir a operação, nos regimes contratados, obedecidas as disposições da legislação trabalhista vigente; Assegurar que todo empregado que cometer falta disciplinar não será mantido nas instalações do PODER CONCEDENTE; Atender, de imediato, as solicitações do PODER CONCEDENTE quanto às substituições de empregados não qualificados ou entendidos como inadequados para a prestação dos serviços; Relatar ao CONCEDENTE toda e qualquer irregularidade observada nos postos de trabalhos; Apresentar, quando solicitado, os comprovantes de pagamentos de benefícios e encargos; Garantir que os veículos eventualmente envolvidos na execução dos serviços sejam movidos por fontes de energia que causem o menor impacto ambiental (álcool ou gás natural veicular - GNV ou elétrico); Instruir seus empregados quanto à necessidade de acatar as orientações do PODER CONCEDENTE, inclusive quanto ao cumprimento das Normas Internas e de Segurança e

68 Medicina do Trabalho tais como prevenção de incêndio nas áreas do PODER CONCEDENTE. Manter em perfeitas condições de uso as dependências e equipamentos vinculados à execução do serviço, responsabilizando-se por eventuais extravios ou quebras; Manter contingente técnico e operacional, qualificado e suficiente para a adequada execução das obrigações assumidas; Manter profissional técnico pelo serviço, objeto do contrato, substituindo-o em seus impedimentos, por outro de mesmo nível, ou superior, mediante prévia aprovação do PODER CONCEDENTE; Registrar os seus empregados, cabendo-lhes todos os ônus de natureza trabalhista e previdenciária, incluídas as indenizações por acidentes, moléstias e outros de natureza profissional e ocupacional; Realizar exames periódicos a cada 12 (doze) meses, além dos exames admissionais, demissionais, inclusive exames específicos, de acordo com as normas vigentes, de todo o pessoal do serviço, arcando com as despesas e apresentar ao PODER CONCEDENTEos laudos, quando solicitado; Manter perfeito e regular controle sobre o estado de saúde dos empregados, a fim de providenciar a substituição, de imediato, em caso de doença imcompatível com a função; Disponibilizar aos empregados, em atendimento a legislação vigente, equipamentos de proteção individual; Identificar, acompanhar e orientar adequadamente o empregado em período de experiência; Apresentar cópia, quando solicitada, dos Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional P.C.M.S.O. e de Prevenção dos Riscos Ambientais P.P.R.A., contendo, no mínimo os itens constantes das normas regulamentadoras nºs. 7 e 9, respectivamente,

69 da Portaria nº 3.214, de 08/06/78, do Ministério do Trabalho e Previdência Social, conforme determina a Lei Federal nº 6.514, de 22/12/77; Assumir total e exclusiva responsabilidade por qualquer ônus ou encargos relacionados com seus empregados, na prestação do serviço objeto do contrato, sejam eles decorrentes da legislação trabalhista, social, previdenciária e/ou ambiental, incluídas as indenizações por acidentes, moléstias ou outras de natureza profissional e/ou ocupacional; Arcar com todas as despesas decorrentes da alimentação de seus empregados; Poder Concedente Aprovar periodicamente a programação dos serviços a serem executados pela CONCESSIONÁRIA; Exercer a fiscalização dos serviços por técnicos especialmente designados; Indicar, formalmente, o gestor e/ou o fiscal para acompanhamento da execução contratual; Aprovar os Manuais Operacionais desenvolvidos pela CONCESSIONÁRIA; Encaminhar a liberação de pagamento das faturas da prestação de serviços aprovadas. A fiscalização do PODER CONCEDENTE terá livre acesso aos locais de execução dos serviços; 9.3. Legislação O projeto de Informática deverá ser elaborado em conformidade com as normas técnicas aplicáveis da ABNT e instituições internacionais, em particular com as seguintes normas:

70 NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão; NBR 6880 Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão montados em fábrica; ABNT NBR 9441 Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio; NFPA National Fire Protection Association (vol 72 e 2001) NBR Procedimento básico para elaboração de projetos de cabeamento de telecomunicações para rede interna estruturada; ANSI/EIA/TIA TR Cooper Cabling System Workgroup Category 6 draft 10; ANSI/EIA/TIA-568B Commercial Building Telecommunications Cabling Standard; EIA/TIA-569-A Commercial Building Standard telecommunications Pathways and spaces; EIA/TIA-607 Commercial Building Grounding / Bonding requirements; 9.4. Funcionamento Funcionamento 24 horas. De Segunda-Feira a Domingo

71 9.5. Detalhamento do Serviço Infraestrutura de TI Hardware, Software e Data Center Hardware: Todos os equipamentos para a perfeita execução dos sistemas utilizados no hospital, podendo variar de acordo com a solução utilizada pela Concessionária. Toda a solução de Hardware deverá conter fonte redundante de alimentação, garantia e suporte do fabricante 24x7 e com tempo de resposta de até 4 horas e solução em no máximo 8 horas, contados a partir do momento de abertura do chamado. A solução deverá conter solução para back up das informações, garantindo que não haja perda de nenhum tipo de informação e que em caso de necessidade, as informações armazenadas possam ser recuperadas em no máximo 6 horas. Os back ups deverão ser do tipo incremental e total, no caso do total, deverão ser armazenadas versões dos últimos 7 dias e uma versão de cada mês por um período de 1 ano. Estas especificações são para dados, no caso de imagens de CFTV, médicas ou documentos digitalizados, haverá detalhamento específico no setor de sistemas. Processador centralizado com tentáculos thin client. Microcomputadores/Notebooks estratégicos com funcionamento isolado, porém com interface para conexão ao sistema central. Estes microcomputadores/notebooks deverão ser utilizados para aplicativos específicos das atividades médicas e/ou afins. Coletores de dados para controle de pacientes, especialmente os neonatos, por códigos de barras em pulseiras. Smart Cards para assinatura eletrônica. Leitoras de smart cards vinculadas externa ou internamente aos thin clients para garantir a identificação das fontes de Software: Todos os programas necessários para a perfeita execução dos sistemas que serão executados no Hospital, como banco de dados, sistemas operacionais, software de back up e demais não listados, mas que o prestador identifique a necessidade. Data Center:

72 Todo o dimensionamento do Data Center será de responsabilidade da Concessionária, devendo respeitar a norma TIA, nível TIER mínimo 3 para o Hospital e mínimo de nível 2 para o Lacen e para o Hemocentro. Comunicação Dentro deste item, garantindo a vinculação de um sistema fechado de TV para efeito de comunicação intra-hospitalar, listamos a necessidade de aparelhos de TV conectados para antena de canais abertos e cabeamento interno para receber informações emitidas pelo Service Desk Dimensionamento Cada enfermaria de 2 leitos deverá contar com uma TV de 19 pol. Cada ambiente onde haverá aglomeração de pessoas, como salas de espera, refeitórios e outros, deverão contar com pelo menos 2 (duas) TVs de 42 pol. Cada unidade, Hospital, Lacen e Hemocentro, deverá ter um service desk próprio, com thin clients attached e comunicação entre si para transferência de solicitações e resultados de exames ou terapias dos pacientes internados. Cada setor do Hospital e também do Lacen e Hemocentro deverá contar com um terminal tipo thin client conectado com o Data Center correspondente. Cada setor assistencial deverá contar com pelo menos 1 notebook para uso científico e didático. Cada setor produtivo do Hospital, Lacen e Hemocentro deverá estr equipado com coletores de dados para a agilização de processos logísticos como: solicitações de exames de pacientes internados, pedidos de material, agendamentos de tarefas diversas, etc.

73 10. Coleta de Resíduos Definição Os resíduos hospitalares são categorizados como Classe I (perigosos)são aqueles que, em função de suas propriedades físicas, químicas ou biológicas, podem apresentar riscos à saúde e ao meio ambiente. São caracterizados por possuírem uma ou mais das seguintes propriedades: inflamabilidade,corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenecidade. São classificados em 4 grupos:

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75 10.2. Competências Concessionária Elaboração e execução de um Plano de Trabalho (PGRRS) e Manual de Práticas Fornecer e manter em, número e qualidade, os equipamentos de proteção individual (EPIs) e coletiva (EPCs) para a execução das atividades da área. Dimensionar e manter o número ideal de funcionários para cada atividade, estando cada um deles devidamente uniformizado, identificado e utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) e coletivo (EPC) próprios para sua função. Equipar com containers adequados para o destino final dos resíduos no âmbito do hospital até que sejam recolhidos pela limpeza pública. Manter o PGRRS atualizado, isto é, pelas autoridades competentes, pelo CONCEDENTE e pela CCIH. Promover campanhas, cursos de capacitação e atualização e outras atividades, em conjunto com o CONCEDENTE Poder Concedente Colaborar com a CONCESSIONÁRIA para a execução de todas as atividades da área. Comunicar a CONCESSIONÁRIA sobre eventuais não conformidades em tempo hábil de correção.

76 Comunicar a CONCESSIONÁRIA sobre funcionários que estejam atuando de forma contrária às normas da instituição para medidas possam ser tomadas. Aplicar o DPA (Documento Parcial de Avaliação) sempre que estiver agendado Legislação Vigente Decreto-Lei No 2063, de 06/10/1983 (Presidência da República): dispõe sobre transporte de cargas perigosas. CONAMA no 316, de 29/10/2002: dispõe sobre o tratamento térmico de resíduos. Port. FEAM no 36/2008: dispõe sobre a disposição final dos resíduos de serviços de saúde. NR 32 - MTE: dispõe sobre riscos e proteções operacionais. NBR : elenca os procedimentos necessários para a coleta interna e externa dos RSS. NBR : conceitua coleta, varrição e acondicionamento de resíduos sólidos urbanos. NBR : especifica com detalhes as condições de transporte terrestre de resíduos. NBR : conceitua termos relativos ao coletor-compactador de resíduos sólidos em veículos de transporte. NBR : classifica o tipo de transporte para cada tipo de resíduo, seus sistemas de trabalho e acondicionamento. NBR : define os cristérios de in/compatibilidade química a serem considerados no transporte terrestre de produtos perigosos. RDC Nd 306de 07/12/2004: dispõe sobre a regulamentação técnica para o gerenciamento de RSS e instrui sobre a participação da Vigilância Sanitária do Município.

77 10.4 Funcionamento Deve estar redigido em detalhes no Plano de Trabalho e no Manual de Boas Práticas. Cronograma de coleta: seguindo o PGRSS (a ser disponibilizado pela CONCESSIONÁRIA). Atividades: o o o Coleta primária: retirada do resíduo onde for gerado até a sala intermediária de armazenamento. Esta atividade é feita pela agente de limpeza do setor a cada 6 horas. Coleta Intermediária: retirada do conjunto coletado da sala intermediária para o depósito externo. A cada 6 horas. Coleta externa: transporte dos RSS do depósito externo para o destino final. Resíduos infectantes: seguir NBRs e legislações locais. Tratamento: realizado por empresa especializada. Consiste na desinfecção do resíduo antes de seu transporte. Destinação Final: escolha do PODER CONCEDENTE. Bens necessários: o Carro-lixeira com tampa (diferentes cores para diferentes resíduos: comuns, infectantes, químicos, etc) o Conteiners para depósito final (diferentes cores para diferentes resíduos: comuns, infectantes, químicos, etc) o Balança para pesagem do resíduo na sala intermediária (200kg) Em caso de terceirização, a CONCESSIONÁRIA deverá estar em dia com a documentação sobre a relação com a terceirizada e sobre a idoneidade da terceirizada.

78 10.5. Detalhamento do Serviço A CONCESSIONÁRIA deverá apresentar, no Plano de Trabalho, uma relação das quantidades de resíduos, como segue: * Rejeito radioativo medido por peças. Cada área/setor do hospital deverá ter um (ou mais) símbolo(s) que corresponda(m) ao(s) tipo(s) de resíduo que gera.

79 O Plano de Trabalho deverá detalhar rotinas, que não entrem em conflito com as rotinas da área assistencial. Exemplos: Programação do uso dos elevadores Higiene dos carrinhos de coleta (diária) Higiene das salas de resíduos (diária)ao final do dia com a sala vazia Higiene do depósito externo (diária)final do dia com os conteiners vazios. A CONCESSIONÁRIA deverá disponibilizar, em locais estratégicos, postos de coleta de lixo (lixeiras) seletivas, assim dispostas: Azul = papel Amarela = metais Verde = vidros Marrom = orgânicos Preta = madeira

80 Cinza = recicláveis Sacos de RSS não poderão, sob hipótese alguma, ficar sobre o piso. Carros coletores deverão estar rotulados sobre seu conteúdo com o símbolo do conteúdo. Os conteiners internos e externos deverão estar em local de fácil acesso para o transporte porém restrito para pessoas não afetas à área. Resíduos infectantes deverão ter conteiners próprios, rotulados, com capacidade máxima de 200 litros e vedados com lacre ou rosca. A quantidade de conteiners deverá ser de duas vezes a capacidade de geração de RSS nas 24 horas Dimensionamento A CONCESSIONÁRIA deverá apresentar, no Plano de Trabalho, um quadro mínimo de pessoal, como segue: Cálculo de 2 coletores realizando duas coletas por período no âmbito do Hospital e 1 coletor realizando duas coletas por período no Hemocentro e Lacen. A CONCESSIONÁRIA deverá apresentar, no Plano de Trabalho, a qualificação da função:

81 Coletor de resíduo: Realiza a retirada do resíduo da fonte geradora para a sala de resíduo, 4 vezes ao dia e sempre que necessário. Realiza a retirada dos resíduos da sala de resíduos e os encaminha, ao abrigo externo, 4 vezes ao dia e sempre que necessário. Acompanha a retirada do resíduo do depósito externo para o destino final.

82 11. Serviço de Higiene e Limpeza Hospitalar A lavanderia hospitalar é o serviço de apoio ao atendimento dos pacientes, responsável pelo processamento da roupa e sua distribuição em perfeitas condições de higiene e conservação, em quantidade adequada a todas às unidades do hospital. Sua importância está ligada a: Controle das infecções; Recuperação, conforto e segurança do paciente; Facilidade, segurança e conforto da equipe de trabalho; Racionalização de tempo e material; Redução dos custos operacionais Definição Limpeza é o ato mecânico de limpar, retirar a sujidade de qualquer superfície. Nos procedimentos operacionais de limpeza, a utilização dos produtos químicos deverá ser previamente aprovada pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do hospital, fazendo com padronização para todos os setores clientes. Os materiais e equipamentos devem ser escolhidos considerando o tipo de superfícies e as dimensões das áreas criticas, semi criticas e não criticas, bem como as peculiaridades de cada Hospital. Para tanto, necessita disponibilizar mão de obra qualificada para, com segurança, executar todas as atividades de seu universo profissional. São atividades mínimas da Limpeza Hospitalar e devem estar contempladas no PLANO DE TRABALHO: Limpeza, conservação e desinfecção das superfícies fixas, visando à obtenção de adequadas condições de salubridade e higiene em dependências médico-hospitalares.

83 Limpeza da caixa d água. A remoção, redução ou destruição de microrganismos patogênicos. O controle de disseminação de contaminação biológica, química. Limpeza das áreas externas. Estes serviços serão executados em superfícies, tais como pisos, paredes, portas, corredores, parapeitos, rodapés, janelas, hall de entradas, pontos de luz fluorescentes e incandescentes, luminárias em geral (inclusive externas), parte interna e externa do prédio, escadas, cortinas, persianas, grades, balcões, maçanetas, divisórias, moveis e utensílios, camas, mesas de cabeceiras, suporte de soro, macas e mobiliário hospitalar ou médico em geral, instalações sanitárias, coletores de detritos, extintores de incêndios, telefones, lixeiras, espelhos, limpeza externa de aparelhos de ar condicionado, posto de enfermagem, dispensadores, saboneteiras (limpeza das faces interna e externa), papeleiras, elevadores, escadarias sociais, circulações, bebedouros, vidros, vidraças, tetos, paredes marquises, placas de comunicação visual, filtros e bebedouros; Competências Concessionária A CONCESSIONÁRIA, além do fornecimento da mão de obra, dos saneantes domissanitários, dos materiais (papel toalha, papel higiênico, sacos para resíduo, caixas para descarte de perfuro cortante, dentre outros) e dos equipamentos (carros de limpeza, container para os diversos resíduos, papeleiras dentre outros) ferramentas e utensílios necessários para a perfeita execução dos serviços de limpeza dos prédios e demais atividades correlatas, obrigar-se-á: Elaborar, apresentar e executar PLANO DE TRABALHO e MANUAL DE BOAS PRÁTICAS onde devem estar contidos os Procedimento Operacional Padrão, previamente homologado pelo PODER CONCEDENTE e CCIH. Realizar treinamento dos funcionários para utilização do sistema de informação hospitalar afim de processar a liberação do quarto ou leito após a limpeza terminal. Manter todos os equipamentos e utensílios necessários à execução dos serviços, em perfeitas condições de uso. Cumprir, além dos postulados legais vigentes de âmbito federal, estadual ou municipal, as normas de segurança do PODER CONCEDENTE. Instruir os seus empregados, quanto à prevenção de incêndios nas áreas do Hospital.

84 Registrar e controlar, juntamente com o preposto do PODER CONCEDENTE, diariamente, a assiduidade e a pontualidade de seu pessoas, bem como as ocorrências havidas. Fornecer papel higiênico, sabonete líquido e papel toalha em quantidade e qualidade necessárias. Executar os serviços em horários que não interfiram como o bom andamento da rotina de funcionamento dos setores hospitalares. Apresentar cópia reprográfica autenticada (frente e verso) do Certificado de Registro expedido pela Divisão de Produtos (DIPROD) E/OU Divisão de Produtos Saneantes Domissanitários (DISAD), AS Secretaria Nacional de Vigilância Sanitárias do Ministério da Saúde, quando solicitado pelo PODER CONCEDENTE. Apresentar relação dos equipamentos e materiais de proteção individual e coletiva (EPIs e EPCs) fornecidos pela concessionária aos seus funcionários para o desempenho destas atividades, tais como: bota de borracha, capa de chuva, andaimes, cintos de segurança, luvas, avental, máscara, gorro e outros. Seguir regras e condutas, tais como: o Não utilizar anéis, pulseiras, relógios e outros adornos. o Manter cabelos limpos e, quando compridos, mantê-los preso. o Manter barba e bigodes aparados. o Manter as unhas aparadas e limpas. o Higienizar as mãos ao iniciar as atividades, antes e após o uso de luvas e após o término das atividades. o Realizar as atividades utilizando paramentação: uniforme, calçado fechado impermeável ou bota e luvas de segurança (luvas de borracha). Nas situações onde há a possibilidade de respingos, utilizar avental, óculos de proteção, gorro e máscara cirúrgica. o Não tocar em superfícies como maçanetas, bancadas, torneiras, interruptores, telefones, dentre outros com as mãos enluvadas. o Preparar previamente todo o material necessário ao procedimento de limpeza e desinfecção a ser executado. o Remover o lixo, as roupas sujas e o material usado antes de iniciar a limpeza do recinto.

85 o Não agitar peças de roupas, sacos de lixo ou outro material contaminado. o Não espanar e não fazer varredura a seco nas áreas internas dos setores. o Durante a limpeza manter as passagens e corredores desobstruídos, sem deixar extensões e fios nas áreas de circulação de pessoas. o Sinalizar as áreas de circulação de pessoas durante a limpeza. o Iniciar a limpeza do ambiente menos contaminado para o mais contaminado. o Iniciar s limpeza pelo mobiliário, equipamentos, paredes e terminar pelo piso. o Iniciar com movimentos amplos, do lugar mais alto para o mais baixo e da parte mais distante para a mais próxima. o Iniciar a limpeza do fundo dos recintos, salas, corredores e prosseguir em direção a saída. o Limpar primeiro uma metade do recinto e depois a outra metade, deixando espaço livre para passagem de pessoas, remoção de equipamentos e mobiliário. o Colocar o mobiliário no local original, deixando o ambiente em ordem, após a limpeza. o A limpeza é sempre o primeiro passo. A desinfecção só é necessária quando houver matéria orgânica. o Não deve ser misturado o hipoclorito de sódio com nenhum tipo de detergente ou produto químico. o Higienizar e guardar todo o material utilizado na limpeza e desinfecção (baldes, mop, etc.), descartar paramentação (luvas, óculos, etc.) em local apropriado, ao termino das atividades, e abastecer, sempre que necessário, os dispensadores e saboneteiras. Limpeza e desinfecção terminais de leitos, camas, colchões, travesseiros, mobiliários e móveis hospitalares, seguindo protocolo padronizado pelos Hospitais. Limpeza e desobstrução de ralos de escoamento, desentupindo-os quando necessário desde que isto não implique em Mao de obra de bombeiro ou pedreiro. Varredura de pátios internos e externos, calçadas, entradas e saídas dos Hospitais. Lavagem geral de áreas internas e externas, incluindo calçadas e pátios. Limpeza e polimento de metais, tais como: válvulas, registros, sifões, fechaduras e etc.

86 Limpeza das geladeiras (partes internas e externas) em uso nos setores, conforme orientação do preposto da manutenção dos Hospitais. Limpar as caixas de água conforme cronograma definido pelos Hospitais Poder Concedente Orientar a CONCESSIONÁRIA para execução dos serviços. Comunicar a CONCESSIONÁRIA das não conformidades ou problemas ocorridos na execução dos serviços, imediatamente após identificação do problema. Indicar a substituição de funcionário que estiver trabalhando em desacordo com as regras estipuladas para o cargo e função ou não estiverem cumprindo as regras gerais de conduta dos Hospitais. Analisar e emitir parecer sobre o Procedimento Operacional Padrão elaborado pela CONCESSIONÁRIA em tempo hábil, a ser definido por acordo entre as partes, indicando os pontos de correção necessários para sua aprovação, quando for o caso Legislação Vigente Portaria n 2616: 12/05/1998, do Ministério da Saúde, Manual de Procedimento de Artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde do Ministério da Saúde 1994, Manual de Controle de Infecção Hospitalar do Ministério da Saúde 1985 e todas as leis municipais, estaduais e federais vigentes. Dispõe sobre as técnicas de limpeza e soluções a serem utilizadas nas atividades da execução de serviços de Limpeza Hospitalar. NBR 1810, NBR 1807 E NBR 1809: Dispõe sobre as técnicas e procedimentos para a coleta de resíduos de serviço de saúde. Dispõe sobre o Controle Sanitário do Comercio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos, e Correlatos, e dá outras providências. Portaria TEM n de novembro de 2005: Dispõe sobre o uso de EPI. NR 32: Dispõe sobre riscos e propõem as soluções.

87 11.4. Funcionamento Funcionamento 24 horas. De Segunda-Feira a Domingo Detalhamento do Serviço Para o perfeito funcionamento desse serviço, são necessárias também as seguintes definições: Germicidas: são germes químicos que inibem ou destroem os micro-organismos, podendo ou não destruir esporos. São classificados em: esterilizantes, desinfetantes e anticépticos. Na seleção dos germicidas deve-se considerar: a necessidade de seu uso e a avaliação dos produtos necessitam que seja minimizada a presença de microrganismos patogênicos, tais como: centro cirúrgico, recuperação pós-anestésica, central de material esterilizados, unidade de terapia intensiva, unidade de isolamento, pronto socorro, área de acolhimento e espera, expurgos, laboratórios de análises clinicas, anatomia patológica e biologia molecular, agência de sangue, áreas de preparo e manipulação de alimentos e dietas, salas de preparo de quimioterapia, salas de procedimentos invasivos, farmácia de manipulação, área suja da lavanderia, necrotério, similares. Áreas Semi Criticas: são áreas ocupadas opor pacientes com doenças infecciosas de baixa transmissibilidade e doenças não infecciosas, tais como: unidade de internação, unidade de atendimento ambulatorial, centro de radiodiagnóstico e similares. Áreas não criticas: são todas as áreas hospitalares ocupadas ou não por pacientes e que oferecem risco mínimo de transmissão de infecção, tais como refeitórios, áreas limpas de lavanderia e similares, entre outras. Abrangem áreas internas em geral, áreas externas (pisos adjacentes/contíguos ás edificações, pátios, passeios, arruamentos, e áreas verdes), esquadrias externas e fachadas envidraçadas.

88 Limpeza Úmida:Consiste na utilização de água, como elemento principal da remoção da sujidade, podendo ser por processo manual ou mecânico. Limpeza com Jatos de Vapor de Água: Trata-se de alternativa de inovação tecnológica por meio de limpeza realizada com equipamento com jatos de vapor d água, saturada sob pressão, sendo destinada predominantemente para a limpeza terminal. Sua utilização será precedida de avaliação, pelo PORDER CONCEDENTE, das vantagens e desvantagens. Limpeza Molhada: Consiste na utilização de água abundante, como elemento principal da remoção da sujidade, podendo ser manual ou mecânica, destinada principalmente para a limpeza terminal. Limpeza Seca: Consiste na retirada de sujidade, pó ou poeira sem a utilização de água. A limpeza com vassouras é recomendável somente em éreas externas. È proibida a varredura seca em áreas administrativas, conforme manual ANVISA de Desinfecção: A desinfecção é o processo aplicado a superfícies inertes, que elimina microrganismos na forma vegetativa, não garantido a eliminação total dos esporos bacterianos. Pode ser realizada por meio de processos químicos ou físicos. A periodicidade da limpeza concorrente fica assim estabelecida: o o o Área Crítica: mo mínimo três vezes ao dia (uma limpeza e dois retoques) e toda vez que necessário. Área Semi Critica: no mínimo duas vezes ao dia (uma limpeza e um retoque) e toda vez que necessário. Área Não Critica: no mínimo uma vez ao dia e toda vez que necessário. Acrescentamos também, que esse funcionamento para ter qualidade, depende no mínimo de: Ter equipamentos funcionando perfeitamente, tais quais: Secador de piso

89 Aspirador de pó pequeno 10 litros Carro funcional Carro tipo gari 120 litros Disco enceradeira 4 peças (410mm) Enceradeira (410 mm) Escada alumínio (3 degraus) Escada alumínio (5 degraus) Escada alumínio (7 degraus) Extensão elétrica (2x2,5 cabo 10 metros) Jateadora Mini Kit limpa vidros Lavadora de piso automática Polidora de piso de baixa amperagem Dispor de produtos com registro no Ministério da Saúde e seguir a padronização da CCIH dos Hospitais: Hipoclorito de Sódio: atua como desinfetante devido ao cloro ativo. Para a desinfecção de equipamentos e surpeficies contaminados com material biológico, utilizam-se soluções de hipoclorito de sódio de 1% de cloro ativo ( PPM) estável. O uso de hipoclorito de sódio não é recomendado em metais e mármores, devido á sua ação corrosiva; Cloro orgânico: o dicloroisocianureto de sódio age da mesma forma que o hipoclorito de sódio. Apresentado em pó e pode ser associado à tenso ativos. Para a desinfecção de superfícies fixas é utilizado numa concentração de 3%. Alcoóis: o mais utilizado é o alcool etílico, por possuir maios atividade germicida, menos custo e toxidade. Para a desinfecção de superfícies recomenda-se a concentração de 77% volume/volume, que corresponde a

90 70% em peso/volume. O uso em acrílico, borrachas e tubos plásticos é contra indicado, pois podem danificá-los. Dispor dos materiais em quantidade suficiente para as boas práticas definidas pelas partes: Equipamentos de Proteção Individual (EPI) têm por finalidade a proteção do individuo durante a realização de determinadas tarefas. São compostos de: óculos, luvas grossas de borracha de cano longo, botas de borracha, avental impermeável ou não, máscara, gorro descartável, capa de chuva, cintos de segurança para janelas, vidros, fachadas e outros; Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) tem por finalidade a proteção coletiva durante a realização de determinadas tarefas. São compostos de placas sinalizadoras, cones, fitas zebradas, andaimes e outros. Dispor de manuais organizacionais e operacionais contendo: Organograma Ferramentas de gestão Regimentos Procedimentos operacionais padrão (POP) Plano de atividades diárias (PAD) Cronograma de Atividades semanais/mensais A utilização de Equipamentos de proteção Individual (EPI) é obrigatória, conforme Portaria TEM nº 485, de 11 de novembro de 2005 art. 1º- NR 32 e demais vigentes. Todos os EPIs deverão ser oferecidos pela CONCESSIONÁRIA. A execução de serviço de limpeza de caixa d água conforme legislação municipal, estadual e federal que estiver vigente. Após cada operação de limpeza, os funcionários deverão:

91 Enxaguar e secar a área. Desinfetar e lavar os baldes e enxaguá-los, guardando-os em local próprio. Colocar o mop em recipiente próprio, na área de roupa suja, para também ser reprocessado na lavanderia. As águas dos baldes devem ser trocadas após a higienização de cada quarto. O local onde se realizou um procedimento deve ficar em ordem sempre. Esse padrão de ordem deve estar escrito no POP Dimensionamento Para a realização das atividades, a CONCESSIONÁRIA TRABALHO, quadro de pessoal conforme tabela abaixo: deverá apresentar no PLANO DE A CONCESSIONÁRIA incluirá em seu PLANO DE TRABALHO, no mínimo as seguintes premissas: Na limpeza concorrente o trabalho será executado por um funcionário: o um auxiliar de limpeza para no máximo 20 leitos em unidades de Internação de até 2 leitos 20 min. por enfermaria o um auxiliar de limpeza a cada 15 leitos na UTI 15 min por sala

92 o um auxiliar de limpeza por período, a cada 250 m² no PA 10 min para limpeza de um Box. O retoque da limpeza concorrente deve durar 10 minutos. A equipe de limpeza terminal, fará a gestão dos procedimentos com vistas a otimização do processo de higienização e liberação de leitos. Essa equipe deve ser composta por : Líder de área, por equipe de especialistas (limpador de vidros e impermeabilizador de piso), recursos tecnológicos, equipe operacional especifica com 2 auxiliares de limpeza por local, que higienizará: o o o o um quarto em 30 minutos. uma sala de cirurgia em 40 minutos. um Box de UTI em 20 minutos um Box de PA em 15 minutos. Varrições, e cronograma de lavagens também estarão incluídos no PLANO DE TRABALHO da CONCESSIONARIA. A CONCESSIONARIA deve considerar a produtividade de um colaborador de no máximo 85% de carga horária diária, sendo que a produtividade depende do fluxo, do equipamentos, pó processo. CONCESSIONARIA deve considerar também as áreas em processo de limpeza, tipo e condição do objeto de limpeza. CONCESSIONARIA deve considerar em seu PLANO DE TRABALHO as seguintes áreas: (*) áreas aproximadas.

93 A CONCESSIONÁRIA DEVERÁ AINDA APRESENTAR, NO PLANO DE TRABALHO, A qualificação mínima exigida deverá atender os requisitos de Operação e Legislação, conforme o quadro abaixo:

94 12. Lavanderia Hospitalar Definição A lavanderia hospitalar é o serviço de apoio ao atendimento dos pacientes, responsável pelo processamento da roupa e sua distribuição em perfeitas condições de higiene e conservação, em quantidade adequada a todas às unidades do hospital. Sua importância está ligada a: Controle das infecções; Recuperação, conforto e segurança do paciente; Facilidade, segurança e conforto da equipe de trabalho; Racionalização de tempo e material; Redução dos custos operacionais Competências Concessionária A CONCESSIONÀRIA obriga-se a: Elaborar, apresentar e executar o PLANO DE TRABALHO e MANUAL DE BOAS PRATICA onde os POPs - Procedimento Operacional Padrão - estarão inclusos, bem como todas as atividades previstas neste documento. Ambos deverão ser previamente homologado pelo PODER CONCEDENTE. Possuir capacidade técnica operativa e profissional equipe técnica para o processamento adequado e as condições necessárias para desinfecção, higienização, acondicionamento de toda a roupa processada de maneira a garantir a qualidade dos serviços prestados, bem como a retirada e entrega da roupa por meio de veículos adequados.

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96 Poder Concedente Deverá avaliar as atividades da CONCESSIONÁRIA quanto ao bom desempenho das atividades de atribuição da lavanderia do hospital. Deverá avaliar a existência e o cumprimento das normas constantes no PLANO DE TRABALHO e MANUAL DE BOAS PRÁTICAS elaborados pela CONCESSIONÁRIA antes do início das atividades hospitalares. Deverá deliberar sobre a capacidade dos equipamentos instalados em relação à demanda estimada de rouparia diária do Hospital Legislação Vigente Lei nº de 19 de setembro de Lei Orgânica da Saúde: Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Lei Federal nº de 23 de Setembro de 1976: Dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos, e dá outras providências. Portaria nº 15 de 23 de agosto de 1988: Determina que o registro de produtos saneantes domissanitários com finalidade antimicrobiana seja procedido de acordo com as normas regulamentares. Portaria GM/MS nº 3.523, de 28 de agosto de 1998: Aprova o regulamento técnico contendo medidas básicas aos procedimentos de verificação visual do estado de limpeza, remoção de sujidades por métodos físicos e manutenção do estado de integridade e eficiência de todos os componentes dos sistemas de climatização, para garantir a qualidade do ar de interiores e prevenção de riscos à saúde dos ocupantes de ambientes climatizados. Portaria nº. 393, de 15 de maio de 1998: Estabelece os métodos para determinação da biodegradabilidade de tenso ativos aniônicos com validade em todo território nacional. Revoga a Portaria SVS nº120, de 24 de novembro de 1995, e dá outras providências. Portaria nº. 518, de 25 de março de 2004: Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativas ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, e dá outras providências. Resolução RDC nº 184, de 22 de outubro de 2001 Altera a Resolução 336, de 30 de julho de 1999.

97 Resolução RDC n.º189, de 18 de julho de 2003: Dispõe sobre a regulamentação dos procedimentos de análise, avaliação e aprovação dos projetos físicos de estabelecimento de saúde no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, altera o Regulamento Técnico aprovado pela RDC nº50, de 21 de fevereiro de 2002 e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 21 de julho. Resolução RDC nº. 306, de 07 de dezembro de 2004: Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. RDC50: Dispõem sobre o regulamento técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. NR-5: Dispõe sobre a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA e tem como objetivo a prevenção de acidentes e as doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador (BRASIL, 1978 NR 5). De acordo com essa NR, a unidade de processamento de roupas que possuir acima de vinte trabalhadores deve constituir a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA. NR-9: Dispõe sobre o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA, e tem como objetivo conhecer e identificar os riscos presentes no ambiente de trabalho, bem como recomendar e aplicar medidas de controle, minimização ou eliminação desses riscos (BRASIL, 1978 NR9). A elaboração e execução do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais visa à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, por meio da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controlo dos agentes de risco ambiental existente ou que venham a existir no ambiente de trabalho, levando em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais" (Brasil, 1978NR9) NR-7 (BRASIL, 1978 NR7): Dispões sobre o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO. Esse programa é planejado e implementado com base nos riscos à saúde dos trabalhadores, especialmente os identificados nas avaliações previstas nas demais NR(BRASIL, 1978 NR7). Além dos exames médicos ocupacionais, o PCMSO tem a função de por meio da análise dos indicadores de saúde dos trabalhadores, planejar, descrever e acompanhas ações de promoção, proteção e recuperação da saúde dos trabalhadores, inclusive os adoecimentos não diretamente relacionados ao trabalho (BRASIL, 1978 NR7). O PCMSO inclui, dentro outros, a realização obrigatória dos seguintes exames médicos: admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de função e demissional. NR-17: Visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho conforme NR 17 (BRASIL, 1978 NR17). NR- 24: Dispõe sobre as condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho.

98 NR-32: Dispõe sobre a Segurança e Saúde no trabalho em Estabelecimento de Saúde e tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral (BRASIL, 2005 NR-32). A NR 32 foi estabelecida por meio da Portaria TEM nº 485, de 11 de Novembro de O item 32.7 dessa NR estabelece algumas determinações específicas para a unidade de processamento de roupas de serviços de saúde. Além de observância desta legislação, a CONCESSIONÁRIA deverá apresentar sempre em vigência: Licença sanitária; Registros de segurança e saúde ocupacional, conforme normalização do Ministério do Trabalho e Emprego (BRASIL, 2005 NR32); Aprovação e registro nos órgãos competentes (meio ambiente defesa civil, Distrito Federal, entre outro); Registro da caldeira, caso o serviço possua, no Ministério do Trabalho e Emprego, conforme disposto na NR Funcionamento Funcionamento de 8 horas por dia. De Segunda -Feira a Domingo Detalhamento do Serviço Considerações sobre o espaço físico. Uma análise cuidadosa desses elementos e suas inter-relações poderá subsidiar uma programação detalhada das necessidades relativas ao espaço físico, em que deverão constar todas as dependências do serviço, com suas áreas aproximadas. A elaboração desse programa de área baseia-se, principalmente, nos seguintes fatores:

99 a) Peso da roupa Este é o ponto de referência de maior importância, por ser o que vai determinar a capacidade da lavanderia. A área é diretamente proporcional à quantidade; qualidade e peso da roupa a ser processada. A estimativa da quantidade de quilo/roupa se dá em função da roupa prevista para ser utilizada pelos pacientes e pessoal. Para um Hospital Infantil, estima-se a quantidade de 6kg/leito/dia.

100 b) Tipo de roupa O tipo de roupa, padronização de modelos e tecidos também influencia na determinação do espaço e dos equipamentos. Se o hospital só usa roupa de tecido de algodão, por exemplo, a lavanderia precisará ter mais espaço para equipamento do que seria necessário caso utilizasse roupas de fibras sintéticas misturadas com algodão. (ver Rouparia). c) Equipamento O espaço da lavanderia está sempre condicionado aso tipo de equipamento utilizado: modelo, quantidade e dimensão. (ver Dimensionamento) d) Instalações As instalações hidráulicas, sanitárias, elétricas e de vapor devem estar condicionadas às disposições dos equipamentos. e) Fluxo da roupa É de fundamental importância um estudo cuidadoso do fluxo da roupa, não devendo ocorrer cruzamento entre a roupa suja e a roupa limpa, visando evitar contaminação. Um fluxo bem estudado racionaliza tempo, equipamento, pessoal e área de circulação, propiciando à lavanderia uma melhor funcionalidade. Este fluxo deverá constar do PLANO DE TRABALHO da Lavanderia. f) Técnica de processamento O espaço físico poderá, ainda, ser condicionado pela programação dos tempos de cada operação, pelas técnicas de lavagem e medidas de eficiência. Daí a necessidade de se conhecer esses elementos, que, de forma significativa, participam da determinação físicoespacial. Os tempos de operação deverão constar, de forma detalhada, no PLANO DE TRABALHO da Lavanderia. g) Jornada de Trabalho A duração da jornada de trabalho é também um fator de determinação do espaço da lavanderia, já que a ela se associa o número de equipamentos a serem instalados, redundando, consequentemente, em maior demanda de área física. Um hospital com um sistema de 12 horas de trabalho, poderá funcionar com menos equipamento e menor espaço do que um que tenha o sistema de 8 horas diárias.

101 h) Pessoal Conhecer o número e a qualificação dos servidores que trabalham na lavanderia constitui um dado importante para o dimensionamento da área. O número de servidores depende do equipamento, das instalações e dos métodos utilizados. A qualificação do pessoal possibilita a utilização do equipamento e de processos inovadores, reduzindo assim o custo operacional e otimizando o espaço. i) Distribuição do equipamento A organização eficiente da lavanderia permite, também, racionalização de espaço e de equipamento, sendo necessário um estudo minucioso de tempo e movimento. j) Condições climáticas A quantidade de roupa a ser lavada depende das condições climáticas locais. Nas regiões frias, usam-se mais cobertores e colchas do que nas regiões quentes. Este fator chega a somar até 50% a mais no peso da roupa usada, interferindo consideravelmente no dimensionamento da lavanderia. Para o município de Cuiabá, calcula-se sem excesso, dada a condição de clima quente da região Localização A lavanderia deve estar localizada preferencialmente no pavimento térreo, junto à área de serviços gerais. Para conferir-lhe a mais correta e adequada localização, deve-se considerar os seguintes aspectos: transporte e circulação da roupa (vertical ou horizontal); demanda das unidades do hospital; distâncias, considerando os diversos fatores: tempos e movimentos; ruídos e vibrações; odores; calor; risco de contaminação; futura expansão; localização das caldeiras; custo de construção;

102 direção dos ventos; orientação solar; Dentre esses aspectos, deve ser dada ênfase especial à direção do vento, para que não haja corrente de ar do ambiente contaminado para o limpo. O mesmo cuidado deve ser observado quanto à orientação solar. A face do prédio mais exposta ao sol, por permanecer mais aquecida, atrai o ar dos ambientes mais frios. O fato da lavanderia ser um ambiente quente e úmido, não exclui a insolação. A insolação é um fator que deve se levado em conta, dependendo das condições locais. Com a adoção de certos elementos arquitetônicos e materiais podendo-se conseguir melhor proveito da orientação solar, que, aliada à direção dos ventos proporcionará mais iluminação e conforto aos usuários. A roupa, processada em ambiente arejado, bem iluminado e higiênico, será igualmente beneficiada. No contexto geral do hospital, no que se refere à sua organização físico-espacial, a lavanderia poderá ser proposta dentro do prédio, anexa ou separada do mesmo. Ocorrendo a separação entre a lavanderia e o prédio do hospital, esta deverá ser conectada através de circulação coberta e fechada a fim de evitar a contaminação da roupa limpa. Em qualquer dessas posições é aconselhável que a lavanderia esteja próxima às caldeiras, por ser a mesma o maior centro consumidor de vapor. O sistema de transporte e as circulações devem ser considerados, procurando o menor percurso e o mínimo cruzamento.

103 Fluxo Características dos Equipamentos 1- Lavadora:

104 A lavadora compõe-se de dois cilindros, um que funciona como um tambor externo e outro como um cesto interno, perfurado, dotado de pás que giram alternadamente para um lado e para outro, a fim de evitar que a roupa fique totalmente torcida no final da lavagem. Das máquinas de lavar, a mais utilizada na lavanderia hospitalar moderna é a lavadora de desinfecção, que fica encaixada na parede ou barreira de contaminação. Esta máquina caracteriza- se por possuir duas portas (de entrada e de saída), uma para acesso de roupa suja, na área suja e outra de saída da roupa limpa, na área limpa. As lavadoras de desinfecção, que são de cargas individuais e lotes, complementam as máquinas de lavagem contínua nas grandes lavanderias. A vantagem das máquinas de lavar em parcelas individuais consiste em que cada carga pode ser lavada e desinfetada individualmente, com a devida alteração da fórmula de lavagem. A centrifugação deverá ser parte inerente da máquina. Obs: Lavadoras de desinfecçãodevem preencher os seguintes requisitos: os tambores devem ser de aço inoxidável, a fim de resistirem à química da lavagem; o mecanismo de reversão deve estar equilibrado; possuir um dispositivo automático, a fim de impedir a abertura simultânea da ambas as portas o fluxo de ar, dentro da máquina, deve ser regulado por válvula, de modo a permitir a aspiração do ar da área limpa, durante o escoamento da água, e a expulsão do ar contaminado para fora. Além desses requisitos, toda lavadora deve estar equipada com: registros de fecho rápido, para diminuir a mão-de-obra; entrada de água controlada por nível automático; termômetro; termostato; relógio marcador de tempo (cronômetro). 1- Secadora:

105 Secadorapossui também dois cilindros: um interno, giratório, que movimenta a roupa pela rotação e presença de pás, e outro externo fixo. Alguns requisitos devem ser observados para as secadoras: ser equipada com seletor de temperatura; possuir o tambor interno de material resistente à corrosão; dispor de comando automático de tempo de secagem; ter dispositivo de segurança na porta 3- Calandra: É o equipamento que se destina a secar e passar a roupa ao mesmo tempo. É constituída de dois ou mais rolos ou cilindros de metal, perfurados ou não, revestidos, que giram dentro de calhas fixas de ferro, aquecidas a vapor ou eletricidade. É provida de um dispositivo que desliga automaticamente a máquina, evitando acidentes com as mãos do operador, entre os rolos. A roupa, passada sob pressão, entre a calha aquecida e o cilindro girando, seca e desenruga. 4- Prensa: Prensa é um equipamento destinado a passar roupa pessoal, consta de uma mesa de tela metálica, revestida de feltro e de algodão, onde é estendida a roupa. A parte superior, que é uma chapa metálica, aquecida a alta temperatura, desce, exercendo pressão sobre a peça a ser passada. 5- Ferro Elétrico: Equipamento tradicional de uso doméstico, eventualmente usado na lavanderia hospitalar. 6- Balança:

106 É o instrumento utilizado na lavanderia para determinar o peso da roupa e dos produtos de lavagem. 7- Carros de Transporte: A roupa do hospital é geralmente transportada por meio de carros. Os carros de coleta e transporte de roupa suja devem ser leves, resistentes e pouco profundos, facilitando a operação de retirada da roupa e sua higenização. Os carros são confeccionados em diversos materiais (alumínio, aço, fibra de vidro, etc.), não sendo aconselhável o uso de madeira. Os carros são também necessários na área limpa, para transporte da roupa de uma máquina para outra e daí para a rouparia. Os tipos mais comumente usados são: carros prateleiras servem para transportar a roupa que sai da secadora e calandra até à rouparia, servindo também como estante de estocagem. Estes carros são de material leve, com vedação em três lados, para evitar que a roupa deslize para fora. barras sobre rodízios servem para o preparo prévio de algumas peças para a calandra carrinhos-cesto servem para o transporte da roupa que sai da centrífuga para a calandra, secadora ou prensa, e desta para a dobragem e rouparia. carros-mesa substituem as mesas fixas de separação da roupa que sai da centrífuga e as mesas para o trabalho na calandra. carrinhos-estante servem para o transporte da roupa limpa e dobrada para a rouparia. Servem, ainda, como estante para estocagem da roupa e sua distribuição às unidades. Todas essas definições devem estar implícitas no PLANO DE TRABALHO e no MANUAL DE BOAS PRÁTICAS que a CONCESSIONARIA apresentará em um prazo definido pelo PODER CONCEDENTE Dimensionamento Hospitais em geral, dependendo de algumas tomadas de decisão, têm uma carga de lavação de roupa entre 5,56 a 7,45 kg/leito/dia, com média de 6,45kg/leito/dia.

107 Para o Hopital Infantil de Mato Grossode Cuiabá preconiza-se a média de 6,0 kg/leito/dia, um valor pouco abaixo da média para compensar os leitos neo-natais que têm baixa quantidade de roupa a lavar. Assim, a lavanderia do Hospital deverá trabalhar com 936kg/dia.

108 13. Rouparia Definição A Rouparia está intimamente ligada à Lavanderia hospitalar pela semelhança em parte das atividades de uma e outra. A Rouparia, no entanto, cuida da existência adequada das roupas hospitalares, da sua conservação, da sua renovação e controla as eventuais perdas por desaparecimento ou destruição Competências Concessionária A CONCESSIONÀRIA obriga-se a: Elaborar, apresentar e executar o PLANO DE TRABALHO e MANUAL DE BOAS PRATICA onde os POPsProcedimento Operacional Padrãoestarão inclusos, bem como todas as atividades previstas neste documento. Ambos deverão ser previamente homologado pelo PODER CONCEDENTE. Avaliar, periodicamente, as condições físicas das roupas e propor reposições quando necessário. Possuir capacidade técnica operativa e profissional equipe técnica para o processamento adequado e as condições necessárias para o acondicionamento de toda a roupa processada de maneira a garantir a qualidade dos serviços prestados, bem como a retirada e entrega da roupa por meio de veículos adequados. Serigrafar todas as roupas com o logotipo do Hospital Poder Concedente

109 Deverá avaliar as atividades da CONCESSIONÁRIA quanto ao bom desempenho das atividades de atribuição da Rouparia do hospital. Deverá avaliar a existência e o cumprimento das normas constantes no PLANO DE TRABALHO e MANUAL DE BOAS PRÁTICAS elaborados pela CONCESSIONÁRIA antes do início das atividades hospitalares Legislação Vigente A legislação vigente para a Rouparia está contida na legislação da Lavanderia Funcionamento Funcionamento de 8 horas por dia. De Segunda -Feira a Domingo Detalhamento do Serviço O pessoal da Rouparia deverá trabalhar muito perto com a Lavanderia. Sua função principal será de controlar as roupas hospitalares, sejam elas peças pessoais ou enxoval de cama ou mesa. Muitos hospitais utilizam a Rouparia juntamente com a lavanderia. Neste Hospital a separação vem da constatação de que existem dois tipos de perdas em Rouparias: A perda da roupa em si, por troca de destino. Exemplo: um profissional abre um envelope e o conteúdo é de tamanho diferente do seu. Esta roupa deverá ser lavada novamente, mesmo sem uso.

110 A perda de objetos de uso pessoal que viajam nos bolsos das roupas para a lavanderia. A Rouparia separada da Lavanderia minimiza ambos os tipos de perdas por haver um controle duplo.

111 Enxoval: Kit para 1 leito: Enxoval para Centro Cirúrgico Esse enxoval será entregue em Kits, a saber: Kit para pacientes: lençol, lençol de vira, cobertor, fronha, toalha de banho, pijama adulto P, M e G (short e camisa) ou camisola P, M e G. Kit para acompanhantes: lençol, cobertor. Vestimentas para trabalhadores da área assistencial conforme NR32: Uniforme privativo (P, M e G) para Centro Cirúrgico, CTI: Avental (P, M e G) para Pronto Socorro e UCI; Capotes para isolamentos e procedimentos (P, M e G). Kit para descanso de funcionários: lençol, lençol de vira, fronha, cobertor, toalha de banho.

112 O estoque de segurança de enxoval deve ser de 30% do total geral (enxoval em uso nas unidades, enxoval em processamento e enxoval em descanso). Na eventual locação do enxoval deve ser considerado: É obrigatório que o enxoval locado esteja em perfeitas condições de uso, tanto por estar dentro de sua vida útil, quanto pelo fato de ter passado pelo processamento adequado de higienização. A relação de peças do enxoval e amostra (tipo de tecido, gramatura, modelo, tamanho, cor, serigrafia) deverá ser apresentada ao PODER CONCEDENTE para avaliação e aprovação 60 dias antes da data de início das atividades. Profissionais de Áreas Críticas e Semi-críticas: Deverão trabalhar diariamente com Pijama hospitalar (scrubs) da cor e com o logotipo do hospital. Os pijamas deverão estar à disposição no vestiário (masculino ou feminino) na entrada de serviço do Hospital. limpos e embalados em envelopes plásticos. Profissionais de Áreas Comuns: Deverão usar o uniforme do Hospital que consistirá em calça, camisa e jaleco em cor e logotipo próprios. Cuidados próprios. Funcionários Deverão usar uniforme do Hospital que consistirá em calça, camisa e jaqueta com cor e logotipo próprios.

113 Cuidados próprios Dimensionamento Com exceção das funções de direção, TODOS os funcionários do hospital deverão trabalhar uniformizados. Diretores deverão vestir jalecos higienizados. As quantidades de roupas são dimensionadas, considerando: Aquelas em uso. Aquelas em processo de lavagem. Aquelas em estoque. Aquelas em reserva técnica. Aquelas em descanso de material. * * O descanso de material tem por finalidade o aumento da sobrevida do tecido. Quanto menos exposto à lavação, mais resistente se mantém as malhas teciduais. Os cálculos de quantidades de roupas para o pleno funcionamento hospitalar estão na tabela abaixo: Leitos de internação e emergência (*) Os leitos neonatais são compostos basicamente por cueros. As demais peças são descartáveis. Centro Cirúrgico

114 Complementos para UTIs Rouparia para profissionais e funcionários Profissionais não médicos: pijamas (scrubs). 5 Kits por funcionário. Profissionis médicos: 2 jalecos por médico. Funcionários: 2 kits por funcionário. (um kit corresponde a calça, camisa e jaleco marcados com o logotipo do Hospital) Pessoal da Rouparia Vinculada à Lavanderia, subordinada à coordenação da Lavanderia. Deverá comportar os serviços de Costura, Armazenagem e distribuição de roupas limpas.

115 14. Serviço de Nutrição e Dietética Definição A execução de Serviço de Nutrição e Dietética caracteriza-se pelos serviços de preparo e distribuição de refeições gerais para pacientes, acompanhantes e colaboradores por meio de produção normal e dietética e de lactário para pacientes de acordo com o Manual de Operação do próprio setor Competências Concessionária se obriga a: Elaborar, apresentar e executar PLANO DE TRABALHO e MANUAL DE BOAS PRATICAS onde devem estar contidos os Procedimento Operacional Padrão, previamente homologado pelo PODER CONCEDENTE. Fornecer gêneros e produtos alimentícios Fornecer materiais de consumo em geral ( utensílios, descartáveis, higiene, limpeza, e todos os outros necessários à execução do serviço) Fazer reposição de utensílios e equipamentos sempre que houver necessidade, de maneira que os pacientes e colaboradores sejam servidos com utensílios completos, não descartáveis, com exceção de copos e material utilizado em quartos de isolamento. Fornecer os seguintes materiais:

116 Xícaras, pratos e recipientes de sopa, de louça; Talheres em aço inox fornecidos envelopados e selados para pacientes e colaboradores, compostos por garfo e faca de mesa, colher de sopa e de sobremesa com guardanapo; Bandejas lisas, adequadas aos carros de transporte de alimentação para pacientes e colaboradores, forradas com toalhas de papel. Os copos descartáveis, de capacidade de 200 ml para líquidos em geral: água, refresco, suco, leite e outros devem ser distribuídos da seguinte maneira: o o Com tampa para pacientes; Sem tampa para colaboradores e prestadores de serviços. Os talheres de colaboradores / prestadores de serviços e pacientes devem ser separados de forma distinta para cada usuário. Disponibilizar aos usuários do refeitório, no balcão de distribuição, em quantidade suficiente a necessidade de consumo e em local de fácil acesso: o o o o o o o filtro de parede com água natural e gelada sal em sache açúcar em sache adoçante em sache palito em sache vinagre em sache azeite em sache Apresentar a ficha técnica de preparação (receituário padronizado com foto demonstrando a apresentação de cada produção) e amostra das preparações

117 programadas pela primeira vez, ou sempre que solicitado pelo Serviço de Nutrição dos Hospitais. Atender às exigências da legislação vigente (Área de Produção e Lactário). Respeitar o horário das refeições, sendo admitida uma tolerância de até 30 (trinta) minutos para mais ou menos. A seguir há um exemplo de quadro de horários que a CONCESSIONARIA deverá incluir um similar em seu PLANO DE TRABALHO. Quadro de Sugestão de Horários de Refeições A CONCESSIONÁRIA servirá para os funcionários: no desjejum e merenda serão oferecidas garrafas térmicas contendo café. Os funcionários terão direito a uma refeição grande: almoço ou jantar ou ceia, conforme jornada de trabalho. A CONCESSIONARIA manterá o serviço de Lactario funcionando 24 horas, conforme demanda das Unidades de Pediatria. A CONCESSIONARIA fornecerá desjejum, almoço e jantares aos acompanhantes de pacientes menores de 18 anos (Lei nº de 13/07/90) e maiores de 60 anos (Lei nº de 1/10/03), de pacientes em tratamento fora de domicílio (portaria/sas/nº 055 de 24/02/99), de portadores de necessidades especiais (Lei nº3.411 de 29/05/00) e para os autorizados pelo Serviço de assistência Social, em conformidade com os critérios do

118 PODER CONCEDENTE. Em caso de acompanhantes gestantes, a merenda e a ceia também serão fornecidas. A CONCESSIONÁRIA só servirá colação, aos pacientes em dietas líquida, semi-líquida, hipoglicídica e na Pediatria. A CONCESSIONÁRIA, quanto ao preparo e porcionamento das refeições, Deverá observar as características técnicas, conforme as especificações abaixo e quantificadas, conforme determinação do PODER CONCEDENTE, a saber: o o o o Dietas Básicas: Consistência líquida e semi-líquida; Consistência normal, branda e pastosa. Dieta de acréscimo ou de restrição: As dietas de acréscimo ou de restrição serão compostas a partir de dietas básicas, modificadas em características, com acréscimo de um ou mais nutrientes ou redução ou exclusão de um ou mais nutrientes. o o Dietas para reparo de exame: Dietas específicas utilizadas para preparo de exames complementares e de diagnóstico, por período determinado. Estas dietas podem sofrer restrição de nutrientes (qualitativa e/ou quantitativa), ou acréscimo, alteração na consistência, de acordo com os exames a serem realizados. As refeições serão servidas conforme cada classe de usuário abaixo: o Pacientes: as refeições aos pacientes serão entregues nas enfermarias dos andares ou em outros locais solicitados pelo Responsável do setor onde o paciente se encontra internado. Um colaborador (as) da CONCESSIONARIA, fará distribuição; o Acompanhantes: poderão fazer refeições nas enfermarias junto aos pacientes, com exceção de acompanhantes de UTIs, que neste caso, usarão o refeitório de colaboradores. Todos os acompanhantes terão direito a três refeições diárias: café da

119 manha, almoço e jantar, que deverão ter, em sua somatória, cerca de calorias e ser nutricionalmente equilibradas. o Colaboradores: Todos os colaboradores farão suas refeições no refeitório. Toda e qualquer sobra limpa de refeições não poderá ser reaproveitada em outras refeições seja para pacientes, acompanhantes ou colaboradores. A CONCESSIONARIA será responsável por alocar os recursos humanos necessários para suprir a demanda e freqüência acordadas no POP. Para fins de porcionamento de frutas, a CONCESSIONÁRIA devera seguir o seguinte padrão:

120 Quadro de frutas e o tamanho da porção a ser oferecida: - A CONCESSIONARIA deverá executar o planejamento de cardápios, o preparo e a distribuição das dietas dentro das normas técnicas adotas pelo Serviço de Nutrição do PODER CONCEDENTE. Todos os gêneros alimentícios deverão ser de primeira qualidade. O PODER CONCEDENTE poderá definir uma cesta d marca para os itens de maior consumo com referência de três marcas principais. A escolha de marcas e de tipos de alimentos deverá ser previamente aprovada pelo Serviço de Nutrição do PODER CONCEDENTE, no caso de uso de uma marca fora da cesta de marcas, a CONCESSIONARIA deverá justificar

121 seu uso e aprovar antes do consumo. Não serão aceitas as refeições consideradas fora dos padrões de qualidade, quantidade e adequação ou fora do horário estipulado para distribuição, salvo quando solicitado pelo gestor do setor. Refeições para PACIENTES Todo o PACIENTE internado terá direito a cinco refeições (desjejum, almoço, lanche, jantar e ceia). É obrigação da CONCESSIONARIA a análise de prescrições determinadas pelas nutricionistas do PODER CONCEDENTE para mapeamento dos tipos de refeições a serem distribuídas para os PACIENTES: dieta livre, dieta pastosa, dieta branda, dieta liquida, outras. As dietas especiais devem acompanhar o padrão Manual de Dietas das UNIDADES DE SAÚDE a ser disponibilizado pelo PODER CONCEDENTE a seguir as prescrições dietoterápicas, ajustadas ás necessidades requeridas para o PACIENTE. Todas as duvidas sobre prescrição deverão ser encaminhadas para as Nutricionistas do PODER CONCETENTE. Toda a refeição para PACIENTE deverá ser preparada, porcionada e distribuídas conforme prescrição. PACIENTES em observação no Pronto Socorro por mais de 6 horas terão direito a lanche ou sopa. Em situações especiais mediante avaliação do corpo clínico os pacientes deverão receber outras dietas. PACIENTES em observação no Pronto Socorro a mais de 12 horas serão considerados internados e deverão receber as 5 refeições diárias. A CONCESSIONÁRIA deverá incluir em seu PLANO DE TRABALHO, essas definições de dietas que seguem abaixo:

122 1- Dieta Geral - Suprir as necessidades nutricionais do Exemplo de Dieta Geral Pão Francês Metas Indicações Contra Indicações indivíduo. - Conservar ou restaurar o estado nutricional do paciente. - Pacientes cuja condição clínica não exija modificações em nutrientes e consistência da dieta - O tipo de dieta não interferirá no sistema digestório e na tolerância normal do paciente aos alimentos. - Os alimentos ingeridos não causarão alterações metabólicas que exijam mudanças da dieta. - Pacientes cuja condição clínica exija modificações em nutrientes e/ou consistência da dieta Desjejum e lanche Almoço e jantar Ceia Manteiga Leite com café Mamão Arroz branco Peito de frango frelhado Suco Manga Salada de alface e tomate (azeite e limão) Brócolis ao alho Sopa de legumes Chá Torrada Geléia Valor calórico: até 3300 kcal/dia

123 2- Dieta Branda - Suprir as necessidades nutricionais do Exemplo de Dieta Branda Bisnaga Metas Indicações Contra Indicações indivíduo. - Conservar ou restaurar o estado nutricional do paciente. - Pós-operatório em que a motilidade gástrica e a ação química do trato digestório está debilitada. - Paciente cuja condição clínica exija modificações em nutrientes e/ou alteração ainda maior na consistência dos alimentos da dieta Desjejum e lanche Almoço e jantar Manteiga Leite com café Mamão Arroz branco Iscas de filé mignon ao molho Suco Manga Salada de rodelas de beterraba cozida Cenoura em tiras Sopa de legumes Chá Ceia Bolacha salgada Geléia Valor calórico: até 3000 kcal/dia

124 3- Dieta Leve - Suprir as necessidades nutricionais do Metas individuo. - Conservar ou restaurar o estado nutricional do paciente. - Pós-operatório em que a motilidade gástrica e a ação química do trato Indicações digestório está debilitada. - Necessidade de facilidade mecânica para mastigação e digestão. - Pacientes cuja condição clínica exija modificações em nutrientes Contra e/ou Indicações consistência da dieta, sendo necessário que a dieta não tenha pedaços. Exemplo de Dieta Leve Desjejum e lanche Almoço e jantar Ceia Pão de forma sem casca Manteiga Leite com café Arroz branco Carne moída ou desfiada Suco Sobremesa: maçã cozida Batata sautê Sopa de legumes Chá Torrada Geléia Valor calórico: até 2600 kcal/dia

125 4- Dieta Pastosa Exemplo de Dieta Pastosa Metas - Suprir as necessidades nutricionais do indivíduo. - Conservar ou restaurar o estado nutricional do paciente. - Facilitar os processos de mastigação e Desjejum e lanche Mingau de aveia Purê de fruta Leite com café Arroz papa Indicações Contra Indicações deglutição. Budine de frango Pacientes que apresentem: Purê de mandioquinha Almoço e - distúrbios de mastigação e jantar deglutição; Suco - risco de aspiração; Gelatina - alguns pós-operatórios de cirurgias de Sopa creme de legumes face, laringe e esôfago; - pacientes neurológicos, Chá - insuficiência respiratória e Ceia cardíaca. Mingau de maisena - Pacientes cuja condição clínica não permita nem esta consistência da dieta, Valor calórico: até 2900 kcal/dia necessitando de dieta líquida.

126 5- Dieta Líquida Exemplo de Dieta Líquida - Ofertar parte das necessidades Suco nutricionais do indivíduo, isso porque Desjejum e lanche Gelatina devido ao tipo de dieta há Metas limitação de Chá alguns alimentos e portanto, Caldo de legumes dificuldade em ofertar Almoço e quantidades jantar Suco nutricionais adequadas. Sorvete - Pacientes cuja condição clínica não Chá exija modificações em Ceia nutrientes e Água de coco consistência da dieta. Gelatina - O tipo de dieta não interferirá no Valor calórico: até 1300 kcal/dia Indicações sistema digestório e na tolerância normal do pacientes aos alimentos. - Os alimentos ingeridos não causarão alterações metabólicas que exijam alterações da dieta. - Pacientes cuja condição clínica exija Contra modificações em Indicações nutrientes e/ou consistência da dieta Poder Concedente Comunicar a CONCESSIONARIA das não conformidades ou problemas que possam aumentar a exposição a riscos.

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128 14.3. Legislação Vigente Lei 8234/91: Regulamenta a profissão de Nutricionista. Portaria nº : Controla alimentos e bebidas, visando a proteção da saúde da população. Portaria CVC nº 15, de 17 de novembro de 1991.: Regulamenta o transporte de alimentos. Portaria CVS - 6/99: Estabelece os critérios de higiene e de boas práticas operacionais para alimentos produzidos / fabricados / industrializados / manipulados e prontos para o consumo, para subsidiar as ações da Vigilância Sanitária e a elaboração dos manuais de boas práticas de manipulação e processamento. Resolução - RDC nº. 306, de 7 de dezembro de 2004: Dispõe sobre o regulamento técnico para o gerenciamento de resíduo para o serviços de saúde. Resolução - RDC nº. 216, de 15 de setembro de 2004: As boas práticas para serviços de alimentação prevêem ainda a manutenção e higienização das instalações, dos equipamentos e dos utensílios; o controle da água de abastecimento e de vetores transmissíveis de doenças e pregas urbanas; a capacitação profissional e a surpevisão da higiene e da saúde dos manipuladores; o manejo correto de resíduos; e o controle e a garantia de qualidade do alimento preparado. Resolução - RDC nº. 275, de 21 de outubro de 2002: Estabelece procedimentos operacionais padronizados que contribuam para a garantia das condições higiênicosanitárias necessárias ao processamento / industrialização de alimentos, complementando as boas práticas de fabricação. Resolução - RDC nº. 63, de 6 de julho de 2000: Aprova o regulamento técnico para fixar os requisitos mínimos exigidos para a terapia de nutrição enteral e paranteral. Resolução nº17, de 30 de abril de 1999: Regulamento Técnico que Estabelece as Diretrizes Básicas para a Avaliação de Risco e Segurança dos Alimentos. Resolução RDC nº 218, de 29 de julho de 2005: Dispõe sobre o regulamento técnico de Procedimentos Higiênicos -Sanitários para a manipulação de alimentos e bebidas preparados com vegetais.

129 Resolução CFN N 334/2004: Dispõe sobre o código de ética do nutricionista e dá outras providências.

130 14.4. Funcionamento Funcionamento 24h, de segunda-feira a domingo. As definições aqui descritas deverão fazer parte do PLANO DE TRABALHO e do MANUAL DE BOAS PRÁTICAS de CONCESSIONÁRIA. O controle de qualidade, será feito através de análise bacteriológica. As amostras deverão ser separadas dos alimentos produzidos (incluindo as fórmulas elaboradas no lactário) para análise laboratorial; As amostras da alimentação a ser servida deverão ser separadas diariamente em recipientes esterilizados e mantidos lacrado e sob refrigeração prazo de 72 (setenta e duas) horas, para eventuais análises laboratoriais. Deverá ser efetuado controle bacteriológico/microbiológico da alimentação a ser de suspeita de toxiinfecções alimentares. Durante a execução do serviço a CONCESSIONARIA deverá observar a aceitação, a apresentação e o monitoramento das temperaturas das refeições servidas, para possíveis alterações ou adaptações, visando atendimento adequado, com base na portaria C.V.S nº 6/99 de 10/03/99, com alterações dada pela portaria C.V.S nº 18/08, de 9/9/08 e resolução 2535/2004 ou portaria vigente. A quantidade estimada de refeições para colaboradores (refeitório)para cada um dos hospitais, devem ser incluída no PLANO DE TRABALHO da CONCESSIONARIA, e pode ser programada conforme a tabela abaixo:

131 Número de refeições diárias, por tipo e clientela. Tipo de Refeição Funcionários Assistenciais Funcionários Não- Assistenciais Pacientes (90%) Acompanhantes (30%) Total Desjejum Almoço Merenda Jantar Ceia Total Detalhamento do Serviço A CONCESSIONÁRIA deverá considerar em seu PLANO DE TRABALHO e no MANUAL DE BOAS PRÁTICAS, parâmetros de funcionamento como os descritos a seguir: 1. Recebimento de gêneros alimentícios, materiais e outros, observar: as condições higiênicas dos veículos dos fornecedores; a exigência de Certificado de Vistoria do veiculo de transporte; higiene pessoal e a adequação do uniforme do entregador;

132 a integridade e a higiene da embalagem; a adequação da embalagem, de modo que o alimento não mantenha contato direto com o papel, papelão ou plástico reciclado; a realização da avaliação sensoria dos produtos, de acordo com os critérios definidos pela ABNTassociação de normas técnicas; as características específicas de cada produto, conforme decreto estadual nº de 20/10/78 da secretaria da saúde do estado de São Paulo, vem como controle de temperatura no recebimento dos gêneros alimentícios, de acordo com os critérios técnicos estabelecidos pela portaria CVS 6/99 de 10/03/99 com alterações dadas pela portaria CVS 18/08 de 09/09/08 ou portaria vigente; a correta identificação do produto no rótulo: nome, composição do produto e lote: número do registro no Órgão Oficial: CNPJ, endereço e outros dados do fabricante e do distribuidor: temperatura recomendada pelo fabricante e condições de armazenamento; quantidade(peso) e datas de validade, de fabricação de todos os alimentos e respectivos registros nos órgãos competentes da fiscalização; a CONCESSIONARIA deverá programar o recebimento dos gêneros alimentícios e produtos em horários que não coincidam com os horários de distribuição de refeições e/ou saída de lixo na Câmara. Devem ser observados os horários de recebimentos de mercadorias, estabelecidos pelo PODER CONCEDENTE de forma que possa ser exercida a fiscalização dos gêneros alimentícios entregues na Unidade. 2. Recebimento de produtos de origem animal (bovina, suína, aves, pescados, etc.), observar: Deverá ser de procedência idônea, com carimbo de fiscalização do SIF, MS ou órgão competente, transportados em carros fechados refrigerados, acondicionados em monoblocos ou caixas de papelão lacradas, embalados em sacos plásticos ou a vácuo, em condições corretas e adequadas de temperatura, respeitando-se as características organolépticas próprias de cada produto.

133 3.Recebimento de hortifrutigranjeiros, observar: Deverão ser observados tamanhos, cor, odor, grau de maturação, ausência de danos físicos de mecânicos. A triagem deve ser feita retirando-se folhas velhas, frutos verdes e deteriorados, antes da pré-higienização e do acondicionamento em embalagens adequadas; Os ovos devem estar em caixas de papelão, protegidos por bandejas, tipo "gavetas", apresentando a casca integra e sem resíduos. 4. Recebimento de leite e derivados Deverão ser de procedência idônea, com carimbo de fiscalização do SIF, MS ou órgão competente, transportados em carros fechados refrigerados, em embalagens e temperatura corretas e adequadas, respeitando as características do produto;deverá ser conferido rigorosamente o prazo de validade do leite e derivados, combinado com o prazo de planejamento de consumo e as condições das embalagens, de modo que não se apresentem estufadas ou alteradas. 5. Recebimento de estocáveis Devem apresentar-se com embalagens integras, próprias para cada tipo, dentro do prazo de validade e com identificações corretas do rótulo; Os cereais, farináceos e leguminosas não devem apresentar vestígios de insetos, umidade excessiva e objetos estranhos. As latas não devem estar enferrujadas, estufadas ou amassadas e os vidros não devem apresentar vazamentos nas tampas, formação de espumas, ou qualquer outro sinal de alteração ou violação do produto. 6. Recebimento de produtos industrializados, observar:

134 Deverão ser de procedência idônea, de boa qualidade, com embalagens integras, não estufadas, não violadas, dentro do prazo de validade e com identificações corretas no rótulo. 7. Recebimento de descartáveis, produtos e materiais de limpeza Os materiais de limpeza e descartáveis devem apresentar-se com embalagens integras próprias para cada produto e com identificação correta do rótulo; No caso de utilização dos saneantes domissanitários, deve-ser observar ainda, o prazo de validade, combinado com o prazo de planejamento de consumo; Cada produto domissanitário deverá possuir registro atualizado no Ministério da Saúde e apresentar FISPQ (Ficha Informação de Segurança de Produtos Químicos) atendendo a legislação vigente. 8. Armazenamento de gêneros alimentícios, materiais e outros, observar: a) Não manter caixas de madeiras na área do estoque ou em qualquer outra área do estoque ou em qualquer outra áreas do Serviço de Nutrição e Dietética (SND); b) Manusear caixas com cuidado, evitando submetê-las a peso excessivo; c) Apoiar alimentos, ou recipientes com alimentos, sobre estrados ou em prateleiras, não permitindo o contato direto com o piso. Os gêneros alimentícios devem ficar afastados a uma altura mínima de 25 cm do piso; d) Dispor os alimentos em estrados, garantindo boa circulação de ar, mantendo-os afastados da parede entre si; e) Organizar os produtos de acordo com as suas características: enlatados, farináceos, grãos, garrafas, descartáveis, etc.; f) Dispor dos produtos obedecendo a data de fabricação, sendo que os produtos com datas de fabricação mais antigas devem ser posicionados a serem consumidos em primeiro lugar;

135 g) Os produtos de prateleiras devem ser mantidos distantes do forro no mínimo 60 cm e afastados da parede em 35 cm, sendo 10 cm o mínimo aceitável, conforme o tamanho da área do estoque, a fim de favorecer a ventilação; h) Manter sempre limpas as embalagens dos produtos, higienizando-as por ocasião do recebimento; i) Conservar alinhado o empilhamento de sacarias, em altura que não prejudique as características do produto e com amarração em forma de cruz, para proporcionar uma boa ventilação; j) Atentar para eventuais e quaisquer irregularidades com os produtos; k) Identificar todos os alimentos armazenados, sendo que, na impossibilidade de se manter título original do produto, as informações devem ser transcritas em etiquetas, de acordo com legislação pertinente; l) Depois de abertos, os alimentos devem ser transferidos das embalagens originais e acondicionados em conectores higienizados, adequados (impermeáveis, laváveis e atóxicos), cobertos e devidamente identificados; m) Os sacos plásticos apropriados ou os papéis impermeáveis utilizados para a proteção de alimentos devem ser de uso único e exclusivo para este fim e jamais devem ser reaproveitados; n) Armazenar os diferentes gêneros alimentícios nas unidades refrigeradas, respeitando a seguinte disposição: o Os alimentos prontos para o consumo nas prateleiras superiores; o Os semi-prontos e/ou pré-preparados nas prateleiras do meio; o O restante como produtos crus e outros, nas prateleiras inferiores. o) Refrigerar ou congelar os alimentos em volumes com altura máxima de 10 cm ou em peças de até 2 Kg (porções menores favorecem o resfriamento, o descongelamento e a própria cocção); p) Não manter caixas de papelão em áreas de armazenamento sob o ar frio, pois essas embalagens são porosas, isolantes térmicas e favorecem a contaminação externa; q) Podem-se armazenar tipos diferentes de alimentos no mesmo equipamento para congelamentos, desde que devidamente embalados e separados;

136 r) Colocar os produtos destinados à devolução em lugares apropriados, devidamente identificados pelo fornecedor, para que não comprometam a qualidade dos demais; s) Respeitar rigorosamente as recomendações do fornecedor para o adequado armazenamento dos alimentos; t) Atentar que, após a abertura das embalagens originais, perde-se imediatamente o prazo de validades do fabricante e acondicionar e regular de acordo com as portarias vigentes. u) É proibido recongelar os alimentos que tenham sido descongeladas anteriormente para serem manipulados; v) Programar o uso de carnes congeladas: após o seu descongelamento essas somente podem ser armazenadas sob refrigeração até 4ºC até 72 horas para bovinos e aves e por até 24 horas para os pescados; w) Observar os alimentos retirados de suas embalagens originais para serem manipulados crus poderão ser armazenados sob refrigeração (até 4ºC) ou sob congelamento (-18ºC), desde que devidamente adequados; x) Respeitar os critérios de temperatura e de tempo para o armazenamento dos alimentos, de acordo com a legislação vigente; y) Os descartáveis, produtos e materiais de limpeza devem ser armazenados á temperatura ambiente, em locais adequados, sendo que os produtos de limpeza devem ser armazenados separados dos produtos alimentícios, em locais diferentes, para evitar contaminação ou impregnação com odores estranhos. 9. Pré-preparo e preparo dos alimentos, observar: A CONCESSIONÁRIA deve obedecer aos seguintes procedimentos e critérios técnicos e relação ao pré-preparo e preparo dos alimentos: Garantir que todos os manipuladores higienizem as mãos antes de manusear qualquer alimento, durante os diferentes estágios do processamento e a cada mudança de tarefa de manipulação;

137 Atentar para que não ocorra a contaminação cruzada entre os vários gêneros de alimentos durante a manipulação, no pre-preparo e no preparo final; Proteger alimentos em preparação ou prontos, garantindo que estejam sempre cobertos com tampas, filmes plásticos ou papeis impermeáveis, os quais não devem ser reutilizados; Manter os alimentos em preparação ou preparados em temperaturas de segurança, ou seja, inferior a 10º C ou superior a 65ºC; Planejar o processo de cocção para que mantenhas, tanto quanto possível, todas as qualidades nutritivas dos alimentos; Garantir que os alimentos no processo de cocção cheguem atingir 74ºC no seu centro geométrico ou combinações conhecidas de tempos e temperatura que confiaram a mesma segurança; Elevar a temperatura de molhos quentes a serem adicionados em alguma preparação, garantindo que ambos (molhos e alimentos) atingem 74ºC no seu interior; Atentar para que os óleos e gorduras utilizados nas frituras não sejam aquecidos a mais de 180ºC. Fica proibido o reaproveitamento de óleos e gorduras; Realizar o pré-preparo de carnes em pequenos lotes, ou seja, retirar da refrigeração apenas a quantidade o suficiente da matéria prima a ser preparada por 30 minutos sob temperatura ambiente. Retomá-la à refrigeração (até 4ºC), devidamente etiquetada, assim que estiver pronta. Retirar nova partida e repetir sucessivamente; Grelhar, fritar ou cozinhar as carnes ou outros produtos perecíveis em lotes adequados, isto é, retirar da refrigeração, apenas a quantidade o suficiente para trabalhar por 30 minutos por lote. Atentar para as temperaturas de segurança nas etapas de espera: para carne crua, abaixo de 4ºC e para carne pronta, acima de 65ºC; Evitar preparações com demasiada manipulação das carnes especialmente nos casos de frangos e pescados; Utilizar somente maionese industrializada, NÃO utilizar ovos crus para as preparações (maioneses caseiras, musses, etc.,);

138 Garantir 74ºC na cocção de empanados (purê, milanesa), bolos, doces e etc.; A CONCESSIONÁRIA deverá realizar registro de temperaturas de cocção em planilhas próprias, colocando-as à disposição do PODER CONCEDENTE, sempre que solicitado. 10. Higienização dos alimentos, observar: a) Higienizar e desinfetar corretamente as superfícies, equipamentos e utensílios; b) Os alimentos prontos devem ser manipulados somente com garfos, travessas, pinças ou com mãos protegidas com luvas descartáveis; c) Evitar o contato entre alimentos crus e cozidos, em todas as fases de armazenamento, preparo, cozimento e no momento de servir; d) As portas das geladeiras e câmaras frias devem ser mantidas bem fechadas; e) Reaquecer adequadamente alimentos cozidos, segundo critérios de tempo e temperatura (74ºC por 05 minutos); f) Utilizar água potável; g) Os funcionários não devem falar, tossir ou espirrar sobre alimentos e utensílios; h) Para a degustação do alimento, devem ser usados talheres e pratinho, que não devem voltar a tocar nos alimentos; i) Os alimentos que sobrarem nas latas devem ser transferidos para recipientes de plástico branco atóxico ou de inox e cobertos com tampas ou filmes plásticos; identificados através de etiquetas. O prazo de validades dos enlatados, após abertos, é de 24 horas, desde que armazenados e no máximo 6ºC. j) Os vegetais folhosos deverão ser lavados folha a folha e os legumes e frutas uma um, retirando as partes estragadas e danificadas, e colocando em imersão de água cloradas a 200 PPM, no mínimo por 15 minutos; k) Para o corte, montagem e decoração de salada com o uso de luvas descartáveis; l) Espera para a distribuição em câmaras ou geladeiras a, no máximo 10ºC;

139 m) Os ovos deverão ser lavados em água corrente antes da sua utilização; n) Escolher os grãos a seco (arroz, feijão, lentilha e outros); o) Lavar em água corrente, enxaguando no mínimo 03 (três) vezes antes de lavar para cocção. 11. Porcionamento, observar: a) O processo de porcionamento das dietas deve ser efetuado sob rigoroso controle de tempo de exposição e temperatura afim de não ocorrer multiplicação microbiana; b) As refeições deveram ser porcionadas, distribuídas e servidas, em recipientes individuais descartáveis, devidamente apoiados em bandeja visando a manipulação segura e confortável ao paciente; c) Porcionar uniformemente as refeições, de acordo com a patologia e seguindo o percapita estabelecido, utilizando-se de utensílios apropriados para cada tipo de preparação; 12. Acondicionamento, observar: Todas as embalagens descartáveis para refeição, incluindo de salada, sopa, sobremesa, deverão ser identificadas, contendo em suas tampas: nome do paciente, quarto, leito e tipo de dieta, sendo que a terminologia das dietas será determinada pelo PODER CONCEDENTE. 13. Higiene Pessoal, Observar: Nas atividades diárias, o funcionários da CONCESSIONARIA deverá: a) Usar uniformes completos, limpos passados e identificados com crachá da empresa; b) Fazer a barba diariamente;

140 c) Não aplicar maquiagem em excesso; d) Conservar unhas curtas, limpas e sem esmalte; e) Utilizar rede de cabelo e touca, de maneira que os cabelos permaneçam totalmente cobertos; f) Manter os sapatos e botas limpos; g) Limpar, cobrir e proteger qualquer ferimento; h) Manter a higiene adequada nas mãos; i) Os funcionários deverão higienizar as mãos adotando as técnicas e produtos de assepsia de Acordo com a Portaria nº. 930 de 27/08/92 - Ministério da saúde. j) Usar luvas descartáveis sempre que for manipular alimentos ou trocar de função ou atividade e não dispensar a lavagem freqüente nas mãos, devendo as luvas ser descartadas ao final do procedimento; k) Usar mascara descartável quando for manipular alimentos prontos ou cozidos no porcionamento e trocá-las, no máximo, a cada 30 (trinta minutos); l) Não usar jóias, bijuterias, relógios e outros adereços. 14. Higienização das Instalações, Observar: a) A CONCESSIOONARIA deverá apresentar um cronograma de higienização das diversas aras do SND, equipamentos, copas, refeitórios; b) Os produtos utilizados na higienização deverão ser de boa qualidade e adequados a higienização das diversas áreas e das superfícies, de maneira a não causar danos as dependências e aos equipamentos, não deixando resíduos ou cheiros, podendo ser vetado pelo PODER CONCEDENTE; c) O piso deverá permanecer sempre seco, sem acúmulos de água; d) Realizar polimento das bancadas, mesas de apoio, portas e pias;

141 e) Deverão ser higienizadas periodicamente as grelhas, colméias do sistema de exaustão da cozinha; f) A higienização do refeitório será de responsabilidade da CONCESSIONARIA, inclusive a manutenção das condições de higiene durante todo o processo de distribuição das refeições aos comensais. 15. Higienização dos equipamentos e utensílios, Observar: a) Todos os equipamentos, utensílios apos o uso e semanalmente com detergente neutro, desencrustante, quando for necessário, o enxágüe final deverá ser feito com hipoclorito de sódio a 200ppm de cloro ativo; b) A CONCESSIONARIA deverá instalar saboneteiras e papeleiras com papel toalha descartável não reciclável, em pontos adequados do SND, abastecê-los, com produtos próprios e adequados a higienização das mãos. 16. Controle Integrado de pragas, Observar: Realizar desinsetização e desratização mensalmente, e sempre que houver necessidade, nas áreas internas e externas do SND, e copas, sem ônus ao PODER CONCEDENTE. No caso de ineficácia, a CONCESSIONARIA deve comprometer-se a repetir a desinsetização. Os produtos utilizados deverão apresentar registro no Ministério da Saúde e ser de boa qualidade. A CONCESSIONARIA deverá apresentar um cronograma referente a programação dos referidos serviços, como também apresentar a certificação da prestação do serviço efetuado.

142 17. Controle Bacteriológico, Observar: a) É responsabilidade da CONCESSIONARIA a execução e manutenção do controle de qualidade em todas as etapas de processamento dos alimentos fornecidos a comensais através do método "APPCC" (Analise de Perigos e Pontos Críticos de Controle); b) Deverão ser coletadas diariamente pela CONCESSIONARIA amostras de todas as preparações fornecidas aos comensais, as quais deverão ser armazenadas em temperaturas adequadas por 72 (setenta e duas) horas, obedecendo aos critérios técnicos e adequados para a coleta e transporte das amostras; c) Encaminhar mensalmente ou conforme solicitação do PODER CONCEDENTE, amostras de alimentos ou preparações servidas aos comensais para analise microbiológica, a fim de monitorar os procedimentos higiênicos e a qualidade dos unsumos. Estas amostras devem ser colhidas na presença de Nutricionistas do PODER CONCEDENTE responsabilizando-se (a CONCESSIONARIA) pelos custos dos exames realizados e comprometendo-se a entregar os resultados assim que estiverem disponíveis. Nos casos de suspeita de toxi-infecções de origem alimentar, as amostras dos alimentos suspeitos deverão ser encaminhadas imediatamente para a analise microbiológica, de acordo com a solicitação do Contratante; d) Deverão coletar mensalmente amostras dos seguintes itens: água do lactário água de nutrição enteral, água da produção, uma amostra da forma láctea, dieta enteral, três preparações do dia da produção; e) O laboratório será de livre escolha da CONSSECIONÁRIA, porem, o mesmo deverá ser especializado nessa área, a fim realizar as análises microbiológicas e físico-químicas dos alimentos, sendo posteriormente, os resultados encaminhados ao Serviço de Nutrição e Dietética do PODER CONCEDENTE para avaliação. 18. Manipulação de Dietas Especializadas, Observar: a) Os nutrientes e os insumos necessários para operacionalização serão adquiridos pelo PODER CONCEDENTE. A manipulação das dietas enterais estará a cabo da equipe do PODER CONCEDENTE.

143 b) Caso haja a necessidade de fornecimento de dietas enterais e suplementos nutricionais a padronização fica a critério do PODER CONCEDENTE. 19. Pré-preparo e Preparo observar: A CONCESSIONARIA deve obedecer os seguintes procedimentos e critérios técnicos em relação ao pré-preparo e preparo dos produtos: Coleta da prescrição médica efetuada pela nutricionista da CONCESSIONARIA: Efetuar a prescrição dietética de acordo com o plano alimentar para idade e aceitação do paciente; O calculo da quantidade total de cada tipo de formula infantil a ser preparada, bem como as diluições recomendadas, envase e identificação, deverão estar compiladas do Manual de Lactário de casa unidade hospitalar; Para a execução das preparações, deverão ser seguidas as legislação sanitárias vigentes e observadas as normas diretrizes estabelecidas no respectivos manuais. Realizar o pré-preparo do produto em lotes racionais, ou seja, apenas a quantidade; Reconstituir as fórmulas infantis com água filtrada e fervida, seguindo rigorosamente os padrões de diluição recomendados, utilizando para pesagem e medida, balança de precisão e recipiente com graduação visível e ml; A manipulação dever ser feita com auxilio de utensílios, em lotes, respeitando o controle de tempo e temperatura, não sendo recomendado exceder o tempo de manipulação em temperatura ambiente por mais de 30 minutos; Após a manipulação, a preparação deve ser submetida a inspeção visual para garantir a ausência de partículas estranhas, bem como precipitações, separação de fases e alterações de cor não previstas; Atentar que, apos a abertura das embalagens originais, perde-se imediatamente o prazo da validade do fabricante;

144 Para a manipulação de matéria-prima, se não for possível a separação de áreas de preparo de formulas infantis de outras preparações como sopas, sucos e papas,deve ocorrer a separação dos equipamentos e utensílios utilizados para cada preparação e, se isso também não for possível, deve-se optar por separar a bancada de cada preparo, determinando horários diferentes para a confecção de cada uma delas. Observar o controle de qualidade que consistirá, basicamente em obter um produto seguro do ponto de vista microbiológico e adequado do ponto de vista nutricional, com o controle de todas as etapas do processo de produção. Dispor os equipamentos e utensílios a serem utilizados, próximos do local de preparo devidamente limpos e secos; As formulas infantis aotoclavadas devem ficar sobre refrigeração a 4ºC para o consumo em 24 horas e as não autoclavadas para consumo em 12 horas. Suco: utilizar somente frutas naturais, de acordo com a prescrição médica ou do profissional nutricionista; Papa de fruta: Utilizar somente frutas naturais, de acordo com a prescrição médica; Sopa: deverão ser constituídas de proteína de origem animal, cereais, feculentos, legumes, leguminosas, e hortaliças, de acordo com a prescrição medica ou do profissional nutricionista. Chá: utilizar chá de ervas (camomila, erva doce, erva cidreira, etc.) de acordo com a prescrição médica ou do profissional nutricionista. Para determinadas preparações, tais como sopas e sucos alguns ingredientes vão para o lactário pré-preparados, limpos e ensacados. Todos os alimentos prontos para consumo deverão ser mantidos em recipientes tampados ou cobertos com fita filme de PVC, atóxico e mantidos em temperaturas adequadas; A água para a diluição de sucos deverá ser filtrada; Todas as refeições deverão ser submetidas as PODER CONCEDENTE para degustação, em todos os horários, em tempo hábil para qualquer intervenção, devendo a CONCESSIONARIA realizar imediata retirada e substituição das preparações e/ou

145 alimentos que forem considerados inadequados ou impróprios ao consumo. 20. Porcionamento, Observar: O porcionamento é responsabilidade da CONCESSIONARIA e deve estar de acordo com a prescrição dietética. Os alimentos prontos devem ser manipulados somente com garfos, travessas, pinças ou com as mãos protegidas com luvas descartáveis; As formulas infantis deverão ser envasadas e tampadas dos frascos e acessórios, previamente esterilizados, acondicionadas em galheteiros ou recipientes equivalentes e adequados. Após o que, as mesmas são submetidas a tratamento térmico em outoclave a temperatura de 110ºC durante 10 minutos; Para os Hospitais com o Titulo Amigo da Criança, as formulas infantis e o leite humano deverão ser porcionados e servidos em copinhos transparentes e graduados com tampa, capacidade de 50, 80, e 150 ml, resistentes a autoclavagem, aprovados pelo PODER CONCEDENTE. Para os Hospitais que não possuem o Titulo Amigo da Criança, as formulas infantis deverão ser porcionadas e servidas em mamadeiras completas (frasco, bico, arruela, capuz protetor) com capacidade de 50, 150, e 240 ml, resistente a autoclavagem previamente aprovados pelo PODER CONCEDENTE; A sopa para lactantes deve ser porcionada 200 ml e servida em embalagem descartável de polipropileno com tampa de resistente a altas temperaturas, com capacidade 300 ml; O suco, chá porcionada 200 ml etc., deverão ser servidos em copos descartáveis com tampa de capacidade para 300 ml. A papa de frutas deverá ser servida em 100 ml, embalagem plástica descartável de polipropileno com tampa de capacidade e 110 ml. 21. Da composição dos cardápios, Observar:

146 A textura dos alimentos dever ser adequada, enfocando que se deve estimular a mastigação, principalmente em crianças que não são mais lactantes. Deve-se evitar a oferta de alimentos com consistência parecida, procurando manter o equilíbrio entre as preparações. A cor varia das preparações estimula sua aceitação. A mesma coloração deve ser evitada, lembrando que, com a mudança das cores das hortaliças, varia-se a oferta de vitaminas e sais minerais. A variedades de alimentos deve proporcionar a oferta de carnes, leguminosas, leite e derivados e frutas, de forma alternada e acumulativa, objetivando atingir uma alimentação balanceada e equilibrada sob o ponto de vista nutricional, além de adequada as suas necessidades fisiológicas e patológicas. Para a elaboração e execução dos cardápios, devera ser observado o que segue: Relação de gêneros e produtos alimentícios com os respectivos consumos "per capita", freqüência de utilização, constante no Anexo I, da Resolução SAMSP16/98: Modelo de Cardápio Diário Básico Padrão; As dietas especiais deverão ser atendidas somente com prescrição medica expedida pela medicina do trabalho e autorização da nutricionista do PODER CONCEDENTE, sem custos adicionais; Os cardápios deverão apresentar preparações variadas de modo a garantir boa aceitabilidade, conforme sugestões constantes do Anexo de Cardápio mensal para almoço ou jantar e desjejum; Deverão ser previstos cardápios diferenciados para as refeições, sem custos adicionais, para atendimento em datas comemorativas, tais como: Páscoa, Natal, Ano novo, etc., respeitando-se as características especifica de cada dieta, conforme padrão determinado pela S.N. D (Serviço de Nutrição e Dietética). Para estimular a aceitabilidade das refeições nas diversas dietas, poderão ser requisitados molhos especiais á base de limão, pimenta, especiarias, erva aromáticas, tomate etc., os quais devem ser preparados de acordo com as recomendações das nutricionistas do PODER CONCEDENTE.

147 Deve-se ressaltar a importância da apresentação de todas as preparações servidas, como forma de estimulo a ingestão de uma alimentação adequada, visando a recuperação ou manutenção do estado nutricional dos pacientes. Deverão ser previstos cardápios diferenciados aos pacientes cujo padrão alimentar tenha influências de preceitos religiosos, tabus, hábitos alimentares e socioculturais, em consonância com o estado clinico e nutricional do mesmo. A forma de preparo ficara a critério da CONCESSIONARIA, observando o cardápio aprovado previamente pelo PODER CONCEDENTE; Os cardápios deverão ser elaborados trimestralmente pela CONCESSIONARIA, sendo compatíveis com as estações climáticas e com freqüência de repetição quinzenal, com aprovação do PODER CONCEDENTE; Os cardápios deverão ser apresentados completos ao PODER CONCEDENTE, com antecedência de 30 (trinta) dias em relação ao 1º dia de utilização, para a devida aprovação; podendo a CONCESSIONARIA, em condições especiais, alterar o cardápio apresentado, desde que mantenha os padrões estabelecidos em contato e que apresente, com antecedência de 48 (quarenta e oito) horas, motivações formais ao PODER CONCEDENTE e esta as aceite; Os gêneros e produtos componentes do cardápio básico padrão poderão ser substituídos pelos demais gêneros constantes da relação do Anexo I da Resolução SAMSP 16/ Para o serviço de refeições, observar: As refeições deverão apresentar condições higiênico-sanitárias adequadas ao consumo e em atendimento as exigências da Vigilância Sanitária. A distribuição de refeições para servidores e/ou colaboradores e acompanhantes será pelo sistema de balcão térmico para preparações quentes e balcão refrigerado para saladas e sobremesas, utilizando-se bandejas lisas, com pratos de louça branca para refeição e outro para salada e talheres de inox (garfos, facas, e colheres) porcionadas no sistema "self-service" executado pela CONCESSIONARIA, sendo que os colaboradores da CONCESSIONARIA farão o porcionamento do prato principal e da guarnição, por ocasião do consumo em sistema "self-service". Almoço e Jantar

148 O porcionamento das refeições devera ser da seguinte forma: a) As saladas deverão ser mistas em porções iguais, decoradas, arroz, feijão e sopa dispostos nos balcões térmicos/refrigerados devem ser servidos á vontade; b) Suco de frutas naturais deverá ser fornecido em copo descartável com capacidade de 200 ml. c) Quanto a sobremesa: A fruta deverá ser higienizada, picada e embalada, para ser fornecida; O doce quando cremoso, ou gelatina, ou pudim deverá ser acondicionado em recipiente descartável com capacidade de 100 ml; O doce industrializado em conformidade com a Portaria C.V.S nº 6/99, com alterações dedas pela Portaria C.V.S nº 18/08 ou portaria vigente. Doces confeitados, bolos, tortas, deverão ser acondicionados em embalagens apropriados ao tipo de preparação; d) A CONCESSIONARIA deverá disponibilizar talheres em aço inox, que deverão ser acondicionados em embalagens plásticas juntamente com o guardanapo e também bandejas forradas com papel descartável, sendo esses utensílios colocados em "display" apropriado; e) A CONCESSIONARIA deverá manter jogos americanos, galheteiro com sal e palito nas mesas. f) A CONCESSIONARIA deverá manter nos balcões refrigerados dois tipos de molhos, sendo um vinagrete. Deverão ser disponibilizados também, demais temperos como: azeite, vinagre, molho de pimenta e outros. g) Quando servir massas deverá ser oferecido queijo parmesão ralado. h) Pão francês de 50 g. i) No final da refeição, deverá ser fornecido café, acondicionado em garrafa térmica e copo descartável de 50 ml.

149 j) Todos os dias a Concessionaria deverá oferecer como opção do prato principal uma opção produto protéico (carne bovina, frango, peixe) ou a pedido preparações a base de ovos (02 unidades). k) Todos os dias a Concessionaria deverá oferecer como opção de sobremesa uma gelatina. Condições básicas para a distribuição das dietas e especificas: Leite com café ou seu substituto deverá ser servido 200 ml em copo descartável que contenham as características mínimas definidas na NBR com tampa, com capacidade de 300 ml. Pão, bolacha, torrada, deverá ser devidamente acondicionado em embalagem apropriada ou em saches. A fruta deverá ser higienizada, picada e devidamente embalada. Creme ou fruta cozida em embalagem 100 ml; As saladas deverão ser acondicionadas em embalagens descartáveis de polipropileno com tampa transparente com capacidade para 350 ml; Arroz, feijão, guarnição e prato principal deverão ser acondicionados em embalagem descartável de polipropileno ou poliestireno com tampa transparente de três divisórias ou em bandeja térmica refletora, etc., com capacidade aproximada para 1200 ml; Sopa e dieta liquida deverão ser acondicionadas em embalagem descartável de polipropeno igual, com tampa transparente e capacidade aproximada de 500 ml; Sucos, vitaminas, iogurtes, achocolatados, chás etc., deverão ser servidos 200 ml em copo descartável com tampa, com capacidade de 300 ml; A CONCESSIONARIA deverá disponibilizar talheres descartáveis resistentes se poliestireno adequados a cada refeição e guardanapos branco com alto poder de absorção, no tamanho de 33x33 cm, embalados individualmente e também, bandejas forradas com toalhas descartáveis, devidamente aprovadas pelo PODER CONCEDENTE;

150 A CONCESSIONARIA deverá disponibilizar molhos vinagretes (cebola, tomate, cheiro verde, azeite e vinagre) acondicionada em recipiente de 110 ml e sache de 1g de sal, e/ou demais temperos em saches como: azeite, vinagre, molho de soja e outros, respeitada a descrição dietética; Deverão ser fornecidos canudos plásticos, embalados individualmente; A Concessionária deverá dispor de sache margarina ou geléia acompanhada de faca descartável para as bolachas e torradas. As refeições infantis deverão ser acondicionadas em embalagens descartáveis de polipropileno com tampa transparente, adequadas as necessidades, quantidades e ergometria, ainda buscando, por meio de sua decoração, colaborar com a estimulação do consumo efetivo da referida refeição. 23. Distribuição das refeições Os alimentos devem ser mantidos sob rigoroso controle de tempo de exposição e temperatura a fim de não ocorrer multiplicação microbiana. Para a distribuição dos alimentos quentes devem-se observar os seguintes critérios de tempo e temperatura: manter as preparações a 65ºC ou mais por no máximo 12º horas; ou manter as preparações a 60ºC no máximo 6 horas, ou abaixo de 60ºC devem ser consumidos em até 3 horas. Para a distribuição de alimentos refrigerados devem ser observados os seguintes critérios de tempo e temperatura: manter as preparações em temperaturas inferiores a 10ºC por no máximo 4 horas ou quando a temperatura estiver entre 10 e 21ºC, esses alimentos só podem permanecer na distribuição até 2 horas. As temperaturas das dietas servidas aos pacientes deverá ser monitorada e registrada em impressos próprios pela CONCESSIONARIA. Toda e qualquer preparação elaborada na cozinha dietética, cozinha geral e Lactário, destinada a pacientes (adultos e crianças) e acompanhantes, deverá ser identificada com etiquetas adesivas com: nome do paciente, quarto, leito e dieta oferecida conforme padronização do PODER CONCEDENTE.

151 Caso seja necessário, a CONCESSIOONARIA se responsabiliza a realizar a modificações nas etiquetas de identificação para atender exigências de órgãos competentes e/ou solicitação do PODER CONCEDENTE. A temperatura dos alimentos servidos deverá observar os parâmetros estabelecidos na Portaria CVS 6/99, e adequações incorporadas pela CVS 18/08 ou portaria vigente. Transporte de alimentos e outros devem ser efetuados em carros fechados e térmicos apropriados, com monitoramento de temperatura. Todas as refeições para pacientes deverão ser servidas em bandejas forradas com jogo americano. 24- Recolhimento das Bandejas A CONCESSIONARIA deverá efetuar o recolhimento das bandejas com resíduo alimentar dos pacientes, em todas as refeições, utilizando um equipamento fechado para apoio das bandejas para este fim especifico. O horário do recolhimento deverá ser fixado pelo PODER CONCEDENTE. Depositar os restos alimentares no contanedor na copa de apoio; Proceder a higienização adequada das bandejas de acordo com o preconizado. 25- Da água A água deve ser distribuída a todos os pacientes (a critério medico), mães que amamentam e acompanhantes. A água será do tipo mineral em garrafas descartáveis e lacradas, conforme legislação vigente de 500 ml ou 1500 ml acompanhadas de copo descartável de no mínimo 200 ml, havendo reposição sempre que houver necessidade. A água mineral a ser servida deverá ser de marca conhecida no mercado, não gaseificada, estar em conformidade com a RDC 173/06 e ter registro no Ministério da Saúde ou legislação vigente.

152 A água utilizada no lactário, sala de manipulação de nutrição enteral e outras necessidade do Serviço de Nutrição e Dietética deverá ser filtrada em filtros desenvolvidos para serem usados em águas pré-tratadas e com dois estágios de filtragem, ou seja, além da filtragem mecânica, deverá haver a filtração por absorção química em carvão ativado, para assegurar a eficiência de filtragem. A instalação e a manutenção dos filtros das Unidade Hospitalares será responsabilidade da CONCESSIONARIA. A substituição do elemento filtrante será de acordo com sua capacidade operacional. Sendo CONCESSIONARIA responsável pela instalação e manutenção de filtros, caso aja contaminação dos pontos de instalação comprovada através de laudos microbiológicos e o cronograma de limpeza dos reservatórios estiverem em dia a responsabilidade pelo fornecimento de água para preparo das refeições será da CONCESSIONARIA. Responsabilizar-se pelo abastecimento de água potável necessária ao preparo das refeições e higienização em geral, em caso de falta da mesma na rede publica de abastecimento, sem qualquer ônus para o PODER CONCEDENTE. Boas Práticas Ambientais - Especificas: 1- Higiene dos Alimentos: a) Colaborar com as medidas de redução de consumo e uso racional da água, cujos encarregados devem atuar como facilitadores das mudanças de comportamento de colaborador da CONCESSIONARIA, esperadas com essas medidas. b) Manter critérios especiais e privilegiados para a aquisição de uso de equipamentos e complementos que promovam a redução do consumo de água; c) Identificar pontos de uso/hábitos e vícios de desperdício de água d) Na identificação das atividades de cada ponto de uso, os colaboradores devem ser treinados e orientados sistematicamente contra hábitos e vícios de desperdicio, conscientizando os colaboradores sobre atitudes preventivas.

153 e) Estão proibidas as seguintes ações/atitudes: Colocar folhas e vegetais de molho em vasilhames com água, durante a lavagem, ficando a torneira aberta o tempo todo, quando da lavagem as folhas/legumes uma a uma; Manter torneira aberta com bacia abaixo, transbordando água e sem empregado naquele ponto de uso; Executar operações de lavar e de descascar batatas simultaneamente, mantendo a torneira aberta enquanto executa a segunda tarefa (descascar); Limpar aves e carnes numa vasilha cheia de água e mantendo a torneira jorrando sobre a vasilha; Encher a vasilha de água completamente ao executar limpeza no interior de vasilhame; Interromper algum serviço, conversar ou por outro motivo, mantendo a torneira aberta; Realizar descongelamento de polpas de frutas, carnes congeladas, com a torneira aberta por longo período, diariamente sobre as embalagens; Deixar carnes salgadas, 24 horas dentro de uma cuba, com a torneira aberta para retirar o sal; Retirar as crostas dos papelões/caldeirões enchendo de água até a borda. f) Devem ser adotados procedimentos corretos com o uso adequado da água, utilizando com economia, sem desperdício e sem deixar de garantir a adequada higienização dos ambientes, dos alimentos e utensílios, bem como os empregados. g) Lavagens de folhas e legumes: Desfolhar as verduras; separar as folhas e desprezar as partes estragadas, sempre com a torneira fechada ou iniciar a lavagem quando, no caso de verduras todo o lote estiver desfolhado;

154 Lavar em água corrente escorrendo os resíduos; Desinfetar em cuba especifica ou em monobloco exclusivo, imergidos os alimentos em solução clorada a 200 PPM por 20 minutos. ( 1 colher de sopa de água sanitária a 2,0-2,5% em 1 litro de água potável min. 100 e máx. 250 ppm); Monitorar a concentração de cloro. Não dever estar inferior a 100 PPM; Monitorar a turvação da solução e a presença de resíduos; Enxugar em cuba especifica ou monobloco exclusivo com água potável ou em solução de água ou vinagre a 2% (2 colheres de sopa para 1 litro de água potável); Picar, quando necessário, observando rigorosamente as condições de higiene (mão, luvas, descartáveis e utensílios/equipamentos desinfetados); h) Manter a torneira fechada quando: Desfolhar verduras e hortaliças; Descascar legumes e frutas; Cortar carnes, aves, peixes, etc.; Limpar os utensílios: panelões, bandejas, etc; Quando interromper o trabalho, por qualquer motivo. 2- Redução de Produção de resíduos alimentares: a) A Nutricionista da CONCESSIOONARIA deverá evitar desperdícios de gêneros alimentícios, que podem ser aplicados na formulação de refeições que utilizam partes não convencionais de alimentos, desde que atenda as necessidades nutricionais diárias recomendadas;

155 b) Na formulação do cardápio diário, observada a sazonalidade de alguns alimentos,deverá ser observada todas as possibilidades de aproveitamento dos gêneros alimentícios, desde o prato principal, seus acompanhamentos/guarnições, sucos e sobremesas; c) A Nutricionista da CONCESSIONARIA se obriga a visitar o site da CODEAGRO Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo, para obter receitas desenvolvidas e testadas pela Cozinha Experimental do Serviço de Orientação ao Consumidor constantes do encarte Diga não ao desperdício ; d) A Nutricionista da CONCESSIONARIA deverá privilegiar, quando da confecção dos cardápios, os produtos alimentícios da própria época, levando em conta a sazonalidade dos insumos, devendo ainda submeter ao PODER CONCEDENTE a aprovação de tais substituições; e) Para preservar o valor nutritivo, alguns cuidados são indispensáveis na hora do preparo de hortaliças e frutas, como por exemplo: - Lave bem as hortaliças e frutas inteiras em água corrente. No caso de verduras, lave folha por folha e, para legumes e frutas, use uma escovinha; Coloque, em seguida, em uma vasilha de vidro ou louça com água e cloro. Para o preparo de água com cloro utilize 1 colher (sopa) de hipoclorito de sódio a 2,5% para cada litro de água. Deixe as hortaliças e frutas nesta água por 30 minutos; Obs. Nunca as deixe de molho depois de cortadas ou descascadas; Ao descascá-las não retire cascas grossas. Sempre que possível, cozinhe hortaliças ou frutas com cascas, de preferência inteiras; Não as corte com faca de ferro, mas sim, de aço inoxidável e pouco antes de serem utilizadas; Cozinha as hortaliças apenas o tempo suficiente para que fiquem macias, em pouca água até abrir fervura ou simplesmente refogue-as;

156 -Cozinhe em panela destampada as hortaliças com cheiro forte, como repolho, couve-flor e brócolis, bem como suas folhas e talos. f) Destinação final dos resíduos de óleos utilizados em frituras e cocções objetivando minimizar impactos negativos ocasionados pela deposição de resíduos de óleo combustível, diretamente na rede de esgotos, a CONCESSIONARIA deverá implantar e manter programas voltados á reciclagem de óleo comestível, tais como destinação e entidades e/ou organizações assistenciais que comprovadamente efetivem o reaproveitamento do óleo para a produção de sabão, etc Dimensionamento As definições aqui descritas deverão fazer parte do PLANO DE TRABALHO e do MANUAL DE BOAS PRÁTICAS de CONCESSIONÁRIA. O controle de qualidade, será feito através de análise bacteriológica. As amostras deverão ser separadas dos alimentos produzidos (incluindo as fórmulas elaboradas no lactário) para análise laboratorial; As amostras da alimentação a ser servida deverão ser separadas diariamente em recipientes esterilizados e mantidos lacrado e sob refrigeração prazo de 72 (setenta e duas) horas, para eventuais análises laboratoriais. Deverá ser efetuado controle bacteriológico/microbiológico da alimentação a ser de suspeita de toxiinfecções alimentares. Durante a execução do serviço a CONCESSIONARIA deverá observar a aceitação, a apresentação e o monitoramento das temperaturas das refeições servidas, para possíveis alterações ou adaptações, visando atendimento adequado, com base na portaria C.V.S nº 6/99 de 10/03/99, com alterações dada pela portaria C.V.S nº 18/08, de 9/9/08 e resolução 2535/2004 ou portaria vigente. A quantidade estimada de refeições para colaboradores (refeitório) para cada um dos hospitais, devem ser incluída no PLANO DE TRABALHO da CONCESSIONARIA, e pode ser programada conforme a tabela abaixo:

157 Tipo de Refeição Funcionários Assistenciais Funcionários Não- Assistenciais Pacientes (90%) Acompanhantes (30%) Total Desjejum Almoço Merenda Jantar Ceia Total Para a realização das atividades, a CONCESSIONARIA deverá apresentar mão de obra adequada para suprir a demanda e cobertura do serviço de funcionamento nas 24 horas, incluindo substituições para caso de folgas, férias e afastamentos. Conforme resolução CFNnº 305/2005 Anexo III Serviço de Nutrição e Dietética (tabela abaixo), considerando que o hospital terá nível de atendimento nutricional terciário, os cálculos para dimensionamento de nutricionistas serão: O dimensionamento da mão de obra operacional composta por copeiras, lactaristas, auxiliares de cozinha, cozinheiros, e auxiliares de serviços gerais, está diretamente relacionado e depende do nível de tecnologia em equipamentos para o preparo e cocção dos alimentos e da quantidade adquirida de alimentos prépreparados pela CONCESSIONARIA, portanto qualquer calculo de quantificação de colaboradores operacionais é desnecessário, pois toda a referencia utilizada para especificação mínima de serviços, terá como referencia a quantidade e a qualidade das refeições servidas, independente do contingente de colaboradores existentes. O PLANO DE TRABALHO e MANUAL DE BOAS PRATICAS onde devem estar contidos os Procedimento Operacional Padrão, previamente homologado pelo PODER

158 CONCEDENTE, deve também indicar a qualificação do pessoal previsto no quadro de pessoal.

159 Desenvolver a cesta de marcas com três opções de consumo para que possa ser utilizada como fator de segurança e qualidade dos produtos.

160 15. Lactário Definição O lactário destina-se a preparação de formas lácteas e alimentação infantil. Para a execução dos serviços, desde a prescrição dietética, recepção dos gêneros e materiais, preparo, porcionamento e envaze, armazenamento, distribuição. Entre as formulas lácteas, destacam-se: A - Fórmulas infantis convencionais: Destinadas a suprir as necessidades nutricionais do lactante nascido a termo, ao longo do primeiro ano de vida. São preparadas com leite maternizado, leite em pó modificado, ou com leite em pó integral em diluições adequadas, acrescias ou não de produtos farináceos, adoçantes ou não de acordo com a padronização do PODER CONCEDENTE. Todos os produtos farináceos a base de arroz ou milho pré-cozido, amido de milho, farinha láctea, flocos de cereais, achocolatados e outros, deverão ser destinados a alimentação infantil. Os adoçantes poderão ser: açúcar, glicose, maltodextrina e adoçantes artificiais, de acordo com a prescrição médica ou do profissional do nutricionista. B - Fórmulas infantis especiais: Manipuladas para melhor adaptação a fisiologia do lactente e suas necessidades especificas: Alimentação de prematuros e/ou recém -nascidos de baixo peso; Alimentação de lactentes com intolerância a lactose, formula infantil isenta d lactose a base de leite de vaca;

161 Alimentação de lactantes, quando necessário evitar o leite de vaca, formula infantil a base de proteína isolada de soja; Alimentação de lactantes com diarréia severa, formula infantil semi -elementar a base de hidrolisado protéico da proteína láctea de soja; Enriquecedor de leite humano para recém -nascidos de baixo peso; Formula elementar com aminoácidos livres de nutrientes completa; Formula infantil para lactentes com regurgitação (formula infantil de maior viscosidade); Leite integral enriquecido como complemento nutricional; Toda a padronização de formulas lacteas estará a cargo do PODER CONCEDENTE; No processo de preparação deverão ser observadas as normas e diretrizes estabelecidas no Manual do Lactario aprovado pelo PODER CONCEDENTE. Deverá ser observado o controle de qualidade, que consistirá basicamente em obter um produto seguro do ponto de vista microbiológico, e adequado do ponto de vista nutricional, com o controle de todas as etapas do processo de produção. O Monitoramento é fundamental desde a higienização pessoal, ambiental, material, manipulação, preparo, identificação e transporte até a distribuição, bem como o controle de temperatura do ambiente, da esterilização, do resfriamento, da refrigeração e do reaquecimento, através de surpevisão técnica, treinamento e reciclagem continua dos funcionários. Todos esses procedimentos técnicos devem ser obrigatoriamente descritos no Manual de Boas Práticas do Lactario, baseado na legislação sanitária vigente, CVS nº 06/99, e alterações da CVS nº 18/08, com as ações corretivas, imediatas ou não, necessários para corrigir os pontos críticos, controlar os perigos e os pontos de controle. Para se obter controle de qualidade adequado de um produto alimentar, recomenda -se a aplicação de boas praticas, em conjunto com a aplicação do método de Analise de Perigos e Pontos Críticos de Controle APPCC, que permite identificar o perigo, determinar o ponto critico e indicar o controle imediato, a partir da confecção de um fluxograma de preparação do alimento.

162 A Concessionária deverá proceder ao teste de eficiência da autoclave mensalmente. É indispensável a presença de um nutricionista (exclusivo do lactario), responsável pela inspeção durante todo o processo de preparo de formulas infantis e outras preparações produzidas no lactario, para garantir a qualidade do produto a ser administrado. Em casos de necessidade deverá providenciar bico especial, bico anatômico, ortodôntico para recém nascido e lactantes com necessidade especial Competências Concessionária À CONCESSIONÁRIA competirá o funcionamento do lactário, conforme os esquemas abaixo representados. A Geral:

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164 B - Limpeza das Mamadeiras:

165 C - Preparação de Fórmulas Lácteas e Dietas Enterais em Pó Pontos de Controle Crítico (PCC)

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167 D - Higienização de Mamadeiras Pontos de Controle Crítico (PCC) - Para a consecução das atividades, a CONCESSIONÁRIA deverá adquirir os bens materiais permanentes e de consumo e contratar pessoal habilitado para executá-las, conforme o dimensionamento no Item Poder Concedente - Comunicar a CONCESSIONARIA das não conformidades ou problemas que possam aumentar a exposição a riscos.

168 15.3. Legislação Vigente Portaria No 400/MS de 6 de dezembro de 1977: dispõe sobre localização e disposição do lactário. Portaria Federal Nº de 12 de maio de 1998 : Estabelece normas para prevenção e o controle das infecções hospitalares. Resolução - RDC nº 307, de 14 de novembro de 2002: Altera a Resolução - RDC nº 50 de 21 de fevereiro de 2002 que dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. Resolução da diretoria colegiada nº. RDC nº. de 171, de 4 de setembro de 2006: Regulamento Técnico para o funcionamento de Bancos de Leite Humano; Resolução - re nº 3.266, de 11 de setembro de 2008: Desinfetantes para lactário Funcionamento Funcionamento 24 horas. De Segunda-Feira a Domingo Detalhamento do Serviço ROTINAS DO LACTARISTA DE PREPARO Conferir a relação diária de dietas enterais e mamadeiras.

169 Paramentar-se, vestindo o gorro, fazer a lavagem e anti-sepsia das mãos e colocar máscaras e avental de isolamento conforme rotina determinada. Verificar quais os itens de dietas, fórmulas lácteas, leite em pó e farináceos que estão em falta no Lactário e solicitar à nutricionista, bem como impressos, insumos e itens da farmácia. Higienizar as bancadas com água e detergente e desinfectar com álcool a 70%. Etiquetar as mamadeiras para o horário, conforme relação diária de dietas. Preparo das mamadeiras Anotar na planilha de controle o horário de início, término de preparo e horário de armazenamento das mamadeiras. Armazenar no refrigerador as mamadeiras preparadas imediatamente após o preparo. Separar os utensílios utilizados no preparo para a higienização. Preencher os impressos próprios de controle das quantidades produzidas. Realizar a leitura dos termômetros dos equipamentos e ambiente e anotar na planilha. HIGIENE DO MANIPULADOR Higiene Pessoal A apresentação do funcionário deve seguir o básico conhecido em relação à higiene corporal, tendo as seguintes recomendações: banho diário, sendo que os pés devem ser bem secos, a fim de evitar aparecimento de micoses; cabelos limpos bem escovados e protegidos; unhas curtas, limpas e sem esmalte (inclusive base); dentes escovados; axilas com desodorante inodoro e sem perfumes; sem maquiagem; sem utilização de adornos (colares, amuletos, pulseiras ou fitas, brincos, relógio, anéis, entre outros); mãos e antebraços com higiene adequada, e homens sem uso de barba, bigode e costeleta.

170 Uniformes Os uniformes devem ser completos, bem conservados e limpos. A troca deve ser diária e usada somente nas dependências internas do serviço. Os sapatos devem ser fechados, em boas condições de higiene e conservação, devendo ser utilizados meias de algodão, de preferência na cor branca. Não devem ser carregados no uniforme: canetas, lápis, batons, escovinhas, cigarros, isqueiros, relógios e outros adornos. Os cabelos devem estar protegidos. Higiene das mãos A técnica para lavagem e anti-sepsia das mãos, descrita posteriormente na Rotina para paramentação, deve ser realizada no início do turno de trabalho e após 6 horas. As demais lavagens das mãos devem ser efetuadas com água e sabão, toda vez que o funcionário entrar no setor, na troca de função e durante a operação de hora em hora, conforme e técnica de lavagem básica : o Umedecer as mãos e antebraços com água evitando encostar na pia; o Colocar nas mãos o sabonete líquido, neutro, inodoro em quantidade suficiente para atingir todas as superfícies da mão. Iniciar a massagem das mãos; o Friccionar as palmas das mãos entre si. o Friccionar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa. o Friccionar a palma das mãos entre si com os dedos entrelaçados. o Friccionar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos e vice-versa. o Friccionar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizandose movimento circular e vice-versa.

171 o Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fazendo um movimento circular e vice-versa. o Friccionar os punhos com movimentos circulares. o Enxaguar retirando todos os resíduos de sabonete. o Secar com papel toalha descartável, aplicar álcool 70% e deixar secar naturalmente.

172 Hábitos pessoais Os hábitos pessoais dos manipuladores são muito importantes em relação ao controle higiênico-sanitario. Não são permitidas dentro do Lactário: o Falar, cantar, assobiar, tossir, cuspir; o Mascar goma, palito, fósforo, chupar balas, comer; o Espirrar, assoar o nariz próximo aos alimentos; o Fazer uso incorreto dos uniformes; o Tocar a touca, mascara, calçados, corpo, uniforme etc, sem higienizar posteriormente as mãos; o Enxugar o suor com as mãos ou qualquer peça da vestimenta; o Manipular dinheiro; o Deixar cair resíduos durante a manipulação; o Fazer uso de utensílios e equipamentos sujos; o Trabalhar diretamente com alimento quando apresentar, por exemplo, ferimentos e/ou se estiver resfriado ou com diarréia. HIGIENE AMBIENTAL Higiene das instalações A higiene das instações deve ser procedida da seguinte maneira: Retirar o excesso de sujidades e/ou recolher resíduos. No caso de pisos, é proibido varrer a seco nas áreas de manipulação.

173 Lavar com água e detergente através de pano ou esponja. Enxaguar com água potável até remoção total do detergente e resíduos. Aplicar o desinfetante hipoclorito de sódio á 200ppm. Secar naturalmente (evita recontaminação e favorece o tempo de contato das soluções desinfetantes). Higiene dos utensílios Utensílios utilizados para o preparo devem ser lavados manualmente com água quente e detergente, e depois enxaguados. Todos os utensílios devem ser levados para esterilização na Central de Materiais esterilizados (CME). Em caso excepcional, em que a CME esteja impossibilitada de fazer a esterilização, deve ser seguida a seguinte rotina: Após higienização, deixar de molho por 15 minutos em diluição de hipoclorito a 1% (20ml para 1 litro), que é retirado na farmácia já diluido. Enxágua-las. Deixá-las secar na posição inversa até escorrer toda a água. Quando estiverem completamente secas armazenaná-las em caixas organizadoras secas, limpas e desinfectadas com álcool a 70%. Higiene dos equipamentos Retirar o excesso de sujidades e/ou recolher resíduos. Equipamentos devem ser desligados da tomada e retiradas as partes móveis para proceder a limpeza adequada.

174 Lavar com água corrente e detergente. No caso de alguns equipamentos, proceder à lavagem a seco através de esponja ou pano umedecido, em solução de água e detergente. Enxaguar em água potável até a remoção total do detergente e resíduos. Alguns equipamentos não podem ser enxaguados, retirar os resíduos de detergente através de enxágua a seco. Aplicar o desinfetante (hipoclorito). Enxaguar superfícies que entram em contato direto com os alimentos que foram desinfetados. Secar naturalmente. O álcool 70% só pode ser utilizado em superfícies que não entram em contato direto com alimentos. ARMAZENAMENTO DE UTENSÍLIOS E EQUIPAMENTOS Os utensílios e equipamentos devem ser guardados em local exclusivo, limpo, seco e protegidos contra poeira. Nada deve estar em contato direto com o piso. Todos os utensílios de limpeza devem ser mantidos suspensos em local próprio. As prateleiras não devem estar revestidas com papel ou panos. ROTINA PARA LIMPEZA DOS REFRIGERADORES Agente: Lactarista. O refrigerador deve ser degelado e limpo semanalmente conforme estipulado em escala própria. Desligar o refrigerador. Retirar os produtos e colocá-los em outro refrigerador.

175 Fazer a limpeza interna e externa com água e sabão neutro ou detergente. Secar. Fazer desinfecção com álcool a 70%. Ligar refrigerador. Recolocar os produtos quando a geladeira atingir a temperatura adequada (até 8º C). Registrar no impresso para leitura da temperatura: Desligada para limpeza.

176 CRONOGRAMA DE LIMPEZA LACTARISTA E COPEIRA

177 CRONOGRAMA DE LIMPEZA COLABORADOR DA LIMPEZA

178 CONTROLE DE ENTRADAS / SAÍDAS E RASTREABILIDADE DE PRODUTOS Todos os produtos e gêneros alimentícios utilizados no Lactário ao serem recebidos do almoxarifado devem ser registrados na Planilha de ESTOQUE os seguintes dados: o Nome comercial; o Data do recebimento; o Lote e validade; o Quantidade recebida; Quando algum produto possuir mais de um lote e validade serão identificados em sua embalagem, bem como na planilha respectiva, os lotes e validades utilizando-se lotes A, B, C (...). Os lotes devem seguir a seqüência cronológica de validade. Receberá o lote A, aquele com menor prazo de validade, ou seja, aquele que deve sair/ser utilizado por primeiro, e assim sucessivamente. Quando da utilização do produto com mais de um lote de validade, as lactaristas deverão registrar a letra do lote no impresso diário de saída de leites e dietas enterais. Deste modo, quando do lançamento diário do consumo nas planilhas, é possível realizar a rastreabilidade de cada produto. Ao final de cada mês serão impressas as planilhas por produto e arquivadas. Quando da abertura das latas deverá ser registrada a data da abertura e o nome do produto. O prazo de validade será de 30 (trinta) dias da data da abertura, quando deverá ser retirado de uso pelo Lactário.

179 15.6. Dimensionamento Pessoal Utensílios Fogão Liquidificador Forno de microondas Extrator de suco Freezer Refrigerador Autoclave Lavadora com jato Carro transporte Estufa Câmaras frias Mesa de aço inox

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