Introdução Parte 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA BASE DE ATUAÇÃO DA SUBCOMISSÃO

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1 PROPAV - COCENAI CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS Introdução Parte 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA BASE DE ATUAÇÃO DA SUBCOMISSÃO I. BASE DE ATUAÇÃO DA SUBCOMISSÃO I.1. Cursos de graduação oferecidos na área da Subcomissão: I I. I nfra-estrutura geral disponível: I II. Alunos da base de atuação da Subcomissão I II.1. Total de alunos ingressantes: I II.2. Tipos de ingresso: I II.3. Total de alunos matriculados 2/ 2003: I II.4. Total de egressos: I V. Professores da base de atuação da Subcomissão I V.1. Total de professores I V.2. Titulação I V.3. Posição na carreira docente I V.4. Regime de trabalho Parte 2 CARACTERIZAÇÃO DOS CURSOS V. CURSO DE RELAÇÕES I NTERNACIONAIS V.1. Informações gerais do Curso V.1.a. Nome do Curso: RELAÇÕES INTERNACIONAIS V.1.b. Turno: TARDE V.1.c. Unidade: CORAÇÃO EUCARÍSTICO V.1.d. Ano de abertura do Curso: 1996 V.1.e. Infra-estrutura disponível para o funcionamento do Curso: V.2. Informações sobre os alunos: perfil O Curso de Relações Internacionais possuía, no segundo semestre de 2003, 508 alunos matriculados. O total de alunos formados era 121; possuía 13 com matrícula trancada por diversos motivos. A taxa de evasão é quase insignificante: 28 alunos no universo de 508, correspondendo a 5,51% do total de alunos. Do total de alunos, 188 responderam ao questionário do PROPAV, correspondendo a 37% dos alunos matriculados no Curso. Desses 188 alunos respondentes, 52,1% são do sexo masculino e 47,9% são do sexo feminino. As informações seguintes dizem respeito ao número de respondentes. Do conjunto de alunos respondentes, 35,1% tinham menos de 20 anos e 60,6% tinham entre 20 a 24 anos. A forma de ingresso desses alunos no curso foi

2 2 predominantemente o Concurso Vestibular, verificando-se, entre os respondentes, um pequeno número de casos de ingresso por re-opção um caso; transferência externa um caso; portador de diploma de curso superior um caso. O Curso de Relações Internacionais possui, atualmente, dois currículos em andamento: o 5202, em fase de extinção; o 5203 implantado até o 5º período. Essa duplicidade de currículo pode ter influenciado na disposição dos alunos a responder o questionário, pois dos 188 respondentes, 39,4% estudam na PUC Minas a menos de quatro semestres; 29,8% estudam entre quatro a seis semestres e 27,1% estudam na Universidade de sete a nove semestres. Permanece um resíduo de 3,7% que afirmaram estarem estudando na Universidade a mais de dez semestres. Há uma tendência de se cursar entre sete a oito disciplinas por semestre. Essa tendência se revela na estrutura curricular prevista pelo Projeto Pedagógico, que oferta aproximadamente sete disciplinas por período. Verifica-se, então, que 67% dos alunos respondentes estavam matriculados em sete ou oito disciplinas no segundo semestre de 2003; 23,7% estavam matriculados em cinco ou seis disciplinas. Há uma porcentagem muito pequena tanto de alunos que estão matriculados em menos de quatro disciplinas, quanto daqueles matriculados em mais de oito disciplinas. Dentre os respondentes, 78,21% afirmaram não exercer nenhuma atividade remunerada; 12,29% trabalham eventualmente, sem vínculo; 7,26% trabalham até 20 horas semanais e 2,23% trabalham mais de 20 e menos de 40 horas semanais. Majoritariamente, os respondentes afirmaram não possuir nenhum tipo de bolsa de estudo 79,3% do total de respondentes. Apenas um aluno afirmou ter bolsa integral da PUC Minas; 12,8% possuem bolsa parcial da PUC Minas e 7,4% possuem bolsa parcial oferecida por entidades externas à PUC. Sobre esse aspecto, considera-se que pode haver, por parte dos alunos, informação insuficiente a respeito do sistema de bolsas da PUC Minas, uma vez que existem várias formas de contribuição da Instituição no custeio das mensalidades como, por exemplo, descontos para irmãos, pais professores ou funcionários e outras modalidades. De toda maneira, os dados revelam um perfil de aluno provavelmente oriundo de classes de renda mais altas, que tem tempo disponível para estudar e parece não ter necessidade imediata de exercer atividade remunerada. Portanto, considerando-se os 37% de respondentes, observa-se como tendência mais geral do perfil do aluno do Curso de Relações Internacionais: é um aluno jovem; num universo bastante equilibrado entre os sexos; matricula-se em mais de sete disciplinas por período; não exerce atividade remunerada e não possui bolsa de estudo.

3 3 V.3. Informações sobre os professores do curso: perfil Num total de 41 professores que exerciam atividades pedagógicas no Curso de Relações Internacionais no segundo semestre de 2003, 28, ou 68,3% responderam ao questionário do PROPAV. Desse conjunto de respondentes, 39,3% são do sexo feminino e 60,7% são do sexo masculino. Dentre os respondentes, 14,3% têm menos de 30 anos; 46,4% têm entre 30 e 39 anos; 21,4% têm entre 40 e 49 anos; 14,3% têm entre 50 e 59 anos, e um professor tem mais de 60 anos. A titulação dos professores é bastante satisfatória: 64,3% são mestres; 28,6% são doutores e 7,1% são especialistas. A posição na Carreira Docente também revela um conjunto de professores com experiência docente: 21,4% são professores assistentes, nível I; 39,3% são professores assistentes, nível III; 32,1% são professores adjuntos, nível III; identifica-se, também, um professor adjunto, nível I e um professor titular. A não correspondência exata entre titulação e classificação na carreira docente está relacionada, provavelmente, ao tempo de trabalho na casa, um dos critérios adotados para progressão na carreira. Quanto ao regime de trabalho: Acompanhando uma tendência já verificada no Piloto aplicado junto aos professores da Faculdade de Comunicação e Artes, os professores que atuam no Curso de Relações Internacionais têm, majoritariamente, pouco tempo de trabalho na PUC Minas: 57,1% trabalham na instituição há menos de cinco anos; 21,4% trabalham na Universidade há mais de cinco e menos de dez anos; 14,3% trabalham na instituição entre 11 a 20 anos e dois professores estão na Casa há mais de 20 anos. Esses professores se distribuem no conjunto de atividades que dá vida ao Projeto Pedagógico do Curso: eles atuam em sala de aula, orientação de alunos, atividades administrativas, pesquisa e extensão. 35,7% dos professores respondentes afirmaram trabalhar até dez horas em sala de aula; 39,3% trabalham de 11 a 20 horas semanais em sala de aula; 21,4% trabalham de 21 a 30 horas em sala de aula e um professor afirmou trabalhar mais de 30 horas em sala de aula. Dos 28 respondentes, quatro professores, 14,3%, afirmaram não disporem de horas para orientação de alunos fora das atividades de sala de aula. Dentre os demais, 17,9% dedicam entre um a três horas semanais para orientação de alunos em atividades extraclasse; 35,7% dedicam entre quatro a seis horas a essas atividades; 21,4% dedicam entre sete a nove horas e 10,7% dedicam dez horas ou mais na orientação de alunos.

4 4 Quanto às horas dedicadas às atividades administrativas, 39,3% dos professores afirmaram não atuarem na administração da Universidade; 25% dedicam até cinco horas para atividades administrativas; 7,1% dedicam de seis a dez horas a essas atividades; 17,9% dedicam de 11 a 20 horas e 10,7% dedicam mais de 20 horas semanais em atividades administrativas na Universidade. Em linhas gerais, o perfil do professor do Curso de Relações Internacionais pode ser assim sistematizado: um grupo formado majoritariamente por professores do sexo masculino, com menos de 40 anos, menos de cinco anos na Instituição, com titulação satisfatória em face das exigências formais do MEC, se co-responsabiliza por atividades administrativas do curso/instituição, dedica sua carga horária entre essas atividades, sala de aula, orientação de alunos e demais produções, como será exposto posteriormente. V.4. Projeto Pedagógico do Curso V.4.a. Tendência verificada no Projeto quanto ao atendimento dos itens contemplados no Quadro de Leitura do Projeto Pedagógico O Curso de Relações Internacionais possui Projeto Pedagógico elaborado de acordo com as diretrizes vigentes na Universidade, discutido em Assembléia do Curso e aprovado pelo Conselho de Ensino e Pesquisa. O Projeto contempla: o perfil desejado do egresso, objetivos gerais e específicos, a estrutura curricular e providências necessárias para sua implantação. Existem dois currículos em andamento. Do ponto de vista de sua concepção, o Projeto Pedagógico que originariamente deu vida ao Curso também sofreu alterações, para melhor definição do campo específico de conhecimento da área de Relações Internacionais, bem como uma estrutura mais bem definida de conteúdos programáticos necessários à formação do profissional desenhado no perfil do egresso. O Curso foi implantado no segundo semestre de 1996, criado a partir da constatação de demandas interna e externa. Registra-se, no processo de elaboração do Projeto Pedagógico, a participação de consultoria de comissão de especialistas em Relações Internacionais e a realização de um ZRUNVKRS para discussão da estrutura curricular e seu conteúdo programático. Desse modo, o Projeto Pedagógico atende plenamente à maior parte dos itens contemplados pelo Quadro de Leitura do Projeto Pedagógico, mas deixa a desejar em alguns elementos considerados importantes pela Subcomissão do PROPAV que procedeu à leitura do projeto para as finalidades da Avaliação Institucional. Dentre os

5 5 itens que o Projeto contempla plenamente verifica-se: a proposta curricular produzida a partir de informações do contexto local, regional e nacional; sintonia com os indicadores de qualidade do MEC para a área, uma vez que as Relações Internacionais não possuem, ainda, diretrizes curriculares; há descrição clara do perfil do egresso; esse perfil é estabelecido a partir de problemas e necessidades detectados, atuais e prospectivos; os conteúdos curriculares encontram-se definidos em sintonia com o perfil do profissional e os objetivos do Projeto; contempla a possibilidade de realização de atividades com conteúdos flexíveis, complementares à formação dos alunos; prevê um conjunto de ações relativas ao desenvolvimento de práticas investigativas e ao desenvolvimento da pesquisa e essas estão articuladas com as atividades de ensino; prevê o aproveitamento de atividades extracurriculares realizadas pelos alunos; define instâncias decisórias quanto a questões acadêmicas ou administrativas relativas ao Curso, as atribuições dessas instâncias, a participação docente e discente nas decisões relativas a questões acadêmicas ou administrativas. O Projeto Pedagógico contempla razoavelmente os seguintes itens: descrição dos grupos de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores éticos e estéticos, fundamentais à formação do profissional; atividades curriculares complementares à formação do egresso, tais como estágios, monitorias, disciplinas eletivas e optativas, seminários; essas ações promovem, razoavelmente, a vinculação entre ensino, pesquisa e extensão; atendem razoavelmente aos objetivos de uma formação integral do aluno; tem sido razoavelmente discutido com os professores. O Projeto atende pouco ou de modo precário aos seguintes itens: estabelecimento de princípios gerais de avaliação da aprendizagem, concebida em sua integralidade e sua concordância com os objetivos do Curso; sua discussão com os alunos. O Projeto não atende aos seguintes itens: previsão de atividades de extensão a elas relacionadas; definição das normas para aproveitamento das atividades extracurriculares realizadas pelos alunos; atividades orientadas de avaliação e acompanhamento do Projeto Pedagógico; como não prevê essas atividades, ele também não define indicativos de ajustes e adequações no próprio Projeto; os recursos humanos, a infra-estrutura física, equipamentos e laboratórios necessários à sua efetiva implementação.

6 6 Percebe-se uma tendência bastante positiva de aproximação ao ideal proposto, uma vez que o Projeto contempla plena ou parcialmente 60% dos 33 itens que compõem o Quadro de Leitura do Projeto Pedagógico, como se pode ver no Quadro 01. V.4.b. I nstâncias decisórias previstas e efetivamente observadas O Curso de Relações Internacionais possui um Colegiado de Coordenação Didática, composto por cinco membros, professores eleitos entre os seus pares, com representação dos alunos. O Curso também dispõe, como instância decisória, da Assembléia Geral dos professores do Curso, realizada uma vez por semestre e extraordinariamente sempre que necessário. Conta com um Conselho de Representantes de Turma, eleito pelos alunos de cada período, que se reúne pelo menos duas vezes no semestre com o CCD para discussão de assuntos acadêmica e pedagogicamente relevantes. Os alunos têm organizado um Centro Acadêmico e se ingressado nas organizações estudantis mais gerais e da área das Relações Internacionais. V.4.C. Conhecimento dos corpos docente e discente a respeito do Projeto Pedagógico do Curso Quanto ao conhecimento manifestado por professores e alunos a respeito do Projeto Pedagógico do Curso, observa-se que, entre os professores, 29,6% afirmam ter excelente conhecimento sobre o Projeto; 40,7% afirmam ter bom conhecimento; 17,9% têm conhecimento razoável sobre o Projeto. Os que afirmam ter um conhecimento ruim ou péssimo somam 14,8%. Essa tendência se confirma quando os professores informam a respeito da freqüência com a qual a coordenação do curso apresenta e discute o Projeto Pedagógico com o corpo docente: 37% dos professores respondentes afirmam como excelente a freqüência com a qual a coordenação do curso apresenta e discute o Projeto Pedagógico com o corpo docente; 48% consideram boa essa freqüência; os que a consideram razoável, ruim ou péssima somam 15%. Se há um bom conhecimento do Projeto Pedagógico por parte dos professores respondentes, entre os alunos essa tendência não se verifica: dentre os 188 respondentes, 8,9% consideram excelente a freqüência com a qual a Coordenação apresenta e discute o Projeto Pedagógico com os alunos; 27,4% consideram boa a freqüência; 27,9% a consideram razoável; 22,3% a consideram ruim e 13,4% a consideram péssima. Finalmente, pode-se apresentar um resumo da tendência geral verificada pela Subcomissão na leitura do Projeto Pedagógico do Curso. O Quadro de Leitura do

7 7 Projeto Pedagógico, que permitirá maior compreensão do quadro abaixo, encontra-se em anexo. No quadro abaixo e de acordo com o gabarito original do Quadro de Leitura, as letras A, B, C e D significam: A = Atende Plenamente; B = Atende Muitas Vezes; C = Atende Poucas Vezes; D = Não Atende. Quadro 01: Tendência Geral do Projeto Pedagógico: Relações Internacionais Proposição A B C D V.5. Preparação / atualização para o desempenho das atividades acadêmicas V.5.a. Alunos No geral, os alunos respondentes manifestam razoável envolvimento com as atividades acadêmicas. Essa tendência se verifica no número de horas dedicadas aos estudos, além das horas de aula: 1,7% afirma apenas assistir às aulas; 6,8% estudam uma a duas horas por semana; 31,8% estudam de três a cinco horas por semana; 25% estudam de seis a oito horas por semana e 34,6% estudam mais de oito horas por semana. Esses alunos também se mantêm bastante atualizados quanto aos acontecimentos do mundo contemporâneo: 2,2% afirmam se informar raramente; 6%

8 8 afirmam se informar uma vez por semana; 4,9% afirmam se informar duas vezes por semana; 12,1% afirmam se informar três vezes por semana; 74,7% afirmam se informar quatro ou mais vezes por semana. Verifica-se, também, uma tendência bastante positiva quanto à participação em atividades culturais cinema, teatro, concerto, exposição de artes, etc: excetuando os que não responderam, 8,9% afirmam participar raramente de atividades culturais; 40,2% participam uma ou duas vezes por mês; 26,2% afirmam participar três ou quatro vezes por mês; 24,6% afirmam participar quatro ou mais vezes por mês. Perguntados sobre como avaliam sua preparação para acompanhar as atividades das disciplinas que cursam verifica-se que: 16,7% consideram-se excelentemente preparados; 57,8% consideram-se bem preparados; 22,7% consideram-se razoavelmente preparados e 2,7% consideram ter um preparo ruim. Ao perguntar aos Professores a respeito do preparo dos alunos, em termos de conhecimentos básicos para as atividades acadêmicas, a resposta não acompanha a tendência verificada a partir da opinião dos alunos. Essa não convergência pode ser mais bem explorada a partir de processos de auto-avaliação do curso. Porém, uma hipótese possível é que enquanto os alunos estão opinando sobre sua própria preparação, os professores estão opinando sobre a preparação dos alunos dos cursos nos quais ministram aulas. Assim, a tendência verificada entre os professores é: 26,9% consideram que, em todas as disciplinas que lecionam, os alunos demonstram possuir os conhecimentos básicos necessários para as atividades acadêmicas; 26,9% consideram que isso é atendido em mais da metade das disciplinas que lecionam; 19,2% consideram que essa questão é atendida em metade das disciplinas que lecionam; 23% responderam que essa questão é atendida em menos da metade das disciplinas que lecionam e 3,8% responderam que essa questão não é atendida em nenhuma das disciplinas que lecionam. Ressalta-se que a opinião dos professores, embora não expresse uma tendência similar à opinião dos alunos, não a contraria totalmente: somando-se as opiniões dos que consideram que a questão é atendida em todas as disciplinas que leciona e as dos que consideram que a questão é atendida em mais da metade das disciplinas que lecionam, obtém-se um total de 53,84%, porcentagem próxima à opinião dos alunos que se consideram bem preparados. V.5.b. Aspectos do desempenho discente

9 9 Dentre os alunos respondentes, 11,1% já realizaram ou estavam realizando projetos de iniciação científica; 7,3% já haviam desenvolvido ou estavam desenvolvendo atividades de monitoria; 34,8% estavam fazendo ou haviam feito estágio voluntário ou remunerado; 20,2% estavam participando ou haviam participado de projetos de pesquisa desenvolvidos por professores da PUC Minas; 12,7% estavam envolvidos ou haviam participado de projetos de extensão promovidos pela PUC Minas; 8,4% afirmaram já haver participado de visitas técnicas; 24,3% já haviam participado de oficinas; 78,6% afirmaram já haver participado de seminários, palestras, conferencias; 17,5% participam da promoção de atividades artístico-culturais; 35,6% participam da promoção de atividades esportivas. Quanto ao estudo de língua estrangeira, 40,4% encontravam-se estudando algum idioma. Verifica-se alta participação em eventos acadêmicos: 80,7% dos alunos afirmaram já ter participado de seminários; 26,34% já participaram de encontros ou congressos estudantis; 30,3% já participaram de encontros ou congressos acadêmicos; 81,5% já participaram de palestras; 7,6% já haviam apresentado trabalhos em encontros ou congressos; 8,2% já publicaram artigo em revista científica; 2,3% já publicaram capítulo de livros e um aluno afirmou ter livro publicado. O Gráfico 01, abaixo, mostra melhor a tendência verificada quanto ao desempenho discente do Curso de Relações Internacionais.

10 10 *UiILFR±$VSHFWRVGRGHVHPSHQKRGLVFHQWH Proj. Iniciação Cientí fica Monitoria Estágio Vol/Rem. Projeto Pesquisa Professores Projetos Extensão Visitas T écnicas Oficinas Seminários, Palestras Prom. Ativ. Artí stico-culturais Prom. Ativ. Esportivas Estudo Lí ngua Estrangeira Eventos acadêmicos Encontros /Congressos estudantis Apres. T rabalhos Encontros Public. Artigos Revista Cientí fica Public. Cap. Livro V.5.c. Aspectos do desempenho docente Atualização - Verifica-se uma tendência francamente positiva entre os professores no que diz respeito à atualização sobre os acontecimentos do mundo contemporâneo: 82,1% afirmam se informar quatro ou mais vezes por semana; 17,8% afirmam se informar entre três a duas vezes por semana. A freqüência com a qual os professores afirmam participar de atividades culturais é também francamente positiva: 17,8% afirmam participar uma ou duas vezes por mês; 50% afirmam participar dessas atividades três ou quatro vezes por mês; 25% afirmam participar mais de cinco vezes por mês; os que participam raramente somam 7,1%. Inserção dos professores nas atividades docentes - Em geral, os professores dedicam horas extraclasse à docência: 17,9% afirmam dedicar até cinco horas; 39,3% afirmam dedicar de seis a dez horas; 14,3% afirmam dedicar de 11 a 15 horas e 28,6% afirmam dedicar mais de 15 horas semanais extraclasse a essas atividades. Verifica-se uma tendência positiva entre os docentes quanto ao preparo para uso de tecnologia: 25% afirmam ter excelente preparo; 53,6% afirmam ter bom preparo; 14,3% afirmam ter preparo razoável e 7,2% afirmam ter preparo ruim ou péssimo.

11 11 Sobre o nível de preparo em termos de metodologia do ensino superior, 21,4% dos professores afirmam ter excelente nível de preparo; 60,7% afirmam ter bom nível e 17,9% afirmam ter nível razoável de preparo em termos dessa metodologia. Inserção dos professores em projetos de pesquisa, extensão e práticas investigativas - 57,1% dos professores que responderam ao Questionário afirmaram ter participado de projetos de pesquisa na PUC Minas no ano de 2002; 71,4% orientaram trabalhos de conclusão de curso dos alunos de graduação; 21,4% orientaram estágio remunerado ou voluntário de alunos da graduação; 39,3% orientaram e/ou acompanharam o trabalho de monitores; 28,6% orientaram projetos de iniciação científica; 53,6% orientaram alunos de graduação em práticas investigativas e/ou projetos de extensão; 46,4% coordenaram atividades e/ou projetos de extensão; 42,9% integraram-se como membros de equipes em atividades e/ou projetos de extensão; 67,9% participaram em banca para exame de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação. Verifica-se, a partir desses dados, uma incongruência entre a opinião dos alunos e a dos professores, principalmente no que diz respeito às atividades de extensão. O Curso de Relações Internacionais promove algumas atividades de extensão, dentre elas o MINIONU, de grande visibilidade. Essas atividades envolvem uma quantidade bastante significativa de alunos do Curso. Como exemplo, o IV MINIONU, realizado em agosto de 2003, envolveu 67 alunos como diretores e assistentes de diretores; 74 como voluntários, que inclui editores do jornal interno do evento e voluntários de logística 1. Porém, é possível que essa atividade não seja compreendida pelos alunos como atividade de extensão. Maior clareza quanto a esses elementos pode ser mais bem trabalhada pela auto-avaliação do Curso. Participação em bancas de seleção - 14,3% dos professores respondentes participaram em bancas de defesa de dissertação ou de tese; 25% participaram de bancas do processo de seleção interna de docentes; 35,7% participaram de bancas de seleção externa de docentes. Participação em atividades científicas diversas - 82,1% participaram de seminários; 64,3% participaram de congressos; 63,3% participaram de encontros. Publicações - 64,3% produziram material pedagógico, publicado ou não; 46,4% publicaram resumos em revistas e/ou periódicos da área; 25% publicaram resenhas; 1. Informações fornecidas pelo Coordenador Institucional do MINIONU, em 12/03/2004.

12 12 35,7% publicaram artigos de jornal; 50% publicaram artigos em revistas técnicocientíficas da área; 32,9% publicaram capítulo de livro. Houve um caso de publicação de livro. Participação em atividades de aperfeiçoamento e cursos de extensão: 35,7% dos professores afirmaram ter participado de cursos de aperfeiçoamento de curta duração; 14,3% participaram de cursos de extensão; 17,9% participaram de atividades de capacitação profissional. Participação na promoção de atividades culturais, artísticas, desportivas e de estudo de língua estrangeira junto aos alunos: 78,6% dos professores participaram da promoção de atividades culturais tais como conferências, palestras, seminários e outros. Os professores não participam da promoção de atividades artísticas, nem desportivas; 10.7% participaram da promoção de estudos de idiomas entre os alunos. 7DEHOD±$VSHFWRVGRGHVHPSHQKRGRFHQWH Atividades Sim Não Participação em projetos de pesquisa na PUC Minas em ,1% 42,9% Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso 71,4% 28,6% Orientação de estágio 21,4% 78,6% Orientação de monitoria 39,3% 60,7% Orientação de práticas investigativas e/ou projetos de extensão 53,6% 46,4% Participação em equipes de atividades e/ou projetos de extensão 42,9% 57,1% Participação em Banca para exame de Trabalho de Conclusão de Curso 67,9% 32,1% Participação em Banca de Defesa de Dissertação ou Tese 14,3% 85,7% Participação em Banca de Seleção Interna de Docentes 25% 75% Participação em Banca de Seleção Externa de Docentes 35,7% 64,3% Participação em Seminários 82,1% 17,9% Participação em Congressos 64,3% 35,7% Participação em Encontros 63,3% 34,7% Produção de Material Pedagógico publicado ou não 64,3% 35,7% Publicação de Resumos em Revistas e/ou Periódicos da área 46,4% 53,6% Publicação de Resenhas 25% 75% Publicação de Artigos de Jornal 35,7% 64,3% Publicação de Artigos em Revistas Técnico-científicas da Área 50% 50% Publicação de Capítulo de Livro 32,9% 67,1% Publicação de Livro 3,6% 96,4% Participação em Cursos de Aperfeiçoamento de curta duração 35,7% 64,3% Participação em Cursos de Extensão 14,3% 85,7% Participação em atividades de capacitação profissional 17,9% 82,1% Participação na promoção de atividades culturais 78,6% 21,4% Participação na promoção de atividades artísticas 0% 100% Participação na promoção de atividades desportivas 0% 100% Participação na promoção de atividades de estudo de língua estrangeira 10,7% 89,3% 01. O Gráfico 02 abaixo mostra com maior clareza a tendência expressa na Tabela

13 13 *UiILFR±$VSHFWRVGR'HVHPSHQKR'RFHQWH Part. Projetos Pesquisa Orient TCC Orient. Estágio Orient. Monitoria Orient.Práticas Investig./ Proj. Extensão Particip. Equipes Ativid./ Proj. Extensão Particip.Banca TCC Particip Banca Defesa Dissertação/Tese Particip.Banca Sel Interna Docentes Particip.Banca Sel Externa Docentes Particip. Seminários Particip. Congressos Particip. Encontros Prod. Material Pedag Public. Resumos Periódicos área Public. Resenhas Public. Artigos Jornal Public. Artigos Periódicos Área Public. capítulo livro Publicação Livro Particip. Curso Aperf. Particip. Cursos Extensão Particip. Atividades capacit. Prof. Particip. Prom. Ativid. culturais Part.prom. ativ. estudo LE 0% 10 % 20 % 30 % 40 % 50 % 60 % 70 % 80 % 90 % V.6 Sobre a dinâmica e a qualidade do trabalho com o conhecimento V.6.A Dinâm ica do trabalho da Coordenação em relação ao Projeto Pedagógico Já se verificou, anteriormente, que a Coordenação do Curso de Relações Internacionais é muito bem avaliado por professores e alunos do curso, no que diz respeito à freqüência com a qual apresenta e discute o projeto do curso; quanto ao interesse em promover medidas para melhorar as condições de ensino-aprendizagem, bem como quanto aos esforços para promover atividades e/ou eventos de apoio e complementação das atividades de formação dos alunos, visando a melhoria do ensinoaprendizagem.

14 14 Parece haver uma tendência, por parte dos professores, em afirmar existir, por parte da Instituição, incentivos adequados para a participação em reuniões técnicas, congressos e outras atividades: 23,7% consideram excelente a freqüência com a qual a instituição incentiva a sua participação em eventos de natureza científica; 36,6% consideram boa essa freqüência; 26,9% a consideram razoável e 15,3% a consideram ruim ou péssima. A avaliação positiva da Instituição quanto à realização de projetos de pesquisa também se verifica: 19,2% consideram excelente a freqüência com a qual a Instituição os tem incentivado à realização de projetos de pesquisa; 46,1% consideram essa freqüência boa; 39,7% a consideram razoável e 3,6% a consideram péssima. Novamente, ao avaliar aspectos do desempenho da Coordenação, 26,7% dos professores consideram excelente o incentivo dado pela Coordenação para a adoção de novas metodologias de trabalho com o conhecimento; 42,3% dos professores consideram haver bom incentivo por parte da coordenação quanto a essas inovações e 30,6% consideram que o incentivo é razoável ou péssimo. A Secretaria do Curso também é bastante bem avaliada pelos professores e, neste aspecto, sua avaliação é semelhante à dos alunos: 60,7% dos professores consideram excelente o atendimento da Secretaria e 21,4% o consideram bom. A opinião quanto a um atendimento razoável ou ruim soma os 17,9% dos demais respondentes. Quanto aos alunos, verifica-se, em 37,3% dos respondentes, opinião de que é excelente a freqüência com a qual a Coordenação do Curso promove medidas para melhorar as condições de ensino-aprendizagem; 39,13% consideram boa essa freqüência; 27,1% a consideram razoável e os 16,3% restantes a consideram ruim ou péssima. A freqüência com a qual a Coordenação promove atividades e/ou eventos de apoio e complementação, visando à melhoria do ensino-aprendizagem é excelente para 16,6% dos alunos respondentes; boa para 37,6%; razoável para 31,1% e ruim ou péssima para 14,5% dos alunos. A promoção de intercâmbio com outras instituições deixa a desejar, segundo opinião dos alunos: 5,84% consideram que a promoção de intercâmbio é excelente; 17,5% consideram boa a promoção de intercâmbio; 30,4% a consideram razoável; 46,1% a consideram ruim ou péssima. Tendência mais positiva se verifica quanto à opinião dos alunos a respeito da freqüência com a qual foram incentivados pelo Curso a participar de reuniões técnicas, congressos e outras atividades: 18,1% consideram a freqüência excelente; 31,7% consideram a freqüência boa; 25,8% a consideram razoável

15 15 e 23,6% a consideram ruim ou péssima. Verifica-se tendência quase negativa no que diz respeito à opinião dos alunos sobre a freqüência com a qual foram incentivados pelo Curso à realização de estágios e/ou projetos de capacitação: 6,6% consideram a freqüência excelente; 21,6% consideram a freqüência boa; 22,7% a consideram razoável; 48,8% a consideram ruim ou péssima. Sobre a intensidade da divulgação de projetos de extensão, bolsas, iniciação científica, estágios e outras atividades extracurriculares dirigidas aos alunos, a opinião dos respondentes do corpo discente do Curso de Relações Internacionais dá conta que: 5,5% consideram a divulgação excelente; 26,6% consideram boa a divulgação; 25,5% a consideram razoável; 23,8% a consideram ruim e 18,3% a consideram péssima. Essa tendência revela que os alunos consideram insuficientes as informações que lhes são transmitidas a respeito dessas atividades. Quanto ao incentivo ao estudo de língua estrangeira, 43,4% afirmam que o incentivo é excelente; 33,1% o consideram bom; 13,5% o consideram razoável; os que consideram o estímulo do curso ao estudo de língua estrangeira ruim ou péssimo somam 9,7%. A mesma tendência positiva se revela quanto ao incentivo dado pelo curso para o uso de tecnologia eletrônica na realização de atividades escolares: 41,3% afirmam que há um excelente incentivo; 43% afirmam haver um bom incentivo. Os que consideram haver um incentivo razoável, ruim ou péssimo somam 15,5%. Verifica-se, também, tendência positiva quanto à avaliação dos alunos sobre o atendimento da secretaria do Curso de Relações Internacionais, no que diz respeito a informações pertinentes ao curso: 36,4% consideram o atendimento como excelente; 41,3% o consideram bom; 16,5% consideram o atendimento da Secretaria razoável. Os que consideram o atendimento ruim ou péssimo somam 5,4%. Como sistematização mais geral de alguns aspectos da dinâmica do trabalho da Coordenação do Curso de Relações Internacionais, apresenta-se o Gráfico 03.

16 /1 & 0/, ) &( 16 *UiILFR±'LQkPLFDGRWUDEDOKRGDFRRUGHQDomR±RSLQLmRGRVDOXQRV!" # $ *,/ -.&' *+ %&' 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Excelente Bom Razoável Ruim Péssima :<;= = A 3 =CDCE > IJA 3 ILK I M 9CB > ; Q<I DCE 4S? 4 9C? ; 9<I T = A3 4 96> :<;= > =C> 4ZY I GF= A<I; I<?H><4 :CIN[A P4<NH4<9CB :<;= 4 3 ; I<? :CIN_I V.6.B Aspectos que manifestam a m etodologia do trabalho com o conhecimento. V.6.1. Pré-condições necessárias ao trabalho com o conhecimento A - Informações aos alunos sobre o conteúdo das disciplinas 100% dos professores respondentes afirmam fornecer informações aos alunos sobre o plano de ensino de suas disciplinas, contemplando objetivos, metodologia, critérios de avaliação, cronograma de trabalho e bibliografia. A resposta dos alunos, porém, não apresenta a mesma tendência: 45,94% dos alunos afirmam que em todas as disciplinas que cursam, os professores fornecem informações sobre o Plano de Ensino da Disciplina; 40% afirmam que isto ocorre em mais da metade das disciplinas que cursam; 10,27% afirmam que em metade das disciplinas que cursam, os professores fornecem essas informações; 3,7% consideram que essas informações são fornecidas em menos da metade das disciplinas. B Adequação da carga horária ao conteúdo das disciplinas 60,7% dos professores consideram que a carga horária de todas as disciplinas que lecionam é adequada a uma efetiva aprendizagem; 25% afirmam que essa adequação é atendida em mais da metade das disciplinas que lecionam; 7,1% afirmam que essa adequação é atendida em metade das disciplinas; 3,6% consideram que essa adequação é atendida em menos da metade das disciplinas que lecionam e 3,6% consideram que essa questão

17 17 não é atendida em nenhuma das disciplinas que lecionam. De sua parte, 28% dos alunos consideram que a adequação da carga horária ao conteúdo da disciplina é atendida em todas as disciplinas nas quais estão matriculados; 51% afirmam que essa adequação é observada em mais da metade das disciplinas nas quais estão matriculados; 13,7% afirmam que essa adequação é observada em metade das disciplinas que cursam. Os que consideram que a adequação é observada em menos da metade ou em nenhuma das disciplinas somam 7,1%. V.6.2 Condições da infra-estrutura Quanto ao espaço da sala de aula, 21,4% dos professores o consideram muito adequado para as atividades de suas disciplinas; 35,7% consideram o espaço adequado; 35,7% o consideram parcialmente adequado e 7,2% afirmam ser o espaço inadequado ou muito inadequado. De sua parte, 9,2% alunos consideram que o espaço físico da sala de aula é muito adequado; 60,3% afirmam que o espaço é adequado; 25,5% afirmam que o espaço é parcialmente adequado e os 4,8% restante consideram o espaço inadequado. Quanto à adequação dos equipamentos disponíveis às necessidades do trabalho nas disciplinas, 10,7% dos professores respondentes afirmam que os equipamentos são muito adequados; 53,6% consideram os equipamentos adequados; 32,1% os consideram parcialmente adequados e 3,6% os consideram inadequados. Quanto a essa mesma questão, 9,18% dos alunos consideram os equipamentos disponíveis muito adequados às necessidades das disciplinas que estão cursando; 41% consideram os equipamentos adequados; 35,6% os consideram parcialmente adequados e 14% consideram os equipamentos inadequados ou muito inadequados. Percebe-se tendência semelhante na avaliação de professores e alunos quanto a este aspecto. Sobre a adequação dos laboratórios às exigências das atividades das disciplinas que lecionam, 10,7% dos professores os consideram muito adequados; 28,6% os consideram adequados; 21,4% os consideram parcialmente adequados; 3,6% os consideram inadequados. Para 35,7% dos professores, a questão não se aplica, provavelmente em função de suas disciplinas não exigirem atividades diretas em laboratórios. Entre os alunos que responderam ao Questionário, 4% consideram os laboratórios disponíveis muito adequados às necessidades das suas atividades acadêmicas; 29,7% consideram os laboratórios adequados; 32,5% consideram os

18 18 laboratórios parcialmente adequados e 33,7% consideram os laboratórios inadequados ou muito inadequados. Sobre o número de alunos em sala de aula, 3,6% dos professores consideram esse número adequado às atividades desenvolvidas nas disciplinas que lecionam; 17,9% dos professores o consideram adequado; 17,9% dos professores afirmam que é parcialmente adequado; 28,6% afirmam que o número de alunos em sala de aula é inadequado e 28,6% afirmam que esse número é muito inadequado. Sobre a mesma questão, 36,2% dos alunos consideram que o número de alunos em sala de aula é adequado em todas as disciplinas que cursam; 26,7% consideram que essa adequação acontece em mais da metade das disciplinas que cursam; 13% afirmam que essa adequação se verifica em metade das disciplinas que cursam; 16,4% consideram que essa adequação se verifica em menos da metade das disciplinas que cursam e 7,6% afirmam que essa adequação não acontece em nenhuma das disciplinas que estão cursando. V.6.3. Aspectos do processo de trabalho com o conhecimento Em geral, os professores respondentes consideram que seu trabalho nas disciplinas estimula os alunos à leitura dos clássicos da área: 60,3% dos professores afirmam que em todas as disciplinas que lecionam promovem a iniciação dos alunos ao estudo dos clássicos da área; 25% afirmam que atendem a esse quesito em mais da metade das disciplinas que lecionam; 7,1% afirmam atende-lo em metade das disciplinas que lecionam; 3,6% afirmam atender a esse quesito em menos da metade das disciplinas que lecionam e 3,6% afirmam não o atender em nenhuma disciplina. Do ponto de vista dos alunos, 28,6% consideram que em todas as disciplinas que cursam são estimulados ao estudo de textos clássicos da área; 42% afirmam que esse quesito é observado em mais da metade das disciplinas que cursam; 14% consideram que o quesito é atendido em metade das disciplinas que cursam; 13,5% afirmam que esse quesito é atendido em menos da metade das disciplinas que cursam e 1% afirma que esse quesito não é atendido em nenhuma disciplina. Sobre esse aspecto, para verificar o desencontro que se percebe entre a opinião dos alunos e a dos professores, no processo de auto-avaliação do Curso se pode estabelecer discussões a respeito, principalmente no sentido de se verificar se, da parte dos alunos, há uma compreensão adequada sobre tal item.

19 19 7DEHOD±6REUHDLQLFLDomRDRHVWXGRGRVFOiVVLFRV±3URIHVVRUHVH $OXQRV Ator Atendida em todas as Atendida em mais metade Atendida em metade Atendida em menos metade Não é atendida em nenhuma Total respondentes disciplinas disciplinas disciplinas disciplinas disciplina Professores 60,3% 25% 7,1% 3,6% 3,6% 99,6% Alunos 28,6% 42% 14% 13,5% 1% 99,1% Quanto às inovações específicas da área da disciplina que leciona, 67,9% dos professores afirmam que tratam dessas inovações no seu trabalho com o conhecimento em todas as disciplinas que lecionam; 21,4% afirmam que essas inovações são consideradas em mais da metade das disciplinas que lecionam; 7,1% afirmam que as observam em metade das disciplinas que lecionam e 3,6% afirmam que as observam em menos da metade das disciplinas que lecionam. Dentre os alunos respondentes, 10% consideram que são estimulados ao estudo das inovações específicas da área em todas as disciplinas que estão cursando; 45,5% consideram que são estimulados ao estudo de inovações em mais da metade das disciplinas que estão cursando; 20% afirmam que esse estímulo acontece em metade das disciplinas que cursam; 20% afirmam que esse estímulo acontece em menos da metade das disciplinas e 3,3% afirmam que esse estímulo não se verifica em nenhuma das disciplinas. 7DEHOD±6REUHDLQLFLDomRGRVDOXQRVQRHVWXGRGHLQRYDo}HV HVSHFtILFDVGDiUHDGDVGLVFLSOLQDV Ator Atendida em todas as Atendida em mais metade Atendida em metade Atendida em menos metade Não é atendida em nenhuma Total respondente disciplinas disciplinas disciplinas disciplinas disciplina Professores 67,9% 21,4% 7,1% 3,6 % - 100% Alunos 10% 45,5% 20,5% 20,5% 3,3% 99,8% Quanto à atualidade da Bibliografia indicada aos alunos, 89,3% dos professores afirmam que a bibliografia indicada em todas as disciplinas que lecionam é atualizada e 10,7% afirmam que a bibliografia indicada em mais da metade das disciplinas é atualizada. Dentre os alunos, 33% consideram que a bibliografia é atualizada em todas as disciplinas que cursam; 54,4% dos alunos afirmam que a bibliografia é atualizada em mais da metade das disciplinas que cursam; 9,4% consideram que essa atualização se observa em metade das disciplinas que cursam e 2,2% afirmam que essa atualização se observa em menos da metade das disciplinas que cursam.

20 20 7DEHOD±6REUHDDWXDOLGDGHGD%LEOLRJUDILDLQGLFDGDSHORVSURIHVVRUHV Ator Atendida em todas as Atendida em mais metade Atendida em metade Atendida em menos metade Não é atendida em nenhuma Total respondente disciplinas disciplinas disciplinas disciplinas disciplina Professores 89,3% 10,7% % Alunos 33% 54,5% 9,6% 2,3% - 99,4 Em geral, os professores afirmam estimular os alunos ao uso da biblioteca: 92,9% dos professores consideram realizar esse estímulo em todas as disciplinas que lecionam; 3,6% consideram realizar esse estímulo em metade das disciplinas que lecionam e 3,6% afirmam não realizar esse estímulo. Quanto à interdisciplinaridade, 25,9% dos professores consideram que o trabalho com as disciplinas que realizam é integrado ao trabalho de outros docentes do mesmo curso em todas as disciplinas que lecionam; 25,9% dos professores afirmam que realizam trabalho integrado aos demais professores em mais metade das disciplinas que lecionam; 25,9% consideram que realizam essa integração em metade das disciplinas que lecionam; 11% afirmam que atendem a essa integração em menos da metade das disciplinas que lecionam e 11% afirmam que não realizam essa integração. Sobre essa dimensão de interdisciplinaridade, 3,9% dos alunos respondentes afirmam realizar trabalhos integrados entre duas ou mais disciplinas em todas as disciplinas que estão cursando; 14,5% afirmam que essa integração acontece em mais da metade das disciplinas que estão cursando; 13,9% afirmam que essa integração acontece em metade das disciplinas que cursam; 41,3% afirmam que essa integração acontece em menos da metade das disciplinas que estão cursando e 26,2% afirmam que essa integração não ocorre em nenhuma das disciplinas que estão cursando. Ator Atendida em todas as disciplinas 7DEHOD±6REUHD,QWHUGLVFLSOLQDULGDGH Atendida em Atendida em Atendida em mais metade metade menos metade disciplinas disciplinas disciplinas Não é atendida em nenhuma disciplina Total respondentes Professores 25,9% 25,9% 25,9% 11% 11% 99,7% Alunos 3,9% 14,5% 13,9% 41,3% 26,2 99,8% Para refinar a informação sobre a interdisciplinaridade, foi também perguntado a alunos e professores se existe a prática de trabalhar a integração e a inter-relação entre os conteúdos das disciplinas do período. Entre os professores, 42,9% afirmam que observam essa prática em todas as disciplinas que lecionam; 17,9% afirmam observa-la em mais da metade das disciplinas que lecionam; 25% consideram que observam essa prática em metade das disciplinas que lecionam; 3,6% afirmam que observam essa

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