Modelo de Governança e Gestão do Modelo Global de Dados MGG. Modelo Global de Dados

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1 Modelo de Governança e Gestão do Modelo Global de Dados MGG Modelo Global de Dados Junho 2010

2 Sumário Sumário Definição Objetivos Visão integrada dos Modelos de Dados Fluxo de atividades Atividades Papéis Matriz de Responsabilidades Definições complementares Conclusão...24 Ficha Técnica...43 ANEXO I - Manual de Medição e Análise da Aderência ao Modelo Global de Dados e ao Modelo de Governança e Gestão...26 ANEXO II - Manual de Orientações Básicas para garantir a compatibilidade entre o Modelo Global de Dados e os Padrões de Interoperabilidade do Governo Eletrônico

3 1. Definição O Modelo de Governança e Gestão do Modelo Global de Dados (MGD) descreve: a) o conjunto e a respectiva seqüência de atividades de administração e análise de dados, b) os atores e órgãos responsáveis por essas atividades, c) os critérios e objetos de entrada e saída de cada atividade e d) o processo de auditoria e controle visando mensurar a aderência ao processo de gestão e ao uso do Modelo Global de Dados. Entende-se aqui por administração ou análise de dados as atividades de planejamento, documentação, gerenciamento e integração dos recursos que geram informações. As tarefas de atualização dos diagramas do Modelo Global de Dados deverão manter os padrões de representação e taxonomia do modelo definidos no Manual de Técnicas e Administração de Dados da Superintendência de Integração de Dados e Processos e no Guia Metodológico de Integração de Dados e Processos, além de gerar versionamentos por meio da ferramenta de modelagem. O Projeto Integração é o Projeto de Integração do Macroprocesso de Planejamento, Orçamento e Finanças. Dados possuem diferentes características, tipos e origens e se inter-relacionam de alguma forma. O Modelo Global de Dados surgiu da necessidade de identificar o contexto e as ações necessárias para a integração, modernização e desenvolvimento de soluções que consistem em planejar, organizar, controlar e principalmente integrar adequadamente os dados dos sistemas estruturantes do macroprocesso de Planejamento, Orçamento e Finanças, que venham a atender ao macroprocesso em seu todo, atendendo ao direcionamento estratégico do Governo Federal. Inicialmente o trabalho abrange 6 (seis) áreas de negócios do Macroprocesso de Planejamento, Orçamento e Finanças no âmbito do Ministério do Planejamento que são: Planejamento, Orçamento, Administração de Pessoal, Administração de Compras e Contratações, Gestão Governamental e Administração de Patrimônio. O MGD das soluções que permeiam as áreas de negócio do mesmo macroprocesso mas no âmbito da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda está em etapa de desenvolvimento e serão na seqüência incorporados ao restante do MGD. Este processo gradual de construção do modelo caracteriza a necessidade de gestão. O MGD não é um modelo estático. É o retrato atual de dados em constante evolução. A possibilidade de prospecção de modificações sobre a estrutura atual de dados também evidencia a necessidade de uma gestão. O MGD é composto por 7 (sete) produtos: Diagrama de Entidade Relacionamento (DER) em alto nível apresentando conceitualmente as principais entidades do macroprocesso; Diagrama de Contexto; Matriz Entidade x Área de Negocio, Dicionário de Dados, Diagrama e documento de descrição de processos, Matriz de entidade x processo e Matriz de entidade x Gestor da Informação. O DER é o principal produto do MGD e insumo 3

4 fundamental na definição de requisitos das novas demandas. Os demais produtos são ferramentas auxiliares à análise de dados pelos usuários do modelo. 2. Objetivos O Modelo de Governança e Gestão do Modelo Global de Dados foi elaborado para atender os seguintes objetivos: 1. Permitir ao cliente gerir melhor as informações a partir de uma visão global e integrada dos dados do Macroprocesso de Planejamento, Orçamento e Finanças, possibilitando a melhoria do seu negócio, melhoria de seus processos e a agregação de mais valor às suas propostas de soluções adaptativas e evolutivas buscando também a integração dos diversos Sistemas Estruturantes, de maneira a atender o direcionamento estratégico do Governo Federal. 2. Estruturar o fluxo de atividades das demandas do Gestor da Informação para a Área de Negócios e para a Área de Desenvolvimento de Sistemas que irão projetar e implementar soluções a partir da visão do MGD; 3. Definir o processo de Administração e Gestão da Evolução do MGD, garantindo o versionamento(histórico de atualizações), e estratificação(modelo global e corporativo de dados) em diferentes níveis e visões; 4. Garantir a possibilidade de prospecções de novas soluções e avaliação do impacto de novas funcionalidades ou alterações de funcionalidades existentes sobre o Modelo Global de Dados pelo cliente e pelo responsável na Área de Negócios do SERPRO; 5. Definir forma e critérios de auditoria e métricas para avaliar a eficiência e efetividade na utilização do MGD 6. Definir a seqüência de atividades a serem realizadas caso o serviço solicitado pelo cliente e analisado em primeira instância pela área de negócios responsável pelo atendimento ao cliente, gere algum impacto sobre o Modelo Global de Dados. 7. Definir as responsabilidades e objetos envolvidos em cada atividade do processo de gestão dos dados. 4

5 3. Visão integrada dos Modelos de Dados Figura 1. 5

6 4. Fluxo de atividades Figura 2 Desdobramento da atividade 01 Proposta de fluxo entre os papeis do Governo Figura 3 6

7 5. Atividades 1. Prospectar soluções e abrir demanda Ao demandar um serviço ao Serpro, o cliente poderá prospectar novas soluções, tomando os produtos do MGD como insumo, visando melhorar as soluções existentes, solicitar novas funcionalidades ou propor soluções de integração onde e quando se identificar pontos de convergência existentes entre os sistemas do Macroprocesso de Planejamento Orçamento e Finanças. O cliente define uma proposta de mudança, ele abre uma demanda à Unidade de Relacionamento com Cliente (URC) responsável pelo atendimento da área envolvida para que os Analistas de Negócios da URC venham a atuar junto ao cliente com o objetivo de viabilizar a implementação da proposta. O Modelo Global de Dados serve como insumo adicional à definição da proposta de mudança permitindo ao cliente gerir o dado e a informação de maneira mais eficiente. A visualização do modelo de dados e a possibilidade de prospecção de soluções sobre uma ferramenta de uso corporativo com controles adequados de visões e versionamentos é garantia de que propostas de mudanças serão solicitadas com mais embasamento. Entrada: Visão do MGD Saída: Demanda gerada pelo cliente e direcionada para a sua URC de atendimento. Responsável: Gestor de Sistema (Cliente) 2. Analisar demanda Ao receber a demanda do cliente ou ao estudar soluções para atender necessidades do cliente, o responsável na Área de Negócios com conhecimento em Administração de Dados analisará a solicitação sobre o ponto de vista dos dados envolvidos verificando a necessidade de manutenção no Modelo Global de Dados (inserções, alterações ou exclusões), prospectando a solução na ferramenta de modelagem ou especificando a solução desejada no seu nível de acesso e extrato do modelo. O Modelo Global de Dados em seu nível mais alto de macroprocesso e o modelo lógico de dados no nível de modelo corporativo dos sistemas de uma área específica do processo caso exista, servem como insumo adicional à especificação de solução à proposta de mudança permitindo à área de negócios a visualização do modelo de dados e a possibilidade de prospecção de soluções sobre uma ferramenta de uso corporativo com controles adequados de visões, atualizações e versionamentos. Isso é a garantia de que 7

8 a especificação de soluções e mais especificamente a definição de requisitos para as propostas de mudanças serão elaboradas com mais embasamento. Caso não se identifique alteração no MGD, a demanda seguirá o fluxo de atividades atualmente preconizado no PSDS (Processo Serpro de Desenvolvimento de Soluções) com a demanda sendo encaminhada diretamente à área de Desenvolvimento anexada dos artefatos pré-definidos necessários ao atendimento. Caso contrário, o responsável pela demanda na Área de Negócios solicitará ao Administrador de Dados da Superintendência de Integração de Dados e Processos a análise detalhada do impacto da demanda sobre o MGD passando todos os detalhes da demanda solicitada pelo cliente e analisada pela equipe de analistas de negócios com conhecimento na área de dados e no MGD. Se o Analista de Negócio achar importante, ele poderá convocar o AD Central responsável pelo Modelo Global de Dados para uma reunião para discussão da demanda e colaboração na montagem da especificação, elicitação de requisitos, prospecção ou definição de solução no modelo de dados. Há uma hipótese de paralelismo nesta atividade em demandas identificadas como emergenciais, sendo esta característica confirmada pela existência de prazos legais para a adaptação dos sistemas. Nestes casos as solicitações de análise serão geradas e encaminhadas à área de integração em paralelo à solicitação de Desenvolvimento para não haver comprometimento do prazo legal. O resultado da análise da área de integração será encaminhado posteriormente ao Desenvolvimento, após homologação pelo Cliente. Entrada: Demanda, Visões do MGD Saída: Especificação da solução projetada Responsável: Analista de Negócio (SERPRO) 3. Analisar e alterar o Modelo Global de Dados Ao receber a demanda da Área de Negócios para analisar a solução prospectada ou especificada, o Administrador de Dados (AD) da Superintendência de Integração de Dados e Processos, responsável pela efetivação da atualização e versionamento do Modelo Global de Dados identificará entidades, atributos e relacionamentos, identificará também as restrições de integridade e regras de negócio. O AD irá identificar no Modelo Global de Dados, representado na ferramenta corporativa, as entidades envolvidas na demanda, os atributos das entidades e os relacionamentos com suas respectivas cardinalidades. Em paralelo, irá identificar as restrições de integridade para as entidades e relacionamentos. Irá identificar também as regras de negócio existentes entre as entidades e relacionamentos mostrados no Modelo Global de Dados. 8

9 Todos os 04 (quatro) produtos do MGD conforme especificado na Definição do Modelo de Gestão acima, deverão ser analisados e atualizados em caso de impacto. O AD implementará no modelo as atualizações analisadas e versionará o mesmo. Ressalta-se que a análise e conseqüente atualização do Modelo Global de Dados poderá implicar na alteração (inclusão, exclusão ou modificação) em entidades, atributos ou relacionamentos em diferentes áreas de negócio do macroprocesso, mesmo que a demanda tenha partido de uma área de negócios específica. Isso caracteriza o conceito de um modelo global e integrado de dados de diferentes áreas de negócio num nível acima de um modelo corporativo e lógico de dados. Toda tomada de decisão sobre alterações no Modelo Global de Dados deverá ser feita tendo por base o último modelo versionado. A área de Integração de Dados é a responsável por esse controle, garantindo que não haja conflito entre demandas sendo tratadas em paralelo. Caso o AD tenha necessidade de mais detalhes sobre a demanda além da especificação e soluções projetadas no modelo de dados, para analisar e implementar a alteração no MGD, ele poderá solicitar ao analista de negócios uma reunião para detalhamento da demanda. Se os envolvidos acharem conveniente, as atividades 2 e 3 poderão ser realizadas numa única reunião de levantamento de requisitos incluindo os responsáveis pela demanda da URC, o AD da área responsável pelo MGD e o cliente tendo como insumo de entrada, a demanda e o modelo de dados nos seus diferentes níveis e como artefato de saída, o modelo de dados atualizado, a análise de requisitos e uma ata de reunião. Caso os participantes da reunião acharem conveniente já nesse momento, o envolvimento da área de Desenvolvimento, caberá ao analista de negócios convocar a participação do Líder do Projeto no Desenvolvimento participar das discussões sobre a demanda e possíveis alterações no Modelo Global de Dados. Entrada: Especificação (meio a ser escolhido) e/ou solução projetada em visão apropriada do modelo de dados. Saída: MGD (solução atualizada). Responsável: Administrador de Dados Central (SERPRO) 4. Solicitar a homologação da Proposta A proposta de solução projetada através do MGD será submetida ao Cliente para homologação através da Unidade de Relacionamento de Cliente. Entrada: Proposta de Solução e possíveis impactos e alterações do MGD. 9

10 Saída: Validação da proposta de Solução. Responsável: Analista de Negócio (SERPRO) 5. Homologar proposta de alteração A proposta de solução para atendimento à demanda incluindo as alterações no Modelo Global de Dados nos seus diferentes níveis será apresentada ao cliente em reunião envolvendo todos as partes interessadas e envolvidas com o objetivo de estabilizar os requisitos e obter o aceite do cliente, gestor da informação, em relação a alteração antes de enviá-la para a área de Desenvolvimento. Se houver envolvimento do Desenvolvimento durante as etapas anteriores de analisar demanda e analisar e alterar o Modelo Global de Dados, é conveniente a presença do desenvolvedor também na homologação da proposta de alteração. Caso o cliente opte por não homologar a proposta de alteração e sim apenas a solução implementada, esta reunião de homologação da proposta de alteração poderá não ocorrer. A URC demandará imediatamente após a análise, o desenvolvimento da proposta à área de Desenvolvimento. Entrada: MGD (solução atualizada), Proposta de solução (especificação de requisitos). Saída: Aceite do cliente à proposta de solução, Ata de reunião. Responsável: Gestor do Sistema (Cliente), Administrador de Dados Central, Analista de Negócios, e opcionalmente o Líder do Projeto no Desenvolvimento. (SERPRO) 6. Solicitar o desenvolvimento da solução especificada Ao receber o aceite do cliente em relação à proposta de solução à demanda com alteração no Modelo Global de Dados nos seus diferentes níveis, a área de negócios abrirá Solicitação de Serviço para o Desenvolvimento implementar a solução tanto em relação à aplicação quanto em relação ao Modelo de Dados no nível físico. Entrada: MGD (solução atualizada), Proposta de solução (especificação de requisitos). Saída: SS. Responsável: Analista de Negócio (SERPRO) 10

11 7. Projetar e implementar a solução especificada O Líder de Projeto, ao receber a Solicitação de Serviço com a alteração no Modelo Global de Dados nos seus diferentes níveis, demandará ao DBA (Database Administrador) responsável pelo modelo físico de dados, a avaliação do impacto da demanda sobre o banco de dados e a implementação da solução, alterando o Modelo Físico de Dados e gerando o script de alteração. Neste momento é feito o repasse na alteração no Modelo Global de Dados ao Desenvolvimento. Recomenda-se uma reunião envolvendo LP, DBA, AD e o Analista de Negócios. Entrada: SS e MGD (solução atualizada) Saída: Modelo Físico de Dados (MFD) e script de alteração no banco Responsável: Líder de Projeto de Desenvolvimento e Administrador de Base de Dados (SERPRO) 8. Avaliar o impacto da alteração do Banco de Dados no MGD Caso tenha havido alteração no Modelo Físico de Dados diferente da proposta de alteração do MGD, o impacto destas alterações nos diferentes níveis do MGD deverá ser avaliado e validado em conjunto em reunião envolvendo os responsáveis pelos modelos físico e global de dados. Caso contrário, essa atividade não realizar-se-á. Se for necessário alterar o MGD, em função da implementação física, retorna-se à atividade 3 do fluxo (Analisar e alterar o Modelo Global de Dados) Entrada: MFD. MGD Saída: Solicitação de Serviço, Ata da reunião Responsável: Administrador de Dados Central, Analista de Negócios, Administrador de Base de Dados e o Líder do Projeto no Desenvolvimento (SERPRO) 9. Solicita Homologação da Solução A homologação da solução será solicitada ao Cliente através da Unidade de Relacionamento de Cliente. Entrada: Solução a ser homologada Saída: Solicitação de homologação Responsável: Analista de Negócio (SERPRO) 10. Homologar a solução implementada 11

12 Após as atualizações no Modelo Global de Dados (caracterizadas nas atividades 3 e 10 do modelo), os produtos do MGD serão disponibilizados para visualização pelo cliente para validação/homologação. Com a entrega da demanda pelo Desenvolvimento, inicia-se o processo de homologação da solicitação de serviço conforme definido pelo PSDS. Entrada: Visão do MGD, Comunicação de atualização do modelo, SS e artefatos envolvidos Saída: Termo de Aceite do cliente Responsável: Gestor do Sistema (Cliente) e Analista de Negócio. 11. Comunicar a homologação a equipe de Integração de Dados A homologação da solução comunicada à equipe de Integração de Dados pelo Cliente através da Unidade de Relacionamento de Cliente. Entrada: Comunicação da homologação à equipe de Integração Saída: Atualização do MGD Responsável: Analista de Negócio (SERPRO) 12. Versionar as atualizações no Modelo Global de Dados Ao homologar a solução desenvolvida, o Termo de Aceite deverá referenciar especificamente a validação da alteração no modelo de dados caso tenha havido, para que se efetive o versionamento final do Modelo Global de Dados alterado. O AD Central então versionará os diagramas, documentações relacionadas, atas de reunião mais o Termo de Aceite do cliente. Entrada: Termo de Aceite do cliente Saída: MGD Responsável: Administrador de Dados Central (SERPRO) 13. Atualizar Documentações do MGD Após a implementação das atualizações no Modelo Global de Dados, os documentos que contém o MGD (Compêndio nas versões impressa e web) deverão ser atualizados e versionados. Os Manuais de Técnicas e Administração de Dados e Padrões de Nomenclatura da Superintendência de Integração de Dados e Processos também deverão ser revistos e atualizados se necessário. O Administrador de Dados será o responsável pela manutenção 12

13 da documentação e deverá providenciar a manutenção do website (http://modeloglobaldados.serpro.gov.br/) e conseqüente publicação. Entrada: MGD (solução atualizada). Saída: Compêndio e/ou Manual de Técnicas e Administração de Dados e Manual de Padrões de Nomenclatura da Superintendência de Integração de Dados e Processos. Responsável: Administrador de Dados Central (SERPRO) Atividades de Gestão As atividades 14, 15 e 16 são voltadas para a gestão do modelo. 14. Garantir a integração do MGD com estruturas antigas e o Catálogo de Serviços Os padrões e notações do Modelo Global de Dados devem estar compatíveis com as especificações técnicas dos assuntos cobertos pelos 05 segmentos dos padrões de interoperabilidade do Governo Eletrônico, onde se aplicar. Para cada um desses segmentos foram identificados os pontos de convergência e as possíveis incompatibilidades entre o MGD e os padrões da arquitetura e- ping. Tais convergências e incompatibilidades são detalhadas no Manual de Orientações Básicas para garantir a compatibilidade entre o MGD e os padrões de interoperabilidade do Governo Eletrônico. (Anexo II deste Manual) Resumidamente há convergência entre o MGD e o segmento 4 da e-ping (Organização e Intercâmbio das Informações) através da relação entre as entidades de dados e os assuntos listados no Vocabulário Controlado do Governo Eletrônico e o segmento 5 (Áreas de Integração para Governo Eletrônico) através do Catálogo Padrão de Dados e Catálogo Padrão de Serviços, mantendo alinhamento com o Modelo de Governança e Gestão com vistas, entre outros, a garantia de integridade, continuidade e utilização pelas instancias responsáveis pela direção, gestão e operação no governo federal. 15. Garantir a integração entre o MGD e o Modelo de Processos A modelagem de processos ocorrerá em dois níveis distintos: a modelagem dos processos no nível operacional será em atividades para atender o desenvolvimento de soluções e a modelagem no nível estratégico será em processos, explicitando a visão de negócio, com objetivo de atender o Modelo Global de Dados (MGD). O detalhamento dessa atividade 15 ocorrerá após a elaboração do Modelo de Governança e Gestão da Plataforma de Processos por outro Grupo de Trabalho. A primeira versão da Metodologia para Modelagem de Processos 13

14 que fará parte do Modelo de Governança e Gestão da Plataforma de Processos já foi elaborada e prevê entre os artefatos a serem produzidos pela modelagem de nível estratégico para atender o MGD, a construção da matriz de entidades versus processos. Essa matriz representa o primeiro elemento que garantirá a integração dos modelos de dados e processos. 16. Avaliar a aderência ao Modelo de Governança e Gestão e mensurar a aderência ao Modelo Global de Dados Com o objetivo de medir e analisar a eficiência e efetividade na utilização do Modelo Global de Dados pelo processo de desenvolvimento de soluções, foram definidos 03 (três) indicadores: 1. Alinhamento entre o Modelo Global de Dados e a base física de dados; 2. Aderência das demandas ao Modelo Global de Dados; 3. Aderência das demandas ao Modelo de Governança e Gestão. O detalhamento desses indicadores incluindo os critérios de medição e análise de cada indicador estão descritos no Manual de Medição e Análise da Aderência ao Modelo Global de Dados e ao Modelo de Governança e Gestão. (Anexo I deste manual) 17. Cancelar demanda Essa atividade pode acontecer a qualquer momento, não tendo atividade precedente e subseqüente. Caso o cliente desista da demanda em qualquer momento do processo de análise e desenvolvimento, a área de negócios responsável pelo atendimento será comunicada e avisará os demais envolvidos no desenvolvimento da solução. As alterações já feitas no Modelo Global de Dados nos seus diferente níveis serão desfeitas e caso já tenha havido versionamento das alterações, o Administrador de Dados restituirá a última versão homologada e comunicará os interessados. Todos os envolvidos no processo de atendimento à demanda são responsáveis por desfazer o processo se assim for demandado pelo cliente e a formalização da entrada e saída desta atividade se dá através da troca de comunicações solicitando o cancelamento e confirmando a restituição da última versão homologada. 14

15 6. Papéis Gestor da Informação (GI): O gestor da informação tem como função apoiar a política global da empresa ou do órgão público no sentido de tornar mais eficiente o conhecimento e a articulação entre os vários subsistemas que o constituem. Ele atua na gestão de informações com a visão do negócio, por meio da implantação de uma estratégia de comunicação interna e externa. É o gestor da informação quem expressa as necessidades de informação do órgão de forma justificada, demandando melhorias e evoluções para os Gestores de Sistema. E também quem define os usuários que acessarão o modelo no ambiente do cliente. Em resumo, a gestão da informação é entendida como a gestão eficaz de todos os recursos de informação relevantes para o órgão, tanto de recursos gerados internamente como os produzidos externamente. E ainda, sempre que necessário, demandando à tecnologia de informação e promovendo a troca de informações entre os diversos órgãos de Governo. Este papel não existe hoje dentro do Ministério do Planejamento mas é considerado como desejável, pois existe uma lacuna de atuação neste sentido. Localização: Governo Gestor de Sistema (GS): O Gestor de Sistema é o responsável por priorizar as evoluções nos sistemas de sua competência. Recebe demandas de evolução pelos usuários do sistema e também pelo Gestor da Informação, de forma a atender as necessidades operacionais e de nível estratégico. Atua qualificando as demandas, para que possam ser atendidas pelos prestadores de serviços de TI que, por sua vez, se responsabilizam por implementar as melhorias nas soluções. Homologa tanto as propostas de alteração da aplicação quanto as soluções finais para que possam ser colocadas no ambiente de Produção. Localização: Governo Gestor de Dados (GD): O Gestor de Dados é aquele que harmoniza as diferentes necessidades de informação do Órgão minimizando esforços ao promover o reuso das informações entre os diferentes atores. É o responsável por manter a visão da integração dos dados dos sistemas estruturantes dentro da área de TI do Ministério, atuando em conjunto com os Gestores de Sistema na melhor especificação das necessidades para que estas possam ser atendidas pelos prestadores de serviços de TI. Este papel não existe hoje dentro do Ministério do Planejamento mas é considerado desejável, pois existe uma lacuna de atuação neste sentido. Localização: Governo 15

16 Os papeis relatados abaixo seguem a estrutura de atendimento do SERPRO Serviço Federal de Processamento de Dados. Estes papeis podem ser utilizados como referência para outras empresas de prestação de serviços de TIC. Analista de Negócios (AN): Um analista de negócio administra o negócio com o cliente (gerenciando contratos, acordos,etc)e conduz e coordena a modelagem de Casos de Uso de Negócio, destacando e delimitando a organização a ser modelada. Por exemplo, estabelece que atores de negócio e que casos de uso de negócio existem, e como todos interagem. O papel de Analista de Negócios cobre as áreas de dados e processos atuando na área de negócios como Administrador de Dados ou Administrador (Analista) de Processos conforme definição atual do PSDS (Processo SERPRO de Desenvolvimento de Soluções). Segundo o Modelo de Governança e Gestão do MGD o Analista de Negócios da área de Negócios com conhecimento de Administração de Dados atuará neste papel, analisando o MGD, prospectando soluções em análise de dados e alterando o modelo de dados no seu nível de acesso. Localização: Área de Relacionamento com Cliente (SERPRO) Analista de Informações Estratégicas (AIE): O Analista de Informações Estratégicas é aquele que é responsavel por atender as demandas de informação de nível estratégico. Deve ser capaz de buscar estas informações nos diferentes sistemas e serviços de TI, consolidando quando necessário quaisquer divergências entre as informações, ampliando a capacidade de obtenção de informações para tomada de decisão. Este papel hoje não existe dentro do SERPRO mas é considerado como desejavel pois o Ministério do Planejamento ressalta que existe lacuna de atendimento neste sentido. Localização: Integração de Dados e Processos(SERPRO) Analista de Processos (AP): Este papel não está representado no Modelo de Governança e Gestão do MGD com uma atividade específica sob sua responsabilidade na seqüência de atividades que caracterizam o fluxo de gestão do Modelo Global de Dados, mas foi colocado nesse texto em função da definição do papel do Analista de Negócios que deve atuar como Administrador de Dados ou Processos no desempenho de suas funções e do papel de analista de processo na área de integração de dados, que é uma necessidade devido a demanda do cliente para a modelagem de processos em alto nível com a mesma visão integradora da modelagem de dados. Portanto, a inclusão do papel AP neste modelo de gestão tem por objetivo definir responsabilidades na estrutura distinguindo as responsabilidades desse papel nas áreas de integração de dados e de relacionamento com o cliente e reforçar os 2 (dois) papéis em que a função Analista de Negócio da área de atendimento ao cliente deve se atuar. O Analista de Processos (AP) na área de integração de dados é responsável pela modelagem de processos, destacando e delimitando as áreas da organização a serem modeladas, elabora o modelo a nível de macroprocesso com visibilidade dos processos, incorporando-o ao modelo corporativo da Organização, define os Casos de Uso de Negócio, 16

17 elabora os Diagramas de Casos de Uso de Negócio aplicáveis e elabora matriz de impacto (CRUD) relacionando Classes de Dados ao processo. Opcionalmente, o AP também identifica e descreve os Casos de Uso de Sistema, elabora os Diagramas de Caso de Uso de Sistema e elabora uma matriz de impacto (CRUD) relacionando Classes de Dados a Casos de Uso de Sistema. O AP deve levantar as necessidades a serem modeladas, pesquisando a legislação pertinente para definir os conceitos aplicáveis às áreas da Organização modeladas, com o intuito de identificar os macroprocessos e integrá-los aos já modelados. Localização: Integração de Dados e Processos e Área de Relacionamento com Cliente (SERPRO) Administrador de Dados Central (ADC): O Administrador de Dados coordena a modelagem global de dados no seu nível mais alto, destacando e delimitando as áreas da organização a serem modeladas, elabora extratos do modelo, incorporando-os ao modelo global, e define as regras de negócio de integridade do modelo aplicáveis. O AD deve levantar as necessidades a serem modeladas, pesquisando a legislação pertinente para definir os conceitos e regras de negócio aplicáveis às áreas da Organização modeladas. A Administração de Dados pode ser definida como uma função da Empresa responsável por desenvolver e administrar centralizadamente estratégias, procedimentos, práticas e planos capazes de disponibilizar os dados corporativos necessários, com integridade, privacidade, documentação e compartilhamento. As principais atribuições da Administração de Dados são: Participar do levantamento de requisitos da demanda trazendo a visão de dados e suas estruturas; Elaborar ou participar da confecção dos Modelos Conceituais dos dados; Participar da compatibilização do planejamento de sistemas com os modelos de dados; Responsabilizar-se pela qualidade e compatibilidade dos modelos de dados com relação aos modelos de implementação; Harmonizar a atuação dos AD Setoriais; Definir e manter as estruturas/modelos de dados do Modelo Global de Dados; Garantir a aderência das evoluções com o Modelo Global de Dados; Gerenciar os perfis dos usuários que acessam o Modelo Global de Dados a partir da ferramenta corporativa. Segundo o Modelo de Governança e Gestão do MGD o Administrador de Dados da área de integração de dados irá analisar e alterar o Modelo Global de Dados no seu nível conceitual e mais alto do modelo, atuando com um AD Central. O Analista de Negócios da 17

18 URC que atua na área de dados analisa e altera o modelo de dados no nível de sistemas corporativos, abaixo do nível integrado e global de dados. Localização: Integração de Dados (SERPRO) Administrador de dados Setorial (ADS): O Administrador de dados Setorial tem como função apoiar a estruturação dos dados para os aplicativos, buscando reaproveitar estruturas, tabelas e conceitos existentes entre os sistemas. Atua como guardião do Modelo Corporativo de Dados, caso exista, responsavel por coordenar as atualizações deste modelo garantindo a convergencia deste com o Modelo Global de Dados. Este papel hoje não existe dentro do SERPRO mas é considerado como desejavel pois o Ministério do Planejamento e o SERPRO ressaltam que existe uma lacuna de atendimento neste sentido pois não há na organização a definição formal deste papel. No SERPRO, nos casos onde existe esta Administrador de Dados o papel é desempenhado pelas mesmas pessoas que exercem o papel de DBA. Responsabilidades: Garantir a integridade das estruturas de dados buscando o reaproveitamento e a manutenção das estruturas existentes sempre que necessário. Responsabilizar-se pela qualidade e compatibilidade dos modelos de dados com relação aos modelos de implementação Garantir a aderência do Modelo Corporativo de Dados, caso exista, com o Modelo Global de Dados. Interagir em conjunto com o AD Central nas análises de impacto de demandas que alteram os Modelos de Dados. Gerenciar os perfis dos usuários que acessam o Modelo Corporativo de Dados, caso exista, a partir da ferramenta corporativa. Garantir nomenclaturas e padrões definidos que devem ser seguidos pelos modeladores de software para objetos de dados (nomes de tabelas, atributos, índices, etc). Localização: Desenvolvimento de Sistemas(SERPRO) Administrador de Banco de Dados (DBA): É o profissional responsável pela administração e gerenciamento do banco de dados. Isto normalmente envolve: A instalação e manutenção do banco em um servidor específico para as bases de dados da organização além da manutenção do modelo físico de dados em ferramenta adequada. 18

19 Cálculo e dimensionamento de clusters e blocagem para criação/instalação das bases de dados. Dimensionamento e criação dos arquivos em disco que servirão como "repositórios" dos diversos bancos de dados que fazem parte da base de dados de uma organização. (No Oracle, por exemplo, corresponde ao dimensionamento de files e TableSpaces para um determinado banco de dados). A criação de usuários e o controle sobre o que cada um pode ou não fazer na base de dados (grants) e toda a segurança relacionada a acessos às bases de dados. A criação de objetos de dados como tabelas, índices, constraints, views, triggers, sequences, etc, seguindo as especificações (scripts de criação) de um analista de sistemas, engenheiro, arquiteto de software ou técnico responsável pelas atividades de modelagem de um projeto de software. Analisar os scripts de criação de objetos, propondo determinadas alterações eventualmente necessárias ao aumento de performance e ganho do banco de dados. Análise periódica das bases de dados considerando aspectos como estimativas e dados de crescimento das bases, performance, estatísticas de utilização, transações, etc. Dimensionamento de hardware e software para instalação de bases de dados da organização ou de um determinado projeto de software. Planejamento, execução e guarda de cópias de segurança das bases de dados, bem como, eventualmente, a execução de atividades necessárias à restauração. Eventualmente os DBA s envolvem-se com o desenvolvimento de Stored Procedures, Packages/Procedures nos bancos de dados. Mas isto não é normal. Localização: Desenvolvimento de Sistemas (SERPRO) Líder de Projeto (LP) : É o responsável por todas atividades relacionadas ao Software a ser desenvolvido, cabendo lhe: - desenvolver e acompanhar os planos de trabalho; - promover as revisões e alterações sempre que necessário; - negociar compromissos; - manter informados todos envolvidos no projeto; - orientar seus funcionários quanto a conduta compatível com as características de confidencialidade / sigilo definidas para o projeto; - orientar seus funcionários quanto à prevenção de ataques de Engenharia Social (capacidade de obter informações confidenciais ou acesso indevido a determinado ambiente ou sistema, com a utilização de técnicas de persuasão); 19

20 - utilizar, sempre que possível, tecnologias e ferramentas constantes do catálogo de ferramentas do seu Processo de Desenvolvimento de Software, evitando tecnologias não estabilizadas no mercado e/ou não conhecidas por sua equipe; - verificar se as seguintes orientações de segurança estão sendo seguidas: a) uso de equipamento seguro (segurança física e lógica) pelo desenvolvedor; b) observação dos procedimentos necessários de backup; c) observação da sistemática de controle de versões de software gerados; d) proteção dos códigos fonte e artefatos gerados; - Minimizar riscos de perda de conhecimento por redução de equipe, - ausência de repasse, sub-contratação; - utilizar a sistemática de classificação de informações definida pelo Serpro. - Na área de Integração os Líderes de Projeto são responsáveis pelos projetos de modelagem, refinamento e atualização do Modelo Global de Dados. Localização: Integração e Desenvolvimento de Sistemas (SERPRO) Analista de Suporte do Desenvolvimento (AS): O analista de suporte é um profissional de TI especialista em tecnologias, constantemente atualizado com novidades mercadológicas de Hardware e Software. Na área de dados, ele é responsável pela orientação e definição das melhores práticas em modelagem nos vários níveis e suporta o administrador de dados e de banco de dados, quando demandado, na administração e gerenciamento das diferentes bases e modelo de dados, especialmente na analise da criação de objetos, propondo alterações necessárias ao aumento de performance e ganho do banco de dados. Entre as atividades seqüenciadas no modelo, não há uma atividade de responsabilidade específica do Analista de Suporte, mas ele está presente no processo de gestão do modelo de dados através do apoio e suporte técnico à modelagem de dados no seus diferentes níveis (conceitual, lógico ou físico) oferecido aos atores que estejam desempenhando papel de administradores de dados ou de banco de dados. Localização: Suporte ao Desenvolvimento de Sistemas (SERPRO) 20

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