A NAVEGAÇÃO DE APOIO MARÍTIMO NO BRASIL

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1 A NAVEGAÇÃO DE APOIO MARÍTIMO NO BRASIL História e Evolução ª Edição ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARíTIMO Produção Editorial

2 Pesquisa: Marina Carvalho Barbosa e Elisabete de Almeida Esteves Redação: Marina Carvalho Barbosa Edição: A.B.E.A.M Projeto Gráfico: ART E TRAÇO programação visual ltda. Diagramação e Arte: ART e TRAÇO programação visual ltda.

3 Sumário Uma Homenagem ao Tempo A prospecção no Mar O Apoio Logístico Os precursores Cronologia do Apoio Marítimo As Rotas da Institucionalização As Empresas ABEAM Diretorias

4 Uma homenagem ao Tempo

5 N osso objetivo não é modesto, pois visa retratar um pouco das potencialidades; da PETROBRÁS e do Brasil: pretendemos resgatar a memória de 20 anos de atividade de apoio marítimo, que aqui começou em Isso para que as gerações do presente e do futuro possam aquilatar todo o esforço que a concebeu e bem compreendam como se gerou, cresceu e prosperou o microuniverso do apoio logístico à pesquisa e à lavra do petróleo em mar aberto. Este trabalho se propõe, assim, a prestar uma homenagem ao tempo e aos homens que o fizeram. No Brasil, os levantamentos de sísmica na plataforma continental, em 1966, marcaram o início da prospecção marítima, quando já se delineavam fortes indícios da existência de reservas de petróleo na nossa plataforma continental. A guerra árabe-israelense, em 1973, acarretou a crise do petróleo, com a redução das exportações de óleo cru a partir do Oriente Médio, e o conseqüente aumento brutal do preço do barril no mercado internacional. As nações desenvolvidas incrementaram as buscas de petróleo em seus territórios e os países tradicionalmente importadores, mesmo aqueles que já o produziam em pequena escala, investiram com maior intensidade na exploração, tanto em terra como no mar. Aqui, a tarefa de exploração concentrou-se no litoral dos estados de Sergipe e Alagoas, seguida do Espírito Santo. Mais tarde, quando a crise do petróleo desestabilizou a economia mundial, a prospecção intensificou-se e atingiu a Bacia de Campos. Naquela época, se outras vantagens não recomendassem a prospecção marítima, a relação custo-benefício e o lado estratégico viabilizavam o investimento. Tal empenho alcançou pleno êxito com a perfuração do poço pioneiro da maior reserva submarina brasileira até hoje descoberta. Mas para que essa difícil e indispensável atividade industrial se complete e produza os melhores resultados, torna-se necessário dotá-la de eficiente apoio. Ao longo de toda a evolução da história da indústria petrolífera no mar, a navegação de apoio, no âmbito nacional e internacional, tem-se mantido sempre como a aliada mais importante. E, através da incorporação de novas técnicas, ao sempre, crescente aprimoramentos dos serviços, a evolução das embarcações que dão suporte às diversas fases dessa atividade "offshore" (exploração, perfuração, engenharia, de desenvolvimento do campo, produção, armazenamento/transporte e fechamento/remoção), chega hoje a extraordinário nível de eficiência, alcançada também, graças a metódico treinamento de pessoal especializado. As embarcações de apoio marcam sua presença em todas essas etapas e sem elas, seria impossível retirar-se uma só gota de nossas reservas submarinas. E, para aqueles que desempenham as funções de força auxiliar na árdua luta de extrair petróleo em alto mar, o trabalho converte-se em constante aprendizado, resultando em acentuado grau de aperfeiçoamento.

6 Áreas de Operação

7 A Prospecção no Mar

8 E m 1958, um sistema primitivo retirava, do campo marítimo de Dom João, na Baía de Todos os Santos, em Salvador, cerca de vinte e oito barris de petróleo por dia. O poço, que ficava em águas abrigadas e rasas (cinco metros de profundidade) representou, em realidade, o primeiro passo da PETROBRÁS na prospecção marítima, em direção a sua mais arrojada aventura tecnológica: a extração de hidrocarbonetos em águas profundas e desprotegidas, atividade atualmente responsável por 60% de todo petróleo extraído no país. A plataforma continental brasileira, com seus 201 mil quilômetros quadrados de bacias sedimentares, estende-se da foz do Rio Amazonas ao Chuí, no Rio Grande do Sul. Em toda ela, os mapeamentos indicam a possibilidade de existência de reservas de petróleo em suas rochas. Desde 1966 a PETROBRÁS vem efetivando grandes investimentos nos estudos de sísmica, em busca desse imensurável tesouro, sendo que a campanha sistemática começou em 1967, com trabalhos de gravimetria do navio brasileiro "Rio das Contas". A partir de 1968, quando no litoral sergipano confirmou-se a presença de hidrocarbonetos na plataforma continental, revelaram-se os segredos da geologia rumo a novas e grandes reservas de petróleo e gás. Ao longo dos anos 70, o grande trabalho exploratório foi marcado por sucessivos acertos, principalmente em dezembro de 1974, com a descoberta de "Garoupa", o poço pioneiro da Bacia de Campos. As possibilidades dessa bacia foram um alento, pois indicavam que a produção do mar viabilizaria o aumento da produção nacional. O país enfrentava o desafio de conciliar suas taxas de crescimento com o conseqüente aumento de consumo de combustíveis, o que significava maiores dispêndios de divisas na importação de petróleo - e a necessidade inadiável de exploração na plataforma continental. Sensível a importância do momento histórico, o Governo garantiu os investimentos necessários à PETROBRÁS que, auxiliada por empresas privadas brasileiras, pôde colocar em produção as reservas descobertas na plataforma submarina. O parque industrial acompanhou esse esforço, crescendo, desenvolvendo tecnologia, gerando capacitação profissional e milhares de empregos. Com a incorporação de tecnologias, o treinamento de equipes especializadas, a mobilização de técnicos, operários e marítimos (sobretudo na área de apoio), a PETROBRÁS alcançou na década de 80, amplo sucesso em todas as frentes: a produção marítima de petróleo extraído da plataforma continental cresceu de barris/dia em 1980, para barris/dia em 1986, que corresponde a mais da metade da produção nacional. Tudo isso foi resultado direto da dedicação de trabalhadores e técnicos envolvidos nas operações e de um gerenciamento competente de todas as atividades. A possibilidade de autosuficiência deixou de ser mera retórica. A nacionalização do apoio marítimo como de outros serviços auxiliares à indústria propiciaram economia de divisas à Nação. Esse crescimento da indústria do petróleo em mar aberto teria forçosamente de repercutir sobre a indústria da construção naval, que se aparelhou para ganhar as encomendas das plataformas fixas e móveis, módulos de perfuração e produção e, das embarcações de apoio, estas últimas, graças a investimentos realizados com recursos públicos, oriundos do Fundo de Marinha Mercante - FMM, possibilitando a soberania das empresas nacionais em água brasileiras.

9 Dada a importância estratégica do petróleo, a PETROBRÁS continua a investir na perfuração marítima. O desenvolvimento da engenharia nacional, dos equipamentos, das embarcações e de pessoal tem propiciado um grande progresso na tecnologia de perfuração e produção de petróleo em águas profundas, permitindo que, nessa região onde os custos de produção são elevados, a maioria dos gastos sejam feitos em cruzados novos. Como fruto de todo este empenho, a PETROBRÁS tem batido sucessivos recordes nas atividades de perfuração e produção em águas profundas.

10 O Apoio Logístico

11 A o conviver com dois mundos de alto risco - o mar e o petróleo - essa indústria, mais que nenhuma outra, necessita de uma logística muito peculiar, para reduzir a um mínimo aceitável o grau de periculosidade e assegurar retorno econômico compensador. A expressão "apoio logístico" tem sabor militar. É um conceito da estratégia, segundo o qual os suprimentos, em tempo de guerra, devem chegar à frente de batalha na hora certa, com margem razoável de segurança e a custos os mais baixos possíveis. Entendem os militares que pequena queda na eficiência e qualidade deste apoio pode significar a exata diferença entre a vitória e a derrota. Por isso os pioneiros na exploração no Golfo do México criaram a expressão "offshore logistics", para designar o suporte às atividades onde o mar é o campo de batalha na guerra pelo "ouro negro". O apoio logístico às unidades de perfuração ou produção - verdadeiras cidades, algumas flutuantes e móveis, instaladas em pleno oceano, pode fazer-se por via aérea ou marítima. Pelo ar, com emprego de helicópteros, que transportam pessoal e pequenas cargas, em caráter de urgência. Pelo mar concentra-se a maior parte dos trabalhos específicos de apoio às operações das unidades marítimas, transportando materiais indispensáveis ao trabalho e à vida no mar. As embarcações de apoio executam as tarefas de transporte entre as bases terrestres e as plataformas. Sua presença se faz marcante desde os estudos preliminares de geologia até a remoção e fechamento de poços. Base de Macaé O conceito padrão da "embarcação de apoio", criada especialmente para transportar cargas destinadas às instalações da indústria de petróleo no mar, tem características básicas voltadas para otimizar sua operacionalidade. Em síntese, essa embarcação dispõe de tanques para granéis líquidos como óleo combustível, água industrial, água potável, fluídos de perfuração, ácidos e outros; silos ou tanques para granéis sólidos (cimento, baritina, etc); câmaras frigoríficas para gêneros alimentícios; convés adequado ao transporte de carga em geral, como tubos de perfuração, equipamentos, dutos e contentores. Exige-se dela suficiente capacidade de manobrabilidade, de modo a permanecer nas proximidades

12 das plataformas para que guindastes embarquem e desembarquem os materiais com relativa segurança, mesmo sob condições ambientais adversas. Evoluindo desse conceito de embarcação de suprimento, novas características foram desenvolvidas de modo a atender às necessidades específicas, tais como: prontidão para casos de resgate decorrido de acidente; combate à incêndio; estimulação de poços, apoio às atividades de mergulho; reboque de plataformas e manuseio de âncoras. A técnica de exploração A exploração de petróleo no mar tem um desdobramento lógico similar ao da exploração em terra. Porém, além da especial logística exigida, o trabalho no mar está sempre em busca de novas tecnologias e modernos meios de transporte, visando atender a desafios cada vez mais complexos. A fase básica corresponde a pesquisa (ou exploração), cujo ciclo compreende os estudos geológicos e geofísicos até a perfuração do poço. Nessa etapa, embarcações especiais de apoio encarregam-se da localização geográfica no mar, por meio de equipamentos de alta precisão, como sistema de rádio localização, que passando a atuar com seus sensores e equipamentos sísmicos nas áreas pré-determinadas, efetuam os mapeamentos do local. Após a análise e interpretação dos dados obtidos por esses mapas, é demarcado o local de perfuração. "Rio das Contas" embarcação utilizada para exploração na plataforma continental brasileira Feito isso, estará montado o cenário para a operação da plataforma, que se inicia com a perfuração do poço pioneiro da possível reserva. Só ele confirmará ou não a existência de petróleo na área, a sua vazão e a qualidade do mesmo. As embarcações que dão apoio a fase de exploração atendem ao DEPEX - Departamento de Exploração da PETROBRÁS

13 A perfuração Na atividade de perfuração operam, em mar aberto, sondas modulares ou convencionais instaladas em plataformas auto-eleváveis, semisubmersíveis, navios-sonda e plataformas fixas. Essas unidades são apoiadas, ao longo da costa brasileira, por embarcações nacionais complementadas por embarcações de bandeiras estrangeiras. A perfuração em lâminas d'água de até cem metros de profundidade emprega plataformas auto-eleváveis ("jack-ups"), geralmente com casco em forma triangular e que abrigam as estruturas verticais treliçadas ou tubulares das pernas, que quando acionadas se apóiam no fundo do mar. Essas plataformas não têm propulsão e para qualquer deslocamento, dependem de rebocadores. Os equipamentos complementares necessários à perfuração do poço, são transportados pelas embarcações de suprimento e ficam depositados sobre as plataformas. Em lâminas d'água com profundidade superior a cem metros, empregam-se plataformas do tipo semi-submersível - unidade de perfuração flutuante. Seu casco é formado por dois flutuadores paralelos (tipo "catamarã" ou bi-casco) e neles, através de colunas, apóiam-se o convés superior e a torre de perfuração. A plataforma permanece em uma determinada posição, durante a operação de perfuração, graças às várias âncoras disponíveis, geralmente oito. Ao contrário das plataformas auto-eleváveis, as semisubmersíveis dispõem de propulsão para pequenos deslocamentos mas carecem de embarcações de reboque para navegar a grandes distâncias. Outra unidade de perfuração flutuante é o navio-sonda. Ele permanece estável por dispor de sistema de âncoras, como as plataformas semi-submersíveis. Para qualquer mudança de posição, embarcações para manuseio de âncoras se encarregam de suspendêlas e largá-las em novas posições. Plataforma auto-elevável Para perfuração em águas profundas, a PETROBRÁS conta hoje com plataformas semi-submersíveis e navios-sonda com sistemas de posicionamento dinâmico, que prescindem do uso de âncoras para manter posição fixa, permitindo o trabalho de perfuração em grandes lâminas d'água.

14 As embarcações que atendem as necessidades da atividade de perfuração, estão ligadas ao DEPER - Departamento de Perfuração da PETROBRÁS, que já congregou o maior número de unidades marítimas de perfuração a nível mundial. Plataforma semi-submersível O processo de produção Uma vez concluída a etapa de perfuração, começa o processo de produção de petróleo e gás natural, obtido a partir de plataformas fixas e sistemas de produção antecipada, ou mais recentemente, denominado, sistema flutuante de produção (S.F.P). A completa instalação do Sistema de Produção Definitiva leva, em alguns casos até cinco anos, durante os quais se executam as obras de engenharia em mar aberto. Com o apoio de barcaças tracionadas por rebocadores, é feito o transporte das estruturas das plataformas fixas e os módulos de perfuração e produção. Quando o sistema definitivo - constituído de plataforma fixa de produção interligada à refinaria mais próxima por meio de oleodutos submarinos - se completa, embarcações de apoio equipadas com sistemas de mergulho e mini-submarinos não tripulados, chamadas de "Diving Support Vessels" - D.S.V., se encarregam da inspeção e da manutenção dos equipamentos submersos dos poços, das estruturas das plataformas fixas e das linhas de dutos. A implantação de um sistema de produção definitivo exige tempo e grandes investimentos, e ele só se torna recomendável quando as reservas do poço apresentam

15 potencialidades comerciais vantajosas e duradouras. Plataforma fixa de produção O sistema flutuante de produção - S.F.P - foi projetado por técnicos da PETROBRÁS, através de um processo de desenvolvimento de tecnologia própria, para colocar em produção, a curto prazo, poços recém perfurados ou os que têm reservas com poucas potencialidades. O S.F.P consiste basicamente em uma plataforma semisubmersível interligada a um navio-tanque "cisterna" por intermédio de sistema de tubulações flexíveis, que serve para o armazenamento do petróleo extraído do poço, ficando o navio amarrado a um sistema de bóias múltiplas ou monobóias. Periodicamente, outro navio-tanque, o "aliviador", é amarrado com o auxilio dos rebocadores a outro quadro de bóias próximo do primeiro e o petróleo é transferido também por tubulações flexíveis para, em seguida, ser transportado até as refinarias para processamento. Todas as unidades participantes do processo de produção são auxiliadas por embarcações de apoio. As plataformas fixas ou móveis e os navios-cisterna são considerados unidades marítimas, necessitando suprimentos regulares e apoio; os navios aliviadores utilizam rebocadores para serem amarrados ou permanecerem na posição nos quadros de bóia, durante toda operação de carregamento. O número de embarcações de apoio, voltada à produção vem crescendo, especialmente pela implantação de vários S.F.P que demandam, muito apoio para as diversas fainas marítimas. Por outro lado, o próprio processo de produção contém procedimentos que envolvem tecnologia sofisticada e em desenvolvimento constante, como a estimulação de poços por processos de fraturamento hidráulico, acidificação, cimentação e restauração. A PETROBRÁS já utiliza embarcações altamente especializadas de bandeira brasileira, que, através de equipamentos especiais, injetam à alta pressão, fluidos

16 adicionados a aditivos químicos, permitindo o aumento da produtividade dos poços de petróleo e gás. Essas embarcações são afretadas ao DEPRO - Departamento de Produção da PETROBRÁS. Sistema flutuante de produção S.F.P.

17 Os Precursores

18 A s primeiras experiências para extrair petróleo da plataforma submarina ocorreram em 1882 no Oceano Pacífico, precisamente no litoral de Santa Bárbara, cidade ao norte de Los Angeles, capital da rica Califórnia. Com tecnologia rudimentar - a sonda de perfuração foi instalada sobre trapiches de madeira e ligava-se à terra - os precursores perfuraram poços pouco profundos, em trabalho que invadiu o século XX, perdurando até Como a sonda era ligada à terra, o sistema não caracterizou propriamente uma operação em mar aberto ("offshore") tal como hoje se conceitua essa atividade marítima. Ainda na Califórnia, em 1932, perfurou-se outro poço com uma sonda suportada por estacas cravadas no fundo do mar. Dessa vez a sonda não se ligava ao continente: nascia então a prospecção em mar aberto. Cedo verificou-se que a operação "offshore" tinha tudo para se tornar um êxito. Mas também ficou comprovado que ela teria de amparar-se numa força-tarefa de embarcações especiais, que garantissem o transporte de equipamentos, de materiais e de mão-de-obra para toda a operação tornar-se viável: nascia assim o "apoio marítimo". Esse tipo especial de cobertura logística vem a ser a única conexão capaz de viabilizar operacionalmente uma prospecção marítima. Coube ao Golfo do México tornar-se o palco pioneiro do desenvolvimento da indústria do petróleo em mar aberto, como atualmente conhecemos. Por volta de 1948, a sonda "Breton Rig 20" transformou-se em decisivo marco na evolução da técnica da prospecção "offshore", com a incorporação das novas conquistas tecnológicas do pósguerra. Pouco antes, vários outros poços haviam sido perfurados naquela região, em águas abrigadas, onde embarcações pequenas eram utilizadas para transportar pessoal ("crewboats") e barcos utilitários ("utility-boats"), para cargas destinadas às unidades de perfuração. Na primeira fase do desenvolvimento da indústria do petróleo em alto mar, a solução foi utilizar os equipamentos disponíveis para realizar a difícil tarefa de extrair hidrocarbonetos do solo marinho. Barcos de pesca e lanchas com motores à gasolina, de transmissão mecânica e cascos de construção artesanal, eram empregados nos anos 50. Como resultado sucediam-se incêndios, colisões, abalroamentos e naufrágios, em freqüência assustadora, porque as embarcações eram inadequadas ao apoio marítimo. Ficou evidente então a necessidade de buscar, com urgência, a concepção de projetos que incorporassem as características técnicas adequadas ao uso final, de modo a propiciar melhores índices de eficiência e os requisitos mínimos de segurança. Por essa época estabeleceu-se o conceito de embarcação de suprimento "supply-boat". A primeira embarcação deste tipo construída no mundo chamou-se "Ebb Tide". O projeto estabeleceu padrões básicos para a construção das embarcações de apoio marítimo que são seguidos até os dias atuais. Com o tempo, as embarcações incorporaram novos equipamentos e tecnologia, como a utilização do casco de alumínio.

19 Ebb Tide primeira embarcação de suprimento construída no mundo Utilityboat - barco utilitário Operação no Mar do Norte - faina de largar i espia do bóia Para o novo tipo de atividade que despontava no Golfo, não haviam recursos humanos compatíveis com as necessidades daquele trabalho. Os "cowboys" da região apearam de seus cavalos e se aventuraram nos desafios da nova indústria do petróleo. Mas nem todos aqueles homens acostumados a um contato direto com a terra e os animais habituaram-se ao trabalho no mar. Os poucos que ali permaneceram, porém, criaram os códigos da nova atividade e disseminaram seus conhecimentos pelo mundo. O outro pólo da indústria marítima do petróleo foi o Mar do Norte, onde as severas condições climáticas impuseram a técnicos e homens do mar que trabalham nas águas frias a nordeste da Inglaterra, a noroeste da Holanda e da Alemanha e a sudoeste da Escandinávia, altos padrões tecnológicos. Só assim, puderam garantir a segurança para a exeqüibilidade das operações sob tais condições. O incremento da prospecção no Mar do Norte com as operações em águas consideradas profundas à época, determinou o aparecimento da segunda geração de

20 embarcações de apoio marítimo, com maiores potências e requisitos específicos.

21 Cronologia do Apoio Marítimo

22 1968 Q uando falamos de apoio marítimo no Brasil podemos dizer que tudo começou às 13 horas do dia 20 de junho de 1968, quando a história da emancipação econômica ganhou novas tintas: vislumbrou-se a possibilidade de que a partir de Sergipe, a plataforma continental poderia ajudar o país a tornar-se auto-suficiente em petróleo. Feitos os estudos e concluídos os levantamentos sísmicos, os geólogos da PETROBRÁS estabeleceram a primeira locação a ser perfurada, o poço 1-SES-I batizado como "Guaricema". A plataforma auto-elevável "Vinegaroon", de bandeira norte-americana e contratada pela estatal, iniciou os trabalhos com apoio de quatro embarcações: duas lanchas para transporte de pessoal - a "Vênus" e a "Mercury" e os utilitários - o "jupiter" e o "Gemini" para o transporte de material, pertencentes a empresa, também norte-americana, Astromarine. A Astromarine, pioneira da atividade de apoio no país, em seguida, montou sua base em Salvador com a finalidade de dar suporte operacional e administrativo às suas embarcações. A confirmação da existência de petróleo no solo submarino brasileiro deu novo alento ao objetivo que de há muito a PETROBRÁS perseguia: alcançar a auto-suficiência. Isso dificilmente se obteria com as reservas terrestres que estavam em declínio. Simultaneamente, com o início da atividade, nasceu a demanda de serviços de apoio marítimo nas águas brasileiras. O país partia no esforço em busca da ampliação de suas reservas petrolíferas e, conseqüentemente, abria-se o mercado para o apoio marítimo no Brasil. No dia 19 de novembro de 1968 foi lançada ao mar a primeira plataforma exploratória feita no país: a "Petrobrás I", uma auto-elevável construída no estaleiro Mauá, no Rio de janeiro. Essa plataforma móvel estava destinada a ter participação importante no incremento da produção marítima de petróleo. Tentou-se nesse início de atividade a utilização dos rebocadores brasileiros, o 'Abacaxis" e o "Nova Olinda" no apoio logístico à "Petrobrás I". A experiência não teve sucesso porque os rebocadores foram adaptados, e não construídos especificamente para as fainas de apoio, tendo como agravante o fato das tripulações não terem conhecimento ou prática nas manobras "offshore". A PETROBRÁS manteve então essas embarcações em função menos complexa, a de prontidão ("stand by"), próximas à plataforma para atender a qualquer emergência. Todas as embarcações que operavam no apoio marítimo, na primeira fase da prospecção marítima nacional, iniciada em 1968, pertenciam a armadores estrangeiros. Empresas internacionais se fixaram no território brasileiro usando o sufixo "do Brasil" e depois em "joint-venture" com operadoras nacionais. Essas empresas estrangeiras desempenharam importante papel na formação de pessoal, e na transferência de tecnologia.

23 1970 A PETROBRÁS marcava o início da década de 70 com uma política agressiva de exploração de petróleo na plataforma continental. Esse fato implicava no aumento do número de embarcações de apoio marítimo. Ao curso de toda a década, a PETROBRÁS incrementou seus investimentos nas perfurações marítimas, procurando atingir a meta, hoje já superada, dos 500 mil barris por dia. "PETROBRÁS I " primeira plataforma construída no Brasil

24 Estrutura da plataforma "PETROBRÁS I Pela disputa do novo mercado, empresas de navegação se instalavam no país, a exemplo da precursora Astromarine. Em outubro de 1970, uma subsidiária da armadora Sea Horse dos Estados Unidos, a Arthur Levy do Brasil estruturou-se na Bahia. Dois anos depois, já contava com 50 % de capital nacional e, representando a Sea Horse, gerenciava mais de vinte embarcações afretadas à PETROBRÁS Nesse ano de 1972, foi estruturada a primeira empresa brasileira de apoio marítimo, a H. Dantas; Serviços Marítimos, que inicialmente era uma divisão da empresa de navegação de cabotagem do mesmo nome, tendo permanecido inativa durante alguns anos Na virada dos anos de 1972 para 73, consolidados os resultados promissores das prospecções marítimas, a PETROBRÁS importou, com autorização da CACEX e da SUNAMAM, um navio sonda "Petrobrás II" e as 13 primeiras embarcações de apoio marítimo que operariam com bandeira brasileira. A partir desse momento, estava determinado o início da frota nacional de apoio marítimo, conforme quadro I.

25 Quadro I 13 Embarcações Importadas pela PETROBRÁS Nome Tipo Classe Ano BHP TPB Estaleiro País Altaneira RAS A Shimoda Tokyo Yard Alegrete RAS A Shimoda Tokyo Yard Apucarana RAS A Shimoda Tokyo Yard Aracati RAS A Shimoda Tokyo Yard Parati P P Swifships Morgan City Louisiania Parintins P P Swifships Morgan City Louisiania Penedo P P Swifships Morgan City Louisiania Alagoinhas (Bahiana) RL E (B) Swifships Morgan City Louisiania Roncador RAS R Houston Mangone, Shipbuilding Texas Resplendor RAS R Houston Mangone, Shipbuilding Texas Registro RAS R Houston Mangone, Shiobuilding Texas Resende RAS R Parker Bros Houston Renascença RAS R Houston Mangone, Shipbuilding Texas Japão Japão Japão Japão USA USA USA USA USA USA USA USA USA

26 Todo o planejamento e a complexa operação para trazer as embarcações dos Estados Unidos e do Japão, ficaram a cargo da já conhecida Astromarine, em razão principalmente, dos riscos que a operação envolvia e da inexistência no país, à época, de recursos humanos treinados na faina. Ao iniciar o recebimento das embarcações, a PETROBRÁS abriu concorrência convidando empresas nacionais interessadas em operá-las. A partir da carta convite emitida pela estatal entraram nesse mercado as empresas operadoras nacionais, registrando uma nova fase dentro da história do apoio marítimo no Brasil. Em dezembro de 1973, a Resolução da SUNAMAM continha a primeira menção legal ao apoio marítimo, classificando-o como navegação de cabotagem, portanto exclusiva da bandeira nacional, e desta maneira enquadrava o tráfego realizado entre a costa e as unidades estabelecidas na plataforma submarina. Essa medida lançava as bases para a nacionalização do apoio marítimo, levando em conta a relevância dessa modalidade de navegação no, contexto da Marinha Mercante Brasileira. A mesma época, a PETROBRÁS criava dentro do então DEXPRO (Departamento de Exploração e Produção), a Divisão de Transportes - DITRAN, que englobava os setores: de transporte marítimo (SETMAR), de reparos navais (SEREP) - já extinto -, e o setor de programação (SEPROT). A DITRAN foram atribuídas a gerência contratual e o controle operacional das embarcações O ano de 1974 transformou em realidade a esperança do Brasil em petróleo. Foi um marco na evolução tecnológica da exploração e produção de hidrocarbonetos, a partir da operação do navio-sonda Petrobrás II, no poço pioneiro de Garoupa, o I RJAS-9A, do qual jorrou petróleo, em águas profundas, pela primeira vez no país. Garoupa deu origem ao que hoje conhecemos como província petrolífera de Campos", com poços situados a mais de 100 quilômetros da costa, onde se perfura em lâminas d'água que variam entre 200 e 1100 metros. Navio sonda PETROBRÁS II

27 O primeiro poço perfurado na Bacia de Campos ocorreu em terra, durante o ano de 1958, junto ao farol de São Tomé (por isso a região petrolífera se tornou conhecida como Bacia de Campos). Esse poço foi estratigráfico, ou seja, realizado para se conhecer, com precisão, as camadas geológicas do solo. A seção geológica do poço perfurado em terra, indicou que as camadas mais antigas, repousando sobre o embasamento cristalino, não tinham características que favorecessem à geração de petróleo. No entanto, esta mesma seção estratigráfica indicava a possibilidade, posteriormente confirmada, de significativo espessamento da seção sedimentar em direção costa fora, onde evoluiria para condições mais favoráveis à geração e à acumulação de petróleo e gás. Assim, cresciam as expectativas de ocorrência de petróleo; pois os geólogos sabiam das possibilidades, devido ao aumento das espessuras sedimentares em direção ao mar. Essa crença veio viabilizar a exploração em alto mar na Bacia de Campos e concluir pelo sucesso da descoberta de "Garoupa". Nesse mesmo ano, surgiu a primeira empresa brasileira autorizada pela SUNAMAM a operar especificamente no apoio marítimo: a Sociedade Auxiliar da Indústria do Petróleo SATRO. Um ano após sua constituição, a Satro passou a operar o rebocador oceânico "Titan" de BHP da empresa Burgsier, de bandeira alemã, que esteve afretado à Petrobrás por um período de dois anos, tendo prestado relevantes serviços naquela fase inicial do apoio à recém-criada indústria Paralelamente ao sucesso das novas descobertas, a PETROBRÁS dava mais um passo na consolidação da frota nacional de apóio marítimo. Adquiria mais 15 embarcações entre rebocadores e lanchas para transporte, de pessoal, apresentadas no Quadro II. Encomendava também, em estaleiros nacionais, 13 embarcações de suprimento, distribuídas entre os estaleiros Estanave (7), Mac Laren (3), Inconav (3). Rebocador oceânico Titan

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