Informativo do Programa Qualidade Rio - Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro 24/06/2014

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1 Informativo do Programa Qualidade Rio - Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro 24/06/2014 Esta é a 251ª edição da Newsletter do Programa Qualidade Rio, com assuntos relacionados à Gestão pela Qualidade e Competitividade, bem como notícias importantes do Estado e do Brasil. Programa de Excelência em Gestão da Saúde lança ciclo 2014 Qualidade Rio viabiliza adesão do Centro de Tecnologia Mineral ao GesPública A maior plataforma de petróleo do mundo Planejar é a capacidade de pensar à frente Com fábrica em Resende, Nissan reforça marca no país Arco Metropolitano atrai novas empresas para o Rio Tenaris inaugura centro de pesquisa no Parque Tecnológico do Fundão Programa de Excelência em Gestão da Saúde lança ciclo 2014 A Secretaria de Estado de Saúde (SES) lançou em 25 de abril o Ciclo 2014 do Programa de Excelência em Gestão (PEG), em evento realizado no Centro Cultural da Caixa Econômica Federal. O programa, criado em 2007, tem por objetivo qualificar a gestão da SES utilizando modelos mundialmente reconhecidos que constituem a base dos programas de Melhoria Contínua da Gestão. A programação do evento, foi voltada para gestores e profissionais da área de Qualidade das unidades de saúde, incluiu palestras com experiências de sucesso de unidades da SES com programas de qualidade e uma explanação sobre as diretrizes do Programa de Excelência em Gestão do órgão, incluindo os benefícios alcançados pelas unidades de saúde desde que o projeto foi criado. A mesa foi composta pelo Dr. Marcos Musafir (Secretário de Estado de Saúde), pela Dra. Maria Manuela (Superintendente do Consórcio Brasileiro de Acreditação) e pelo Sr. Luiz Fernando Bergamini (Coordenador do Programa Qualidade Rio e GesPública RJ); o secretário Marcos Musafir, abriu o evento :. - Vejo aqui pessoas engajadas, comprometidas, querendo melhorar seus serviços. Todos precisam de processos, organização e gestão com o foco no usuário. Gestão qualificada gera economia e gera satisfação da força de trabalho e dos usuários - destacou o secretário de Estado de Saúde, Marcos Musafir. O programa O PEG visa qualificar a gestão das unidades da SES utilizando os modelos preconizados pela Fundação Nacional da Qualidade, GESPÚBLICA e os Modelos de Acreditação Internacional. O uso dessas ferramentas vem permitindo a implantação de uma cultura de melhoria contínua dos serviços, a desburocratização dos processos de trabalho e a humanização da saúde no estado. Entre as ações implementadas, está a capacitação da força de trabalho em ferramentas de gestão como Análise e Melhoria de Processos, Formação de Multiplicadores, Planejamento, Autoavaliação da gestão, Qualidade no atendimento, Gerenciamento de risco, entre outras. Desde 2007, foram capacitados pelo PEG mais de profissionais que demonstraram através de pesquisa índice de satisfação acima dos 90% com o projeto. Atualmente, 19 unidades da SES fazem parte do programa.

2 Qualidade Rio viabiliza adesão do Centro de Tecnologia Mineral ao GesPública O coordenador do Programa Qualidade Rio, Luiz Fernando Bergamini, fez palestra sobre o GesPública no Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação situada na Ilha da Cidade Universitária. Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização, o GesPública está sob a responsabilidade do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e é operacionalizado no território fluminense pelo PQR. Durante o evento no Cetem, o diretor da instituição de pesquisa, Fernando Antônio Freitas Lins assinou, com intermediação do coordenador do PQR, o termo de adesão do centro ao GesPública. Ainda no encontro, foi enfatizada a importância da implantação da Carta ao Cidadão (documento elaborado por uma organização pública que visa informar aos cidadãos quais os serviços prestados por ela, como acessar e obter esses serviços e quais são os compromissos de atendimento estabelecidos). A maior plataforma de petróleo do mundo Troll A é uma plataforma em alto mar de gás natural, localizada no campo de gás Troll, na costa oeste da Noruega. É a mais alta construção que já foi transferida para outra posição, em relação à superfície da Terra. Está entre os projetos de engenharia maiores e mais complexos da história. Em 1996, a plataforma foi considerada pelo Guinness World Record como a maior plataforma de gás offshore. Troll A foi construída por empreiteiros noruegueses para Norske Shell, com início de construção de base em julho de A base e a plataforma foram construídas separadamente, e juntaram-se em 1995, enquanto que a base foi parcialmente submersa. A plataforma Troll foi rebocada mais de 200 km de Cubas, na parte norte de Rogaland, para o campo de Troll, 80 km a noroeste de Bergen. O transporte levou 7 dias para ser concluído. A Troll A tem uma altura total de 472 metros, pesa toneladas (1,2 milhões de toneladas, com lastro) e tem a distinção de ser a estrutura mais alta transportada pelo homem. A plataforma fica a 303 metros abaixo da superfície do mar com pernas cilíndricas de concreto. As paredes da Troll A é pés tem mais de 1 metro de espessura. Este tipo de projeto foi escolhido devido às duras condições climáticas do Mar da Noruega, como gelo, ventos fortes e gelados, e ondas monstruosas. A sua construção e instalação, demandou custos de 16 bilhões de dólares. Elaborado nos anos 90, é até então o maior projeto da indústria do petróleo. Veja abaixo alguns dos dados fantásticos desta estrutura; A maior construção já movimentada de um ponto a outro do planeta. Um dos maiores e mais complexos projetos da engenharia moderna. A quantidade de aço utilizada equivale a 14 Torres Eiffel, 100 mil toneladas de aço, e 245 mil metros cúbicos de concreto.

3 A Troll A esta à 303 metros de profundidade, e para estabiliza-la, esta afundada no leito marinho 35 metros enterrada no fundo. Ela tem a altura de 472 metros. Tem um peso de 656 mil toneladas. Para se deslocar do convés principal até sua base no fundo o elevador gasta 9 minutos. As paredes das colunas tem 1 metro de espessura de concreto. É a maior plataforma offshore existente. Durante a construção dela, 2000 mil operários trabalharam dia e noite, durante 4 anos. Planejar é a capacidade de pensar à frente Planejar significa discriminar o que vem primeiro e o que vem depois: causa e efeito. E envolve escolhas. Escolhas são livres, mas cada tem o seu custo. Esse custo, porém, às vezes só é cobrado no longo prazo, dificultando assim sua total ciência à ocasião de sua escolha. Pois assim é no setor elétrico brasileiro. Um setor no qual as escolhas que vêm sendo feitas ao longo deste século trarão impactos significativos tanto sobre o preço da energia como sobre a segurança de seu suprimento. A escolha de expandir a matriz elétrica brasileira, sustentada sobremaneira em hidrelétricas na região Norte, busca manter o Brasil em uma posição de vanguarda no que tange à geração elétrica a partir de fontes renováveis. No entanto, um olhar mais atento às características e à localização dessas usinas pode reservar surpresas, implicando na redução da participação da geração hidráulica na matriz. Esse fenômeno se deve principalmente a dois fatores. O primeiro reside no fato de que a região Norte possui um relevo de

4 planície, o que oferece condições muito limitadas à construção de grandes reservatórios. Dessa forma, as usinas lá instaladas deverão operar com reservatórios do tipo fio d água. O segundo fator está no regime irregular das vazões dos rios no Norte, que concentram cerca de 80% de sua vazão no primeiro semestre. Uma implicação dessa irregularidade está no maior acionamento de termelétricas nos meses de estiagem. Uma consequência direta da baixa capacidade de regularização das novas hidrelétricas é o aumento da emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) oriundo da geração térmica. Outra é a elevação do custo da eletricidade. Um reflexo disso já se materializa no novo sistema de bandeiras tarifarias. Em fase de teste, o sistema modificará a forma de repasse dos custos do despacho térmico adicional para os consumidores finais. É neste contexto que repensar a matriz energética que o país está construindo faz todo o sentido. Diante da crescente participação da geração térmica na matriz, cumpre ponderar quais fontes devem sustentar esse aumento. O gás natural desponta como o combustível fóssil menos poluente e de menor custo. Mas existem empecilhos para que o país possa consumir esse energético de forma ampla. Para encontrar o ponto de equilíbrio entre segurança energética, modicidade tarifaria e proteção ambiental, é necessário ter em mente perguntas que se colocam agora e que dizem respeito ao que o país está disposto a aceitar e a abrir mão. Sem duvida, competitividade e desenvolvimento econômico sustentável são os parâmetros que devem guiar a construção da política energética nacional. Com fábrica em Resende, Nissan reforça marca no país. Montadora japonesa pretende atingir 5% do mercado nacional de automóveis em 2016 Com a inauguração da primeira fábrica no país, em Resende, a montadora japonesa Nissan dá um importante passo para consolidar sua marca no Brasil. Ao contrário do que ocorre em outros países, aqui a empresa concentra sua produção em poucos veículos, cinco no total. O presidente da Nissan do Brasil, François Dossa, em visita aos jornais O DIA e Brasil Econômico, disse que um dos objetivos da montadora é conquistar no país 3% do mercado nacional ainda este ano, 4% e 5% em 2015 e 2016, respectivamente. Não pensamos efetivamente em Com o início das operações da fábrica em Resende, olhamos 20 anos à frente. O mercado brasileiro hoje está estabilizado, mas acreditamos que a economia vai crescer. E o mercado automotivo pode dobrar nos próximos dez anos, avaliou o executivo. O aumento no volume de vendas, segundo o presidente da Nissan, se dará em novos mercados, fora das grandes cidades brasileiras. Há muito o que crescer fora do eixo Rio-São Paulo. Novas cidades do interior do país são potenciais. A região Nordeste é uma delas, destacou. A Nissan investiu R$ 2,6 bilhões na implantação da fábrica de Resende, para produzir os novos modelos dos veículos March e Versa, que não eram montados no Brasil. Tudo que era vendido aqui vinha importado do México. A nova fábrica terá capacidade para produzir 200 mil veículos por ano. Das dez montadoras que se instalam no país, certamente o investimento da Nissan é o maior. Porém, a fábrica traz uma mecanização própria, garantindo a qualidade do produto final. Apesar do investimento alto, teremos retorno em outras frentes, como um pós-venda com menos problema e até de marketing, afirmou. Junto com a inauguração da planta fabril, entra em ação o parque de fornecedores da Nissan, que já conta com cinco novas empresas, todas de origem japonesa. São eles Tachi-S, fabricante de bancos; Yorozu, fornecedora de suspensão; Kinugawa, borrachas de vedação; CalsonicKansei, cockpit; e Mitsui Steel, chaparia. Mas François Dossa também aposta na nacionalização dos componentes dos veículos produzidos aqui. Segundo ele, até 2016, 80% dos componentes serão locais, muito por conta do Inovar-Auto, programa do governo de incentivo à inovação e produção, e da própria alta do dólar. Boa parte da importação de peças se dará mais em itens eletrônicos, acrescentou o executivo. Polo automotivo da região motivou escolha da cidade. De acordo com François Dossa, a escolha de Resende ocorreu em função da proximidade do município com os portos do Rio e de Janeiro e de Itaguaí. Além disso, a própria Região Sul Fluminense possui hoje um polo automotivo no país, onde já se encontram as instalações da PSA Peugeot Citroën, Man

5 Latin America (de caminhões da Volkswagen), Michelin e a Hyundai Máquinas Pesadas. A montadora inglesa Land Rover também anunciou que se instalará na região. Além da logística, é interessante estar com outras montadoras, por conta da mão de obra local e das fornecedoras especializadas, diz o presidente da Nissan do Brasil. Empresa investe em escola infantil. Além da geração de 2 mil empregos, quando a fábrica começar a operar em abril, a Nissan do Brasil também investe em melhorias na cidade de Resende. Por meio do seu instituto de responsabilidade social, a montadora está construindo escola de Educação Infantil para 170 crianças de até seis anos de idade. Temos uma preocupação muito grande com o crescimento da cidade, que aumentará muito a população nos próximos 5 anos. Investir em educação é uma contribuição importante, afirma Dossa. Segundo ele, Resende passa por uma transformação e são necessários mais investimentos em todos os setores da economia: comércio, serviços, hotelaria, restaurantes, hospitais. É preciso ter mais professores e médicos. Só há um shopping na cidade, acrescenta o executivo da Nissan. Arco Metropolitano atrai novas empresas para o Rio A poucos meses de sua inauguração, o Arco Metropolitano vem atraindo novos investimentos, que vem se somar a quase R$ 60 bilhões já anunciados em empreendimentos ao longo ou no entorno dos 145 quilômetros de sua extensão. Com investimentos de R$ 500 milhões, a Bunge do Brasil empresa que atua na área de alimentos e agronegócios vai construir em Duque de Caxias seu novo moinho, que receberá as atividades hoje concentradas na região portuária do Rio e ainda uma expansão das atividades que o tornarão o mais avançado sistema de moinhos da América Latina. A expectativa é de geração de empregos. Também em Duque de Caxias ficará a nova fábrica de propulsores e equipamentos navais que a Rolls Royce vai instalar no Estado do Rio. A unidade vai receber R$ 80 milhões de investimentos e vem se somar ao empreendimento de R$ 200 milhões que a empresa está construindo em Santa Cruz. A empresa também já inaugurou um moderno Centro de Treinamento Marítimo (CT), em Niterói, onde foram investidos R$ 8,4 milhões. É o primeiro Centro de Treinamento do tipo na América do Sul e o quarto do grupo no mundo. - Sem dúvida nenhuma que a construção do Arco Metropiltano, e as vantagens de ficar às margens de uma via expressa ligada ao corredor da Via Dutra, principal centro consumidor do País, é estimulante para todos os empreendedores que vem demonstrando interesse em se instalar na região avalia o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno. O secretário destaca ainda que o Arco Metropolitano, que vai ligar Itaboraí a Itaguaí, será fundamental para desafogar o tráfego na região, facilitar o acesso das cargas ao porto de Itaguaí, além de reduzir o tempo de movimentação e custo com transporte de produtos no Estado. Além disso, 72 quilômetros do trajeto estão situados em áreas com baixa densidade demográfica, o que viabilizará a utilização de grandes áreas livres para novos empreendimentos. Os principais municípios impactados pelo Arco Metropolitano foram divididos em três áreas e a primeira concentra Itaguaí, Queimados, Japeri, Paracambi e Seropédica. Considerando apenas as empresas que se beneficiaram da Lei 5636 a chamada Lei Cabral, que estendeu os benefícios de redução do ICMS de 19% para 2% para alguns municípios da região Metropolitana já são 2 mil empregos gerados com R$ 280 milhões em investimentos anunciados para os municípios enquadrados (Japeri, Paracambi e Queimados), sem considerar investimentos ainda não enquadrados na Lei ou aqueles que ficam de fora deste benefício. Já Itaguaí é considerado o principal foco dos grandes investimentos por causa do porto instalado no município. Entre os projetos elencados para a cidade, destacam-se os destinados a terminais portuários, como da Petrobras (R$ 8,3 bilhões), Gerdau (R$ 2 bilhões), CSN (R$ 3,7 bilhões) e da Usiminas (R$ 1 bilhão), além da construção do estaleiro da Marinha, com aporte de R$ 5 bilhões.

6 De olho nas oportunidades que deverão vir ainda por conta do Arco Metropolitano para a região nos próximos anos, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico coordena um grupo que visa identificar área em potencial para a instalação de novos distritos industriais. Com o apoio das administrações municipais, a Companhia de Desenvolvimento Industrial (Codin) já recebeu a indicação de áreas num total de 58 quilômetros quadrados ao longo do Arco Metropolitano. A avaliação técnica indicará quais áreas poderão ser disponibilizadas para novos empreendimentos no curto, médio e longo prazo. Saiba mais deste projeto clicando neste link: Tenaris inaugura centro de pesquisa no Parque Tecnológico do Fundão Após 17 meses de obras nas quais trabalharam 480 operários, a Tenaris inaugurou hoje (15) o seu Centro de P & D no Parque Tecnológico do Rio de Janeiro. A empresa de origem italiana investiu US$ 39 milhões para instalar o seu quinto centro de Pesquisa e Desenvolvimento no mundo na capital fluminense, que agora estará tecnologicamente integrada aos pesquisadores da Argentina, México, Itália e Japão. Dos 20 centros de pesquisa internacionais que se instalaram no País nos últimos cinco anos, 18 escolheram o Rio. O Parque tem apoio do governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento do Rio de Janeiro, que participa do Conselho Consultivo. O superintendente de competitividade de Sedeis, Sérgio Teixeira, participou da solenidade representando o secretário Julio Bueno. Essa é a primeira etapa desse investimento em tecnologia que a Tenaris está fazendo no Brasil. A expectativa é que esse investimento venha a ser ainda maior, disse o diretor do Centro de P & D, Marcio Marques. Nosso compromisso com o Brasil é de longo prazo, completou o presidente mundial da empresa, Paolo Rocca. Inaugurar esse centro é um marco muito importante na trajetória de inovação da Tenaris, completou. O secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro, Júlio Bueno, destaca que o novo centro confirma o Estado como o principal polo brasileiro de inovação tecnológica. "Acreditamos na estratégia do desenvolvimento do Rio para além do petróleo e as duas prioridades, nessa linha, são a indústria de transformação e a indústria do conhecimento. A primeira, estamos garantindo com a formação do polo automotivo e com a atração de indústrias de alimentos, plásticos, cosméticos, entre outros. Já esse centro de pesquisas da Tenaris faz parte dessa segunda linha estratégica, que vem resultando em muito sucesso, considerando que, dos 20 centros de conhecimento internacionais que vieram para o Brasil nos últimos cinco anos, 18 escolheram o Rio", sublinhou. Instalado em um terreno de 4 mil metros quadrados, com quase 3 mil metros quadrados de área construída, o Centro de P & D desenvolverá pesquisas nas áreas de mecânica aplicada, metalurgia e tecnologia de soldagem e revestimentos. As atividades também devem abranger segmentos como mineração, nuclear, automotivo e de tubos industriais para o mercado de construção civil. Os desafios do pré-sal e a necessidade de inovação para a exploração em águas profundas, entretanto, deverão priorizar as atenções, segundo admitiu Rocca. O pré-sal é um dos ambientes offshore mais desafiadores do mundo e, para enfrentar isso, é preciso muita tecnologia. Teremos no Rio de Janeiro máquinas de última geração para pesquisa de equipamentos, disse. Segundo ele, a máquina de teste final de pressão e temperatura instalada no centro é única no mundo. O presidente da Tenaris explicou que 40 profissionais de alto nível técnico vão trabalhar no centro do Rio, integrados a

7 uma rede de 200 profissionais que inclui os demais centros instalados em outros países. Ele lembrou que, mesmo antes da instalação do centro, a empresa já vinha desenvolvendo tecnologia no País, em parceria com a Petrobras. O diretor do Parque Tecnológico, Maurício Guedes, disse que o parque há 10 anos aplica no Brasil o conceito de inovação aberta, através do qual as soluções inovadoras não são restritas a empresas, que compreendem que devem se relacionar com universidades, fornecedores e institutos de pesquisa. Essa inauguração faz parte de uma safra de inaugurações, cujos primeiros dados foram dados pela Petrobras, que estimulou que as empresas não fossem apenas seus fornecedores, mas também desenvolvessem pesquisas no País, disse. Programa Qualidade Rio Avenida Rio Branco, º andar Centro/RJ CEP: Tel.: (21) / 6102 / 6126 Fax: (21) Site: Facebook: Twitter:

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