Criptografa todos os pacotes enviados ao servidor de controle de acesso e não só os pacotes referentes à senha;

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1 administrativo ao equipamento Portas confiáveis e não confiáveis Accounting ) com garantia de entrega dos pacotes transferidos entre cliente e servidor AAA; Criptografa todos os pacotes enviados ao servidor de controle de acesso e não só os pacotes referentes à senha; Permitir controlar quais comandos os usuários e grupos de usuário podem executar nos equipamentos gerenciados. Devem ser registrados no servidor AAA todos os comandos executados, assim como todas as tentativas de execução de comandos não autorizadas feitas por usuários que tiverem acesso ao equipamento gerenciado; Utilizar o protocolo TCP para prover maior confiabilidade ao tráfego dos pacotes envolvidos no controle administrativo; Deve permitir autenticação mútua entre o servidor AAA e o cliente AAA; Deve permitir a configuração de portas confiáveis e não confiáveis de forma a manter uma tabela correlacionando informações como porta, VLAN, IP, MAC para cada interface não confiável. Os servidores DHCP, por exemplo, devem estar conectados a interfaces confiáveis, pois qualquer resposta a uma solicitação DHCP será descartada em interfaces não confiáveis. Tal funcionalidade garante maior segurança e controle das redes LAN; 101

2 11.7. Endereços MAC Controle de Broadcast QoS Funcionalidades Deve possuir capacidade de limitação de endereços MAC por porta; Suportar a visualização de endereços MAC aprendidos pelo Switch. Deve permitir a autenticação de um cliente via endereço MAC caso não seja suportado a funcionalidade IEEE 802.1x, podendo autenticar até 8 (oito) usuários na mesma porta compartilhada, aplicando políticas apropriadas; Possuir controle de broadcast, multicast e unicast por porta. Deve ser possível especificar limiares ( thresholds ) individuais para tráfego tolerável de broadcast, multicast e unicast em cada porta do switch. Excedidos os valores pré-configurados deve ser possível enviar um trap SNMP e desabilitar a porta. Deve possuir 4 (quatro) filas em cada porta. Estas portas devem implementar os seguintes algoritmos de processamento de filas: - Prioridade Estrita - Weighted Round Robin (WRR) ou Shaped Round Robin (SRR); Implementar classificação, marcação e priorização de tráfego baseada nos valores de classe de serviço do frame ethernet (IEEE 802.1p CoS) 102

3 ESTRUTURA Características Gerais Deve implementar Weighted Random Early Detection (WRED) ou Weighted Tail Drop (WTD) como mecanismo de prevenção de congestionamento; Deve suportar configuração automática de QoS para VoIP através de um único comando de CLI ou vir configurado de fábrica; Deve possuir a funcionalidade de Local Proxy ARP, com o intuito de minimizar tráfego broadcast e maximizar largura de banda disponível Deve possuir estrutura apropriada para acondicionamento em armário de fiação (rack) de 19 polegadas; Deve vir acompanhado do kit de suporte específico para montagem em Rack de 19"; SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO Características Gerais A fonte alimentação deverá funcionar com tensão elétrica nominal de 110V~220V AC, 50~60Hz, de modo automático Redundância DOCUMENTAÇÃO Possuir suporte opcional a fonte de alimentação redundante garantindo tolerância a falhas e disponibilidade da rede. Essa fonte pode ser configurada externa ao equipamento, mas obrigatoriamente deve ser do mesmo fabricante. 103

4 15.1. Documentação Deverá ser acompanhado de documentação técnica e manuais que contenham informações suficientes para possibilitar a instalação, configuração e operacionalização do equipamento; ITEM 2.3 Switches de Distribuição Seq. Descrição Requisito 1. GERENCIAMENTO 1.1. Características Gerais Deve possuir LEDs indicativos do estado de funcionamento do equipamento. Deve permitir a atualização de versões de código utilizando os protocolos FTP ou TFTP. Deve suportar o protocolo Secure Copy Protocol (SCP) ou (SFTP) para cópias seguras de arquivos de configuração do switch. Deverá implementar mecanismos de monitoramento e análise local e remota de tráfego em portas de switches pertencentes a uma mesma VLAN, através de configuração de espelhamento de portas. Deve implementar comandos de traceroute para o descobrimento do caminho seguido por um pacote dentro da rede; Deve permitir enviar logs para 104

5 SNMP servidores remotos (Syslog); O equipamento deve implementar ajuste de clock utilizando NTP ou SNTP. Deve possibilitar a criação de perfis de configuração da porta para cada tipo de máquina, como switches, roteadores, servidores, estações, telefones IP, Pontos de Acesso, que será conectada ao switch; Deve estar equipado com recursos que implementem funcionalidades de gerenciamento relativas ao padrão de gerenciamento SNMP (ple Network Management Protocol), com suporte a RFC 1213 (MIB-II) Deve suportar SNMP v1, v2 e v RMON Interfaces de Gerenciamento Permitir a monitoração de desempenho de tráfego entre o switch e outro equipamento via MIB SNMP; Deve estar equipado com recursos que implementem funcionalidades de gerenciamento relativas aos padrões de gerenciamento RMON (Remote Network Monitor), com suporte a RFC Possuir suporte nativo a 4 grupos de RMON(History, Statistics, Alarms, Events); Deve estar equipado com 01(Uma) 105

6 Conjunto de Switches 1.6. Descobrimento de dispositivos porta de comunicação out-of-band. Possuir porta do console para gerenciamento e configuração via linha de comando. O conector deve ser RJ- 45 ou padrão RS-232. (os cabos e eventuais adaptadores necessários para acesso à porta de console devem ser fornecidos); Deve ser gerenciável via SSH versão 2 (SSHv2) suportando, no mínimo, o algoritmo de criptografia 3DES; Deverá estar equipado com recursos que permitam o gerenciamento através de TELNET. Deverá estar equipado com recursos que permitam o gerenciamento através de web browser com suporte a SSL (Secure Socket Layer) versão 3. Deve permitir que um conjunto de switches seja administrado por único endereço IP e que esse conjunto, possua no mínimo até 9 unidades iguais; Suportar o Link Layer Discovery Protocol (LLDP) e LLDP for Media Endpoint Devices (LLDP-MED): Padrão do IEEE para descobrimento de dispositivos em nível de enlace em redes Ethernet. 2. CAPACIDADE DE PROCESSAMENTO 2.1. Encaminhamento de Pacotes Capacidade mínima de encaminhamento de pacotes na 150 (Cento e 106

7 2.2. Matriz de comutação camada 2 (modelo OSI), em milhões de pacotes por segundo, com a qual cada equipamento deverá estar equipado. Capacidade mínima de comutação em Gbps, com a qual cada equipamento deverá estar equipado. Cinquenta) Mpps 200 (Duzentos) Gbps 3. PORTAS INSTALADAS 48 (Quarenta e oito) 3.1. Gigabit Ethernet 3.2. Slots SFP/SFPs Quantidade mínima de portas com interfaces RJ-45, padrão 1000BaseT que deverão estar instaladas em cada comutador (switch), para conexão de estações de trabalho. Quantidade mínima de slots SFP/SFP+ ou XFP que cada comutador (switch) deverá possuir. Esses slots devem suportar tanto transceivers SFPs tradicionais (para Gigabit Ethernet), quanto transceivers SFP+ ou XFP (para 10 Gigabit Ethernet). Caso o switch não possua essa funcionalidade em um único slot SFP/SFP+, será aceito switch que possuam os slots separados, totalizando 2 slots para transceivers SFP Gigabit e mais 2 slots para transceivers SFP 10 Gigabit. Total de 48 portas 1000Base-T sendo pelo menos 4 delas portas combo (uso como interface RJ- 45 padrão 1000Base-T ou permitindo inserção de SFP ótico) 02 (dois) 107

8 O switch deve estar preparado para utilização de todos os slots SFP/SFP+ ou XFP requeridos com a simples adição de transceivers. Caso o switch suporte os slots através de módulo adicional, esse deverá ser proposto. Suporte a diversos transceivers SFP/SFP+ ou XFP, incluindo 1000BASE-SX,1000BASE-LX/LH, 1000BASE-ZX, 1000BASE-CWDM, 10GBASE-LR, 10GBASE-SR e 10GBASE-LRM. Quantidade e padrão de transceivers que deverão ser fornecidos 2 (dois) SFP+ ou XFP 10GBASE-SR 3.3. Agregação de portas Jumbo Frames 4. EMPILHAMENTO 4.1. Características Deverá implementar o aumento da largura de banda através da agregação de até 8 portas físicas iguais funcionando como uma única porta lógica, conforme padrão IEEE 802.3ad. O switch deve implementar o protocolo de negociação Link Aggregation Control Protocol (LACP); Deve suportar quadros ethernet de até 9000 bytes ( Jumbo Frames ). O switch fornecido deve ser empilhável. O empilhamento deve ser feito através de cabo dedicado e não deve consumir interfaces de Rede. E caso os equipamentos estejam em locais distintos os mesmo devem suportar 108

9 empilhamento através de portas 10 Gigabit Ethernet padrão sendo possível conectar os switches através de fibra óptica em locais geograficamente distantes. Possuir porta destinada especificamente para empilhamento, não sendo permitido utilizar as portas descritas no item portas instaladas. O empilhamento deve ser feito em anel ( stack ring ) para garantir que, na eventual falha de um link, a pilha continue a funcionar sendo em portas dedicadas ao empilhamento local e tambem caso os switches estejam em locais distintos; Em caso de falha do switch controlador da pilha, um controlador backup deve ser selecionado de forma automática, sem que seja necessária intervenção manual; Deve implementar espelhamento de tráfego entre portas residentes em switches diferentes da pilha; Deve ser possível agregar links utilizando diferentes portas em diferentes switches em uma mesma pilha; A pilha de switches deve ser gerenciada como uma entidade única e através de um único endereço IP. 109

10 Perfomance 4.3. Cabos 4.4. Disponibilidade Deve ser possível empilhar pelo menos 08 (Oito) destes switches; Velocidade mínima de empilhamento. Deve incluir todos os cabos necessários para realização do empilhamento de forma redundante. A pilha deve suportar roteamento IP como um única entidade virtual; 40 Gbps 5. RECURSOS DE REDUNDÂNCIA 5.1. Características Gerais Possuir suporte ao Protocolo Spanning- Tree Protocol (IEEE 802.1d); Deve implementar mecanismos de minimização do tempo de convergência de Spanning-Tree em caso de falha de enlace ou switch da rede local, e as seguintes funcionalidades: configuração da porta para o estado de forwarding automaticamente, manutenção da raiz do Spanning-Tree (STP Root Guard ou similar) e detecção de tráfego Spanning-Tree com opção de desabilitação da porta em caso de detecção positiva; Deve implementar o protocolo Rapid Spanning Tree (IEEE 802.1w); Deve implementar o protocolo Multiple Spanning Tree (IEEE 802.1s). Implementar o padrão IEEE 802.1s com suporte a no mínimo 32 instâncias simultâneas do protocolo Spanning Tree; 110

11 5.2. Detecção de erros Layer Redundância de Gateway 6. MAC ADDRESS 6.1. Quantidade 7. VLANs 7.1. Quantidade 7.2. Características Gerais Roteamento entre VLAN Deve implementar os protocolos UDLD ou DLDP, para detecção de links com tráfego unidirecional. O equipamento deve implementar o protocolo de redundância de gateway HSRP (Hot Standby Router Protocol) ou VRRP (Virtual Router Redundancy Protocol) Quantidade mínima de MAC address que poderão ser utilizados simultaneamente. Quantidade mínima de VLAN s que deverão ser suportadas com uso simultâneo. Deve implementar o protocolo de trunking IEEE 802.1q para que o tráfego de várias VLANs possa passar por um enlace. O switch deve implementar protocolo de negociação de trunking; Deve implementar a configuração de uma VLAN de voz em cada porta para a separação do tráfego de telefonia IP; Permitir a criação, gerenciamento e distribuição de VLANs de forma dinâmica através de portas configuradas como tronco IEEE 802.1Q através do protocolo VTP, GVRP ou equivalente. Implementar Inter-VLAN routing para fornecer roteamento IP de camada (seis mil) 1000 (mil) 111

12 8. DHCP 8.1. Funcionalidades 8.2. Segurança 8.3. Automatização de configurações 9. MULTICAST 9.1. Funcionalidades Roteamento entre duas ou mais VLANs. Possuir suporte a DHCP Server. Possuir mecanismo de proteção contra mensagens DHCP não confiáveis, através do mecanismo DHCP Snooping. Deve possuir a funcionalidade de download automático de imagens de software e configuração para um ou mais switches através de um DHCP Server. Essa funcionalidade assegura que cada novo switch utilizado na rede possua a mesma imagem de software. Implementar IGMP Snooping para otimização de IP Multicast; Deve suportar no mínimo 128 grupos IGMP; Deve suportar o protocolo PIM para prover roteamento para Multicast, incluindo PIM em modo dense e sparse. Deve suportar DVMRP (Distance Vector Multicast Routing Protocol) ou ter a função de roteamento multicast com o protocolo Multicast Listener Discovery (MLD) ou suportar as RFC 2362 e Se tais funcionalidades forem implementadas via licença adicional de software, esta necessitará ser fornecida. 112

13 10. IPv Funcionalidades 11. SEGURANÇA VLAN Privada Listas de controle de acesso - ACLs RADIUS Controle de acesso por porta (IEEE 802.1x) Gerenciamento básico de IPv6, contemplando suporte a endereçamento unicast, DHCPv6, ICMPv6, Secure Shell (SSH) for v6, Telnet, TFTP, FTP, DNS, SNMP, HTTP e HTTPS. Permitir a criação de subgrupos dentro de uma mesma VLAN com conceito de portas isoladas e portas promíscuas, de modo que portas isoladas não se comuniquem com outras portas isoladas, mas tão somente com as portas promíscuas de uma dada VLAN. Permitir a criação de listas de acesso baseadas em endereços IP para limitar o acesso ao switch via Telnet. Deve ser possível definir os endereços IP de origem das sessões Telnet e SSH; Implementar ACLs baseadas em Portas (Ethernet) Físicas do Switch; Deve implementar Listas de Controle de acesso baseadas em Tempo/ Suportar autenticação, autorização e accounting via RADIUS; Deve suportar autenticação de login/senha para a liberação de tráfego na porta através do protocolo IEEE 802.1x com as seguintes funcionalidades: atribuição de VLAN conforme a autenticação do usuário, posicionamento da porta em uma VLAN de convidados caso não haja falha de 113

14 Protocolo de autenticação para controle do acesso administrativo ao equipamento autenticação, reautenticação forçada de todas as portas, reautenticação periódica e definição de período de inatividade após falha de autenticação; Deve ser suportada a atribuição de autenticação através do navegador (Web Authentication) caso a máquina que esteja utilizando para acesso à Rede não tenha cliente 802.1x operacional. Deve ser suportada a autenticação de múltiplos usuários em uma mesma porta. Implementa mecanismos de AAA ( Authentication, Authorization e Accounting ) com garantia de entrega dos pacotes transferidos entre cliente e servidor AAA; Criptografa todos os pacotes enviados ao servidor de controle de acesso e não só os pacotes referentes à senha; Permitir controlar quais comandos os usuários e grupos de usuário podem executar nos equipamentos gerenciados. Devem ser registrados no servidor AAA todos os comandos executados, assim como todas as tentativas de execução de comandos não autorizadas feitas por usuários que tiverem acesso ao equipamento gerenciado; Utilizar o protocolo TCP para prover maior confiabilidade ao tráfego dos 114

15 Portas confiáveis e não confiáveis Endereços MAC Controle de Broadcast pacotes envolvidos no controle administrativo; Deve permitir autenticação mútua entre o servidor AAA e o cliente AAA; Deve permitir a configuração de portas confiáveis e não confiáveis de forma a manter uma tabela correlacionando informações como porta, VLAN, IP, MAC para cada interface não confiável. Os servidores DHCP, por exemplo, devem estar conectados a interfaces confiáveis, pois qualquer resposta a uma solicitação DHCP será descartada em interfaces não confiáveis. Tal funcionalidade garante maior segurança e controle das redes LAN; Deve possuir capacidade de limitação de endereços MAC por porta; Suportar a visualização de endereços MAC aprendidos pelo Switch. Deve permitir a autenticação de um cliente via endereço MAC caso não seja suportado a funcionalidade IEEE 802.1x, podendo autenticar até 8 (oito) usuários na mesma porta compartilhada, aplicando políticas apropriadas; Possuir controle de broadcast, multicast e unicast por porta. Deve ser possível especificar limiares ( thresholds ) individuais para tráfego tolerável de broadcast, multicast e unicast em cada porta do switch. Excedidos os valores 115

16 12. QoS Funcionalidades pré-configurados deve ser possível enviar um trap SNMP e desabilitar a porta. Deve possuir 4 (quatro) filas em cada porta. Estas portas devem implementar os seguintes algoritmos de processamento de filas: - Prioridade Estrita - Weighted Round Robin (WRR) ou Shaped Round Robin (SRR); Implementar classificação, marcação e priorização de tráfego baseada nos valores de classe de serviço do frame ethernet (IEEE 802.1p CoS) Deve implementar Weighted Random Early Detection (WRED) ou Weighted Tail Drop (WTD) como mecanismo de prevenção de congestionamento; Deve suportar configuração automática de QoS para VoIP através de um único comando de CLI ou vir configurado de fábrica; Deve possuir a funcionalidade de Local Proxy ARP, com o intuito de minimizar tráfego broadcast e maximizar largura de banda disponível 13. PROTOCOLOS DE ROTEAMENTO Básicos Deve implementar roteamento estático Deve implementar roteamento dinâmico RIPv1 (RFC 1058) e RIPv2 (RFC 2453) Avançados Suportar OSPF (Open Shortest Path First) e BGP4 (Border Gateway Protocol 116

17 ESTRUTURA Características Gerais Version 4). Suportar roteamento de IPv6 (rota estática, RIP e OSPF) Se tais funcionalidades forem implementadas via licença adicional de software, esta necessitará ser fornecida. Deve possuir estrutura apropriada para acondicionamento em armário de fiação (rack) de 19 polegadas; Deve vir acompanhado do kit de suporte específico para montagem em Rack de 19"; 15. SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO Características Gerais Redundância 16. DOCUMENTAÇÃO Documentação A fonte alimentação deverá funcionar com tensão elétrica nominal de 110V~220V AC, 50~60Hz, de modo automático. Suportar fonte de alimentação redundante interna opcional, garantindo tolerância a falhas e disponibilidade da rede. Deverá ser acompanhado de documentação técnica e manuais que contenham informações suficientes para possibilitar a instalação, configuração e operacionalização do equipamento; 117

18 ITEM 2.4 Software de gerência LAN licenciado para 100 dispositivos Especificação Descrição Requisito 1. QUANTITATIVO 1.1. Licenciamento As licenças necessárias para o software estão contempladas nos itens 4.1, 4.2 e CARACTERÍSTICAS 2.1. Características Gerais Deve ser do mesmo fabricante e compatível com os switches ofertados no lote A solução deve ser ofertada através de um único software, que pode ser modular, desde que contenha todos os módulos necessários para o monitoramento dos recursos requeridos para os elementos ativos de redes LAN (Switches) objeto de aquisição deste edital; O fabricante do sistema de gerenciamento fornecido deve possuir certificado ISO 9001, emitido por autoridade competente, e relacionado com o objeto deste edital; Sistema de gerenciamento da rede, utilizando o protocolo gerenciamento SNMP v1 e v3.; A ferramenta deverá permitir a administração centralizada da rede via interface gráfica Web GUI; Permite a atribuição de níveis distintos de acesso; 3. MÓDULO DE CONFIGURAÇÃO DOS ELEMENTOS DE REDE: 118

19 3.1. Características Realizar a configuração de todos os elementos dispositivos da rede, seja por programação de jobs seja por execução de tarefa através de download / transferência de arquivos; Realizar o inventário dos dispositivos; Realizar a análise das mensagens de syslog dos dispositivos de rede; Armazenar uma ou mais imagens do sistema operacional do dispositivo da rede, e permitir realizar o upgrade através de programação; Permitir a auditoria da qualquer alteração de comando, através de comparação da configuração arquivada; 4. MÓDULO DE TOPOLOGIA E USUÁRIO Realizar a topologia através de descoberta 4.1. Características da rede; Gerenciar as VLANs; Deverão ser utilizados códigos de cores para sinalizar as situações de cada elemento da rede; Exibir a disponibilidade do dispositivo através de cores (verde = UP, vermelho = down, azul = unknow, amarelo = alguma irregularidade no(s) equipamento(s) em questão); Realizar filtros para reconhecer os dispositivos de cada modelo na topologia; 119

20 Listar os usuários da rede por endereço MAC, porta e VLAN associado; Realizar graficamente a rota entre quaisquer dois dispositivos; 5. MÓDULO DE GERENCIA DOS ELEMENTOS DE REDE Apresentar a imagem dos equipamentos na tela, usando os leds coloridos do 5.1. Características dispositivo, possibilitando a visão online do estado corrente do dispositivo; Permitir monitorar o estado das portas, realizando a intervenção de ativação e suspensão da porta na rede; Apresentar os níveis de colisão e outras estatísticas de uso como bytes saintes e entrantes, por porta; Possibilitar o acompanhamento online, da utilização do tráfego de cada porta, apresentando informações sobre o trafego por porta, erros CRC, broadcast e colisão; 6. MÓDULO DE GERENCIA DE DESEMPENHO 6.1. Características Análise de desempenho através de thresholds, com alarme de eventos Gráficos de utilização da rede; Histórico de uso por protocolo; 120

21 LOTE 03 ITEM 3.1 Controlador de Acesso à Rede Sem Fio Tipo I Especificação Descrição Fornecimento de Controlador WiFi novo e sem uso anterior. O modelo ofertado deverá estar em linha 1. de produção, sem previsão de encerramento de fabricação na data de entrega da proposta; O equipamento deve ter capacidade máxima de gerenciar simultaneamente pelo menos 75 (setenta e cinco) equipamentos Ponto de Acesso à rede 2. sem fio interno descrito neste Termo de Referência. Deve ter capacidade máxima de suportar no mínimo (mil) clientes conectados à rede WiFi; Requisito O equipamento deve permitir o crescimento modular da sua capacidade através de licenças adicionais para Controlador de acesso à rede sem fio, de forma a aumentar gradativamente o número de pontos de acesso sem fio controlados até a capacidade máxima do equipamento; O equipamento deve ser entregue com capacidade inicial para gerenciar, no mínimo e simultaneamente, 25 (vinte e cinco) equipamentos Ponto de Acesso à rede sem fio descrito neste Termo de Referência; O equipamento deve ser capaz de operar em topologia do tipo N+1 (onde N representa os equipamentos ativos e 1 equipamento redundante ) com outro equipamento do mesmo tipo ou com um Controlador de acesso a rede sem fio de hardware diferente do mesmo fabricante sem a necessidade de substituição do equipamento ou aquisição de hardware adicional, de forma que permita escalabilidade e alta disponibilidade da solução; 6. No caso de falha de um equipamento controlador WiFi ativo, todos os pontos de acesso WiFi 121

22 associados e controlados pelo mesmo deverão se associar de forma automática ao equipamento controlador WiFi redundante e passar a ser controlados por este. O controlador WiFi redundante poderá estar fisicamente em outro local ou em uma rede IP diferente do controlador WiFi Ativo ; Cada equipamento deve possuir, no mínimo, 04 (quatro) interfaces Gigabit Ethernet UTP RJ-45 de 1 Gbps, full-duplex, não compartilhadas com outras interfaces do equipamento, por chassis controlador WiFi; Possuir, fonte de alimentação de energia, com seleção automática de tensão ( VAC) 60Hz. Deverá ser fornecido o cabo de alimentação; Permitir o armazenamento de sua configuração em memória não volátil, podendo, numa queda e posterior restabelecimento da alimentação elétrica, voltar à operação normalmente na mesma configuração anterior à queda da alimentação elétrica; Possuir LEDs para a indicação no mínimo do estado de operação e atividade das portas; Permitir ser montado em rack padrão de 19 (dezenove) polegadas, incluindo o fornecimento de todos os acessórios necessários para fixação; Deve ser entregue com todos os acessórios necessários para operacionalização do equipamento, tais como: softwares, cabos de console, cabos de energia elétrica, documentação técnica e manuais que contenham informações suficientes para possibilitar a instalação, configuração e operacionalização do equipamento; 13. Implementar os padrões abertos de gerência de rede SNMPv2c e SNMPv3, incluindo a geração de traps; 122

23 O controlador WiFi deve ser capaz de controlar pontos de acesso WiFi do tipo indoor e outdoor, simultâneamente, nos padrões a, b/g e n; O controlador WiFi deve ser capaz de controlar pontos de acesso WiFi operando em modo mesh e ponto local (não-mesh), simultaneamente, nos padrões a, b/g e n; O controlador WiFi deve ser capaz de operar em modo de tráfego centralizado e de chaveamento de tráfego local, simultâneamente, nos padrões a, b/g e n; No modo de operação de tráfego centralizado, o tráfego de dados gerado pelos usuários associados aos pontos de acesso WiFi deve passar através do controlador WiFi ( ativo ou redundante ). O tráfego de controle dos pontos de acesso WiFi deve ser enviado para o controlador WiFi; Deve ser capaz de controlar pontos de acesso do mesmo fabricante operando em chaveamento de tráfego local (não-mesh); No modo de operação de chaveamento de tráfego local (não-mesh), deve permitir a configuração de pontos de acesso WiFi de forma que os mesmos realizem o chaveamento (switching) local do tráfego de dados gerado pelos usuários a eles associados, evitando que o tráfego de dados destes usuários passem através do controlador WiFi ( ativo ou redundante ). O tráfego de controle dos pontos de acesso WiFi deve ser enviado para o controlador WiFi; Operando no modo de chaveamento de tráfego local (não-mesh), o controlador WiFi deve: 21. No caso de falha na comunicação lógica entre os pontos de acesso WiFi da localidade com o controlador WiFi, ou com o Sistema de Autenticação Centralizado dos usuários, ou em 123

24 caso de falha no link WAN (ou LAN) que realize a conexão lógica dos pontos de acesso WiFi com o controlador WiFi, os usuários já associados aos pontos de acesso da localidade devem continuar a ter acesso à rede local. Também deve ser possível fazer com que novos usuários se autentiquem se associem de forma alternativa à rede local sem qualquer prejuízo de acesso local. Os usuários também devem continuar realizando roaming entre os pontos de acesso WiFi locais; A rede WiFi local não pode se tornar inoperante devido a ocorrência de qualquer uma das 03 (três) falhas isoladas ou simultâneas apresentadas anteriormente: falha no controlador WiFi, falha no Sistema de Autenticação Centralizado ou falha no link de comunicação entre os pontos de acesso e o controlador (WAN ou LAN); Caso a solução proposta não atenda os itens anteriores, a CONTRATADA deverá fornecer uma solução alternativa de redundância e autenticação para pontos de acesso operando com chaveamento de tráfego local para, pelo menos, cada uma das localidades que serão atendidas. A solução alternativa deverá ter capacidade de controlar, no mínimo e simultaneamente, toda a quantidade de pontos de acesso do mesmo fabricante operando com chaveamento de tráfego local e seus custos deverão ser inseridos no item Controlador WiFi ; O controlador WiFi deve possuir pelo menos uma porta de console local para gerenciamento; O controlador WiFi deve ajustar automaticamente os canais para a otimizar a cobertura de rede e mudar as condições de RF baseado em performance; 26. Possibilitar a implementação de criptografia do tráfego de dados e controle, na comunicação entre Pontos de acesso e Controlador WiFi; 124

25 Deve suportar em sua totalidade o tráfego criptografado entre os Pontos de Acesso e Controladora. O total de tráfego criptografado deve ser de no mínimo 500 (quinhentos) Mbps de tráfego criptografado AES; Implementar WEP (Wired Equivalent Privacy), chaves estáticas e dinâmicas (40 bits e 128 bits); Implementar WPA (Wi-Fi Protected Access com algoritmo de criptografia TKIP); Implementar WPA-2 (Wi-Fi Protected Access com algoritmo de criptografia AES); Possuir suporte a autenticação IEEE 802.1X, com pelo menos os seguintes métodos: EAP-FAST, EAP-TLS, PEAPv0/EAP-MSCHAPv2, PEAPv1/EAP-GTC; 32. Possuir segurança IEEE i; 33. Possuir padrão WMM (Wi-Fi Multimedia) da Wi-Fi Alliance para priorização de tráfego; Deve possuir CAC (Call Admission Control) para chamadas de voz; Suportar a criptografia centralizada com os seguintes protocolos: AES-CCMP, TKIP e WEP; Deve implementar mecanismo de autenticação através de portal Web para os usuários visitantes, temporários ou clientes corporativos, de forma integrada com uma Solução Centralizada de Autenticação para Usuários ; Estes usuários autenticados através do portal Web devem se autenticar e ser desviados para segmentos específicos da rede LAN (VLANs); O controlador WiFi deve suportar a configuração de pelo menos 16 (dezesseis) VLANS; 125

26 O controlador WiFi deve permitir a criação de um usuário especial para gerenciamento de usuários visitantes, temporários ou clientes corporativos; Deve implementar o bloqueio da comunicação entre usuários em um mesmo SSID permitindo o isolamento dos usuários; Deve implementar detecção de interferências wi-fi e não wi-fi e reajuste dos parâmetros de RF evitando problemas de cobertura e performance; Deve implementar balanceamento de carga de usuários de modo automático através de múltiplos pontos de acesso para otimizar a performance durante elevada utilização da rede; Deve possuir recursos instalados para implementar mecanismos automáticos de gerenciamento de recursos de rádio, detectando áreas sem cobertura, indisponibilidades de pontos de acesso, e executando auto configuração, auto-correção e auto-otimização; Deve possuir recursos instalados para implementar mecanismo que no evento de falha de um ponto de acesso WiFi, o controlador WiFi ajuste automaticamente a potência dos pontos de acesso adjacentes para realizar a cobertura da área onde o ponto de acesso WiFi que falhou estava provendo o sinal; Deve possuir recursos instalados para implementar mecanismo que ajusta dinamicamente a saída de potência dos pontos de acesso individualmente para acomodar as condições de alterações da rede, garantindo a performance e escalabilidade; 46. Ajustar, dinamicamente, o nível de potência e canal dos rádios dos pontos de acesso WiFi de modo a otimizar o tamanho da célula de RF, garantido a performance e escalabilidade; 126

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