ARTIGO: GT 10: Linguagem, modelos e tecnologia Juarez Marques de Lacerda CEFET/MG Carlos Fernando de Araújo Jr. Universidade Cruzeiro do Sul.

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1 1 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS EM TICS: REFLEXÕES SOBRE MODELOS DE COMPETÊNCIAS E SUAS RELAÇÕES COM A PROFISSÃO, A PARTIR DE UMA PESQUISA ENTRE ALUNOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ARTIGO: GT 10: Linguagem, modelos e tecnologia Juarez Marques de Lacerda CEFET/MG Carlos Fernando de Araújo Jr. Universidade Cruzeiro do Sul Resumo O estudo e aplicação de conceitos ligados a Habilidades e Competências, tanto em empresas quanto no meio acadêmico, em geral carecem de uniformidade nas definições e classificações dos componentes dos modelos propostos, alguns dos quais gerando questionamentos quanto à validade, oportunidade e eficácia do seu aproveitamento. Muitos autores nacionais e estrangeiros apresentam os conceitos ligados a Habilidades e Competências e propõem modelos para sua aplicação, constituídos às vezes de uma série de passos e procedimentos, desde o mapeamento inicial de competências, até a apresentação de resultados e exemplos de sucesso na implantação em empresas. Os enfoques de muitos modelos são diferenciados e suas abordagens complementares, podendo valer para diversos tipos de empresas e também para organizações não empresariais. Neste contexto, muitas empresas se apoiam em estudos acadêmicos e em suas próprias experiências para elaborarem políticas, estratégias, programas e planos para o desenvolvimento de seu pessoal. Nas organizações não acadêmicas, sobretudo as empresas, as técnicas de entrevista, análise e diagnóstico em gestão de pessoas, em recrutamento e seleção, desenvolvimento de carreiras e formulação de programas de treinamento, têm recebido auxílio de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), como ocorre em muitas outras áreas. Complementarmente, é interessante para o pessoal ligado ao ensino, pesquisar o tema sob a ótica da importância de tais conceitos para o

2 2 desenvolvimento dos alunos e todos os atores envolvidos neste processo, como o corpo docente e até mesmo o pessoal administrativo das instituições de ensino, pesquisa e extensão, com o objetivo de melhor qualificar as mesmas para melhor competência no atendimento e prestação de serviços em geral. Os autores deste trabalho propõem uma reflexão a respeito de alguns Modelos de Competências e suas relações com a profissão, a partir de uma pesquisa qualitativa, participante, entre alunos de pós-graduação Lato Sensu, na qual foi feito o acompanhamento de um grupo de 12 alunos da terceira turma de pós-graduação Lato Sensu em Administração da Produção e Automação Industrial (APAI), do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET/MG). Trata-se também de um estudo de caso, que tem como pergunta norteadora Em que medida o desenvolvimento das atividades acadêmicas propostas no projeto pedagógico original do curso, e desenvolvidas no período de 02 anos (2012 a 2014), influenciam as Habilidades e Competências em TICs, dos alunos?. Reconhecendo a importância das TICs para profissionais que ocupam cargos de liderança em empresas mineiras, foi feito um estudo bibliográfico e analisada a situação deste grupo de 12 profissionais, que são alunos do curso APAI, representando uma amostra predominantemente de engenheiros e administradores, atuando no mercado de trabalho em Belo Horizonte e em algumas cidades próximas a esta, com o mapeamento das Habilidades e Competências em TICs, voltadas para a área de Administração da Produção. Através de comparações de Modelos de Competências, encontrados na literatura, foram feitas considerações a respeito das vertentes condutivista, funcionalista e construtivista, em processos de trabalho, sua relação com tais Modelos, com os procedimentos desta pesquisa e implicações na flexibilidade e multifuncionalidade no trabalho, de gerentes e administradores de produção, muitos dos quais com formação original em engenharias e administração. O enfoque é dado, tanto quanto possível, às Habilidades e Competências em TICs. Palavras-chave: Modelos de Habilidades e Competências, Ensino, Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs).

3 3 1. INTRODUÇÃO, JUSTIFICATIVA DA PESQUISA E METODOLOGIA Muitas organizações empresariais aplicam conceitos ligados a Habilidades e Competências (H&C), e, a partir desta constatação, os profissionais das mais diversas área de atuação devem buscar atualização no tema e melhor desempenhar suas funções e tarefas, seja em nível operacional ou gerencial. As empresas têm suas políticas e estratégias, seus programas e planos para o recrutamento e seleção (R&S) e desenvolvimento de pessoas, na área de carreiras e de cargos e salários, em que as H&C poem ser aplicadas como um viés norteador de tais atividades. No ensino, no desenvolvimento dos alunos em vários níveis, especialmente na educação técnica, profissionalizante, de engenharias e áreas correlatas, observa-se a aplicabilidade direta das H&C, além do aprimoramento do corpo docente e do pessoal administrativo das instituições de ensino, pesquisa e extensão. Tais razões levam ao interesse na pesquisa cujos resultados parciais são mostrados neste trabalho. O meio acadêmico pode não adotar de imediato a terminologia, notação e conceitos referentes ao tema H&C, tal como se faz nas organizações não acadêmicas, sobretudo as empresas, mas a preocupação embutidas em propostas curriculares com as H&C pode ser notada a partir de diretrizes governamentais para parâmetros curriculares contemplando este novo enfoque em cursos médios e superiores no Brasil. As aplicações de H&C no ensino técnico, tecnológico, de engenharias e áreas correlatas, contemplam a preocupação com o desenvolvimento dos alunos, dos professores e ou pessoal administrativo das instituições de ensino, pesquisa e extensão. A pesquisa referente a este trabalho é qualitativa e participante, caracterizando-se também como um estudo de caso e abrange as H&C em TICs, por meio do acompanhamento das condições e desenvolvimento de um grupo de 12 alunos da terceira turma de pós-graduação Lato Sensu em Administração da Produção e Automação Industrial (APAI), do CEFET/MG. Tal pesquisa se insere nas atividades do programa de Doutoramento em Ensino de Ciências e Matemática (Universidade Cruzeiro do Sul), de um dos autores, sob a orientação do Prof. Dr. Carlos Fernando de Araújo Jr..

4 4 O levantamento, a análise e o mapemento integral das H&C foram direcionados para ambientes de uso intensivo de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), colocando-se a questão contextualizada para o ensino, a partir de um acompanhamento de 12 alunos da terceira turma do curso APAI, do CEFET/MG. O resultados da análise dos dados coletados até o momento indicam caminhos sobre o curso e a situação dos alunos, e relações com a pergunta norteadora da pesquisa ( Em que medida o desenvolvimento das atividades acadêmicas propostas no projeto pedagógico original do curso, e desenvolvidas no período de 02 anos (2012 a 2014), influenciam as H&C em TICs, dos alunos? ), a partir da qual a coleta e análise de dados e todas as atividades da pesquisa foram planejadas e executadas. Os resultados e conclusões na primeira etapa mostram a pequena integração das disciplinas, seja através das TICs ou qualquer outro tema transversal, podendo-se pensar em uma atualização futura do próprio projeto pedagógico do curso APAI e trabalhar conceitos segundo esta nova visão, contemplando e abordando as TICs em seu extremo, praticamente em quase todas as disciplinas do curso. Os estudos dos modelos de competências têm sido realizados sobretudo com vistas a aplicações nas empresas e na interface do mundo do trabalho com a formação profissional, seja por organizações ligadas a ensino profissional, seja por empresas da iniciativa privada. As escolas tradicionais e universidades que mantêm programas e propostas curriculares abordando as questões ligadas às H&C podem adotar a terminologia e conceitos já utilizados em organizações que não trabalham diretamente com o ensino, mas muitas vezes relutam em fazê-lo, esquecendo-se da importância de melhor preparar os alunos e seu corpo docente para um tema com utilização crescente no mercado de trabalho. O Curso de Pós-graduação Lato Sensu APAI é ofertado pelo CEFET/MG desde 2006, e seu projeto pedagógico original não contempla a visão das H&C. Pode-se afirmar que no ensino de pós-graduação em nível de especialização em áreas industriais, os candidatos são, em geral, profissionais com experiência prática e suas aspirações diferem daquelas dos alunos de mestrado e doutorado, formando-se turmas que almejam atualização em temas ligados às suas respectivas áreas de atuação profissional, de forma mais imperiosa que o aprofundamento em pesquisa científica ou a formação docente. Tais profissionais são quase sempre engenheiros e administradores por formação, desempenhando funções ligadas ao gerenciamento de equipes em suas empresas, em produção, manutenção, projetos assistência técnica e similares.

5 5 Quanto à metodologia, foram utilizados como instrumentos da coleta de dados, entrevistas, questionários, documentos relativos ao curso e avaliações que possam conter referências a algum aspecto relacionado como tema da pesquisa. Após contatos com os 12 alunos e com os 14 professores do curso, sendo um destes também coordenador desta turma, buscou-se estabelecer as diretivas da pesquisa quanto ao formalismo e procedimentos referentes à ética e manutenção do sigilo, dentre outros itens, segundo exigências da Universidade Cruzeiro do Sul, para seus programas de pós-graduação, que foi assinado por todos os colaboradores. Ao se escolher o foco nas H&C em TICs dos alunos, a preocupação foi devido ao fato destas representarem um campo de conhecimento transversal, e cada vez mais importante para o bom desempenho das atividades de muitas disciplinas do curso, desde as questões fundamentais da administração da produção até a especificação de componentes e sistemas de automação industrial. 2. DOS MODELOS DE COMPETÊNCIA ÀS APLICAÇÕES PRÁTICAS 2.1. Definições e conceitos iniciais As questões ligadas às H&C e ao processo ensino aprendizagem são emergentes e carecem de estudos e atenção dos educadores, tal como se verifica sua aplicação nas empresas, no recrutamento, seleção e definição de perfis de colaboradores, no desenvolvimento de seu pessoal, programas de carreiras e cargos e salários. A adequação de perfis profissionais a funções, atividades e tarefas, por comparação destas a itens em mapas de

6 6 competências (e habilidades), é precedida de mapeamentos adequados das H&C para determinadas áreas profissionais sob estudo. Muitas vezes, este mapeamento é facilitado quando se parte de modelos propostos, sejam teóricos ou empíricos, por se mostrarem consolidados no contexto desejado, ou se apresentarem adequados à área específica estudada. O estudo e aplicação das H&C voltadas para o ensino, podem contemplar o foco nos alunos, os professores e o pessoal técnico-administrativo (como na administração escolar por exemplo) das instituições de ensino, pesquisa e extensão. Geralmente os projetos pedagógicos de cursos regulares para a formação profissional e de engenharias não contempla as H&C, seus currículos não são formulados para tal, e nem há preparação dos docentes nesta área. Como a pesquisa que originou este trabalho é também um estudo de caso, vale ressaltar sua característica qualitativa participante. A observação participante artificial (MARCONI & LAKATOS, 2009, p.79) pode ser utilizada em educação e ensino. Gil (2009, p.56) e Borda (1990, p.44) relatam sobre a distinção entre ciência popular e ciência dominante nestes casos. Pereira (1999, p.25) cita o dualismo entre as abordagens racional e experimental, que chega na oposição entre as pesquisas qualitativas e quantitativas, sendo que nem a primeira está isenta de quantificação e nem a segunda prescinde de raciocínio lógico. Gil (2009, p.138) diz que, com o Estudo de Caso se consegue ir além do levantamento puro e simples de dados, tendo o levantamento um nível puramente descritivo, conseguindo-se investigar um fenômeno, sendo que as fronteiras entre o fenômeno e o contexto podem não ser claramente definidas e em que se tem várias fontes de evidências. Em Ciências Sociais Aplicadas, como a Administração, são utilizados com frequência os estudos exploratórios e causais, na construção de teorias e modelos que expliquem uma situação prática" (EISENHARDT, 1989, apud TAMPONAR, 1991). Os métodos quantitativos diferem dos qualitativos na utilização de medidas em populações com ou sem inferência estatística em amostras das mesmas e testes paramétricos ou não paramétricos de inferência, enquanto nos segundos, segundo Tamponar (1991) não há medidas, as possíveis inferências não são estatísticas e procura-se fazer análises em profundidade obtendo-se até as percepções dos elementos pesquisados sobre os eventos de interesse". Yin (2001, p.101) aborda os instrumentos de coleta de dados, sendo os mais importantes as Entrevistas individuais, Observações diretas e Análise de documentos, Avaliações e Relatórios Técnicos, todos utilizados na pesquisa relativa a este trabalho.

7 Referencial teórico Um dos autores importantes na área de Competências (Perrenoud, 2002), aborda a avaliação das competências, avaliação por competências e a formação docente. Competências são entidades que lembram o saber algo, saber implementar, projetar, fazer, executar, etc. Elas se referem à capacidade do ser humano demonstrar seu conhecimento (e habilidade). Gramigna (2007) classifica as Competências Organizacionais nos seguintes quatro tipos:. Diferenciais (ou distintivas), percebidas pelos clientes e que permitem a distinção entre empresas;. Essenciais, base dos processos organizacionais internos, mais incisivamente percebidas pelos clientes internos que pelos externos;. Básicas (ou genéricas), que todos os profissionais devem possuir, e. Tercerizáveis, não ligadas ao negócio, podendo ser desenvolvidas por parceiros. O Modelo de Competências construído a partir desta classificação abrange as Organizacionais, enquanto Eboli (2001, p.110) classifica as Competências em Humanas e Empresariais sendo as Humanas, Técnicas ou Comportamentais. Este Modelo é referido às vezes como Modelo CHA, devido às iniciais de Conhecimento, Habilidades e Atitudes. As empresas valorizam todas estas competências na área administrativa e em nível gerencial, em funções técnicas e de engenharia. Uma habilidade, seja cognitiva ou motora, pode estar presente na definição de várias competências. Uma competência pode se beneficiar do aprimoramento de uma ou mais habilidades e vice-versa. Nesta linha de raciocínio, Leme (2010, p.18) relaciona Conhecimento ao Saber, a Habilidade ao Saber fazer e a Atitude ao Querer fazer, sendo o Conhecimento e a Habilidade componentes da Competência Técnica e a Atitude componente da Competência comportamental e Demo (2012, p.07) prefere usar preferencialmente as palavras habilidade e competência juntas, para realçar a iniciativa pessoal e coletiva, orientanto a construção da autonomia para contextos mais éticos.... Leme (2010, p.41) apresenta a sua metodologia própria de Mapeamento do Inventário Comportamental para Mapeamento de Competências. Trata-se de uma Lista de Indicadores de Competências que traduz a conduta do Comportamento Ideal desejado e necessário para que a Organização possa agir alinhada ao MVVE (Missão, Visão, Valores e Estratégia da Organização) (LEME, 2010, p.45)

8 8 Lacerda e Araújo Jr. (2013, p.201) fazem a seguinte observação: A adequação de perfis profissionais a funções, atividades e tarefas e até mesmo o aprimoramento de processos seletivos nas organizações se assemelham, em certo sentido, ao processo de adequação de currículos de cursos a demandas discentes. Assim, é recomendável que se explorem e desenvolvam pesquisas na área das H&C, especificamente voltadas para o ensino, com foco em um ou mais dos conjuntos de atores, a saber, os alunos, os professores e o pessoal técnico-administrativo das instituições de ensino, pesquisa e extensão. Na gestão de pessoas os modelos utilizados nem sempre são bem flexíveis, alguns valorizam mais as pessoas e a atuação em equipe, outros apresentam preocupação maior com produtividade, o que leva também às considerações de competência pessoal e organizacional. Dutra (2001, p.26) trabalha os conceitos de H&C, criatividade e autonomia dos funcionários, bem como ao deslocamento do foco da gestão de pessoas para o desenvolvimento, no lugar do foco no controle. Segundo Dutra (2001, p.30) os conceitos de H&C são aplicáveis também na área de carreiras e remuneração. De uma forma geral, há que se ter cuidado com as definições e terminologia na área de H&C, por vezes apresentados de forma confusa ou relacionados a características pessoais que não são necessariamente competências ou habilidades pessoais. Desta forma, Farinha e Tomasi (2008) abordam esta questão, ao afirmarem que A noção de competência é revestida pela polissemia, qualidade das palavras que variam de sentidos; pela polimorfia, palavras que se apresentam ou ocorrem sob diversas fases, formas e nos numerosos usos sociais sofrendo diferentes acepções nos diferentes países. Para Brandão e Guimarães (2001) competências são modalidades estruturais da inteligência (ações e operações utilizadas para estabelecer relações com e entre objetos, situações, fenômenos e pessoas que desejamos conhecer ), de forma compatível com definições do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP, 2007). Lacerda & Oliveira (2007) classificam as competência desejáveis aos profissionais de Inteligência Competitiva (IC) em três categorias, humanas, técnicas e conceituais, e habilidades são competências adquiridas e referem-se ao plano imediato do saber fazer. Autores como Bergamini e Beraldo (1998) e Fleury e Fleury (2001) abordam a avaliação de desempenho humano e a formação de competências (e estratégias empresariais), respectivamente, considerando a importância de tais abordagens para as empresas melhorarem

9 9 seus resultados operacionais. Um modelo que contempla as competências empresariais a partir do valor percebido pelos clientes, a diferenciação entre os concorrentes e a capacidade de expansão, é apresentado por Felippe (2006, p.8), em que cita as quatro etapas no processo de Identificaçāo das competências, conforme segue, Levantar quais são as estratégias da empresa, sua missão, visão de futuro, metas; Identificar as competências essenciais ao negócio; Desdobrar estas competências nas áreas; e, Desdobrá-las em grupais e individuais. Luz (2008, p.61) amplia a aplicação das H&C no Recrutamento e Seleção, define e lista testes psicológicos (psicométricos e projetivos), de inteligência, de aptidão, de personalidade e grafológicos, como "ferramentas acessórias ao processo de seleção, devido às duas margens de erro, às condições sob as quais eles são feitos e às condições psicológicas dos candidatos ao realizá-los", utilizados complementarmente às avaliações feitas por entrevistas e testes de conhecimento. Em geral, em qualquer modelo de competências, vários termos podem aparecer e merecer definição e consideração específica, ampliando o leque de abrangência do próprio modelo. Assim, podem ser citados os termos Atributo (característica), Capacidade (condição de se realizar ou conter algo), Aptidão (capacidade para realização de determinada tarefa), Vocação, Dom e outros. Competência em geral lembra conhecimento, e Habilidade, lembra destreza e dinamismo, e esta última pode ser Motora ou Cognitiva. Segundo Luz (2008, p.61) as aptidões podem ser artísticas (plásticas, musical, dramática, literária), psicomotoras (agilidade física, resistência física, dígito-manual) e intelectuais (verbal, espacial, mecânica). Luz (2008, p.61) define o levantamento profissiográfico como o inventário dos atributos físicos, psicológicos e de conhecimentos requeridos por determinada função ou cargo. A lista de atributos pode ser extensa e incluir, além dos físicos e de conhecimentos, os sensoriais, manuais, mentais e sociais. Vários outros autores tratam da questão das aplicações das competências no meio empresarial, tais como Chang Jr. e Santos (2009, p.30) (competências, capacidades, conhecimento, habilidade e atitude e o enfoque das preocupações empresarias com a competitividade, o ambiente interno e as estratégias organizacionais e habilidades e tecnologias), Araújo et al. (2009, p.59) (competências, conhecimento, habilidades e atitudes e o mercado de trabalho e a gestão de pessoas), Leite et al. (2009, p.76) (competências

10 10 individuais, treinamento, desenvolvimento e educação de pessoas), Bianchi e Quishida (2009) (gestão estratégica de carreiras) e Zarifian (2003), Boterf (2003) e Daólio (2001). Segundo Zarifian (2003, p.37) nenhuma distinção deveria ser feita entre competência e qualificação. Para Boterf (2003, p.21) não se deve opor qualificação e competência [...]. O desenvolvimento dos recursos-competência deve permitir o enriquecimento da noção de qualificação mais do que suprimi-la. Daólio (2001) fala de competência e relaciona seu significado a como fazer ( know-how ) e por quê fazer ( know-why ), que vai além de saber o que fazer ( know-what ). Especificamente para a área de ensino, que interessa também a empresas em geral, Battini (2011) faz abordagem as H&C com o viés produtivista em avaliações de cursos e do trabalho do professor. Ricardo (2010) diz que a aplicação dos conceitos de H&C no ensino ganhou força no Brasil após a publicação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio e dos Parâmetros Curriculares Nacionais pelo Ministério da Educação. Todavia, tem-se observado que sua compreensão não é clara. Deluiz (2001) afirma que, no modelo das competências, algumas indicações gerais, mesmo sendo um pouco vagas, são propostas para a organização do currículo escolar, tais como: a investigação dos processos de trabalho para a identificação de perfis profissionais de conclusão; definição dos blocos de competências profissionais básicas, gerais e específicas relacionados aos perfis identificados; desenho da estrutura do currículo, em geral flexível e modularizado; definição dos itinerários profissionais com critérios de acesso aos módulos e ao curso; definição das estratégias de aprendizagem; prática pedagógica interdisciplinar e contextualizada; processo centrado na aprendizagem do aluno; individualização dos percursos de formação; construção significativa do conhecimento; seleção de situações de aprendizagem baseadas na pedagogia de projetos e situações-problema; e a definição do processo de avaliação da aprendizagem. O que se encontra na literatura, em relação às H&C, são muitas definições, às vezes diferentes e discordantes, outras complementares, que podem gerar confusão. Assim, a base desta pesquisa foi sobretudo a dos conceitos e modelos apresentados por Eboli (2001), Leme (2010), Daólio (2001), Zarifian (2003) e Boterf (2003), do que se depreende que as H&C das pessoas podem ser Competências Técnicas (Conhecimentos) e Comportamentais (Atitudes). As Competências Técnicas se referem aos conhecimentos (e habilidades) e consistem no saber

11 11 e saber fazer ( modelo ou conjunto Conhecimento, Habilidades e Atitudes CHA), além das Habilidades (Cognitivas ou Motoras). Os modelos apresentados pela maioria dos autores citados não entra em detalhes sobre a interface entre o ensino e o mundo do trabalho. No entanto, as H&C aplicadas a empresas, sobretudo em grandes empresas e da área industrial, encontram uma maior diversidade de cenários para o estudo matrizes (ou vertentes) condutivista, funcionalista e construtivista, em processos de trabalho. A este respeito, Ramos (2014) esclarece que Para análise dos processos de trabalho, ainda que exista uma variedade de metodologias, estas se originam de três matrizes principais: a condutivista, a funcionalista e a construtivista. A matriz condutivista compreende a competência, sobretudo, como uma habilidade que descreve o que a pessoa pode fazer. Assim definida, as competências são características que diferenciam um desempenho superior de um desempenho médio ou pobre. Por isto, a análise parte da pessoa que faz bem seu trabalho de acordo com os resultados esperados. A análise funcional se origina no pensamento funcionalista da sociologia, tendo sido acolhida pela nova teoria dos sistemas sociais. Por essa teoria, a análise funcional não se refere somente ao sistema em si, mas também à sua relação com o em torno (mercado, tecnologia, relações sociais e institucionais etc.). A análise do processo de trabalho é feita estabelecendo-se uma relação entre problemas e resultados. As competências são deduzidas das relações entre resultados e habilidades, conhecimentos e atitudes dos trabalhadores. A matriz construtivista desenvolvida por Bertand Schwartz, na França, tem como finalidade evidenciar as relações mútuas e as ações existentes entre os grupos, seu em torno, as situações de trabalho e as situações de capacitação (Schwartz apud Mertens, 1996). Ou seja, as competências não são deduzidas à parte das necessidades e propostas formativas. O método rechaça a defasagem entre a construção das competências e a implementação de uma estratégia de capacitação. Com isto, as competências não são deduzidas somente a partir da função ocupacional, mas concedem igual importância à pessoa, aos seus objetivos e às suas possibilidades. De uma forma geral, constata-se que as empresas seguem padrões criados por elas ou importados de outros cenários e mesmos adaptados conforme suas necessidades e urgências, havendo uma tendência em se valorizar a pessoa e seu desenvolvimento integral, especialmente quando se tem condições de mater um consistente programa de treinamento e desenvolvimento. Neste trabalho, o enfoque é dado, tanto quanto possível, às Habilidades e

12 12 Competências em TICs. 3. DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA, COLETA E ANÁLISE DOS DADOS 3.1. Metodologia utilizada na pesquisa Nesta pesquisa foram utilizados como instrumentos da coleta de dados, entrevistas, questionários, documentos relativos ao curso de pós graduação Lato Sensu e avaliações diversas com referências a aspectos relacionados com o tema da pesquisa e também dada ênfase às Entrevistas individuais e Observações diretas. Após contatos iniciais com os 12 alunos e com os 14 professores do curso, incluindo o Coordenador da turma, forma estabelecidas as bases e cronograma de trabalho, em reuniões para o acompanhamento da situação ds alunos em relação às H&C de uma forma geral e especialmente em TICs. Os dados iniciais foram coletados, individualmente e em grupo, não tendo sido feitas gravações em áudio ou vídeo para não provocar constrangimento e alterar o grau de expontaneidade dos respondentes/entrevistados Caracterização do cenário, da turma e do perfil do corpo docente Inicialmente a turma era composta de 12 alunos, havendo um desistente após a primeira metadde do período de aulas. Os 12 alunos tinham sete formações acadêmicas e as seguintes quantidades por curso superior: (Administração (02); Engenharia de Controle e Automação (01); Engenharia de Produção (05); Engenharia Industrial Mecânica (01); Tecnologia em Normalização e Qualidade Industrial (01); Tecnologia em Sistemas Eletrônicos (01); Sistemas de Informação (01)). Nesta equipe, há uma predominância de profissionais de engenharias, especialmente a de produção e de administração e tecnologia. Em geral estes alunos trabalhavam, na época do início das aulas (setembro de 2012), em indústrias de médio e grande porte, fortalecendo suas experiências processos de produção automatizada de itens discretos, com aplicação de tecnologias de informação em vários graus de complexidade, tais como a robótica, manufatura integrada por computador, manufatura flexível e outras. Dois dos alunos tinham experiência docente e um apresentava experiência em treinamento empresarial.

13 13 Este perfil dos alunos mostra um cenário específico para pesquisa em nível de doutorado, como na pesquisa qualitativa ora em curso. O interesse dos alunos era sempre nas disciplinas mais voltadas para tecnologia e automação, e também em gestão industrial e qualidade e produtividade. O perfil docente mostrava 14 professores, sendo quatro doutores (nenhum pós-doutor), sete mestres e um mestrando. Entre os sete mestres, havia dois doutorandos e as seis formações originais destes docentes em seus cursos de graduação são as que se seguem, com as respectivas pós-graduações citadas entre parêntesis: Administração: 01 (mestre em Modelagem Matemática Computacional); Engenharia Mecânica: 05 (dois doutores (Engenharia Mecânica), dois mestres (Engenharia mecânica e Educação Tecnológica) e um mestrando (Materiais)); Engenharia Elétrica: 05 (dois doutores (Engenharia Elétrica) e três mestres (sendo dois doutorandos (Engenharia Elétrica e Ensino)); Engenharia Mecânica Ênfase Mecatrônica: 01 (doutor em Engenharia Mecânica); Engenharia Metalúrgica: 01 (doutor em Engenharia de Produção e em Administração); Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações: 01 (mestre em Educação Tecnológica). Somente três destes docentes não faziam parte da equipe desde a primeira turma, tendo sido convidados nesta que é a terceira turma do curso APAI. Isto garante uma relativa tranqüilidade no aprimoramento de procedimentos e métodos didáticos e pedagógicos, na atualização do curso e ajustes em função da nova demanda dos alunos e suas expectativas em relação ao curso, apesar do projeto pedagógico ter se mantido inalterado nas três turmas Levantamento de atributos para a área de Administração da Produção Através de uma sondagem entre os alunos, com palavras-chave (possíveis temas ou atributos) e funções e ou setores aos quais os mesmos estariam vinculados ou com as (os) quais desejariam trabalhar no mundo real, relacionado com o setor produtivo e prestador de serviços em produção e ou automação, o pesquisador elaborou a lista de atributos e funções, que, resultou na tabela 1, com as 28 relações mais fortes entre pares atributo-função. Tabela 1. Lista de 28 atributos e funções/setores para a elaboração de uma tabela de relacionamentos com 5 atributos por função, em ordem de importância. ATRIBUTOS ATRIBUTOS FUNÇÕES/SETORES

14 14 1 Alegria Assistência técnica 2 Amabilidade Automação 3 Amizade Documentação 4 Amor Controle 5 Atividade Custos 6 Beleza Dados 7 Bondade Defeito 8 Calma Diagnóstico 9 Colaboração Documentação 10 Cooperação Engenharia de processos 11 Criatividade Robótica 12 Desejo Engenharia de produção 13 Dinamismo Finanças 14 Eternidade Help-desk 15 Evolução Informação 16 Firmeza Leiaute 17 Impulso Logística 18 Liberdade Manufatura 19 Liderança Manutenção 20 Paz Máquinas 21 Pensamento Marketing 22 Perenidade Materiais 23 Sentimento Operações 24 Serenidade Pós-vendas 25 Solidez Produção 26 Sorriso Produtividade 27 Ternura Projetos 28 Tranqüilidade Qualidade Após esta etapa, refinou-se a tabela 1, identificado-se pares por afinidades das funções, eliminando redundâncias e corrigindo inconsistências, obtendo-se a lista tabela 2, com 10

15 15 pares atributo-função. Tabela 2. Lista otimizada com 10 atributos e funções/setores, a partir dos 28 pares da tabela 1. NOVOS ATRIBUTOS SIGLA FUNÇÕES/SETORES 1 Alegria, Eternidade, Serenidade AES Assistência técnica, Help-desk, Pós-vendas 2 Amabilidade, Criatividade, Paz ACP Automação, Robótica, Máquinas 3 Amizade, Ternura, Tranqüilidade, ATTS Documentação, Projetos, Sorriso Qualidade, Produtividade 4 Amor, Atividade, Beleza, Evolução AA, BE Controle, Custos, Dados, Informação 5 Cooperação, Colaboração CC Engenharia de processos, Documentação 6 Desejo, Firmeza DF Engenharia de produção, Leiaute 7 Dinamismo, Pensamento DP Finanças, Marketing 8 Impulso, Perenidade IP Logística, Materiais 9 Liberdade, Sentimento, Solidez LSS Manufatura, Operações, Produção 10 Liderança, Calma, Bondade LCB Manutenção, Diagnóstico, Defeito Algumas funções não aparecerem nas tabelas 1 e 2, como Compras e Expedição, por exemplo, devido à representatividade de outras para os alunos em relação às suas experiências profissionais aaté a época da coleta de dados específica para este fim. As TICs são comuns e necessárias em muitas funções e áreas de atuação dos alunos, em seus processos e tarefas de trabalho, sendo parte integrante de áreas importantes como a Automação e Robótica, Custos, Gestão da Produção e Operações, Informação Finanças, Marketing, etc. Os atributos mais importantes no desempenho de tarefas que fazem uso intensivo das TICs, são Amabilidade, Criatividade, Amor, Atividade, Beleza, Evolução, Dinamismo, Pensamento, Liberdade, Sentimento e Solidez. Esta lista de 10 atributos pode dar origem a uma provável relação de habilidades e ou competências para profissionais das principais áreas abrangidas pelo curso,

16 16 no desempenho de funções e atividades que fazem uso massivo de TICs, já que resultou de relatos de experiências e conhecimentos bem ligados às áreas de atuação de profissionais em Administração da Produção e Automação Industrial. Os atributos listados (Amabilidade, Criatividade, Amor, Atividade, Beleza, Evolução, Dinamismo, Pensamento, Liberdade, Sentimento e Solidez) não são habilidades ou competências diretamente, mas levam a algumas H&C comportamentais e estas devem ser acrescidas das competências técnicas posteriormente. A estrutura do curso APAI é modular e não há formalmente projetos de integração ou atividades interdisciplinares, razão pela qual será importante uma atualização do projeto pedagógico para futuras turmas, que possa contemplar os principais resultados esta pesquisa. Da forma como ocorre atualmente, a proposta e especificação de cada monografia de final de curso, é feita pelo próprio aluno, tendo este identificado um professor da área desejada para ser o orientador do trabalho final Acompanhamento dos alunos quanto às H&C em TICs e análise dos dados Inicialmente, foram levantadas as características principais dos alunos, tais como sua formação e experiências profissionais, além das suas expectativas em relação ao curso. A tabela 3 apresenta o cronograma do curso, com suas disciplinas e cargas horárias especificadas. Tabela 3. Cronograma do curso APAI. Estrutura modular. MÓDULO DISCIPLINAS C.H. ACC Datas (h) (H) M1 1.Integração e Nivelamento 20 01/set/12-29/set/12 20 M1 2.Automação e instrumentação industrial 20 06/out/12-27/out/12 40 M1 3.Redes industriais e controladores programáveis 20 10/nov/12-14/nov/12 60 M1 4.Informática na administração 20 24/nov/12-15/dez/12 80 M1 4. Informática na administração 10 26/jan/12-16/fev/13 90

17 17 M1 5. Gestão da qualidade, processos e produtividade 20 16/fev/13-02/mar/ M1 6.Administração da produção e custos 20 02/mar/13-23/mar/ M2 7.Gestão informatizada da produção e de projetos 20 23/mar/13-13/abr/ M2 8.Gestão de operações e modelagem de sistemas 40 27/abr/13-25/mai/ produtivos M2 9.Processos industriais e de fabricação 20 01/jun/13-15/jun/ M2 10.Planejamento e tomada de decisão apoiados em sistemas de 20 15/jun/13-29/jun/ informação M2 11. Robótica industrial e sua influência na organização do 20 29/jun/13-13/jul/ trabalho e na produção M3 12. Gestão integrada da manutenção 20 3/ago/13-17/ago/ M3 13. Organização industrial, cadeia de suprimentos e logística 20 17/ago/13;24/ago/13;31/ago/ M3 14. Desenvolvimento de projetos e metodologia científica em 40 14/set/13-01/fev/ produção e automação M3 15. Seminários de atualização 30 15/fev/14-15/mar/ Através de entrevistas e questionários, abrangendo questões ligadas às TICs e suas aplicações nas disciplinas e nas áreas abrangidas pelo curso, foram coletados dados relativos à situação dos alunos em vários momentos do curso. Entre as questões para o levantamento, podem ser citadas as seguintes: Inicialmente, você pensou em ser aluno desta turma APAI-3 para aprimorar (adquirir)

18 18 quais H&C? Leia atentamente todas as opções e, em seguida, marque quantas desejar, de 1 a 20, significando a ordem de importância relativa entre elas. saber gerir equipes de produção, com auxílio da informática; saber especificar sistemas de automação industrial; compreender a ordem correta ou sequência de ligar e desligar equipamentos de automação industrial; saber utilizar computadores em geral, independente da aplicação industrial dos mesmos; saber utilizar computadores industriais/dedicados; conhecer softwares e aplicativos para produção; conhecer e saber utilizar ferramentas de comunicação pela internet para seu uso pessoal ( ) ou profissional ( ); conhecer e saber utilizar ferramentas de trabalho colaborativo para seu uso pessoal ( ) ou profissional ( ); fazer parte de redes sociais com fins pessoais ( ) ou profissionais ( ); conhecer e saber utilizar o MSN (e ou Skype); conhecer e saber utilizar o GoogleDocs; conhecer e saber utilizar o Facebook, conhecer e saber utilizar o oovoo, Viber, TIVI e similares (ferramentas de Video chat/voip) (especificar); conhecer e saber utilizar o Android, Windows 8 ou outro SO (especificar); conhecer e saber utilizar um smartphone ou tablet (especificar); conhecer e saber utilizar métodos/ferramentas de pesquisa qualitativa ( ) ou quantitativa ( ); outras (especificar) Em outro momento, foi levantado em que grau de evolução estavam os alunos em relação ao temas abordados nas questões anteriores. Foi estabelecido um critério de pontuação para o conjunto principal de perguntas de forma que, para cada item, a pontuação obtida pela soma das respostas de até 12 parcelas (quantidade máxima de respondentes), em que cada parcela é igual a (21 valor marcado no item). Desta forma, se um item for marcado pelos 12 respondentes como o mais importante de todos, sua pontuação seria a máxima, e igual a 12 x. (21 1) = 12 x 20 = 240 Caso um item fosse marcado pelos 12 respondentes como o menos importante de todos, sua pontuação será a mínima para itens totalmente considerados, e igual a 12 x. (21 20) = 12 x 1 = 12 Se um item não fosse marcado, significaria que ele não foi considerado pelo respondente e portanto não seria pontuado, podendo ter uma pontuação entre 0 e 12.

19 19 Assim, os resultados das pontuações para os itens da questão 1 foram os mostrados na tabela 4. Tabela 4. Resultados das pontuações para os itens do conjunto principal de perguntas, em ordem decrescente. PONTO ITENS S 229 saber gerir equipes de produção, com auxílio da informática 192 saber especificar sistemas de automação industrial 189 conhecer sobre o desenvolvimento de soluções corporativas informatizadas, específicas da área de produção 181 conhecer sobre o desenvolvimento de soluções corporativas informatizadas 169 conhecer softwares e aplicativos para produção 163 saber especificar softwares e aplicativos para sua área de atuação profissional 159 saber utilizar computadores industriais/dedicados 91/90 conhecer e saber utilizar métodos/ferramentas de pesquisa qualitativa (_91_) ou quantitativa (_90_) 84 compreender a ordem correta ou sequência de ligar e desligar equipamentos de automação industrial 79 saber utilizar computadores em geral, independente da aplicação industrial dos mesmos 60/60 conhecer e saber utilizar ferramentas de trabalho colaborativo para seu uso pessoal (_60_) ou profissional (_60_) 43/56 conhecer e saber utilizar ferramentas de comunicação pela internet para seu uso pessoal (_43_) ou profissional (_56_) 12 conhecer e saber utilizar o Android, Windows 8 ou outro SO (especificar) 11 conhecer e saber utilizar o oovoo, Viber, TIVI e similares (ferramentas de Video chat/voip) (especificar) 0 fazer parte de redes sociais com fins pessoais ( ) ou profissionais ( ) 0 conhecer e saber utilizar o MSN (e ou Skype) 0 conhecer e saber utilizar o GoogleDocs 0 conhecer e saber utilizar o Facebook

20 20 0 conhecer e saber utilizar um smartphone ou tablet (especificar) 0 outras (especificar) Ao final desta etapa, chegou-se às seguintes principais conclusões: Dos 22 itens, 14 foram pontuados e 6 não receberam pontuação; os oito itens melhor colocados foram os relacionados com as TI aplicadas às áreas de interesse da maioria dos alunos; o segundo e o sétimo itens melhor colocados, com 192 a 159 pontos, estão relacionados com as soluções informatizadas para o ambiente produção, o que confirma o grande interesse dos alunos pelas ferramentas aplicadas de T.I.; os itens conhecer e saber utilizar métodos/ferramentas de pesquisa qualitativa e quantitativa mostram a preocupação dos alunos com a monografia, e receberam 91 e 90 pontos, respectivamente; fracamente pontuados, os itens conhecer e saber utilizar o Android, Windows 8 ou outro SO e conhecer e saber utilizar o oovoo, Viber, TIVI e similares (ferramentas de Video chat/voip), demonstraram que os alunos não tinham a expectativa do curso APAI contribuir ou não ter o compromisso de auxiliá-los na melhoria de suas capacitações nestas áreas Isto é reforçado pelo fato de que vários alunos já sabiam utilizar os sistemas operacionais e algumas ferramentas de Video chat/voip citados, o que foi constatado em entrevistas com os mesmos. Isto explica também a pontuação nula dos cinco itens que aparecem em seguida. Complementarmente, as evoluções médias (em %) nos itens do mesmo conjunto de perguntas, aplicado em outro momento, com espaçamento de cerca de dois meses, foram apuradas. As principais conclusões relativas a estas evoluções médias são as apresentadas na tabela 5. Tabela 5. Resultados das evoluções médias (em %) nos itens do principal conjunto de perguntas, em ordem decrescente. EVOLUÇÃ ITENS O

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