The knowledge discovery in databases with the technique of data mining and Help Desk support system as decision support in the organization

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "The knowledge discovery in databases with the technique of data mining and Help Desk support system as decision support in the organization"

Transcrição

1 O descobrimento do conhecimento em base de dados com a técnica da mineração de dados e o apoio do sistema Help Desk como suporte de decisões na organização Libório de Oliveira Júnior (UTFPR) Simone Nasser Matos (UTFPR) Resumo: O grande volume de dados que são armazenados em bancos de dados nas organizações já não admite uma consulta rápida e simples com obtenção de respostas precisas e que auxiliam na tomada de decisões e nos negócios. Sistemas, técnicas e ferramentas tecnológicas são disponibilizadas para a gestão eficiente dos bancos de dados. Objetiva-se investigar aspectos do Knowledge Discovery in Database (KDD) como uma oferta no mercado da tecnologia, bem como da mineração de dados (Data mining) agregados para a obtenção do conhecimento na organização e o papel que pode ser atribuído ao Help Desk nesse processo. Os resultados confirmam o KDD como um recurso da Tecnologia da Informação (TI) que permite à organização ajustar-se as inovações da informática ao realizar etapas por meio de algumas técnicas. Dentre as técnicas, estuda-se o Data mining, que revela rapidamente a informação estratégica presente em grandes volumes de dados. Nessa parceria em busca do conhecimento, o sistema Help Desk pode atuar como facilitador de informações ao usuário. Palavras chave: Informação, Descoberta de conhecimento, Help Desk, Mineração de dados. The knowledge discovery in databases with the technique of data mining and Help Desk support system as decision support in the organization Abstract The large volume of data that is stored in databases in organizations no longer allows a quick and simple to obtain and accurate answers that help in decision making and business. Systems, techniques and technological tools are available for efficient management of databases. It aims to investigate aspects of Knowledge Discovery in Database (KDD) as a market supply of technology and data mining (Data Mining) to households acquire knowledge in the organization and the role that can be attributed Help Desk to this process. The results confirm the KDD as a use of Information Technology (IT) that allows the organization adjust to the innovations of information when making stages through

2 some techniques. Among the techniques, we study the data mining, which reveals This strategic information quickly in large volumes ata. In this partnership in pursuit of knowledge, the system may Help Desk act as a facilitator of information to the user. Key-words: Information, Knowledge discovery, Help Desk, Data Mining. 1 Introdução Diante do crescente volume de dados que são armazenados nos Centros de Processamento de Dados é preciso compreender que as simples consultas a banco de dados que permitiam a análise desses dados ficaram no passado. A realidade das organizações mostra a necessidade de manutenção do histórico de suas operações e de seus dados, aliado à complexidade das transações e a própria globalização das empresas, fundadas as suas ações nas exigências legais de registros, de modo a valer-se dos avanços tecnológicos no armazenamento de grandes volumes de dados tanto quanto da necessidade em dominar essa base de dados. A referência de Ferro e Lee (2001, p.57) é de que A análise manual se tornou impraticável e métodos eficientes para a análise dos dados auxiliados por computador se tornaram indispensáveis, bem como a extração das informações e padrões que existem nesses dados. A justificativa para essa apreensão dos autores aduz à lacuna que se constitui entre a geração de grandes volumes de dados e a captura de conhecimento criado em todas as áreas da atividade humana. Isto porque as informações são necessárias à promoção do conhecimento, seja sob a forma de criação ou de captura, em qualquer tipo ou tamanho de organização. As informações, portanto, têm um aspecto essencial no fato de se constituírem uma importante fonte do conhecimento, auxiliando a empresa no acesso às ações do passado, situações e condições atuais e o que pode ser idealizado para o futuro, exatamente por ser um item estratégico diferenciado (ARANTES, 1998). Registra-se que: O processo de captura representa a aquisição de conhecimentos, habilidades e experiências necessárias para criar e manter as competências essenciais e áreas de conhecimento selecionadas e mapeadas, possibilitando para que possam ser adequadamente utilizados, esses conhecimentos, habilidades e experiências devem ser formalizados, explicitados e codificados (PEREIRA, 2003, p.9-10). Há dificuldade na capacidade humana, manual, em gerir e analisar todos esses dados e informações disponíveis tornando os métodos de análise dos dados auxiliados por computador ferramenta indispensável, assim como a extração das informações e padrões que esses dados comportam. Uma das ofertas no mercado da TI é descrita como mineração de dados (Data mining), [...] inserida em um processo maior denominado descoberta de conhecimento em banco de dados, Knowledge Discovery in Database (KDD) (BRAGA, 2005, p.15). Conhecer a mineração de dados como ferramentas e a atuação do KDD como alternativa para trabalhar com um grande volume de dados é o propósito deste trabalho de pesquisa, objetivando apontar o processo de descoberta de conhecimento e as técnicas de mineração de dados que podem utilizar o sistema Help Desk como facilitador de informações ao usuário. Os métodos de pesquisa são exploratórios com abordagem bibliográfica em fontes de dados impressas e eletrônicas. 2 A revolução na informática Os bancos de dados de uma organização, que exigem atualização constante a fim de refletirem as novas transações de negócios e demais eventos, devem sofrer manutenção para garantir

3 precisão dos dados. Os avanços na informática e suas aplicações nas empresas têm formado diversos bancos de dados: citados como os bancos de dados operacionais, armazenam dados detalhados ao apoio dos processos e operações de e-business; há também os bancos de dados distribuídos, contemplando a atividade de organizações que [...] reproduzem e distribuem cópias ou partes de bancos de dados para servidores de rede em uma multiplicidade de locais. Tais bancos de dados distribuídos podem estar em intranets ou extranets, em outras redes da empresa e em servidores de rede na rede mundial de computadores, o WWW. E, o banco de dados externos, com aquisição de uma abundância de informações de bancos de dados internos e externos, mediante pagamento de uma taxa de serviços comerciais on-line disponível em muitas fontes na internet, mais especificamente na WWW (O BRIEN, 2004, p.141-2). O baixo custo da armazenagem eletrônica de informações vinculando-se à intenção de melhor compreender os diversos relacionamentos forneceram subsídios às organizações no desenvolvimento de sistemas formais de registro de eventos importantes em um banco de dados, este, tido como uma representação eletrônica da memória organizacional. Aceita entrada de informações automatizadas, como as informações rotineiras de relatórios financeiros e de mercado, e outras, como a lista de instrumentos motivacionais eficientes para os funcionários, por exemplo, com entrada por meio de um relatório específico, resultando em um armazém de dados internos (HAIR et al., 2003). O uso de computadores, inicialmente de grande porte e, a seguir, de computadores pessoais com o propósito de processar bancos de dados, complexos e com volume significativo de dados tem motivado o uso de métodos estatísticos multivariados que possibilitam rápido acesso aos recursos necessários na abordagem a problemas multivariados de diferente dimensão (HAIR et al., 2005). Independentemente de seu porte, a organização precisa de informações a fim de executar as operações as quais se dispõe, como as vendas, a produção, as compras e as finanças, bem como na elaboração de planos, projetos e avaliação de resultados. Empresas de menor porte obtêm as informações por meio de processo de comunicação direta entre as pessoas que executam operações cotidianamente; ao crescer, no entanto, surge a necessidade de estruturar sistemas para produzir as informações essenciais de forma adequada, surgindo o subsistema de informações, cujo objetivo é produzir as informações necessárias à execução e ao gerenciamento de cada operação e da organização em si (ARANTES, 1998). O computador, sem dúvida, é uma parte do subsistema de informações na organização, atuando num conjunto de funções e procedimentos essenciais à obtenção, processamento, armazenagem e transmissão de dados. Para ser assim, envolve pessoas especializadas em informática, que compreendem os analistas, os programadores e demais profissionais, e equipamento hardware -, procedimentos ou programas para tratamento dos dados, os softwares, e as instalações que integram o subsistema de tratamento de dados (ARANTES, 1998). Acessar as informações que se encontram disponíveis requer formalização de senhas ou passwords específicas a cada usuário, com a função de permitir ou não o acesso a determinado sistema. Havendo um Centro de Informações (CI) a garantia de controle e nível de acesso às informações tem suporte na Unidade de Tecnologia da Informação (UTI) e utiliza recursos tecnológicos e normas técnico-operacionais, os chamados Help-Desk, que atendem e treinam os clientes e usuários em diferentes atividades de informática a serviço (REZENDE, 2003).

4 2.1 O Knowledge Discovery in Database (KDD) Traduzido para o português, o Knowledge Discovery in Database significa Descoberta de conhecimento em base de dados (KDD), e é definido por Hair et al. (2005, p.534) como Extração de nova informação a partir de bases de dados por meio de uma variedade de processos de descoberta de conhecimento. Criado em 1995 o termo KDD prestou-se a designar o conjunto de processos, técnicas e abordagem formadores do contexto no qual a mineração de dados irá atuar, mediante aplicação do método científico moderno aos problemas contemporâneos do mercado. A ressalva a essa atuação, entretanto, deve ser observada com cuidado, porque o processo de descoberta suplanta hipóteses e contempla evidências e explicações que viabilizam a construção de um modelo, cujos resultados tendem a apresentar valor quando forem confirmados por fatos. Paralelo, a evidência e confirmação denotam um paradigma e, este, em mudança, carrega também hipóteses, evidências e modelos na mesma esteira, salienta Braga (2005). O processo KDD segue algumas etapas, indicadas por Corrêa (2007): a) pré-processamento dos dados; b) mineração de dados; c) pós-processamento. A primeira prepara os dados visando o seu processamento pelas ferramentas de mineração de dados na etapa seguinte do processo de KDD; dentre suas diversas definições, a mineração de dados destina-se à descoberta de dados, ou ainda, de revelar informação estratégica escondida em grandes massas de dados. Quanto ao pós-processamento, se caracteriza pela estruturação do conhecimento obtido através da mineração de dados em forma de relatórios, gráficos, diagramas ou demais formas que permitam acesso ao conhecimento adquirido. O armazém de dados favorece a aprendizagem organizacional, definida como A internalização de informações externas e internas que serão usadas nas tomadas de decisão, em decorrência do papel assumido em tão pouco tempo na seleção de estratégias administrativas visando melhor desempenho na organização (HAIR et al., 2003, p.41). Em razão disso, há um novo instrumento de aprendizagem organizacional disponível: a garimpagem de dados, que utiliza como ferramenta um algoritmo que analisa de modo automático relações potenciais entre eventos armazenados no banco de dados eletrônicos. Essa garimpagem de dados é entendida como a descoberta de conhecimento em bancos de dados, o denominado KDD, assunto desse item (HAIR et al., 2003). Braga (2005) sugere um modelo para geração de conhecimento em bancos de dados KDD, conforme Figura 1, a seguir: Fonte: Braga, 2005, p.15. Figura 1 Esquema para geração de conhecimento em bancos de dados KDD

5 Fayyad (1996 apud CORRÊA, 2007) indica o KDD como um processo, de várias etapas, com características que incluem a interação e a iteratividade, a fim de identificar padrões compreensíveis, válidos, novos e úteis com base em grandes conjuntos de dados. Hair et al. (2005) apresenta a operação de um armazém de dados dotada de aspectos técnicos diferenciados que englobam a organização e a estrutura de dados, bem como o delineamento de dados. Este armazém de dados requer o estabelecimento e cumprimento de vários passos, dentre os quais são referidos: aquisição de dados: consiste na tarefa inicial e deve encampar todas as fontes, sejam elas internas ou externas à organização, tendo definido como fontes internas de dados aqueles sistemas presentes destinados aos processos operacionais; as fontes externas de dados abrange um leque de variações e alcança informações sobre a clientela, estudos de pesquisa, fontes comerciais, ou base de dados comerciais (HAIR et al., 2005); envolve o estabelecimento de acesso aos dados relevantes (HAIR et al.,2003). Trata-se do conhecimento do domínio de aplicação, fato que inclui o conhecimento relevante e as metas do processo KDD para a aplicação (FERRO; LEE, 2001); seleção do conjunto de eventos a serem analisados; desenvolvimento e uso de regras de seleção e desenvolvimento de um relatório de relações passiveis de afetar o desempenho da empresa (HAIR et al., 2003); criação de um banco de dados alvo, sujo propósito é formar um conjunto de dados ou enfatizar a formação de um subconjunto de variáveis ou exemplo de dados que permitam o descobrimento (FERRO; LEE, 2001). a integração de dados, sendo a fase que une todas as fontes de dados, obtendo uma forma consistência na medida em que há ajustes de características, atributos e nível de agregação (HAIR et al., 2005). a limpeza de dados: é a limpeza dos dados de forma que seja facilitada a compreensão pelo algoritmo (HAIR et al, 2003); consiste na eliminação de erros e de dados com pouca qualidade, a partir da integração de muitas fontes de dados, pois, a qualidade da análise está ligada à qualidade dos dados, fato que se torna um obstáculo na implementação bem sucedida de um armazém de dados (HAIR et al., 2005). Nesta limpeza são realizadas operações essenciais na remoção de ruídos, coleta de informação necessária para modelagem, decisão de estratégias para o manuseio dos campos perdidos (FERRO; LEE, 2001). criação de metadados: definindo metadados, estes elaboram uma descrição completa de um elemento de dados, com seus atributos, fonte original e quaisquer transformações ou resumos. Sua descrição indica um perfil do elemento de dados possibilitando seu uso em qualquer análise, transformação ou resumo superiores (HAIR et al., 2005). importação de dados: dados são importados ao armazém obedecendo-se a intervalos periódicos, formando um arquivo histórico que une os dados ingressantes com os dados existentes em uma base fornecendo uma perspectiva temporal (HAIR et al., 2005). armazenamento de dados: trata-se da fase na qual são realizados a organização e o processamento do banco de dados, inclusive o resumo dos dados em diferentes níveis em antecipação às buscas a serem feitas pelos usuários (HAIR et al., 2005). suporte de decisão: refere-se a aplicações dirigidas a usuários de OLAP ou de processamento de mineração de dados que acessam a base de dados com uma busca específica (HAIR et al., 2005). Aliás, o principal objetivo do Data mining é analisar conjuntos de dados históricos das empresas visando a descoberta do conhecimento que leva ao apoio à decisão, no sentido de propiciar vantagem competitiva estratégica a uma empresa (O BRIEN, 2004).

6 redução de dados e projeção: inclui a pesquisa sobre formas práticas para representar os dados, associado à meta do processo e o uso de redução dimensionável e métodos de transformação visando redução no número de variáveis encontrar representações invariantes para os dados (FERRO; LEE, 2001). 2.1 Mineração de dados (data mining) Hair et al. (2005, p.535) considera a mineração de dados o Data mining - como a Obtenção de informação acionável, válida e previamente desconhecida de grandes bancos de dados e a aplicação dela em modelos de negócios. A mineração de dados é definida também como a: [...] extração automática de dados sobre padrões, tendências, associações, mudanças e anomalias previamente não-identificadas. Estão baseados nos paradigmas de hipóteses e descobertas e incorporam conceitos de inteligência artificial para que essa função seja possível (ROSINI, 2003, p.47). Outra concepção sobre a mineração de dados é fornecida também por Hair et al. (2003, p.41): Trata-se do processo de garimpar eletronicamente os bancos de dados à procura de informações que identifiquem maneiras de melhorar o desempenho organizacional. Visto como uma das etapas principais do KDD, o Data mining é um processo de descoberta de padrões nos dados, e este processo aparece sob a forma automática ou semi-automática, apoiando-se em quatro áreas essenciais: Aprendizado de Máquina (AM); banco de dados; estatística e visualização (FERRO; LEE, 2001). Em sua atuação o Data mining proporciona a descoberta de novas correlações, padrões e tendências em grande número de empresas e que são armazenados em Data warehouses, certamente em vários terabytes de dados. Pelo fato de utilizar algoritmos avançados de reconhecimento de padrões, e diversas técnicas matemáticas e estatísticas na seleção do grande volume de dados, a mineração de dados extrai informação empresarial estratégica dantes não conhecida (O BRIEN, 2004). A mineração de dados tem como meta relações e padrões de dados em grandes bases de dados; caracterizada por uma orientação exploratória, busca conhecimento obscurecido pelos complexos padrões de associação e dados em volume significativo. Conhecimentos valiosos podem ser encontrados após o processamento de imensas quantias de informação, seguindo-se a hipótese de que ao revelarem-se essas relações no banco de dados, e esta refletir o ambiente de decisão da organização, serão auferidos benefícios à organização (HAIR et al., 2005). Sendo um processo de extração de informações de coleções de dados, a Data mining tem se tornado ferramenta em contextos pouco comuns, como o uso em laboratórios para identificação de funções de genes específicos, codificados por moléculas de DNA, e mesmo na caracterização das propriedades de organismos como os vírus. Nesta atividade, a mineração de dados toma a forma de reconhecimento de padrões e a determinação sobre a significância ou coincidência de tais padrões (BROOKSHEAR, 2003). As ferramentas disponíveis da mineração de dados podem ser combinadas com planilhas e demais ferramentas de desenvolvimento de software de usuário final, de modo a facilitar a análise e o processamento de dados garimpados. Em seus resultados produz cinco tipos de informações: associação; seqüências; classificação; agrupamentos; e previsões (TURBAN; McLEAN; WETHEREBE, 2002). Os sistemas de mineração de dados são interligados a um sistema de banco de dados e, desde a década de 1970, a evolução dos sistemas trouxe o conceito de Business Intelligence (BI), entendido como um conjunto de conceitos e métodos que utilizam os acontecimentos e

7 sistemas apoiando a tomada de decisões nos negócios da organização. Com este objetivo, dados podem ser adquiridos via sistema de processamento on-line de transações (OLTP), promovendo seu armazenamento em um sistema de banco de dados, a exemplo do Data warehouse, gerando, por sua vez, o subconjunto de dados, o Data marte. Em seguida, tais dados podem ser processados em uma ferramenta de análise, qual seja, a ferramenta de processamento analítico on-line (OLAP), um sistema de informações para executivos (EIS), um sistema de apoio a decisão (DSS) e mesmo um sistema de descoberta e previsão, o Data mining (BRAGA, 2005). No Data mining o processamento dos dados de um Data warehouse serve à identificação de fatores e tendências-chave nos padrões de atividade de negócios. Tal procedimento auxilia os gerentes na tomada de decisões relativas às mudanças estratégicas em suas operações no sentido de obter vantagens competitivas no mercado em que atuam (O BRIEN, 2004). De acordo com Rosini (2003), o OLTP é um processo baseado na consulta e atualização de dados de modo instantâneo, fundado em informações atuais. O diferencial dos sistemas baseado em OLTP é promover respostas rápidas ao usuário que consulta, o que implica em um trabalho com bases de dados normalizadas e otimizadas de modo a receber o impacto imposto pela arquitetura física dos dados, como a exigência de acessos desnecessários à base de dados, ocasionando demora na transação. Já o Data mining auxilia na promoção da extração de valor dos dados corporativos, ao descobrir os padrões ocultos nos dados e que permitem antecipar o comportamento de compra de clientes chave, por exemplo, ou de preparar a empresa no lançamento de novos produtos ou serviços (ROSINI, 2003). Segundo Ferro e Lee (2001, p.58) quanto à escolha da função de Data mining, requer saber: Inclui a decisão do propósito do modelo derivado do algoritmo de data mining (Ex. classificação, regressão e clusterização). Encontrar o algoritmo de data mining: inclui selecionar métodos para serem usados para procurar por modelos nos dados, como decidir quais modelos e parâmetros podem ser apropriados e determinar um método de data mining particular com o modelo global do processo KDD (Ex. o usuário pode estar mais preocupado em entender o modelo do que nas suas capacidades). A razão principal para a criação da mineração de dados tem relação com o advento de um significativo poder computacional quando foi desenvolvido o software Automatic Interaction Detection (AID), [...] que considerava os relacionamentos possíveis entre todos os pares possíveis de dados quantificados dentro de um conjunto de dados, permitindo que um computador mainframe dispusesse uma análise de todas as relações potenciais entre dezenas de variáveis em tempo recorde (HAIR et al., 2003, p. 41). Explicitando a capacidade de análise, um conjunto de dados com 24 variáveis poderia exigir computações; atualmente, a capacidade computacional moderna admite a realização de tais tipos de análise em um PC ou laptop em segundos, possibilitando ao pesquisador facilidade de encontrar informações precisas à melhoria do desempenho da organização (HAIR et al., 2003). Agregado a Data mining encontra-se o Web mining, definido como O processo de analisar registros de acesso e outras informações ligadas a padrões de navegação e de acesso dos usuários em uma ou mais localidades da Web (TURBAN; McLEAN; WETHEREBE, 2002, p.126). Em sua composição consta como uma aplicação de técnicas de Data mining, e elabora a exploração de conteúdo, um processo de descobrimento de informação a partir de milhões de documentos disponíveis na Web.

8 Utilizado em diferentes áreas, o Web mining atua na filtragem de informações, como nos e- mails, revistas e jornais; exerce vigilância quanto aos concorrentes na internet e patentes; atua na garimpagem de registros de acesso à Web; promove navegação assistida e realiza serviços que combatem o crime na internet. Ainda, é vital ao comércio eletrônico em razão do imenso número de visitantes, visto como parte relevante da exploração de dados em geral, na execução de funções como o descobrimento de recursos, extração de informações e generalização (TURBAN; McLEAN; WETHEREBE, 2002). Hair et al. (2005) comenta sobre outros tipos de técnicas analíticas que podem ser utilizadas na mineração de dados, incluindo as abordagens descritivas e gráficas até as técnicas multivariadas sofisticadas, como a análise de agrupamentos ou regressão múltipla ou logística, e modelos de aprendizagens novos, como as redes neurais e algoritmos genéticos. Nas redes neurais, sistemas de computação modelados segundo a rede em forma de malha de cérebro de elementos de processamento conectados chamados neurônios, a operação ocorre em paralelo e em interação dinâmica entre si, possibilitando o aprendizado da rede fundado nos dados que ele mesmo processa, de forma a alterar as potencias das interconexões entre os elementos do processamento como resposta a uma mudança nos padrões de dados recebidos e os resultados auferidos (O BRIEN, 2004, p.301). Atuando como facilitadores de informação, além de um suporte técnico, está o Help Desk, um sistema informacional que atua como computação aplicada associado a demais tecnologias que incluem a Data Warehouse, a Intranet/Extranet, a Groupware, e Data Mining, a Digital Whiteboards, entre outras (COÊLHO et al., 2003). A maior utilização da informática no cotidiano da organização revela que é preciso trazer um suporte adequado aos diversos sistemas de informação utilizados e o Help Desk pode se constituir nesse suporte (SILVA, 2007). O sistema Help Desk é assim explicado por Coêlho et al. (2003, p.46): [...] um sistema help desk constitui um mecanismo computacional facilitador de informação do tipo help desk = <Pergunta, Resposta> onde tanto a Pergunta em apreço se refere àquela de clientes e/ou usuários quaisquer;quanto a Resposta do sistema se refere a um apoio informacional bem definido em seu domínio. Santos (2007) enfatiza a integração com o Help Desk e a automatização de abertura de chamados para o tratamento de casos não solucionados pelo gerenciamento de identidade. Dois fatores estão presentes: automatização da criação de chamados para concessão lógica de acesso ainda dependentes de ação manual e automatização de criação de chamados de instalação de pré-requisito para acessos. A compreensão desse suporte é dada por Corrêa: Help-Desk É denominado atendimento de 1º nível. São equipes de atendimento remoto capaz de gerenciar, coordenar e resolver incidentes no menor tempo possível garantindo que nenhuma solicitação seja perdida, esquecida ou ignorada. É composta de técnicos de informática que recebem treinamento para resolver a maior parte dos atendimentos no primeiro contato. Quando se esgotam as alternativas para solução do atendimento executado pelo Help-Desk, o registro é direcionado para a equipe que possui maior capacidade em solucionar aquele registro. A equipe poderá ser uma Mesa especializada (ME) ou Posto avançado (PA). (CORRÊA, 2007, p.11-12). Segundo Cohen (2008), é antiga a expressão Help Desk, presente na linguagem desde os tempos dos mainframes, conceituado como centro de suporte técnico, local para onde as pessoas ligavam com dúvidas de uso.

9 Lageman (1998) atribuiu o surgimento do termo Help Desk ao aparecimento dos computadores pessoais, em 1980, paralelo ao crescimento da necessidade de suporte aos novos usuários de computadores, comportando gerentes, técnicos e secretárias, fomentando a criação de Centros de Informação (CI s) com a função de auxiliar no uso dos computadores pessoais na empresa. Inicialmente utilizados para atendimento de problemas computacionais, os Help Desk são usados atualmente para qualquer tipo de assistência via telefone, seguindo uma dinâmica específica: os operadores recebem o chamado e interpretam o problema. Com base em sua experiência e conhecimento auxiliam o cliente prestando informações ou recomendando ações que resolvam o problema (SILVA, 2007). Segundo Silva (2007), um sistema de Help Desk é composto por três componentes básicos: Software: auxilia o controle do inventário tecnológico da empresa, revelando os problemas repetidos, tempos médios de atendimento, as soluções usadas nas áreas mais demandantes e identificação da necessidade de treinamentos; Equipe: atua nos níveis de campo e de retaguarda. A equipe de campo faz o atendimento aos problemas, solucionando-os quando possível ou acionando fornecedores internos e externos. Já a equipe de retaguarda é acionada quando um problema técnico supera a capacidade de resolução da equipe de campo. Os analistas de suporte de fornecedores funcionam como uma terceira camada e podem ser requisitados pela equipe de retaguarda, recebendo o problema identificado e já mapeado. Metodologia de serviço: envolve a situação do sistema de Help Desk em relação aos usuários, definindo quais são as estratégias de ação diante de determinado problema, apresentando indicadores de desempenho e identificando novas oportunidades em um processo de melhoria contínua (SILVA, 2007, p.1). Coêlho et al. (2003) associam o Help Desk a tecnologia de gestão do conhecimento enfatizando a sua modelagem com o emprego de metodologias e ferramentas variadas. Interessa-lhes, particularmente, os sistemas construídos com base no conhecimento e assim definem: Sistemas help desk inteligentes são sistemas que servem como um ponto único de intervenção para solução de problemas enfrentados por usuários (usuários de produtos, usuários de serviços, usuários internos, usuários externos) e onde a fonte das soluções computacionais propostas está na representação computacional de conhecimento (COÊLHO et al., 2003, p.49). Com essa definição, é justificado o papel do Help Desk na organização como um processo automático particular ou uma tecnologia da gestão do conhecimento, já que os dois trabalham processos que envolvem o conhecimento e precisam da criação de bases de conhecimento nas organizações. Ainda, a dedicação é quanto à inteligência e à aprendizagem das organizações, a serviço da moderna economia baseada em conhecimento (COÊLHO et al., 2003). O Help Desk tem como objetivo principal evitar a perda de tempo do usuário ao se deparar com alguma dificuldade com a tecnologia. A rápida e eficiente intervenção favorece a redução do impacto no negócio, como propostas não enviadas, sistema bancário inativo e demais conseqüências que surgem. É característica dos departamentos de Help Desk a busca de novos métodos para o aumento de eficiência, em especial, o de promover ao usuário a autoajuda, localizando soluções e orientações por si mesmo (COHEN, 2008). Em seu estudo, Corrêa (2007) concluiu sobre a eficiência do processo KDD e de que a mineração de dados exige dados limpos, padronizados e codificados, criando um conhecimento novo e útil para a gestão do Help Desk.

10 3 Conclusão A descoberta do conhecimento em bancos de dados KDD é um processo amplo que comporta a mineração de dados, a Data mining, como uma das etapas de seu processo para o efetivo acesso ao conhecimento. Na prática, o KDD requer o cumprimento de etapas e, dentre outras, a da limpeza de dados, uma atribuição que pode ser delegada ao Help Desk permitindo a qualidade de análise em decorrência da qualidade dos dados. Os problemas do contexto real que atingem os bancos de dados não são resolvidos sem a exigência prévia de experiência e conhecimento; o gerenciamento eficaz do volume de dados permite que o KDD trafegue mais rápido e auxilie a tomada de decisão da organização. Referências ARANTES, Nélio. Sistemas de gestão empresarial: conceitos permanentes na administração de empresas válidas. 2. ed. São Paulo: Atlas, BRAGA, Luis Paulo Vieira. Introdução à mineração de dados. 2. ed. Rio de Janeiro: E- Papers, Disponível em: <http://books.google.com.br/books?id=blfslqbrzsoc &printsec=copyright&source=gbs_pub_info_s&cad=2#v=onepage&q=&f=false>. Acesso em: 26 ago BROOKSHEAR, Glen J. Ciência da computação: uma visão abrangente. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://books.google.com.br/books?id=p0s8f bimfkoc &printsec=copyright&source=gbs_pub_info_s&cad=2#v=onepage&q=&f=true>. Acesso em: 26 ago COÊLHO, Álvaro Vinícius de Souza; FERNEDA, Edilson; MARTINS, Agenor de Sousa; BARROS, M. A.; GORGONIO, F. L. Help Desk inteligente em gestão do conhecimento: um tratamento integrador de paradigmas. Inesc Em Revista, Unaí, MG, v. 1, n. 1, p , COHEN, Roberto. Implantação de help desk e service desk. São Paulo: Novatec Editora, CORRÊA, Ulisses. Mineração de dados de help desk usando rattle o caso Petrobras f. Dissertação (Mestrado em Administração) Faculdade de Economia e Finanças IBMEC, Rio de Janeiro, FERRO, Mariza; LEE, Huei Diana. O processo de KDD Knowledge Discovery in Database para aplicações na medicina. SEMINC, p.57-62, HAIR, Joseph et al. Análise multivariada de dados. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://books.google.com.br/books?id=lxfb5jzxdbuc &printsec=copyright &source=gbs_pub_info_s&cad=2#v=onepage&q=&f=false>. Acesso em: 26 ago LAGEMANN, Gerson Volney. RBC para o problema de suporte ao cliente nas empresas de prestação de serviço de software: o caso Datasul. Florianópolis, Dissertação (Mestrado) - Engenharia de Produção. Universidade Federal de Santa Catarina. Disponível em: <http://www.eps.ufsc.br/disserta98/lagemann/index.html>. Acesso em: 27 ago HAIR, Joseph F.; MONEY, Arthur.; BABIN, Barry; SAMOEUL, Phillip. Fundamentos de métodos de pesquisa em administração. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://books.google.com.br/books?id=shrikxsqrksc&printsec=copyright&source=gbs_pu b_info_s&cad=2#v=onepage&q=&f=false>. Acesso em: 26 ago

11 O BRIEN, James A. Sistemas de informação e as informações gerenciais na era da internet. 2. ed. São Paulo: Saraiva, PEREIRA, Heitor José Pereira. Proposição de um modelo organizacional baseado no conhecimento: um estudo de caso em empresa pública. Disponível em: <http://gestaoinstitucional.rio.rj.gov.br/downloads.php?tipo=pdf&arq=doc/dwnl/gestao_do_ Conhecimento/Proposicao_de_um_Modelo_Organizacional.pdf>. Acesso em: 26 ago REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da informação aplicada a sistemas de informações empresariais: o papel estratégico da informação e dos sistemas de informação nas empresas. 3. ed. São Paulo: Atlas, ROSINI, Alessandro marco. Administração de sistemas de informação e a gestão do conhecimento. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, SANTOS, Alfredo. Gerenciamento de identidade. Rio de Janeiro: Brasport, Disponível em: <http://books.google.com.br/books?id=acfu300zvguc&printsec=copyright&source = gbs_pub_info_s&cad=2#v=onepage&q=&f=false>. Acesso em: 27 ago SILVA, Jorge Moacir Farias da. Utilização do raciocínio baseado em casos como apoio a um sistema de Help Desk Monografia (Graduação em Sistemas de Informação). Centro Universitário Feevale - Instituto de Ciências Exatas e Tecnológicas - Novo Hamburgo, Disponível em: <http://nead.feevale.br/tc/files/1001.doc>. Acesso em: 27 ago TURBAN, Efraim; McLEAN, Ephraim; WETHEREBE, James. Tecnologia da informação para gestão: transformando os negócios na economia digital. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://books.google.com.br/books? id=d5ekddxqunyc&printsec =copyright&source=gbs_pub_info_s&cad=2#v=onepage&q=&f=false>. Acesso em: 27 ago

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Data Warehouse - Conceitos Hoje em dia uma organização precisa utilizar toda informação disponível para criar e manter vantagem competitiva. Sai na

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI Noções de sistemas de informação Turma: 01º semestre Prof. Esp. Marcos Morais

Leia mais

srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo

srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo CBSI Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação BI Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Faculdade de Computação Instituto

Leia mais

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos.

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fundada em 1989, a MicroStrategy é fornecedora líder Mundial de plataformas de software empresarial. A missão é fornecer as plataformas mais

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Lembrando... Aula 4 1 Lembrando... Aula 4 Sistemas de apoio

Leia mais

MATERIAL DIDÁTICO: APLICAÇÕES EMPRESARIAIS SISTEMA DE APOIO À DECISÃO (SAD)

MATERIAL DIDÁTICO: APLICAÇÕES EMPRESARIAIS SISTEMA DE APOIO À DECISÃO (SAD) AULA 07 MATERIAL DIDÁTICO: APLICAÇÕES EMPRESARIAIS SISTEMA DE APOIO À DECISÃO (SAD) JAMES A. O BRIEN MÓDULO 01 Páginas 286 à 294 1 AULA 07 SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES 2 Sistemas de Apoio à Decisão (SAD)

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Business Intelligence Inteligência Competitiva tem por fornecer conhecimento

Leia mais

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Janeiro de 2011 p2 Usuários comerciais e organizações precisam

Leia mais

DATA WAREHOUSE. Introdução

DATA WAREHOUSE. Introdução DATA WAREHOUSE Introdução O grande crescimento do ambiente de negócios, médias e grandes empresas armazenam também um alto volume de informações, onde que juntamente com a tecnologia da informação, a correta

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

BUSINESS INTELLIGENCE, O ELEMENTO CHAVE PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES.

BUSINESS INTELLIGENCE, O ELEMENTO CHAVE PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 88 BUSINESS INTELLIGENCE, O ELEMENTO CHAVE PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES. Andrios Robert Silva Pereira, Renato Zanutto

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani BI Business Intelligence A inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1 SISTEMA DE APOIO À DECISÃO Grupo: Denilson Neves Diego Antônio Nelson Santiago Sabrina Dantas CONCEITO É UM SISTEMA QUE AUXILIA O PROCESSO DE DECISÃO

Leia mais

Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de

Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de 1 Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de relatórios dos sistemas de informação gerencial. Descrever

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais (SIG)

Sistemas de Informação Gerenciais (SIG) Faculdade de Engenharia - Campus de Guaratinguetá Sistemas de Informação Gerenciais (SIG) Prof. José Roberto Dale Luche Unesp Um SISTEMA DE INFORMAÇÃO é um conjunto de componentes inter-relacionados, desenvolvidos

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI),

Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI), Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI), BUSINESS INTELLIGENCE (BI) O termo Business Intelligence (BI), popularizado por Howard Dresner do Gartner Group, é utilizado para definir sistemas orientados

Leia mais

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Sistema Tipos de sistemas de informação Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Um sistema pode ser definido como um complexo de elementos em interação (Ludwig Von Bertalanffy) sistema é um conjunto

Leia mais

UNG CIC Tópicos Especiais de TI. Aula 13

UNG CIC Tópicos Especiais de TI. Aula 13 Aula 13 1. Data Warehouse Armazém de Dados (Continuação) 1 Erros na implantação de um Data Warehouse Segundo o Data Warehousing Institute existem dez erros mais comuns na implantação de um Data Warehouse

Leia mais

Capítulo 13: Tecnologia da Informação. Prof.: Roberto Franciscatto

Capítulo 13: Tecnologia da Informação. Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 13: Tecnologia da Informação Prof.: Roberto Franciscatto Introdução Uma informação é um arranjo de dados (nomes, palavras, números, sons, imagens) capazes de dar forma ou sentido a algo do interesse

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

APLICAÇÃO DE MINERAÇÃO DE DADOS PARA O LEVANTAMENTO DE PERFIS: ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA

APLICAÇÃO DE MINERAÇÃO DE DADOS PARA O LEVANTAMENTO DE PERFIS: ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA APLICAÇÃO DE MINERAÇÃO DE DADOS PARA O LEVANTAMENTO DE PERFIS: ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA Lizianne Priscila Marques SOUTO 1 1 Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento.

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Cadeira de Tecnologias de Informação Ano lectivo 2007/08 Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Prof. Mário Caldeira Profª Ana Lucas Dr. Fernando Naves

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD

SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD Conceitos introdutórios Decisão Escolha feita entre duas ou mais alternativas. Tomada de decisão típica em organizações: Solução de problemas Exploração de oportunidades

Leia mais

Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior

Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Sobre esta aula Sistema de informação nos negócios Sistemas de informação no apoio ao processo de tomada de decisão Sistemas colaborativos

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

GERENCIAMENTO DO CONHECIMENTO NA EMPRESA DIGITAL

GERENCIAMENTO DO CONHECIMENTO NA EMPRESA DIGITAL Capítulo 10 GERENCIAMENTO DO CONHECIMENTO NA EMPRESA DIGITAL 10.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Por que hoje as empresas necessitam de programas de gestão do conhecimento e sistemas para gestão do conhecimento?

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONCEITOS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONCEITOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONCEITOS 1. Sabe-se que o conceito de Sistema de Informação envolve uma série de sistemas informatizados com diferentes características e aplicações, os quais, porém, têm em comum

Leia mais

Administração de dados - Conceitos, técnicas, ferramentas e aplicações de Data Mining para gerar conhecimento a partir de bases de dados

Administração de dados - Conceitos, técnicas, ferramentas e aplicações de Data Mining para gerar conhecimento a partir de bases de dados Universidade Federal de Pernambuco Graduação em Ciência da Computação Centro de Informática 2006.2 Administração de dados - Conceitos, técnicas, ferramentas e aplicações de Data Mining para gerar conhecimento

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS Asia Shipping Transportes Internacionais Ltda. como cópia não controlada P á g i n a 1 7 ÍNDICE NR TÓPICO PÁG. 1 Introdução & Política 2 Objetivo 3 Responsabilidade

Leia mais

ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET

ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET AULA 02 ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET JAMES A. O BRIEN CAPÍTULO 01 continuação Páginas 03 à 25 1 COMPONENTES DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO Especialistas

Leia mais

Data Warehouse Processos e Arquitetura

Data Warehouse Processos e Arquitetura Data Warehouse - definições: Coleção de dados orientada a assunto, integrada, não volátil e variável em relação ao tempo, que tem por objetivo dar apoio aos processos de tomada de decisão (Inmon, 1997)

Leia mais

SI- Sistemas de Informação. Professora: Mariana A. Fuini

SI- Sistemas de Informação. Professora: Mariana A. Fuini SI- Sistemas de Informação Professora: Mariana A. Fuini INTRODUÇÃO A informação é tudo na administração de uma organização. Mas para uma boa informação é necessário existir um conjunto de características

Leia mais

Figura 1 - Processo de transformação de dados em informação. Fonte: (STAIR e REYNOLDS, 2008, p. 6, adaptado).

Figura 1 - Processo de transformação de dados em informação. Fonte: (STAIR e REYNOLDS, 2008, p. 6, adaptado). Tecnologia da Informação (TI) A tecnologia é o meio, o modo pelo qual os dados são transformados e organizados para a sua utilização (LAUDON; LAUDON, 1999). Os dados podem ser considerados como fatos básicos,

Leia mais

Data Warehousing Visão Geral do Processo

Data Warehousing Visão Geral do Processo Data Warehousing Visão Geral do Processo Organizações continuamente coletam dados, informações e conhecimento em níveis cada vez maiores,, e os armazenam em sistemas informatizados O número de usuários

Leia mais

Complemento II Noções Introdutória em Redes Neurais

Complemento II Noções Introdutória em Redes Neurais Complemento II Noções Introdutória em Redes Neurais Esse documento é parte integrante do material fornecido pela WEB para a 2ª edição do livro Data Mining: Conceitos, técnicas, algoritmos, orientações

Leia mais

GERENCIAMENTO DO CONHECIMENTO NA EMPRESA DIGITAL

GERENCIAMENTO DO CONHECIMENTO NA EMPRESA DIGITAL GERENCIAMENTO DO CONHECIMENTO NA EMPRESA DIGITAL 1 OBJETIVOS 1. Por que hoje as empresas necessitam de programas de gestão do conhecimento e sistemas para gestão do conhecimento? 2. Quais são as aplicações

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

Gerenciamento de Dados e Gestão do Conhecimento

Gerenciamento de Dados e Gestão do Conhecimento ELC1075 Introdução a Sistemas de Informação Gerenciamento de Dados e Gestão do Conhecimento Raul Ceretta Nunes CSI/UFSM Introdução Gerenciando dados A abordagem de banco de dados Sistemas de gerenciamento

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

Tecnologias e Sistemas de Informação

Tecnologias e Sistemas de Informação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 02 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Data Warehouse. Diogo Matos da Silva 1. Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil. Banco de Dados II

Data Warehouse. Diogo Matos da Silva 1. Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil. Banco de Dados II Data Warehouse Diogo Matos da Silva 1 1 Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil Banco de Dados II Diogo Matos (DECOM - UFOP) Banco de Dados II Jun 2013 1 /

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

Teoria Geral de Sistemas. Késsia R. C. Marchi

Teoria Geral de Sistemas. Késsia R. C. Marchi Teoria Geral de Sistemas Késsia R. C. Marchi Informação e Sistema Abordagem Sistêmica As pessoas empregam a palavra sistema em muitas situações cotidianas, por exemplo: O sistema eletrônico de votação...

Leia mais

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Contextualização ENGENHARIA DE SOFTWARE ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO Perspectiva Histórica Engenharia de Software 1940:

Leia mais

Inteligência Empresarial. BI Business Intelligence. Business Intelligence 22/2/2011. Prof. Luiz A. Nascimento

Inteligência Empresarial. BI Business Intelligence. Business Intelligence 22/2/2011. Prof. Luiz A. Nascimento Inteligência Empresarial Prof. Luiz A. Nascimento BI Pode-se traduzir informalmente Business Intelligence como o uso de sistemas inteligentes em negócios. É uma forma de agregar a inteligência humana à

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ PLANO DE ENSINO - 2º SEMESTRE 2011 Disciplina ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS Professor MSC. ADOLFO FRANCESCO DE OLIVEIRA COLARES Carga Horária Semanal Curso ADMINISTRAÇÃO Carga Horária

Leia mais

Classificação dos Sistemas de Informação

Classificação dos Sistemas de Informação Sistemas de Informação Classificação dos Sistemas de Informação O que veremos? Estaremos examinando o tipo de sistema de informação Gerencial. Veremos também, outras classificações dos sistemas de informação.

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Franco Vieira Sampaio 1 Atualmente a informática está cada vez mais inserida no dia a dia das empresas, porém, no início armazenavam-se os dados em folhas,

Leia mais

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1 Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii Parte I - Empresa e Sistemas, 1 1 SISTEMA EMPRESA, 3 1.1 Teoria geral de sistemas, 3 1.1.1 Introdução e pressupostos, 3 1.1.2 Premissas

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a.

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

MINERAÇÃO DE DADOS EDUCACIONAIS: UM ESTUDO DE CASO APLICADO AO PROCESSO SELETIVO DO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO

MINERAÇÃO DE DADOS EDUCACIONAIS: UM ESTUDO DE CASO APLICADO AO PROCESSO SELETIVO DO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO MINERAÇÃO DE DADOS EDUCACIONAIS: UM ESTUDO DE CASO APLICADO AO PROCESSO SELETIVO DO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO Fernanda Delizete Madeira 1 ; Aracele Garcia de Oliveira Fassbinder 2 INTRODUÇÃO Data

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS O PODER DA INFORMAÇÃO Tem PODER quem toma DECISÃO Toma DECISÃO correta quem tem SABEDORIA Tem SABEDORIA quem usa CONHECIMENTO Tem CONHECIMENTO quem possui INFORMAÇÃO (Sem

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

Administração de CPD Chief Information Office

Administração de CPD Chief Information Office Administração de CPD Chief Information Office Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Objetivos Apresentar os principais conceitos e elementos relacionados ao profissional de

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

CRM. Customer Relationship Management

CRM. Customer Relationship Management CRM Customer Relationship Management CRM Uma estratégia de negócio para gerenciar e otimizar o relacionamento com o cliente a longo prazo Mercado CRM Uma ferramenta de CRM é um conjunto de processos e

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

A importância da. nas Organizações de Saúde

A importância da. nas Organizações de Saúde A importância da Gestão por Informações nas Organizações de Saúde Jorge Antônio Pinheiro Machado Filho Consultor de Negócios www.bmpro.com.br jorge@bmpro.com.br 1. Situação nas Empresas 2. A Importância

Leia mais

CONSULTA AO MERCADO RFI REQUEST FOR INFORMATION CONSOLIDAÇÃO DE DÚVIDAS APRESENTADAS

CONSULTA AO MERCADO RFI REQUEST FOR INFORMATION CONSOLIDAÇÃO DE DÚVIDAS APRESENTADAS CONSULTA AO MERCADO RFI REQUEST FOR INFORMATION CONSOLIDAÇÃO DE DÚVIDAS APRESENTADAS 1. Dúvidas Gerais Pergunta: Os processos e metodologias de avaliação de riscos do Banco estão definidos e implantados?

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence É um conjunto de conceitos e metodologias que, fazem uso de acontecimentos e sistemas e apoiam a tomada de decisões. Utilização de várias fontes de informação para se definir estratégias de competividade

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional II Prof.: Fernando Hadad Zaidan

Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional II Prof.: Fernando Hadad Zaidan Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional II Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 4.1 2 1 Material usado na montagem dos Slides BARBIERI,

Leia mais

FACULDADE KENNEDY BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FACULDADE KENNEDY BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FACULDADE KENNEDY BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO A Faculdade Kennedy busca sempre melhorar a qualidade, oferecendo serviços informatizados e uma equipe de profissionais preparada para responder

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 04 Conceito Sistema de Informação é uma série de elementos ou componentes inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam e armazenam (processo),

Leia mais

Data Warehousing. Leonardo da Silva Leandro. CIn.ufpe.br

Data Warehousing. Leonardo da Silva Leandro. CIn.ufpe.br Data Warehousing Leonardo da Silva Leandro Agenda Conceito Elementos básicos de um DW Arquitetura do DW Top-Down Bottom-Up Distribuído Modelo de Dados Estrela Snowflake Aplicação Conceito Em português:

Leia mais

Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01

Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01 Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01 Douglas Farias Cordeiro Universidade Federal de Goiás 31 de julho de 2015 Mini-currículo Professor do curso Gestão da Informação Professor do curso ESAMI

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística CONCEITOS O nome Supply Chain, cujo termo têm sido utilizado em nosso país como Cadeia de Suprimentos, vem sendo erroneamente considerado como

Leia mais

Curso Data warehouse e Business Intelligence

Curso Data warehouse e Business Intelligence Curso Data warehouse e Business Intelligence Fundamentos, Metodologia e Arquitetura Apresentação Os projetos de Data Warehouse e Business Intelligence são dos mais interessantes e complexos de desenvolver

Leia mais

Uma estrutura (framework) para o Business Intelligence (BI)

Uma estrutura (framework) para o Business Intelligence (BI) Uma estrutura conceitural para suporteà decisão que combina arquitetura, bancos de dados (ou data warehouse), ferramentas analíticas e aplicações Principais objetivos: Permitir o acesso interativo aos

Leia mais

Fases para um Projeto de Data Warehouse. Fases para um Projeto de Data Warehouse. Fases para um Projeto de Data Warehouse

Fases para um Projeto de Data Warehouse. Fases para um Projeto de Data Warehouse. Fases para um Projeto de Data Warehouse Definição escopo do projeto (departamental, empresarial) Grau de redundância dos dados(ods, data staging) Tipo de usuário alvo (executivos, unidades) Definição do ambiente (relatórios e consultas préestruturadas

Leia mais

No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o

No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o DATABASE MARKETING No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o empresário obter sucesso em seu negócio é

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL 2015 Sabemos que as empresas atualmente utilizam uma variedade muito grande de sistemas de informação. Se você analisar qualquer empresa que conheça, constatará que existem

Leia mais

Como melhorar a tomada de decisão. slide 1

Como melhorar a tomada de decisão. slide 1 Como melhorar a tomada de decisão slide 1 P&G vai do papel ao pixel em busca da gestão do conhecimento Problema: grande volume de documentos em papel atrasavam a pesquisa e o desenvolvimento. Solução:

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado.

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. TECNICAS E TECNOLOGIAS DE APOIO CRM Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. Empresas já não podem confiar em mercados já conquistados. Fusões e aquisições

Leia mais

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 Apresentação Doutora e Mestre em Ciências da Comunicação / Bibliotecária (ECA/USP); Docente do curso de

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença?

Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença? Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença? * Daniela Ramos Teixeira A Inteligência vem ganhando seguidores cada vez mais

Leia mais

15 Computador, projeto e manufatura

15 Computador, projeto e manufatura A U A UL LA Computador, projeto e manufatura Um problema Depois de pronto o desenho de uma peça ou objeto, de que maneira ele é utilizado na fabricação? Parte da resposta está na Aula 2, que aborda as

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Introdução à Unidade Curricular

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Introdução à Unidade Curricular SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Introdução à Unidade Curricular Material Cedido pelo Prof. Msc. Ângelo Luz Prof. Msc. André Luiz S. de Moraes 2 Materiais Mussum (187.7.106.14 ou 192.168.200.3) Plano de Ensino SISTEMAS

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento Logístico Gerenciamento Logístico A missão do gerenciamento logístico é planejar

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia da Informação na Gestão do Conhecimento consiste em: Ampliar o alcance

Leia mais