DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO MÓVEL BASEADA NA PLATAFORMA ANDROID PARA O CONTROLE DE SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO MÓVEL BASEADA NA PLATAFORMA ANDROID PARA O CONTROLE DE SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO"

Transcrição

1 Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Felipe Túlio de Castro DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO MÓVEL BASEADA NA PLATAFORMA ANDROID PARA O CONTROLE DE SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Montes Claros - MG 2012

2 Felipe Túlio de Castro DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO MÓVEL BASEADA NA PLATAFORMA ANDROID PARA O CONTROLE DE SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Monografia apresentada ao Curso de Engenharia de Computação da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros, como parte dos requisitos para obtenção do título de Engenheiro de Computação. Orientador: PROF. MS. JOÃO CARNEIRO NETTO Montes Claros - MG 2012

3 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MONTES CLAROS Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Felipe Túlio de Castro DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO MÓVEL BASEADA NA PLATAFORMA ANDROID PARA O CONTROLE DE SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Esta monografia foi julgada adequada como parte dos requisitos para a obtenção do diploma de Engenheiro de Computação. Aprovada pela banca examinadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Prof. Maurílio José Inácio Coord. do Curso de Engenharia de Computação Banca Examinadora Prof. Ms. João Carneiro Netto, FACIT (Orientador) Prof. Dr. Alberto Alexandre Assis Miranda, FACIT Montes Claros, 31 de outubro de 2012.

4 Dedico este trabalho a todos aqueles que assim como eu acreditam que a força de vontade e o trabalho digno mudarão o mundo.

5 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus pela oportunidade de aprimorar meus conhecimentos e experiências de vida. Agradeço a João Carneiro Netto pela orientação nesse trabalho e por ter sido o primeiro professor a me incentivar no caminho da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico. Agradeço a meus pais por terem me ajudado e me criado da melhor forma possível. Agradeço a Aline Angélica Costa Teixeira por me mostrar que os recursos do mundo devem ser preservados também para os animais. Agradeço a Breno Peixoto dos Santos pelo ânimo e pela paciência com os quais ele me tratou todos esses anos. Agradeço a Dávila Patrícia Ferreira Cruz pelas incontáveis ajudas nos trabalhos em equipe. Agradeço a Camila Tejada Berloffa por sempre corrigir as formatações de meus trabalhos acadêmicos. Agradeço a Maurílio José Inácio pelas inúmeras contribuições técnicas e pela atenção disponibilizada ao longo de todos esses anos de curso. Agradeço a Renato Dourado Maia por me mostrar que ainda existem professores apaixonados pelo que fazem. Agradeço a Luciana Balieiro Cosme por me ensinar que programação pode ser divertida. Agradeço aos demais amigos, dos mais variados grupos aos quais pertenço, por me ajudarem a compreender melhor minha própria existência. Por fim, agradeço aos demais colegas e mestres da faculdade, pelas inúmeras experiências vividas.

6 (...) Android represents an exciting new opportunity to write innovative applications for mobile devices. Reto Meier Software Developer

7 RESUMO Esse trabalho visa entender o funcionamento dos sistemas automatizados de irrigação, propondo o desenvolvimento de um aplicativo que transforme um dispositivo móvel em uma ferramenta capaz de comunicar-se com uma base de dados disponível na Internet, facilitando a visualização das informações obtidas por uma rede de sensores colocada na fazenda. Foram utilizadas técnicas e ferramentas de desenvolvimento de software, específicas para a plataforma móvel Android, juntamente com serviços de armazenamento de dados baseados no conceito de Computação nas Nuvens, disponibilizados pelo servidor Cosm. Para efeito de testes preliminares, dados artificiais foram inseridos na base de dados do servidor. A comunicação entre o aplicativo móvel e o serviço de armazenamento de dados deu-se de forma satisfatória, alcançando tempos médios de resposta na faixa dos segundos. O sistema integrado demonstrou eficiência no objetivo de obter os dados rapidamente, auxiliando na visualização das informações, o que acarretaria em uma tomada de decisão mais consciente sobre como e quando utilizar o recurso hídrico disponível para a irrigação da cultura. Palavras-Chave: Android, Cosm, irrigação.

8 ABSTRACT This work aims to understand the functioning of automated irrigation systems and suggests the development of an application that turns a mobile device into a tool capable of communicating with a database available on the Internet, facilitating the visualization of information obtained by a network of sensors placed in a farm. Techniques and tools for software development, specific for the Android mobile platform, were used along with data storage services based on the Cloud Computing concepts, made available by the Cosm server. For the purpose of preliminary tests, artificial data were inserted on the database of the server. The communication between the mobile application and the data storage service happened satisfactorily, reaching average response times in the range of seconds. The integrated system demonstrated efficiency in obtaining the data quickly, aiding in the visualization of information, which would result in a decision-making that is more conscious about how and when to use the hydric resource available for the irrigation. Keywords: Android, Cosm, irrigation.

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1 - Esquema da estrutura de uma rede de sensores sem fio FIGURA 2 - Estrutura geral de funcionamento do projeto WaterBee FIGURA 3 - Arquitetura da plataforma Android FIGURA 4 - Tablet Samsung Galaxy Tab P FIGURA 5 - Página inicial do software Eclipse FIGURA 6 - Tela inicial do portal para cadastro de usuários FIGURA 7 - Tela para criação de feeds FIGURA 8 - Aviso de criação de feeds com sucesso FIGURA 9 - Página inicial do portal do Cosm FIGURA 10 - Tela após o login com destaque para o serviço de criação de chaves FIGURA 11 - Erro retornado quando não há permissão de uso do recurso de Internet FIGURA 12 - Erro retornado quando não existe tratamento de manipulação de threads FIGURA 13 - Linha de código que fornece a permissão para usar o recurso de Internet FIGURA 14 - Página inicial do aplicativo FIGURA 15 - Painel de configuração dos parâmetros FIGURA 16 - Mensagem de aviso do aplicativo quando um parâmetro é ultrapassado FIGURA 17 - Aviso de desligamento automático FIGURA 18 - Tela de apresentação dos dados obtidos no servidor FIGURA 19 - Visualização da corrente elétrica em forma de gráfico FIGURA 20 - Visualização da temperatura em forma de gráfico FIGURA 21 - Visualização da umidade do solo a 40 centímetros em forma de gráfico FIGURA 22 - Visualização da umidade do solo a 60 centímetros em forma de gráfico FIGURA 23 - Visualização da umidade do ar em forma de gráfico FIGURA 24 Estrutura JSON disponibilizada pelo servidor Cosm FIGURA 25 - Fluxograma da lógica de execução para receber dados FIGURA 26 - Função que busca os dados do servidor Cosm FIGURA 27 - Código-fonte responsável pela impressão dos dados na tela FIGURA 28 - Tela de controle remoto dos recursos de irrigação FIGURA 29 - Instância da válvula 01 no Cosm com o gatilho armazenado FIGURA 30 - Fluxograma do controle remoto do sistema de irrigação FIGURA 31 - Código-fonte que executa a criação de uma trigger

10 FIGURA 32 - Mensagem de confirmação do acionamento remoto FIGURA 33 - Fluxograma para o desligamento de válvulas FIGURA 34 - Tela de informações sobre o ambiente de monitoramento

11 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 A TECNOLOGIA NA AGRICULTURA Irrigação de precisão Sistema de aquisição de dados Sistemas embarcados Mudança de paradigma A Internet e o advento da Computação nas nuvens Dispositivos móveis e suas plataformas A plataforma Android Open Handset Alliance (OHA) Arquitetura da plataforma Android Linux Kernel (Núcleo Linux) Android Runtime (Tempo de execução do Android) Libraries (Bibliotecas) Application Framework (Framework de aplicações) Applications (Aplicações) CAPÍTULO 2 MATERIAIS E MÉTODOS Tablet Galaxy Tab P Linguagem de programação Java Android Software Development Kit (SDK) Eclipse Servidor Cosm CAPÍTULO 3 RESULTADOS: APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E DISCUSSÃO Desenvolvimento do aplicativo Ferramentas para conexão com a Internet Formato dos dados disponibilizados pelo Cosm CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 52

12 10 INTRODUÇÃO Os agricultores do norte de Minas Gerais dificilmente podem contar com a sempre regular precipitação de chuva, de forma a gerar um bom cultivo de seus campos. Quando alguns projetos de irrigação foram iniciados na região, como o projeto Jaíba, a situação mostrou capacidade de melhorar. Junto a esse novo cenário tem-se um aumento na utilização de tecnologias de automação para os processos do campo agrícola. Esse aumento contribui para que os processos tendam a se tornar mais produtivos, desde que exista uma forma de gerenciamento bem clara e precisa. A crescente demanda por tecnologia na agricultura, principalmente no contexto do processo de irrigação, força os modelos antigos de sistemas automatizados a necessitarem de ferramentas rápidas e de fácil utilização para gerenciar as informações obtidas nas fazendas. Com essa premissa, inúmeras pesquisas estão sendo trabalhadas para alcançar a maximização da produção dos campos agrícolas e a minimização da área de plantio, o que acarreta em uma menor degradação do meio ambiente. Tendo em vista que a manutenção de um campo agrícola consome tempo considerável do ser humano, é válido otimizar esse recurso para gerar conforto, ganho de tempo e confiabilidade nas decisões adotadas diariamente. O objetivo deste trabalho é propor um aplicativo que funcione em dispositivos móveis seja em um smartphone ou em um tablet baseados na plataforma Android. O aplicativo é integrado a um servidor de armazenamento de dados denominado Cosm. Através dessa integração, a aplicação móvel deve ser capaz de gerir e facilitar o controle dos processos de irrigação, obtendo os dados disponíveis no servidor da Internet e os apresentando aos usuários do sistema para que a tomada de decisões tenha maior embasamento técnico, o que aumentará a usabilidade dos recursos. O resultado dessa integração é aplicado no problema de monitoramento de ambientes. Nos capítulos a seguir serão descritos todos os passos do presente trabalho. No capítulo 1 serão apresentados ao leitor alguns conceitos e ferramentas tecnológicas, bem como o contexto da agricultura e da necessidade de precisão e confiabilidade de informações do ambiente. No capítulo 2 serão descritos os métodos, as ferramentas e as técnicas utilizadas para o desenvolvimento da aplicação móvel e para a integração com o servidor Cosm disponibilizado na Internet. O ambiente de testes e os equipamentos utilizados também serão apresentados ao leitor.

13 11 No capítulo 3, os resultados obtidos com os testes realizados em laboratório serão apresentados e discutidos. Figuras e tabelas descreverão as respostas conseguidas na integração do software com o servidor. Serão propostas algumas telas de controle e visualização de informações para o aplicativo. Com os dados de funcionamento da integração dos sistemas, foi possível levantar análises e opiniões sobre a aplicabilidade do produto obtido nesse trabalho, a fim de averiguar a eficácia do mesmo. Por fim, na parte destinada às considerações finais, são feitas algumas considerações e indagações sobre as impressões dos resultados e uma possível continuidade do projeto. Apresentam-se também nessa parte algumas ideias para novos testes a serem produzidos em pesquisa futura.

14 12 CAPÍTULO 1 A TECNOLOGIA NA AGRICULTURA A agricultura sempre foi um meio de sobrevivência utilizado pelo homem. O alimento fornecido pela natureza dava vida e força aos que os colhiam e hoje não é diferente. Contudo, nos últimos tempos o homem está enfrentando uma dificuldade nas questões da sustentabilidade e da provisão de alimentos para a humanidade. Segundo afirma Lemos, Nogueria e Torre-Neto (2004), a área cultivada no planeta era de 1,5 bilhões de hectares para os 6 bilhões de pessoas que viviam na Terra em Na época em que o artigo foi publicado na revista Analytica periódico especializado em instrumentação e controle de qualidade havia uma previsão de que em 2025, teríamos no planeta mais de 8 bilhões de pessoas e apenas 1,6 bilhões de área de cultivo. Tendo em mente problemas como este, inúmeras pesquisas e tecnologias estão sendo trabalhadas e desenvolvidas para melhorar o processo de agricultura, desde a plantação até a colheita. Surgem então técnicas para aumento de produtividade no campo, como por exemplo, a chamada automação agrícola. A ideia por trás do conceito de automação agrícola é fornecer ao campo da agricultura ferramentas tecnológicas capazes de simplificar e controlar melhor os recursos existentes para o processo, gerando um resultado mais significativo e com menos desperdício para o produtor. O uso mais racional dos recursos naturais, a economia da energia utilizada e a maior eficiência dos processos são algumas metas objetivadas na automação da agricultura. Com este conceito temos a união de várias áreas do conhecimento contribuindo para a elevação dos níveis de qualidade dos processos e produtos. Os resultados do avanço tecnológico nesta área para a sociedade são consideráveis. Quando o processo tem suas variáveis internas e externas avaliadas, é possível saber qual parte da produção está ou ficará abaixo do esperado e buscar soluções para contornar o problema. Com estas informações em mãos, existe uma maior produtividade da lavoura e, consequentemente, mais alimentos com melhor qualidade são produzidos. Com a automatização, temos uma redução dos acidentes de trabalho e uma minimização dos erros originados por falha humana, o que evita retrabalhos e prejuízos aos produtores, influenciando numa plausível queda nos preços dos produtos perante o mercado consumidor. De acordo com o site do Laboratório de Automação Agrícola (LAA), do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, a automação agrícola vem se desenvolvendo significativamente no mundo e no

15 13 Brasil. Entre os campos de pesquisa existentes pode-se citar a monitoração de veículos e implementos agrícolas (semeadora, carregadora de cana-de-açúcar), o controle de ambientes (casas de vegetação), a zootecnia de precisão e a modelagem de fotossíntese e seqüestro de carbono. 1.1 Irrigação de precisão Existem muitas ramificações que podem ser trabalhadas dentro da agricultura de precisão, mas uma em especial se destaca devido a sua importância. A irrigação, quando trabalhada corretamente, fornece para a cultura um material fundamental para seu crescimento, a água. Porém, se ela não for trabalhada periodicamente, a chance de sua plantação não prosperar é grande. A forma como a irrigação será tratada no projeto de cultivo poderá ditar o sucesso ou o fracasso do mesmo. A irrigação de precisão utiliza tecnologias que permitem aplicar quantidades uniformes de águas em locais precisos dentro do perfil do solo, proporcionando tratamentos diferenciais de irrigação focalizando plantas individualmente ou pequenas áreas dentro do campo (CRUZ, 2009, p. 22). Esta técnica possui os mesmos objetivos e a mesma forma de trabalho da agricultura de precisão, com a diferença de ser especializada para um processo específico. Seu campo de atuação restringe-se a controlar e melhorar o fornecimento de água para a cultura, de maneira que os recursos hídricos não sejam desperdiçados. Resumidamente, a irrigação de precisão pode ser entendida como a definição de quando utilizar a água e do quanto utilizar. Inúmeros contratempos surgem com o despejo incorreto da água sobre o solo. Quando este é pouco abastecido, ele acaba não fornecendo o devido ambiente para que as plantas cresçam e assim elas serão de baixa qualidade. Isso gera um desperdício da água que foi utilizada e que não teve serventia nenhuma. Por outro lado, quando muito abastecido, o solo satura e sua aeração fica impedida. Além disso, o excesso da água acaba propiciando o desenvolvimento de doenças, que podem causar prejuízo à cultura (ALBUQUERQUE; DURÃES, 2008 apud GUIMARÃES, 2011). Para que a ideia da irrigação de precisão funcione corretamente e seja viável para o produtor, é preciso levar em conta alguns fatores que a tornam um bom investimento. Por

16 14 exemplo, os sistemas de aquisições de dados precisam ser aliados a um bom gerenciamento das análises e a definição de uma política administrativa (SONKA; BAUER; CHERRY, 1997 apud CRUZ, 2009). 1.2 Sistema de aquisição de dados Um sistema de aquisição de dados é um conjunto de ferramentas eletrônicas e computacionais unidas para desempenhar funções específicas, sendo capazes de coletar, armazenar e divulgar os dados advindos do solo. A vantagem no uso de sistemas como este é a sua confiabilidade nos dados coletados. A precisão com que os componentes conseguem armazenar e repassar estes dados aos operadores do sistema é fundamental para a adoção de futuras estratégias de irrigação. Além disso, a possibilidade de se ter informações sobre o cultivo de forma remota poupa tempo para o produtor. Muito já se evoluiu em termos de tecnologias para a plantação e para a irrigação em si. Diversos modelos já foram criados e muitas ferramentas foram combinadas para fornecer uma irrigação inteligente. Os sistemas embarcados, as redes de sensoriamento e os computadores pessoais são amplamente utilizados na irrigação de precisão. Uma técnica bem aceita hoje é fazer o uso de uma rede de sensores conectada a um computador para monitorar as variáveis que influenciam numa plantação. Sensores de temperatura do ar, de pressão hidráulica, de temperatura do solo, de umidade relativa do ar e outros são instalados no campo e programados para comunicar-se com o computador, assim como mostra a Fig. 1.

17 15 FIGURA 1 - Esquema da estrutura de uma rede de sensores sem fio. Fonte: Sistemas embarcados O conjunto de componentes, alguns sendo hardware e outros sendo software, embutidos dentro de outros equipamentos eletroeletrônicos e que possuem a finalidade de realizar alguma atividade específica são os sistemas conhecidos como embarcados. Este tipo de sistema é programado para resolver questões e problemas de coisas do cotidiano. Seu processamento é feito para uma ou algumas funções em especial, diferentemente do computador que é uma ferramenta para cálculos e tarefas gerais. Os sistemas embarcados estão em grande parte de eletrônicos como o celular, a televisão com alguma funcionalidade mais interativa com o usuário, o computador de bordo de um veículo etc. A praticidade é o ponto principal que incentiva o uso desta ferramenta. Suas dimensões reduzidas permitem o deslocamento fácil, tornando o sistema de aquisições de dados flexível para se adaptar às mudanças de localização que se fizerem necessárias. 1.3 Mudança de paradigma Apesar das muitas vantagens que podem ser associadas à estrutura de projetos de irrigação automatizados, ela não atende a demanda da mobilidade que hoje é imprescindível para muitas pessoas. Ter um computador centralizador de dados da rede de sensores foi uma conquista para a irrigação de precisão muito valiosa, mas que hoje não pode cobrir a

18 16 facilidade que é ter um dispositivo móvel capaz de te mostrar relatórios de suas culturas a uma distância considerável. Pensando na mudança comportamental da sociedade, um grupo de pesquisadores europeus desenvolveu uma estrutura diferente, agregando a estrutura antiga algumas tecnologias que agora convivem com o ser humano. A Internet e os dispositivos móveis como os smartphones e os tablets estão presentes nos bolsos de parte considerável da população. Denominado de WaterBee, o projeto europeu consiste em uma série de sensores que medem o conteúdo de água no solo e outros parâmetros que influenciem diretamente na plantação. Os dados obtidos são encaminhados através da rede até um gateway 1 para então serem enviados a um serviço central hospedado na Internet. Os relatórios destes dados são apresentados ao usuário através de um aplicativo móvel instalado no smartphone ou por um navegador de Internet instalado no computador pessoal. Observamos que o elemento do computador pessoal não foi abolido da estrutura, apenas criou-se uma forma alternativa de visualização para o usuário. Junto a essa mudança, surgiu o elemento do smartphone. A escolha de incluir a plataforma móvel na estrutura de projetos de irrigação de precisão foi baseada em sua grande visibilidade e adesão. Segundo Lecheta (2010), no ano de 2010 estudos mostravam que mais de 3 bilhões de pessoas possuíam um aparelho celular, e isso correspondia a mais ou menos metade da população mundial. A Fig. 2 mostra a interligação entre os elementos existentes para o sistema de irrigação do projeto WaterBee. FIGURA 2 - Estrutura geral de funcionamento do projeto WaterBee. Fonte: 1 Gateway é uma espécie de portão de entrada que separa uma rede local da Internet. Ela serve, basicamente, como ferramenta para prover a comunicação entre estas duas redes diferentes.

19 17 O projeto europeu WaterBee é pioneiro na utilização do elemento móvel para servir como aplicação cliente do sistema de aquisição de dados desenvolvido para a plantação. Apesar de ainda estar em fase de testes, o projeto mostrou bons resultados e ganho significativo de produtividade graças à arquitetura proposta que usufrui da praticidade e conectividade dos dispositivos móveis. Novos testes estão sendo feitos para verificar o desempenho do WaterBee em outros ambientes de cultura. 1.4 A Internet e o advento da Computação nas nuvens A Internet se popularizou muito desde os tempos de sua criação. Hoje, ela está disponível não somente às grandes universidades e centros militares, mas também nas casas, shoppings, comércios, indústrias etc. A disponibilidade que possuímos de acessá-la traz inúmeros benefícios para quem deseja reduzir custos ou melhorar a usabilidade do espaço pessoal e profissional. A computação nas nuvens veio consolidar a proposta de um serviço de informática onde se paga por aquela estrutura computacional que foi realmente utilizada, ou seja, cada parte desta infraestrutura é provida como um serviço e, estes são normalmente alocados em centros de dados, utilizando hardware compartilhado para computação e armazenamento. (BUYYA et al., 2009b apud SOUSA; MOREIRA; MACHADO, 2009, [s.n.t]). O termo nuvem é usado como metáfora para a Internet e a computação baseada nela foi projetada para vislumbrar três benefícios básicos: O primeiro benefício é reduzir o custo na aquisição e composição de toda infraestrutura requerida para atender as necessidades das empresas, podendo essa infraestrutura ser composta sob demanda e com recursos heterogêneos e de menor custo. O segundo é flexibilidade que esse modelo oferece no que diz respeito à adição e substituição de recursos computacionais, podendo escalar tanto em nível de recursos de hardware quanto software para atender as necessidades das empresas e usuários. O último benefício é prover uma abstração e facilidade de acesso aos usuários destes serviços. (SOUSA, MOREIRA; MACHADO, 2009, [s.n.t]). 1.5 Dispositivos móveis e suas plataformas Inúmeros são os sistemas operacionais que hoje estão competindo entre si por uma parcela do mercado consumidor de dispositivos móveis e, portanto, temos que a escolha de

20 18 uma plataforma ideal para o desenvolvimento de um projeto significa optar por uma solução que forneça os melhores benefícios, em termos de custos, eficiência e tempo de desenvolvimento esperados para a finalização do projeto (AQUINO, 2007, p. 3). Segundo Morimoto (2009), os principais sistemas operacionais existentes para smartphones no mercado são o PalmOS da Palm Inc., o Windows Mobile da Microsoft, o Symbian OS da Psion, o BlackBerry OS da empresa canadense Research In Motion, o iphone OS da Apple e o Android da Google Inc. Um dos motivos mais claros para esta grande diversificação de empresas investindo no setor de mobilidade é a demanda que o consumidor faz por comodidade e aumento de produtividade. Quando o usuário utiliza um só equipamento com todas as funcionalidades de que ele necessita em seu dia-a-dia, seja na vida pessoal ou na profissional, sua produtividade é aumentada graças ao ganho com tempo de acesso e manuseio de dados, além de gerar mais comodidade no armazenamento e deslocamento dos mesmos. O fator conectividade também é essencial na decisão de usar ou não um dispositivo móvel. Possuir um equipamento capaz de te deixar a par de todas as informações sobre o que acontece ao seu redor pode ser um grande diferencial quando se trata de tomar decisões constantemente. Lecheta (2010) afirma que as empresas buscam ferramentas modernas e ágeis para o desenvolverem soluções corporativas, visando o aumento do lucro, enquanto que o usuário comum deseja um celular com design elegante e moderno e que seja fácil de utilizar, possuindo diversas aplicações a favor de seu entretenimento e lazer. Com tantas opções a disposição do consumidor no mercado, cada qual com suas características, faz-se necessário definir um sistema operacional a ser trabalhado. Assim, para efeito deste trabalho, o sistema operacional escolhido foi o Android, o sistema da empresa Google Inc A plataforma Android A plataforma Android é baseada no kernel do já conhecido sistema operacional Linux 3 e oferece aos desenvolvedores (...) um ambiente de desenvolvimento bastante poderoso, ousado e flexível. (LECHETA, 2010, p. 19). Uma característica interessante sobre 2 Kernel é um termo em inglês para a palavra núcleo. 3 Linux é um sistema operacional muito conhecido pela comunidade como o possível concorrente do sistema Windows da Microsoft. O Linux, salvo algumas exceções, é utilizado para computadores pessoais.

21 19 o Android é o fato de que ele é livre e de código-fonte aberto. Desta maneira, a evolução e o melhoramento da plataforma podem ser feitos por muitos programadores ao redor do mundo, promovendo rapidez nas correções de falhas existentes na plataforma. Apesar de ter o código-fonte aberto e livre para o uso de qualquer um, a plataforma é mantida oficialmente por um grupo de empresas de tecnologias que centraliza os esforços de divulgação do Android para a comunidade de desenvolvedores e para os consumidores. Esta aliança é conhecida pelo nome Open Handset Alliance Open Handset Alliance (OHA) Este grupo é composto por grandes empresas do ramo de tecnologia e telefonia, empresas essas lideradas pelo Google. O objetivo desta aliança é (...) definir uma plataforma única e aberta para celulares para deixar os consumidores mais satisfeitos com o produto final. (LECHETA, 2010, p. 21). Os membros são compostos por organizações de diversos países. No site da OHA (vide referências bibliográficas), é possível encontrar os nomes dos membros da aliança divididos por área de mercado em que elas atuam. A OHA também afirma em seu site que o Android foi desenvolvido a partir do zero para que ele fosse a primeira plataforma aberta, completa e livre criado especificamente para ser utilizado em dispositivos móveis. O fato de um sistema operacional ter sido imaginado e modelado para dispositivos móveis reforça a possibilidade de o sistema ser capaz de gerenciar o gargalo gerado entre gastar menos energia e ter maior desempenho. 1.7 Arquitetura da plataforma Android A plataforma do Android possui vários módulos necessários para uma boa execução dos aplicativos baseados nela. Cada parte é responsável por algumas atividades específicas de controle e execução dos recursos dos dispositivos móveis e dos acessos ao sistema operacional. Esses módulos gerenciam a forma de trabalho da plataforma. De acordo com Frank Ableson (2008), designer de software da IBM, a melhor maneira de descrevermos a plataforma é como uma pilha, devido ao fato dela ser um conjunto empilhado de componentes. A Fig. 3 apresenta a arquitetura da plataforma Android. Os módulos mostrados

22 20 na figura abaixo vão desde núcleo do sistema até as aplicações de interação com o usuário. Cada parte será descrita nos tópicos a seguir. FIGURA 3 - Arquitetura da plataforma Android. Fonte: Linux Kernel (Núcleo Linux) O Android foi baseado na versão 2.6 do núcleo do Linux e ele (...) é responsável por gerenciar a memória, os processos, threads 4 e a segurança dos arquivos e pastas, além de redes e drivers 5. (LECHETA, 2010, p. 23). O núcleo também provê uma camada de abstração entre o hardware do dispositivo e as pilhas de requisições as operações do sistema. Como o núcleo do Linux já é bem desenvolvido em termos de codificação, pois seu estudo e desenvolvimento se dão há muito anos, o Android apresenta grande estabilidade de funcionamento durante sua execução, assim como o próprio sistema operacional Linux. 4 Thread é uma das maneiras utilizadas por um processo para dividir a si mesmo em duas ou mais tarefas que podem ser executadas simultaneamente. 5 Driver é um software que executa a função de controlar a comunicação entre componentes eletrônicos e o núcleo do sistema operacional.

23 Android Runtime (Tempo de execução do Android) De acordo com Reto Meier (2010), o Android Runtime é a engrenagem que se encarrega de fornecer funções para aplicação desenvolvida e, junto com as bibliotecas, constituir base para a estrutura dela. É a parte do sistema que fica executando a plataforma do Android no dispositivo móvel em que ele está instalado. Este módulo é composto por duas partes: a parte da máquina virtual chamada Dalvik e pelas bibliotecas do núcleo do sistema. Estes arquivos são necessários para que as aplicações desenvolvidas para o Android consigam acessar as funcionalidades que o sistema operacional oferece e assim possam executar as configurações de que necessitam Libraries (Bibliotecas) As libraries, que em português significa bibliotecas, são conjuntos de arquivos de código que fornecem ao desenvolvedor as funções e a possibilidade de comunicar o aplicativo que está sendo criado com os recursos existentes no sistema. Um exemplo é a biblioteca gráfica OpenGL/ES que dá a possibilidade de criar aplicações usando uma interface gráfica para interação entre o usuário e o sistema operacional. Esse conjunto de bibliotecas presente na estrutura da plataforma Android fornece grande parte das bibliotecas disponíveis para a linguagem Java, usada para o desenvolvimento, bem como provê as bibliotecas específicas para Android Application Framework (Framework de aplicações) Algumas aplicações possuem partes de códigos parecidas. Para que não seja gerado retrabalho é possível utilizar o framework 6 de aplicações para reutilizar funções de outras aplicações. A arquitetura da aplicação foi projetada para simplificar o reuso dos componentes. Qualquer componente pode publicar suas capacidades e quaisquer outros 6 Framework é uma técnica aplicada no desenvolvimento de um software para, basicamente, explorar o potencial de reutilização de partes de software já desenvolvidas.

Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento

Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento Olá, seja bem-vindo à primeira aula do curso para desenvolvedor de Android, neste curso você irá aprender a criar aplicativos para dispositivos

Leia mais

Programação para Dispositivos Móveis

Programação para Dispositivos Móveis Programação para Dispositivos Móveis Fatec Ipiranga Análise e Desenvolvimento de Sistemas Aula 02 História do desenvolvimento de software para dispositivos móveis Dalton Martins dmartins@gmail.com São

Leia mais

Introdução a Computação Móvel

Introdução a Computação Móvel Introdução a Computação Móvel Computação Móvel Prof. Me. Adauto Mendes adauto.inatel@gmail.com Histórico Em 1947 alguns engenheiros resolveram mudar o rumo da história da telefonia. Pensando em uma maneira

Leia mais

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID Alessandro Teixeira de Andrade¹; Geazy Menezes² UFGD/FACET Caixa Postal 533,

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS MÓVEIS - ANDROID X IOS

SISTEMAS OPERACIONAIS MÓVEIS - ANDROID X IOS SISTEMAS OPERACIONAIS MÓVEIS - ANDROID X IOS Danielle Dias Simões¹, Júlio César Pereira². Universidade Paranaense - Unipar Paranavaí PR - Brasil dannesimoes@hotmail.com juliocesarp@unipar.br Resumo. O

Leia mais

Programação para Android

Programação para Android Programação para Android Aula 01: Visão geral do android, instalação e configuração do ambiente de desenvolvimento, estrutura básica de uma aplicação para Android Objetivos Configurar o ambiente de trabalho

Leia mais

TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS

TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA:

Leia mais

Pré-Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso Tiago Garcia Pereira 1. INTRODUÇÃO

Pré-Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso Tiago Garcia Pereira 1. INTRODUÇÃO UM PADRÃO ABERTO DE SOFTWARE PARA COMPUTAÇÃO MÓVEL: UM ESTUDO SOBRE GOOGLE ANDROID 1. INTRODUÇÃO O aumento do número usuários de dispositivos móveis atrai cada vez os desenvolvedores a produzir aplicações

Leia mais

Dispositivos móveis e o mercado Android Open Handset Alliance Informações sobre Android Arquitetura

Dispositivos móveis e o mercado Android Open Handset Alliance Informações sobre Android Arquitetura Dispositivos móveis e o mercado Android Open Handset Alliance Informações sobre Android Arquitetura Dispositivos móveis e o mercado Mercado cresce a cada ano Muitos recursos Múltiplas plataforma Symbian

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID Maik Olher CHAVES 1 ; Daniela Costa Terra 2. 1 Graduado no curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS. por

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS. por UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS por Daniel Teixeira Braga Trabalho de Conclusão de curso II Prof. Marcos Echevarria

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

A plataforma Android: Uma Introdução

A plataforma Android: Uma Introdução A plataforma Android: Uma Introdução Android Iniciativa da Google de prover uma plataforma aberta para Web móvel Open Handset Alliance Associação de um grupo bastante heterogêneo de empresas (operadoras,

Leia mais

EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE

EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE por Miguel Aguiar Barbosa Trabalho de curso II submetido como

Leia mais

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas O conteúdo deste documento tem como objetivos geral introduzir conceitos mínimos sobre sistemas operacionais e máquinas virtuais para posteriormente utilizar

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Evolução Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Introdução Componentes de um sistema computacional Conceituação Características desejáveis Organização

Leia mais

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One.

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Neste tópico, responderemos à pergunta: O que é o Business One? Definiremos o SAP Business One e discutiremos as opções e as plataformas disponíveis para executar

Leia mais

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile 393 Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile Lucas Zamim 1 Roberto Franciscatto 1 Evandro Preuss 1 1 Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW) Universidade Federal de Santa Maria

Leia mais

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Sistemas Operacionais 2014 Introdução Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Roteiro Sistemas Operacionais Histórico Estrutura de SO Principais Funções do SO Interrupções Chamadas de Sistema

Leia mais

Desenvolvimento de um aplicativo básico usando o Google Android

Desenvolvimento de um aplicativo básico usando o Google Android Desenvolvimento de um aplicativo básico usando o Google Android (Organização do Ambiente) Programação de Dispositivos Móveis Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus

Leia mais

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS.

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Clara Aben-Athar B. Fernandes¹, Carlos Alberto P. Araújo¹ 1 Centro Universitário Luterano de Santarém Comunidade Evangélica Luterana (CEULS/ULBRA)

Leia mais

5 motivos para gerenciar sua frota na nuvem

5 motivos para gerenciar sua frota na nuvem 5 motivos para gerenciar sua frota na nuvem 2 ÍNDICE >> Introdução... 3 >> O que é software na nuvem... 6 >> Vantagens do software na nuvem... 8 >> Conclusão... 13 >> Sobre a Frota Control... 15 3 Introdução

Leia mais

Orientação a Objetos com Java

Orientação a Objetos com Java Orientação a Objetos com Java Julio Cesar Nardi julionardi@yahoo.com.br 2011/2 Aula 01: Começando com Java Objetivos: Compreender o que é Java, OO e suas vantagens; Entender os procedimentos para criação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO Fred Paulino Ferreira, Leonardo Couto, Renato Maia, Luiz G. Montanha Departamento

Leia mais

Módulo I - Introdução. Faculdade Christus Sistemas de Informação 17/09/2010. Carlos Eugênio Torres Engenheiro de Informática http://cetorres.

Módulo I - Introdução. Faculdade Christus Sistemas de Informação 17/09/2010. Carlos Eugênio Torres Engenheiro de Informática http://cetorres. Módulo I - Introdução Aula 2 Carlos Eugênio Torres Engenheiro de Informática http://cetorres.com Faculdade Christus Sistemas de Informação 17/09/2010 Graduado em Ciência da Computação pela UFC, Brasil

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Agregador de feeds RSS para dispositivos móveis

Agregador de feeds RSS para dispositivos móveis Agregador de feeds RSS para dispositivos móveis Disciplina: Computação Móvel Professor: Mauro Nacif Rocha Data: 27/02/2007 Hadriel Toledo Lima 50290 Juliana Pinheiro Campos 47683 Luis Felipe Hussin Bento

Leia mais

Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular

Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular Sumário Apresentação... 2 Instalação do Aplicativo... 2 Localizando o aplicativo no smartphone... 5 Inserindo o link da aplicação... 6 Acessando o sistema...

Leia mais

MONITOR E PREDITOR DE CONECTIVIDADE WIRELESS BASEADA EM LOCALIZAÇÃO GPS

MONITOR E PREDITOR DE CONECTIVIDADE WIRELESS BASEADA EM LOCALIZAÇÃO GPS MONITOR E PREDITOR DE CONECTIVIDADE WIRELESS BASEADA EM LOCALIZAÇÃO GPS Aluna: Eleonora Cominato Weiner Orientador: Markus Endler Introdução A palavra mobilidade ganha mais importância a cada instante,

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Rogério Schueroff Vandresen¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense(UNIPAR) Paranavaí-PR-Brasil rogeriovandresen@gmail.com, wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

Busca Certa Combustíveis

Busca Certa Combustíveis UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Busca Certa Combustíveis por Luma Melo Borges Documento de conclusão da disciplina de Trabalho

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

Novas opções de Gerenciamento de Dispositivos do Windows *

Novas opções de Gerenciamento de Dispositivos do Windows * Informe Processadores Intel Core de 4ª geração e processadores Intel Atom Mobilidade com a Intel e o Windows 8.1* Novas opções de Gerenciamento de Dispositivos do Windows * O que levar em conta ao decidir

Leia mais

Manual de referência do HP Web Jetadmin Database Connector Plug-in

Manual de referência do HP Web Jetadmin Database Connector Plug-in Manual de referência do HP Web Jetadmin Database Connector Plug-in Aviso sobre direitos autorais 2004 Copyright Hewlett-Packard Development Company, L.P. A reprodução, adaptação ou tradução sem permissão

Leia mais

Manual do Usuário Nextel Cloud. Manual do Usuário. Versão 1.0.0. Copyright Nextel 2014. http://nextelcloud.nextel.com.br

Manual do Usuário Nextel Cloud. Manual do Usuário. Versão 1.0.0. Copyright Nextel 2014. http://nextelcloud.nextel.com.br Manual do Usuário Versão 1.0.0 Copyright Nextel 2014 http://nextelcloud.nextel.com.br 1 Nextel Cloud... 4 2 Nextel Cloud Web... 5 2.1 Página Inicial... 6 2.1.1 Meu Perfil... 7 2.1.2 Meu Dispositivo...

Leia mais

Android. Marcelo Quinta @mrquinta

Android. Marcelo Quinta @mrquinta Android Marcelo Quinta @mrquinta Oi, eu sou o Marcelo Quinta Pública Público-privada Privada Próprio negócio Voluntariado Parabéns à organização do GO-GTUG Tablets 160% de aumento em 2011 Smartphones

Leia mais

3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio

3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio 32 3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio Este capítulo apresenta o framework orientado a aspectos para monitoramento e análise de processos de negócio

Leia mais

Digifort Mobile Manual Version 1.0 Rev. A

Digifort Mobile Manual Version 1.0 Rev. A Digifort Mobile Manual Version 1.0 Rev. A 2 Digifort Mobile - Versão 1.0 Índice Parte I Bem vindo ao Manual do Digifort Mobile 1.0 5 1 Screen... Shots 5 2 A quem... se destina este manual 5 3 Como utilizar...

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

Automação do Processo de Instalação de Softwares

Automação do Processo de Instalação de Softwares Automação do Processo de Instalação de Softwares Aislan Nogueira Diogo Avelino João Rafael Azevedo Milene Moreira Companhia Siderúrgica Nacional - CSN RESUMO Este artigo tem como finalidade apresentar

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO CONFIGURAÇÃO IDE ECLIPSE

MANUAL DE INSTALAÇÃO CONFIGURAÇÃO IDE ECLIPSE MANUAL DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO IDE ECLIPSE T1011 GUILHERME RODRIGUES Ano 2015 MANUAL DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DA IDE ECLIPSE. Neste documento aborda como instalar e configurar a IDE eclipse para

Leia mais

PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL

PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL Adson Diego Dionisio da SILVA 1, Saulo Soares de TOLEDO², Luiz Antonio Costa Corrêa FILHO³, Valderí Medeiros

Leia mais

7 Utilização do Mobile Social Gateway

7 Utilização do Mobile Social Gateway 7 Utilização do Mobile Social Gateway Existem três atores envolvidos na arquitetura do Mobile Social Gateway: desenvolvedor do framework MoSoGw: é o responsável pelo desenvolvimento de novas features,

Leia mais

Tutorial App Inventor. Artur Galeno Tayná Gonçalves

Tutorial App Inventor. Artur Galeno Tayná Gonçalves Tutorial App Inventor Artur Galeno Tayná Gonçalves Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão Dezembro/2013 1. Introdução O objetivo deste tutorial é introduzir o leitor ao App Inventor

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com OBJETIVOS Descrever os serviços que um sistema operacional oferece aos usuários e outros sistemas

Leia mais

APLICATIVO AUXILIANDO A MELHORIA DA ATENÇÃO BÁSICA NO BRASIL. APPLICATION TO ASSIST IN IMPROVING OF HEALTH IN BRAZIL s PRIMARY CARE

APLICATIVO AUXILIANDO A MELHORIA DA ATENÇÃO BÁSICA NO BRASIL. APPLICATION TO ASSIST IN IMPROVING OF HEALTH IN BRAZIL s PRIMARY CARE APLICATIVO AUXILIANDO A MELHORIA DA ATENÇÃO BÁSICA NO BRASIL APPLICATION TO ASSIST IN IMPROVING OF HEALTH IN BRAZIL s PRIMARY CARE Édson das Neves Oliveira 1, Jean Carlo Cainelli 2, Carlos Pilz 2, Sílvio

Leia mais

PROTOTIPAÇÃO DE APLICAÇÃO PORTÁTIL PARA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE DEGUSTAÇÃO DE CAFÉS ESPECIAIS

PROTOTIPAÇÃO DE APLICAÇÃO PORTÁTIL PARA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE DEGUSTAÇÃO DE CAFÉS ESPECIAIS PROTOTIPAÇÃO DE APLICAÇÃO PORTÁTIL PARA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE DEGUSTAÇÃO DE CAFÉS ESPECIAIS JOÃO PAULO MENDES DOS SANTOS 1, DIMAS SAMID LEME 2, BRUNO HENRIQUE GROENNER BARBOSA 3, ROSEMARY GUALBERTO

Leia mais

Virtualização. O conceito de VIRTUALIZAÇÃO

Virtualização. O conceito de VIRTUALIZAÇÃO Virtualização A virtualização está presente tanto no desktop de um entusiasta pelo assunto quanto no ambiente de TI de uma infinidade de empresas das mais variadas áreas. Não se trata de "moda" ou mero

Leia mais

BlackBerry Mobile Voice System

BlackBerry Mobile Voice System BlackBerry Mobile Voice System Versão: 5.0 Service pack: 2 Testes de verificação SWD-980801-0125102730-012 Conteúdo 1 Visão geral... 4 2 Tipos de telefones e contas de usuário... 5 3 Verificando a instalação

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS

Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Objetos distribuídos e invocação remota Introdução Comunicação entre objetos distribuídos Chamada de procedimento remoto Eventos e notificações Objetos

Leia mais

O que é o Android? O que é o Android

O que é o Android? O que é o Android O que é o Android? O Android é um sistema operacional para dispositivos móveis, baseado em uma plataforma de código aberta sob a licença apache, permitindo que os fabricantes possam modificar seu código

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES 1 Conteúdo 1. LogWeb... 3 2. Instalação... 4 3. Início... 6 3.1 Painel Geral... 6 3.2 Salvar e Restaurar... 7 3.3 Manuais... 8 3.4 Sobre... 8 4. Monitoração... 9 4.1 Painel Sinóptico...

Leia mais

GESTÃO DE PEDIDOS EM PLATAFORMA ANDROID:

GESTÃO DE PEDIDOS EM PLATAFORMA ANDROID: GESTÃO DE PEDIDOS EM PLATAFORMA ANDROID: UM SISTEMA PARA ESTABELECIMENTOS DO SETOR GASTRONÔMICO SAMUEL ELIAS BRAVO LOPEZ Prof. Rion Brattig Correia, M.Sc. - Orientador ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO Introdução

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Tipos de Sistemas Operacionais Com o avanço dos computadores foram surgindo alguns tipos de sistemas operacionais que contribuíram para o desenvolvimento do software. Os tipos de

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

Guia de vendas Windows Server 2012 R2

Guia de vendas Windows Server 2012 R2 Guia de vendas Windows Server 2012 R2 Por que Windows Server 2012 R2? O que é um servidor? Mais do que um computador que gerencia programas ou sistemas de uma empresa, o papel de um servidor é fazer com

Leia mais

Desde que entrou no mercado de smartphones, em 2007, esse é o trunfo da Apple perante a concorrência.

Desde que entrou no mercado de smartphones, em 2007, esse é o trunfo da Apple perante a concorrência. 20/12/2011-07h51 Casamento entre sistema e aparelhos é o trunfo da Apple LEONARDO MARTINS COLABORAÇÃO PARA A FOLHA Apesar da importância cada vez maior do software, o bom casamento entre o sistema operacional

Leia mais

Marcus Vinicius Cruz Xavier. Rascunho do trabalho de conclusão de curso

Marcus Vinicius Cruz Xavier. Rascunho do trabalho de conclusão de curso Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística Curso de Bacharelado em Ciências da Computação Marcus Vinicius Cruz Xavier Rascunho do trabalho de conclusão de curso Título

Leia mais

Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG

Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG Marco T. A. Rodrigues*, Paulo E. M. de Almeida* *Departamento de Recursos em Informática Centro Federal de Educação Tecnológica de

Leia mais

Comm5 Tecnologia Manual de utilização da família MI. Manual de Utilização. Família MI

Comm5 Tecnologia Manual de utilização da família MI. Manual de Utilização. Família MI Manual de Utilização Família MI ÍNDICE 1.0 COMO LIGAR O MÓDULO... pág 03 e 04 2.0 OBJETIVO... pág 05 3.0 COMO CONFIGURAR O MÓDULO MI... pág 06, 07, 08 e 09 4.0 COMO TESTAR A REDE... pág 10 5.0 COMO CONFIGURAR

Leia mais

AUTOR(ES): CARLOS ANTONIO PINHEIRO PINTO, ERMÍNIO PEDRAL SANTANA, GUILHERME CASSIANO DA SILVA

AUTOR(ES): CARLOS ANTONIO PINHEIRO PINTO, ERMÍNIO PEDRAL SANTANA, GUILHERME CASSIANO DA SILVA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SISTEMA MÓVEL DE COMPRAS POR QR CODE CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA:

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Visão geral Estrutura do sistema Ferramentas de desenvolvimento Uma aplicação. Android. Universidade Federal de Santa Catarina. 17 de dezembro de 2008

Visão geral Estrutura do sistema Ferramentas de desenvolvimento Uma aplicação. Android. Universidade Federal de Santa Catarina. 17 de dezembro de 2008 Android José João Junior Universidade Federal de Santa Catarina 17 de dezembro de 2008 Agenda 1 Visão geral 2 Estrutura do sistema 3 Ferramentas de desenvolvimento 4 Uma aplicação Visão geral Histórico

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C#

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# Camila Sanches Navarro 1,2, Wyllian Fressatti 2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sanchesnavarro@gmail.com wyllian@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

Introdução Dalvik Linux 2.6. Android. Diogo de Campos, João Paulo Pizani Flor, Maurício Oliveira Haensch, Pedro Covolan Bachiega

Introdução Dalvik Linux 2.6. Android. Diogo de Campos, João Paulo Pizani Flor, Maurício Oliveira Haensch, Pedro Covolan Bachiega Android Diogo de Campos, João Paulo Pizani Flor, Maurício Oliveira Haensch, Pedro Covolan Bachiega Universidade Federal de Santa Catarina November 18, 2008 Agenda 1 Introdução 2 Dalvik 3 Linux 2.6 Introdução

Leia mais

Sistema para gestão de restaurante

Sistema para gestão de restaurante Sistema para gestão de restaurante Luciana Tavares Rosa luciana.rosa@inf.aedb.br AEDB Fábio Rezende Dutra fabio.dutra@inf.aedb.br AEDB Resumo:O sistema para gestão de restaurante é um software desenvolvido

Leia mais

2ª Edição Ricardo R. Lecheta

2ª Edição Ricardo R. Lecheta Google Aprenda a criar aplicações para dispositivos móveis com o Android SDK 2ª Edição Ricardo R. Lecheta Novatec capítulo 1 Introdução ao Android 1.1 Introdução O mercado de celulares está crescendo cada

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Depurando aplicações Professor: Danilo Giacobo OBJETIVOS DA AULA Aprender dicas e técnicas para encontrar erros em aplicações Android. Conhecer os recursos que auxiliam

Leia mais

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL Automação e Controle AR026 SUMÁRIO I. Sistemas Supervisórios... 3 II. Automação... 4 III. Arquitetura de Redes Industriais... 5 IV. Comunicação entre Supervisório e CLP...7 V. O Protocolo

Leia mais

Android Básico Hello World!

Android Básico Hello World! Android Básico Hello World! Instrutor Programador desde 2000 Aluno de doutorado Mestre em informática pelo ICOMP/UFAM Especialista em aplicações WEB FUCAPI marcio.palheta@gmail.com sites.google.com/site/marcio

Leia mais

Utilização do aplicativo ODK como suporte na inspeção de Via Permanente

Utilização do aplicativo ODK como suporte na inspeção de Via Permanente Utilização do aplicativo ODK como suporte na inspeção de Via Permanente Eric Pretti Serafim 1 * 1 VALES/A. Rod. BR155, s/n, Pátio Ferroviário de Marabá, 68508-970, Marabá - Pará e-mail: eric.pretti@vale.com

Leia mais

SO Sistemas Operacionais

SO Sistemas Operacionais GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FUNDAÇÃO DE APOIO A ESCOLA TÉCNICA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL REPÚBLICA SO Sistemas Operacionais Curso de Informática ETE REPÚBLICA - Rua Clarimundo de Melo, 847, Quintino

Leia mais

ArpPrintServer. Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02

ArpPrintServer. Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02 ArpPrintServer Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02 1 Sumário INTRODUÇÃO... 3 CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO SISTEMA... 3 REQUISITOS DE SISTEMA... 4 INSTALAÇÃO

Leia mais

Inicialização Rápida do Novell Vibe Mobile

Inicialização Rápida do Novell Vibe Mobile Inicialização Rápida do Novell Vibe Mobile Março de 2015 Introdução O acesso móvel ao site do Novell Vibe pode ser desativado por seu administrador do Vibe. Se não conseguir acessar a interface móvel do

Leia mais

Linguagem de Programação Visual

Linguagem de Programação Visual Linguagem de Programação Visual Unidade 1 Ambiente de desenvolvimento Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 SOBRE O JAVA... 3 AMBIENTE DE DESENVOLVIMENTO... 5 RECURSOS DA FERRAMENTA NETBEANS...

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA MOBILE-SERVIDOR PARA GERENCIAMENTO DE DESPACHO DE EMPILHADEIRAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

TÍTULO: SISTEMA MOBILE-SERVIDOR PARA GERENCIAMENTO DE DESPACHO DE EMPILHADEIRAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SISTEMA MOBILE-SERVIDOR PARA GERENCIAMENTO DE DESPACHO DE EMPILHADEIRAS CATEGORIA: CONCLUÍDO

Leia mais

Integrando Eclipse e Websphere Application Server Community Edition

Integrando Eclipse e Websphere Application Server Community Edition 1 Integrando Eclipse e Websphere Application Server Community Edition Sobre o Autor Carlos Eduardo G. Tosin (carlos@tosin.com.br) é formado em Ciência da Computação pela PUC-PR, pós-graduado em Desenvolvimento

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC,

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM. Michele Marques Costa 1,2, Julio César2 ¹Universidade paranaense (Unipar)

COMPUTAÇÃO EM NUVEM. Michele Marques Costa 1,2, Julio César2 ¹Universidade paranaense (Unipar) COMPUTAÇÃO EM NUVEM Michele Marques Costa 1,2, Julio César2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil Mih_nai@hotmail.com juliocesar@unipar.br Resumo. Este artigo contém a definição e citação

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS Élysson Mendes Rezende Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

Guia do usuário do PrintMe Mobile 3.0

Guia do usuário do PrintMe Mobile 3.0 Guia do usuário do PrintMe Mobile 3.0 Visão geral do conteúdo Sobre o PrintMe Mobile Requisitos do sistema Impressão Solução de problemas Sobre o PrintMe Mobile O PrintMe Mobile é uma solução empresarial

Leia mais

ESCOLHA UM TESTE PARA EXECUTAR

ESCOLHA UM TESTE PARA EXECUTAR ESCOLHA UM TESTE PARA EXECUTAR Acompanhe o ritmo de aceleração dos ciclos de lançamento. Descubra a automatização com um toque humano EXECUTE UM TESTE 26032015 Com a Borland, tanto analistas de negócios

Leia mais

Tecnologia Java. Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br

Tecnologia Java. Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br Tecnologia Java Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br Origem da Tecnologia Java Projeto inicial: Oak (liderado por James Gosling) Lançada em 1995 (Java) Tecnologia

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA PARA MAPEAMENTO REMOTO DE RADIAÇÃO

RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA PARA MAPEAMENTO REMOTO DE RADIAÇÃO 2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO MANUAL DE CONFIGURAÇÃO CONTMATIC PHOENIX SUMÁRIO CAPÍTULO I APRESENTAÇÃO DO ACESSO REMOTO... 3 1.1 O que é o ACESSO REMOTO... 3 1.2 Como utilizar o ACESSO REMOTO... 3 1.3 Quais as vantagens em usar o PHOENIX

Leia mais

Sistema operacional Windows 7, Windows Live Mail e Adobe Reader. Sistemas operacionais em concursos públicos

Sistema operacional Windows 7, Windows Live Mail e Adobe Reader. Sistemas operacionais em concursos públicos Sistema operacional Windows 7, Windows Live Mail e Adobe Reader Sistemas operacionais em concursos públicos Antes de tudo é importante relembrarmos que o sistema operacional é um tipo de software com a

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Índice 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED.... 1 2. História do Flash... 4 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED. É importante, antes de iniciarmos

Leia mais

Versão: 08/04/2013 Atualizado em: 10/07/2013

Versão: 08/04/2013 Atualizado em: 10/07/2013 Versão: 08/04/2013 Atualizado em: 10/07/2013 NoMe - Novo Mercado CETIP Conteúdo Introdução ao NoMe... 1 Conhecendo o Produto... 2 Acesso ao NoMe... 3 Como acessar o NoMe... 4 Atualização de Senha e Código

Leia mais

Manual do Usuário Android Neocontrol

Manual do Usuário Android Neocontrol Manual do Usuário Android Neocontrol Sumário 1.Licença e Direitos Autorais...3 2.Sobre o produto...4 3. Instalando, Atualizando e executando o Android Neocontrol em seu aparelho...5 3.1. Instalando o aplicativo...5

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS

SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS Rodrigo das Neves Wagner Luiz Gustavo Galves Mählmann Resumo: O presente artigo trata de um projeto de desenvolvimento de uma aplicação para uma produtora de eventos,

Leia mais

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel Programação de Computadores - I Profª Beatriz Profº Israel A linguagem JAVA A linguagem Java O inicio: A Sun Microsystems, em 1991, deu inicio ao Green Project chefiado por James Gosling. Projeto que apostava

Leia mais

Manual Software Controle de Jukebox. Manual. Software Controle de Jukebox

Manual Software Controle de Jukebox. Manual. Software Controle de Jukebox Manual Software Controle de Jukebox Versão 1.0 2014 Sumário 1. Principais Características... 2 2. Software Controle de Jukebox... 3 I. Tela Principal... 4 1 Data Cobrança... 4 2 Linha... 4 3 Cobrador...

Leia mais