Comentário da Lição Escola Sabatina 2º trimestre de 2015 Tema geral: O EVANGELHO DE LUCAS LIÇÃO 4: 18 a 25 de abril O CHAMADO PARA O DISCIPULADO

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1 Comentário da Lição Escola Sabatina 2º trimestre de 2015 Tema geral: O EVANGELHO DE LUCAS LIÇÃO 4: 18 a 25 de abril O CHAMADO PARA O DISCIPULADO Autor: Pr Jônatas Leal: Editor: André Oliveira Santos: Revisora: Josiéli Nóbrega Introdução Algum tempo atrás tive a oportunidade de navegar pelo belo mar da Galileia. Na ocasião, lembrei-me de tantas memoráveis histórias registradas nos evangelhos, que tiveram esse mar como cenário. De fato, Lucas foi mais preciso ao chamá-lo de lago. Trata-se de um belo lago rodeado por uma cadeia montanhosa, cujo comprimento alcança quase 21 km e largura quase 10 km. Sua profundidade não passa de 61 metros. O lago, ao norte da Palestina, era a fonte de subsistência de muitas comunidades que se desenvolveram ao seu redor. Foi na Galileia, ao redor do lago de Genesaré, como também era conhecido, que Cristo muitas vezes pregou, ensinou e curou. Na verdade, a maior parte de Seu ministério se desenrolou ali. Também foi nesse cenário que Cristo começou a montar uma equipe muito inusitada, mas que, com o tempo, abalaria o mundo. Peixes e pescadores (Lc 5:1-11) A pesca maravilhosa seria o primeiro de outros grandes milagres realizados por Cristo naquele ambiente. Mais tarde, no mesmo lago, Jesus acalmaria a tempestade (Lc 8:22-24) e andaria sobre as águas (Mt 15:22). Como os demais milagres, esse também tinha um propósito muito específico. Os milagres de Cristo eram mais do que demonstração de poder ou tentativa de resolver problemas humanos, visto que muitos permaneceram doentes, e mesmo aqueles que foram curados voltaram a adoecer, e finalmente morreram. Bloomberg caracteriza os milagres de Cristo como parábolas. Em geral, eles apontam para a obra espiritual de Jesus e convocam o leitor a responder a Seu chamado. 1 Esse foi o caso com a pesca inesperada e extraordinária. Por meio dela, Cristo transcendeu o material e apontou realidades espirituais. Vejamos algumas lições adicionais sobre o discipulado e a missão que o milagre nos ensina. Em primeiro lugar, a obra evangelística não é uma consecução humana. Não depende apenas dos esforços humanos. Os homens já tinham desistido. Seus esforços tinham sido em vão. Sem a direção divina, nossos melhores esforços não resultarão em nada mais do que fadiga e cansaço. A igreja precisa se manter aberta à direção divina, lembrando sempre que somente o Mestre sabe onde estão os peixes. Nossos métodos e capacidades não serão suficientes se não estiverem aliados à guia do Espírito Santo. Como resultado de obedecer à voz de Cristo, a grande multidão de peixes representa a grande multidão que viria a Jesus por meio

2 da pregação de Pedro e dos outros discípulos. Ao pescar homens em resposta obediente ao chamado divino, o sucesso estava garantido. Em segundo lugar, o milagre possibilitou uma nova visão de Cristo aos expectadores. Pedro começou o diálogo dirigindo-se a Jesus como Mestre (Lc 5:5) (embora seja equivalente, Lucas preferiu a palavra grega epistates em vez se rabbi), um título respeitoso, muito usado nos evangelhos para se referir a Cristo. Tal título destaca Seu ensinamento, inteligência e sabedoria. Contudo, depois de presenciar o milagre, Pedro percebeu que estava diante de alguém que era mais do que um mestre. Era o Deus encarnado. Por isso, no relato, Pedro terminou dirigindo-se a Cristo como Senhor (kyrios). Tal título, aliado à atitude de Pedro de curvar-se, reconhecendo sua pecaminosidade, é uma franca demonstração de que ele reconhecia o caráter divino de Cristo. Desse modo, ficou claro que seu chamado não era para seguir um bom mestre. Eles estavam sendo chamados pelo próprio Deus para uma obra cuja repercussão seria eterna. Sem reconhecer o verdadeiro caráter de quem os chamava, jamais poderiam reconhecer a natureza de seu próprio chamado. Por fim, através do milagre, Cristo mostrou que o chamado ao discipulado não se trata de uma aventura. Ele não era mais um aventureiro como tantos outros que O haviam precedido, nem como aqueles que eram Seus rivais. Mesmo que mais tarde os tivesse aconselhado a não levar bolsa, alforje nem sandália (Lc 10:4), sua vida e futuro estariam sempre nas mãos daquele a quem até mesmo os peixes se submetiam. Assim, por mais incerta que a jornada do discipulado pareça, nada sai do controle divino, e quando obedecemos às Suas ordens, não precisamos temer coisa nenhuma. Quem são os pescadores? (6:12-16) Frequentemente, Lucas fez alusão à prática de Cristo de gastar longos períodos em oração. Ao fazer isso, o evangelista destacou a humanidade de Cristo e ao mesmo tempo Sua íntima ligação com o Pai. Lucas foi o único a mencionar esse detalhe da história. Jesus passava a noite em oração, pois sabia que o passo que estava prestes a dar era muito importante. Ele tinha consciência de que Seu ministério terrestre duraria pouco tempo. Nesse sentido, a controvérsia em torno do sábado, nos dois episódios que antecederam a escolha dos doze, forma o pano de fundo para essa ação de Jesus. Tanto Lucas quanto Marcos apresentam o relato nessa sequência. Em Lucas 6:11 lemos: Eles se encheram de furor e discutiam entre si quanto ao que fariam a Jesus. Ele precisava de despenseiros que levassem avante Seus ensinos, Seu exemplo, Sua história e Seu ministério. Para isso, escolheu os doze. Era um momento importante, pois ao chamar os doze Jesus organizava a igreja em sua manifestação no Novo Testamento, tornando-a uma instituição para o bem da humanidade, ao passo que estabelecia o fundamento para a iniciativa missionária global, uma obra que ainda está em desenvolvimento. 2 De fato, ao

3 retornar para o Pai, Jesus os capacitaria, por meio do Consolador, a fazer uma obra ainda maior (Jo 14:12). Aqui vale destacar que a escolha de Judas não foi sinal de que a oração de Cristo tivesse falhado nem de que Ele tivesse Se enganado por não conhecer o futuro. Na verdade, Judas é a maior demonstração do livre-arbítrio humano. O chamado ou eleição não são irresistíveis nem permanentes. O ser humano sempre terá a opção de escolher seu próprio caminho. O que não pode fazer é escolher as consequências dessa escolha. O fato de Jesus chamar doze é muito significativo. O número nos remete às doze tribos e os doze patriarcas do Antigo Testamento. Jesus estava fundando o novo Israel, a Sua igreja que reuniria os filhos de Deus de todas as nações, tanto judeus quanto gentios (Mt 8:10-12; 16:18; 28:19; Mc 12:9; 16:15, 16; Lc 4:25-27; João 3:16; 10:16; Ap 21:12, 14). É significativo também o fato de Jesus ter escolhido o monte para passar as horas que antecederam o chamado dos doze. Isso nos remete à ocasião em que Moisés também passou horas em comunhão com Deus antes de descer do monte para fundar Israel, entregando-lhe as leis de Deus. De acordo com Lucas, esses doze foram denominados apóstolos (6:13). O uso paulino da designação idica dois sentidos. Num sentido mais amplo apóstolos se refere a pessoas autorizadas pelas congregações locais para ser mensageiras das igrejas na comunidade cristã primitiva (2Co 8:23; Fp 2:25). 3 Num sentido mais restrito, refere-se apenas a esses doze personagens a quem Cristo treinou como representantes de Sua doutrina e futuros líderes de Sua igreja. 4 Nesse sentido, sua posição como apóstolos era singular. Paulo defendeu sua posição como tal devido a seu encontro pessoal com Cristo na estrada de Damasco (1Co 1:1; cf. com 1Co 9:1). No primeiro caso, tendo em vista o significado literal de apóstolos, todos que aceitam o chamado e cumprem a missão evangélica de espalhar a mensagem de Deus podem ser chamados de apóstolos. Nesse sentido, até mesmo Cristo é chamado de apóstolo (Hb 3:1). Contudo, em Lucas 6 esse não parece ser o único sentido. A obra daqueles homens seria específica. No grego clássico o termo apostolous tinha adquirido o significado de embaixador ou representante 5. Esse mesmo sentido também aparece na fontes judaicas. Em Flávio Josefo, a palavra indica homens favorecidos que recebiam uma designação oficial pela qual eram sempre conhecidos. 6 No Antigo Testamento, o verbo hebraico equivalente se tornou um termo técnico para o envio de um mensageiro com uma tarefa especial. Na tradição rabínica, a palavra é usada para pessoas temporariamente autorizadas para carregar plenamente em sua própria pessoa a pessoa e os direitos de outra na realização de algum ato. A Mishna provê uma clara definição: Aquele que é enviado (shaliach; cf. apostolous, em grego) é equivalente àquele que envia. Jesus deixou implícita essa mesma concepção em Lucas 10:16: Quem, porém, Me rejeitar rejeita Aquele que Me enviou. Desse modo, o termo descreve um relacionamento existente entre duas partes: tem a ver com função, não com status. 7 Esse parece ser o pano de fundo do termo apóstolo, quando aplicado ao doze em Lucas 6:13. Eles serviriam como embaixadores e representantes diretos de Cristo. Como tal, sua posição era

4 singular. Vale ressaltar ainda que, tendo em vista o currículo dos doze, tal privilégio era dom da graça. A escolha visava salientar que o evangelho é o poder de Deus em operação. A pescaria em ação (Lc 9:1-6; 10:1-24) A missão dos doze no capítulo 9 de Lucas é paralela à dos setenta do capítulo 10. Seu ministério seria de pregação e cura, o que incluiria a prática do exorcismo. O conteúdo da pregação era simples mas pungente: o reino de Deus estava próximo (Lc 10:9). A era messiânica havia chegado. Era necessário reconhecer o tempo em que viviam. Não obstante tal simplicidade, sua pregação seria acompanhada de autoridade e poder (dynamin e exousian), uma combinação achada somente em Lucas. Para tanto, ela viria acompanhada de sinais prodigiosos, tais como milagres de exorcismo e cura. A expulsão de espíritos malignos e a operação de curas exerceram um papel estratégico e ao mesmo tempo simbólico no ministério de Jesus e dos apóstolos. As possessões eram a marca de uma sociedade moral e espiritualmente degradada, cada vez mais longe de Deus. Por sua vez, os exorcismos demonstravam a proximidade do reino e o domínio divino sobre a Terra. As forças espirituais estavam em intensa atividade, pois os tempos eram de ações decisivas e definitivas para ambos os lados do conflito. Por outro lado, as curas demonstravam a natureza do reino. Na maioria dos casos, tais curas não eram apenas físicas, mas espirituais também. Elas representavam o poder salvífico e libertador de Cristo. Assim, a cura da enfermidade apontava para a salvação do pecado. Em muitos milagres, esse aspecto duplo da cura fica evidente. Por exemplo, a cura do paralítico era a evidência do poder de Cristo para perdoar pecados (Lc 5:24). Outro interessante exemplo pode ser observado na afirmação de Cristo: A tua fé te salvou, dirigida tanto à mulher curada de seu fluxo de sangue (8:48) quanto à pecadora penitente que não tinha recebido mais do que a cura spiritual (Lc 7:48-50). Desse modo, as curas e os exorcismos funcionavam como um microcosmo do grande conflito no qual, ao aceitar a comissão, os discípulos de Cristo estavam envolvidos. Jesus os havia alertado antes de Sua partida: Eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos (Lc 10:3). A guerra era real. Mas não precisavam temer, pois a provisão para a vitória estava garantida. Exatamente assim aconteceu. Depois da breve missão, eles voltaram felizes. Viram o fruto de seu trabalho e quanto poder possuía o nome de seu Mestre. Porém, Jesus lembrou-lhes que, mais do que estarem alegres pelo fato de serem instrumentos de salvação, eles mesmos haviam experimentado essa salvação (Lc 10:20). Eis o grande paradoxo do evangelismo: ao trabalhar em favor dos perdidos, nós mesmos somos libertos da perdição. Ao aceitarmos esse chamado, nós é que somos os grandes beneficiados.

5 Conclusão Os cenários mudam bem como os personagens. Contudo, as durezas e recompensas do discipulado continuam as mesmas. Sempre haverá um custo para o discipulado que envolve a mortificação do eu, a renúncia do que parece ter mais valor e, em muitos casos, da própria vida. Contudo, tal preço se torna pequeno em vista do que Deus espera oferecer para Seus fiéis obreiros. A lógica divina é clara e paradoxal ao mesmo tempo: Quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por Minha causa, esse a salvará (Lc 9:24). Por isso, Paulo não hesitou em exclamar: Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo (Fl 3:8). Por isso, em face da morte Paulo pôde confiantemente exclamar: Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a Sua vinda (2Tm 4:8). 1 BOCK, D. L. Luke: 1:1 9:50. v. 1. Grand Rapids, MI: Baker Academic, p HENDRIKSEN, W., & KISTEMAKER, S. J. Exposition of the Gospel According to Luke., v. 1; Grand Rapids: Baker Book House, 2001., p ELWELL, W. A., & BEITZEL, B. J. In Baker encyclopedia of the Bible (p. 133); Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1988., p SPENCE-JONES, H. D. M. (Ed.). St. Luke v. 1., London; New York: Funk & Wagnalls Company, 1909., p SPENCE-JONES, 1909, p Idem, p ELWELL; BEITZEL, 1988, p.132. Sobre o autor dos comentários: Jônatas de Mattos Leal graduou-se em Teologia pelo Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia (SALT) da Bahia em Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Católica de Pernambuco em 2011 e Mestre em Teologia pelo SALT. Atuou como pastor distrital entre 2009 e 2010 no distrito de Candeias, BA. Atualmente é professor de Teologia Bíblica (Antigo Testamento) e coordenador de pós-graduação no IAENE. Casado com Taiana Pickersgill Leal. Pai de Pietro Pickersgill Leal.

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