CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE PASSEIOS DE CONCRETO LOTE 3

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE PASSEIOS DE CONCRETO LOTE 3"

Transcrição

1 CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE PASSEIOS DE CONCRETO LOTE 3

2 GRUPO PASSEIOS DE CONCRETO Fazem parte desse grupo 26 composições de Passeios de Concreto moldado in loco. O acabamento pode ser liso, sarrafeado e desempenado, ou pode ser estampado. Foram considerados os seguintes fatores para as composições de Passeios de Concreto: Armadura: as calçadas podem ser armadas ou não; Concretagem: este serviço pode ser realizado com concreto usinado ou com concreto feito em obra; Para as composições de passeio armado, foram consideradas quatro espessuras: 6cm, 8cm, 10cm e 12cm. As composições aferidas para a execução de passeios de concreto são formadas por indicadores de: Mão de obra: oficial (calceteiro ou pedreiro) e servente; Equipamento: serra circular; Material: concreto, tela de aço, lona plástica, madeira para fôrmas, endurecedor de superfícies, desmoldante, fôrmas de estampagem e selante. O passeio, conforme definição pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é a parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso, separada por pintura ou elemento físico separador, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas. Neste contexto, será tratada a execução de passeios de concreto moldados in loco ou com o uso de placas de concreto pré-fabricado. Página 1

3 NORMAS E LEGISLAÇÃO NBR 12255:1990 Execução e utilização de passeios públicos BIBLIOGRAFIA PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO. Secretaria de Coordenação de Subprefeituras Secretaria de Participação e Parceria Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Conheça as regras para arrumar sua calçada. São Paulo, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND. Manual de Concreto Estampado e Concreto Convencional Moldados in loco: Passeio Público. Associação Brasileira de Cimento Portland ABCP, São Paulo, p. Página 2

4 COMPOSIÇÕES AFERIDAS Código Descrição Pág. 03.PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS.007 MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), CONVENCIONAL, NÃO ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), CONVENCIONAL, NÃO ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 6 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 6 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 8 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 8 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 10 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 10 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 12 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 12 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 6 CM, NÃO ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 6 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 6 CM, NÃO ARMADO Página 3

5 Código Descrição Pág. 03.PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS PISO.PASS.032 MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 6 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 8 CM, NÃO ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 8 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 8 CM, NÃO ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 8 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 10 CM, NÃO ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 10 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 10 CM, NÃO ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 10 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 12 CM, NÃO ARMADO. MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 12 CM, ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 12 CM, NÃO ARMADO. MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 12 CM, ARMADO Página 4

6 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.017 MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), CONVENCIONAL, NÃO ARMADO. M³ COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 5,3530 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 5,3530 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,1750 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,2220 C * I 4460 I 4517 CONCRETO FCK = 20MPA, TRAÇO 1:2,7:3 (CIMENTO/ AREIA MÉDIA/ BRITA 1) - PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 SARRAFO DE MADEIRA NAO APARELHADA *2,5 X 10 CM, MACARANDUBA, ANGELIM OU EQUIVALENTE DA REGIAO PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) M3 1,2100 M 2,5000 M 2,0000 Página 5

7 Passeio (Calçada) - Convencional Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lançamento, adensamento e desempeno do concreto. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Madeira: utilizada como fôrma para conter o concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar o volume total, em metros cúbicos, de passeios que utilizam concreto feito em obra e sem uso de armaduras. Esta composição pode ser utilizada para passeios entre 6cm e 12cm de espessura. 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. Página 6

8 As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto feito em obra, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto através de carrinho ou jerica. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Para aumentar a rugosidade do pavimento, fazer uma textura superficial por meio de vassouras, aplicadas transversalmente ao eixo da pista com o concreto ainda fresco. Por último, são feitas as juntas de dilatação. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 7

9 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.021 MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), CONVENCIONAL, NÃO ARMADO. M³ COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 3,1770 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 3,1770 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,1750 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,2220 I I 4460 I 4517 CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM BRITA 0 E 1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, EXCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO (NBR 8953) SARRAFO DE MADEIRA NAO APARELHADA *2,5 X 10 CM, MACARANDUBA, ANGELIM OU EQUIVALENTE DA REGIAO PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) M3 1,2100 M 2,5000 M 2,0000 Página 8

10 Passeio (Calçada) - Convencional Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lançamento, adensamento e desempeno do concreto. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Madeira: utilizada como fôrma para conter o concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar o volume total, em metros cúbicos, de passeios que utilizam concreto usinado e sem uso de armaduras. Esta composição pode ser utilizada para passeios entre 6cm e 12cm de espessura. 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. Página 9

11 As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto usinado, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto direto do caminhão ou com sistema mecanizado. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Para aumentar a rugosidade do pavimento, fazer uma textura superficial por meio de vassouras, aplicadas transversalmente ao eixo da pista com o concreto ainda fresco. Por último, são feitas as juntas de dilatação. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 10

12 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.002 MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 6 CM, ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,4509 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,4509 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 C * I 4517 I 7156 CONCRETO FCK = 20MPA, TRAÇO 1:2,7:3 (CIMENTO/ AREIA MÉDIA/ BRITA 1) - PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA, CA-60, Q-196, (3,11 KG/M2), DIAMETRO DO FIO = 5,0 MM, LARGURA = 2,45 M, ESPACAMENTO DA MALHA = 10 X 10 CM M3 0,0728 M 0,4500 M2 1,1224 I 3777 LONA PLASTICA PRETA, E= 150 MICRA M2 1,1280 Página 11

13 Passeio (Calçada) - Convencional Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lona plástica e armadura, lançamento, adensamento e desempeno do concreto. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Maderia: utilizado como fôrma para conter o concreto. Tela de aço soldada: armadura do concreto. Lona plástica: separa a camada granular do concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto feito em obra, com espessura de 6 cm, armado. 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. Página 12

14 As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto feito em obra, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto através de carrinho ou jerica. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montam-se as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado, coloca-se lona plástica e, sobre ela, são colocadas as telas de armadura; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Para aumentar a rugosidade do pavimento, fazer uma textura superficial por meio de vassouras, aplicadas transversalmente ao eixo da pista com o concreto ainda fresco. Por último, são feitas as juntas de dilatação. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 13

15 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.006 MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 6 CM, ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,3204 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,3204 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 I I 4517 I 7156 CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM BRITA 0 E 1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, EXCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO (NBR 8953) PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA, CA-60, Q-196, (3,11 KG/M2), DIAMETRO DO FIO = 5,0 MM, LARGURA = 2,45 M, ESPACAMENTO DA MALHA = 10 X 10 CM M3 0,0728 M 0,4500 M2 1,1224 I 3777 LONA PLASTICA PRETA, E= 150 MICRA M2 1,1280 Página 14

16 Passeio (Calçada) - Convencional Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lona plástica e armadura, lançamento, adensamento e desempeno do concreto. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Maderia: utilizado como fôrma para conter o concreto. Tela de aço soldada: armadura do concreto. Lona plástica: separa a camada granular do concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto usinado, com espessura de 6 cm, armado. 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. Página 15

17 As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto usinado, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto direto do caminhão ou com sistema mecanizado. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado, coloca-se lona plástica e, sobre ela, são colocadas as telas de armadura; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Para aumentar a rugosidade do pavimento, fazer uma textura superficial por meio de vassouras, aplicadas transversalmente ao eixo da pista com o concreto ainda fresco. Por último, são feitas as juntas de dilatação. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 16

18 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.010 MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 8 CM, ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,5773 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,5773 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 C * I 4460 I 4517 I 7156 CONCRETO FCK = 20MPA, TRAÇO 1:2,7:3 (CIMENTO/ AREIA MÉDIA/ BRITA 1) - PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 SARRAFO DE MADEIRA NAO APARELHADA *2,5 X 10 CM, MACARANDUBA, ANGELIM OU EQUIVALENTE DA REGIAO PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA, CA-60, Q-196, (3,11 KG/M2), DIAMETRO DO FIO = 5,0 MM, LARGURA = 2,45 M, ESPACAMENTO DA MALHA = 10 X 10 CM M3 0,0970 M 0,2500 M 0,2000 M2 1,1224 I 3777 LONA PLASTICA PRETA, E= 150 MICRA M2 1,1280 Página 17

19 Passeio (Calçada) - Convencional Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lona plástica e armadura, lançamento, adensamento e desempeno do concreto. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Maderia: utilizado como fôrma para conter o concreto. Tela de aço soldada: armadura do concreto. Lona plástica: separa a camada granular do concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto feito em obra, com espessura de 8 cm, armado. 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. Página 18

20 As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto feito em obra, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto através de carrinho ou jerica. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado, coloca-se lona plástica e, sobre ela, são colocadas as telas de armadura; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Para aumentar a rugosidade do pavimento, fazer uma textura superficial por meio de vassouras, aplicadas transversalmente ao eixo da pista com o concreto ainda fresco. Por último, são feitas as juntas de dilatação. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 19

21 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.014 MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 8 CM, ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,4033 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,4033 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 I I 4460 I 4517 I 7156 CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM BRITA 0 E 1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, EXCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO (NBR 8953) SARRAFO DE MADEIRA NAO APARELHADA *2,5 X 10 CM, MACARANDUBA, ANGELIM OU EQUIVALENTE DA REGIAO PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA, CA-60, Q-196, (3,11 KG/M2), DIAMETRO DO FIO = 5,0 MM, LARGURA = 2,45 M, ESPACAMENTO DA MALHA = 10 X 10 CM M3 0,0970 M 0,2500 M 0,2000 M2 1,1224 I 3777 LONA PLASTICA PRETA, E= 150 MICRA M2 1,1280 Página 20

22 Passeio (Calçada) - Convencional Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lona plástica e armadura, lançamento, adensamento e desempeno do concreto. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Maderia: utilizado como fôrma para conter o concreto. Tela de aço soldada: armadura do concreto. Lona plástica: separa a camada granular do concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto usinado, com espessura de 8 cm, armado. 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. Página 21

23 As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto usinado, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto direto do caminhão ou com sistema mecanizado. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado, coloca-se lona plástica e, sobre ela, são colocadas as telas de armadura; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Para aumentar a rugosidade do pavimento, fazer uma textura superficial por meio de vassouras, aplicadas transversalmente ao eixo da pista com o concreto ainda fresco. Por último, são feitas as juntas de dilatação. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 22

24 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.018 MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 10 CM, ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,7038 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,7038 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 C * I 4460 I 4517 I 7156 CONCRETO FCK = 20MPA, TRAÇO 1:2,7:3 (CIMENTO/ AREIA MÉDIA/ BRITA 1) - PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 SARRAFO DE MADEIRA NAO APARELHADA *2,5 X 10 CM, MACARANDUBA, ANGELIM OU EQUIVALENTE DA REGIAO PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA, CA-60, Q-196, (3,11 KG/M2), DIAMETRO DO FIO = 5,0 MM, LARGURA = 2,45 M, ESPACAMENTO DA MALHA = 10 X 10 CM M3 0,1213 M 0,2500 M 0,2000 M2 1,1224 I 3777 LONA PLASTICA PRETA, E= 150 MICRA M2 1,1280 Página 23

25 Passeio (Calçada) - Convencional Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lona plástica e armadura, lançamento, adensamento e desempeno do concreto. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Maderia: utilizado como fôrma para conter o concreto. Tela de aço soldada: armadura do concreto. Lona plástica: separa a camada granular do concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto feito em obra, com espessura de 10 cm, armado. 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. Página 24

26 As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto feito em obra, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto através de carrinho ou jerica. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado, coloca-se lona plástica e, sobre ela, são colocadas as telas de armadura; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Para aumentar a rugosidade do pavimento, fazer uma textura superficial por meio de vassouras, aplicadas transversalmente ao eixo da pista com o concreto ainda fresco. Por último, são feitas as juntas de dilatação. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 25

27 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.022 MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 10 CM, ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,4862 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,4862 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 I I 4460 I 4517 I 7156 CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM BRITA 0 E 1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, EXCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO (NBR 8953) SARRAFO DE MADEIRA NAO APARELHADA *2,5 X 10 CM, MACARANDUBA, ANGELIM OU EQUIVALENTE DA REGIAO PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA, CA-60, Q-196, (3,11 KG/M2), DIAMETRO DO FIO = 5,0 MM, LARGURA = 2,45 M, ESPACAMENTO DA MALHA = 10 X 10 CM M3 0,1213 M 0,2500 M 0,2000 M2 1,1224 I 3777 LONA PLASTICA PRETA, E= 150 MICRA M2 1,1280 Página 26

28 Passeio (Calçada) - Convencional Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lona plástica e armadura, lançamento, adensamento e desempeno do concreto. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Maderia: utilizado como fôrma para conter o concreto. Tela de aço soldada: armadura do concreto. Lona plástica: separa a camada granular do concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto usinado, com espessura de 10 cm, armado. 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. Página 27

29 As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto usinado, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto direto do caminhão ou com sistema mecanizado. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado, coloca-se lona plástica e, sobre ela, são colocadas as telas de armadura; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Para aumentar a rugosidade do pavimento, fazer uma textura superficial por meio de vassouras, aplicadas transversalmente ao eixo da pista com o concreto ainda fresco. Por último, são feitas as juntas de dilatação. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 28

30 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.026 MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 12 CM, ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,8302 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,8302 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 C * I 6189 I 4517 I 7156 CONCRETO FCK = 20MPA, TRAÇO 1:2,7:3 (CIMENTO/ AREIA MÉDIA/ BRITA 1) - PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 TABUA MADEIRA 2A QUALIDADE 2,5 X 30,0CM (1 X 12") NAO APARELHADA PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA, CA-60, Q-196, (3,11 KG/M2), DIAMETRO DO FIO = 5,0 MM, LARGURA = 2,45 M, ESPACAMENTO DA MALHA = 10 X 10 CM M3 0,1455 M 0,1250 M 0,2000 M2 1,1224 I 3777 LONA PLASTICA PRETA, E= 150 MICRA M2 1,1280 Página 29

31 Passeio (Calçada) - Convencional Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lona plástica e armadura, lançamento, adensamento e desempeno do concreto. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Maderia: utilizado como fôrma para conter o concreto. Tela de aço soldada: armadura do concreto. Lona plástica: separa a camada granular do concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto feito em obra, com espessura de 12 cm, armado. 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. Página 30

32 As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto feito em obra, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto através de carrinho ou jerica. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado, coloca-se lona plástica e, sobre ela, são colocadas as telas de armadura; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Para aumentar a rugosidade do pavimento, fazer uma textura superficial por meio de vassouras, aplicadas transversalmente ao eixo da pista com o concreto ainda fresco. Por último, são feitas as juntas de dilatação. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 31

33 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.030 MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), CONVENCIONAL, ESPESSURA 12 CM, ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,5691 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,5691 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 I I 6189 I 4517 I 7156 CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM BRITA 0 E 1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, EXCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO (NBR 8953) TABUA MADEIRA 2A QUALIDADE 2,5 X 30,0CM (1 X 12") NAO APARELHADA PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA, CA-60, Q-196, (3,11 KG/M2), DIAMETRO DO FIO = 5,0 MM, LARGURA = 2,45 M, ESPACAMENTO DA MALHA = 10 X 10 CM M3 0,1455 M 0,1250 M 0,2000 M2 1,1224 I 3777 LONA PLASTICA PRETA, E= 150 MICRA M2 1,1280 Página 32

34 Passeio (Calçada) - Convencional Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lona plástica e armadura, lançamento, adensamento e desempeno do concreto. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Maderia: utilizado como fôrma para conter o concreto. Tela de aço soldada: armadura do concreto. Lona plástica: separa a camada granular do concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto usinado, com espessura de 12 cm, armado. 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. Página 33

35 As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto usinado, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto direto do caminhão ou com sistema mecanizado. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado, coloca-se lona plástica e, sobre ela, são colocadas as telas de armadura; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Para aumentar a rugosidade do pavimento, fazer uma textura superficial por meio de vassouras, aplicadas transversalmente ao eixo da pista com o concreto ainda fresco. Por último, são feitas as juntas de dilatação. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 34

36 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.003 MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 6 CM, NÃO ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,4156 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,4156 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 C * I 4517 CONCRETO FCK = 20MPA, TRAÇO 1:2,7:3 (CIMENTO/ AREIA MÉDIA/ BRITA 1) - PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) M3 0,0728 M 0,4500 I * PÓ ENDURECEDOR KG 1,7391 I * DESMOLDANTE KG 0,0545 I * SELANTE L 0,1333 I * PLACA DE ESTAMPAGEM M2 0,0025 Página 35

37 Passeio (Calçada) - Estampado Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características 3. Equipamentos Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lançamento, adensamento, desempeno do concreto, aplicação dos aditivos e estampas. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Madeira: utilizada como fôrma para conter o concreto. Endurecedor de superfície: aumento da rigidez da superfície de concreto e contem pigmentos que dão a cor ao passeio. Desmoldante: garantir a não aderência do concreto às estampas. Selante: utilizado para dar o acabamento final à superfície. Placas de estampagem: moldes semiflexíveis ou flexíveis com o desenho a ser estampado no passeio de concreto. Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto feito em obra e acabamento estampado, com espessura de 6 cm e sem uso de armaduras. Página 36

38 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto feito em obra, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto através de carrinho ou jerica. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Sobre o passeio desempenado aplica-se o pigmento enrijecedor, que aumenta a rigidez além de conferir a cor ao concreto; Em seguida aplica-se o desmoldante, que tem a finalidade de diminuir a aderência do concreto aos moldes de estampagem; A partir deste ponto a superfície já está pronta para receber os moldes de estampagem, que são colocados sobre o piso e são pressionados com um batedor (peso); Terminadas as estampas, fazem-se as juntas de dilatação e a aplicação de camada seladora. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 37

39 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.004 MOLDADO IN LOCO, FEITO EM OBRA (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 6 CM, ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,5302 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,5302 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 C * I 4517 I 7156 CONCRETO FCK = 20MPA, TRAÇO 1:2,7:3 (CIMENTO/ AREIA MÉDIA/ BRITA 1) - PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA, CA-60, Q-196, (3,11 KG/M2), DIAMETRO DO FIO = 5,0 MM, LARGURA = 2,45 M, ESPACAMENTO DA MALHA = 10 X 10 CM M3 0,0728 M 0,4500 M2 1,1224 I 3777 LONA PLASTICA PRETA, E= 150 MICRA M2 1,1280 I * PÓ ENDURECEDOR KG 1,7391 I * DESMOLDANTE KG 0,0545 I * SELANTE L 0,1333 I * PLACA DE ESTAMPAGEM M2 0,0025 Página 38

40 Passeio (Calçada) - Estampado Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; 3. Equipamentos Sobre o passeio desempenado aplica-se o pigmento enrijecedor, que aumenta a rigidez além de conferir a cor ao concreto; Em seguida aplica-se o desmoldante, que tem a finalidade de diminuir a aderência do concreto aos moldes de estampagem; A partir deste ponto a superfície já está pronta para receber os moldes de estampagem, que são colocados sobre o piso e são pressionados com um batedor (peso); Terminadas as estampas, fazem-se as juntas de dilatação e a aplicação de camada seladora. Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto feito em obra e acabamento estampado, com espessura de 6 cm, armado. Página 39

41 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto feito em obra, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto através de carrinho ou jerica. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado, coloca-se lona plástica e, sobre ela, são colocadas as telas de armadura; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Sobre o passeio desempenado aplica-se o pigmento enrijecedor, que aumenta a rigidez além de conferir a cor ao concreto; Em seguida aplica-se o desmoldante, que tem a finalidade de diminuir a aderência do concreto aos moldes de estampagem; A partir deste ponto a superfície já está pronta para receber os moldes de estampagem, que são colocados sobre o piso e são pressionados com um batedor (peso); Terminadas as estampas, fazem-se as juntas de dilatação e a aplicação de camada seladora. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 40

42 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.007 MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 6 CM, NÃO ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,2851 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,2851 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 I I 4517 CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM BRITA 0 E 1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, EXCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO (NBR 8953) PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) M3 0,0728 M 0,4500 I * PÓ ENDURECEDOR KG 1,7391 I * DESMOLDANTE KG 0,0545 I * SELANTE L 0,1333 I * PLACA DE ESTAMPAGEM M2 0,0025 Página 41

43 Passeio (Calçada) - Estampado Concreto Feito em Obra Concreto Usinado Não Armado Armado 6 CM 8 CM 10 CM 12 CM 2. Itens e suas características Pedreiro: profissional que executa as atividades necessárias para execução do passeio tais como: colocação das fôrmas, lançamento, adensamento, desempeno do concreto, aplicação dos aditivos e estampas. Servente: profissional que auxilia o pedreiro nas atividades necessárias para execução do passeio. Concreto: utilizado para moldar o passeio conforme projeto. Madeira: utilizada como fôrma para conter o concreto. Endurecedor de superfície: aumento da rigidez da superfície de concreto e contem pigmentos que dão a cor ao passeio. Desmoldante: garantir a não aderência do concreto às estampas. Selante: utilizado para dar o acabamento final à superfície. Placas de estampagem: moldes semiflexíveis ou flexíveis com o desenho a ser estampado no passeio de concreto. 3. Equipamentos Serra circular de 7 polegadas com 2,3 HP. 4. Critérios para quantificação dos serviços Utilizar a área total, em metros quadrados, de passeios que utilizam concreto usinado e acabamento estampado, com espessura de 6 cm e sem uso de armaduras. Página 42

44 5. Critérios de Aferição Para o levantamento dos índices de produtividade foram considerados os pedreiros e os serventes que estavam envolvidos diretamente com as atividades para execução do passeio. As produtividades desta composição não contemplam as atividades de execução de camada granular e acerto do terreno. Para tais atividades, utilizar composição específica de cada serviço. As produtividades desta composição não contemplam nos índices o transporte do concreto; porém, por utilizar concreto usinado, considera-se uma velocidade de concretagem que prevê lançamento de concreto direto do caminhão ou com sistema mecanizado. Foi considerado o reaproveitamento das fôrmas igual a 4 vezes. Foi considerado no consumo e na produtividade que há fôrma nas duas laterais do passeio, que a largura média do passeio é de 2 m e a execução de juntas ocorre a cada 2 m. 6. Execução Sobre a camada granular devidamente nivelada e regularizada, montamse as fôrmas que servem para conter e dar forma ao concreto a ser lançado; Finalizada a etapa anterior é feito o lançamento, espalhamento, sarrafeamento e desempeno do concreto; Sobre o passeio desempenado aplica-se o pigmento enrijecedor, que aumenta a rigidez além de conferir a cor ao concreto; Em seguida aplica-se o desmoldante, que tem a finalidade de diminuir a aderência do concreto aos moldes de estampagem; A partir deste ponto a superfície já está pronta para receber os moldes de estampagem, que são colocados sobre o piso e são pressionados com um batedor (peso); Terminadas as estampas, fazem-se as juntas de dilatação e a aplicação de camada seladora. 7. Informações Complementares 8. Pendências Página 43

45 CADERNO TÉCNICO DO SERVIÇO 1. COMPOSIÇÃO ANALÍTICA DE SERVIÇO Classe: PISO Tipo: 258 Piso Concreto Código / Seq. Descrição da Composição Unidade 03.PISO.PASS.008 MOLDADO IN LOCO, USINADO (20 MPA), ACABAMENTO ESTAMPADO, ESPESSURA 6 CM, ARMADO. M² COMPOSIÇÃO Item Código Descrição Unidade Coeficiente C PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,3997 C SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,3997 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHP H 0,0175 C SERRA CIRCULAR MAKITA 5900B 7` 2,3HP - CHI H 0,0222 I I 4517 I 7156 CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM BRITA 0 E 1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, EXCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO (NBR 8953) PECA DE MADEIRA NATIVA/REGIONAL 2,5 X 7,0 CM (SARRAFO-P/FORMA) TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA, CA-60, Q-196, (3,11 KG/M2), DIAMETRO DO FIO = 5,0 MM, LARGURA = 2,45 M, ESPACAMENTO DA MALHA = 10 X 10 CM M3 0,0728 M 0,4500 M2 1,1224 I 3777 LONA PLASTICA PRETA, E= 150 MICRA M2 1,1280 I * PÓ ENDURECEDOR KG 1,7391 I * DESMOLDANTE KG 0,0545 I * SELANTE L 0,1333 I * PLACA DE ESTAMPAGEM M2 0,0025 Página 44

CONCRETAGEM PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

CONCRETAGEM PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA CONCRETAGEM PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO LOTE 1 Versão: 001 Vigência: 12/2015 Última

Leia mais

VERGA, CONTRAVERGA, FIXAÇÃO DE ALVENARIA DE VEDAÇÃO E CINTA DE AMARRAÇÃO DE ALVENARIA

VERGA, CONTRAVERGA, FIXAÇÃO DE ALVENARIA DE VEDAÇÃO E CINTA DE AMARRAÇÃO DE ALVENARIA SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA VERGA, CONTRAVERGA, FIXAÇÃO DE ALVENARIA DE VEDAÇÃO E CINTA DE AMARRAÇÃO DE ALVENARIA LOTE

Leia mais

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA CONCRETO PROJETADO LOTE 3

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA CONCRETO PROJETADO LOTE 3 SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA CONCRETO PROJETADO LOTE 3 Versão: 002 Vigência: 01/2016 Última atualização: 05/2016 GRUPO

Leia mais

ESTACAS SINAPI LOTE 1 HÉLICE CONTÍNUA, PRÉ-MOLDADA E ESCAVADA SEM FLUIDO SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL

ESTACAS SINAPI LOTE 1 HÉLICE CONTÍNUA, PRÉ-MOLDADA E ESCAVADA SEM FLUIDO SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA, PRÉ-MOLDADA E ESCAVADA SEM FLUIDO LOTE 1 Versão: 003 Vigência:

Leia mais

ALVENARIA ESTRUTURAL (BLOCOS DE CONCRETO, BLOCOS CERÂMICOS, GRAUTEAMENTO E ARMAÇÃO)

ALVENARIA ESTRUTURAL (BLOCOS DE CONCRETO, BLOCOS CERÂMICOS, GRAUTEAMENTO E ARMAÇÃO) SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ALVENARIA ESTRUTURAL (BLOCOS DE CONCRETO, BLOCOS CERÂMICOS, GRAUTEAMENTO E ARMAÇÃO) LOTE

Leia mais

FÔRMAS PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

FÔRMAS PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA FÔRMAS PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO LOTE 1 Versão: 004 Vigência: 12/2015 Última atualização:

Leia mais

CONTRAPISO, CONTRAPISO ACÚSTICO E CONTRAPISO AUTONIVELANTE SINAPI LOTE 1 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL

CONTRAPISO, CONTRAPISO ACÚSTICO E CONTRAPISO AUTONIVELANTE SINAPI LOTE 1 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA CONTRAPISO, CONTRAPISO ACÚSTICO E CONTRAPISO AUTONIVELANTE LOTE 1 Versão: 007 Vigência:

Leia mais

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ATERRO DE VALAS LOTE 3

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ATERRO DE VALAS LOTE 3 SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ATERRO DE VALAS LOTE 3 Versão: 002 Vigência: 05/2016 Atualização: 06/2016 GRUPO ATERRO

Leia mais

EHD 804 MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO

EHD 804 MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO Universidade Federal de Itajubá Instituto de Recursos Naturais EHD 804 MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO Profa. Nívea Adriana Dias Pons INTRODUÇÃO Ementa: Equipamentos de transporte, escavação e de movimentação de

Leia mais

Profa. Fabiana L. Oliveira

Profa. Fabiana L. Oliveira Profa. Fabiana L. Oliveira CONCRETAGEM: conj. de atividades relativas à: Produção Recebimento Transporte Aplicação do concreto Vantagens: excelente resistência à água; facilidade com que os elementos estruturais

Leia mais

PAREDES E LAJES DE CONCRETO

PAREDES E LAJES DE CONCRETO SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA PAREDES E LAJES DE CONCRETO ARMAÇÃO, CONCRETAGEM, ESTUCAMENTO e FORMAS LOTE 1 Versão: 002

Leia mais

Aços Longos. Telas Soldadas Nervuradas

Aços Longos. Telas Soldadas Nervuradas Aços Longos Telas Soldadas Nervuradas Registro Compulsório 272/2011 Telas Soldadas Nervuradas Qualidade As Telas Soldadas de Aço Nervurado ArcelorMittal são armaduras pré-fabricadas constituídas por fios

Leia mais

LAJES PRÉ-MOLDADAS. GRADUAÇÃO Florestal AULA. Prof. Adriano Wagner Ballarin Prof. Marco Antonio Martin Biaggioni. Construções Rurais

LAJES PRÉ-MOLDADAS. GRADUAÇÃO Florestal AULA. Prof. Adriano Wagner Ballarin Prof. Marco Antonio Martin Biaggioni. Construções Rurais LAJES PRÉ-MOLDADAS Prof. Adriano Wagner Ballarin Prof. Marco Antonio Martin Biaggioni GRADUAÇÃO Florestal AULA 10 Aula 10b Lajes pré-moldadas 1 1. Definições São estruturas de concreto armado ou mistas,

Leia mais

MEMORIAL DE CALCULO - QUANTITATIVOS

MEMORIAL DE CALCULO - QUANTITATIVOS 1 SERVIÇOS PRELIMINARES Placa da obra será considerado uma placa, em chapa de aço galvanizado em estrutura de madeira, com tamanho de 1,5mx3m, com cores e dizeres conforme padrão da Prefeitura e do órgão

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Rio de Janeiro - Campus Pinheiral Planilha Orçamentária - Projeto Padrão

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Rio de Janeiro - Campus Pinheiral Planilha Orçamentária - Projeto Padrão 1 SERVIÇOS PRELIMINARES R$ 4.380,62 1.1 74077/001 SINAPI 1.2 85423 SINAPI 1.3 90778 SINAPI LOCACAO CONVENCIONAL DE OBRA, ATRAVÉS DE GABARITO DE TABUAS CORRIDAS PONTALETADAS, SEM REAPROVEITAMENTO ISOLAMENTO

Leia mais

Orçamento: RESIDENCIA - ANDRE CONGONHAS

Orçamento: RESIDENCIA - ANDRE CONGONHAS Orçamento: RESIDENCIA - ANDRE CONGONHAS Orçamento parcial nº 1 SERVIÇOS PRELIMINARES 1.1 m2 Corte de capoeira fina a foice 900,000 0,19 171,00 1.2 m2 Raspagem e limpeza manual de terreno 900,000 0,63 567,00

Leia mais

MEIOS FIOS, SARJETAS E SARJETÕES

MEIOS FIOS, SARJETAS E SARJETÕES MEIOS FIOS, SARJETAS E SARJETÕES Especificação Particular C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Dezembro de 2015 DESIGNAÇÃO - ARTERIS ES 012 Rev.00 12/2015 ES 012 Rev0 pg. 1 - Centro de Desenvolvimento

Leia mais

Telas Soldadas Nervuradas Belgo

Telas Soldadas Nervuradas Belgo Telas Soldadas Nervuradas Belgo As Telas Soldadas de Aço Nervurado são uma armadura pré-fabricada, constituída por fios de aço Belgo 60 nervurado longitudinais e transversais, de alta resistência mecânica,

Leia mais

CADERNOS TÉCNICOS ESTACA RAIZ LOTE 1

CADERNOS TÉCNICOS ESTACA RAIZ LOTE 1 CADERNOS TÉCNICOS ESTACA RAIZ LOTE 1 GRUPO ESTACA RAIZ - LOTE 01 A CAIXA apresenta o Grupo Estaca Raiz em 24 composições, que serão incorporadas ao Sistema Nacional de Pesquisas de Custos e Índices da

Leia mais

Estrutura Concreto Armado. Tecnologia das Construções Profª Bárbara Silvéria

Estrutura Concreto Armado. Tecnologia das Construções Profª Bárbara Silvéria Estrutura Concreto Armado Tecnologia das Construções Profª Bárbara Silvéria Concreto Concreto: Argamassa + Agregados graúdos Argamassa: Pasta + Agregados miúdos (+ aditivos) Pasta: Aglomerante + Água Característica

Leia mais

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Norma Rodoviária DNER-PRO 176/94 Procedimento Página 1 de 23

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Norma Rodoviária DNER-PRO 176/94 Procedimento Página 1 de 23 Procedimento Página 1 de 23 RESUMO Este documento, que é uma norma técnica, fixa as condições que devem ser obedecidas no projeto e na execução de barreiras de segurança. ABSTRACT This document presents

Leia mais

Aços Longos. Telas Soldadas Nervuradas

Aços Longos. Telas Soldadas Nervuradas Aços Longos Telas Soldadas Nervuradas Registro Compulsório 272/2011 Telas Soldadas Nervuradas Qualidade As Telas Soldadas Nervuradas da ArcelorMittal são armaduras pré-fabricadas constituídas por fios

Leia mais

COMPOSIÇÕES REPRESENTATIVAS

COMPOSIÇÕES REPRESENTATIVAS SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES REPRESENTATIVAS LOTE 1 Versão: 005 Vigência: 11/2014 Última atualização: 11/2016 SINAPI Cadernos

Leia mais

QUANTITATIVOS, ORÇAMENTO ESTIMATIVO

QUANTITATIVOS, ORÇAMENTO ESTIMATIVO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL QUANTITATIVOS, ORÇAMENTO ESTIMATIVO TC_042 - CONSTRUÇÃO CIVIL IV PROFESSORA: ELAINE SOUZA MARINHO MÉTODOS DE ORÇAMENTO ESTRUTURA ANALÍTICA

Leia mais

CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE ARGAMASSAS LOTE 1

CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE ARGAMASSAS LOTE 1 CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE ARGAMASSAS LOTE 1 GRUPO ARGAMASSAS LOTE 01 A CAIXA apresenta o grupo de composições de serviços que representam a produção de argamassas, que serão incorporadas ao

Leia mais

PISOS DE ALTA QUALIDADE SE CONSTROEM COM PRODUTOS GERDAU.

PISOS DE ALTA QUALIDADE SE CONSTROEM COM PRODUTOS GERDAU. PISOS DE ALTA QUALIDADE SE CONSTROEM COM PRODUTOS GERDAU. Este manual fornece informações úteis para orientá-lo na construção de pisos em concreto armado com carregamento até t/m² ou 8 t/eixo. Para executar

Leia mais

PISO EM CONCRETO ARMADO COM TELA E JUNTAS DE DILATAÇÃO (ESP=10CM) - FCK=>20MPa

PISO EM CONCRETO ARMADO COM TELA E JUNTAS DE DILATAÇÃO (ESP=10CM) - FCK=>20MPa CPU 01 SINAPI 88245 ARMADOR COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,02 15,05 0,30 SINAPI 88309 PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,26 15,05 3,91 SINAPI 88316 SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 1,94 11,25

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO SÃO JOAQUIM

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO SÃO JOAQUIM - TIPO 02 - ÁREA = 2,73 m² BDI 19,69% 1,1969 1.0 SERVIÇOS PRELIMINARES. SUB TOTAL 112,67 1.1 74077/001 LOCACAO CONVENCIONAL DE OBRA, ATRAVÉS DE GABARITO DE TABUAS CORRIDAS PONTALETADAS, SEM REAPROVEITAMENTO

Leia mais

Planilha Múltipla 2 v00 1

Planilha Múltipla 2 v00 1 Proponente / Tomador Município/UF Nº do CT Empreendimento / Apelido Gestor / Programa / Modalidade / Ação 1029.676-27/2016 Pavimentação Poliédrica MCID / Planejamento Urbano MEMORIAL DESCRITIVO ITEM CÓDIGO

Leia mais

Instruções de Montagem das Fôrmas Atex INSTRUÇÕES PARA MONTAGEM E UTILIZAÇÃO DAS FÔRMAS ATEX

Instruções de Montagem das Fôrmas Atex INSTRUÇÕES PARA MONTAGEM E UTILIZAÇÃO DAS FÔRMAS ATEX Página 1 de 7 INSTRUÇÕES PARA MONTAGEM E UTILIZAÇÃO DAS FÔRMAS ATEX 1. É indispensável passar desmoldante nas fôrmas. 2. É expressamente proibido o uso de pregos nas fôrmas. O uso destes danifica e fragiliza

Leia mais

PINTURA (INTERNA E EXTERNA)

PINTURA (INTERNA E EXTERNA) SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA PINTURA (INTERNA E EXTERNA) LOTE 1 Versão: 004 Vigência: 06/2014 Última atualização: 11/2016

Leia mais

TUBOS DE PVC E PEAD EM REDES DE ESGOTO

TUBOS DE PVC E PEAD EM REDES DE ESGOTO SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA TUBOS DE PVC E PEAD EM REDES DE ESGOTO LOTE 3 Versão: 004 Vigência: 06/2015 Última atualização:

Leia mais

PLANILHA ORÇAMENTÁRIA - CUSTO DIRETO

PLANILHA ORÇAMENTÁRIA - CUSTO DIRETO DATA : 03/10/2016 : 27,12% 1 Administração 49.874,09 59.184,80 2.092,01 30.192,02 141.342,92 1.1 73847/002 ALUGUEL CONTAINER/ESCRIT/WC C/1 VASO/1 LAV/1 MIC/4 CHUV LARG=2,20M COMPR=6,20M ALT=2,50M CHAPA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS NS035 POÇOS DE VISITA TIPOS 1A,1B e 1C Revisão: 03 Mai/10 SUMÁRIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS NS035 POÇOS DE VISITA TIPOS 1A,1B e 1C Revisão: 03 Mai/10 SUMÁRIO SUMÁRIO 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências...2 3. Definições...2 4. Condições para início dos serviços...3 5. Materiais e Equipamentos necessários...3 6. Métodos e Procedimentos de Execução...3

Leia mais

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ESTRUTURA E TRAMA PARA COBERTURA

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ESTRUTURA E TRAMA PARA COBERTURA SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ESTRUTURA E TRAMA PARA COBERTURA LOTE 1 Versão: 005 Vigência: 12/2015 Última atualização:

Leia mais

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ESTRUTURA E TRAMA PARA COBERTURA

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ESTRUTURA E TRAMA PARA COBERTURA SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ESTRUTURA E TRAMA PARA COBERTURA LOTE 1 Versão: 005 Vigência: 12/2015 Última atualização:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Relatório Analítico de Itens Orçados (GLOBAL) DATA BASE - REGIÃO: SINAPI - Belo Horizonte/MG (MES:Abril/13)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Relatório Analítico de Itens Orçados (GLOBAL) DATA BASE - REGIÃO: SINAPI - Belo Horizonte/MG (MES:Abril/13) CÓDIGO DESCRIÇÃO CLASS UNIDADE COEF. PREÇO MAT. PREÇO M.O. PREÇO FINAL 03.01 FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO CONFORME PROJETO DE GRADIL TIPO PAINEL (2,43M DE ALTURA X 2,50 DE LARGURA) COM ARAMES GALVANIZADOS

Leia mais

O poço de inspeção PI-5, objeto desta padronização, deve atender às seguintes normas técnicas ou outras que assegurem igual ou superior qualidade:

O poço de inspeção PI-5, objeto desta padronização, deve atender às seguintes normas técnicas ou outras que assegurem igual ou superior qualidade: 1 OBJETIVO Esta Norma estabelece as condições mínimas exigíveis para construção do poço de inspeção PI 5, em concreto. Também contém os acessórios que o compõem. O poço tem a sua aplicação em calçada próximo

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO

MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO PROPRIETÁRIO: Município de Três Arroios OBRA: Pavilhão em concreto armado, coberto com estrutura metálica, destinado a Ginásio de Esportes (1ª etapa) LOCAL: Parte do lote

Leia mais

DRENAGEM DE AR CONDICIONADO

DRENAGEM DE AR CONDICIONADO SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA DRENAGEM DE AR CONDICIONADO LOTE 2 Versão: 003 Vigência: 12/2014 Última atualização: 09/2016

Leia mais

CONCRETAGEM. Definir equipe. Transporte. Lançamento. Adensamento. Acabamento. Cura

CONCRETAGEM. Definir equipe. Transporte. Lançamento. Adensamento. Acabamento. Cura CONCRETAGEM Definir equipe Transporte Lançamento Adensamento Acabamento Cura DEFINIÇÃO DE EQUIPES Quantas pessoas são necessárias? EQUIPE - PILAR COM BOMBA E = 5 MUD. TUBULAÇÃO - 3 ESPALHAMENTO - 1 VIBRADOR

Leia mais

INSTALAÇÃO DE PORTAS

INSTALAÇÃO DE PORTAS SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE PORTAS LOTE 1 Versão: 002 Vigência: 08/2015 Última atualização: 06/2016 GRUPO

Leia mais

Preparo do Concreto CONCRETO. Prof. Marcos Valin Jr. Preparo Manual. Preparo em Betoneira. Dosado em Central. 1

Preparo do Concreto CONCRETO. Prof. Marcos Valin Jr. Preparo Manual. Preparo em Betoneira. Dosado em Central.  1 Preparo Manual Preparo do Concreto Preparo em Betoneira Dosado em Central www.mvalin.com.br 1 Preparo Manual do Concreto Preparo em Betoneira do Concreto Os materiais devem ser colocados com a betoneira

Leia mais

ROTEIROS DOS TRABALHOS

ROTEIROS DOS TRABALHOS TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I ECV 5356 ROTEIROS DOS TRABALHOS Profs. Denise e Humberto ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO - FÔRMAS escolher 1 pavimento inteiro, incluindo montagem de fôrmas de pilares, vigas,

Leia mais

Soluções para Autoconstrução Praticidade, economia e agilidade na sua obra

Soluções para Autoconstrução Praticidade, economia e agilidade na sua obra Aços Longos Soluções para Autoconstrução Praticidade, economia e agilidade na sua obra Arame Recozido Trançadinho Recozido Prático Sapatas Recozido Fácil Pregos Treliças Nervuradas Murfor Produto Belgo

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS SUPERINTENDÊNCIA DE INFRA-ESTRUTURA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS SUPERINTENDÊNCIA DE INFRA-ESTRUTURA 1 RAMPAS, PASSEIO E ESCADAS R$ 172.903,07 1.1 Rampas de acessibilidade e Passeio R$ 147.986,75 1.1.1 Escavação manual/mecânica de material de 1ª categoria medido "in situ" M3 26,30 R$ 30,47 R$ 801,36 Composição

Leia mais

SINAPI METODOLOGIAS E CONCEITOS

SINAPI METODOLOGIAS E CONCEITOS SINAPI -2017 METODOLOGIAS E CONCEITOS 1. Histórico do SINAPI No ano de 2013 o tema foi suprimido da LDO para 2014 e foi tratado pelo Decreto Presidencial n 7983/2013, que estabelece regras e critérios

Leia mais

PISOS EM CONCRETO ARMADO

PISOS EM CONCRETO ARMADO PISOS EM CONCRETO ARMADO CONCEITOS BÁSICOS Pisos armados são estruturas constituídas por placas de concreto, armadura em telas soldadas posicionada a 1/3 da face superior, por juntas com barras de transferência,

Leia mais

Tecnologia da Construção Civil - I Estruturas de concreto. Roberto dos Santos Monteiro

Tecnologia da Construção Civil - I Estruturas de concreto. Roberto dos Santos Monteiro Tecnologia da Construção Civil - I Estruturas de concreto Estruturas de concreto As estruturas das edificações, sejam eles de um ou vários pavimentos, são constituídas por diversos elementos cuja finalidade

Leia mais

Quantificação de Materiais e Mão-de-obra

Quantificação de Materiais e Mão-de-obra Quantificação de Materiais e Mão-de-obra INFRA-ESTRUTURA 20501 LOCAÇÃO DA OBRA Madeiras e pregos (locação) 144,71 1 144,71 m2 2,5 361,775 Execução da locação da obra Mão-de-obra 144,71 1 144,71 m2 2 289,42

Leia mais

COMPOSIÇÕES REPRESENTATIVAS DO SERVIÇO DE EMBOÇO/MASSA ÚNICA INTERNA

COMPOSIÇÕES REPRESENTATIVAS DO SERVIÇO DE EMBOÇO/MASSA ÚNICA INTERNA SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES REPRESENTATIVAS DO SERVIÇO DE EMBOÇO/MASSA ÚNICA INTERNA LOTE 1 Versão: 003 Vigência: 11/2014

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA orçamento sintético

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA orçamento sintético MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA orçamento sintético Brasília/DF, 4/0/2009 OBJETO: Contratação de empresa especializada na execução de reforma em ambientes da Residência Oficial,

Leia mais

ESTIMATIVA DE CUSTO CONSTRUÇÃO DA MURALHA EM CONCRETO E RECUPERAÇÃO DA PASSARELA FONTE: SINAPI DEZ15 / ORSE DEZ15 / DNIT JUL15

ESTIMATIVA DE CUSTO CONSTRUÇÃO DA MURALHA EM CONCRETO E RECUPERAÇÃO DA PASSARELA FONTE: SINAPI DEZ15 / ORSE DEZ15 / DNIT JUL15 ESTIMATIVA DE CUSTO PREÇOS (R$) DESCRIÇÃO UNID. QUANT. C/ BDI 1.0 SERVIÇOS PRELIMINARES R$ 192.081,31 1.1 COMPOSIÇÃO 01 INSTALAÇÃO PROVISÓRIA DO CANTEIRO DE OBRAS UND 1,00 R$ 13.789,05 R$ 17.236,31 R$

Leia mais

Prefeitura Municipal de São Miguel das Missões Construção de Lavanderia na UBS/Bairro Alegria PLANILHA ORÇAMENTÁRIA

Prefeitura Municipal de São Miguel das Missões Construção de Lavanderia na UBS/Bairro Alegria PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 3.3 73942/002 Prefeitura Municipal de São Miguel das Missões 1. SERVIÇOS PRELIMINARES R$ 355,38 1.1 73801/001 DEMOLICAO DE PISO DE ALTA RESISTENCIA M² 8,25 R$ 17,84 R$ 22,30 R$ 183,98 1.2 LOCACAO CONVENCIONAL

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. Os serviços de topografia ficarão a encargo da empresa licitante.

MEMORIAL DESCRITIVO. Os serviços de topografia ficarão a encargo da empresa licitante. MEMORIAL DESCRITIVO DADO GERAIS: OBRA: Pavimentação com Blocos de Concreto e Microdrenagem Urbana LOCAL: Rua do Comércio PROPRIETÁRIO: Município de Toropi DATA: Novembro/2008 OBJETO Pavimentação com blocos

Leia mais

AULA 5. Materiais de Construção II. 1 Características de armaduras para Betão Armado e Pré-esforçado

AULA 5. Materiais de Construção II. 1 Características de armaduras para Betão Armado e Pré-esforçado AULA 5 Materiais de Construção II II Aços para Construção Características de armaduras para Betão Armado e Pré-esforçado; Estruturas de Aço;. 1 Características de armaduras para Betão Armado e Pré-esforçado

Leia mais

INSTALAÇÕES DE CAIXAS E RALOS SIFONADOS PARA ÁGUAS PLUVIAIS SINAPI LOTE 2 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL

INSTALAÇÕES DE CAIXAS E RALOS SIFONADOS PARA ÁGUAS PLUVIAIS SINAPI LOTE 2 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA INSTALAÇÕES DE CAIXAS E RALOS SIFONADOS PARA ÁGUAS PLUVIAIS LOTE 2 Versão: 002 Vigência:

Leia mais

UNeB Relatório de Material e Mão-de-obra

UNeB Relatório de Material e Mão-de-obra 1 PREPARAÇÃO DO TERRENO 2709.43 20202 RASPAGEM e limpeza manual de terreno M2 25.00 0.00 0.87 0.00 0.87 21.75 20301 LIGAÇÃO provisória de água para obra e instalação sanitária provisória, instalação mínima

Leia mais

ConCreto. Manual de Preparação para o Recebimento do Concreto Artevia Estampado

ConCreto. Manual de Preparação para o Recebimento do Concreto Artevia Estampado ConCreto Manual de Preparação para o Recebimento do Concreto Artevia Estampado A lafarge disponibiliza porém, a aplicação deve 1- base A base do piso deve estar perfeitamente nivelada e compactada. Imperfeições,

Leia mais

GUIA DE ESPECIFICÃO PROCRYL PROCRYL HARD PROCRYL HARD AC-I + PROCRYL ARGAMASSA DE REGULARIZAÇÃO + PROCRYL 2.000

GUIA DE ESPECIFICÃO PROCRYL PROCRYL HARD PROCRYL HARD AC-I + PROCRYL ARGAMASSA DE REGULARIZAÇÃO + PROCRYL 2.000 PISOS Neste caderno serão apresentadas as soluções da linha Procryl para atendimento dos requisitos de pisos. Temos com objetivo, facilitar o entendimento, projeção e especificação, preparo, uso e aplicação

Leia mais

UNeB Relatório de Material e Mão-de-obra

UNeB Relatório de Material e Mão-de-obra 1 PREPARAÇÃO DO TERRENO 2709.43 20202 RASPAGEM e limpeza manual de terreno M2 25.00 0.00 0.87 0.00 0.87 21.75 20301 LIGAÇÃO provisória de água para obra e instalação sanitária provisória, instalação mínima

Leia mais

CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO, ORÇAMENTO E PAGAMENTO. Serviço: COMPACTAÇÃO E REGULARIZAÇÃO DO SUB-LEITO Unidade: M² 1 MEDIÇÃO E ORÇAMENTO

CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO, ORÇAMENTO E PAGAMENTO. Serviço: COMPACTAÇÃO E REGULARIZAÇÃO DO SUB-LEITO Unidade: M² 1 MEDIÇÃO E ORÇAMENTO Serviço: COMPACTAÇÃO E REGULARIZAÇÃO DO SUB-LEITO Unidade: M² A medição do serviço de regularização do sub-leito será feita por metro quadrado (m²) de pista concluída, de acordo com plataforma de terraplenagem

Leia mais

CONCRETO. FMC Profª Bárbara Silvéria

CONCRETO. FMC Profª Bárbara Silvéria CONCRETO FMC Profª Bárbara Silvéria Concreto - conceito O concreto é um material de construção resultante da mistura de aglomerante, agregados e água, formando um bloco monolítico; Concreto conceito A

Leia mais

CASAS COM PAREDES DE CONCRETO

CASAS COM PAREDES DE CONCRETO PAREDES DE CONCRETO CASAS COM PAREDES DE CONCRETO 2 PRÉDIOS 5 PAVTS. MCMV 3 25 PAVTS. CONCRETANDO 17ª LAJE TIPO 4 SELEÇAO DO PROCESSO CONSTRUTIVO OBJETIVOS: QUALIDADE DA OBRA FLUXO DE CAIXA POSITIVO RESULTADO

Leia mais

SUMÁRIO. laboração Revisão Data da revisão Aprovado (ou Aprovação) Data aprovação Luiz Fernando J. Albrecht

SUMÁRIO. laboração Revisão Data da revisão Aprovado (ou Aprovação) Data aprovação Luiz Fernando J. Albrecht SUMÁRIO 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências...2 3. Definições...2 4. Condições para início dos serviços...2 5. Materiais e equipamentos necessários...3 5.1 Materiais...3 5.2 Equipamentos...3

Leia mais

FUNDAÇÕES DO TIPO RADIER

FUNDAÇÕES DO TIPO RADIER FUNDAÇÕES DO TIPO RADIER Werner Felipe Schmidtke Graduando em Engenharia Civil, Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Thaislan Nogueira Costa Graduando em Engenharia Civil, Faculdades Integradas de

Leia mais

TÉCNICAS EXECUTIVAS NA CONSTRUÇÃO DE PISOS INDUSTRIAIS

TÉCNICAS EXECUTIVAS NA CONSTRUÇÃO DE PISOS INDUSTRIAIS TÉCNICAS EXECUTIVAS NA CONSTRUÇÃO DE PISOS INDUSTRIAIS ADEMIR TEIXEIRA DOS SANTOS Engenheiro Civil formado pela Universidade Mackenzie em 1982, atua desde 1985 na construção de edifícios residenciais e

Leia mais

CIE CENTRO DE INICIAÇÃO AO ESPORTE (R-QUADRAS REVERSÍVEIS) MINISTÉRIO DO ESPORTE

CIE CENTRO DE INICIAÇÃO AO ESPORTE (R-QUADRAS REVERSÍVEIS) MINISTÉRIO DO ESPORTE PROJETO EXECUTIVO DE ARQUITETURA CIE CENTRO DE INICIAÇÃO AO ESPORTE (R-QUADRAS REVERSÍVEIS) MINISTÉRIO DO ESPORTE MEMORIAL DESCRITIVO ACABAMENTOS - CIE-R40-45 - 0.0 - IMPLANTAÇÕES 0.1 - CIRCULAÇÃO / ÁREA

Leia mais

Seminário Tecnologia de estruturas com foco em desempenho e produtividade Porto Alegre, 8 de dezembro de 2016

Seminário Tecnologia de estruturas com foco em desempenho e produtividade Porto Alegre, 8 de dezembro de 2016 Seminário Tecnologia de estruturas com foco em desempenho e produtividade Porto Alegre, 8 de dezembro de 2016 Dosagens e aplicações de concretos estruturais de acordo com as classes de consistência da

Leia mais

RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00101/ SRP

RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00101/ SRP 65 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE 158196 - HOSPITAL UNIVERSITARIO ALCIDES CARNEIRO RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00101/017-000 SRP 1 - Itens da Licitação 1 - ARAME GALVANIZADO ARAME

Leia mais

RELATÓRIO ANALÍTICO DE COMPOSIÇÕES DE PREÇOS UNITÁRIOS

RELATÓRIO ANALÍTICO DE COMPOSIÇÕES DE PREÇOS UNITÁRIOS POSIÇÕES RELAT DESONERAÇ M DE ESQV 74068/6 FECHADURA DE EMBUTIR PLETA, PARA PORTAS EXTERNAS, PADRAO DE ACABAMENTO MEDIO UN POSICAO 88239 AJUDANTE DE CARPINTEIRO ENCARGOS PLEMENTARES H 1,300000 12,08 15,70

Leia mais

TRANSPORTE HORIZONTAL E VERTICAL

TRANSPORTE HORIZONTAL E VERTICAL SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA TRANSPORTE HORIZONTAL E VERTICAL LOTE 3 Versão: 006 Vigência: 06/2014 Última atualização:

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO BUEIROS CELULARES DE CONCRETO Grupo de Serviço DRENAGEM Código DERBA-ES-D-010/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço tem por objetivo definir e orientar a execução de bueiros

Leia mais

FLEXÍVEIS Suportam deformações de amplitude variável, dependendo de seu reforço à tração.

FLEXÍVEIS Suportam deformações de amplitude variável, dependendo de seu reforço à tração. IMPERMEABILIZAÇÃO Têm a função de proteger a edificação contra patologias que poderão surgir como possível infiltração de água. Classificação RÍGIDAS Baixa capacidade de deformação FLEXÍVEIS Suportam deformações

Leia mais

Dicas importantes para você construir ou reformar a sua casa.

Dicas importantes para você construir ou reformar a sua casa. Distribuição gratuita Dicas importantes para você construir ou reformar a sua casa. 1 Este folheto fornece informações úteis para orientá-lo na construção ou reforma de sua casa. Qualquer construção ou

Leia mais

9.1 Composição de custos. 9.2 Composição de custos unitários. 9.1 Composição de custos

9.1 Composição de custos. 9.2 Composição de custos unitários. 9.1 Composição de custos 9.1 Composição de custos Disciplina: Planejamento e Controle de Obras Aula 09 Composição de custos Professora: Engª Civil Moema Castro, MSc. Dá-se o nome de composição de custos ao processo de estabelecimento

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 12 : Traço de Concreto e suas propriedades PROFESSOR: DANILO FERNANDES DE MEDEIROS, M.SC danilofmedeiros@yahoo.com.br Bem como outros conhecimentos já abordados nas aulas

Leia mais

Dosagens e aplicações de concretos estruturais de acordo com as classes de consistência da NBR 8953: de março de 2016

Dosagens e aplicações de concretos estruturais de acordo com as classes de consistência da NBR 8953: de março de 2016 Dosagens e aplicações de concretos estruturais de acordo com as classes de consistência da NBR 8953:2015 31 de março de 2016 O concreto dosado em central e a norma NBR 8953:2015 O CONCRETO E A NBR 8953:2015

Leia mais

PLANILHA DE CUSTO - PONTE SOBRE CORRÉGO SUMIDOURO

PLANILHA DE CUSTO - PONTE SOBRE CORRÉGO SUMIDOURO OBRA: CONSTRUÇÃO DE UMA PONTE SOBRE O CORRÉGO SUMIDOURO LOCAL: SÃO JOÃO DO PACUI - MG PRAZO DE EXECUÇÃO: 180 dias ITEM DISCRIMINAÇÃO PLANILHA DE CUSTO - PONTE SOBRE CORRÉGO SUMIDOURO SINAPI-CPU- SETOP

Leia mais

DISCUSSÃO ATUAL NÃO CONFORMIDADE DO CONCRETO

DISCUSSÃO ATUAL NÃO CONFORMIDADE DO CONCRETO DISCUSSÃO ATUAL NÃO CONFORMIDADE DO CONCRETO Concretos fornecidos podem não estar atingindo a resistência à compressão pedida nos projetos estruturais. Polêmica envolve construtores, concreteiras, projetistas

Leia mais

Disciplina: Construção Civil I Estruturas de Concreto

Disciplina: Construção Civil I Estruturas de Concreto UniSALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Engenharia Civil Disciplina: Construção Civil I André Luís Gamino Professor Área de Construção Civil Componentes Formas: molde para

Leia mais

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE REGISTROS LOTE 2

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE REGISTROS LOTE 2 SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE REGISTROS LOTE 2 Versão: 003 Vigência: 12/2014 GRUPO INSTALAÇÕES DE REGISTROS

Leia mais

INSTALAÇÃO DE JANELAS

INSTALAÇÃO DE JANELAS SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE JANELAS LOTE 1 Versão: 001 Vigência: 07/2016 Última atualização: 07/2016

Leia mais

TABELA DE ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAL 01/09/2009

TABELA DE ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAL 01/09/2009 MATERIAL AÇO EM BARRAS PARA ARMADURAS DE CONCRETO AÇO CORTADO E DOBRADO AREIA ARGAMASSA COLANTE INDUSTRIALIZADA (CIMENTO COLA) ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA BATENTE DE AÇO E ALUMÍNIO BATENTE DE MADEIRA BLOCO

Leia mais

Intermediação de Negócios

Intermediação de Negócios Intermediação de Negócios Catálogo 2016 A BAGÉ Serviços Administrativos LTDA é uma empresa intermediadora de negócios no setor de Construção Civil, tendo em seu portfólio os seguintes produtos: Vergalhões

Leia mais

Experiências no Controle Tecnológico de Concreto em 22 Parques Eólicos no Nordeste

Experiências no Controle Tecnológico de Concreto em 22 Parques Eólicos no Nordeste Experiências no Controle Tecnológico de Concreto em 22 Parques Eólicos no Nordeste Potencialidades Eólicas O potencial é imenso: Cerca de 250 000MW, ou seja, mais que o dobro de tudo que o Brasil tem instalado

Leia mais

ANEXO I.A - QUANTITATIVO LOTE 1 PORTO DE IMBITUBA S.A.

ANEXO I.A - QUANTITATIVO LOTE 1 PORTO DE IMBITUBA S.A. ANEXO I.A - QUANTITATIVO LOTE PORTO DE IMBITUBA S.A. PLANILHA QUANTITATIVA DE MATERIAIS LOTE : MARMORARIA SERVIÇO: FORNECIMENTO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO CIVIL BDI : 4,02% Fonte: IPPUJ - Catálogo de Referências

Leia mais

FQ-PD-05 FICHA TÉCNICA. Rev.: 02 Pág.: 1/5. Criado: 11/08/2016. Atualizado: 05/06/ PRODUTO: Multi Porcelanato Interno

FQ-PD-05 FICHA TÉCNICA. Rev.: 02 Pág.: 1/5. Criado: 11/08/2016. Atualizado: 05/06/ PRODUTO: Multi Porcelanato Interno Rev.: 02 Pág.: 1/5 1. PRODUTO: Multi Porcelanato Interno 2. DESCRIÇÃO: A Multi Porcelanato Interno é uma argamassa colante especial para assentamento de peças cerâmicas tipo porcelanato em áreas internas.

Leia mais

3. Estruturas pré fabricadas de concreto armado: fabricação e montagem

3. Estruturas pré fabricadas de concreto armado: fabricação e montagem 3. Estruturas pré fabricadas de concreto armado: fabricação e montagem www.projepar.com.br/imagens/prefabricados_foto1.gif Prof a. Ph.D. Jamilla Lutif Teixeira Jamilla.teixeira@ufes.br 3.2.4 Produção e

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE PONTES FUNDAÇÕES PROFUNDAS

INFRAESTRUTURA DE PONTES FUNDAÇÕES PROFUNDAS INFRAESTRUTURA DE PONTES FUNDAÇÕES PROFUNDAS GENERALIDADES Fundações são elementos estruturais destinados a transmitir ao terreno as cargas da estrutura; Devem ter resistência adequada para suportar as

Leia mais

SINAPI LOTE 3 EXECUÇÃO DE TIRANTES SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA

SINAPI LOTE 3 EXECUÇÃO DE TIRANTES SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA EXECUÇÃO DE TIRANTES LOTE 3 Versão: 001 Vigência: 07/2016 Última Atualização: 07/2016 GRUPO

Leia mais

CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A - CERON GERÊNCIA DE EXPANSÃO DE SISTEMAS - TGE

CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A - CERON GERÊNCIA DE EXPANSÃO DE SISTEMAS - TGE CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A - CERON GERÊNCIA DE EXPANSÃO DE SISTEMAS - TGE COMPOSIÇÃO ANALÍLITICA DE PREÇOS UNITÁRIOS CONSTRUÇÃO DA SUBESTAÇÃO DE SÃO MIGUEL - 69/13,8 kv - 5,0/6,25 MVA DESCRIÇÃO

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DE OBRA I - IDENTIFICAÇÃO DA OBRA E DO PROPRIETÁRIO: PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CÂNDIDO DE ABREU -

MEMORIAL DESCRITIVO DE OBRA I - IDENTIFICAÇÃO DA OBRA E DO PROPRIETÁRIO: PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CÂNDIDO DE ABREU - MEMORIAL DESCRITIVO DE OBRA I - IDENTIFICAÇÃO DA OBRA E DO PROPRIETÁRIO: PR PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CÂNDIDO DE ABREU - OBRA: Pista de Skate ENDEREÇO: Centro da Criança e do Adolescente TIPO:

Leia mais

MEMÓRIA DE CÁLCULO. NATUREZA: Obras de drenagem e pavimentação em trilha de roda de concreto no acesso ao setor da Morumbeca, em Santa Maria Madalena

MEMÓRIA DE CÁLCULO. NATUREZA: Obras de drenagem e pavimentação em trilha de roda de concreto no acesso ao setor da Morumbeca, em Santa Maria Madalena ITEM CÓDIGO UNID SERVIÇOS Serviços preliminares 1 05.100.802-9 VB MOBILIZAÇÃO, INSTALAÇÃO,DESMOBILIZAÇÃO E P-LACA DE OBRA. 3% do valor do orçamento 1,00 VB Drenagem 2 20.070.023-0 M BUEIRO SIMPLES, TUBULAR,

Leia mais

PLANILHA ORÇAMENTÁRIA

PLANILHA ORÇAMENTÁRIA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO DO SUL OBRA: PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA, DRENAGEM PLUVIAL, PAVIMENTAÇÃO DE PASSEIOS EM PAVER E SINALIZAÇÃO VIÁRIA DA ESTRADA GERAL

Leia mais

COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO

COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO I - SERVIÇOS INICIAIS CÓDIGO UN QTDE 1 CANTEIRO DE OBRAS 01.00.00.00 1.1 Construção do Canteiro 01.01.00.00 1.1.1 Ligação provisória de água e esgoto 01.01.00.10 un 1 425,19 425,19 425,19 1.1.2 Ligação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA Especificação de Serviço 1. Página 1 de 5 DEFINIÇÃO São caixas intermediárias que se localizam ao longo da rede para permitir modificações de alinhamento, dimensões, declividades

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO RIO GRANDE DO SUL SEA - PR/RS CONCORRÊNCIA 01/2009

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO RIO GRANDE DO SUL SEA - PR/RS CONCORRÊNCIA 01/2009 ANEXO I-D ORÇAMENTO ESTIMATIVO ANALÍTICO PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM PELOTAS/RS ORÇAMENTO - PLANILHA ANALÍTICA BDI = 19,57% e LS = 176,82% DATA: JULHO/2009 CÓDIGO DESCRIÇÃO UNIDADE COEF. PREÇO(R$) TOTAL

Leia mais

03/04/2017. Fôrma - é o conjunto de componentes cujas funções principais são:

03/04/2017. Fôrma - é o conjunto de componentes cujas funções principais são: Docente: Me. Thalita Lima Email: thalitaluizalima@gmail.com Cuiabá/MT Abril - 2017 Conceitos: Fôrmas são elementos pertencentes à estrutura, na fase de sua execução, destinados a dar forma definitiva ao

Leia mais

MEMÓRIA DE CÁLCULO DO ABRIGO DA SUBESTAÇÃO DE 500 KVA

MEMÓRIA DE CÁLCULO DO ABRIGO DA SUBESTAÇÃO DE 500 KVA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CIENCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DIRETORIA DE

Leia mais