ILUSTRÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA COMISSÃO DE LICITAÇÃO DA EMPRESA BRASILEIRA DE INFRA- ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA DE BRASILIA DF.

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1 ILUSTRÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA COMISSÃO DE LICITAÇÃO DA EMPRESA BRASILEIRA DE INFRA- ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA DE BRASILIA DF. REF: CONCORRÊNCIA N.º 001/DALC/SEDE/2010. Objeto: Fornecimento, instalação e colocação em operação de 28 (vinte e oito) PAPI s para diversas localidades TECHNILUX INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA., devidamente qualificada no processo licitatório em epígrafe, por seu representante legal infra-assinado, vem respeitosamente à presença de Vossa Senhoria, interpor o presente RECURSO HIERARQUICO com base no artigo 109, I, "b" da Lei Federal nº 8.666/93 c/c item 9.2 e seguintes do edital, requerendo seja o mesmo recebido em seu efeito suspensivo (art. 109, 2º), bem como que, não havendo a retratação prevista na lei (art. 109, 4º), seja o mesmo remetido à autoridade superior, informando o que faz nos termos a seguir aduzidos: DOS FATOS RAZÕES DO RECURSO A respeitável Comissão de Licitação, após análise das propostas técnico-comerciais, decidiu pela acolhimento das propostas técnico-comerciais das licitantes RSA Engenharia Ltda. e Consórcio Santa Rita Telear, conforme verifica-se no parecer técnico de análise das propostas. Com todo o respeito ao entendimento desta respeitável Comissão de Licitação e equipe técnica, a decisão deverá ser reformada, pelas razões abaixo expostas: CNPJ / Insc. Est

2 1 - DA EXIGÊNCIA TÉCNICA EDITALÍCIA DE UM SISTEMA DE CONTROLE REMOTO COMPOSTO DE: 2 (DOIS) PAINÉIS REMOTOS, 1 (UMA) CHAVE DE REVERSÃO E 1 (UMA) UNIDADE DE COMUNICAÇÃO, TODOS COM CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ESPECÍFICAS E DIFERENTES DAS USUAIS: O Edital, nas suas especificações técnicas, possui os seguintes itens relativos ao controle remoto dos PAPIs: - Capítulo 7 A figura define 1 (uma) Chave de Reversão na Torre de Controle (TWR) e 2 (dois) Controles Remotos, um na TWR e outro numa Estação de Comunicação Móvel (ECM). Este por si só já é um requisito diferente do usual, pois sempre se prevê apenas 1 (um) controle remoto FIXO situado na TWR. - Capítulo 8 Item 8.4 Define o Painel de Controle Remoto, para servir aos controladores de vôo da ECM e/ou TWR. Item 8.6 Define a Chave de Reversão, que seleciona a operação dos controles remotos da TWR ou da ECM. Ou seja: existirão 2 (dois) controles remotos simultâneos, um na TWR e outro na ECM, e a escolha de qual deles será o responsável pelo controle efetivo em um determinado momento será feita através de uma Chave de Reversão. - Capítulo 10 Item 10.1 A Figura mostra explicitamente a existência de 2 (dois) controles remotos independentes, um para a TWR e outro para a ECM, conectados a uma Chave de Reversão através de cabos de controle. - Capítulo 11 Item 11.2 Sistemas de Controle Controles remotos Deverá ser instalado um painel de controle remoto do PAPI no bastidor ou console de comunicação da TWR e/ou da sala ECM do GNA, conforme recomendações do fabricante Linha de Controle Cabo de controle de fibra óptica deverá interligar o controle local do RCC na KF aos controle(s) remoto(s) da ECM e/ou TWR, protegidos por linha de dutos subterrâneas, canaletas embutidas no piso e shafts. Ou seja: o controle remoto a ser fornecido não pode ser o controle remoto padrão que acompanha o fornecimento do RCC, pois nestes o comando se dá através de cabos de comando em níveis de tensão AC ou DC, e não em fibra ótica Chave de Reversão A chave de reversão, quando instalada na TWR, deverá ter a função de selecionar a operação dos controles remotos da ECM ou TWR. - Capítulo 12 Características técnicas Painel de Controle Remoto Deverá atender a norma AC 150/ F/FAA/2005 com previsão de comando por fibra óptica e protocolo aberto. Pág. 2

3 O painel de controle remoto para instalação em console ou gabinete da TWR e/ou ECM deverá controlar, monitorar e gerenciar o RCC, por meio de protocolo aberto com topologia redundante Hot Standy By e software supervisório, utilizando fibra ótica na comunicação. Ou seja, o Painel de Controle Remoto exigido no Edital é um hardware de gerenciamento remoto em configuração hot-standby com interfaces de comunicação de fibra ótica com protocolo aberto, no qual roda um software supervisório. Logo é um requisito extremamente especializado, diferente do Painel de Controle Remoto comum que acompanha o fornecimento padrão de RCCs, pois estes meramente exercem um controle de brilho passivo, sem nenhum tipo de software ou redundância, onde a comunicação é feita através de cabos de comando de pares metálicos em níveis de tensão AC ou DC. Vale ressaltar ainda que este requisito impacta também nos RCCs, pois as interfaces padrão de um RCC são também, naturalmente, através de cabos de comando de pares metálicos em níveis de tensão AC ou DC Unidade de Comunicação A unidade de comunicação do PAPI da KF deverá interfacear as saídas seriais com o Controle Remoto na TWR e/ou ECM por intermédio de cabo de fibra óptica. A unidade de comando e supervisão local do RCC deverá interfacear com os controles remotos POR PORTAS SERIAIS com protocolos abertos. A unidade deverá possuir capacidade de processamento, armazenamento de informações e de dados de controle, monitoração e gerência, como também interface básica de leitura e comando. Portanto, este item cita, EXPLICITAMENTE, que: Deve existir MAIS DE UM CONTROLE REMOTO (... interfacear com os controles remotos...); Deve fazer parte da oferta das licitantes uma Unidade de Comunicação, que é um hardware externo e independente com protocolos abertos e firmware responsável pela comunicação com os Painéis de Controle Remoto através de fibras óticas, pelo armazenamento de informações e de dados de controle, monitoração e gerência, e pelo fornecimento de uma interface básica de leitura e comando, que deve se comunicar via fibras óticas com estes Painéis de Controle Remoto; O RCC tem que ter saídas seriais para interfacear com os 2 (dois) controles remotos, através da sua unidade local de comando e supervisão. Ou seja, a saída padrão dos RCCs, através de níveis de tensão em cabos de cobre, não consegue interfacear com a Unidade de Comunicação. Desta forma, os requisitos editalícios para o controle remoto dos RCCs se referem na realidade a um Sistema de Gerência Remota em fibras óticas composto da integração de diversos equipamentos e softwares externos e independentes, EXIGINDO PORTANTO QUE SEJAM OFERTADOS EXPLICITA E INDEPENDENTEMENTE ESTES EQUIPAMENTOS E SOFTWARES ESPECÍFICOS, TANTO NESTE ITEM QUANTO NOS RCCS, cujo custo deve ser considerado na proposta como um todo. É um requisito complexo que não faz parte da oferta padrão de nenhum RCC, não fornecido diretamente por nenhum fabricante. Pág. 3

4 Vale frisar que, em nenhum momento, o Edital cita que algum destes itens é opcional, ou que a sua aplicação é apenas um mero exercício teórico. Ou seja: O sistema PAPI cotado por qualquer licitante deverá poder ser controlado tanto pela TWR ou pela ECM; O Painel de Controle Remoto não pode ser o padrão que acompanha um fornecimento comum de RCCs, pois possui interfaces em fibra ótica; Da mesma forma, e pela mesma razão, os RCCs devem possuir interfaces seriais em fibra ótica, e não apenas interfaces de comando em níveis de tensão AC ou DC; Terão que fazer parte da oferta de cada licitante 2 (dois) Painéis de Controle Remoto, e não apenas 1 (um), independentemente se o Infraero optar pela opção E ou a opção OU; Se, entre as opções e/ou, for escolhida a opção E - controles remotos da ECM E TWR - necessariamente terão que ser instalados 2 (dois) Painéis de Controle Remoto, 1 (um) na TWR E outro no ECM; Se a Infraero optar por instalar apenas 1 (um) controle remoto, seja na TWR ou apenas na ECM que seria a opção OU, entendida aqui como ou exclusivo ela poderá fazê-lo a seu critério, mas ainda assim o sistema deve poder prever a capacidade de comutação do posto de controle entre as 2 entidades TWR e ECM, o que seria possível apenas se o único Painel de Controle fosse mudado de lugar, ou seja, fosse desinstalado de um local e instalado no outro; Para que tais exigências ocorram, em qualquer das opções há que existir NECESSARIAMENTE ainda 1 (uma) Chave de Reversão para se escolher qual dos Painéis de Controle Remoto estará ativo num determinado momento. Desta forma conclui-se, clara e inequivocamente, que deve fazer parte da oferta de cada licitante 2 (dois), e não apenas 1 (um), controles remotos por cada sistema PAPI, além de 1 (uma) Chave de Reversão. Além disso o controle remoto não pode ser o usual que acompanha o fornecimento padrão de RCCs. 2 - DA EXIGÊNCIA EDITALÍCIA DA EXISTÊNCIA DE PORTAS SERIAIS, SOFTWARE SUPERVISÓRIO E PROTOCOLO PADRÃO PARA OS RCCS Além dos itens descritos acima quanto a este fato, o Edital é extremamente preciso e específico quanto a esta exigência, conforme transcrição do item 12.1 de suas Especificações Técnicas a seguir (grifo nosso): 12.1 REGULADOR DE CORRENTE CONSTANTE (RCC) O RCC é a fonte de energia de corrente constante alternada que alimenta os transformadores de isolamento das lâmpadas das unidades de luz. Potência de saída 4kW(capaz de alimentar as luminárias do PAPI); número de fases de alimentação monofásico (2 fios fase/neutro ou fase/fase); tensão de entrada 220V(+/-10%); freqüência 60Hz; número de níveis de brilho 5; temperatura compatível com local de instalação; umidade compatível com local de instalação; altitude conforme local; controles local e remoto; proteção contra sobretensões energia, saída serial, protocolo aberto, software supervisório; e atender as normas Manual de Projeto de Aeródromo, Parte 5 / ICAO/2004 e AC 150/ F/FAA/2005. Pág. 4

5 O fabricante do RCC deve apresentar relatórios de testes da norma AC 150/ F/2005 da FAA, emitido por laboratório credenciado (acreditado) em área de elétrica da RBLE do INMETRO ou Certificado de Conformidade do produto de reconhecimento do INMETRO. Desta forma, verificamos que é mandatório que os RCCs ofertados possuam a saída serial, controlada por software supervisório e trafegando dados num protocolo aberto. Ou seja, RCCs com apenas controle remoto através de cabos de pares em níveis de tensão AC ou DC não satisfazem este requisito mandatório. 3 - DO FATO DE NENHUM DOS DOIS LICITANTES RSA E SANTA RITA TELEAR TER COTADO O SISTEMA DE CONTROLE REMOTO CONFORME EXIGIDO: Oferta RSA O sistema PAPI oferecido pela RSA é composto dos seguintes componentes, conforme mostra o item 1 das Especificações Técnicas (pág. 174/204): - Unidades de Luz; - Regulador de Corrente Constante; - Painel de Controle Remoto (grifo nosso); - Unidade de Comunicação do controle local com remotos (TWR e/ou ECM) (grifo nosso); - Transformadores de Isolamento de 200W; - Clinômetro para calibração; - DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos) - Acessórios para instalação Os acessórios para instalação são: - Abrigo metálico para proteção dos transformadores de isolamento de 200W; - Kit conector de 5kV; e - Cabo conector BT duplo 2 x 2,5 mm 2. Fica claro que esta oferta é inequivocamente incompleta e insuficiente para atender ao Edital, pois, conforme também inequivocamente mostrado no item anterior, o mesmo é bem explícito quanto à necessidade de a oferta incluir 2 (dois) Painéis de Controle Remotos e 1 (uma) Chave de Reversão. Percebe-se que o item Painel de Controle Remoto está no singular, diferentemente do item Unidades de Luz, por exemplo, que está no plural. Assim, foram ofertados apenas 1 (um) Painel de Controle Remoto e NENHUMA Chave de Reversão. Além disso: não há na sua proposta nenhuma descrição técnica mostrando como tais requisitos especiais de controle remotos exigidos seriam atendidos; nos folhetos técnicos que supostamente definiriam a oferta não há nenhuma menção ao Painel de Controle Remoto, nem à Chave de Reversão, nem à Unidade de Comunicação. Conclui-se portanto: Pág. 5

6 o que o Painel de Controle Remoto vem em quantidade de apenas 1 e é o padrão que vem com o RCC, completamente fora das exigências do edital; o que a Unidade de Comunicação foi apenas citada como parte da oferta porém não foi precisa e efetivamente definida em toda a complexidade exigida, sendo portanto impossível de se aferir se a mesma foi efetivamente cotada ou, tendo sido, se satisfaz às especificações; o que a Chave de Reversão simplesmente não existe na oferta. Desta forma, a solução de controle remoto proposta pela empresa RSA Engenharia Ltda. é INCOMPLETA, INADEQUADA E OMISSA, não atendendo portanto aos requisitos exigidos no Edital. Oferta Santa Rita - Telear O Consórcio Santa Rita Telear EM NENHUM MOMENTO descreveu em sua proposta técnica qual seria exatamente escopo de sua oferta, tendo se limitado a nela incluir folhetos técnicos, manuais e certificados de itens que supostamente dela fariam parte. Isto por si só não é aceitável vide item abaixo. Mas, mesmo que o amontoado de folhetos, manuais e certificados - alguns deles que nem componentes do sistema PAPI são, como as luminárias tipo L fosse aceitável o que significa que faria parte da oferta do Consórcio também luminárias L-861 -, não há dentre eles nenhuma menção de Painel de Controle Remoto, Chave de Reversão, ou Unidade de Comunicação, mostrando inequivocamente que estes itens não foram cotados a contento. 4 - DA INADEQUAÇÃO DOS REGULADORES DE CORRENTE CONSTANTE (RCC) COTADOS POR AMBOS OS LICITANTES AOS REQUISITOS DE CONTROLE REMOTO DO EDITAL: Oferta RSA O RCC ofertado por esta licitante é de fabricação Flight Light, tipo 4 kw, 7.5 kw and 10 kw Constant Current Dry-Type Regulators, conforme a brochura do fabricante apresentada na pág. 184/185 da proposta. Segundo esta própria brochura, na sua página 2 (pág. 185), as interfaces de controle remoto que estes RCCs possuem limitam-se a NÍVEIS DE TENSÃO AC E DC coluna Control Power da tabela Ordering Code, não possuído nenhuma opção que inclua Portas Seriais. PORTANTO: - os RCCs ofertados não possuem as interfaces seriais com protocolo aberto e software supervisório exigidas, desta forma NÃO ATENDENDO AOS REQUISITOS TÉCNICOS DO EDITAL. Vale ressaltar ainda que em nenhum momento a licitante indicou na descrição técnica da proposta qual o part number do RCC ofertado. Foi apresentado apenas um folheto genérico sem nenhuma definição dentre as tantas opções possíveis. Isto é, não é possível saber, por causa desta omissão, qual é exatamente a oferta do licitante, e portanto se a mesma está de acordo com as outras demais especificações técnicas exigidas. Por exemplo seria ele de 4, 7,5, ou 10kW? Seria de 3 ou 5 brilhos? Qual seria a sua tensão de entrada? Usaria ele nível de tensão de controle 48VDC interno e aterrado, ou 120 VAC, ou qual das opções existentes? E assim por diante. Nenhum folheto ou informação sobre o Painel de Controle Remoto utilizado, que, como mostrado anteriormente, deveria ser um hardware de gerenciamento remoto em configuração hot-standby Pág. 6

7 com interfaces de comunicação de fibra ótica com protocolo aberto, no qual roda um software supervisório Oferta Santa Rita-Telear Conforme dito anteriormente, a dita Proposta Técnica do Consórcio limitou-se a um amontoado de folhetos técnicos, manuais e certificados, alguns que nem parte do sistema PAPI fazem. No que diz respeito aos RCCs, nas págs e 2964 é apresentado o folheto do modelo REGD Constant Current Regulators Dry. Porém, neste folheto não consta as interfaces de controle neles existente. Nem em nenhum outro local da proposta existe a definição precisa de qual é o part number do RCC que está sendo ofertado. Ou seja, foi também apresentado um folheto genérico sem nenhuma definição do equipamento dentre as tantas opções possíveis. Além disso, neste caso, o folheto é omisso, não sabemos se propositalmente ou não, quando às interfaces de controle remoto que o equipamento possui. Desta forma, é impossível saber se a oferta da licitante encontra-se dentro das especificações exigidas. 5 - DA OMISSÃO E AUSÊNCIA DE INFORMAÇÕES PRECISAS RELATIVAS AOS EQUIPAMENTOS-CHAVE DA OFERTA NAS PROPOSTAS DE AMBAS AS LICITANTES: O Edital exige, segundo o Esclarecimento de Dúvidas 003/LCLI/2010 de 21/06/2010, o seguinte (transcrição): 2ª. PARTE ERRATA no. 001/ LCLI/2010 Comunicamos que foi ajustado o seguinte dispositivo editalício, a saber : 1. Do Edital incluir o item 7.3 alínea h: 7.3 O invólucro 2 deverá conter todos os elementos a seguir relacionados: h) Especificações técnicas completas de todos os equipamentos oferecidos, incluindo catálogos técnicos detalhando dos equipamentos, inclusive estudos preliminares, de forma clara e precisa, objetivando a análise por parte da Comissão, SOBRE AS SOLUÇÕES TÉCNICAS ADOTADAS, de modo que possam ser comparados com as especificações dos equipamentos e materiais licitados, de acordo com os Anexos VI deste Edital; h.1) Serão aceitos catálogos ou folhetos editados nos idiomas: inglês, espanhol ou português. Desta forma, é exigido que a Licitante descreva com precisão a solução técnica cotada e, além disso, inclua os catálogos e folhetos dos equipamentos bem como todos os dados técnicos relevantes ao seu fornecimento, de forma a permitir à Infraero a análise técnica de sua proposta e a comparação do proposto com o exigido, além de saber exatamente o que estaria comprando. Vê-se claramente, pelo exposto nos itens anteriores, que ambas as licitantes RSA Engenharia Ltda. e Consórcio Santa Rita Telear, afora os erros citados nos itens anteriores, cometeram gravíssimas Pág. 7

8 omissões na descrição técnica de pontos cruciais da solução ofertada e dos equipamentos propostos, conforme mostramos a seguir: 1 RSA Engenharia Ltda. Não citou nenhuma descrição de qual foi a concepção técnica de sua solução para o Sistema de Gerenciamento Remoto exigido para o controle remoto do PAPI; Não citou a Chave de Reversão como parte de sua oferta, nem tampouco apresentou nenhum folheto, descrição ou qualquer informação acerca de nenhum equipamento que pudesse vir a fazer sua função - qual equipamento cumprirá o seu papel, como ela será e funcionará, como ela se integrará aos demais componentes, etc.; Não definiu qual o part-number do RCC cotado, o que impede uma análise maior do atendimento ou não aos itens do Edital (mas, mesmo que o tivesse feito, foi inequivocamente mostrado que todos os RCCs da família genérica cotada não possuem as interfaces seriais requeridas); Não apresentou nenhum folheto, descrição ou qualquer informação acerca da Unidade de Comunicação ofertada - qual equipamento cumprirá o seu papel, como ela será e funcionará, como ela se integrará aos demais componentes, etc., o que impede de se analisar se o equipamento citado na lista de composição do sistema realmente satisfaz às Especificações Técnicas do Edital; Não apresentou nenhum folheto, descrição ou qualquer informação acerca do Painel de Controle ofertado - qual equipamento cumprirá o seu papel, como ele será e funcionará, como se integrará aos demais componentes, etc., o que impede de se analisar se o equipamento citado na lista de composição do sistema realmente satisfaz às Especificações Técnicas do Edital 2 Consórcio Santa Rita Telear A proposta técnica do Consórcio na realidade nem descrição da composição da oferta possui, o que impede, já numa primeira análise, de se obter qualquer informação sobre se a proposta está minimamente adequada ou não aos requisitos editalícios, ficando a Infraero sem saber exatamente o que ela estaria comprando. Não há tampouco nenhuma descrição técnica, apenas um amontoado de folhetos, manuais desnecessários e certificados, alguns deles de itens que nem fazem parte da oferta. Assim: Não definiu uma lista de composição da sua oferta, o que é inaceitável já que não dá para se saber exatamente o que está se cotando, o que em última análise quer dizer que a Infraero não tem como saber o que estaria comprando. Mesmo que se suponha que os equipamentos são aqueles apresentados em folhetos, ficam ainda várias lacunas, como a quantidade de equipamentos necessários, qual das muitas opções existentes é a que será efetivamente implementada, e etc.; Não citou nenhuma descrição de qual foi a concepção técnica de sua solução para o Sistema de Gerenciamento Remoto exigido para o controle remoto do PAPI, o que impede-se de se saber se a mesma é adequada ou não, dentro da complexidade exigida; Não definiu qual o part-number do RCC apresentado em folheto, o que impede de se saber qual é o equipamento que estaria sendo comprado, e se o mesmo atende ou não (mas, mesmo que o tivesse feito, foi inequivocamente mostrado que todos os RCCs da família genérica cotada não possuem as interfaces seriais requeridas, estando portanto em desacordo com o exigido no Edital); Pág. 8

9 Não apresentou nenhum folheto, descrição ou qualquer informação acerca da Unidade de Comunicação que em tese faria parte da oferta - qual equipamento cumprirá o seu papel, como ela será e funcionará, como ela se integrará aos demais componentes, etc., ficando a Infraero sem saber o que compraria e se isso seria adequado; Não apresentou nenhum folheto, descrição ou qualquer informação acerca da Chave de Reversão que em tese faria parte da oferta - qual equipamento cumprirá o seu papel, como ela será e funcionará, como ela se integrará aos demais componentes, etc. ficando a Infraero sem saber o que compraria e se isso seria adequado; Não apresentou nenhum folheto, descrição ou qualquer informação acerca do Painel de Controle que em tese faria parte da oferta - qual equipamento cumprirá o seu papel, como ele será e funcionará, como se integrará aos demais componentes, etc. ficando a Infraero sem saber o que compraria e se isso seria adequado. Desta forma, ambas as propostas descumprem a exigência do item 7.3 do Edital, alínea h). Vale a pena lembrar que a Lei 8.666/93 exige que as propostas das licitantes devam possuir a máxima clareza de forma que elas possam ser comparadas isonomicamente entre si, isto é, nenhuma omissão de informações deve poder acarretar em um privilégio para a licitante omissora. No caso em questão, vemos que ambas as licitantes RSA Engenharia Ltda. e Consórcio Santa Rita Telear, afora os erros citados nos itens anteriores, cometeram gravíssimas omissões na descrição técnica de pontos cruciais da solução ofertada e dos equipamentos propostos que impedem de se analisar se, na hora de uma hipotética entrega do sistema proposto ao cliente final, o mesmo estaria minimamente de acordo com todas as exigências editalícias, ou até mesmo qual seria o objeto da compra. Além disso, empresas que cumpriram por completo as exigências seriam prejudicadas, pois suas propostas certamente terão incluído todos os equipamentos e sistemas envolvidos e portanto todo o seu custo. O acolhimento das propostas técnicas destas empresas nos põe diante da situação absurda de, quanto mais dados forem omitidos na descrição técnica de uma proposta que possua alguma complexidade adicional na sua concepção, mais provável será a habilitação técnica da mesma, já que nos pontos onde ela poderia errar ela simplesmente se omite, não havendo definições suficientes para se concluir que as mesmas encontram-se erradas e incompletas. Esta contradição configura-se num desvio grave dos pressupostos básicos de lisura que a Lei 8.666/93 prevê. Permanecendo isso, qualquer empresa sem a devida competência para conceber uma solução técnica mais complexa poderá entrar em licitações, ser tecnicamente habilitada e acabar por vencê-la, bastando para isso por na sua proposta técnica o mínimo de descrições e informações técnicas possível e omitir-se de qualquer detalhe de forma a não se comprometer. Caso ela não souber definir a solução não haverá problema algum: basta ela dizer na composição do sistema que tal coisa fará parte da oferta, e no resto da proposta omitir a apresentação de qualquer descrição técnica ou informação sobre qualquer equipamento que dela faça parte. Se realmente isso fosse o suficiente para se habilitar tecnicamente uma proposta, ficaria uma pergunta: por que então existem propostas técnicas, com descrições técnicas de equipamentos e de soluções, com catálogos, folhetos e etc.? Seria mais fácil apenas copiar os itens de equipamento da Planilha de Preços e tornar isso sua Composição do Sistema. Isso vai em completo desacordo com o que reza a Lei 8.666/93. Pág. 9

10 Desta forma, nenhuma das duas propostas cumpre minimamente os requisitos técnicos do Edital, nem tampouco satisfazem a Lei 8.666/93 no que tange à clareza e definição de suas propostas técnicas. Conclusão: Diante dos fatos e fundamentos da exposição retro, conclui-se que: a) Tanto a RSA Engenharia Ltda. e o Consórcio Santa Rita Telear não ofertaram o minimamente exigido no que tange ao Sistema de Controle Remoto e às interfaces de comunicação dos RCCs; b) A proposta técnica destas empresas está omissa em pontos cruciais da oferta e por isso fere a exigência do item 7.3 alínea h) do Edital, estando muitíssimo aquém do minimamente aceitável; c) Tal prática configura-se num vilipêndio à Lei 8.666/93; d) A reforma da decisão proporcionará a escolha da proposta mais vantajosa para a administração pública, visto que serão eliminadas aquelas que não possuem as características técnicas mínimas para atender ao exigido. DO PEDIDO: Diante de todo o exposto, requer seja o presente recurso administrativo recebido no efeito suspensivo, conhecido e provido a fim de reformar a decisão de julgamento da proposta comercial, tornando DESCLASSIFICADAS as propostas comerciais apresentadas pela empresa RSA Engenharia Ltda. e pelo Consórcio Santa Rita Telear pelos fundamentos expostos. Termos em que, Pede Deferimento. Rio, 04 de março de TECHNILUX IND. COM. LTDA. Callísphoro Bismarck da Silva Diretor-Presidente Pág. 10

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