Índice Controle da Carteira de Empréstimos. 3. Pesquisa de mercado de sistemas de. informação gerencial para microfinanças - A3Calyx

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Índice. 2.3. Controle da Carteira de Empréstimos. 3. Pesquisa de mercado de sistemas de. informação gerencial para microfinanças - A3Calyx"

Transcrição

1 Índice 1. Introdução 2 2. Fatores de Qualidade Condições de Aquisição Componentes Controle da Carteira de Empréstimos Contabilidade Integração Relatórios 7 3. Pesquisa de mercado de sistemas de 8 informação gerencial para microfinanças - A3Calyx 10 - Emerge 11 - InfoCred IPC Banker 13 - Saber 14 - Sistema Microcrédito 15 - Promicro 16 - WinCredBank 17 - Portosol Tabela Comparativa 20 Anexo I - Relatórios utilizados por Instituições de Microfinanças 1

2 1. Introdução O objetivo deste documento é prover informação para agentes do segmento de microfinanças, quer sejam instituições com interesse em adquirir sistemas, quer sejam empresas que pretendam desenvolver e oferecer um novo produto a este mercado. A primeira seção apresenta e esclarece alguns conceitos importantes para o entendimento do leitor e oferece uma lista detalhada dos elementos necessários ao desenvolvimento e à operação de um sistema adequado a esta atividade. A segunda seção divulga o resultado de uma breve avaliação dos produtos hoje disponíveis no mercado brasileiro. No Anexo I, são fornecidos exemplos de relatórios que devem ser produzidos por qualquer sistema dedicado a microfinanças. Cabe ressaltar que tanto as fichas de avaliação de mercado como os relatórios, são apresentados de forma objetiva, com a meta de informar o leitor, e não de recomendar o uso de um determinado sistema ou de algum formato específico de relatório. A indústria das microfinanças Entende-se como microfinanceira qualquer tipo de instituição que oferece crédito e outros serviços financeiros a microempreendimentos, ou seja, empresas formais ou informais com até dez trabalhadores. O valor do empréstimo médio para uma carteira de microfinanças, no Brasil, tende a girar em torno de R$1.000,00 podendo variar entre R$100,00 e R$10.000,00. No ano de 1999, por exemplo, o empréstimo médio das carteiras de microfinanças foi de R$ 1.100,00, nas operações apoiadas pelo BNDES. As instituições de microfinanças podem ter várias formas jurídicas: SCM (Sociedade de Crédito ao Microempreendedor), ONG (organização não governamental sem fins lucrativos) 1, Cooperativa de Crédito, Financeira, ou Banco. O gerenciamento de uma instituição de microfinanças é baseado em três princípios chaves: (1) análise de crédito feito com base no perfil do tomador de crédito, utilizando informação sobre o negócio, recolhida in loco, bem como o fluxo de caixa familiar; (2) gestão rigorosa de carteira, visando um indicador de inadimplência, contada a partir de um dia de atraso, que não ultrapasse 5% da carteira em risco e (3) procedimentos operacionais que permitam a máxima redução nos custos de transação. Importância da informação Um bom gerenciamento de informação é fundamental para uma instituição de microfinanças atingir rentabilidade através da eficiência. Deve-se lembrar que sistema de informação, num sentido amplo, refere-se não apenas aos recursos de informática, mas também, e principalmente, ao fluxo de informações dentro de uma instituição o quê, quando e para quem é relatado. 1 As ONGs podem estar constituídas de várias maneiras: associações, fundações e etc. A forma mais adequada de uma ONG operar em microfinanças é como OSCIP (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público). 2

3 Uma das primeiras instituições de microfinanças que atingiu uma escala significativa opera na Indonésia 2. Até recentemente, este banco utilizava um sistema manual. Nesse caso, um dos elementos que facilitou a adoção de um sistema automatizado, e que contribuiu aos benefícios obtidos, foi a boa organização do fluxo de informações dentro da instituição. A importância da informação gerada tem dois planos: um interno e outro externo. Primeiro, a instituição de microcrédito tem que produzir informação a ser utilizada no gerenciamento. Aqui, dados sobre inadimplência, carteira em risco, produtividade e outros se tornam indispensáveis. Segundo, a informação deve ser confiável a fim de permitir a troca entre os agentes envolvidos, tais como: investidores, bancos e etc. Com um fluxo de informações que tem sentido, uma instituição de microfinanças deve poder reduzir significativamente seus custos de transação através do investimento em um sistema informatizado. 2 BRI (Bank Rakyat Indonesia) teve em dezembro de 1995, um total de 2,3 milhões de clientes ativos em sua carteira de microfinanças que correspondia US$ 1,2 bilhões, com um empréstimo médio de US$ 521 e um valor total de poupança de US$ 2,6 bilhões e 14,5 milhões contas. 3

4 2. Fatores de Qualidade para um Sistema de Microfinanças Os fatores apresentados abaixo devem ser considerados no desenvolvimento e operação de um sistema adequado a uma instituição de microfinanças. 2.1 CONDIÇÕES DE AQUISIÇÃO Propriedade Deve ficar claro quem é o dono do sistema, quem é responsável pela manutenção corretiva, pela manutenção legal, e pelas melhorias no sistema. Supõe-se que a melhor instituição para fazer isto seria uma empresa especializada em desenvolvimento de software, com experiência prévia em programas de crédito e com uma base instalada que assegure a sobrevivência da empresa. Em alguns casos, instituições de microfinanças têm desenvolvido sistemas que atendem as necessidades operacionais da atividade, que nem sempre são as mesmas dos bancos. Custos É importante que o preço de um sistema seja baseado em um parâmetro padronizado e reconhecido pelo mercado como, por exemplo, quantidade de usuários simultâneos, volume de transações processadas ou mesmo quantidade de locais de instalação. É prática do mercado a cobrança de uma taxa mensal para o aluguel de um sistema. Deverá ficar claramente estabelecido o que esta taxa cobre, por exemplo, em termos de manutenção do software. Isto permite ao comprador de um sistema avaliar o preço relativo de vários produtos. Suporte O fornecedor deve ter uma estrutura adequada de suporte que pressuponha a absoluta necessidade de oferecer ao usuário a segurança de poder contar com mais do que uma pessoa capaz de dar atendimento. Com o desenvolvimento contínuo da Internet e de maneiras de se comunicar à distância, modalidades de suporte remoto oferecem potencial. O suporte deve ser cobrado. Isto é importante em termos dos sinais que esta cobrança transmite, tanto para o usuário como para o vendedor do sistema: o cliente precisa poder exigir este suporte, e o vendedor precisa reconhecer que este serviço tem um custo para a sua empresa. Base tecnológica É desejável que a linguagem de programação do sistema seja moderna, com ampla aceitação pelo mercado, reduzindo riscos associados tanto quanto à sobrevivência do fornecedor do compilador/interpretador e sua capacidade de assegurar sua 4

5 manutenção adequada, como à existência de profissionais preparados para sua utilização. As bases de dados devem ser fruto de modelagem conceitual metodologicamente correta, produzindo, no caso de sistemas relacionais, tabelas normalizadas, para eliminar redundâncias de dados, entre outros benefícios. Os códigos devem maximizar a flexibilidade. Por exemplo, não deve ser necessário grandes alterações no sistema para mudar a maneira em que os juros são apropriados. Devem-se usar parâmetros sempre quando possível, para maximizar o número de opções do usuário. Deve-se mostrar a qualidade do trabalho nos pequenos detalhes, por exemplo, quanto do tratamento de exceções ou na validação de campos de entrada. Características Gerais O sistema deve propiciar o aumento da produtividade da instituição, sendo harmonizado com o fluxo de trabalho e permitindo também sua transformação e otimização. Por outro lado, não se pode esquecer de duas coisas importantes que um sistema não deve fazer: (1) automatizar um processo ineficiente e desorganizado, e (2) acrescentar trabalho ou forçar a instituição a se adaptar em torno do sistema. O sistema deve estar disponível em português. Segurança O sistema deve ter controle de acesso multinível, para permitir níveis de acesso e segurança diferenciados para diferentes tipos de funcionários, com trilhas de auditoria detalhados que demonstrem quem fez o quê e quando. Deve ser assegurada a integridade dos dados diante de situações anormais, por meio da utilização de instrumentos de recuperação e reinicio, utilização de back-ups, logs, e utilização de redundância no sistema de armazenamento (disk arrays; RAID, etc.). Facilidade de Uso É desejável que o sistema tenha boa apresentação gráfica; Consistência funcional (utilização de uma única metáfora na apresentação em telas e execução de funções, de tal forma que o usuário possa esperar que uma determinada ação produza consistentemente o mesmo resultado); Desenho de sistema que represente claramente a lógica do negócio. 2.2 COMPONENTES Um sistema completo teria todos os componentes listados aqui. No caso de ter apenas alguns desses componentes, teria a capacidade de interação com os sistemas que oferecem as outras funções. No mínimo, é necessário ter um sistema de controle de carteira com interface para um sistema de contabilidade. Se não tiver um gerador de relatórios independente, então se torna ainda mais importante ter a capacidade de produzir todos os relatórios necessários de forma automática (ver Anexo I). A informação 5

6 sobre o cliente e outros indivíduos (por exemplo, avalistas) é uma parte importante do sistema para propósitos ligados à manutenção de histórico, gerenciamento de contatos e objetivos de marketing. Controle de carteira Poupança Contabilidade Informação sobre os clientes Gerador de relatórios Pontuação de crédito (credit scoring) 2.3 CONTROLE DE CARTEIRA DE EMPRÉSTIMOS O controle de carteira de empréstimos é absolutamente crítico em um sistema para microfinanças. Trata-se da ferramenta mais importante no gerenciamento, pois ela definirá a variedade de produtos que a instituição de microfinanças pode oferecer para os seus clientes. A gerência utiliza esta informação tanto para controlar a inadimplência quanto para exigir resultados da sua equipe. Um sistema adequado de controle de carteira precisa utilizar indicadores apropriados para microfinanças. Deve poder trabalhar com múltiplos produtos e fazer uma variedade de cálculos para estabelecer a taxa de juros ou construir um plano de pagamentos. Abaixo estão listados os elementos fundamentais: Acrescentar e ajustar produtos; Relatórios automáticos sobre inadimplência, movimentos de caixa, e produtividade; Para controle da inadimplência: (a) Uso do indicador de carteira em risco. É importante que o sistema possa medir a carteira em risco através do saldo devedor (parcelas atrasadas + parcelas não vencidas). Isto se diferencia da prática de calcular a suposta taxa de inadimplência apenas com base no valor das parcelas atrasadas. (b) Capacidade de medir inadimplência > 1 dia, e a outros intervalos a serem determinados pelo usuário. (c) Acesso fácil ao histórico de pagamento do cliente. É importante poder ter à mão a história de pagamento de todos os empréstimos desde o inicio da sua relação com a instituição. Esta informação sobre o cliente representa uma das maiores riquezas das instituições de microcrédito e deve ser utilizada nos comitês de crédito. (d) Segmentar dados sobre o cliente por região, por agente de crédito, etc. (e) Segmentar dados relativos ao agente de crédito (inadimplência, produtividade e etc.), e (f) Registrar a renegociação de empréstimos e acompanhar o desempenho destes empréstimos, dado que estes carregam um risco maior. 6

7 2.4 CONTABILIDADE A contabilidade, em um sistema para microfinanças, concilia os dados gerados no componente de controle de carteira de empréstimos com dados de outras fontes. As demonstrações contábeis devem ser produzidas de tal forma que possam servir como ferramentas de gestão. O sistema deve operar com um plano de contas padronizado, porém suficientemente flexível para permitir ajustes de acordo às necessidades da instituição. O sistema de contabilidade deve poder separar as diversas atividades ou áreas de operação da instituição em centros de custo, como por exemplo por região, serviço, agente de crédito e etc. Muitos sistemas não têm um componente de contabilidade próprio, mas estão desenhados para se integrar com terceiros. Nestes casos, a instituição de microfinanças escolherá o pacote de contabilidade que melhor se adeque às suas necessidades. 2.5 INTEGRAÇÃO Um sistema onde o componente de controle de carteira está realmente integrado com o sistema de contabilidade terá os seguintes elementos: Ferramenta para análise e controle de liquidez; Cálculo para a apropriação dos juros que concilia automaticamente os dados da carteira com os dados da contabilidade; Sistema de provisões para devedores duvidosos e perdas, que trabalhe com dados da carteira e da contabilidade. 2.6 RELATÓRIOS Um gerador de relatórios à medida da instituição de microfinanças é ferramenta chave no seu gerenciamento. Se o sistema não tiver um gerador de relatórios independente (com os relatórios necessários para a instituição de microfinanças pré-programados), então se torna ainda mais importante ter a capacidade de produzir todos os relatórios necessários automaticamente, de forma fácil e sem amplos conhecimentos de programação. Tendo gerador de relatórios ou não, todo sistema para microfinanças deve atender os seguintes requerimentos: Todos os relatórios devem estar disponíveis ao nível de sucursal, de agente de crédito, e consolidado. A apresentação dos relatórios deve ser consistente com informações padronizadas sobre data de emissão, período de competência, carteira, etc.. Para interface com órgãos responsáveis por controle e fiscalização, os relatórios deverão ser produzidos no padrão indicado pela instituição controladora. Precisa-se de um glossário de termos e cálculos para indicadores. É importante definir os termos utilizados, por exemplo o que se entende por inadimplência, carteira em risco, etc. 7

8 8

9 3. Pesquisa de Mercado de Sistemas de Informação Gerencial para Microfinanças Em geral, no mundo inteiro, existem poucos sistemas de informação para microfinanças que são considerados de qualidade. Para uma pesquisa global feita em 1997, um grupo de consultores enviou questionários para 476 instituições 3. Das instituições que responderam, apenas 10% relataram que utilizavam um sistema 100% automatizado. Desse grupo, menos da metade demonstrou satisfação com seu sistema de informação, relativa às necessidades atuais ou futuras. De um grupo de 25 instituições que pretendiam levar seu próprio produto ao mercado, poucas relataram que seus sistemas tinham a capacidade de acrescentar novos produtos por parte do usuário. Menos de 20% dos sistemas podiam ser adaptados facilmente para produzir novos relatórios. Iniciado no mês de outubro de 1999, este catálogo é produto de um processo de avaliação de sistemas de informação gerencial para microfinanças, relevantes para o Brasil. O processo é contínuo, ou seja, empresas que têm sistemas disponíveis no mercado brasileiro são convidadas a apresentar seus produtos à equipe de diagnóstico. Os sistemas que atendam aos critérios básicos de qualidade serão incluídos neste catálogo. Cabe ressaltar que nenhum dos sistemas existentes está completo. Estes estão sendo continuamente acrescentados, melhorados e adaptados para acompanhar as mudanças no campo das microfinanças. Para a primeira versão do catálogo, foram analisados onze sistemas, dos quais nove cumpriram com os critérios de qualidade. Nos casos onde a estrutura ou arquitetura do sistema não era adequada, os sistemas não foram incluídos no catálogo. Dois sistemas desenvolvidos no exterior, foram incluídos no catálogo, embora não estejam disponíveis no Brasil e nem em português. Considera-se que estes dois sistemas representam resultado de muitos anos de trabalho no campo das microfinanças e no desenvolvimento de sistemas para instituições financeiras. A funcionalidade e integralidade destes sistemas podem e devem servir de referência para o mercado brasileiro. O formulário utilizado para descrever as características dos sistemas, o qual está integrado na tabela comparativa de sistemas na última parte do catálogo, foi desenhado a partir de três tipos de necessidades: (1) Os fatores de importância para a comparação direta dos sistemas, tais como condições de aquisição e manutenção, base tecnológica e estrutura de segurança e integridade. (2) A funcionalidade, que deve fazer parte de um sistema completo, tal como o controle de carteira e a integração entre módulos, em particular com a contabilidade. 3 Foram recebidas apenas 93 respostas. 9

10 (3) As características do fornecedor, para que se possa entender sua atuação e capacitação para o fornecimento de soluções efetivas para sistemas de microfinanças. Foram excluídas informações que correspondessem a avaliações de natureza demasiadamente subjetiva, tais como a qualidade da programação ou a flexibilidade do sistema. Supõe-se que uma boa leitura do catálogo permite concluir sobre os aspectos de qualidade que lhe importam. De qualquer maneira, recomenda-se que o leitor aprofunde suas próprias conclusões. A seguir são apresentados nove sistemas pesquisados: 10

11 A3 Calyx O sistema A3 Calyx é produto da parceria entre a Catholic Relief Services (CRS) e a Calyx Software. A CRS é uma organização internacional, sem fins lucrativos, que trabalha, há mais de trinta anos, com programas de desenvolvimento de microempresas com o objetivo de diminuir a pobreza. O programa de microcrédito da CRS utiliza a metodologia de bancos comunitários e opera em 24 países, atendendo aproximadamente a clientes. Os programas da CRS também estão voltados à promoção de planos de poupança bem como de atividades de capacitação e educação para o microempreendedor. Em 1998, a CRS se associou com a Calyx Software para o desenvolvimento, venda e distribuição mundial de um sistema para microfinanças. O sistema é de propriedade da Calyx, sendo que as fontes e códigos são propriedade de ambas as empresas. Estima-se que o custo de desenvolvimento do programa tenha sido de aproximadamente US$ 500 mil. O preço do sistema é de US$ por estação, podendo variar dependendo da quantidade de sistemas vendidos e do número de usuários. A manutenção, incluindo correções, está incluída no preço para o primeiro ano. A partir do 2º ano varia em torno de 15% do valor de venda. O sistema não é vendido nem mantido no Brasil. Seis escritórios no mundo prestam serviços de manutenção, existindo diversos tipos de contratos, suporte por telefone e visita cobrada à parte. 11

12 Emerge Advanced Version 1 Decentralized Banking Solutions (DBS) A Decentralized Banking Solutions (DBS), é uma subsidiária especializada em informática para microfinanças da Global Technology South Africa (Glotec), uma empresa de tecnologia sul-africana que atua no mercado há mais de 10 anos. A Glotec e a DBS fazem parte do Temenos Group, com 18 escritórios internacionais e parceiros mundiais. O Emerge foi desenvolvido pela DBS, com base no sistema da Temenos para bancos. O sistema, as fontes e códigos são propriedade do Temenos. Estima-se que o custo de desenvolvimento do sistema tenha sido em torno de US$ 3 milhões. Este é um sistema especializado para instituições financeiras e inclui todos os sistemas técnicos para gerenciar um banco comercial. O custo do sistema é de US$ 5 mil por estação. Estima-se que a manutenção corretiva é 20% do custo do sistema, pago anualmente. A manutenção legal não está incluída. Caso haja interesse de instituições brasileiras, o sistema de suporte no Brasil poderá ser oferecido por distribuidoras locais que serão treinadas para este efeito. 12

13 InfoCred 2000 Sistema de gerenciamento de microcréditos O sistema InfoCred 2000 foi desenvolvido por encomenda da CEAPE Nacional (sistema brasileiro de instituições de microcrédito, conhecidas como CEAPEs, Centro de Apoio aos Pequenos Empreendimentos). Este sistema é filiado à rede latino-americana ACCION Internacional, ONG com base nos Estados Unidos, cuja missão é maximizar a oferta de crédito às microempresas das Américas em escala massiva e de maneira autosustentável. A CEAPE Nacional, conta atualmente com 13 membros e sua carteira total constitui a maior carteira de microfinanças no Brasil. Em dezembro de 1999 registrou-se clientes ativos e o montante total de sua carteira ativa foi de R$ 17,8 milhões. O Sistema CEAPE fortalece cada uma das instituições filiadas, através de cursos de capacitação, consultorias, intercâmbios, etc. Estes serviços são cobrados, sendo que cada membro contribui todo mês com uma porção de suas receitas de juros. O sistema InfoCred 2000, bem como as fontes e códigos, são propriedade da CEAPE Nacional e apesar de estar sendo implantado em alguns CEAPEs, não foram anunciados detalhes de um plano de comercialização e por isso não se tem o preço do sistema. Os serviços de manutenção e suporte, normalmente fazem parte dos serviços do Sistema CEAPE para as suas filiadas. 13

14 IPC BANKER IPC (Internationale Projekt Consult) é uma empresa alemã de consultoria especializada em microfinanças. O sistema desenvolvido pela IPC foi um dos primeiros especializados em microfinanças a ser vendido internacionalmente. Estima-se que o custo de desenvolvimento foi de US$ 500 mil a US$ 1 milhão. Normalmente, a IPC só vende o comercializa para instituições que estão utilizando seus serviços de consultoria a longo prazo. Algumas das melhores instituições de microfinanças no mundo vêm trabalhando com este sistema. Essas instituições, por serem clientes prioritárias da IPC, dispõem de serviço de suporte de alta qualidade e são as primeiras a se beneficiarem de novas versões e melhorias no sistema. Algumas instituições que já não trabalham mais com a IPC, (Centenary Bank na Uganda e Vivacred no Brasil) estão avaliando novos sistemas, alegando que este não atende mais as suas necessidades. No momento, a propriedade das fontes e códigos é da IPC e KFW, mas está sendo disputada na justiça. O sistema só pode ser comprado com contrato de consultoria acima de US$ A manutenção faz parte do contrato de consultoria. Quando este expira, pode ser feito um preço especial para suporte, como é o caso da VivaCred que paga US$ 1.000/ano por este serviço. A manutenção legal não está incluída e o custo de manutenção de novas implementações é variável. O sistema não conta com esquema de suporte no Brasil, mas existe suporte remoto atendido por técnico que fale espanhol. A IPC está desenvolvendo um sistema novo. Ao terminá-lo, em 2001, estima-se que a empresa terá investido em torno de US$2 milhões. O novo sistema é resultado de uma longa e profunda experiência na indústria e proporciona à empresa ser um dos maiores concorrentes na área. A nova versão estará escrita em C++ com acesso a um sistema de banco de dados aberto. 14

15 Saber A SABER é uma organização não governamental, sem fins lucrativos que tem como objetivo promover o desenvolvimento de políticas públicas e sociais no Brasil, oferecendo soluções para a elaboração, implantação e avaliação de projetos, programas e políticas, com o objetivo de contribuir para o fortalecimento da cidadania. Dentro desta realidade, a SABER iniciou o processo de desenvolvimento de um sistema que visa atribuir segurança a programas de crédito assistido de organizações que não façam parte do sistema financeiro tradicional. Utiliza a arquitetura Client/Server com base de dados em SQL Server 7.0 e aplicativo desenvolvido com tecnologia orientada a objeto através do Delphi 4, necessitando de um ambiente de rede baseado em MS Windows NT Server 4 e estações com MS Windows95/98. O Software ainda se encontra em fase de desenvolvimento principalmente nas implementações contábeis e controle de caixa. 15

16 Sistema Microcrédito - Função Informática A Função Informática é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento, venda, e manutenção de sistemas para bancos e financeiras. A maioria de seus clientes é financeira, e seus sistemas atendem às necessidades de instituições que prestam serviços de crédito para capital de giro, crédito direto ao consumidor, financiamento de veículos e leasing. Recentemente a Função desenvolveu um produto para instituições de microfinanças, encomendado pela RioCred, instituição de microfinanças no Rio de Janeiro. As fontes e códigos do Sistema Microcrédito são propriedade da Função Informática. A Função está interessada em penetrar ainda mais no mercado das microfinanças e sua longa experiência no setor de crédito, resultou em um processo relativamente fácil de adaptação de seu produto. Na data desta avaliação, a RioCred era a única cliente da Função na área de microfinanças, e ainda estava no processo de implantação do novo sistema, o que torna prematuro julgar seu nível de satisfação. O que se pode constatar é que o produto da Função inclui alguns elementos importantes para o mercado brasileiro, por exemplo, a capacidade de comunicação eletrônica com sistemas de bancos. O preço de compra do sistema é de R$5.000,00 a R$10,000,00, dependendo das necessidades do cliente. O sistema também pode ser alugado por R$1.500,00 mensais. A manutenção está incluída, inclusive a manutenção legal. O sistema conta com esquema de suporte remoto no Brasil, conexão por modem, help desk, e deslocamento do analista da Função. 16

17 Sistema Promicro Visão Mundial A Visão Mundial é uma organização internacional, sem fins lucrativos, criada para melhorar a situação de crianças pobres. Com o tempo, a organização desenvolveu programas de desenvolvimento comunitário e econômico, incluindo o microcrédito. Operando no Brasil desde 1975, a Visão Mundial atualmente opera em 3 sucursais de microcrédito (Recife, Salvador e Montes Claros), atendendo a clientes. Contando com uma infra-estrutura de sistemas de qualidade, a Visão Mundial desenvolveu seu próprio sistema de informação gerencial para microcrédito, ao custo de, aproximadamente, US$ 35 mil. Ela pretende oferecer serviços de informática para outras instituições de microfinanças, tais como aquelas que não têm recursos para desenvolver seu próprio sistema. A Visão Mundial poderá vir a oferecer não apenas o sistema, mas também serviço de administração de dados. O Sistema Promicro, bem como as fontes e códigos, são propriedade da Visão Mundial, que não anunciou um plano de comercialização do sistema. Por isso nem o preço do sistema nem os termos do contrato de suporte estão disponíveis. O sistema atual conta com esquema de suporte no Brasil, remoto, atendido por três pessoas. 17

18 WinCred Bank Suporte Informática Ltda. A Suporte Informática é uma empresa brasileira, fundada em 1986, especializada no desenvolvimento, venda e manutenção de sistemas para cooperativas de crédito e de trabalho. Recentemente o sistema WinCredBank foi vendido para o seu primeiro cliente de microfinanças, o Banco do Povo de Juiz de Fora. Como na data da pesquisa o processo de adaptação e implantação do novo sistema, ainda se encontrava em desenvolvimento, não há um diagnóstico da satisfação do cliente. Deve ser ressaltado que o produto da Suporte Informática é capaz de se comunicar eletronicamente com sistemas de bancos. As fontes e códigos do WinCredBank são propriedade da Suporte Informática. O sistema é vendido em módulos e oferecido em duas versões. O preço do sistema com os módulos básicos da versão lite (com Access) é de R$3.900,00 e a estação adicional é de R$1.400,00. O custo dos módulos básicos da versão NT (MSSQL) é de R$5.665,00 e a estação adicional R$1.750,00. O sistema conta com suporte no Brasil. O atendimento pode ser feito por conexão local, interurbana ou Internet. 18

19 Portosol A Portosol, uma das instituições de microfinanças mais conhecidas no Brasil, desenvolveu um sistema, desenhado com base em sua experiência operacional, sob encomenda de uma empresa privada, a Partner. As fontes e códigos são de propriedade da Portosol, que vendeu este sistema para aproximadamente dezoito outras instituições brasileiras de microfinanças, entre elas, a Blusol, uma ONG especializada nesta área, cuja versão serviu de base para esta avaliação. Entre as características, vale ressaltar a possibilidade de trabalhar com laptop ou agenda eletrônica para o reconhecimento de dados por parte dos agentes de crédito. O sistema pode ser adquirido a partir de R$15.000,00. A Partner presta serviços de suporte, feito através do telefone por um técnico de Porto Alegre, e manutenção. O atendimento remoto está incluído no preço, entretanto para manutenção legal e novas implementações, o custo varia de acordo com as necessidades de cada cliente. A Portosol já está desenvolvendo uma nova versão deste sistema utilizando outras ferramentas tais como: Linguagem VB7, Banco de Dados SQL7 e sistema de ajuda help. Esta versão apresentará novas características, entre elas, manutenção legal gratuita, se estiver no prazo de garantia de um ano, interface gráfica, contabilidade própria, capacidade de comunicação eletrônica com bancos, maior flexibilidade em termos de oferecer diversas opções para cálculo de juros e freqüência de pagamentos, contrair planos de pagamentos não convencionais, registrar renegociação de empréstimos, armazenar informações e documentos de clientes, integrar-se automaticamente com postos de trabalho e etc. 19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

32

33

34

35

Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado. O Caso CREDIAMIGO

Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado. O Caso CREDIAMIGO Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado O Caso CREDIAMIGO Conceitos Microfinanças: todos os serviços financeiros para populações de baixa renda, inclusive financiamento ao

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

FINANCEIROS FUNCIONALIDADES

FINANCEIROS FUNCIONALIDADES Os aplicativos financeiros da MPS - Contas a Receber, Contas a Pagar e Fluxo de Caixa - são utilizados por diversos clientes e possuem todas as funcionalidades operacionais necessárias, além de opções

Leia mais

Área de Inclusão Social Departamento de Economia Solidária

Área de Inclusão Social Departamento de Economia Solidária Atuação no Microcrédito Produtivo Programas de Apoio ao Microcrédito Produtivo Programa de Crédito Produtivo Popular PCPP Programa de Microcrédito PM Programa de Microcrédito PMC 1996 1997 2003 2004 2005...

Leia mais

Banco Público Federal com Departamento Especializado em Microcrédito

Banco Público Federal com Departamento Especializado em Microcrédito Banco Público Federal com Departamento Especializado em Microcrédito CREDIAMIGO - A experiência de Microfinanças do Banco do Nordeste II Encontro Internacional sobre regulação e supervisão em Microfinanças

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

V Seminário Banco Central sobre Microfinanças

V Seminário Banco Central sobre Microfinanças V Seminário Banco Central sobre Microfinanças - Depoimento sobre criação de SCM - Motivos que levaram a decisão de criar - Bases e Princípios que precisam ser levados em conta - O que a experiência tem

Leia mais

OPINIÃO DOS ATORES. Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira. Do microcrédito às microfinanças Monica Valente. Microcrédito

OPINIÃO DOS ATORES. Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira. Do microcrédito às microfinanças Monica Valente. Microcrédito OPINIÃO DOS ATORES Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira Do microcrédito às microfinanças Monica Valente Microcrédito Tânia Machado Microcrédito como instrumento de desenvolvimento econômico e

Leia mais

Edital 1/2014. Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica

Edital 1/2014. Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica Edital 1/2014 Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica A (PoloSul.org) torna pública a presente chamada e convida os interessados para apresentar propostas de incubação

Leia mais

BancoEstado ganha eficiência de dados e mais rapidez no desenvolvimento de sistemas com CA ERwin

BancoEstado ganha eficiência de dados e mais rapidez no desenvolvimento de sistemas com CA ERwin CUSTOMER SUCCESS STORY BancoEstado ganha eficiência de dados e mais rapidez no desenvolvimento de sistemas com CA ERwin PERFIL DO CLIENTE Setor: Serviços Financeiros Organização: BancoEstado de Chile Funcionários:

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

oftware Totvs, Linx e Crivo foram os Destaques do Ano entre as empresas desenvolvedoras de software de grande, médio e pequeno portes, de acordo com

oftware Totvs, Linx e Crivo foram os Destaques do Ano entre as empresas desenvolvedoras de software de grande, médio e pequeno portes, de acordo com 73 oftware Totvs, Linx e Crivo foram os Destaques do Ano entre as empresas desenvolvedoras de software de grande, médio e pequeno portes, de acordo com os dados de balanço analisados pela equipe do Anuário

Leia mais

Circular de Oferta 5102/ sto Ago

Circular de Oferta 5102/ sto Ago Circular de Oferta Agosto / 2015 Índice Introdução 03 Quem Somos 04 Como funciona o negócio 05 Vantagens de ser constituir uma agência 06 Produtos e serviços 07 Ferramentas de apoio 08 Atividades desempenhadas

Leia mais

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES 1. INTRODUÇÃO Referente à elaboração e divulgação de informações pelas instituições administradoras dos Fundos de Investimento Imobiliário, para o mercado de valores mobiliários e encaminhamento à Comissão

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO

MANUAL DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO MANUAL DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO Ano 2011 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Estrutura de Gerenciamento do Risco de Crédito... 4 2. Estrutura Organizacional e suas Competências... 4 2.1 Diretoria...

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP

DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP sistema para gerenciamento de instituições de ensino DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP Nossa Empresa A Sponte Informática é uma empresa brasileira, localizada em Pato Branco, cidade considerada pólo

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Introdução. O que é Serviços de Terminal

Introdução. O que é Serviços de Terminal Introdução Microsoft Terminal Services e Citrix MetaFrame tornaram-se a indústria padrões para fornecer acesso de cliente thin para rede de área local (LAN), com base aplicações. Com o lançamento do MAS

Leia mais

MICROFINANÇAS. Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil

MICROFINANÇAS. Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil MICROFINANÇAS Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil

Leia mais

Guia de Special Bids Parceiros Comerciais IBM

Guia de Special Bids Parceiros Comerciais IBM IBM Guia de Special Bids Parceiros Comerciais IBM Esclarecer dúvidas sobre as documentações que devem ser mantidas como backup quando solicitado um Special Bid. IBM Fevereiro de 2015 Índice 1- Objetivo

Leia mais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental

Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental O momento certo para incorporar as mudanças A resolução 4.327 do Banco Central dispõe que as instituições

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO 154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 16 a 20 de junho de 2014 Tema 5.8 da Agenda Provisória CE154/27 5 de maio de 2014 Original: inglês SITUAÇÃO DO PROJETO PARA A MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 2. Finanças 2.1 Orçamento anual integrado Objetivo: Melhorar

Leia mais

Sicredi aprimora monitoramento de data center com o CA Data Center Infrastructure Management

Sicredi aprimora monitoramento de data center com o CA Data Center Infrastructure Management CUSTOMER SUCCESS STORY Sicredi aprimora monitoramento de data center com o CA Data Center Infrastructure Management PERFIL DO CLIENTE Indústria: Serviços Financeiros Empresa: Sicredi Funcionários: 12.000+

Leia mais

Obrigado por adquirir o FOCUS 10!

Obrigado por adquirir o FOCUS 10! Obrigado por adquirir o FOCUS 10! Somos do setor de apoio à implantação do software de Gestão Óptica - Focus 10. Daremos todo o suporte remoto, para os primeiros dos muito importantes passos a serem dados

Leia mais

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS Visando a redução de riscos nos investimentos internacionais, além de ter mais facilidade de comunicação internacional no mundo dos negócios, com o uso de

Leia mais

MICROCREDITO. 1.2.1 Beneficiários:

MICROCREDITO. 1.2.1 Beneficiários: MICROCREDITO 1 OBJETIVO Conceder crédito ágil, desburocratizado, acessível e adequado aos empreendedores dos setores formal e informal, excluídos da política do sistema financeiro tradicional, auxiliando-os

Leia mais

1.Introdução. 2. Posicionamento

1.Introdução. 2. Posicionamento 1.Introdução 1.1 Finalidade Este documento tem o objetivo de demonstrar as necessidades e problemas que a rede de clínicas de vacinação IMUNIZA encontra em seu dia a dia, propondo após um levantamento

Leia mais

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade III GOVERNANÇA DE TI

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade III GOVERNANÇA DE TI Profa. Gislaine Stachissini Unidade III GOVERNANÇA DE TI Information Technology Infrastructure Library ITIL Criado pelo governo do Reino Unido, tem como objetivo a criação de um guia com as melhores práticas

Leia mais

E-BOOK GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES. Excellence Software (19) 2512-1411 Campinas-SP

E-BOOK GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES. Excellence Software (19) 2512-1411 Campinas-SP E-BOOK GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES Excellence Software (19) 2512-1411 Campinas-SP ÍNDICE Introdução Planejamento Financeiro Gestão do Fluxo de Caixa Gestão por Centros de Custo Otimizando o seu

Leia mais

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte IBM Global Technology Services Manutenção e suporte técnico Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte Uma abordagem inovadora em suporte técnico 2 Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável

Leia mais

Os integrantes do projeto foram a equipe de Coordenação da Arrecadação SRF 8ª Região Fiscal e a equipe de Desenvolvimento do SERPRO/SUNAT/ATSPO.

Os integrantes do projeto foram a equipe de Coordenação da Arrecadação SRF 8ª Região Fiscal e a equipe de Desenvolvimento do SERPRO/SUNAT/ATSPO. Experiência: Sistema de Cálculo de Acréscimos Legais SICALC Instituição responsável : Secretária da Receita Federal SRF. Os integrantes do projeto foram a equipe de Coordenação da Arrecadação SRF 8ª Região

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Ementa Introdução a Banco de Dados (Conceito, propriedades), Arquivos de dados x Bancos de dados, Profissionais de Banco de dados,

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI

Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Para competir com eficácia, as empresas da atualidade precisam se adaptar a um ambiente tecnológico que sofre rápidas mudanças.

Leia mais

Seja um parceiro Xact Tecnologia e ofereça ao mercado nossas soluções, voltadas para gerenciamento total dos processos críticos do negócio.

Seja um parceiro Xact Tecnologia e ofereça ao mercado nossas soluções, voltadas para gerenciamento total dos processos críticos do negócio. Seja um parceiro Xact Tecnologia e ofereça ao mercado nossas soluções, voltadas para gerenciamento total dos processos críticos do negócio. Participe da rede de distribuição dos produtos exclusivos da

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento Aumente a eficiência de seu negócio O Versa é um poderoso software de gestão de negócios para editoras, distribuidoras e livrarias. Acessível e amigável, o sistema foi desenvolvido especificamente para

Leia mais

1. Esta Norma deve ser aplicada na contabilização dos custos dos empréstimos.

1. Esta Norma deve ser aplicada na contabilização dos custos dos empréstimos. NBC TSP 5 Custos de Empréstimos Objetivo Esta Norma indica o tratamento contábil dos custos dos empréstimos. Esta Norma geralmente exige o reconhecimento imediato no resultado do exercício dos custos dos

Leia mais

Senior Solution (SNSL3) Conhecendo a empresa

Senior Solution (SNSL3) Conhecendo a empresa Análise XP Fundamentos Senior Solution (SNSL3) Conhecendo a empresa A Empresa A Senior Solution está presente, há mais de 17 anos, no segmento de Tecnologia da Informação no mercado brasileiro, sendo uma

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

Governança de T.I. Professor: Ernesto Junior E-mail: egpjunior@gmail.com

Governança de T.I. Professor: Ernesto Junior E-mail: egpjunior@gmail.com Governança de T.I Professor: Ernesto Junior E-mail: egpjunior@gmail.com Information Technology Infrastructure Library ITIL ITIL é um acrônimo de Information Technology Infraestruture Library. Criado em

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2012.

PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2012. PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de. ACRESCENTA A ARQUITETURA DE PADRÕES TECNOLÓGICOS DE INTEROPERABILIDADE -, NO SEGMENTO RECURSOS TECNOLÓGICOS, O PADRÃO TECNOLÓGICO SISTEMAS DE GERENCIAMENTO

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

BNB - Segmentação de Clientes

BNB - Segmentação de Clientes BNB - Segmentação de Clientes Grande Pirâmide dos Empreendedores (Formais ou Informais) FORMAL Médio Pequeno MICROEMPRESA INFORMAL EMPREENDEDOR URBANO EMPREENDEDOR RURAL SERVIÇO INDÚSTRIA COMÉRCIO ATIVIDADES

Leia mais

Principais Novidades Abril/2013 a Junho/2013

Principais Novidades Abril/2013 a Junho/2013 Principais Novidades Abril/2013 a Junho/2013 Sumário 1. Ambiente Group Shopping... 3 2. Alteração na Tela de Contratos e Controle de Edições... 7 3. Propagação de Contratos... 10 4. Configuração de Impressora

Leia mais

REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Destaque

REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Destaque REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Destaque Walter Douglas Stuber e Adriana Maria Gödel Stuber WALTER DOUGLAS STUBER é sócio fundador de Amaro, Stuber e Advogados Associados, e ADRIANA MARIA GÖDEL é advogada

Leia mais

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA.

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. SANKHYA. A nova geração de ERP Inteligente. Atuando no mercado brasileiro desde 1989 e alicerçada pelos seus valores e princípios,

Leia mais

PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA

PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho da Comissão de Normas

Leia mais

ANEXO III ESPECIFICAÇÃO REQUERIDA DO SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA.

ANEXO III ESPECIFICAÇÃO REQUERIDA DO SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA. EDITAL CONCORRÊNCIA 01/2015 ANEXO III ESPECIFICAÇÃO REQUERIDA DO SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA. Este Anexo apresenta as especificações requeridas para o Sistema de Bilhetagem Eletrônica SBE a ser implantado

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Gerenciamento de Incidentes

Gerenciamento de Incidentes Gerenciamento de Incidentes Os usuários do negócio ou os usuários finais solicitam os serviços de Tecnologia da Informação para melhorar a eficiência dos seus próprios processos de negócio, de forma que

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DÉBORA DE MEIRA PADILHA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DÉBORA DE MEIRA PADILHA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DÉBORA DE MEIRA PADILHA PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE PERGAMUM NA ESCOLA BÁSICA DR. PAULO FONTES Florianópolis

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Cultura Inglesa São Paulo automatiza backup diário em 18 unidades com arcserve

Cultura Inglesa São Paulo automatiza backup diário em 18 unidades com arcserve CASO DE SUCESSO Julho 2014 Cultura Inglesa São Paulo automatiza backup diário em 18 unidades com arcserve PERFIL DO CLIENTE Setor: Educação Organização: Cultura Inglesa São Paulo EMPRESA DESAFIO SOLUÇÃO

Leia mais

BANGLADESH E O SEU BANCO COMUNITÁRIO Carlos Daniel Baioto*

BANGLADESH E O SEU BANCO COMUNITÁRIO Carlos Daniel Baioto* BANGLADESH E O SEU BANCO COMUNITÁRIO Carlos Daniel Baioto* *Carlos Daniel Baioto é professor de pós-graduação em gestão cooperativa na Unisinos, São Leopoldo, RS. É consultor nas áreas de projetos de tecnologias

Leia mais

COMERCIAL) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. E-

COMERCIAL) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. E- 2014 ÍNDICE 1. Cadastros básicos 2. Módulos básicos (Incluso em todas as versões) CMC BASE 3. Agenda 4. Arquivos 5. Empresas ou Cadastros de empresas 6. Pessoas ou cadastro de pessoas 7. Módulos que compõem

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

PRÊMIO FINEP DE INOVAÇÃO

PRÊMIO FINEP DE INOVAÇÃO PRÊMIO FINEP DE INOVAÇÃO Objetivo: O Prêmio FINEP de Inovação foi criado para reconhecer e divulgar esforços inovadores realizados por empresas, Instituições Científicas e Tecnológicas - ICTs e inventores

Leia mais

Globalweb otimiza oferta e entrega de serviços a clientes com CA AppLogic

Globalweb otimiza oferta e entrega de serviços a clientes com CA AppLogic CUSTOMER SUCCESS STORY Globalweb otimiza oferta e entrega de serviços a clientes com CA AppLogic PERFIL DO CLIENTE Indústria: Serviços de TI Companhia: Globalweb Outsourcing Empregados: 600 EMPRESA A Globalweb

Leia mais

como instrumento de desenvolvimento

como instrumento de desenvolvimento OPINIÃO DOS ATORES Microcrédito como instrumento de desenvolvimento econômico e social Rita Valente* 1. Introdução A experiência do Banco do Nordeste com o programa de crédito popular CrediAmigo, implementado

Leia mais

Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé

Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé 1. Objetivo O presente guia tem como objetivo orientar o empreendedor a como preencher o Formulário de Pré-proposta para financiamento, item fundamental para início

Leia mais

Contrato de Suporte End.: Telefones:

Contrato de Suporte End.: Telefones: Contrato de Suporte Contrato de Suporte Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter disponibilidade dos recursos

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED Implantação de um Sistema de GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos Importância do GED O GED tem uma importante contribuição na tarefa da gestão eficiente da informação; É a chave para a melhoria da

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA 1- INTRODUÇÃO O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, por meio do Decreto nº 5.212, de 22 de setembro de 2004, teve o seu Estatuto Social alterado

Leia mais

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One.

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Neste tópico, responderemos à pergunta: O que é o Business One? Definiremos o SAP Business One e discutiremos as opções e as plataformas disponíveis para executar

Leia mais

Tema 6: Atuaçã. Análise da atuaçã Comparaçã. ção o com outros países

Tema 6: Atuaçã. Análise da atuaçã Comparaçã. ção o com outros países Tema 6: Atuaçã ção o Das Entidades Não-reguladasN Análise da atuaçã ção o das entidades não-reguladas n brasileiras: Comparaçã ção o com outros países Visão o de futuro para essas entidades. VII Seminário

Leia mais

CONSULTA AO MERCADO RFI REQUEST FOR INFORMATION CONSOLIDAÇÃO DE DÚVIDAS APRESENTADAS

CONSULTA AO MERCADO RFI REQUEST FOR INFORMATION CONSOLIDAÇÃO DE DÚVIDAS APRESENTADAS CONSULTA AO MERCADO RFI REQUEST FOR INFORMATION CONSOLIDAÇÃO DE DÚVIDAS APRESENTADAS 1. Dúvidas Gerais Pergunta: Os processos e metodologias de avaliação de riscos do Banco estão definidos e implantados?

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 Regulamenta as linhas de crédito dos Programas de Geração de Emprego e Renda na área Urbana - PROGER Urbano Investimento. O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

compromisso com a segurança além da excelência Eficiência operacional conformidade do subcontratado gestão de registros saúde e segurança

compromisso com a segurança além da excelência Eficiência operacional conformidade do subcontratado gestão de registros saúde e segurança desempenho em segurança gestão de competências controle de acesso compromisso com a segurança além da excelência Eficiência operacional conformidade do subcontratado gestão de registros saúde e segurança

Leia mais

FGO e FGI. Fundos garantidores de risco de crédito Como as micro, pequenas e médias empresas podem se beneficiar. 2ª Edição

FGO e FGI. Fundos garantidores de risco de crédito Como as micro, pequenas e médias empresas podem se beneficiar. 2ª Edição FGO e FGI Fundos garantidores de risco de crédito Como as micro, pequenas e médias empresas podem se beneficiar 2ª Edição Brasília 2010 Sumário Apresentação 5 5 1 O que é o fundo garantidor de risco de

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

Sicredi Aprimora Monitoramento de Data Center Com o CA DCIM

Sicredi Aprimora Monitoramento de Data Center Com o CA DCIM CUSTOMER SUCCESS STORY SETEMBRO 2013 Sicredi Aprimora Monitoramento de Data Center Com o CA DCIM CUSTOMER LOGO HERE EMPRESA O Sicredi é um dos maiores sistemas de crédito cooperativo do Brasil. Presente

Leia mais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais Byte Software POLÍTICA COMERCIAL Parceiros Comerciais 2013 1. Apresentação Este guia descreve o Programa de Parceria Byte Software através de uma estrutura básica, incluindo como participar e, ainda, uma

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS. A decisão de automatizar

A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS. A decisão de automatizar A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS A decisão de automatizar 1 A decisão de automatizar Deve identificar os seguintes aspectos: Cultura, missão, objetivos da instituição; Características

Leia mais

Por que utilizar o modelo ITIL

Por que utilizar o modelo ITIL Por que utilizar o modelo ITIL... O que não é definido não pode ser controlado... O que não é controlado não pode ser medido... O que não é medido não pode ser melhorado Empregado para definir, controlar,

Leia mais

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública 14 Capítulo IX Sistemas de gestão da iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* Conforme apresentado no capítulo anterior, uma das oportunidades de melhoria na iluminação pública justamente refere-se

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural 1. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural no bioma Amazônia... 2 2. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento

Leia mais

Está vedada a participação das empresas e instituições que tenham sido vencedoras regionais e nacionais no Prêmio FINEP de Inovação 2009.

Está vedada a participação das empresas e instituições que tenham sido vencedoras regionais e nacionais no Prêmio FINEP de Inovação 2009. Regulamento O Prêmio FINEP de Inovação foi criado para reconhecer e divulgar esforços inovadores realizados por empresas, Instituições Científicas e Tecnológicas - ICTs e inventores brasileiros, desenvolvidos

Leia mais

C o n s o l i d a ç ã o

C o n s o l i d a ç ã o Comparações entre Práticas Contábeis IAS 22 e 27 SIC 12 e 33 Pontos-chave para comparar diferenças ARB 51, APB 18, SFAS 94, 125 e 140 EITFs 90-15, 96-16, 96-20, Topic D-14, 96-21, 97-2, C51 FIN 46R D i

Leia mais

São Paulo, 25 de abril de 2013.

São Paulo, 25 de abril de 2013. São Paulo, 25 de abril de 2013. Discurso do diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania, Luiz Edson Feltrim, na SME Banking Conference 2013 1 Dirijo saudação especial a Sra. Ghada Teima, IFC Manager

Leia mais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais/CVB s

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais/CVB s Byte Software POLÍTICA COMERCIAL Parceiros Comerciais/CVB s 2013 1. Apresentação Este guia descreve o Programa de Parceria Byte Software através de uma estrutura básica, incluindo como participar e, ainda,

Leia mais

Palavras-chave: Controles gerenciais, Informações, Informatização.

Palavras-chave: Controles gerenciais, Informações, Informatização. DESENVOLVIMENTO DE CONTROLES GERENCIAIS EM LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI UM ESTUDO DE CASO Jazmín Figari de la Cueva (G-UEM) Vitor Nogame (G-UEM) José Braz Hercos Junior (UEM) Resumo A Adecon-Empresa

Leia mais