TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA"

Transcrição

1 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA Contrato por Produto - Nacional Número e Título do Projeto: BRA/09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo de internacionalização e de fomento a ações voltadas ao desenvolvimento humano local. 1. Função no Projeto: Produto 6.1: Atuação da Caixa em ações para o desenvolvimento integrado e sustentável fortalecida. 2. Nosso Número: Xxxx 3. Antecedentes: O Programa Minha Casa Minha Vida - MCMV instituído pela Medida Provisória - MP nº 459/2009, convertida na Lei no /2009, que, por sua vez, foi alterada pela MP no 514/2010, convertida na Lei no /2011, tem como finalidade o enfrentamento do déficit habitacional brasileiro. O arranjo institucional no qual se apoia o MCMV caracterizase pela divisão de responsabilidades entre poder público e instituições ou agentes financeiros, em que o acesso à moradia passa a dar-se, majoritariamente, por meio de aquisição com financiamento oneroso, ainda que em parte subsidiado. Como principal agente financeiro executor do Programa Minha Casa Minha Vida PMCMV, instituído pelo Governo Federal, a Caixa Econômica Federal identificou em parte dos empreendimentos habitacionais no âmbito do MCMV demandas prementes para o fortalecimento do capital social local, caracterizada pela presença de público residente com acentuada heterogeneidade e vulnerabilidade social. Nesse contexto, evidenciou-se na pluralidade da espacialidade observada carências e potenciais, identidades e conexões internas e externas a serem construídas e, paradoxalmente, a ausência de estratégias para promover a integração de diferentes dimensões do desenvolvimento territorial.

2 Lastreado na premissa de promover o desenvolvimento sustentável do território no âmbito do Programa MCMV mediante a articulação e revitalização de redes sociais, assim como a democratização das relações e a integração das políticas públicas, a CAIXA previu a destinação de recursos orçamentários do Fundo Sociambiental CAIXA FSA CAIXA para a melhoria das condições ambientais, econômicas, sociais, políticas e institucionais das famílias moradoras nos citados empreendimentos habitacionais. Sob essa perspectiva foi concebido o Plano de Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Território DIST o qual propõe a formulação de metodologia para identificar, formular e executar estratégias que promovam o desenvolvimento socioeconômico integrado e sustentável no território de influência dos empreendimentos, contribuindo para o aproveitamento, crescimento e alavancagem das potencialidades locais identificadas, melhoria das condições ambientais, econômicas e institucionais; integrado às políticas públicas, com foco na transformação positiva da qualidade de vida das famílias residentes beneficiadas. A metodologia DIST tem como elemento central a participação dos moradores, em estratégia amparada por um itinerário formativo como eixo estruturante principal, capaz de conduzir as ações de intervenção e construção coletiva, em alinhamento às realidades locais. A partir do objetivo geral, qual seja, fortalecimento do capital social local por meio do desenvolvimento de capacidades (eixo estruturante do projeto) e construção de uma visão de futuro compartilhada, a metodologia DIST é estruturada em planejamento que compreende ações de curto, médio e longo prazo, cuja gênese e dinâmica de implementação é totalmente participativa e converge para campos tais como a criação das condições de governança do desenvolvimento territorial, qualificação produtiva e fomento ao empreendedorismo, dentre outros que possibilitem o exercício pleno da cidadania pelas comunidades envolvidas. Adquire centralidade na proposta a constituição progressiva das condições de governança do território, assegurando-lhe tangibilidade com a criação de uma instância local composta por moradores e instituições atuantes no território, flexível à entrada de novos parceiros capaz de prover a sustentabilidade das ações após o período previsto para o projeto. A síntese dos elementos de constituição de um projeto DIST apresenta-se conforme descrito no quadro abaixo: Constituição de instâncias de gestão territorial com protagonismo da comunidade Sistemas de Governança Formação de agentes de desenvolvimento local e facilitadores Articulação de parcerias (plataforma de parceiros) e políticas públicas no apoio ao DIST 2

3 Dinamização econômica Formação profissional e empreendedora Articulações de mercado Acesso a serviços financeiros Promoção sociocultural Comunicação e cultura Saúde, esporte e lazer Gestão ambiental Educação ambiental / padrões de produção e consumo Melhorias/mudanças nas condições ambientais do território Intervenções físicas Outros legados (transversais) Geração / multiplicação de novas iniciativas no território (projetos, empreendimentos) Criação de bases de reaplicabilidade (da metodologia em geral, ou de instrumentos e técnicas específicas) Pilares do DIST 1 - Mobilização/Participação Focos de atuação definidos e validados com a comunidade 2 - Potencialidades e Oportunidades Vocações, Saberes, desejos da comunidade de desenvolver capacidades 3 Rede de apoio ao DIST Integrar, formar institucionalidades 4 Ação no presente com visão de futuro Plano de ações e construção da visão de futuro do território Dinamização do Território A abordagem metodológica a ser testada pelo projeto DIST tem ainda como finalidade, desenvolver ao longo do período de execução dos projetos, potencial de reaplicabilidade para a reapropriação criativa, entendida como possibilidade de recriação ou reapropriação de tecnologia social (metodologia ou elementos da metodologia) em outros contextos territoriais. Indicativos da tendência inovadora no enfoque do desenvolvimento territorial sustentável estão delineados no protagonismo resultante da aposta no potencial empreendedor dos moradores do território e na articulação entre instâncias de governança local e instituições públicas e privadas por meio de uma dinâmica de cooperação capaz de suprir a ausência de espaços e estratégias locais para o exercício de atividades econômicas, sejam estas de 3

4 produção, comercialização e serviços evitando a desocupação e a transferência das rendas e recursos para outros locais da cidade, sem nenhum benefício para a acumulação socioeconômica territorial. Considerando os propósitos preconizados pelo Projeto CAIXA/PNUD BRA/09/004, este Termo de Referência está subordinado ao componente 6 Fortalecimento da capacidade da área de sustentabilidade, e à atividade prevista para o desenvolvimento de metodologia de análise, monitoramento e avaliação da iniciativa DIST - Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Território em empreendimentos do Programa MCMV. Para o alcance dos objetivos definidos no citado Projeto BRA/09/004, faz-se necessária a contratação de consultoria especializada para prestação de serviços técnicos na análise da execução do Plano de Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Território em empreendimentos do Programa MCMV. 4. Nº do resultado no PRODOC/PNUD: Resultado 6: Fortalecimento da capacidade da área de Sustentabilidade. 5. Objetivos da consultoria: Contratação de consultor especializado para prestação de serviços técnicos de desenvolvimento de metodologia de execução, monitoramento e avaliação de iniciativas de DIST - Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Território em empreendimentos do Programa MCMV. 6. Modalidade do Contrato e Local de Trabalho O Contrato de Trabalho será na modalidade de Produto por meio da elaboração e apresentação de relatórios e documentos técnicos, definidos neste Termo. 7. Descrição das Atividades Atuar em oficinas de orientação técnica para intercâmbio de informações, análise de resultados alcançados, disseminação dos indicadores de monitoramento e avaliação. Elaborar sistema de indicadores de monitoramento e avaliação, identificando metas quantitativas e qualitativas. Atuar na mediação e integração das entidades participantes do DIST com a finalidade de articular e alinhar as estratégias, identificando avanços e desafios na execução dos projetos. 4

5 Realizar visitas aos territórios selecionados para a execução dos projetos de DIST - Desenvolvimento Integrado e Sustentável dos Territórios em empreendimentos do Programa MCMV, quais sejam, Arapiraca/AL, Baixada Santista/SP, Campinas/SP, Campo Grande/MS, Goiânia/GO, Londrina/PR, Manaus/AM, Queimados/RJ, Rio Branco/AC, Salvador/BA e Uberlândia/MG. Elaborar documento final de consolidação do Documento Técnico Orientador sobre a metodologia DIST - Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Território, sistematizando os resultados obtidos e apontando pontos fortes e fracos observados na execução dos projetos. Estruturar apresentação da metodologia DIST - Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Território em mídia PowerPoint, com recursos de flash, Visio e outros softwares necessários a dotar de qualidade visual compatível com as melhores práticas adotadas pelo mercado. Estruturar ação educacional destinada a público técnico interno e capacitar equipe na disseminação da metodologia DIST - Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Território, observado o modelo pedagógico que compõe o anexo I desse Termo de Referência. 8. Produtos Esperados X Honorários Descrição do Produto 1 Elaboração de Indicadores Produto: - Documento técnico com Versão Preliminar de Sistema de Indicadores de monitoramento e avaliação estruturado em metas quantitativas e qualitativas. 2 1º ciclo de Mediação e Integração das entidades participantes do DIST para articulação das estratégias Produtos: - Atuação na mediação dos debates e condução dos trabalhos - Relatório de avaliação de Atividades e Sistematização dos Conteúdos. 3 2ª Oficina de Orientação Técnica Produtos: - Relatório de Atividades para a condução da oficina - Atuação na mediação dos debates e condução dos trabalho - Relatório de avaliação e monitoramento dos resultados alcançados. 4 1ª Visita técnica aos empreendimentos DIST Produtos: - Relatório de avaliação e monitoramento dos resultados alcançados Data Prevista Finalização Janeiro/2014 Fevereiro/2014 Abril/2014 Maio/2014 5

6 5 2º ciclo de Mediação e Integração das entidades participantes do DIST para articulação das estratégias Produtos: - Atuação na mediação dos debates e condução dos trabalhos - Relatório de avaliação de Atividades e Sistematização dos Conteúdos. 6 Validação de Indicadores Produtos: - Relatório de análise, correção e validação dos indicadores propostos, identificação e crítica dos resultados apurados, e validação dos instrumentos de coleta, considerando intervenções socioambientais exógenas que resultem em impactos socioambientais nos territórios do DIST. 7 3ª Oficina de Orientação Técnica Produtos: - Relatório de Atividades para a condução da oficina - Atuação na mediação dos debates e condução dos trabalho - Relatório de avaliação e monitoramento dos resultados alcançados. 8 3º ciclo de Mediação e Integração das entidades participantes do DIST para articulação das estratégias Produtos: - Atuação na mediação dos debates e condução dos trabalhos - Relatório de avaliação de Atividades e Sistematização dos Conteúdos. 9 4º ciclo de Mediação e Integração das entidades participantes do DIST para articulação das estratégias Produtos: - Atuação na mediação dos debates e condução dos trabalhos - Relatório de avaliação de Atividades e Sistematização dos Conteúdos. 10 Consolidação de Documento Técnico Orientador sobre a metodologia DIST - Desenvolvimento Integrado e Sustentável dos Territórios, sistematizando os resultados obtidos e apontando pontos fortes e fracos observados na execução dos projetos. 11 Apresentação da metodologia DIST - Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Território em mídia PowerPoint, com recursos de flash, Visio e outros softwares necessários a dotar de qualidade visual compatível com as melhores práticas adotadas pelo mercado. 12 Documento didático destinado a público técnico interno e capacitação de equipe para disseminação da metodologia DIST - Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Território, elaborado em conformidade com o modelo pedagógico que compõe o anexo I desse Termo de Referência. Junho/2014 Junho/2014 Julho/2014 Agosto/2014 Setembro/2014 Outubro/2014 Outubro/2014 Novembro/2014 Compõe as atribuições da consultoria a interlocução contínua com a área gestora dessa contratação, conforme se apresentem as necessidades, bem como contribuições complementares na análise de relatórios parciais e final produzidos pelas instituições participantes da implementação dessa metodologia. Adicionalmente, é esperado que a consultoria contratada preveja no desenvolvimento de suas atividades a interação com as instituições participantes dessa metodologia, e ainda identifique e analise intervenções tais 6

7 como, por exemplo, trabalho social em curso, originárias do poder público, nas três esferas, organizações não governamentais, dentre outros atores, que resultem em impactos socioambientais nos territórios compreendidos por esse trabalho. Em caso de consultoria contratada com domicílio distinto da cidade base, Brasília, a proposta apresentada deverá considerar o custo de eventuais despesas de deslocamento e hospedagem na execução de serviços técnicos previstos no âmbito deste documento. 8. Forma de Pagamento A forma de pagamento será mediante a apresentação dos produtos intermediários e final previstos contratualmente. Os pagamentos recebidos pelo consultor são passíveis de tributação, de acordo com a legislação brasileira vigente. É responsabilidade do contratado efetuar os devidos recolhimentos. 9. Qualificações profissionais requeridas: Nível de Instrução Experiência profissional e produção científica Formação superior (graduação) em sociologia, ciências sociais e/ou economia. Pós-graduação em nível de mestrado e/ou doutorado Experiência no tema desenvolvimento territorial integrado e sustentável (pesquisas, avaliações, sistematização de metodologia, coordenação de workshops e atividades similares). Experiência na atuação em temas como geração de trabalho e renda, microcrédito, desenvolvimento local, territorial, e sustentável (pesquisas, avaliações, coordenação de workshops e atividades similares). Autoria ou co-autoria de publicações (livros, artigos e outros similares) nas áreas temáticas de desenvolvimento territorial, desenvolvimento local, geração de trabalho e renda e/ou microcrédito. Os currículos devem ser encaminhados para o ano período de 02 a 06/12/13, e deverão estar em formato pdf. O processo seletivo se dará em Brasília DF. A contratação será efetuada mediante processo seletivo simplificado (análise de currículo e entrevista), sendo exigido do profissional a comprovação da habilidade profissional e da capacidade técnica ou científica compatível com os trabalhos a serem executados. É vedada a contratação a qualquer título de servidores ativos da Administração Pública Federal, Estadual ou municipal, direta ou indireta, bem como, empregados de suas subsidiárias ou controladas, no âmbito dos acordos de cooperação técnica internacional ou instrumentos congêneres. A duração do contrato será de 12 meses. 10 Nome do Supervisor Jean Rodrigues Benevides 7

8 Telefone: (61) Cargo do Supervisor Gerente Nacional 11. Localidade do Trabalho: Brasília DF 12. Data de Início: Data de inicio - 06/01/ Data de Término: Data de término 01/12/2014 8

9 MODELO PEDAGÓGICO Brasília 2010

10 MISSÃO DA UNIVERSIDADE CAIXA Promover a educação e a aprendizagem dos empregados e parceiros estratégicos para a realização da missão da CAIXA. Missão da CAIXA: Atuar na promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável do País, como instituição financeira, agente de políticas públicas e parceira estratégica do Estado brasileiro. VISÃO (2015) A Universidade CAIXA será reconhecida como espaço de produção e disseminação de saberes para o corpo funcional e parceiros estratégicos, de forma a contribuir para a promoção da cidadania e o desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira. PAPÉIS Educador: desenvolver e aplicar estratégias e ferramentas para a aprendizagem permanente e contínua. Integrador: converter capacidades individuais em organizacionais e sociais, por meio da promoção e disseminação de conhecimentos e práticas, fortalecendo a CAIXA como Banco Público que fomenta o desenvolvimento social e econômico do país. Inovador: explorar diferentes maneiras de disseminar e compartilhar saberes para melhorar o desempenho nos negócios e estimular a produção coletiva de conhecimentos. Transformador: contribuir por meio da educação para a realização de resultados sustentáveis que impactem de forma positiva na qualidade de vida da sociedade. GENEC Página 2 ABRIL/2010

11 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO SEGUNDA EDIÇÃO...4 APRESENTAÇÃO PRIMEIRA EDIÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS DO MODELO PEDAGÓGICO UNIVERSIDADE CAIXA: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ADOTADA EIXO PEDAGÓGICO DA UNIVERSIDADE CAIXA Modelo de Organização de Conteúdos Estrutura Curricular Modelo de Organização das Ações Educacionais Agentes de Aprendizagem Avaliação do Processo de Aprendizagem Critérios para Definição dos Níveis de Avaliação PROJETO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO DAS AÇÕES EDUCACIONAIS Etapas do Projeto Didático Pedagógico FORMAS DE RECONHECIMENTO Certificação Corporativa Registro de Domínio de Conhecimento Registro de Participação em Ação Educacional PREMISSAS DA EDUCAÇÃO CORPORATIVA NA CAIXA POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO CORPORATIVA GLOSSÁRIO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...38 GENEC Página 3 ABRIL/2010

12 APRESENTAÇÃO DA SEGUNDA EDIÇÃO Após cinco anos da implementação do modelo pedagógico, a equipe de educação corporativa da Universidade CAIXA em uma reflexão intencional sobre a sua prática e fiel ao pressuposto de que o modelo pedagógico não deve gerar um saber oficial que se enrijece, mas ser uma fonte de inspiração criativa e crítica fez a revisão de alguns dos pressupostos que norteiam o desenvolvimento e a realização das ações educacionais. que: Nesse balanço acerca da implementação do modelo pedagógico da UC, observou-se A adoção do modelo conferiu às ações educacionais corporativas um sentido e direcionamento alinhados às necessidades estratégicas, ao mesmo tempo em que aportou um referencial teórico e metodológico baseado em uma prática educativa que privilegia a interação das pessoas; a elaboração de ações educacionais ancoradas nos princípios da aprendizagem significativa; o estímulo à participação do aprendiz e o desenvolvimento do espírito crítico e da criatividade; Alguns aspectos do modelo pedagógico implementado há cinco anos foram implementados parcialmente. Por exemplo, a elaboração do projeto didático pedagógico em todas as fases previstas e também da avaliação nos diferentes níveis propostos; Alguns agentes de aprendizagem foram incorporados ao processo e outros não se consolidaram no papel proposto; Para atender à crescente demanda pelo desenvolvimento de ações educacionais, foi necessária uma revisão no eixo pedagógico originalmente proposto, com impactos na sua estrutura e também no modelo de organização de conteúdos. Assim, em decorrência não apenas da necessidade natural de atualizar o Modelo Pedagógico adotado, mas também da necessidade de reavaliar o desempenho da área de educação corporativa à luz desse modelo, bem como alinhar a prática à teoria, a Universidade CAIXA realizou a presente revisão. Como resultado desse trabalho, foi incluído o educador Paulo Freire entre os autores que dão suporte teórico ao modelo pedagógico da Universidade CAIXA, ao lado Lev Vygotsky, David Ausubel e Carl Rogers. Também foram melhor explicitados os recortes feitos dessas GENEC Página 4 ABRIL/2010

13 teorias e sua aplicação no desenvolvimento das ações educacionais. Foram atualizados: a descrição dos agentes de aprendizagem, da estrutura do eixo pedagógico e da organização de conteúdos de forma a expressar a realidade do atual processo de educação corporativa na CAIXA. Os itens que integram o Projeto Didático-Pedagógico foram simplificados. Dessa forma, a Universidade CAIXA coloca à disposição dos empregados ações educacionais mais alinhadas com o dinamismo dos contextos social e organizacional, primando pela formação de empregados conscientes do seu papel no processo de capacitação, capazes de responder com rapidez e eficiência aos desafios profissionais agregando valor ao seu trabalho. Zirlana Menezes Teixeira Gerente Nacional de Educação Corporativa GENEC Página 5 ABRIL/2010

14 APRESENTAÇÃO DA PRIMEIRA EDIÇÃO Ao se propor um modelo pedagógico para a Universidade Corporativa CAIXA busca-se, fundamentalmente, suprir lacunas verificadas no desenvolvimento e na implementação de suas ações educacionais. Embora a preocupação com a qualidade didática das ações desenvolvidas no âmbito da Universidade CAIXA tenha sido constante ao longo dos seus três anos de vida, a ausência de uma linha pedagógica que oriente em relação às concepções de aprendizagem a serem seguidas, aos recursos didáticos e tecnológicos indicados e, sobretudo, à concepção de homem e de profissional que se deseja desenvolver, tem dificultado o alcance do nível de qualidade requerido. Esse foi o grande motivador da adoção de um modelo pedagógico, cuja concepção é fruto do esforço e da vivência de profissionais da própria Universidade CAIXA, que tiveram a oportunidade de acompanhá-la ao longo dos seus três anos de existência. O modelo pedagógico da Universidade Corporativa CAIXA é centrado no aprendiz, na aprendizagem significativa e no desenvolvimento de competências. É mediado pela ação comunicativa e interativa entre os indivíduos, entendida como um processo de relações recíprocas, fundamentais para a aprendizagem, apoiadas em uma estrutura tecnológica que possibilita diferentes níveis de interação: aprendiz x conteúdo; aprendiz x aprendiz; aprendiz x tutor/instrutor; aprendiz x contexto empresarial; aprendiz x comunidade virtual. Tudo convergindo para a construção do conhecimento. A adoção do presente modelo dá início a uma outra fase da Universidade, na qual busca-se consolidar os progressos já alcançados e galgar novos patamares em qualidade didático-pedagógica e compromisso com um projeto pedagógico aderente às necessidades e às expectativas do público a que atende. Janete Núbia Caldas Almeida Gerente de Padrões e Planejamento de Educação Corporativa Novembro de 2004 GENEC Página 6 ABRIL/2010

15 1.JUSTIFICATIVA Diante das mudanças no contexto político, econômico, social, ambiental e tecnológico, nas três últimas décadas do século XX, as universidades corporativas surgiram como principal instrumento que viabiliza a educação corporativa, formando profissionais detentores de múltiplas competências, focadas na natureza do negócio, orientando, facilitando e provendo processos de educação continuada. Além disso, a universidade corporativa cumpre o papel primordial de garantir que o repasse de experiências e a troca de conhecimentos entre as pessoas possam fluir permanentemente como ação intencional e institucionalizada, objetivando a aprendizagem e a conseqüente maximização de resultados empresariais. Nessa linha, estrutura-se a Universidade CAIXA, cuja concepção de aprendizagem baseia-se na relevância da ação educativa para a construção de mentes críticas, criativas e, sobretudo, capazes de estabelecer paralelos entre o conhecimento e a prática vigentes na Empresa. A Universidade CAIXA realiza, ainda, uma educação corporativa alinhada ao dinamismo dos contextos social e organizacional e inspirada nas quatro dimensões fundamentais da aprendizagem de Jacques Delors: Aprender a conhecer: a compreensão é essencial para entender o mundo, as pessoas e o contexto em que estamos inseridos. É preciso desenvolver a predisposição de aprender a aprender e ter sempre o espírito aberto para vivenciar e compartilhar novos saberes. Aprender a fazer: tem estreita relação com aprender a conhecer e diz respeito a colocar em prática, de modo consciente e com visão crítica e inovadora, os conhecimentos aprendidos. Assim, cada um pode agir positivamente sobre o meio sócio-ambiental e ser um agente de mudanças. Aprender a viver juntos, aprender a viver com os outros: tem relação com a capacidade de gerenciar conflitos, compreender e respeitar as pessoas, aceitar as diferenças, participar, compartilhar, trabalhar em equipe e cooperar com os outros em todas as atividades humanas. GENEC Página 7 ABRIL/2010

16 Aprender a ser: diz respeito ao desenvolvimento do indivíduo como ser integral espírito e corpo, inteligência, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade pessoal, espiritualidade.. Essa dimensão é essencial pois está relacionada com a formação de uma personalidade equilibrada e coesa e leva o ser humano a elaborar pensamentos próprios e críticos; a descobrir o próprio talento; a desenvolver o sentido de justiça e solidariedade; a ter discernimento e uma conduta coerente com os seus juízos de valor; a tomar decisões por si mesmo e a enfrentar com tranqüilidade os desafios que a vida apresenta. (1) Esse contexto orienta o processo de construção e atualização do Modelo Pedagógico da Universidade CAIXA cuja função é estabelecer as bases para o processo de aprendizagem na Empresa e definir o modelo de formação e capacitação técnico-profissional dos empregados, em um processo coerente com o perfil de profissional exigido pela organização. O Modelo Pedagógico da Universidade CAIXA explicita a sua concepção de homem e de desenvolvimento humano, a estrutura pedagógica e curricular, os agentes de aprendizagem envolvidos e a concepção metodológica das soluções de aprendizagem. Além do arcabouço teórico-conceitual, o modelo prescreve as diretrizes para operação do sistema de educação corporativa, em consonância com as premissas e políticas de educação corporativa na CAIXA, contemplando aspectos ligados à gestão do processo ensinoaprendizagem, planejamento didático, atribuições e responsabilidades quanto à concepção e produção das ações educacionais, dentre outras. 2.OBJETIVOS DO MODELO PEDAGÓGICO Explicitar as concepções de aprendizagem que fundamentam as ações de educação na Empresa. Orientar o desenvolvimento, a implementação, o acompanhamento e a avaliação de produtos educacionais coerentes com as premissas e políticas educacionais da CAIXA e com as concepções de aprendizagem adotadas. Facilitar a compreensão, o desenvolvimento e a vivência da ação educativa. [1] Jacques Delors foi autor e organizador do relatório, para a UNESCO, da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI: Educação um tesouro a descobrir. GENEC Página 8 ABRIL/2010

17 3.UNIVERSIDADE CAIXA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ADOTADA A Universidade CAIXA parte da premissa de que para conquistar e ampliar seu espaço dentro e fora da organização e contribuir para a realização de resultados sustentáveis, o empregado precisa desenvolver competências. Para isso, é importante viabilizar espaços de aprendizagem onde as trocas interativas promovam novos desafios para o empregado, levando-o à construção ativa de conhecimentos e novas competências. Essa visão busca promover aprendizagens que, inseridas na realidade do aprendiz, tenham significado e encontrem respaldo na experiência por ele vivida. Assim, a Universidade CAIXA adotou como base fundamental a concepção interacionista na maneira de compreender como e porque o indivíduo se desenvolve e do que precisa para estar no mundo, bem como compreender a realidade que o cerca e como ela funciona. A partir desta concepção criou um modelo pedagógico que enfatiza o desenvolvimento dos indivíduos pela interação, incentiva o pensamento crítico e inovador, valoriza o aprendiz como centro do processo de aprendizagem e adota os princípios da aprendizagem significativa. Para tanto, buscamos em alguns pensadores da educação, alinhados à concepção interacionista do desenvolvimento humano, o apoio necessário para o nosso entendimento do processo ensino-aprendizagem. A Teoria Histórico-Cultural de Desenvolvimento Humano, de Lev Vygotsky ( ), considera que o indivíduo tem uma participação ativa na construção do seu desenvolvimento, porque ele vai formando e transformando o conhecimento de si e do mundo, por meio da interação com as outras pessoas do seu meio social. Dessa forma, o desenvolvimento humano se caracteriza em uma dimensão social, cultural e histórica. Segundo essa teoria, o desenvolvimento é influenciado pela aprendizagem que ocorre nas relações que partilhamos, nas experiências que vivenciamos e no contexto sócio-cultural do qual fazemos parte. Para as organizações, e para as pessoas que nelas estão inseridas, as experiências enriquecedoras são aquelas que ocorrem com intencionalidade, ou seja, de forma consciente. O desenvolvimento e a aprendizagem não vêm prontos e nem são adquiridos passivamente pelos sujeitos. O desenvolvimento é um processo dinâmico de transformação de significados partilhados socialmente, em um ambiente histórico, onde o sentido das coisas se GENEC Página 9 ABRIL/2010

18 transforma constantemente. Nesse processo estão envolvidos o sujeito, o outro e suas representações transformadoras do mundo. Assim sendo, a adoção pela Universidade CAIXA de uma concepção de aprendizagem fundamentada na teoria histórico-cultural de desenvolvimento humano justifica-se pelos seguintes motivos: favorece a criação de espaço adequado para o desenvolvimento de competências por meio das interações sociais e da atuação reflexiva intencional; propicia aos indivíduos o desenvolvimento da consciência das próprias potencialidades, de forma a articular e mobilizar conhecimentos, habilidades, atitudes e/ou comportamentos, que se explicitam na atuação profissional; possibilitam: A concepção sócio-histórico-cultural se apresenta nas ações educacionais que a interação entre os indivíduos; a troca de sentidos e significados para a construção de conhecimento compartilhado; a atuação intencional na Zona de Desenvolvimento Proximal do indivíduo que corresponde a aproximação entre os níveis de desenvolvimento real e potencial de cada pessoa. Para reforçar a premissa de que educar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua construção por meio de uma mediação ética e de respeito aos saberes do outro, a Universidade CAIXA se apoiou nas idéias de Paulo Freire ( ), educador brasileiro, criador de uma prática educativa transformadora que pressupõe o homem como ser inconcluso, sujeito da sua autonomia e que possui sua própria identidade cultural. Isso se reflete nas ações educacionais que favorecem: a construção coletiva do conhecimento; desenvolvimento do pensamento crítico; a reflexão crítica da realidade por meio do diálogo; GENEC Página 10 ABRIL/2010

19 a busca pela inovação. Em Carl Rogers ( ) buscamos o direcionamento para a relação mediador e aprendiz considerando a tríade empatia, autenticidade e aceitação incondicional do outro. Nas ações educacionais isso se traduz quando: se faz um diagnóstico de perfil do público-alvo; o mediador apresenta uma escuta ativa da necessidade do outro; mediador e aprendiz se colocam de forma autêntica no processo de interação. Em David Ausubel ( ) pautamos a construção e seleção de conteúdos e estratégias que promovam a aprendizagem significativa que, inserida na realidade do aprendiz, encontre respaldo em conceitos relevantes preexistentes na estrutura cognitiva e na experiência do indivíduo. Isso fica evidenciado nas ações educacionais quando dispomos os temas observando os aspectos da logicidade, gradualidade, complexidade, levando em consideração conhecimentos e experiências prévias necessárias para a compreensão e assimilação dos novos conteúdos. Desse modo, as ações de educação têm como base o desenvolvimento e domínio de competências, observadas as seguintes premissas: a percepção do aprendiz sobre a relação entre o que está aprendendo e sua realidade; a segurança do aprendiz em relação ao seu processo de aprendizagem, no qual seja garantido um ambiente livre de ingerências externas; a possibilidade de o aprendiz se colocar em confronto experimental direto com problemas práticos; a participação ativa e responsável do aprendiz em seu processo de aprendizagem, a partir de discussões e debates sobre o quê, como e por que está aprendendo; GENEC Página 11 ABRIL/2010

20 o incentivo à participação do aprendiz em atividades de desenvolvimento que dêem ênfase a relações sociais contextualizadas e mediadas por uma intencionalidade reflexiva; o fornecimento da mediação necessária à concretização do desenvolvimento do aprendiz; o estímulo à independência, à criatividade e à autoconfiança do aprendiz em decorrência de avaliação mediadora e justa, realizada em atmosfera de liberdade; a ênfase no compartilhamento de informações e interações entre os aprendizes de maneira a possibilitar a circulação do conhecimento tácito e explícito na organização. 4.EIXO PEDAGÓGICO DA UNIVERSIDADE CAIXA conteúdos: O eixo pedagógico da Universidade CAIXA assenta-se em três dimensões de Fundamental CAIXA; Fundamental Gerencial, Técnico e Assessoramento; Conteúdos Temáticos: Governança, Negócios e Suporte aos Negócios. Esses conteúdos, que contribuem para o desenvolvimento de conhecimentos e competências alinhadas aos negócios, dão suporte à implementação de negócios nos segmentos de atuação da Empresa; ao aperfeiçoamento de gestores, técnicos e assessores; ao aprimoramento das relações interpessoais e da relação da Empresa com a sociedade. Objetiva-se, com essa proposta, possibilitar maior interdisciplinaridade entre as áreas de conhecimento, atribuindo-se a mesma relevância a todos os conteúdos, visto que são meios para o desenvolvimento de competências críticas para o desempenho profissional. O eixo pedagógico visa a atender aos princípios da contextualização e da integração, estabelecendo paralelos entre os conteúdos e as necessidades de desenvolvimento e capacitação verificadas na Empresa. GENEC Página 12 ABRIL/2010

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA)

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto Nacional CONSULTOR JÚNIOR Número e Título do Projeto: BRA/09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA. Contrato por Produto - Nacional

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA. Contrato por Produto - Nacional Número e Título do Projeto: TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA Contrato por Produto - Nacional BRA/09/004 Fortalecimento das Capacidades da CAIXA para seu processo de

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA Contrato por Produto - Nacional Número e Título do Projeto: BRA/09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo de internacionalização

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA)

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto Nacional CONSULTOR SÊNIOR Número e Título do Projeto: BRA/09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP

GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP 2014 PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP INTRODUÇÃO A Pró-reitoria de graduação (PROGRAD), a Câmara Central de Graduação (CCG), o Núcleo de Educação à Distância

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM)

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) A extensão é o processo educativo, cultural e científico que articula, amplia, desenvolve e reforça o ensino e a pesquisa,

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL RESOLUÇÃO SEPLAG no. xx/xxxx Disciplina o funcionamento das Comunidades de Prática CoPs no âmbito do Poder Executivo Estadual, vinculadas

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 462, de 10/09/2012. VIGÊNCIA: 10/09/2012 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 1/6 ÍNDICE

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu PORTFÓLIO ESPECIALIZAÇÃO / MBA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Sumário ÁREA: CIÊNCIAS DA SAÚDE... 2 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO... 2 ÁREA: COMUNICAÇÃO E LETRAS...

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT Conhecimento para a ação em organizações vivas CONHECIMENTO O ativo intangível que fundamenta a realização dos seus sonhos e aspirações empresariais. NOSSO NEGÓCIO EDUCAÇÃO

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA N.º

TERMO DE REFERÊNCIA N.º MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA COORDENAÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS MISSÃO DO CURSO Formar profissionais de elevado nível de consciência crítica, competência técnica empreendedora, engajamento ético

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Melhoria do desempenho & Gestão de RH TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Administração do Tempo Ampliar a compreensão da importância

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto - Nacional Número e Título do Projeto: BRA/ 09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo de internacionalização

Leia mais

AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE

AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE MOVE 2015 AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE II CONGRESSO TODOS JUNTOS CONTRA O CANCER MOVE 2015 PRINCIPAIS MENSAGENS 01 AVALIAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA GARANTIR A QUALIFICAÇÃO DOS PROCESSOS DE EDUCAÇÃO

Leia mais

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL MBA e Pós-Graduação Cursos inovadores e alinhados às tendências globais Nossos cursos seguem modelos globais e inovadores de educação. Os professores

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento em EAD Coordenação Geral de Planejamento de EAD Programa TV Escola Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola Projeto Básico

Leia mais

Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção

Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção Trilhas de aprendizagem Trilhas de desenvolvimento Foco no desenvolvimento de competências Foco no desenvolvimento de carreiras O Sebrae O Serviço

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto TÍTULO DO PROJETO: Fortalecimento da capacidade institucional com vistas a melhoria dos processos de monitoramento e avaliação dos programas de fomento voltados para a Educação Básica e para o Ensino Superior

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR

PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR CURITIBA Maio 2012 1 PROGRAMA TÍTULO: Formação de Gestores para o Terceiro Setor. JUSTIFICATIVA:

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE 1 MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE Olinda PE Agosto / 2014 2 Introdução As atividades complementares representam um conjunto de atividades extracurriculares que

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

Gestão Por Competências nas IFES

Gestão Por Competências nas IFES Goiânia 22 de Novembro de 2012 Gestão Por Competências nas IFES Anielson Barbosa da Silva anielson@uol.com.br A G E N D A 1 Desafios da Gestão de Pessoas nas IFES. 2 3 Bases Legais da Gestão de Pessoas

Leia mais

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita II. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A assessoria pedagógica não consiste em transmitir certezas, mas em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir

Leia mais

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Abril de 2012 Página 1 de 11 Sumário Introdução 3 Justificativa 5 Objetivos 6 Metodologia 7 Dimensões de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE Av. Barbacena, 472 8º andar Barro Preto CEP: 30190-130 Belo Horizonte/MG Tel.: 3253.4917 E-mail: renata.gontijo@cemigsaude.org.br Portal Corporativo: www.cemigsaude.org.br

Leia mais

Faculdade Escola Paulista de Direito

Faculdade Escola Paulista de Direito REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO São Paulo 2014 ESCOLA PAULISTA DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES Desde 1999 NOSSA MISSÃO AÇÕES DE TREINAMENTO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES MISSÃO Inspirar nossos clientes para a expansão de ideias e formação de relacionamentos saudáveis e duradouros no ambiente

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO Número e Título do Projeto Função no Projeto: Resultado: Atividades: Antecedentes: (breve histórico justificando a contratação)

Leia mais

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com. ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.br CPC Conceito Preliminar de Curso 1 - Nota dos Concluintes no ENADE

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 1 CONCEPÇÕES DE CURRÍCULO e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 2 CONVERSANDO SOBRE CURRÍCULO Diferentes concepções Conteúdos e competências Sobre aprendizagens Projetos alternativos

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011 EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011 Aviso de Divulgação de Seleção de Instrutor Pleno para as. REF: CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PARA ATENDIMENTO AO CONVENIO Nº 711591/2009 MDS/ITS/CEDEP

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO MONTESSORI DE IBIÚNA ESTÁCIO FMI SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO MONTESSORI DE IBIÚNA ESTÁCIO FMI SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ADMINISTRAÇÃO - BACHARELADO MISSÃO DO CURSO Formar profissionais de elevado nível de consciência crítica, competência técnica empreendedora, engajamento

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL FICHA DE APRESENTAÇÃO SISTEMA INTERATIVO DE MONITORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO PARA O APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DA PLATAFORMA DE C O O P E R A Ç Ã O A M B I

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Nome Desarrollo de Sistemas de Gobierno y Gestión en Empresas de Propiedad Familiar en el Perú Objetivo Contribuir

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Apresentação O programa de MBA em Estratégia e Liderança Empresarial tem por objetivo preparar profissionais para

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Projetos tem por fornecer conhecimento teórico instrumental que

Leia mais