ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE EM PLATAFORMAS MARÍTIMAS DE PETRÓLEO

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1 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE EM PLATAFORMAS MARÍTIMAS DE PETRÓLEO AUTOR: ALBERTO DE CAMPOS MELLO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DO M.B.E-12 / COPPE JULHO / 2005

2 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG RESUMO DO TEXTO INTRODUÇÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS OBJETIVO RESPOSTA A EMERGÊNCIA Detecção do Incidente Implantação do Alarme Alarme Geral da Plataforma Alarme de preparar para abandono da plataforma Alarme de Gás (combustível ou gás tóico) Avaliação do incidente e ativação da Resposta a Emergência Acesso e saída dos Pontos de Reunião Pontos de Reunião Evacuação Escape Recuperação e Salvamento PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA Introdução Organização Treinamento Eercícios Práticos Treinamento da segurança em emergências Objetivos Aplicação Definições Tipos de Treinamento Treinamento de Especialistas DESCRIÇÃO DE SISTEMAS E DA FILOSOFIA DE EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE Filosofia da Evacuação, Escape e Resgate (EER) Sistemas Essenciais Informação ao Público / Sistema de Alarme...25

3 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG Iluminação de Emergência Rotas de Fuga Áreas de Reunião Refúgio Temporário (TR Temporary Refuge) Facilidades de Evacuação Facilidades de Resgate / Recuperação Comunicação de Emergência Geração Emergencial de Energia AVALIAÇÃO DO TEMPO DE EVACUAÇÃO Por Aproimação Detecção do Incidente e Inicio do Alarme Pessoal deiando o local de trabalho, passando pelo camarote (colocando o colete salva-vida / equipamento de sobrevivência) e deslocando-se para as Áreas de Reunião Checagem no Ponto de Reunião Acionamento da Equipe de Emergência Movimentação para o Ponto de Embarque Embarque e Abaiamento do Barco de Salvamento Rígido Tempo Total de Evacuação Tempo Requerido de Resistência do Refúgio Temporário AVALIAÇÃO DO IMPACTO DO ACIDENTE NOS SISTEMAS DE EER Sistemas Críticos e Situações que Causam Impedimento Critérios de Segurança para os Impedimentos das Rotas de Fuga Critérios de Segurança para os Impedimentos do Refúgio Temporário Critérios de Segurança para os Impedimentos nos Meios de Evacuação Simulação de Eventos com Acidentes Representativos CONCLUSÕES:...45 ANEXO 1.0 PROCESSO ESQUEMÁTICO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA ANEXO 2.0 RECOMENDAÇÃO PARA O PLANO DE TREINAMENTO TREINAMENTO ESPECÍFICO NA INSTALAÇÃO TREINAMENTO ESPECIALIZADO... 50

4 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG RESUMO DO TEXTO A Resolução 293 do Conselho Nacional do Meio Ambiente considera a necessidade de serem estabelecidas estratégias de prevenção e gestão dos impactos ambientais gerados por plataformas; considerando os graves acidentes de derramamento de óleo ocorridos no País e a urgência para o estabelecimento de diretrizes e procedimentos eficazes nas ações de resposta a incidentes de poluição por óleo nas plataformas. A montagem do Plano de Emergência deve ser parte integrante do sistema de administração conjunto onshore e offshore. Este sistema deve incluir todos aqueles outros que são esperados para fornecerem serviços ou suporte no caso da ocorrência de uma emergência envolvendo a instalação. O desenvolvimento da análise da evacuação, escape e resgate podem ser vistas como o ponto mais elevado da pesquisa e desenvolvimento das atividades que ganharam espaço desde os desastres ocorridos em plataformas marítimas. O desenvolvimento de normas para uso de equipamentos de segurança individual, coletes salva-vidas e mecanismos de lançamento de barcos de salvamento da plataforma com ênfase na segurança e administração do risco, estão levando a melhorias contínuas na segurança das pessoas e ao meio ambiente nas operações das plataformas marítimas de petróleo. A análise da evacuação, escape e resgate numa plataforma marítima de petróleo com estabelecimento de um plano de resposta a emergência, usado para salvaguardar o meio ambiente e a segurança das pessoas que estão na instalação ou em sua vizinhança, no evento de um incidente não planejado que tenha potencial de causar dano. Este documento engloba trabalhos elaborados desde a detecção do incidente, de modo a reduzir os riscos as pessoas e ao meio ambiente para o nível equivalente a aqueles eperimentados sob condições normais operacionais, seguindo também normas e recomendações do ISO e do ISO 15544:2000(E).

5 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG 4 Adicionalmente a providência para utilização de equipamentos para facilitar a eecução dessas seqüências, é necessário um planejamento claro e compreensível para garantir o Plano de Resposta a Emergência. Considera-se que os princípios baseados em cada uma destas etapas da seqüência de Resposta a Emergência, venham junto com o gerenciamento e regras de procedimentos essenciais para sua efetiva eecução. As etapas consideradas pelo estudo incluem: Detecção do incidente. Implantação do alarme. Avaliação do incidente e ativação da Resposta a Emergência. Acesso e saída dos Pontos de Reunião. Pontos de Reunião. Saída dos Pontos de Reunião. Evacuação. Escape. Recuperação e salvamento. Local de segurança. Um plano deverá cobrir todos os estágios de uma Resposta a Emergência desde a detecção até seu término, onde as pessoas deverão estar localizadas em local seguro, garantindo também a integração com as instalações de terra (onshore), que serão solicitadas e deverão fazer parte do plano. Todas as pessoas envolvidas com tarefas específicas durante uma emergência devem ser competentes para eecutar estas tarefas, inclusive a operação de equipamentos específicos

6 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG 5 fornecidos para emergências, onde trabalhadores de empresas contratadas também devem ser treinados com capacitação de reagirem conforme as tarefas determinadas. Todo o pessoal da plataforma deverá praticar o plano de resposta à emergência, devendo assegurar que um empregado direto ou um funcionário contratado estejam aptos e perfeitamente familiarizados com as tarefas necessárias durante uma emergência. Os eercícios práticos deverão ter como objetivo o seguinte: Fornecimento de eperiência prática para todo o pessoal; Testar todos os aspectos do plano com eercícios que envolvam incidentes individuais. Eercícios e casos práticos na instalação, citados no plano de resposta a emergência. Testar os procedimentos para atendimento de emergências tais como em tubulações (pipelines), com mergulhadores, etc. Avaliar a competência dos indivíduos e dos grupos. Programas de treinamento têm a intenção de assegurar a segurança das pessoas, a integridade das instalações e a proteção do meio ambiente. Os objetivos do programa de treinamento de segurança são: Fornecer ao pessoal conhecimento prático dos perigos e como evitá-los, e ainda as necessidades para cumprimento utilizando precauções seguras. Providenciar uma efetiva resposta do pessoal num evento de emergência. Transmitir a confiança nos equipamentos e nos procedimentos, desenvolvendo as habilidades para reação nas situações de emergência. Assegurar-se que esta habilidade e conhecimento, uma vez alcançada, seja mantida a um certo nível, levando sempre em conta novos procedimentos, técnicas e equipamentos aplicáveis a instalações da plataforma.

7 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG 6 Na eventualidade de um alarme na plataforma todo pessoal deverá liberar-se de seu local de trabalho e deslocar-se, caso possível, para o local designado de reunião no abrigo temporário. A filosofia da EER será baseada na separação das pessoas essenciais e não essenciais da plataforma. Uma vez nas áreas de reunião, o pessoal deverá aguardar instruções do Chefe da Plataforma e dependendo da severidade e da localização do incidente, bem como das condições meteorológicas, o Chefe da Plataforma irá decidir da necessidade ou não de evacuação. Os sistemas essenciais para EER são: Informação ao Público / Sistema de Alarme; Iluminação de Emergência; Rotas de Fuga; Áreas de Reunião; Refúgio Temporário; Facilidades de Evacuação; Facilidades de Resgate / Recuperação; Comunicação de Emergência; Geração Emergencial de Energia. Estimaremos o tempo gasto para a evacuação de uma plataforma por barco de salvamento rígido e as implicações deste tempo comparado com o tempo máimo de resistência definido para o Refúgio Temporário. A sequência de evacuação pode ser dividida por um número de etapas como se segue: Detecção do incidente e inicio do alarme; Pessoal deiando o local de trabalho, passando pelo camarote (colocando o colete salva-vida / equipamento de sobrevivência) e deslocando-se para as Áreas de Reunião;

8 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG 7 Checagem no Ponto de Reunião; Acionamento da Equipe de Emergência; Movimentação para o Ponto de Embarque; Embarque e Abaiamento do Barco de Salvamento Rígido. O tempo total requerido para evacuação de todo o pessoal da plataforma pelos barcos de salvamento rígidos, será então a soma dos tempos parciais das etapas acima consideradas, levando-se em conta as duas situações estipuladas que foram com as rotas de fuga livres e parcialmente impedidas. O tempo máimo a ser considerado pela equipe de emergência realizar esta operação deverá ser de 60 minutos.este é de fato o tempo máimo de resistência da plataforma considerado no projeto. Deverão ser verificadas as seguranças das funções que estarão sendo submetidas a condições representativas durante o acidente. Estas funções são caracterizadas pelas seguintes categorias: Rotas de fuga para o Refúgio Temporário / Pontos de Reunião; O Refúgio Temporário e suas áreas de reunião; O Sistema de Evacuação Primário, ou seja, os barcos de salvamento rígidos e seus pontos de embarque. Temos de considerar também os meios de escape diretamente para o mar, tais como, balsas infláveis, bóias e escadas, que seriam utilizados pelo pessoal somente quando os meios de evacuação primário estiverem indisponíveis, e ainda considerar o caso de resgate no mar. A liberação acidental de hidrocarbonetos é considerada o evento mais grave que ocorrerá na instalação da plataforma. Então o alarme deverá ser disparado automaticamente pelo sistema de detecção de gás ou incêndio ou então diretamente pelo operadores com a utilização de sistema manual.

9 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG 8 As conseqüências destas liberações são consideradas detalhadamente nas simulações de incêndio, eplosão e dispersão de gases e fumaça, realizadas através de modelos computacionais desenvolvidos especialmente para estas simulações, levando em consideração diversos cenários de incêndio. Eistem no mercado diversos softwares que eecutam estas simulações, devendo ser utilizados para verificação dos impedimentos ao longo das rotas de fuga, nas instalações das acomodações e nas estações de embarque dos barcos rígidos de salvamento, partindo de diversos pontos cotados na planta e fornecidos como dados de entrada ao programa, que serão considerados nesta avaliação, tendo como objetivo o cálculo da radiação em cada um desses pontos. A partir desta informação procederemos à análise para verificar se eistem impedimentos nas rotas de fuga, nas acomodações ou nas estações de embarque. Os estudos desenvolvidos durante a análise da evacuação, escape e resgate em plataformas marítimas de petróleo deverão seguir conforme as etapas consideradas neste estudo, de modo a avaliar as condições de escape, permitindo uma evacuação com segurança para as pessoas que trabalham na plataforma, verificando as condições das rotas de fuga, do Refúgio temporário e dos barcos rígidos de salvamento. O treinamento para a resposta a emergência é uma etapa fundamental para a contribuição da segurança das pessoas da plataforma, especialmente da equipe de emergência mobilizada para a operação e supervisão dos equipamentos utilizados durante a evacuação. A ênfase dada à segurança e ao meio ambiente está permitindo um planejamento e controle dos diversos projetos de uma plataforma, de modo avaliar continuamente para que todos os processos estejam segundo as normas de segurança e com isso venham a proteger o meio ambiente, avaliando os efeitos dos incidentes de poluição por derramamento de óleo sobre a segurança da vida humana e ao meio ambiente nas áreas passíveis de serem atingidas por estes incidentes.

10 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG INTRODUÇÃO De acordo com a Resolução 293 do Conselho Nacional do Meio Ambiente, considerando a necessidade de serem estabelecidas estratégias de prevenção e gestão dos impactos ambientais gerados por plataformas; considerando os graves acidentes de derramamento de óleo ocorridos no País e a urgência para o estabelecimento de diretrizes e procedimentos eficazes nas ações de resposta a incidentes de poluição por óleo nas plataformas; considerando a necessidade de serem estabelecidas diretrizes para elaboração do Plano de Emergência Individual, o Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA resolve que as plataformas deverão dispor de Plano de Emergência Individual, cujos documentos deverão conter as informações e descrição dos procedimentos de resposta da instalação a um incidente de poluição. Uma emergência inclui algum inesperado evento de qualquer natureza com potencial para causar dano e que pode requerer a evacuação, escape e resgate de uma ou mais pessoas de uma plataforma marítima de petróleo ou relacionada com atividades em sua vizinhança. O Plano de Emergência Individual abrange ações de resposta para o maior acidente potencial e alguns incidentes menores, tais como, pessoas que caem no mar, doenças ou ferimentos em pessoas que necessitam de urgente evacuação da plataforma para tratamento médico ou recuperação. O Plano de Emergência Individual inclui o planejamento, procedimentos e aspectos organizacionais para a administração da emergência. Como um sistema integrado, providencia a adequada resposta ao incidente ocorrido na plataforma ou em sua vizinhança. A montagem do Plano de Emergência deve ser parte integrante do sistema de administração conjunto onshore e offshore. Este sistema deve incluir todos aqueles outros que são esperados para fornecerem serviços ou suporte no caso da ocorrência de uma emergência envolvendo a instalação.

11 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG 10 O desenvolvimento da análise da evacuação, escape e resgate podem ser vistas como o ponto mais elevado da pesquisa e desenvolvimento das atividades que ganharam espaço desde os desastres ocorridos em plataformas marítimas. O desenvolvimento de normas para uso de equipamentos de segurança individual, coletes salva-vidas e mecanismos de lançamento de barcos de salvamento da plataforma com ênfase na segurança e administração do risco, estão levando a melhorias contínuas na segurança das pessoas e ao meio ambiente nas operações das plataformas marítimas de petróleo. 3.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 3.1 SOLAS Convention for the Safety of Life at Sea MODU CODE Code for the construction and Equipment of Mobile Offshore Drilling Units. 3.3 MARPOL International Convention for the Prevention of Maritime Oil Pollution from ships. 3.4 NORMAN Regulamentos Aplicáveis da Autoridade Marítima Brasileira. 3.5 ISO International Organization for Standardization 3.6 ISO Petroleum and Natural Gas Industries Control and Mitigation of Fires and Eplosions on Offshore Production installations. 3.7 ISO 15544:2000(E) - Petroleum and Natural Gas Industries Offshore Production 3.8 Installations Requirements and Guidelines for Emergency Response 3.9 Canadian Offshore Petroleum Installations Escape, Evacuation and Rescue (EER) Performance-Based Standars (PBS)-Transportation Development Center, February 10, CMPT (Center of Marine and Petroleum Technology),A Guide to Quantitative Risk Assessment of Offshore Installation,1999.

12 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG FPE (Society of Fire Protection Engineers) Handbook on Fire Protection Engineering, 2 nd Edition. NFPA Filosofia de Segurança para Instalações Marítimas de Produção PETROBRÁS ET PCI Guidelines for Offshore Emergency Management Australian Petroleum Production & Eploration Association Limited 3.14 Shah Deniz Gas Eport Project - Evacuation, Escape and Rescue Analysis, Eecute Phase, Electrowatt - Ekono, October SPE Handbook of Fire Protection Engineering-NFPA / Society of Fire Protection Engineers 4.0 OBJETIVO Este relatório visa à análise da evacuação, escape e resgate numa plataforma marítima de petróleo com estabelecimento de um plano de resposta a emergência, usado para salvaguardar o meio ambiente e a segurança das pessoas que estão na instalação ou em sua vizinhança, no evento de um incidente não planejado que tenha potencial de causar dano. Este documento engloba trabalhos elaborados desde a detecção do incidente, de modo a reduzir os riscos as pessoas e ao meio ambiente para o nível equivalente a aqueles eperimentados sob condições normais operacionais, seguindo também normas e recomendações do ISO e do ISO 15544:2000(E). Deverá também ser realizada em trabalho complementar, uma Avaliação de Risco Ambiental, constando na fase de Projeto Básico de uma Análise Preliminar de Perigos (APP) voltada para os danos ao meio ambiente, e na fase de Projeto Eecutivo de uma Avaliação de Riscos Ambientais (ARA), que contemple no mínimo a frequência de grandes vazamentos em corpos receptores e as consequências associadas, utilizando modelos de dispersão.

13 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG RESPOSTA A EMERGÊNCIA Um eemplo genérico da Resposta a Emergência é mostrado esquematicamente na figura do Aneo 1.0, consistindo de um número de elementos chaves ou etapas que em termos ideais deveriam ser percorridos, dependendo da natureza do incidente e a maneira que se desenvolve. Adicionalmente as providências para utilização de equipamentos para facilitar a eecução dessas seqüências, é necessário um planejamento claro e compreensível para garantir o Plano de Resposta a Emergência. Considera-se que os princípios baseados em cada uma destas etapas da seqüência de Resposta a Emergência, venham junto com o gerenciamento e regras de procedimentos essenciais para sua efetiva eecução. As etapas mostradas no Aneo 1.0 incluem: Detecção do incidente. Implantação do alarme. Avaliação do incidente e ativação da Resposta a Emergência. Acesso e saída dos Pontos de Reunião. Pontos de Reunião. Saída dos Pontos de Reunião. Evacuação. Escape. Recuperação e salvamento. Local de segurança.

14 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG 13 A natureza da emergência e como ela se desenvolve, irá determinar a seqüência apropriada das atividades de Resposta a Emergência, devendo ser igualmente incluídos como parte dos arranjos: Preparação para as emergências. Planejamento da emergência. Sistemas de Comunicação. 5.1 Detecção do Incidente Os meios de detecção podem variar de um compleo sistema automático que monitora continuamente a ocorrência de um incidente, para procedimentos operacionais que informam ao pessoal às ações que devem ser eecutadas nas ocorrências, tais como, por eemplo, arranjos para observação de incêndio em certas operações de trabalho com altas temperaturas e também procedimentos de homem ao mar. A velocidade com que o sistema de detecção pode responder ao incidente deve ser proporcional à velocidade com que o incidente pode alastrar-se. Então, para eventos que possam desenvolver-se rapidamente para um grande acidente, na ausência de uma ação de controle com sucesso, será apropriado instalar-se um plano contínuo de monitoramento. Para o desenvolvimento mais vagaroso de emergências, o monitoramento periódico é suficiente. O sistema de detecção pode ser mantido adequadamente e arranjos devem ser feitos para situações onde todo ou parte do sistema de detecção não está disponível, tais como durante a manutenção. O sistema de detecção deve por si só prover informações suficientes da natureza e localização do incidente, permitindo apropriada resposta do Plano de Resposta a Emergência.

15 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG Implantação do Alarme Prosseguindo na detecção de um incidente, é necessário que alarmes sejam implantados de modo a assegurar que todas as pessoas sejam alertadas a tempo, assegurando a performance das atividades delegadas no Plano de Resposta a Emergência. Estas atividades podem variar na escala, desde estar a salvo no Ponto de Reunião em locais pré-determinados, até a determinação da natureza do incidente, decidindo qual a subseqüente parte do Plano que deve ser eecutado. O tipo e localização dos alarmes devem ser determinados pelas características e severidade dos incidentes que os acionarão, decidindo qual será o tipo de alarme apropriado e onde deverão estar localizados. Cálculos devem ser efetuados para definir o meio no qual eles são esperados para acionamento, a velocidade de propagação do incidente e a provável distribuição das pessoas na instalação. Os alarmes devem incluir sinais audíveis e visuais, bem como sistemas de comunicação com auilio de auto-falantes. Em locais remotos e com pouca freqüência os procedimentos devem-se estar bem claro para que sejam passadas as informações para as pessoas certas no caso da detecção de um incidente. Atenção especial deve ser tomada para garantir que os alarmes estejam implantados em locais onde as pessoas se localizem, para que possam iniciar os controles e as medidas mitigadoras adequadas. O sistema de alarme deve fornecer um claro e bem distinto sinal de alerta para reação das pessoas a bordo da instalação nas seguintes situações:

16 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG Alarme Geral da Plataforma Usado para alertar todas as pessoas que um evento não planejado está ocorrendo ou está para acontecer, levando a paralisação de todos os trabalhos e o pessoal deverá deslocar-se para o Ponto de Reunião. O anúncio associado com este alarme deve indicar o tipo de evento que está ocorrendo e as ações necessárias que deverão ser tomadas. Este alarme será acionado nas seguintes oportunidades: Vazamento significativo de hidrocarboneto. Condições de incêndio ou eplosão. Homem ao mar. Colisão potencial. Incidente com helicóptero. Instrução do comandante chefe da plataforma Alarme de preparar para abandono da plataforma Este alarme deve emitir sinal audível e ser acompanhado por sinal visual (por eemplo, luz vermelha contínua ). Este alarme alerta o pessoal que um grave evento ocorreu e a evacuação pode ser necessária. O pessoal deve dirigir-se para os Pontos de Reunião designados Alarme de Gás (combustível ou gás tóico) Quando necessário este alarme deve emitir um sinal audível e deve ser acompanhado de sinal visual (por eemplo, luz vermelha piscando). Este alarme deve distinguir entre a descarga de gás tóico e dos eventos que levam ao alarme geral. Tipicamente estas

17 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG 16 ocorrências são confinadas em áreas limitadas da instalação e estes alarmes serão separados para o alerta do pessoal para o problema específico. As ações desencadeadas por este alarme devem estar detalhadas nos locais específicos e também nos cartões de instruções de emergência. 5.3 Avaliação do incidente e ativação da Resposta a Emergência Para alguns incidentes bem definidos, por eemplo, homem ao mar, pode ser suficiente eistirem instruções preparadas para a reação imediata ao incidente. Para outros tipos de incidentes, particularmente para aqueles que podem escalar rapidamente, será desejável implantar um sistema de detecção para que ele mesmo possa ativar os estágios iniciais de resposta, por eemplo, a ação de um controle automático num sistema monitorado poderá também ativar o alarme geral, dependendo é claro do tipo de incidente e a maneira com que este se desenvolve. Os aspectos essenciais que contribuem para o sucesso da ativação da resposta são: Planejamento claro da emergência. Identificação clara das responsabilidades para a tomada de decisão. Linha clara de comando e controle. Competência para aqueles com responsabilidades de decisões, baseada no conhecimento, eperiência, treinamento e prática. Preparo adequado no caso de pessoas chaves ficarem indisponíveis. Comunicação efetiva providenciando informação suficiente para tomada de decisão, assegurando que todo o pessoal está adequadamente informado para as ações que deverão ser tomadas.

18 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG Acesso e saída dos Pontos de Reunião Para o sucesso do sistema de resposta a emergência, é necessário a rápida e segura movimentação das pessoas de onde estiverem localizadas na instalação, para o ponto de reunião e deles possam deslocar-se para os pontos de evacuação e escape. Estas rotas de fuga devem ser diretas e permanecerem desimpedidas pelo tempo que for necessário durante a emergência, permitindo a passagem do pessoal usando todo o equipamento para a proteção individual. 5.5 Pontos de Reunião O objetivo do Ponto de Reunião é fornecer meios para contagem de todo o pessoal da instalação, providenciando em um ou mais locais que o pessoal seja instruído nos casos de evacuação e escape. Um dos objetivos para a reunião de todo o pessoal é disponibilizar para o comando central, os nomes e possíveis localizações de pessoas perdidas ou feridas. Todo o pessoal na chegada a plataforma deve ser designado para um ponto de reunião e também receber instruções e informações dos procedimentos relevantes. A lista de todo o pessoal designado para um determinado ponto de reunião, deverá estar disponível no local de reunião. O local de reunião deverá fornecer proteção temporária do pessoal aos efeitos dos incidentes durante o tempo necessário. Parte ou a totalidade da área de Refúgio Temporário (Temporary Refuge TR) poderá ser designada como área de reunião,podendo conter mais de um ponto de reunião. 5.6 Evacuação Evacuação é o método planejado para deiar a instalação sem entrar diretamente no mar. Evacuações com sucesso resultam naquelas em que as pessoas são transferidas para o

19 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG 18 continente ou barcos, podendo ser feita por embarcação de salvamento rígida e a prova de fogo ou helicópteros. Entretanto, uma evacuação por helicóptero somente será possível se eistir tempo suficiente para a mobilização e acomodação de todo o pessoal da plataforma, considerando-se ainda as condições de segurança eigidas para pouso na plataforma bem como as condições meteorológicas eistentes.. As pessoas encarregadas de gerenciar a emergência, normalmente não podem ser responsáveis diretamente por estes serviços, mas poderão ser solicitadas na avaliação dos arranjos efetuados para o cumprimento desta etapa. 5.7 Escape Escape é a movimentação de uma área afetada pelo incidente para a área de reunião, através das rotas de fuga. O escape pode ser necessário em qualquer tempo após ativação do alarme devido, como por eemplo, na catastrófica evolução de um incidente. 5.8 Recuperação e Salvamento Arranjos deverão ser efetuados para recuperação e salvamento das pessoas no caso de: Deiarem a instalação devido a um grande acidente. Entrarem no mar devido a um acidente com helicóptero perto da plataforma. Caírem no mar da plataforma ou de um barco de apoio. O objetivo é fazer com que todos os arranjos garantam a segurança das pessoas em determinadas circunstâncias e assegurem boa perspectiva de sobrevivência.

20 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA 6.1 Introdução O plano deverá cobrir todos os estágios de uma Resposta a Emergência desde a detecção até seu término, onde as pessoas deverão estar localizadas em local seguro, garantindo também a integração com as instalações de terra (onshore), que serão solicitadas e deverão fazer parte do plano. 6.2 Organização A organização deve levar em consideração a estrutura de comando eistente para as operações sem emergência. Todas as pessoas envolvidas com tarefas específicas durante uma emergência devem ser competentes para eecutar estas tarefas, inclusive a operação de equipamentos específicos fornecidos para emergências, onde trabalhadores de empresas contratadas também devem ser treinados com capacitação de reagirem conforme as tarefas determinadas. 6.3 Treinamento Todas as pessoas envolvidas diretamente com os trabalhos eecutados numa plataforma ou em atividades correlatas devem receber instruções e treinamento adequados, para estarem capacitadas durante uma emergência. O objetivo visa assegurar para que todos estejam familiarizados com as ações ou com qualquer equipamento que tenham de operar, inclusive os procedimentos de emergência e outros aspectos ligados ao Plano de resposta a Emergência.

21 ANÁLISE DA EVACUAÇÃO, ESCAPE E RESGATE PAG 20 O programa de treinamento deverá estar sujeito a revisões periódicas de modo a assegurar a contínua atualização das necessidades da organização nas respostas a emergência. 6.4 Eercícios Práticos Todo o pessoal da plataforma deverá praticar o plano de resposta à emergência, devendo assegurar que um empregado direto ou um funcionário contratado estejam aptos e perfeitamente familiarizados com as tarefas necessárias durante uma emergência. Benefícios significativos podem ser observados com o envolvimento de partes eternas tais como outros operadores, barcos de apoio, serviços de helicópteros e autoridades que tenham probabilidades de envolvimento na operação de resposta a emergência. Os eercícios práticos deverão ter como objetivo o seguinte: Fornecimento de eperiência prática para todo o pessoal; Testar todos os aspectos do plano com eercícios que envolvam incidentes individuais. Eercícios e casos práticos na instalação, citados no plano de resposta a emergência. Testar os procedimentos para atendimento de emergências tais como em tubulações (pipelines), com mergulhadores, etc. Avaliar a competência dos indivíduos e dos grupos. A segurança deve ser a primeira consideração a ser avaliada na eecução destes eercícios e deve ser aplicada com a garantia de que riscos desnecessários sejam eliminados.

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